Vídeo: GWM Haval H4 é SUV híbrido para brigar com Compass e Corolla Cross
Auto News Brasil dirigiu com exclusividade o futuro SUV híbrido flex nacional de entrada da marca chinesa que faz 26 km/l e vai custar menos de R$ 200 mil
Que a GWM atrasou o início da produção de seus carros na fábrica de Iracemápolis (SP), não é novidade. Mas a marca chinesa promete compensar esse atraso muito bem. A picape média Poer e o SUV Haval H6 terão produção nacional já em 2025. E outra novidade que deve vir logo depois é o novo SUV de entrada, o Haval H4, que irá custar menos de R$ 200 mil e faz até 26 km/l, pelo menos na versão chilena. E Auto News Brasil foi até Santiago dirigir o modelo com exclusividade.
O H4, que é conhecido em outros mercados como Chitu, Jolion ou Jolion Pro — como no Chile — é um híbrido pleno (HEV), sem recarga externa, com baterias de 1,6 kWh. O conjunto mecânico no Brasil será o mesmo do H6 HEV2: motor 1.5 turbo quatro-cilindros 16V, com injeção direta e ciclo Miller, que trabalha em conjunto com dois motores elétricos dianteiros, um gerador e outro de tração. Juntos, entregam ótimos 243 cv de potência e 54 kgfm de torque combinados. No Chile, o sistema híbrido é o 1.5 aspirado de até 155 cv.
A tração é 4x2 dianteira e o câmbio, conhecido como DHT, tem apenas duas marchas mecânicas, que operam a velocidades de cruzeiro. Um ponto muito positivo é que o SUV faz, pelo menos nos números da GMW do Chile, um consumo urbano de 26 km/l e rodoviário de 16,6 km/l.
No Brasil, o Haval H4 será híbrido flex. Ainda não há confirmação se o modelo da GWM já estreia com essa tecnologia, porém, é certo que em algum momento isso aconteça.
Em termos de dimensões, o GWM Haval H4 tem 4,47 metros de comprimento, 2,70 m de entre-eixos, 1,84 m de largura e 1,62 m de altura. Ou seja, estamos falando de um SUV médio, com medidas muito próximas às de um Jeep Compass, Toyota Corolla Cross ou Volkswagen Taos.
Resta saber, ainda, se o lançamento do GWM Haval H4 ocorrerá no segundo semestre de 2025, prazo previsto atualmente pela fabricante, ou se acabará ficando para 2026. De qualquer forma, o projeto é amplamente aguardado pela rede concessionária da marca, que o vê como potencial produto de maior apelo de vendas em termos de volume.
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