Vídeo: BYD King 2026 faz 30 km/l, é bem equipado e anda mais que o Corolla
Sedã híbrido plug-in da marca chinesa custa R$ 175.990 e surpreende pela economia de combustível, pacote de equipamentos e desempenho
O BYD King chegou ao Brasil com a promessa de ser o novo "rei das ruas". Seu trunfo na categoria dos sedãs médios é oferecer um conjunto híbrido plug-in (PHEV) num patamar em que seu principal rival, o Toyota Corolla, é apenas híbrido pleno (HEV). É o que torna o preço da versão GS (R$ 175.990), topo de linha, tão atrativo em comparação com o rival japonês (a partir de R$ 189.000). Assista abaixo:
Seu conjunto híbrido se baseia num motor 1.5 aspirado a gasolina de 98 cv aliado a uma máquina elétrica dianteira de 197 cv alimentada pelas baterias Blade de 18,3 kWh. Os números combinados são 235 cv de potência e 33,1 kgfm de torque, com câmbio automático de uma marcha mecânica e múltiplas relações simuladas. Pisando fundo, o King vai de zero a 100 km/h em 7,3 segundos.
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É justamente no “anda e para” que este conjunto se torna ainda mais econômico: em condição urbana, o computador de bordo marcou excelentes 30,3 km/l com bateria cheia. Todavia, segundo o Inmetro, o sedã médio faz 16,4 km/l na cidade e 12,9 km/l na estrada, quando a bateria atinge seu patamar mínimo.
O pacote Adas foi incorporado ao King na linha 2026 como novidade ao custo de alguns quilômetros de autonomia elétrica, conforme já falamos. Este sistema inclui controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alertas laterais de ponto cego, limitador inteligente de velocidade, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa.
Indo além, o King oferece bancos de couro com ajustes elétricos e carregador de celular por indução. A central multimídia 12,8'' é giratória e tem conectividade Android Auto e Apple CarPlay sem fio, embora a qualidade não seja das melhores.
Embora tenha muitas qualidades, o BYD King não tira nota 10. Um fator que poderia melhorar o dia a dia com o King é a adoção de um sistema de recarga rápida em corrente contínua (DC). Além disso, a suspensão é mole e tem muito curso, o que faz a carroceria pender no sentido oposto em curvas ágeis.
Uma consequência deste arranjo de suspensão mais "molenga" é que o King pode raspar com facilidade em valetas, recortes e lombadas. Para piorar, o sedã tem apenas 12 cm de vão livre do solo, o que forma um ângulo de ataque de ínfimos 13 graus e um ângulo de saída de meros 14 graus. Quer saber mais sobre o King? Aperte o play!
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