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Carros

Por Maria Clara Dias Com Marcio Ishikawa


(Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
(Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

O Dieselgate, como ficou conhecido o escândalo de fraudes nos testes de emissões de veículos a diesel da Volkswagen, continua rendendo desdobramentos. Segundo informações publicadas pela imprensa alemã, a empresa planeja uma nova onda de demissões de funcionários envolvidos no caso.

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De acordo com o jornal alemão Handelsblatt, seis engenheiros e gerentes que fazem parte do grupo de 39 funcionários investigados já receberam suas cartas de demissão. Entre eles está o ex-chefe de desenvolvimento da marca, Heinz-Jakob Neusser e os antigos chefes de motores Rudolf Krebs e Falko Rudolph. Além destes, novas dispensas são esperadas em breve.

Quase três após o escândalo ter se tornado público, o caso já resultou na a prisão do ex-CEO da Audi, Rupert Stadler e também na demissão do ex-presidente do grupo, Martin Winterkorn (que no, início do ano viu as acusações criminais contra ele serem formalizadas na Justiça alemã).

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Em entrevista ao Handelsblatt, o atual CEO do grupo, Herbert Diess, afirma que o escândalo nos testes de emissão de diesel afetou “um punhado de pessoas” e as recentes demissões sem aviso prévio são um reflexo direto disso. Ele também afirma que a atitude vem após a empresa obter acesso aos documentos não confidenciais de investigação da promotoria da Alemanha.

Em junho deste ano, a Volkswagen aceitou pagar uma multa de 1 bilhão de euros, (o equivalente a R$ 4,37 bilhões) ao governo alemão assim assumindo responsabilidade pelas fraudes no caso Dieselgate, que envolveu mais de mais de 10,7 milhões de veículos.

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