Renault Kwid elétrico fica mais caro após pré-venda e já custa quase R$ 150 mil
Primeiro lote de 750 unidades do subcompacto acaba e marca aumenta o preço em R$ 4 mil
Por Raphael Panaro
O Renault Kwid E-Tech perdeu o posto de carro elétrico mais barato do Brasil para o recém-lançado Caoa Chery iCar. Mas o subcompacto movido por bateria teve seu primeiro lote – de apenas 750 unidades – esgotado. E a marca francesa tratou logo de aumentar o preço para as próximas encomendas: R$ 146.990 – ou R$ 4 mil a mais que o valor de lançamento.
A Renault, no entanto, vai garantir os R$ 142.990 deste primeiro lote que tem entrega confirmada para o próximo mês. Quem agora adquirir o Kwid elétrico só irá receber no último trimestre deste ano.
O carro tem um único motor elétrico com o equivalente a 65 cv de potência - 3 cv a mais que o rival JAC E-JS1) e 11,5 kgfm de torque. Vai de 0 a 100 km/h em longos 14,6 segundos e chega aos 130 km/h de velocidade máxima.
De proposta urbana, o subcompacto é equipado com uma pequena bateria de 26,8 kWh que fornece autonomia de 298 km na cidade e 248 km no ciclo combinado, segundo os padrões do Inmetro. Pelo ciclo europeu WLTP, ele consegue rodar até 292 km com uma única carga.
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De proposta urbana, o hatch subcompacto é equipado com uma pequena bateria de 26,8 kWh que fornece autonomia de 298 km na cidade e 248 km no ciclo combinado, segundo os padrões do Inmetro. Pelo ciclo europeu WLTP, ele consegue rodar até 292 km com uma única carga.









