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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>autoesporte &gt; Serviços automotivos</title> <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/</link> <description>Acompanhe as principais notícias sobre serviços, recalls e dicas de manutenção para o seu automóvel. Fique por dentro!</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://autoesporte.globo.com/rss/autoesporte/servicos" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>autoesporte &gt; Serviços automotivos</title> <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Renovação automática da CNH é aprovada pelo Senado; veja quem tem direito</title>  <atom:subtitle>Medida provisória segue para sanção presidencial, mas existem regras e limitações de idade para poder usufruir do programa de renovação da CNH</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/renovacao-automatica-cnh-aprovada-senado-direito.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/renovacao-automatica-cnh-aprovada-senado-direito.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/3784gvo1ENVJTynYP6RlavcyTgk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/n/RRnBmMQIetqAZZPi3EJA/thumb-cnh-2.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (12), a medida provisória que permite a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O programa vale para motoristas com boa conduta e inscritos no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), conhecido como cadastro do “bom condutor”. O projeto segue para sanção presidencial.
A medida de n° 1.327/2025 entrou em vigor no dia 10 de dezembro de 2025 e altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para facilitar o processo de quem mantém um histórico sem infrações por 12 meses seguidos. 
Segundo o relator da proposta, o senador e ex-ministro dos Transportes Renan Filho (MDB-AL), o objetivo é premiar quem respeita as leis de trânsito, reduzindo custos e etapas administrativas desnecessárias. 
Renovação automática da CNH pode ser feita no aplicativo "CNH do Brasil"
Jady Peroni/Autoesporte
A adesão pode ser feita pelo aplicativo da CNH do Brasil (antes chamado de “Carteira Digital de Trânsito”) ou pelo Portal de Serviços da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Importante reforçar que os condutores que tiveram a CNH vencida a partir de dezembro, passaram a ser incluídos no novo modelo. Por esse motivo, as primeiras renovações automáticas começaram a ser liberadas logo em janeiro de 2026.
Um dos pontos de maior debate durante a tramitação do projeto foi a exigência dos exames de aptidão física e mental. O texto original enviado pelo Governo Federal previa a dispensa total desses exames para os inscritos no RNPC, mas a ideia sofreu forte resistência no Congresso. Parlamentares e especialistas em segurança viária argumentaram que a ausência de avaliação médica poderia colocar em risco a segurança nas estradas.
Exames médicos seguem sendo exigidos no processo de renovação 
Renato Durães/Autoesporte
A solução de consenso preservou a automação do processo burocrático, mas manteve a obrigatoriedade dos exames médicos. Assim, o governo consegue simplificar o fluxo e incentivar o uso da CNH Digital — que passa a ser a versão padrão, deixando a física como opcional —, sem abrir mão do controle sobre as condições de saúde dos motoristas.
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Quem tem o direito de fazer a renovação automática da CNH?
Todos os motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), com até 49 anos, que não tiverem pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses e nem infrações de trânsito têm o direito de renovar o documento isento de taxas. Neste texto, você pode conferir o passo a passo de como fazer. 
No entanto, as novas regras estabelecem critérios claros de idade e histórico. Motoristas com idade entre 50 e 69 anos, por exemplo, poderão usufruir da renovação automática apenas uma vez no vencimento do documento, ficando isentos de taxas e da necessidade de exames presenciais, desde que optem pelo formato digital.
Idosos com 70 anos ou mais não são aplicáveis para a renovação automática da CNH 
Getty Images/Autoesporte
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Por outro lado, o benefício não se aplica aos motoristas com 70 anos ou mais. Para essa faixa etária, o cronograma atual permanece inalterado, com renovações a cada três anos e a exigência de todos os exames e taxas correspondentes. Além disso, o sistema exclui automaticamente condutores com doenças progressivas ou condições médicas que exijam acompanhamento contínuo, bem como aqueles que deixarem o documento vencer por mais de 30 dias.
Para aderir ao RNPC e ter a CNH renovada de graça, o motorista deve abrir o aplicativo CNH do Brasil, selecionar a opção “Condutor”, acessar “Cadastro Positivo” e tocar em “Autorizar participação”. Apesar das mudanças no processo de renovação, o prazo de validade do documento não muda. Confira:
Validade da CNH
Renovação automática vale só para a CNH digital
Renovação automática da CNH só se aplica para o documento digital 
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
A renovação de, toda forma, precisa ser feita. Aliás, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Portanto, caso o condutor também queira ter o documento físico, independente da idade, terá que fazer a solicitação pelo aplicativo "CNH do Brasil" ou presencialmente em uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) do estado onde reside. Isso significa que todos ainda precisam pagar a taxa caso optem por ter a carteira em mãos.
No entanto, alguns Detrans já começaram a anunciar o fim da obrigatoriedade da impressão da CNH, reduzindo os custos de forma significativa. No Estado de São Paulo, por exemplo, os motoristas podem optar apenas pelo documento digital, economizando R$ 137,79. Com isso, o valor para emitir a CNH digital caiu para R$ 105,66 — o menor custo entre os estados brasileiros até o momento. A mesma regra será aplicada para todo o país.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/3784gvo1ENVJTynYP6RlavcyTgk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/n/RRnBmMQIetqAZZPi3EJA/thumb-cnh-2.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>CNH Digital</media:description>   <media:credit>Getty Images/Montagem AE</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 May 2026 17:11:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>CNH: entenda as regras para fazer a prova prática com o próprio carro</title>  <atom:subtitle>Medida, que entrou em vigor no dia 1º de maio, se junta a uma série de mudanças estabelecidas pelo Detran-SP em 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/cnh-entenda-regras-prova-pratica-o-proprio-carro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/cnh-entenda-regras-prova-pratica-o-proprio-carro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uh5ZmYxZQLI9wTdWn9Yv7m6k5z0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/h/E/ixn4nyQ96UHn3M6IoWog/motorista-cnh-dirigir.jpg" /><br /> ]]>    As regras para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) têm passado por várias mudanças recentemente, principalmente em São Paulo. Há pouco tempo, o estado já havia anunciado medidas que reduziram o preço em até 57%, para aqueles que não obtiverem o documento físico, tornando o local mais barato do Brasil para tirar o documento. Agora, além da possibilidade de pagar menos pela CNH digital, os paulistas podem usar seu próprio carro para fazer o exame prático. 
A mudança, já prevista em Resolução nº 1.020/2025 publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) de 2025, entrou em vigor no dia 1º de maio. Válido para todas as cidades de São Paulo, segundo o Detran,  a intenção é tornar o processo de habilitação mais flexível e autônomo. Mesmo com a maior praticidade para usar seu carro próprio, as regras seguem as mesmas.
Pedidos para tirar CNH no Brasil quadruplicam com novas regras
Getty Images/Montagem AE
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Quais são as regras para o usar o carro próprio?
O carro deve estar com o licenciamento em dia e tem que estar em bom estado. É necessário o uso de uma faixa removível branca, de 20 centímetros, à meia altura do carro, com a identificação “Autoescola”, na cor preta.
O exame, que antes só podia ser feito com o carro da autoescola, agora poderá também ser realizado com carros automáticos e eletrificados. A novidade faz parte de uma série de mudanças que visam a simplificação e barateamento dos custos do processo de obtenção da CNH. 
Segundo a Senatran cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem o documento oficial de hablitação
Getty Images
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O agendamento do exame prático continua sendo feito diretamente pelo site do Detran. Para fazer a prova, uma taxa de R$ 52,83 é cobrada. Apesar de não existirem movimentações para mudanças, a expectativa é que a medida seja adotada em vários estados do Brasil.
Vale lembrar que, no início deste ano, mudanças como a retirada da obrigação de um número mínimo de aulas práticas, que causou um aumento de cerca 11% no número de exames práticos realizados, fim da obrigatoriedade das balizas e o direito de motociclistas profissionais tirarem a CNH gratuitamente já haviam sido feitas. 
Outras alterações ainda estão em debate, como a possível redução da idade mínima para estar habilitado.
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Segundo análise de Denis Castanheira, da Enjoy Corretora de Seguros, o ponto central está na transparência das informações. O segurado precisa declarar corretamente como o carro será utilizado e manter o pagamento do prêmio em dia. Caso uma dessas condições não seja cumprida, a consequência pode ser a perda do direito à indenização. Na prática, isso significa que utilizar o veículo para transporte de passageiros sem informar a seguradora não é apenas uma irregularidade contratual, como também um risco financeiro relevante.
Para motoristas de aplicativo, menos propostas são feitas e o preço do seguro é mais elevado
Getty Images
Menos seguradoras aceitam e o custo sobe
Um dos efeitos mais importantes do uso em aplicativo é a redução no número de seguradoras que aceitam esse tipo de apólice. No uso particular, o mercado é amplo, com diversas companhias disputando clientes e oferecendo diferentes condições. Já no transporte de passageiros, parte dessas empresas opta por não assumir o risco, o que diminui a concorrência e, consequentemente, eleva os preços.
Custo do seguro automotivo pode ser de duas a três vezes maior para mototristas de aplicativo
Foto: Thinkstock
Essa restrição está diretamente ligada ao perfil de uso. Um carro de aplicativo roda mais horas por dia, circula em regiões variadas e enfrenta maior exposição a acidentes. Além disso, estatisticamente, as colisões de pequena e média monta são mais frequentes nesse tipo de operação, o que aumenta o custo para as seguradoras. Com menos empresas dispostas a oferecer cobertura, o motorista fica com menos opções e menor poder de negociação.
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Um exemplo real ajuda a dimensionar esse cenário. Em uma cotação para um Renault Kwid 2025/2026, com o mesmo perfil de condutor, o uso particular resultou em propostas de 16 seguradoras, com preços variando entre cerca de R$ 1.735 e R$ 4.944 . Quando o uso para aplicativo é considerado, além da redução no número de propostas, os valores sobem para uma faixa entre aproximadamente R$ 4.090 e R$ 5.414 . Isso evidencia que o seguro pode custar de duas a três vezes mais, refletindo diretamente o aumento da exposição ao risco.
Preços das apólices de seguradoras
O risco de omitir o uso do veículo
Diante dessa diferença de preço, alguns motoristas consideram contratar o seguro como uso particular para economizar. Essa prática, porém, pode trazer consequências graves. Em caso de sinistro, a seguradora pode analisar as circunstâncias do ocorrido e, ao identificar que o veículo estava sendo utilizado para transporte de passageiros sem declaração prévia, negar a indenização.
Esse tipo de negativa não se limita ao não pagamento do sinistro. O segurado também perde os valores já pagos pela apólice, o que transforma uma tentativa de economia em prejuízo financeiro. Por isso, a recomendação dos especialistas é clara: todas as informações devem ser prestadas de forma precisa no momento da contratação.
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Seguros mais baratos exigem atenção
Outro ponto que merece atenção é a existência de seguros com preços aparentemente mais baixos voltados para motoristas de aplicativo. Em muitos casos, esses valores reduzidos estão associados a coberturas limitadas, que deixam de fora justamente os riscos mais comuns do dia a dia.
Mototistas que omitirem a real funcionalidade do veículo podem ficar sem a indenização, após um incidente
Pixabay
As colisões de pequena e média monta representam a maior parte dos sinistros, mas algumas apólices excluem a cobertura para perda parcial, mantendo apenas proteção para roubo, furto, incêndio e perda total. Essa configuração reduz o preço, mas também diminui significativamente a efetividade do seguro. Na prática, o motorista pode continuar exposto ao tipo de prejuízo mais provável.
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O que considerar na escolha da cobertura
Atualmente, o segurado tem liberdade para montar o seguro conforme seu orçamento e suas necessidades, podendo incluir ou excluir diferentes tipos de cobertura. Entre as opções, estão planos que cobrem apenas roubo e furto, proteção para perda total, cobertura contra danos a terceiros ou a chamada cobertura compreensiva.
A cobertura compreensiva com terceiros é considerada a mais indicada para quem trabalha com aplicativo, pois reúne proteção contra roubo, furto, incêndio, colisões parciais e totais, além de eventos naturais como enchentes e queda de árvores, e ainda cobre danos causados a terceiros. Esse conjunto é importante porque o veículo, nesse contexto, não é apenas um bem de uso pessoal, mas a principal ferramenta de geração de renda.
Existem planos mais simples que protregem   mototistas contra roubos e furtos
Getty Images
Seguro mais caro, mas proporcional ao risco
O custo mais elevado do seguro para motoristas de aplicativo não é arbitrário. Ele reflete a maior intensidade de uso do veículo e a probabilidade ampliada de sinistros. Um carro que passa o dia em operação está mais sujeito a acidentes, desgaste e situações imprevisíveis, o que impacta diretamente o cálculo das seguradoras.
Apesar do preço mais alto, a contratação adequada do seguro é fundamental para garantir não apenas a reposição do veículo em caso de perda, mas também a continuidade da atividade profissional. Um carro parado por falta de cobertura pode significar interrupção imediata da renda.
A importância do corretor na contratação
Diante de tantas variáveis, contar com o suporte de um corretor especializado faz diferença. Esse profissional consegue avaliar o perfil do motorista, entender o tipo de uso e indicar a melhor combinação de coberturas, equilibrando custo e proteção.
Mais do que encontrar o menor preço, o objetivo deve ser contratar uma apólice que realmente atenda às necessidades do motorista. No caso de quem trabalha com aplicativos, isso significa considerar não apenas o valor do seguro, mas o impacto que um eventual sinistro pode ter sobre a renda.
Vale a pena contratar?
Para quem utiliza o carro como ferramenta de trabalho, o seguro adequado não é opcional. Embora o custo seja mais alto e o número de seguradoras menor, a proteção correta reduz riscos financeiros e garante maior previsibilidade no dia a dia.
No fim das contas, entender as diferenças entre o seguro tradicional e o voltado para aplicativo é essencial para tomar uma decisão consciente. O seguro para Uber exige mais investimento, mas oferece a segurança necessária para quem depende do carro para trabalhar.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ami2qpCWJ6IZ5HitmMmfYQhNSrU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/W/F/EPtsO7RdOp8aAiy9EwiA/acidente-de-carro.jpg" medium="image"/>   <media:description>Motorista de app</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 May 2026 09:01:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço da CNH em São Paulo cai 57% e vira a mais barata do Brasil</title>  <atom:subtitle>Detran-SP anunciou o fim da obrigatoriedade da impressão da CNH e custo cai mais da metade para quem optar apenas pelo documento digital</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/preco-cnh-sao-paulo-cai-mais-barata-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/preco-cnh-sao-paulo-cai-mais-barata-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6GebEkuAjcmcZbxg_PjH226inH4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/A/S/Wprp2LQ36zYP9IqCDTIg/app-cnh-do-brasil-entrar-com-govbr.jpg" /><br /> ]]>    Quem reside no Estado de São Paulo e quer tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) poderá economizar R$ 137,79 a partir de maio. O Detran-SP anunciou que motoristas e motociclistas podem optar apenas pela CNH digital, acabando com a obrigatoriedade antiga do pagamento de taxa para a impressão e envio do documento. 
Essa opção está prevista no programa CNH para Todos, mas em São Paulo foi ampliada e vale para outras situações, além da emissão da primeira habilitação e definitiva. Com a mudança, o Estado de São Paulo é o mais barato para tirar CNH no país. A novidade anunciada pelo Detran-SP reduziu em 56,6% o custo, saindo de R$ 243,45 para R$ 105,66, sendo esse o menor custo entre os estados, segundo o departamento estadual.
Custo do estado de São Paulo para emitir a CNH é o menor do país 
Jady Peroni/Autoesporte
Durante o processo para emissão da CNH, o cidadão decidirá se quer apenas a CNH digital ou ter o documento físico. Escolhendo só a digital, o custo para tirar CNH no Estado de São Paulo é de R$ 105,66, referente a taxa de agendamento do exame teórico e do exame prática, que custa R$ 52,83 cada. 
O fim da obrigatoriedade de emitir o documento impresso vale para os seguintes casos:
Primeira habilitação
CNH definitiva
Renovação da CNH
Adição de categoria
Mudança de categoria
Reabilitação
Inclusão do EAR - sigla que indica o uso por motoristas e motociclistas que exercem atividade remunerada
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Vale lembrar que o documento digital tem a mesma validade jurídica que a versão impressa em todo o Brasil. A opção de emitir a CNH impressa no futuro também está disponível, assim como seguir com o processo antigo de impressão.
Cidadão poderá decidir se quer o documento impresso ou apenas o digital
Divulgação/Detran-PB
Além de reduzir os custos para cerca de 5 milhões de pessoas que passam pelo processo de emissão da CNH no Estado de São Paulo anualmente, o Detran-SP também acompanha o avanço do uso de documentos digitais.
Mudanças da CNH em 2026
O fim da impressão obrigatória da CNH anunciada pelo de Dentra-SP também vai de encontro com outras novidades anunciadas ao longo do ano, tanto em São Paulo quanto no Brasil todo. A mais recente delas foi anunciada pelo Governo do Estado, que criou em março o projeto Mão na Roda, iniciativa que disponibiliza Carteira Nacional de Habilitação de graça para motociclistas profissionais.
Todos terão acesso gratuito à prova, emissão digital da CNH e ao curso obrigatório necessário para motofretistas e mototaxistas exercerem sua profissão. Segundo dados divulgados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo, cerca de 3,5 milhões de motociclistas serão beneficiados com o projeto. Com ele, os profissionais poderão ter uma economia de cerca de R$ 390.
Projeto Mão na Roda pode beneficiar até 3,5 milhões de pessoas em São Paulo
Getty Images
Em dezembro do ano passado a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) anunciou o programa CNH Para Todos. O programa reduziu os custos de emissão ao diminuir as exigências de aulas teóricas e práticas em autoescolas. Segundo o órgão, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem o documento, e a expectativa é acelerar a regularização desse grupo nos próximos anos.
O movimento deu certo logo no primeiro mês do ano, com o número de novos pedidos chegando a 1,7 milhão, contra 369,2 mil em janeiro de 2025. Ou seja, as solicitações quadruplicam de um ano para o outro. E, desde dezembro, foram 3 milhões de pedidos e 298,5 mil documentos emitidos.
Mas, se por um lado a mudança ajudou muitos motoristas que já sabem dirigir e não tem CNH, aumentou o custo para quem não sabe dirigir e pretende tirar a Carteira Nacional de Habilitação no Estado de São Paulo.
Regras para a emissão de CNH mudaram com o programa "CNH para Todos" 
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
Quem fizer apenas as duas horas obrigatórias de aula, gasta em média R$ 460, incluindo o aprendizado com o instrutor e o aluguel do carro manual, com pagamento à vista. Considerando que, anteriormente, o valor era de aproximadamente R$ 1.400 para realizar o curso teórico mais as 20 aulas práticas obrigatórias, o custo para tirar a CNH está realmente muito mais baixo. A queda porcentual só nesse processo é de cerca de 67%.
Por outro lado, o custo por aula em autoescola está muito maior. Se antes das novas regras podíamos considerar um valor de R$ 60 por hora, hoje o preço unitário passa a ser de R$ 230. Ou seja, aumento de impressionantes 283%.
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Com o aumento de cabines automáticas e a adesão do Free Flow (cobrança sem praça física de pedágio), estima-se que, nos últimos três anos, o número de evasões passou de 3,9 milhões para mais de 6 milhões em rodovias federais.
Apesar das diversas formas de burlar o sistema já existentes, as infrações não param de ser criadas. Recentemente, outra maneira de evitar o pagamento da tarifa tem virado moda entre os motoristas de caminhões.
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Como funciona o novo truque?
Caminhoneiros escondem a placa para não pagar pedágio
Foto: Arteris
O novo método, que tem se tornado muito comum entre os caminhoneiros, tem funcionamento simples. Motoristas usam o degrau que já vem de fábrica na grade dos caminhões para tapar a placa dos veículos. Desta forma, evitam a identificação em pedágios.
É importante lembrar que rodar com a grade deslocada está prevista no Art. 231 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e se encaixa como infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A evasão do pedágio também possui as mesmas punições.
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Como identificar infratores? 
À medida que novos truques surgem, a exigência por soluções de identificação desses infratores é obrigada a se desenvolver no mesmo ritmo. A Arteris, empresa especializada em gestão de rodovias, possui sistema de monitoramento por câmeras, acionadas automaticamente quando há a tentativa de ultrapassar a cancela sem a realização do pagamento da tarifa. 
O sistema é capaz de acessar históricos de evasão, além de enviar alertas em tempo real para órgãos responsáveis e garantir a formalização da infração. A tecnologia está instalada em praças de pedágio nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. 
TAG bloqueada é a principal causa de evasão registrada em 2025, com 44,5% das infrações
Foto:Arteris
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Junto disso, um levantamento feito pela Arteris registra que os trechos supervisionados apresentaram queda de ocorrências de evasão de pedágio em 2025. Segundo o estudo, em novembro do ano passado, as ocorrências foram 11,3% menores em relação ao mesmo período de 2024, passando de 187,8 mil ocorrências para 166,7 mil. Em dezembro, levando em consideração o aumento do fluxo por conta das festas de fim de ano, a queda foi de 6,6%, no comparativo com o ano anterior.
Implantado pela primeira vez no Brasil em março de 2023, no Rio de Janeiro, o Free Flow já foi pivô de polêmicas. No mês de abril, o sistema de pedágio já havia sido destaque por conta de alterações no sistema de cobranças e suspensão de mais de 3 milhões de multas, pelo governo ferderal.  
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2vfjEPxUMAShkdBqe0rL9NBnBeE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/1/M/fbjrwAR2CWP688B60UVQ/pedagio-free-flow-rodovia-rio-santos-br-101-ccr.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pedágio free flow Rodovia Rio-Santos BR-101</media:description>   <media:credit>CCR Rio-SP</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 10:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD muda garantia de carros elétricos e híbridos e impõe limite de km</title>  <atom:subtitle>Para uso comercial, o prazo de cobertura dos veículos aumentou para 6 anos, mas limite de quilometragem da bateria está menor</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/byd-muda-garantia-carros-eletricos-hibridos-impoe-limite-km.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/byd-muda-garantia-carros-eletricos-hibridos-impoe-limite-km.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/d9wYHYwZfmXWAf5yryEPyXI2p84=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/0/E/LgMbk3T16EQ1jpWsftvw/byd-dolphin-se-2027-dianteira-lateral-estatica.jpeg" /><br /> ]]>    A BYD fez mudanças significativas no manual de garantia de seus carros elétricos e híbridos, uma das questões mais polêmicas relacionadas à marca no Brasil. Entre as principais diferenças está um inédito limite de quilometragem para o uso particular. Agora cobertura é válida pelos mesmos 6 anos, mas com restrição de até 200.000 km rodados. Há também uma alteração (positiva) na proteção para o uso comercial. Neste caso, o limite de 100.000 km rodados foi mantido, mas o tempo de cobertura do veículo sai de 2 anos para 6 anos. Veja abaixo:
Nova garantia da BYD para os veículos
A edição mais recente do manual de garantia traz ainda uma redução drástica no limite de quilometragem para a bateria em atividade comercial. Os 8 anos seguem válidos, mas o novo teto é de 200.000 km rodados. Antes, eram 500.000 km rodados. A restrição de distância também passa a valer para utilização pessoal. Veja abaixo:
Nova garantia da BYD para bateria
Importante lembrar que as novas regras são válidas para veículos ano-modelo 2026/2027 em diante. Portanto, quem já tem um BYD de anos anteriores na garagem, não será afetado com as mudanças. Procurada, a BYD confirmou as mudanças e disse que as alterações foram feitas para seguir diretrizes globais da empresa. Confira ao final do texto a íntegra da nota enviada.
BYD Dolphin Mini volta a ter pneu de fábrica que não existe para reposição
Novas regras da garantia são válidas para todos os carros da BYD, sendo elétricos ou híbridos
Divulgação
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Vários itens também tiveram seus prazos de cobertura alterados. Este é o caso, por exemplo, do motor elétrico. Para todos os tipos de uso, agora são 8 anos e 200.000 km. Antes, quem usava os carros para trabalhar tinha apenas 6 anos ou 150.000 km de cobertura.
O prazo do sistema de alta tensão aumentou de 6 anos para 8 anos ou 200.000 km rodados. No uso comerical, seguem os 5 anos, mas a quilometragem sobe de 150.000 km para 200.000 km.
A BYD adicionou limite de quilometragem no uso particular da cobertura do chassi, que agora também tem cota de 200.000 km. Os 6 anos seguem iguais. Para finalizar, a garantia das luzes externas e da central multimídia agora só vale até os primeiros 60.000 km rodados.
Central multimídia da BYD agora tem garantia somente até os primeiros 60.000 km rodados
Renato Durães/Autoesporte
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Os componentes da suspensão seguem com proteção de 24 meses ou 100.000 km. Além disso, os intervalos de manutenção periódica permanecem em 12 meses ou 20.000 km para a maioria dos itens de inspeção.
Todas as informações estão no manual do proprietário, também conhecido como aquele livreto que muita gente esquece no fundo do porta-luvas. Os clientes da BYD precisam ficar atentos às várias condições para manter a cobertura oferecida pela fabricante.
Posicionamento da BYD
A BYD do Brasil informa que a política de garantia para os veículos ano/modelo 2026/2027 foi atualizada para seguir as diretrizes globais da Companhia: mantemos os prazos de 6 anos para o veículo e 8 anos para a bateria, o maior período do mercado. Com o limite de 200.000 km (o que ocorrer primeiro), a marca também lidera o quesito de cobertura por rodagem.
Os veículos de ano/modelo 26/26 e anteriores permanecem sem alteração nos termos contratados pelos proprietários no momento da compra.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/d9wYHYwZfmXWAf5yryEPyXI2p84=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/0/E/LgMbk3T16EQ1jpWsftvw/byd-dolphin-se-2027-dianteira-lateral-estatica.jpeg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin SE 2027 - 3/4 estática</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Peugeot 2008 GT Hybrid: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem</title>  <atom:subtitle>Versão topo de linha aposta em lista de equipamentos completa e detalhes esportivados para agradar o consumidor; consumo mudou pouco da motorização a combustão para a híbrida</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/peugeot-2008-gt-hybrid-2026-5-razoes-para-comprar-e-5-motivos-para-pensar-bem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/peugeot-2008-gt-hybrid-2026-5-razoes-para-comprar-e-5-motivos-para-pensar-bem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ILkR2o34dM_yGBG0Ay6rhXnVHZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/9/ERGh01QSGAOMsecgswLw/peugeot-2008-gt-hybrid-2026-diagonal-dianteira.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    Em menos de dois anos de lançamento, a segunda geração do Peugeot 2008 já passou por uma importante atualização: a adoção do sistema híbrido leve (MHEV) de 12 volts, aliado ao motor 1.0 T200 da Stellantis, que rende até 130 cv de potência e 20,4 kgfm de torque. A motorização, vale dizer, também é usada no hatch 208, nos Fiat Pulse e Fastback e logo mais será vendida sob o capô do Jeep Avenger. 
No caso do 2008, a eletrificação é oferecida apenas na opção mais cara da gama, GT, que ainda aposta em detalhes visuais com apelo esportivo para conquistar clientes em um segmento tão competitivo. A opção custa R$ 162.990, R$ 17 mil a mais que a versão Allure posicionada abaixo, anunciada por R$ 145.990.
Peugeot 2008 GT Hybrid 2026 adotou conjunto híbrido leve um ano após a atualização de geração
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
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Fato é que mesmo com um conjunto mecânico conhecido, o SUV compacto vende consideravelmente menos que os seus rivais. Em março, por exemplo, emplacou 972 unidades, contra 7.622 do Volkswagen T-Cross, 6.674 do Hyundai Creta, 5.167 do Pulse e 4.444 do Fastback. 
Passamos duas semanas com a versão topo de linha do Peugeot 2008 e selecionamos 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem antes de ter o SUV na garagem. Confira!
Peugeot 2008 GT: 5 razões para comprar 
1) Suspensão
Peugeot 2008 GT Hybrid tem rodas de 17 polegadas, assim como as outras duas versões
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Por morar em Mogi das Cruzes, na região metropolitana da capital paulista, a jornalista que vos escreve fez o trajeto de casa para o trabalho algumas vezes a bordo do SUV compacto. Nesse cenário, a suspensão com certeza é um dos acertos do 2008, que se mostrou resistente ao asfalto irregular e esburacado de São Paulo. 
O conjunto é  independente do tipo McPherson na dianteira, e por eixo de torção na traseira. Em ambos os sistemas, as molas são helicoidais e os amortecedores hidráulicos de duplo efeito e telescópicos (este último, só na frente). Além disso, o ângulo de saída é de 29° e o vão livre do solo de 22,7 cm, o que contribuem para que o modelo saia ileso das temidas valetas. 
2) Custo-benefício e lista de equipamentos recheada
Peugeot 2008 GT Hybrid mistura texturas no painel e nas portas, mas não abandona o plástico rígido
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
O Peugeot 2008 oferece de série central multimídia de 10,3" com conexões sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, freio de estacionamento eletrônico e rodas de liga leve de 17 polegadas. A configuração GT traz alerta de ponto cego, retrovisores externos rebatíveis, câmera 360°, carregador de celular por indução, bancos de couro sintético com detalhes exclusivos, sistema keyless (também oferecido na opção intermediária), além de itens exclusivos. 
São eles: sistema Adas com frenagem automática de emergência, assistentes de permanência em faixa, de farol alto, reconhecimento de placas e detector de fadiga. Fora isso, há painel de instrumentos digital, acabamento escurecido, grade na cor do veículo, pintura bicolor, teto solar panorâmico e faróis full-LED.
Pela faixa de preço que ocupa, o modelo apresenta um bom custo-benefício, já que na gama de alguns rivais esse é o preço sugerido das configurações intermediárias e, portanto, bem menos equipadas. Vale dizer, claro, que com a chegada de diversos carros de marcas chinesas e com listas de equipamentos recheadas, o consumidor brasileiro tem se tornado mais exigente. 
No 2008, destaque para a câmera 360°, uma das mais completas que usei até hoje e a de melhor resolução. Manobrar o carro em vagas apertadas se tornou muito mais prático, já que mostra o carro visto de cima.
3) Ergonomia
Tetor solar panorâmico é item de série do Peugeot 2008 GT Hybrid
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Nem é preciso recorrer à versão GT para encontrar uma posição de dirigir mais esportiva no 2008. Em todas as configurações, os bancos são montados em posição baixa. Na unidade avaliada, os assentos ainda trazem acabamento com costuras de cor verde.
Por outro lado, se você é do time que prefere uma posição de dirigir elevada, há ajuste de altura. Já o i-Cockpit é um dos grandes destaques do modelo. Isso porque, com o volante multifuncional com formato menor e achatado, é possível observar os instrumentos por cima do aro, e não no vão. Confesso que demorei alguns dias para me adaptar ao formato do volante e posição de dirigir, mas depois se tornou uma das coisas mais interessantes no 2008.  
A tela da central multimídia é flutuante e virada para o motorista, o que deixa as informações mais próximas do raio de visão. Um ponto positivo da cabine é trazer comandos de ar-condicionado físicos — no famoso estilo "teclas de piano" —, além de carregador de celular por indução. Esse último funciona bem e tem até uma saída de ar para o espaço do aparelho, porém, senti que o celular superaqueceu nas vezes em que usei o recurso.   
4) Dirigibilidade
Central multimídia é virada para o motorista no Peugeot 2008 GT Hybrid e ajuda na ergonomia
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Junto à ergonomia, o 2008 agrada pela dirigibilidade. O SUV tem respostas espertas, seja no perímetro urbano, ou na estrada. Já o ruído na cabine não é tão incômodo como em outros carros da categoria.
Como mencionado, a segunda geração do Peugeot 2008 trocou as opções de motor 1.6 aspirado flex de até 122 cv de potência e 1.6 turbo flex de 173 cv apenas pelo propulsor 1.0 turbo T200 da Stellantis, que já é oferecido nos Fiat Pulse e Fastback, nos Citroën Aircross, Basalt e C3 e também foi incorporado à atual geração do hatch 208. 
Já o conjunto híbrido leve (MHEV), oferecido na versão GT, alia o motor atual a uma unidade elétrica de 4 cv e 1 kgfm que substitui o alternador e o motor de arranque. Assim, ajuda o propulsor principal na partida do carro e no sistema start-stop — que desliga o veículo automaticamente quando para em um farol ou no trânsito, por exemplo — sobre o qual falaremos mais adiante. O sistema também funciona com uma uma pequena bateria de íons de lítio sob o banco do motorista, que se alia à bateria convencional de chumbo.
Segundo números de fábrica, o Peugeot 2008 GT vai de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos. Na comparação com rivais dotados de motor 1.0 turbo, só perde para o T-Cross, que cumpre a prova em 10 s cravados. 
5) Custos de pós-venda
Peugeot 2008 GT Hybrid traz badge alusivo à versão e faróis full LED 3D
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De acordo com dados levantados por Autoesporte, a cesta de peças do Peugeot 2008 composta por farol direito, retrovisor externo direito completo, capa do para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro do ar-condicionado, filtro de ar do motor, jogo de quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor, filtro de combustível custa R$ 14.094, abaixo da média do segmento e de modelos como Honda WR-V e HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.
Já as revisões do 2008, somam R$ 4.820, na média do segmento, mas muito abaixo dos R$ 10.972 cobrados pela Volkswagen para donos de T-Cross. Portanto, pode-se dizer que o SUV tem custos razoáveis de pós-venda. 
Por fim, para quem mora em São Paulo ainda há a vantagem da isenção de rodízio, pois o modelo é equipado com sistema MHEV. 
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Peugeot 2008 GT: 5 motivos para pensar
1) Espaço interno e porta-malas
Espaço interno e porta-malas do Peugeot 2008 GT Hybrid são pontos que dificultam o uso do carro por famílias numerosas
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Com 4,31 metros de comprimento, 1,77 m de largura, altura de 1,54 m e distância entre os eixos de 2,61 m, o Peugeot 2008 vai na contramão do conforto que oferece para o motorista e não proporciona a mesma experiência para os passageiros da segunda fileira. Vale dizer, que seu entre-eixos é igual ao do Creta e 4 centímetros menor que o do T-Cross. 
Com três adutos no banco de trás do 2008, a sensação é de desconforto. Para completar, a baixa estatura do SUV atrapalha os mais altos na hora de se sentarem na segunda fileira, já que até para mim — com meros 1,58 m de altura — o espaço entre a cabeça e o teto não é tão generoso. 
Já o porta-malas, de 374 litros no padrão VDA, está entre os menores de segmento. Como comparação, Autoesporte listou recentemente os dez SUVs compactos à venda no Brasil com os maiores porta-malas e a décima posição é ocupada pelo Volkswagen Nivus, com capacidade para transportar até 415 litros. O primeiro lugar no ranking é do Fastback, com 516 litros.
Na minha percepção, portanto, estamos diante de um carro muito confortável para um casal ou no máximo quatro adultos. 
2) SUV não tem ACC
Peugeot 2008 GT Hybrid preserva botões físicos para alguns comandos
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Apesar de trazer pacote Adas com alertas de colisão com frenagem automática, assistentes de permanência em faixa e de farol alto, reconhecimento de placas e detector de fadiga, o 2008 fica devendo ACC (controle de velocidade adaptativo). 
No cenário de "invasão chinesa" que o mercado nacional vive atualmente, modelos de marcas asiáticas também trazem o recurso de série e são vendidos em faixas de preços similares ou até menores. Dois exemplos são o BYD Dolphin, hatch elétrico que parte de R$ 149.990, e o Caoa-Changan Uni-T, SUV médio vendido em versão única por R$ 174.990.
3) Segunda fileira fica devendo saída de ar-condicionado
Portas do Peugeot 2008 GT Hybrid preservam o plástico duro e trazem detalhe em couro
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Além do pouco espaço para quem vai atrás, o Peugeot 2008 carece de saída de ar-condicionado na segunda fileira. A falta do item contribui para aumentar o desconforto, já que com três pessoas a ventilação fica mais escassa. A solução é andar com o teto solar panorâmico aberto (quando não estiver chovendo, claro) para refrescar os passageiros. 
Assim como no caso do ACC, a saída de ar-condicionado para os ocupantes traseiros é um item já oferecido pelo rivais em versões da mesma faixa de preço e exigido pelos consumidores dispostos a gastar entre R$ 170 mil e R$ 180 mil em um veículo.
4) Garantia
Peugeot 2008 GT Hybrid aposta em visual agressivo e detalhes esportivados para bater de frente com os concorrentes
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
O tempo de garantia que uma fabricante oferece para um veículo é uma informação bem importante de se tomar conhecimento antes da compra. No caso do 2008, independentemente da versão, a cobertura total é de três anos.
Apesar de ser o mesmo período oferecido por outras fabricantes, como Volkswagen, Nissan, Renault, Chevrolet e Fiat, já há marcas com coberturas maiores. Chineses, em geral, oferecem mais de cinco anos. A Toyota mudou sua política de cobertura para até dez anos. Assim, o período de garantia oferecido para o SUV francês pode ser um impeditivo para quem demora mais tempo para trocar de carro e preza pela proteção de fábrica.
5) Consumo
Consumo do Peugeot 2008 GT não melhorou significativamente com a adoção do sistema MHEV
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Não que o consumo do 2008 seja ruim. O ponto aqui é que, quando se adota um nível de eletrificação, é esperada uma mudança considerável nos números. E não é isso que acontece no SUV produzido na Argentina.
As versões apenas a combustão, o 2008 é capaz de rodar 12,3 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina e 8,6 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol. 
Com o auxílio do sistema MHEV, o relatório PBEV do Inmetro divulga consumo de 13 km/l na cidade e  13,7 km/l na estrada com gasolina e 9 km/l na cidade e 9,6 km/l com etanol em rodovias. De fato, o consumidor que vai atrás de um carro que traz a insígnia "Hybrid" na versão deve esperar números um pouco melhores de consumo. 
Veja também:
Volkswagen Nivus Comfortline: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem
Chevrolet Equinox RS: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem
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Além disso, motoristas que ainda possuem débitos de tarifas de pedágio terão 200 dias para regularizar a situação e evitar aplicação de novas multas nesse período.
As concessionárias responsáveis por cada rodovia com o sistema ainda terão 100 dias para ajustarem seus sistemas e integrarem os dados à CNH do Brasil. Dessa forma, cobranças futuras deverão aparecer no aplicativo, facilitando o acesso e o pagamento dos motoristas.
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Veja abaixo algumas perguntas e respostas sobre o que muda na cobrança do pedágio free flow:
Passei no free flow e não paguei. O que eu faço?
Com as novas regras, usuários com débitos em aberto devem realizar os pagamentos até 16 de novembro. 
E se eu não pagar as passagens em aberto?
Quem não pagar nesse prazo receberá uma multa financeira por atraso. O pagamento até novembro também cancela os pontos que foram emitidos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Pedágio free flow instalado na Rodovia Rio-Santos BR-101
CCR Rio-SP
Já paguei a multa que recebi por evasão de pedágio. E agora?
Usuários que foram multados por não pagarem o pedágio free flow, mas que já pagaram a multa, podem solicitar o reembolso junto ao órgão de fiscalização de cada estado. Para isso, é preciso enviar o recibo de pagamento da tarifa do free flow.
Onde vou poder consultar as passagens em pedágios free flow?
O governo instituiu o aplicativo CNH do Brasil como o centralizador das cobranças de pedágio free flow. As operadoras têm 100 dias para se adaptar à mudança. Quando estiver em vigor, os motoristas poderão acessar o aplicativo, consultar e pagar todas as passagens em praças com cobrança eletrônica.
Todas as rodovias serão incluídas no aplicativo?
Sim. Quem passar por uma rodovia com free flow, seja ela federal, estadual ou municipal, encontrará no aplicativo todas as informações com relação aos débitos gerados na viagem. Também será possível encontrar as formas e locais para pagamento dos valores em aberto.
Como ficam as cobranças no período de transição?
Enquanto a integração não está finalizada, os motoristas devem acessar sites e aplicativos de cada empresa responsável pelas vias. Isso é algo trabalhoso e, muitas vezes, os motoristas acabam esquecendo, ainda que seja obrigação das concessionárias oferecer um sistema de comunicação e de pagamento de fácil acesso para os usuários.
Integração de dados marca avanço importante
Além da ampliação do prazo para pagamento das tarifas em aberto, a centralização das informações sobre passagens e débitos no sistema digital da CNH do Brasil, aplicativo do Ministério dos Transportes com mais de 70 milhões de usuários cadastrados, facilitará a vida dos motoristas. Assim, a iniciativa que ainda está em fase de desenvolvimento, resolverá um dos grandes problemas do free flow: a dificuldade de acesso às informações necessárias para o pagamento das tarifas.
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Tirar CNH no Brasil está bem mais caro para quem precisa aprender a dirigir
Motociclistas profissionais de SP terão direito a tirar CNH de graça
Cobranças do sistema free flow deverão aparecer no aplicativo da CNH do Brasil
CCR Rio-SP
Conheça o free flow
O sistema é uma nova modalidade de cobrança de tarifas em rodovias que acontece de forma digital, sem praças físicas de pedágio. As rodovias com free flow têm alguns pórticos que registram automaticamente a passagem dos veículos e geram as cobranças. A intenção é reduzir o trânsito e o congestionamento que são registrados nas praças de pedágio em algumas épocas do ano.
O free flow começou a ser usado no Brasil em 2023 e atualmente está presente nas seguintes rodovias:
BR-101/RJ-SP - concessionária do Sistema Rodoviário Rio-São Paulo (RioSP/Motiva)
BR-381/MG - concessionária Nova 381 S.A
BR-262/MG - Way-262 – concessionária da Rodovia BR-262/MG S.A.
BR-116/SP-RJ - concessionária do Sistema Rodoviário Rio-São Paulo (RioSP)
BR-364/RO - concessionária Nova 364
BR-277/PR - concessionária EPR Iguaçu
BR-369/PR - concessionária EPR Paraná
SP-099 (Contorno Sul da Tamoios) - concessionária Tamoios
SP-333 - concessionária Ecovias Noroeste Paulista
SP-326 - concessionária Ecovias Noroeste Paulista
MG-459 - concessionária EPR Sul de Minas
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ft5U-nCaikOR50DwkFTUO4ZxO5s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/S/Z/bqB6YjQkAP8VEGkxgcuw/pedagio-free-flow-no-contorno-sul-concessionaria-tamoios.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pedágio Free Flow no Contorno Sul - Litoral Norte/SP - Tamoios</media:description>   <media:credit>Concessionária Tamoios</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:52:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Caoa Changan Uni-T fica R$ 5 mil mais caro um mês após seu lançamento</title>  <atom:subtitle>Com estreia feita em março deste ano, primeiro carro da Caoa Changan no Brasil teve preço atualizado e parte de R$ 174.990; veja motorização, equipametos e consumo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/04/caoa-changan-uni-t-r-5-mil-mais-caro-um-mes-apos-lancamento.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/04/caoa-changan-uni-t-r-5-mil-mais-caro-um-mes-apos-lancamento.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/P26vufqgt1Zcks-3IePAxePeImg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/p/b/aO7KZ7R3AMB7GVMfWBPw/caoachanganunit-020.jpg" /><br /> ]]>    Apenas um mês após seu lançamento, o Caoa Changan Uni-T acaba de receber seu primeiro ajuste de preços no mercado brasileiro. Antes encontrado por R$ 169.990, o SUV médio recebeu um aumento de R$ 5 mil e passa a custar R$ 174.990 na versão única, chamada de Infinity.
Importante lembrar que o valor é válido apenas para a cor preta. Caso o consumidor queira um modelo nas demais tonalidades (azul, cinza ou branco), deverá desembolsar mais R$ 2 mil e pagar R$ 176.990 pelo Uni-T.
Mesmo com os aumentos, o preço do Caoa Changan Uni-T continua se aproximando ao de versões intermediárias de SUVs compactos como Hyundai Creta Limited (R$ 173.390), Volkswagen T-Cross Comfortline (R$ 181.990) e Chevrolet Tracker Premier Turbo (R$ 177.990), por exemplo.
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Motorização do Caoa Changan Uni-T
Apesar da atualização dos valores, o carro não apresenta mudanças. Com produção em Anápolis (GO), o Uni-T permanece equipado com motor 1.5 turbo flex, sem qualquer tipo de eletrificação. Assim, são 180 cv de potência e 29,2 kgfm de torque.
Caoa Changan Uni-T tem 180 cv de potência e 29,2 kgfm de torque, números que fazem dele o mais forte desta faixa de preços
Renato Durães/Autoesporte
Já o câmbio é automatizado de dupla embreagem de 7 marchas, e a tração, dianteira. Com esse conjunto, o SUV médio acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos.
Seu consumo também não muda. Na cidade, o Uni-T é capaz de fazer até 10,5 km/l com gasolina. Já na estrada o veículo chega a 12,4 km/l com o mesmo combustível, de acordo com as medições divulgadas pelo Inmetro. A autonomia é de 700 km com o tanque de 55 litros cheio de gasolina. 
Uni-T recebeu um aumento de R$ 5.000 e passa a ter o valor de R$ 174.990
Renato Durães/Autoesporte
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Equipamentos do Caoa Changan Uni-T
A lista de equipamentos do Uni-T é recheada e, entre diversas funcionalidades, o SUV tem, inclusive, truque de carro de luxo, controlado pela chave, usado para sair de locais estreitos. 
Confira os principais itens de série do Caoa Changan Uni-T:
 SUV tem truque de carro de luxo, controlado pela chave, usado para sair de locais estreitos
Renato Durães/Autoesporte
Bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento, ventilação e massagem;
Estacionamento autônomo e com ajustes pela chave;
Teto solar panorâmico;
Carregador de celular por indução;
Quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas
Central multimídia de 12,8 polegadas com conexões Android Auto e CarPlay sem fio;
Sistema de som com 11 alto-falantes;
Ar-condicionado digital de duas zonas;
Faróis de LED com acendimento automático e regulagem de altura;
Luz de condução diurna de LED;
Rodas de liga leve de 20 polegadas;
Acesso por chave presencial e partida por botão;
Pacote Adas (ACC, frenagem automática de emergência e alertas de saída de faixa e de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro);
Seis airbags;
Assistente de partida em rampa;
Assistente de descida;
Rebatimento e ajustes elétricos dos retrovisores;
Aquecimento e repetidor de seta nos retrovisores;
Maçaneta escamotável;
Câmera de ré;
Câmera 360º com visão panorâmica;
Aquecimento do volante;
Três modos de condução: Eco, Normal e Sport;
Freio de estacionamento eletrônico;
Sistema de monitoramento de pressão dos pneus.
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Dimensões do Caoa Changan Uni-T
SUV possui 4,54 m de comprimento, 2,71 m de entre-eixos, 1,57 m de altura e 1,87 m de largura
Renato Durães/Autoesporte
Falando sobre tamanho, o SUV médio continua com 4,54 metros de comprimento, 2,71 m de entre-eixos, 1,57 m de altura e 1,87 m de largura. O Unit -T apresenta 425 litros disponíveis no porta-malas. Capacidade maior que a do Jeep Compass e seus 410 litros, mas menor que Corolla Cross (440 litros), Taos (498 litros) e Boreal (522 litros).
Por fim, vale destacar que a garantia do Caoa Changan Uni-T é de sete anos ou 150 mil km rodados, o que acontecer primeiro. As revisões devem ser feitas a cada 10 mil km ou a cada 1 ano.
Uni-T tem 425 litros disponíveis no porta-malas
Renato Durães/Autoesporte
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/P26vufqgt1Zcks-3IePAxePeImg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/p/b/aO7KZ7R3AMB7GVMfWBPw/caoachanganunit-020.jpg" medium="image"/>   <media:description>Caoa Changan Uni-T 2027</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 10:00:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bateria de carro híbrido plug-in acaba? Entenda como funciona o SOC</title>  <atom:subtitle>Sistema impede descarga total, gerencia energia automaticamente e pode limitar desempenho em uso extremo, mas não exige atenção do motorista no dia a dia</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/bateria-carro-hibrido-plug-in-acaba-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/bateria-carro-hibrido-plug-in-acaba-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/27AtmXmvSrCVRgbXiWKb4Awdiko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/8/6/yCsJM7Q1WXFO6AqBDaeA/gwm-haval-h6-phev19-2026-dianteira.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    A bateria de um carro híbrido não “acaba” da mesma forma que em um elétrico puro, e isso não é por acaso. O funcionamento desses modelos depende de um sistema avançado de gerenciamento de energia que impede tanto a descarga total quanto a carga completa da bateria. Essa lógica garante não apenas o funcionamento contínuo do veículo, mas também a durabilidade do conjunto ao longo dos anos.
Segundo Fabio Delatore, professor das áreas de eletrônica automotiva e propulsão elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia, tudo gira em torno do SOC (State of Charge), ou estado de carga. “O SOC é a métrica que indica a quantidade de energia disponível na bateria em relação à capacidade máxima. Ele é calculado continuamente pelo sistema do carro com base em medições de tensão, corrente e até compensações de temperatura e envelhecimento”, explica . Esse cálculo é feito pelo BMS (Battery Management System) e enviado à central eletrônica do veículo, que toma decisões em tempo real.
Por que a bateria nunca zera de verdade
Um dos pontos mais importantes destacados por Delatore é que o 0% mostrado no painel não representa a descarga total da bateria. Isso acontece porque as células de íons de lítio sofrem desgaste acelerado quando operam nos extremos de carga.
“Uma descarga profunda pode causar danos irreversíveis à bateria. Por isso, as montadoras trabalham com uma janela operacional, que limita o uso real da carga”, afirma o especialista . Em híbridos convencionais, essa faixa pode ser bastante estreita, operando, por exemplo, entre 40% e 60% da capacidade total. Já em híbridos plug-in, a margem é maior, mas ainda assim existe uma reserva quando o painel indica bateria vazia.
O que acontece quando a carga chega ao mínimo
Sistema SOC permite controlar o nível de carga pela central multimídia
Cauê Lira/Autoesporte
Quando o nível de carga atinge o limite inferior dessa janela, o sistema entra automaticamente em modo de manutenção. Nesse momento, o motor a combustão passa a atuar também como gerador de energia.
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Delatore detalha que, nessa condição, o motor pode funcionar em rotações aparentemente desconectadas da velocidade do carro. “Ele busca sua faixa de maior eficiência para gerar energia elétrica e recarregar a bateria, não necessariamente para tracionar o veículo”, explica . Esse comportamento é comum em sistemas híbridos mais sofisticados, como os do tipo power-split.
Há perda de desempenho no carro híbrido?
Autoesporte testou o Leapmotor C10 com a basteria e cheia e, depois, próxima de 20%; o desempenho é afetado
Renato Durães/Autoesporte
Sim, e Autoesporte comprovou ao testar o Leapmotor C10 em pista, tanto com a bateria cheia quanto na faixa de 20%. Isso também tem explicação técnica. Quando a bateria atinge o limite mínimo de carga, ela não consegue fornecer a potência elétrica máxima para auxiliar o motor a combustão.
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“A potência combinada anunciada considera que a bateria está apta a fornecer energia. Quando isso não acontece, o carro passa a depender mais do motor a combustão e do que o gerador consegue produzir em tempo real”, afirma Delatore . Na prática, isso se traduz em acelerações menos vigorosas, especialmente em situações de alta demanda, como retomadas rápidas.
É possível esgotar a bateria do carro híbrido plug-in?
É quase impossível esgotar a bateria de um carro híbrido plug-in
Cauê Lira/Autoesporte
No uso cotidiano, não. O sistema foi projetado justamente para evitar esse cenário. A central eletrônica monitora o SOC constantemente e aciona o motor a combustão sempre que necessário para manter a carga dentro da faixa segura.
No entanto, o especialista ressalta que situações extremas podem levar a uma redução significativa da assistência elétrica. “Em uma subida longa e íngreme, com o carro carregado e acelerador pressionado por muito tempo, o consumo pode superar a capacidade de recarga. Nesse caso, a assistência elétrica é reduzida temporariamente”, diz . Ainda assim, o veículo continua operando normalmente com o motor a combustão.
Motorista não precisa se preocupar
BYD King trava a bateria em 25% e evita perda de desempenho na estrada
Leonardo Felix/Autoesporte
Apesar da complexidade técnica, o funcionamento é transparente para o usuário. Diferentemente de um carro elétrico, em que o motorista precisa planejar recargas, no híbrido todo o gerenciamento é automático.
“Os sistemas foram desenvolvidos para que o motorista apenas dirija. O carro decide quando carregar, descarregar e acionar o motor a combustão, sempre priorizando eficiência e durabilidade”, conclui Delatore .
Afinal, a bateria do carro híbrido plug-in acaba?
Sistemas eletrônicos impedem que a bateria se aproxime de 0%
Divulgação
A resposta é direta: não, pelo menos não no uso normal. A bateria de um carro híbrido não chega a zerar porque o sistema impede essa condição. O que pode ocorrer é uma redução momentânea da assistência elétrica em situações específicas, mas o carro continua funcionando sem interrupções.
Entender o papel do SOC ajuda a esclarecer como os híbridos conseguem equilibrar eficiência, desempenho e durabilidade. Mais do que um simples indicador, ele é a base de um sistema que garante que o motorista não precise se preocupar com a carga da bateria no dia a dia.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/27AtmXmvSrCVRgbXiWKb4Awdiko=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/8/6/yCsJM7Q1WXFO6AqBDaeA/gwm-haval-h6-phev19-2026-dianteira.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>GWM Haval H6 PHEV19 2026</media:description>   <media:credit>Divulgação/GWM</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Leapmotor B10 tem até R$ 30 mil de desconto para vendas diretas</title>  <atom:subtitle>SUV elétrico de 218 cv é vendido com condições especiais para clientes microempresários, PCD e taxistas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/04/leapmotor-b10-r-30-mil-desconto-vendas-diretas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/04/leapmotor-b10-r-30-mil-desconto-vendas-diretas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/TTHP0trrkrnhGkZoSuXxfaO4EsU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/j/A/HQhabcQeG171VdQZyYcQ/leapmotor-b10-2027-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    O Leapmotor B10 foi lançado oficialmente no mercado brasileiro no começo de abril em versão única por R$ 182.990. O SUV elétrico chega para complementar a gama de modelos da marca chinesa – que pertence ao grupo Stellantis – que já contava desde o ano passado com o modelo C10, maior e com opção de motorização híbrida com extensor de autonomia.
Ambos serão fabricados em Goiana (PE), onde atualmente são feitos os modelos da Jeep e as picapes Fiat Toro e Ram Rampage. Por ora, o B10 será oferecido somente com a opção do motor elétrico traseiro de 218 cv de potência e kgfm de torque e 24,5 kgfm de torque.
Para atrair compradores, concessionárias já oferecem o SUV elétrico com condições especiais para clientes PCD (pessoas com deficiência), táxi ou vendas diretas para CNPJ. 
Nas concessionárias do Grupo Amazonas, em São Paulo (SP), o Leapmotor é vendido por R$ 162.490 para autoescolas, microempresários, locadoras, pessoas jurídicas, produtores rurais e até diplomatas. Além do desconto de R$ 20.500, a rede aceita veículo usado na troca, consórcio, entrada parcelada ou financiamento sem valor inicial. Na Rio Green, na capital fluminense, o SUV elétrico sai por R$ 153.480 em condição válida para taxistas (desconto de R$ 29.510).
Leapmotor B10 2027 - segunda fileira
Reprodução/Grupo Amazonas
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Unidades blindadas são anunciadas por valores até R$ 80.010 acima do preço de tabela, como os exemplares comercializados por R$ 263 mil pela Blindatech. Na GSA Blindagem, o Leapmotor B10 com a proteção balística é comercializado por R$ 251.890 (diferença de R$ 68.900).
Leapmotor B10 2027 - interior
Reprodução/Grupo Amazonas
Como é o Leapmotor B10
Ainda fabricado na China, o B10 tem porte de SUV médio, medindo 4,51 metros de comprimento, 1,88 m de largura, 1,67 m de altura e 2,73 m de entre-eixos. O seu porta-malas acomoda 365 litros de bagagem.
Leapmotor B10 2027 - motor
Reprodução/Grupo Amazonas
O motor instalado no eixo traseiro é alimentado por uma bateria de 56,2 kWh, que tem autonomia declarada de 288 km, de acordo com o Inmetro. A ficha técnica informa que o SUV de 1.780 kg acelera de 0 a 100 km/h em 8 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 km/h (limitada eletronicamente).
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Leapmotor B10 2027 - porta-malas
Reprodução/Grupo Amazonas
A lista de equipamentos de série traz aróis full LED, rodas de liga leve de 18 polegadas, teto panorâmico, central multimídia de 14,6” com Apple CarPlay e Android Auto, sete airbags (frontais, laterais, de cortina e central) e sistema ADAS, com controle de cruzeiro adaptativo, assistente de frenagem e alerta de mudança de faixa.
Completam o pacote ar-condicionado de duas zonas, pacote elétrico, acabamento de couro sintético no painel e nos bancos e carregador de celular por indução.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/TTHP0trrkrnhGkZoSuXxfaO4EsU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/j/A/HQhabcQeG171VdQZyYcQ/leapmotor-b10-2027-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Leapmotor B10 2027 </media:description>   <media:credit>Reprodução/Grupo Amazonas</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dono de carro elétrico economiza quanto na prática? Fizemos as contas</title>  <atom:subtitle>Comparamos os custos com energia, IPVA e revisões para manter um Geely EX2 Max em relação a Volkswagen Tera, Hyundai Creta e Chevrolet Onix Plus</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/04/carro-eletrico-economiza-quanto-brasil-veja-contas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/04/carro-eletrico-economiza-quanto-brasil-veja-contas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q_9vE6Rb-_ACL9bJ6V5kNez5y-M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/B/KzJLzzRQmYSAleHrpyiA/geelyex2-002.jpg" /><br /> ]]>    Carro elétrico nunca foi exatamente barato no Brasil, mas essa discussão mudou de patamar. O ponto principal já não é mais apenas o preço de compra, e sim o custo total de uso. Agora, quando um modelo movido a eletricidade passa a custar praticamente o mesmo que rivais a combustão de porte semelhante, a comparação deixa de ser teórica e passa a fazer sentido no dia a dia.
É justamente esse o caso do Geely EX2 Max. Com preço sugerido de R$ 136.800, o hatch compacto elétrico se posiciona muito próximo de modelos como o Volkswagen Tera Comfort, tabelado em R$ 133.190, um SUV de entrada, e do Chevrolet Onix Plus Premier AT Turbo, de R$ 139.390, um sedã compacto.
Até o Hyundai Creta Comfort Safety, mais caro, entra na comparação por representar um SUV compacto turbo bem equipado, vendido por R$ 156.590. A questão, então, deixa de ser apenas quanto custa comprar e passa a ser quanto custa manter.
Critérios de comparação
Para comparar os custos de um carro elétrico em relação a um de preço similar a combustão, a análise de Autoesporte considera um cenário de uso muito comum no Brasil:
Geely EX2 Max se tornou um dos carros elétricos mais vendidos do Brasil
Renato Durães/Autoesporte
Rodagem anual de 15.000 km, sendo 10.500 km em ciclo urbano e 4.500 km em rodovia;
Consumo médio aferido pelo PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular) do Inmetro;
Gasolina a R$ 6,78 o litro, segundo a média semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para o estado de São Paulo em abril de 2026;
Energia elétrica a R$ 0,65/kWh, custo cobrado no estado de São Paulo em março de 2026. Neste caso, a conta simula o dia a dia de um proprietário que tem wallbox próprio para a recarga;
Os custos do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) levam em conta o Estado de São Paulo. Na capital paulista, carros híbridos e elétricos pagam 50% do imposto com subsídio máximo de R$ 3.291,91.
Também entram na conta os custos de IPVA e revisões nos três primeiros anos. A desvalorização não foi considerada, devido à alta variação, especialmente no caso dos elétricos.
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Dimensões e espaço interno
Além da economia, que veremos mais à frente, a arquitetura elétrica traz vantagens claras. O Geely EX2 Max tem 4,13 m de comprimento e entre-eixos de 2,65 m. O Volkswagen Tera é praticamente do mesmo tamanho em comprimento, mas tem entre-eixos menor, de cerca de 2,56 m, por conta da necessidade de reservar um espaço maior no balanço dianteiro para o motor a combustão.
Hyundai Creta Comfort é um dos SUVs mais procurados do país; mas será que vale a pena para o bolso?
Renato Durães/Autoesporte
O Hyundai Creta é o produto mais caro do comparativo, mas também o maior, com aproximadamente 4,33 m de comprimento e 2,61 m de entre-eixos. Já o Chevrolet Onix Plus cresce por conta da carroceria sedã, com 4,48 m de comprimento e 2,60 m entre os eixos.
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Na prática, isso resulta em um bom aproveitamento interno para o elétrico. Mesmo sendo mais curto que Creta e Onix Plus, o EX2 tem entre-eixos maior que o do Tera e superior ao do sedã da Chevrolet, o que favorece o espaço para passageiros.
No porta-malas, o Geely oferece 375 litros, além de um compartimento dianteiro adicional com capacidade para 70 litros. O Tera tem cerca de 350 litros, o Creta chega a mais de 420 litros e o Onix Plus lidera com cerca de 500 litros.
Volkswagen Tera chegou há pouco tempo e já dominou o mercado dos SUVs de entrada
Divulgação
Equipamentos
O Geely EX2 Max aposta em um pacote tecnológico robusto, com destaque para a central multimídia de grande dimensão, painel digital, carregador por indução, câmeras 360 graus e assistências à condução como controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática.
O Volkswagen Tera Comfort prioriza conectividade, com multimídia VW Play, painel digital e integração com aplicativo. Já o Hyundai Creta Comfort Safety traz como principal diferencial o pacote de segurança, com frenagem autônoma de emergência e assistentes de condução.
Chevrolet Onix Plus Turbo é sedã veterano com consumo digno de carro híbrido
Divulgação
O Chevrolet Onix Plus Premier equilibra conforto e tecnologia, com painel digital, ar-condicionado automático, assistente de estacionamento e bom pacote de conectividade. No geral, os modelos a combustão ainda têm vantagem em alguns sistemas de assistência mais avançados, mas o Geely compensa com tecnologia embarcada e interface digital.
Consumo
É aqui que o elétrico começa a se destacar. Considerando o uso anual de 15.000 km, os custos com combustível dos modelos a combustão ficam na faixa de:
Volkswagen Tera: cerca de R$ 7.400 por ano
Hyundai Creta: cerca de R$ 8.100 por ano
Chevrolet Onix Plus: cerca de R$ 6.950 por ano
Geely EX2 Max: cerca de R$ 1.068 por ano
Consumo
Portanto, em comparação com o dono de um Hyundai Creta, o proprietário do Geely EX2 terá um gasto anual R$ 7 mil mais em conta com gasolina — e neste caso, vale lembrar, consideramos que o hatch elétrico será carregado recorrentemente num wallbox residencial. Eletropostos cobram mais caro pelo kW durante a recarga, especialmente na estrada.
IPVA e revisões
O elétrico também leva vantagem no imposto. O EX2 Max tem IPVA estimado em cerca de R$ 2.700 por ano, mas vários estados brasileiros isentam modelos elétricos deste pagamento. Enquanto isso, os modelos a combustão ficam entre R$ 5.300 e mais de R$ 6.200.
Nas revisões, o Geely soma aproximadamente R$ 1.300 nos três primeiros anos. O Tera ultrapassa R$ 2.500 no período, enquanto Creta e Onix Plus ficam próximos de R$ 1.800 a R$ 1.900.
Somando energia, IPVA e revisões ao longo de três anos, o Geely EX2 Max apresenta um custo total significativamente menor. A economia pode superar R$ 26 mil em relação ao Onix Plus e passar de R$ 32 mil frente ao Creta no mesmo período.
Contra o Tera, que parte de preço inicial ligeiramente inferior, a diferença é compensada rapidamente pelo menor custo de uso do elétrico.
Preços
Vale a pena?
O Geely EX2 Max mostra que o carro elétrico já entrou em um novo momento no Brasil. Ele ainda não resolve todas as limitações do segmento, especialmente em infraestrutura de recarga, mas já entrega uma equação financeira competitiva.
Quando aparece com preço próximo ao de modelos a combustão, bom espaço interno e custos de uso significativamente menores, o elétrico deixa de ser uma aposta no futuro e passa a ser uma alternativa real no presente.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q_9vE6Rb-_ACL9bJ6V5kNez5y-M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/c/B/KzJLzzRQmYSAleHrpyiA/geelyex2-002.jpg" medium="image"/>   <media:description>Geely EX2 Max 2026</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:21:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste do bafômetro: veja 5 fake news que vão te fazer levar multa</title>  <atom:subtitle>Posso recusar o teste sem ser autuado? Chocolate ajuda a confundir o aparelho? Conheça táticas falsas para burlar o bafômetro divulgadas na internet</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/teste-do-bafometro-veja-5-fake-news-que-vao-te-fazer-levar-multa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/teste-do-bafometro-veja-5-fake-news-que-vao-te-fazer-levar-multa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aGP9qQVenwcb5h6zqZ1nM1Lmq4M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/N/F/jtAbeERAeISU0ePUFm0Q/ukyxgdkh5fjitmtsetfstfjogu.jpg" /><br /> ]]>    Desde que foi criada, em 2008, a Lei Seca é responsável por milhares de multas semanalmente em operações que combatem a prática de dirigir após ingerir bebidas alcoólicas. Segundo estudo da Escola Nacional de Seguros, a Lei Seca salvou mais de 40 mil vidas em seus primeiros dez anos de existência. Atualmente estima-se que o número já ultrapassa 60 mil vidas salvas,
Em contrapartida, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) diz que mais de 10 mil pessoas perdem a vida em acidentes com motoristas embriagados anualmente. O bafômetro é temido por muitos condutores. Afinal, ao combinar álcool e direção, correm o risco de serem autuados em uma infração gravíssima, com pagamento de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano.
Em caso de reincidência da infração, considerada gravíssima, em um período de dois anos, o motorista pode ter sua CNH cassada.
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O que acontece se o condutor for pego no bafômetro?
Se o resultado do teste do bafômetro for igual ou superior a 0,34mg/l (miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões), o motorista estará cometendo crime de trânsito e será preso. A reclusão varia entre três meses e seis anos.
Infração de trânsito por consumo de álcool
Apesar disso, muitas notícias falsas e técnicas sem procedência surgem a todo instante na internet entre aqueles que insistem em beber e dirigir. Autoesporte consultou órgãos competentes para desmistificar as principais fake news relacionadas ao bafômetro.
Ademais, não esqueça: se beber, não dirija — em qualquer hipótese.
1. Poder recusar teste do bafômetro se não tiver sinais de embriaguez
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Reprodução/Detran
Há quem defenda que o teste do bafômetro só deve ser aplicado com um motivo concreto, como sinais claros de embriaguez. O Detran-SP diz que a informação não procede: todo motorista pode ser submetido ao bafômetro a qualquer instante, independentemente de demonstrar sinais de alteração ou não.
O motorista tem o direito legal de não realizar o teste do bafômetro para não gerar provas contra si mesmo. Porém, nesse caso, o agente de trânsito está autorizado a suspender a sua CNH, apreender o veículo e aplicar a multa de R$ 2.934,70.
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2. Bafômetro tem tolerância para motoristas que beberam pouco
O bafômetro tem uma margem de erro de detecção de 0,06% de álcool no sangue. Muitos motoristas entendem isso como uma tolerância para quem bebe e dirige. 
Segundo o Detran, a tolerância para beber e dirigir é zero, conforme a Lei n° 11.705 de 2008. O limite de 0,06% de álcool no sangue deve ser interpretado apenas como uma margem de erro, e não um benefício ao motorista.
Apesar do bafômetro passar por inspeções anuais, ainda é um componente eletrônico que pode apresentar falhas. Por isso, a Lei Seca opera com base em uma margem de erro para não autuar indevidamente.
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3. Nutella e outros doces ajudam a burlar o aparelho
O assunto voltou à tona quando um influenciador fez uma experiência utilizando um bafômetro caseiro no TikTok. Segundo a experiência, é possível reduzir a emissão de álcool ao soprar o bafômetro após comer algumas colheradas de creme de avelã. 
De acordo com o Detran, trata-se de mais uma lenda urbana. Cremes de avelã, como o Nutella, ou outros doces, como chocolates, não reduzem a emissão de álcool no teste do bafômetro, tampouco servem para burlar o aparelho dos policiais.
Estratégia de comer chocolate ou creme de avelã não funciona
Reprodução/Detran-SP
4. Antissépticos bucais podem confundir o bafômetro
Outra estratégia popular para tentar burlar o bafômetro é o uso de antissépticos bucais. Produtos como Listerine e Colgate Plax costumam ter uma pequena quantidade de álcool que pode ser acusada ao soprar o dispositivo.
Por vezes, motoristas que beberam e foram parados pela Lei Seca costumam dizer que o teste deu positivo por conta do antisséptico, e não pela ingestão de bebidas alcoólicas. A prática não funciona.
Se o motorista de fato não ingeriu bebida alcoólica, mas fez sua higiene bucal com o antisséptico, o Detran-SP recomenda que este fato seja informado à autoridade de trânsito no momento da abordagem. Dessa forma, o condutor pode pedir para fazer um novo exame depois de alguns minutos, caso o primeiro dê positivo.
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5. Remédio para tratamento de alcoolismo reduz chance de ser pego
O metadoxil é um medicamento composto por vitamina B6 utilizado no tratamento de alcoolismo e de alterações hepáticas. As pílulas, de fato, aceleram a metabolização do álcool no fígado, mas, segundo o Detran, não há qualquer interferência na concentração medida no bafômetro.
Portanto, tomar pílulas de metadoxil após consumir bebida alcoólica não vai livrar um motorista do teste positivo no bafômetro.
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Meses atrás, Autoesporte noticiou que o esquema de fraudes envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC) foi desmembrado pela Polícia Federal. A investigação revelou que a facção se infiltrou profundamente no segmento dos combustíveis. A "fraude volumétrica", mecanismo rentável, descoberto em 2025, que lesou milhares de brasileiros, voltou a aparecer. E vamos ensinar como identificar e de proteger desse crime. 
Mostrador de bomba de posto de combustível
Reprodução
Nas redes sociais consumidores relatam que voltaram a perceber irregularidades em postos de gasolinas conhecidos. O golpe da "bomba burra" faz com que consumidores paguem por litros que ultrapassam a capacidade máxima do tanque. Por exemplo, o carro tem 50 litros de capacidade no tanque e ao prestar atenção, a bomba marca 60 litros, ou seja, você vai pagar 10 litros a mais. 
O usuário Lucas Faccina compartilhou em suas redes socais um exemplo do caso. No vídeo, foram abastecidos 73 litros de gasolina, com preço de R$ 5,99 por litro. Porém, o carro tem apenas 60 litros de capacidade no tanque, ou seja, foi vítima da fraude. 
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Nossa reportagem conversou com Carlo Faccio, diretor executivo do Instituto Combustível Legal (ICL), que revelou que os golpes aplicados pelas facções nos postos vão além da venda clandestina de gasolina e etanol. Veja como funciona a fraude volumétrica. 
Como funciona a “bomba burra”
Entenda o mecanismo do crime organizado que pode fraudar a quantidade de combustível que entra no carro
Renato Durães/Autoesporte
A fraude volumétrica nada mais é do que a alteração é aplicada direto na bombanada naa vo nos mostradores, que não condizem com a verdadeira quantidade de combustível que entrou no tanque do carro. “Identificamos inconformidades que chegam a 31% [do volume]”, alerta o diretor. Os aparelhos usados neste golpe são chamados de “bombas chipadas” ou “bombas burras”.
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Elas foram detectadas pelo “cliente misterioso”, que é uma metodologia de pesquisa onde pessoas treinadas avaliam anonimamente a experiência de compra, atendimento, ambiente e processos de uma marca. Neste caso, um carro do ICL vai anonimamente aos postos e faz aferições sobre qualidade e quantidade daquele combustível. Somente em 2025, o Instituto fez mais de 2 mil visitas a postos, gerando 700 denúncias de fraude e adulteração.
O mecanismo do crime é tão avançado que os funcionários podem controlar o acionamento das bombas burras por controle remoto e até aplicativo. Assim, se suspeitarem da fiscalização, podem desativar o software que frauda o valor dos mostradores, que passarão a exibir os números reais.
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Este foi um dos golpes usados pelo PCC para movimentar R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024. Investigações em outras partes do Brasil constataram envolvimento do Comando Vermelho, outra facção criminosa, e até da milícia em postos clandestinos utilizando a mesma tática. 
Além de engenhoso, é um golpe difícil de identificar na maior parte das vezes.
Como identificar e como se proteger
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Marcelo Camargo, Agência Brasil 
Segundo Faccio, conhecer o volume total do tanque de combustível do veículo é crucial para tentar identificar a fraude. Dessa forma, o motorista terá um método para contestar o frentista caso os valores dos mostradores não batam. E sempre antes de abastecer é fundamental observar a quantidade de combustível no marcado do painel de instrumentos. 
Este é o motivo de a fraude volumétrica ser de apenas alguns poucos litros, o que torna o crime difícil de detectar e contestar — apesar de o ICL ter identificado diferenças de mais de 30% entre o mostrador e o volume no tanque, como descreveu o executivo. 
Existe uma forma simples para evitar o golpe: pedir o combustível em litros, e não com base no valor. “Em vez de pedir R$ 150 de gasolina, peça 20 litros. É a melhor alternativa”, diz Faccio.
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A razão principal para isso é tentar replicar a forma como a fiscalização procede. Quando vão aos postos, os agentes pedem o combustível por quantidade, não por valor. Logo, assim que o frentista dá o comando na bomba, o sistema pode ser desativado automaticamente, sem levantar suspeita sobre o posto. 
De litro em litro, o crime organizado se aproveita dos motoristas para lavar dinheiro e lucrar ainda mais. Em vários casos, o combustível é adulterado e pode prejudicar o funcionamento do motor do veículo, como Autoesporte demonstrou neste outro artigo.
Operação Carbono Oculto
Liderada pela Receita Federal, a Operação Carbono Oculto revelou que o crime organizado já participa de todo o ciclo de produção, distribuição e comercialização de combustíveis no Brasil. Constatou-se que facções ligadas ao PCC já controlam usinas de etanol — onde ocorre a adulteração —, grandes transportadoras, distribuidoras de combustível e também postos espalhados por oito estados.
Além de adulterar a gasolina com mais etanol — muito acima dos 30% permitidos na lei —, a PF descobriu que o PCC voltou a utilizar o metanol, um composto químico corrosivo e tóxico que pode causar danos sérios ao motor de um carro. Já o etanol é adulterado com adição de água à mistura.
O grupo ainda utilizava ao menos 40 fundos de investimento e até fintechs — empresas de serviços financeiros digitais — para lavar dinheiro, ocultar patrimônio e despistar transações milionárias. A investigação deflagrada na última semana mirou as seguintes empresas:
Grupo Aster/Copape: companhia que gerencia usinas, formuladoras, distribuidoras e uma rede de postos de combustíveis;
BK Bank: fintech que facilitou a movimentação de dinheiro ilícito;
Reag: gestora independente de fundos que teriam sido usados para adquirir usinas de etanol e distribuidoras da facção.
A justiça brasileira já expediu 350 mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas. A investigação da Polícia Federal quanto ao envolvimento de facções criminosas no setor dos combustíveis continua.
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O Omoda 5 é vendido nas versões Luxury (R$ 164.990) e Prestige (R$ 184.990), que se diferenciam, basicamente, pelo pacote de equipamentos de série. Ambas são movidas pela motorização híbrida plena (HEV) sem recarga externa, que promete rodar mais de 1.000 km com um tanque de gasolina.
Ainda é possível encontrar anúncios de concessionárias oferecendo o Omoda 5 Luxury com o preço de lançamento: R$ 159.990
Samuel Veículos
Apesar da boa aceitação no mercado, ainda é possível encontrar a versão de entrada Luxury, em diferentes cores, sendo vendida com descontos que chegam a passar de R$ 5 mil. Na loja independente Samuel Veículos, de Americana (SP), uma unidade do SUV, na cor cinza, é anunciada por R$ 161.990 (diferença de R$ 2 mil). 
Basta uma rápida pesquisa na internet para encontrar anúncios de concessionárias da marca oferecendo o Omoda 5 Luxury ainda com o preço de lançamento: R$ 159.990 (desconto de R$ 5 mil). O menor valor verificado por Autoesporte foi na loja New Motors, de São Paulo (SP), que oferece uma unidade na cor cinza por R$ 159.700 (redução de R$ 5.290). 
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Como é o Omoda 5 Luxury
O visual futurista disfarça bem o parentesco com o Caoa Chery Tiggo 5X, com o qual compartilha a plataforma. O Omoda 5 mede 4,44 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,58 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. 
O porta-malas de 372 litros de capacidade, por sua vez, é mais modesto que os dos principais concorrentes, que superam os 400 litros. 
O porta-malas possui 372 litros de capacidade, mais modesto que os dos principais concorrentes
Samuel Veículos
Para mover os seus mais de 1.500 kg, o SUV chinês aposta no motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta de 135 cv, que funciona em ciclo Miller combinado a um propulsor elétrico, alimentado por uma bateria de 1,83 kWh. A dupla gera 224 cv de potência e 30,1 kgfm de torque combinados.
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O câmbio automático DHT (Dedicated Hybrid Transmission) tem uma marcha física e múltiplas relações variadas geradas pelo motor elétrico.
O câmbio automático DHT  possui marcha física e múltiplas relações variadas geradas pelo motor elétrico.
Samuel Veículos
De acordo com a ficha técnica, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e atinge a velocidade máxima de 175 km/h.
Já o consumo declarado do conjunto híbrido é de 15,1 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada. Com base nesses números divulgados pelo Inmetro, o Omoda 5 tem autonomia urbana de 770 km e rodoviária de 673 km com o tanque de 51 litros cheio.
O câmbio automático DHT possui marcha física e múltiplas relações variadas geradas pelo motor elétrico.
Samuel Veículos
As suspensões são independentes na dianteira (McPherson) e na traseira (multilink) e os freios a disco nas quatro rodas de 18 polegadas, calçadas em pneus de medidas 215/55 R18.
Omoda 5: principais equipamentos de série
Com desenho moderno, a cabine do Omoda 5 é dotada de duas telas encurvadas de 12,3”, sistema multimídia dotado de chip Qualcomm 8155, além de carregador de celular por indução de 50W com resfriamento ativo. O SUV conta com até 14 assistências de condução (ADAS). A versão Luxury sai de fábrica com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma emergencial e assistente de mudança de faixa.
A lista de equipamentos ainda conta com seis airbags, faróis e lanternas em LED com acendimento automático, câmeras com visão em 360°, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, ar-condicionado digital de duas zonas, carregador de celular por indução, bancos revestidos de material imitação de couro e regulagens elétricas para o motorista, entre outros itens.
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O que diz o Marco Legal das Garantias?
Em resumo, o Marco garante que em caso de inadimplência após a aquisição de veículos financiados, o banco não é obrigado a fazer uma notificação extrajudicial para a recuperação de bens. O procedimento atual faz com que os credores tentem um acordo com o devedor e, depois disso, envie o automóvel a leilão, em caso da permanência do não pagamento.
O texto da lei traz a seguinte definição: “Dispõe sobre o aprimoramento das regras de garantia, a execução extrajudicial de créditos garantidos por hipoteca, a execução extrajudicial de garantia imobiliária em concurso de credores, o procedimento de busca e apreensão extrajudicial de bens móveis em caso de inadimplemento de contrato de alienação fiduciária, o resgate antecipado de Letra Financeira, a alíquota de imposto de renda sobre rendimentos no caso de fundos de investimento em participações qualificados que envolvam titulares de cotas com residência ou domicílio no exterior e o procedimento de emissão de debêntures”.
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Para entender como isso afeta diretamente o consumidor, Autoesporte consultou Paulo Noman, especialista em financiamentos e presidente do banco GM.  Em resposta, Paulo destacou que a mudança pode ser benéfica para o consumidor: “Quando essas regras são bem definidas e aplicadas de forma consistente, há menos conflitos e mais confiança entre as partes.”
Mudanças serão revisadas pelo Supremo Tribunal Federal
Foto: Thinkstock
Por outro lado, o presidente pondera:  “Apesar de a lei já estar aprovada, ainda faltam regulamentações essenciais em nível estadual. O desafio é que esse modelo ainda não conta com uma regulamentação nacional clara e uniforme. Sem uma padronização efetiva, os benefícios práticos ficam limitados”. Vale ressaltar que atualmente a lei é válida apenas nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Qual o objetivo desta revisão?
O chamado marco legal das garantias trouxe mudanças na execução de garantias visando reduzir a burocracia. Contudo, o Supremo Tribunal Federal tem como objetivo nesta revisão garantir que o modelo atual do Marco Legal das Garantias não viole pontos fundamentais constitucionais, como o direito de defesa do consumidor. O STF irá analisar ainda se o modelo extrajudicial pode ser consolidado nacionalmente ou se haverá necessidade de revisão da arquitetura prevista na lei.
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Outro ponto a ser verificado será a necessidade da participação de órgãos estaduais de trânsito, como o Detran, na condução do processo ou se o mesmo deverá ser conduzido exclusivamente em processos cartoriais. Na opinião de Paulo, a participação desses órgãos no processo tem sua importância: “Os órgãos estaduais de trânsito podem ter um papel operacional relevante, especialmente no registro de restrições administrativas e na integração de informações relacionadas ao veículo.”
Como ficará o crédito?
Segundo dados levantados pela B3, cerca de 7,3 milhões de veículos foram adquiridos através de financiamento, em 2025, no Brasil. No primeiro trimestre de 2026, as vendas financiadas atingiram o melhor resultado para o período desde 2008, chegando a 1,89 milhão de veículos vendidos a prazo.
Paulo comenta que a norma busca fortalecer a confiança do crédito como garantia. Ele afirma que, no médio e longo prazo, o acesso ao crédito pode ser ampliado: “Com um sistema mais previsível, as instituições conseguem precificar melhor o risco, o que pode contribuir, no médio e longo prazo, para ampliar o acesso ao crédito.”
Apesar da possível melhoria judicial, o executivo argumenta que a real evolução não depende só da esfera legal: “A lei cria condições estruturais mais favoráveis para o funcionamento do mercado, mas esse efeito não é automático. O impacto sobre o poder de compra não depende apenas da mudança legal, e sim do ambiente econômico como um todo”, completou. 
O que é feito em caso de inadimplência?
Caso haja inadimplência e um acordo também não exista, a retomada do bem ocorre no âmbito da execução da garantia pela instituição financeira, normalmente por meio de ação de busca e apreensão. 
Paulo explica que a proposta atual é tornar os acordos mais ágeis e previsíveis, o que tende a reduzir burocracia e judicialização. Em um ambiente mais claro, a negociação pode se tornar mais viável, incentivando acordos antes de medidas mais extremas.
A execução desta garantia, contudo, deve ser usada como alternativa final, após insucessos nas regularizações e negociações. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CYAKMOeL81XaTQIjvWcyfqK3Y8o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/6/b/LuZjpZStAdH5xeKjEOXA/3.jpg" medium="image"/>   <media:description>STF irá revisar alguns pontos do Marco Legal das Garantias</media:description>   <media:credit>Foto: Thinkstock</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:01:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil registra o maior volume de financiamento de veículos em 18 anos</title>  <atom:subtitle>Estudo feito por unidade de negócios da B3 registra que o primeiro trimestre de 2026 teve o maior volume de financiamentos de veículos aprovados desde 2008</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/04/brasil-registra-o-maior-volume-de-financiamento-de-veiculos-em-18-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/04/brasil-registra-o-maior-volume-de-financiamento-de-veiculos-em-18-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/F3BVMg08gPQAdaVLpzU4qwI2rfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/E/S7yQhXSh2CzMLXUoKoqw/transito-brasil.jpg" /><br /> ]]>    O mercado automotivo apresentou no primeiro trimestre de 2026 o maior volume de financiamentos de veículos desde 2008, quando comparados os números aos mesmos períodos de anos anteriores. O levantamento é da Trillia, unidade de negócios da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo. Segundoo o estudo, o país teve 1,89 milhão de veículos financiados entre janeiro e março deste ano, somando automóveis, comerciais leves, veículos pesados e motociletas, novos ou usados. 
De acordo com a B3, esse volume significa um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2025. Entre todas as regiões do país, o Nordeste liderou o crescimento percentual, com alta de 16,6% em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior.
O levantamento indica, ainda, que os números totais, no período analisado, ficam abaixo somente de 2008, quando o Brasil chegou a financiar 2,037 milhões de unidades no mesmo período (entre janeiro e março). Ou seja, é o melhor resultado da série histórica em 18 anos.
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Crescimento das vendas financiadas em todas as áreas
Os números dos primeiros três meses de 2026 não representam um aumento somente quando somados. Separadamente, o percentual de financiamentos de cada setor do mercado também cresceu.
Venda de carro
Foto: Thinkstock
Enquanto os veículos leves (automóveis e comerciais) concentraram a maior parte das operações no trimestre, com 1,31 milhão de unidades financiadas, alta de 12,4% na comparação anual, os veículos pesados alcançaram 69,3 mil financiamentos, aumento de 3,9%. Já as motos somaram 510,6 mil unidades financiadas, um avanço de 18,1% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
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Entre novos e usados, a liderança dos financiamentos de veículos segue com os veículos usados, que contabilizaram 1,21 milhão de unidades financiadas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 12,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já os veículos novos somaram 675 mil financiamentos, alta de 14,1%.
Honda ADV 160 2025
Divulgação
Crescimento em todas as regiões do Brasil
O estudo da Trillia também aponta que as vendas de veículo por financiamento cresceram nas cinco regiões do Brasil no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o ano anterior. O Nordeste liderou o crescimento percentual, com alta de 16,6%, seguido por 15,3% no Centro-Oeste, 11,8% de alta no Sul, 11,7% no Sudeste e 9,4% no Norte.
Entre os modelos de financiamento, tanto a modalidade consórcio quanto leasing e outros tipos de venda a crédito registraram volumes maiores. 
Financiamento de carro
Foto: Shutterstock
“O primeiro trimestre mostra uma expansão consistente do crédito para a compra de veículos, com crescimento espalhado por todas as regiões do País. Esse movimento reforça a trajetória observada ao longo do último ano e aponta um cenário mais favorável para o mercado automobilístico”, afirma Daniel Takatohi, superintendente de Produtos da Trillia.
Vale observar que a taxa básica de juros brasileira (Selic) foi mantida em 15% ao longo de quase todo o trimestre, tendo sido reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,75%, em 18 de março. Ainda assim, pode ter tido um bom reflexo para este resultado.
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Veículos ficaram mais caros em março
Por outro lado, o acompanhamento mensal da Tabela Auto B3 evidencia que não foram somente os financiamentos que aumentaram no período. Durante o mês de março, veículos zero-quilômetro apresentaram uma leve alta de 0,86% no preço médio. 
O avanço foi observado na maioria dos segmentos, com destaque para picapes médias, SUVs, hatchbacks e sedãs, além de crossovers e picapes intermediárias. O segmento de picapes compactas foi o único com queda nos preços médios. Por outro lado, veículos usados apresentaram números mais estáveis e tiveram um aumento menor de valor médio, 0,18%.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/F3BVMg08gPQAdaVLpzU4qwI2rfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/E/S7yQhXSh2CzMLXUoKoqw/transito-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Vendas financiadas chegaram a 1,89 milhão de unidades de janeiro a março</media:description>   <media:credit>Agência Brasil</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:12:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pressão popular derruba projeto que previa vistoria obrigatória em carros</title>  <atom:subtitle>Projeto seria destinado a modelos com mais de cinco anos de fabricação, mas foi derrubado sob alegação de custos extras à população; entenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/pressao-popular-derruba-projeto-vistoria-obrigatoria-carros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/pressao-popular-derruba-projeto-vistoria-obrigatoria-carros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/fG510b0X0oVX77sQPUNtygvWvdA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/r/5/Yd13OXSAiJapo2Gh2NUw/vistoria-veicular.jpg" /><br /> ]]>    Em janeiro, Autoesporte noticiou que o projeto de Lei n°3507/2025, que previa alterações nas regras de vistoria veicular estabelecidas atualmente no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), havia sido aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados. Neste mês, após apresentação no dia 1º de abril, o autor da proposta, deputado Fausto Pinato (PP-SP), teve projeto de lei de vistoria obrigatória negada após forte repercussão negativa de consumidores nas mídias sociais. 
De acordo com o político, a negativa se deu pela desconfiguração do projeto inicial, o que gerou interpretações divergentes do projeto.
Proposta visava carros com a partir de cinco anos de fabricação
Foto: Divulgação
Como seria a Lei da Vistoria Obrigatória?
O projeto de lei propunha que a inspeção veicular fosse realizada de forma periódica e obrigatória para veículos que tenham a partir de cinco anos de fabricação. O projeto incluiria também, como infração grave, circular com veículos que não tenham sido submetidos à vistoria ou não apresentem o laudo de reprovação. Nesse caso, o condutor teria cinco pontos computados à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e seria submetido ao pagamento de multa no valor de R$ 195,23.
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O Projeto de Lei previa ainda que veículos considerados fora da nova regulamentação fossem retidos para regularização. A vistoria passaria a ser exigida em outras situações, como transferência de propriedade e em casos de suspeita de clonagem ou quando um veículo roubado fosse recuperado.
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 Atualmente, o procedimento é exigido apenas no ato da compra de um carro usado, em processos de emissão da CNH em que o condutor necessite de adaptação para o veículo ou para transferência de município.
Por que o PL caiu?
O deputado Fausto Pinato (PP-SP) desistiu de avançar com o projeto de lei após forte pressão popular, que alegava que o processo dificultaria a vida do cidadão e traria apenas mais uma obrigação. 
Atualmente, vistorias veiculares são realizadas por empresas credenciadas ao Detran de cada estado
Foto: Divulgação
Em pronunciamento publicado em suas redes sociais, ainda no fim de janeiro, o político se defendeu e alegou que seu projeto estava sendo distorcido: “Você (consumidor) está sendo enganado. Nosso projeto veio para organizar essa distorção que o CONATRAN pode causar a você motorista e cidadão brasileiro” afirmou.
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Na época, o deputado disse ainda que poderia vir a desistir do projeto se achasse necessário: “Posso até desistir do projeto, mas desvirtuar o que estava no relatório (...) Nosso intuito é ajudar, fazer a diferença”, completou. 
Neste mês, a CCJC declarou o PL como inconstitucional. Cezinha Madureira (PSD-SP), Deputado Federal, votou pela inconstitucionalidade do projeto sob alegação de ferimento do princípio da razoabilidade. Isso porque, segundo ele, a medida impunha custos extras à população sem uma justificativa razoável.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/fG510b0X0oVX77sQPUNtygvWvdA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/r/5/Yd13OXSAiJapo2Gh2NUw/vistoria-veicular.jpg" medium="image"/>   <media:description>Vistoria veicular </media:description>   <media:credit>Foto: Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:37:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Filtro do ar-condicionado: como funciona e quando deve ser trocado</title>  <atom:subtitle>Poeira, pólen, fuligem, ácaros e outras impurezas podem se propagar na cabine do seu carro; saiba como ter um ambiente mais saudável</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/manutencao-de-automoveis/noticia/2026/04/filtro-do-ar-condicionado-como-funciona-quando-deve-ser-trocado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/manutencao-de-automoveis/noticia/2026/04/filtro-do-ar-condicionado-como-funciona-quando-deve-ser-trocado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/eS6_8gLLGyCHk_1dgC923Z4jjh4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/6/z/cbJiPnR7mYV1PhcZaqeg/honda-civic-2025-ar-condicionado.jpg" /><br /> ]]>    Janelas fechadas, ar quente ligado, recirculação ativada: no inverno, essa é a configuração mais comum dentro do carro. É confortável, claro, mas esconde um problema pouco visível, já que o ar interno pode estar saturado de partículas nocivas, alérgenos e até fungos e bactérias. Quando o sistema de ventilação não recebe manutenção adequada, o ambiente fechado e aquecido favorece a proliferação desses agentes, transformando a cabine em um foco de contaminação invisível.
Por isso, o filtro de cabine, também conhecido como filtro do ar-condicionado, ganha importância crucial nos meses frios. Ele atua como uma barreira física entre o mundo exterior e os ocupantes do carro, retendo poeira, pólen, fuligem, ácaros e outras impurezas antes que entrem no sistema de ventilação. 
Ar-condicionado não serve apenas para proporcionar conforto
Renato Durães/Autoesporte
Com isso, ajuda a preservar não só a qualidade do ar que você respira, mas também o desempenho do próprio sistema, algo essencial para evitar odores desagradáveis, falhas no desembaçamento e desgaste prematuro dos componentes.
“O filtro de cabine tem como principal função purificar o ar que entra no interior do veículo, retendo partículas de poeira, fuligem, poluição, pólen, ácaros e outros poluentes”, explica Luiz Gustavo Vieira, consultor técnico da Tecfil. “No inverno, essa função se torna ainda mais relevante, pois é comum manter os vidros fechados por mais tempo, o que reduz a ventilação natural”, completa. 
Veja mais detalhes abaixo de como o sistema funciona e como realizar a manutenção corretamente, para evitar doenças e desconfortos, principalmente no inverno.
Sintomas respiratórios e dermatológicos em alta
Filtro sujo pode deixar o seu dia a dia com o carro mais desconfortável
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
O impacto de um filtro sujo na saúde vai muito além do desconforto. Segundo Dr. Ricardo Henrique de Oliveira Braga Teixeira, pneumologista da Omint, a má filtragem do ar pode agravar doenças respiratórias e de pele. “Filtros sujos permitem a presença de alérgenos e partículas que podem desencadear crises asmáticas e rinite alérgica. Também podem piorar a bronquite em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica e facilitar quadros de sinusite”, afirma.
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Entre os efeitos dermatológicos, o médico destaca reações alérgicas na pele, como dermatite de contato, e o agravamento de condições pré-existentes. “Partículas e poluentes obstruem os poros, piorando casos de acne, eczema crônico e irritações cutâneas. Podem causar vermelhidão, coceira e inchaço em áreas sensíveis da pele.”
A situação é ainda mais delicada para pessoas imunossuprimidas ou com doenças respiratórias. “Esses pacientes ficam mais suscetíveis a bactérias e fungos presentes no sistema de ar-condicionado. Uma das bactérias mais preocupantes é a Legionella, que pode estar associada a sistemas mal higienizados, inclusive no carro”, alerta o pneumologista.
Ar contaminado afeta até a atenção ao volante
Além dos problemas físicos, a má qualidade do ar dentro do carro pode interferir na capacidade cognitiva do motorista. “O acúmulo de gás carbônico em ambientes mal ventilados pode provocar sonolência, fadiga mental e até perda de atenção”, explica o Dr. Ricardo Teixeira. “Condições inadequadas de temperatura e umidade também afetam o desempenho e aumentam o desconforto ao dirigir.”
Essa relação entre ar contaminado e fadiga é ainda mais crítica em viagens longas ou com trânsito intenso, quando o sistema de recirculação costuma ser ativado por longos períodos. Por isso, além de manter o filtro em dia, é importante permitir a entrada de ar externo sempre que possível.
O que muda no inverno?
Situação com o ar-condicionado fica mais delicada quando esfria
Getty Images
Durante os meses mais frios, o filtro de cabine enfrenta condições ainda mais desafiadoras. “O uso do ar quente e da recirculação são mais frequentes, e um filtro contaminado prejudica ainda mais a qualidade do ar no interior do veículo, favorecendo o aparecimento de doenças respiratórias”, explica Diogo Rocha, coordenador técnico da Wega.
Ele destaca que existem dois tipos principais de filtros: os convencionais, que retêm partículas sólidas, e os com carvão ativado, que também eliminam odores e gases tóxicos. “No inverno, o filtro com carvão ativado é mais indicado, pois proporciona uma qualidade de ar superior e ajuda a manter o habitáculo seco, dificultando a proliferação de bactérias.”
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Mesmo com o uso de bons filtros, a recomendação é que a troca seja feita com mais frequência em regiões frias e úmidas. “A umidade acelera a saturação do filtro. Por isso, em locais com clima mais severo, é ideal substituir o componente a cada três meses, ou pelo menos duas vezes por ano, mesmo em carros pouco rodados”, complementa Rocha.
Sinais de alerta e manutenção recomendada
O filtro de cabine é uma peça de desgaste, e os sinais de que está na hora da troca costumam ser perceptíveis:
Redução do fluxo de ar pelas saídas de ventilação
Odor desagradável no interior do carro
Demora no desembaçamento dos vidros
Aumento de sintomas alérgicos em passageiros
Ruídos anormais no sistema de ventilação
“Quando o filtro está saturado, o motor do sistema de ventilação precisa trabalhar mais, o que aumenta o consumo de energia e reduz a eficiência do ar-condicionado. Também compromete o funcionamento do desembaçador, especialmente no inverno”, explica Luiz Gustavo Vieira.
A recomendação média é trocar o filtro a cada 6 meses ou entre 10.000 e 15.000 km, o que ocorrer primeiro. “Mesmo em veículos pouco utilizados, o acúmulo de poeira e umidade ao longo do tempo compromete a eficácia do filtro”, diz o consultor.
Trocar o filtro resolve tudo?
Filtro do ar-condicionado: comparação de uma peça usada (à esquerda) com a nova (à direita)
Reprodução/Tecfil
Não. Embora essencial, a troca do filtro de cabine não basta sozinha. Os especialistas recomendam complementar com a limpeza dos dutos do sistema de ventilação, aspiração de carpetes e estofados e, sempre que possível, a higienização do ar-condicionado com produtos específicos. “Essa combinação garante um ambiente mais saudável e confortável, especialmente durante o inverno”, reforça Luiz Gustavo.
Em resumo, o filtro de cabine é uma peça pequena com um impacto enorme. Em uma estação marcada pelo uso intenso do ar quente e pela baixa ventilação, mantê-lo em boas condições é uma forma simples e eficaz de proteger sua saúde e a de quem anda com você, além de melhorar o desempenho do seu carro e até a sua concentração ao volante.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/eS6_8gLLGyCHk_1dgC923Z4jjh4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/6/z/cbJiPnR7mYV1PhcZaqeg/honda-civic-2025-ar-condicionado.jpg" medium="image"/>   <media:description>Manutenção do filtro de ar deve ser feita periodicamente</media:description>   <media:credit>Leonardo Felix/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:18:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA registram 10 mortes por uso de airbags chineses falsos em carros</title>  <atom:subtitle>Componentes produzidos pela marca DTN são proibidos no país, mas entraram de maneira ilegal e foram usados em veículos recuperados de acidentes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/eua-10-mortes-uso-airbags-chineses-falsos-carros.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/eua-10-mortes-uso-airbags-chineses-falsos-carros.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XhUcngh50jJEvtQQ15YeVZWUGRM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/y/m/6g9MyWS0KUSmJjCAxdAA/airbagsmortais.jpg" /><br /> ]]>    Os Estados Unidos estão emitindo um alerta de segurança para orientar a população sobre a circulação de veículos equipados com airbags falsificados no país. De acordo com o NHTSA, órgão regulador da segurança viária, investigações realizadas nos últimos meses apontaram que pelo menos 10 mortes registradas em 12 acidentes estão associadas ao uso de componentes piratas produzidos por uma marca chinesa.
O órgão apura, em particular, airbags fabricados pela empresa Jilin Province Detiannuo Automobile Safety System (DTN), que teriam entrado nos EUA de maneira ilegal, já que são oficialmente proibidos no país. A suspeita é de que os infladores tenham sido adquiridos por oficinas independentes para equipar carros acidentados, que foram consertados e posteriormente revendidos no mercado de usados.
Airbags falsificados podem ter equipado mais de 10 mil carros
Divulgação/BMW
Segundo as investigações, os airbags em questão são cópias visuais quase perfeitas das originais e foram vendidos por algo em torno US$ 100 (cerca de R$ 580) — valor muito abaixo do preço das peças legítimas. Apesar da semelhança visual, o funcionamento técnico dos componentes falsos é completamente diferente do original e o principal causador das mortes identificadas.
De acordo com o NHTSA, um airbag precisa inflar em menos de 20 milissegundos para funcionar com segurança e impedir o impacto dos ocupantes com o volante ou o painel. No caso dos airbags piratas, as bolsas de ar se rompiam completamente durante o impacto devido à má qualidade dos materiais, liberando fragmentos de metal pela cabine.
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Os estilhaços foram lançados em direção ao pescoço, peito e rosto dos ocupantes e estão ligados às 10 mortes registradas. Segundo as investigações, em circunstâncias normais e com airbags legítimos em uso, as consequências para os ocupantes teriam sido apenas superficiais, ou seja, sem risco de morte.
Airbags falsos se rompem e soltam fragmentos metálicos pela cabine
Getty Images
O caso chega a lembrar o escândalo da empresa Takata, cujos airbags defeituosos também lançavam fragmentos metálicos pela cabine. Os componentes equiparam mais de 100 milhões de veículos em todo o mundo, sendo 2,5 milhões no Brasil. O problema causou dezenas de mortes mundialmente, sendo 8 brasileiros.
Até agora, o uso dos airbags falsificados foi identificado em veículos da Chevrolet e da Hyundai (um Malibu e um Sonata, respectivamente), mas a estimativa é de que cerca de 10.000 carros de diversas marcas tenham sido afetados. O primeiro caso foi registrado em maio de 2023 e vários outros foram identificados nos últimos meses.
Airbags piratas usam materiais de péssima qualidade e geram graves riscos
Getty Images
O NHTSA recomenda que proprietários de carros usados — especialmente com histórico de acidentes — levem seus veículos às oficinas certificadas para realizar a devida inspeção. Se identificada a presença dos airbags piratas, a orientação é suspender o uso do veículo imediatamente até a substituição pela peça original.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XhUcngh50jJEvtQQ15YeVZWUGRM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/y/m/6g9MyWS0KUSmJjCAxdAA/airbagsmortais.jpg" medium="image"/>   <media:description>Airbags mortais estão sendo investigados nos Estados Unidos</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:00:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 10 carros híbridos mais econômicos do Brasil em 2026</title>  <atom:subtitle>Lista traz modelos híbridos plenos (HEV) e híbridos plug-in (PHEV); BYD lidera o ranking com três veículos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/04/10-carros-hibridos-mais-economicos-brasil-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/04/10-carros-hibridos-mais-economicos-brasil-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hQi7IUCiGZCaojg1Aowv_xFBol4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/r/N129MBRHiJmg1ryqfFUQ/byd-king-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    Com mais de 21 mil unidades vendidas em março deste ano, os carros híbridos (HEV e PHEV) nunca estiveram tão em alta no Brasil. O aumento da procura por este tipo de veículo revela o interesse cada vez maior do consumidor brasileiro no mercado eletrificado, principalmente em termos de eficiência e consumo. Pensando nisso, Autoesporte preparou uma lista dos híbridos mais econômicos à venda no Brasil em 2026. 
Antes, no entanto, vamos explicar o método utilizado. Consideramos o consumo energético, listado em MJ/km na lista do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, como principal critério para definir os modelos mais eficientes. Dessa forma, o desempate fica por conta do consumo com gasolina. Além disso, apenas a versão com a maior economia de cada veículo foi incluída no ranking.
Importante reforçar que, para elaborar essa lista, não consideramos os híbridos leves (MHEV) pelo baixo nível de eletrificação. Ou seja, foram classificados apenas veículos híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV), que têm recarga externa, tecnologia que acaba por equipar todos os 10 carros mais eficientes do país no segmento. Isso acontece porque motor elétrico e bateria são dimensionados para entregar maior autonomia elétrica, reduzindo a dependência de combustível líquido.
Também é preciso lembrar que, no caso dos plug-in, o Inmetro faz a medição do consumo de duas formas diferentes (e antagônicas). Primeiro, com a bateria cheia e usando apenas o modo elétrico. O resultado é apresentado em km/le, uma equivalência para o padrão que conhecemos. Com a bateria descarregada, o órgão refaz a medição usando apenas o motor a combustão. Por isso o número exibido é similar ao de um veículo sem eletrificação.
Os carros híbridos mais econômicos em 2026
10°) Leapmotor C10 REEV: 0,65 MJ/km  
Leapmotor C10 REEV foi lançado no fim de 2025 e é o único híbrido em série disponível no Brasil 
Autoesporte/Renato Durães
Preço: R$ 219.990 
Motor: 1.5 turbo a gasolina + elétrico + gerador de 215 cv de potência e 32,6 kgfm de torque 
Autonomia no modo elétrico: 111 km
Consumo energético: 0,65 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 12 km/l / 12 km/l
9°) GWM Haval H6 PHEV 19: 0,64 MJ/km 
Preço: R$ 249.000 
Motor: 1.5 turbo a gasolina + elétrico de 326 cv de potência e 54 kgfm de torque
Autonomia no modo elétrico: 73 km
Consumo energético: 0,64 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 13,5 km/l / 11,9 km/l
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8°) Lexus RX 450h+: 0,64 MJ/km 
Preço: R$ 609.990
Motor: 2.5 aspirado a gasolina + dois elétricos de 308 cv de potência (torque total não revelado)
Autonomia no modo elétrico: 54 km
Consumo energético: 0,64 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 14,1 km/l / 12,6 km/l
7°) Caoa Chery Tiggo 7 Pro Plug-in: 0,62 MJ/km 
Preço: R$ 219.990
Motor: 1.5 turbo a gasolina + dois elétricos de 317 cv de potência e 56,6 kgfm de torque
Autonomia no modo elétrico: 60 km
Consumo energético: 0,62 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 12,3 km/l / 11,9 km/l
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6°) Lexus NX 450h+: 0,61 MJ/km 
Preço: R$ 480.990 
Motor: 2.5 aspirado a gasolina + dois elétricos de 308 cv de potência (torque total não revelado)
Autonomia no modo elétrico: 56 km
Consumo energético: 0,61 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 14,5 km/l / 13,1 km/l
5°) Jaecoo 7: 0,60 MJ/km 
Versão: Luxury 	
Preço: R$ 234.990 
Motor: 1.5 turbo a gasolina + elétrico de 339 cv de potência e 52 kgfm 
Autonomia no modo elétrico: 79 km 
Consumo energético: 0,60 MJ/km 
Gasolina na cidade/estrada (km/): 15,1 km/l / 13,5 km/l 
4°) BYD Song Pro GL: 0,58 MJ/km  
BYD Song Pro aparece em terceiro no ranking, quase que empatado com o irmão Song Plus 
Cauê Lira/Autoesporte
Versão: GL
Preço: R$ 199.990 
Motor: 1.5 aspirado a gasolina + elétrico de 235 cv de potência (torque total não revelado)
Autonomia no modo elétrico: 49 km
Consumo energético: 0,56 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 14,7 km/l / 11 km/l
3°) BYD Song Plus GS: 0,58 MJ/km 
Versão: GS
Preço: R$ 249.990 
Motor: 1.5 aspirado a gasolina + elétrico de 235 cv de potência e 40,8 kgfm de torque
Autonomia no modo elétrico: 63 km
Consumo energético: 0,58 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 15 km/l / 11,2 km/l
2°) Geely EX5 EM-i: 0,55 MJ/km
Versão: Ultra 
Preço: R$ 234.990
Motor: 1.5 aspirado a gasolina + dois elétricos de 262 cv de potência e 38,7 kgfm de torque
Autonomia no modo elétrico: 112 km
Consumo energético: 0,55 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 14,8 km/l / 13,1 km/l
1°) BYD King GS: 0,49 MJ/km
Versão: GS
Preço: R$ 175.990 
Motor: 1.5 aspirado a gasolina + elétrico de 235 cv de potência (torque total não revelado)
Autonomia no modo elétrico: 78 km
Consumo energético: 0,50 MJ/km
Gasolina na cidade/estrada (km/l): 16,4 km/l / 12,9 km/l
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hQi7IUCiGZCaojg1Aowv_xFBol4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/r/N129MBRHiJmg1ryqfFUQ/byd-king-1-frente-diagonal.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD King </media:description>   <media:credit>Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:01:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan tem pane em sistema e clientes esperam meses por peças no Brasil</title>  <atom:subtitle>Falha trava entrega de peças e deixa carros parados desde 2025; clientes revoltados vão à justiça e até acionam sede no Japão</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/nissan-pane-sistema-clientes-esperam-meses-pecas-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/nissan-pane-sistema-clientes-esperam-meses-pecas-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Oa_Xny_8IpHpKiBabJb_Q2x5xp8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/j/jABlapR1yISlpJYvUZ3Q/nissan-carrooficina01.jpg" /><br /> ]]>    Na hora de vender seus carros no Brasil, um dos principais trunfos da Nissan é o serviço de pós-venda: da decoração de concessionárias às propagandas, a montadora japonesa ostenta índices elevados de satisfação dos clientes, como gancho a novos interessados. 
Nos últimos meses, entretanto, um problema técnico da marca tornou seu atendimento caótico. Isso porque há dezenas de relatos de proprietários que, por diferentes motivos, precisaram de peças de reposição para seus carros, mas estão há meses aguardando pelo serviço. 
Em comum, os donos relatam orientações confusas dos atendentes, prazos que não são cumpridos e veículos parados nas oficinas desde o final de 2025. Na falta de uma solução, as saídas adotadas vão desde processos na Justiça à perturbação do CEO no LinkedIn. 
Novo centro de peças da Nissan em Itatiaia (RJ)
Divulgação
Foi esta a medida tomada por Carlos Benvenutti. Cansado de esperar, o geólogo decidiu cobrar o presidente da Nissan do Brasil, Gonzalo Ibarzabal, direto no perfil do executivo na rede social — em atitude repetida por vários outros proprietários e até seus advogados. 
Labirinto de problemas 
Carlos relatou para Autoesporte que adquiriu um Nissan Sentra no ano passado. Em outubro, o sedã se envolveu em um acidente, tornando necessária a troca de peças da dianteira. Os procedimentos da seguradora foram cumpridos sem sustos e o prazo inicial, de 30 dias, se mostrou aceitável, ainda que maior do que o ideal. 
O problema é que a previsão não se cumpriu: no início de dezembro, alguns itens já haviam chegado, mas o farol, por exemplo, seguia pendente. Pouco tempo depois, a oficina entrou em recesso de final de ano, e os trabalhos só foram retomados em 9 de janeiro. 
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“Nesse dia, a oficina me deu uma estimativa de 10 dias para concluir o reparo. Perto da data estimada, entrei em contato e me disseram que tinham enviado um farol errado”, conta. 
Nissan Sentra de cliente está parado desde o final de 2025
Acervo Pessoal
Morador de Santos (SP), Carlos divide a guarda da filha, portadora de necessidades especiais, com a mãe dela, de São Paulo (SP). Por isso, tinha pressa para consertar o Sentra e dar fim ao improviso que fez para ver a menina: tomar Uber ou ônibus para a capital semanalmente. 
“No fim, eu mesmo localizei um farol correto, em uma concessionária de Florianópolis (SC). A seguradora fez a compra e, dez dias depois, a peça chegou”, relata. “A oficina retomou o serviço e deu o novo prazo para 20 de fevereiro”. 
No dia marcado, porém, mais um imprevisto: “logo depois que liguei para confirmar a entrega do carro, a concessionária me manda mensagem dizendo que o para-choque substituto também estava errado”.  
Mais uma vez, o proprietário precisou ajudar na busca pela peça correta, encontrada em uma loja paulistana da Mooca. O prazo de 15 dias úteis para o conserto do para-choque ainda vigorava na data da entrevista, mas Carlos relatava diferentes aborrecimentos com o atendimento da marca, em suas tentativas de atualizar o status do serviço. 
“Me sinto feita de palhaça” 
Novo centro de peças da Nissan em Itatiaia (RJ)
Divulgação
Dona de um Nissan Kicks, a psicóloga Maria Luiza Paiva vive a mesma situação: em outubro de 2025, seu SUV colidiu com um caminhão-cegonha. Na semana seguinte, a vistoria do seguro estava feita e o reparo estava autorizado para o dia 5 de novembro — o que não ocorreu. 
“Desde então, eu contacto o SAC da Nissan semanalmente”, relatou em março, enquanto ainda aguardava a chegada do pedido. “Eles disseram, em dezembro, que as peças haviam sido faturadas. Em janeiro, falaram que faltava apenas uma peça — a porta do motorista, maior de todas as danificadas. Em fevereiro, me informaram que justamente a porta havia sido enviada errada”. 
Maria Luiza diz ter sido informada, em 27 de fevereiro, que as peças finalmente chegaram à concessionária de Natal (RN): “No dia seguinte, fui lá conferir pessoalmente; mas as peças sequer tinham sido enviadas”, conta. 
Em meio a tantos rodeios, a proprietária se diz feita de “palhaça”, e prepara um processo judicial. “Enquanto isso, sigo aguardando a reposição das peças”, desabafa. 
A via judicial, constatou Autoesporte, é uma opção cada vez mais comum. À reportagem, um advogado brasileiro radicado nos Estados Unidos revelou que está movendo uma ação na Justiça em nome de diferentes clientes afetados pelo problema. Sob anonimato, o advogado relatou que a medida envolve até a sede global da Nissan, no Japão.  
Pane no sistema 
Além dos atrasos e confusões, os relatos dos proprietários têm uma ‘fofoca’ em comum: a falha no sistema interno da Nissan, que gerencia estoques e logística de peças de todo o Brasil. 
Segundo Carlos, Maria Luiza e Tais Silveira — funcionária pública de Osasco (SP) e dona de um Kicks que, desde o ano passado, aguarda pelas peças —, em diferentes momentos do atendimento tal falha foi justificada pelos funcionários aos clientes. 
Coincidentemente, o problema começou na mesma época em que a Nissan inaugurou seu novo Centro de Armazenamento e Distribuição de Peças, em Itatiaia (RJ), próximo à fábrica de Resende (RJ).  
A estrutura de 22 mil m² prometia “uma agilidade sem precedentes no atendimento às necessidades das concessionárias”, segundo Rodolfo Possuelo, diretor de Pós-Vendas da Nissan no continente. Isso viria graças a mais espaço, novas docas e uma planta otimizada. 
Fontes internas sugeriram que a mudança de galpão impactou, ainda que indiretamente, na ocorrência da falha no sistema. A reportagem não pôde confirmar a informação. 
A Nissan, entretanto, admitiu o problema em seu software à Autoesporte, assim como os transtornos causados aos proprietários. A marca afirmou que é um “período de transição”, com dedicação máxima para a solução mais breve possível. 
“Nos últimos meses, a Nissan está passando por um período de transição de um sistema operacional interno essencial para garantir ainda mais eficiência no seu atendimento no futuro. Essa implementação tem gerado, momentaneamente, impactos pontuais em nossa cadeia de peças de reposição”, disse a montadora em seu comunicado. 
“Nossos times estão trabalhando com a máxima prioridade para normalizar os prazos e minimizar os inconvenientes causados a alguns clientes. Reforçamos nosso compromisso com a transparência com nossos clientes e lamentamos qualquer imprevisto gerado para a realização de alguns serviços”, completou a nota. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Oa_Xny_8IpHpKiBabJb_Q2x5xp8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/j/jABlapR1yISlpJYvUZ3Q/nissan-carrooficina01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nissan Sentra de cliente está parado desde o final de 2025</media:description>   <media:credit>Acervo Pessoal</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Central multimídia do carro poderá exibir propagandas a partir de 2026?</title>  <atom:subtitle>Possibilidade de anúncios em centrais multimídia a partir de 2026 reacende discussão sobre direitos do consumidor, segurança viária e limites do uso comercial</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/central-multimidia-carro-exibir-propagandas-a-partir-de-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/central-multimidia-carro-exibir-propagandas-a-partir-de-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mWBpGCnktEcoD1LAde6atXIeakY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/5/5/Tq0t9sQYq9vlW3B41Low/byd-king-gs-2025-central-multimidia.jpg" /><br /> ]]>    Imagine entrar no carro, ligar a central multimídia e se deparar com um anúncio antes mesmo de iniciar o trajeto. A ideia, que parecia distante, ganha força com a evolução dos veículos conectados e já é tratada como tendência para os próximos anos. A chamada “monetização de telas” pode transformar a experiência a bordo e gerar questionamentos.
A indústria automotiva enxerga nas centrais multimídia uma nova fonte de receita, replicando modelos já consolidados em smartphones e smart TVs. No entanto, diferentemente desses dispositivos, o carro envolve segurança e mobilidade, o que amplia o impacto de qualquer mudança. É nesse ponto que entram as discussões legais e os direitos do consumidor.
Debate sobre a central multimídia voltou a ganhar força em 2026
Divulgação
Mais do que uma inovação tecnológica, a possível presença de publicidade dentro do veículo levanta dúvidas sobre alteração de produto, prática abusiva e até risco de distração ao volante. Especialistas ouvidos pela reportagem indicam que o tema está longe de ser simples e já encontra respaldo na legislação atual. 
Carro conectado vira plataforma e levanta alertas
Atualizações remotas (OTA) podem tornar possível a exibição de propagandas na central multimídia
André Schaun/Autoesporte
A digitalização dos veículos abriu caminho para novas funcionalidades, como atualizações remotas (OTA), integração com aplicativos e serviços sob demanda. Nesse cenário, o carro deixa de ser apenas meio de transporte e passa a funcionar como uma plataforma digital.
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A publicidade surge como um desdobramento natural desse ecossistema. Mas, segundo o advogado Bruno Boris, sócio do Bruno Boris Advogados, a forma de implementação é determinante para avaliar a legalidade.
“A exibição de propaganda na central multimídia de um carro já adquirido pode ser considerada uma alteração unilateral do produto, especialmente se for posterior à compra e sem opção de aceite ao consumidor”, afirma.
Alan Campos Thomaz, especialista em direito digital e sócio do Campos Thomaz Advogados, segue a mesma linha. 
“Quando o consumidor compra um veículo, a expectativa legítima é que funcionalidades essenciais não sejam alteradas de forma unilateral. A introdução de publicidade interfere diretamente na experiência de uso e pode afetar a função da central multimídia”, explica.
Código de Defesa do Consumidor entra no debate
A discussão passa diretamente pelo Código de Defesa do Consumidor, principalmente no que diz respeito à transparência e à oferta original do produto.
Para Boris, o problema não está necessariamente no conteúdo do anúncio, mas na imposição ao usuário. “Ao vender um veículo e sujeitar o consumidor a receber publicidades de terceiros, parece-me uma prática abusiva, conforme o artigo 39 do CDC, que veda a venda casada”, diz.
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Thomaz complementa que o foco jurídico tende a recair sobre a adequação do produto. “Se a central multimídia passa a exibir anúncios de forma intrusiva, isso pode caracterizar vício do produto ou descumprimento da oferta original, já que essa possibilidade não foi informada no momento da compra”, afirma.
Outro ponto sensível é o consentimento. Caso os anúncios sejam inseridos por atualizações remotas, o consumidor deveria ter controle sobre isso. “Inserir publicidade sem consentimento fragiliza a oferta original e, idealmente, exigiria aprovação do proprietário”, diz Thomaz.
Segurança: anúncios podem distrair o motorista
Dirigir exige atenção; propagandas podem distrair o motorista, temem especialistas
Getty
Além da questão jurídica, há um fator ainda mais crítico: a segurança no trânsito. O Código de Trânsito Brasileiro restringe o uso de telas que exibam conteúdo não relacionado à condução com o veículo em movimento.
“Até a forma pela qual a publicidade seja inserida pode causar desatenção ao motorista, elevando o risco de acidentes”, alerta Boris.
Thomaz reforça que existe diferença entre anúncios exibidos com o carro parado e em movimento. “Há regulamentação mais restritiva para telas durante a condução, justamente por risco de distração. Com o carro parado, há maior margem, mas ainda dentro dos limites do Código de Defesa do Consumidor”, explica.
Consumidor pode reagir e até recorrer à Justiça
Caso a prática cause incômodo ou prejuízo, o consumidor tem caminhos para contestar. O primeiro passo é procurar a concessionária ou a montadora.
“Se as publicidades indevidas não cessarem, o consumidor pode buscar o Procon ou o Judiciário para interromper a prática e até pleitear indenização, caso haja prejuízo comprovado”, orienta Boris.
Outro cenário possível envolve cobrança para remover anúncios. Nesse caso, o entendimento é mais direto. “Condicionar a retirada da publicidade a pagamento pode configurar venda casada”, afirma o advogado.
Tendência real, mas com limites claros
Indústria ainda discute alternativas para exibir propagandas na central multimídia
André Schaun/Autoesporte
A expectativa de adoção de publicidade em centrais multimídia a partir de 2026 mostra que o setor automotivo busca novas fontes de receita. Ainda assim, especialistas destacam que a legislação brasileira já possui instrumentos suficientes para lidar com o tema.
“O Código de Defesa do Consumidor é um código com conceitos abertos, que permitem adaptação a novas realidades, como já ocorreu com o comércio digital”, afirma Boris.
No fim, a discussão sobre propaganda na multimídia do carro vai além da tecnologia. Envolve equilíbrio entre inovação, segurança e direitos do consumidor. E deixa claro que, mesmo com a evolução dos veículos conectados, limites legais continuam sendo parte essencial da experiência ao volante.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mWBpGCnktEcoD1LAde6atXIeakY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/5/5/Tq0t9sQYq9vlW3B41Low/byd-king-gs-2025-central-multimidia.jpg" medium="image"/>   <media:description>Central multimídia do BYD King</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 18:13:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Donos de Fiat Argo e Cronos mudam posição da buzina para evitar furtos</title>  <atom:subtitle>Criminosos descobriram como impedir o acionamento do alarme para chamar menos atenção durante furtos; proprietários encontram solução por conta própria</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/donos-fiat-argo-cronos-mudam-posicao-buzina-evitar-furtos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/donos-fiat-argo-cronos-mudam-posicao-buzina-evitar-furtos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/c0Q7Rwkvo7TgHVygl19d5njaYs8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/r/B/YnqTUqSie7ng4JlOjAuw/fiat-argo-drive-1.3-at-2026-diagonal-dianteira-1-.jpg" /><br /> ]]>    Os modelos Fiat Argo e Cronos são visados por criminosos que furtam estepe e outros itens do interior do veículo, isso quando não levam o carro. O motivo da preferência? Eles descobriram que a buzina, responsável por disparar o alarme antifurto dos dois modelos, tem fácil acesso pela parte de baixo do cofre do motor. Com isso, cortam ou desconectam o cabo antes do crime. Uma solução "informal" surgiu nas oficinas paralelas para resolver tal fragilidade.
Relatos de proprietários que tiveram seus carros ou pertences furtados são frequentes nas redes sociais e no site Reclame Aqui. Sem o alarde do alarme antifurto, o crime só é notado instantes — ou até horas — depois de já ter ocorrido. A Stellantis está ciente dos atos de vandalismo e acompanha o caso.
“Fiz algumas pesquisas na internet para entender como desarmaram a buzina, e me surpreendi ao ver como é fácil desconectar/cortar o fio! Abri o capô do carro e reconectei o fio, que tem acesso extremamente fácil pela parte inferior do capô, o que facilitou o seu desarmamento”, relatou uma vítima no Reclame Aqui.
Os criminosos acessam o veículo por baixo do compartimento do motor, onde cortam o fio e desarmam a buzina. Neste caso, quando as portas ou o porta-malas são destravados, não há alerta sonoro. Apenas os piscas são disparados. Em poucos minutos, os bandidos podem levar tanto o estepe quanto pertences e o próprio veículo. 
Fiat Cronos também sofre com os furtos por causa da posição da buzina
Fiat/Divulgação
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Solução independente
Proprietários que tiveram a "sorte" de o cabo da buzina ter sido desconectado (e não cortado) só precisam plugá-lo novamente. No entanto, Autoesporte encontrou relatos de pessoas que buscaram uma solução "independente" para resolver a questão e evitar este problema de uma vez por todas.
Eis a alternativa: buscar um mecânico de confiança que possa reposicionar a buzina no cofre do motor. Desta forma, o acesso por baixo do veículo é dificultado, impedindo que o alarme antifurto seja desativado, o que pode desestimular a ação criminosa. 
Meliantes conseguem desativar buzina e alarme antifurto por baixo da dianteira do Fiat Argo e do Fiat Cronos
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
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A solução foi revelada por vários proprietários que tiveram seus estepes furtados nos grupos online. Segundo os relatos, o custo para reposicionar a buzina e colocar uma tampa na fechadura da porta do motorista é de menos de R$ 1 mil. 
O que diz a Fiat?
Consultada por Autoesporte, a Fiat informou que acompanha os relatos e diz não ter reposicionado a buzina dos modelos Argo e Cronos. Questionada sobre os relatos dos clientes que tiveram o estepe ou o carro furtado, a fabricante enviou a seguinte nota:
“A Stellantis ficou ciente recentemente sobre os relatos de vandalismo da buzina de seus modelos. Apesar de não ter registros de reclamações em seus sistemas, a empresa está atenta ao tema e informa que a rede de concessionários está disponível para suporte e orientação aos clientes que tiverem este tipo de inconveniente. Por fim, ressalta a importância de sempre procurar as autoridades de segurança pública para relatar o ocorrido.”
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/c0Q7Rwkvo7TgHVygl19d5njaYs8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/r/B/YnqTUqSie7ng4JlOjAuw/fiat-argo-drive-1.3-at-2026-diagonal-dianteira-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Argo tem sido alvo frequente dos ladrões de estepe</media:description>   <media:credit>Júlia Maria Toledo/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 12:17:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quais as regras para transportar pet no carro? Veja o que diz a lei</title>  <atom:subtitle>Levar cachorro ou gato solto no carro pode gerar infração grave e cinco pontos na CNH; veja valores de multa, o que a lei permite e as formas seguras de transportar pets</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/regras-transportar-pet-carro-lei.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/regras-transportar-pet-carro-lei.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dQVmp2jXffh7BUOIERUsK4Bk6XE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/o/1sZUPPTOW6TAdh1zrLIw/animal-cachorro-enjoado-viagem-site.jpg" /><br /> ]]>    O transporte de pet no carro deve seguir a lei e as normas de segurança. Situações comuns, como levar o animal no colo ou deixá-lo solto no banco, ainda são frequentes e podem resultar em multa, pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e riscos reais em caso de acidente. Por isso, Autoesporte explica o jeito correto de transportar o seu animal de estimação no veículo. 
As regras não aparecem em um capítulo específico do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas estão previstas em artigos que tratam da condução segura. Na prática, transportar pet no carro corretamente significa evitar interferência na direção e garantir que o animal não se torne um risco em frenagens ou colisões, seja pela segurança nos passageiros e do próprio pet. 
O que diz a lei sobre o transporte de pets no carro
Adaptador de cinto para pet (Foto: Divulgação/Chevrolet)
Auto Esporte
O transporte inadequado de animais pode ser enquadrado em diferentes infrações do CTB. A mais comum é dirigir com o pet à esquerda do motorista, ou seja, no banco do passageiro, ou entre braços e pernas. Nesse caso, no artigo 252, a infração é considerada média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH. Transportar o animal do lado de fora do veículo, como com a cabeça para fora da janela, se enquadra no artigo 235 como infração grave: R$ 195,23 e cinco pontos na CNH. 
Dependendo da situação, o agente de trânsito pode entender que há comprometimento da condução. Se o animal estiver solto e interferindo diretamente na direção, o motorista pode ser enquadrado por dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança, o que também gera multa.
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Os perigos de transportar o pet solto no carro
Cachorro com a cabeça para fora do carro é proibido pelo CTB
Divulgação
As orientações são reforçadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece diretrizes gerais de segurança no transporte. Embora não trate especificamente de pets, o princípio é claro. Nada pode comprometer o controle do veículo. Um dos principais problemas de levar o pet solto no carro é o efeito físico em caso de colisão. Em uma batida a 50 km/h, um cachorro de 10 kg pode ser projetado com força equivalente a mais de 200 kg.
Isso significa que o animal pode ferir gravemente os ocupantes, além de sofrer lesões severas. Mesmo em frenagens bruscas, o deslocamento dentro da cabine já é suficiente para causar acidentes secundários. Outro ponto crítico é a distração. Um animal que circula livremente pode pular no colo do motorista, interferir no volante ou bloquear a visão. São situações que aumentam significativamente o risco de colisão.
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Como transportar pet no carro do jeito certo
Existe peitoral específico para o transporte de pets no carro
Divulgação
O transporte adequado passa por soluções simples, mas eficazes. A mais segura para cães pequenos e gatos é a caixa de transporte, que deve ser posicionada no banco traseiro e presa com o cinto de segurança. Isso evita que o equipamento se mova em caso de impacto.
Para cães de médio porte, o cinto peitoral específico, afivelado ao cinto de segurança, é uma alternativa eficiente. Ele mantém o animal preso ao banco traseiro e limita a movimentação sem comprometer o conforto. Em carros de maior porte, quando há grade divisória no porta-malas, é indicada para cães maiores. Ela separa o compartimento de carga da cabine e impede que o animal avance sobre os passageiros em caso de frenagem. 
Independentemente da escolha, o banco traseiro é sempre o local mais seguro. O banco dianteiro deve ser evitado, especialmente por causa do airbag, que pode causar ferimentos graves no animal em caso de acionamento.
Caixa de transporte de animais pequenos
Foto: Getty Images
Viagens longas exigem atenção extra
Além da segurança estrutural, transportar pet no carro também envolve cuidados com bem-estar. Em viagens mais longas, é essencial fazer pausas regulares para hidratação e necessidades fisiológicas. A ventilação deve ser adequada, mas sem permitir que o animal coloque a cabeça para fora da janela. Essa prática, além de irregular, expõe o pet a detritos e risco de queda.
Outro alerta importante é nunca deixar o animal sozinho dentro do carro, mesmo por poucos minutos. A temperatura interna pode ultrapassar 50 °C rapidamente, levando à hipertermia e até à morte.
Investimento baixo e impacto direto na segurança
Os acessórios necessários para transportar pet no carro de forma segura não são caros e fazem diferença significativa na proteção dos ocupantes. Caixas de transporte, cintos específicos e grades divisórias têm ampla oferta no mercado e ajudam a evitar multas e situações de risco.
No fim, transportar pet no carro corretamente é uma combinação de responsabilidade legal e cuidado com a vida. Seguir as regras reduz riscos, evita penalidades e garante que o trajeto seja seguro para todos dentro do veículo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dQVmp2jXffh7BUOIERUsK4Bk6XE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/o/1sZUPPTOW6TAdh1zrLIw/animal-cachorro-enjoado-viagem-site.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pets não podem ser transportados com a cabeça para fora do carro</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:50:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Rodízio de carros em SP será suspenso no feriado de Páscoa?</title>  <atom:subtitle>Entenda as regras da restrição de circulação de carros na capital paulista durante o feriado da Paixão de Cristo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/rodizio-carros-sp-suspenso-sexta-feira-santa-pascoa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/04/rodizio-carros-sp-suspenso-sexta-feira-santa-pascoa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rizA69_3GujVGSFk0Mk4wi2G1lU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/I/Yd9FThRFmjPefAvgD7SA/transito-carros-brasil.jpg" /><br /> ]]>    O rodízio municipal de carros na cidade de São Paulo (SP) estará suspenso nesta sexta-feira (3). A decisão é da Prefeitura de São Paulo e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) por conta do feriado da Paixão de Cristo.
Desta forma, veículos com placas finais 9 e 0 – que normalmente estão proibidos de circular na capital paulista das 7h às 10h, e das 17 às 20h – estarão liberados para trafegar excepcionalmente nesta sexta-feira.
Carros com placas finais 9 e 0 poderão trafegar em qualquer horário em SP no dia 3 de abril de 2026
Autoesporte/Vitória Drehmer
O rodízio de veículos pesados (caminhões), Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC), Zona de Máxima Restrição aos Fretados (ZMRF) e faixas exclusivas de ônibus também estarão liberados.
A CET também informa que as ciclofaixas de lazer serão ativadas na sexta-feira (3) e no domingo (5). Já a Zona Azul (estacionamento rotativo pago) funcionará conforme a sinalização de cada local.
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Quais são as zonas de rodízio de carros em SP?
Mapa do rodízio municipal de veículos de São Paulo mostra onde os motoristas não podem circular 
Divulgação/CET 
Somente algumas regiões da capital paulista fazem parte do perímetro proibido. Essas áreas são conhecidas como minianel viário e englobam os seguintes locais:
Marginal do Rio Tietê, Marginal do Rio Pinheiros;
Avenida dos Bandeirantes;
Avenida Afonso D’Escragnole Taunay;
Complexo Viário Maria Maluf;
Avenida Presidente Tancredo Neves;
Avenida das Juntas Provisórias;
Viaduto Grande São Paulo;
Avenida Salim Farah Maluf;
Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Melo (entre viaduto Grande São Paulo e avenida Salim Farah Maluf).
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Como funciona o rodízio de carros em SP?
Rodízio municipal de carros é válido de segunda-feira à sexta-feira
Shutterstock
O Programa de Restrição ao Trânsito de Veículos Automotores no Município de São Paulo, também chamado de rodízio municipal, foi criado para reduzir a circulação de automóveis em determinadas regiões da cidade de São Paulo.
Desta forma, a restrição é válida de segunda a sexta-feira, de acordo com o final da placa dos veículos. Durante os finais de semana e feriados, todos os carros podem circular. Veja abaixo:
Finais de placa 1 e 2 - segunda-feira
Finais de placa 3 e 4 - terça-feira
Finais de placa 5 e 6 - quarta-feira
Finais de placa 7 e 8 - quinta-feira
Finais de placa 9 e 0 - sexta-feira
Qual o horário do rodízio de carros em SP?
O rodízio de veículos em na capital paulista funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h (manhã) e das 17h às 20h (tarde/noite). Em outros períodos do dia, todos os carros podem circular em todas as áreas da cidade.
Qual o valor da multa de rodízio?
O motorista que for flagrado rodando nas áreas de restrição durante o seu dia e horário de rodízio é enquadrado por infração média, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Desta forma, recebe multa de R$ 130,16, além de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rizA69_3GujVGSFk0Mk4wi2G1lU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/I/Yd9FThRFmjPefAvgD7SA/transito-carros-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:54:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gasolina ou etanol? Veja quando vale mais a pena usar cada combustível</title>  <atom:subtitle>Diferenças técnicas entre gasolina e etanol ajudam a entender quando cada combustível compensa mais no bolso, no desempenho do motor e até no impacto ambiental</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/03/gasolina-etanol-quando-vale-a-pena-usar-cada-combustivel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/03/gasolina-etanol-quando-vale-a-pena-usar-cada-combustivel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OYjDCUA8AE3pe1Q_mv0I1704TtE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/v/8/sZNAMqTRqk5BUW9NKHrg/engin-akyurt-4dor247shai-unsplash.jpg" /><br /> ]]>    A escolha entre gasolina ou etanol faz parte da rotina de milhões de motoristas brasileiros desde a popularização dos carros flex, mas a decisão vai muito além de simplesmente comparar os preços no posto. Embora a chamada regra dos 70% ainda seja amplamente usada como referência rápida, avanços na engenharia dos motores e diferenças no tipo de uso do veículo fazem com que essa conta nem sempre seja tão simples quanto parece.
Além do preço por litro, fatores como eficiência energética, características físico-químicas do combustível e até o tipo de trajeto percorrido diariamente podem influenciar diretamente no consumo, no desempenho do motor e até na preservação de componentes mecânicos. Em determinadas situações, o etanol pode oferecer mais potência e melhor desempenho, enquanto em outras a gasolina pode ser mais eficiente e até favorecer a durabilidade do motor.
Para entender quando cada combustível faz mais sentido, especialistas explicam as diferenças técnicas entre gasolina e etanol e como essas características influenciam o funcionamento dos motores a combustão presentes nos veículos flex.
Diferenças químicas explicam consumo maior do etanol
Saiba como calcular quando cada combustível faz sentido
Murilo Goes/Autoesporte
A principal diferença entre gasolina e etanol está relacionada à quantidade de energia disponível em cada litro de combustível, fator que influencia diretamente no consumo observado no dia a dia. A gasolina possui maior poder calorífico, o que significa que concentra mais energia em um mesmo volume e, portanto, precisa de menor quantidade para gerar o trabalho necessário para mover o veículo.
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Já o etanol apresenta uma característica química diferente: suas moléculas contêm oxigênio em sua composição, o que exige uma proporção distinta entre combustível e ar dentro da câmara de combustão para que a queima ocorra de forma eficiente.
Segundo o professor de engenharia mecânica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Filipe Buscariolo, essa diferença fica evidente na chamada relação estequiométrica, a proporção ideal entre ar e combustível para uma combustão completa. “O etanol possui moléculas de oxigênio em sua composição, o que exige uma mistura mais rica para que a queima ocorra de forma completa. Comparando o etanol com a gasolina, temos aproximadamente nove partes de ar para uma de etanol, contra cerca de 14 para um na gasolina.” 
Mitos e verdades sobre a gasolina aditivada: faz bem mesmo para o carro?
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Como os preços de gasolina, etanol e diesel são definidos no Brasil?
Na prática, isso significa que o sistema de injeção eletrônica precisa injetar um volume significativamente maior de etanol para produzir a mesma quantidade de energia gerada pela gasolina. Como consequência direta, o consumo medido em quilômetros por litro tende a ser cerca de 30% maior quando o veículo roda exclusivamente com etanol.
Por que o etanol pode gerar mais potência
Apesar de render menos quilômetros por litro, o etanol possui algumas características técnicas que podem favorecer o desempenho do motor em determinadas condições de uso. Uma das principais é sua octanagem mais elevada, que indica maior resistência à detonação prematura da mistura dentro da câmara de combustão.
Além disso, o etanol possui alto calor latente de vaporização, característica que faz com que ele absorva calor ao evaporar dentro do sistema de admissão. Esse efeito provoca um resfriamento da mistura ar- combustível antes da combustão, o que aumenta sua densidade e melhora a eficiência volumétrica do motor.
Abastecer com etanol deixa o carro flex mais "aceso" e melhora o desempenho
Renato Durães/Autoesporte
Segundo Buscariolo, essas propriedades permitem que a central eletrônica trabalhe com parâmetros mais agressivos de ignição sem risco de pré-detonação. “Devido à sua alta octanagem, o etanol permite que a central eletrônica avance o ponto de ignição e aumente a pressão do turbo sem risco de pré-ignição da mistura, extraindo o máximo de torque e potência que o projeto mecânico permite.” 
Na prática, isso significa que em motores modernos, especialmente os turbinados com injeção direta, o etanol pode oferecer respostas mais rápidas em acelerações, retomadas e situações de maior carga, como subidas ou ultrapassagens.
A regra dos 70% ainda funciona?
Durante muitos anos, a chamada regra dos 70% se consolidou como uma forma simples de decidir entre gasolina ou etanol no momento do abastecimento. A lógica é direta: como o etanol costuma render cerca de 30% menos quilômetros por litro, ele só compensaria financeiramente se custasse até 70% do preço da gasolina.
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Apesar de continuar sendo uma boa referência rápida, essa regra deixou de ser absoluta para todos os veículos disponíveis atualmente no mercado. “Com a evolução dos motores flex, especialmente os novos motores turbos com injeção direta, muitos veículos conseguem uma eficiência com etanol superior à dos antigos motores adaptados, fazendo com que o etanol valha a pena mesmo custando até cerca de 75% do valor da gasolina”, explica Buscariolo. Ou seja, embora a conta de 70% ainda funcione como ponto de partida, o projeto do motor e a tecnologia embarcada no veículo podem alterar esse equilíbrio.
Alternar combustíveis exige adaptação do sistema
Nos carros flex modernos, o sistema de gerenciamento eletrônico do motor é capaz de identificar automaticamente a proporção de gasolina e etanol presente no tanque por meio da leitura dos gases no escapamento realizada pela sonda lambda.
No entanto, essa adaptação não ocorre de forma instantânea após o abastecimento. Depois de abastecer com um combustível diferente do que vinha sendo utilizado, a central eletrônica precisa de algum tempo para recalibrar parâmetros como tempo de injeção, mistura ar-combustível e avanço da ignição.
Por isso, especialistas recomendam rodar alguns minutos após o abastecimento para permitir que o sistema reconheça corretamente o novo combustível. “Recomenda-se rodar entre cinco e dez quilômetros, ou cerca de dez minutos, após abastecer com um combustível diferente para garantir que a ECU reconheça a mudança e salve o novo mapa de funcionamento”, explica Buscariolo. 
Etanol também leva vantagem ambiental
Até carros híbridos já são compatíveis com etanol no mercado brasileiro
Divulgação/Toyota
Além das diferenças de consumo e desempenho, o etanol também apresenta vantagens importantes quando o tema é impacto ambiental, especialmente no contexto brasileiro.
Isso acontece porque a cana-de-açúcar utilizada na produção do combustível absorve grandes quantidades de dióxido de carbono da atmosfera durante seu crescimento por meio da fotossíntese. Dessa forma, parte do carbono liberado na queima do combustível já havia sido capturado anteriormente pela planta.
Esse processo cria um ciclo de carbono quase fechado, reduzindo significativamente o balanço líquido de emissões de gases de efeito estufa quando comparado à gasolina, que libera carbono armazenado no subsolo há milhões de anos. 
Como decidir na hora de abastecer
Na prática, decidir entre gasolina ou etanol envolve considerar mais do que apenas o preço exibido na bomba do posto. Avaliar a proporção entre os valores, o tipo de motor do veículo, o perfil de uso e até fatores ambientais pode ajudar a fazer uma escolha mais inteligente.
De forma geral, o etanol tende a compensar quando custa até cerca de 70% a 75% do valor da gasolina, especialmente em motores mais modernos e em trajetos mais longos. Já a gasolina pode ser mais vantajosa em deslocamentos muito curtos ou quando a diferença de preço entre os combustíveis é pequena.
Assim, entender as características técnicas de gasolina e etanol ajuda o motorista a transformar uma escolha aparentemente simples em uma decisão mais eficiente para o bolso, o desempenho do carro e o impacto ambiental.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OYjDCUA8AE3pe1Q_mv0I1704TtE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/v/8/sZNAMqTRqk5BUW9NKHrg/engin-akyurt-4dor247shai-unsplash.jpg" medium="image"/>   <media:description>Posto de gasolina</media:description>   <media:credit>Engin Aykurt/Reprodução</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:41:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Donos de BYD se tornam vítimas de brincadeira perigosa no trânsito</title>  <atom:subtitle>Motoristas "tiram fina" dos carros da marca de propósito para acionar o alerta de colisão traseira; além de arriscada, a prática é considerada infração e pode até suspender a CNH</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/03/donos-byd-vitimas-brincadeira-perigosa-transito.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/03/donos-byd-vitimas-brincadeira-perigosa-transito.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8CUcSi7E2PQnzw8NT5dBGHkGNpw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/1/gIMQdORle4LesTryTbeQ/bydsongplus-dianteiramovimento02.jpg" /><br /> ]]>    Vídeos no TikTok e no Instagram mostram que donos de carros da BYD se tornaram alvo de uma brincadeira arriscada no trânsito. Outros motoristas e até motociclistas estão efetuando manobras perigosas, sem nenhuma razão que não seja o próprio entretenimento, para ativar o alerta de colisão traseira dos veículos da marca chinesa, que faz as luzes de seta piscarem.
Para ativar o alarme de colisão, os condutores imprudentes tomam distância e depois aceleram em direção à traseira do BYD. Quando as luzes piscam, desviam ou freiam para evitar o choque entre os veículos. A brincadeira, postada como algo inocente no TikTok, é infração de trânsito e pode até suspender a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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Brincadeira arriscada viraliza nas redes
Este sistema de segurança, chamado de RCW (“Rear Collision Warning”), faz parte do pacote Adas de vários carros da BYD. A tecnologia serve justamente para avisar outros motoristas de que estão se aproximando demais e com muita velocidade. No entanto, o que surgiu como recurso de segurança virou alvo de “zoação” no Brasil.
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Motociclista desvia de carro da BYD após acionar alerta de colisão
Reprodução/TikTok
Um vídeo no TikTok mostra um casal rodando de carro pela cidade “atrás de BYDs para fazer bullying, acionando o sistema de alarme de colisão”. Em outra publicação, um motociclista classifica a prática de “tirar fina de BYD para acionar o pisca alerta” como um vício.
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Outra ação imprudente, exibida no gif que abre esta reportagem, mostra um carro acelerando bastante na direção de um Seal. Quando o alarme foi acionado, desviou em uma manobra arriscada que poderia causar um acidente. Caso o motorista do BYD se assustasse e desviasse para a mesma direção, a colisão seria iminente. 
Colocar outros motoristas em risco é infração
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina, no artigo 170, que o ato de colocar outros motoristas em risco é uma infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH, suspensão do direito de dirigir e retenção do veículo.
A regra, descrita na Lei nº 9.503/1997, informa que as seguintes infrações se enquadram na conduta de colocar outros motoristas, motociclistas, ciclistas e até pedestres em risco:
Aproximar-se excessivamente como forma de intimidação;
Acelerar em direção a pedestres ou outros veículos, freando no último momento;
Perseguir outros veículos;
Realizar manobras bruscas direcionadas a terceiros;
Utilizar o veículo como forma de ameaça
BYD Song Plus 2027, um dos SUVs mais vendidos da marca, tem o sistema de alerta de colisão traseira
Divulgação
Portanto, está claro na lei brasileira que o motorista que for flagrado lançando seu carro na direção de outro, o que inclui o acionamento do alerta de colisão traseira, pode até perder o direito de dirigir, além das consequências que incluem multa e retenção do veículo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8CUcSi7E2PQnzw8NT5dBGHkGNpw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/1/gIMQdORle4LesTryTbeQ/bydsongplus-dianteiramovimento02.jpg" medium="image"/>   <media:description>Donos de BYD são vítimas de artimanha arriscada</media:description>   <media:credit>Reprodução/TikTok</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mitos e verdades sobre a gasolina aditivada: faz bem mesmo para o carro?</title>  <atom:subtitle>Combustível aditivado recebe compostos de limpeza e proteção, mas especialistas explicam quando realmente faz diferença no funcionamento e na durabilidade do motor</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/03/gasolina-aditivada-faz-bem-carro-mitos-verdades.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/03/gasolina-aditivada-faz-bem-carro-mitos-verdades.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9a7-Z5v6L1-zoYUc5jXbKEaXbCM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/3/e/ajwtdoTHejtGcrM8WuBQ/posto-combustivel-bomba-gasolina-etanol.jpg" /><br /> ]]>    Na hora de abastecer, muitos motoristas se perguntam se vale a pena pagar mais caro por gasolina, etanol ou diesel aditivados. A promessa de manter o motor limpo e melhorar o funcionamento do carro ajudou a popularizar esse tipo de combustível, mas ainda existem dúvidas sobre seus benefícios reais.
Na prática, a gasolina aditivada utiliza a mesma base da gasolina comum, que atende às normas da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e pode ser usada normalmente na maioria dos veículos. A diferença está na adição de compostos químicos voltados à limpeza e à proteção do sistema de alimentação do motor.
Combustível aditivado tem compostos de limpeza para preservar componentes
Murilo Goes/Autoesporte
Segundo o professor Juliano Martins Barbosa, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a gasolina comum já atende às necessidades da maior parte da frota. “A gasolina comum possui índice antidetonante em torno de 87, suficiente para motores de menor compressão”, afirma o especialista. Assim, o papel do aditivo é garantir limpeza e maior eficiência do motor.
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O que muda na gasolina aditivada?
Embora tenha a mesma base da gasolina comum, a versão aditivada recebe um pacote de substâncias com funções específicas de limpeza e proteção do motor. Segundo a Ipiranga, a gasolina Ipimax inclui detergentes e dispersantes que ajudam a remover acúmulo de detritos em válvulas, bicos injetores e câmara de combustão, além de aditivos anticorrosivos e redutores de atrito que protegem o sistema e reduzem o desgaste interno do motor.
Abastecer com gasolina aditivada pode gerar economia de combustível superior a 4%
Murilo Goes/Autoesporte
De acordo com a empresa, essa combinação contribui para manter o sistema limpo, favorecer uma rodagem mais suave e gerar economia de combustível superior a 4%.
Para Barbosa, o principal benefício desses aditivos está na manutenção do sistema de injeção ao longo do tempo. “Os aditivos detergentes e dispersantes ajudam a remover depósitos e evitam a formação de novas incrustações no sistema de alimentação, preservando o funcionamento adequado do motor”, explica.
Gasolina aditivada aumenta a potência?
Esse é um dos mitos mais comuns sobre combustível aditivado. Na verdade, a gasolina aditivada não aumenta diretamente a potência do motor, pois possui praticamente o mesmo conteúdo energético da comum. O que pode ocorrer é a preservação do desempenho ao longo do tempo.
Com bicos injetores e válvulas limpos, a pulverização do combustível se torna mais eficiente, o que favorece uma combustão mais uniforme. “Quando o sistema de alimentação permanece limpo, o motor trabalha mais próximo das condições para as quais foi projetado”, afirma Barbosa.
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Vale a pena usar gasolina aditivada?
Sempre abasteça seu carro em postos de combustível de confiança
Murilo Goes/Autoesporte
Tanto a gasolina comum quanto a aditivada atendem às especificações da ANP e podem ser utilizadas com segurança na maioria dos carros. A principal diferença é que a aditivada atua de forma preventiva, ajudando a evitar o acúmulo de resíduos no sistema de alimentação.
Já a gasolina premium possui maior octanagem e é indicada para motores de maior compressão ou veículos que exigem combustível com maior resistência à detonação.
Assim, mais importante do que escolher o combustível mais caro é seguir as recomendações do fabricante e abastecer em postos confiáveis, garantindo a qualidade do combustível e a durabilidade do motor.
Combustível Consciente
Editora Globo
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9a7-Z5v6L1-zoYUc5jXbKEaXbCM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/3/e/ajwtdoTHejtGcrM8WuBQ/posto-combustivel-bomba-gasolina-etanol.jpg" medium="image"/>   <media:description>Posto de combustível</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:55:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Seguro de carro está 15% mais caro no Brasil em 2026; saiba por quê</title>  <atom:subtitle>Aumento médio no valor da apólice foi de 14% para homens e 16% para mulheres em fevereiro, segundo levantamento da Creditas Seguros</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seguros/noticia/2026/03/seguro-carro-mais-caro-brasil-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seguros/noticia/2026/03/seguro-carro-mais-caro-brasil-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/G4qJI5Kkq1_eTtONzSA-e6YjZTY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/N/g/m1lDgSSAAvj7dcBHbtjw/byd-dolphin-azul-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    A situação de donos de automóveis que planejam adquirir um seguro para seu veículo não está fácil. Além de estarmos em período de declaração do imposto de renda, processo que Autoesporte explica como fazer, o consumidor terá que lidar neste começo de ano com um grande aumento do preço do valor dos seguros automotivos. 
Um levantamento feito pela Creditas Seguros, plataforma de crédito com garantia, mostra que, entre janeiro e fevereiro de 2026, houve um aumento médio de 14% no custo do seguro de carro para o perfil masculino e 16% para o feminino. Esse percentuais significam, na prática, que o preço médio da apólce subiu de R$ 2.390,32 para R$ 2.741,67, no caso dos homens, e de R$ 2.908,42 para R$ 3.395,53 (+16%) apenas nos primeiros dois meses de 2026.
O estudo, aliás, comprova uma tendência trazida por nossa reportagem em janeiro deste ano: a de que o seguro automotivo para mulheres está mais caro do que para homens. Mas por que o valor subiu tanto de um mês para outro? Autoesporte te ajuda a entender.
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Seguro automotivo teve aumento de 15%
Foto: Thinkstock
Por que o preço subiu?
Para explicar as razões dessa alta tão abrupta nos preços dos seguros de carro, consultamos o especialista Michel Tanam, gerente da Creditas Seguros. Questionado sobre possíveis causas desta variação, o executivo incluiu a projeção do custo médio do reparo e a precificação atrelada ao dólar como motivos. 
Além disso, citou o aumento do número de acidentes e de roubos e furtos de veículo como causas adicionais: “Com o crescimento do número de acidentes, o volume de indenizações e reparos disparou. Algumas regiões têm registrado picos nos índices de roubo e furto, o que eleva o risco para as seguradoras e, consequentemente, o custo do prêmio.” informou o executivo. 
Por último, Michel coloca a situação econômica volátil do país, intensificada pela guerra no Irã, como outro fator: “Variações nas taxas de juros e no mercado financeiro podem impactar a rentabilidade desses investimentos, exigindo um prêmio maior para manter a solvência. Caso atinjam um patamar crítico, esses fatores somados causam a variação de preço”, complementou. 
Como solução para o consumidor, o gerente informa que é fundamental comparar as opções disponíveis no mercado para reduzir os impactos na hora de contratar ou renovar o seguro.  
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Qual carros estão com seguro mais caro em 2026?
Segundo levantamento feito pela Creditas Seguros, o BYD Dolphin Mini registrou as maiores altas no valor médio do seguro em 2026 para os dois gêneros. Para ter um seguro, o dono de um Dophin Mini em 2026 tem que desembolsar, em média R$ 3.974,27 ou R$ 5.834,30 para os perfis masculino e feminino, respectivamente.
O especialista da Creditas destacou que a razão destes valores pode ser atribuída a uma característica específica desse tipo de carro: “Este é um modelo de altíssimo volume de vendas que ainda não possui uma malha de oficinas credenciadas e peças de lataria tão vasta quanto a de um modelo nacional, como o Polo ou Onix”, explicoi Michel Tanam. 
O gerente cita ainda a complexidade de reparo como um fator importante: “Arrumar uma colisão do Dolphin Mini é consideravelmente mais complexo, já que o reparo de um elétrico exige inativação do sistema de alta tensão por técnicos especializados, sob risco de choque fatal ou incêndio químico", justificou. 
"São necessárias, também, oficinas com infraestrutura específica para manipulação de baterias e calibração de sistemas de software pós-colisão. Essa especialização da mão de obra é repassada para o custo da apólice”, seguiu.
Volkswagen Polo é o carro com valor médio do seguro mais em conta para o perfil masculino
André Paixão/Autoesporte
O estudo revelou também que o carro com valor médio mais em conta para o perfil masculino é o Volkswagen Polo Comfortline TSI, que atingiu R$ 2.231,06 de cotação média em fevereiro de 2026. Já para o público feminino, o seguro mais barato foi o do Hyundai HB20 Sense Plus, que registrou um custo de R$ 2.591,65.
É importante ressaltar que os preços podem variar de acordo com a região onde a pessoa reside, idade, estado civil, se possui dependentes ou não com acesso ao veículo e detalhes como se há ou não uma garagem privativa para deixá-lo estacionado. 
Perfil masculino x feminino: Por que a diferença de valores?
Você já deve ter percebido que estes valores não variam apenas de acordo com cidade e modelo do veículo. Há também uma diferença (considerável) entre pessoas dos gêneros masculino e feminino. Anteriormente, em fevereiro, Autoesporte explicou o porquê da diferença de preço entre os gêneros.
Neste caso, Michel afirma que os valores encontrados representam um perfil específico, de mulheres e homens casados com cerca de 35 anos, e que, portanto, não refletem a situação para todas as condutoras do gênero feminino. De acordo com o gerente da Creditas Seguros, a expectativa é que, com a crescente maturidade do produto e a expansão da rede de assistência, esses picos de valor desapareçam e a precificação se torne muito mais homogênea e competitiva.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/G4qJI5Kkq1_eTtONzSA-e6YjZTY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/N/g/m1lDgSSAAvj7dcBHbtjw/byd-dolphin-azul-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin Mini 2026 registrou as maiores altas nos valores do seguro</media:description>   <media:credit>Lucas Cardoso/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:00:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tirar CNH no Brasil está bem mais caro para quem precisa aprender a dirigir</title>  <atom:subtitle>Com novas regras da CNH do Brasil, candidatos que fazem só duas aulas práticas pagam 54% a menos do que antes, mas quem agendar as mesmas 20 aulas de antes pagará 57% a mais</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/cnh-brasil-custo-aula-autoescolas-mais-caro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/cnh-brasil-custo-aula-autoescolas-mais-caro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XMvr1Xf5x3LJwGnef5NorYhKAwQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/T/54ldWcQIGQJXdAg0CyDQ/autoescola-brasil.jpg" /><br /> ]]>    O processo para ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) mudou há pouco tempo no Brasil com a promessa de reduzir os custos para os futuros motoristas. Inclusive, os condutores nem são mais obrigados a frequentar uma autoescola e os pedidos pelo documento quadruplicaram. Mas, na prática, será que os preços realmente estão mais baixos?
Entenda as mudanças para tirar a CNH
A agora chamada CNH do Brasil faz com que a abertura do processo para tirar a habilitação nas categorias A (motocicletas) e B (veículos de passeio) possa ser feita diretamente pelo site do Ministério dos Transportes ou pelo aplicativo.
Além disso, todo o conteúdo teórico está disponível também sem custo adicional. No entanto, antes da nova regra, os futuros motoristas eram obrigados a frequentar um Centro de Formação de Condutores (CFC), a popular autoescola, para receber aulas teóricas. Consequentemente, precisavam pagar por isso. De qualquer forma, as autoescolas continuam oferecendo o serviço.
Prova teórica continua sendo obrigatória, mas curso agora é gratuito
Paulo Maciel/Detran PE
Outra diferença importante é que não há mais carga horária mínima obrigatória de 20 horas-aula práticas. Para realizar o exame, é necessário fazer apenas duas aulas, totalizando 2 horas mínimas de prática. Caso se sinta confortável para passar pela prova depois disso, o candidato tem o direito. Para fazer as aulas, é possível contratar um instrutor autônomo credenciado pelos Detrans estaduais ou ir até uma autoescola.
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Novos valores nas autoescolas
Autoesporte consultou cinco autoescolas de diferentes regiões de São Paulo para saber quais são os preços das aulas atualmente. Desta forma, descobrimos que o custo das duas horas obrigatórias está em R$ 460, em média. O valor inclui o aprendizado com o instrutor e o aluguel do carro manual, com pagamento à vista.
Apenas duas aulas práticas são obrigatórias antes de realizar o exame prático
Getty Images
Considerando que, anteriormente, o valor era de aproximadamente R$ 1.400 para realizar o curso teórico mais as 20 aulas práticas obrigatórias, o custo para tirar a CNH está realmente muito mais baixo. A queda percentual só nesse processo é de cerca de 67%.
Por outro lado, o custo por aula em autoescola está muito maior. Se antes das novas regras podíamos considerar um valor de R$ 60 por hora, hoje o preço unitário passa a ser de R$ 230. Ou seja, aumento de impressionantes 283%.
"Facilitou para quem já sabe dirigir. Essas pessoas agora conseguem ter uma habilitação com apenas duas aulas. Infelizmente, para quem ainda precisa aprender, ficou mais caro. Agora cada um paga pela quantidade de aulas que deseja ter", explica uma funcionária da Autoescola R5, localizada no bairro Itaim Bibi, na capital paulista.
Portanto, se o candidato deseja realizar mais aulas do que o obrigatório, terá que pagar bem mais caro hoje do que em relação às tabelas de um ano atrás. A média de custo para fazer seis aulas, por exemplo, está em R$ 890. Para ter dez aulas práticas, o custo passou para cerca de R$ 1.250, quase os R$ 1.400 cobrados antes pelo dobro de aulas. Por fim, para ter as mesmas 20 horsa de prática de antigamente, o preço encontrado chega a R$ 2.200.
Valor de aulas práticas na autoescola em SP
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Outros custos para tirar a CNH
Importante lembrar que as aulas práticas não são o único custo para tirar a habilitação. Afinal, os candidatos ainda precisam pagar pelos exames médico e psicotécnico, além das taxas das provas teórica e prática. Por fim, há também a taxa de emissão da CNH.
Só que, junto da não obrigatoriedade das autoescolas, os exames exigidos para obtenção e renovação do documento passaram a ter um teto de R$ 180, de forma nacional. Vale lembrar que, antes da alteração, os valores cobrados variavam de acordo com cada região do país. Isso resultava em uma grande disparidade de preços, que variavam entre R$ 200 e R$ 550.
Exames médicos para tirar CNH agora custam R$ 180 em todo o Brasil
Divulgação
Já as taxas dos exames práticos e teóricos ainda variam de acordo com o estado. Em São Paulo, por exemplo, o preço atual é de R$ 52,83 para cada um deles. O custo da emissão da CNH também depende da localidade, mas é de R$ 137,79 na Unidade Federativa paulista.
Exame médico e psicotécnico - R$ 180 (R$ 90 cada)
Taxa de exame teórico - R$ 52,83
Taxa de exame prático - R$ 52,83
Taxa de emissão da CNH - R$ 137,79
A partir de 1º de julho de 2026, o exame toxicológico também vai passar a ser obrigatório para tirar a primeira CNH nas categorias A e B. No entanto, o valor ainda não foi definido. O esperado é que fique entre R$ 90 e R$ 250.
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Quanto custa tirar a CNH em 2026?
Desta forma, considerando todos os custos, é possível dizer que o valor para tirar a habilitação em São Paulo está 54,3% mais baixo com a CNH do Brasil. Hoje, os futuros motoristas precisam pagar, em média, R$ 884, considerado apenas as duas aulas práticas obrigatórias. Há aproximadamente um ano, o preço total ficava perto dos R$ 1.935.
Compare os valores para ter CNH
Por outro lado, quem precisa de mais aulas para passar na prova terá que pagar bem mais. Se um candidato quiser fazer as 20 aulas que eram propostas antigamente, o custo total da CNH sobe para elevados R$ 2.600.
Quando a CNH do Brasil foi lançada, a expectativa do governo era de redução de 80% nos custos para ter a habilitação. No entanto, em alguns estados brasileiros, a média ultrapassava os R$ 3 mil em todo o processo.
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Segundo dados divulgados Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo, cerca de 3,5 milhões de motociclistas serão beneficiados com o projeto. Com ele, os profissionais poderão ter uma economia de cerca de R$ 390.
CNH digital será gratuita para motociclistas profissionais em SP
Jady Peroni/Autoesporte
Importante lembrar que valor total das documentações é de R$ 480 para tirar a habilitação atualmente. Com curso e prova gratuitos, além da emissão da CNH digital sem custo, a economia é grande. Afinal, o exame de avaliação psicológica será o único gasto que os motociclistas terão que arcar. Este possui um valor de R$ 90.
Eduardo Aggio, presidente do Detran-SP, comemorou a aprovação da medida: “Estamos tirando o peso do custo de quem trabalha e colocando o Estado como facilitador. É mais acesso, mais dignidade e mais segurança para quem move São Paulo todos os dias”.
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Como funciona o curso de motociclista?
Curso é obrigatório para quem trabalha com o transporte de pequenas cargas
Divulgação
A exigência de curso especializado e aprovação em exame teórico para motofretistas e mototaxistas que querem trabalhar com o transporte de pequenas cargas já está prevista em lei federal, no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e em normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Desta forma, a proposta do Mão na Roda é dar a possibilidade para que motociclistas profissionais do estado cumpram a exigência federal sem custo. O curso será ofertado gratuitamente pela Escola Pública de Trânsito (EPT) e atenderá todo o território paulista. Mais informações serão divulgadas em breve.
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Até o momento, São Paulo é o único estado do país a oferecer todos esses recursos gratuitos e de forma intregrada aos trabalhadores.
O presidente confirmou ainda que mais iniciativas irão ser feitas: “Teremos diversas ações educativas e de conscientização para garantir que o foco esteja sempre na melhoria da segurança de todos, e não na punição de quem usa o seu veículo para tirar o sustento”, garantiu Aggio.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DmE4GTTnnUMPxqyqIaCQA-xRCqk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/G/9/7Fiik2Rvq10GZOAGN9FA/autoescola-categoria-moto.jpg" medium="image"/>   <media:description>Autoescola de moto</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:15:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Jeep Renegade Hybrid é mais econômico? Veja diferença de consumo</title>  <atom:subtitle>Sistema híbrido leve é novidade na linha 2027 do SUV compacto, mas será que o motorista, de fato, economizará combustível? Autoesporte fez as contas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/novo-jeep-renegade-2027-hibrido-consumo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/novo-jeep-renegade-2027-hibrido-consumo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OER0QoLBwH8I61yegW74s6HITl0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/t/0/4IAtR2Sreqo8Wx5APuew/jeep-renegade-sahara-2027-frontal.jpg" /><br /> ]]>    Duas novidades marcam o lançamento do novo Jeep Renegade 2027. A primeira é a renovação completa da cabine, que adota o mesmo estilo de Compass e Commander, incorporando um aspecto mais moderno. A segunda, e talvez mais importante, é a adoção do novo sistema híbrido leve de 48V, o mais robusto entre os carros nacionais da Stellantis.
Mas como este novo conjunto híbrido do Jeep Renegade 2027 funciona? O consumo de combustível, um dos tópicos mais criticados neste SUV, está melhor? Quanto se economiza ao adquirir a versão híbrida em comparação com o modelo somente a combustão? Autoesporte fez as contas e desvendou as principais dúvidas sobre o SUV renovado. Confira abaixo:
O motor turbo do Jeep Renegade 2027
Motor 1.3 turbo do Jeep Renegade segue a receita de sempre
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Independentemente da versão, o motor é sempre o T270 1.3 turbo flex de quatro cilindros e 16V com injeção direta, que desenvolve 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, atrelado ao câmbio automático de seis marchas nas versões 4x2 e de nove marchas com tração 4x4.
No entanto, seguindo a estratégia adotada na dupla Pulse e Fastback, da Fiat, e também nos modelos 208 e 2008, da Peugeot, a Stellantis oferecerá um catálogo com opções híbridas apenas para algumas versões. As escolhidas foram as intermediárias Longitude (R$ 158.690) e Sahara (R$ 175.990), onde há uma pequena máquina elétrica complementar atrelada ao motor a combustão. Já as configurações Altitude (R$ 129.990) e Willys (R$ 189.490) seguem com motor turbo flex sem sistema híbrido.
O novo conjunto híbrido leve do Jeep Renegade 2027
MHEV: é assim que você identificará se o Jeep Renegade é híbrido ou não
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As versões Longitude e Sahara receberam o emblema “MHEV” na tampa do porta-malas. A sigla em inglês significa “Mild Hybrid Electric Vehicle” e serve para classificar o nível de hibridização mais rudimentar de um carro, o popular híbrido leve. É uma evolução da plataforma Bio Hybrid que, no futuro, promete ter um modelo híbrido pleno nacional.
Diferentemente de Pulse, Fastback e os Peugeot, o sistema híbrido leve da Jeep é de 48 Volts, e não de 12 Volts. Por isso, o motor elétrico é mais robusto, com 16 cv de potência e 6,6 kgfm de torque.  Entretanto, o conjunto passou por simplificações em relação ao mesmo sistema europeu, que traz câmbio automatizado de dupla embreagem e possibilidade de tracionar o veículo em modo elétrico.
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Assim, a economia de combustível nos dados oficiais do Inmetro é de apenas 7%, mas os ganhos em redução de emissões, que surgem como regra do Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), são de 8%.
Assim como no conjunto T200 Hybrid do Pulse, o sistema T270 MHEV do Renegade funciona como “superalternador”. O motor elétrico está ligado ao virabrequim por correia, e sua ativação ocorre quando o propulsor 1.3 turbo começa a girar. É o sistema chamado de BSG (gerador por correia, na sigla em inglês), que substitui o próprio alternador e o motor de arranque por cremalheira. Há uma pequena bateria de lítio, de 0,9 kWh e 48 Volts de tensão, para auxiliar neste apoio elétrico.
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Sistema híbrido do Jeep Renegade nacional é tecnicamente inferior na comparação com o europeu
Divulgação
O conjunto híbrido opera a partida e o sistema start-stop do motor 1.3 turbo, etapas em que a emissão de poluentes é mais proeminente. Há também o acréscimo de 6,6 kgfm de torque em situações pontuais que reduzem o “turbo lag” — o atraso na entrega de potência e torque do motor a combustão. Sendo assim, além de estar ligeiramente mais econômico e esperto, o Renegade também ficou mais suave ao despertar.
Vale ressaltar que, diferentemente do moderno sistema híbrido leve europeu desenvolvido pela Jeep, o Renegade nacional não pode rodar em modo 100% elétrico. Como dissemos, no velho continente, este sistema está ligado a um câmbio e-DCT, em que o motor elétrico vai instalado diretamente na caixa automatizada.
No sistema europeu, a dupla embreagem permite acoplar tanto o motor a combustão quanto só o elétrico ou os dois combinados, permitindo que os veículos equipados com este sistema — como o novo Compass — rodem apenas com eletricidade em baixas velocidades e tenham uma potência combinada maior. Isso não é possível no Renegade MHEV brasileiro, no qual a máquina elétrica está instalada no motor a combustão. Trata-se de um conjunto mais simples.
Consumo do Jeep Renegade 2027
Veja os resultados de consumo de cada versão do Jeep Renegade. Neste comparativo, desconsideramos o 4x4
Divulgação
Na linha 2027, com a motorização T270 híbrida leve, o Inmetro declara que o Renegade faz 11,9 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, o resultado é de 8,3 km/l em trajeto urbano e 8,6 km/l em circuito rodoviário. 
Já o Renegade flex sem conjunto elétrico faz 10,9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com gasolina, além de 7,6 km/l em trajeto urbano e 8,6 km/l em circuito rodoviário com o derivado de cana-de-açúcar. Por se tratar de uma versão de nicho, sem grande representatividade no ranking de vendas, não vamos considerar o modelo 4x4 neste comparativo.
Metodologia
Para deduzir quanto se economiza ao adquirir o Renegade híbrido em comparação com o flex, Autoesporte utilizou a seguinte metodologia: consideramos um motorista que dirige 15 mil km por ano, sendo 70% do trajeto na cidade (10.500 km) e 30% na estrada (4.500 km). Assim, o experimento se enquadra na média nacional de circulação anual.
Em seguida, compilamos os dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do consumo de combustível das versões com e sem eletrificação. Veja abaixo:
Jeep Renegade - Consumo de combustível
Para identificar o custo anual com combustível, os carros foram submetidos aos parâmetros dos 15.000 km. Aqui, utilizamos os dados mais recentes da Associação Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que apontam o preço médio de R$ 6,65 para o litro da gasolina e R$ 4,70 para o etanol no Brasil. Sobrepondo os valores, chegamos aos seguintes resultados:
Gasto anual do Renegade (gasolina)
Gasto anual do Renegade (etanol)
Conclusão
A conta comprova que o motorista que adquirir o Renegade híbrido terá, em comparação com o modelo sem eletrificação, uma economia anual de R$ 494 ao abastecer com gasolina e de R$ 547 ao abastecer com etanol. Portanto, a versão híbrida cumpre o que propõe ao proporcionar uma condução mais econômica, especialmente na cidade, onde a diferença é mais sentida. 
Por outro lado, o novo sistema híbrido leve passa longe de promover uma revolução em consumo e até tirar do Renegade a fama de SUV "beberrão". Na estrada, a diferença é nula. A boa notícia é que o novo Renegade MHEV tem isenção do Imposto Sobre Propriedade Veicular (IPVA) em diversos estados brasileiros e está fora do rodízio de veículos no município de São Paulo (SP). 
Evidentemente, há um salto considerável de R$ 16 mil entre as versões, além de muitos equipamentos extras que o Renegade Longitude oferece na comparação com o Altitude. O jeito é colocar as contas na ponta do lápis para entender o quanto vale a pena pagar pela nova tecnologia.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OER0QoLBwH8I61yegW74s6HITl0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/t/0/4IAtR2Sreqo8Wx5APuew/jeep-renegade-sahara-2027-frontal.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Renegade Sahara 2027 - Frontal</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:00:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Municípios do RS decretam estado de emergência por falta de combustível</title>  <atom:subtitle>Dois municípios declararam situação de emergência e outros 140 enfrentam dificuldades</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/municipios-rs-decretam-estado-emergencia-falta-diesel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/municipios-rs-decretam-estado-emergencia-falta-diesel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/YtXQP8ta63LWYan7gxbFYt0cLVY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/6/A/dNKxqpTS6bCwhm2Bg05g/posto-combustivel-bomba-etanol.jpg" /><br /> ]]>    Um levantamento preliminar aponta que 142 municípios do Rio Grande do Sul estão enfrentando altas abusivas no preço do diesel e já passam por dificuldades no abastecimento de veículos. Dessa forma, as prefeituras estão priorizando serviços essenciais, como o de saúde, enquanto as obras estão sendo suspensas pela falta do combustível.
O estudo foi realizado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e divulgado pela Agência Brasil. Adriane Perin de Oliveira, presidente da Famurs, disse que existe o risco de falta combustível para o transporte de pacientes para outras cidades e para o transporte escolar.
Falta do diesel afeta o Rio Grande do Sul
Murilo Goes/Autoesporte
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No município de Formigueiro, região central do estado, foi declarada situação de emergência desde o dia 17 de março por causa da crise de abastecimento e o aumento expressivo nos preços dos combustíveis. Segundo a administração da cidade, o movimento foi necessário porque a situação já afeta diretamente o escoamento da safra agrícola, manutenção das estradas e serviços essenciais como saúde e segurança.
Já o município de Tupanciretã, também na região central do Rio Grande do Sul, decretou situação de emergência administrativa no abastecimento de combustível no dia 19 de março: “A medida estabelece ações excepcionais com o objetivo de garantir a continuidade dos serviços públicos essenciais, assegurando o funcionamento das atividades prioritárias mesmo diante das dificuldades no fornecimento”, afirmou a administração da cidade no decreto.
ANP diz que diesel deve chegar em todo o Rio Grande do Sul ao longo da semana
Divulgação/ANP
Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), as entregas de diesel estão avançando após as medidas tomadas no país: “No momento, o cenário é o de que não há falta de produtos, mas questões logísticas em algumas regiões, nas quais a ANP está trabalhando junto ao mercado”, afirma. 
A ANP ainda destaca que a grande Porto Alegre já está sendo atendida e que a chegada do combustível ao interior do estado deverá acontecer ao longo da semana.
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Conflito global puxou aumento nos preços
O aumento abusivo de preço dos combustíveis foi notado no Brasil após o início do conflito que envolve Israel, Estados Unidos e Irã, no final de fevereiro. Formações de cartéis de postos também foram registradas no Brasil, situação que tem sido denunciada pelos consumidores e fiscalizada pelos Procons de cada cidade
O movimento ilegal acontece nas bombas de gasolina e diesel, que podem ter o seu preço afetado pela variação para cima no preço do barril de petróleo. Porém, antes mesmo disso acontecer, os postos começaram a subir o preço para o cliente final.
Os Procons de cada estado já visitaram 1.180 postos de combustível, instalados em 179 municípios, de 25 estados. Porém, o Brasil conta com cerca de 41 mil postos.
Gasolina está cara? Veja 5 dicas para dirigir de forma mais econômica
Governo estuda gasolina com 35% de etanol e diesel com 25% de biodiesel
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Sendo assim, o motorista brasileiro já prepara o bolso para gastar mais ao abastecer nas próximas semanas. Embora o preço médio da gasolina seja de R$ 6,65 no país, de acordo com indicadores da Petrobras, cidades como Salvador (BA) registram valores de até R$ 7,99 o litro a partir da segunda-feira (23). Em outras regiões do país a tendência de alta também se confirmou — e até o etanol, derivado da cana-de-açúcar que não tem seu preço atrelado a indicadores internacionais, registra variação.
Neste momento de tensão internacional, além de se planejar financeiramente para gastar mais, o motorista pode seguir algumas práticas para conduzir de forma mais eficiente. São fatores relacionados ao próprio comportamento ao volante (que incluem vícios e exigem um processo de reeducação) e até a disciplina na manutenção do veículo. Autoesporte consultou especialistas que deram dicas sobre como economizar combustível. Confira abaixo:
1 - Evite acelerações e frenagens bruscas
O modo de condução tem grande influência no consumo de combustível do seu veículo. De acordo com André Mendes, professor de Engenharia Mecânica do Centro Universitário FEI,  acelerações bruscas, frenagens fortes e trocas de marcha constantes podem ser fatores impactantes quanto ao consumo de gasolina. 
"Se você acelera muito, acaba 'esticando a marcha' — ou seja, o giro do motor sobe e o consumo aumenta. A frenagem é um bom indicador: se você freia muito, logo vai precisar acelerar de novo, e esse 'vai e vem' também gera maior consumo", aconselha Mendes.
Consumo urbano é mais elevado devido à dinâmica do trânsito
Autoesporte/Vitória Drehmer
Vale destacar que há uma diferença entre dirigir na cidade e na estrada. No ambiente urbano, o trânsito intenso, os semáforos e os limites de velocidade mais baixos resultam em um padrão de “para e anda”, que aumenta o consumo de combustível. Nas rodovias, no entanto, a condução tende a ser mais contínua e suave, favorecendo a eficiência e reduzindo o gasto.
Dessa forma, o ideal é, além de realizar as trocar as marchas no tempo certo, antecipar o trânsito. Em outras palavras, evite movimentos bruscos ou reações de última hora. Em situações como um engarrafamento próximo a um semáforo, por exemplo, ao perceber o sinal vermelho mesmo com uma fila de carros à frente, procure reduzir a velocidade gradualmente em vez de mantê-la constante e frear de forma repentina.
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2 - Respeite a aerodinâmica do seu carro
O que é aerodinâmica? Trata-se de como o ar se move ao redor do veículo para melhorar o desempenho. Isto é, quanto mais o carro enfrenta resistência do ar, mais força o motor precisa fazer. 
Em velocidades baixas, prefira circular com as janelas abertas e o ar-condicionado desligado
Getty Images
Dessa forma, existem alguns fatores que prejudicam esta força de atrito exercida pelo veículo. Entre eles estão: adornos na antena de teto e acessórios sem uso, como rack e bagageiros. No entanto, dois outros agentes também merecem atenção: janelas e ar-condicionado. O professor explica:
"O vidro fechado torna o carro mais aerodinâmico. Quando você anda, o carro precisa mover o ar, e se a janela está aberta, esse fluxo fica mais difícil, o que aumenta a resistência e o consumo. Porém, o ar-condicionado também consome combustível, porque precisa de energia para funcionar. Então, em baixa velocidade, andar com as janelas abertas pode ser mais econômico. Mas em rodovia, com velocidades altas, o efeito aerodinâmico pesa mais, e é melhor andar com as janelas fechadas, mesmo com o ar ligado".
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Em resumo, em velocidades baixas, prefira circular com as janelas abertas e o ar-condicionado desligado. Já em velocidades altas, mantenha as janelas fechadas e use o ar-condicionado para garantir melhor economia de combustível.
3 - Manutenção e revisões do veículo devem estar em dia
Manutenções regulares também são essenciais. Segundo o mecânico Johnny Oliveira (@johnnyolive), trocar o óleo fora do prazo, por exemplo, afeta no consumo do carro, pois, com o aumento do atrito e mudança da viscosidade, as peças se movimentam com maior dificuldade:
"O óleo velho perde a lubrificação e o motor trabalha forçado. Isso resulta em mais atrito, mais calor e mais consumo. Além de aumentar o risco de desgaste nas peças", diz.
Manutenções do carro devem estar em dia 
Getty Images
Segundo o profissional, o motorista também deve atentar-se à calibragem dos pneus:
"Pneus murchos aumentam o atrito com o solo, e o motor precisa trabalhar mais pra mover o carro. Só isso já pode elevar o consumo em até 10%. Além disso, é fundamental utilizar aditivos de limpeza do sistema de injeção eletrônica. Como dono de oficina, recomendo aplicar esse aditivo a cada seis meses ou a cada 10 mil quilômetros. Ele ajuda a manter o sistema limpo, melhora o desempenho do motor e contribui para a longevidade do veículo", analisa.
4 - Não carregue peso desnecessário dentro do carro
Carregar objetos desnecessários no carro pode parecer inofensivo, mas afeta diretamente o consumo de combustível. Quanto maior o peso total do veículo, mais esforço o motor precisa fazer para colocá-lo em movimento e manter a velocidade, o que aumenta o gasto energético.
Evite carregar itens desnecessários no carro
Divulgação
Além disso, o excesso de carga sobrecarrega suspensão, freios e pneus, elevando o atrito com o solo e reduzindo a eficiência do conjunto. Em veículos automáticos, o impacto é ainda maior, já que o câmbio tende a trabalhar em rotações mais altas para compensar o esforço.
De acordo com especialistas, a cada 50 kg extras, o consumo pode subir de 1% a 2%. Por isso, vale a pena revisar o porta-malas e deixar de lado tudo o que não for essencial para o dia a dia.
5 - Encher o tanque "até a boca" não aumenta a autonomia do veículo
Muitos têm o costume de aproveitar preços atrativos em postos de combustível para encher o tanque do carro até o limite. No entanto, a prática não é recomendada por profissionais, pois pode diminuir a saúde do veículo.
Tanque cheio até a boca pode ser um problema
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Segundo André Mendes, quando se enche o tanque até o limite, pode ocorrer transbordamento de combustível em componentes que são projetados para lidar apenas com gases, como o cânister. Apesar de a prática não afetar diretamente o consumo, há a possibilidade de causar problemas no sistema. Trata-se de uma questão de recomendação operacional, mais do que de eficiência.
O mecânico Johnny Oliveira adverte: "Além de poder danificar o sistema de evaporação do combustível, o excesso pode causar desperdício e até aumentar a pressão no tanque. O ideal é parar no automático da bomba. Encher até o gargalo não traz vantagem nenhuma", alerta.
Com a mudança de alguns hábitos no dia a dia e a adoção das boas práticas mencionadas neste artigo, é possível economizar até 50% de combustível, explica o mecânico:
"O que muita gente ignora no dia a dia, faz diferença no bolso. O principal é manter o carro bem regulado, calibrar os pneus toda semana, evitar acelerações e frenagens bruscas, trocar o óleo no prazo certo e não andar com o carro pesado à toa. Parece básico, mas somando tudo, dá para cortar até metade do gasto de combustível , dependendo do caso".
Por que o preço subiu?
Embora o desabastecimento não seja tangível, mesmo com a guerra se prolongando, economistas consultados por Autoesporte concordam que o preço da gasolina pode aumentar ainda mais ao longo das próximas semanas. O governo brasileiro monitora a variação internacional do barril do petróleo e vem concedendo subsídios a importadores.
“O petróleo é um produto muito importante para qualquer nação, emergente ou desenvolvida. Nossa indústria de gasolina visa um consumo predominantemente familiar, e pesa muito no orçamento [...]. O governo faz o que pode para mitigar a alta nos preços”, disse André Braz, coordenador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
“Se o governo mantiver o preço da Petrobras defasado, o que pode acontecer é o desincentivo à importação. O Brasil não é autossuficiente em tudo [...]. Por isso, o governo está oferecendo uma linha de subsídios para importadores [com o objetivo de conter o preço]”, afirmou Alexandre Chaia, economista e professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4Rhr6HHYzSnD54KUCt7Va7gNxYE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/s/M/aaw0lmTS221hDFpT26vA/shutterstock-2027779199-easy-resize.com-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Gasolina Posto Etanol Diesel Combustível</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 15:58:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Imposto de Renda 2026: como declarar carro e moto passo a passo</title>  <atom:subtitle>Declaração de Imposto de Renda 2026 ficará disponível a partir desta segunda-feira (23); entenda como declarar o seu veículo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/imposto-de-renda-2026-como-declarar-carro-moto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/imposto-de-renda-2026-como-declarar-carro-moto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rizA69_3GujVGSFk0Mk4wi2G1lU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/I/Yd9FThRFmjPefAvgD7SA/transito-carros-brasil.jpg" /><br /> ]]>    Em um piscar de olhos, o tempo passou e a obrigação anual dos donos de automóveis já está batendo na porta. A declaração do Imposto de Renda por Pessoa Física 2026 começa nesta segunda-feira (23), a partir das 8h, e terá prazo de entrega até as 23h59 do dia 29 de maio. Suas normas e procedimentos foram divulgadas na última semana pela Receita Federal.
Quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda 2026?
Serão obrigadas a declarar o Imposto de Renda 2026 as pessoas físicas que, ao longo de 2025, receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920.
Os valores dos reajustes representam um aumento de cerca de 5% em relação ao ano anterior, sendo anteriormente R$ 33.888 e R$ 169.440, respectivamente.
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Como incluir o seu veículo no Imposto de Renda?
Além dos informes de rendimento, é necessário que todo cidadão declare também bens materiais, como imóveis e veículos (carros, motos e afins). Para te ajudar a passar por isso de forma tranquila, Autoesporte vai te mostrar passo a passo o caminho correto para incluir o seu veículo no IRPF 2026.
O acesso poderá ser feito através do portal eCAC, por meio do seu certificado digital junto ao Governo Federal ou pelo aplicativo “Meu Imposto de Renda”, que está disponível para Android e IOS.
Localize a ficha “Bens e Direitos” e clique em “Novo”
Selecione o Grupo 2 “Bens Móveis” e em sequência Código 1 “Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.” 
Informe o país e também o número do Renavam
Em “Discriminação” preencha com os dados do veículo: modelo; ano de fabricação; placa; situação atual do veículo (se está quitado ou não); dados do vendedor; data de aquisição; forma de pagamento.
No campo “Situação - 31/12/2025”, complete com o valor à vista pago pelo veículo.
Deixe o campo “Situação em 31/12/24” em branco.
"Meu Imposto de Renda"
Foto: Gov.br
Um detalhe muito importante: você não deve declarar o veículo pelo preço que ele está na Tabela Fipe, e sim pelo preço da compra que você fez, seja mais caro ou mais barato do que o carro está na tabela. Caso o carro usado tenha sido comprado de uma pessoa física, os dados do comprador constam na cópia do documento de transferência do veículo.
Feito isso, é preciso colocar a quantidade de parcelas do financiamento e se elas são fixas ou tem juros.
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Como declarar o veículo financiado no Imposto de Renda 2026?
Para declarar um veículo financiado, é necessário que o passo a passo mostrado acima seja repetido até o passo 5, “Discriminação”, onde o comprador deverá colocar o valor total pago ao longo de 2025. A partir dele, siga a seguinte sequência:
Coloque o nome e o CNPJ do banco em que o financiamento foi feito;
Na aba “Situação em 31/12/2025”, coloque o valor somado da entrada com as parcelas em caso de financiamento em 2025. Se o aporte foi feito em 2024, informe todas as parcelas pagas em 2025 e some ao valor de 2024. Sempre conte os juros;
Deixe o campo “Situação em 31/12/24” em branco se o carro foi financiado em 2025. Se o financiamento foi feito em 2024, mantenha o valor informado na declaração do ano anterior, com entrada mais as parcelas (com juros).
Como declarar o carro no Imposto de Renda 2021
Getty Images
Como declarar a venda de carro com lucro no Imposto de Renda 2026?
De acordo com as regras da Receita Federal, carros vendidos acima de R$ 35.000, que gerarem lucro ao vendedor, terão uma taxa de 15%, a ser paga pelo antigo proprietário sobre este ganho. Confira como fazer a declaração de venda:
Entre na opção “Importações' e, em sequência, acesse a opção “Ganhos de Captital”
Na plataforma, insira todos os dados do veículo, bem como as informações de compra e venda;
Obtenha o Documento de Arrecadação da Receita Federal (DARF) para ser quitado e exporte as informações para a versão atual do "Programa Gerador da Declaração (PGD)". Os valores serão preenchidos de forma automática.
Deixe em branco o campo "Situação em 31/12/2024".
Estacionamento
Divulgação
Caso o veículo tenha sido vendido por menos de R$ 35.000, o lucro entra em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Neste caso:
Procure pelo código: “05 – Ganho de capital na alienação de bem, direito ou conjunto de bens da mesma natureza, alienados em um mesmo mês, de valor total de alienação de até R$ 20.000, para ações alienadas no mercado de balcão, e de R$ 35.000 nos demais casos”; 
Preencha o valor recebido na venda.
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Como declarar a venda de carro sem lucro no Imposto de Renda 2026?
Caso o carro tenha sido vendido por um valor menor do que o comprado pelo dono antigo, o processo de declaração é mais simples. Sem lucros para declarar, basta preencher a ficha de “Bens e Direitos” informando os detalhes da venda. Isso inclui, por exemplo, nome e CPF do comprador, data e valor da venda. Essa negociação também obriga o contribuinte a excluir o bem do seu Imposto de Renda.
É necessário declarar carro alugado?
Não é necessário declarar ao Imposto de Renda veículos alugados. Contudo, se você quiser registrar esse gasto, basta ir em “Pagamentos Efetuados” e declarar o nome da locadora, o CNPJ e o valor pago para a empresa durante 2025.
Aluguel de carro no Qatar
Divulgação 
O que acontece com quem não declarar o carro Imposto de Renda 2026?
Quem deixa de declarar um veículo em seu nome no Imposto de Renda está sujeito a uma multa de R$ 165,74 e a um valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido. O devedor fica também com o CPF pendente de regularização.
A Receita Federal ressalta, em seu documento oficial, que o não pagamento do Imposto de Renda não implica em punições graves, como restrições bancárias, indiciamento criminal ou prisão. 
Quem está isento do Imposto de Renda 2026?
Estão isentas de fazer a declaração as pessoas que receberam até dois salários-mínimos mensais durante 2025, equivalentes a uma renda mensal média de R$ 3.036. Pessoas com esta renda mensal serão obrigadas a declarar se estiverem enquadradas em uma das outras obrigatoriedades. Entre as principais, estão cidadãos que:
Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superior a R$ 200 mil;
Alienaram em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas valores em soma superior a R$ 40 mil ou com ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
Tiveram, em 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
Passaram à condição de residente no Brasil em qualquer mês e estava nesta condição no fim de 2025.
A lista completa de critérios de obrigatoriedade pode ser encontrada aqui.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rizA69_3GujVGSFk0Mk4wi2G1lU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/I/Yd9FThRFmjPefAvgD7SA/transito-carros-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito - rodízio</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 22 Mar 2026 10:00:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como é a garantia das principais marcas de carro no Brasil</title>  <atom:subtitle>De três a dez anos: veja quanto tempo de garantia oferecem as marcas Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Hyundai, Jeep, BYD, Toyota, Honda, Renault e Nissan</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/garantia-principais-marcas-carro-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/garantia-principais-marcas-carro-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/E8LlotrXKvpEoQzNiplfIJfjnuY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/g/BYV6k3QgulRrfVHPcPvA/showroom-volkswagen.jpg" /><br /> ]]>    Durante décadas, a garantia dos carros vendidos no Brasil seguiu um padrão quase imutável: três anos de cobertura contra defeitos de fabricação. Esse período ainda domina o mercado, mas a lógica começou a mudar nos últimos anos. A chegada de novas marcas, a eletrificação e o aumento do preço médio dos veículos transformaram a garantia em um importante argumento de venda.
Hoje, algumas fabricantes oferecem prazos maiores já na garantia de fábrica, enquanto outras apostam em programas que permitem ampliar a cobertura ao longo do tempo. Há três caminhos principais: a garantia estendida contratual, comprada como um seguro adicional; programas vinculados às revisões na rede autorizada; e coberturas específicas para determinados componentes, comuns em carros híbridos e elétricos.
Considerando o ranking das dez marcas de carro mais vendidas no Brasil em 2025 da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Autoesporte levantou quanto tempo de garantia oferecem as principais marcas do país e quais programas extras permitem ampliar essa cobertura.
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Fiat: 3 anos de garantia
Entre as marcas que dominam o mercado brasileiro, a Fiat é a líder disparada há diversos anos consecutivos. Como em time que está ganhando não se mexe, a marca do grupo Stellantis mantém o padrão histórico de três anos de garantia de fábrica para toda a sua linha, de Mobi, Argo e Cronos até Pulse, Fastback e as picapes Strada e Toro.
Fiat Fastback Abarth
Divulgação/Fiat
Para quem deseja ampliar esse período, a rede de concessionárias oferece a chamada Garantia Adicional Fiat, um seguro que acrescenta 12 ou 24 meses à cobertura original. Na prática, isso permite chegar a até cinco anos de garantia total.
A própria marca descreve o produto como uma "garantia estendida reduzida", o que significa que a cobertura não necessariamente replica todos os itens da garantia original. Ainda assim, é uma alternativa comum para quem pretende ficar mais tempo com o veículo.
Volkswagen: 3 anos de garantia
Volkswagen Tera Comfort 2026
Divulgação
Vice-líder do mercado brasileiro em 2025, a Volkswagen também segue a política tradicional de três anos de garantia de fábrica para toda a sua linha vendida no país. O prazo cobre desde modelos de maior volume, como Tera, Polo, Virtus, Nivus e T-Cross, até veículos posicionados acima, como o Taos.
Para quem pretende manter o carro por mais tempo, a marca oferece o Seguro de Garantia Estendida Volkswagen, que pode acrescentar seis, 12 ou 24 meses à cobertura original. Há duas modalidades: a versão Original, que replica praticamente a cobertura da garantia de fábrica, e a versão Reduzida, limitada principalmente a motor e câmbio.
A Volkswagen também oferece uma solução voltada para usados. A chamada Garantia Mecânica Volkswagen cobre veículos com até cinco anos de fabricação ou 100 mil km, com planos de 6, 12 ou 24 meses e dois níveis de cobertura semelhantes aos da garantia estendida tradicional.
Chevrolet: 3 anos de garantia
A Chevrolet, outra presença constante entre as marcas mais vendidas do país, mantém três anos de garantia de fábrica para sua linha comercializada no Brasil. Isso vale tanto para modelos produzidos localmente, como Onix, Tracker e Montana, quanto para importados vendidos pela marca, como Equinox e Silverado, que seguem exatamente a mesma política de cobertura.
A rede também comercializa o Seguro Proteção Mecânica Chevrolet, um produto de garantia estendida que pode ser contratado para veículos novos ou seminovos. Dependendo do plano escolhido, a cobertura inclui componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos.
Além disso, a Chevrolet ampliou a cobertura de um componente específico após relatos de desgaste prematuro. Nos motores turbo de três cilindros usados em Onix e Tracker, a correia dentada banhada a óleo passou a ter garantia ampliada para até 240 mil km, desde que o plano de manutenção seja seguido corretamente.
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Nos carros elétricos da Chevrolet vendidos no Brasil, como Spark, Captiva EV, Equinox EV e Blazer EV, a garantia segue a base da marca, mas com cobertura mais ampla para os componentes do sistema elétrico, especialmente a bateria de alta tensão: oito anos ou 160.000 km, o que ocorrer primeiro.
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Hyundai: 5 anos de garantia
A Hyundai aparece entre as marcas de maior volume do país com uma estratégia diferente da maioria das concorrentes. Em vez de apostar fortemente em programas de extensão, a fabricante oferece cinco anos de garantia sem limite de quilometragem já na cobertura de fábrica.
A política vale para modelos como HB20, HB20S e Creta e se tornou um dos pilares da estratégia da marca no Brasil desde o início da produção nacional. Ao oferecer um prazo maior que a média do mercado, a Hyundai reforça a percepção de confiabilidade e reduz a necessidade de programas adicionais de extensão de garantia.
Nos modelos importados vendidos no Brasil, a Hyundai costuma manter a mesma política adotada para a linha nacional. SUVs trazidos de fora, como o Palisade, seguem a cobertura padrão da marca, com cinco anos de garantia sem limite de quilometragem para o veículo. 
No caso dos eletrificados, porém, há regras adicionais para os componentes de alta tensão. O Hyundai Ioniq 5 e o Hyundai Kona, por exemplo, têm garantia geral de cinco anos sem limite de quilometragem para uso pessoal ou com limite de 100.000 km para uso comercial, e oito anos ou 160.000 km para o conjunto elétrico. Para uso comercial, são 
Jeep: 5 anos de garantia
Jeep Commander Longitude 2026 - Dianteira Estático
Cauê Lira/Autoesporte
Desde 2024, a Jeep oferece cinco anos de garantia de fábrica para sua linha de SUVs vendidos no Brasil, formada por Renegade, Compass e Commander. Além disso, a fabricante permite que proprietários de unidades até o ano-modelo 2022 possam estender sua garantia em dois anos, desde que cumpram alguns requisitos.
Toyota: até 10 anos
A Toyota oferece como padrão garantia cinco anos para todos os seus veículos vendidos no Brasil, incluindo Corolla, Corolla Cross, Hilux e SW4. Importados como o RAV4 Hybrid seguem exatamente a mesma política.
Toyota Corolla Cross XRX 2026 dianteira movimento
Divulgação
O diferencial da marca está no programa Toyota 10, que funciona de forma diferente da garantia estendida tradicional. Em vez de vender um seguro adicional, a fabricante renova automaticamente a cobertura a cada revisão feita na rede autorizada.
Cada revisão acrescenta 12 meses ou 10 mil km de garantia, permitindo que o veículo chegue a até dez anos ou 200 mil km de cobertura total. Nos modelos híbridos, a bateria do sistema eletrificado tem garantia inicial de oito anos ou 200 mil km, podendo posteriormente entrar também no esquema de renovação anual do Toyota 10.
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BYD: 6 anos de garantia
Marca que mais cresceu no mercado brasileiro nos últimos anos, a BYD adotou uma estratégia diferente das montadoras tradicionais. Para todos os carros da marca chinesa, a garantia padrão é de seis anos para o veículo e oito anos ou 160.000 km para bateria e motor.
Entretanto, há diversas entrelinhas. Por exemplo, para uso comercial, a garantia geral do veículo cai para dois anos ou 100.000 km; a do motor elétrico, para seis anos; a dos condutores de alta tensão, para cinco anos. 
Além disso, mesmo para uso pessoal, os seis anos não abrangem o veículo em sua integralidade. Diversos componentes, como faróis e lanternas, peças de suspensão, borrachas de vedação, coifas e coxins, são cobertos por três anos. Pastilhas e discos de freio são contemplados por apenas seis meses e o óleo lubrificante, por meros três meses.
Honda: até 6 anos de garantia
A Honda mudou recentemente sua política de garantia. A partir da linha 2026, tanto os modelos produzidos no Brasil, como City, City Hatch, WR-V e HR-V, quanto os importados Accord, Civic, CR-V e ZR-V. Porém, no caso dos híbridos importados, a garantia do conjunto elétrico também sobe para oito anos.
Renault: 3 anos de garantia
A Renault também segue o padrão de três anos de garantia de fábrica para seus carros vendidos no Brasil, como Kwid, Kardian, Duster e Oroch. Para quem deseja ampliar esse período, a marca oferece o Seguro de Garantia Estendida Renault, que pode prolongar a cobertura por 12, 24 ou até 36 meses.
Dependendo do plano contratado, isso permite que alguns veículos cheguem a até seis anos de cobertura total. A marca também oferece versões do produto voltadas para veículos usados, com foco em proteção mecânica após o fim da garantia original.
Nissan: 3 anos de garantia
Por fim, a Nissan oferece três anos de garantia de fábrica para sua linha vendida no Brasil: Kait, Kicks, Versa, Sentra e Frontier. A extensão da cobertura aparece dentro do programa Nissan Protect, que combina revisões pré-pagas, assistência e garantia adicional em diferentes pacotes.
Entre os automóveis, o Protect Plus inclui três anos de revisões e um ano de assistência; o Protect Master acrescenta um ano de garantia contratual adicional; e o Protect Supreme amplia a cobertura com dois anos extras de garantia, além de revisões e assistência por período maior. 
Para a picape Frontier, o programa aparece em versões próprias focadas principalmente em pacotes de revisões programadas.
Comparativo das garantias
Garantia mais longa deve se tornar padrão
A garantia passou a ser uma ferramenta estratégica para as montadoras. Além de transmitir confiança ao consumidor, programas de extensão e renovação incentivam os proprietários a manter o carro dentro da rede autorizada por mais tempo, o que se torna um modelo de negócio rentável para fabricantes.
Com o avanço da eletrificação e o aumento do preço médio dos veículos, a tendência é que garantias mais longas se tornem cada vez mais comuns no mercado brasileiro, principalmente para componentes caros como baterias e sistemas eletrificados.
Ainda assim, é importante lembrar que a cobertura nem sempre é tão simples quanto parece. Condições de manutenção, limites de quilometragem e exclusões de componentes podem gerar dúvidas ou frustrações ao longo do uso. Antes de comprar, vale conhecer as pegadinhas mais comuns nas garantias de carros no Brasil e entender como evitá-las.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/E8LlotrXKvpEoQzNiplfIJfjnuY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/g/BYV6k3QgulRrfVHPcPvA/showroom-volkswagen.jpg" medium="image"/>   <media:description>Showroom Volkswagen</media:description>   <media:credit>Divulgação/Volkswagen</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 09:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Projeto prevê perdão a multas aplicadas por cobrança automática em pedágio</title>  <atom:subtitle>Projeto de Lei n° 752/25 sugere que cobrança automática no pedágio é difícil de entender e pode até suspender infrações de evasão</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/projeto-perdao-multas-pedagio-cobranca-automatica.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/projeto-perdao-multas-pedagio-cobranca-automatica.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_dubbC_Slz4P8mcRbptklNXgK48=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/s/d/AwUCNuRjKAnOBqytlRng/14.jpg" /><br /> ]]>    A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados analisa nesta semana o Projeto de Lei n° 752/25, que pode conceder perdão e até suspender a multas aplicadas nas faixas de cobrança automática dos pedágios brasileiros. Caso seja aprovado, o texto vai mexer com muitas infrações aplicadas ao longo dos últimos dois anos.
O texto, de autoria do relator Pompeo de Mattos (PDT-RS), se baseia no alto custo das multas de evasão e defende que “o sistema de cobrança automática não é fácil de entender”. Além de suspender multas aplicadas nos últimos dois anos, este PL ainda sugere perdoar infrações no período de um ano antes de se tornar lei, caso seja aprovado na Câmara.
Pedágio é monitorado por câmeras; motorista pode receber multa ao passar pela cobrança automática sem pagar
André Schaun/Autoesporte
De acordo com o relator, é injusto o motorista ser submetido à cobrança de R$ 195,23 e receber cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ao deixar de pagar uma tarifa de R$ 10 no pedágio. 
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A proposta sugere ainda que seja criado um sistema unificado de pagamento para que os motoristas consultem e paguem seus débitos de maneira centralizada. Não há data para votação do texto na Câmara dos Deputados.
Como funciona a cobrança automática?
A cobrança automática de pedágio não deve ser confundida com a nova modalidade free flow. Trata-se do livre acesso pelas laterais da praça, exclusivas para carros com as tags eletrônicas (Sem Parar, Veloe, etc). 
Ao passar por uma cancela de abertura automática sem uma tag para a cobrança, o motorista estará cometendo uma infração grave. Além da cobrança de R$ 195,23, cinco pontos são aplicados à CNH.
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Já o free flow não tem praças de pedágio. Consiste em um sistema de cobrança automática que pode ser consultado puxando a placa do veículo no site da concessionária responsável pela via. O objetivo é desobstruir o trânsito, especialmente nos períodos de pico, como Carnaval, Natal e Ano Novo.
Governo não vai suspender multas no free flow
Pedágio Free Flow no Contorno Sul, na estrada Tamoios, que dá acesso ao Litoral Norte
Concessionária Tamoios
O Governo Federal, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), negou que vá suspender a cobrança de pedágios através da modalidade free flow (de livre passagem) até o fim deste ano, bem como negando que irá cancelar multas já emitidas por evasão de pagamento. A notícia de que haveria uma suspensão até dezembro deste ano vem se espalhando desde a semana passada.
Segundo o comunicado, "o que está em avaliação no âmbito do Governo Federal é uma possível proposta de regra de transição regulatória, ainda em análise no Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que poderá prorrogar até dezembro deste ano o prazo para conclusão da integração tecnológica entre os sistemas utilizados pelas concessionárias e as bases de dados federais responsáveis pelo registro das infrações de trânsito".
"Essa etapa tem caráter estritamente técnico e operacional e busca garantir que todos os sistemas envolvidos, como identificação de veículos, comunicação de dados e processamento de infrações, estejam plenamente integrados e interoperáveis em todo o país. Caso aprovada, a medida não altera o funcionamento do sistema de pedágio eletrônico, não suspende o free flow, não cancela a cobrança das tarifas e não elimina a obrigação de pagamento do pedágio pelos usuários", diz o texto.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_dubbC_Slz4P8mcRbptklNXgK48=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/s/d/AwUCNuRjKAnOBqytlRng/14.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fila de carros no pedágio</media:description>   <media:credit>André Schaun/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:29:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Governo nega que vá suspender  pedágio free flow e multas por evasão</title>  <atom:subtitle>Agência Nacional de Transportes Terrestres afirma que prorrogação de prazo para integração de sistemas não significa o perdão de multas não pagas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/governo-nega-suspensao-pedagio-free-flow-multas-evasao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/governo-nega-suspensao-pedagio-free-flow-multas-evasao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ft5U-nCaikOR50DwkFTUO4ZxO5s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/S/Z/bqB6YjQkAP8VEGkxgcuw/pedagio-free-flow-no-contorno-sul-concessionaria-tamoios.jpg" /><br /> ]]>    O Governo Federal, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), emitiu uma nota nesta sexta-feira (13) negando que vá suspender a cobrança de pedágios através da modalidade free flow (de livre passagem) até o fim deste ano, bem como negando que irá cancelar multas já emitidas por evasão de pagamento. A notícia de que haveria uma suspensão até dezembro deste ano vem se espalhando desde a semana passada.
Segundo o comunicado, "o que está em avaliação no âmbito do Governo Federal é uma possível proposta de regra de transição regulatória, ainda em análise no Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que poderá prorrogar até dezembro deste ano o prazo para conclusão da integração tecnológica entre os sistemas utilizados pelas concessionárias e as bases de dados federais responsáveis pelo registro das infrações de trânsito".
"Essa etapa tem caráter estritamente técnico e operacional e busca garantir que todos os sistemas envolvidos, como identificação de veículos, comunicação de dados e processamento de infrações, estejam plenamente integrados e interoperáveis em todo o país. Caso aprovada, a medida não altera o funcionamento do sistema de pedágio eletrônico, não suspende o free flow, não cancela a cobrança das tarifas e não elimina a obrigação de pagamento do pedágio pelos usuários", diz o texto.
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Ainda de acordo com a ANTT, "o sistema de pedágio eletrônico por livre passagem (free flow) segue plenamente em vigor nas rodovias brasileiras e o pagamento da tarifa permanece obrigatório para todos os usuários que trafegam por trechos operados nesse modelo. Diferentemente de algumas interpretações recentes, não houve suspensão do sistema, nem cancelamento da cobrança de pedágio nas rodovias que já utilizam a tecnologia".
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"É importante destacar que não houve suspensão da aplicação de multas por evasão de pedágio. A infração continua prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e permanece válida. A proposta em análise no Conselho Nacional de Trânsito trata exclusivamente da prorrogação do prazo para conclusão da integração tecnológica entre os sistemas, sem alterar a existência da infração nem a obrigação de pagamento do pedágio pelos usuários", segue o comunicado.
A ANTT argumenta que "o sistema de livre passagem representa uma das soluções mais modernas para a gestão de pedágios e já é utilizado em diversos países, por permitir maior fluidez no tráfego, redução de filas e cobrança proporcional ao trecho efetivamente percorrido pelo usuário (...). Nesse contexto, o Free Flow é uma política pública em expansão e veio para ficar, alinhando o país às melhores práticas internacionais de mobilidade e gestão de infraestrutura rodoviária".
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Concessionárias de rodovias como a Nova, que administra as BR-364 e BR-381, já se manifestaram reforçando que manterão normalmente a cobrança das tarifas. Neste artigo, Autoesporte explica passo a passo como fazer o pagamento da tarifa caso passe por uma estrada pedagiada com o sistema free flow. 
Atualmente, o sistema de pedágio free flow está instalado em rodovias dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, tanto em rodovias federais quanto administradas por governos estaduais. Vale lembrar que quem usa tags de pedágio já terá o valor cobrado automaticamente.
Todas as tarifas cobradas por pedágio eletrônico possuem prazo de 30 dias corridos para pagamento. Caso o valor não seja debitado no período, é cometida uma infração grave por evasão de pedágio. O delito computa cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de multa no valor de R$ 195,23.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ft5U-nCaikOR50DwkFTUO4ZxO5s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/S/Z/bqB6YjQkAP8VEGkxgcuw/pedagio-free-flow-no-contorno-sul-concessionaria-tamoios.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pedágio Free Flow no Contorno Sul - Litoral Norte/SP - Tamoios</media:description>   <media:credit>Concessionária Tamoios</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 21:02:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gasolina vai faltar? Preço subiu? Entenda crise dos combustíveis no Brasil</title>  <atom:subtitle>Guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã faz preço internacional do petróleo subir; entenda se há risco de o Brasil ficar sem combustível</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/gasolina-falta-preco-subiu-crise-combustiveis-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/03/gasolina-falta-preco-subiu-crise-combustiveis-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/MDTQeBUeGLWehv6wNF4hRmnetss=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/j/O/zrgVMMR4adJYAXUxyAAg/posto-combustivel-bomba-shell.jpg" /><br /> ]]>    O conflito entre Israel, Estados Unidos e Irã se estende há quase duas semanas, causando a variação no preço internacional do barril do petróleo em março. Nesta sexta-feira (13), o preço do barril voltou a superar os US$ 100 (R$ 515, na cotação do dia). Sendo esta uma das commodities mais importantes para qualquer país, desenvolvido ou não, o temor sobre um possível desabastecimento segue alardeando o mundo — incluindo o Brasil. 
Algumas regiões do país, especialmente a Centro-Oeste, já registram preços acima do normal nesta semana. O termo “falta de gasolina” teve aumento de 4.600% nas buscas do Google, o que reflete o temor do brasileiro a respeito de um possível período de escassez. Há risco de faltar gasolina e diesel nos postos? Os preços vão subir ao longo dos próximos dias?
Autoesporte conversou com André Braz, coordenador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Alexandre Chaia, economista e professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), para entender sobre o risco de desabastecimento e a tendência de alta dos preços nas próximas semanas.
Vai faltar gasolina no Brasil?
Especialistas elaboram sobre o risco de faltar combustível no Brasil
Murilo Goes/Autoesporte
Embora as buscas online demonstrem o temor da população quanto ao desabastecimento, os especialistas concordam que não há indícios de que faltará gasolina no Brasil, mesmo com o conflito se prolongando no Oriente Médio.
“Não vejo risco de faltar, mas os preços podem subir.  A maior preocupação do governo é com o diesel [...]. Embora poucas famílias tenham carros a diesel, [a variação] compromete a atividade econômica, como transporte rodoviário, máquinas agrícolas e geração de energia”, afirmou André Braz, da FGV.
“Não vejo risco de desabastecimento como consequência da guerra. É um período de incerteza, e alguns postos podem estar segurando [o combustível] para vender mais caro”, concordou Alexandre Chaia, do Insper. “[Mesmo] Se a guerra continuar como está, não vejo a possibilidade de faltar gasolina”.
No entanto, os especialistas concordam que existe um risco substancial da gasolina ficar mais cara no Brasil ao longo das próximas semanas. Isso está atrelado ao valor internacional do barril do petróleo — que saltou de US$ 70 para até US$ 120 desde a última sexta-feira (6). Como o Brasil importa a matéria prima para a produção de gasolina, o mercado interno pode sofrer com a variação.
Então, o preço da gasolina vai subir?
Possobilidade do valor da gasolina aumentar nos próximos dias é real
Murilo Goes/Autoesporte
A possibilidade existe, ainda que a Petrobras não tenha reajustado o valor da gasolina. Já o diesel terá redução de R$ 0,64 pelo litro nas refinarias a partir deste sábado (14), graças a uma Medida Provisória que zerou o PIS/Cofins. Embora o desabastecimento não seja tangível, mesmo com a guerra se prolongando, os economistas consultados por Autoesporte concordam que o preço da gasolina pode aumentar. O governo brasileiro já monitora a variação internacional do barril do petróleo e vem concedendo subsídios a importadores.
De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), há disparidade de 38% no preço da gasolina praticado no Brasil em comparação com o exterior. Para o diesel, a diferença chega a 62%.
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Gasolina premium: quando faz sentido abastecer e quais são as vantagens
“O petróleo é um produto muito importante para qualquer nação, emergente ou desenvolvida. Nossa indústria de gasolina visa um consumo predominantemente familiar, e pesa muito no orçamento [...]. O governo faz o que pode para mitigar a alta nos preços”, disse Braz.
“Se o governo mantiver o preço da Petrobras defasado, o que pode acontecer é o desincentivo à importação. O Brasil não é autossuficiente em tudo [...]. Por isso, o governo está oferecendo uma linha de subsídios para importadores [com o objetivo de conter o preço]”, afirmou Chaia.
Inclusive, o aumento no preço da gasolina é uma característica que, impreterivelmente, reduz o risco de desabastecimento. É o que apontou o especialista da FGV: “Se a gasolina ficar muito mais cara, as pessoas vão repensar o uso do carro. Passam a utilizar metrô, ônibus ou caronas com amigos [...]. Este encarecimento deve brecar a própria demanda, o que ajuda a conter uma eventual escassez”.
Postos já reajustaram os valores
A Petrobras não atualizou o preço médio da gasolina, que se manteve posicionado em R$ 6,30 no país. Todavia, postos de diversas regiões já praticam valores mais altos desde o início desta semana.
É o caso do Rio de Janeiro (RJ), onde o preço saltou de R$ 5,99 para R$ 6,19. Em Brasília (DF), a gasolina teve seu preço reajustado de R$ 6,48 para R$ 6,69. Quanto ao diesel, o valor praticado em um posto de Santo André (SP) saltou de R$ 5,62 para R$ 7,19 em menos de uma semana. Estes são alguns dos relatos de leitores da Autoesporte no Instagram.
O que compõe o preço da gasolina?
Veja quais impostos são coletados toda vez que você abastece o seu carro
Murilo Goes/Autoesporte
A Petrobras indica que a gasolina tem preço médio de R$ 6,30 em território nacional nesta semana. Na subdivisão que compõe o valor, 28,6% correspondem à parcela da Petrobras, 20,2% vão para distribuição e revenda, 24,9% são impostos estaduais, 15,6% representam custos do etanol anidro e 10,8% são coletados como impostos federais. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/MDTQeBUeGLWehv6wNF4hRmnetss=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/j/O/zrgVMMR4adJYAXUxyAAg/posto-combustivel-bomba-shell.jpg" medium="image"/>   <media:description>Preços acima do normal já foram vistos em algumas regiões do Brasil</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:28:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>CNH aos 16 anos? Câmara discute projeto para antecipar 1ª habilitação</title>  <atom:subtitle>Tema foi aprovado para entrar em discussão pela comissão especial e o tema será debatido no começo de abril</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/cnh-16-anos-camara-projeto-antecipar-habilitacao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/cnh-16-anos-camara-projeto-antecipar-habilitacao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/O7JIXNw7V-lMKgdFFSxG9wXncCg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/3/j/inFWE6S9GEQRfhYgATRQ/aula-pratica-de-direcao-em-autoescola.jpg" /><br /> ]]>    A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (11), o plano de trabalho para a discussão de um polêmico tema no país: liberar a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para jovens a partir dos 16 anos. O projeto é do deputado Aureo Ribeiro, do Solidariedade, do Rio de Janeiro. 
No dia 1º de abril, esse assunto importante será debatido na Câmara, com a intenção de reduzir de 18 para 16 a idade mínima para obter habilitação. Por enquanto tudo isso está apenas no campo das ideias e debates. Se aprovado pelos membros da comissão especial após o debate, ainda será necessária a aprovação da maioria na Câmara, para depois passar pela aprovação do Senado e virar lei.
Esse tema já esteve em alta em outros momentos no Brasil, mas agora o deputado responsável pelo projeto trouxe novas justificativas para retomar o assunto. Na sua visão, se a legislação brasileira permite que um jovem de 16 anos tenha o direito de votar, ele também pode ser responsável pela condução de um veículo.
Existem países desenvolvidos que permitem que jovens a partir dos 16 anos tirem a primeira habilitação, desde que sejam supervisionados por algum tempo (como o primeiro ano de um recém habilitado no Brasil). Estados Unidos, Canadá e Reino Unido liberam o processo de retirada da CNH a partir dos 16 anos, mas até os 18 os jovens devem dirigir sempre sob supervisão de um adulto já habilitado.
Aulas práticas para obtenção da CNH
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No Brasil esse é um assunto que divide opiniões e, com certeza, os debates previstos para abril serão cercados de dúvidas e incertezas sobre a capacidade e responsabilidade dos jovens para assumir um veículo. 
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Vale lembrar que homens de 20 a 30 anos andando de motocicleta representam o maior volume de mortes no trânsito do país. Com pessoas mais jovens dirigindo carros ou motos, esse número pode aumentar e a faixa etária começar abaixo dos 20 anos.
Aumento nos pedidos para obter a CNH
A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) divulgou que o número de novos pedidos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passou de 369,2 mil, em janeiro de 2025, para 1,7 milhão em janeiro de 2026, com as novas regras para a emissão do documento. Ou seja, as solicitações quadruplicam de um ano para o outro. E, desde dezembro, foram 3 milhões de pedidos e 298,5 mil documentos emitidos.
Com a redução dos custos para emissão da CNH, o número de pessoas interessadas tem crescido no país. Segundo a Senatran, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem o documento, e a expectativa é acelerar a regularização desse grupo nos próximos anos. O Programa CNH sem a necessidade de autoescola, chamado de "CNH Para Todos", foi aprovado no Brasil em dezembro. Para entender todos os pontos, basta clicar aqui.
Deputado defende a redução para 16 anos para quem deseja tirar sua primeira CNH
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
Ainda de acordo com o órgão, foram registrados 24.754 cursos práticos realizados por instrutores autônomos, categoria que passou a existir desde a atualização da norma pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os cursos práticos cresceram 22%, saindo de 328 mil para mais de 400 mil, e os exames práticos registraram aumento de 11%, com mais de 323 mil aplicações em janeiro de 2026, frente a 291 mil na comparação com o ano anterior.
Entenda as mudanças na CNH
A última atualização foi o fim da obrigatoriedade da prova baliza para tirar a CNH em todo o Brasil. No início da semana passada, Autoesporte noticiou em primeira mão que alguns estados já estavam adotando a medida, e que o Governo Federal deveria expandir a mudança para o território nacional. E foi o que aconteceu com a divulgação do novo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular.
Segundo as novas regras do manual, que terá validade para todos os Departamentos Estaduais de Trânsito do Brasil (Detran), as alterações têm o objetivo de “tornar a avaliação adequada à realidade de quem dirige no dia a dia, reduzindo diferenças regionais para a aprovação dos candidatos e tornando o processo mais fiel à realidade de quem enfrenta o cotidiano do tráfego brasileiro”.
“A mudança da baliza como etapa principal e eliminatória acontece porque ela virou, ao longo do tempo, um exercício artificial, cheio de regras que não dialogam com a condução no mundo real. A baliza passa a ser tratada como o que ela é na vida cotidiana: estacionamento, ao final do percurso. Sem aquele ritual mecânico que nada mede sobre direção segura”, justifica Adrualdo Catão, Secretário Nacional de Trânsito.
Como será a avaliação do exame prático para tirar a CNH?
A avaliação do exame prático é realizado com um examinador de trânsito do Detran. De acordo com o texto, serão analisados tópicos como a condução em via pública, leitura do trânsito, tomada de decisões e a convivência com outros veículos e pedestres. "A avaliação passa a medir a direção responsável em ambiente real, e não a repetição de um ritual que pouco diz sobre segurança viária”, conclui o secretário.
Justamente por observar o motorista em situação real de tráfego, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio.
Como dito pelo próprio secretário, estacionar o carro no final da prova continuará sendo necessário, mas não haverá qualquer tipo de avaliação de baliza no meio percurso. Com a nova medida, de acordo com o Senatran, o foco agora é o "comportamento ao volante, que é o que efetivamente impacta a segurança no trânsito".
Novo limite de pontos no exame prático
Outra mudança também antecipada por Autoesporte é o limite de pontos para a prova, que está maior. Assim como antes, os candidatos iniciam a prova com pontuação zero. Porém, a partir de agora, a pontuação vai sendo aplicada conforme as infrações de trânsito cometidas durante o exame.
Para ser aprovado no teste, o futuro motorista precisa ter nota abaixo de 10 pontos. Dentro desse limite máximo, ainda existem pesos diferentes conforme a gravidade da infração (leve, média, grave e gravíssima). Anteriormente, os candidatos poderiam acumular no máximo 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos).
Outra questão é que, segundo o novo manual, não existem mais faltas que eliminem o candidato de forma automática. Por outro lado, identificando que o candidato não apresenta condições mínimas de segurança, domínio do veículo ou equilíbrio emocional para conduzir, o exame pode ser interrompido sem atribuição de nota.
Antes da mudança, a reprovação também era baseada em condutas específicas, independentemente de serem infrações de trânsito. Agora, a avaliação considera exclusivamente as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Na prática, isso significa que acontecimentos como "deixar o veículo morrer", por exemplo, deixam de implicar em reprovação.
Prova prática pode ser feita com carro automático?
A partir de agora, os candidatos também poderão utilizar veículos com câmbio automático, sem restrição à transmissão automática. Este deve estar em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito, segundo o órgão.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/O7JIXNw7V-lMKgdFFSxG9wXncCg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/3/j/inFWE6S9GEQRfhYgATRQ/aula-pratica-de-direcao-em-autoescola.jpg" medium="image"/>   <media:description>Aula prática de direção em autoescola</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:24:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Seguro de carro cobre enchente? Entenda se sua apólice banca o prejuízo</title>  <atom:subtitle>A cobertura do prejuízo pode variar de acordo com sua apólice, mas seguradoras podem se recusar a fornecer a indenização</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/seguro-carro-cobre-enchente-entenda-apolice-banca-prejuizo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/03/seguro-carro-cobre-enchente-entenda-apolice-banca-prejuizo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Y-LouPSPw_ZITFtkpI_8fBpzNeY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/C/a/psbnaqSWAezwZATZs4PA/l3hufqdxxyi6fekkhrlst3mbhq.jpg" /><br /> ]]>    Neste início de ano, os alertas da Defesa Civil sobre chuvas severas têm sido comuns nos celulares dos cidadãos. Nesta terça-feira (08), por exemplo, o aviso veio momentos antes de São Paulo registrar fortes tempestades, resultando em alagamentos, quedas de árvores e carros submersos em enchentes. E se você por acaso teve seu veículo afetado por esses alagamentos e tem dúvidas sobre seguro, Autoesporte  separou tudo que precisa saber sobre a cobertura e o que se pode fazer nesse tipo de caso. 
Seguro de carro cobre enchente?
 É importante que o cliente avalie os riscos das chuvas, principalmente se mora próximo de regiões que alagam
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O fato de ter um seguro não significa que você estará coberto nesses tipos de caso. Antes de tudo, é necessário saber se o tipo do seguro contratado para o seu carro tem cobertura contra alagamentos. Isso pode ser checado na apólice, o documento em que se registram todas as informações sobre o seguro, corretor e segurado. Normalmente, os dados em relação a cobertura ficam na porção inferior do documento físico, junto com as franquias.
A boa notícia é que todos os seguros com cobertura compreensiva (mais ampla) incluem proteção contra fenômenos naturais. Também incluem eventos como ventos fortes, enchentes, chuva de granizo, queda de objetos no carro, deslizamento de terra, incêndio e raios. Para acionar a seguradora em caso de danos naturais, basta acessar o site da mesma ou entrar em contato pelos canais de atendimento. 
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Porém, atenção! Como forma de baratear a apólice, algumas empresas oferecem seguros personalizados. Assim, na medida em que o motorista adiciona coberturas, o preço do prêmio aumenta. Algumas apólices cobrem apenas roubos, furtos, danos a terceiros e despesas médicas e hospitalares, por exemplo. Ou seja, o plano mais básico normalmente não cobre desastres naturais. 
Essa questão reforça a importância do cliente avaliar os riscos na hora de "montar" o seguro, vendo até se a região onde mora está mais sujeita a alagamentos ou eventos desse tipo. 
Quando o seguro não cobre enchentes?
Existe planos personalizados de seguro que acabam não cobrindo desastres naturais 
Reprodução/Globo
Tudo depende da situação em como o carro foi danificado em um alagamento. Quando o cliente aciona a apólice, as empresas fazem uma pesquisa para determinar se o segurado se submeteu ao risco ou se o desastre natural atingiu o carro do cliente. Por isso, se o veículo estiver em uma região segura, mas o motorista se aventurar a enfrentar a enchente, a seguradora terá validade jurídica para negar a indenização.
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As investigações acontecem por meio de vídeos de câmeras de segurança da região e até em conversas com moradores do local. Outro caso em que não há cobertura é quando os danos são causados por água salgada, ou seja, aqueles que são ocasionados pelo aumento do nível do mar ou por ondas que atingem o veículo estacionado na areia ou próximo da maré.
Indenização total ou parcial?
O custo da indenização depende do tamanho do prejuízo do veículo e do valor que o seguro cobre. Se a avaria do carro for muito grande, normalmente a seguradora ressarce o motorista com a indenização integral. Ou seja, o preço da Fipe do veículo.  
Na cobertura média da Youse, que protege contra desastres naturais, "o cliente recebe indenização integral do seguro se o prejuízo do carro ultrapassar 75% do valor definido pela Tabela Fipe (quando os custos ultrapassam este valor, significa que o carro deu perda total), explica Arthur Carvalho, Diretor de Sinistros e Operações da seguradora. 
Indenização pode acontecer em torna de 30 dias corridos, a depender da situação 
Gary Hershorn/Getty Images
Em caso de avarias menores no veículo, é feito uma divisão no valor do prejuízo. Desse modo, o motorista paga a franquia e o seguro arca com o resto do valor do reparo. A franquia é um valor máximo que o segurado deverá pagar por sinistro. Essa quantia é estipulada na hora em que contrata o seguro e consta na apólice. O valor da franquia pode variar conforme o evento. Por exemplo: é de até R$ 3 mil em caso de enchente e R$ 2 mil em caso de colisão. 
Dependendo da seguradora e da apólice contratada, a empresa pode oferecer a limpeza do veículo cujo valor de recuperação seja menor que o da franquia.
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Depois de informar a seguradora responsável sobre o sinistro, entregar todos os documentos solicitados e ambas as partes estarem de acordo com o ressarcimento, o segurado recebe o valor em até 30 dias corridos. 
Meu carro parou em uma enchente, o que fazer? 
Se o carro ficar preso em uma alagamento, vá para um lugar seguro e proteja-se e, se for preciso, acione o Corpo de Bombeiros no número 193. Caso a água tenha danificado o sistema a ponto que o veículo tenha parado, o primeiro passo é acionar a seguradora e contar tudo o que aconteceu. Você irá receber um número do sinistro aberto para acompanhar o caso e um guincho (que normalmente está incluso no seguro, mas vale confirmar na apólice) irá buscar você e seu carro. 
Em seguida, a seguradora deverá pedir por documentos do motorista e do veículo para prosseguir com a indenização. 
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Segundo a Associação Brasileira de Veículo Elétrico (ABVE), cerca de 224 mil carros elétricos e híbridos foram vendidos em 2025 no Brasil. O crescente desempenho do ano anterior permanece em 2026. Em janeiro, 15% de todos os veículos vendidos no Brasil eram eletrificados, representando um crescimento de 88% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Números como estes trazem consigo cada vez mais questionamentos sobre o que é verdade sobre a manutenção dos veículos elétricos e híbridos. Por isso, o programa CBN Autoesporte trouxe para a pauta o tema "mitos e verdades na manutenção de veículos híbridos e elétricos".
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Carros elétricos e híbridos precisam de um pneu específico?
Uma das principais diferenças entre os tipos de automóvel encontra-se nos pneus. Embora sejam visualmente parecidos, os carros híbridos e elétricos precisam suportar pesos maiores, devido ao uso de baterias. Por isso, os pneus desses tipos de veículos apresentam diferenças em suas estruturas: 
“Os pneus têm características diferentes. Veículos elétricos são muito silenciosos e, por isso, precisam de equipamento específico, com filtros e espumas, para trazer um maior conforto para o condutor.” afirma Nelson Fernando, CEO da NEO Automotive, em entrevista ao CBN Autoesporte.
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O especialista explica ainda o que o uso de um pneu convencional para carros a combustão em um veículo eletrificado pode causar incômodo: “O rolamento do atrito de um pneu de um veículo a combustão no asfalto gera ruídos mais altos [que o de um elétrico ou híbrido], que incomodam quem está dentro do carro”, complementa.
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Renato Durães/Autoesporte
O desgaste dos pneus é maior em carros elétricos e híbridos? 
Apesar de representar uma economia com abastecimento e processos de manutenções periódicas mais simples e baratos, como na troca de óleo, o carro elétrico exige mais esforço de seus pneus: “O desgaste que observamos é causado pela frenagem regenerativa, que sobrecarrega o eixo de tração. A utilização da frenagem elétrica no lugar da hidráulica, em uma estrutura 4x2, causa uma sobrecarga nos pneus dianteiros e um maior desgaste.” afirma o CEO da Neo Automotive. 
Mesmo com esta sobrecarga, Nelson Fernando destaca que há maneiras de reduzir os impactos do maior desgaste: “Apesar de o [maior] consumo de pneu existir, com a calibragem, o rodízio [dos pneus], a observação e a manutenção correta, os danos são minimizados”, tranquiliza.
Frenagem regenerativa é a principal razão para que o desgaste dos pneus seja maior em carros eletrificados
Autoesporte/Fábio Aro
O que pesa mais?
Pneus específicos para veículos elétricos e híbridos são cada vez mais tecnológicos. Além da redução de ruído, abordada por Nelson Fernando, este modelos apresentam as seguintes vantagens:
Menor atrito: o rolamento gera menor atrito, mas sem comprometer a aderência com o solo. Isso ajuda a estender a autonomia da bateria;
Resistência ao torque: Essa resistência evita o desgaste excessivo da borracha durante as acelerações.
Por outro lado, devido à maior tecnologia utilizada em sua produção e ao maior desgaste deste tipo de pneu, sua troca se torna mais frequente e mais pesada para o bolso do consumidor. 
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André Schaun/Autoesporte
Enquanto o valor de um pneu de veículos movidos a combustão varia entre R$ 350 a R$ 700, em carros populares, o custo do mesmo item em veículos elétricos e híbridos gira em torno de R$ 500 a R$ 1.200, podendo chegar até R$ 2.000 em modelos mais robustos, como BYD Song Plus.
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O artigo 136 do CTB estabelece requisitos obrigatórios para os veículos destinados à condução coletiva de escolares. Já o artigo 138 define critérios para o motorista. Quando qualquer uma dessas exigências não é cumprida, o transporte passa a ser irregular e pode configurar infração gravíssima. A seguir, veja como verificar, na prática, se a van escolar é confiável.
O que uma van escolar precisa ter
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A faixa amarela tem padrão e medida definida
A identificação externa não é opcional nem meramente estética. O veículo deve possuir faixa horizontal amarela com 40 centímetros de largura, pintada ou adesivada ao longo das laterais e da traseira. Dentro dessa faixa, deve estar escrita a palavra ESCOLAR em letras pretas com altura mínima de 20 centímetros.
Essa padronização permite fácil identificação durante fiscalização e por outros motoristas. Van sem faixa, com faixa estreita demais ou com a inscrição fora do padrão já indica descumprimento da norma. Além da faixa, o veículo precisa estar devidamente registrado como transporte escolar junto ao órgão de trânsito competente.
Quais veículos podem ser usados e como devem ser os bancos
Bancos devem seguir um padrão específico
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Nem todo carro pode virar transporte escolar. A legislação permite veículos do tipo van, micro-ônibus ou ônibus, desde que atendam às exigências de capacidade e adaptação previstas pelo órgão local de trânsito. Em regra, automóveis de passeio comuns não podem ser utilizados para transporte escolar remunerado.
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A configuração interna também segue critérios técnicos. Todos os assentos devem estar voltados para frente, fixados de forma permanente à estrutura do veículo e equipados com cinto de segurança individual. Não é permitido transportar crianças em bancos improvisados, assentos laterais ou bancos rebatíveis sem homologação. A capacidade máxima de passageiros deve respeitar o número indicado no documento do veículo, sendo proibido transportar alunos em pé.
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O veículo precisa possuir tacógrafo, que registra velocidade e tempo de condução, além de portas com dispositivo que impeça abertura involuntária durante o deslocamento. Em muitos municípios, também é exigida inspeção específica do sistema de ventilação e das condições de acessibilidade, quando aplicável.
Autorização municipal e vistoria semestral são obrigatórias
O artigo 136 do CTB determina que o transporte escolar só pode ser realizado mediante autorização emitida pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal, além de cadastro municipal quando exigido pela prefeitura.
Essa autorização não é permanente. Ela depende de inspeção semestral obrigatória, que verifica itens como sistema de freios, suspensão, pneus, estrutura do chassi, cintos de segurança, iluminação e sinalização.
Circular sem essa autorização configura infração prevista no artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro, que trata do transporte remunerado de pessoas sem licença. A penalidade é multa gravíssima de R$ 293,47, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e remoção do veículo até regularização. Em alguns municípios, há ainda multa administrativa municipal adicional.
Equipamentos obrigatórios vão além do cinto
Todo assento deve possuir cinto de segurança em perfeito funcionamento. Não é permitido transportar crianças em pé ou acima da capacidade autorizada.
O veículo também deve possuir tacógrafo, equipamento que registra velocidade e tempo de condução. O objetivo é evitar excesso de velocidade e jornadas excessivas.
Vans escolares são equipadas com aparelhos especiais que deixam a condução mais segura
Reprodução
Portas precisam ter dispositivo que impeça abertura involuntária. Lanternas, sistema elétrico e pneus devem estar em condições adequadas. Van com banco improvisado, cinto inoperante ou excesso de passageiros é irregular e oferece risco real.
O motorista precisa ter habilitação específica e histórico limpo
O artigo 138 do CTB exige que o condutor tenha mais de 21 anos e Carteira Nacional de Habilitação na categoria D. Além disso, não pode ter cometido infração gravíssima nem ser reincidente em infrações médias nos últimos 12 meses. 
Também deve ter curso especializado para transporte de escolares, regulamentado pelo Contran, que inclui direção defensiva, primeiros socorros e relacionamento interpessoal. Caso o motorista não cumpra esses requisitos, pode ser autuado e impedido de continuar a atividade.
Se o condutor cometer infrações graves durante o serviço, as consequências são ainda mais sérias. Dirigir sob influência de álcool, por exemplo, gera multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses, conforme o artigo 165 do CTB. Em caso de reincidência, a multa sobe para R$ 5.869,40. Excesso de velocidade acima de 50% do limite permitido também resulta em suspensão direta da habilitação.
Transporte clandestino é infração gravíssima
Se a van prestar serviço remunerado sem autorização do órgão competente, a infração é gravíssima. A multa é de R$ 293,47, com sete pontos na CNH e remoção do veículo. O transporte irregular também pode gerar responsabilidade civil em caso de acidente, dificultando cobertura de seguro e indenização.
Siga orientações da escola e verifique cadastro
Consulte a escola para saber quais profissionais foram autorizados
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Muitas escolas mantêm lista de transportadores cadastrados ou exigem apresentação periódica de documentação. Optar por profissionais já autorizados pela instituição reduz o risco de irregularidade. Pergunte à escola se o motorista está cadastrado, se a documentação foi apresentada e se o veículo já passou por vistoria interna.
Também é recomendável informar à direção qual veículo fará o transporte da criança, garantindo controle de entrada e saída.
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Avaliação prática faz diferença
Além da documentação, observe o comportamento do motorista no embarque e desembarque. Ele exige uso de cinto? Organiza a entrada e saída com segurança? Mantém disciplina dentro do veículo? Converse com outros pais e peça referências. Pontualidade, comunicação e cuidado com as crianças são sinais importantes de profissionalismo.
O transporte escolar é uma atividade regulada porque envolve responsabilidade direta sobre menores de idade. Faixa amarela com largura mínima de 40 centímetros, vistoria semestral, autorização municipal, CNH categoria D e curso especializado não são formalidades burocráticas. São exigências legais previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Antes de contratar, peça para ver a autorização, o comprovante de vistoria e a habilitação do condutor. Segurança no transporte escolar não é conveniência. É obrigação legal e dever de todos os envolvidos.
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Mas o que os proprietários devem fazer para chegar aos 10 anos de garantia? Quais são as principais regras? Quão rigoroso é o cronograma de manutenção? Autoesporte descreve as minúcias e tira as principais dúvidas sobre o Toyota 10 abaixo. Confira:
Como saber se o seu carro é elegível?
Todos os carros da Toyota produzidos a partir de 2020 que tenham menos de 200.000 km rodados e não sejam usados para fins comerciais são elegíveis ao Toyota 10. A exceção é o Corolla, que engloba unidades também 2019/2020.
Para carros de uso comercial (táxi, carro de aplicativo ou de locadora), o limite é de dez anos ou 100.000 km rodados. Não há custo de adesão.
Portanto, a garantia estendida da Toyota engloba até os veículos que foram produzidos antes da nova condição sequer existir. Há possibilidade de modelos mais antigos, cujas garantias de fábrica expiraram, voltarem a ter uma cobertura se estiverem dentro deste limite de quilometragem. No entanto, a própria marca japonesa classifica seu cronograma como “rigoroso”.
Fique atento aos prazos para não perder a manutenção programada do seu carro
Renato Durães/Autoesporte
Como o programa é renovado a cada 10 mil km ou 12 meses, há um limite para a adesão de novos veículos. Para ser enquadrado no Toyota 10, o carro deve ter no máximo 190 mil km (uso pessoal) ou 90 mil km rodados (uso comercial).
Ou seja, se um Corolla  2023 estiver com 182 mil km, por exemplo, a garantia só pode ser prorrogada por um ano, mesmo que, pela idade, a cobertura pudesse ser estendida até 2033. Se a quilometragem for de 191 mil km, por outro lado, não há mais possibilidade de adicionar um ano de garantia.
Como ativar a garantia?
A garantia básica da Toyota é de 5 anos. Após este prazo, a cobertura pode ser prolongada
Murilo Góes/Autoesporte
Ao adquirir um carro da Toyota, o proprietário poderá usufruir dos 5 anos de garantia de fábrica sem limite de quilometragem. É a chamada “cobertura básica” — atrelada ao cronograma de revisões programadas que devem ser feitas nas concessionárias. 
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Ao atingir os 5 anos da data de compra do veículo, passa a valer as condições que podem estender a garantia em outros 5 anos. Esta é renovada a cada 12 meses ou 10 mil km rodados, impondo os limites de quilometragem e tempo citados acima. Ao excedê-los, o cliente perde o benefício.
Vale lembrar que o Toyota 10 é diferente do programa de revalidação de garantia. Este atende clientes que deixaram de fazer até duas revisões durante a cobertura básica de 5 anos. Nesse caso, é preciso fazer uma avaliação na concessionária, e, se necessário, realizar o serviço para que a cobertura seja retomada.
Quanto custam as revisões?
As revisões têm preços tabelados, que podem ser consultados no site da Toyota
Renato Durães/Autoesporte
O cliente pode acompanhar os valores das revisões programadas na área dedicada no próprio site da Toyota (clique aqui). Basta selecionar o veículo e o ano de fabricação para acessar os dados completos, que incluem o descritivo do que será feito no serviço, além das peças a serem substituídas. Eis um exemplo:
Ao realizar a oitava revisão de um Corolla Hybrid 2021, a concessionária irá substituir óleo do motor, filtro de óleo, junta do bujão do cárter, filtro de combustível, filtro de ar da bateria híbrida, filtro do ar-condicionado, filtro do motor e fluído de freio ao preço fixo de R$ 1.515.
Cada veículo contemplado pela garantia Toyota 10 tem o seu próprio cronograma, que pode ser consultado no site da marca.
Pulei revisões na concessionária. Ainda tenho direito?
Dá para ter direito à garantia estendida mesmo que algumas revisões periódicas não tenham sido feitas
Divulgação/Toyota
Sim. Mesmo quem não fez todas as revisões na rede autorizada durante a cobertura básica pode ter direito à garantia de 10 anos. Neste caso, o proprietário deverá levar o seu carro a uma concessionária da Toyota para uma avaliação. Em caso de aprovação, a garantia estendida terá 30 dias ou 1.000 km de período de carência até passar a valer.
O mesmo vale para carros cujas peças não são genuínas, foram danificadas ou apresentam falhas. Durante a inspeção na concessionária, o técnico fará um laudo de todos os componentes a serem trocados ou reparados, gerando um orçamento para a substituição e serviço. 
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Após o reparo, o veículo voltará a usufruir da garantia Toyota 10. Caso o cliente não queira substituir ou consertar o veículo, a garantia não será ativada. 
A partir da reativação da garantia, é importante frisar que o proprietário deverá seguir rigorosamente os cronogramas de tempo (12 meses) e quilometragem (10 mil km) para garantir a renovação ano a ano, que pode chegar ao prazo máximo de 10 anos. Em caso de atraso, a tolerância é de 1 mês ou 1.000 km. Visitar uma concessionária é imprescindível.
Se eu vender o carro, a garantia continua valendo?
A cobertura está atrelada ao veículo, e não ao proprietário
Divulgação/Toyota
Sim. Assim como a cobertura básica, a garantia estendida está impreterivelmente atrelada ao veículo, e não ao proprietário. Portanto, ao efetuar a transferência do carro, o novo dono passa a ser o beneficiário. Este ainda deverá seguir o rigoroso cronograma para garantir a renovação.
O mesmo vale na outra via. Quem encontrar um carro nas condições listadas acima poderá adquirir um Toyota seminovo ou usado com a garantia que pode chegar a 10 anos. 
Carros blindados são elegíveis?
Nem todo carro blindado tem direito à garantia Toyota 10
Divulgação/Toyota
Sim, mas apenas veículos certificados pela Toyota. Quem blindar o carro em empresas que não possuem tal certificação não terá a garantia estendida ativada. A marca japonesa recomenda única e exclusivamente as seguintes companhias especializadas: Evolution Blindagens, Avallon Blindagens, Carbon e Parvi.
A garantia estendida compreende os sistemas híbridos?
Confira as regras de garantia para os modelos híbridos da Toyota
Renato Durães/Autoesporte
Sim. A Toyota oferece garantia de 8 anos para os sistemas híbridos de seus carros, sejam eles plenos — Yaris Cross, Corolla e Corolla Cross — ou plug-in — como o RAV4. A cobertura oferece garantia contra defeitos de fabricação e montagem de componentes como bateria, módulo de controle, módulo de energia, inversor e conversor. 
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Apesar da comodidade que o serviço pode gerar, ao evitar filas nos trechos de cobrança, por exemplo, o serviço tem gerado confusão, com a cobrança de mais de 1 milhão de multas. Além disso, criminosos se aproveitam do novo cenário para aplicar golpes virtuais na etapa de quitação da taxa, como alerta a Associação Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em seu site oficial.
Verificar dados de pagamento e conferir se o site é oficial são medidas importantes para evitar cair em golpes e ter prejuízo financeiro
CCR Rio-SP
Em publicação institucional feita no final de dezembro, o órgão regulador revela ter identificado sites falsos, bem como anúncios enganosos que simulam os portais oficiais de pagamento dessas tarifas. Já uma reportagem do Extra veiculada no início do mês afirma que a empresa de segurança Kaspersky já identificou mais de 50 domínios enganosos entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026.
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Por se tratar de um sistema recente, muitas pessoas ainda têm dúvidas na hora de quitar as tarifas e se tornam vulneráveis à ações criminosas. Autoesporte conversou com um especialista e te traz as principais dicas para identificar e não cair em golpes na hora de pagar o pedágio free flow. Confira!
Free Flow: veja passo a passo para pagar a tarifa do pedágio eletrônico
Free Flow: o que os usuários precisam saber para evitar multas no pedágio
Veja como se prevenir do golpe do pedágio free flow
No golpe, as vítimas são atraídas por URLs falsas ao pesquisarem as opções para pagamento da tarifa em buscadores tradicionais. Além disso, os sites enganosos podem aparecer ao navegar em outros portais, como forma de anúncio. No segundo caso, significa que os criminosos estão abusando dos serviços do Google Ads (buscador mais utilizado), ao impulsionarem propagandas fraudulentas na plataforma.
Dori Boucault, Advogado e Consultor especialista em Direito do Consumidor e do Fornecedor, ressalta a importância de se prevenir contra essas ações criminosas: “Hoje, recebemos diariamente notícias de golpes novos e a tecnologia está muito avançada, então a gente precisa ficar muito esperto. Verifique o site em que você está navegando e certifique-se de que é oficial e seguro", diz o especialista.  ma dica preciosa é conferir se o site tem as iniciais https://, em que o S atesta a certificação de segurança.
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URLs falsas copiam o mesmo layout de sites oficiais e atraem vítimas com a necessidade de fazer o pagamento das taxas com urgência
Shopify
Boucault ainda indica evitar clicar em links suspeitos, que são aqueles enviados via e-mail, SMS ou outros aplicativos de mensagens, principalmente vindos de remetentes desconhecidos. No caso do free flow, esses portais geralmente são bem intuitivos e permitem que os usuários “verifiquem os valores pendentes” apenas digitando a placa do veículo. 
Vale dizer que o mesmo procedimento acontece nos sites oficiais das concessionárias, que não obrigam os motoristas a criarem uma conta para efetuar o pagamento da tarifa. Assim como nos portais legítimos, com a placa já é possível acessar todos os dados do automóvel, mas no caso do golpe, outros dados do usuário podem ser solicitados de má fé. 
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Com as informações, o site então abre uma página de pagamento – geralmente com a opção do Pix – via QR code ou código. Segundo a ANTT, uma outra ação criminosa consiste no envio de boletos para o endereço dos usuários ou mensagens cobrando a regularização da tarifa.
Mesmo nos sites oficiais, usuário consegue pagar a tarifa do pedágio eletrônico sem criar conta e só informando a placa do carro
Shutterstock
“Use métodos de pagamentos seguros. Prefira usar cartões de crédito ou de débito com proteção, junto a uma instituição financeira tradicional e de renome, em que você tenha contato com a gerência. Evite pagamentos que sejam muito fáceis de serem adulterados”, completa o especialista. Para pagamentos via Pix, principalmente, a dica é sempre checar os dados do destinatário da transferência — em sites falsos, pode ser o nome de um laranja ou até um nome fantasia de uma empresa. 
Muitos sites ainda trabalham com textos de urgência e a necessidade de se realizar o pagamento para evitar a multa por evasão de pedágio, de R$ 195,23 (infração grave mais cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação - CNH). “É imposto, é taxa, é obrigação. Esqueça esse negócio de ‘É só hoje, a partir de, aproveite, menor preço’. Não existe isso, pois é algo (o pedágio) regulado por leis e que segue índices oficiais”, ressalta Dori.
O que fazer se não tiver dinheiro para pagar o pedágio?
O que fazer se eu já caí em um golpe pagando o free flow?
Caso você caia em um golpe ao pagar a tarifa do pedágio eletrônico por um site enganoso ou pelo recebimento de mensagens e boletos indevidos, há medidas imediatas que você pode tomar para evitar maiores prejuízos, como acesso e compartilhamento ilegal dos seus dados e acesso à senhas e dados bancários. “Se você caiu num golpe digital ao pagar pedágio eletrônico, de imediato é urgente que você informe o banco sobre a transação suspeita e peça para bloquear o cartão”, alerta Dori.
O advogado também ressalta ser importante relatar o ocorrido para a concessionária responsável pelo trecho que você cruzou, além de registrar um Boletim de Ocorrência (BO), que pode ser feito presencialmente em uma Delegacia de Polícia ou de maneira online. “Outra medida que você deve tomar também de maneira urgente é entrar em contato com o Procon mais próximo da sua residência para denunciar o golpe sofrido”, completa.
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Cuidados relacionados às suas senhas de acesso também são essenciais, segundo Boucault: “Mude as suas senhas de acesso ao seu banco online e a outros serviços e monitore sua conta. Fique de olho sempre em suas transações bancárias e acompanhe diariamente a situação das suas contas”. 
Para além dessas medidas, a preocupação da grande maioria dos usuários é justamente a possibilidade de se recuperar o valor perdido. “É muito difícil contar com essa possibilidade de recuperação [do valor perdido], tendo em vista que a tecnologia deles (golpistas) é avançada e eles mudam constantemente de endereço, tanto digital como físico, mudam o CNPJ e se passam por gerentes e funcionários de banco”, alerta o especialista. 
Tanto para entrar em contato com os órgãos reguladores como para as instituições bancárias é importante verificar os telefones de contato disponíveis nos canais oficiais. Cartões de banco também costumam apresentar números de atendimento (0800) no verso.
Veja como pagar as taxas do pedágio free flow
Pedágio free flow vem na fatura ou é descontado das contas pré-pagas de usuários de tag
Divulgação
Cada concessionária de rodovias onde há pedágios free flow é responsável pelos próprios canais de pagamento. De maneira geral, os trechos oferecem, além dos sites, totens de autoatendimento. Em alguns casos, é possível quitar as taxas em restaurantes, postos de combustível e hotéis parceiros. Há ainda canais de Whatsapp e aplicativos oficiais disponibilizados por algumas empresas.
Nesta reportagem, te mostramos como efetuar o pagamento do pedágio eletrônico em cada um dos 14 pontos que já operam em quatro estados diferentes. 
Algumas empresas também estabelecem o Desconto de Usuário Frequente (DUF), para quem utiliza o trecho periodicamente. Em alguns casos, há descontos para motoristas que optam por contratar uma tag de pedágio. O serviço, inclusive é recomendado por Boucault, devido à segurança: “Recomendo, até para evitar congestionamentos e filas, uma tag (de pedágio). Assim, você faz esse contato com uma empresa séria, tradicional e reconhecida”, completa o advogado.
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Mesmo longe de casa, o motorista tem condições de avaliar se o posto oferece segurança e transparência. A observação de alguns critérios simples ajuda a reduzir riscos e garante mais tranquilidade durante a viagem. Confira:
1 - Prefira postos com identificação clara e autorização visível
O próprio estabelecimento pode demonstrar indícios de que é confiável ou não
Murilo Goes/Autoesporte
Um posto confiável precisa operar de forma regular. Por isso, a primeira dica é verificar se há identificação clara da autorização de funcionamento, com CNPJ e número de registro do revendedor expostos em local visível. Essas informações indicam que o estabelecimento está apto a comprar combustíveis de distribuidores homologados e segue as normas do setor. 
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A ausência dessas placas, informações ilegíveis ou dificuldade para localizá-las deve ser encarada como sinal de alerta, especialmente em postos isolados ou com pouco movimento.
2 - Desconfie de preços muito abaixo da média
Fique atento aos preços e suspeite de valores discrepantes
Murilo Goes/Autoesporte
Preços muito inferiores aos praticados na região merecem atenção redobrada. Embora promoções pontuais possam ocorrer, valores fora do padrão podem indicar problemas na origem ou na qualidade do combustível.
Na estrada, a economia aparente no preço por litro raramente compensa os riscos. Um abastecimento inadequado pode gerar falhas no motor, perda de desempenho e até a necessidade de reparos, comprometendo a viagem.
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3 - Observe as condições das bombas e dos equipamentos
Condições de conservação podem indicar o quão confiável é o posto
Getty Images
As condições físicas do posto dizem muito sobre o cuidado com a operação. Bombas de gasolina, etanol e diesel bem conservadas, com lacres de segurança intactos e adesivos de fiscalização visíveis, indicam controle e respeito às normas de qualidade e segurança.
Outro ponto importante é a presença de equipamentos de verificação. Instrumentos disponíveis para conferência reforçam a transparência do abastecimento e demonstram que o posto está preparado para atender o consumidor de forma adequada.
4 - Lembre-se de que o teste de qualidade é um direito
A recusa em realizar o teste de qualidade é um sinal claro de irregularidade
Murilo Goes/Autoesporte
Todo motorista pode solicitar a verificação da qualidade do combustível sempre que tiver dúvida, e o teste precisa ser feito pelo estabelecimento em tempo real. A vidraria para testes deve estar disponível e em boas condições, a fim de confirmar se o produto está dentro das especificações exigidas.
Esse direito é especialmente relevante em viagens longas. A recusa em realizar o teste e a falta dos equipamentos obrigatórios são sinais claros de irregularidades.
5 - Dê preferência a postos de redes reconhecidas
Conhece a rede daquele posto de combustível? É sinal de que o estabelecimento é mais confiável
Murilo Goes/Autoesporte
Optar por postos vinculados a redes consolidadas é uma forma adicional de reduzir riscos. Essas empresas costumam adotar controles internos de qualidade, monitorar a cadeia de distribuição e realizar verificações periódicas nos pontos de venda.
Além disso, redes estruturadas oferecem canais de atendimento ao consumidor e procedimentos claros em caso de dúvidas ou reclamações, o que aumenta a segurança de quem está na estrada.
Atenção que evita problemas
Abastecer com segurança na estrada não depende apenas do preço, mas também de informações e atenção. Observar a identificação do posto, desconfiar de valores fora da média, verificar bombas e equipamentos, exigir testes de qualidade e preferir redes reconhecidas são atitudes que fazem a diferença.
Como recomendação final, é fundamental guardar a nota fiscal do abastecimento. Em caso de suspeita ou falha no funcionamento do veículo depois de ser reabastecido, o documento será útil para buscar atendimento no posto, acionar canais oficiais de reclamação e registrar denúncias nos órgãos de fiscalização. Esses cuidados ajudam a preservar o veículo, evitar imprevistos e garantir uma viagem mais tranquila. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CeYV7JGVmNQZur65ZiqLINE5_rw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/8/MtsFFkR321GXPlIQLEzQ/etanol-posto-combustivel.jpg" medium="image"/>   <media:description>Posto de combustível</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 10:00:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lei Seca: é crime motorista pagar para alguém passar no seu lugar na blitz?</title>  <atom:subtitle>Prática conhecida como "pré-blitz" tentar evitar a fiscalização após beber e dirigir; especialistas dizem que ação não elimina multa nem processo e pode agravar a situação do motorista</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/lei-seca-crime-motorista-pagar-alguem-passar-blitz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/lei-seca-crime-motorista-pagar-alguem-passar-blitz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aGP9qQVenwcb5h6zqZ1nM1Lmq4M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/N/F/jtAbeERAeISU0ePUFm0Q/ukyxgdkh5fjitmtsetfstfjogu.jpg" /><br /> ]]>    O cenário é comum nas grandes cidades: o motorista bebeu, decide voltar dirigindo e, antes da blitz da Lei Seca, alguém se aproxima e oferece uma “solução”. Mediante uma quantia em dinheiro, que pode passar de R$ 300, promete passar com o carro pela fiscalização ou indicar um caminho para evitar a abordagem. À primeira vista, pode parecer uma saída rápida para escapar da multa e da suspensão da CNH. 
Na prática, porém, a chamada pré-blitz, ou seja, tentativa de burlar a fiscalização, pode transformar uma infração gravíssima em um problema ainda maior. Autoesporte ouviu especialistas em direito penal e de trânsito e mostra quais as consequências para quem usa a prática. 
Se for parado, as penalidades continuam valendo
Lei Seca está em vigor no Brasil desde 2008
Reprodução/Detran
Se a tentativa de “pré-blitz” falhar e o motorista for abordado, as penalidades da Lei Seca continuam valendo normalmente.
No caso de embriaguez ao volante, prevista no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro, a multa é de R$ 2.934,70, há suspensão da CNH por 12 meses e retenção do veículo. Em caso de reincidência dentro de 12 meses, o valor dobra para R$ 5.869,40.
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Se o condutor se recusar a fazer o teste do bafômetro, aplica-se a mesma multa de R$ 2.934,70 e a mesma suspensão de 12 meses, conforme o artigo 165-A do CTB.
Além disso, se o teor alcoólico constatado for igual ou superior a 0,34 mg de álcool por litro de ar alveolar, a conduta passa a ser crime de trânsito, previsto no artigo 306 do CTB, com pena de detenção de seis meses a três anos, além de multa e suspensão ou proibição de obter a habilitação.
Ou seja, pagar uma quantia antes, mas ser pego, não anula multa, não cancela processo e não impede responsabilização criminal.
A prática é crime?
Multa para quem bebe e dirige pode chegar a quase R$ 6 mil em caso de reincidência
Reprodução/Detran-SP
Do ponto de vista penal, não existe uma clareza sobre a pré-blitz. A situação depende do contexto. O advogado Davi Rodney Silva explica que “o auxílio para evitar a blitz nem sempre se encaixa facilmente em um tipo penal”. Segundo ele, o crime de favorecimento pessoal, previsto no artigo 348 do Código Penal, só se aplica quando há auxílio para escapar de crime punido com reclusão. No caso da embriaguez ao volante, a pena prevista é de detenção, o que dificulta esse enquadramento.
Vinícius Lapetina afirma que “não se trata, em regra, de estelionato”, porque o motorista sabe que está aderindo a uma conduta irregular, mas não há a personificação de uma vítima enganada. No entanto, ele alerta que o cenário pode mudar se houver prova de tentativa de corrupção ou conluio com agente público.
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Já o criminalista Antonio Gonçalves entende que “a evasão de uma fiscalização pode atentar contra o serviço público”, podendo gerar enquadramento penal a depender da interpretação adotada.
Embora haja divergência jurídica sobre o enquadramento exato, um ponto é pacífico: se houver oferta direta de vantagem a um agente público para influenciar a fiscalização, configura-se corrupção ativa, ainda que o agente não aceite.
Quem oferece o “serviço” pode ser abordado e responsabilizado?
Operação Lei Seca em SP
Reprodução/Detran-SP
Sim. A polícia pode abordar preventivamente quem esteja atuando antes da blitz se houver suspeita de prática ilícita, especialmente se houver indícios de cobrança de dinheiro para interferir na fiscalização. Mesmo que o enquadramento penal não seja automático, a conduta pode justificar abordagem, identificação e condução à delegacia para averiguação.
Se houver flagrante de recebimento de dinheiro vinculado à tentativa de burlar a blitz, a situação pode se agravar. Dependendo do caso concreto, o responsável pode responder por favorecimento pessoal, tentativa de corrupção ou outro delito que venha a ser configurado pela investigação. Caso fique comprovado que havia promessa de influenciar agente público, o enquadramento pode evoluir para corrupção ativa.
Também é possível que a polícia flagre motorista e intermediário juntos, especialmente se a abordagem ocorrer logo após a tentativa de pagamento. Nessa hipótese, ambos podem ser conduzidos para esclarecimentos e eventual autuação, conforme os elementos colhidos no momento.
A tentativa pode pesar contra o motorista
Mesmo que não haja novo crime configurado, tentar burlar a blitz pode agravar a situação do condutor. Davi Rodney Silva ressalta que, se o motorista for flagrado dirigindo sob efeito de álcool, o juiz pode considerar o comportamento de tentar evitar a fiscalização na fixação da pena, conforme o artigo 59 do Código Penal. Em outras palavras, a tentativa de escapar pode influenciar negativamente o processo.
Tudo pode piorar
Do ponto de vista jurídico e prático, aceitar a pré-blitz é um agravante. O motorista continua sujeito às penalidades administrativas e criminais da Lei Seca, pode perder o dinheiro entregue a um desconhecido e ainda correr o risco de responder por novos delitos, dependendo da circunstância.
Como resume Vinícius Lapetina, “o problema deixa de ser apenas a infração de trânsito e pode virar um conjunto de riscos penais adicionais”.
No fim, tentar pagar uma quantia em dinheiro para escapar da Lei Seca quase sempre transforma um erro já grave em uma situação ainda mais delicada.
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Tecnicamente, o pneu remold não é ilegal nem automaticamente inseguro. O problema está na qualidade do processo e, principalmente, no estado da carcaça original, que nem sempre é possível avaliar apenas olhando o produto final. Especialistas em engenharia automotiva explicam qual a linha que separa um pneu reformado confiável de um risco real à segurança.
Como saber se o pneu pode ser remoldado
Basicamente, seguindo alguns critérios:
Não ter passado por remoldagem antes
Estrutura preservada
Sem danos internos
O ponto de partida é sempre a seleção da carcaça, que é a estrutura do pneu original. Nem todo pneu usado pode passar pelo processo de remoldagem. Clayton Zabeu, professor de Engenharia Mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia, explica que, para veículos de passeio, “recomenda-se que o pneu não passe por mais de um processo de remold, uma vez recuperado, não se deve mais recuperar o pneu”.
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Além disso, toda a estrutura precisa estar preservada. Segundo o professor, a malha de aço, o talão, que é a região de contato entre o pneu e a roda, e as cintas de aço devem estar íntegras, “sem perfurações graves ou deformações excessivas na banda e ou nas laterais”. A Associação Brasileira de Normas Técnicas estabelece critérios mínimos para essa seleção na norma NBR NM 225.
Mesmo quando o pneu parece aceitável externamente, danos internos podem torná-lo inviável. As malhas metálicas e têxteis internas são responsáveis por dar rigidez ao pneu e suportar as tensões do uso. Zabeu alerta que “se essas malhas internas tiverem sido comprometidas, rasgadas ou deformadas, o pneu não deve ser submetido ao processo de remold”.
Diferença entre remold e recapagem
A confusão entre recapagem (foto) e remoldagem é comund)
Getty Images
Parte da confusão do consumidor vem do uso genérico do termo remold. Tecnicamente, existem processos diferentes. No remold propriamente dito, praticamente toda a borracha do pneu, de uma lateral à outra, é substituída. Depois disso, ocorre a vulcanização a quente, etapa que garante a aderência estrutural da nova borracha à carcaça.
Zabeu explica que esse processo “confere maior aderência das novas camadas e é mais seguro em relação ao risco de destacamento”, desde que siga corretamente os parâmetros industriais.
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Na recapagem, apenas a banda de rodagem é substituída
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Já na chamada recapagem, ou retreading, apenas a banda de rodagem é substituída. Uma nova camada de borracha, com sulcos prontos, é aplicada sobre a carcaça existente. Essa técnica é comum em pneus de caminhões e veículos industriais, que possuem carcaças mais robustas, mas não é indicada para pneus de passeio.
A gambiarra aparece quando essas etapas não são respeitadas, como no uso de carcaças antigas, raspagem irregular, falhas na cura ou simples colagem da banda, sem requalificação estrutural.
Onde o processo falha e por quê
Nem sempre os pneus usados para remoldagem estão em boas condições
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Do ponto de vista de engenharia, as principais brechas do mercado estão na falta de exigência de inspeções mais profundas. Fernando Malvezzi, professor de Engenharia Mecânica do Instituto Mauá, explica que carcaças com mais de cinco anos idealmente não deveriam ser usadas, pois “a borracha já está em processo de degradação”.
Ele destaca ainda que métodos não destrutivos, como a shearografia, conseguem identificar falhas internas invisíveis a olho nu, mas “esse tipo de ensaio não é exigido por lei, o que permite que pneus com defeitos estruturais sejam remoldados”.
Falhas também podem ocorrer na etapa de vulcanização. Malvezzi alerta que pneus sub ou supervulcanizados têm maior risco de descolamento da banda, especialmente em altas velocidades ou temperaturas elevadas, e que “somente a inspeção visual não garante que o processo foi satisfatório”.
Acertar na vulcanização é essencial para os pneus remoldados
Nick Dimbleby
Limites reais de uso: onde dá para usar e onde não
Mesmo quando bem feito, o pneu remold apresenta menor margem térmica e menor previsibilidade do que um pneu novo. Por isso, o uso urbano é o cenário mais favorável. Segundo Malvezzi, “as velocidades mais baixas, em geral até 90 km/h, tornam o uso mais seguro”.
Em relação à carga, a recomendação é conservadora. O ideal é não ultrapassar cerca de 70% da carga nominal indicada no pneu. Já o uso rodoviário contínuo, em altas velocidades, estradas muito quentes ou veículos frequentemente carregados aumenta significativamente o risco.
O professor ressalta que, nessas condições, “não há garantia de resistência mecânica e à fadiga para os pneus remoldados, diferentemente do que ocorre com pneus novos”.
Como identificar um remold dentro da lei
Pneu remoldado deve trazer a inscrição na lateral da banda
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A legislação ajuda, mas não elimina todos os riscos. Pela resolução 913 de 2022 do Contran, todo pneu remold deve trazer, na lateral, a palavra REFORMADO ou REMOLDADO e a marca do reformador. O Inmetro também define requisitos técnicos e novos índices de carga e velocidade para pneus reformados.
Ainda assim, o histórico da carcaça pesa muito. Malvezzi explica que “o desempenho final depende da marca original, da aplicação, da idade e do tipo de uso do pneu”, e que carcaças de melhor qualidade tendem a gerar remolds mais duráveis e seguros.
Índice de carga em pneu é mostrado logo após a medida
André Paixão/Autoesporte
Pneu remold não é sinônimo de perigo, mas também está longe de ser equivalente a um pneu novo. Quando produzido com critério técnico, carcaça adequada e processo industrial correto, pode funcionar em uso urbano e moderado. Fora desse cenário, o risco cresce rapidamente. Em pneus, não existe gambiarra segura. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GsMjB340y09oy0KRr0NSpdeOawo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/5/V/8WZCiQTRup0roeXoVRPA/pneuremold-005.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pneu remold</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 19:37:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova lei permite instalar carregador individual para elétricos em prédios de SP</title>  <atom:subtitle>Condomínios não podem impedir que seus moradores instalem carregadores próprios em suas vagas, desde que sejam privativas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/sp-lei-instalar-carregador-individual-carro-eletrico-condominio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/sp-lei-instalar-carregador-individual-carro-eletrico-condominio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/S-fQdrnVnpHnxkZLvxbOc4PZgQw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/R/OXkNzQQWet9GCPhARleA/carregador-de-carro-eletrico-em-predio.jpeg" /><br /> ]]>    O Governo do Estado de São Paulo publicou a Lei nº 18403/26 que assegura aos moradores de condomínios o direito de instalar carregadores individuais para carros híbridos e elétricos, desde que tenham vaga de garagem privativa. A medida tem vigência imediata e inclui condomínios comerciais, bem como a descrição das normas técnicas para que a instalação seja autorizada.
A nova lei publicada no Diário Oficial determina que o carregador de veículo elétrico, o chamado "wallbox", cumpra os seguintes requisitos:
 Compatibilidade com a carga elétrica da unidade autônoma;
Conformidade com as normas da distribuidora local de energia elétrica e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT);
Instalação por profissional habilitado, com emissão de Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica (ART ou RRT);
Comunicação formal prévia à administração do condomínio.
Plugue de recarga de carro elétrico
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A  Lei nº 18403/26 determina ainda que a convenção condominial poderá dispor sobre a forma de comunicação, padrões técnicos e responsabilização por danos ou consumo. No entanto, não será possível proibir a instalação dos carregadores sem justificativa técnica ou de segurança devidamente fundamentada e documentada.
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Caso um condomínio recuse autorizar a instalação sem o amparo dos critérios listados anteriormente, o condômino poderá apresentar uma representação justo aos órgãos públicos competentes.
O texto ainda descreve que empreendimentos imobiliários que tiverem seus projetos aprovados após a data de início desta lei deverão prever, em seus sistemas elétricos, a estrutura mínima de suporte às futuras instalações de recarga para veículos eletrificados.
Como instalar um carregador de carro elétrico?
Quando o condomínio já realizou previamente o estudo de viabilidade técnica, validou sua capacidade elétrica instalada e estruturou a infraestrutura necessária (principalmente elétrica e de segurança), a instalação em vaga privativa passa a ser simples, segura e organizada. É o que diz a engenheira e gerente de produtos e parcerias da Lello Condomínios, Raquel Bueno.
"A complexidade não está na instalação individual — mas sim na etapa anterior de planejamento do condomínio", disse a especialista.
Ayrton Barros, diretor geral da empresa de carregadores NeoCharge, contou para Autoesporte que o Brasil tem uma rede elétrica robusta e dimensionada para aguentar a recarga de veículos.  “O cabeamento no Brasil costuma ser mais resistente que o de várias regiões da Europa, o que otimiza a instalação”, afirmou o diretor geral da NeoCharge.
Várias marcas oferecem o wallbox no ato de compra do veículo
André Paixão/Autoesporte
De acordo com o especialista, as companhias de energia já entregam quantidades suficientes de eletricidade para a instalação dos carregadores, justamente porque condomínios chegam a ter três ou quatro chuveiros elétricos por apartamento, elevadores, ar-condicionado e outros aparelhos eletrônicos. Neste caso, não é necessário entrar em contato com a concessionária e pedir mais energia para atender o carregador.
Mas a  pergunta é: a recarga de um carro plug-in impõe limitações à rede elétrica de uma casa? Sim, mesmo com toda a dimensão da instalação brasileira. Recomenda-se então que o carro seja plugado quando chuveiros elétricos, air-fryers, ar-condicionado, coifas e outros itens que consomem grandes porções de energia estejam desligados. Assim, o morador evitará sobrecargas e possíveis quedas de eletricidade.
Segundo Leandro Varga, sócio-proprietário da Car Plug Power, o primeiro procedimento deve ser a contratação de uma vistoria cautelar. “Se a fiação da casa for antiga, recomendamos a visita de um eletricista para uma avaliação mais detalhada ou até a substituição de disjuntores ou componentes”, afirmou.
Para instalar um wallbox, cria-se um disjuntor especial que sai direto do quadro de luz. Assim, em caso de um curto-circuito ou sobrecarga, a instalação elétrica da casa estará totalmente segura.
Passo a passo para instalar carregador no condomínio
Com a aprovação da lei por parte do governo de São Paulo, a gerente de produtos Raquel Bueno diz que o condômino deve seguir os seguintes passos para solicitar a instalação do carregador:
O morador formaliza a solicitação;
A equipe técnica conecta o ponto privativo à infraestrutura já existente;
É  instalado o carregador (wallbox), que pode ser solicitado à concessionária durante a compra do automóvel;
São realizados testes e liberação para uso.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/S-fQdrnVnpHnxkZLvxbOc4PZgQw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/W/R/OXkNzQQWet9GCPhARleA/carregador-de-carro-eletrico-em-predio.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Carregador de carro elétrico em prédio</media:description>   <media:credit>Cauê Lira/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:45:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>IPVA atrasado soma R$ 34,6 bilhões em dívidas em SP; saiba como regularizar</title>  <atom:subtitle>Só em 2025 foram registradas 664,4 mil dívidas de IPVA protestadas em cartório no estado de São Paulo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/ipva-atrasado-divida-sp-como-regularizar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/ipva-atrasado-divida-sp-como-regularizar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CUUMWC4o6F0V2uhLz7pT5_3vJTQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/V/B/A9BLULQceJU6ABupPwGQ/ipva-imposto.jpg" /><br /> ]]>    Todos os anos você fica atualizado sobre o calendário do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em cada estado do Brasil. Porém, milhões de motoristas não conseguem quitar o pagamento dentro da validade. E um balanço divulgado pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB) revelou que, só em São Paulo, essas pendências somadas representam R$ 34,6 bilhões em dívidas, entre 2012 e 2025. Autoesporte explica como regularizar a situação.
Os números foram divulgados após a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) passar a adotar a cobrança em cartório. De acordo com o EPTB, apenas em 2025 foram registradas 664,4 mil dívidas de IPVA protestadas em cartório, ou seja, débitos que não foram pagos no prazo e acabaram negativando o CPF do contribuinte. O número representa alta de 9,3% em relação aos 607,8 mil casos de 2024. 
 Em São Paulo foram 664,4 mil dívidas de IPVA protestadas em cartório só em 2025
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No mesmo período, o valor total dessas dívidas também cresceu de forma bem considerável, saltando de R$ 3,3 bilhões para R$ 5,8 bilhões. Ou seja, uma alta de 74,4%, o que indica não só mais inadimplências, mas também débitos cada vez mais altos.
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Como regularizar a dívida do IPVA em São Paulo?
Se você é um desses motoristas que precisa quitar a dívida, ou tem alguma dúvida em relação ao assunto, o primeiro passo é verificar se há IPVA protestado em seu nome acessando o site protestosp.com.br e informar o CPF ou CNPJ. Após isso, siga as etapas abaixo na seguinte ordem:
Caso exista pendência, o próprio sistema permite o pagamento do débito e das taxas cartorárias por PIX ou boleto bancário.
Após a quitação, o nome do contribuinte é retirado do cartório em até cinco dias úteis.
O serviço Avise-me! envia notificações por SMS ou e-mail sempre que uma dívida é encaminhada para protesto em qualquer um dos 410 cartórios do estado de São Paulo. 
A adesão ao Avise-me! é gratuita e pode ser feita no mesmo site do protestosp.com.br.
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O pagamento do IPVA atrasado tem juros?
IPVA pode ser parcelado em até cinco vezes 
Agência Brasil
Sim, o contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fica fixo em 20% do valor do imposto. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado (PGE/SP) poderá vir a cobrá-lo mediante protesto.
Calendário de pagamento do IPVA 2026 em São Paulo
O pagamento do imposto pode ser feito no caixa eletrônico ou no aplicativo bancário do contribuinte. Para isso, basta ter em mãos o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) do veículo. Além disso, o IPVA de 2026 terá duas modalidades de pagamento: à vista ou parcelado. Entenda os requisitos para cada opção:
Os contribuintes que pagaram em cota única no mês de janeiro tiveram desconto de 3%.  E, a partir desde mês de fevereiro, o pagamento é sem desconto. Há também a possibilidade de quitação do IPVA parcelado. Nesse caso, também não há aplicação de descontos. 
Os contribuintes que pagaram em cota única no mês de janeiro tiveram desconto de 3%
Vitória Drehmer/Autoesporte
O parcelamento pode ser feito em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total do imposto seja igual ou superior a 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (UFESP). Em caso de valores menores, o parcelamento poderá ser feito em quatro ou três parcelas.
A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) publicou no Diário Oficial do Estado, edição de 18/12, o valor fixado para 2026 da UFESP.  Para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026, cada UFESP corresponderá a R$ 38,42.
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A IA usada nos novos radares inteligentes foi treinada para identificar uma série de padrões de infrações cometidas por motoristas e passageiros, como a falta do uso do cinto de segurança (inclusive no banco traseiro), o uso do celular ao volante, braço ou qualquer outra parte do corpo para fora do veículo e o transporte de crianças de forma incorreta, como no banco dianteiro ou no banco traseiro sem a cadeirinha adequada.
Atualmente, um trecho da Rodovia Anhanguera, em Ribeirão Preto (SP), e uma parte da Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros, em Mogi Mirim (SP), conhecida popularmente como Campinas-Mogi, contam com os radares inteligentes que foram instalados pelas concessionárias Arteris e Renovias, responsáveis pela administração das rodovias, respectivamente.
Em reportagem divulgada pelo programa Fantástico, da Globo, no começo de janeiro, o volume de infrações registradas apenas por uma câmera que monitora todas as faixas da Anhanguera chamou a atenção: foram mais de 20 mil. Não usar o cinto de segurança apareceu em primeiro lugar, com 17 mil registros, seguida pelo uso de celular ao volante, com 3 mil. Os dados levantados consideram apenas o período de julho a novembro do ano passado.
Carro passando por radar de velocidade em rodovia no Brasil
Getty Images
Na rodovia Campinas-Mogi, administrada pela Renovias, a tecnologia está presente desde 2023 e foi aprimorada ao longo dos anos. Em 2025, o radar com IA identificou mais de 6 mil motoristas ou passageiros rodando sem cinto de segurança, e mais de 1,5 mil condutores usando o celular enquanto dirigem.
Os números registrados são altos, mas, de acordo com Ana Caetano, gerente de operações da Arteris, que participou da reportagem do Fantástico, desde a instalação do radar com IA na Anhanguera, houve uma redução de 30% nos acidentes onde o trecho é monitorado. A representante da concessionária analisa que esse recuo é reflexo da tecnologia, pois as pessoas sabem que podem ser multadas e, com isso, ficam mais atentas.
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Uso de celular ao volante foi a segunda infração mais flagrada pelo novo radar com IA
Getty Images
Em Minas Gerais, algumas rodovias também contam com radares equipados com IA desde o ano passado. É o caso de um trecho da BR-365, entre Uberlândia e Patrocínio, com as mesmas funções dos equipamentos instalados nas estradas paulistas. A tecnologia avançou no começo de 2026 para outras regiões do Estado, como o Sul de Minas, com monitoramento nas rodovias MG-290, BR-459 e LMG-877.
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Esse tipo de tecnologia deve se tornar cada vez mais presente nas rodovias brasileiras, já que o sistema se mostrou eficiente, reduzindo o número de acidentes e educando os motoristas, ainda que o método de prevenção seja aplicado diretamente na conta bancária. 
Radar inteligente também monitora infrações dentro das cidades
Reprodução
Atualmente, diversos estados possuem câmeras e radares inteligentes em suas rodovias, seja em fase de testes ou já em operação, com maior presença no Sul e Sudeste, mas o sistema já avançou para outras regiões como Centro-Oeste, Norte e Nordeste, identificando também veículos roubados e com documentação atrasada.
Vale lembrar que a tecnologia usada é capaz de monitorar veículos em velocidades de até 300 km/h e funcionam tanto de dia quanto de noite, sem interferência por reflexos do Sol nos veículos ou por falta de iluminação.
Radar Inteligente dentro das cidades
Grandes cidades do país também contam com radares inteligentes, como São Paulo, com monitoramento que vai além da velocidade dos veículos. Nesse caso, infrações como trafegar em faixa e corredor exclusivo de ônibus, usar o celular ao volante e não usar o cinto de segurança são algumas das infrações passíveis de monitoramento.
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Existem, ainda, radares que medem a velocidade média dos veículos. Isso significa que o motorista é monitorado entre um equipamento e outro. Caso passe pelo segundo radar antes do tempo determinado, o sistema identifica que ele trafegava acima da velocidade máxima permitida e aplica uma multa. Porém, essa tecnologia ainda está em fase de testes no Brasil e aguarda as regulamentações necessárias para notificar os motoristas apressadinhos.
IA pode aplicar multas de trânsito?
Não, a Inteligência Artificial não pode aplicar multas aos condutores. Por isso, todas as infrações registradas pelos radares inteligentes são conferidas por humanos, para garantir que não houve nenhum erro nos padrões utilizados pelo sistema. 
Dessa forma, antes de o condutor ser notificado, autoridades responsáveis já avaliaram as imagens das câmeras para garantir que, realmente, aquele motorista cometeu uma infração de trânsito quando foi flagrado pelo radar de velocidade inteligente.
 Valor das multas
Transportar um bebê ou uma criança de forma irregular no veículo, seja no banco da frente, o que só é permitido a partir dos dez anos e com, pelo menos, 1,45m de altura, ou no banco traseiro sem o aparato necessário (bebê conforto, cadeirinha, entre outros) é uma infração gravíssima, que rende sete pontos na CNH e multa de R$ 293,47.
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Já dirigir com o braço para fora do veículo é uma infração média, gera quatro pontos na carteira e custa R$ 130,16. Porém, como dissemos, a multa mais comum registrada pelos radares inteligentes foi por não utilizar o cinto de segurança, classificada como grave pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que acarreta cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e custa R$ 195,23.
Caso um dos passageiros esteja sem cinto, a multa é aplicada ao proprietário do veículo, sob as mesmas condições acima, mas, em caso de crianças, a infração torna-se gravíssima: sete pontos na CNH e R$ 293,47. 
Esta é a mesma penalidade aplicada ao condutor flagrado usando o celular enquanto dirige: infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e sete pontos na CNH. Lembrando que, neste caso, a proibição vale mesmo com o veículo parado em semáforos ou engarrafamentos. Usar fones de ouvido enquanto dirige também é infração, do tipo médio (R$ 130,16 e quatro pontos na carteira).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ypdya54tKSmSz3HEk_56VkID8aM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/F/2/exfA03SDaOxVrUXHPqBA/radar-de-velocidade-no-transito.jpg" medium="image"/>   <media:description>Radar de velocidade no trânsito</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 14 Feb 2026 10:00:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carros com olhos de LED: painel que imita filme da Disney é proibido?</title>  <atom:subtitle>Tendência nas redes sociais, acessórios não são homologados, ferem resoluções do Contran e podem render multa, pontos na CNH e retenção do veículo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/manutencao-de-automoveis/noticia/2026/02/carros-olhos-led-painel-filme-disney-proibido.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/manutencao-de-automoveis/noticia/2026/02/carros-olhos-led-painel-filme-disney-proibido.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/o-GDPtBDDPo277M_vYawgyldS2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/i/kDlIwTSGmJY0AdevgDIw/maxresdefault.jpg" /><br /> ]]>    Os chamados “olhos de LED”, que podem aparecer tanto como linhas ou anéis luminosos nos faróis quanto como painéis animados instalados no para-brisa, se tornaram populares nas redes sociais e em lojas de acessórios automotivos. 
O efeito visual — inspirado nos filmes da franquia "Carros", da Disney — chama atenção e promete dar personalidade ao carro e até ao caminhão, mas levanta uma dúvida legítima entre motoristas: esse tipo de iluminação é permitido no Brasil?
A resposta é direta: não. De acordo com a legislação de trânsito e com especialistas em engenharia automotiva, qualquer iluminação externa sem função prevista e sem homologação específica é considerada irregular. Isso vale independentemente do formato ou do local no qual o LED é instalado.
O que diz a legislação sobre veículos com "Olhos de LED"
A regra está na Resolução nº 970/2022 do Contran, que define todas as características técnicas dos sistemas de iluminação e sinalização veicular no país. A norma lista, em seus anexos, todos os tipos de luz permitidos, como faróis principais, lanternas, luz de rodagem diurna (DRL) e faróis de neblina, e não abre espaço para iluminação externa de caráter decorativo.
Como os olhos de LED não aparecem em nenhum anexo da resolução, seu uso é enquadrado como proibido em veículos comuns.
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O artigo 10 é explícito ao vedar a instalação de dispositivos ou equipamentos luminosos adicionais não elencados na resolução. Para Clayton Zabeu, engenheiro mecânico do Instituto Mauá de Tecnologia, isso encerra a discussão:
“De acordo com a legislação vigente hoje, são proibidos usos de itens de iluminação externa que não sejam os originais do veículo ou que não tenham sofrido homologação específica”, afirma o especialista.
Como os olhos de LED não aparecem em nenhum anexo da resolução, seu uso é automaticamente enquadrado como proibido em veículos comuns.
A regra muda se os 'olhos' estiverem no farol ou no para-brisa?
Um ponto importante é que a irregularidade não se limita aos LEDs instalados nos faróis. Painéis de LED com olhos animados colocados no para-brisa, mesmo por dentro do carro, também são considerados iluminação externa, já que emitem luz visível para fora.
Do ponto de vista técnico e legal, não há diferença relevante entre uma faixa de LED no farol, um anel luminoso na grade ou uma tela animada atrás do vidro. Se o dispositivo não está previsto na norma e não faz parte do projeto homologado do veículo, é considerado irregular pela legislação brasileira.
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Alteração irregular do veículo
A própria resolução do Contran determina que a substituição de lâmpadas ou a instalação de novos dispositivos só pode ocorrer se estiver prevista no manual ou na literatura oficial do fabricante. Segundo o engenheiro do Instituto Mauá, é justamente aí que os olhos de LED esbarram na ilegalidade.
“A substituição de lâmpadas originais ou a instalação de novos dispositivos somente pode ocorrer se o uso dessas lâmpadas estiver previsto em manual ou literatura oficial do fabricante do veículo”, analisa Zabeu. Como nenhum modelo homologado no Brasil prevê iluminação decorativa externa, a instalação desses acessórios caracteriza alteração irregular das características do veículo.
Multa, pontos e retenção
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Reprodução
Na prática, a fiscalização costuma enquadrar o caso no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que trata de conduzir o veículo em desacordo com as normas estabelecidas. A penalidade prevista é:
Infração grave;
Multa de R$ 195,50;
Cinco pontos na CNH;
Retenção do veículo para regularização.
Ou seja, o motorista pode ser obrigado a remover o acessório no local ou regularizar o carro antes de ser autorizado a voltar a circular.
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Risco à segurança viária
Além da penalidade administrativa, há uma preocupação técnica com a segurança. Sistemas de iluminação veicular existem para comunicar posição, dimensões e intenções no trânsito. Luzes não padronizadas podem causar confusão visual e desvio de atenção.
“Por não ser normatizado e por poder causar desvio de atenção ou confusão aos motoristas e pedestres que circulam nas vias, esses dispositivos adicionais podem causar acidentes e lesões”, explica Zabeu.
No caso dos olhos no para-brisa, há ainda o risco de prejudicar a visibilidade do próprio condutor, por reflexos e excesso de estímulos luminosos, especialmente à noite.
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Bruno Guerreiro/Auoesporte
Montadoras não oferecem esse tipo de recurso simplesmente porque não é permitido pela legislação brasileira. Todo sistema luminoso de um veículo vendido oficialmente passa por testes de homologação rigorosos, que avaliam intensidade, facho, ofuscamento e comunicação visual no trânsito. Luzes com função apenas estéticas não atendem a esses critérios e, portanto, não são aprovadas.
Vender pode, usar não
O fato de olhos de LED serem vendidos livremente em lojas físicas ou marketplaces não legitima seu uso em via pública. A responsabilidade pela regularidade do veículo é sempre do proprietário.
“O fato de tais acessórios serem vendidos no mercado não endossa seu uso regular. A responsabilidade de manutenção do veículo e de sua aderência aos requisitos legais é de seu proprietário”, reforça Clayton Zabeu.
A recomendação final do especialista é clara: manter o veículo conforme as características homologadas e, antes de qualquer modificação, consultar o manual, a concessionária ou a legislação. No caso dos olhos de LED, sejam linhas no farol ou painéis no para-brisa, a conclusão é objetiva: não são permitidos para circulação em vias públicas no Brasil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/o-GDPtBDDPo277M_vYawgyldS2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/i/kDlIwTSGmJY0AdevgDIw/maxresdefault.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda Civic com olhos de LED, no estilo do filme "Carros", da Disney</media:description>   <media:credit>Reprodução/Nostalg10</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 14 Feb 2026 09:01:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Rodízio de carros em SP será suspenso no Carnaval?</title>  <atom:subtitle>Entenda as regras da restrição de circulação na capital paulista durante o Carnaval de 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/rodizio-carros-sp-suspenso-carnaval-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/rodizio-carros-sp-suspenso-carnaval-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5L6AtEJPCcarPGZjr4QDI-M7LTA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/z/f/p5xAWlSOGfnY95kF2nsQ/rodizio-transito-carros.jpg" /><br /> ]]>    O rodízio municipal de carros na cidade de São Paulo (SP) estará suspenso de segunda-feira (16) até quarta-feira (18) no mês de fevereiro. A decisão é da Prefeitura de São Paulo e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) por conta do Carnaval.
Desta forma, veículos com placas finais 1 e 2, 3 e 4, e 5 e 6 – que normalmente estão proibidos de circular na capital paulista das 7h às 10h e das 17 às 20h – estarão liberados para trafegar excepcionalmente nos três dias.
Rodízio está suspenso de segunda a quarta 
André Schaun
Já o rodízio de veículos pesados (caminhões), Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC), Zona de Máxima Restrição aos Fretados (ZMRF) e faixas exclusivas de ônibus continua vigente. Ou seja, essas restrições específicas para veículos pesados seguirão em rigor.
A CET também informa que a Ciclofaixa Operacional de Lazer também estará inativa nesses dias em virtude do período carnavalesco e da realização do Carnaval de rua da cidade.
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Quais são as zonas de rodízio em SP?
Mapa do rodízio municipal de veículos de São Paulo mostra onde os motoristas não podem circular 
Divulgação/CET 
Somente algumas regiões da capital paulista fazem parte do perímetro proibido. Essas áreas são conhecidas como minianel viário e englobam os seguintes locais:
Marginal do Rio Tietê, Marginal do Rio Pinheiros;
Avenida dos Bandeirantes;
Avenida Afonso D’Escragnole Taunay;
Complexo Viário Maria Maluf;
Avenida Presidente Tancredo Neves;
Avenida das Juntas Provisórias;
Viaduto Grande São Paulo;
Avenida Salim Farah Maluf;
Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Melo (entre viaduto Grande São Paulo e avenida Salim Farah Maluf).
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Como funciona o rodízio de carros em SP?
Rodízio municipal de carros é válido de segunda-feira à sexta-feira
Shutterstock
O Programa de Restrição ao Trânsito de Veículos Automotores no Município de São Paulo, também chamado de rodízio municipal, foi criado para reduzir a circulação de automóveis em determinadas regiões da cidade de São Paulo.
Desta forma, a restrição é válida de segunda a sexta-feira, de acordo com o final da placa dos veículos. Durante os finais de semana e feriados, todos os carros podem circular. Veja abaixo:
Finais de placa 1 e 2 - segunda-feira
Finais de placa 3 e 4 - terça-feira
Finais de placa 5 e 6 - quarta-feira
Finais de placa 7 e 8 - quinta-feira
Finais de placa 9 e 0 - sexta-feira
Qual o horário do rodízio em SP?
O rodízio de veículos em na capital paulista funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 10h (manhã) e das 17h às 20h (tarde/noite). Em outros períodos do dia, todos os carros podem circular em todas as áreas da cidade.
Qual o valor da multa de rodízio?
O motorista que for flagrado rodando nas áreas de restrição durante o seu dia e horário de rodízio é enquadrado por infração média, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Desta forma, recebe multa de R$ 130,16, além de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5L6AtEJPCcarPGZjr4QDI-M7LTA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/z/f/p5xAWlSOGfnY95kF2nsQ/rodizio-transito-carros.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito - rodízio</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 09:00:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carros podem pagar pedágio urbano para financiar ônibus e metrô em nova lei</title>  <atom:subtitle>Câmara votará o Marco Legal do Transporte Público, que busca criar restrições aos automóveis para financiar o transporte público; entenda como funciona</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/carros-pedagio-urbano-financiar-onibus-metro-nova-lei.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/carros-pedagio-urbano-financiar-onibus-metro-nova-lei.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/MQA5ITd7kJrKzazigsQR7B4G0iM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/w/7/d5KhwrQUqozJBbed8BPw/49.jpg" /><br /> ]]>    O transporte coletivo brasileiro enfrenta uma grave crise, com custos mais elevados e menos passageiros todos os anos. O Marco Legal do Transporte Público seguiu ao plenário da Câmara dos Deputados em regime de urgência para reverter a situação — e um dos tópicos em pauta é a criação dos chamados “pedágios urbanos” para financiar ônibus, metrôs e trens.
O objetivo principal deste Marco Legal, identificado pelo PL n° 3728/21, é buscar formas de financiar o transporte público e evitar um colapso do sistema de mobilidade coletiva. Caso seja aprovado, estados e municípios terão autonomia para criar restrições de circulação e subsidiar parte dos gastos, além de outras fontes de arrecadação. O texto que tramita na Câmara diz o seguinte:
“Também é meritória a ênfase em mecanismos extratarifários de financiamento — como cobranças associadas ao uso do sistema viário e ao estacionamento — com destinação vinculada ao transporte público e aos modos ativos” — Marco Legal do Transporte Público (PL n° 3728/21)
Grandes cidades podem adotar pedágios para subsidiar o trânsito
Agência Brasil
O texto segue: “Esses instrumentos [...] permitem diversificar a base de receitas, mitigar a volatilidade tarifária e internalizar externalidades urbanas, contribuindo para a modicidade tarifária e para a eficiência alocativa do gasto público local”. 
A pauta ainda sugere a criação de uma cobrança para estacionamentos públicos ou rotativos como alternativa para custear os gastos do transporte público. 
O projeto parte do princípio de que os meios de condução urbanos atuais são fragmentados. O objetivo é criar uma rede única e integrada, que passa a incluir ônibus, metrôs e trens, sejam eles municipais ou intermunicipais. 
Transporte público fará parte de uma grande rede interurbana
Divulgação
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Está prevista a criação de Unidades Regionais de Transporte, com gestão focada em grandes regiões metropolitanas — onde, muitas vezes, há trânsito entre um ou mais municípios. Este corpo administrativo ficaria responsável por definir e coordenar a distribuição do montante adquirido nas novas cobranças.
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Por fim, o Marco Legal do Transporte Público ainda irá incentivar a renovação da frota com enfoque em veículos sustentáveis. A transição energética será parte fundamental do projeto. Receitas provenientes de créditos de carbono serão utilizadas para custear a infraestrutura e a operação do sistema.
Pedágios urbanos já existem em outros países
Cidades brasileiras podem adotar prática que já é realidade em países europeus
André Schaun/Autoesporte
O Marco Legal do Transporte Público abre o pretexto para que municípios brasileiros adotem as práticas de cidades europeias, como Londres (Reino Unido) e Milão (Itália). Nestes países, as normas são atreladas aos níveis de emissão — e veículos mais poluentes têm restrições de circulação em certas regiões.
Não há, porém, um plano de implementação para a nova lei, caso seja aprovada na Câmara dos Deputados. A criação das Unidades Regionais de Transporte abre o pretexto para que cada município ou região crie suas próprias regras.
Brasil tem recorde de 10 milhões de multas em rodovias federais em 2025
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Em 2025, a pesquisa Origem e Destino revelou que o uso do transporte individual superou o coletivo em São Paulo (SP). Como o Marco Legal do Transporte Público visa desestimular a utilização de automóveis, a maior cidade do país pode se tornar parte central da implementação da nova regra.
O texto tramita com urgência, embora não exista uma data definida para votação ou alterações. O PL n° 3728/21 passa a valer um ano após sua aprovação.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/MQA5ITd7kJrKzazigsQR7B4G0iM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/w/7/d5KhwrQUqozJBbed8BPw/49.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pagamento de pedágio</media:description>   <media:credit>André Schaun/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 19:40:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil tem recorde de 10 milhões de multas em rodovias federais em 2025</title>  <atom:subtitle>A Polícia Rodoviária Federal (PRF) diz que é o maior número de multas registradas desde que o levantamento começou a ser publicado, em 2007</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/brasil-recorde-10-milhoes-multas-rodovias-federais-2025.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/brasil-recorde-10-milhoes-multas-rodovias-federais-2025.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ch7PHnPZLHVYH6q8zKUZxxPEE40=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/q/F/RqUELuRPWlmUZUBQAMTw/54.jpg" /><br /> ]]>    Mais de 10 milhões de multas foram registradas nas rodovias federais ao longo de 2025. É o maior resultado desde que o levantamento começou a ser publicado, a partir de 2007. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e trazem estatísticas preocupantes da segurança viária no país.
Ao longo de 2025, os motoristas receberam 10.277.088 autuações nas rodovias federais — são 27.397 infrações cometidas por dia, 1.141 por hora e 19 por minuto. Em 2024, a PRF havia distribuído 9.483.949 multas, dado que revela que os condutores se tornaram mais indisciplinados em 2025, representando um avanço de 8,3%.
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Saiba quais são as infrações mais registradas nas rodovias federais
André Schaun/Autoesporte
A infração mais registrada em 2025 foi transitar acima do limite de velocidade em até 20%, seguida por exceder a velocidade da via entre 20% e 50% e conduzir veículo não licenciado. Confira o ranking abaixo:
Infrações mais cometidas nas rodovias federais em 2025
Ultrapassar em linha contínua, desobedecer ordens de agentes de fiscalização e conduzir veículo em mau estado de conservação foram as outras infrações registradas pela PRF ao longo de 2025. 
Rodovias com mais infrações registradas
A PRF também divulgou a lista das 9 rodovias federais com maiores índices de infrações. A que lidera o ranking é a BR-101, que se inicia no Rio Grande do Norte e termina no Rio Grande do Sul, com 4 824 km de extensão. Foram aplicadas 2,7 milhões de multas neste percurso.
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A BR-116, com seus 4 713 km de extensão, que ligam o Ceará ao Rio Grande do Sul, teve o registro de 2,5 milhões de infrações em 2025; já a BR-381, que conecta São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, teve o registro de 577 mil autuações em seu percurso de 1185 km. Veja o ranking abaixo.
Rodovias com mais ocorrências em 2025
Fiscalização contra o consumo de álcool
PRF intensificou a fiscalização contra o consumo de álcool e prendeu mais de 3 mil pessoas
Divulgação
A PRF realizou 3,5 milhões de testes para identificar a presença de álcool no organismo dos motoristas que transitam nas rodovias federais. Foram registradas 51 mil infrações, e 3.643 pessoas foram detidas por embriaguez ao volante.
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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), este tipo de infração é considerada gravíssima, com o valor de R$ 293,47 multiplicado por 10. Ou seja, caso o condutor seja flagrado nessas condições, terá de pagar um boleto de R$ 2.934,70, conforme prevê o Artigo 165.
O condutor deve responder criminalmente caso o resultado do teste seja positivo com resultado igual ou superior a 0,34 mg/L de álcool presente no organismo. Segundo a lei, o crime de trânsito é enquadrado por “capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. A depender do julgamento, a pena pode variar de seis meses a três anos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ch7PHnPZLHVYH6q8zKUZxxPEE40=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/q/F/RqUELuRPWlmUZUBQAMTw/54.jpg" medium="image"/>   <media:description>Rodovia movimentada de carros</media:description>   <media:credit>André Schaun</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 15:22:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como os preços de gasolina, etanol e diesel são definidos no Brasil?</title>  <atom:subtitle>Gasolina, etanol e diesel têm formações diferentes, mas todos chegam à bomba após somar custos de produção, impostos, logística, mistura obrigatória e margem do posto; entenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/02/como-precos-gasolina-etanol-diesel-definidos-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/02/como-precos-gasolina-etanol-diesel-definidos-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OS3nkQIsc7v7h_b8DlbDnezF-jc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/q/O/DCOOXBSI2q9KKBBbqYcw/posto-combustivel-bomba-gasolina.jpg" /><br /> ]]>    Na hora de abastecer, o valor exibido na placa do posto parece um número único. Na prática, porém, o preço final é resultado de uma cadeia longa e regulada, que começa na produção ou importação do combustível e termina na bomba. Ao longo do caminho entram tributos federais e estaduais, despesas com mistura obrigatória de biocombustíveis, custos logísticos e a margem de distribuição e revenda.
Como a precificação é livre em cada etapa — dentro das regras do setor — a participação de cada parcela varia por região e ao longo do tempo. Ainda assim, dados públicos consolidados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP) permitem entender a lógica da formação e visualizar percentuais médios do que o consumidor paga na hora de comprar gasolina, etanol ou diesel.
Como o preço do litro da gasolina é definido?
Na gasolina comum, o preço médio nacional costuma se dividir da seguinte forma:
Combustível na refinaria ou importado (cerca de 30%): essa parcela reflete o custo do derivado antes de impostos e logística. Ela é influenciada principalmente pelos preços internacionais de derivados de petróleo, pela cotação do dólar e pelas condições de oferta e demanda.
Etanol anidro (entre 15% a 17%): aqui não se trata da composição física, mas da fatia do preço final correspondente ao etanol anidro misturado à gasolina. Pela regra atual, a gasolina brasileira contém 27% de etanol anidro em volume, mas essa parcela representa cerca de 15% a 17% do valor pago pelo consumidor, dependendo do preço do etanol no período.
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS (aproximadamente 25%): tributo estadual cobrado por litro, com valor fixo definido de R$ 1,57 em todo o Brasil. 
Tributos federais – PIS/Cofins e Cide (em torno de 11%): são impostos definidos pelo governo federal e aplicados de forma uniforme em todo o país.
Distribuição e margem do posto (cerca de 18%): inclui custos de transporte, armazenamento, operação do posto, funcionários, energia, aluguel e lucro. A concorrência local influencia diretamente essa parcela.
Atualmente, de acordo com a Petrobras, o preço médio do litro da gasolina é de R$ 6,31 no Brasil. Na prática, a composição de preços está dividida da seguinte forma:
Distribuicão e Revenda - R$ 1,21 (19,2%)
Custo do Etanol Anidro - R$ 1,05 (16,6%)
Imposto Estadual - R$ 1,57 (24,9%)
Impostos Federais - R$ 0,68 (10,8%)
Parcela Petrobras - R$ 1,80 (28,5%)
Como o preço do litro do diesel é definido?
Regras do preço do diesel são distintas; saiba quais são 
Murilo Góes/Autoesporte
No diesel, a estrutura média é diferente:
Combustível na refinaria ou importado (cerca de 45%): o peso do custo inicial é maior, tornando o diesel mais sensível a variações internacionais e cambiais.
Biodiesel (cerca de 14%): o diesel vendido no Brasil contém biodiesel em percentual obrigatório, atualmente definido por política pública. Esse percentual em volume é menor do que na gasolina, mas o biodiesel costuma ter custo elevado, fazendo com que sua participação no preço final seja significativa.
ICMS (em torno de 19%): assim como na gasolina, tem preço fixo, e, neste caso, de R$ 1,17.
Tributos federais (cerca de 5%): menores do que na gasolina, reduzem o peso total dos impostos no diesel.
Distribuição e margem do posto (cerca de 16%): custos logísticos e operacionais que variam conforme a região e a estrutura de abastecimento.
Como o preço do litro do etanol é definido?
Etanol também tem suas regras fiscais e impostos por estado
Murilo Goes/Autoesporte
No etanol hidratado, vendido diretamente ao consumidor, a formação é mais simples, mas bastante variável:
Custo de produção na usina (45% a 50%): depende da safra da cana-de-açúcar, produtividade agrícola, clima e custos industriais.
ICMS (20% a 30%): é o principal tributo do etanol e tem o mesmo custo de R$ 1,57.
Tributos federais: têm peso reduzido ou podem estar zerados em determinados períodos.
Distribuição e margem do posto (20% a 25%): o etanol é especialmente sensível à logística: quanto maior a distância das usinas, maior tende a ser o preço final.
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Por que o preço do combustível varia de acordo com o estado?
Em médias históricas e períodos comparáveis, os dados da ANP mostram que São Paulo costuma apresentar preços de gasolina e etanol cerca de 5% a 10% menores do que os observados em estados mais distantes dos principais polos produtores, como Mato Grosso do Sul. Essa diferença não é fixa, mas recorrente ao longo das séries.
A explicação está na estrutura do mercado: São Paulo concentra refinarias, bases de distribuição e grande parte das usinas de etanol do país, o que reduz custos logísticos e de transporte. Já em estados mais afastados desses centros, o combustível percorre distâncias maiores até chegar aos postos, elevando o frete por litro.
Além disso, o nível de concorrência local entre postos também influenciam o preço final, contribuindo para variações regionais mesmo quando os demais custos são semelhantes.
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Murilo Goes/Autoesporte
As oscilações no preço do petróleo no mercado internacional são apenas um dos fatores que influenciam o custo dos combustíveis. No caso da gasolina e do diesel, o valor do barril é importante, mas não atua sozinho: entram também o câmbio, os preços internacionais dos derivados já refinados, custos de refino, importação e disponibilidade de produto no mercado global.
No etanol, a lógica é diferente. O custo de produção está ligado principalmente à safra da cana-de-açúcar, às condições climáticas, à produtividade agrícola e à demanda do setor sucroenergético. Por isso, o preço do etanol pode subir ou cair mesmo em períodos de estabilidade do petróleo.
Já o biodiesel, misturado ao diesel, tem custo influenciado pela oferta de matérias-primas, como óleos vegetais, além de regras de mistura obrigatória e da demanda do setor de transporte.
Essas diferenças explicam por que cada combustível reage em ritmos distintos às mudanças de cenário. Entre variações no custo de produção, decisões comerciais e estoques ao longo da cadeia, o impacto final na bomba tende a ocorrer de forma gradual — e nem sempre simultânea entre gasolina, diesel e etanol.
Combustível Consciente
Editora Globo
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OS3nkQIsc7v7h_b8DlbDnezF-jc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/q/O/DCOOXBSI2q9KKBBbqYcw/posto-combustivel-bomba-gasolina.jpg" medium="image"/>   <media:description>Posto de combustível</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:10:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Donos de Renegade, Fastback e Pulse são alvos de furtos da câmera de ré</title>  <atom:subtitle>Substituir a câmera de ré tem alto custo no pós-venda das concessionárias; clientes investem em peça de R$ 400 para evitar problemas maiores</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/fastback-pulse-renegade-trava-furto-camera-re.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/fastback-pulse-renegade-trava-furto-camera-re.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/g35ool7WEdQcSiXimk2rqqZxt4U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/A/8m7d7ET6GbEOITdwySSg/fiat-fastback-camera.jpeg" /><br /> ]]>    As câmeras de ré de modelos da Stellantis, como Fiat Fastback, Fiat Pulse e Jeep Renegade se tornaram alvo de ladrões, principalmente na grande São Paulo, por ficarem expostas na tampa do porta-malas. Elas são fixadas somente por algumas travas de plástico, o que permite que sejam puxadas pelo lado de fora. A solução veio do mercado de acessórios, com a instalação de uma trava por dentro da tampa do porta-malas
Em grupos do Facebook e WhatsApp, além de redes sociais como Instagram e TikTok e o site Reclame Aqui, proprietários de Pulse, Fastback e Renegade se queixam dos furtos das câmeras. A remoção danifica o chicote elétrico que conecta a peça ao kit multimídia, o que faz o preço do reparo subir.
O problema é parecido com o que ocorreu com o Volkswagen Nivus em 2024, quando foram registrados casos de furto do módulo do ACC e do emblema dianteiro, sendo que a primeira peça custava cerca de R$ 15 mil e a segunda R$ 2 mil. A marca alemã resolveu o problema meses depois, adotando uma presilha interna adicional na fixação do módulo, dificultando o furto, e reduzindo o preço da peça para R$ 1,1 mil.
Trava da câmera do Fastback impede que o equipamento seja puxado
Reprodução/Naf Tech Tecnologia
Como ainda não existe uma solução de fábrica nos modelos da Stellantis, os proprietários buscam correções no mercado paralelo de acessórios automotivos que, aproveitando a situação, desenvolveu uma peça de metal — uma espécie de "trava" — para impedir que a câmera seja puxada pelo lado de fora. 
A reportagem da Autoesporte procurou as lojas de acessórios automotivos que oferecem este serviço. No caso do Fiat Pulse e do Fiat Fastback, a "trava" é a mesma, enquanto para o Jeep Renegade é diferente, diante da conexão específica.
O preço varia de R$ 390 a R$ 400, com a mão de obra já inclusa. O tempo para realização do serviço fica em torno de uma hora, mas algumas lojas informaram que é possível fazer em menos tempo, cerca de 40 minutos.
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Furto das câmeras leva segundos
Em um dos casos relatados no Reclame Aqui, o dono de um Fastback Hybrid Impetus ano modelo 2025/2025 afirmou que teve acesso às imagens de uma câmera de segurança, que revelaram que o furto da câmera de ré ocorreu em segundos. Em seguida, o proprietário consultou o custo do reparo em uma concessionária e foi informado que a câmera de ré custa R$ 1,5 mil — mas seria necessário trocar o chicote, adicionando R$ 5 mil ao valor do serviço.
Em um outro relato no Reclame Aqui, o custo para reparo foi ainda maior, passando dos R$ 9 mil, pois a concessionária informou a questão que "era necessário trocar todo o chicote que conecta a câmera de ré ao multimídia do veículo".
Fiat Pulse também é alvo de furto da câmera de ré
Murilo Goes/Autoesporte
Projeção: novo Fiat Fastback será global e bem diferente do que conhecemos
Flagra: novo Jeep Renegade vai mudar mais por dentro do que por fora
Teste: Fiat Pulse Drive é raro SUV novo com câmbio manual; vale a pena?
Em ambos os casos, a Central de Serviços ao Cliente da Fiat respondeu informando que o caso não é de qualidade da peça ou de problema na produção dos veículos, mas sim de segurança pública, algo que acontece em todo o país e foge do controle da empresa. 
Ambos os proprietários foram até uma concessionária, onde portas e fechaduras foram verificadas, sem apresentar qualquer tipo de problema — e, por isso, não há nada que possa ser feito além do reparo pela sua rede autorizada, dentro dos valores cobrados por cada uma das concessionárias.
Jeep Renegade tem furtos da câmera de ré
Renato Durães/Autoesporte
Consultada, a Fiat enviou a seguinte nota oficial para a Autoesporte: 
“A Stellantis está atenta a questão dos relatos sobre furtos da câmera de ré. A empresa informa que a rede de concessionários está disponível para suporte e orientação aos clientes em caso de inconveniente e recomenda que sempre procure as autoridades para relatar o ocorrido.”
Já a Jeep afirma o seguinte quanto ao roubo das câmeras de ré do Renegade
"A marca Jeep não teve qualquer contato em seus canais oficiais sobre esse tema até o momento. Vale dizer ainda que o número de peças (câmera de ré) comercializado pela rede Jeep no ano passado e início de 2026 esteve dentro dos volumes normais e na média dos anos anteriores. A Stellantis reforça que a rede de concessionários está disponível para qualquer tipo de suporte e orientação caso algum cliente tenha este inconveniente e recomenda que procure as autoridades para relatar o ocorrido".
Nota: a primeira versão deste texto foi publicada antes da Fiat se posicionar sobre o tema. A reportagem foi atualizada após a resposta da marca.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/g35ool7WEdQcSiXimk2rqqZxt4U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/A/8m7d7ET6GbEOITdwySSg/fiat-fastback-camera.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Câmera de ré do Fiat Fastback</media:description>   <media:credit>Reprodução/JL Películas e Acessórios</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:32:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Seguro do carro tem novas regras com marco legal; saiba tudo que muda</title>  <atom:subtitle>Novo Marco Legal dos Seguros já está em vigor e cria prazos claros, exige contratos mais compreensíveis e reforça o papel do corretor na proteção do motorista</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seguros/noticia/2026/02/seguro-carro-novas-regras-marco-legal-mudancas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seguros/noticia/2026/02/seguro-carro-novas-regras-marco-legal-mudancas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/u0NhTCfs8jKT7oj7zCgGOVefk6o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/b/Y/lUhKPzRfyrkM3wKSYEMg/guincho02.jpg" /><br /> ]]>    O seguro auto brasileiro entra em uma nova fase com a vigência do novo Marco Legal dos Seguros, que passou a valer em 11 de dezembro de 2025. A legislação atualiza regras que estavam defasadas, estabelece prazos objetivos para seguradoras e amplia a transparência na relação com o consumidor, especialmente para quem vai contratar ou renovar a apólice do carro.
Na prática, o texto consolida direitos do segurado, reduz zonas cinzentas nos contratos e torna mais previsível o pós-sinistro, um dos momentos mais sensíveis para o motorista na hora de contratar um seguro. Embora muitas das medidas já fossem adotadas pelas grandes companhias, agora elas passam a ser obrigação legal para todo o mercado.
“O novo marco não cria um ‘seguro perfeito’, mas corrige assimetrias históricas entre segurado e seguradora”, explica Stephanie Zalcman, sócia da Wiz Corporate, especializada em seguros corporativos, benefícios e grandes riscos. “A lógica da lei é dar mais segurança jurídica ao consumidor e mais clareza sobre deveres e prazos”.
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Getty Images
Segundo Dennis Castanheira, da Enjoy Corretora de Seguros, o impacto mais perceptível está na forma como o serviço passa a ser prestado. “A nova lei obriga seguradoras e corretores a operarem com mais eficiência e transparência. As melhores companhias e profissionais já faziam isso, mas agora a régua sobe para todo o mercado”, afirma.
Stephanie reforça que a aplicação da lei é objetiva: “Ela já está valendo para novos contratos e renovações. Contratos antigos continuam sob as regras anteriores, salvo se forem renovados após a entrada em vigor”. Isso evita insegurança jurídica e deixa claro quando as novas normas passam a valer para o motorista.
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Contratos de seguros estão mais claros
Um dos pilares do novo marco é a linguagem das apólices. A lei reforça a obrigatoriedade de termos claros e acessíveis, além da inclusão de glossários explicativos para expressões técnicas.
“Os termos técnicos continuam existindo, porque fazem parte do seguro, mas agora precisam ser explicados de forma simples, sem ‘letras miúdas’”, afirma Stephanie. “Riscos excluídos e carências devem estar destacados, justamente para evitar surpresas no momento do sinistro”.
Castanheira concorda, mas faz um alerta importante: “A lei exige que as seguradoras traduzam os termos técnicos, o que ajuda muito. Mas é fundamental que o segurado leia o contrato. Ainda vemos muitos clientes assinando sem conferir o que está escrito”.
Prazos de pagamento objetivos após o sinistro
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Getty Images
O novo marco estabelece um prazo máximo de 30 dias para o pagamento da indenização, contado a partir da entrega completa da documentação. Caso algo esteja faltando, a seguradora deve solicitar em até cinco dias, suspendendo o prazo até a regularização.
“Esse ponto é central para reduzir conflitos”, diz Stephanie. “Antes, havia discussões sobre quando o prazo começava a contar. Agora, a regra é clara e protege o segurado”.
Para Castanheira, a mudança também força ganho de eficiência: “Muitas companhias já indenizavam antes desse prazo. O lado positivo é que quem não tinha um atendimento de sinistro tão bom assim terá de se adequar”.
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Renato Durães/Autoesporte
Outra mudança relevante é o fim do cancelamento imediato por atraso em parcelas intermediárias. A nova lei exige notificação prévia e constituição em mora do segurado. Apenas a falta de pagamento da primeira parcela ou da parcela única permite rescisão imediata.
“Antes, muitas seguradoras avisavam do cancelamento sem dar tempo de reação”, afirma Castanheira. “Hoje, com sistemas e pagamento instantâneo, isso pode ser evitado. Faltava uma lei exigindo esse procedimento e essa é uma mudança muito positiva”.
Stephanie complementa: “A regra traz equilíbrio. O segurado ganha chance real de regularizar, e a seguradora continua protegida contratualmente”.
Corretor ganha protagonismo e responsabilidade
O novo marco também reforça o papel do corretor como figura central na relação com o cliente. “A lei deixa claro que o corretor tem um dever consultivo ainda maior”, explica Stephanie. “Ele deve entregar documentos em até cinco dias úteis e atuar como um tradutor do contrato, garantindo que o cliente entenda o que está contratando”.
Para Castanheira, isso valoriza os bons profissionais. “Em uma era de atendimento robotizado, o segurado precisa de alguém para conversar e tirar dúvidas. Corretores que já trabalhavam bem não sentirão o peso da lei”.
O novo Marco Legal não elimina negativas de cobertura, mas tende a reduzir disputas e interpretações controversas. “As grandes seguradoras construíram sua reputação pagando sinistros”, diz Castanheira. “Se o segurado agir de boa-fé e estiver de acordo com a legislação, dificilmente terá problemas”.
Stephanie conclui que os efeitos serão graduais, mas consistentes: “O motorista já pode esperar um seguro auto mais transparente e previsível. A lei não substitui a escolha consciente, mas cria um ambiente mais equilibrado para todos os envolvidos”.
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Isso aconteceu porque o programa reduziu os custos de emissão ao diminuir as exigências de aulas teóricas e práticas em autoescolas. Segundo a Senatran, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem o documento, e a expectativa é acelerar a regularização desse grupo nos próximos anos. O Programa CNH sem a necessidade de autoescola, chamado de "CNH Para Todos", foi aprovado no Brasil em dezembro. Para entender todos os pontos, basta clicar aqui. 
Pedidos por CNH aumentaram muito desde a aprovação da nova medida 
Divulgação
Ainda de acordo com o órgão, foram registrados 24.754 cursos práticos realizados por instrutores autônomos, categoria que passou a existir desde a atualização da norma pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os cursos práticos cresceram 22%, saindo de 328 mil para mais de 400 mil, e os exames práticos registraram aumento de 11%, com mais de 323 mil aplicações em janeiro de 2026, frente a 291 mil na comparação com o ano anterior.
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Baliza deixa de ser obrigatória na avaliação do exame prático para tirar a CNH em todo o Brasil 
Governo do MS
A última atualização foi o fim da obrigatoriedade da prova baliza para tirar a CNH em todo o Brasil. No início da semana passada, Autoesporte noticiou em primeira mão que alguns estados já estavam adotando a medida, e que o Governo Federal deveria expandir a mudança para o território nacional. E foi o que acontecei com a divulgação do novo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. 
Segundo as novas regras do manual, que terá validade para todos os Departamentos Estaduais de Trânsito do Brasil (Detran), as alterações têm o objetivo de “tornar a avaliação adequada à realidade de quem dirige no dia a dia, reduzindo diferenças regionais para a aprovação dos candidatos e tornando o processo mais fiel à realidade de quem enfrenta o cotidiano do tráfego brasileiro”.
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“A mudança da baliza como etapa principal e eliminatória acontece porque ela virou, ao longo do tempo, um exercício artificial, cheio de regras que não dialogam com a condução no mundo real. A baliza passa a ser tratada como o que ela é na vida cotidiana: estacionamento, ao final do percurso. Sem aquele ritual mecânico que nada mede sobre direção segura”, justifica Adrualdo Catão, Secretário Nacional de Trânsito. 
Como será a avaliação do exame prático para tirar a CNH? 
Aula prática de direção em autoescola
Getty Images
A avaliação do exame prático é realizado com um examinador de trânsito do Detran. De acordo com o texto, serão analisados tópicos como a condução em via pública, leitura do trânsito, tomada de decisões e a convivência com outros veículos e pedestres. "A avaliação passa a medir a direção responsável em ambiente real, e não a repetição de um ritual que pouco diz sobre segurança viária”, conclui o secretário.
Justamente por observar o motorista em situação real de tráfego, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio.
Manual também oficializa novo limite de 10 pontos para a prova prática 
Agência Brasil
Como dito pelo próprio secretário, estacionar o carro no final da prova continuará sendo necessário, mas não haverá qualquer tipo de avaliação de baliza no meio percurso. Com a nova medida, de acordo com o Senatran, o foco agora é o "comportamento ao volante, que é o que efetivamente impacta a segurança no trânsito". 
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Novo limite de pontos no exame prático
Outra mudança também antecipada por Autoesporte é o limite de pontos para a prova, que está maior. Assim como antes, os candidatos iniciam a prova com pontuação zero. Porém, a partir de agora, a pontuação vai sendo aplicada conforme as infrações de trânsito cometidas durante o exame. 
Para ser aprovado no teste, o futuro motorista precisa ter nota abaixo de 10 pontos. Dentro desse limite máximo, ainda existem pesos diferentes conforme a gravidade da infração (leve, média, grave e gravíssima). Anteriormente, os candidatos poderiam acumular no máximo 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos). 
O futuro motorista precisa ter nota abaixo de 10 pontos
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
Outra questão é que, segundo o novo manual, não existem mais faltas que eliminem o candidato de forma automática. Por outro lado, identificando que o candidato não apresenta condições mínimas de segurança, domínio do veículo ou equilíbrio emocional para conduzir, o exame pode ser interrompido sem atribuição de nota.  
Antes da mudança, a reprovação também era baseada em condutas específicas, independentemente de serem infrações de trânsito. Agora, a avaliação considera exclusivamente as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Na prática, isso significa que acontecimentos como "deixar o veículo morrer", por exemplo, deixam de implicar em reprovação. 
Prova prática pode ser feita com carro automático?
A partir de agora, os candidatos também poderão utilizar veículos com câmbio automático, sem restrição à transmissão automática. Este deve estar em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito, segundo o órgão. 
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Para o ranking, consideramos apenas a versão que menos gasta combustível de cada carro. Além disso, listamos somente veículos equipados com motores a combustão. Ou seja, carros elétricos e híbridos estão fora da lista (e prepararemos uma específica para eles posteriormente).
A classificação foi feita utilizando megajoules por quilômetro (MJ/km), ou consumo energético, que é o quanto o carro gasta de energia para se deslocar (quanto menor esse valor, mais eficiente). A média de consumo vale como critério de desempate. Desta forma, chegamos em uma lista com carros de cinco marcas diferentes — todos flex e equipados com câmbio manual. E, na maioria das vezes, com motor 1.0 aspirado.
Veja abaixo os 10 carros mais econômicos do Brasil em 2026:
10º) Peugeot 208
Versão mais econômica do Peugeot 208 tem câmbio manual e motor 1.0 aspirado
Divulgação
Versão: Style
Preço: a partir de R$ 93.990
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 75 cv e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,49 MJ/km
Consumo com etanol: 9,5 km/l (cidade) e 10,8 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,6 km/l (cidade) e 15,3 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,3 km/l
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9º) Volkswagen Virtus
Versão: Sense
Preço: a partir de R$ 112.890
Motorização: 1.0 turbo flex de três cilindros com 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,49 MJ/km
Consumo com etanol: 9,2 km/l (cidade) e 11,2 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,2 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,4 km/l
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8º) Hyundai HB20
Hyundai HB20 - frente diagonal
Renato Durães/Autoesporte
Versões: Comfort e Limited
Preço: a partir de R$ 95.190
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,48 MJ/km
Consumo com etanol: 9,9 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,3 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,3 km/l
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7º) Volkswagen Polo
Versões: MPI, Track e Roubust
Preço: a partir de R$ 95.490
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 84 cv de potência e 10,3 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,48 MJ/km
Consumo com etanol: 9,3 km/l (cidade) e 10,9 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,5 km/l (cidade) e 15,7 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,4 km/l
6º) Hyundai HB20S
Versões: Comfort e Limited
Preço: a partir de R$ 104.290
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,47 MJ/km
Consumo com etanol: 9,7 km/l (cidade) e 10,9 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,4 km/l
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5º) Fiat Cronos
Versões: Drive 1.0
Preço: a partir de R$ 108.990
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 75 cv e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,46 MJ/km
Consumo com etanol: 9,7 km/l (cidade) e 11,2 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,4 km/l (cidade) e 15,9 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,6 km/l
4º) Renault Kwid
Renault Kwid faz médias de 12,7 km/l, de acordo com o Inmetro
André Schaun
Versões: Zen, Intense, Iconic e Outsider
Preço: a partir de R$ 78.690
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 70 cv de potência e 9,8 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,41 MJ/km
Consumo com etanol: 10,4 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 14,4 km/l (cidade) e 15,4 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,7 km/l
3º) Fiat Mobi
Fiat Mobi é o terceiro carro mais econômico do Brasil
Divulgação
Versão: Like
Preço: a partir de R$ 82.560
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros com 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de 5 marchas
Consumo energético: 1,40 MJ/km
Consumo com etanol: 10,1 km/l (cidade) e 11,1 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 14,5 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada)
Consumo médio: 12,9 km/l
2º) Chevrolet Onix Plus
Versão: 1.0 turbo MT
Preço: a partir de R$ 108.990
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros, 82 cv de potência e 10,6 kgfm de torque
Câmbio: manual de 6 marchas
Consumo energético: 1,39 MJ/km
Consumo com etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 13,9 km/l (cidade) e 17,1 km/l (estrada)
Consumo médio: 13,2 km/l
1º) Chevrolet Onix
Versão: 1.0 turbo MT
Preço: a partir de R$ 101.790
Motorização: 1.0 aspirado flex de três cilindros, 82 cv de potência e 10,6 kgfm de torque
Câmbio: manual de 6 marchas
Consumo energético: 1,38 MJ/km
Consumo com etanol: 9,8 km/l (cidade) e 12,4 km/l (estrada)
Consumo com gasolina: 12,4 km/l (cidade) e 17,7 km/l (estrada)
Consumo médio: 13,1 km/l
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Segundo as novas regras do manual, que terá validade para todos os Departamentos Estaduais de Trânsito do Brasil (Detran), as alterações têm o objetivo de “tornar a avaliação adequada à realidade de quem dirige no dia a dia, reduzindo diferenças regionais para a aprovação dos candidatos e tornando o processo mais fiel à realidade de quem enfrenta o cotidiano do tráfego brasileiro”.
Baliza deixa de ser obrigatória na avaliação do exame prático para tirar a CNH em todo o Brasil 
Governo do MS
“A mudança da baliza como etapa principal e eliminatória acontece porque ela virou, ao longo do tempo, um exercício artificial, cheio de regras que não dialogam com a condução no mundo real. A baliza passa a ser tratada como o que ela é na vida cotidiana: estacionamento, ao final do percurso. Sem aquele ritual mecânico que nada mede sobre direção segura”, justifica Adrualdo Catão, Secretário Nacional de Trânsito. 
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Como será a avaliação do exame prático para tirar a CNH? 
Dessa forma, a avaliação do exame prático passa a ser realizada exclusivamente em percurso, sob acompanhamento do examinador de trânsito do Detran. De acordo com o texto, serão analisados tópicos como a condução em via pública, leitura do trânsito, tomada de decisões e a convivência com outros veículos e pedestres. "A avaliação passa a medir a direção responsável em ambiente real, e não a repetição de um ritual que pouco diz sobre segurança viária”, conclui o secretário.
Justamente por observar o condutor em situação real de tráfego, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio.
Manual também oficializa novo limite de 10 pontos para a prova prática 
Agência Brasil
Como dito pelo próprio secretário, estacionar o carro no final da prova continuará sendo necessário, mas não haverá qualquer tipo de avaliação de baliza no meio percurso. Com essa nova medida, de acordo com o Senatran, o foco passa a ser o "comportamento ao volante, que é o que efetivamente impacta a segurança no trânsito". 
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Novo limite de pontos no exame prático
Outra mudança também antecipada por Autoesporte implica no limite de pontos para a prova, que está maior. Assim como antes, os candidatos iniciam a prova com pontuação zero. No entanto, a partir de agora, a pontuação vai sendo aplicada conforme as infrações de trânsito cometidas durante o exame. 
Para ser aprovado no teste, o futuro motorista precisa ter nota abaixo de 10 pontos. Dentro desse limite máximo, ainda existem pesos diferentes conforme a gravidade da infração (leve, média, grave e gravíssima). Anteriormente, os candidatos poderiam acumular no máximo 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos). 
De acordo com o novo manual, não existem mais faltas eliminatórias automáticas 
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Outra questão é que, segundo o novo manual, não existem mais faltas que eliminem o candidato de forma automática. Em contrapartida, identificando que o candidato não apresenta condições mínimas de segurança, domínio do veículo ou equilíbrio emocional para conduzir, o exame pode ser interrompido sem atribuição de nota.  
No método antigo, a reprovação também era baseada em condutas específicas, independentemente de serem infrações de trânsito. Agora, contudo, a avaliação considera exclusivamente as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Na prática, isso significa que acontecimentos como "deixar o veículo morrer", por exemplo, deixam de implicar em reprovação. 
Prova prática pode ser feita com carro automático?
Sim! A mesma resolução ainda eliminou a obrigatoriedade de carros com câmbio manual para a prova prática da CNH a partir de 2026. Portanto, a partir de agora, os candidatos também poderão utilizar veículos com câmbio automático. Este deve estar em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito, segundo o órgão. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5MjU-29NaYpuPYvT0uG2-wvjkYE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/R/K3MIYiSu6ZNVkX2AAMOQ/prova-baliza-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Exame de baliza</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 01 Feb 2026 18:29:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que seguro de carro para mulheres está mais caro do que para homens?</title>  <atom:subtitle>Especialista informa que lógica de preço para as mulheres está sendo invertida por novos acontecimentos; entenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/seguro-carro-mulheres-mais-caro-homens.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/02/seguro-carro-mulheres-mais-caro-homens.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JOmAr1kC2Om1hbMvMDnaERZb3gA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/Z/N/NqGkAOSnaJIMFSrlOOEQ/gettyimages-1193069476.jpg" /><br /> ]]>    Se antigamente as mulheres pagavam bem mais barato no seguro de seus carros na comparação com os homens, hoje a história está bem diferente. Cotações recentes mostram que a situação vem se invertendo e as mulheres começaram a pagar mais caro pelas apólices. A disparidade atual dos preços entre os gêneros tem sido cada vez mais notória e pode chegar a quase R$ 2 mil em alguns casos.
Um exemplo foi a cotação da apólice para um Nissan Kait que Autoesporte pediu à Creditas Seguros. A cobertura para um homem de 35 anos, morador da zona sul de São Paulo (SP), sairia por R$ 2.709. Para uma mulher da mesma idade e que mora na mesma região, o seguro do SUV não sai por menos de R$ 3.647. A diferença nas coberturas é de R$ 938.
Mas por que seguro de carro está ficando mais caro para mulheres do que para homens? Quais são os fatores que mais interferem no valor do seguro? Autoesporte consultou um especialista para chegar a uma resposta.
Seguro está ficando mais caro para mulheres do que homens
Auto Esporte
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Para começo de conversa, o valor do seguro pode ser impactado por diversos fatores. Preço e marca do carro, idade e localidade do condutor, se o veículo é estacionado em local privativo ou não, e até o comportamento histórico do segurado são alguns dos pontos analisados pelas seguradoras de automóveis. Isso não mudou.
A diferença é que, se antes se o seguro para mulheres era visto com bons olhos pelo maior cuidado e responsabilidade, estudos recentes e dados de mercado de 2025 mostram que a lógica de preço está sendo invertida por novos acontecimentos. 
De acordo com Michel Tanam, Gerente da Creditas Seguros, o perfil feminino tem se exposto a riscos maiores no trânsito urbano e em horários de pico, impactando as estatísticas de colisão das seguradoras.
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Além disso, o especialista informa que mesmo que os acidentes femininos sejam menos graves na maioria das vezes, a frequência dos pequenos incidentes tem pesado no cálculo de risco das seguradoras para esse perfil.
Há outra mudança importante: a análise de dados históricos está diferente. "As seguradoras agora usam dados em tempo real. Se nos últimos meses o perfil feminino em capitais teve um índice de sinistro superior ao masculino na mesma faixa, o valor reflete essa tendência estatística imediata", informa Michel Tanam.
Seguro do BYD Dolphin Mini é R$ 1.826 mais caro para mulheres
Emerson Lima
Essa proporção pode variar, dependendo do modelo. Na cotação do plano de cobertura para um BYD Dolphin Mini, o carro elétrico mais vendido do Brasil, são cobrados R$ 3.984 para os homens e R$ 5.810 para as mulheres – uma diferença significativa de R$ 1.826, considerando, mais uma vez, motoristas da mesma idade e que moram na mesma região.
Outro exemplo é na apólice do Toyota Corolla Cross Hybrid. A cobertura mostra um custo de R$ 2.741 para o perfil masculino e de R$ 3.243 para o feminino. A disparidadade nesse caso é de R$ 502. Há alguns anos, porém, os seguros chegavam a ser R$ 3 mil mais baratos para as mulheres.
Claro que essa não é uma nova regra e sempre depende do perfil do condutor, do carro e da sua localidade. Prova disso é que, para um Volkswagen T-Cross, a cotação mostra o valor de R$ 2.906 para os homens e de R$ 2.422 para as mulheres.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JOmAr1kC2Om1hbMvMDnaERZb3gA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/Z/N/NqGkAOSnaJIMFSrlOOEQ/gettyimages-1193069476.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mulher dirigindo carro</media:description>   <media:credit>Getty Images </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 01 Feb 2026 10:00:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>4 itens que todo mundo ama, mas deixam a manutenção do carro mais cara</title>  <atom:subtitle>No mesmo modelo, versões com LED, rodas grandes, painéis digitais e ADAS elevam custo de peças, prêmio do seguro e limitam o uso de componentes paralelos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/01/itens-deixam-manutencao-carro-cara.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/seu-bolso/noticia/2026/01/itens-deixam-manutencao-carro-cara.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EpyaNvropK8Ls8rJMZv3S5lCHj4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/O/k/n6Snh2TIubkynaJjOJtA/volkswagen-virtus-exclusive-3.jpg" /><br /> ]]>    Faróis de LED, rodas grandes, painéis digitais e sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS) fazem parte do pacote de modernização dos carros vendidos no Brasil. Dentro de um mesmo modelo, esses itens costumam separar versões intermediárias das topo de linha e ajudam a justificar preços mais altos na concessionária. O que nem sempre entra na conta é o impacto dessas escolhas no custo de reparo, no valor do seguro e até na manutenção da garantia.
Com mais eletrônica embarcada, peças integradas e sensores sensíveis, o carro fica mais caro não apenas para consertar, mas também para assegurar. E, em muitos casos, a alternativa de usar peças paralelas simplesmente não existe — ou traz consequências importantes para o proprietário.
Farol halógeno ou full LED: mesmo carro, custos diferentes
Versões mais baratas do Argo usam faróis halógenos
André Paixão/Autoesporte
Em vários modelos vendidos hoje, versões de entrada ainda usam faróis halógenos, enquanto as mais completas adotam conjuntos de LED. No Fiat Argo, por exemplo, as configurações iniciais têm farol convencional, com lâmpadas substituíveis. Já nas versões superiores, o farol de LED é um módulo fechado, com assinatura luminosa e DRL integrados.
Na prática, isso muda tudo em um reparo. Um farol halógeno costuma custar algo entre R$ 800 e R$ 1 mil no mercado paralelo. Já o farol full LED da mesma linha pode ultrapassar R$ 4 mil por lado. Para as seguradoras, isso entra diretamente no cálculo do risco: versões com LED tendem a ter prêmio mais alto, justamente pelo custo elevado de reposição em caso de colisão ou furto.
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Rodas maiores encarecem pneus e outras peças
Hyundai Creta Ultimate tem rodas diamantadas de 18 polegadas que são exclusivas da versão de topo
Renato Durães/Autoesporte
O tamanho das rodas também pesa no bolso. No Hyundai Creta, por exemplo, versões mais simples usam rodas de 16 ou 17 polegadas, enquanto configurações superiores adotam rodas maiores, com pneus de perfil mais baixo.
Além de pneus mais caros e menos tolerantes a buracos, uma roda original grande costuma custar bem mais na reposição. Não é raro uma roda aro 18 ou 19 passar de R$ 5 mil o jogo, contra algo na casa dos R$ 3 mil o jogo em diâmetros menores. 
Opção de entrada do Hyundai Creta tem rodas de 16 polegadas
Vitor Matsubara/Autoesporte
Para o seguro, isso significa maior custo potencial de sinistro, especialmente em danos urbanos comuns, como impactos em guias ou buracos, o que pode elevar o valor da apólice em relação às versões com rodas menores.
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Painel analógico versus digital: mesma plataforma, outro nível de despesa
Volkswagen Virtus não tem nem central multimídia na versão de entrada
Autoesporte/Vitória Drehmer
Painéis digitais viraram símbolo de carro moderno, mas também são um ponto sensível fora da garantia. No Volkswagen Virtus, versões de entrada usam cluster analógico com tela central simples, enquanto as versões mais caras adotam painel totalmente digital, integrado aos sistemas do veículo.
Se houver falha, o painel analógico tende a ter reparo mais simples e barato, ou até mesmo a troca completa do painel por R$ 1.500 até R$ 2 mil. Já o cluster digital é um módulo eletrônico codificado, que normalmente exige substituição completa. O custo pode passar de R$ 3 mil, considerando peça original e programação. Para a seguradora, isso pesa tanto no valor do seguro quanto na franquia em caso de sinistro parcial.
Volkswagen Virtus Exclusive tem telas digitais e custo é sempre mais caro
Divulgação
5 carros usados da Fiat com manutenção simples por até R$ 20 mil
Manutenção preventiva: 10 itens para checar no carro antes de viajar
ADAS elevam a segurança e a complexidade do reparo
Sistemas como frenagem autônoma de emergência e controle de cruzeiro adaptativo (ACC) são grandes avanços em segurança. No Toyota Corolla, por exemplo, versões mais completas trazem radar frontal e câmeras, enquanto as mais simples não contam com esses recursos.
Toyota Corolla Altis Premium Hybrid 2025 tem sensores e ACC
Renato Durães/Autoesporte
Em um impacto leve no para-choque, a diferença de custo é enorme. Um Corolla sem ACC tem componentes mais simples. Já uma versão equipada pode exigir a troca do radar, cujo está facilmente acima dos R$ 2 mil, além da calibração obrigatória. Esse conjunto mais caro influencia diretamente o valor do seguro e o custo de um eventual reparo fora da cobertura.
Peças paralelas nem sempre são opção
Diante de valores tão altos, muitos consumidores pensam em recorrer a peças paralelas. O problema é que, em componentes tecnológicos, essa alternativa costuma ser limitada ou inexistente. Faróis de LED, painéis digitais e sensores de ADAS geralmente exigem peças originais para funcionar corretamente e manter a calibração.
Colocar peças não originais faz o carro perder a garantia
Divulgação
Além disso, em carros ainda na garantia, a substituição por componentes não homologados pode gerar perda de cobertura para sistemas relacionados. Em alguns casos, até seguradoras podem questionar reparos feitos fora do padrão original, especialmente quando envolvem sensores de segurança.
Escolher a versão certa também é planejar o custo futuro
Tecnologia, conforto e segurança seguem valendo a pena. Faróis de LED iluminam melhor, ADAS evitam acidentes e painéis digitais melhoram a experiência ao volante. O ponto é que, dentro do mesmo modelo, essas escolhas alteram significativamente o custo de manutenção, o valor do seguro e a flexibilidade em reparos.
Antes de decidir pela versão mais equipada, vale comparar preços de peças, simular o seguro e entender as implicações para a garantia. Assim, o carro moderno continua sendo um prazer e não uma surpresa desagradável quando algo sai do previsto.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EpyaNvropK8Ls8rJMZv3S5lCHj4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/O/k/n6Snh2TIubkynaJjOJtA/volkswagen-virtus-exclusive-3.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Virtus Exclusive</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 15:43:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Autoesporte e Decoupling realizam webinário sobre prêmios Atendimento do Ano e Pós-Venda do Ano</title>  <atom:subtitle>Evento online com representantes das marcas avaliadas explicou detalhes da metodologia das premiações, pontos da experiência do consumidor que podem ser aprimorados e novas tendências de mercado</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/especiais/eventos-sobre-automoveis/carro-do-ano/noticia/2026/01/autoesporte-decoupling-webinario-atendimento-do-ano-pos-venda-do-ano.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/especiais/eventos-sobre-automoveis/carro-do-ano/noticia/2026/01/autoesporte-decoupling-webinario-atendimento-do-ano-pos-venda-do-ano.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/VkU6yAiDg0wMs1qDEgCGs2rdQS4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/r/c/DDj3WCQh6rrPgLjmQ9jg/selos-atendimento-do-ano-e-pos-venda-do-ano-autoespote-decoupling.jpg" /><br /> ]]>    Para encerrar com chave de ouro a primeira edição dos prêmios Atendimento do Ano e Pós-Venda do Ano, Autoesporte e Decoupling, parceiras na elaboração das duas novas categorias do prêmio Carro do Ano 2026, promoveu um webinário com representantes das dez marcas avaliadas, a fim de explicar mais detalhes sobre a metodologia, os pontos de melhoria no atendimento ao consumidor e novas tendências de mercado. Relembre a metodologia completa aqui.
A primeira edição do prêmio teve a Honda como vencedora da categoria Atendimento do Ano, que contemplou a marca que melhor atendeu seus clientes no processo de compra de um veículo entre os períodos de setembro de 2024 e agosto de 2025. Já a Nissan foi vitoriosa no troféu Pós-Venda do Ano, que apontou a marca que proporcionou a melhor experiência de atendimento em serviços assistência, revisão e manutenção aos proprietários de seus veículos no mesmo período.
No webinário, o professor Leandro Guissoni, cofundador e sócio da Decoupling, detalhou como foi o processo de pesquisa, que levou em consideração cinco dimensões na categoria Atendimento do Ano (experiência no site da marca; visita à concessionária; test-drive; negociação; e entrega do veículo) e oito na Pós-Venda do Ano (política de preços; garantia; revisões; manutenção corretiva; atendimento na oficina; cobertura de rede; disponibilidade de peças; revenda).
“Um dos aprendizados [dessa premiação] é que, embora a média do setor seja relativamente estável, existem diferenças importantes entre as marcas e, principalmente, entre os elos da jornada [de atendimento do cliente]”, explicou Guissoni.
O professor destacou que o diferencial da nova metodologia é premiar consistência ao longo da jornada, e não apenas um ponto específico. “Uma marca pode liderar várias etapas, mas se tiver quedas muito fortes em outras, a média final despenca. O ranking privilegia quem é bom e consistente de ponta a ponta”, reforçou.
Por exemplo, os pontos mais bem avaliados durante a jornada de atendimento para compra são test-drive, recepção na concessionária e assinatura do contrato. Já os elos com maiores índices de insatisfação incluem tempo de espera pela entrega do carro e visitas subsequentes à concessionária.
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Na primeira edição das categorias, Autoesporte e Decoupling consideraram as dez marcas de carros mais vendidas no mercado brasileiro no primeiro semestre de 2025, de acordo com dados oficiais de emplacamento de automóveis e comerciais leves da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram elas: Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Toyota, Hyundai, Renault, Jeep, Honda, BYD e Nissan.
Para avaliar os índices de satisfação das marcas em cada uma das categorias, a Decoupling coletou mais de 100 mil comentários feitos por proprietários de veículos dessas marcas em diferentes sites, fóruns, plataformas de avaliação e redes sociais no Brasil entre agosto de 2024 e agosto de 2025. Ou seja, em vez de uma tradicional pesquisa estimulada, a pesquisa adotou uma inovadora base de avaliações espontâneas dos consumidores.
Com a ajuda de inteligência artificial e modelos de análise, as avaliações espontâneas dos consumidores foram processadas para identificar padrões de satisfação em cada dimensão da experiência. Os comentários foram classificados por momento da cadeia de valor (jornada) do cliente e cada trecho recebeu um score de satisfação conforme o teor da manifestação, permitindo calcular notas médias por marca e por etapa avaliada.
Para garantir uma pesquisa com alto índice de confiança, a consultoria usou sua expertise científica para calibrar a análise mitigando vieses de comentários extremos – demasiadamente positivos ou negativos –, ou avaliações com textos pouco explicativos. Além disso, realizou pesquisas paralelas com humanos e comparou os dados com os índices apontados pela IA, tanto para validar o trabalho de pesquisa como para aprimorar o aprendizado de máquina em seus modelos de análise.
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Atualmente, o método da Decoupling tem um índice de 97% de concordância entre as informações coletadas e avaliadas online com auxílio de IA e aquelas concedidas por especialistas humanos nas pesquisas de validação, e de 94% nas notas médias calculadas a partir dos comentários espontâneos coletados online e aquelas dadas por humanos.
“A tecnologia só vira disrupção quando resolve um incômodo real. Quem cria a ruptura é o consumidor, quando deixa de aceitar atritos, demora, burocracia ou experiências ruins”, afirmou Thales Teixeira, também sócio e cofundador da Decoupling, sobre o uso de uma metodologia inovadora, que aproveita os fundamentos mais modernos da era da transformação digital.
“Um carro pode ser excelente, mas se o atendimento falha ou o pós-venda [da marca] decepciona, o sucesso daquele produto é temporário e pode virar rejeição”, complementou durante o evento Leonardo Felix, diretor de redação da Autoesporte. “Essas duas premiações propõem uma mudança de paradigma na cobertura e avaliação da indústria automotiva”, finalizou.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/VkU6yAiDg0wMs1qDEgCGs2rdQS4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/r/c/DDj3WCQh6rrPgLjmQ9jg/selos-atendimento-do-ano-e-pos-venda-do-ano-autoespote-decoupling.jpg" medium="image"/>   <media:description>Selos dos prêmios Atendimento do Ano e Pós-Venda do Ano 2026</media:description>   <media:credit>Pablo Gonzalez/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 14:56:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como este país quase zerou as mortes no trânsito com um programa eficaz</title>  <atom:subtitle>Com a medida, mortalidade no trânsito da Suécia caiu de quase 10 para 2,1 por 100 mil habitantes; entenda como</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/post-coluna/2026/01/suecia-pais-reducao-mortes-transito-vision-zero.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/post-coluna/2026/01/suecia-pais-reducao-mortes-transito-vision-zero.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/28W5C3-xyWZEZEI3OmyDXJ2k6AE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/q/H/qQixBISb2p1LZ2fLcxnA/transito-suecia.jpg" /><br /> ]]>    Há algo de nobre no reino da Suécia. E que pode servir de parâmetro para as prometidas — mas não cumpridas — ações para tornar o trânsito brasileiro mais seguro e menos letal. Este é um momento oportuno, uma vez que o tema vem ganhando espaço nas discussões com a proposta do governo de mudar as regras para obtenção da CNH, mas há poucas iniciativas concretas para reduzir a mortalidade nas ruas e estradas. 
A solução sueca surgiu de uma conscientização: não é aceitável que erros humanos tenham consequências fatais. Na década de 1990, as mortes no trânsito na Suécia se aproximavam de dez para cada 100 mil habitantes, número dentro dos padrões toleráveis para a época (e inferior aos 36,9 por 100 mil registrados no Brasil no mesmo período). 
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Mas os suecos não queriam entrar no século 21 com essa mácula e buscaram soluções para tentar reduzir os acidentes, especialmente os atropelamentos e colisões que aumentavam nos meses de inverno. Desse modo, um grupo de estudiosos criou, em 1995, o programa Vision Zero (ou Visão Zero), baseado no princípio de que não existem seres humanos perfeitos. Óbvio, mas nem tanto.
Suécia reduziou em quase 80% as mortes no trânsito com o programa Vision Zero
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Mais que um programa, o Vision Zero é uma postura ética com foco não apenas no comportamento individual de quem usa as vias de trânsito mas também nas estradas e nos veículos. O ambiente de tráfego em vias urbanas foi reprojetado para proteger os usuários vulneráveis desses espaços, cruzamentos de quatro vias foram substituídos por rotatórias, algumas estradas ganharam barreira central para evitar colisões frontais, comuns em nevascas, e os fabricantes de veículos foram incentivados a tornar seus carros mais seguros. 
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Os técnicos também redefiniram as velocidades máximas com base em estudos científicos. Por exemplo: nas zonas urbanas, a tolerância humana para um atropelamento é de 30 km/h. Nas estradas, a velocidade considerada mais segura é de 100 km/h. Câmeras passaram a monitorar esses limites — o desrespeito gera pesadas multas e, a depender da gravidade, prisão.
O programa foi aprovado em 1997 pelo parlamento e os resultados comprovaram a eficiência: em 2021, a mortalidade no trânsito sueco caiu para 2,1 por 100 mil habitantes, apesar do aumento do número de veículos no país. 
Para reduzir mortalidade do trânsito no Brasil, medidas básicas também devem ser adotadas
Vitória Drehmer/Autoesporte
A nova meta é chegar a zero morte nos próximos cinco anos. O Vision Zero passou a ser adotado por outros países europeus, como Holanda e Alemanha, além de Nova Zelândia, alguns estados norte-americanos e canadenses e o estado de Haryana, na Índia, país que em 2024 apresentou índices semelhantes ao do Brasil (12,2 mortos por 100 mil habitantes).
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A Suécia é o maior país do norte da Europa. Tem 450.295 km² de área (equivalente ao tamanho de Mato Grosso do Sul), uma malha rodoviária de 573 km, 10,6 milhões de habitantes e uma frota de 4,98 milhões de carros e 292 mil motos. 
Não, não dá para comparar com as dimensões ou o nível de educação e renda no Brasil. Mas dá para copiar bons exemplos e adotar medidas básicas, como integrar a disciplina de segurança do trânsito nas escolas (obrigatória na Suécia a partir do Ensino Fundamental). E, claro, ter a consciência de que erros humanos não devem resultar em mortes.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/28W5C3-xyWZEZEI3OmyDXJ2k6AE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/q/H/qQixBISb2p1LZ2fLcxnA/transito-suecia.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito na Suécia</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 09:01:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gasolina premium: quando faz sentido abastecer e quais são as vantagens</title>  <atom:subtitle>Maior octanagem e pacote de aditivos fazem diferença, mas só nos motores que exigem esse nível de combustível</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/01/gasolina-premium-quando-faz-sentido-vantagens.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2026/01/gasolina-premium-quando-faz-sentido-vantagens.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OYjDCUA8AE3pe1Q_mv0I1704TtE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/v/8/sZNAMqTRqk5BUW9NKHrg/engin-akyurt-4dor247shai-unsplash.jpg" /><br /> ]]>    Na hora de abastecer, muitos motoristas se perguntam se vale a pena pagar mais caro pela gasolina premium. Ela está sempre presente nas bombas, com preço mais elevado e promessa de melhor desempenho, mas nem sempre faz sentido para todos os carros. Entender o que muda em relação à gasolina comum e à aditivada é fundamental para fazer uma escolha consciente.
Todas as gasolinas vendidas no Brasil seguem os padrões definidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mas diferem principalmente em octanagem e no pacote de aditivos. Essas características impactam diretamente o funcionamento do motor, a eficiência da queima e a durabilidade dos componentes.
O que diferencia a gasolina premium
Volkswagen Golf GTI de 2008 era homologado com gasolina de alta octanagem
Murilo Góes/Autoesporte
A principal característica da gasolina premium é a octanagem mais elevada, que indica maior resistência à pré-detonação, fenômeno conhecido como batida de pino. Enquanto a gasolina comum tem índice antidetonante em torno de 87, a premium supera os 100. 
“A octanagem mede a capacidade do combustível de suportar compressão sem queimar antes da hora, garantindo uma combustão mais uniforme”, explica o professor Juliano Martins Barbosa, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
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Além disso, a gasolina premium conta com um pacote mais robusto de aditivos. Por exemplo, a Ipimax Pro, da Ipiranga, combina alta octanagem com detergentes, dispersantes e redutores de atrito, o que contribui para redução de desgaste, manutenção da potência e melhor eficiência energética.
Quando a premium realmente faz sentido
Carros esportivos têm desempenho melhorado com combustível de alta octanagem no tanque
Divulgação
A gasolina premium é indicada principalmente para motores de alta compressão, turboalimentados, esportivos ou importados, que exigem combustível de maior octanagem para operar corretamente. “Usar gasolina de baixa octanagem em motores que exigem mais pode resultar em perda de potência, aumento de consumo e desgaste prematuro”, destaca Barbosa .
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Nesses casos, a central eletrônica até pode ajustar o funcionamento do motor para evitar danos, mas isso geralmente ocorre às custas de desempenho e eficiência. Já com a premium, o motor consegue trabalhar dentro do seu potencial original, com combustão mais estável e protegida.
E nos carros de uso comum?
Carros urbanos não têm ganhs práticos com combustível de alta octanagem
Renato Durães/Autoesporte
Para a maioria dos veículos de passeio, especialmente modelos aspirados e de menor compressão, a gasolina premium não traz ganhos práticos. “Se o motor não foi projetado para essa octanagem, não há aumento perceptível de potência ou redução relevante de consumo”, explica o professor Juliano Barbosa.
Nesse cenário, a gasolina aditivada costuma ser a escolha mais equilibrada. Ela mantém a octanagem da comum, mas adiciona agentes de limpeza e proteção. “Os aditivos ajudam a evitar depósitos em bicos injetores e válvulas, melhoram a pulverização do combustível e contribuem para a durabilidade do motor”, afirma o especialista da Ipiranga.
Misturar combustíveis faz mal?
Posto de combustível - abastecimento com gasolina
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Misturar gasolina premium com comum ou aditivada não causa dano imediato, mas reduz os benefícios. “Ao diluir a premium com gasolina comum, a octanagem final cai, e o motor deixa de aproveitar todo o potencial do combustível”, explica o especialista da Ipiranga . O mesmo vale para a aditivada, que perde parte de sua capacidade de limpeza quando misturada.
Manual do carro é a principal referência
A escolha correta começa sempre pelo manual do veículo, que indica a octanagem mínima recomendada. Seguir essa orientação é a forma mais segura de garantir desempenho, eficiência e durabilidade.
Como resume o especialista da Ipiranga, “a escolha do combustível impacta diretamente a performance e a vida útil do motor. Aditivada e premium não são luxo, mas investimento em eficiência e proteção, desde que usadas no carro certo” .
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OYjDCUA8AE3pe1Q_mv0I1704TtE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/v/8/sZNAMqTRqk5BUW9NKHrg/engin-akyurt-4dor247shai-unsplash.jpg" medium="image"/>   <media:description>Posto de gasolina</media:description>   <media:credit>Engin Aykurt</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:18:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os carros mais roubados em São Paulo em 2025; veja se o seu está na lista</title>  <atom:subtitle>Ocorrências tiveram queda de quase 12% no último ano; Hyundai HB20 lidera os registros</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/carros-mais-roubados-sao-paulo-2025-ranking.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/carros-mais-roubados-sao-paulo-2025-ranking.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EosXRwNpGCfZaPcx7UFL4He_cKc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/z/W/pCK1GgQBa7J2ODRMO7NA/hyundaihb20-04.jpg" /><br /> ]]>    Os roubos e furtos de carros na Região Metropolitana de São Paulo caíram 11,6% em 2025. Entre janeiro e novembro do ano passado, 44.456 ocorrências foram registradas, contra 50.297 unidades no mesmo período de 2024. Os dados são do levantamento da Ituran Brasil com base em informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
Proporcionalmente, o estudo também mostra uma redução nos roubos e aumento nos furtos. Do total de registros, 16,1% foram por de roubo e 83,9% por furto, quando não há violência ou grave ameaça. Na maioria dos casos, quando a vítima só descobre depois.
Roubos estão diminuindo e furtos estão aumentando na Grande São Paulo
Getty Images
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No ranking dos veículos mais visados, o Hyundai HB20 aparece em primeiro lugar, com 2.216 ocorrências. O hatch sul-coreano saiu da sexta colocação para o topo da tabela no último ano.
Quem aparece em segundo é o Ford Ka, com 2.139 registros, seguido pelo Chevrolet Onix, com 2.081 roubos. Volkswagen Gol (1.868) e Chevrolet Corsa (1.672) fecham a lista dos cinco primeiros colocados. Veja abaixo:
Os carros mais roubados do Brasil em 2025
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Importante lembrar que o estudo leva em consideração a Grande São Paulo, região que engloba 39 municípios, como a própria capital, Guarulhos, Osasco e o ABC paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul). 
Entre essas cidades, a capital paulista lidera com grande folga o ranking da região com mais ocorrências: foram 28.576 casos ou 64,3% do total. Em seguida, aparece Santo André, com 3.638 registros, e Guarulhos, com 2.817 roubos e furtos.
O levantamento ainda informa que os crimes envolvendo veículos de passeio ocorrem com maior frequência no período noturno. Além disso, geralmente acontecem quando os veículos permanecem estacionados por longos períodos em vias públicas e sem vigilância.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EosXRwNpGCfZaPcx7UFL4He_cKc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/z/W/pCK1GgQBa7J2ODRMO7NA/hyundaihb20-04.jpg" medium="image"/>   <media:description>Hyundai HB20 Comfort</media:description>   <media:credit>Divulgação/Autoesporte (Bruno Guerreiro)</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 15:55:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volvo pede que donos de EX30 não carreguem em local fechado sem supervisão</title>  <atom:subtitle>Após recarga limitada a 70% da capacidade da bateria, SUV elétrico sofre medidas ainda mais restritivas no Reino Unido; 5,6 mil unidades estão envolvidas em recall no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/volvo-ex30-carregamento-local-fechado-recall.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/volvo-ex30-carregamento-local-fechado-recall.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p0OUb8Xg7xkmHcFDmwMu67LwaC0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Q/y/aP6YC0S9qBdkDqLZZ7Xg/328818-volvo-ex30-fotos-do-evento-de-lan-amento-g1.jpg" /><br /> ]]>    O recall global do Volvo EX30, que afetou 5,6 mil unidades do SUV elétrico no Brasil, ganhou um novo desdobramento nesta semana. Devido à falha na produção das baterias, que pode causar risco de incêndio, um órgão de segurança do Reino Unido agora pede que os proprietários não deixem o modelo carregando em espaços fechados sem supervisão. 
Após inspeções, a Volvo identificou que os módulos da bateria de níquel-cobalto-manganês (NMC) podem superaquecer, aumentando o risco de incêndio durante a recarga. Como medida preventiva, a marca orientou que os proprietários não carreguem além de 70% da capacidade da bateria, o que pode ser ajustado pela central multimídia.
Autoesporte consultou a Volvo, que alegou que a medida adotada no Reino Unido tem validade local e não se aplica ao Brasil. Por aqui, segue valendo a restrição da recarga limitada a 70% para as 5,6 mil unidades do EX30 envolvidas na campanha de recall.
No Brasil, a campanha de recall convoca donos de unidades do EX30 produzidas entre 6 de setembro de 2024 e 25 de outubro de 2025, com os chassis YV12ZEL82RS000462 a YV12ZELA9TS178122. As versões Single Motor Extended Range e Twin Motor Performance são as únicas afetadas. 
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De acordo com a Volvo, o índice de risco de incêndio é de 0,02% em todas as unidades afetadas no mundo. Ao reduzir a capacidade de recarga para 70%, a marca diz que a chance do SUV elétrico pegar fogo cai significativamente. 
Volvo EX30 é o único carro da marca afetado pelo risco de incêndio
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Por enquanto, a Volvo ainda não encontrou uma solução para este problema. A campanha de recall pede que os proprietários levem o EX30 às concessionárias para limitar o carregamento.
Por que o risco de incêndio existe?
Especialista explica como um carro elétrico pode pegar fogo e por que é tão difícil de conter as chamas
Divulgação
Autoesporte conversou com Fabio Delatore, coordenador do curso de pós-graduação de veículos elétricos e híbridos do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), que alegou que veículos eletrificados exigem procedimentos especiais durante incêndios. O fogo só acontecerá se houver contato entre os terminais de bateria — chamados de eletrodos — pela ausência do material de separação. 
“O sistema de gerenciamento da bateria, identificado pela sigla BMS, faz o monitoramento constante da temperatura e pode agir caso identifique riscos de combustão. E quanto mais energia se concentra na bateria, maior o risco do chamado “efeito cabum”, considerado o gatilho para um incêndio”, afirmou o especialista.
De acordo com o especialista, incêndios em carros elétricos são tratados com exceção, mas incidentes não estão livres de acontecer, assim como nos modelos a combustão. No ano passado, um navio transportando 3 mil carros elétricos pegou fogo por três dias no Oceano Pacífico.
As chamas de um carro elétrico se espalham rapidamente e podem consumir outros veículos. E, mesmo após o incêndio ser controlado superficialmente, existe o risco do fogo continuar se alastrando na parte interna da bateria. Por isso, adota-se o procedimento de "quarentena", em que um carro elétrico deve ficar totalmente isolado por várias semanas, pelo risco de voltar a queimar. Daí a dificuldade em conter uma ocorrência do tipo.
“Um incêndio deste tipo não pode ser mitigado com gás carbônico ou extintores normais. Existem duas alternativas: extintores de carbonato de potássio ou soluções de vermiculita”, elaborou o especialista. Estes recursos já são utilizados em complexos de armazenamento de energia gerada por placas fotovoltaicas ou aerogeradores.
*Nota: a reportagem foi atualizada com o posicionamento da Volvo do Brasil
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p0OUb8Xg7xkmHcFDmwMu67LwaC0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Q/y/aP6YC0S9qBdkDqLZZ7Xg/328818-volvo-ex30-fotos-do-evento-de-lan-amento-g1.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volvo EX30</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:05:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Prova prática para tirar CNH permite mais erros com novo limite de pontos</title>  <atom:subtitle>Candidatos não podem ter pontuação superior a 10 pontos com a nova resolução do Contran; entenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/prova-pratica-cnh-permite-erros-novo-limite-pontos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/prova-pratica-cnh-permite-erros-novo-limite-pontos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/edjoXmEI7GHxC3VYX_tAJPpcQxQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/Y/GsABzqS2KQA6ovKg9meQ/cnh-instrutor-prova-pratica.jpg" /><br /> ]]>    Você já leu aqui em Autoesporte que a baliza não será mais avaliada para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Mas há outra mudança importante no exame: o limite de pontos que podem ser atingidos durante a prova prática está maior, permitindo que o candidato erre mais vezes. 
Assim como antes, os candidatos iniciam a prova com pontuação zero. Só que agora a pontuação vai sendo aplicada conforme as infrações de trânsito cometidas durante o exame. Para ser aprovado no teste, o futuro motorista precisa ter nota abaixo de 10 pontos.
Anteriormente, os candidatos poderiam acumular no máximo 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos). Com a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) tudo muda. 
Prova prática para tirar CNH não tem mais baliza e limite de pontos está maior
Divulgação
Cada penalidade cometida passa a corresponder a um ponto, que é multiplicado pelo respectivo peso, variável de um a seis. Inclusive, as avaliações dos erros passam a ser alinhadas com as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), da seguinte forma:
1 ponto: infração de trânsito de natureza leve
2 pontos: infração de trânsito de natureza média
3 pontos: infração de trânsito de natureza grave
6 pontos: infração de trânsito de natureza gravíssima.
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A prova poderá ser interrompido pela comissão de exame de direção veicular quando o candidato demonstrar incapacidade técnica para dar continuidade segura ao trajeto ou apresentar instabilidade emocional ou comportamento incompatível.
Prova prática autoescola pode ser feita com carro próprio
Getty
Se reprovado, o inscrito poderá submeter-se a novas avaliações, sem limitação de tentativas, até alcançar a aprovação. Além disso, a segunda tentativa poderá ser agendada no mesmo dia, mediante disponibilidade, e sem a cobrança de taxas adicionais.
Outra alteração está relacionada aos veículos utilizados na realização dos exames, que poderão ser disponibilizados pelo órgão ou entidade de trânsito competente -- ou até pelo próprio candidato. Junto disso, os carros poderão ser equipados com câmbios automáticos, e não só manuais.
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Além disso, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio.
Aula prática de direção em autoescola está com várias alterações
Getty Images
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Todas as alterações fazem parte da nova resolução do Contran, nº 1.020/2025, que, inclusive, também colocou fim na autoescola obrigatória e aprovou a renovação automática da CNH.
No entanto, as regras citadas acima ainda não estão sendo seguidas por todos os estados. Isso porque o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) deve começar a aplicar as novas normas de maneira nacional quando as diretrizes forem publicadas no Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular.
Por enquanto, o Mato Grosso do Sul, por exemplo, já informou que não terá mais baliza e que o novo limite de pontos está em vigor. O Detran-MS também divulgou que sua prova prática terá que ter duração mínima de 10 minutos. Neste período, os avaliados terão que executar seis conversões à esquerda, seis conversões à direita, três estacionamentos laterais, percurso em linha reta de, no mínimo, mil metros e dois retornos, inclusive em canteiro central, quando possível.
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Ao longo de 2025, o ICL coletou 3.210 amostras de gasolina, etanol e diesel em postos espalhados por 14 estados brasileiros, registrando 28% de índice de irregularidade. Veja abaixo:
Total de amostras: 3.210
Não conforme: 888
Índice de não conformidade: 28%
As fraudes mais comuns
Saiba quais são as fraudes mais registradas nos postos do Brasil
Reprodução
A fiscalização foi intensificada após a deflagração da Operação Carbono Oculto pela Polícia Federal no ano passado. A investigação descobriu envolvimento do crime organizado na produção, adulteração, distribuição e venda dos combustíveis em oito estados.
Quanto às inconformidades registradas, a fraude volumétrica foi a mais frequente, seguida por baixa qualidade de gasolina e etanol, alto teor de etanol na gasolina e baixo teor de biocombustível no diesel. Confira a lista:
As irregularidades mais catalogadas nos postos de combustível brasileiros
Carlo Faccio, diretor executivo do ICL, contou para a Autoesporte que a fraude volumétrica é aplicada direto na bomba, onde os números nos mostradores não condizem com a verdadeira quantidade de combustível que entrou no tanque. Neste estudo, 52% dos casos foram registrados no Paraná.
"Bombas chipadas" são fonte de grandes lucros para facções criminosas, acusa o ICL
Getty Images
“Pelo cliente misterioso já identificamos inconformidades que chegam a 31% [do volume] exibido no painel”, alertou o especialista. Os aparelhos usados neste golpe são chamados de “bombas chipadas” ou “bombas burras”.
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Entre as outras fraudes, o baixo teor de biodiesel consiste em uma adulteração que lesa não apenas o bolso do consumidor, mas também o meio ambiente. Já o alto teor de etanol na gasolina, excedendo o limite permitido de 30%, foi amplamente registrado no Sudeste. Este é um tipo de golpe que pode ser identificado pelo próprio motorista no dia a dia, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo e Gás Natural (ANP).
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“Esteja atento a mudanças no desempenho do veículo, como aumento de consumo, perda de potência, falhas no funcionamento, dentre outros itens. Alterações na performance do veículo podem ser um indício de alguma fraude, embora não seja a única explicação”, explicou a ANP.
A maneira mais comum de adulterar gasolina no Brasil é com a adição de etanol — porém, a Operação Carbono Oculto ainda constatou o uso de metanol. O PCC adquiriu usinas e até distribuidoras para facilitar a mistura.
Suspeite de postos que vendem os combustíveis por valores inferiores a outros
Renato Durães/Autoesporte
“O metanol é um produto nocivo, corrosivo e tóxico até para o frentista. Se alguém tiver contato e coçar os olhos, pode ficar cego”, ressaltou Carlo Faccio, diretor do ICL. Em regiões do interior de São Paulo, a facção chegou a vender um combustível clandestino que tinha 95% de metanol e 5% de gasolina. Ao longo do segundo semestre de 2025, este composto também foi identificado em bebidas alcoólicas, causando centenas de hospitalizações e até mortes.
O balanço mais recente do ICL revelou que postos do Rio de Janeiro (RJ), Caxias (RJ), Curitiba (PR) e São Bernardo do Campo (SP) são os locais com maior incidência de adulteração de metanol.
As zonas de risco para abastecer
Com base nas 3.210 amostras de gasolina, etanol e diesel coletadas pelo “cliente misterioso”, o ICL elaborou mapas de calor dos estados brasileiros com base em cada tipo de ocorrência. São as chamadas "zonas de risco", onde há maior probabilidade de adulteração e outras irregularidades, representadas pelas cores azul e vermelho Veja abaixo se a sua região está entre elas:
Irregularidades de fraude volumétrica
Regiões com mais registros da fraude volumétrica
Reprodução/Instituto Combustível Legal
Municípios com mais registros:
SP: São Paulo, Campinas, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Santos e Guarujá;
RJ: Rio de Janeiro, Duque de Caxias e Nova Iguaçu;
PR: Curitiba, São José dos Pinhais e Campo Largo;
GO: Goiânia, Goianira e Anápolis;
BA: Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari.
Irregularidades de qualidade de gasolina e etanol
Regiões com baixa qualidade de gasolina e etanol
Reprodução/Instituto Combustível Legal
Municípios com mais registros: 
SP: São Paulo (especialmente na Zona Leste), Guarulhos, Santos, Jundiaí, Campinas, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul;
RJ: Rio de Janeiro, Duque de Caxias e São Gonçalo;
PR: Curitiba e São José dos Pinhais;
MG: Belo Horizonte e Contagem;
BA: Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari.
Irregularidades com diesel
Irregularidades na qualidade do diesel (1)
Reprodução/Instituto Combustível Legal
Irregularidades na qualidade do diesel (2)
Reprodução/Instituto Combustível Legal
Municípios com mais registros:
SP: Santos, São Vicente, Ribeirão Preto;
PR: Londrina, Maringá, Umuarama;
SC: Florianópolis, Blumenau e Joinville;
MG: Montes Claros e Uberlândia;
GO: Goiânia e Rio Verde;
MT: Cuiabá.
O crime organizado ampliou sua rede e está cada vez mais difícil de rastrear. Um posto confiável pode se tornar ponto de golpistas em poucas semanas — e até estabelecimentos geridos por empresários honestos podem receber combustível adulterado. O mapa de calor do ICL traz uma referência das regiões de maior risco, onde o motorista deve ficar mais atento.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/u8q3GVg4lLrvYc-E2BLyTTe3VhE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/l/U/JLGTfXR4iZFqIvbyCLaQ/2025-09-03-11-40-21-window.png" medium="image"/>   <media:description>Bomba de posto de combustível interditada pelo Inmetro</media:description>   <media:credit>Reprodução/Ipem e Inmetro</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 10:00:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Prova da baliza não será obrigatória para tirar CNH em SP e mais 5 estados</title>  <atom:subtitle>Manobra técnica de estacionar um veículo em uma vaga paralela à guia não será mais avaliada para tirar a Carteira Nacional de Habilitação; entenda os detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/prova-baliza-nao-sera-obrigatoria-cnh-estados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/prova-baliza-nao-sera-obrigatoria-cnh-estados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p3phGbIKyh_C56aZXf0J_eAiGqY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/a/C/KSYvxrQfOYzsOAwmxO9g/baliza-prova-cnh.jpg" /><br /> ]]>    Depois de aprovar o fim da obrigatoriedade da autoescola, as regras continuam mudando para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A partir desta segunda-feira (26), a baliza não será mais obrigatória durante o exame prático em alguns estados brasileiros. O fim da prova já foi confirmado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de quatro estados: Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Pará, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Santa Catarina, a implementação vai acontecer em breve.
De acordo com apurações da Autoesporte, a dispensa da etapa também deve ser anunciada em breve em outras localidades. Afinal, de acordo com o Ministério dos Transportes, a baliza não é mais obrigatória no Brasil e não pode mais ser cobrada nas provas práticas.
Ainda assim, Acre, Bahia, Paraíba, Rondônia e Sergipe informam que vão continuar exigindo essa etapa na prova. O Detran-RJ diz que vai atender as determinações futuras. Isso é possível, segundo o Detran-MS, porque cada orgão permanece responsável pela definição de suas próprias normas enquanto a edição do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular não é publicada. Portanto, uma mudança deve ocorrer em breve em todos os estados.
Baliza não será mais obrigatóia em alguns estados do Brasil
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Desta forma, nesses cinco estados, a avaliação do exame prático passa a ser realizada exclusivamente em percurso, sob acompanhamento do examinador de trânsito do Detran. Ou seja, a baliza, manobra técnica de estacionar um veículo em uma vaga paralela à guia, não é mais avaliada.
"O trajeto do exame prático permanece conforme o modelo atualmente praticado, contemplando, entre outros aspectos, as conversões à direita e à esquerda; o uso correto de seta; a realização do procedimento de “parada” em local permitido; bem como a condução segura e responsável nas demais condições normais de trânsito", informa o Detran-SP.
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Outras mudanças na prova prática da CNH
No Mato Grosso do Sul, por exemplo, a prova prática terá que ter duração mínima de 10 minutos. Neste período, os avaliados terão que executar seis conversões à esquerda, seis conversões à direita, três estacionamentos laterais, percurso em linha reta de, no mínimo, mil metros e dois retornos, inclusive em canteiro central, quando possível.
Além disso, o exame continua sendo feito em vias públicas urbanas ou rurais, pavimentadas ou não. Nos municípios com mais de um bairro autorizado, o local terá que ser definido por sorteio.
Limite de pontos que podem ser atingidos na prova prática está maior
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Junto disso há outra mudança importante: o aumento do limite de pontos que podem ser atingidos durante o exame prático. Anteriormente, o candidato poderia perder até 3 pontos, com faltas classificadas como leves (1 ponto), médias (2 pontos) e graves (3 pontos).
Com a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o candidato agora pode perder até 10 pontos, dependendo da regra escolhida pelo Detran. A classificação dos erros passa a ser alinhada com as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB): infração leve (1 ponto), média (2 pontos), grave (4 pontos) e gravíssima (6 pontos).
Câmbio automático poderá ser utilizado na prova prática da CNH
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A mesma resolução ainda eliminou a obrigatoriedade de carros com câmbio manual para a prova prática da CNH a partir de 2026. Porém, a partir de agora, os candidatos também poderão utilizar veículos com câmbio automático em alguns estados, como é o caso de São Paulo.
O exame poderá ser interrompido pela comissão de exame de direção veicular quando o candidato demonstrar incapacidade técnica para dar continuidade segura ao trajeto ou apresentar instabilidade emocional ou comportamento incompatível.
Prova prática para tirar CNH está com novas regras
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Se reprovado, o candidato poderá submeter-se a novas avaliações, sem limitação de tentativas, até alcançar a aprovação. Além disso, a segunda tentativa poderá ser agendada no mesmo dia, mediante agendamento, e sem a cobrança de taxas adicionais.
Importante lembrar que nem todas as normas já estão em vigor em todos os estados porque os órgãos de trânsito precisam adequear seus sistemas. O ideal é fazer uma consulta no Detran do seu estado para entender como está a situação.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p3phGbIKyh_C56aZXf0J_eAiGqY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/a/C/KSYvxrQfOYzsOAwmxO9g/baliza-prova-cnh.jpg" medium="image"/>   <media:description>Baliza</media:description>   <media:credit>Governo do MS</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 15:00:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renovação automática da CNH: veja passo a passo como fazer pelo app</title>  <atom:subtitle>Novo recurso do Ministério dos Transportes permite que motoristas de boa conduta tenham acesso à renovação gratuíta; saiba como</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/cnh-renovacao-automatica-como-fazer-pelo-app.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/cnh-renovacao-automatica-como-fazer-pelo-app.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6GebEkuAjcmcZbxg_PjH226inH4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/A/S/Wprp2LQ36zYP9IqCDTIg/app-cnh-do-brasil-entrar-com-govbr.jpg" /><br /> ]]>    A renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é um novo recurso disponibilizado pelo Ministério dos Transportes para motoristas com boa conduta ao longo do prazo de 12 meses. Quem não tiver infrações de trânsito registradas em seu nome neste período terá direito à renovação gratuita e totalmente online, sem taxas e exames. E pode fazer tudo isso pelo aplicativo.
Para ter acesso ao benefício, o motorista deve se cadastrar no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). A adesão pode ser feita pelo aplicativo da CNH do Brasil (antes chamado de “Carteira Digital de Trânsito”) ou pelo Portal de Serviços da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). 
A medida vale única e exclusivamente para a emissão da versão digital da CNH do Brasil. O motorista que optar pela versão física deverá pagar a taxa de R$ 137,79 para a emissão.
Passo a passo da renovação automática e gratuita da CNH?
Veja como se cadastrar no Registro Nacional Positivo de Condutores
Jady Peroni/Autoesporte
O processo de cadastro no Registro Nacional Positivo de Condutores para obter a renovação gratuita é simples. O motorista deve acompanhar os seguintes passos:
Abra o aplicativo CNH do Brasil;
Selecione a opção “Condutor”;
Acesse “Cadastro Positivo”;
Leia atentamente as condições de adesão;
Clique em “Li e concordo com o termo e condições de autorização”
Por fim, clique em “Autorizar participação”.
Quem não tiver infrações de trânsito de qualquer natureza registradas ao longo dos últimos 12 meses estará apto a obter a renovação gratuita. No entanto, as regras mudam conforme a idade do condutor.
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Procedimento é diferente para o motorista sênior
Getty Images/Autoesporte
Motoristas com idade entre 50 e 69 anos podem utilizar a renovação automática somente uma vez, no vencimento do documento, sem cobrança de taxas ou exigência de exames presenciais. Trata-se de um benefício intransferível para obter a CNH digital.
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Já os motoristas com 70 anos ou mais não estão aptos à medida e devem manter o cronograma anterior de renovação da CNH, com a realização de exames médicos e pagamento de taxas. Nesta condição, o prazo de validade do documento é de três anos, conforme a tabela mais abaixo.
O RNPC também exclui motoristas com recomendações médicas — em casos de doenças progressivas ou condições que demandem acompanhamento contínuo de saúde, além daqueles com o documento vencido há mais de 30 dias, conforme estabelece a legislação de trânsito. 
Todo o processo é realizado por meio do sistema da Senatran. Quando o documento vence, a atualização é feita diretamente na base nacional e disponibilizada no aplicativo da CNH do Brasil. 
Além da renovação do documento, os condutores beneficiados passam a receber o selo de Bom Condutor, que fica visível no aplicativo como forma de reconhecimento pelo comportamento responsável.
Onde verificar infrações de trânsito?
Há um menu no aplicativo da CNH do Brasil para consultar multas recentes
Reprodução
No próprio aplicativo da CNH do Brasil é possível verificar se existem infrações de trânsito vinculadas ao seu documento. Siga os seguintes passos:
Abra o aplicativo CNH do Brasil;
Clique em “Infrações” no menu inicial;
Selecione as infrações “Por infrator” ou “Por veículo”;
As infrações pendentes constarão na tela seguinte.
Validade da CNH mudou?
Mesmo com a adoção da CNH do Brasil e do RNPC, a validade do documento em território nacional não sofre qualquer alteração em 2026. 
CNH Provisória: 1 ano de validade
Motoristas de até 49 anos: 10 anos de validade
Motoristas entre 50 e 69 anos: 5 anos de validade
Motoristas com mais de 70 anos: 3 anos de validade
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6GebEkuAjcmcZbxg_PjH226inH4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/A/S/Wprp2LQ36zYP9IqCDTIg/app-cnh-do-brasil-entrar-com-govbr.jpg" medium="image"/>   <media:description>App CNH do Brasil</media:description>   <media:credit>Jady Peroni/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 10:01:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Golpe do IPVA é registrado em 5 estados em 2026; veja como evitar</title>  <atom:subtitle>Ao menos 13 sites fraudulentos foram registrados em cinco estados brasileiros; saiba como identificar</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/ipva-golpe-registrado-5-estados-como-evitar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/ipva-golpe-registrado-5-estados-como-evitar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CUUMWC4o6F0V2uhLz7pT5_3vJTQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/V/B/A9BLULQceJU6ABupPwGQ/ipva-imposto.jpg" /><br /> ]]>    O calendário de pagamento do IPVA 2026 já começou em todos os estados do Brasil. Portanto, é importante ficar atento aos vencimentos e também evitar cair em golpes que, infelizmente, são comuns nesse período. Tanto que, até o momento, ao menos cinco estados identificaram sites fraudulentos.
Os dados são da empresa de segurança digital, Kaspersky. O levantamento também revela que, ao todo, foram identificados 13 sites nas unidades federativas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Entre as fraudes, por exemplo, estão portais enganosos com descontos excessivos e até o recebimento de links com ofertas por canais digitais, como o Whatsapp e redes sociais. 
O calendário 2026 do IPVA já está disponível na maioria das unidades federativas 
Divulgação
Seja qual for o método, é comum que esses sites imitem — de forma quase idêntica — os portais oficiais, como o da Secretaria da Fazenda (Sefaz), dando uma falsa impressão de legitimidade. No entanto, na hora de pagar, o valor é direcionado para uma conta registrada em bancos digitais com nomes distintos. 
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Importante lembrar que, a partir de 2026, com algumas exceções, todos os donos de carros com menos de 20 anos de uso precisam pagar o IPVA. Na maioria das unidades federativas, o tributo pode ser pago de forma parcelada ou até com descontos generosos, de a 3% a 25%, caso o débito seja quitado em cota única. Pensando nisso, Autoesporte separou algumas dicas de como fugir de possíveis fraudes na hora de quitar o IPVA. Confira!
1°) Tenha atenção aos sites oficiais
Dito tudo isso, a primeira dica é se informar sobre o IPVA apenas em sites oficiais dos respectivos estados. São eles: Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Secretaria da Fazenda (Sefaz). Ou seja, evite acessar qualquer página suspeita, com URLs que tenham diferentes variações de palavras como "ipva", "detran" e "fazenda".
Já a lista das redes bancárias credenciadas pode ser consultada no site da Secretaria da Fazenda e Planejamento do seu estado. Também é possível pagar o imposto em casas lotéricas e com cartão de crédito nas empresas conveniadas.
É necessário ter atenção na hora de pagar o imposto, desde o fornecimento de informações até o pagamento 
Vitória Drehmer/Autoesporte
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2°) Suspeite de descontos excessivos
O assunto pagamento já nos leva à próxima dica: desconfie de ofertas descabidas. Os criminosos enviam e-mails falsos que prometem descontos generosos para o pagamento do IPVA via Pix e direcionam a vítima a um site falso, criado para a aplicação do golpe.
Na maioria dos casos, esses e-mails são bem escritos, sem erros ortográficos aparentes, com uma suposta oportunidade de emissão de guia de pagamento do imposto com desconto e um botão de "consulta".
Ao acessar esse site, as pessoas podem se tornar vítimas de um ataque chamado "man-in-the-middle", onde os criminosos interceptam as informações inseridas, incluindo dados pessoais, detalhes do veículo e até números de contas.
As informações sobre o pagamento do IPVA estão disponíveis no site da Secretaria da Fazenda (Sefaz) de cada estado 
Getty Images
Para garantir maior veracidade ao golpe, o site fraudulento realiza uma consulta no site legítimo do órgão de trânsito para obter o valor real do suposto IPVA devido pelo usuário. Entretanto, ao efetuar o pagamento, os fundos são transferidos para uma conta, em um banco digital, controlado pelos criminosos.
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3 °) Se informe pelos canais oficiais
As operadoras financeiras conveniadas têm autonomia para definir o número de parcelas e adequar a melhor negociação com o contribuinte. A porcentagem, no entanto, varia de acordo com o estado. Vale o reforço: informe-se apenas por meio dos canais oficiais e desconsidere outros sites, links patrocinados em redes sociais, grupos de WhatsApp ou similares que falem sobre o assunto.
Em 2024, o pagamento via Pix passou a ser uma alternativa, dependendo da Unidade Federativa. É o caso de São Paulo, por exemplo. Para isso, é necessário acessar a página do IPVA no portal da Sefaz-SP, informar os dados do veículo e gerar um QR code. Este tem validade de 15 minutos e depois expira. Não tendo sido pago, será necessário emitir um novo QR code (sempre pelo site da Sefaz-SP).
Ao ler o QR Code com o aplicativo de banco ou instituição de pagamento, aparecerá a informação de que o pagamento é destinado à “Secretaria da Fazenda e Planejamento", sob o CNPJ 46.377.222/0003-90 em conta do Banco do Brasil. A mesma regra vale para os boletos. É sempre necessário consultar se os dados estão corretos e se as informações correspondem às entidades oficiais.
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Na maioria das unidades federativas, o tributo pode ser pago de forma parcelada ou até com descontos generosos, de a 3% a 25%, caso o débito seja quitado em cota única. Além disso, o IPVA de carros elétricos e híbridos pode não ser cobrado ou ter redução no valor, dependendo da localidade.
Valor da alíquota do IPVA varia de acordo com cada estado
Vitória Drehmer/Autoesporte
Autoesporte mostra abaixo tudo o que você precisa saber sobre o IPVA 2026 do seu estado. Os dados sobre valor da alíquota, calendário de pagamento, descontos e muito mais informações estão divididas por regiões.
IPVA 2026: veja abaixo calendário de pagamento e descontos por estado:
Região Sudeste
IPVA de São Paulo (SP) em 2026
A alíquota do IPVA em São Paulo se mantém em 4% para carros de passeio e 2% para motocicletas e similares, além de caminhonetes cabine simples, micro-ônibus e ônibus. Caminhões terão que pagar 1,5% e a taxa é de 1% para veículos de locadoras. Não há isenção ou desconto para modelos eletrificados no estado.
Neste ano, os contribuintes podem pagar o imposto em cota única no mês de janeiro e com desconto de 3% até a data limite determinada pelo final de cada placa. Veja abaixo:
Calendário do IPVA de SP 2026
Outra opção é parcelar o tributo entre três e cinco vezes, de acordo com o valor do imposto, sem desconto. Quem preferir, pode ainda pagar o IPVA em fevereiro, sem desconto, seguindo a data-limite do final de cada placa. A emissão é feita pelo site da Secretaria da Fazenda (Sefaz).
Clique aqui e confira todas as informações sobre o IPVA SP 2026
IPVA de Minas Gerais (MG) em 2026
As alíquota do IPVA de Minas Gerais são de 1% para ônibus e micro-ônibus, 2% para veículos destinados a transporte público, motocicletas, motonetas, triciclos, quadriciclos e similares, 3% para caminhonetes de carga e 4% para automóveis.
Em 2026, o IPVA de MG será cobrado a partir de fevereiro. Os vencimentos dos pagamentos em cota única, com 3% de desconto, vão de 9 a 13 de fevereiro, conforme o final de placa do veículo. Há também a possibilidade de quitar a dívida em três parcelas, mas sem descontos. Além disso, quem quitou o débito de forma correta nos últimos dois anos tem redução extra de 3%. Saiba mais no site da Sefaz-MG.
Calendário do IPVA de MG em 2026
IPVA do Rio de Janeiro (RJ) em 2026
A alíquota do IPVA no RJ também continua em 4% para carros de passeio e de 2% para motocicletas, ônibus, caminhões e similares. Donos de automóveis movidos a Gás Natural Veicular (GNV) têm IPVA de 1,5%. Por outro lado, proprietários de carros elétricos precisam pagar 0,5% sobre o valor do automóvel, enquanto donos de veículos híbridos pagam 1,5%.
Em 2026, será possível quitar o imposto em cota única, com desconto de 3%, a partir do dia 21 de janeiro. Há também a possibilidade de parcelar o IPVA em até três vezes nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril, de acordo com o final da placa de cada modelo. Os boletos estão disponíveis no site da Sefaz-RJ. Veja abaixo o calendário:
Calendário do IPVA do RJ em 2026
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IPVA do Espírito Santo (ES) em 2026
No estado capixaba, a alíquota é a menor da Região Sudeste: 2% para carros de passeio e utilitários, e 1% para motos, caminhões, micro-ônibus e ônibus. Não há diferença para modelos eletrificados.
Para quitar o débito, os motoristas e motociclistas podem realizar o pagamento em cota única e com 15% de desconto a partir de abril. Há ainda a possibilidade de parcelamento em seis vezes, entre os meses de abril e setembro, de acordo com o final da placa do veículo.
A emissão do Documento Único de Arrecadação (DUA) deve ser feita pelo site da Sefaz ou do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES). Os boletos estarão disponíveis a partir de janeiro de 2026 e não são mais entregues nos endereços dos contribuintes.
Calendário do IPVA do ES em 2026
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Região Sul
IPVA do Paraná (PR) em 2026
No Paraná, as alíquotas de IPVA para 2026 tiveram uma redução de 45%. Portanto, diminui de 3,5% para 1,9% do valor venal dos automóveis. O grupo é composto por automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, ciclomotores, motonetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores. Ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%.
Os prazos para o pagamento da parcela única ou da primeira cota foram fixados entre 9 e 15 de janeiro de 2026, a depender do número final da placa do veículo. E assim como nos últimos anos, quem optar quitar o imposto à vista terá um desconto de 6%. Saiba mais no site da Sefaz-PR.
Calendário do IPVA do RS em 2026
IPVA do Rio Grande do Sul (RS) em 2026
No Rio Grande do Sul, as alíquotas de IPVA não sofreram alteração em relação ao ano passado. A cobrança sobre o valor dos veículos continua sendo de 3% para automóveis e picapes, 2% para motos e 1% para caminhões, ônibus, micro-ônibus e carros de locadoras. Carros elétricos são isentos da alíquota.
O pagamento do IPVA no RS poderá ser efetuado de forma antecipada entre 16 e 30 de dezembro com 3% de desconto. No entanto, com os programas Bom Motorista e Bom Cidadão, o desconto pode chegar a até 25,69%. Há também a possibilidade de quitar a dívida em cota única no dia 30 de abril de 2026 ou de parcelar em seis vezes. Veja a tabela abaixo:
Calendário do IPVA do RS em 2026
O benefício do programa Bom Motorista garante 5% de desconto para condutores que estão há um ano sem multas (entre novembro de 2024 e outubro de 2025). Quem está há dois anos sem multa recebe 10% de abatimento (novembro de 2023 a outubro de 2025). Por fim, três anos ou mais sem ingrações registradas permitem um desconto de 15% (01/11/22 a 31/10/25). 
No caso do programa Bom Cidadão, que estimula a participar do programa de emissão de notas fiscais no estado, quem tem notas de 51 a 99 fica com 1% de desconto; 100 a 149, recebe 3%; 150 pontos ou mais, 5% de abatimento. Para saber mais informações, acesse o site do Detran-RS.
IPVA de Santa Catarina (SC) em 2026
Em Santa Catarina, as taxas de IPVA são de 2% para carros e utilitários nacionais ou estrangeiros, além de 1% para motocicletas e similares, veículos usados no transporte de carga/passageiros e os destinados à locação. Motocicletas até 200 cilindradas e veículos com 20 anos ou mais de fabricação são isentos do pagamento.
O contribuinte tem três alternativas para o pagamento do IPVA. A primeira opção é em cota única, sem desconto, e o imposto deve ser pago até o final de cada mês, de acordo com o final da placa. Há ainda a chance de parcelar em três vezes sem juros ou em até 12 vezes no cartão de crédito. Saiba mais no site da Sefaz-SC.
Calendário do IPVA de SC em 2026
Região Centro-Oeste
IPVA do Distrito Federal (DF) em 2026
O pagamento do IPVA no Distrito Federal é de 3% para carros de passeio, 1% para caminhões e utilitários e 2% para motocicletas. Modelos novos que tiveram isenção no primeiro ano, pagam 3,5% nos três anos seguintes. Além disso, veículos elétricos e híbridos tem isenção total da alíquota no estado.
Em 2026, o pagamento poderá ser feito em cota única, com datas estabelecidas de acordo com o final da placa. Neste caso, os motoristas terão 10% de desconto. Quem preferir também pode parcelar o valor do imposto em até seis vezes, sem abatimento.
Caso o IPVA tenha valor inferior a R$ 100, deverá ser pago em uma única prestação. Além disso, o valor de cada parcela não poderá ser menor do que R$ 50. Saiba mais informações no site da Sefaz-DF.
Calendário do IPVA do DF em 2026
IPVA de Goiás (GO) em 2026
O Governo de Goiás estipula que a alíquota do IPVA seja de 3% para motocicleta, ciclomotor, triciclo, motoneta e automóvel de passeio com potência até 100 cv. Já ônibus, micro-ônibus, caminhão, veículos aéreos e aquáticos utilizados no transporte coletivo de passageiros e de carga devem pagar 1,25% sobre o valor.
O imposto pode ser pago em cota única, com 8% de desconto, no dia 15 de janeiro de 2026. Há também a possibilidade de quitar o imposto em até nove ou 10 parcelas, dependendo do número final da placa, mas sem abatimento, sempre no dia 15 de cada mês. Saiba mais no site da Sefaz-GO.
Calendário do IPVA do GO em 2026
IPVA do Mato Grosso (MT) em 2026
O IPVA no Mato Grosso tem valor da alíquota que varia entre 1% e 4%. Em 2026, seguirá um calendário com três prazos de vencimento, organizados de acordo com o final da placa do veículo, e divididos entre os meses de março, abril e maio. Os contribuintes poderão optar por pagar o imposto à vista, com descontos progressivos de 5% ou 3%, ou parcelar o valor em até oito vezes consecutivas.
Vale lembrar que cada parcela deverá ter um valor mínimo equivalente a 25% da Unidade Padrão Fiscal de Mato Grosso (UPFMT) vigente no mês do parcelamento. Além disso, as parcelas têm vencimento sempre no final de cada mês. Importante lembrar que os contribuintes cadastrados no Nota MT podem obter abatimento adicional de até 10% no valor do IPVA, limitado a R$ 700. Saiba mais no site do Sefaz-MT.
Calendário do IPVA do MT em 2026
IPVA do Mato Grosso do Sul (MS) em 2026
No Mato Grosso do Sul, veículos de passeio têm cobrança de 3% de IPVA, enquanto caminhões, ônibus e micro-ônibus precisam pagar 1,5% de alíquota. Motocicletas pagam 2%. Por fim, veículos com capacidade de até oito pessoas, excluído o condutor, que utilizem motores acionados a óleo diesel, devem 4,5% de imposto. Veículos movidos a GNV estão isentos e há desconto de 60% para Pessoas com Deficiência (PCD), além de 70% para elétricos e híbridos.
Em 2026, o imposto poderá ser pago à vista, em cota única, com 15% de desconto, até o dia 5 de janeiro. Há também a possibilidade de parcelar em até cinco vezes, sem redução no valor. Vale lembrar que o valor de cada parcela não pode ser inferior a R$ 30 para motocicletas ou R$ 55 para os demais automóveis. Todas as informações estão no site da Sefaz-MS. Veja abaixo o calendário:
Calendário do IPVA do MS em 2026
Região Nordeste
IPVA de Alagoas (AL) em 2026
A alíquota do IPVA em Alagoas para veículos de passeio é de 2,75% para carros de até 80 cv; 3% para carros de 81 cv a 160 cv; 3,25% para automóveis com potência superior a 160 cv. Carros elétricos e híbridos não pagam IPVA, mas a isenção vale apenas para o primeiro ano. 
O valor poderá ser pago em até seis parcelas — que não podem ser menores que R$ 100 — ou à vista com 5% de desconto. Os motoristas com crédito na Nota Fiscal Cidadã (NFC) vão poder ter desconto no IPVA, caso utilizem o saldo até o dia 31 de dezembro. Saiba mais no site da Sefaz-AL.
Calendário do IPVA de AL em 2026
IPVA da Bahia (BA) em 2026
Na Bahia, todos os veículos pagam 2,5% de alíquota do IPVA. No estado, o pagamento poderá ser feito em cinco parcelas, considerando o final da placa no veículo. Para pagar à prazo, o valor devido precisa ser de no mínimo R$ 120.
Há ainda a opção de pagar o imposto em cota única com desconto de 15% até o dia 10 de fevereiro de 2026. O abatimento de 8% segue disponível para quem deixar para fazer a quitação da alíquota na primeira cota do parcelamento. Para conferir mais informações, acesse o site da Sefaz-BA.
Calendário do IPVA da BA em 2026
IPVA do Ceará (CE) em 2026
O Governo do Ceará estipula que a alíquota do IPVA seja de 2,5% para carros de passeio com motor de até 100 cv e de 3% para modelos com trem de força acima de 100 cv e de até 180 cv. Veículos de passeio com propulsor acima de 180 cv pagam 3,5%.
Pessoas com deficiência têm direito à isenção do imposto, assim como os proprietários de máquinas agrícolas e de terraplanagem, táxis, mototáxis, ônibus, micro-ônibus, vans e topics de transporte urbano, metropolitano e intermunicipal, além de veículos com mais de 15 anos de fabricação.
Em 2026, o pagamento poderá ser feito à vista, no dia 30 de janeiro, com 5% de desconto. Quem acumular pontos com o programa Sua Nota Tem Valor, chega a ter 10% de abatimento. Há também a possibilidade de parcelar em até cinco vezes, com vencimentos nos dias 13 de fevereiro, 13 de março, 13 de abril, 13 de maio e 12 de junho. O valor mínimo de cada parcela não pode ser menor de R$ 100. Saiba mais no site da Sefaz-CE.
Calendário do IPVA do CE em 2026
IPVA do Maranhão (MA) em 2026
O pagamento do IPVA no estado do Maranhão é de 3% sobre o valor para carros de passeio, caminhonetes e utilitários. Para motocicletas, a alíquota é de 2%. 
O pagamento poderá ser feito em cota única, com desconto de 10%, até o dia 27 de fevereiro de 2026. Há também a opção de parcelar em até três vezes, conforme o final da placa do veículo. Só não será permitido o parcelamento de valores iguais ou inferiores a R$ 100. Saiba mais no site da Sefaz-MA.
Calendário do IPVA do MA em 2026
IPVA da Paraíba (PB) em 2026
Na Paraíba, a alíquota do IPVA é de 2,5% para carros, motos e micro-ônibus, ônibus e caminhões. Desde 2023, proprietários de motocicletas de até 170 cilindradas deixaram de pagar o imposto no estado. Carros elétricos também estão isentos.
Os contribuintes poderão realizar o pagamento em cota única com desconto de 10%. A data limite do vencimento é o último dia útil de cada mês, de acordo com o número final da placa. Há ainda a possibilidade de parcelamento em três vezes ou de pagamento à vista, mas sem desconto. Para saber mais, acesse o site da Sefaz-PB.
Calendário do IPVA de PB em 2026
IPVA de Pernambuco (PE) em 2026
O Governo de Pernambuco cobra alíquota geral de 2,4% para automóveis, a menor do Nordeste. Além disso, caminhões e ônibus pagam 1%, automóveis movidos a gás natural veicular (GNV) avaliados em até R$ 100 mil são taxados em 1,5%, e o valor para motocicletas varia entre 1% e 2%. Elétricos seguem isentos do imposto.
Em 2026, há desconto de 7% para quem quitar o IPVA em cota única até fevereiro. O pagamento ainda pode ser feito em até dez parcelas mensais de, no mínimo, R$ 50. A cobrança tem início em fevereiro, com vencimentos a partir do dia 5, e segue até novembro. As datas variam conforme o número final da placa do veículo. Saiba mais no site da Sefaz-PE.
Calendário do IPVA de PE em 2026
IPVA do Piauí (PI) em 2026
A alíquota do IPVA do Piauí é de 3% para carros com valores acima de R$ 150 mil, 2,5% para outros automóveis de passei e caminhonetes, 2% para motocicletas e de 1% para caminhões. A alíquota para veículos elétricos também é de 1%.
O pagamento poderá ser feito em até três parcelas sem juros a partir de 30 de janeiro. No entanto, o contribuinte também terá a possibilidade de pagar à vista com desconto — até o dia 30 de janeiro, de 15%; ou até 27 de fevereiro, de 10%. Para conferir mais informações, acesse o site da Sefaz-PI. Veja abaixo o calendário:
Calendário do IPVA do PI em 2026
IPVA do Rio Grande do Norte (RN) em 2026 
O Rio Grande do Norte cobra 3% de alíquota de IPVA para carros de passeio, caminhonetes e utilitários. Donos de motocicletas precisam desembolsar 2% sobre o valor do veículo. Carros elétricos estão isentos, assim como modelos com 20 anos ou mais de uso.
Em 2026, há mais uma vez a possibilidade de pagamento em cota única, com 5% de desconto, ou em até sete parcelas, sempre de acordo com a placa do veículo. Saiba mais no site da Sefaz-RN.
Calendário do IPVA do RN em 2026
IPVA do Sergipe (SE) em 2026
No Estado do Sergipe, a cobrança do IPVA é a partir de 2,5% de alíquota para automóveis de até R$ 120 mil. Modelos com valor superior pagarão 3%. Ônibus, micro-ônibus e caminhões são cobrados por 1%, enquanto motocicletas e similares pagam 2%. Beneficiários do programa Rode Bem deverão solicitar a isenção do imposto até o dia 31 de dezembro de 2025.
Os proprietários que quitarem o imposto até o dia 31 de março terão desconto de 10%. No entanto, o abatimento não é válido se o contribuinte possuir débitos de anos anteriores. Há ainda a possibilidade de pagar o IPVA em até 10 vezes no cartão de crédito, com juros, de acordo com o final da placa. Saiba mais no site da Sefaz-SE.
Calendário do IPVA do SE em 2026
Região Norte
IPVA do Amazonas (AM) em 2026
Em Amazonas, a alíquota do IPVA de carros com até mil cilindradas foi reduzida de 3% para 1,5%, assim como a taxa para veículos elétricos e híbridos. Os modelos com mais de mil cilindradas tiveram redução de 4% para 2%. Já no caso de caminhões, tratores de roda, ônibus e micro-ônibus destinados ao transporte público coletivo e transporte escolar, as alíquotas passam de 2% para 1%.
Há opção de pagamento em cota única com 10% de desconto. Quem preferir também pode parcelar o débito em até três vezes, com 10% de desconto na primeira parcela, 5% na segunda e pagamento integral da terceira parcela. Saiba mais no site da Sefaz-AM.
Calendário do IPVA do AM em 2026
IPVA do Acre (AC) em 2026
O contribuinte que pagar o IPVA do Acre tem alíquota de 2% para carros de passeio, 1% para caminhonetes, utilitários e motocicletas. Veículos elétricos e híbridos tem isenção total do pagamento.
Quem pagar em cota única terá desconto de 10% no valor total. No entanto, também há a opção de parcelar em até cinco vezes. No anterior, eram permitidas apenas três parcelas. Saiba mais no site da Sefaz-AC.
Calendário do IPVA do AC em 2026
IPVA do Amapá (AP) em 2026
O Governo do Estado do Amapá informa que a alíquota do IPVA é de 3% para automóveis, caminhonetes, e embarcações recreativas ou esportivas. Já para ônibus, caminhões, microônibus, motocicletas, ciclomotores, motonetas, quadriciclos e triciclos, a porcentagem é de 1,5%. Elétricos e híbridos são isentos.
O condutor tem a possibilidade de pagar a cota única até o dia 16 de março, com 20% de desconto. Outra opção é o pagamento parcelado em até seis vezes, com parcelas mensais entre março e agosto. Saiba mais no site da Sefaz-AP.
Calendário do IPVA do AP em 2026
IPVA do Pará (PA) em 2026
No Pará, os contribuintes precisam pagar 2,5% de alíquota de IPVA para automóveis de passeio, 1% para ônibus, micro-ônibus, caminhões ou motos e 0,5% para embarcações e aeronaves comerciais.
Em 2025, é possível quitar o débito em cota única ou em até três parcelas. Há descontos para quem quitar o importo de forma integral: 15% para veículos que não tenham multas de trânsito nos últimos dois anos; 10% para veículos sem multas de trânsito no ano anterior; 5% para as demais situações.
No caso de motos com até 200 cilindradas, há isenção para os donos que estão com pelo menos dois anos sem infrações; 50% de redução com uma infração nos últimos dois anos; e 30% de redução do valor para os demais casos. Saiba mais no site da Sefaz-PA.
Calendário do IPVA do PA em 2026
IPVA de Rondônia (RO) em 2026
Em Rondônia, a alíquota do IPVA é de 3% para carros de passeio, caminhonetes e utilitários. Já motocicletas pagam 2% de imposto. Veículos de duas rodas com até 170 cilindradas estão isentos. Veículos utilizados em serviços de transporte por aplicativo também podem usufruir de isenção. 
Em 2026, há possibilidade de desconto de 5% e de 10%, ou ainda pela quitação sem desconto, respeitando as datas estabelecidas para cada final de placa. Saiba mais no site da Sefaz-RO.
Calendário do IPVA de RO em 2026
IPVA de Roraima (RR) em 2026
A alíquota do IPVA para os moradores de Roraima é de 3% para veículos de passeio, 2% para automóveis de transporte de cargas, motocicletas ou coletivos, e de 1% para veículos de locadoras. A isenção de para veículos elétricos e híbridos não está mais em vigor.
Em 2026, há opção de pagamento em cota única com 10% de desconto, até 27 de fevereiro. Quem preferir ainda pode parcelar em até 10 vezes ou então pagar à vista, em dezembro, sem desconto. Saiba mais no site da Sefaz-RR.
Calendário do IPVA de RR em 2026
IPVA de Tocantins (TO) em 2026
De acordo com a Secretaria da Fazenda do Tocantins, a alíquota do IPVA do estado é de 2% para carros de passeio, 3% para caminhões e utilitários e de 1% para motocicletas. Veículos elétricos e híbridos que possuam mais de um motor de propulsão, sendo pelo menos um acionado por energia elétrica, terão direito à isenção do IPVA.
Há opção de pagar o imposto em cota única ou em até 10 parcelas, que não podem ter valor menor que R$ 500 em caso de pessoa jurídica e R$ 250 para pessoas físicas. Quem optar por quitar o imposto em parcela única até o dia 30 de janeiro de 2025 terá 10% de desconto no valor total. A outra possibilidade é pagar o valor à vista, em outubro, mas sem desconto. Saiba mais no site da Sefaz-TO.
Calendário do IPVA do TO em 2026
Como calcular o valor do meu IPVA?
Cada estado tem alíquotas e regras próprias para a cobrança do IPVA. Em São Paulo, por exemplo, o valor do imposto é de 4% sobre o preço do carro. 
Além disso, todos os veículos são precificados com base na tabela Fipe. Para saber o valor correto do seu carro na hora da cobrança, clique aqui e acesse o portal. Depois, selecione marca, modelo, versão e ano de fabricação do seu carro.
Cáculo para saber valor do IPVA depende do preço da tabela Fipe e da alíquota do estado
Divulgação
Partindo disso, o proprietário de um carro de passeio emplacado em São Paulo e avaliado em R$ 50.000 terá de pagar R$ 2.000 de IPVA, por exemplo. 
Além do cálculo feito com base na Tabela Fipe, alguns sites e aplicativos já disponibilizam calculadoras descomplicadas para auxiliar o proprietário a prever quanto será desembolsado no IPVA em 2026. São elas: iDinheiro, Zapay e Gringo.
Com quantos anos os carros ficam isentos do IPVA?
Todos os estados garantem isenção do pagamento do IPVA de automóveis que saíram de fábrica há alguns anos. Isso porque, recentemente, a proposta que isenta carros com 20 anos ou mais de fabricação a pagarem o imposto entrou em vigor.
Por isso, até mesmo Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e Tocantins, que tinham regras mais rígidas, agora precisam atender a nova regra do governo. Por outro lado, na maioria dos outros estados, veículos com mais de 15 anos de produção já não precisam mais se preocupar em quitar o débito anual. Este é o caso de Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe. Veja abaixo:
Isenção de IPVA por estado brasileiro:
O que acontece se eu não pagar o IPVA?
Quem não paga o IPVA nas datas corretas está sujeito ao pagamento de multas. Em São Paulo, há multa diária de 0,33% até o limite de 20% sobre o valor do imposto. No caso de inscrição em dívida ativa, a multa será de 40% sobre o valor cobrado.
Em casos de incidência, os devedores ainda terão que desembolsar juros equivalentes à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, mas conhecida como Selic, de no mínimo 1% ao mês, sobre o valor do imposto acrescido da multa. O sistema automaticamente atualiza o valor do débito a ser pago.
Conforme a Lei nº 12.799/08, permanecendo o débito, o proprietário do veículo terá o nome incluído no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin Estadual) e na Dívida Ativa do Estado de São Paulo. Ou seja, ficará com o nome sujo.
O proprietário que deixar de recolher o IPVA também fica impedido de realizar o licenciamento do veículo, ficando sujeito às penalidades previstas na legislação de trânsito.
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Enquanto um usuário comenta “Queremos a prova teórica da CNH do Brasil”, outro questiona se o novo sistema será implementado em 2026: “E a adequação da CNH do Brasil, sai este ano ainda?”. Apesar da resolução que coloca as novas medidas em vigor ter sido aprovada no dia 1° de dezembro de 2025, parece que o órgão de trânsito do Rio de Janeiro, responsável por algumas etapas do processo não estava preparado para a nova demanda. 
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Álvaro Magalhães é natural do Rio de Janeiro e relatou que passou três dias tentando marcar a prova teórica. O carioca, que deu entrada no processo através do novo aplicativo CNH do Brasil no dia 20 de dezembro, conseguiu agendar a etapa na última quinta-feira (15), para ser realizada nesta sexta-feira (16) em um posto de atendimento do Detran.
“Depois do Duda [Documento Único do Detran de Arrecadação] pago, era pra tirar a biometria e foto. Fui no dia 26/12 no Detran e me falaram que era para eu aguardar o feriadão passar e depois tentar de novo. Na primeira semana de janeiro eu consegui tirar foto e biometria e dali me encaminharam para fazer os exames. Passei, só que ninguém da clínica sabia dizer o que seria feito depois, porque acho que eu era uma das primeiras pessoas a aparecer lá vindo do aplicativo CNH do Brasil”, comentou Magalhães.
O Duda, vale dizer, é a sigla para Documento Único do Detran de Arrecadação, e é uma taxa estadual cobrada no Rio de Janeiro para, entre outros serviços, emitir a primeira CNH. 
Prova teórica para tirar a CNH ainda é realizada presencialmente em um posto de atendimento do Detran
Paulo Maciel/Detran PE
Já em Minas Gerais, Georges Desmots vem enfrentando mais problemas para seguir com o processo de habilitação. O mineiro é um seguidor da Autoesporte no Instagram, e em um post recente de nossa página relatou que a ouvidoria do Detran só “dá respostas automáticas” às reclamações. 
Procuramos Desmots, que revelou ter iniciado o processo assim que o aplicativo CNH do Brasil foi liberado. As complicações começaram quando foi cumprir a etapa de biometria e foto em um ponto de atendimento do Detran: “Chegou a minha vez e apenas no guichê me explicaram que o governo liberou o aplicativo, porém no sistema do Detran as pessoas que optavam pela CNH do Brasil não existiam, como se não tivéssemos iniciado ainda e que era para esperar uns dias até receber um aviso no site do Detran”. 
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Após alguns dias, o site do órgão de trânsito sinalizava que o processo poderia ser continuado. Desmots pagou a taxa referente à emissão da primeira CNH via Pix, mas o débito não consta no sistema. Além disso, quando faz o login no site do Detran, aparece como “candidato inexistente”. 
O atendimento via chat do Detran-MG o orientou a abrir uma reclamação. 
“Tenho cinco reclamações na ouvidoria do Detran, todas com respostas automáticas e algumas idênticas. Achei que era um erro no sistema, então paguei a taxa de abertura novamente, mas nada mudou, simplesmente não consigo dar continuidade a minha pauta da CNH”.
À nossa reportagem, ele revelou ter concluído o curso teórico na plataforma CNH do Brasil no dia 11 de dezembro de 2025. Já a taxa para despacho do documento, foi quitada pela primeira vez no dia 22 do mesmo mês.
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Posicionamento dos Detrans
Novo processo de emissão da CNH está em processo de implementação, segundo afirmação do Detran de alguns estados
Divulgação
Autoesporte procurou os Departamentos de Trânsito do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, solicitando um posicionamento referente às reclamações acima. 
Em nota, o Detran-RJ afirmou estar “fazendo as adequações sistêmicas por etapas. Isso permite fazer as mudanças com segurança e garante a operacionalidade dos serviços, como também permite que o Serpro conclua as adequações necessárias no âmbito do sistema nacional”.
Além disso, o órgão afirmou que os cidadãos que solicitaram a habilitação pelo app do governo e concluíram o curso teórico disponibilizado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) poderão agendar a prova teórica a partir da próxima segunda-feira (19). 
Quanto à carga horária prática de duas horas-aula – que substitui as 20 horas-aula do antigo processo nas autoescolas – passou a ser aceita pela instituição apenas do dia 12 de janeiro em diante. Sendo assim, “candidatos que já estavam em processo de primeira habilitação antes da mudança e estão migrando para o novo modelo precisarão ter a carga horária reprocessada para dar continuidade ao serviço”, confirma o Detran-RJ, que garante a automatização desse processo.
Curso teórico para se tornar um condutor habilitado pode ser cumprido pelo novo aplicativo CNH do Brasil
Jady Peroni/Autoesporte
Autoesporte também procurou o Detran-MG, que não deu retorno até a publicação desta reportagem. Assim que tivermos uma resposta do órgão, o texto será atualizado. 
Projeto de Lei prevê vistoria obrigatória para carros com mais de 5 anos
Instrutores autônomos também enfrentam problemas
A problemática envolvendo a nova resolução para habilitar condutores no Brasil não está afetando apenas os motoristas, mas também os instrutores, que agora podem atuar de forma autônoma e não mais vinculados à uma autoescola. Jadiel Farias Mendes reside no Maranhão e dá aulas de direção há seis anos. Com a intenção de se tornar um profissional autônomo, encaminhou a documentação necessária ao Detran de seu estado e até agora não recebeu retorno e não pode atuar na modalidade.
"Como já tinha o curso de instrutor, levei a documentação ao Detran-MA para ficar apto nesse novo sistema. Mas até a presente data não saiu este documento. Estou com cerca de 15 alunos esperando tanto o meu credenciamento, como o agendamento da prova teórica e a impressão da LADV", revelou. 
LADV é a sigla para Licença para Aprendizagem de Direção Veicular, um documento exigido a todo cidadão que está realizando as aulas práticas para se tornar um condutor habilitado. Em uma abordagem policial, por exemplo, o aluno precisar apresentar a autorização, enquanto o instrutor precisar ter em mãos o credenciamento que o qualifica para exercer a profissão. Sem esses credenciais, Mendes não pode ministrar as aulas de direção.
Instrutores autônomos precisam estar credenciados ao Ministério dos Transportes e ao Detran do estado em que atuam para exercer a profissão
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
"O que o Detran manda eles fazerem [os alunos], é procurar uma autoescola para marcar a prova e emitir a licença, mas as autoescolas também não conseguem. Estão todos sem dar continuidade ao processo", completou o instrutor. Nossa redação também procurou o órgão de trânsito no Maranhão, mas não recebeu um posicionamento até o fechamento da matéria. 
Procuramos o Detran em outros estados
Além do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Maranhão, Autoesporte procurou o Detran de outros sete estados, além do Distrito Fereral: Bahia, Ceará, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Destes, apenas o Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo responderam o nosso contato. 
O Detran-DF esclareceu que "a implementação das novas regras previstas na Resolução nº 1.020/2025 do Contran encontra-se em andamento. Algumas adequações já foram concluídas, enquanto outras seguem em fase de estudos técnicos, ajustes operacionais e definição de procedimentos internos".
Em São Paulo, Detran 11 mil candidatos já fizeram a prova teórica do novo modelo de CNH
Divulgação/Detran-SP
Além disso, uma página exclusiva foi criada no site do órgão com o objetivo de informar e tirar as principais dúvidas da população, com orientações e esclarecimentos sobre as etapas em processo de efetivação. Clique aqui para acessar. 
Em São Paulo, o Detran informou que "já foram atualizadas mais de 14 mil solicitações de curso teórico realizadas pelo App CNH do Brasil, desde a sua implantação. Por volta de 11 mil candidatos já realizaram a prova teórica de acordo com o novo modelo. Até o momento, não foi identificado nenhum processo concluído conforme resolução 1020/2025".
Já o Detran-SC, afirmou que irá emitir uma nota sobre o assunto e está aguardando dados que solicitou à outro órgão do governo. Isso porque, O Ministério dos Tranportes divulgou publicamente ontem (15) que iniciou um processo de fiscalização nos estados em que o Detran não tenha aderido às novas regras para emissão de habilitação. Nesse cerário, a entidade deu 48 horas para que Santa Catarina e o Ceará prestem contas sobre o adequamento às regras previstas na resolução 1.020/2025.  Até o momento da publicação, o Detran-CE não retornou nosso contato. 
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A renovação automática da CNH não se aplica a condutores com 70 anos ou mais. Também ficam fora da medida os motoristas com prazo de validade da carteira reduzido por recomendação médica. Ou seja, em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento de saúde.
Renovação automática da CNH não se aplica a condutores com 70 anos ou mais
Depositphotos
Por outro lado, condutores a partir dos 50 anos podem aproveitar uma única renovação automática da CNH quando o documento vencer, sem taxas ou exames. O benefício é pessoal e só pode ser usado uma vez.
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Como fazer a renovação da CNH?
Depois disso, a renovação precisa ser feita — e com cobrança. No Estado de São Paulo, por exemplo, é possível renovar o documento de forma online pelo site oficial do governo. Há o valor da emissão de R$ 126,79 e mais R$ 11 de taxa dos correios. Desta forma, no total, o custo, com a entrega, é de R$ 137,79, mas varia de acordo com cada estado.
Aliás, apenas a versão digital da CNH é renovada automaticamente. Portanto, caso o condutor também queira ter o documento físico, independente da idade, terá que fazer a solicitação pelo aplicativo "CNH do Brasil" ou presencialmente em uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran) do estado onde reside. Isso significa que todos ainda precisam pagar a taxa caso optem por ter a carteira em mãos.
Exame médico ainda é necessário para motoristas com 50 anos ou mais
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O que muda é que motoristas a partir de 50 anos também precisam realizar o exame médico e uma avaliação psicológica para renovar a CNH. Com as novas regras, os custos baixaram. O Detran-SP, por exemplo, já implantou o limite de R$ 90 para o valor individual desses exames. Ou seja, são mais R$ 180.
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A validade da CNH mudou?
Já a validade da CNH continua sendo a mesma: de dez anos para condutores que tenham até 49 anos. A partir dos 50 anos, é necessário emitir uma nova via da CNH a cada cinco anos e, a partir dos 70 anos, a validade cai para três anos.
Validade da CNH
Quem tem direito a renovação gratuita da CNH?
Todos os motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), com até 49 anos, que não tiverem pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses e nem infrações de trânsito têm o direito de renovar o documento de forma gratuita.
Para aderir ao RNPC e ter a CNH renovada de graça, o motorista deve abrir o aplicativo CNH do Brasil, selecionar a opção “Condutor”, acessar “Cadastro Positivo” e tocar em “Autorizar participação”.
Todos precisam pagar taxa para ter documento físico da CNH
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Todo o processo é realizado por meio do sistema da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Quando o documento vence, a atualização é feita diretamente na base nacional e disponibilizada no aplicativo da CNH do Brasil. Além da renovação do documento, os condutores beneficiados passam a receber o selo de Bom Condutor, que fica visível no aplicativo como forma de reconhecimento pelo comportamento responsável.
“Por muito tempo, o Sistema de Trânsito Brasileiro (SNT) tratou todos os motoristas como potenciais infratores, submetendo bons e maus condutores às mesmas exigências e burocracias. A renovação automática da CNH muda esse paradigma ao diferenciar quem se comporta bem de quem se comporta mal, premiando o acerto e não apenas punindo o erro”, destacou Renan Filho, Ministro dos Transportes do Brasil.
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Na categoria Black, a lista dos excluídos é composta por Renault Kardian, Tiggo 3X, Peugeot E-2008, Hyundai Kona Hybrid, JAC J3 Turin e iEV 40. O sétimo integrante é descrito pela Uber como Chery Tiggo 3 — no entanto, este carro não existe no Brasil. Autoesporte entrou em contato com a empresa para entender se o modelo em questão seria o antigo Tiggo 2, mas não houve retorno até a publicação dessa reportagem.
O Citroën Basalt chegou a fazer parte dessa lista prévia dos excluídos da categoria Black, divulgado pela Uber. Entretanto, o SUV francês ainda terá uma sobrevida. A empresa que conecta passageiros a motoristas por meio do aplicativo anunciou que o modelo segue ativa na categoria até o dia 31 de dezembro desse ano, caso tenha sido cadastrado até dezembro de 2025. 
Mudança na Uber revolta motoristas: 'Acabei de comprar o carro e saí do Black'
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Motoristas 'forçam' viagens mais caras desligando apps em shows e eventos
Também seguem na categoria Black modelos como Virtus, Duster, Nivus e City, desde que atendam os seguintes critérios: ano mínimo de fabricação — que varia por modelo —, ter quatro portas, ar-condicionado, bom estado de conservação e cores específicas. 
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Carros como Renault Duster, Volkswagen Nivus e Honda City, por exemplo, têm ano mínimo de fabricação estabelecido em 2023. Para conferir a lista completa das respectivas datas de produção dos modelos, basta clicar aqui.
Uber muda lista de carros aceitos a partir de 2026
Unsplash
Para determinar a nova lista de carros, a plataforma diz que os modelos foram determinados com  base em aspectos apontados pelos usuários como importantes na hora de pedir viagens nas categorias Comfort e Black. De acordo com a Uber, critérios priorizados passam a ser espaço interno, ano e modelo dos veículos, e não mais o porta-malas. 
Além de atender os modelos e ano de fabricação indicados acima, os carros da categoria Uber Black ainda precisam ter atender critérios de cores específicas: preto, chumbo, prata, cinza, azul marinho, marrom ou branco. Por fim, para ser motorista no Uber Black, os critérios são ter mais de 100 viagens na plataforma com outras categorias (exceto de Uber Moto, Flash Moto e Uber Taxi) e ter média de avaliações dos usuários em no mínimo 4,85.
O que muda na categoria Comfort da Uber?
Renault Logan não será mais aceito na categoria Comfort a partir de julho de 2026
Divulgação
No Uber Comfort, há mudanças no ano mínimo de fabricação aceito para Chevrolet Cobalt, Chevrolet Prisma, Renault Logan, Toyota Etios Sedan e Volkswagen Voyage, todos com anos entre 2018 e 2019. Fiat Argo e Volkswagen Polo precisam ter saído da produção a partir de 2023. As datas de fabricação dos demais modelos variam de acordo com as cidades. Para conferir, é só clicar aqui.
A principal atualização é que o Renault Logan não será mais aceito no Uber Comfort, independente do ano de fabricação, a partir do dia 6 de julho de 2026.
Vale lembrar que todos os carros do Uber Comfort precisam ter ar-condicionado, quatro portas e no mínimo cinco lugares. Os motoristas também devem cumprir com requisitos de ter mais de 100 viagens na plataforma com outras categorias e apresentar média de avaliações em no mínimo 4,85 em capitais específicas.
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E o UberX?
As mudanças no UberX variam de acordo com o munícipio. A empresa informa que veículos com ano de fabricação 2015 ou anterior não receberão viagens para a categoria em cidades que têm limite de idade dos veículos em suas regulamentações locais. Portanto, é importante checar as regras no site da Uber.
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Com o novo aplicativo no ar há um mês, mais de 2,5 milhões de pedidos de CNH foram realizados. Além disso, 926.541 brasileiros já concluíram o curso de formação de condutores, o antigo curso teórico para obtenção da primeira habilitação.
Com o fim da exigência da autoescola pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), também há um novo balanço de certificação de profissionais independentes atuando como instrutores de trânsito. Segundo o governo, em um mês, mais de 54 mil pessoas já foram habilitadas para a função.
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CNH sem autoescola permite que candidato faça aulas usando o próprio carro
O que muda na nova CNH do Brasil?
Aula prática de direção em autoescola deixou de ser obrigatória
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A  CNH do Brasil é a substituta do programa Carteira Digital de Trânsito (CDT), que viabilizava o acesso de condutores à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) digital. Porém, há uma série de novidades, como em todo o processo de emissão do documento, no programa "CNH Para Todos".
Agora, é possível já iniciar o processo de emissão da CNH, dentro dos novos conformes aprovados pelo Conselho Nacional de Trânsito no dia 1° de dezembro, através da resolução 1.020/2025. A primeira pessoa foi habilitada no novo processo ainda em dezembro.
O curso teórico mencionado acima, por exemplo, passou a ser gratuito e oferecido pelo Governo Federal.
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Já as aulas práticas não precisam mais serem feitas em uma autoescola. Assim que aprovado no exame teórico, o candidato pode escolher um profissional autônomo habilitado (são os 54 mil citados acima). É possível inclusive fazer aulas em carro próprio, desde que o veículo atenda aos requisitos do governo. 
Por último, mas não menos importante, o número de aulas práticas caiu de 20 horas/aula em uma autoescola para duas horas/aula. O objetivo, segundo o ministério, é baixar o custo da emissão da CNH, de uma média de R$ 5 mil, segundo dados do Governo Federal, para R$ 645.
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Desde o dia 1° de janeiro desse ano o imposto subiu R$ 0,10 por litro para o tributo estadual: saindo de R$ 1,47 para R$ 1,57. De acordo com o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), a medida atende a Lei 192/2022 aprovada pelo Congresso Nacional que determina reajuste fixo do valor em todos os estados.
O tributo estadual saiu de R$ 1,47 para R$ 1,57 desde o início de janeiro 
Getty Images
Vale lembra que o último reajuste do ICMS, também de R$ 0,10, tinha sido em fevereiro do ano passado, quando houve elevação do imposto de R$ 1,37 para R$ 1,47. 
De acordo com a ANP, o estado com a maior média de preço da gasolina comum é o Acre, saindo R$ 7,24 por litro. Já o estado com o menor índice é o Piauí: R$ 5,91. É importante ressaltar que o único estado que não teve dados divulgados é o Amapá. 
Confira a tabela por ordem alfabética:
Preço médio da gasolina por estado em janeiro de 2026
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Gasolina com mais etanol na mistura (E30) 
A gasolina vendida nos postos está com mais mistura de etanol desde agosto do ano passado, quando a chamada gasolina E30 entrou em vigor, e ampliou o percentual de etanol de 27,5% para 30% no combustível.  Para elevar o teor, o governo federal também aprovou a nova octanagem, que sobe de 93 para 94 RON. Este é o índice que mede a resistência à detonação da gasolina: quanto maior o resultado, mais eficiente é o combustível.
Segundo estimativa do governo, a transição do E27 para o E30 evitará a importação de 760 milhões de litros de gasolina por ano. Ao mesmo tempo, o Brasil ampliará a produção nacional de etanol em 1,5 bilhão de litros e investirá R$ 9 bilhões no setor. Além disso, também houve previsão de que o preço para o consumidor fosse reduzido em até R$ 0,20 — valor que depois caiu para R$ 0,13. 
Preço do litro da gasolina no Brasil foi de R$ 6,29 na primeira semana do ano 
Agência Brasil 
Autoesporte consultou dois órgãos independentes com conhecimento no assunto, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), para entender o que impediu essa redução nos postos. 
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O IBP acompanhou o cálculo do governo e observou que, enquanto a conta ministerial estimava redução, os dados colhidos internamente na verdade mostravam um possível aumento de R$ 0,01. 
Um dos tópicos que interferem na conta é que o etanol anidro ficou mais caro quando a gasolina E30 entrou em vigor. Segundo Ana Mandelli, diretora executiva do IBP, isso tem relação com a lei da oferta e demanda. “Se vão precisar de mais etanol para produzir a gasolina, aumenta-se a procura [...]. As margens são apertadas; é um negócio de escala em que tudo pode interferir no preço”, explica.
A média de preço de 2025 foi e R$ 6,24 no Brasil
Agência Brasil 
Para o especialista Pedro Rodrigues, do diretor do CBIE, a variação do preço é imprevisível. “No Brasil, os postos de combustível são livres para determinar o preço [...]. Existem custos pulverizados no preço da gasolina que vão além do próprio valor do litro”.
Não há expectativa para que o preço da gasolina seja reduzido nos próximos meses. Confira abaixo a média mensal do preço da gasolina em 2025. 
Preço médio da gasolina comum no Brasil em 2025
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/o8IMZofLfJh6yJs9RV4B6UPtONw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/I/x/QR3BAcRnegcMbRyA2cGw/posto-de-gasolina-etanol-combustiveis.jpg" medium="image"/>   <media:description>Posto de gasolina etanol combustíveis</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 16:33:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Projeto de Lei prevê vistoria obrigatória para carros com mais de 5 anos</title>  <atom:subtitle>Procedimento também será exigido para veículos roubados encontrados e carros com suspeita de clonagem; rodar sem vistoria será considerado infração grave</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/pl-vistoria-obrigatoria-carros-mais-5-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/pl-vistoria-obrigatoria-carros-mais-5-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/YnBsJoxU44gHe-EeiIAGEWxgIyk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/P/U/jfugE9TMSvZN1TrjrYgQ/inteligencia-artificial-3-.jpg" /><br /> ]]>    O Projeto de Lei n°3507/2025 foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e prevê alterações nas regras de vistoria veicular estabelecidas atualmente no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A proposta regulamenta que a inspeção seja realizada de forma periódica e obrigatória para veículos que tenham a partir de cinco anos de fabricação.
O texto, de autoria do deputado Fausto Pinato (PP-SP), substituído pelo deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP), também enquadra como infração grave circular com veículo que não tenha sido submetido à vistoria ou não apresente o laudo de reprovação. Nesse caso, o condutor terá cinco pontos computados à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e será submetido ao pagamento de multa no valor de R$ 195,23.
Novo projeto determina que carros sem os laudos de vistoria sejam retidos no pátio para regularização
Reprodução/Flikr
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Além das punições administrativas, o Projeto de Lei n° 3507/2025 também vai permitir que veículos considerados fora da nova regulamentação sejam retidos para regularização. Outra mudança em relação à legislação atual, é o fato de que a vistoria passará a ser exigida em outras situações, como  transferência de propriedade e em casos de suspeita de clonagem ou quando um veículo roubado for recuperado. 
Atualmente, o procedimento é exigido apenas no ato da compra de um carro usado, em processos de emissão da CNH em que o condutor necessite de adaptação para o veículo ou para transferência de município. A realização das vistorias é vinculada ao Departamento de Trânsito (Detran) de cada estado, que credencia empresas parceiras que prestam o serviço. 
Atualmente, vistorias veiculares são realizadas por empresas credenciadas ao Detran de cada estado
Divulgação
A proposta tem como objetivo unificar as regras de vistoria. Na atual legislação de trânsito, as normas divulgadas pelo CTB estão pulverizadas entre o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O primeiro define a periodicidade das vistorias, bem como os itens de segurança a serem avaliados, enquanto o segundo discorre sobre a fiscalização para a emissão de gases poluentes e ruído.
Segundo o Artigo 104 do CTB, os dois órgãos citados acima são responsáveis, inlusive, por determinar a periodicidade para submeter o veículo a uma vistoria. O tópico ainda ressalta que veículos de categoria particular que comportem até sete passageiros estão isentos da inspeção por três anos a partir do primeiro licenciamento, desde que não se envolvam em sinistros de trânsito com danos de média ou grande monta e mantenham as características originais de fábrica. Para veículos novos de outras categorias, o período de isenção é de dois anos.
Proposta quer unificar a avaliação dos itens de segurança do veículo com a inspeção de emissão de poluentes e ruído
Divulgação/Volkswagen
No projeto, que tramita em caráter de conclusão, os intervalos exigidos para a reenovação do laudos das vistorias deverá ser definida pelo Contran. O texto, aprovado em dezembro do ano passado, deve ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e passar pelo crivo da Câmara e do Senado para entrar em vigor.
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Afinal, não se trata apenas de evitar desconforto após horas de viagem. “A postura inadequada compromete a circulação, deixa o motorista mais cansado e pode atrasar reações importantes”, explica o Dr. Ricardo Hegele, vice-presidente da Abramet. Esse atraso, mesmo de frações de segundo, pode ser decisivo em uma frenagem ou desvio de obstáculo. Ou seja, a ergonomia deve ser entendida como parte integrante da segurança viária, tão essencial quanto o uso do cinto de segurança.
Dirigir com a postura adequada complementa a segurança garantida pelo uso do cinto no veículo
Divulgação
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O que é ergonomia ao dirigir e por que ela é essencial
A ergonomia aplicada à direção adapta o posto de condução às características físicas e funcionais do motorista. Isso envolve a regulagem do banco (altura, distância e inclinação), o apoio lombar, a posição das mãos no volante, o alcance dos pedais e a visibilidade dos retrovisores. “Ela busca reduzir sobrecarga musculoesquelética, fadiga e risco de erros humanos”, afirma Hegele.
Deixar esses cuidados de lado não é raro, especialmente entre motoristas profissionais. Nesse grupo, a incidência de lombalgias e distúrbios circulatórios é elevada, consequência de jornadas prolongadas em más condições ergonômicas. Segundo a Abramet, a sonolência e a fadiga estão entre as causas mais recorrentes de acidentes nas rodovias. “Mais de 50 mil pessoas ficaram feridas em 2022 devido à falta de resposta imediata em emergências”, lembra o diretor científico da entidade, Flavio Adura.
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Principais erros de postura e suas consequências
Enquanto dirigir longe do volante diminui a precisão nos comandos, ficar muito p´roximo à direção limita a mobilidade ao manobrar o carro
Deimagine/Getty Images
Entre os erros mais comuns estão banco muito próximo ou distante do volante, encosto excessivamente reclinado, pernas totalmente esticadas e retrovisores mal regulados. Segundo Roberto Manzini, instrutor de direção defensiva e esportiva, “bancos longe ou perto demais, encosto do banco mal ajustado e retrovisores mal regulados são falhas frequentes que prejudicam a visão e a precisão dos comandos”.
Esses erros não comprometem apenas o conforto, mas também a saúde. “Se o banco está muito próximo, braços e pernas ficam dobrados em excesso, o que limita a mobilidade em manobras rápidas. Já se está distante demais, os braços ficam esticados, dificultando a força nos pedais e a precisão no volante”, alerta Hegele. Além das dores musculares e sobrecargas circulatórias, como inchaços e varizes, a má postura pode elevar o risco de trombose venosa profunda em viagens longas.
Como ajustar banco, volante e retrovisores corretamente
A Abramet recomenda que os joelhos fiquem semiflexionados, formando um ângulo próximo de 120°. O encosto do banco deve ter inclinação entre 100° e 110°, garantindo apoio lombar e mantendo a curvatura natural da coluna. “Uma boa medida é regular o encosto ou o volante de forma que, com o braço estendido, o punho toque a parte superior do aro. Assim, ao dirigir, os cotovelos permanecem semiflexionados, oferecendo mobilidade e segurança”, ensina Manzini.
Especialistas da Abramet revelam a posição ideal para dirigir com conforto e segurança
Canva/Imagem gerada com o auxílio de IA
A altura do banco deve permitir visão plena do painel e da via, enquanto os retrovisores precisam ser ajustados antes da partida. “Eles devem reduzir ao máximo os pontos cegos e ampliar a visão lateral e traseira, sem que o motorista precise virar exageradamente a cabeça”, explica Hegele. Já o encosto de cabeça deve estar alinhado ao topo da cabeça, com distância mínima, ajuste essencial para reduzir o risco de lesões cervicais em colisões traseiras.
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Viagens longas e cuidados adicionais
Em percursos prolongados, os cuidados ergonômicos precisam ser reforçados. “Motoristas que ficam muito tempo sentados podem desenvolver dores crônicas e até trombose venosa profunda, uma condição grave que pode evoluir para complicações fatais”, alerta Hegele. Para evitar esses problemas, a recomendação é fazer pausas a cada duas horas, sair do carro, caminhar e alongar o corpo.
Além disso, sono adequado, alimentação leve e hidratação constante são fundamentais para manter a atenção. Vale alerta para o uso de medicamentos que causam sonolência, que podem comprometer a condução tanto quanto o álcool. Só em 2022, o consumo de bebidas alcoólicas foi responsável por mais de 28 mil acidentes nas rodovias, resultando em 10,8 mil feridos e 1,2 mil mortes, segundo a associação.
É necessário sempre estar atento ao consumo de medicamentos que causam sonolência antes de dirigir
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Ergonomia em tempos de tecnologia e direção semiautônoma
Com o avanço dos assistentes de condução, como piloto automático adaptativo e manutenção de faixa, muitos motoristas tendem a relaxar a postura. Esse comportamento é arriscado, pois aumenta o tempo necessário para retomar o controle do veículo em emergências. “Mesmo em carros semiautônomos, manter o banco reclinado, pés afastados dos pedais ou braços muito estendidos atrasa a reação do condutor. Frações de segundo podem ser decisivas entre a vida e a morte”, alerta o Dr. Ricardo Hegele, da Abramet.
Além disso, veículos modernos oferecem cada vez mais recursos de conveniência, como bancos elétricos com memória de posição, regulagem lombar e até massageadores. Esses itens podem ser aliados da ergonomia, desde que usados corretamente. “A posição correta ao dirigir é a mesma em veículos com ajustes manuais ou elétricos. Esses recursos ajudam, mas não substituem a postura ideal”, reforça Roberto Manzini.
Elementos de assistência à condução, como a frenagem de emergência promovem mais segurança, mas não tiram a necessidade de dirigir com a postura correta
Divulgação
O instrutor também chama atenção para os volantes multifuncionais, já presentes em grande parte dos modelos atuais. “Procure treinar o uso com o veículo parado, pois explorar as funções desses botões em movimento pode gerar distrações inconvenientes, aumentando o risco de acidentes”, orienta. Nesse sentido, a tecnologia deve ser vista como apoio, mas nunca como justificativa para negligenciar a postura correta e a atenção ao volante.
Diferenças de ergonomia entre carros, caminhões, ônibus e motocicletas
A ergonomia varia de acordo com o tipo de veículo, já que cada posto de condução exige ajustes e cuidados específicos. “Nos carros de passeio, a posição correta depende principalmente da regulagem de banco, encosto, volante e retrovisores, o que já garante conforto e segurança”, explica Hegele. No entanto, em veículos maiores, como caminhões e ônibus, a situação é mais complexa.
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Esses veículos possuem cabines mais altas, pedais mais pesados e volantes maiores, o que aumenta a sobrecarga em joelhos, ombros e cotovelos durante longas jornadas. “Há também maior incidência de vibrações transmitidas pelo motor e pelo assoalho, que exigem assentos adequados para absorver impactos e reduzir o cansaço do motorista”, detalha o especialista. Além disso, a visibilidade precisa ser compensada com espelhos maiores e mais bem posicionados, de modo a reduzir pontos cegos.
No caso das motocicletas, os desafios ergonômicos são diferentes e variam de acordo com o modelo. Em esportivas, o piloto adota posição mais inclinada para a frente, o que sobrecarrega punhos e braços; já em estradeiras, a postura mais ereta exige cuidado para não gerar tensão lombar. “O importante é que o motociclista mantenha apoio firme nos pés e equilíbrio dos braços, para evitar desgaste excessivo nos punhos e manter o controle da moto com segurança”, completa Hegele.
A posição correta para pilotar uma moto, depende da proposta do veículo
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Ergonomia e segurança: dois lados da mesma moeda
Embora os estudos ainda sejam limitados, a relação entre postura incorreta e acidentes de trânsito é considerada plausível pelos especialistas. “Quando o motorista está desconfortável, fatigado ou com mobilidade limitada, há perda de eficiência psicomotora e maior probabilidade de se envolver em acidentes”, resume Hegele. Manzini complementa: “O posicionamento correto aumenta o campo de visão, a agilidade e a precisão nos comandos. Ergonomia é segurança”.
No fim das contas, ergonomia ao dirigir não deve ser vista como mero detalhe ou busca por conforto. Ajustar banco, encosto, volante e retrovisores antes de ligar o motor é tão importante quanto afivelar o cinto de segurança. Pequenos cuidados preservam a saúde, aumentam a atenção no trânsito e podem salvar vidas.
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Brasil tem novas regras para manutenção de carros elétricos e híbridos
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uh5ZmYxZQLI9wTdWn9Yv7m6k5z0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/h/E/ixn4nyQ96UHn3M6IoWog/motorista-cnh-dirigir.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dirigir na posição correta pode diminuir o risco de acidentes, segundo especialistas</media:description>   <media:credit>Michel Corvello/Ministério dos Transportes</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 11:27:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carros ficam até R$ 38 mil mais caros em um ano; veja os maiores aumentos</title>  <atom:subtitle>Grande parte dos reajustes ficam acima da inflação acumulada em 2025, que chegou a 4,3%</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/01/carros-r-38-mil-mais-caros-um-ano-maiores-aumentos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/01/carros-r-38-mil-mais-caros-um-ano-maiores-aumentos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PNgb2DofO2On4opLtQyD8tH_Jdc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/K/n/Wy4RMZQve2eVjfKCpctQ/toyota-corolla-cross-xrx-hybrid-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    Você já leu aqui na Autoesporte que apenas 10 carros ficaram mais baratos no Brasil no último ano. Mas quais será que ficaram mais caros? A maioria deles. Por isso, agora é hora de conferir quais veículos tiveram os maiores aumentos de preços no período.
E um spoiler: teve carro que ficou até R$ 38 mil mais caro após reajuste. Aliás, na maioria dos casos, as adições são bem superiores à inflação acumulada em 2025, que chegou a 4,3%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Para criar a lista, comparamos os preços públicos dos carros divulgados pelas fabricantes em janeiro de 2025 e em janeiro de 2026. Além disso, contabilizamos apenas os dados das 15 marcas mais vendidas do Brasil. Para completar, não consideramos os carros que trocaram de geração, que passaram por facelifts profundos ou que foram lançados a partir de fevereiro de 2025.
Veja abaixo os 10 carros que mais subiram de preço no Brasil em um ano:
Ram 1500 - até R$ 20 mil de aumento
A Ram 1500 passou por uma reestilização há menos de dois anos. Agora, a caminhonete de luxo é equipada com um motor 3.0 turbo a gasolina de seis cilindros em linha com 426 cv de potência, e não tem mais um V8. Além disso, está à venda em duas versões no Brasil. 
O curioso é que, desde o lançamento, a opção topo de linha Laramie Night Edition ficou R$ 44 mil mais cara. Só no último ano, o reajuste foi de R$ 20 mil. Afinal, o preço atual é de R$ 599.990. Já a opção de entrada, Laramie, teve aumento de R$ 15 mil.
Preços da Ram 1500
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Chevrolet Blazer EV - R$ 24.190 de aumento
O Chevrolet Blazer EV chegou ao Brasil no segundo semestre de 2024 por R$ 479 mil. O preço foi mantido até o início do último ano. Só que hoje custa R$ 503.190. Ou seja, uma diferença de R$ 24.190, ou 5,1% de aumento.
A versão RS, única oferecida no Brasil e importada do México, é equipada com um motor elétrico, instalado no eixo traseiro, que fornece o equivalente a 347 cv de potência e 44,8 kgfm de torque. Segundo a GM, o SUV vai de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos e tem velocidade máxima de 190 km/h.
Preço do Chevrolet Blazer EV
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Ford Ranger - até R$ 25.200 de aumento
Ford Ranger XL foi a versão que mais encareceu no último ano
Divulgação
A Ford Ranger é mais uma que ficou mais cara — e em todas as versões. A opção que mais encareceu nos últimos 12 meses foi a XL, com aumento de R$ 25.200. Já a configuração que teve o reajuste mais contido foi a de entrada, Black, com adição de R$ 12.610. Fato é que a picape média agora parte de R$ 242.600 e chega a custar R$ 490 mil.
Preços da Ford Ranger
Nesta geração, a Ford Ranger só usa motores turbodiesel. As opções mais baratas são equipadas com o 2.0 16V, quatro-cilindros, da linha Panther, que gera 170 cv de potência e torque máximo de 41,3 kgfm. Há também opções com motor V6 3.0 de 250 cv e 61,2 kgfm. Por fim, o V6 biturbo que equipa a Raptor fornece ótimos 397 cv.
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Toyota Corolla Cross - até R$ 25.500 de aumento
O Toyota Corolla Cross também ficou mais caro em todas as suas versões. Aliás, o SUV já tinha recebido aumentos de preços logo depois de passar por mudanças. No último ano, a opção que mais subiu foi a de entrada, XR, que agora custa R$ 190.490. A adição foi de impressionantes R$ 25.500. Por outro lado, a XRX Hybrid foi a que menos aumentou, com incremento de R$ 7 mil.
Preços do Toyota Corolla Cross
As versões a combustão do Corolla Cross vêm com motor 2.0 aspirado flex. O propulsor entrega até 175 cv de potência e 20,9 kgfm de torque. Já a versão XRX Hybrid oferece o motor 1.8 flex aliado a duas unidades elétricas. O conjunto é capaz de desenvolver 122 cv e 16,6 kgfm.
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Chevrolet S10 - até R$ 26.800 de aumento
Chevrolet S10 teve aumento de preços em todas as versões
Divulgação
A Chevrolet S10 chegou na linha 2026 em maio de 2025 com um pacote de segurança atualizado e com preços mais altos. Só que agora os valores estão com reajustes ainda maiores. Prova disso é que, no último ano, a versão topo de linha High Country chegou a ficar R$ 26.800 mais cara. E até mesmo a opção de entrada encareceu generosos R$ 19.800. Veja abaixo:
Preços da Chevrolet S10
Sob o capô, o motor 2.8 turbodiesel é o mesmo em todas as versões. Recentemente atualizado, entrega agora 207 cv de potência e pode vir ligado ao câmbio automático de oito marchas ou manual de seis marchas. O torque é de 52 kgfm no primeiro caso e 46,9 kgfm no segundo.
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Hyundai Palisade - R$ 30 mil de aumento
O Hyundai Palisade é mais um que foi lançado no final de 2024. Na época, o maior e mais luxuoso carro da marca no Brasil estava à venda por R$ 449.990. Hoje, o SUV de oito lugares é encontrado por R$ 479.990. Ou seja, um aumento bem significativo de R$ 30 mil.
Preço do Hyundai Palisade
O motor é um V6 3.8 a gasolina de 295 cv de potência e 36,1 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automático de oito marchas. De acordo com a Hyundai, o SUV leva 8 segundos para atingir 100 km/h e tem velocidade máxima de 230 km/h.
Teste: Hyundai Palisade é SUV de 8 lugares para matar a saudade do Santa Fe
Chevrolet Trailblazer - R$ 32 mil de aumento
Chevrolet Trailblazer foi lançado por R$ 369 mil, mas já custa R$ 411 mil
Divulgação
Além de Blazer EV e S10, a Chevrolet tem mais um representante na lista: o Trailblazer. O SUV de 7 lugares passou por uma reestilização há quase dois anos e agora é vendido em versão única, a High Country. Lá atrás, em julho de 2024, tinha preço de R$ 368.550. Depois, no início de 2025, já era encontrado por R$ 379.990. Agora só sai de uma concessionária por R$ 411.990. Uma diferença de R$ 32 mil em um ano.
Preço do Chevrolet Trailblazer
A Chevrolet manteve o já conhecido motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros. Porém, assim como na S10, foi recalibrado para ficar 7 cv mais potente, totalizando 207 cv. O torque é de 52 kgfm. O câmbio é automático de oito velocidades.
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Toyota Hilux - até R$ 32.900 de aumento
A Toyota Hilux é a picape média mais vendida do Brasil e é mais uma que teve aumento de preços em todas as versões disponíveis. O maior reajuste foi na versão STD, que passou dos R$ 249.490 para R$ 282.390 em um ano. Ou seja, diferença de R$ 32.900. A intermediária SRX foi a que menos subiu. Ainda assim, a adição foi de R$ 17 mil.
Preços da Toyota Hilux
A Toyota Hilux é sempre equipada com motor 2.8 turbodiesel. Os números da unidade são de 204 cv de potência e 42,8 kgfm de torque nas versões manuais; e 204 cv de potência e 50,9 kgfm de torque nas versões automáticas. 
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Volkswagen Amarok - até R$ 34 mil de aumento
Volkswagen Amarok teve aumentos entre R$ 32 mil e R$ 34 mil
Divulgação
Fabricada em General Pacheco (Argentina), a Volkswagen Amarok está à venda no Brasil em três versões: Comfortline, Highline e Extreme. Todas tiveram aumentos entre R$ 32 mil e R$ 34 mil. Desta forma, a picape média agora parte de R$ 347.990 e chega a custar R$ 387.990.
Preços da Volkswagen Amarok
O motor é sempre o 3.0 V6 turbodiesel de 258 cv de potência e 59 kgfm de torque, aliado a um câmbio automático de oito marchas da ZF, com 4x4. Segundo números de fábrica, a Amarok acelera de 0 a 100 km/h em 8 segundos.
Toyota SW4 - até R$ 38.100 de aumento
Toyota SW4 foi o carro que ficou mais caro em um ano
Divulgação
Feito em Zárate, na Argentina, o SUV baseado na Hilux está disponível em versões de cinco e sete lugares. Fato é que estamos falando do carro com maior aumento de preços no último ano. Afinal, a versão topo de linha ficou R$ 38.100 mais cara. As demais não ficam tão distantes, com aumentos de R$ 33.400 e R$ 34 mil, respectivamente. Veja abaixo:
Preços do Toyota SW4
Assim como na Hilux, o motor é o 2.8 turbodiesel. E os números da unidade também são os mesmos: 204 cv de potência e 50,9 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas e tração 4x4.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PNgb2DofO2On4opLtQyD8tH_Jdc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/K/n/Wy4RMZQve2eVjfKCpctQ/toyota-corolla-cross-xrx-hybrid-1-frente-diagonal.jpg" medium="image"/>   <media:description>Toyota Corolla Cross XRX Hybrid</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Rodízio de carros volta a valer nesta segunda-feira em SP; veja as regras</title>  <atom:subtitle>Restrição volta a entrar em vigor depois de ficar suspensa desde 22 de dezembro de 2025</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/rodizio-carros-sp-volta-segunda-feira-regras.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/rodizio-carros-sp-volta-segunda-feira-regras.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/F3BVMg08gPQAdaVLpzU4qwI2rfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/E/S7yQhXSh2CzMLXUoKoqw/transito-brasil.jpg" /><br /> ]]>    O rodízio de carros volta a entrar em vigor nesta segunda-feira (12) na capital de São Paulo (SP). De acordo com a prefeitura, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a suspensão ocorreu entre os dias 22 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026. O órgão municipal de trânsito informou que a medida foi estabelecida por conta do menor fluxo de veículos nas ruas neste período.
Isso significa que a regra de proibir determinados carros de circular em áreas específicas da capital paulista volta a valer. Importante lembrar que a restrição é válida de segunda a sexta-feira, de acordo com o final da placa dos veículos. No entanto, apenas em horários estabelecidos: das 7h às 10h, e das 17h às 20h.
Durante os finais de semana e feriados, todos os carros podem circular. Além disso, veículos elétricos e híbridos, que transportam Pessoas com Deficiência (PCDs) ou em tratamento de doenças graves, além de automóveis de serviços essenciais como táxis, ambulâncias, guinchos e coleta de lixo estão isentos da restrição.
Rodízio é válido de segunda a sexta-feira em SP
Vitória Drehmer/Autoesporte
Veja abaixo a restrição do rodízio de acordo com a placa:
Finais de placa 1 e 2 - segunda-feira
Finais de placa 3 e 4 - terça-feira
Finais de placa 5 e 6 - quarta-feira
Finais de placa 7 e 8 - quinta-feira
Finais de placa 9 e 0 - sexta-feira
O Programa de Restrição ao Trânsito de Veículos Automotores no Município de São Paulo, também chamado de rodízio municipal, foi criado para reduzir a circulação de automóveis em determinadas regiões da cidade de São Paulo.
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Quais são as zonas de rodízio em SP?
Mapa do rodízio municipal de veículos de São Paulo 
CET 
Somente algumas regiões da capital paulista fazem parte do perímetro proibido. Essas áreas são conhecidas como minianel viário e englobam os seguintes locais:
Marginal do Rio Tietê, Marginal do Rio Pinheiros;
Avenida dos Bandeirantes;
Avenida Afonso D’Escragnole Taunay;
Complexo Viário Maria Maluf;
Avenida Presidente Tancredo Neves;
Avenida das Juntas Provisórias;
Viaduto Grande São Paulo;
Avenida Salim Farah Maluf;
Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Melo (entre viaduto Grande São Paulo e avenida Salim Farah Maluf).
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Qual o valor da multa de rodízio?
O motorista que for flagrado rodando nas áreas de restrição durante o seu dia e horário de rodízio é enquadrado por infração média, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Desta forma, recebe multa de R$ 130,16, além de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/F3BVMg08gPQAdaVLpzU4qwI2rfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/E/S7yQhXSh2CzMLXUoKoqw/transito-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito</media:description>   <media:credit>Agência Brasil</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 11 Jan 2026 10:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Geely já tem data para resolver maior problema de EX5 e EX2</title>  <atom:subtitle>Carros elétricos da Geely terão conexão com Apple CarPlay e Android Auto; veja a partir de quando</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/geely-ex5-ex2-apple-carplay-android-auto-atualizacao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/geely-ex5-ex2-apple-carplay-android-auto-atualizacao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/eR9jrx7g8vx3Iu8DsHV8C4y4aQU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/p/D/qx6KVqRmirlKSI7oAXeQ/geely-ex2-ex5.jpg" /><br /> ]]>    A chinesa Geely, que tem parceria com a Renault, chegou no Brasil mostrando como se faz. Afinal, em pouco tempo de mercado, já é a sétima fabricante que mais vende carros eletrificados no país. Isso não significa que seus veículos são perfeitos. E é por isso que a marca já tem data para resolver o principal problema: vai adicionar Apple CarPlay e Android Auto no EX2 e EX5 a partir de janeiro.
No caso do Geely EX5, a atualização do software inclui apenas a integração com Android Auto na central multimídia. Isso porque Apple CarPlay já está disponível. A atualização será feita a partir de 25 de janeiro de forma remota.
Trata-se do chamado OTA (Over-the-Air), que permite a implementação de novos recursos, correções de sistema e melhorias funcionais de forma controlada, segura e sem intervenção física no veículo. Ou seja, sem a necessidade de comparecimento a uma concessionária.
Geely EX5 terá Android Auto sem fio a partir de 25 de janeiro
Divulgação
Por outro lado, o Geely EX2 não possui esse suporte de atualizações OTA. Por isso, a inclusão dos sistemas Android Auto e Apple CarPlay deverá ser realizada exclusivamente nas concessionárias autorizadas. Neste caso, a partir de 27 de fevereiro.
Importante lembrar que a conectividade com Apple CarPlay e Android Auto faz com que as funções do celular sejam espelhadas na central multimídia do carro. Desta forma, é possível utilizar aplicativos de mapas, como Google Maps ou Waze, por exemplo, e até de músicas e mensagens de forma mais segura e por comandos de voz. Neste caso, a conexão será sem fio.
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Geely EX2 ainda não tem conexão com Android Auto e Apple CarPlay
Renato Durães/Autoesporte
Os proprietários dos Geely EX5 e Geely EX2 serão comunicados pelos canais oficiais da fabricante chinesa assim que as atualizações estiverem disponíveis. Ou seja, através do e-mail, site ou aplicativo.
Além dos sistemas de conectividade, a Geely ainda informa que a atualização também pode contemplar melhorias de software, como otimizações de desempenho, ajustes de interface, correções de traduções e aprimoramentos de estabilidade.
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Como são os carros da Geely?
Geely EX5 parte de R$ 205.800
Divulgação
O Geely EX5 é um SUV elétrico que está à venda em duas versões. Parte de R$ 205.800 na opção de entrada, Pro, e chega a custar R$ 225.800 na topo de linha, Max. Em relação às dimensões, são 2,75 metros de entre-eixos 4,61 metros de comprimento, 1,90 m de largura e 1,67 m de altura.
O motor elétrico é alimentado por baterias de 60,2 kWh. Desta forma, são 218 cv de potência e 32,6 kgfm de torque. Segundo o Inmetro, a autonomia fica em 413 km na versão de entrada e 349 km na versão topo de linha, devido à diferença de peso.
Geely EX5 híbrido tem produção confirmada no Brasil na fábrica da Renault
Geely EX2 parte de R$ 123.800 no Brasil
Divulgação
Já o Geely EX2 é um hatch compacto elétrico que detém o título de carro mais vendido da China. Também são duas versões: Pro (R$ 123.800) e Max (R$ 136.800). São 4,14 metros de comprimento e 2,65 m de entre-eixos.
No Brasil, o Geely EX2 tem uma única opção de motorização. Instalado no eixo traseiro, o motor elétrico entrega 116 cv de potência e 15,3 kgfm de torque. A bateria tem 39,4 kWh de capacidade. Desta forma, a autonomia é de 289 km.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/eR9jrx7g8vx3Iu8DsHV8C4y4aQU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/p/D/qx6KVqRmirlKSI7oAXeQ/geely-ex2-ex5.jpg" medium="image"/>   <media:description>Geely EX2 e EX5</media:description>   <media:credit>Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 10:00:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novas regras dos ciclomotores: veja passo a passo para emitir o Renavam</title>  <atom:subtitle>Registro, placa, habilitação e uso do capacete são obrigatórios para veículos de até 50 cilindradas desde o dia 1° de janeiro</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/novas-regras-ciclomotores-passo-a-passo-emitir-renavam.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/novas-regras-ciclomotores-passo-a-passo-emitir-renavam.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/J9eG8JXXPsxWFDFx3TfpMj_Z18o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/x/s/6qYMGmSmWWIp4LcBfCEw/shineray-jet50.jpg" /><br /> ]]>    Os ciclomotores e bicicletas e patinetes elétricos são uma ótima opção para fugir do trânsito das grandes cidades. Mas eles tiveram novas regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que envolvem o uso obrigatório de capacete, emplacamento e até código do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
Em vigor desde o dia 1⁰ de janeiro, a resolução 996/2023 enquadra o não cumprimento das normas como infração gravíssima. Pensando nisso, Autoesporte te mostra as regras de condução para cada tipo de veículo e reúne o passo a passo para emitir o registro do seu ciclomotor. Confira!
Patinetes elétricos naõ precisam de habilitação, desde que cumpram alguns pré-requisitos estabelecidos pelo Contran
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Todo ciclomotor precisa de registro e placa?
Sim! Ciclomotores são veículos de duas ou três rodas com motor a combustão de até 50 cilindradas ou elétrico com capacidade de até 4 kW (5,4 cv) e que atinjam velocidade máxima de 50 km/h. Além das especificações de motorização, um ponto que difere esta categoria dos bicicletas elétricas é a presença de aceleradores, fazendo-se necessário portanto, o registro e emplacamento dessas motocicletas.
Para a categoria de autopropelidos considera-se patinetes e skates elétricos ou monociclos. Nesses casos, não são exigidos registro e emplacamento, mesmo com o acelerador permitido. Para isso, entretanto, a velocidade máxima tem que ser de até 32 km/h e a potência, de até 1000 W. Há ainda exigências quanto às medidas desses veículos: a largura deve ser de até 70 centímetros, enquanto o entre-eixos máximo é de 1,30 metro. 
Bicicletas elétricas sem acelerador não precisarão de registro e habilitação, mas precisam seguir as normas de circulação do Contran
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Para que as bicicletas elétricas sejam excluídas da obrigatoriedade do Renavam, estas não devem ter acelerador, mas sim acionamento por pedal assistido. A velocidade máxima também fica limitada a 32 km/h e a potência a 1000 W.
As 6 principais mudanças nas leis de trânsito do Brasil para 2026
Veja passo a passo para emitir o Renavam do seu ciclomotor:
Diferenciadas as categorias, elencamos o passo a passo para emitir o código Renavam, caso seu veículo se enquadre como um ciclomotor. Vale dizer, que consideramos as orientações divulgadas pelo Departamendto de Trânsito do estado de São Paulo (Detran-SP), ou seja, o processo pode variar de acordo com a unidade federativa. Veja abaixo!
Clique aqui para acessar o site da Secretaria da Fazenda de São Paulo e pagar a taxa de primeira emissão de Registro via Pix;
Para quitar a taxa, é necessário fazer login com os dados do gov.br e informar CPF ou CNPJ do comprador do veículo;
No portal do Detran-SP, acesse a página de veículos e clique na aba "Registrar Veículo 0 km". Depois, toque em "Iniciar Serviço" ou "Realizar Agendamento" para enviar a documentação; o procedimento pode ser concluído de forma online ou presencialmente em algum ponto de atendimento do órgão;
Após o envio da documentação, acompanhe o andamento da solicitação no campo "Acompanhar Serviços de Veículos", disponível na página de serviços. Clique aqui para acessar;
Se a documentação for aprovada, uma guia de pagamento de IPVA será gerada e ficará disponível em anexo na página da solicitação;
No site da Secretaria da Fazenda, onde a taxa de solicitação foi paga, é possível quitar o débito de IPVA; 
Após o pagamento do imposto, envie o comprovante no portal do Detran-SP; 
Após a comprovação de pagamento, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo Digital (CRLV-e) ficará disponível no site do Detran-SP e no aplicativo CNH do Brasil (antigo Carteira Digital de Trânsito); 
Com a documentação finalizada, encontre uma empresa credenciada ao Detran para realizar o emplacamento. Consulte a estampadora mais próxima de você clicando aqui!
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CNH passa a ser obrigatória para pilotar ciclomotores
CNH nas categorias A ou ACC passa a ser exigida para pilotar ciclomotores no Brasil
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Outra mudança na legislação de trânsito para 2026 envolvendo os ciclomotores é a obrigatoriedade de ser um condutor habilitado para conduzir esse tipo de veículo. Isso significa, que cidadãos com menos de 18 anos estão proibidos de pilotar veículos dessa categoria.
Assim, é necessário possuir CNH válida nas categorias A (motocicletas, motonetas e triciclos) ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor). Vale dizer, que apesar da segunda opção ser "apenas" uma autorização, seu processo de emissão é o mesmo das outras categorias. Ou seja, inclui exames médico e psicológico, curso teórico, aulas práticas e provas teórica e prática. 
Este processo, vale dizer, foi alterado recentemente, após o Contran aprovar o projeto "CNH Sem Autoescola", em vigor desde dezembro de 2025. O país, inclusive, já teve sua primeira habilitação emitida neste novo formato e já tem mais de 2 milhões de brasileiros fazendo o curso teórico de forma online e gratuita pelo app CNH do Brasil. Clique aqui e entenda tudo o que mudou!
Cidadãos conduzindo ciclomotores não emplacados e sem habilitação poderão ter o veículo retido 
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CNH sem autoescola permite que candidato faça aulas usando o próprio carro
Exame toxicológico na primeira CNH será obrigatório para todos motoristas?
Exames para tirar CNH passam a ter valor máximo de R$ 180 em todo o Brasil
Como mencionado anteriormente, não cumprir as normas de registro e licenciamento, bem como conduzir ciclomotor sem habilitação passou a ser considerado infração gravíssima, de acordo com a resolução 996 do Contran. Esta, por sua vez, implica na retenção do veículo, sete pontos na CNH e uma multa de R$ 293,47.
Ciclomotor pode usar a ciclovia?
Não, ciclomotores não podem rodar em ciclovias e ciclofaixas. Para essas delimitações fica permitida apenas a circulação de autopropelidos e bicicletas elétricas, que também podem circular em calçadas de locais em que haja autorização e respeitando os pedestres e a velocidade máxima de 6 km/h.
Ciclomotores estão proibidos de circularem por ciclovias
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Aos ciclomotores, são destinadas as vias públicas e avenidas, devendo transitar normalmente pelas faixas de carros e motos. Já em vias rápidas e rodovias só é permitida a circulação em trechos em que haja acostamento. Vale dizer, que além das normas já mencionadas o uso do capacete passa a ser obrigatório desde o primeiro dia do ano. 
Por fim, bicicletas que naõ se enquadrem nas necessidades de documentação e autopropelidos estão proibidos de circular em rodovias e vias expressas, mas podem rodar por vias públicas e avenidas que tenham velocidade máxima limitada a 40 km/h. Nesse cenário, o uso do capacete é o ideal, mas a não utilização não é passível de punição. 
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Importante lembrar que a taxa do licenciamento pode variar de acordo com o estado, assim como o calendário, que deve ser seguido conforme o número final da placa do veículo. Portanto, é necessário ter atenção aos prazos. 
Taxa de licenciamento ficou R$ 6,34 mais cara em 2026 no estado de São Paulo 
Vitória Drehmer/Autoesporte
A renovação do documento só pode acontecer se o condutor não tiver multas, IPVA ou taxas de licenciamento e DPVAT (dos anos correspondentes) pendentes. Se esse for o caso, será necessário quitar esses débitos antes de licenciar o veículo — veja como regularizar a situação clicando aqui.
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Quando vence o licenciamento 2026 em SP?
O calendário para o pagamento do licenciamento no Estado de São Paulo já está aberto. Com isso, até o dia 31 de julho, por exemplo, os donos de veículos com placas final 1 e 2 já podem regularizar a taxa. No entanto, caso o condutor cujo veículo tenha outro número final de placa queira adiantar o pagamento, é possível. Confira o calendário oficial: 
Calendário 2026 do Licenciamento em São Paulo
Já para caminhões registrados no estado de São Paulo, o calendário é um pouco diferente, tendo início em setembro. Veja:
Calendário 2026 do Licenciamento em São Paulo (caminhões)
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Não pagar o licenciamento gera multa?
A resposta é: sim. Dirigir com o licenciamento anual atrasado é considerado infração gravíssima. Isso significa ser multado em R$ 293,47, além de receber sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Também há chances de o veículo ser apreendido e levado a um pátio do Detran. Para retirar, o motorista terá de pagar o pernoite do estacionamento.
Dirigir sem regularizar o licenciamento pode resultar em infração gravíssima 
Divulgação/Detran
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Em caso de não pagamento, há cobrança de juros de mora de, aproximadamente, 0 33% ao dia sobre o valor do licenciamento. A não renovação do documento também atrapalha possíveis transações como compra e venda do veículo. Por fim, em caso do carro estar envolvido com restrições judiciais ou administrativas, a renovação pode ser impedida. 
Como pagar o licenciamento 2026? Veja passo a passo
Acesse o site do Detran-SP;
Na aba "Veículos", clique em "Realizar o Licenciamento Anual";
Após clicar em "Iniciar Serviço", faça login com sua conta gov.br ou com seu cadastro no sistema do Detran-SP;
Quite os débitos que constarem no sistema (se houver);
Realize o pagamento da taxa de licenciamento (R$ 174,08) em agências bancárias, caixas eletrônicos, internet banking ou via Pix (clique aqui para gerar o QR Code do Pix);
O documento ficará disponível para download ou impressão em até 24 horas após o pagamento da taxa.
Acesso ao CRLV-e pode ser feito no aplicativo CNH do Brasil 
Reprodução/App CNH do Brasil
Desde 2020, o CRLV está disponível apenas em formato digital (CRLV-e). Após o pagamento da taxa de licenciamento, o documento ficará disponível para download no Portal do Detran-SP, no aplicativo CNH do Brasil, que é substituto do Carteira Digital de Trânsito (CDT), ou no Portal de serviços da Senatran.
Caso haja a preferência, pode ser feita a impressão em formato A4 no papel comum, sem que a validade seja alterada. Já para o licenciamento em outras regiões do Brasil, é necessário acessar o site do Detran do respectivo estado para conferir possíveis diferenças no processo e o valor específico da taxa.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4GExkuDlqQpQkYFM5A9yMRWX2_A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/i/6/5Bx1R6QJ6AkxsGsc2tyA/ipva-brasil-imposto.jpg" medium="image"/>   <media:description>Licenciamento</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 14:12:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estes 10 carros novos ficaram até R$ 70 mil mais baratos no Brasil em 2025</title>  <atom:subtitle>Levantamento feito por Autoesporte mostra reduções significativas nos preços entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/01/10-carros-novos-ate-r-70-mil-mais-baratos-brasil-2025.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/01/10-carros-novos-ate-r-70-mil-mais-baratos-brasil-2025.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Dfc5Bsni_DcmahuNNlMVu5TrlgI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/G/t/AoxJNAQHePGzEji5qi8g/byd-dolphin-gs-2026-dianteira-dinamica.jpg" /><br /> ]]>    Não é difícil encontrarmos carros que encareceram logo depois de seus lançamentos. Pois é... os aumentos chegam rápido. Por outro lado, a tarefa de achar veículos que estão mais baratos já é bem mais complicada. Só que de acordo com uma análise de Autoesporte, 10 automóveis tiveram reduções significativas em um período de um ano. Aliás, os reajustes (para baixo) chegam a quase R$ 70 mil.
Para chegar nesta lista, comparamos os preços públicos dos carros divulgados pelas fabricantes em janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Além disso, contabilizamos apenas os dados das 15 marcas mais vendidas do Brasil. Para completar, não consideramos os carros que trocaram de geração, que passaram por mudanças profundas de estilo, motorização ou equipamentos ou que foram lançados a partir de fevereiro de 2025.
Veja abaixo 10 carros que ficaram mais baratos em um ano no Brasil:
Caoa Chery Tiggo 8 - redução de R$ 7 mil
Caoa Chery Tiggo 8 custa menos de R$ 200 mil na versão Pro
Divulgação
O Caoa Chery Tiggo 8, na versão intermediária Pro, ficou R$ 7 mil mais barato no período dos últimos 12 meses. O SUV custava R$ R$ 201.990 em janeiro e agora tem preço oficial de R$ 194.990. Com capacidade para sete pessoas, é equipado com motor 1.6 turbo a gasolina que entrega 187 cv de potência e 28 kgfm de torque máximo. O câmbio é automatizado de dupla embreagem e sete marchas.
Caoa Chery Tiggo 8 Pro
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BYD Dolphin - redução de R$ 9.810
BYD Dolphin Plus
Murilo Góes/Autoesporte
O BYD Dolphin chegou ao Brasil em 2023 pelo preço de R$ 149.990. Só que, no começo do ano passado, chegou a ser vendido por R$ 159.800. Depois, a fabricante chinesa mudou de ideia novamente e voltou a vender o hatch elétrico pelo preço original. Portanto, redução de R$ 9.810. Importante lembrar que estamos falando da versão GS, equipada com um motor elétrico dianteiro que entrega 95 cv de potência e 18,4 kgfm de torque.
BYD Dolphin GS
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Caoa Chery Tiggo 7 - redução de até R$ 12 mil
Quem também teve reduções foi o Caoa Chery Tiggo 7. Neste caso, três versões ficaram mais baratas. A maior diferença fica para a Pro Hybrid Max Drive, que saiu dos R$ 181.990 em janeiro para R$ 169.990 agora — R$ 12 mil de reajuste. A configuração Sport baixou R$ 7 mil. Já a Pro Max Drive diminiu R$ 2 mil no período. Veja abaixo:
Caoa Chery Tiggo 7
Sob o capô, o Tiggo 7 na versão Sport tem motor 1.5 turbo flex sem injeção direta com 150 cv de potência e 21,4 kgfm de torque. Já na versão Pro Max Drive, marca presença o motor 1.6 turbo a gasolina do Tiggo 8, com 187 cv e 28 kgfm. Por fim, a Pro Hybrid combina o motor 1.5 turbo com um sistema híbrido leve de 48V, chegando aos 160 cv e 25,5 kgfm.
Jeep Compass - redução de até R$ 16.700
Pelo segundo ano consecutivo, o Jeep Compass ficou mais barato. Só que, dessa vez, os descontos foram em quatro versões. A maior redução fica para a topo de linha Blackhawk Hurricane, com R$ 16.700 de diferença. Agora, o preço é de R$ 268.890. Já a configuração Longitude foi a que teve a baixa menos significativa, mas, ainda assim, estamos falando de R$ 7.100. Veja as diferenças abaixo:
Jeep Compass
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Sob o capô, a maioria das versões do Compass tem o motor 1.3 T270 flex de 176 cv de potência de potência e 27,5 kgfm de torque. Por outro lado, a Blackhawk sai da fábrica de Goiana (PE) com motor 2.0 turbo a gasolina com 272 cv e 40,8 kgfm de torque.
Ram Rampage - redução de até R$ 30.300
Ram Rampage R/T ficou R$ 30 mil mais barata na troca de linha
Divulgação
A Ram Rampage teve alterações na motorização neste ano, mas não em todas as versões. A confiuguração topo de linha R/T, por exemplo, continua equipada com motor 2.0 Hurricane turbo de 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque, e teve redução de R$ 30.300 no preço. Agora custa R$ 269.990.
Já a opção de entrada, que tem nome de Big Horn e motor 2.2 turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm de torque, teve redução de R$ 11 mil. Essa configuração da picape intermediária agora custa R$ 226.990. 
Ram Rampage
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Jeep Renegade - redução de até R$ 30.700
Além do Compass, outro SUV da Jeep teve reduções importantes nos preços. Trata-se do Renegade, que ficou até R$ 30.700 mais barato em um ano. A versão Sport, que passou a ser a de entrada da gama, agora custa R$ 118.290. No início de janeiro, custava R$ 148.900. As opções Longitude e Sahara tiveram reduções de R$ 5.600 e R$ 2.400. Veja abaixo:
Jeep Renegade
Na linha 2026, o Jeep Renegade utiliza sempre o motor 1.3 turbo flex com quatro cilindros. Recalibrado desde o início deste ano para atender à nova lei de emissões brasileira, o Proconve L8, rende 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque com qualquer combustível.
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BYD Shark - redução de R$ 40 mil
BYD Shark pode ser encontrada por R$ 310 mil nas concessionárias
Murilo Góes/Autoesporte
A BYD Shark, vendida em versão única, é mais uma da lista com redução no preço. Neste caso, estamos falando de uma queda de R$ 40 mil no valor. Afinal, a picape média, que ainda é híbrida plug-in, estava à venda por R$ 379.800,00, mas agora custa R$ 339.800. Aliás, nas concessionárias é possível encontrar unidades ainda mais baratas, por cerca de R$ 310 mil.
BYD Shark
A Shark combina um motor 1.5 turbo a gasolina de 183 cv de potência e 26,5 kgfm de torque, que funciona em ciclo Miller, a dois propulsores elétricos (um dianteiro de 231 cv e 31,6 kgfm e outro traseiro de 201 cv e 34,7 kgfm) para entregar 437 cv de potência e 65 kgfm de torque.
BYD Seal - redução de R$ 49.810
BYD Seal vai de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos
Divulgação
O BYD Seal é mais um carro da fabricante chinesa que ficou (bem) mais barato no período de um ano. Acontece que, em janeiro, o sedã elétrico estava à venda por R$ 299.800. Hoje, não sai por mais de R$ 249.990. A redução é de nada menos que R$ 49.810. Estamos falando de um carro de 531 cv de potência e 68,3 kgfm de torque que vai de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos. Com bateria de 82,5 kWh, roda quase 400 km só com uma carga.
BYD Seal
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Chevrolet Silverado - redução de R$ 64.100
Chevrolet Silverado High Country é equipada com motor V8
Renato Durães/Autoesporte
A Chevrolet Silverado é mais um modelo da lista com redução bastante generosa. A picape de luxo da General Motors era vendida por R$ 548.090 no início de 2025 e agora é encontrada pelo preço oficial de R$ 483.990. Isso representa uma queda de R$ 64.100 no valor. A caminhonete, vale lembrar, vem equipada com o V8 5.3 aspirado a gasolina de 360 cv de potência e 53 kgfm de torque.
Chevrolet Silverado
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Chevrolet Equinox EV - redução de R$ 69.010
O Chevrolet Equinox EV foi lançado no Brasil em dezembro de 2024 por R$ 419 mil. Pouco mais de um ano depois, o SUV elétrico custa R$ 349.990. Uma diferença de impressionantes R$ 69.010. O que ajuda a explicar a redução são as baixas vendas: foram apenas 221 emplacamentos desde a chegada ao nosso país. Aliás, o primeiro lote ainda nem foi esgotado.
Chevrolet Equinox EV
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A versão elétrica do Equinox é equipada com dois motores elétricos, instalados um no eixo dianteiro e um no traseiro, que entregam 292 cv de potência e 46 kgfm de torque combinados. Eles são abastecidos pelo conjunto de baterias de 85 kWh. Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, a autonomia é de 443 km.
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Todos os exemplares produzidos entre 6 de setembro de 2024 e 25 de outubro de 2025 precisarão fazer o reparo. Os chassis YV12ZEL82RS000462 à YV12ZELA9TS178122 é que estão envolvidos. 
Volvo EX30 está em recall por risco de incêndio
autoesporte
Confira abaixo o comunicado enviado pela Volvo:
A Volvo Cars identificou um problema potencial nas células de bateria de alta tensão fabricadas por um fornecedor específico em alguns veículos EX30 Single Motor Extended Range e Twin Motor Performance dos anos-modelo 2024-2026. Em casos raros, a bateria pode superaquecer quando carregada a um nível elevado, o que, na pior das hipóteses, poderia levar a um incêndio na bateria.
É importante destacar que 0,02% dos veículos incluídos nesta ação apresentaram o problema no mundo e não temos relatos de ferimentos pessoais relacionados. Segurança e transparência são nossa prioridade absoluta, por isso estamos tomando todas as medidas necessárias.
Planejamos realizar um recall o mais breve possível para corrigir os veículos em questão. Enquanto isso, estamos entrando em contato com todos os proprietários afetados para pedir que limitem o nível máximo de carga da bateria de seus carros a 70%. Entraremos em contato novamente assim que uma solução estiver disponível.
Outros modelos não são afetados por este aviso, e nem todas as variantes do EX30 estão incluídas. No Brasil, são cerca de 5.600 carros em circulação, das versões EX30 Single Motor Extended Range E60 anos 2024 e 2025.
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Entenda o recall do Volvo EX30
Uma falha de produção nas células HV da bateria de alta tensão do Volvo EX30 foi identificada e pode causar um curto-circuito no interior dos módulos. Além disso, o superaquecimento do componente ainda pode acarretar risco de incêndio, o que pode ser fatal aos ocupantes.
Importante lembrar que todas as versões do Volvo EX30 estão envolvidas. Ou seja, desde a opção mais barata, com um motor elétrico de 272 cv de potência, até a mais cara, com dois propulsores e 428 cv. A bateria é sempre de lítio-ferro-fosfato (LFP) de 51 kWh.
Carregamento do Volvo EX30 será limitado a 70% da bateria
Divulgação
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Para garantir a segurança, a Volvo vai emitir um comunicado aos proprietários dos veículos envolvidos com a orientação de manter o carregamento da bateria limitado ao máximo de 70% da carga total. Em alguns casos, uma mensagem pode surgir no painel de instrumentos indicando o superaquecimento da bateria.
A partir de 8 de janeiro de 2026, os proprietários terão que levar os seus carros em uma concessionária autorizada da Volvo para realizar a limitação do carregamento da bateria de forma gratuita. O atendimento para correção do defeito será realizado mediante agendamento e tem duração de aproximadamente uma hora.
A Volvo ainda informa que, paralelamente, a solução técnica definitiva para o defeito está em desenvolvimento e será implementada em algum momento. Os consumidores serão informados por meio dos canais oficiais de comunicação quando isso acontecer.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/p0OUb8Xg7xkmHcFDmwMu67LwaC0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Q/y/aP6YC0S9qBdkDqLZZ7Xg/328818-volvo-ex30-fotos-do-evento-de-lan-amento-g1.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volvo EX30</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 16:04:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 10 carros mais baratos do Brasil em 2026</title>  <atom:subtitle>Carro novo mais barato do Brasil parte de R$ 75.990; lista traz hatches, SUV e até um modelo elétrico</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/01/10-carros-mais-baratos-brasil-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/01/10-carros-mais-baratos-brasil-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7zDTcA0DFXLCu6d1qbWHYkcZC0s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/X/V/Ao2qdaQFOj0TruQA3ZGA/chevrolet-onix-1.0-mt-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    O Citroën C3 parte de R$ 75.990 e carrega o posto de carro novo mais barato do Brasil neste início de 2026. E, para quem pensa em comprar um veículo neste começo de ano, Autoesporte seleciona os 10 modelos mais em conta do país, que tem hatch, SUV e até elétrico. 
Vale lembrar que a lista é composta apenas pela versão mais barata de cada carro. Bom também destacar que os valores são referentes às tabelas públicas de cada fabricante referente ao mês de janeiro de 2026. Alguns modelos têm o mesmo preço e a colocação será feita por ordem alfabética. 
Veja os 10 carros mais baratos do Brasil em 2026
10°) Renault Kwid E-Tech - R$ 99.990
Renault Kwid E-Tech 2026 é o único elétrico da lista 
Divulgação/Renault
O Kwid E-Tech, que recebeu mudanças visuais em outubro do ano passado, abre a lista e carrega o posto de carro elétrico mais barato do Brasil. Vendido em versão única, chamada de Techno, o compacto tem equipamentos como câmera de ré, controle de estabilidade, limitador de velocidade, frenagem de emergência, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, sensor de fadiga e reconhecimento de placas de velocidade.
Preço: R$ 99.990
Versão: Techno
Motor: elétrico síncrono de imãs permanentes de 65 cv de potência e 11,5 kgfm 
Bateria: 27 kWh
Autonomia (Inmetro): 180 km
Câmbio: marcha única + ré
Porta-malas: 290 litros
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9°) Chevrolet Onix 1.0 MT - R$ 99.990
O Chevrolet Onix de entrada custa exatamente o mesmo preço do Kwid E-Tech. Apesar de ter passado por mudanças visuais no ano passado, o motor segue o mesmo de sempre: 1.0 aspirado de três cilindros de 82 cv e 10,6 kgfm. Entre os principais equipamentos estão: seis airbags, ar-condicionado, assistente de partida em rampa, chave com sensor de aproximação, central multimídia MyLink com tela de oito polegadas e  controle eletrônico de estabilidade e tração. 
Preço: R$ 99.990
Versão: 1.0 MT
Motor: 1.0 aspirado de três cilindros de 82 cv de potência e 10,6 kgfm de torque
Câmbio: manual de seis marchas
Consumo (Inmetro): 9,6 km/l na cidade e 11,9 km/l na estrada com etanol | 13,8 km/l na cidade e 16,9 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 303 litros
8°) Hyundai HB20 Comfort 1.0 - R$ 95.190
O HB20 é a Comfort é a versão de entrada do hatch na linha 2026. O motor é o 1.0 Kappa 12V de três cilindros de 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque. E, entre os principais equipamentos, o modelo oferece seis airbags, central multimídia de 8 polegadas com tela sensível ao toque e compatibilidade de conexão com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de faróis com sensor crepuscular. 
Preço: R$ 95.190
Versão: Comfort 
Motor: 1.0 Kappa 12V de três cilindros de 80 cv de potência e 10,2 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 9,9 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol | 13,3 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 300 litros
7°) Citroën Basalt Feel 1.0 MT - R$ 94.990
O único SUV da lista é o Basalt Feel, que tem motor 1.0 Firefly de três cilindros de até 75 cv e 10,7 kgfm com câmbio manual de cinco marchas. O conjunto é o mesmo oferecido nos hatch C3 e Fiat Argo. Entre os principais equipamentos de série estão: quatro airbags, câmera de ré, luzes DRL em LED, chave do tipo canivete, ar-condicionado manual,Citroën Connect com tela de 10 polegadas com conexão Android Auto e Apple CarPlay sem fio. 
Preço: R$ 94.990
Versão: Feel 
Motor: 1.0 Firefly de até 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo : 9,2 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada com etanol | 13,2 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 490 litros
6°) Volkswagen Polo Track - R$ 93.660
O Volkswagen Polo foi o carro de passeio mais vendido do Brasil em 2025, com 122.677 unidades — atrás apenas da Fiat Strada. A versão Track tem motor 1.0 aspirado de três cilindros que entrega até 84 cv e 10,3 kgfm com câmbio manual de cinco marchas. Entre os principais equipamentos de série estão: quatro airbags, ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricas das portas, volante multifuncional e banco do motorista com regulagem de altura. A central multimídia VW Play com tela de 10,25 polegadas é oferecida apenas como opcional, por R$ 1.650.
Preço: R$ 93.660
Versão: Track
Motor: 1.0 de três cilindros de até 84 cv de potência e 10,4 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 9,4 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada com etanol | 13,7 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 300 litros
5°) Peugeot 208 Style - R$ 92.990
Peugeot 208 tem motor 1.0 Firefly 
Divulgação
O Peugeot 208 tem versões com sistema híbrido leve desde o final do ano passado, mas quem marca presença na lista é opção Style, que tem apelo visual. O motor é o mesmo 1.0 Firefly de 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque e, entre os itens de série, podemos destacar os quatro airbags, faróis full LED, rodas de liga leve de 16 polegadas, bancos personalizados para a versão, teto solar, carregador de celular por indução e câmera de estacionamento 180°. 
Preço:  R$ 92.990
Versão: Style
Motor: 1.0 Firefly de até 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 9,6 km/l na cidade e 11,1 km/l na estrada com etanol | 13,3 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 265 litros
4°) Fiat Argo 1.0 - R$ 92.990
O Fiat Argo tem o mesmo preço do 208 Style, mas é bem menos moderno, afinal, é quase o mesmo carro desde o lançamento, em 2017. A configuração de entrada não tem nome e traz o mesmo motor 1.0 Firefly. Entre os itens de série, há alarme antifurto, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, ar-condicionado, chave canivete, desembaçador do vidro traseiro e direção elétrica.
Preço: R$ 92.990 
Versão: 1.0
Motor: 1.0 Firefly de três cilindros de até 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 9,4 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada com etanol | 13,3 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 300 litros
3°) Fiat Mobi Like - R$ 81.060
O Fiat Mobi é o terceiro carro mais barato do Brasil no início de 2026. E o terceiro seguido a trazer o motor 1.0 Firefly, que entrou no lugar do Fire 1.0 no início do ano passado para atender as novas normas de emissões. O Mobi também trocou a direção hidráulica pela assistência elétrica, além de ter sensor de temperatura externa e volante com regulagem de altura. Também já sai de fábrica com ar-condicionado, computador de bordo e vidros elétricos dianteiros.
Preço: R$ 81.060
Versão: Like
Motor: 1.0 Firefly de três cilindros de até 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 9,8 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada com etanol | 14 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 235 litros
2°) Renault Kwid Zen - R$ 78.690
O Renault Kwid já ocupou o posto de carro mais barato do Brasil, mas, no momento, é dono da segunda colocação desse ranking. Isso porque o subcompacto da fabricante francesa parte de R$ 78.690. Entre os principais equipamentos estão: ar-condicionado, direção com assistência elétrica, vidros elétricos dianteiros, sistema Stop&amp;Start, computador de bordo, monitoramento da pressão dos pneus e luzes de circulação diurna em LED.
Preço: R$ 76.090
Versão: Zen
Motor: 1.0 de três cilindros de até 71 cv de potência e 10 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 10,8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada com etanol | 15,3 km/l na cidade e 15,7 km/l km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 290 litro
1º) Citroën C3 Live 1.0 MT - R$ 75.990
O Citroën C3 é o carro mais barato do Brasil. O pequeno modelo está à venda por a partir de R$ 75.990 em oferta na versão Live, que também traz motor 1.0 Firefly de 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque. Entre os principais equipamentos de série, o francês oferece ar-condicionado, assistente de partida em rampa, chave canivete, computador de bordo e monitoramento de pressão de pneus. 
Preço: a partir de R$ 70.590
Versão: Live 1.0 MT
Motor: 1.0 Firefly de 75 cv de potência e 10,7 kgfm de torque
Câmbio: manual de cinco marchas
Consumo: 9,3 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada com etanol | 13 km/l na cidade e 14,6 km/l km/l na estrada com gasolina
Porta-malas: 315 litros
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7zDTcA0DFXLCu6d1qbWHYkcZC0s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/X/V/Ao2qdaQFOj0TruQA3ZGA/chevrolet-onix-1.0-mt-1-frente-diagonal.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Onix 1.0 MT </media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 09:00:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>IPVA 2026: entenda como e onde calcular o valor do imposto</title>  <atom:subtitle>Autoesporte explica como é feito o cálculo para pagamento da alíquota em cada estado do Brasil; confira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/ipva-2026-como-onde-calcular-valor-do-imposto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/01/ipva-2026-como-onde-calcular-valor-do-imposto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/KveQQd2AflNJC1TPGwpfwLdwjoo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/W/B/Q6DwWBTOecBGwQCEE1sA/ipva-licenciamento-pagamento.jpg" /><br /> ]]>    A chegada de um novo ano sempre carrega muitas expectativas e objetivos. Porém, junto de todos esses sentimentos, também vem a preocupação com o pagamento de despesas como a rematrícula e os materiais do filho na escola, o IPTU e, no caso dos proprietários de veículos, o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), cobrado anualmente. 
No Brasil, a taxa varia de acordo com o estado e é feita com base no mercado veicular; ou seja, está sempre sujeita a variações. Com a possibilidade de parcelamento, alguns estados brasileiros já lançaram, oficialmente, o calendário de pagamento do imposto. Neste artigo, Autoesporte te mostra como e onde calcular o valor da taxa. Confira!
Como é feito o cálculo do IPVA?
Valor da alíquota varia por estado e modelo do carro
Vitória Drehmer/Autoesporte
Todos os donos de automóveis com menos de 20 anos de uso precisam pagar o IPVA. O calendário de pagamento e os valores do variam de acordo com cada Unidade Federativa (UF). Além disso, alguns estados permitem que o tributo seja pago de forma parcelada e até oferecem descontos generosos para quem decidir quitar o débito em cota única.
Quanto ao cálculo do IPVA, a conta é feita considerando dois fatores: o percentual da alíquota por estado e o valor venal do veículo. Nesse caso, em todo o país, leva-se em consideração a Tabela Fipe. Para saber os valores, basta consultar os portais da Secretaria da Fazenda (Sefaz) ou Detran do seu estado, informando a placa do veículo.
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Também é possível usar a tabela para ter uma referência do preço médio. Nesse caso, é preciso acessar o portal oficial da Fipe e selecionar marca, modelo, versão e ano de fabricação. No entanto, é importante lembrar que a Tabela Fipe pode sofrer variações mensais do Índice de Preços do Consumidor (IPC). Dessa forma, os valores do imposto estão, todo ano, sujeito a alterações. 
No estado de São Paulo, por exemplo, o valor venal de um veículo leva em consideração a tabela do mês de setembro do ano anterior. Além disso, há estados ainda que aplicam desconto em veículos movidos a GNV, elétricos e híbridos, e até motocicletas de cilindrada menor. Saiba os detalhes:
IPVA 2026: calendários de pagamento, descontos e valores por estado
IPVA 2026: elétricos e híbridos têm isenção ou desconto em 18 estados e DF
IPVA SP 2026: veja quais motos podem ter isenção de imposto
Também existem sites e aplicativos que facilitam o trabalho por meio de calculadoras que informam o valor a ser desembolsado a partir da placa do veículo, por exemplo. São eles:
Zapay
Gringo
iDinheiro
Confira a taxa de IPVA cobrada para cada categoria de veículo por estado:
Alíquota do IPVA por estado
*Piauí (PI): A alíquota do IPVA do Piauí é de 3% para carros com valores acima de R$ 150 mil, 2,5% para outros automóveis de passeio e caminhonetes.
**Sergipe (SE): No Estado do Sergipe, a cobrança do IPVA é a partir de 2,5% de alíquota para automóveis de até R$ 120 mil. Modelos com valor superior pagarão 3%. 
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Com quantos anos os carros ficam isentos do IPVA?
Recentemente, um projeto que isenta carros com 20 anos ou mais de fabricação de IPVA entrou em vigor em âmbito nacional. Por isso, até mesmo Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e Tocantins, que tinham regras mais rígidas sobre o tema, agora precisam atender à nova legislação. 
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Por outro lado, na maioria dos outros estados, veículos com mais de 15 anos de produção já não precisam mais se preocupar em quitar o imposto. É o caso de Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe. Veja abaixo:
Isenção de IPVA por estado brasileiro
O que acontece se eu não pagar o IPVA?
Quem não quita o IPVA nas datas corretas está sujeito ao pagamento de multas. Em São Paulo, há multa diária de 0,33% até o limite de 20% sobre o valor do imposto. No caso de inscrição em dívida ativa, a multa será de 40% sobre o valor cobrado.
Além disso, os devedores ainda terão que desembolsar juros equivalentes à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, mas conhecida como Selic, de no mínimo 1% ao mês, sobre o valor do imposto acrescido da multa. O sistema automaticamente atualiza o valor do débito a ser pago.
Não pagamento do IPVA está sujeito a multas
Thinkstock
Conforme a Lei nº 12.799/08, permanecendo o débito, o proprietário do veículo terá o nome incluído no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin Estadual) e na Dívida Ativa do Estado de São Paulo. Ou seja, ficará com o nome sujo.
O proprietário que deixar de recolher o IPVA também fica impedido de realizar o licenciamento do veículo, ficando sujeito às penalidades previstas na legislação de trânsito.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/KveQQd2AflNJC1TPGwpfwLdwjoo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/W/B/Q6DwWBTOecBGwQCEE1sA/ipva-licenciamento-pagamento.jpg" medium="image"/>   <media:description>Calcular o IPVA com antecedência ajuda a controlar melhor as despesas</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 09:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>As 6 principais mudanças nas leis de trânsito do Brasil para 2026</title>  <atom:subtitle>Processo de emissão da primeira CNH, exame toxicológico obrigatório e mudança no prazo do IPVA estão entre as alterações; veja a lista completa</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/12/mudancas-lei-transito-brasil-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/12/mudancas-lei-transito-brasil-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/F3BVMg08gPQAdaVLpzU4qwI2rfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/E/S7yQhXSh2CzMLXUoKoqw/transito-brasil.jpg" /><br /> ]]>    O ano de 2025 foi marcado por muitos acontecimentos — e muitos deles envolvem mudanças significativas nas leis de trânsito para o próximo ano. As alterações afetaram até mesmo a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH), com o projeto “CNH sem autoescola”. 
Pensando nisso, Autoesporte separou as principais mudanças que ocorreram neste ano nas leis de trânsito, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Muitas delas já entraram em vigor e outras  estão previstas para começar a valer no começo de 2026. Confira abaixo!
1) CNH sem autoescola
A principal mudança entre as leis de trânsito foi a implementação de novas regras para a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem a necessidade de autoescola. A medida do Governo Federal, que gerou algumas polêmicas nos últimos meses, foi aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) por unanimidade e já está em vigor no país. Tanto que já houve registro da primeira CNH do Brasil emitida no novo formato.
Agora, emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) pode ser iniciada direto no aplicativo "CNH do Brasil" 
Jady Peroni/Autoesporte
Veja mais sobre o projeto 'CNH sem autoescola':
Novas regras da CNH fazem movimento e preços nas autoescolas despencarem
CNH sem autoescola: entenda como será a formação de instrutores autônomos
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O objetivo, segundo a proposta, é democratizar o acesso à habilitação, bem como baratear os custos em até 80%. Segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), 20 milhões de brasileiros já dirigem sem habilitação e mais 30 milhões têm idade para ter a CNH, mas não têm o documento, principalmente, por não conseguirem arcar com os custos. Até então, os gastos médios para se tornar um condutor habilitado no Brasil ficavam em torno de R$ 5 mil, de acordo com o governo.
A princípio, o projeto iria englobar apenas as modalidades A (motocicletas) e B (veículos de passeio). Porém, as mudanças também serão aplicadas para as categorias C (veículos de carga), D (transporte de passageiros) e E (carretas e veículos articulados). 
Aula prática de direção em autoescola não é mais obrigatória
Getty Images
No novo sistema, a abertura do processo de emissão da CNH será feita pelo próprio candidato no site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). O aplicativo 'CNH do Brasil', que entra para substituir o Carteira Digital de Trânsito (CDT), também permitirá a conclusão desta etapa inicial.
As aulas teóricas também serão disponibilizadas em formato 100% EAD (à distância) por empresas credenciadas. Já a etapa prática poderá ser cumprida tanto em uma autoescola, como através de aulas com instrutores autônomos, que também poderão se formar por meio do aplicativo. 
A exigência de carga horária de 20 horas/aula foi eliminada e passará a ser de duas horas. Outro detalhe é que a resolução permite que o candidato à habilitação utilize o próprio carro no processo. 
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Exame toxicológico obrigatório na CNH
Exame toxicológico passa a ser obrigatório para todas as categorias de habilitação
Reprodução
Já nos finalmentes de 2025, o Congresso Nacional também votou pela aprovação da realização do exame toxicológico para todos os motoristas. Dessa forma, condutores das categorias A (veículos de duas ou três rodas, como motocicletas, motonetas e triciclos) e B (veículos com até oito passageiros como carros, vans e picapes) terão de realizar o exame para obter o direito de dirigir no Brasil.  
CNH: tudo o que muda com a obrigatoriedade do exame toxicológico
Até então, a regra era válida apenas para motoristas das categorias C (caminhões e veículos de carga), D (ônibus, micro-ônibus e veículos de transporte de passageiros com mais de oito lugares) e E (combinações de veículos). 
Importante dizer que o Projeto de Lei havia sido vetado pelo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No entanto, o Congresso Nacional derrubou o veto no dia 4 de dezembro. Lembrando que o exame toxicológico é uma análise laboratorial que utiliza amostras de cabelo, pele ou unhas, para identificar a presença de substâncias psicoativas no organismo consumidas nos últimos 90 dias, ou em alguns casos, em até 180 dias. 
Teto para exame médico na CNH
Exame médico tem novo teto fixo de R$ 180 
Divulgação
Outra mudança que impactou no custo para emitir a CNH foi a redução do teto nacional para a realização dos exames exigidos para obter ou renovar o documento. Agora, o valor máximo é de até R$ 180. 
A nova medida, que já está em vigor, baixa o valor médio da avaliação psicológica e dos exames de aptidão física e mental, previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Vale lembrar que, antes da alteração, os valores cobrados pelos exames médicos variavam de acordo com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de cada região do país. Isso resultava em uma grande disparidade de preços da somatória dos exames entre os estados, que variavam entre R$ 200 e R$ 550.
O valor referente aos exames é pago diretamente ao profissional ou clínica credenciada no Detran. Além disso, a portaria estabelece o limite de R$ 180 para a soma dos valores do exame médico e da avaliação psicológica, e não para cada procedimento de forma individual. Assim, no caso de uma divisão igualitária da receita, o repasse para cada profissional ficaria limitado a R$ 90.
Isenção de IPVA para carros com 20 anos ou mais
Câmara dos Deputados aprovou isenção máxima de IPVA para carros de 20 anos
Divulgação
Dezembro, de fato, foi um mês agitado. Isso porque a Câmera dos Deputados também aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que isenta veículos terrestres com 20 anos ou mais de fabricação a pagarem o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). A proposta, inclusive, já está em vigor. 
No entanto, apenas cinco estados serão beneficiados: Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e Tocantins. Acontece que, dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal, somente cinco deles ainda não isentavam a alíquota de IPVA de carros com mais de 20 anos de fabricação. 
Portanto, a partir de agora, modelos que saíram de fábrica até 2006 estarão dispensados do imposto em 2026 nessas Unidades Federativas. Por outro lado, na maioria dos outros estados, veículos com mais de 10 ou 15 anos de produção já não precisam mais se preocupar em quitar o débito anual e as regras permanecem iguais. 
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Por fim, a medida não se aplica a todos os automóveis. Carros de passeio, caminhonetes e veículos mistos (destinados ao transporte simultâneo de carga e passageiros) que se enquadram no tempo de fabricação determinado serão concedidos à imunidade tributária. Micro-ônibus, ônibus, reboques e semirreboques não serão isentos.
Novo teto de isenção para carros comprados por PCD
Novo teto de isenção para carro comprados por pessoas PCD seguirá para aprovação do Presidente Lula (PT 
Getty Images
No dia 16 de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de regulamentação da reforma tributária. Entre os diversos assuntos da pauta está o aumento do teto de isenção para carros comprados por pessoas com deficiência (PCD). A lei prevê subir de R$ 70 mil para R$ 100 mil o preço máximo dos carros que podem receber isenção total de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Outra mudança é o aumento de R$ 120 mil para R$ 200 mil no preço dos carros que podem receber isenção parcial dos impostos. Ou seja, ficam livres de cobrança do IPI e recebem desconto na alíquota do ICMS. O texto ainda precisa ser sancionado pelo presidente Lula para começar a valer.
A elevação dos tetos de preços corrige parcialmente uma distorção causada pelo próprio aumento nos valores dos carros novos. Atualmente, não há nenhum carro novo por menos de R$ 70 mil. Também há pouquíssimas opções com câmbio automático por menos de R$ 100 mil. Autoesporte, vale dizer, já fez uma lista de modelos elegíveis nessa nova regra. Confira aqui! 
Regras dos ciclomotores 
Motoristas de ciclomotores agora devem ter habilitação da categoria A ou o ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores)
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Por fim, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novas regras para ciclomotores que serão válidas a partir do dia 1° de janeiro de 2026. De acordo com a resolução, passa a ser obrigatório que o condutor tenha a habilitação na categoria A ou o ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) para dirigir esse tipo de veículo no Brasil. 
E não para por aí. Além da CNH, também será exigido o registro no Renavam e a placa no ciclomotor. O uso de capacete também é obrigatório, visando a segurança. O ciclomotor, vale dizer, é um veículo de duas ou três rodas com velocidade máxima limitada a 50 km/h. Ou seja, modelos de até 50 cm³ ou, no caso das elétricas, com potência de até 4 kW.
A resolução 996 do Contran define que, caso o motorista de ciclomotor seja flagrado sem habilitação, resultará em uma infração gravíssima. Esta, por sua vez, implica na retenção do veículo, sete pontos na CNH e uma multa de R$ 293,47. As regras não se aplicam às bicicletas elétricas com pedal assistido ou autopropelidos (patinetes e monociclos) que atingem até 32 km/h. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/F3BVMg08gPQAdaVLpzU4qwI2rfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/9/E/S7yQhXSh2CzMLXUoKoqw/transito-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito</media:description>   <media:credit>Agência Brasil</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 31 Dec 2025 10:01:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Free Flow: veja passo a passo para pagar a tarifa do pedágio eletrônico</title>  <atom:subtitle>Novo formato de pedágio já está em 14 rodovias de quatro estados brasileiros; Autoesporte mostra como pagar as taxas em cada uma das localidades</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/12/free-flow-como-pagar-tarifa-pedagio-eletronico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/12/free-flow-como-pagar-tarifa-pedagio-eletronico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ft5U-nCaikOR50DwkFTUO4ZxO5s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/S/Z/bqB6YjQkAP8VEGkxgcuw/pedagio-free-flow-no-contorno-sul-concessionaria-tamoios.jpg" /><br /> ]]>    Tecnologia recente disponibilizada no Brasil, os pedágios eletrônicos — também chamados de free flow — otimizam o fluxo das rodovias. Isso porque ajudam a acabar com as filas quilométricas que se formam para pagar as taxas pelo uso das estradas em todo o Brasil. E principalmente nesta época do ano, em que há um grande volume de veículos se deslocando em meio às viagens de Ano Novo.
Apesar da inovação e de promover mais segurança contra roubos e acidentes em estradas, o pedágio eletrônico ainda gera diversas dúvidas quando o assunto é o pagamento da tarifa. Como fazer o pagamento? Tenho que baixar aplicativo ou ter conta em banco online? Tenho que pagar a taxa no mesmo dia em que cruzei o trecho? E se eu não pagar?
Pedágio eletrônico acaba com filas em épocas de grande movimento nas estradas
André Schaun/Autoesporte
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Em meio à essas e outras perguntas, Autoesporte reúne o passo a passo para efetuar o pagamento das tarifas do free flow de forma eficaz para não ser multado por evasão de pedágio.
Antes, é importante frisar que atualmente o Brasil possui pórticos de cobrança eletrônica instalados em 14 rodovias diferentes, localizadas em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os trechos são administrados por nove concessionárias diferentes, e cada uma disponibiliza suas próprias plataformas e bases para o pagamento.
Veja passo a passo para pagar o pedágio free flow:
Como pagar Free Flow em Minas Gerais (MG)?
Pedágio Eletrônico possui sinalização própria nas rodovias
Reprodução/Click Guarulhos e CCR RioSP
Concessionária EPR Sul de Minas
MG-459 - km 12,7, em Monte Sião.
Caso você tenha passado pelo trecho, é importante quitar seus débitos através do site da concessionária. Na página, é possível fazer um pagamento avulso ou com cadastro (caso você utilize a via com frequência). Também é possível pagar a tarifa baixando o aplicativo EPR Pedágio Sem Cancela, disponível para Android e IOS. 
A concessionária também possui 17 pontos físicos conveniados, como restaurantes e postos de combustível em diferentes cidades do estado para que o pagamento seja realizado, caso não seja possível a utilização dos meios digitais. Clique aqui e confira a lista completa de pontos conveniados.
Concessionária Way 262
BR-262 - km 389,4, em Florestal;
BR-262 - km 458,5, em Nova Serrana;
BR-262 - km 512,8, em Luz;
BR-262 - km 600,8, em Campos Altos;
BR-262 - km 668,3, em Ibiá; 
BR-262 - km 736,9, em Sacramento.
A Way 262 administra os pórticos de cobrança na BR-262, em trecho que liga os municípios de Uberaba e Betim. Através do site oficial da empresa é possível realizar um cadastro e consultar os débitos pela placa, bem como realizar o pagamento de maneira digital. O mesmo procedimento pode ser feito pelo app Way Rodovias.
Já o pagamento de forma presencial pode ser realizado em uma das nove unidades de autoatendimento ao usuário, localizadas ao longo da rodovia e entre os pórticos de cobrança. Veja o mapa abaixo:
BR-262 é rodovia com trecho que liga as cidades de Uberlândia e Betim
Reprodução/Concessionária Way 262
Concessionária Nova 381
BR-381 - km 411,9, em Caeté;
BR-381 - km 345,3, em João Monlevade;
BR-381, em Governador Valadares (Vale do Rio Doce);
BR-381, próximo à cidade de Belo Oriente;
BR-381, entre os municípios de Antônio Dias e Bela Vista de Minas.
Já os pontos de cobrança na BR-381 administrados pela Concessionária Nova 381 oferecem uma opção de pagamento diferente: o usuário pode instalar o aplicativo Nova 381 e colocar créditos para não precisar com o pagamento após cruzar o trecho. O funcionamento é semelhante ao de uma tag de pedágio pré-paga, por exemplo.
Apesar disso, a empresa também disponibiliza a consulta e pagamento das taxas através da página oficial, pelo reconhecimento da placa do veículo. A Nova 381 não informa se possui pontos físicos de cobrança, mas o site diz que existem sete bases operacionais ao longo do trajeto que liga Belo Horizonte à Governador Valadares.
Como pagar Free Flow no Rio de Janeiro (RJ)?
CCR Rio SP administra duas rodovias importantes do Brasil: BR-101 e BR-116
CCR Rio-SP
Concessionária CCR Rio SP - Motiva
BR-101 - km 538, em Paraty;
BR-101 - km 447, em Mangaratiba;
BR-101 - km 414, em Itaguaí.
A CCR Rio SP, renomeada de Motiva, administra os pedágios eletrônicos de duas das mais importantes rodovias do Brasil: BR-101 (RJ) e BR-116 (SP). O pagamento é realizado pelo mesmo site em ambos os casos. Ao clicar em "Pagar Pedágio" na primeira página do site da concessionária, você será redirecionado à uma área de cadastro para quitar os débitos. A empresa esclarece que todo o tipo de pagamento é realizado pela própria plataforma, e nunca por links enviados.
Também é possível realizar o pagamento da taxa através do app Motiva Rodovias ou pelo contado de Whatsapp 0800-017-3536. Por fim, apenas para usuários da BR-101, é possível efetuar o pagamento por totens de autoatendimento ou em comércios credenciados. Confira a lista:
Totens:
Ubatuba (km 31,8);
Paraty (km 580);
Angra dos Reis (km 528 e km 471,45);
Mangaratiba (km 417,4).
Pontos credenciados:
Paraty: Auto Posto Velamar (km 533+800);
Mangaratiba: Itacuruçá Plaza Hotel
Como pagar Free Flow no Rio Grande do Sul (RS)?
Concessionária Caminhos da Serra Gaúcha (CSG)
ERS-122 - km 151,9, em Ipê;
ERS-122 - km 108,2, em Antônio Prado;
ERS-122 - km 45,5, em Farroupilha;
ERS-122 - km 4,6, em São Sebastião do Caí;
ERS-240 - km 30,1, em Capela de Santana;
ERS-446 - km 6,5, em Carlos Barbosa.
Assim como nos casos já mencionados, a administradora dos pontos de pedágio eletrônico no Rio Grande do Sul aceita pagamentos pelo site ou através do aplicativo CSG Free Flow. A diferença é que clientes das plataformas APP SIM Rede e APP REK PAY também podem utilizá-las para quitar os débitos.
Por fim, nove bases de atendimento ao cliente aceitam o pagamento das tarifas. Importante ressaltar que os pontos funcionam em dias e horários específicos. Clique aqui para consultar a lista de pontos e horário de funcionamento.
Como pagar Free Flow em São Paulo (SP)?
Rodovia Presidente Dutra possui free flow que pode ficar mais caro se tiver trânsito
Divulgação/CCR RioSP
Concessionária Ecovias Noroeste
SP-333 - km 179 - Rodovia Laurentino Mascari, em Itápolis;
SP-333 - km 110 - Rodovia Carlos Tonami, em Jaboticabal.
Se você cruzar um dos trechos sob responsabilidade da Ecovias Noroeste, é possível utilizar as plataformas Pedágio Pay e Pedágio Digital para pagamento. Em ambos os sites, há a possibilidade de cadastrar pagamento por débito automático diretamente do cartão de crédito, mas a funcionalidade ainda não é disponibilizada pela empresa na região.
O aplicativo Ecovias Noroeste Paulista também é uma opção, bem como o Whatsapp. Já os totens para autoatendimento são disponibilizados nas próprias bases de atendimento ao usuário ao longo da rodovia. 
Concessionária Tamoios
SP-099 - km 13,5 - Contorno Sul da Rodovia Tamoios, entre Caraguatatuba e São Sebastião.
Com ponto de cobrança no caminho para o litoral norte de São Paulo, o site da Tamoios disponibiliza a aba "Pague Aqui" para ficar em dia com o imposto. A página permite fazer a consulta das tarifas por meio de cadastro ou de forma avulsa, fornecendo a placa do veículo. O mesmo processo pode ser cumprido pelo app Tamoios Free Flow, sendo que o pagamento presencial só está disponível nas bases de atendimento dos km 10,8 e km 20.
Concessionária CCR Sorocabana
SP-270 - km 35, em Cotia;
SP-270 - km 77, em Alumínio;
SP-270 - km 102, em Sorocaba.
Para os pontos de cobrança da Rodovia Raposo Tavares, o pagamento pode ser realizado através do portal Pedágio Digital, bem como através do número 0800 252 7280, pelo Whatsapp, sendo aceito quitar os débitos com cartão de crédito ou Pix. Assim como no caso das outras rodovias aministradas pela CCR, o app CCR Rodovias pode ser utilizado para o procedimento. 
Já presencialmente, as bases de atendimento ao usuário disponíveis em todas as rodovias administradas pela empresa permitem o pagamento das tarifas referentes ao trecho. Nos próprios pórticos de cobrança existem totens de autoatendimento, no sentido oeste interior. Veja passo a passo:
Digite a placa do veículo; 
Confira os valores pendentes;
 O pagamento deve ser feito via Pix, escaneando o QR Code exibido na tela;
Imprima o comprovante se achar necessário.
Concessionária CCR Rio SP - Motiva
BR-116 - 21 pórticos entre os km 205 e km 230, entre Arujá e a Marginal Tietê (SP).
As opções de pagamento para os usuários da BR-116 são as mesmas já oferecidas para os trechos da BR-101. É importante mencionar que o tipo de cobrança, nesse caso, difere das demais. Isso porque, em situações de engarrafamento, ou quando é identificado um grande volume de veículos circulando pela via expressa, o valor da tarifa por km percorrido é alterado e o pagamento é proporcional, ou seja, paga-se apenas pelo trecho percorrido.
Autoesporte explica como esse ponto de cobrança funciona nesta outra reportagem.
Concessionária Novo Litoral
SP-088 - km 37, em Arujá;
SP-088 - km 41, em Mogi das Cruzes;
SP-098 - km 92,7, em Bertioga;
SP-055 - km 236, entre Santos e Itanhaém;
SP-055 - km 389,6, em Miracatu.
No site oficial da CNL, clique em "Pague Seu Pedágio" para acessar a página de consulta de débitos. O sistema checa o valor total da tarifa através da placa do veículo, e ainda é possível indicar se o carro utilizado era alugado. A empresa também possui um aplicativo para a realização do procedimento, o CNL Novo Litoral. 
No site e no app é possível pagar apenas utilizando cartões de crédito ou a ferramenta Pix, enquanto nos totens presenciais cartões de débito também são aceitos. A modalidade de autoatendimento via totem é disponibilizada em todas as bases de atendimento da concessionária ao longo do trecho. 
E quem usa tag de pedágio? 
Quem possui tag de pedágio não precisa realizar os procedimentos de pagamento mencionados acima, já que é possível transitar normalmente pelos pórticos de cobrança e quitar os débitos na própria fatura. Para as tags que com sistema pré-pago, também é possível utilizá-las para pagar o pedágio free flow, desde que no ato do cruzamento do trecho sua conta vinculada ao dispositivo esteja com créditos disponíveis. 
E se eu não pagar o pedágio free flow?
Todas as tarifas cobradas por pedágio eletrônico possuem prazo de 30 dias corridos para pagamento. Caso o valor não seja debitado no período, é cometida uma infração grave por evasão de pedágio. O delito computa cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de ser necessário arcar com multa no valor de R$ 195,23, como determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 
Free Flow: o que os usuários precisam saber para evitar multas no pedágio
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As mudanças mais notáveis estão na dianteira, atualizada com novos faróis em LED, que incorporaram as luzes de rodagem diurna. O para-choque foi redesenhado, ficando com uma aparência menos rebuscada, embora tenha ganhado dois apliques em formato de “L” contornando os faróis de neblina, também em LED.
Jeep Commander Longitude 2026 é equipado com motor 1.3 turbo flex de 176 cv de potência
Newsedan Fortaleza
Todas as configurações ganharam novas rodas de liga leve, enquanto a traseira segue inalterada – a única diferença está na versão Blackhawk, identificada pelo emblema e pelas ponteiras duplas de escape inerentes ao motor Hurricane 2.0 turbo a gasolina de 272 cv.
A cabine recebeu nova padronagem de acabamento, deixando o seletor giratório para as versões equipadas com o câmbio automático ZF de nove marchas, disponível apenas com os motores 2.2 turbodiesel de 200 cv e o 2.0 turbo a gasolina.
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Jeep Commander vem equipado com rodas de liga leve desde a versão de entrada na linha 2026
Newsedan Fortaleza
A versão de entrada do Jeep Commander 2026 é a Longitude T270, que passou a ser vendida somente na configuração de sete lugares (a variante para cinco ocupantes tinha baixa procura, por isso foi retirada do catálogo). Desde o seu lançamento, há quatro meses, a configuração mais em conta do Commander já encareceu quase R$ 5 mil.
No entanto, é fácil encontrar o SUV com descontos que passam dos R$ 20 mil sobre o preço sugerido de R$ 224.290. A SIM Concessionárias, de Campinas (SP), anuncia um Commander Longitude preto zero quilômetro por R$ 202.990, condição para a modalidade de venda direta.
Jeep Commander passou por uma reestilização para a linha 2026
Bexp Jeep Butantã
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Na DVA Automóveis, de São José (SC), uma unidade do SUV na cor prata com teto preto é comercializada por R$ 199.990, diferença de R$ 24.300 sobre o preço do site da Jeep. É o mesmo valor cobrado pela concessionária Newsedan, de Fortaleza (CE).
Nas concessionárias Bexp, com unidades na capital paulista, o Jeep Commander 2026 tem ofertas para unidades na cor sólida preto Carbon. O SUV de sete lugares é anunciado por R$ 197.990, valor R$ 26.300 abaixo do preço oficial anunciado no site da fabricante.
Jeep Commander pode ser encontrado com descontos de mais de R$ 2mil em algumas lojas
Newsedan Fortaleza
Como é o Jeep Commander Longitude T270 2026?
O Jeep Commander 2026 praticamente manteve as dimensões de antes da atualização. O comprimento total de 4,76 metros teve um incremento de 5 centímetros com a adoção do novo para-choque dianteiro. De resto, segue tudo igual: 1,86 m de largura, 1,72 m de altura e 2,79 m de entre-eixos.
A capacidade do porta-malas varia entre 661 litros, quando a terceira fileira de bancos não está sendo utilizada, e 233 litros, com os sete passageiros a bordo.
Jeep Commander 2026 tem 2,79 metros de entre-eixos
Newsedan Fortaleza
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Para mover os seus 1.668 kg em ordem de marcha, o Commander aposta nos 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque do motor 1.3 turbo flex de quatro cilindros com injeção direta e comando das 16 válvulas acionado por corrente.
O câmbio automático é o conhecido Aisin de seis marchas, com opção de trocas manuais, que também equipa outros modelos da Stellantis. A tração é apenas dianteira, pois a tração 4x4 está disponível somente nas versões com os motores 2.2 turbodiesel e 2.0 turbo a gasolina.
Jeep Commander deixou de oferecer opção de cinco lugares para a versão de entrada, Longitude, na linha 2026
Bexp Jeep Butantã
Os dados de fábrica informam que o Jeep Commander Longitude 2026 acelera de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 198 km/h.
Já o consumo médio, divulgado pelo Inmetro, fica em 6,9 km/l na cidade e 8,3 km/l na estrada com etanol. As médias com gasolina são de 10 km/l e 11,5 km/l, respectivamente. O tanque de combustível de 61 litros fornece autonomia de até 702 km, considerando o consumo rodoviário com gasolina.
Principais equipamentos de série
O SUV sai de fábrica equipado com seis airbags; controles de estabilidade e tração; assistente de partida em rampas; alerta de colisão e frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo (ACC); reconhecimento de placas de trânsito; faróis e lanternas em LED com acendimento automático; direção elétrica; ar-condicionado automático de duas zonas; chave presencial; painel digital de 10,25 polegadas; central multimídia de 10,1” compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio; bancos revestidos de couro; abertura elétrica do porta-malas; rodas de liga leve aro 18”, entre outros.
Os únicos opcionais são as pinturas metálicas azul Jazz, cinza Granite e prata Billet, que custam R$ 2.200 cada. A cor branco Polar perolizado adiciona R$ 3 mil à conta final. Todas as tonalidades são combinadas ao teto pintado de preto.
Jeep Commander Longitude 2026 já vem equipado com central multimídia flutuante e quadro de instrumentos digital
Newsedan Fortaleza
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De acordo com o levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina no postos de combustível era de R$ 6,17 em janeiro. Depois, em fevereiro, atingiu o valor mais alto do ano, com média de R$ 6,36. 
Preço do litro da gasolina no Brasil foi de R$ 6,24
Agência Brasil 
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A partir de março, houve queda em todos os meses de forma consecutiva até agosto, quando a chamada gasolina E30 entrou em vigor. Portanto, no oitavo mês do ano, o preço médio do litro da gasolina comum era de R$ 6,19. O valor foi mantido em setembro e chegou até a subir R$ 0,01 em outubro.
Por outro lado, em dezembro, a média já foi novamente de R$ 6,19. Isso significa que o valor foi mantido na comparação com agosto. E se analisarmos o preço praticado no início de 2025, a redução é de apenas R$ 0,02. Ou seja, podemos dizer que os valores foram equilibrados ao longo do ano. Aliás, a média anual do litro da gasolina foi de R$ 6,24. Veja abaixo:
Veja o preço médio da gasolina comum no Brasil:
Só que, além disso, a partir de janeiro de 2026, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) vai ficar mais caro sobre a gasolina. Haverá uma elevação de R$ 0,10 por litro para o tributo estadual. Desta forma, vai subir de R$ 1,47 para R$ 1,57. O valor final, portanto, será de pelo menos R$ 6,34.
Esse será o segundo ano seguido de aumento do ICMS sobre os combustíveis. Afinal, vale lembrar que, em fevereiro deste ano, houve elevação do imposto.
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Por que o preço da gasolina não caiu?
Autoesporte consultou dois órgãos independentes com conhecimento no assunto, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), para entender o que impede que o preço da gasolina tenha redução significativa.
O IBP acompanhou o cálculo do governo e observou que, enquanto a conta ministerial estimava redução de R$ 0,20 pelo litro — valor que depois caiu para R$ 0,13 nas projeções mais recentes —, os dados colhidos internamente na verdade mostravam um possível aumento de R$ 0,01.
Etanol ficou mais caro com adoção da gasolina E30
Getty Images
Um dos tópicos que interferem na conta é que o etanol anidro ficou mais caro no período de adoção da gasolina E30, fator que, segundo Ana Mandelli, diretora executiva do IBP, tem relação com a lei da oferta e demanda. “Se vão precisar de mais etanol para produzir a gasolina, aumenta-se a procura [...]. As margens são apertadas; é um negócio de escala em que tudo pode interferir no preço”, explica.
Para o especialista Pedro Rodrigues, do diretor do CBIE, a variação do preço é imprevisível. “No Brasil, os postos de combustível são livres para determinar o preço [...]. Existem custos pulverizados no preço da gasolina que vão além do próprio valor do litro”.
Por que aumentar o etanol na gasolina?
Dois motivos principais levaram o governo federal a aprovar a gasolina E30 no Brasil. São eles:
Adicionar etanol na gasolina deixa o país menos vulnerável à flutuação internacional do preço do petróleo, negociado em dólar. O Brasil é autossuficiente em cana-de-açúcar e seus derivados, mas importa gasolina para abastecer o mercado interno;
A nova mistura de etanol deixará os carros menos poluentes, como comprovaram os testes conduzidos pela ANP. Todavia, não foi divulgado estudo sobre o impacto do novo combustível na redução dos gases de efeito estufa.
Segundo estimativa do governo, a transição do E27 para o E30 evitará a importação de 760 milhões de litros de gasolina por ano. Ao mesmo tempo, o Brasil ampliará a produção nacional de etanol em 1,5 bilhão de litros e investirá R$ 9 bilhões no setor.
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Muitos motoristas não sabem que atitudes comuns durante uma pane, como deixar de sinalizar corretamente ou empurrar o carro na pista são consideradas infrações. Além do risco de acidente, essas condutas podem resultar em autuação, pontos na CNH e até remoção do veículo. Por isso, agir com calma e seguir uma sequência lógica de ações faz toda a diferença.
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Priorize a segurança e pare no local mais adequado
Acostamento rodovia 
André Schaun
Ao perceber perda de potência, fumaça, ruídos anormais ou luzes de advertência críticas no painel, reduza a velocidade de forma progressiva e ligue imediatamente o pisca-alerta. Sempre que possível, leve o carro até o acostamento ou para um local fora da faixa de rolamento. Parar em curvas, pontes, túneis ou trechos sem visibilidade, quando existe alternativa segura, aumenta muito o risco de colisões.
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Como trocar o pneu do carro com segurança: veja passo a passo
Depois de imobilizar o veículo, acione o freio de estacionamento e mantenha o pisca-alerta ligado. Em rodovias movimentadas, sair rapidamente da faixa de tráfego é prioridade absoluta, mesmo que o carro ainda consiga se deslocar lentamente.
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Sinalização correta e conduta adequada evitam multa
Com o carro parado, a sinalização passa a ser obrigatória. O triângulo de segurança deve ser posicionado a uma distância segura do veículo, aumentando esse espaço em rodovias de alta velocidade ou baixa visibilidade. Confiar apenas no pisca-alerta é um erro comum e passível de punição. As principais infrações previstas em situações de pane de veículo na estrada são:
Deixar de sinalizar o veículo imobilizado na via: infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH;
Empurrar o veículo na via, salvo para retirá-lo de perigo imediato: infração média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos;
Abandonar o veículo na pista ou no acostamento, quando compromete a segurança ou a fluidez do trânsito: infração grave, multa de R$ 195,23, cinco pontos e possibilidade de remoção ao pátio;
Ficar sem combustível por falta de planejamento: infração média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos.
Essas penalidades são aplicadas mesmo quando não há acidente, apenas pelo risco gerado aos demais usuários da via.
Empurrar um carro quebrado no meio da pista só é permitido quando for para sua rápida remoção da via
Reprodução/Redes sociais
Onde ficar e quando sair do carro
Em muitos casos, permanecer dentro do veículo parado no acostamento é mais perigoso do que sair. Sempre que possível, os ocupantes devem deixar o carro pelo lado oposto ao tráfego e se posicionar em local protegido, como atrás de defensas metálicas ou em áreas elevadas. Circular pela pista, mesmo por poucos metros, aumenta significativamente o risco de atropelamento.
Se o problema parecer simples, como um pneu furado, o reparo só deve ser feito se houver espaço e visibilidade suficientes. Em trechos estreitos ou de tráfego intenso, a opção mais segura é aguardar ajuda especializada.
Telefones de emergência e quando acionar cada um
Carro quebrado na estrada: saiba os telefones de emergência mais importantes
Shutterstock
Saber exatamente quem ligar faz parte essencial do que fazer quando o carro quebra na estrada. Os principais contatos são:
Polícia Rodoviária Federal (191): deve ser acionada em rodovias federais quando o carro quebra em local perigoso, há necessidade de apoio na sinalização ou quando a pane compromete a segurança da via
Polícia Militar Rodoviária (190): responsável pelas rodovias estaduais, com atuação semelhante à da PRF
Corpo de Bombeiros (193): indicado em casos de incêndio, vazamento de combustível, fumaça excessiva ou acidentes com vítimas
Concessionárias de rodovias: atendem rodovias concedidas e oferecem guincho, sinalização e apoio mecânico básico; o telefone, geralmente um 0800, aparece nas placas ao longo da estrada
Seguro do carro ou assistência 24 horas: deve ser acionado quando o problema não pode ser resolvido no local ou quando há necessidade de guincho, troca de pneu ou carga de bateria
Ao entrar em contato, informe sempre o quilômetro da rodovia, o sentido da via e o tipo de pane para agilizar o atendimento.
Preparo e informação fazem diferença
Saber o que fazer quando o carro quebra na estrada não se resume a resolver a pane, mas envolve agir com segurança, respeitar a legislação e evitar decisões que coloquem vidas em risco ou gerem penalidades. Revisar o carro antes de viajar, levar os itens obrigatórios e manter os telefones de emergência salvos no celular reduzem muito o estresse quando o imprevisto acontece.
Manter a calma, sinalizar corretamente e acionar o serviço certo no momento adequado são atitudes simples que ajudam a transformar uma situação crítica em um transtorno controlável.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/gHQVJSaSEzjkjpFircc5E7A2FHo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/P/c/Dr3BdRTX66TGQArXAZaA/10-08-22-uso-correto-do-triangulo-de-sinalizacao-farol-ibama-smtt-por-evinho-silva-10.jpg" medium="image"/>   <media:description>Triângulo sinalização estrada trocar pneu</media:description>   <media:credit>Reprodução/Prefeitura de Maceió</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 29 Dec 2025 09:01:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quais cuidados é preciso ter em viagens com carros híbridos e elétricos?</title>  <atom:subtitle>Viagens longas com veículos eletrificados exigem atenção com bateria, recarga e planejamento, mas não são mais complexas do que em modelos a combustão</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/12/cuidados-viagens-carros-hibridos-eletricos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/12/cuidados-viagens-carros-hibridos-eletricos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/FLj1AkhDiS7oSfujilHVKfFlDG8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/B/w/xOcXFGTNuGnOjJFw69Nw/caoa-chery-tiggo-7-phev-x-jaecoo-7-prestige-frente-e-traseira-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    Viajar nas férias com carros híbridos e elétricos já faz parte da rotina de muitos brasileiros. Com a expansão da frota e da infraestrutura de recarga, esses modelos deixaram de ser restritos ao uso urbano. Ainda assim, o período de estrada, com calor intenso e carga extra de bagagens exige alguns cuidados específicos para preservar a bateria de alta tensão, garantir autonomia adequada e evitar contratempos longe de casa.
Os cuidados com carros híbridos e elétricos nas férias, porém, estão longe de ser um bicho de sete cabeças. Segundo Augusto Roma, diretor técnico da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), a lógica é semelhante à dos modelos a combustão: manutenção em dia, planejamento e uso consciente dos sistemas do veículo. A diferença está em entender como a bateria se comporta em situações típicas de viagem.
Antes de pegar a estrada, vale lembrar que os veículos eletrificados contam com sistemas sofisticados de gestão térmica e eletrônica. Usá-los corretamente faz toda a diferença não apenas na autonomia da viagem, mas também na durabilidade do conjunto ao longo dos anos.
Bateria em dia e software atualizado
Mantenha o sistema de gerenciamento do carro sempre atualizado
Cauê Lira/Autoesporte
O principal cuidado antes de viagens longas é garantir que todas as revisões estejam em dia e que o software do veículo esteja atualizado. “Os sistemas de gestão térmica e de carga da bateria são fundamentais para preservar sua vida útil”, explica Roma.
No caso dos carros 100% elétricos, a recomendação é iniciar a viagem com carga elevada. Já no uso cotidiano, para preservar ainda mais a bateria, o ideal é limitar recargas a até 80% e usar carregadores de até 7,3 kW sempre que possível. Essa prática, segundo a ABVE, ajuda a prolongar a vida útil da bateria, que já tende a durar mais do que o período de posse do primeiro, segundo e até do terceiro dono.
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Calor, ar-condicionado e impacto na autonomia
Vários quesitos podem impactar na autonomia do carro eletrificado
Vitória Drehmer/Autoesporte
O calor intenso do verão pode afetar levemente a eficiência de híbridos e elétricos. Isso ocorre porque o sistema de climatização e a gestão térmica da bateria passam a trabalhar mais. O efeito, no entanto, não é exclusivo dos eletrificados. Em carros a combustão, o uso intenso do ar-condicionado também reduz eficiência e autonomia, ainda que de forma discreta.
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Roma destaca que, nos elétricos modernos, o impacto real costuma ser moderado, especialmente em viagens longas. Apesar de o ar-condicionado consumir energia diretamente da bateria, os sistemas atuais são bastante eficientes. Em termos energéticos, um carro elétrico parado por duas horas com o ar-condicionado ligado consome menos energia do que um modelo a combustão na mesma situação.
Recarga rápida e planejamento de paradas
Saiba como programar a recarga do seu carro antes de viajar
Renato Durães/Autoesporte
Durante viagens, o uso de recarga rápida é seguro e previsto no projeto dos veículos. Não há recomendações especiais para evitar degradação excessiva nesse cenário. O ponto chave está no planejamento.
Em regiões com infraestrutura limitada, é fundamental usar aplicativos e sistemas de navegação que indiquem pontos de recarga confiáveis, verificar se estão operacionais e manter margens de segurança. Uma boa estratégia é escolher hospedagens que ofereçam recarga ou ao menos tomadas dedicadas.
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O carregamento em tomadas comuns pode ser seguro, desde que a instalação elétrica esteja em boas condições e com aterramento adequado. A ABVE recomenda evitar extensões, adaptadores improvisados ou redes elétricas antigas.
Bagagem, engarrafamentos e estacionamento ao sol
Peso, longos percursos e calor extremo interferem na autonomia
Divulgação
Mais peso sempre aumenta o consumo, seja em carros elétricos ou em modelos a combustão. A diferença é que os elétricos são cerca de três vezes mais eficientes energeticamente e contam com regeneração de energia. Ainda assim, a autonomia pode cair de 10% a 15% com carga extra significativa, o que deve ser considerado no planejamento.
Em engarrafamentos, ao contrário do que muitos imaginam, os carros elétricos levam vantagem. Sem consumo em marcha lenta, o gasto fica restrito ao ar-condicionado e aos sistemas eletrônicos, sendo muitas vezes menor do que em velocidades elevadas.
Ao estacionar por longos períodos, a recomendação é a mesma de qualquer carro: buscar sombra. Manter a carga em níveis intermediários e usar a função de pré-climatização ajuda a reduzir impactos térmicos.
Sinais de alerta não devem ser ignorados
Por fim, problemas no sistema de alta tensão são raros, mas merecem atenção. Mensagens de alerta no painel, redução súbita de potência, falhas recorrentes de carregamento ou ruídos incomuns durante a recarga são sinais claros de que algo não vai bem. Nesses casos, o uso deve ser interrompido e o veículo levado a uma concessionária ou oficina autorizada. Sistemas de alta tensão não devem ser manipulados por pessoas não qualificadas.
Com planejamento e uso consciente, os cuidados com carros híbridos e elétricos nas férias se mostram simples e eficazes. Na prática, viajar com esses modelos pode ser tão tranquilo quanto com carros a combustão.

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“O calor sempre flui do corpo mais quente para o mais frio, e essa troca é mais eficiente quanto maior for a diferença de temperatura entre eles”, explica Clayton Zabeu, professor de Engenharia Mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia. 
No verão, como o ar ambiente já está quente, a diferença de temperatura entre o radiador e o meio externo diminui. Com isso, o motor perde calor com mais dificuldade e pode operar mais próximo do limite ideal, principalmente se houver qualquer restrição no sistema de arrefecimento.
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Getty Images
A grande maioria dos carros de passeio e caminhões utiliza um sistema de arrefecimento líquido. Nele, um fluido composto por água desmineralizada e aditivos anticorrosivos circula pelo motor, absorvendo calor, e segue para o radiador, onde essa energia térmica é dissipada para o ar.
Em dias muito quentes, esse processo se torna menos eficiente. “O líquido de arrefecimento encontra mais dificuldade para trocar calor com o ambiente quando a temperatura externa é elevada”, afirma Zabeu. É por isso que as ventoinhas entram em funcionamento com mais frequência no verão, tentando compensar essa perda de eficiência.
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O uso do ar-condicionado também pesa na conta. O condensador do sistema fica à frente do radiador e aquece o ar que passa por ele. Na prática, o radiador do motor recebe um fluxo de ar mais quente, o que dificulta ainda mais a dissipação de calor. Em um carro em bom estado, esse aumento é pequeno e totalmente administrável. Quando a temperatura sobe além do normal, o problema geralmente está associado a falhas em algum subsistema.
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Reprodução
Um dos mitos mais recorrentes é o de que o fluido de arrefecimento “vencido” causa superaquecimento imediato. Segundo o professor, a troca periódica é importante para evitar corrosão interna, formação de depósitos e degradação dos aditivos, mas não costuma ser a causa direta de fervura do motor. “A substituição do fluido é uma medida preventiva. Não é esperado que o motor superaqueça apenas porque o líquido está fora do prazo”, explica.
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A válvula termostática também costuma ser apontada como vilã injustamente. Sua função é manter o motor dentro da faixa ideal de temperatura, controlando a circulação do fluido entre motor e radiador. “Não é correto dizer que ela falha mais no calor extremo. O que acontece é que, em condições severas, outros problemas comprometem a troca térmica”, diz Zabeu. Um exemplo comum é o radiador com aletas amassadas ou obstruídas, muitas vezes danificadas por lavagens com jato de alta pressão. Nesses casos, retirar a válvula irá apenas mascarar o defeito real.
Ventoinha, carga extra e uso severo
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André Schaun
O eletroventilador é acionado por sensores que informam à central eletrônica a temperatura do líquido de arrefecimento. Quando determinados limites são ultrapassados, a ventoinha entra em ação para acelerar a dissipação de calor. Se ela falha por problema elétrico, motor queimado ou sensor defeituoso, o risco de superaquecimento aumenta rapidamente, sobretudo no trânsito urbano.
Viajar com o carro carregado, enfrentar subidas longas ou rodar em estrada sob calor intenso não deveria causar problemas em um veículo em bom estado. “O sistema de arrefecimento é dimensionado para suportar condições extremas, mas possíveis. O superaquecimento só aparece quando algum componente já está comprometido”, ressalta o engenheiro.
Temperatura subiu: qual é a atitude mais segura
Ao perceber a elevação anormal da temperatura, a recomendação é parar o carro assim que for possível e em local seguro. Abrir o reservatório de expansão com o motor quente é perigoso. “Pode haver liberação de vapor sob pressão, com risco sério de queimaduras”, alerta Zabeu.
Se a temperatura ainda estiver abaixo do limite crítico indicado no painel, é possível seguir até um posto próximo, sempre com cuidados: desligar o ar-condicionado, evitar acelerações fortes e manter o motor sob carga mínima. Qualquer sinal de fervura exige parada imediata.
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A melhor forma de não ficar na estrada no verão é a manutenção preventiva. Verificar periodicamente se há vazamentos, conferir o estado e a tensão da correia da bomba-d’água (quando ela não é acionada por corrente), observar resíduos no reservatório que indiquem corrosão e checar se o radiador está limpo, desobstruído e sem deformações são medidas fundamentais.
“O calor não cria o problema. Ele apenas evidencia algo que já não estava funcionando corretamente”, resume Clayton Zabeu. 
Cuidar do sistema de arrefecimento não só evita transtornos em dias quentes, como também protege o motor, um dos componentes mais caros e sensíveis do automóvel.
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Segundo Filipe Buscariolo, professor da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a combinação entre adulteração química e contaminação por má armazenagem torna o problema ainda mais crítico no uso diário e em frotas.
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As fiscalizações identificam com frequência a adição de solventes leves, como querosene ou nafta, usados para aumentar o volume do combustível. “Essa prática reduz drasticamente a lubricidade do diesel, que é essencial para proteger bomba e bicos injetores”, explica Buscariolo. Também é comum encontrar diesel com teor de biodiesel acima do permitido ou a venda de diesel S500 como se fosse S10, prática que afeta diretamente motores mais modernos.
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Além disso, a chamada adulteração passiva ocorre quando há má conservação dos tanques dos postos. A presença de água e sedimentos, mesmo sem fraude intencional, é hoje a principal causa de falhas mecânicas imediatas após o abastecimento.
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Os sistemas de injeção Common Rail trabalham com pressões superiores a 2.000 bar e tolerâncias de fabricação extremamente pequenas. Nesse cenário, o diesel não serve apenas para a queima, mas também para lubrificar e refrigerar componentes críticos. “Qualquer impureza atua como abrasivo. A água é o maior inimigo, pois causa corrosão instantânea, cavitação e rompe o filme de lubrificação”, afirma o especialista.
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No sistema de injeção, o diesel adulterado provoca desgaste prematuro da bomba de alta pressão e erosão dos bicos. “Isso gera perda de pressão no rail e pode levar ao travamento dos injetores”, diz o especialista.
No pós-tratamento, os impactos também são severos. O excesso de enxofre e a queima incompleta aumentam a formação de fuligem, saturando rapidamente o DPF (Filtro de Partículas Diesel, responsável por reter o material particulado do escapamento). “Além disso, contaminantes podem comprometer o SCR (sistema de Redução Catalítica Seletiva, que reduz óxidos de nitrogênio com uso de Arla 32), forçando o motor a entrar em modo de segurança, com perda de potência”, explica Buscariolo.
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Os sinais mais frequentes são perda de potência, marcha lenta irregular, dificuldade na partida a frio e aumento da fumaça no escapamento. “A ECU tenta compensar a queima ruim injetando mais combustível, o que eleva o consumo e pode acender a luz de injeção”, alerta.
Postos de alta rotatividade ajudam, mas não eliminam riscos. “Eles reduzem o envelhecimento do diesel, mas não garantem proteção contra fraude ou tanques mal conservados”, ressalta Buscariolo. Na manutenção, a drenagem diária do filtro separador de água é a medida mais simples e eficaz. Em caso de falha, guardar a nota fiscal e coletar amostras do combustível são passos essenciais para responsabilizar o fornecedor.
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Embora os sistemas atuais sejam mais inteligentes e eficientes do que os de anos atrás, o princípio segue o mesmo: quanto maior a carga térmica, mais tempo o compressor precisa ficar acionado. Por isso, entender como regular corretamente temperatura, recirculação e fluxo de ar ajuda a atravessar o verão com mais eficiência e menos gasto.
Temperatura: menos frio, mais eficiência
Cuidado com os mitos sobre o ar-condicionado
Stefamerpik/Freepik
Um dos mitos mais comuns é que selecionar 16 °C faz o ar “gelar mais rápido”. Na prática, não é bem assim. Segundo Edvaldo Angelo, professor da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o que muda não é a força do sistema, mas o tempo de funcionamento. “O compressor não trabalha mais forte por causa da temperatura selecionada, ele apenas fica ligado por mais tempo tentando atingir um valor que muitas vezes é inalcançável”, explica.
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Clayton Zabeu, professor do Instituto Mauá de Tecnologia, reforça que o conforto térmico humano não exige extremos. “Para fins de conforto, temperaturas entre 23 °C e 24 °C são as mais adequadas. Abaixo disso, o ganho é pequeno e o consumo tende a aumentar”, afirma.
Recirculação: aliada no calor, com moderação
Recirculação pode deixar o carro mais eficiente e a cabine mais aconchegante
Getty
A função de recirculação é uma das mais eficientes no verão. Ao reaproveitar o ar já resfriado da cabine, o sistema reduz a carga térmica inicial e chega mais rápido à temperatura desejada. “A recirculação permite atingir o conforto térmico com menor esforço do compressor”, diz Angelo.
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O cuidado está no uso contínuo. “Como não há renovação de ar, em viagens longas a qualidade do ar interno pode cair”, alerta o professor do Mackenzie. Por isso, o ideal é usar a recirculação principalmente nos primeiros minutos ou em trechos urbanos mais curtos, alternando com a entrada de ar externo.
Fluxo de ar e ventilador têm impacto mínimo no consumo
A velocidade do ventilador interno influencia pouco o consumo de combustível. Zabeu explica que “a potência elétrica do ventilador é muitas vezes menor do que a potência exigida pelo compressor”. Ou seja, aumentar ou reduzir o fluxo serve basicamente para ajustar o conforto, não o gasto.
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Direcionar corretamente as saídas de ar também ajuda. No verão, apontar o fluxo para cima favorece uma distribuição mais homogênea, já que o ar frio tende a descer naturalmente.
Ventilar antes de ligar o ar faz diferença
Algumas sacadas interessantes podem ajudar a resfriar a cabine caso seu carro não tenha saídas traseiras de ventilação
Cauê Lira/Autoesporte
Depois de ficar estacionado ao sol, o interior do carro pode atingir temperaturas extremas. Ligar o ar imediatamente obriga o sistema a trabalhar no pior cenário possível. “Abrir portas ou janelas por alguns instantes reduz drasticamente a carga térmica inicial”, explica Angelo.
Zabeu complementa que essa prática simples ajuda a diminuir o tempo de funcionamento contínuo do compressor, refletindo diretamente no consumo.
Janelas abertas ou ar ligado?
Em baixas velocidades, rodar com janelas abertas pode ser viável. Mas, em vias rápidas, o arrasto aerodinâmico cresce rapidamente. “A resistência do ar aumenta com a velocidade e pode exigir mais potência do motor do que o próprio compressor”, diz Zabeu. Por isso, acima de cerca de 70 km/h, usar o ar-condicionado com os vidros fechados tende a ser mais eficiente.
Passo a passo para usar o ar-condicionado de forma mais eficiente
Antes de sair, abra portas ou janelas por alguns segundos para expulsar o ar quente acumulado
Ligue o ventilador com entrada de ar externo nos primeiros instantes
Feche os vidros e acione o ar-condicionado apenas após essa ventilação inicial
Ative a recirculação para acelerar o resfriamento da cabine
Ajuste a temperatura entre 22 °C e 24 °C
Direcione o fluxo de ar para cima para melhor distribuição
Em viagens longas, alterne a recirculação com o modo de ar externo
O ar-condicionado sempre tem impacto no consumo, mas ele pode ser controlado com uso inteligente. Ajustar a temperatura corretamente, aproveitar a recirculação no momento certo e ventilar a cabine antes de ligar o sistema são hábitos simples que fazem diferença no verão. Mais do que gelar rápido, o segredo está em manter o equilíbrio entre conforto, eficiência e bom senso.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/fVXwkJcWCeZxKkt0hchsjXWAvoE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/G/Z/qJLbg6QcykBwWyQ4qOLA/volkswagen-saveiro-robust-cs-2026-ar-condicionado.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ar-Condicionado</media:description>   <media:credit>Lucas Cardoso/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 11:18:38 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>