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Por Redação Auto News Brasil


Carlos Tavares (PSA) e Mike Manley (FCA) assinam acordo de fusão (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Carlos Tavares (PSA) e Mike Manley (FCA) assinam acordo de fusão (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e a PSA (Groupe PSA) assinaram nesta quarta-feira, 18, um acordo de fusão das duas empresas. Com isso o novo conglomerado se tornará o quarto maior fabricante de veículos do mundo em volume e o terceiro em receita.

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Dessa forma, as empresas vão compartilhar recursos, tecnologias, fábricas, serviços e soluções de mobilidade sustentáveis. Baseadas em resultados financeiros de 2018, a estimativa é de que o novo grupo tenha vendas anuais de 8,7 milhões de veículos, com receitas combinadas de aproximadamente 170 bilhões de euros (mais de R$ 765 bilhões). O lucro operacional deverá ser de mais de 11 bilhões de euros (quase R$ 50 bilhões), com margem de 6,6%

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Empresas vão compartilhar fábricas, plataformas, entre outros  (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Empresas vão compartilhar fábricas, plataformas, entre outros  (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Esses números seriam suficientes para que a FCA-PSA ultrapassasse a GM, ficando atrás apenas de Grupo Volkswagen, da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e da Toyota Motors Corp.

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“A nossa fusão é uma enorme oportunidade para assumir uma posição mais forte na indústria automotiva na medida em que buscamos dominar a transição para um mundo de mobilidade limpa, segura e sustentável e fornecer aos nossos clientes produtos, tecnologia e serviços de classe mundial”, afirmou Carlos Tavares, presidente do Groupe PSA.

Picape da Peugeot já deve ser lançada na nova administração (Projeção: Renato Aspromonte/Auto News Brasil) — Foto: Auto Esporte
Picape da Peugeot já deve ser lançada na nova administração (Projeção: Renato Aspromonte/Auto News Brasil) — Foto: Auto Esporte

“Esta é a união de duas companhias com marcas incríveis e uma mão-de-obra qualificada e dedicada. Ambas enfrentaram os tempos mais difíceis e emergiram como competidores ágeis, inteligentes e formidáveis”, complementou Mike Manley, CEO da FCA.

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Para os consumidores, os primeiros frutos da fusão já devem surgir no início da próxima década. Peugeot e Citroën trabalham no novo 208 e no sucessor do C3, enquanto a Fiat está na fase final de desenvolvimento dos novos motores Firefly turbo.

Mais de dois terços dos volumes do novo grupo estarão concentrados em duas plataformas (pequena e compacta/média), com aproximadamente 3 milhões de automóveis por ano em cada. Nenhuma das 13 marcas que compõem as duas empresas deve ter as atividades encerradas.

Em comunicado, a FCA informa que a finalização da proposta seja concluída dentro de 12 a 15 meses, estando sujeita à aprovação pelos acionistas de ambas companhias e a satisfação dos requisitos antitruste e regulatórios.

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