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Serviços automotivos

Por Redação Auto News Brasil

Passageiros que precisaram de um carro de aplicativo tiveram dificuldades em encontrar motoristas devido à greve da categoria nesta segunda-feira (15). Na última semana, as associações que reúnem esses profissionais anunciaram a paralisação com o objetivo de buscar melhores condições de trabalho e repasses mais altos nas tarifas.

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Ao que tudo indica, a situação deve normalizar em breve, já que a paralisação está prevista para terminar às 16h, segundo Leandro da Cruz Medeiros, presidente do Sindicato dos trabalhadores com aplicativo do estado de São Paulo (Stattesp).

Motoristas de aplicativo se reúnem para exigir melhores condições de trabalho — Foto: Arquivo pessoal
Motoristas de aplicativo se reúnem para exigir melhores condições de trabalho — Foto: Arquivo pessoal

Mais cedo, porém, a experiência com a Uber foi mais complicada. Na tentativa de pedir um carro nesta manhã, por volta de 6h10, a primeira tarifa era de R$ 59,97. Houve o aceite da corrida, seguido pelo cancelamento e o estorno do valor.

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Na segunda tentativa, o valor já saltou para R$ 69,99 — quase 17% a mais. E, novamente, cancelamento e estorno. Pela terceira vez um motorista aceitou a corrida, já com a tarifa dinâmica, por R$ 74,90, valor praticamente 25% mais alto que na primeira tentativa. Mesmo assim, o serviço foi cancelado mais uma vez.

Reportagem tentou pedir um Uber nesta manhã, mas enfrentou uma série de cancelamentos — Foto: Reprodução
Reportagem tentou pedir um Uber nesta manhã, mas enfrentou uma série de cancelamentos — Foto: Reprodução

Segundo a Federação dos Motoristas Por Aplicativos do Brasil (Fembrapp) e a Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo (Amasp), a previsão era de que 70% dos profissionais optassem por não trabalhar nesta segunda-feira.

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Durante a tentativa de Auto News Brasil de conseguir uma corrida pelo aplicativo da 99 no início desta tarde, as tarifas estavam com preço normal, inclusive com preços mais em conta em horários menos concorridos e com descontos oferecidos pela empresa. Não tivemos dificuldade em contratar o serviço, com média de aceitação de cerca de um minuto pelos motoristas.

Entramos em contato com a 99 e a Uber para saber qual parcela de seus colaboradores aderiu à greve, mas não recebemos retorno até a publicação desta matéria.

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