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Por G1


Brasil fará parte da GM Internacional — Foto: AP Photo/Steve Helber
Brasil fará parte da GM Internacional — Foto: AP Photo/Steve Helber

A General Motors (GM) anunciou nesta terça-feira (3) que vai unir suas operações deficitárias da América do Sul (incluindo o Brasil), sudeste asiático e Pacífico em um único "braço" da companhia, chamado de GM Internacional, a partir de 1º de janeiro de 2018.

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Ficam de fora apenas a América do Norte e a China, regiões mais lucrativas para o grupo. Tanto a América Latina, quanto a região da Ásia e Pacífico registraram prejuízos em 2016.

A movimentação faz parte de uma reorganização da GM, promovida pela CEO Mary Barra, para focar em mercados que dão maior retorno de investimentos e também para financiar o plano de eletrificar todos os lançamentos até 2023.

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“A combinação da liderança das duas regiões vai suportar nossos esforços para ganhar eficiência em mercados globais”, afirmou Barra em nota.

Neste sentido, nos últimos cinco anos, a GM deixou de produzir na Austrália e Indonésia, reduziu a operação na Tailândia, e vendeu a subsidiária europeia Opel/Vauxhall para PSA Peugeot Citroën.

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A GM Internacional será liderada por Barry Engle, que hoje ocupa a posição de vice-presidente executivo da GM e presidente da GM América do Sul. Ele será responsável por todas as regiões fora da América do Norte e da China.

A fabricante anunciou em agosto um investimento de R$ 3,1 bilhões nas fábricas de São Caetano do Sul (SP) e Joinville (SC), além de R$ 1,4 bilhão em Gravataí (RS). O valor faz parte dos R$ 13 bilhões que a empresa prometeu investir no Brasil entre 2015 e 2020.

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