Cinco itens do carro que entraram em extinção
Lembre de algumas tecnologias do carro que ficaram no passado
Por Marcus Vinicius Gasques
Se você tem menos de 30 anos, talvez nunca tenha vivido a experiência de puxar um afogador. O do carro de seus pais ou avós, pode até ser, mas também é possível que nem saiba o que é um afogador. Ele servia para enriquecer a mistura de ar e combustível nos velhos carros a gasolina (e nos primeiros a etanol), enquanto o motor não atingia uma boa temperatura para funcionar sem falhas. Era preciso lembrar de empurrá-lo quando isso acontecia.
Acredite, quem usou não sente nenhuma falta. Assim como dos outros recursos e tecnologias lembrados abaixo.
Quebra-vento – houve protestos contra o seu fim. Ar-condicionado ainda era equipamento raro e caro, e o recurso era usado para ventilar o interior dos carros em cidades de clima mais quente. Quem se lembra deles hoje?
Toca-fitas – resistiram até os anos 1990, quando o cd-player tornou-se comum e acessível. Ninguém parece sentir falta das fitas que tinham de ser viradas para a reprodução do “outro lado”, e podiam se enroscar. Mas continuam em produção, só não são mais usadas em automóveis.
Banco dianteiro inteiriço – sobreviveu ainda no começo dos anos 1970, e foi desaparecendo junto com os cine drive-ins, deixando saudades para os namorados.
Acendedor de cigarro – da mesma maneira que o fumo, perdeu quase totalmente o espaço no automóvel. Foi substituído por tomadas de 12V, mais úteis e não cancerígenas, mas ainda resistem em alguns modelos.









