Ex-presidente da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi está preso em Tóquio há mais de 3 meses. Promotoria tentou recurso para barrar sua saída, mas Justiça autorizou pagamento de fiança.
Ex-presidente da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi está preso em Tóquio há mais de 3 meses. Promotoria tentou recurso para barrar sua saída, mas Justiça autorizou pagamento de fiança.
Renault afirma que vai manter Ghosn na diretoria mesmo após denunciá-lo
Linha 2020 do crossover estreia em março na Europa sobre a mesma plataforma atual, mas com alterações profundas de estilo
Esses importados estão bastante desvalorizados em relação ao zero, mas ainda preservam poder de ostentação. Só há um detalhe...
Registrado no INPI, desenho da picape média será o mesmo da estrangeira
Executivo está detido desde 19 de novembro, em Tóquio, acusado de fraudes fiscais
Ex-presidente da Nissan está preso no Japão desde 19 de novembro. Segundo ele, recusa da Justiça de libertá-lo sob fiança 'não seria normal em qualquer outra democracia'.
Em entrevista, ele afirma que executivos da Nissan querem evitar aliança com a Renault: "Fiz algo errado? Não sou advogado. Todo mundo sabia, por que não me disseram se era ilegal?"
Trio de montadoras comercializou 10,7 milhões de automóveis e comerciais leves contra 10,6 milhões do Grupo Volkswagen. Resultado sai em meio ao escândalo da prisão de Ghosn.
SUV derivado da picape L200 ganhará um tapa no visual, vai preservar o 2.4 turbodiesel de 190 cv e terá versões a gasolina e híbrida