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Por Rodrigo Ribeiro

Depende do veículo e da forma como você dirige. Em tráfego intenso e com o carro carregado, o motor pode ficar sem combustível após dois ou três quilômetros, mas esse número pode subir até dez vezes em uso rodoviário e em (baixa) velocidade constante.

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A autonomia é calculada pela injeção eletrônica com base no estilo de condução do carro: se você liga o ar-condicionado ou passa a acelerar mais, ela é automaticamente reduzida. Por questão de segurança, a central eletrônica sempre considera uma margem extra, mas o ideal é nunca ir além do que o computador indica. Rodar com pouco combustível também aumenta a chance de sucção de detritos do tanque pela bomba, além do risco de multa por pane seca.

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O ajuste da autonomia pode acontecer de duas formas. O mais comum é o valor indicado no painel aumentar conforme você guia de forma mais econômica. Mas alguns modelos nunca alteram esse número para cima. Ao invés disso, caso a central eletrônica perceba que o carro está gastando menos combustível, ela apenas para de reduzir a autonomia por algum tempo: o número mostrado ficará "congelado" até que, baseado nos cálculos, o veículo atinja a autonomia indicada.

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