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Por G1


Depois de entregar recorde de vendas, receita e lucro operacional, o presidente-executivo do Grupo Volkswagen, Matthias Müller recebeu € 10,14 milhões (R$ 40,7 milhões) em salário e benefícios no último ano, o que representa um acréscimo de quase 40% sobre o ano anterior.

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O grupo engloba também as marcas Audi, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Porsche, Ducati, MAN, Scania, entre outras, e mergulhou em uma crise em 2015, com o escãndalo "dieselgate", que provocou a renúncia do então CEO, Martin Winterkorn.

Müller assumiu o comando no meio da turbulência e agora comemora os resultados. "O que é particularmente importante para mim é que os consumidores permaneceram fiéis às nossas marcas em todo o mundo", afirmou.

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De acordo com levantamento da Reuters, os ganhos de Müller superaram em quase 20% os € 8,6 milhões de Dieter Zetsche, do grupo Daimler (Mercedes-Benz), atual líder global em vendas do segmento de luxo.

Depois do "dieselgate", a Volkswagen estabeleceu um limite de compesação e bônus para seus executivos, limitado a € 10 milhões por ano. Müller só ultrapassou o limite no ano porque os valores de previdência privada não entram na conta.

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A Volkswagen está investindo bilhões de euros em carros elétricos e autônomos enquanto ainda paga o escândalo de emissões, que custou à empresa cerca de US$ 30 bilhões em indenizações e multas.

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