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Por Rodrigo Ribeiro


Propulsor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Propulsor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Um pequeno motor elétrico alivia a carga sobre o propulsor a combustão em acelerações. Seu conceito é bem simples: no lugar do alternador, que só gera eletricidade, é colocado um motor, que pode tanto produzir quanto gastar energia elétrica.

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Ele normalmente é conectado ao motor por correias, e também é responsável por ligar o carro na partida e com o start-stop. Por precisar de uma corrente maior, geralmente é conectado a um sistema elétrico de alta tensão (48V), ligado a uma bateria de íons de lítio.

Quando o carro está freando, o motor passa a gerar mais energia, que é armazenada no acumulador. Em acelerações, essa energia é enviada de volta ao pequeno conjunto elétrico, que, por sua vez, alivia o motor a combustão de girar periféricos e lidar com seu próprio atrito para que, assim, mais potência seja entregue nas rodas.

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Imagine uma bicicleta com um pequeno motor elétrico. Nas descidas, ele vai ajudar a freá-la enquanto gera energia. Nas subidas ele usará essa eletricidade e te dará uma pequena ajuda para que você faça menos força nos pedais.

As duas principais diferenças de um híbrido parcial é que ele não é capaz de rodar usando apenas eletricidade, como um híbrido pleno, e a força do motor elétrico não é enviada diretamente às rodas.

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Roda-livre moderna

O sistema híbrido leve permitiu uma evolução do start-stop. Em carros como o Mercedes C200 EQ Boost, primeiro híbrido nacional, o motor a gasolina pode ser desligado quando o veículo está em alta velocidade em piso plano ou descida — como em uma estrada.

Nessa hora o propulsor principal é desativado e o sistema elétrico de 48V mantém itens como faróis e as assistências de direção e freios ativados. Para o motorista a diferença é imperceptível. Quando o acelerador ou o freio são acionados, ou se a carga da bateria cai excessivamente, o motor a gasolina é automaticamente religado.

Essa tecnologia também equipará a nova RAM 1500, picape que deve estrear esse recurso no segmento. A tendência é que, conforme as regras de emissões fiquem mais restritas, o sistema se popularize e seu preço caia.

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