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Por Redação Auto News Brasil


Motor Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte
Motor Volkswagen Golf GTI (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A tecnologia downsing, que consiste na diminuição do tamanho físico dos motores tem como vantagens a melhora nos índices de consumo de combustível e a diminuição nos níveis de emissões de dióxido de carbono. Por isso, fabricantes vêm investindo na diminuição dos motores de seus carros para atender às regulações de emissões de poluentes.

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No entanto, Herbert Diess, o chefe de marca da Volkswagen - que está profundamente envolvida no caso Dieselgate - acredita que a prática chegou ao limite. "A redução no número de cilindros atingiu seus objetivos", disse. 

"Se está mudando de quatro cilindros a três ou seis a quatro, então nós conseguimos benefícios de eficiência mantendo as qualidades da dirigibilidade. Essa tendência fez muito sentido - mas chega ao fim agora. Se formos menores, teremos problemas com as emissões e com os custos", completa Diess.

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O executivo da Volkswagen estimou que o custo de deixar os motores a diesel de acordo com as novas regras de emissões chegaria a € 1.000, aproximadamente R$ 3.600 na cotação atual. Segundo Diess, isso significaria que compradores de carros compactos não aceitariam o aumento do preço pelo ganho de eficiência de combustível .

"Para a cidade e os carros supermini, é provável que os sistemas híbridos 48V substituirão os diesels, oferecendo a mesma eficiência para menos dinheiro. O motor de combustão interna ainda tem uma vida longa à frente, mas, à medida que atingimos os limites da termo-dinâmica, o custo da hibridização será menor do que o de buscar lucros sem eles".

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