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Carros

Por Redação Auto News Brasil


Sedã autônomo da chinesa Changan (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Sedã autônomo da chinesa Changan (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Não é só nos Estados Unidos e Europa que autônomos estão sendo testados. Na semana passada, o veículo autônomo da montadora chinesa Changan percorreu mais de dois mil quilômetros entre Chongquing e Pequim, na China. O teste, que durou quatro dias, foi o primeiro de longa distância já realizado no país.

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O carro - um sedã Raeton - é equipado com radares e câmeras, que analisam todo o ambiente ao redor, incluindo limites de velocidades e outras placas de trânsito. O modelo, por enquanto, consegue manter a direção autônoma em faixa constante e lidar com tráfego em vias expressas. Ao comando do motorista, também é possível acionar a ultrapassagem em velocidades baixas.

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Interior do veículo autônomo da Changan (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Interior do veículo autônomo da Changan (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

O trajeto foi uma oportunidade de coletar dados para melhorar os sistemas semiautônomos e também no desenvolvimento de um veículo completamente independente de motorista.

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A empresa pretende expandir agora os centros de pesquisa de campo para atingir o objetivo de trazer carros autônomos para o mercado até 2020. Em entrevista à Bloomberg, o membro do Conselho Xu Liuping disse até que a marca estaria aberta a trabalhar com a Tesla caso a empresa de Elon Musk quisesse produzir na China.

Sedã Raeton autônomo da chinesa Changan (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Sedã Raeton autônomo da chinesa Changan (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Apesar de não ter tanto destaque quanto os testes nos Estados Unidos, várias empresas chinesas vêm trabalhando no desenvolvimento de tecnologias autônomas. Além da Changan, a BAIC e a gigante da internet Baidu já têm protótipos em testes. O governo local vêm exigindo que as companhias avancem em tecnologia para competir com outros mercados.

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Testes no país são importantes não somente para as montadoras chinesas, mas para outras marcas que vendem carros no país, já que as condições de tráfego e rodovias são bem diferentes. De acordo com a Bloomberg, a Nissan, por exemplo, já assinou contrato com o Centro de Pesquisa e Tecnologia Automotiva local para adaptar seus sistemas de segurança, como alerta de mudança de faixa e de colisão, à situação chinesa.

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Veículo autônomo da Changan rodou 2 mil km em teste na China (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Veículo autônomo da Changan rodou 2 mil km em teste na China (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
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