On the road: A arte de transformar barulho em sinfonia mecânica
Convenhamos, durante muito tempo, motores a diesel foram sinônimo de barulho de caminhão.
Por Chico Barbosa; Chico Barbosa
Só mesmo com o ambiente externo em perfeito silêncio para se perceber que o propulsor está bem vivo, respirando de forma compassada, sem se mostrar ofegante, sem o menor sinal de atravessar o ritmo. Da primeira vez em que vivi essa situação, apenas registrei na memória. Quando o episódio se repetiu, comecei a gostar daquele rosnar orquestrado, que, aos meus ouvidos, soava como uma fera em descanso, pronta para dar o bote.
Desta singela experiência me veio a reflexão que, por mais que a ausência de estampidos seja valorizada em qualquer ser motorizado, algumas músicas fazem parte da identidade da máquina. Tudo é uma questão de calibrar os decibéis, para que um incômodo barulho seja percebido como um som agradável, quem sabe uma sinfonia mecânica.
Só mesmo com o ambiente externo em perfeito silêncio para se perceber que o propulsor está bem vivo, respirando de forma compassada, sem se mostrar ofegante, sem o menor sinal de atravessar o ritmo. Da primeira vez em que vivi essa situação, apenas registrei na memória. Quando o episódio se repetiu, comecei a gostar daquele rosnar orquestrado, que, aos meus ouvidos, soava como uma fera em descanso, pronta para dar o bote.
Desta singela experiência me veio a reflexão que, por mais que a ausência de estampidos seja valorizada em qualquer ser motorizado, algumas músicas fazem parte da identidade da máquina. Tudo é uma questão de calibrar os decibéis, para que um incômodo barulho seja percebido como um som agradável, quem sabe uma sinfonia mecânica.
Só mesmo com o ambiente externo em perfeito silêncio para se perceber que o propulsor está bem vivo, respirando de forma compassada, sem se mostrar ofegante, sem o menor sinal de atravessar o ritmo. Da primeira vez em que vivi essa situação, apenas registrei na memória. Quando o episódio se repetiu, comecei a gostar daquele rosnar orquestrado, que, aos meus ouvidos, soava como uma fera em descanso, pronta para dar o bote.
Desta singela experiência me veio a reflexão que, por mais que a ausência de estampidos seja valorizada em qualquer ser motorizado, algumas músicas fazem parte da identidade da máquina. Tudo é uma questão de calibrar os decibéis, para que um incômodo barulho seja percebido como um som agradável, quem sabe uma sinfonia mecânica.









