Volkswagen Golf GTE ultraeconômico chegará ainda esse ano
Versão híbrida aposta na economia, mas anda próxima do GTI normal
Por Emily Nery (com Vinicius Montoia)
Já flagrado no Ceará na semana passada, o Volkswagen Golf GTE chegará às concessionárias até o final do ano, assim foi o veredicto da montadora. A grande promessa do esportivo híbrido é a economia: poderá rodar até 66km/l com o auxílio do modo elétrico. Mesmo com os dois motores funcionando, o número mínimo de economia anunciado é de 22 km/l.
Há dois motores. O 1.4 TSI gera 150 cv e 25,5 kgfm e o motor elétrico 102 cv e 35,7 kgfm - torque do 2.0 TSI usado no Golf GTI. A potência combinada chega a 204 cv. O zero a 100 km/h leva 7,6 segundos e a velocidade máxima chega a 222 km/h.
O preço será maior que o do Golf GTI (R$ 151.300), o único que sobreviveu na linha nacional do médio. Na Europa, o carro custa 36.900 euros, o equivalente a R$ 161.150 (sem impostos e tributos. Ainda assim, o GTE tem grandes chances de ser o híbrido plug-in mais barato à venda no Brasil.
A Volkswagen anunciou que irá lançar mais sete modelos até o final de 2020. O último lançado foi o Jetta GLI. O Golf GTE está entre os próximos.
Vale ressaltar que a oitava geração do hatch será lançada até outubro na Europa, onde deve começar a ser vendido logo depois. Por aqui, o novo Golf deve ser importado em versões mais caras. Ou seja, a vida do GTE não será tão longa. Quem sabe o modelo retorna ao Brasil em nova encarnação?
A Volkswagen está investindo em carros 100% elétricos também. A família I.D já anunciou o compacto I.D 3, que está em pré-venda na Europa. O Golf também tem sua versão de zero emissões, o e-Golf que já está à venda nos Estados Unidos e na Europa. Ele também foi prometido para o Brasil.
Enquanto o modelo não desembarca por aqui, confira nossa avaliação no modelo atual:
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