Enquanto torcida incentiva boicote, Vasco se nega a ressarcir Nissan
A montadora já havia pago o valor de um ano de exposição da marca na camisa
Por Luciana Mattiussi
Firmado em julho passado, o contrato entre Nissan e Vasco inicialmente valeria até 2017, mas acabou não durando nem seis meses. A decisão de romper a parceria partiu da matriz da montadora depois da briga das torcidas na última rodada do Brasileirão, mas ela corre o risco de sair no prejuízo.
A Nissan pagou ao Vasco R$ 7 milhões por um ano de patrocínio. Sua marca, porém, já não irá mais estampar a camisa do time. A cúpula do clube, por sua vez, afirma que foi pega de surpresa com o rompimento e se recusa a ressarcir os meses de dezembro a julho de 2014 que recebeu adiantado.
A decisão da Nissan também não foi bem recebida pelos torcedores cruzmaltinos, que fazem uma campanha de boicote à fabricante nas redes sociais. Divulgada em nome da torcida do Vasco, a nota culpa a ex-patrocinadora por “atos de vandalismo e violência no trânsito que foram praticados por motoristas que estavam dirigindo carros da Nissan”, e diz ainda que vascaínos não podem comprar carros da montadora.









