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Por Redação Auto News Brasil


Dianteira do e-Evolution Concept utiliza o conceito de escudo em X dos demais Mitsubishis (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Dianteira do e-Evolution Concept utiliza o conceito de escudo em X dos demais Mitsubishis (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A Mitsubishi deu uma guinada em direção aos crossovers faz algum tempo, mas o movimento começou a ser sentido mesmo quando antigos nomes usados pelo fabricante começaram a renascer como utilitários. Foi assim com o Eclipse, já testado por Auto News Brasil, e parece que o mesmo acontecerá com o Evolution, antiga configuração esportiva do sedã Lancer. O nome foi resgatado pelo conceito elétrico e-Evolution, apresentado no Salão de Tóquio.

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Por enquanto, trata-se apenas de um estudo: o próprio visual vanguardista deixa claro que o e-Evolution é um conceito. A grade preta se alonga em forma de escudo na dianteira, um traço que caracteriza todos os Mitsubishi, enquanto os faróis se confundem com os vincos da carroceria.

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A coluna C flutuante abriga a porção superior das lanternas, outro toque ousado que se soma ao visual afunilado da traseira, um recurso que evocaria o estepe pendurado na tampa do porta-malas nos utilitários tradicionais da marca, exemplo do Pajero. De acordo com o fabricante, os arcos das rodas bojudos evidenciam o uso de tração 4X4.

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Portas traseira de abertura invertida e ausência de coluna central criam enorme vão (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Portas traseira de abertura invertida e ausência de coluna central criam enorme vão (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A mecânica é formada por três motores elétricos, alimentados por um pack de baterias. O pacote de células fica logo abaixo do piso, em posição centralizada para não elevar o centro de gravidade ou atrapalhar a distribuição de peso. Um dos motores é responsável por movimentar as rodas dianteiras.

Já os motores elétricos traseiros são ligados por uma unidade de vetoramento de torque, capaz de passar a maior parte da força para a roda externa nas curvas e permitir fechar a trajetória de maneira mais esportiva. A dinâmica conta ainda com outro recurso bem interessante: as pinças de freios dispensam o acionamento hidráulico convencional e são controladas eletricamente.

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Colunas C flutuantes abrigam a porção superior das lanternas (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Colunas C flutuantes abrigam a porção superior das lanternas (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Como não há um motor tradicional, a cabine pode avançar além do que seria a parede corta-fogo (que divide habitáculo e compartimento do propulsor). Há quatro lugares individuais e as portas traseiras são suicidas, de abertura invertida. Como não há colunas laterais, as portas abertas criam um enorme vão livre.

Mais avançado em relação ao motorista, o painel horizontal deixa a maioria das informações concentradas no console, onde estão os sistemas de som, de ar-condicionado duas zonas e do seletor giratório de modos de tração. O visual minimalista é reforçado pelo pequeno quadro de instrumentos junto ao volante, que parece flutuar à frente do motorista. O volante recortado lembra o manche de um avião.

Painel flutuante se soma aos enormes ecrãs LCD que contornam a cabine (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Painel flutuante se soma aos enormes ecrãs LCD que contornam a cabine (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Uma enorme tela central serve de quadro principal e se estende por quase toda a largura da cabine, cercada por outras duas menores, capazes de transmitir as imagens capturadas pelas câmeras laterais, que fazem o papel dos retrovisores. Os vidros envolventes dão visibilidade de quase 360 graus.

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