Nova Fiat Strada vira RAM 700 para ser vendida na América Latina
Com motores 1.4 e 1.3, a montadora tenta fazer a onda de sucesso da picape chegar para toda região
Por Renan Sousa (com Julio Cabral)
Depois de ser o carro mais vendido em setembro, a Strada volta a ter uma versão com a marca RAM, a RAM 700 - o número se refere ao quanto de peso a picapinha pode levar. Tudo mais do que normal, pois a RAM pertence ao grupo FCA, tal como a Fiat.
Além de alterações na grade frontal, a caminhonete deve explorar mercados na América Latina em que Fiat não tenha tanta penetração. O nome da marca de picapes é forte em países como México, Colômbia, Chile, Equador, Peru, Panamá e Costa Rica.
Ela virá com três versões: SLT, com motor 1.4 Fire de 85 cv, apenas a gasolina, com opção de cabine dupla ou estendida, Big Horn, cabine dupla com a mesma motorização, e Laramie, com motor 1.3 Firefly de 99 cv, também com cabine dupla.
Os pacotes de equipamentos são iguais, respectivamente, às versões Endurente, Freedom e Volcano. Será oferecido somente a transmissão manual de 5 marchas com tração dianteira e bloqueio eletrônico de diferencial, chamado TC+. Por ora, não há opção de câmbio automático, tal como é na Strada.
Além disso, o sistema multimídia da Big Horn e Laramie permitirá um espelhamento de tela de smartphones sem fio.
A diferença no visual ficou para o indiscreto RAM na dianteira, substituindo o novo logo da Fiat. A grade frontal de plástico é bem diferente da usada pela fábrica italiana e lembra a peça das próprias picapes da RAM. A traseira também se destaca pelo nome da fabricante, enquanto que, por dentro, muda basicamente o logotipo no volante.
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