Mercedes se baseia em futebol para mudar sua estrutura com saída de Ross Brawn
A equipe de Fórmula 1 defende divisão de tarefas e fim do cargo de chefe de equipe
Por Luciana Mattiussi
O engenheiro Ross Brawn, que formou uma histórica e vitoriosa parceria com Michael Schumacher na Ferrari, anunciou neste fim de semana sua aposentadoria na Fórmula 1 e, consequentemente, deixou vago o cargo de chefe de equipe da Mercedes. E no que depender de dois dirigentes da escuderia, ele não será substituído.
Os diretores Toto Wolff e Paddy Lowe defendem a extinção do cargo e a divisão de tarefas. Wolff cita o futebol para justificar a opinião. “A posição de chefe de equipe é uma coisa do passado. Não há um equivalente a um chefe de equipe em mais nenhum esporte, só nas empresas. Vejam o futebol: há o treinador, que pode ser considerado um um chefe de equipe, mas depois há um homem que vai cuidar da parte comercial”, disse.









