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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>autoesporte</title> <link>http://autoesporte.globo.com</link> <description>RSS do autoesporte</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://autoesporte.globo.com/rss/autoesporte/mobilidade" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>autoesporte</title> <link>http://autoesporte.globo.com</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Homens concentram 80% das mortes por beber e dirigir durante o Carnaval</title>  <atom:subtitle>Segundo o Detran-SP, motoristas do sexo masculino também recebem mais de 70% das multas por infrações de trânsito no feriado</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2024/02/homens-concentram-mortes-beber-dirigir-carnaval.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2024/02/homens-concentram-mortes-beber-dirigir-carnaval.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BXBkok4ok_ToiJeJ0TN_7XbE4Fo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/p/z/MOM5fRTaaUImLgiwp9VA/2018-06-20-andre-borges-agencia-brasilia2-materia.jpg" /><br /> ]]>    O Carnaval é um dos momentos mais aguardados por grande parte dos brasileiros. Só que nem todas as pessoas sabem aproveitar o feriado da maneira correta. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), 1.354 multas por alcoolemia foram aplicadas nos últimos cinco anos durante os seis dias de festividades. Destas, 979 foram destinadas para motoristas do sexo masculino que estavam dirigindo depois de ingerirem bebida alcoólica, o que equivale a 72,3%
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Segundo o Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga-SP), as autuações tiveram como alvo predominante motoristas com idade entre 31 e 40 anos. O público jovem, com idade entre 18 e 21 anos, também marca presença com força nas infrações do período. Além disso, a maioria das multas foram aplicadas nas cidades de São Paulo, Franca, Marília, Guarulhos e Jundiaí. O levantamento abrange apenas o estado paulista.
Homens também foram as principais vítimas de óbitos no período
Reprodução/Detran-SP
Em relação ao número de óbitos registrados no período, os homens também foram as principais vítimas. Das 433 mortes registradas, 349 delas foram de condutores do sexo masculino. A maioria deles tinha idades entre 18 e 24 anos.
Rodízio em SP está suspenso no Carnaval e na quarta-feira de cinzas?
É justamente por esse motivo que o Detran definiu que os homens serão o público-alvo da nova campanha de conscientização neste Carnaval. O material, que tem como mote “por um Carnaval melhor na rua, na avenida e na estrada”, será veiculado em rádios, emissoras de televisão e internet. Haverá ainda distribuição de mensagens de conscientização.
A Operação de Direção Segura Integrada (ODSI) deste ano também terá o dobro de fiscalizações em comparação com o mesmo período de 2023 em todo o Estado de São Paulo. Segundo o Detran, o objetivo é "conscientizar e alertar sobre a tolerância zero ao álcool no trânsito".
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Qual é a multa por dirigir embriagado?
O valor é de R$ 2.934,70, já que, nesse caso, é aplicado o fator multiplicador. De acordo com o artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), multas consideradas gravíssimas podem receber um fator multiplicador de 3, 5 ou 10 vezes, de acordo com o risco que o motorista oferece à segurança no trânsito. No caso de embriaguez ao volante, o multiplicador aplicado é vezes 10. 
A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) também é suspensa por 12 meses. As mesmas punições estão previstas para quem se recusar a soprar o bafômetro. Em caso de reincidência durante o período seguinte de 12 meses, o valor dobra, chegando a R$ 5.869,40. A cassação da habilitação chega a 24 meses.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BXBkok4ok_ToiJeJ0TN_7XbE4Fo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/p/z/MOM5fRTaaUImLgiwp9VA/2018-06-20-andre-borges-agencia-brasilia2-materia.jpg" medium="image"/>   <media:description>Bafômetro lei seca</media:description>   <media:credit>(Foto: Andre Borges/Agência Brasil)</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 11 Feb 2024 12:55:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste do bafômetro: qual o limite de tolerância? </title>  <atom:subtitle>Dirigir embriagado é crime de trânsito. Durante o Carnaval, muitos se perguntam se o bafômetro tem tolerância para a presença de álcool no organismo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2024/02/teste-do-bafometro-qual-o-limite-de-tolerancia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2024/02/teste-do-bafometro-qual-o-limite-de-tolerancia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BXBkok4ok_ToiJeJ0TN_7XbE4Fo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/p/z/MOM5fRTaaUImLgiwp9VA/2018-06-20-andre-borges-agencia-brasilia2-materia.jpg" /><br /> ]]>    O Carnaval chegou e, com ele, as viagens e festas que levam o povo às ruas e estradas. Muita gente se empolga além da conta e quer dirigir após consumir bebidas alcoólicas. E aí, ao se deparar com alguma blitz de Lei Seca, vem a dúvida: existe limite de tolerância no teste do bafômetro? 
O bafômetro é o equipamento que mede a quantidade de álcool presente no organismo do condutor. E a resposta é: não, não há tolerância para o teste. Já há alguns anos o Brasil adota a política de tolerância zero em relação ao crime de dirigir alcoolizado. Isso significa que não se deve dirigir após ingerir nenhuma gota bebida alcoólica.
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Vale ressaltar, que enquanto instrumento de teste, o bafômetro pode apresentar falhas, o que justifica estabelecer uma margem de erro (algo diferente de limite de tolerância). Dessa forma, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determina, através da Resolução n 432/2013, margem de erro de 0,04 mg/L de álcool ao ser submetido ao teste em uma blitz, por exemplo.
Brasil aplica política tolerância zero, e por isso, qualquer taxa de álcool no organismo é passível de penalização   (Foto: Thinkstock)
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O mesmo não vale para o exame de sangue, em que qualquer resultado positivo para presença de álcool na corrente sanguínea é passível de autuação ao condutor. 
Nesse cenário, a partir de 0,05 mg/L de álcool detectado através de aferição do aparelho, considera-se o ato como “direção sob influência de álcool ou substância psicoativa”, de acordo com o Artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 
Contran determina 0,04 mg/L de álcool no organismo como margem de erro em teste do bafômetro
Reprodução/Detran-SP
A infração é considerada gravíssima, e a legislação aponta multa no valor de R$ 2.934,70, pois nesse caso, o  Artigo 165 prevê o fator multiplicador em 3, 5 ou 10 vezes no caso de infrações gravíssimas. Esse fator é estipulado de acordo com o risco gerado pelo condutor ao violar a lei, e no caso de direção após ingestão de bebida alcoólica, a multa é multiplicada em 10 vezes. 
Além de pesar no bolso, o motorista que for pego dirigindo embriagado terá sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida pelo período de 12 meses. Em caso de reincidência, ou seja, cometendo a mesma infração durante a suspensão da habilitação, o documento será então cassado por 24 meses, e a multa será cobrada com o valor dobrado, que equivale a R$ 5.869,40.
Conheça as punições aplicadas para motoristas que forem flagrados alcoolizados ao volante
O condutor que for pego no teste do bafômetro pela segunda vez, com a CNH suspensa, terá ainda que arcar com os custos de outra multa, que é a de conduzir veículo com CNH suspensa. Outra infração gravíssima, mas como multiplicada por três, o valor da punição é de R$ 880,41.
Condutores que se recusam a fazer o teste do bafômetro são penalizados da mesma forma que motoristas pegos no ato da infração
Detran
É importante mencionar que, àqueles que se negam a se submeter ao teste do bafômetro ou coleta de amostra de sangue para análise, a penalização é exatamente a mesma aplicada aos condutores que são pegos no ato da infração.
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Quando dirigir embriagado é considerado crime?
De acordo com o Artigo 306 do CTB, o condutor deve responder criminalmente caso o resultado do teste seja positivo com resultado igual ou superior a 0,34 mg/L de álcool presente no organismo.
Segundo o órgão,  o crime de trânsito é enquadrado por “capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. As penas para o crime envolvem detenção de seis meses a três anos, cobrança de multa, além da suspensão ou proibição para que o condutor possua novamente licença para dirigir. 
Margem do Contran que define presença de álcool no organismo como crime de trânsito
De acordo com dados do relatório do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) do ano passado, mais de 10 mil brasileiros morrem por ano em sinistros de trânsito que envolvem álcool e direção. Ainda de acordo com o órgão, apesar de em estabilidade, houve o registro de 5,4%, como índice dos brasileiros que relataram dirigir após beber. 
Pedir um Uber ou chamar um táxi são as opções mais seguras para os foliões (Foto: Divulgação/Uber)
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Nesse cenário, durante o período de folia a melhor opção é recorrer aos carros de aplicativo ou táxis, que poderão realizar o transporte de pessoas com responsabilidade e segurança, evitando graves acidentes. Para as grandes cidades, o transporte público também  é uma boa opção, em vista de vias públicas que muitas vezes são interditadas por conta de blocos de rua e o trânsito, que naturalmente piora durante o feriado. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BXBkok4ok_ToiJeJ0TN_7XbE4Fo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/p/z/MOM5fRTaaUImLgiwp9VA/2018-06-20-andre-borges-agencia-brasilia2-materia.jpg" medium="image"/>   <media:description>Teste do bafômetro é utilizado para medir percentual de álcool no organismo de motoristas (Foto: Andre Borges / Agência Brasília)</media:description>   <media:credit>Auto Esporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 12:53:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carro voador chinês parece carro de verdade e tem até paraquedas</title>  <atom:subtitle>Conceito mostrado nos EUA já voou em testes reais e usa paraquedas para emergências</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2024/01/carro-voador-chines-parece-carro-de-verdade-e-tem-ate-paraquedas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2024/01/carro-voador-chines-parece-carro-de-verdade-e-tem-ate-paraquedas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GKD6dc_ncJ4mldz9OFxsalGEWIA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/j/P/N4geArR52juDkkoHVEMw/6-2.png" /><br /> ]]>    Já ouviu falar em eVtols? A sigla que em inglês significa veículo elétrico de pouso e decolagem vertical vai ser bastante comum daqui para frente. Isso porque muitas empresas já mostraram interesse em desenvolver os chamados carros voadores, mas poucos viraram realidade – e pouquíssimos parecem um carro de verdade (estão mais para drones com rodas).
Um deles é o Xpeng AeroHT Flying Car, mostrado na CES, maior feira de tecnologia do planeta, ainda um conceito e com poucas informações divulgadas.
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Visualmente é um carro esportivo com uma longa traseira e lugar para somente duas pessoas. Toda a parte de trás é onde ficam escondidos os braços que apoiam os rotores. Quando o carro vai voar, eles saem do compartimento e se abrem automaticamente.
São oito rotores, mas a empresa não revela dados de potência, desempenho e alcance. Informa apenas que seu primeiro protótipo concluiu um voo com sucesso e que fez simulações de falhas no motor.
Xpeng AeroHT: imagem mostra teste do sistema de paraquedas realizado pela fabricante 
Divulgação
Caso isso aconteça, a Xpeng AeroHT informa que o veículo é equipado com paraquedas. Segundo a companhia, o sistema foi testado com sucesso a apenas 50 metros de altitude em outubro. A capacidade máxima do sistema é de 1 tonelada e inclui recursos pioneiros como abertura de paraquedas em baixas altitudes. A Xpeng garante um pouso a aproximadamente 5 m/s, protegendo os passageiros e o veículo.
Não há previsão de quando o Flying Car entrará em produção. Além do modelo da Xpeng, diversos outros estão em desenvolvimento, inclusive no Brasil. A Embraer, em parceria com a Eve Airmobility, até anunciaram que vão fabricar um eVtol no interior de São Paulo.
Qual é a diferença entre carro voador, helicóptero e drone?
Carros voadores ou eVtols são veículos com o objetivo de substituir helicópteros em trajetos mais curtos, exigindo menos espaço para pouso e decolagem, além de serem mais baratos. No caso do veículo da Embraer, a autonomia estimada é de cerca de 100 km.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GKD6dc_ncJ4mldz9OFxsalGEWIA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/j/P/N4geArR52juDkkoHVEMw/6-2.png" medium="image"/>   <media:description>XPeng eVTOL</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 14:43:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>IPVA mais barato de SP custa menos de R$ 20</title>  <atom:subtitle>Lista inclui minivans asiáticas, uma mobilete e até veículos de fabricação própria</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/noticia/2024/01/ipva-mais-barato-de-sp-custa-menos-de-r-20.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/noticia/2024/01/ipva-mais-barato-de-sp-custa-menos-de-r-20.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/POoOP5hOM_5ABZYfiAgb22kr3go=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/6/A/RcK9TUQOawE0DLihcKvg/2015-07-18-marginais1.jpg" /><br /> ]]>    O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) deve ser pago a partir do mês de janeiro e determina alíquotas que devem ser quitadas por proprietários de carros, motos, vans, ônibus, caminhões e até embarcações. O estado de São Paulo abrange uma frota de 28,3 milhões de veículos. Destes, apenas 18,5 milhões recolhem o imposto, pois os outros quase 10 milhões se enquadram nas determinações da legislação para isenção ou foram fabricados há mais de 20 anos.
Nesse cenário, o estado determina a alíquota de 4% para veículos particulares e de passeio; 2% para motocicletas, caminhonetes com cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; 1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras. Autoesporte já fez o comparativo entre quanto uma pessoa física e uma locadora de veículos desembolsam para quitar o imposto de um mesmo veículo, e é sabido que as locadoras pagam muito menos que você no IPVA. Mas, será que de fato, se trata do imposto mais barato de São Paulo? 
Confira os 5 IPVAs mais baratos de São Paulo em 2024.
5. Kia Besta SV Grand - R$ 333,48
Kia Besta fez sucesso entre 1990 e 2000
Divulgação
O quinto lugar da lista pertence à categoria de caminhões, e por isso, o IPVA de R$ 333,48 representa 1,5% do valor venal em que o veículo está avaliado: R$ 22.232. O modelo da fabricante sul-coreana foi produzido em 2004, e é equipado com motor 3.0, 85 cavalos de potência e entrega 18,9 kgfm de torque. 
Com câmbio manual de cinco marchas e tração traseira, trata-se de um modelo de quase duas toneladas, com 2,98 metros de entre eixos que tem, inclusive, ar-condicionado. 
4. Jinbei Haise SY6480 AD - R$ 236,22 
Você se lembra da minivan chinesa da Jinbei?
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Com valor venal de R$ 11.811, a van de quatro portas da fabricante chinesa Jinbei, se enquadra na categoria de ônibus e micro-ônibus, recolhendo IPVA de R$ 236,22. O modelo comporta 8 pessoas e entrega 95 cv de potência, com 5 metros de comprimento e 2,6 metros de entre eixos. 
Vale ressaltar, que a fabricante surgiu na década de 1990, primeiramente especializada em vans e picapes. Você, inclusive, deve conhecer um modelo da fabricante que ficou conhecido internacionalmente: o Chevrolet Blazer, que resultou de uma parceria comercial entre a marca chinesa e a americana General Motors. 
3. Veículo artesanal Tokuji - R$ 135,24 
A cobrança do IPVA também abrange modelos artesanais. Isso inclui o Tokuji, uma espécie de picape de produção própria. Não há imagens do veículo, tampouco detalhes técnicos.
Mesmo não sendo possível ter acesso à ficha técnica do modelo, vale ressaltar que sua fabricação data de 2004 e o valor venal é de R$ 3.381. Considerando que São Paulo cobra 2% de IPVA para picapes, o valor do imposto é de R$ 135,24.
2. Veículo artesanal Antônio Carlos - R$ 51,20 
Ocupando a segunda posição no ranking dos IPVAs mais baratos está um automóvel criado pelo engenheiro Antônio Carlos. Assim como o Tokuji, não existem fotos do modelo na internet.
O veículo é avaliado em R$ 1.280, o que faz com que seu IPVA seja de apenas R$ 51,20 com a alíquota de 4%. Por se tratar de outro modelo de fabricação própria , não é possível cravar informações técnicas. 
1.Mottus Mottoca SX - R$ 17,94 
Mottus Mottoca SX tinha inspiração na clássica Mobylette
Divulgação
Carregando o título de IPVA mais barato do estado de São Paulo em 2024, temos um modelo de duas rodas com 500 cilindradas: a Mottus Mottoca SX. Produzido no Brasil, o modelo pertence à fabricante Mottus, que teve fábrica no Ceará, localizada no município de Eusébio. 
A marca surgiu em 1999, inspirada nas antigas mobiletes, e começou com uma bicicleta motorizada, equipada com motor de motosserra. O veículo foi fabricado em 2004 e tem valor venal de R$ 897, o que faz com que seu IPVA seja de apenas R$ 17,94, considerando a alíquota de 2% para a categoria de motocicletas. Nesse caso, com certeza o valor do imposto é mais barato que o que se gastaria no lava-rápido, por exemplo. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/POoOP5hOM_5ABZYfiAgb22kr3go=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/6/A/RcK9TUQOawE0DLihcKvg/2015-07-18-marginais1.jpg" medium="image"/>   <media:description>Moto no corredor</media:description>   <media:credit>Divulgação / Governo de São Paulo</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 11 Jan 2024 13:15:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Uber: posso pedir reembolso se o motorista errar o caminho e a viagem ficar mais cara?</title>  <atom:subtitle>Saiba como agir caso você não concorde com o valor cobrado ao final da sua corrida pela plataforma</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/11/uber-posso-pedir-reembolso-se-o-motorista-errar-o-caminho-e-a-viagem-ficar-mais-cara.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/11/uber-posso-pedir-reembolso-se-o-motorista-errar-o-caminho-e-a-viagem-ficar-mais-cara.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Fohm40ACNu72qovEDKJkHYB-2v0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/a/V/RjY48TRPOBrsj11WPPwg/2017-08-11-uber2.jpg" /><br /> ]]>    Em corridas por aplicativo é comum o motorista desviar do caminho sugerido pelo GPS e utilizar uma rota alternativa para evitar longos congestionamentos — às vezes a iniciativa parte do próprio passageiro para não chegar atrasado. Há ainda situações em que o motorista erre o caminho e o GPS automaticamente recalcule a rota e aumente o valor final da corrida. Quando isso acontece, é possível pedir reembolso?
Muitas vezes o passageiro pode não concordar com o novo preço cobrado pela viagem ou alegue que, ao solicitar a corrida, o aplicativo gerou um valor diferente do apresentado ao final do serviço. 
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De acordo com a Uber, todas as viagens realizadas pela plataforma são registradas pelo GPS, sendo possível solicitar a revisão do valor pelo trajeto, através do seu próprio perfil no aplicativo. 
Ao apresentar os motivos para o esclarecimento, a análise poderá gerar um reembolso imediato, ou não. Dependendo do caso é necessário fazer uma verificação mais detalhada do ocorrido, o que pode levar mais tempo. 
Mesmo assim, a Uber garante que pequenas alterações na rota durante a corrida não geram aumento do valor indicado pelo aplicativo no ato da solicitação da viagem.
Veja o passo a passo para pedir reembolso para a Uber:
1) Abra o aplicativo da Uber e toque em “Conta”;
2) Depois, clique em “Ajuda”;
3) Selecione a opção “Problemas com uma viagem específica e reembolsos”;
4) Em seguida, toque na corrida que você deseja solicitar o estorno;
5) Na parte de baixo da tela, clique em “Solicitar ajuda com viagens”. 
6) Depois, toque na opção “Revisar minha taxa de cancelamento”;
7) O processo de reembolso será iniciado através de um chat com o suporte da empresa assim que todos estes passos forem feitos.
Veja como pedir reembolso na Uber
Autoesporte
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Fohm40ACNu72qovEDKJkHYB-2v0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/a/V/RjY48TRPOBrsj11WPPwg/2017-08-11-uber2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Aplicativo Uber</media:description>   <media:credit> Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 14:35:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Papa troca Mercedes-Benz por frota de carros elétricos da Volkswagen</title>  <atom:subtitle>Cidade-estado do Vaticano receberá 40 carros elétricos da marca alemã a partir de 2024</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2023/11/papa-troca-mercedes-benz-por-frota-de-carros-eletricos-da-volkswagen.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2023/11/papa-troca-mercedes-benz-por-frota-de-carros-eletricos-da-volkswagen.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_ys_RBTqv21tjYMFYdZ3XhTeEdE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/L/q/74mXsSQUalGoAzN7hZ2A/b2023nr00248-medium.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen iniciou uma parceria com o Vaticano para a eletrificação da frota da pequena cidade-estado. A partir de 2024, 40 unidades dos modelos ID.3, ID.4 e ID.5 serão entregues para o uso das lideranças da Igreja Católica.
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A parceria faz parte do plano de descarbonização do Vaticano. A cidade-estado pretende ser totalmente neutra em emissões de poluentes até 2030. 
Portanto, a atual frota de veículos será substituída aos poucos por novos carros elétricos. O Vaticano tem recebido veículos por meio de parcerias com montadoras, como Toyota, Mercedes-Benz e BMW. 
Volkswagen ID.3 foi cotado para o Brasil, mas não será vendido no país
Divulgação
As duas primeiras unidades do ID.3 Pro Performance foram entregues pessoalmente por executivos da Volkswagen ao Papa Francisco. 
Essa versão tem bateria de 58 kWh e motor elétrico traseiro capaz de desenvolver 204 cv de potência. Sua autonomia é de 424 km em ciclo WLTP, de acordo com a marca.
Os carros do Vaticano
Papa Pio XI recebe um Mercedes-Benz Nurburg 460
Reprodução
As duas primeiras unidades do ID.3 entregues ao Vaticano são cinzas, o que significa que não serão utilizadas para o transporte oficial do Papa. Há uma orientação para que o pontífice ande apenas em veículos brancos nas aparições públicas.
Nem sempre foi assim. Imagens da década de 30 mostram o Papa Pio XI a bordo de um Mercedes-Benz Nurburg 460 com a carroceria preta. Este foi um dos primeiros veículos oficiais utilizados pelo Vaticano.
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Papa Francisco em um Hyundai New Tucson adaptado
Reprodução
Anos depois, o Papa João Paulo II era constantemente visto a bordo de um Fiat Campagnola, um jipinho com porte de Toyota Bandeirante. Nos dias atuais, o Papa Francisco pega carona em Hyundai New Tucson e Mercedes-Benz Classe G.
Papa Francisco desfila de Mercedes-Benz Classe G
Reprodução
Outro ponto comum em todos os carros do Papa no Vaticano é a placa de identificação: SCV 1. A sigla quer dizer “Stato della Città del Vaticano” (Estado da Cidade do Vaticano), enquanto o numeral aponta que se trata do veículo oficial de maior patente.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_ys_RBTqv21tjYMFYdZ3XhTeEdE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/L/q/74mXsSQUalGoAzN7hZ2A/b2023nr00248-medium.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen ID.3 no Vaticano</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 16 Nov 2023 19:33:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>VW ID.Buzz está disponível no Brasil por aluguel; valor pode passar dos R$ 17 mil por mês</title>  <atom:subtitle>Kombi elétrica tem lote de apenas 70 unidades e limite de quilometragem</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2023/11/vw-idbuzz-esta-disponivel-no-brasil-por-aluguel-valor-pode-passar-dos-r-17-mil-por-mes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2023/11/vw-idbuzz-esta-disponivel-no-brasil-por-aluguel-valor-pode-passar-dos-r-17-mil-por-mes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bFy7141X-ZCrXZz6dm7PbTZ-0Cg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/X/A/L2TTWGR6ATxc8oTqABzg/555cdac4-7c62-4109-bfd6-218b29bcc9f6.png" /><br /> ]]>    Depois do SUV Volkswagen ID.4, que é oferecido apenas por assinatura com mensalidades partindo de R$ 9.990, agora é a vez da ID.Buzz, conhecida como Kombi elétrica, chegar ao país com assinatura a partir de R$ 12.990. O lote é de apenas 70 unidades e o slogan de "Reviva a liberdade" tem limite: o motorista só pode dirigir 3.100 km por mês, pouco mais de 100 km por dia, em média. 
Os contratos têm duração de 12, 24, 36 ou 48 meses, que incluem os serviços de manutenção, seguro, documentação, logística de entrega, assistência 24 horas e serviço de rastreador. Já os pacotes de limite de quilometragem são de 1.500 km, 2.000 km, 2.500 km e 3.100 km. Dependendo de como o cliente fizer o seu plano, o valor mensal pode chegar aos R$ 17.890. 
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A contratação do ID. Buzz por assinatura pode ser realizada a partir desta quarta-feira (1), através do site do VW Sign&amp;Drive ou pela rede de concessionários que aderiram ao projeto da marca, que estão disponíveis no site da Volkswagen. 
Lote inicial de 70 Volkswagen ID.Buzz e é apenas para locação
Divulgação
A Kombi elétrica é construída sobre a base modular MEB e traz motor de 204 cv e 31,6 kgfm que movimenta o eixo traseiro. As baterias são de 77 kWh. A potência de carga, utilizando corrente alternada (AC), é de 11 kW. Com uma tomada CCS, em uma estação de carga rápida de corrente contínua (DC), a potência de carga aumenta para até 170 kW. 
Initial plugin text
Carregada deste modo, o nível da bateria sobe de 5% para 80% em cerca de 30 minutos. A autonomia é de 420 km no ciclo WLTP, entretanto, no alcance do Inmetro o número não foi revelado. 
VW ID. Buzz tem um interior tem dois tons também
Divulgação
A van tem 4,71 m de comprimento, 1,99 m de largura e 2,98 m de distância entre-eixos. O modelo elétrico também traz características das primeiras Kombis: dois tons na pintura da carroceria nas cores metálicas Azul Starlight e a tradicional “saia e blusa” Branco Candy &amp; Amarelo Pomelo. 
Entre os principais equipamentos de série estão: frenagem automática de emergência, alerta de mudança de faixa com correção no volante, quadro de instrumentos digital, detectores de fadiga e ponto cego, ar-condicionado digital de duas zonas, câmera com visão câmera 360°, central multimídia "Ready 2 Discover" com tela de 12 polegadas, faróis e lanternas de LED e rodas de liga leve de 20 polegadas. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bFy7141X-ZCrXZz6dm7PbTZ-0Cg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/X/A/L2TTWGR6ATxc8oTqABzg/555cdac4-7c62-4109-bfd6-218b29bcc9f6.png" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen I.D - Kombi elétrica</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 21:25:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como são os veículos que circulam no  Aeroporto de Guarulhos para movimentar 830 aviões por dia</title>  <atom:subtitle>Circular com segurança entre ônibus, pedestres, caminhões, tratores e aviões é o desafio diário dos motoristas de veículos terrestres em aeroportos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/10/como-sao-os-veiculos-que-circulam-no-aeroporto-de-guarulhos-para-movimentar-830-avioes-por-dia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/10/como-sao-os-veiculos-que-circulam-no-aeroporto-de-guarulhos-para-movimentar-830-avioes-por-dia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7xozlwAfIh0o-gYxh85DyhonlhE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/c/I/qSElAaQhCb0KOKTTcj9g/msr-guarulhos-3.jpg" /><br /> ]]>    Para quem se queixa do trânsito das grandes cidades, por ter de estar sempre atento e disputando cada metro com outros carros, motocicletas, ônibus, caminhões, ciclistas e pedestres — nem todos cuidadosos —, Janilton Gomes da Silva tem um aviso: “Aqui dentro é mais complicado de dirigir do que na rua”. Esse “aqui dentro” de Janilton, motorista profissional há 23 anos, é o pátio do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. 
Uma área com quase 500 mil metros quadrados onde funcionários a pé e em veículos devem conviver em segurança com 830 aviões decolando ou pousando todos os dias. 
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Renato Durães
Ônibus de passageiros, caminhões que transportam refeições, caminhões-tanque de combustível e tratores de funções diversas são apenas parte da frota terrestre de um aeroporto. Nenhum deles, afirma Janilton, pode exceder 20 km/h, e a prioridade é das pessoas e aeronaves. “Tem de conhecer muito bem o pátio todo”, diz o operador. Profissionais como ele, que atuam em aeroportos como o de Guarulhos, devem ter CNH de categoria E e passar por treinamento específico dado pela Dnata, empresa de serviços aéreos para a qual Janilton trabalha há sete anos.
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A organização do tráfego no pátio é feita por um conjunto de normas chamado “Sistema de Orientação e Controle da Movimentação no Solo”. O SOCMS orienta e controla todas as aeronaves, veículos e pessoas na área de circulação de um aeroporto. “Tem a supervisão geral, o One Safety (programa de treinamento da Dnata), que fiscaliza, a GRU Airport (concessionária do aeroporto), a Polícia Federal e a Receita Federal” — todos de olho no tráfego no pátio, conta Janilton. 
O SOCMS orienta e controla todas as aeronaves, veículos e pessoas na área de circulação de um aeroporto
Renato Durães
Há regras e normas de movimentação para aeronaves, veículos, equipamentos e pessoas na área operacional, além de auxílios visuais e de navegação e comunicação por rádio entre órgão de controle de tráfego aéreo, profissionais em solo e pilotos. O objetivo é coordenar estacionamento e gerenciamento das aeronaves no pátio, bem como o acesso e a abordagem às aeronaves, a permanência na área de manobras e a prevenção na entrada e saída da pista. 
Além dos ônibus e dos carros de luxo que levam os passageiros de primeira classe às aeronaves, há veículos esteiras, escadas, plataformas que carregam e embarcam enormes contêineres a mais de dois metros de altura. Existem normas rígidas para o abastecimento de combustível dos aviões, processamento de passageiros e carga, liberação de aeronaves e operação em baixa visibilidade. 
Existem normas rígidas para o abastecimento de combustível dos aviões
Renato Durães
Há também curiosos veículos pintados com cores diferenciadas, geralmente amarela ou laranja, com a inscrição “follow me” (siga-me, em português) pintada na traseira, e ainda muitos luminosos para orientar veículos e aeronaves durante a noite ou quando a visibilidade está prejudicada. 
As normas determinam até a altura máxima permitida para veículos e equipamentos, e as rotas de circulação de veículos, equipamentos e pessoas. Detalhe importante é a comunicação entre o órgão de controle de tráfego aéreo, os pilotos e os profissionais em solo, que deve ser clara e exata, essencial para prevenir acidentes e incidentes. Todas as trocas de mensagem entre os envolvidos são feitas via rádio e por meio de uma linguagem padronizada. 
Todas as trocas de mensagem entre os envolvidos são feitas via rádio e por meio de uma linguagem padronizada
Renato Durães
Janilton lembra que começou operando um trator pequeno, até chegar ao atual trator-rebocador Rucker TA-4206, que tem três marchas para a frente e outras três para trás. O veículo pesa mais de 12 toneladas, tem torque de 7.600 kgfm e pode empurrar ou puxar um avião abastecido como um Boeing 737-800 de 79 toneladas ou um Airbus A-321 de 93 toneladas. 
1. Pushback Rucker TA-4206 | 2. Loader Rucker LDL DD 7350 | 3. Conveyor Guangtai WGS70 | 4. Trator de carga elétrico BYD T250
Renato Durães
1. Pushback Rucker TA-4206: É equipado com motor turbodiesel de 95 cv e 29 kgfm a 1.800 rpm, acoplado a transmissão semiautomática de três marchas à frente, três à ré e tração 4x2. Pesa 12.400 kg e pode puxar até 100 toneladas — ou seja, um Boeing 737-800 ou um Airbus A321. 
2. Loader Rucker LDL DD 7350: É um carregador capaz de embarcar bagagens nas aeronaves a mais de 3 metros de altura. Tem motor turbodiesel de 85 cv e 26 kgfm, pesa 15 toneladas e tem capacidade de carga de 7 toneladas.
3. Conveyor Guangtai WGS70: É uma esteira sobre rodas equipada com motor de 46,6 cv e 14 kgfm. Pesa 3.420 kg, com capacidade de carga de 200 kg/m.
4. Trator de carga elétrico BYD T250: Tem 33,6 cv, pesa 3.800 kg e pode puxar 25 toneladas de carga, paletes e comboios de bagagens. Tem autonomia de 8 horas e sua bateria pode ser recarregada em duas horas. 
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Segundo a empresa multinacional petrolífera, a estação de recarga tem 258 pontos de carregamento com capacidade de gerar 300 mil kWh. O local funciona com auxílio de painéis solares. Vale lembrar que a Shell já tem cerca de 800 eletropostos espalhados pela China. 
Eletroposto da Shell e BYD na China tem mais de 250 carregadores
Divulgação
No Brasil, a empresa, que é representada pela Raízen, anunciou no ano passado, quando inaugurou o primeiro eletroposto do Brasil, que faria 35 estações de recarga no país até 2023 com carregadores de 50kW e 150kW. 
As estações Shell Recharge podem abastecer veículos elétricos em até 35 minutos, segundo a empresa. A recarga, no entanto, não é gratuita. O pagamento é feito por um aplicativo e com cartão de crédito.
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Por isso, a SPTrans, responsável pela gestão do sistema de transporte público da cidade e a CET SP, companhia de tráfego, já anunciaram medidas para organizar o funcionamento do entorno da área. 
Portanto, para facilitar a sua chegada ao Morumbi, Autoesporte mostra quais linhas de ônibus serão alteradas, como será o funcionamento do metrô e quais ruas serão bloqueadas.
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Quais linhas de ônibus serão desviadas?
De acordo com a SPTrans, 11 linhas de ônibus no entorno do Estádio Cícero Pompeu de Toledo serão alteradas a partir das 9h deste domingo (veja abaixo):
5119/10 Term. Capelinha – Lgo. São Francisco
Ida: normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Dr. Francisco Tomaz de Carvalho, R. Dr. Flávio Américo Maurano, Av. Morumbi, prosseguindo normal.
Volta: normal até Av. Morumbi, R. Dr. Flávio Américo Maurano, R. Da. Mariquita Julião, R. Senador Otávio Mangabeira, R. Engº. João Ortiz Monteiro, R. Clementine Brenne, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
809J/10 Jd. Colombo – Metrô Morumbi
Sentido Único: normal até R. Panônia, R. Santo Américo, Av. Giovanni Gronchi, R. Leandro Teixeira, R. Pasquale Gallupi, R. Dr. Francisco Tomaz de Carvalho, R. Dr. Flávio Américo Maurano, Av. Morumbi, R. Com. Adibo Ares, prosseguindo normal até a R. Lício Marcondes do Amaral, R. Dr. Maurílio Vergueiro Porto, Av. Prof. Francisco Morato, prosseguindo normal até a Av. Morumbi, R. Dr. Flávio Américo Maurano, R. Da. Mariquita Julião, R. Senador Otávio Mangabeira, R. Eng. João Ortiz Monteiro, R. Clementine Brenne, Av. Giovanni Gronchi, R. Santo Américo, prosseguindo normal.
647A/10 Valo Velho – Pinheiros e 647P/10 COHAB Adventista – Term. Pinheiros
Ida: normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Dr. Francisco Tomaz de Carvalho, R. Dr. Flávio Américo Maurano, Av. Morumbi, prosseguindo normal.
Volta: normal até Av. Morumbi, R. Dr. Flávio Américo Maurano, R. Da. Mariquita Julião, R. Senador Otávio Mangabeira, R. Eng. João Ortiz Monteiro, R. Clementine Brenne, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
746H/10 Jd. Jaqueline – Sto. Amaro
Ida: normal até Av. Dep. Jacob Salvador Zveibil, Av. Fco. Morato, R. Cenobelino Serra, R. Jurupité, R. Rio Azul, R. Manoel Jacinto, R. Dr. Sílvio Dante Bertacchi, Pça. da Ressurreição, R. Panônia, R. Santo Américo, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
Volta (antes da interdição da Av. Jorge João Saad): normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Santo Américo, R. Panônia, Pça. da Ressurreição, R. Dr. Sílvio Dante Bertacchi, R. Ibiapaba, Av. Prof. Francisco Morato, R. Ângelo Colucci, R. Lício Marcondes do Amaral, Av. João Jorge Saad, prosseguindo normal.
Volta (após a interdição da Av. Jorge João Saad): normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Santo Américo, R. Panômia, Pça. da Ressurreição, R. Dr. Sílvio Dante Bertacchi, R. Ibiapaba, Av. Prof. Francisco Morato, R. Pe. Eugênio Lopes, Pça. Cícero José da Silva, R. Carlos Lima Morel, Av. Prof. Francisco Morato, Av. Dep. Jacob Salvador Zveibil, prosseguindo normal.
807M/10 Term. Campo Limpo – Shop. Morumbi
Ida: normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Dr. Francisco Tomaz de Carvalho, R. Dr. Flávio Américo Maurano, Av. Morumbi, prosseguindo normal.
Volta: normal até Av. Morumbi, R. Dr. Flávio Américo Maurano, R. Da. Mariquita Julião, R. Senador Otávio Mangabeira, R. Eng. João Ortiz Monteiro, R. Clementine Brenne, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
775F/10 Jd. das Palmas – Hospital das Clínicas
Sentido Único: normal até R. São Pedro Fourrier, Av. Giovanni Gronchi, R. Dr. Francisco Tomaz de Carvalho, R. Dr. Flávio Américo Maurano, Av. Morumbi, prosseguindo normal até Av. Morumbi, R. Dr. Flávio Américo Maurano, R. Da. Mariquita Julião, R. Sen. Otávio Mangabeira, R. Eng. João Ortiz Monteiro, R. Clementine Brenne, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
775F/31 Jd. das Palmas - Pq. do Povo
Sentido Único: normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Dr. Francisco Tomaz de Carvalho, R. Dr. Flávio Américo Maurano, Av. Morumbi, prosseguindo normal até Av. Morumbi, R. Dr. Flávio Américo Maurano, R. Da. Mariquita Julião, R. Sen. Otávio Mangabeira, R. Eng. João Ortiz Monteiro, R. Clementine Brenne, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
756A/10 Jd. Paulo VI – Term. Água Espraiada
Ida: normal até Av. Eliseu de Almeida, R. Edmundo Scannapieco, R. José Jannarelli, R. Regente Leon Kanielfsky,  R. dos Três Irmãos, R. Pe. José Achoteguim, R. Aristeu Seixas, R. Prof. Luis Oliani, Av. Com. Adibo Aires, Av. Morumbi, prosseguindo normal.
Volta: normal até Av. Morumbi, Av. Com. Adibo Aires, R. Aristeu Seixas, R. Pe. José Achoteguim, R. Dos Três Irmãos, R. Dr. Ariosto Buller Souto, R. Carlos Lima Morel, Av. Prof. Francisco Morato, R. Edmundo Scannapieco, Av. Eliseu de Almeida, prosseguindo normal.
8028/10 Paraisópolis – Metrô Morumbi
Ida (antes da interdição da Av. Jorge João Saad): normal até Av. Joaquim Cândido de Azevedo Marques, Av. Morumbi, R. Com. Adibo Ares, R. Aristeu Seixas, R. Pe. José Achoteguim,  R. dos Três Irmãos, R. Reg. Leon Kaniefsky, R. Dr. Clóvis de Oliveira, R. Lício Marcondes do Amaral, Av. Jorge João Saad, Av. Dep. Jacob Salvador Zveibil, prosseguindo normal.
Ida (após a interdição da Av. Jorge João Saad): normal até Av. Joaquim Cândido de Azevedo Marques, Av. Morumbi, R. Com. Adibo Ares, R. Aristeu Seixas, R. Pe. José Achoteguim,  R. dos Três Irmãos, R. Dr. Ariosto Buller Souto, R. Carlos Lima Morel, Av. Prof. Francisco Morato, Av. Dep. Jacob Salvador Zveibil, prosseguindo normal.
Volta: normal até a Av. Eliseu de Almeida, retorno, Av. Dep. Jacob Salvador Zveibil, Av. Prof. Francisco Morato, R. José Jannarelli, R. Reg. Leon Kaniefsky,  R. dos Três Irmãos, R. Pe. José Achoteguim, R. Aristeu Seixas, R. Prof. Luis Oliani, Av. Com. Adibo Ares, Av. Morumbi, Av. Joaquim Cândido de Azevedo Marques, prosseguindo normal.
8029/10 Shop. Portal – Term. Morumbi
Ida (antes da interdição da Av. Jorge João Saad): normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Santo Américo, R. Panômia, R. Dr. Sílvio Dante Bertacchi, R. Ibiapaba, Av. Prof. Francisco Morato, R. Ângelo Colucci, R. Lício Marcondes do Amaral, Av. João Jorge Saad, prosseguindo normal.
Ida (após a interdição da Av. Jorge João Saad): normal até Av. Giovanni Gronchi, R. Santo Américo, R. Panônia, R. Dr. Sílvio Dante Bertacchi, R. Ibiapaba, Av. Prof. Francisco Morato, R. Pe. Eugênio Lopes, Pça. Cícero José da Silva, R. Carlos Lima Morel, Av. Prof. Francisco Morato, Av. Dep. Jacob Salvador Zveibil, Terminal Morumbi.
Volta: normal até Av. Eliseu de Almeida, R. Rio Azul, R. Manoel Jacinto, R. Dr. Sílvio Dante Bertacchi, Pça. da Ressurreição, R. Panônia, R. Santo Américo, Av. Giovanni Gronchi, prosseguindo normal.
Como será o funcionamento do metrô?
A concessionária ViaQuatro, operadora da Linha 4-Amarela de metrô, informa que está preparando uma estratégia diferente na Estação São Paulo-Morumbi. Segundo a empresa, a oferta de trens durante a partida será ampliada. Além disso, o controle de fluxo será controlado por meio de comunicação visual e sonora.
Estação de metrô São Paulo - Morumbi terá mais oferta de trens
Gilberto Marques
 Para evitar filas nas bilheterias, a ViaQuatro recomenda que os torcedores cheguem mais cedo nos terminais e realizem a compra antecipada dos bilhetes de ida e volta. Outra opção é deixar o cartão de passagem recarregado ou já ter o QR Code no celular por meio do aplicativo Top. 
Quais ruas serão bloqueadas?
Já a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo informa que mais de 12 avenidas serão totalmente bloqueadas em horário específicos (veja abaixo).
Em amarelo, a área que será interditada pela CET no domingo
Divulgação
A partir das 9h (operação chegada):
Avenida Giovanni Gronchi, entre a Rua Doutor Santo Américo e a Praça Roberto Gomes Pedrosa;
Praça Roberto Gomes Pedrosa;
Avenida Jorge João Saad;
Avenida Jules Rimet;
A partir das 17h30 (operação saída):
Avenida Jorge João Saad (Sentido Estádio) junto à Avenida Professor Francisco Morato;
A faixa da direita da Av. Jorge João Saad, a pista sentido Estádio/ Av. Francisco Morato, junto a Rua Lício Marcondes do Amaral até o Acesso da estação do Metrô - São Paulo/Morumbi;
Avenida Giovanni Gronchi, no trecho compreendido entre as praças Santos Coimbra e Roberto Gomes Pedrosa. Os condutores seguirão à direita na Praça Santos Coimbra, seguindo em frente pela Avenida Vicente Paiva, Rua Dom Armando Lombardi, Rua Regente León Kaniefsky e Avenida Jorge João Saad;
Avenida Giovanni Gronchi, no trecho compreendido entre Praça Roberto Gomes Pedrosa e Rua Santo Américo, junto a Rua Santo Américo; 
A Praça Roberto Gomes Pedrosa, em todas as suas aproximações;
Praça Santos Coimbra;
Rua Corgie Assad Abdala;
Além disso, caso necessário, a CET também anuncia que poderá ocorrer o bloqueio total no cruzamento da Rua Lício Marcondes do Amaral, onde os condutores no sentido Francisco Morato, seguirão à direita na Rua Lício Marcondes do Amaral e à esquerda na Rua Dr. Maurilio V. Porto;
Quais são as alternativas para quem vai de carro?
Sentido Cidade Jardim
Os veículos que trafegam pela Avenida Giovanni Gronchi, no sentido da Avenida João Dias para a Avenida Morumbi com destino ao Centro, deverão utilizar a Rua Doutor Francisco Tomas de Carvalho, Rua Doutor Flávio Américo Maurano e entrar à esquerda na Avenida Morumbi.
Sentido Ponte Morumbi
Os veículos que trafegam pela Avenida Giovanni Gronchi, no sentido da Avenida João Dias para a Avenida Morumbi com destino à Ponte Morumbi, deverão utilizar a Rua Doutor Francisco Tomas de Carvalho, Rua Doutor Flávio Américo Maurano e entrar à direita na Avenida Morumbi.
Sentido Francisco Morato – Palácio do Governo/Hospital Albert Einstein
Os motoristas que trafegam pela Avenida Professor Francisco Morato, com destino ao Palácio do Governo e Hospital Albert Einstein, deverão utilizar a Avenida Professor Francisco Morato, Rua Puréus e entrar à direita na Avenida Morumbi.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ozG_AylD64XJeHo4MmuErxneu54=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/9/y/F7YG6KQsKtBB2yDwJdOw/estadio-do-morumbi.jpg" medium="image"/>   <media:description>Morumbi</media:description>   <media:credit>SPFC</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 24 Sep 2023 12:29:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cartão de idoso para ônibus e metrô: quem tem direito e como solicitar?</title>  <atom:subtitle>Pessoas com 60 anos ou mais têm o benefício da gratuidade em transportes públicos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/09/cartao-de-idoso-para-onibus-e-metro-quem-tem-direito-e-como-solicitar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/09/cartao-de-idoso-para-onibus-e-metro-quem-tem-direito-e-como-solicitar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Tm_mOPG0AJWnuDshWmwCiodgZ8A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/r/X/mziSbARvScYDpkvgYlwA/passagem-para-idoso-gratuita-entenda-como-funciona-esse-beneficio-3.jpg" /><br /> ]]>    Além de ter o direito de estacionar em vagas reservadas nos estacionamentos, os idosos também têm o benefício da gratuidade em transportes públicos. O artigo 39 da lei 10.741/2003 do Estatuto do Idoso, que vale para todo o país, é que prevê que pessoas com 65 anos ou mais não paguem para andar de ônibus e metrô, por exemplo.
No entanto, alguns governadores e prefeitos já publicaram decretos para regulamentar a gratuidade no transporte público coletivo para pessoas com idade entre 60 e 64 anos. Só que há diferenças entre os documentos exigidos para esses públicos. Portanto, se você já está entre essas faixas etárias, mas ainda não usufrui desse direito, confira abaixo quais são as exigências!
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Para pessoas com 65 anos ou mais
Em São Paulo, pessoas com 65 anos ou mais têm o direito de pedir o Bilhete Único da Pessoa Idosa. Esse comprovante pode ser solicitado no site de atendimento da SPTrans. Para isso, basta clicar aqui e criar um cadastro na plataforma (ou acessar com o seu login) e seguir o passo a passo.
Há ainda a possibilidade de solicitar o documento em um dos Postos de Atendimento localizados nas subprefeituras, Unidade do Descomplica ou no Posto Central da SPTrans. No entanto, não é possível fazer o cadastramento por meio de um representante.
Bilhete Único da Pessoa Idosa pode ser solicitado por pessoas com 65 anos ou mais
SPTrans
Quais são os documentos necessários?
RG (frente e verso)
CPF
Comprovante de residência recente (validade de 3 meses)
Foto legível e atualizada.
Vale lembrar que o Bilhete Único da Pessoa Idosa é enviado para o endereço cadastrado na solicitação. O prazo para entrega do cartão é de 30 dias a contar da data do cadastramento. Já o prazo de validade do benefício é de 5 anos (e vence sempre na data de nascimento da pessoa idosa).
O Bilhete Único da Pessoa Idosa tem limite de 1h para reapresentação no mesmo coletivo de ônibus. Os bloqueios de metrô/trem são de 30 minutos.
Se você tiver mais dúvidas sobre o Bilhete Único da Pessoa Idosa, clique aqui para saber mais sobre o assunto.
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Pessoas com com idade entre 60 e 64 anos
Já os idosos com idade entre 60 a 64 anos têm o benefício disponível no Bilhete Único que já possuem. Ou seja, quem já tem um Bilhete Único comum não precisa fazer um novo cadastro ou emitir um novo cartão.
Por outro lado, o idoso que ainda não tem esse documento de transporte precisa fazer seu cadastro pelo site (clique aqui) e, ao concluir essa etapa, dirigir-se e a um posto de atendimento para emissão do cartão que terá seu nome completo, CPF e o número do bilhete.
Idosos com idade entre 60 a 64 anos devem utilizar o benefício no Bilhete Único comum
Divulgação
Com o cartão em mãos, basta aproximá-lo de um equipamento de recarga, duas vezes seguidas, para usufruir da gratuidade nos ônibus municipais e trens do Metrô, CPTM e Via Mobilidade. Além disso, a cota é mensal e só poderá ser usada dentro do mês em que o cartão foi recarregado.
É importante ressaltar que enquanto não há a liberação da gratuidade no Bilhete Único, as pessoas com idade entre 60 e 64 anos podem apresentar o RG (ou outro documento oficial com foto) ao motorista ou cobrador ao desembarcar pela porta da frente do ônibus.
Se você tiver mais dúvidas sobre o Bilhete Único para pessoas com idade entre 60 e 64 anos, clique aqui para saber mais sobre o assunto.
E para viagens interestaduais?
O artigo 40 do Estatuto do Idoso prevê a quantia de dois assentos gratuitos para idosos (que comprovem renda igual ou inferior a dois salários mínimos) para viagens entre estados diferentes. Além disso, há desconto de 50% no valor das passagens caso as vagas gratuitas já estejam ocupadas.
Para ter direito à passagem gratuita é necessário solicitar o Bilhete de Viagem do Idoso nos postos de venda de passagem, com antecedência de, no mínimo, 3 horas do horário da partida, apresentando documento que comprove sua identidade (RG, por exemplo) e outro que demonstre sua renda.
Idosos podem viajar para outro estado de graça
Divulgação
Se houver negativa da empresa de transportes em conceder o benefício ao idoso, é importante que a pessoa solicite um documento informando data, hora, local e o motivo da recusa.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Tm_mOPG0AJWnuDshWmwCiodgZ8A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/r/X/mziSbARvScYDpkvgYlwA/passagem-para-idoso-gratuita-entenda-como-funciona-esse-beneficio-3.jpg" medium="image"/>   <media:description>Idoso no ônibus</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 Sep 2023 12:28:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volvo inaugura maior estação de recarga de carros elétricos da América Latina em SP</title>  <atom:subtitle>Hub tem capacidade para recarregar 80 veículos simultaneamente</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/09/volvo-inaugura-maior-hub-de-recarga-de-veiculos-eletricos-da-america-latina-em-sao-paulo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/09/volvo-inaugura-maior-hub-de-recarga-de-veiculos-eletricos-da-america-latina-em-sao-paulo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q5alRDrvGJW-6aYnAbOH_PuIbDQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/N/O/BX3nNYTNKA5sAvGaiVuw/hub-recarga-volvo-1-1024x658.jpeg" /><br /> ]]>    A Volvo acaba de inaugurar o maior hub de recarga de veículos elétricos e híbridos da América Latina. A instalação, localizada no complexo empresarial São Paulo Corporate Towers, na zona sul de São Paulo (SP), tem capacidade para recarregar 80 veículos simultaneamente.
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As estações de recarga estão no segundo subsolo do prédio corporativo privado, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, e tem potência total de 880 kW. Desta forma, cada carregador tem capacidade de até 22 kW, configurados para entregar 11 kW. 
Hub de carregadores elétricos da Volvo podem ser utilizados por donos de veículos de qualquer fabricante
Divulgação
A Volvo informa que qualquer pessoa que estacionar no São Paulo Corporate Towers pode recarregar seu carro (de qualquer fabricante) de forma gratuita no local. O único pagamento necessário é do custo do estacionamento.
"O fato de você poder carregar e dar mais autonomia ao seu carro enquanto trabalha é apenas uma das facilidades e vantagens da eletrificação. Como marca pioneira no segmento, entendemos a importância de fornecer essa comodidade para mais e mais pessoas”, ressalta Marcelo Godoy, diretor de finanças da Volvo.
Ideia é carregar os veículos elétricos enquanto as pessoas trabalham
Divulgação
Um dos principais diferenciais desse hub de recarga é a conectividade com a internet, que possibilita a gestão remota do carregamento dos carros por meio de aplicativos. 
Alguns carregadores instalados no prédio ainda tem telas LCD para fornecer informações em tempo real sobre o processo, incluindo data, duração, potência instantânea e energia fornecida por recarga, por exemplo. Com essa tecnologia, os usuários também podem acompanhar o histórico das recargas de seus veículos elétricos ao longo do tempo.
Carregadores atendem carros elétricos e híbridos
Demetrios Cardozo
Vale lembrar que a Volvo está instalando cerca de 50 eletropostos em todo o Brasil que permitem recarregar carros elétricos em 40 minutos. A proposta da fabricante sueca, nesse caso, é que os donos de veículos eletrificados façam viagens intermunicipais e até interestaduais com facilidade.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q5alRDrvGJW-6aYnAbOH_PuIbDQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/N/O/BX3nNYTNKA5sAvGaiVuw/hub-recarga-volvo-1-1024x658.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Carregadores da Volvo</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 Sep 2023 12:48:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como chegar ao The Town de carro, metrô, ônibus, táxi ou aplicativos de transportes?</title>  <atom:subtitle>Organização do festival firmou parceria com órgãos públicos e entidades privadas para oferecer facilidades nos trajetos até o Autódromo de Interlagos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/09/como-chegar-ao-the-town-de-carro-metro-onibus-taxi-ou-aplicativos-de-transportes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/09/como-chegar-ao-the-town-de-carro-metro-onibus-taxi-ou-aplicativos-de-transportes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Gw_GjgbnPIaQqznCcu4OGfAwbO0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/d/J/8QmclERyKk49Aswu6DIg/thetown-divulgacao.jpeg" /><br /> ]]>    A primeira edição do The Town, festival de música que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), começou no último sábado (1). Só que o público ainda terá mais três dias de evento para assistir seus ídolos ao vivo. O estimado é que mais de 300 mil pessoas compareçam ao local entre 7, 9 e 10 de setembro. Portanto, é necessário planejar como chegar.
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Quem for assistir atrações como Maroon 5, The Chainsmokers, Ludmilla, Foo Fighters, Iza e Bruno Mars,  por exemplo, poderá optar por ir de trem, metrô, ônibus, carro, táxi ou então por aplicativo de transportes. A organização do evento até firmou parceria com órgãos públicos e entidades privadas para oferecer facilidades nos trajetos.
Confira abaixo qual é a melhor opção para você chegar ao The Town:
Como ir de trem ou metrô?
Em função do The Town, todas as linhas de trens e metrôs terão funcionamento 24h nos dias do evento. No entanto, a partir da meia-noite, a única possibilidade de embarque é na estação Autódromo, a mais próxima do local. As demais serão utilizadas apenas para transferências e desembarque.
Há ainda a possibilidade de adquirir passagens de trens expressas e semiexpressas para chegar no Autódromo de Interlagos de forma mais rápida, sem precisar parar em todas as estações. Esse tipo de ingresso custa entre R$ 15 e R$ 40. Além disso, estão disponíveis apenas a partir de oito estações: Barueri, Carapicuíba, Osasco, Pinheiros, Vila Olímpia, Berrini, Morumbi e Santo Amaro. Clique aqui para saber mais e adquirir o seu.
Como ir de ônibus?
Se você preferir ir ao festival de música de ônibus, saiba que há um transporte oficial. O chamado The Town Express terá sete pontos de embarque entre às 10h e 20h. Os passageiros poderão desembarcar na entrada do evento, ou seja, em frente ao portão 9. Neste caso, os valores variam entre R$ 10 e R$ 50. Clique aqui para comprar a sua passagem.
Confira os terminais do The Town Express:
- Terminal Parque Dom Pedro II (Av. do Exterior, 706);
- Terminal Barra Funda (Av. Mário de Andrade, 664 - Barra Funda);
- Aeroporto de Congonhas (Praça Comandante Lineu Gomes, s/n - Vila Congonhas);
- Panamby - Morumbi (Av. Major Sylvio de Magalhães Padilha, 16741 - Jardim Fonte do Morumbi);
- Terminal Vila Yara (Av. dos Autonomistas, 500 - Vila Yara, Osasco);
- E. T. Itaquera (Rua David Domingos Ferreira, s/n, lado externo ao terminal de transferência);
- Terminal Penha (Av. Gabriela Mistral, após o acesso ao Terminal Penha).
The Town será realizado nos dias 7, 9 e 10 de setembro
Divulgação
Como ir de carro?
Caso a sua escolha seja ir de carro, é importante ressaltar que 400 placas de sinalização foram instaladas em todas as regiões da capital paulista para auxiliar os motoristas a chegarem no The Town. Por outro lado, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar 14 ruas e avenidas nos dias do festival (veja abaixo).
Além disso, não haverá estacionamento no evento. A organização apenas fez uma parceria com a rede Coopark, que garante reservas de vagas em seu site. Os valores começam em R$ 80.
Como ir de táxi ou aplicativo de transportes?
É possível que o embarque e desembarque de carros de táxi ou de aplicativos de transportes seja difícil na região do autódromo em função das ruas bloqueadas. Ainda assim, alguns pontos serão sinalizados só para isso. Os locais indicados pela CET são na Avenida do Rio Bonito e Avenida Rubens Montanaro de Borba.
Quais ruas e avenidas serão bloqueadas?
A partir das 5h:
Rua Jaquirana — entre as avenidas Interlagos e Senador Teotônio Vilela;
Praça Enzo Ferrari;
Avenida José Carlos Pace — ambos os sentidos — entre a Rua José Vaz Andrade e a Praça Enzo Ferrari / Avenida Interlagos;
Rua Marilena Machado — entre as ruas Arnaldo Oliveira e Sousa e Juan Gonzales Vila;
Rua Mahatma Gandhi — entre a Rua Iuri Gagarin e a Praça Moscou;
Avenida Feliciano Correia — entre a Avenida Jacinto Júlio e a Rua Plínio Schmidt;
Rua Plínio Schmidt — entre a Avenida Feliciano Correia e a Rua João Batista Cataldo;
Rua Jacinto Júlio — entre as avenidas Feliciano Correia e do Jangadeiro;
Rua Manuel de Teffé — entre a Avenida Feliciano Correia e a Rua Pedro Santalúcia.
A partir das 10h:
Avenida Senador Teotônio Vilela — entre as avenidas Jangadeiro e Interlagos;
Avenida Senador Teotônio Vilela — sentido Centro — entre a Rua Padre José Garzotti e a Avenida do Jangadeiro (liberação para ônibus);
Avenida Interlagos — sentido Centro — entre a Praça Batista Botelho e a Avenida do Jangadeiro 
Ponte Vitorino Goulart da Silva — acesso à Rua Cabo PM Fernando Flávio Torre – Ramo C, acesso ao portão 1;
Avenida Feliciano Correia — sentido Autódromo CPTM/Rua Plínio Schmidt;
Rua Cabo PM Fernando Flávio Torre — acesso da Avenida Jair Ribeiro da Silva para a Avenida Feliciano Correia.
A partir das 23h (saída):
Avenida Senador Teotônio Vilela — sentido Centro — entre a Rua Padre José Garzotti e a Avenida Interlagos;
Avenida do Jangadeiro — pista sentido centro — entre a Rua Jacinto Júlio e a Praça Moscou;
Avenida Interlagos — pela pista sentido centro — entre a Praça Batista Botelho e a Avenida Antônio Barbosa da Silva Sandoval;
Avenida do Rio Bonito — pista sentido centro — entre as avenidas Interlagos e Antônio Barbosa da Silva Sandoval.
Confira a programação do The Town:
7 de setembro (quinta-feira)
Palco Skyline
16h05 - Ludmilla
18h15 - Joss Stone
20h25 - The Chainsmokers
23h - Maroon 5
Palco The One
15h - Maria Rita
17h10 - Angelique Kidjo
19h20 -Masego
21h45 - Ne-Yo
Palco Factory
16h - Hodari
18h - Larissa Luz
20h - Afrocidade
22h - Marvvilla
Palco São Paulo Square
15h - São Paulo Big Band
16h30 - São Paulo Big Band convida Paula Lima
18h30 - Ivan Lins
20h30 - Stanley Jordan
Palco New Dance Order
15h05 - Afterclapp x Shigara x Xaxim
16h35 - L_cio Plants Live
18h05 - Natasha Diggs Live Horn
19h50 - Kerri Chandler Live
21h25 - Shermanology
23h30 - Gop Tun Vs 28room+ Diogo Strausz Live Feat Julia Mestre
9 de setembro (sábado)
Palco Skyline
16h05 - Pitty
18h15 - Garbage
20h25 - Yeah Yeah Yeahs
23h - Foo Fighters
Palco The One
15h - Terno o Rei convida Mahmund e Fernanda Takai
17h10 - Detonautas
19h20 - Barão Vermelho convida Samuel Rosa
21h45 - Wet Leg
Palco Factory
16h - Grag Queen
18h - Mc Dricka
20h - Yunk Vino
22h - MC Don Juan
Palco São Paulo Square
15h - São Paulo Big Band
16h30 - São Paulo Big Band convida Vanessa Moreno e Ana Cañas
18h30 - Hamilton de Holanda
20h30 - Stanley Jordan
Palco New Dance Order
15h05 - Kenya20hz Apresenta Chaos Sonora
16h35 - Aerea Live
18h05 - Renato Cohen Live
19h50 - Inner City Live Bonus Set Kevin Saunderson
21h25 - Badsista, Malka, Venus Aka Gueto Elegance Feat Marina Lima
23h30 - Mamba Negra Showcase Feat Cashu + Paulete Lindacelva + Valentina Luz
10 de setembro (domingo)
Palco Skyline
16h05 - Iza
18h15 - Kim Petras
20h25 - H.E.R.
23h - Bruno Mars
Palco The One
15h - Marina Sena canta Gal Costa
17h10 - Pabllo Vittar convida Liniker e Jup do Bairro
19h20 - Gloria Groove
21h45 - Jão
Palco Factory
16h - N.I.N.A
18h - Cynthia Luz
20h - Tassia Reis
22h - Xênia França
Palco São Paulo Square
15h - São Paulo Big Band
16h30 - São Paulo Big Band convida Luciana Melo e Jesuton
18h30 - Banda Mantiqueira &amp; Mônica Salmaso
20h30 - Richard Bona
Palco New Dance Order
15h05 - DJ Mau Mau B2b Etcetera
16h35 - Paradise Guerrilla
18h05 - Lion Babe
19h50 - Crazy P Soundsystem
21h25 - Darren Emerson &amp; Gui Boratto Live
23h30 - Oddjs Aka Davis x Vermelho x Zopelar
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Volkswagen lança T-Cross The Town por R$ 149.990
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Quem for assistir atrações como Post Malone, Bruno Mars, Maroon 5, Demi Lovato e Foo Fighters, por exemplo, poderá optar por ir de trem, metrô, ônibus, carro, táxi ou então por aplicativo de transporte. A organização do evento até firmou parceria com órgãos públicos e entidades privadas para oferecer facilidades nos trajetos.
Confira abaixo qual é a melhor opção para você chegar ao The Town:
Como ir de trem ou metrô?
Em função do The Town, todas as linhas de trens e metrôs terão funcionamento 24h nos dias do evento. No entanto, a partir da meia-noite, a única possibilidade de embarque é na estação Autódromo, a mais próxima do local. As demais serão utilizadas apenas para transferências e desembarque.
Há ainda a possibilidade de adquirir passagens de trens expressas e semiexpressas para chegar no Autódromo de Interlagos de forma mais rápida, sem precisar parar em todas as estações. Esse tipo de ingresso custa entre R$ 15 e R$ 40. Além disso, estão disponíveis apenas a partir de oito estações: Barueri, Carapicuíba, Osasco, Pinheiros, Vila Olímpia, Berrini, Morumbi e Santo Amaro. Clique aqui para saber mais e adquirir o seu.
Como ir de ônibus?
Se você preferir ir ao festival de música de ônibus, saiba que há um transporte oficial. O chamado The Town Express terá sete pontos de embarque entre às 10h e 20h. Os passageiros poderão desembarcar na entrada do evento, ou seja, em frente ao portão 9. Neste caso, os valores variam entre R$ 10 e R$ 50. Clique aqui para comprar a sua passagem.
Confira os terminais do The Town Express:
- Terminal Parque Dom Pedro II (Av. do Exterior, 706);
- Terminal Barra Funda (Av. Mário de Andrade, 664 - Barra Funda);
- Aeroporto de Congonhas (Praça Comandante Lineu Gomes, s/n - Vila Congonhas);
- Panamby - Morumbi (Av. Major Sylvio de Magalhães Padilha, 16741 - Jardim Fonte do Morumbi);
- Terminal Vila Yara (Av. dos Autonomistas, 500 - Vila Yara, Osasco);
- E. T. Itaquera (Rua David Domingos Ferreira, s/n, lado externo ao terminal de transferência);
- Terminal Penha (Av. Gabriela Mistral, após o acesso ao Terminal Penha).
The Town será realizado nos dias 2, 3, 7, 9 e 10 de setembro
Divulgação
Como ir de carro?
Caso a sua escolha seja ir de carro, é importante ressaltar que 400 placas de sinalização foram instaladas em todas as regiões da capital paulista para auxiliar os motoristas a chegarem no The Town. Por outro lado, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar 14 ruas e avenidas nos dias do festival (veja abaixo).
Além disso, não haverá estacionamento no evento. A organização apenas fez uma parceria com a rede Coopark, que garante reservas de vagas em seu site. Os valores começam em R$ 80.
Como ir de táxi ou aplicativo de transportes?
É possível que o embarque e desembarque de carros de táxi ou de aplicativos de transportes seja difícil na região do autódromo em função das ruas bloqueadas. Ainda assim, alguns pontos serão sinalizados só para isso. Os locais indicados pela CET são na Avenida do Rio Bonito e Avenida Rubens Montanaro de Borba.
Quais ruas e avenidas serão bloqueadas?
A partir das 5h:
Rua Jaquirana — entre as avenidas Interlagos e Senador Teotônio Vilela;
Praça Enzo Ferrari;
Avenida José Carlos Pace — ambos os sentidos — entre a Rua José Vaz Andrade e a Praça Enzo Ferrari / Avenida Interlagos;
Rua Marilena Machado — entre as ruas Arnaldo Oliveira e Sousa e Juan Gonzales Vila;
Rua Mahatma Gandhi — entre a Rua Iuri Gagarin e a Praça Moscou;
Avenida Feliciano Correia — entre a Avenida Jacinto Júlio e a Rua Plínio Schmidt;
Rua Plínio Schmidt — entre a Avenida Feliciano Correia e a Rua João Batista Cataldo;
Rua Jacinto Júlio — entre as avenidas Feliciano Correia e do Jangadeiro;
Rua Manuel de Teffé — entre a Avenida Feliciano Correia e a Rua Pedro Santalúcia.
A partir das 10h:
Avenida Senador Teotônio Vilela — entre as avenidas Jangadeiro e Interlagos;
Avenida Senador Teotônio Vilela — sentido Centro — entre a Rua Padre José Garzotti e a Avenida do Jangadeiro (liberação para ônibus);
Avenida Interlagos — sentido Centro — entre a Praça Batista Botelho e a Avenida do Jangadeiro 
Ponte Vitorino Goulart da Silva — acesso à Rua Cabo PM Fernando Flávio Torre – Ramo C, acesso ao portão 1;
Avenida Feliciano Correia — sentido Autódromo CPTM/Rua Plínio Schmidt;
Rua Cabo PM Fernando Flávio Torre — acesso da Avenida Jair Ribeiro da Silva para a Avenida Feliciano Correia.
A partir das 23h (saída):
Avenida Senador Teotônio Vilela — sentido Centro — entre a Rua Padre José Garzotti e a Avenida Interlagos;
Avenida do Jangadeiro — pista sentido centro — entre a Rua Jacinto Júlio e a Praça Moscou;
Avenida Interlagos — pela pista sentido centro — entre a Praça Batista Botelho e a Avenida Antônio Barbosa da Silva Sandoval;
Avenida do Rio Bonito — pista sentido centro — entre as avenidas Interlagos e Antônio Barbosa da Silva Sandoval.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Z2VYnJ5qvcfdhsEYXD4XDjT0430=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/q/8/b1kNy1SLaBvjGE7pjpsQ/the-town-2023-festival-cidade-da-musica-divulgacao-scaled.jpeg" medium="image"/>   <media:description>The Town</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 01 Sep 2023 11:00:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>99 lança selo de verificação para passageiros via inteligência artificial; entenda</title>  <atom:subtitle>Serviço é gratuito e estará disponível a partir do dia 17; empresa diz que intenção é agilizar a corrida do passageiro</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/08/99-lanca-selo-de-verificacao-para-passageiros-via-inteligencia-artificial-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/08/99-lanca-selo-de-verificacao-para-passageiros-via-inteligencia-artificial-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/02_iBZ4h2rNZfX9l3ze_PYkuOcU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/S/q/j1PW6gQae67rE9r4XEmw/gettyimages-1018800686.jpg" /><br /> ]]>    O aplicativo 99 anunciou nesta quarta-feira (9) o lançamento de um selo de verificação para passageiros, com ajuda de inteligência artificial. O objetivo é fazer o usuário encontrar um motorista mais rápido. Para ter essa verificação, o interessado precisa seguir alguns requisitos. São dois tipos de selos: Essencial e Premium. Não é preciso pagar para ter as qualificações. 
Para obter o selo Essencial, o passageiro deve inserir o nome exatamente como no CPF. A empresa diz que vai checar tal informação com fontes externas. Já o Premium depende do passo anterior mais a inclusão da foto de rosto do usuário. Nesse caso, a verificação é feita usando inteligência artificial para garantir que se trata da face de uma pessoa. 
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Vale lembrar que atualmente todos os passageiros já precisam incluir CPF ou cartão de crédito no app. Esses documentos são verificados antes da primeira corrida.
De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa, o selo vai ajudar passageiros a terem suas corridas aceitas mais rapidamente porque motoristas tendem a aceitar mais viagens de perfis completos. 
Segundo a plataforma, 90% dos motoristas afirmam se sentir mais seguros com dados adicionais dos passageiros.
Getty Images
Outro motivo para o aumento dessa agilidade é que condutores que recebem informações sobre os usuários também ficam mais ativos na plataforma: são, em média, 2 horas a mais por semana, de acordo com a 99. Além disso, 90% dos motoristas afirmam se sentir mais seguros com dados adicionais dos passageiros.
A verificação estará disponível a partir de 17 de agosto 
André Schaun
“Demora 15 segundos para completar o cadastro no app. O passageiro passa a receber o carro mais rapidamente e o motorista a se sentir mais seguro na viagem”, diz Leandro Abecassis, Diretor de Produto e Experiência da 99.
O cadastro será liberado a partir de 17 de agosto e pessoas que utilizam o nome social também poderão solicitar o selo. O pedido será analisado pela equipe da 99 e o perfil será atualizado.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/02_iBZ4h2rNZfX9l3ze_PYkuOcU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/S/q/j1PW6gQae67rE9r4XEmw/gettyimages-1018800686.jpg" medium="image"/>   <media:description>Motorista de aplicativo</media:description>   <media:credit>Getty</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 09 Aug 2023 19:28:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Empresa instala 8 carregadores rápidos para carros elétricos em SP, mas cobra pela energia</title>  <atom:subtitle>Estação tem conectores de até 120 kWh – e duas de 22 kWh – e fica na Rodovia Anhanguera</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/08/empresa-instala-8-carregadores-rapidos-para-carros-eletricos-em-sp-mas-cobra-pela-energia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/08/empresa-instala-8-carregadores-rapidos-para-carros-eletricos-em-sp-mas-cobra-pela-energia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tyff9ukJMtFd8lVdcURRVW3FdnA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/x/A/EZOctBRTizXWDWCvmbpw/hub-carregador-eletrico.jpg" /><br /> ]]>    Os investimentos em infraestrutura de carregamento para carros elétricos continuam se multiplicando no Brasil. Desta vez, quem inaugurou um hub de carregadores rápidos em uma das estradas mais movimentadas do Brasil foi a Go Electric, uma companhia que atua nos segmentos de energia solar fotovoltaica e térmica que desde 2019 oferece soluções completas para carregamento de veículos híbridos e elétricos.
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O eletroposto fica na Rodovia Anhanguera (SP 330) no km 237,  no município de Santa Rita do Passa Quatro, sentido Ribeirão Preto-São Paulo. 
"Entendemos que um dos pontos que está pendente para usuários de carro elétricos é a possibilidade de seguir viagem em longos percursos. Estar em uma região central, na Rodovia Anhanguera e pontos como Ribeirão Preto, Campinas e São Paulo vai viabilizar a locomoção e utilizem os veículos elétricos nas estrada. Muitos hoje têm o elétrico em casa, mas preferem o carro a combustão para viajar. O objetivo deste eletroposto é atender a demanda", explica Danilo Guastapaglia, CEO da GoElectric.
No local, há cinco terminais com espaço para dois veículos, somando dez carregadores: oito rápidos de até 120 kWh (seis com conectores padrão europeu, um com padrão chinês e o último com padrão japonês), além de duas estações de 22 kWh com conectores Tipo 2 para carros híbridos – e elétricos também. Ao todo, o cluster pode gerar até 524 kWh de energia. O aporte total é de cerca de R$ 2 milhões.
Hub permite carregar até dez carros simultaneamente
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Mas, ao contrário, da maioria dos carregadores atualmente disponíveis no Brasil, o hub da Go Electric é pago e custa R$ 2,10/kWh. Ou seja, para encher os 26,8 kWh da bateria (de 0% a 100%, por exemplo) de um Renault Kwid elétrico, o usuário gastaria pouco mais de R$ 56. Vale lembrar que o subcompacto tem autonomia de 185 km, segundo o Inmetro. Todo a interação com a estação é feita por aplicativo – inclusive o pagamento.
"Com o tempo, dado o ritmo acelerado de crescimento, as unidades de recargas gratuitas não darão conta da demanda, nem mesmo se manterão economicamente", afirma Guastapaglia.
Outro exemplo é o recém-lançado BYD Dolphin, com bateria de 44,9 kWh. Em um cálculo direto, o proprietário gastaria cerca de R$ 94 para encher totalmente a bateria (caso ela estivesse zerada). Vale lembrar que o hatch elétrico chinês pode rodar 291 km (Inmetro).
Parte da energia consumida no eletroposto virá por meio de placas de energia solar fotovoltaica. Dados da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) estimam que há cerca de 3.500 eletropostos  instalados no Brasil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tyff9ukJMtFd8lVdcURRVW3FdnA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/x/A/EZOctBRTizXWDWCvmbpw/hub-carregador-eletrico.jpg" medium="image"/>   <media:description>hub carregadores elétricos</media:description>   <media:credit>Raphael Panaro/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 08 Aug 2023 12:23:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Citroën Ami, minicarro elétrico de 8 cv, será vendido no Brasil; conheça o modelo</title>  <atom:subtitle>Ami transporta apenas duas pessoas e pode ser dirigido por adolescentes de 14 anos na Europa</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/07/citroen-ami-minicarro-eletrico-de-8-cv-sera-vendido-no-brasil-conheca-o-modelo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/07/citroen-ami-minicarro-eletrico-de-8-cv-sera-vendido-no-brasil-conheca-o-modelo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/I_mTVXpaLMd8Rpk9vWWqv9z7pFg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/D/a/tHbitSQqyX46uUV8k3Rg/cl20031009-61d44cfe37f2d.jpg" /><br /> ]]>    O Citroën Ami, primeiro veículo elétrico da marca no Brasil, não é um SUV, hatch compacto, tampouco um carro convencional, mas sim um quadriciclo elétrico com jeito de minicarro feito para o transporte em grandes cidades. O compacto, já testado pela Autoesporte, é vendido na Europa, onde pode ser pilotado por jovens a partir de 14 anos. 
No Brasil a fabricante não revela quais serão as condições para circular nas ruas, porque sua homologação não será de carro. 
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Com 2,41 metros de comprimento e 1,39 m de largura, o veículo de duas portas comporta duas pessoas e pesa somente 485 kg. Seu conjunto mecânico utiliza um motor elétrico de 8 cv, que é alimentado por uma bateria de 5,5 kWh posicionada abaixo dos bancos. 
Por ser um veículo feito exclusivamente para as cidades, a velocidade máxima se parece com as famosas scooters elétricas e não passa dos 45 km/h. A autonomia também não permite que o Ami saia do perímetro urbano, afinal, ele roda apenas 80 km (ciclo WLTP). 
Traseira do carrinho quase pode ser pode ser confundida com a dianteira 
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Para carregá-lo, basta uma tomada de 220V para restaurar a autonomia completa em três horas –basicamente o tempo para recarregar por completo um smartphone. 
Como é de esperar de um quadriciclo, o interior é simples e bem funcional. Ele é todo revestido de plástico duro e é equipado apenas com um porta-celular, porta-copos, porta-objetos e um pequeno quadro de instrumentos digital que mostra velocidade, status do câmbio e nível da bateria. Como os antigos carrinhos ultracompactos, até mesmo o vidro não abre completamente: há apenas uma abertura basculante. 
Interior é totalmente de plástico e extremamente simples
Divulgação
Na Europa, o Citroën Ami é um verdadeiro sucesso de vendas, ao ponto de faltarem unidades nas concessionárias. Segundo a marca francesa, 83% dos clientes fazem uso pessoal do quadriciclo, enquanto os outros 17% são prestadores de serviço. O modelo francês custa até 8,9 mil euros, cerca de R$ 45 mil na conversão atual. 
A fabricante não deu detalhes sobre o lançamento do Ami por aqui. Por ora, afirmou apenas que virá para o Brasil e outros países da América do Sul.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/I_mTVXpaLMd8Rpk9vWWqv9z7pFg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/D/a/tHbitSQqyX46uUV8k3Rg/cl20031009-61d44cfe37f2d.jpg" medium="image"/>   <media:description>Citroën AMI</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Jul 2023 19:47:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Motorhome americano é maior que muito apartamento e custa R$ 2,8 milhões; veja fotos</title>  <atom:subtitle>Newmar New Aire tem decoração de luxo, chuveiro, televisão e lareira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/motorhome-americano-e-maior-que-muito-apartamento-e-custa-r-28-milhoes-veja-fotos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/motorhome-americano-e-maior-que-muito-apartamento-e-custa-r-28-milhoes-veja-fotos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9YOqkf8PEoiP2VMC0gdkeks2_dU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/t/WdTbH4Taegpnl2XbQYQw/newmar-s-2024-new-aire-is-a-luxury-mansion-on-wheels-will-empty-your-bank-account-9.jpg" /><br /> ]]>    No ano passado, Autoesporte mostrou um motorhome brasileiro feito sobre um Mercedes-Benz Actros com preço de Ferrari e até couro de avestruz na decoração. A adaptação custou R$ 3,5 milhões, valor que supera o preço do novo Newmar New Aire, lançado nesta semana nos Estados Unidos. 
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Esta verdadeira mansão sobre rodas tem 27 m² e custa US$ 613 mil. Em conversão direta, o valor se aproxima de R$ 3 milhões. 
Newmar New Aire
O New Aire pode ser produzido sobre os chassis de dois ônibus vendidos nos Estados Unidos. Independentemente de sua base, o motor de origem Cummins desenvolve 450 cv de potência e 170 kgfm de torque.
A cabine do motorista é bem completa e inclui painel de instrumentos digital, duas centrais multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, volante multifuncional e regulagens elétricas no banco.
A cabine do Newmar New Aire tem duas centrais multimídia
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Para proporcionar o máximo de conforto durante as roadtrips, o New Aire inclui um generoso bagageiro inferior, máquinas para lavar e secar as roupas, um chuveiro de hotel e até uma lareira fake.
O pacote de equipamentos continua com a SmartTV integrada à parede, geladeira, frigobar, cama king size, cinco poltronas e carregadores de celular por indução espalhados pela cabine.
Exterior do Newmar é a parte menos interessante
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Outro ponto chamativo do novo motorhome é o design do interior. Visando uma pegada minimalista, a Newmar apresenta o New Aire com mesas brancas e poltronas cinzas. Mas isso, evidentemente, pode ser escolhido pelo cliente na hora de encomendá-lo.
Manter um New Aire pode trazer complicações. A primeira delas é guardar o “bichão”, que ostenta 10,6 metros de comprimento e 2,57 m de largura. Em viagens mais longas, o milionário terá de usar um gerador para manter a energia elétrica, ou comprar painéis solares por um valor extra. Melhor começar a guardar dinheiro…
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9YOqkf8PEoiP2VMC0gdkeks2_dU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/t/WdTbH4Taegpnl2XbQYQw/newmar-s-2024-new-aire-is-a-luxury-mansion-on-wheels-will-empty-your-bank-account-9.jpg" medium="image"/>   <media:description>Motorhome da Newmar</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 27 Jul 2023 13:08:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dia do Motorista: 6 atitudes que vão te tornar uma pessoa melhor ao volante</title>  <atom:subtitle>No Dia do Motorista, separamos algumas dicas para evitar acidentes e multas de trânsito</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/dia-do-motorista-6-atitudes-que-vao-te-tornar-uma-pessoa-melhor-ao-volante.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/dia-do-motorista-6-atitudes-que-vao-te-tornar-uma-pessoa-melhor-ao-volante.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CHohbKViAg8oT4nWiULt1HFMkWM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/t/n/aiuGmATKALIpJRvBkI8A/dsc-3097.jpg" /><br /> ]]>    Dia 25 de julho, data em que se celebra São Cristóvão, padroeiros dos condutores, também se comemora o dia do motorista. Apesar de prazerosa, a direção de um veículo também acompanha uma série de obrigações e cuidados para manter a segurança e evitar acidentes que podem ser fatais. Vale lembrar que o trânsito no Brasil ainda mata, em média, cerca de 33 mil pessoas por ano. 
Pensando nisso, Autoesporte separou seis atitudes para adotar no dia a dia que certamente te farão um motorista melhor e podem mudar o alto índice de acidentes de trânsito no país. 
Dirigir atentamente
Direção defensiva é primordial para um trânsito mais seguro
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É óbvio pontuar isso, mas pelos números de acidentes diários, parece que as pessoas esquecem. A direção defensiva é uma das primeiras lições nos cursos de formação de condutor por um motivo simples? Ela é a maior prevenção de acidentes no trânsito. 
Lembre-se sempre de dirigir com muita atenção, de forma que consiga reconhecer antecipadamente possíveis situações de perigo e ter tempo suficiente para escapar sem prejudicar o fluxo do trânsito. 
Nessa lista, entram uma série de boas atitudes: não dirigir acima da velocidade da via, olhar nos espelhos retrovisores, manter uma certa distância do carro da frente, não frear bruscamente (o que ajuda até no consumo do veículo), observe as condições climáticas e da via e preste atenção no funcionamento do automóvel. 
Esteja com o sono em dia
Nos primeiros sinais de sono, vale parar o carro em local seguro e tirar um cochilo
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Conduzir um carro após ter descansado faz muita diferença no trânsito. Dirigir com sono pode ser tão perigoso quanto guiar alcoolizado, tanto é que os carros mais modernos acompanham até sensor de fadiga, que monitora o motorista e emite sonoros para descanso após longas viagens. 
Isso não é só pela segurança do motorista e passageiros, mas também de outras pessoas no trânsito. Assim, nos primeiros sinais de cansaço, como dificuldade de manter o foco, muito bocejo e ardência nos olhos, cabeça pender para frente ou se até sair da faixa, é preciso parar o carro em um local seguro e tirar um cochilo. Se puder, vale ligar para alguém de confiança para guiar o veículo. 
Seja educado e paciente (mesmo quando os outros não são)
A paciência é uma virtude essencial no trânsito e ajuda até na segurança 
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Sim, eu sei. Hoje em dia parece que todo mundo sai de casa estressado e pronto para entrar em uma discussão. Por mais que seja difícil não responder a um ataque verbal ou a uma fechada proposital no trânsito, a regra de contar até 10 segundos é sempre válida. 
A paciência é uma baita virtude e é essencial para o trânsito: faz com que o motorista tome decisões racionais, dirija com cautela e não se envolva em acidentes pela pressa. Parece algo simples, mas é sempre bom lembrar que o trânsito é de todos e gentileza gera gentileza. Portanto, não vale se estressar com aquela pessoa que quer entrar na sua frente  ̶p̶o̶r̶ ̶t̶u̶d̶o̶ ̶o̶ ̶q̶u̶e̶ ̶é̶ ̶m̶a̶i̶s̶ ̶s̶a̶g̶r̶a̶d̶o̶. 
Você pode evitar uma batida e futuras dores de cabeça. E cá entre nós, não vai ser isso que fará você chegar ao trabalho 10 minutos mais cedo, né?
Claro, dê preferência aos pedestres e motociclistas. O Observatório Nacional de Segurança Viária diz que motoristas e motociclistas devem dar preferência aos usuários mais “frágeis” nesta cadeia, especialmente nos locais em que a presença de pedestres é sinalizada por placas.
Não tire vantagem no trânsito
Dirigir no acostamento deve pagar multa de R$ 880,41
André Schaun 
No trânsito sempre tem aquele cidadão que quer tirar vantagem - a famigerada lei de Gérson. Dirigir no acostamento, estacionar em vaga reservada, furar a fila para entrar em uma saída, parar na faixa para pegar passageiro nem que seja "por cinco minutos" ou "só uma vez" são atitudes que podem até gerar infrações. 
As ruas e avenidas são locais para todos transitarem sob as mesmas regras e condutas. Ninguém é privilegiado. Portanto, quem burla essas pequenas regras de trânsito achando que "não tem problema", venho lhe contar uma péssima notícia: tem, sim. Assim como o motociclista, o motorista da frente e o caminhoneiro de trás, você é só mais um condutor que deve respeitar o Código de Trânsito Brasileiro. 
Calibre os pneus regularmente
Pneus devem ser calibrados semanalmente 
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Sim, outra "dica" que parece óbvia, mas a calibragem de pneus deve ser um hábito semanal. Primeiro porque é uma questão de prevenção de acidentes e desgaste prematuro do equipamento. 
Além disso, rodar com os pneus descalibrados aumentam o consumo de combustível, em média, de 10% a 20%. No entanto, em casos extremos, o cenário pode ser ainda pior: se o pneu estiver muito murcho e o motorista levar muita carga, o consumo pode aumentar em até 50%. Ah, sempre calibre os quatro pneus e o estepe. 
Não se esqueça também que o pneu também tem data de validade. Usar o estepe careca pode resultar em multa grave para o motorista (5 pontos na carteira) no valor de R$ 195,23.
Faça a manutenção preventiva
Faça revisões anuais (de preferência na concessionária) para garantir que todas as peças estão funcionando perfeitamente.
Tim Mossholder/Unsplash
Há quem diga que o carro é igual a um filho, assim precisa de cuidados regulares e, qualquer comportamento que fuja do normal precisa ser investigado. Desse modo, faça revisões anuais (de preferência na concessionária) para garantir que todas as peças estão funcionando perfeitamente.
 Pneus murchos ou carecas comprometem o consumo e a capacidade de frenagem do automóvel. Da mesma forma, freios desgastados aumentam a distância que o carro percorre em emergências. Lâmpadas queimadas diminuem a visibilidade do seu veículo por parte de outros motoristas, pedestres e ciclistas.
Mas caso o carro aparente estar com problema, leve ao mecânico de confiança (ou concessionária) o mais rápido possível. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CHohbKViAg8oT4nWiULt1HFMkWM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/t/n/aiuGmATKALIpJRvBkI8A/dsc-3097.jpg" medium="image"/>   <media:description>Banco de imagens - Carros parados na trânsito</media:description>   <media:credit>André Schaun</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 25 Jul 2023 21:09:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Qual é a diferença entre carro voador, helicóptero e drone?</title>  <atom:subtitle>Embraer vai produzir carro elétrico voador em Taubaté (SP); conheça mais sobre a tecnologia que acaba de chegar ao Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/qual-e-a-diferenca-entre-carro-voador-helicoptero-e-drone.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/qual-e-a-diferenca-entre-carro-voador-helicoptero-e-drone.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/X1oeNq-A7cGy2HAQdWTPa6dVHaU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/u/e/PtQz1xQgqVJX3SWAybIQ/eve-evtol-01.jpg" /><br /> ]]>    A Embraer anunciou na última semana que vai produzir um carro voador elétrico em Taubaté (SP), em parceria com a Eve Airmobility. A expectativa é de que os primeiros veículos, chamados eVTOLs, sejam lançados em 2026.
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CORRIDAS DO FUTURO Empresa prepara competição de carros voadores que terá até pit stop
TECNOLOGIA Carro voador é um dos destaques em feira de mobilidade nos EUA
Cerca de 2,8 mil eVTOLs já foram encomendados, o que representa mais de US$ 8 bilhões em faturamento – quase R$ 40 bilhões na conversão direta. Operadores de helicópteros, companhias aéreas, empresas de leasing e de plataforma de voos são os principais clientes. 
A Embraer diz que irá ampliar uma instalação já existente em Taubaté para produzir o carro voador. Segundo o g1, a Cetesb ainda não recebeu solicitações de licença ambiental específica para a atividade ou expansão no local.
Cabine do carro voador tem espaço para quatro passageiros e o piloto
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Somente as projeções do veículo foram divulgadas até o momento. A Embraer afirma que testes são realizados nos Estados Unidos, mas não publicou imagens.
O único detalhe técnico do eVTOL divulgado no anúncio da Embraer é a sua autonomia: cerca de 100 km. Portanto, o carro voador será capaz de fazer o translado entre São Paulo e Campinas, que tem cerca de 95 km, mas chegará ao destino com pouca autonomia.
As diferenças dos eVTOLs, drones e helicópteros
Helicópteros, eVTOLs e drones são parecidos, mas têm diferenças pontuais
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Carro voador é um termo informal para denominar os eVTOLs, que aos poucos ganham espaço nas grandes cidades do mundo. A sigla em inglês quer dizer Electric Vertical Take-off and Landing (Veículo Elétrico de Pouso e Decolagem Vertical). 
Em sua maioria, esses veículos lembram helicópteros, mas alguns fogem da proposta urbana e parecem drones. Este é o caso de um eVTOL desenvolvido na Austrália, movido a hidrogênio e que pode atingir até 360 km/h. 
Airspeeder Mk4 deve ser lançado em 2024
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Trata-se de um modelo de corrida, que deve começar a ser utilizado a partir de 2024. Diferentemente do eVTOL da Embraer, o modelo australiano batizado de Airspeeder Mk4 tem os rotores na mesma altura da cabine. 
O modelo nacional está mais para um helicóptero normal, mas não tem a grande hélice no topo da cabine, e sim quatro, separadas em “asas”. Na traseira, o eVTOL nacional tem dois rotores que lembram drones. 
Helicóptero do UberCOPTER (Foto: Divulgação)
Auto Esporte
Apesar do design, a principal diferença dos carros voadores ppara os helicópteros está na matriz energética. Enquanto os carros voadores são movidos a eletricidade, os helicópteros são abastecidos com querosene ou gasolina, incomparavelmente mais poluentes.
A diferença na autonomia é significativa. O eVTOL se desloca por 100 km, enquanto o alcance dos helicópteros pode chegar a 650 km.
Projeção mostra o eVTOL da Embraer em ação
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Outra questão compartilhada com os carros elétricos é o tempo de recarga. Um helicóptero pode ser abastecido em alguns minutos, mas um eVTOL precisa de várias horas plugado em um carregador para voltar a voar.
Isso poderia ser resolvido com um arranjo de baterias substituíveis em estações de recarga. A Embraer ainda não divulgou se isso será possível no novo eVTOL. Este arranjo á é aplicado em outros veículos, como motos elétricas.
A Voltz, em parceria com o iFood, instalou estações de substituição de baterias para os entregadores em São Paulo. Dessa forma, o motociclista não precisa plugar a moto em uma tomada para carregar. Basta substituir a bateria.  
A única semelhança prática entre carros voadores, helicópteros e drones é que todos decolam e pousam na vertical. De resto, são totalmente diferentes. O eVTOL da Embraer em parceria com a Eve deve ser mostrado nos Estados Unidos antes de ser produzido no Brasil.
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No entanto, após esses lotes iniciais, a Volkswagen vai comercializar a dupla elétrica de forma convencional, nas concessionárias. A informação foi confirmada pelo CEO da empresa no Brasil, Ciro Possobom em entrevista exclusiva ao CBN Autoesporte. O programa completo vai ao ar neste domingo (22) às 9h na Rádio CBN e estará disponível como podcast na sequência. 
Lote inicial de 70 Volkswagen ID.Buzz será para locação; depois, van será vendida
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“Os primeiros 70 carros foram para comemorar os 70 anos. Os próximos serão vendidos”, disse Possobom. O executivo não disse quando isso deve acontecer ou qual é a estimativa de preços dos modelos. Nem mesmo o custo de locação da ID.Buzz foi definido. 
E são exatamente os preços que podem tornar o caminho dos elétricos difícil no Brasil. A chegada das chinesas BYD e GWM fez com que diversas fabricantes baixassem as tabelas de seus modelos movidos a bateria. Uma delas é a Volvo, que já oferece o XC40 por menos de R$ 300 mil. 
Volkswagen ID.4  custa 48.635 euros, ou algo perto de R$ 258 mil na conversão direta.
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O ID.4 poderia até ser considerado um concorrente do SUV sueco. Na Alemanha, a versão semelhante à oferecida por assinatura no Brasil custa 48.635 euros, ou algo perto de R$ 258 mil na conversão direta. Ainda que elétricos não paguem imposto de importação, há uma série de outros custos, o que certamente eleva o preço final. 
A situação da ID.Buzz é ainda mais delicada, já que a van é vendida por 64 mil euros na Alemanha, ou R$ 340 mil, também na conversão direta. 
Como são os carros elétricos da Volkswagen
Volkswagen ID.4 tem interior com poucos botões
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Tanto ID.4 como ID.Buzz compartilham plataforma e conjunto mecânico. São construídos sobre a base modular MEB e trazem motor de 204 cv e 31,6 kgfm que movimenta o eixo traseiro. As baterias são de 77 kWh. 
A van parece uma grande caixa com 4,71 m de comprimento, 1,99 m de largura e 2,98 m de distância entre-eixos. Características das primeiras Kombis, como o grande símbolo da Volkswagen e a pintura saia e blusa, dão as caras nessa releitura moderna.
Apesar de ser a "herdeira" da Kombi, Volkswagen ID.Buzz é uma van sofisticada
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O ID.4 é um pouco menor. São 4,58 m de comprimento, 2,77 m de entre-eixos, 1,85 m de largura e 1,64 m de altura. A autonomia, segundo o Inmetro é de 370 km. 
Os dois modelos trazem lista de equipamentos recheada. Há frenagem automática de emergência, alerta de mudança de faixa com correção no volante, quadro de instrumentos digital, detectores de fadiga e ponto cego, controlador de velocidade adaptativo e ar-condicionado digital. 
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Existem alguns protótipos sendo desenvolvidos mundo afora, inclusive aqui no Brasil nessa parceria da Embraer. No exterior, há até modelos de corrida que chegam a 360 km/h.
No caso do eVTOL brasileiro, ele tem rotores para pousos e decolagens, como em um helicóptero, e asas para voar na horizontal, como um avião comum. A ideia desses veículos é de servir para deslocamentos rápidos, já que a autonomia deles por enquanto é de cerca de 100 km.
Carro voador da Embraer em parceria com a Eve
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O pouso e a decolagem seriam feitos em “vertiportos”, mas também podem aproveitar a estrutura de helipontos já existentes.
A intenção da Eve é a de levantar a linha de montagem em Taubaté (SP), já que ficaria próximo a rodovias, ferrovias e também perto da sede da Embraer em São José dos Campos. Ainda não há previsão de quando as obras começam, já que a instalação, segundo comunicado assinado pelas duas empresas, “está sujeita a aprovação final das autoridades”.
Carro voador da Embraer em parceria com a Eve
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A Eve diz ter a carta de intenção de compra de 28 empresas. Seriam já 2.850 eVTOLs para operadoras de helicópteros, companhias aéreas, empresas de leasing e plataformas de voos compartilhados.
Ainda não há imagens do modelo a não ser projeções divulgadas pela Eve, que diz já ter feito testes de vôo nos Estados Unidos, mas não divulgou imagens, e em túnel de vento com um modelo em escala.
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Quem oferece o Dolphin por assinatura é a Osten Group, grupo automotivo premium que reúne concessionárias e oferece serviços de frota e carros por assinatura. Por meio do Osten Go, o BYD pode ser assinado em contratos de 12, 24, 36 ou 48 meses. Em todos os casos, a franquia é de 1.000 km por mês. Veja a seguir os preços mensais:
12 meses: R$ 5.100/mês
24 meses: R$ 4.840/mês
36 meses: R$ 4.500/mês
48 meses: R$ 4.185/mês
O serviço inclui documentação, seguro, assistência 24 horas, além de serviços de manutenção preventiva, telemetria e concierge. Ao fim do contrato, o carro é devolvido a empresa. Como o carro não é do motorista, não é preciso pagar licenciamento ou IPVA. 
BYD Dolphin é monovolume, mas tem entre-eixos de Toyota Corolla com 2,70 metros
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Como é o Dolphin?
De proposta urbana, o hatch é um pouco maior do que um Polo. São 4,12 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,57 m de altura. Porém, a distância entre-eixos é equivalente à de um Toyota Corolla, com 2,70 m. 
Instalado no eixo dianteiro, o motor elétrico gera 95 cv e 18,3 kgfm. As baterias de íon-lítio são de 44,9 kWhe garante que o hatch rode até 291 km (Inmetro).
Para recarregar, o Dolphin aceita fontes de recarga alternadas (desde tomadas de 220V) até fontes de recarga rápida (até 60 kW). Em tomadas residenciais de 220V, a bateria vai de 30% a 80% em cerca de sete horas. Em um Wallbox de 7 kW (gratuito na compra do carro), a bateria chega aos 80% em três horas e meia. Já em fontes rápidas de 60 kW, basta meia hora para que o Dolphin atinja 80% de sua autonomia.
Carros elétricos por assinatura
A própria Osten Group oferece outros modelos elétricos por assinatura, como o Tesla Model 3 (R$ 15.190/mês) e BMW iX (R$ 16.990 mensais), só que o preço é bem mais elevado.
Neste mês, a Volkswagen também trouxe o elétrico ID.4 e passou a oferecê-lo exclusivamente por assinatura, por a partir de R$ 10 mil por mês.  
A Movida também oferece outros dois modelos: o Fiat 500e e o Nissan Leaf que, aliás, tem preço até menor do que o Dolphin e sai a partir de R$3.999,60 por mês. No entanto, essa opção é seminova, diferentemente das outras marcas, que oferecem carros por assinatura novos. 
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ACC quer dizer "Autorização para Conduzir Ciclomotor"
O preço médio para emitir o documento é de R$ 125 
Descumprimento das leis gera multa e apreensão do veículo
As mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão valendo desde o dia 1° de julho. As novas regras alteram o registro e circulação de veículos elétricos, como ciclomotores, bicicletas, patinetes e outros meios de locomoção. 
Em alguns casos, será exigida a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com categoria ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor). A habilitação para pilotar motocicletas também serve.
O que é ciclomotor?
Ciclomotores são veículos de duas ou três rodas, movidos por motor de combustão interna cuja cilindrada não exceda a 50 cm³
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Segundo a Resolução nº 996 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), ciclomotores são veículos de duas ou três rodas, movidos por motor de combustão interna com cilindrada igual ou inferior a 50 cm³. Se tiver motor elétrico, a potência não deve exceder 4 kW (4.000 W) e a velocidade máxima não pode ultrapassar 50 km/h.
A partir de agora, esses veículos  devem ser registrados e licenciados normalmente, como os demais veículos. Isso quer dizer que ciclomotores e motos elétricas precisam ser emplacados. 
Além do emplacamento, os ciclomotores precisam transitar com luz baixa acesa durante o dia. O condutor deve utilizar capacete motociclístico com viseira ou óculos de proteção. 
O que é a ACC?
O ACC é um documento de habilitação para conduzir veículo classificado como ciclomotor. Para tirar, basta entrar no site do Detran do seu estado e fazer uma solicitação para emissão. 
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Requisitos para tirar o documento
Os requisitos para ter o documento são os mesmos da CNH A ou B, por exemplo. Portanto, no mínimo 18 anos, ser alfabetizado, além, claro, de ter documento de identidade e CPF.  
Preço 
O preço também varia de acordo com o estado, porém, a média de R$ 125. 
Quanto tempo demora para tirar?
O Contran diz que o interessado deve fazer pelo menos 05 horas-aula. O candidato poderá realizar as aulas práticas de pilotagem em veículo que ele disponibilize junto a um Centro de Formação de Condutores (CFC).
Validade
Ao contrário de outras categorias, a validade da ACC é de apenas um ano. O documento físico é o mesmo da CNH padrão, porém, há uma observação com a sigla "ACC". 
Quem dirigir sem a CNH ou ACC?
Caso o condutor seja abordado por algum órgão de fiscalização de trânsito, o mesmo será notificado com uma infração gravíssima que resulta em 7 pontos na CNH e uma multa no valor de R$ 293,47, além da apreensão do veículo. 
O documento físico é igual ao da CNH padrão, mas tem a sigla ACC
Getty Images
Bicicletas elétricas 
Bicicletas elétricas com motor elétrico auxiliar, limitadas à potência de 1000W e velocidade máxima de 32 km/h, não precisam de registro e licenciamento. No entanto, precisam de um indicador e/ou dispositivo limitador eletrônico de velocidade, campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelho retrovisor do lado esquerdo e pneus em boas condições. 
Patinetes elétricos 
Dispositivos de transporte movidos por motor elétrico (como patinetes, monociclos, hoverboards e skates), não precisam ser licenciados. Tampouco será exigida qualquer habilitação.
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Testes acontecem simultaneamente em Munique (Alemanha) e Austin (Estados Unidos)
VW vai transportar políticos, executivos e outras autoridades para demonstrar a viabilidade da tecnologia
Motorista humano vai supervisionar desempenho do protótipo da Kombi autônoma
A Volkswagen ID.Buzz tem ocupado lugar de destaque no noticiário recente. A van elétrica finalmente foi confirmada para o Brasil (ainda que em um lote limitado) e junto com a cantora Elis Regina foi a estrela do comercial de 70 anos da filial brasileira da fabricante. 
Agora, a divisão de veículos comerciais da Volkswagen anunciou que vai iniciar os testes de uma versão autônoma de forma simultânea em Munique (Alemanha) e em Austin (Estados Unidos). A promessa havia sido feita meses atrás. 
ID.Buzz Moia será usada de forma simultânea na Alemanha e nos Estados Unidos
Marcus Vinicius Gasques
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A chamada Buzz AD (sigla para Autonomous Drive, ou direção autônoma) vai transportar políticos, executivos e outras autoridades para demonstrar a viabilidade da tecnologia, que deve ser implantada no futuro também em uma versão para cargas.
Os veículos autônomos usados no compartilhamento de viagens têm capacidade de quatro passageiros, tecnologia de nível 4 de automação da Mobileye e possuem câmeras, radares e lidares. A Volkswagen afirma que durante o período de testes, as vans terão um motorista humano supervisionando a operação.
Pluto
Essa não é a primeira experiência da Volkswagen como provedora de viagens compartilhadas. Desde 2017, a subsidiária Moia opera cidade alemã de Hannover. Antes, era apenas um projeto-piloto de corridas compartilhadas, mas o serviço cresceu e também está disponível em Hamburgo. 
Atualmente, a Moia utiliza um veículo chamado Pluto, baseado na van elétrica e-Crafter. Tem 6,8 metros de comprimento, autonomia aproximada de 300 km e velocidade máxima de 90 km/h. Atualmente, 565 exemplares circulam pelas duas cidades alemãs. O objetivo é substituir gradualmente a frota de e-Crafter por ID.Buzz. 
Pluto é o nome do veículo de caronas compartilhadas da Moia
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ddHY6LpdIkGX1K2HNB5V3lRy6Tk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/t/K/e6AidqTR2KCwW57mMhrQ/buzzad.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Buzz AD</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 14 Jul 2023 21:37:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Donos de SUVs vão pagar mais caro para estacionar nas ruas de Paris a partir de 2024</title>  <atom:subtitle>Medida quer restringir a circulação de carros maiores, mais pesados e mais poluentes na cidade</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/donos-de-suvs-vao-pagar-mais-caro-para-estacionar-nas-ruas-de-paris-a-partir-de-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/donos-de-suvs-vao-pagar-mais-caro-para-estacionar-nas-ruas-de-paris-a-partir-de-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/iN2gBlYz1c8g3_pVlPslahhsTSM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/A/mxbriZQZGYk4yFQnQotg/sem-titulo.jpg" /><br /> ]]>    RESUMO DA REPORTAGEM
Prefeitura de Paris vai cobrar mais de donos de SUVs que estacionarem nas ruas a partir de 1º de janeiro de 2024
 Quanto maior e mais pesado for o automóvel e mais poluente for o motor, maior será a taxa para estacionar na rua
Número de SUVs na cidade cresceu 60% nos últimos quatro anos e hoje representam 15% da frota de veículos particulares
Há um bom tempo que metrópoles europeias como Londres, Paris e Lisboa impõem restrições a carros a combustão como forma de incentivar a compra de veículos elétricos e o uso do transporte público. Nesta semana, a capital francesa aprovou uma medida que obriga donos de SUVs a pagarem mais quando forem estacionar nas ruas. 
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Na prática, quanto maior e mais pesado for o automóvel e mais poluente for o motor, maior será a taxa para estacionar na rua. Apesar de o peso do veículo ser levado em conta, a lei deverá isentar carros elétricos – que naturalmente são mais pesados devido à bateria – da cobrança extra. A prefeitura não divulgou mais detalhes sobre a medida, mas a expectativa é de que a lei entre em vigor no dia 1º de janeiro de 2024. 
Segundo Frédéric Badina-Serpette, conselheiro do partido que propôs a medida, o foco está em impedir a proliferação de carros grandes e pesados (e consequentemente mais poluentes, no caso de modelos a combustão) em Paris. Para o site Le Parisien, afirmou não haver sentido ser dono de um utilitário em uma metrópole: "Não há vias sujas ou estradas montanhosas. SUVs são absolutamente inúteis em Paris". 
Lei que vai cobrar mais de SUVs que estacionarem na rua entrará em vigor em 2024
Getty
O número de exemplares do segmento, inclusive, aumentou 60% nos últimos quatro anos na capital. Hoje o segmento já representa cerca de 15% da frota, que é composta por 1.150.000 automóveis (excluindo ônibus e outros veículos públicos). 
Em contrapartida, o porta-voz do grupo que defende motoristas na cidade, Pierre Chasseray, diz que o motivo por trás do aumento de utilitários-esportivos em Paris se deve a famílias grandes que substituem seus veículos menores por SUVs. "Estamos atendendo a uma pequena minoria da população urbana que decidiu fazer do SUV o símbolo da batalha contra a poluição", alegou Chasseray.
 Zona de baixa emissão
Paris já instituiu a "Zona de Baixas Emissões", que proíbe veículos mais poluentes de circularem em 47 zonas da cidade. Para isso, carros, comerciais leves, ônibus e caminhões são obrigados a usar um adesivo que indica qual é a categoria ambiental que se enquadra – definidas pelo nível de emissão de gases poluentes. Quem descumprir a lei, pode pagar multa de até 375 euros, ou pouco mais de R$ 2 mil na conversão direta.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/iN2gBlYz1c8g3_pVlPslahhsTSM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/A/mxbriZQZGYk4yFQnQotg/sem-titulo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito em Paris</media:description>   <media:credit>Getty</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 13 Jul 2023 16:01:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Reforma tributária deve beneficiar biocombustíveis e diesel renovável se torna prioridade </title>  <atom:subtitle>Petrobras quer aumentar em 146% a capacidade de produção de diesel com conteúdo renovável até o final deste ano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/reforma-tributaria-deve-beneficiar-biocombustiveis-e-diesel-renovavel-se-torna-prioridade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/reforma-tributaria-deve-beneficiar-biocombustiveis-e-diesel-renovavel-se-torna-prioridade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/NxSDB3AtFRTnBmRpZ2VB3REWgrU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/6/d/unSEYpQwCGMRj5uWCKCw/ey-siu-column-bio-fuel.jpg" /><br /> ]]>    RESUMO DA REPORTAGEM 
Biocombustível deve ser menos taxado com a reforma tributária 
Petrobras vai aumentar em 146% a produção de diesel renovável até o final de 2023 
Combustível pode ser feito de várias formas, como hidrotratamento de óleos vegetais ou gorduras animais
Em relação ao diesel fóssil, há redução entre 50% e 90% das emissões de gases de efeito estufa
A reforma tributária vai afetar a vida dos motoristas. E, pelo texto aprovado na Câmara dos Deputados que seguiu para o Senado Federal, os biocombustíveis terão mais espaço. Uma das propostas é que o IPVA seja pago de acordo com a eficiência energética – e o diesel renovável voltou a ser assunto. 
No final de junho, a Petrobras divulgou que prevê aumentar em 146% a capacidade de produção de diesel com conteúdo renovável (Diesel R), após ter recebido autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar mais uma unidade de produção do combustível na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, no Paraná. 
Veículos que poluem mais vão pagar mais impostos com a reforma tributária 
Wikimedia Commons
Segundo a estatal, o uso da capacidade depende da disponibilidade de matéria-prima e das condições de mercado. Dos atuais 5 milhões de litros produzidos por dia, a empresa  passará a ter um potencial de processar 12,3 milhões diariamente ainda neste ano. Esse volume total seria suficiente para abastecer cerca de 41 mil ônibus convencionais, gerando redução de emissão de em torno de 1.300 toneladas de gases de efeito estufa, segundo a Petrobras. 
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O que a reforma tributária prevê para combustíveis?
A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992. 
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou uma nota sobre a aprovação do texto-base da reforma tributária pela Câmara. 
“O reconhecimento de que os combustíveis, neles incluído o biodiesel, podem compensar créditos na entrada assim como todos os demais produtos e serviços abrangidos pela reforma, foi fundamental para não aumentar custos ao consumidor”, afirma a associação. 
Petrobras quer saltar de 5 milhões de litros de diesel renovável produzidos por dia para 12,3 milhões diariamente ainda neste ano
Getty Images
A Abiove também ressalta que o regime fiscal favorecido para os biocombustíveis, na forma de lei complementar, é importante para criar uma tributação inferior à incidente sobre os combustíveis fósseis. 
O que é biodiesel?
O biodiesel é utilizado em países da Europa e nos Estados Unidos. Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (INP), sua produção pode ser feita de vários métodos: hidrotratamento de óleos vegetais ou gorduras animais, da síntese de moléculas a partir de gás de síntese obtido pela gaseificação de resíduos orgânicos, pela fermentação de cana de açúcar — como o etanol —, entre outros processos. 
Sua composição é semelhante ao diesel derivado do petróleo, por isso pode ser misturado ao diesel mineral em qualquer proporção, até mesmo em substituição integral.
Quais são as vantagens do biodiesel?
O biodiesel é isento de contaminantes e tem maior estabilidade, garantindo menos problemas no armazenamento e no uso em motores diesel. Outra vantagem é que este biocombustível minimiza danos aos motores, como entupimento de filtros, bombas e bicos injetores, aumentando a vida útil dos veículos. 
Além disso, contribui também para a redução entre 50% e 90% das emissões de gases de efeito estufa em relação ao diesel fóssil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/NxSDB3AtFRTnBmRpZ2VB3REWgrU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/6/d/unSEYpQwCGMRj5uWCKCw/ey-siu-column-bio-fuel.jpg" medium="image"/>   <media:description>Biocombustível </media:description>   <media:credit>Getty Images </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 13 Jul 2023 13:06:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Qual é a diferença entre ciclomotor e moto?</title>  <atom:subtitle>Com nova lei, ciclomotores elétricos também precisam de CNH e devem ser emplacados, mas há diferenças em relação às motos; confira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/qual-e-a-diferenca-entre-ciclomotor-e-moto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/qual-e-a-diferenca-entre-ciclomotor-e-moto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0TAEkgh38NpJumG5dBTdlSPd6hw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/D/b/PdK76PRGmEz2haXongVQ/voltz-ev1-sport-11.jpg" /><br /> ]]>    RESUMO DA NOTÍCIA:
Novas regras para ciclomotores
Explicação do que é um ciclomotor e exemplos dos seus tipos
As diferenças entre ciclomotor, motos e motonetas
Onde pode o ciclomotor pode trafegar
Infrações para quem não portar CNH, não realizar o licenciamento, trafegar em vias proibidas e não usar capacete ou equipamento apropriado. 
As mudanças no Código Brasileiro de Trânsito (CTB) sobre a exigência de emplacamento e CNH para guiar motos elétricas e ciclomotores geraram várias dúvidas em relação às categorias dos veículos de duas rodas. Afinal, qual é a diferença entre moto e ciclomotor? O que o veículo precisa ter para ser considerado um ciclomotor?

Segundo a Resolução nº 996 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), ciclomotores são veículos de duas ou três rodas, provido de motor de combustão interna cuja cilindrada não exceda a 50 cm³, equivalente a 3,05 pol. Se tiver motor elétrico, ele deverá ter potência máxima de 4 kW (4.000 W) e com velocidade máxima de 50 km/h. 
São considerados ciclomotores, portanto, as famosas cinquentinhas (ciclomotores com motor de 50 cm³) e scooters elétricos que são equipados com motores de até 4kW.
Scooters elétricas de até 4.000 W são considerados ciclomotores
Divulgação
Moto X Ciclomotor
Já as motos e motonetas são veículos automotores de duas rodas, com ou sem side-car. No caso das motonetas (scooters, por exemplo), a posição de dirigir é sentada. Em motos, o condutor deve dirigir montado. Não há limite de velocidade ou potência para definir essa categoria. 
Mudança para ciclomotores
Desde o dia 1º de julho, ciclomotores deste tipo precisam ser emplacados e o condutor deve portar CNH na categoria A ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor). Além disso, estão sujeitos ao licenciamento.
Infográfico sobre a resolução do Contran
Divulgação/Contran
Ciclomotores podem trafegar em avenidas?
De acordo com o artigo 57 do Código de Trânsito, os ciclomotores devem ser conduzidos na pista da direita, preferencialmente no centro da faixa. Em casos em que a faixa da direita é exclusiva para o tráfego de algum veículo, como ônibus por exemplo, os ciclomotores deverão circular pela faixa adjacente à da direita.        
No entanto, fica proibida a circulação desses veículos nas vias de trânsito rápido (em que a velocidade máxima é de até 80 km/h), sobre as calçadas das vias urbanas, ciclofaixas e ciclovias. 
Apesar disso, a nova resolução do Contran afirma que caberá aos órgãos de trânsito responsáveis pela via regulamentar a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos. 
Ciclomotores não podem circular em ciclofaixas
Wikimedia Commons 
Infrações para ciclomotores
Quem for flagrado rodando com o ciclomotor em uma via não permitida cometerá uma infração média, com multa de R$ 130,16, além de cinco pontos na CNH. 
A gravidade da infração aumenta se o ciclomotor for flagrado em uma ciclovia, ciclofaixa ou calçada. Neste caso, a infração é gravíssima, com multa de R$ 880,41 e sete pontos na carteira. 
Caso seja autuado sem placa ou sem estar com o licenciamento em dia, o condutor estará cometendo uma infração gravíssima, com multa de R$293,47, sete pontos na CNH, além da apreensão e remoção do veículo até a situação ser regularizada. 
Por último, motociclistas que trafegarem sem capacete de segurança ou vestuário especificado pelo Contran vai cometer uma infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, suspensão da CNH e retenção do veículo até regularização.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0TAEkgh38NpJumG5dBTdlSPd6hw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/D/b/PdK76PRGmEz2haXongVQ/voltz-ev1-sport-11.jpg" medium="image"/>   <media:description>Voltz EV1 Sport </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 11 Jul 2023 12:10:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mobilete elétrica da BMW virá ao Brasil como ciclomotor e atinge 95 km/h; precisa de CNH?</title>  <atom:subtitle>CE 02 é uma motoneta elétrica projetada para pequenos deslocamentos urbanos. Porém, com legislação que acabou de entrar em vigor por aqui, donos terão de emplacá-la</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2023/07/mobilete-eletrica-da-bmw-vira-ao-brasil-como-ciclomotor-e-atinge-95-kmh-precisa-de-cnh.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2023/07/mobilete-eletrica-da-bmw-vira-ao-brasil-como-ciclomotor-e-atinge-95-kmh-precisa-de-cnh.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/meAZNvH2EQmXoLhaaUjc8gJrcoQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/B/CatckgSCCx4PlFsRbE1w/p90512774-highres-the-new-bmw-ce-02-07.jpg" /><br /> ]]>    RESUMO DO TEXTO
BMW CE 02 é um ciclomotor elétrico inspirado em street wear.
Moto está prevista para vir ao Brasil.
Tem apelo urbano e duas opções de potência.
Versão mais forte chega aos 95 km/h.
Na Europa pode ser conduzida por adolescentes.
A BMW CE 02 está prevista para vir ao Brasil, conforme Autoesporte apurou em apresentação estática na Alemanha. Chame como preferir: motoneta, ciclomotor ou... que os executivos da BMW não leiam... mobilete!
BMW CE 02 será vendida no Brasil
Divulgação
Claro que é uma baita de uma mobilete, com duas opções de motorização e curadoria da grife BMW Motorrad. O visual tem correlação com a scooter CE 04 (indisponível por aqui) e um apelo urbano inspirado em estilo street wear.
Moto elétrica foi inspirada em elementos urbanos, como o parkour
Divulgação
A aparência futurista digna de um mangá cyberpunk esconde soluções inteligentes de ergonomia e conectividade. Note que as pedaleiras de piloto e garupa são retráteis, pois é possível conduzir sentado ou montado, postura que se aproxima de uma moto esportiva.
BMW CE 02 carrega duas pessoas. Pedaleiras são retráteis
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Na parte traseira, a tração é enviada para a roda por correia no mesmo eixo que conecta o amortecedor hidráulico de ação dupla. Tudo isso pelo lado esquerdo, já que o outro lado exibe apenas a roda de aço, toda preta, com grafismos generalistas.
O chassi é de aço tubular, com um garfo de amortecedor telescópico na dianteira. Há freio ABS com ação na roda dianteira. Até o logotipo da BMW é discreto, gravado em um adesivo na estrutura que esconde a bateria, entre as pernas do piloto.
Suporte de celular embutido é solução para navegação por mapas via celular
Divulgação
O quadro de instrumentos digital de TFT (e 3,5 polegadas) exibe, além do velocímetro, autonomia restante, nível de carga de bateria e modo de gestão da carga restante. É possível conectar o celular do dono à moto por Bluetooth — tanto é que há um suporte de celular embutido na mesa do guidão. Outra função é um ponto de tomada do tipo USB-C com selos à prova d´água.
Na Europa, inclusive, a legislação local irá viabilizar seu uso em vias públicas por adolescentes — lá, jovens acima dos 15 anos poderão utilizar a versão com uma bateria, com potência restrita aos  5 cv (4 kW) e velocidade máxima de 45 km/h.
Pack de bateria garante autonomia de 90 km na versão de 11 kW
Divulgação
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Já a versão que virá para cá é a mais potente — a que separa os homens dos meninos. Essa tem 15 cv (ou 11 kW) e 5,6 kgfm, capaz de rodar até 90 km com uma carga da bateria e atingir 95 km/h.
Pesa apenas 132 kg, o que a aproxima do peso de uma Honda CG, para você ter uma noção de equiparação de peso. Ou seja, por conta de porte e peso, com linha superior de assento a apenas 75 cm, trata-se de uma moto com centro de gravidade baixo e adequada para pilotos de baixa estatura ou que não tenham muita força para manobrar motos pesadas.
Transmissão por correia na roda traseira; amortecedor de ação hidráulica
Divulgação
A BMW CE 02 chega no primeiro semestre de 2023, mas ainda não há informações sobre preço. Esse monociclo poderá ser carregado em tomadas comuns por meio do carregador de 900 W. A carga completa é realizada em cinco horas.
Por conta das alterações recentes na legistação de trânsito brasileiro, a CE 02 enquadra-se como um ciclomotor. Precisa ser licenciado, emplacado e sua condução requer uma CNH da categoria. Saiba tudo sobre essa alteração no código aqui.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/meAZNvH2EQmXoLhaaUjc8gJrcoQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/B/CatckgSCCx4PlFsRbE1w/p90512774-highres-the-new-bmw-ce-02-07.jpg" medium="image"/>   <media:description>BMW CE 02</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 07 Jul 2023 20:21:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trens de SP recebem tecnologia de carros de luxo; veja como funciona</title>  <atom:subtitle>Sensor de fadiga e distrações foi incorporado aos trens da ViaMobilidade que operam na linha 9-Esmeralda (Osasco–Mendes)</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/trens-de-sp-recebem-tecnologia-de-carros-de-luxo-veja-como-funciona.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/trens-de-sp-recebem-tecnologia-de-carros-de-luxo-veja-como-funciona.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/j7I3ILLmCgfTqOO0ZSdJKM6nQWc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/v/u/fFSJ0MTiyXutoBWSfwuw/whatsapp-image-2023-07-05-at-14.43.38-1-.jpeg" /><br /> ]]>    Quem curte carros está familiarizado com sistema de frenagem de emergência, sensores de ponto cego e outras assistências que auxiliam os motoristas diariamente. Aos poucos, itens de segurança que monitoram o comportamento de quem está ao controle são incorporados em outros meios de transporte, como aviões, barcos e até trens. 
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Este é o caso da concessionária ViaMobilidade, que opera em São Paulo nas linhas 8-Diamante (Júlio Prestes–Itapevi) e 9-Esmeralda (Osasco–Mendes), com trens que já oferecem monitoramento ativo do comportamento do maquinista. O sistema, porém, é bem mais complexo que o dos automóveis atuais.
Autoesporte esteve no pátio da Estação Presidente Altino, na região de Osasco, para conhecer a operação da ViaMobilidade e os recursos de segurança inéditos que foram implementados recentemente nos trens.
Dos carros para os trens
Uma câmera foi instalada à frente do maquinista nos trens da ViaMobilidade. Recurso é inédito no Brasil
Cauê Lira/Autoesporte
O sistema de detecção de fadiga dos trens da ViaMobilidade é feito por duas câmeras. Uma delas fica literalmente à frente do maquinista e parece uma webcam. A outra está em um ponto mais elevado na cabine, como uma câmera de segurança convencional.
Câmera de segurança parece uma webcam
Cauê Lira/Autoesporte
O sistema pode detectar cansaço e distrações no comportamento do maquinista, além de emitir alertas sonoros e até avisar o supervisor de que algo está errado. O funcionamento pode ser visto na prática no vídeo abaixo:
Initial plugin text
As câmeras identificam piscadas mais longas e até bocejos, emitindo o aviso sonoro “atenção”. O uso do celular também pode ser "denunciado", tanto com o aparelho ouvido do condutor quanto em cima do painel, enquanto escreve mensagens de texto.
Conduzir um trem exige atenção máxima do maquinista, ainda mais quando está transportando quase duas mil pessoas simultaneamente nos horários de pico em São Paulo.
Câmera de sistema de segurança da ViaMobilidade
Cauê Lira/Autoesporte
O maquinista recebe estímulos o tempo todo para mostrar que está atento ao caminho. Entre eles, há um botão que se acende no painel e emite um alerta sonoro a cada 300 metros percorridos. O operador deve apertá-lo para mostrar que está tudo ok, como um check point.
Além disso, o condutor do trem está com o pé apoiado em um botão chamado “homem morto”. Os motores dependem disso para funcionar. Em caso de mal súbito, infarto, desmaios ou outras ocorrências, o pé do maquinista deixa de pressionar o botão, emitindo um alerta para os controladores do fluxo da linha e parando o trem automaticamente. 
Os trens ainda oferecem outros aparatos de segurança, como o SIAP (Sistema Inteligente para Auxílio de Abertura de Portas). O dispositivo evita a abertura de portas no lado oposto da plataforma.
Como complemento à tecnologia, os maquinistas também usam uma antiga técnica japonesa chamada shisa kanko (“apontar e falar”), que consiste em gesticular e falar sozinho para garantir a assertividade em uma conversão de trilhos, por exemplo. Segundo a ViaMobilidade, a técnica garante uma redução de 86% dos erros.
O sensor de fadiga começou a ser testado nos trens da ViaMobilidade em junho de 2022. Já a implantação total foi concluída em novembro do mesmo ano. Pela quantidade de estímulos, tarefas e os recursos de segurança, os maquinistas passam por um longo treinamento de 600 horas que pode durar até quatro meses. A concessionária também tem utilizado óculos de realidade aumentada durante a preparação dos condutores para simular cenários de adversidade.
O primeiro carro com câmera
Lexus LS 460 2006
Divulgação
O sistema implementado nos trens da ViaMobilidade já foi usado nos carros há alguns anos. Em 2006, a Lexus inovou ao lançar o sedã LS 460 com uma câmera instalada no painel. O recurso fazia parte de um moderno pacote de segurança que incluía até sistema de frenagem de emergência. 
A câmera tinha seis sensores infravermelhos complementares para funcionar durante a noite. Este sistema era capaz de fazer uma leitura da face do motorista, identificar quando a cabeça vira e os movimentos dos olhos e da boca. 
Se a câmera capturasse uma distração, um alerta sonoro e visual seria emitido no painel, exatamente como nos trens. Ao se aproximar de um pedestre, obstáculo ou outro veículo, o sistema de frenagem de emergência entraria em ação.
Câmera e sensores ficam escondidos no painel de instrumentos do Lexus LS 460
Divulgação
No caso de uma colisão inevitável, os cintos de segurança dos ocupantes dianteiros eram pré-tensionados para aguentar o impacto com mais segurança. Para um carro de quase 20 anos, o LS 460 foi revolucionário por oferecer um sistema tão completo capaz de evitar ou reduzir a gravidade dos acidentes.
A câmera foi considerada uma boa ideia, mas não avançou no mundo automotivo. Hoje, os sensores de fadiga dos automóveis foram simplificados e começaram a equipar modelos mais baratos. 
Eles funcionam com base no comportamento do motorista, e não no monitoramento visual. Um condutor cansado costuma ter dificuldades para manter o carro na faixa, por exemplo. 
Após algumas infrações, o veículo pode sugerir que o motorista encoste em um restaurante na estrada para esticar as pernas, tomar um café ou descansar.
Veículos diferentes, mesmo futuro
Conceito de um trem para o futuro
Reprodução
É irônico pensar que carros e trens compartilham exatamente o mesmo destino: a automação completa. Isso já acontece em algumas linhas do metrô de São Paulo, que transportam centenas de milhares de pessoas diariamente sem atuação humana.
No momento em que o primeiro totalmente carro  autônomo for autorizado a circular pelo Brasil, imagine como serão os trens, metrôs e outros meios de transporte das grandes cidades…
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/j7I3ILLmCgfTqOO0ZSdJKM6nQWc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/v/u/fFSJ0MTiyXutoBWSfwuw/whatsapp-image-2023-07-05-at-14.43.38-1-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Trem da ViaMobilidade</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 06 Jul 2023 17:43:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bicicleta elétrica precisa de placa e CNH com novas regras de trânsito?</title>  <atom:subtitle>Bicicletas com motor elétrico auxiliar, limitadas à potência de 1000W e velocidade máxima de 32 km/h têm algumas obrigatoriedades</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/bicicleta-eletrica-precisa-de-placa-e-cnh-com-novas-regras-de-transito.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/07/bicicleta-eletrica-precisa-de-placa-e-cnh-com-novas-regras-de-transito.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nW3GwIcFsfXgPIpxrVPnJD-AJTg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/R/G/qvEa99SfKQSFjSvBBoZg/foto-fundo-2.jpg" /><br /> ]]>    Mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estão valendo desde segunda-feira (3) e motos elétricas, por exemplo, agora precisam de CNH e placa. Mas, bicicletas elétricas também estão englobadas nessas novas regras?
A resposta é: não. Mas os ciclistas precisam seguir algumas regras. Bicicletas com motor elétrico auxiliar, limitadas à potência de 1000W e velocidade máxima de 32 km/h, não precisam de registro, licenciamento ou CNH. 
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No entanto, é necessário de um indicador e/ou dispositivo limitador eletrônico de velocidade, campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelho retrovisor do lado esquerdo e pneus em boas condições. 
Para veículos de duas ou três rodas, com motor de combustão interna ou elétrico, cilindrada máxima 50 cm³ (centímetros cúbicos), equivalente a 3,05 pol³ (três polegadas cúbicas e cinco centésimos) e potência de 4 kW (quatro quilowatts) –equivalente a 5,4 cv – e com velocidade limitada a 50 km/h, devem ser registrados, emplacados e necessitam de CNH. 
Novas regras para ciclomotores
Reprodução/Ascom/Detran-AC
Além do emplacamento e habilitação, é necessário transitar com luz baixa acesa durante o dia e utilizar capacete motociclístico com viseira ou óculos de proteção. No caso da CNH, a categoria "A" já basta para conduzir. Outra alternativa é a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC). 
O ACC é um documento de habilitação para conduzir veículo classificado como ciclomotor. Para tirar, basta entrar no site do Detran do seu estado e fazer uma solicitação para emissão. O preço médio é de R$ 125 – varia de acordo com o estado – e a validade é de apenas um ano. 
Patinetes elétricos
Para veículos elétricos como patinetes, monociclos e hoverboards, não há necessidade de registro e licenciamento para esses equipamentos. Tampouco habilitação por parte do condutor.
Quando a fiscalização começa das novas leis?
Segundo o Contran, donos de ciclomotores vão poder regularizar o veículo junto ao Detran estadual de 1º de julho deste ano a 31 de dezembro de 2025. As regulamentação de prazos em cada local será feita pela prefeitura da cidade ou município. 
Caso o condutor seja abordado por algum órgão de fiscalização de trânsito ou polícia, e o prazo para regularizar a situação já estiver passado, o mesmo será notificado com um infração gravíssima que resulta em 7 pontos na CNH e uma multa no valor de R$ 293,47, além da apreensão do veículo. 
Quem comprar qualquer ciclomotor elétrico novo que se encaixa nas novas especificações, já se enquadra na obrigatoriedade de emplacar e portar CNH de categoria A ou a ACC. Também vão precisar seguir as normas de trânsito, como circular onde for permitido e usar equipamentos de segurança.
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Motos elétricas
A partir de agora, veículos de duas ou três rodas, com motor de combustão interna ou elétrico, cilindrada máxima 50 cm³ (centímetros cúbicos), equivalente a 3,05 pol³ (três polegadas cúbicas e cinco centésimos) e potência de 4 kW (quatro quilowatts), com velocidade limitada a 50 km/h devem ser registrados e licenciados normalmente, como os demais veículos. Isso quer dizer que ciclomotores e motos elétricas precisam ser emplacados. 
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Além do emplacamento, precisam transitar com luz baixa acesa durante o dia, estar devidamente habilitados e utilizar capacete motociclístico com viseira ou óculos de proteção. No caso, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria "A", já basta para conduzir. Outra alternativa é a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC). 
O ACC é um documento de habilitação para conduzir veículo classificado como ciclomotor. Para tirar, basta entrar no site do Detran do seu estado e fazer uma solicitação para emissão. O preço médio é de R$ 125 – varia de acordo com o estado – e a validade é de apenas um ano. 
Bicicletas elétricas 
Bicicletas elétricas com motor elétrico auxiliar, limitadas à potência de 1000W e velocidade máxima de 32 km/h, não precisam de registro e licenciamento. No entanto, precisam de um indicador e/ou dispositivo limitador eletrônico de velocidade, campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelho retrovisor do lado esquerdo e pneus em boas condições. 
Patinetes elétricos 
Dispositivos de transporte movidos por motor elétrico, como patinetes, monociclos e hoverboards, não há necessidade de registro e licenciamento para esses equipamentos. Tampouco habilitação por parte do condutor.
Novas regras para ciclomotores
Reprodução/Ascom/Detran-AC
Quando a fiscalização começa das novas leis?
Segundo o Contran, donos de ciclomotores vão poder regularizar o veículo junto ao Detran estadual de 1º de julho deste ano a 31 de dezembro de 2025. As regulamentação de prazos em cada local será feita pela prefeitura da cidade ou município. 
Caso o condutor seja abordado por algum órgão de fiscalização de trânsito ou polícia, e o prazo para regularizar a situação já estiver passado, o mesmo será notificado com um infração gravíssima que resulta em 7 pontos na CNH e uma multa no valor de R$ 293,47, além da apreensão do veículo. 
Quem comprar qualquer ciclomotor elétrico novo que se encaixa nas novas especificações, já se enquadra na obrigatoriedade de emplacar e portar CNH de categoria A ou a ACC. Também vão precisar seguir as normas de trânsito, como circular onde for permitido e usar equipamentos de segurança.
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Aos que conhecem a McLaren apenas pelos supercarros e pela Fórmula 1, o anúncio de um patinete elétrico pode soar inusitado. A Lavoie pertence à McLaren Applied, que é a subdivisão de tecnologia da marca. Além do patinete elétrico, a empresa também desenvolve antenas 5G, dispositivos de inteligência conectada e até medicamentos e vacinas.
O Lavoie Series 1 foi desenhado pelo famoso designer automotivo Ian Callum, responsável pelo visual de carros lendários como Jaguar F-Type e Ford Escort Cosworth. 
Lavoie Series 1 está disponível em quatro opções de cores
Divulgação
Neste ponto, o e-scooter da McLaren já se diferencia dos demais. Patinetes elétricos são comuns nas concessionárias de carros na Europa e nos Estados Unidos, mas as fabricantes costumam licenciar produtos de outras marcas
Este é o caso da Jeep, que lançou um patinete elétrico aventureiro há alguns meses. Apesar de levar o logotipo da fabricante americana, o e-scooter foi desenvolvido por outra marca. No caso da McLaren, os patinetes são desenvolvidos por ela mesma.
Praticidade no dia a dia
Lavoie Series 1 é dobrável e pode ser transportado com facilidade na faculdade ou no trabalho
Divulgação
Callum desenhou o Lavoie Series 1 pensando na praticidade. O e-scooter é dobrável e pode ser transportado e guardado em um escritório sem grandes esforços. 
Duas versões foram anunciadas. O Series 1 de entrada tem bateria de 468 Wh, velocidade máxima de 40 km/h e autonomia para rodar 40 km (a uma velocidade média de 19 km/h). A versão Series 1 MAX tem bateria de 702 Wh e os mesmos 40 km/h de velocidade máxima, mas pode rodar até 61 km. 
Em tomadas residenciais, o e-scooter precisa de três horas para recarregar de 0 a 100%. O Lavoie ainda oferece três modos de condução: econômico, conforto e esportivo – e segundo a marca, a autonomia pode mudar de acordo com o tamanho do piloto.
O Lavoie Series 1 parte de US$ 2 mil na versão de entrada (R$ 9,7 mil na conversão) e pode chegar a US$ 2,2 mil (R$ 10,7 mil). As primeiras 469 unidades serão numeradas.
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A principal novidade é que agora há critérios claros que definem se determinado tipo de veículo terá que ser emplacado e se os condutores vão precisar precisar ter CNH de categoria A ou a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC).
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Segundo Adrualdo Catão, Secretário Nacional de Trânsito, a nova resolução vai substituir a 947, de 28 de março de 2022. “De lá para cá houve uma enxurrada de novos equipamentos no mercado sem passar pelos trâmites necessários. Chegaram como brinquedos, equipamentos eletrônicos, tudo sem passar pelo Senatran”, disse.
A nova norma vai considerar como parâmetros potência do motor; velocidade máxima de fabricação; equipamentos obrigatórios, registro e emplacamento; e habilitação. Confira abaixo as definições de cada tipo de veículo:
Bicicletas elétricas
Bicicletas elétricas não podem passar de 32 km/h 
Divulgação
Potência máxima: 1.000W
Velocidade máxima: 32 km/h (45 km/h de uso esportivo)
Emplacamento e necessidade de ACC ou CNH A: dispensado
Autopropelidos
Patinete elétrico é considerado um veículo autopropelido
Ulisses Cavalcante/Autoesporte
Potência máxima: 1.000W (4.000W para monociclos autoequilibrados)
Velocidade máxima: 32 km/h
Dimensões máximas: 130 cm entre-eixos e 70 cm de largura
Emplacamento e necessidade de ACC ou CNH A: dispensado
Ciclomotores
Motos cinquentinhas e scooters elétricos são enquadrados como ciclomotores ou cicloelétricos
Divulgação
Potência máxima: 4kW (ou 50 cm³ em caso de motor a combustão)
Velocidade máxima: 50 km/h
Regulamentação: Obrigatória
Emplacamento e necessidade de ACC ou CNH A: obrigatório
Pela resolução, são consideradas bicicletas elétricas veículos sem acelerador. Já veículos autopropelidos podem ter uma ou mais rodas com distância entre-eixos de até 130 cm e largura máxima de 70 cm. A potência máxima também é de 1.000W, ou até 4.000W para monociclos autoequilibrados.
Nestes dois casos, o emplacamento e a exigência de habilitação são dispensados. Mas há alguns equipamentos obrigatórios, como velocímetro, campainha e luzes de sinalização.
Já os ciclomotores têm motor elétrico de até 4kW ou a combustão de até 50 cm³. Nos dois casos não podem passar de 50 km/h. Para eles são exigidos, licenciamento, habilitação e equipamentos de segurança. É nessa categoria que se enquadram as chamadas cinquentinhas. 
Quando a fiscalização começa?
Segundo o Contran, donos de ciclomotores vão poder regularizar o veículo junto ao Detran estadual de 1º de julho deste ano a 31 de dezembro de 2025.  
Além do registro, os condutores serão obrigados a emplacar seus veículos e portar CNH de categoria A ou a ACC. Também vão precisar seguir as normas de trânsito, como circular onde for permitido e usar equipamentos de segurança. 
Em tese, essas eram obrigações dos donos de ciclomotores desde 2015. Em 2019, com a chegada de scooters elétricos e outros veículos do tipo, a discussão teve início, mas o governo levou quatro anos para criar uma regulamentação. 
Confusão na classificação dos veículos
“Como essa regularização não aconteceu, usuários de bicicletas elétricas eram abordados por guardas e seus equipamentos eram apreendidos e depois o dono não conseguia mais reaver por não ter esse registro”, afirmou Catão.
“O prazo é longo porque não temos nem ideia de quantos desses veículos tem por aí. E não queremos abarrotar os postos do Detran”, explicou. O secretário também explica que, como chegaram muitas novas bicicletas e patinetes, que se confundem com ciclomotores, ficou uma “zona cinzenta” na fiscalização. 
“O agente ficava em dúvida se deveria apreender ou não. Agora fica claro que bicicletas e patinetes não são ciclomotores. Agora são critérios objetivos”, afirmou. 
Segundo o secretário, a regularização será simples, exigindo poucos documentos e sem custos, a não ser que o estado cobre taxas de licenciamento e IPVA. A maioria dos estados isenta ciclomotores.
Patinete elétrico: saiba como andar
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Durante o seminário “Conduzindo o Futuro da Eletrificação no Brasil”, em Brasília, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Márcio de Lima Leite, declarou em seu discurso de abertura que  “o futuro é eclético, e não apenas elétrico”. 
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Como o Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e um dos líderes em produção de etanol — considerado extremamente limpo pelo seu ciclo de manufatura —, o biocombustível traz um efeito imediato na redução de gases tóxicos na atmosfera, registrando índices de emissões cerca de 60% menores que os da gasolina, por exemplo.
Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo
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“A mobilidade elétrica será uma das principais frentes para descarbonizar o país. Mas vamos eletrificar sem esquecer os biocombustíveis, que são significativos na descarbonização. Vamos investir em tecnologias para biocombustíveis diminuírem a pegada de carbono”, disse Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia.
Uma das empresas que aposta nessa solução é a Stellantis, grupo formado por marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram, entre outras. Segundo estudo divulgado pelo conglomerado automotivo, carros movidos a etanol são menos nocivos ao ambiente do que modelos elétricos que usam fontes de energia disponíveis na Europa.
Estudo da Stellantis mostrou que carros abastecidos com etanol poluem menos que elétricos na Europa
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A pesquisa mostrou que veículo a combustão abastecido com etanol registrou um índice de emissões de 107,2 g/km; já o carro elétrico que usa energia europeia (que muitas vezes usa fontes não renováveis) emite pouco mais de 126 gramas de CO2 a cada quilômetro rodado.
Dessa forma, uma das boas soluções para o mercado brasileiro seria o investimento em carros híbridos flex, capazes de combinar as duas tecnologias para alcançar um nível de eficiência ainda mais promissor.
Toyota foi pioneira em usar a tecnologia híbrida flex no Corolla, em 2019
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“O Brasil tem a matriz energética mais limpa entre os países desenvolvidos, e os biocombustíveis são o caminho. A tecnologia híbrida flex, neste momento, é a mais eficiente, por juntar a eletrificação e um combustível sustentável”, completou Silveira.
A Toyota foi pioneira ao usar um motor híbrido flex em 2019, apresentado no Corolla nacional, e tem ainda no catálogo o SUV Corolla Cross com a mesma tecnologia. Além disso, a fabricante japonesa já anunciou investimento de R$ 1,7 bilhão para produzir mais um modelo inédito nesse segmento em Sorocaba (SP), que deve chegar às lojas no  fim de 2024.
Great Wall Poer será a primeira picape híbrida flex do mercado brasileiro
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Mas outras marcas também pretendem entrar na briga. A chinesa GWM, que iniciou suas operações no Brasil neste ano e comprou a antiga fábrica da Mercedes-Benz em Iracemápolis (SP), anunciou que fará no local a primeira picape híbrida flex do país e um SUV para brigar com o Corolla Cross. Já a Stellantis promete lançar seu carro com a tecnologia ainda em 2023.
A Volkswagen também está investindo na criação de um híbrido flex. Uma área específica da empresa trabalha na descarbonização, não apenas dos veículos como de todo o processo produtivo, da cadeia de fornecedores ao descarte. 
O gerente de engenharia da fabricante, Roger Guilherme lidera o chamado Way to Zero Center, que atualmente reúne 11 pessoas. “Não acho que deva existir uma tecnologia dominante, e sim algumas alternativas. E o cliente deve escolher a mais adequada”, conta.
O grupo pensa em soluções para chegar ao objetivo de transformar a fabricante em uma empresa totalmente neutra em emissões até 2050. E o carro híbrido flex pode ajudar nessa jornada.
Há quem discorde
Chevrolet vai "pular" os híbridos e partir direto para os elétricos
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Mas esse caminho não é unânime. A Chevrolet já disse em mais de uma ocasião que não acredita nos híbridos como uma solução e vai partir diretamente para os elétricos. O objetivo da empresa é produzir modelos movidos exclusivamente a bateria no Brasil até 2030. 
A GM anunciou investimento de US$ 35 bilhões até 2025, quando terão sido lançados dez novos elétricos do grupo. A empresa anunciou também sua intenção de ser neutra em carbono até 2040. No Brasil o investimento de dez bilhões de reais, anunciado em 2019, está “no fim do ciclo”, segundo o executivo. “Outro deverá ser anunciado”, afirma Chamorro.
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Ao que tudo indica, a situação deve normalizar em breve, já que a paralisação está prevista para terminar às 16h, segundo Leandro da Cruz Medeiros, presidente do Sindicato dos trabalhadores com aplicativo do estado de São Paulo (Stattesp).
Motoristas de aplicativo se reúnem para exigir melhores condições de trabalho
Arquivo pessoal
Mais cedo, porém, a experiência com a Uber foi mais complicada. Na tentativa de pedir um carro nesta manhã, por volta de 6h10, a primeira tarifa era de R$ 59,97. Houve o aceite da corrida, seguido pelo cancelamento e o estorno do valor. 
Na segunda tentativa, o valor já saltou para R$ 69,99 — quase 17% a mais. E, novamente, cancelamento e estorno. Pela terceira vez um motorista aceitou a corrida, já com a tarifa dinâmica, por R$ 74,90, valor praticamente 25% mais alto que na primeira tentativa. Mesmo assim, o serviço foi cancelado mais uma vez.
Reportagem tentou pedir um Uber nesta manhã, mas enfrentou uma série de cancelamentos
Reprodução
Segundo a  Federação dos Motoristas Por Aplicativos do Brasil (Fembrapp) e a Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo (Amasp), a previsão era de que 70% dos profissionais optassem por não trabalhar nesta segunda-feira.
Durante a tentativa de Autoesporte de conseguir uma corrida pelo aplicativo da 99 no início desta tarde, as tarifas estavam com preço normal, inclusive com preços mais em conta em horários menos concorridos e com descontos oferecidos pela empresa. Não tivemos dificuldade em contratar o serviço, com média de aceitação de cerca de um minuto pelos motoristas. 
Entramos em contato com a 99 e a Uber para saber qual parcela de seus colaboradores aderiu à greve, mas não recebemos retorno até a publicação desta matéria. 
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Leandro da Cruz Medeiros, presidente do Sindicato dos trabalhadores com aplicativo do estado de São Paulo (Stattesp), disse à Autoesporte que os principais pontos para a adesão da greve são: 
R$ 2 por quilômetro;
Valor mínimo da corrida passar de R$ 5,62 para R$ 10;
Colocar câmeras em todos os veículos;
Maior rigidez no cadastro 
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"A paralisação foi para que todos os motoristas do país não trabalhassem, mas nós entendemos quem foi trabalhar porque muita gente está com carro alugado e um dia sem trabalhar pode prejudicar muito, além, claro, de outros motivos financeiros de trabalhadores endividados. Mas a nível nacional está muito boa para mostrar a insatisfação dos trabalhadores", explica Medeiros. 
Autoesporte procurou Uber e 99, que ainda não retornaram. A reportagem será atualizada assim que as empresas enviarem os posicionamentos.  
A paralisação começou às 8h e está prevista para ir até às 16h, "dependendo de como o fluxo vai estar", de acordo com Medeiros. 
"Com as plataformas, as conversas estão avançando cada vez mais sobre essas reivindicações para regulamentar tudo o que o trabalhador precisa. O Governo de São Paulo já abriu uma negociação com as empresas e estamos bem otimistas. Acreditamos que entre essa semana e na outra já inicie o trabalho dessas regulamentações", conclui. 
Alguns motoristas se juntaram na sede do sindicato em São Paulo
Arquivo pessoal
Sobre o uso de câmeras, o sindicato defende que a própria plataforma instale nos carros. Já sobre a maior rigidez no cadastro do usuário é porque só exigem nome completo e CPF para ter conta nos aplicativos, o que diminui a segurança dos motoristas, segundo o sindicato. 
A paralisação é de iniciativa da Federação dos Motoristas Por Aplicativos do Brasil (Fembrapp) e da Associação de Motoristas de Aplicativos de São Paulo (Amasp). As entidades calculam que 70% dos profissionais da categoria em todo o país devem aderir à greve no dia de hoje, portanto, ainda têm motoristas disponíveis para corrida, mas o tempo de espera do usuário está maior. 
Greve dos motoristas de aplicativo está acontecendo no Brasil inteiro 
Arquivo pessoal 
Em nota, Eduardo Lima de Souza, presidente da Amasp e diretor da Fembrapp, afirma que "as reivindicações são inúmeras, desde reajustes e repasses melhores nas tarifas, quanto à segurança, banimentos injustos, melhoria da plataforma no quesito ferramentas, mais dignidade, melhores condições de trabalho, dentre outros pontos".
Ainda de acordo com Souza, as empresas de transporte chegam a ficar com quase 60% do valor da corrida, fato que dificulta que os motoristas tenham lucro no final do dia. O executivo diz que desde 2016 não há um reajuste no valor repassado ao motorista. Em 2019, houve um aumento de centavos na corrida que, na prática, não afetou os rendimentos dos colaboradores.
Autoesporte vai atualizar a situação da greve no decorrer do dia. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LkrkjTOyp82vCjqSkvSyDtaj1Xg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/e/K/zBIzPoRXS9lS7cfXM5LA/e3c606ad-895d-4186-853b-a5286dc3adb6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Greve dos motoristas de aplicativo - Uber e 99</media:description>   <media:credit>Arquivo pessoal</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 15 May 2023 15:09:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carregador portátil para carro elétrico de R$ 3.200 é mostrado pela Intelbras na Agrishow</title>  <atom:subtitle>Estande da marca também leva outros carregadores para a feira de até 22 kW de potência</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/05/agrishow-intelbras-mostra-carregador-de-carro-eletrico-portatil-que-custa-r-3200.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/05/agrishow-intelbras-mostra-carregador-de-carro-eletrico-portatil-que-custa-r-3200.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UVpfjfbF_3fM_-9PsHy0BbQK69w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/1/a/cKEgtMSEOmwSsONGYzqA/5b6b2f4b-7bd3-48b9-9232-43f514eb053f.jpg" /><br /> ]]>    Viajar com um carro elétrico requer muito cuidado e planejamento. Afinal, não é qualquer lugar que tem um carregador disponível e onde tem não há garantia de que estará funcionando. Por isso, a Intelbras levou para a Agrishow 2023, maior feira do setor agro da América Latina, em Ribeirão Preto (São Paulo), uma solução que facilita a vida de quem tem veículo elétrico: um carregador portátil que custa R$ 3.200. 
Durante a Agrishow 2023, a nova geração da Ford Ranger foi apresentada, assim como a RAM 1500 Limited, nova versão topo de linha da picape gigante. 
Saiba mais
Voltando aos elétricos... a Intelbras expôs alguns carregadores no seu estande: portátil Mini (3 kw), Home (7,4 kw), City (de 11 kw e 7,4 kw) e Business (7,4 kw e 22 kw). Todos eles têm conector do Tipo 2, que é o padrão europeu, o mais utilizado no mundo. 
O carregador portátil, que pode ser utilizado em tomadas de 20 A e 220 V, visa atender tanto quem não tem um carregador em casa, quanto quem viaja para usá-lo por conta própria não depender de outros nas estradas. Ele é feito de plástico resistente com proteção ip65 – que suporta grandes jatos de água –  e é altamente resistente a peso, aguentando até um carro passando por cima em um virtual incidente, segunda a fabricante. 
Carregadores  
O carregador Home, como o nome já diz, é voltado para instalação doméstica. Com potência de 7,4 kW, o wallbox pode ser instalado em qualquer local com fiação elétrica aterrada. A liberação para recarga pode ser feita de forma tradicional, apesar colocando o plug no carro, entretanto, caso o proprietário queira, a liberação pode ser feita através de um cartão. 
A linha de City é pensada para condomínios e shoppings, e neste caso são duas potências: 7,4 Kw ou 11 kW. A partir deste modelo já tem o protocolo OCPP 1.6 JSON, que permite verificar o gerenciamento das recargas realizadas, localização das estações e tarifação, por exemplo. 
Fechando o portfólio está o carregador Business, com opções de 7,4 Kw ou 22 KW – potência máxima oferecida pela Intelbras. O aparelho é feito de aço e vidro resistente e, segundo a empresa, tem alta resistência a sol, chuva, frio e calor. Nele há um tela que exibe várias informações de carregamento, como tensão e status de carga. 
Carregadores da Intelbras expostos no estande da Agrishow 2023
Divulgação
Os usuários podem usar o aplicativo Intelbras CVE, que auxilia no planejamento de rota, na localização de carregadores, em reservas, e ainda possibilita que o gestor escolha entre várias alternativas a mais adequada para pagar pelo serviço de recarga. 
Há também a versão profissional, CVE-Pro, que é indicada para quem quer criar ou gerenciar uma rede de estações de recarga, pois permite acompanhar estatísticas, despesas com energia e receitas com recargas, bem como criar de grupos de usuários e cadastro de tags de acesso. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UVpfjfbF_3fM_-9PsHy0BbQK69w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/1/a/cKEgtMSEOmwSsONGYzqA/5b6b2f4b-7bd3-48b9-9232-43f514eb053f.jpg" medium="image"/>   <media:description>Carregador da Intelbras</media:description>   <media:credit>Divulgação </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 05 May 2023 19:29:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GWM fecha acordo com Governo de São Paulo para criar frota de veículos a hidrogênio </title>  <atom:subtitle>Projeto faz parte do investimento de R$ 10 bilhões da fabricante chinesa no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/gwm-fecha-acordo-com-governo-de-sao-paulo-para-criar-frota-de-veiculos-a-hidrogenio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/gwm-fecha-acordo-com-governo-de-sao-paulo-para-criar-frota-de-veiculos-a-hidrogenio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/A4QmvKVzGEuVOjHNksIFPXFaAYo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/c/A/WslgmNQvSUvQUmiJGpNQ/52846365808-189cfa8bca-k.jpg" /><br /> ]]>    A Great Wall Motor Brasil (GWM), que chegou recentemente no Brasil com os SUVs híbridos Haval H6 e H6 GT, fechou um acordo com o Governo de São Paulo para investir na pesquisa e no desenvolvimento de veículos movidos a hidrogênio, que posteriormente farão parte da frota do estado.
O compromisso foi firmado durante visita do governador Tarcísio de Freitas à fábrica da GWM em Iracemápolis (SP). O complexo automotivo tem capacidade produtiva de 100 mil veículos por ano e vai gerar dois mil novos empregos diretos até 2025. A empresa chinesa comprou a fábrica da Mercedes-Benz no interior do estado em agosto de 2021.
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“São Paulo quer ser líder no processo de transição energética. Temos um grande potencial do estado no etanol, que é a ponte para termos veículos movidos a partir de hidrogênio e que vão ser muito viáveis na questão de carga. Será uma revolução no transporte brasileiro, a tecnologia está aí e, com uma dose de incentivo, vamos ter usinas de etanol produzindo também o hidrogênio verde", afirmou o governador de São Paulo. 
Pelo acordo, o estado e a GWM vão estudar em conjunto a implantação de uma rota logística para veículos a hidrogênio e a identificação de parceiros para geração e fornecimento do combustível verde a partir de fontes renováveis, como o etanol. 
Fábrica no interior de São Paulo foi comprada da Mercedes-Benz e terá investimento de R$ 10 bilhões 
Divulgação
O Governo de São Paulo também se comprometeu a engajar as universidades estaduais na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de descarbonização das cadeias de transportes.
Great Wall Motors
GWM Haval H6 foi o primeiro lançamento da marca no Brasil
Divulgação
A Great Wall Motors é a maior fabricante privada da China e está presente em mais de 60 países. Em 2022, a empresa vendeu pouco mais de um milhão de veículos no mundo. Ao todo, tem 19 fábricas (a maior parte na China) e oito centros de Pesquisa e Desenvolvimento em países como Estados Unidos, Canadá, Áustria, Alemanha e Coreia do Sul.
O grupo automotivo é dono de quatro submarcas: Haval, para SUVs de uso urbano, Tank, de SUVs off-road, Poer, especializada em picapes, e ORA, responsável pela produção de compactos elétricos. Inicialmente, a linha será composta apenas por veículos de Haval, Tank e Poer.
Até agora, os únicos modelos lançados foram os SUVs da Haval. Inicialmente, o eles serão importados da China, mas há planos de produzi-los na fábrica de Iracemápolis. O que se sabe é que o primeiro veículo nacional da marca será uma picape híbrida, prevista para estrear no ano que vem. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/A4QmvKVzGEuVOjHNksIFPXFaAYo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/c/A/WslgmNQvSUvQUmiJGpNQ/52846365808-189cfa8bca-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>GMW e Governo de SP - Veículos a hidrogênio </media:description>   <media:credit>Divulgação </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 26 Apr 2023 17:22:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Etanol vira fonte para produção de hidrogênio mais ecológico e barato</title>  <atom:subtitle>Estudo da Universidade de São Paulo (USP) pretende abrir nova possibilidade de energia limpa para descarbonizar a frota brasileira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/etanol-vira-fonte-para-producao-de-hidrogenio-mais-ecologico-e-barato.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/etanol-vira-fonte-para-producao-de-hidrogenio-mais-ecologico-e-barato.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RWu2CbMfNcQ7EkcnDHGVj9mnpOU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/B/y/qnRjrtRneJrh6RoHQY9A/estacao-hidrogenio.jpg" /><br /> ]]>    O hidrogênio ainda não é considerado uma alternativa viável aos combustíveis fósseis no mundo, pois ainda apresenta barreiras consideradas de alto custo, como a cadeia produtiva, armazenamento complexo e a infraestrutura necessária para seu uso. 
Um estudo realizado na Universidade de São Paulo (USP) quer mostrar como o etanol pode viabilizar a produção de hidrogênio renovável com importantes vantagens tanto para o meio ambiente quanto para o bolso. 
Saiba mais 
“O custo do hidrogênio ‘verde’ obtido a partir do etanol é bem mais barato do que o valor do hidrogênio obtido a partir da eletrólise da água e também do hidrogênio a partir do gás natural. Além disso, a pegada de carbono do hidrogênio gerado pelo etanol é menor do que na eletrólise da água, mesmo com a matriz renovável de eletricidade disponível no país. Então podemos dizer que o Mirai será mais ‘verde’ no Brasil”, afirmou Thiago Lopes, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e integrante do RCGI (sigla em inglês para Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa). 
Inaugurado em 2015, o local já estudava maneiras de fazer com que o combustível derivado da cana-de-açúcar alimente células combustíveis de hidrogênio antes de receber um investimento de R$ 50 milhões da Shell Brasil. Além de financiar o projeto, a empresa petrolífera fornecerá o etanol necessário para os estudos por meio da distribuidora Raízen. A produção do hidrogênio será realizada com tecnologia da Hytron e o Senai prestará suporte no processo.
“Estamos falando de um hidrogênio mais ‘verde’ e que oferece um preço mais competitivo. Se nós unirmos esses pontos com o fato de a cidade de São Paulo ter proibido a circulação de ônibus novos movidos a diesel, temos uma condição única de contribuir com uma redução significativa de emissões no cenário nacional”, analisou o professor da USP. 
Autoesporte já testou o Toyota Mirai 
Divulgação
O plano da universidade paulista é construir uma planta dentro de seu campus capaz de produzir 4,5 quilos de hidrogênio por hora, com início das atividades previsto para o primeiro semestre de 2024. Até lá, os três ônibus de testes que já circulavam pelas ruas da universidade paulista terão a companhia de um Toyota Mirai. 
O sedã trazido pela própria fabricante já foi avaliado brevemente por Autoesporte e chamou atenção pela condução suave e o conforto digno de um bom carro executivo. 
Além de encontrar uma fonte renovável e abundante para a produção do hidrogênio renovável, o projeto encabeçado pela USP quer calcular as emissões de CO2 na atmosfera do cultivo da cana ao consumo do hidrogênio pela célula combustível do veículo. 
O custo do hidrogênio ‘verde’ obtido a partir do etanol é mais barato do que o valor do hidrogênio obtido a partir da eletrólise da água
Getty images 
De quebra, o estudo resolveria outro importante problema: a falta de infraestrutura para abastecer um carro a hidrogênio, algo que ocorre no mundo inteiro. Segundo informações do Statista (plataforma virtual especializada em compilar dados de mercado), a China é o país com o maior número de estações de abastecimento de hidrogênio, e ainda assim o número é modesto: são apenas 250 pontos. 
No Brasil, ao menos por enquanto, esse crescimento esbarra no custo. Recentemente, a própria fez um orçamento para a instalação de uma estrutura de abastecimento importada da Europa dentro de sua fábrica, na cidade de Sorocaba (SP). A conta ficou em mais de R$ 4 milhões, o que fez a empresa desistir da ideia e improvisar uma solução com uma válvula e alguns cilindros. 
Entusiastas do hidrogênio 
A participação da Toyota no projeto está alinhada com o discurso do novo CEO da empresa. Para Koji Sato, o hidrogênio desempenha um papel fundamental na estratégia de carbono zero da fabricante, mesmo com as atenções da montadora voltadas atualmente para os carros elétricos. 
“Queremos assegurar que o hidrogênio permaneça como uma opção viável. Precisamos investir mais em produção e na cadeia de suprimentos. Se não houver evolução nestes pontos, não veremos crescimento no uso deste tipo de energia”, afirmou Sato, que está no cargo desde abril deste ano. 
A marca japonesa é uma das poucas fabricantes que vendem um carro com célula de combustível a hidrogênio. Fora a empresa, apenas Honda (com o FCX Clarity) e Hyundai (com o Nexo) oferecem modelos deste tipo - e somente em alguns mercados, como Ásia e América do Norte. Por coincidência ou não, nenhuma das empresas possuem presença forte nos segmentos de carros híbridos e elétricos. 
A BMW trabalha no desenvolvimento de uma versão a hidrogênio do X5
Divulgação 
A BMW também defende a utilização do gás para alimentar as células de combustível dos veículos em um futuro próximo. No fim de 2022, a empresa prometeu o lançamento de um carro a hidrogênio “viável” até o final da década. 
“É uma fonte de energia versátil que tem um papel fundamental a desempenhar no processo de transição energética e, portanto, na proteção do clima”, declarou o presidente da BMW, Oliver Zipse. 
Ainda não se sabe qual será o modelo em questão, mas a marca trabalha no desenvolvimento de uma versão a hidrogênio do X5. Prova disso é o lançamento recente de uma frota piloto com “menos de 100 veículos” iX5 Hydrogen que vão circular por Munique, onde fica a sede da montadora alemã. A intenção é realizar demonstrações da tecnologia e testes com vários grupos de interesse. Ironicamente, os veículos utilizam células de combustível fornecidas pela… Toyota.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RWu2CbMfNcQ7EkcnDHGVj9mnpOU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/B/y/qnRjrtRneJrh6RoHQY9A/estacao-hidrogenio.jpg" medium="image"/>   <media:description>Carro a hidrogênio </media:description>   <media:credit>Divulgação </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 19 Apr 2023 13:38:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil é o 2° pior país do mundo para dirigir por quatro motivos</title>  <atom:subtitle>Estudo também mostra os melhores locais para conduzir um veículo; veja o ranking</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/brasil-e-o-2-pior-pais-do-mundo-para-dirigir-por-quatro-motivos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/brasil-e-o-2-pior-pais-do-mundo-para-dirigir-por-quatro-motivos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tcw4jiWi07qr8mboyBMlM5jkA9E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/y/E/QNZFsYQwml3XpHwlm4zw/sao-paulo-transito.jpg" /><br /> ]]>    Sabemos que o trânsito brasileiro é conturbado. Mas um estudo feito pelo site inglês Compare The Market com dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) confirmou essa informação. De acordo com a companhia, o Brasil é o segundo pior país para dirigir. A Rússia lidera o ranking.
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Para determinar os locais, quatro fatores foram levados em consideração: nível de qualidade das estradas, taxa de mortalidade no trânsito, congestionamento das cidades e custo de manutenção do carro em relação à renda.
No caso do Brasil, a segunda pior posição do ranking surgiu a partir da baixa qualidade das estradas (3,1), do alto nível do congestionamento registrados nas grandes cidades (28%), do alto custo de manutenção em relação à renda (26%) e da taxa de mortalidade de 16 a cada 100 mil pessoas.
O país brasileiro só perdeu para a Rússia, que lidera a lista por ter o pior índice de qualidade das estradas (2,9) e a pior taxa de congestionamento (37%). A relação de mortalidade do país russo é menor: de 12 a cada 100 mil pessoas. O terceiro lugar da tabela é ocupado pelo México. Confira:
10 piores países para dirigir
E os melhores países?
Por outro lado, o estudo do Compare The Market também divulgou os melhores países para dirigir. A primeira posição do ranking é ocupada pela Dinamarca. O país europeu tem um dos menores índices de mortalidade no trânsito: de apenas 3,7 a cada 100 mil pessoas. O segundo lugar é dos Estados Unidos, seguido da Holanda. A Europa, aliás, tem sete países no Top 10. Confira:
10 melhores países para dirigir
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tcw4jiWi07qr8mboyBMlM5jkA9E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/y/E/QNZFsYQwml3XpHwlm4zw/sao-paulo-transito.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito na cidade de São Paulo</media:description>   <media:credit>Wikimedia Commons</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 14 Apr 2023 12:53:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Projeto de Lei quer proibir circulação de motos entre os carros nos corredores; entenda</title>  <atom:subtitle>Proposta do deputado Marcos Soares (União) defende que hábito faz motociclistas correrem riscos de acidentes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/04/projeto-de-lei-quer-proibir-circulacao-de-motos-entre-os-carros-nos-corredores-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2023/04/projeto-de-lei-quer-proibir-circulacao-de-motos-entre-os-carros-nos-corredores-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ybJ9VHgszVhEJvXQZCOmYI_5kR0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/o/R/HmTeGPSriTGBiPj3HNbA/design-sem-nome-1-.jpg" /><br /> ]]>    A circulação de motos entre carros nos chamados "corredores" é muito comum no Brasil. Mas se depender do deputado Marcos Soares (União), isso deve acabar em breve — ou, pelo menos, diminuir. 
O Projeto de Lei 1549/2023, apresentado na Câmara dos Deputados pelo representante do Rio de Janeiro, quer alterar o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para proibir o tráfego de motocicletas, motonetas e ciclomotores entre veículos de faixas adjacentes. 
A proposta sugere que esses tipos de veículos circulem nas faixas utilizadas por automóveis ou em zonas exclusivas para motocicletas. Assim, se aprovado, os órgãos competentes deverão demarcar essas faixas em avenidas ou vias em que a velocidade ultrapassar os 50 km/h —  igual já acontece em algumas avenidas na cidade de São Paulo.
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O Projeto de Lei ainda defende que "quando uma via comportar duas ou mais faixas de trânsito e a da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veículo, os ciclomotores deverão circular pela faixa adjacente à da direita".
De acordo com o deputado Marcos Soares (União-RJ), não há uma pesquisa específica que relacione o hábito de rodar no corredor com um aumento nos acidentes de trânsito. Mesmo assim, Soares diz que esse hábito faz os motociclistas correrem mais riscos.
"A principal razão para isso é a diferença de velocidade da moto em relação aos outros veículos, que geralmente é abusiva. Isso porque muitas pessoas passam no corredor na mesma velocidade que na pista, pilotando até mesmo acima de 100 km/h. Nesse caso, basta um simples descuido para que um acidente fatal aconteça", justifica.
Órgãos competentes deverão demarcar faixas em avenidas ou vias em que a velocidade ultrapassar os 50 km/h
Divulgação/Prefeitura de São Paulo
Se o Projeto de Lei for aprovado, os motociclistas que não cumprirem com a nova lei estarão cometendo uma infração média. Nesses casos, o valor da multa é de R$ 130,16 e quatro pontos são adicionados na CNH.
Não há hoje uma lei ou restrição que proíba a circulação de motociclistas em corredores. No entanto, outros Projetos de Lei com esse intuito já foram criados anteriormente. Em fevereiro, a deputada Renata Abreu (Podemos-SP) sugeriu que órgãos estaduais delimitem faixas específicas para o tráfego de motos, por exemplo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ybJ9VHgszVhEJvXQZCOmYI_5kR0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/o/R/HmTeGPSriTGBiPj3HNbA/design-sem-nome-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Moto no corredor</media:description>   <media:credit>Divulgação / Governo de São Paulo</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 13 Apr 2023 19:59:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen vai usar nova Kombi elétrica como carro autônomo compartilhado</title>  <atom:subtitle>ID.Buzz sem motorista vai substituir outra van da marca em serviço que já faz sucesso nas cidades alemãs</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/volkswagen-comeca-a-testar-nova-kombi-eletrica-como-carro-autonomo-compartilhado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/04/volkswagen-comeca-a-testar-nova-kombi-eletrica-como-carro-autonomo-compartilhado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Drth5z-0kg2TR2RFXEWpWke-Pas=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/u/G/g5Mbm3TV2GCG0kItrMcg/id.jpeg" /><br /> ]]>    Pluto dobra a esquina e para junto à calçada para o embarque. Sua porta elétrica abre, a pessoa entra, ocupa um dos seis bancos e a van parte silenciosamente. O passageiro pode relaxar com o ar-condicionado, vendo a paisagem da cidade que desfila pelos amplos vidros, trabalhar usando o Wi-Fi a bordo ou esticar as pernas (36 centímetros de espaço) e lutar contra o sono no assento confortável. O motorista, ou um substituto eletrônico quando o condutor não estiver mais ao volante, vai acordá-lo no destino. 
O serviço é operado pela Moia, empresa criada pelo Grupo Volkswagen que estreou em outubro de 2017 na cidade alemã de Hannover. Era um projeto-piloto de ridepooling, ou corrida compartilhada, mas pode chamar de lotação. Hoje opera também em Hamburgo e, desde janeiro, passou a fazer parte do sistema público de transporte de Hannover. 
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O conceito do Moia é muito simples: atender passageiros mais ou menos na mesma área que também compartilham um destino próximo. Grosso modo, o mesmo que era oferecido pelo Waze Carpool, suspenso pelo Google em setembro de 2022. A diferença para a carona paga oferecida por um dono de carro é que o Moia é um serviço com muito conforto e tecnologia explorado por uma empresa. Em tempo: Moia é palavra adaptada do hindu-sânscrito com significado próximo a "mágica". 
Vale começar apresentando o Pluto, baseado na van Crafter lançada em 2006 pela Volkswagen. Dez anos depois, o furgão de 6,8 metros recebeu a versão elétrica e-Crafter. É essa que circula nas ruas alemãs e ganhou o apelido. Parece o Pluto pra você? Segundo a Volkswagen, a van tem autonomia aproximada de 300 km e velocidade máxima de 90 km/h. Até 80% de sua bateria pode ser recarregada em cerca de meia hora. 
Baseado na Crafter, furgão recebeu apelido de Pluto na Alemanha
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No campo da conveniência, o veículo oferece seis assentos individuais para os passageiros, com luz de leitura e entrada USB. Até três assentos infantis podem ser fixados com Isofix. Sascha Meyer, diretor executivo da Moia, afirma que dos 565 Plutos elétricos circulando em Hamburgo e Hannover, essa segunda cidade tem 15 unidades com elevador na traseira a fim de atender cadeirantes. 
Para obter uma viagem, a pessoa deve acionar um aplicativo no celular. As solicitações são combinadas por algoritmo, os pontos de embarque virtuais (mais de 15 mil) e os destinos e as rotas são agrupados. O usuário tem acesso à hora de chegada e ao custo da viagem no aplicativo. 
Veículo elétrico e autônomo já faz parte do sistema de transporte público de Hannover
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Na sala de controle, no enorme pátio de Plutos em Hamburgo, um monitor exibe pontos verdes. Cada um equivale a um veículo; muitos se deslocam, alguns estão parados – pausa do motorista para um café. Em paralelo à inteligência artificial, esse monitoramento ajuda a evitar a concentração de veículos em determinada área. Sascha Meyer afirma que também é possível bloquear uma região onde haverá um evento público. Por exemplo, uma maratona que leve à interdição de ruas e avenidas. 
Como em uma viagem por carro de aplicativo no Brasil, o custo é debitado no cartão de crédito do passageiro. Segundo o executivo da Moia, a tarifa fica entre o transporte público e os táxis. Mas isso varia com a demanda, a distância, a hora e o dia da semana. 
A Moia planeja expandir o atendimento para 15 cidades da região em 2025, ano para o qual está programada a grande mudança no serviço. Os Plutos serão substituídos pelo ID.Buzz de deslocamento autônomo. Christian Buhlmann, chefe de comunicações da área de veículos comerciais da Volkswagen, conta que a empresa está financiando parte dos veículos, avançando "passo a passo, provando que modelo pode funcionar". 
Atualmente os Plutos levam até seis passageiros com conforto
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Esse modelo, explica o executivo, significa preparar os motoristas para novas funções à medida em que as Kombi elétricas autônomas entrarem em operação. Os testes estão em fase inicial, segundo Buhlmann "em lugares seguros, para transmitir confiança". Ele afirma ainda que o custo das viagens deve cair e que a movimentação das vans autônomas "não exige infraestrutura". 
Segundo a municipalidade de Hamburgo, mais de 50 mil pessoas usaram o serviço da Moia desde agosto de 2018. A empresa e a Volkswagen têm ambição de transformar a cidade no que Buhlmann chamou de "campo de provas para mobilidade autônoma". Em dois anos, vamos saber como as pessoas vão encarar a simpática Kombi elétrica dobrando a esquina, sem motorista.
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E tudo a uma velocidade jamais vista, combinada à big data, à inteligência artificial e à Internet das Coisas (IoT), deixando os faróis verdes para que a pizza chegue quente a sua casa. Já se sabe que dispositivos conectados ao 5G processam e reagem a dados quase que de imediato devido à baixa latência da rede — menor tempo de resposta. 
Saiba mais 
Uma das consequências disso é, por exemplo, a “computação de borda”, tecnologia que permite armazenamento de dados na fonte, sem necessidade de que passem por uma central. Isso significa que um carro conectado poderá receber e transmitir, diretamente, dados de outros veículos próximos, de sensores de estrada e de infraestrutura. 
“Com relação aos carros autônomos, graças à conexão 5G e sua interligação com os demais equipamentos e veículos via IoT será possível prever situações que podem causar acidentes e evitá-las, assim como desviar de pontos de congestionamento e vias interditadas. O tráfego ficará muito mais seguro e rápido. Com isso, haverá mais tempo para que os passageiros possam se dedicar a atividades de trabalho ou lazer dentro do veículo”, diz Jaime Gil, diretor de serviços conectados da GM América do Sul. 
Já a Ford anunciou, há pouco, a paralisação do projeto Argo AI”, feito em parceria com a Volkswagen e com a Lift para desenvolver carros autônomos de nível 4 — que se deslocam sem intervenção humana. Uma das maiores dificuldades alegadas pela fabricante é a falta de escala. A marca entende que a estrada para alcançar um modelo de negócios lucrativo será longa, e por esse motivo voltou seu enfoque a projetos autônomos de nível 2 e 3 — que sempre exigem a presença do motorista. 
Especialistas apontam pontos vulneráveis no casamento entre carros e tecnologia 5G
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Tudo indica que essa viagem ao futuro, em que carros dirigem sozinhos e conversam entre si, irá demorar mais do que o desejado. A Ford já entendeu que, apesar das dificuldades do desenvolvimento em si, outra questão central continua sendo a falta de infraestrutura nas cidades. 
Apesar de recentemente ter firmado parceria com o Google para criar inovações em serviços digitais, por ora a montadora continuará trabalhando sistemas de monitoramento inteligente, tecnologias de controle remoto do veículo e visualização de status de agendamento de serviços, o chamado “FordPass”. 
“A era dos carros conectados chegou, e ela não depende do 5G. O 4G atende muitas necessidades. Sem dúvida, o 5G será o grande habilitador do V2X (vehicle-to-everything, ou comunicação entre um automóvel e qualquer coisa que interaja com ele) e do uso mais amplo de IoT. Porém, o desenvolvimento de sistemas complexos integrados depende de investimento de parceiros em infraestrutura, de criação de regulações e de algumas adaptações ao nosso mercado. 
O FordPass é um sistemas de monitoramento inteligente com tecnologias de controle remoto do veículo
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É preciso pensar em soluções de baixo custo e adaptadas à nossa cultura”, diz Luciano Driemeier, gerente de conectividade e novos negócios da Ford América do Sul. 
Ao permitir a comunicação máquina a máquina, os benefícios do 5G na indústria automotiva serão amplos. Especialistas estimam que os impactos na indústria automobilística comecem na linha de montagem — a expectativa é de que a produção de carros se torne mais rápida, barata e eficiente. O objetivo é que essa conectividade inteligente melhore a segurança, reduza a poluição e baixe até o preço do seguro do carro. 
“A IoT também contribuirá para os processos produtivos. Nas fábricas da GM já há métodos e equipamentos em fase de implantação para atender a processos de produção da indústria 4.0, como integração de maquinário, software, Internet das Coisas, computação em nuvem e robótica. A fábrica de São Caetano do Sul, em São Paulo, onde é produzida a nova Montana, é um exemplo de manufatura 4.0 com aplicação de IoT”, conta Jaime. 
Nas fábricas da GM já há métodos e equipamentos em fase de implantação para atender a processos de produção da indústria 4.0
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Para mudar nossa forma de pensar o transporte como um todo, a promessa é de que teremos experiências de direção mais rápidas, eficientes, seguras e com redução de congestionamentos. Porém, como ocorre com qualquer nova tecnologia, há preocupações com a privacidade e segurança dos dados. Nesse sentido, foi criada a ISO 21.434, de 2020, que fornece um conjunto de diretrizes e requisitos para o desenvolvimento seguro de sistemas eletrônicos desses carros. 
“Não é possível garantir a segurança plena de uma frota de veículos conectados em rede porque o sistema é individual, com equipamentos de hardware e softwares instalados no automóvel que têm vulnerabilidades. As empresas que seguirem a ISO 21.434 vão conseguir mitigar problemas de segurança, mas nunca garantir plena segurança. Hoje, não é possível falarmos em rede de comunicação 100% infalível”, diz Rodolfo Avelino, professor de tecnologias hackers, cibersegurança e computação em nuvem do Insper. 
Na última semana de março, uma equipe de hackers invadiu um Tesla Model 3 em uma conferência de Hackers, no Canadá. Em menos de dois minutos, os nerds acessaram o sistema de entretenimento do carro e trocaram o logo da Tesla pelo da empresa de cibersegurança para a qual trabalham, a Synacktiv. 
Uma equipe de hackers invadiu um Tesla Model 3 em uma conferência de Hackers, no Canadá
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Ao todo, durante os dez minutos de tempo limite da competição de que participavam, os hackers acessaram os sistemas três vezes. Nas duas últimas, atingiram pontos críticos do carro: poderiam abrir o porta-malas com o veículo em movimento e também acessar seus sistemas de segurança. A façanha rendeu à equipe US$ 350 mil (R$ 1.774 milhão, em conversão direta) e deve ter deixado o chefe, Elon Musk, um tanto decepcionado. 
“A comunicação dos carros com sistemas externos utilizará, em grande parte, protocolos padrão de internet que já existem há décadas e que têm várias vulnerabilidades conhecidas. É por isso que sites como os de Americanas, Submarino, Ministério da Saúde e até da NSA (Agência de Segurança Norte-Americana) já sofreram ataques, mesmo investindo pesadamente em sistemas de segurança”, conclui Avelino. 
Por outro lado, há exatamente um ano o IBGE divulgou que mais de 33 milhões de pessoas no Brasil ainda não tinham sequer acesso à internet. A implementação de uma ampla cobertura do 5G no país, que proporcione a criação de uma frota nacional de carros conectados, é exequível? 
“Para ter uma frota de carros conectados é essencial contar com infraestrutura adequada. No caso do Brasil é ainda mais difícil devido à dimensão continental. Atualmente não temos nem cobertura celular em 100% das estradas e rodovias. Mas estamos na trilha”, destaca Mauro Miyashiro, mentor de Conectividade da SAE Brasil. 
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Entretanto, não há qualquer detalhe sobre o quanto pode ser usado deste fundo, como será a indenização para o dono e qual é o ano de fabricação do carro para ele ser considerado velho. 
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Para entender melhor a situação, nos contratos de concessão de petroleiras há uma cláusula para destinar recursos para o projeto Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I), que estimula novas tecnologias no setor. O valor destinado para o fundo varia de 0,5% a 1% da receita bruta da produção, portanto, o dinheiro de indenização sairá daí. 
A ampliação do Programa Renovar, para ajudar na redução da emissões da poluentes, foi discutida com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. De acordo com Haddad, os técnicos do Ministério da Fazenda estudarão a proposta. 
Poluição é um problema nas grandes cidades e a frota envelhecida é o principal fator
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“Vim tratar com o vice-presidente da possibilidade de estabelecer um programa que usa o fundo das petroleiras e dedicar esse fundo à transição ecológica por meio da renovação de frota de carros muito velhos, que precisam ser retirados de circulação, mediante indenização para que a frota seja renovada em respeito ao meio ambiente”, declarou Haddad. 
Vale lembrar que, em dezembro do ano passado, o governo anterior regulamentou o programa Renovar, por meio de Decreto Nº 11.276/2022.
Neste decreto, o Poder Executivo citou, entre outros dados, informações da Secretaria Nacional de Trânsito, indicando haver 3,5 milhões de caminhões em circulação no Brasil. Desse total, cerca de 26% dos veículos tinham mais de 30 anos de fabricação, considerada a idade em que o veículo já atingiu o fim de sua vida útil. 
Cerca de 26% dos caminhões brasileiros foram fabricados há pelo menos 30 anos 
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O então governo também mencionou que a idade média da frota de transporte de cargas nacional acima de 3,5 toneladas é de 14,8 anos, conforme dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). É uma idade média avançada em comparação com os países desenvolvidos, nos quais a idade média da frota circulante gira em torno de oito anos.
No caso dos carros, não há confirmação se este prazo de 30 anos de fabricação também será o critério para renovação da frota. 
"Vamos montar uma equipe para estudar a proposta e vamos dar uma devolutiva para ele [o vice-presidente e ministro Alckmin]. O processo é rápido. É um recurso que já está segregado para isso”, afirma Haddad. 
O ministro finaliza reforçando que e o dinheiro para essa renovação já está separado e não envolverá novos gastos. 
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Para isso, anunciou uma parceria com Shell Brasil, Raízen, Hytron, Universidade de São Paulo (USP), Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) e o Senai CETIQT para contribuir em um projeto de pesquisa que visa produzir hidrogênio a partir do etanol. 
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A participação da Toyota se concretizará com a presença do Mirai, que é movido à célula de combustível e será o carro utilizado para concretizar a pesquisa. 
Como o etanol é considerado uma fonte de energia limpa, o hidrogênio produzido poderia ser classificado como hidrogênio verde, o que pode ampliar a vantagem do Brasil na corrida pela descarbonização, conforme explicamos nesse outro artigo. 
“O Brasil tem potencial para ser o protagonista internacional com a descarbonização da frota. Por isso, a Toyota vem investindo, desde o Prius em 1997, em soluções que são práticas e sustentáveis. Uma delas é a tecnologia híbrida-flex produzida aqui no Brasil nas nossas plantas de Indaiatuba e Sorocaba, desenvolvida para o mercado brasileiro em uma parceria com o Japão, e que se tornou líder o mercado de eletrificados", destaca Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.
Toyota Corolla híbrido foi o primeiro com tecnologia híbrida flex (Foto: Rafael Munhoz/Autoesporte)
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O executivo completa dizendo que em um país com forte vocação para biocombustíveis, existem opções prontas para incentivar a economia neste período de transição para uma futura agenda neutra em carbono. "Agora, com o Mirai abastecido com hidrogênio produzido de uma fonte 100% renovável, como o etanol, o futuro do Brasil pode ser cada vez mais verde”, ressalta. 
O objetivo do projeto é demonstrar que o etanol pode ser um vetor para a produção de hidrogênio, contribuindo para a descarbonização de setores da indústria. O investimento na pesquisa é de R$ 50 milhões, que foram bancados pela Shell Brasil. 
Além de mostrar a eficiência do etanol para produzir hidrogênio, o projeto irá calcular a pegada de carbono do ciclo ‘campo à roda’, ou seja, mensurar as emissões de CO2 na atmosfera, desde o cultivo da cana até o consumo do hidrogênio pela célula combustível do veículo.
O Toyota Mirai
Toyota Mirai, primeiro carro de série a hidrogênio do mundo, fará parte dos testes
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O Toyota Mirai foi o primeiro carro produzido em série a utilizar células de combustível e se diferencia por utilizar o hidrogênio para gerar eletricidade e mover o sedã ao invés de abastecê-lo diretamente na tomada. 
O hidrogênio é pressurizado em um catalisador, onde seus íons e elétrons são separados. Os elétrons formam a corrente elétrica que é enviada ao motor, fazendo as rodas do carro girarem e os sistemas eletrônicos funcionarem. As moléculas de oxigênio se juntam aos íons de hidrogênio residuais, formando água.
O modelo que foi importado recentemente para o Brasil possui 182 cv e 22 kgfm de torque com tração traseira. A autonomia é de 600 km, segundo a Toyota. 
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Chamado de SecurOS Soffit, o sistema foi criado pela empresa americana Intelligent Security Systems (ISS) e está em avaliação por técnicos da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC).
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A instalação da tecnologia foi realizada no cruzamento da rotatória da Praça Portugal com a Av. Dom Luís, no bairro Aldeota. A seleção do local foi feita com base na densidade de tráfego e na localização, já que a circulação de veículos acontece em curva, o que pode dificultar a visibilidade dos motoristas em relação aos pedestres.
Como o SecurOS Soffit funciona?
Acionado por inteligência artificial, o sistema trabalha a partir de um conjunto de luzes que é ligado assim que a presença humana é identificada na faixa de pedestres. Desta forma, a iluminação funciona do início até a conclusão da travessia. Veja abaixo:
Initial plugin text
O SecurOS Soffit também ilumina pedestres que caminham em faixas opostas para aumentar ainda mais a visibilidade. “Nossa expectativa é que a iluminação dinâmica aumente significativamente a velocidade de resposta visomotora dos motoristas para que eles tenham a capacidade de frear a tempo e evitar atropelamentos”, afirma Lélio do Vale, coordenador da Central da Mobilidade para a Preservação de Vidas no Trânsito da AMC.
A eficácia do programa inovador está sendo analisada a partir de uma câmera que verifica se a travessia realmente aconteceu na faixa de pedestres. 
A escolha de Fortaleza para ser servir como cobaia do sistema inédito na América Latina foi feita em função da capital ser referência nacional em segurança viária nos últimos anos. Em 2022, a cidade cearense registrou o oitavo ano consecutivo de redução de mortes no trânsito com 158 óbitos. A empresa ainda não informou se há um planejamento de expansão do serviço.
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E o Parlamento Europeu aceitou a sugestão alemã. A lei também estabelece a meta intermediária de reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030, em comparação com os níveis de 1990.
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Os combustíveis sintéticos, chamados de “e-fuel”, são semelhantes aos biocombustíveis como o etanol, mas dependem apenas de água e de dióxido de carbono extraído da atmosfera.
"Chegamos a um acordo com a Alemanha sobre a futura utilização de e-fuels nos automóveis. Vamos trabalhar agora para conseguir com que as normas de CO2 para regulamentação de carros sejam adotadas o mais rápido possível", escreveu o chefe da European Green Deal, Frans Timmermans, no Twitter.
Segundo especialistas ouvidos pela imprensa europeia, dificilmente os veículos movidos a combustíveis sintéticos poderão competir com os carros elétricos. O CEO da Audi, Markus Duesmann, disse ao site de notícias alemão Der Spiegel que o combustível sintético "não desempenhará um papel importante no futuro de médio prazo dos carros de passeio".
A Europa terá emissão zero a partir de 2035 (Foto: Denis Doyle/Getty Images News)
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A Porsche é a fabricante que está com o maior investimentos em combustível sintético. Em dezembro do ano passado foi inaugurada no Chile uma planta para produção de e-fuel com previsão de 130 mil litros por ano. 
Inicialmente, o combustível será usado em projetos como o Porsche Mobil 1 Supercup e nos Porsche Experience Centers. A expectativa é de que 55 milhões de litros sejam produzidos por ano até meados desta década, sem especificar exatamente em qual ano isso acontecerá. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/akp6xcafiEGwU4v3E0SgDSyiPLs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/N/9/B2W2RiShanEkE8QQAY2A/escapamento-poluicao.jpg" medium="image"/>   <media:description>Poluição causada por veículos ainda é um problema nas grandes cidades</media:description>   <media:credit>Wikimedia Commons</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Mar 2023 19:36:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chefão da Toyota prevê vender mais carros movidos a hidrogênio do que veículos elétricos</title>  <atom:subtitle>Fabricante garante que adaptará suas motorizações de acordo com as necessidades de cada mercado</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/03/chefao-da-toyota-preve-vender-mais-carros-movidos-a-hidrogenio-do-que-veiculos-eletricos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/03/chefao-da-toyota-preve-vender-mais-carros-movidos-a-hidrogenio-do-que-veiculos-eletricos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EIRZJ46cqi1Clx79FXqy3dhiKsM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/C/Y/meCUvfTWAXGM1PfJhQpA/mirai-4.png" /><br /> ]]>    Não há dúvidas de que há uma corrida contra o tempo da indústria automotiva para tornar a venda de carros elétricos cada vez maior no mundo. No entanto, um movimento liderado pelas fabricantes japonesas pode fazer o mercado tomar outro rumo. Enquanto a Honda quer utilizar o CR-V para popularizar o uso de hidrogênio, a Toyota trabalha para que o uso desse tipo de combustível se sobressaia em relação aos carros movidos à energia elétrica. 
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A informação foi revelada pelo novo CEO da Toyota, Koji Sato, que acredita no hidrogênio como melhor caminho a seguir para atingir a neutralidade de carbono. Em entrevista ao site Automotive News, Sato foi bem claro:
"Queremos garantir que o hidrogênio continue como opção viável. Precisamos de uma cadeia de abastecimento de produção e transporte. A menos que vejamos evolução ali, não podemos esperar um aumento de volume no uso da energia", se referindo a problemas estruturais que o aumento na demanda por energia poderá causar.
Toyota Hilux a célula de hidrogênio
Divulgação
Obviamente, a Toyota não estará fora do mercado de carros elétricos. Na mesma entrevista, o executivo afirmou que a empresa trabalhará de forma flexível, adaptando as motorizações de acordo com as necessidades de cada mercado.
A prova disso é que o Mirai, que será até convertido para gerar hidrogênio, é vendido apenas na Califórnia, porque é o único estado dos Estados Unidos com a infraestrutura de abastecimento necessária.
Na China, a fabricante tem uma linha considerável de elétricos, enquanto em outros países, oferece apenas o BZ4X. Por fim, no Brasil, há apenas híbridos flex, mas com a promessa da chegada de elétricos quando a Toyota considerar que há estrutura necessária.
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Por ora, o aplicativo está em fase de cadastramento dos motoristas autônomos, que podem se inscrever por meio do site https://mobizapsp.com.br/. Após esse processo, o aplicativo será liberado para toda a população nos sistemas operacionais Android e iOS.
De acordo com a Prefeitura, as corridas poderão ter o destino final em outras cidades, mas todas devem partir de São Paulo. As viagens poderão ser pagas em dinheiro, cartões de crédito e débito ou crédito no aplicativo.
Motorista de aplicativo poderá se cadastrar para trabalhar no Mobizap
Reprodução/99
Apesar de a administração do Mobizap ser pública, o aplicativo foi desenvolvido pelo Consórcio 3C, que venceu a licitação pública em julho de 2022. De acordo com o governo municipal, a taxa de administração pelo consórcio será fixa, de 10,95%. Ou seja, o motorista autônomo receberá 89,05% do total recebido pela viagem. 
Como diferencial em relação às empresas Uber e 99, o Mobizap não terá tarifa dinâmica, praticada quando os valores das viagens estão acima do preço habitual, principalmente durante os horários de pico. Dessa forma, pretende ser uma opção mais acessível para a população. A Prefeitura ainda está estudando qual será o preço pelo quilômetro rodado. Diferentemente da concorrência, não haverá uma taxa de cancelamento. 
Essa é a segunda vez que o município tenta desafogar a demanda por Uber e 99. Em 2018, o então prefeito João Dória anunciou a criação do SPTaxi, um aplicativo de transporte voltado a viagens de táxi. O aplicativo ainda está no ar, mas não atingiu o sucesso esperado.  
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/02_iBZ4h2rNZfX9l3ze_PYkuOcU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/S/q/j1PW6gQae67rE9r4XEmw/gettyimages-1018800686.jpg" medium="image"/>   <media:description>Motorista de aplicativo</media:description>   <media:credit>Getty</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 12 Mar 2023 13:16:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>França quer que hidrogênio obtido com energia nuclear seja classificado como limpo</title>  <atom:subtitle>Bloco formado por nove países pediu à União Europeia a reclassificação do gás</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/franca-quer-que-hidrogenio-obtido-com-energia-nuclear-seja-classificado-como-limpo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/franca-quer-que-hidrogenio-obtido-com-energia-nuclear-seja-classificado-como-limpo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CMgDgF0Z7Un3jpKNhk_iM54LsWw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/r/L/MsWHLlRvWhFVvmBbsifg/2019-03-27-hydrogen-fuel-station.jpg.860x0-q70-crop-scale.jpg" /><br /> ]]>    As principais nações do mundo participam de uma corrida contra as emissões de poluentes, desde a adoção de fontes de energias renováveis até a aceleração da transição da frota de veículos para elétricos. No entanto, o hidrogênio terá um papel fundamental nesse cenário.
Há vários indícios que apontam para esse caminho. Marcas como Toyota, Honda e General Motors se uniram para produzir veículos movidos a hidrogênio, ao mesmo tempo que há relatórios apontam como o Brasil pode liderar o mercado de hidrogênio verde (H2V).
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Atualmente na Europa há mais uma sinalização nesse sentido. A França lidera um grupo com mais oito países europeus que pedem que o hidrogênio rosa, obtido por meio de energia nuclear, seja igualado ao verde, produzido a partir de fontes renováveis.
Pedido formal
Os ministros do meio ambiente de França, Romênia, Bulgária, Polônia, Eslovênia, Croácia, Eslováquia, Hungria e República Tcheca enviaram à Comissão Europeia uma carta reforçando as vantagens da inclusão do hidrogênio rosa nas fontes de energias renováveis.
No documento, os países defendem que a inserção desse tipo de hidrogênio garantiria competitividade comercial à Europa, tendo em vista que o Brasil pode se tornar líder em H2V. Além disso, argumentam que, caso o hidrogênio rosa seja descartado, os planos de descarbonização podem atrasar.
Toyota já tem planos de lançar uma versão da Hilux movida a célula de hidrogênio
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O país mais beneficiado com a medida seria a França, que mantém 19 usinas nucleares em funcionamento. Caso a aprovação seja concedida, é possível que o continente passe a produzir hidrogênio rosa em grande escala, bem como um gasoduto que vai ligar Espanha, França e Alemanha.
Vale lembrar que as diretrizes de energias renováveis estão em discussão atualmente em Bruxelas. Estão previstos novos termos para que os limites atuais de emissões de gases sejam reduzidos em 40% até 2030.
Dessa maneira, se torna evidente que as nações precisam encontrar fontes renováveis de energia e combustíveis limpos. Classificando o hidrogênio rosa como verde e aceitando o uso de energia nuclear como energia renovável, a União Europeia mataria dois coelhos com uma cajadada só.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CMgDgF0Z7Un3jpKNhk_iM54LsWw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/r/L/MsWHLlRvWhFVvmBbsifg/2019-03-27-hydrogen-fuel-station.jpg.860x0-q70-crop-scale.jpg" medium="image"/>   <media:description>Estação de abastecimento de hidrogênio</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 22 Feb 2023 14:19:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veículos elétricos serão maioria no Brasil até 2040, aponta estudo</title>  <atom:subtitle>Pesquisa revela que volume de vendas chegará a 55% do total em 20 anos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/02/veiculos-eletricos-serao-maioria-no-brasil-ate-2040-aponta-estudo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/02/veiculos-eletricos-serao-maioria-no-brasil-ate-2040-aponta-estudo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2WcMgjfplCXuAZD_O1G6Gvrghr0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/4/Y/Ab9H9wSiiTDmaAibBePg/2020-08-25-dze-2.jpg" /><br /> ]]>    O volume de vendas de carros elétricos no Brasil ainda é baixo – apenas 0,4% do total de emplacamentos. A primeira participação relevante seria já em 2030, quando 22% dos carros vendidos devem ser elétricos. O volume salta para 35% em 2035 e atinge 55% em 2040. Mas há potencial para que o país se torne um dos grandes mercados globais. 
É o que revela o estudo "Acelerando a mudança rumo à Mobilidade Sustentável no Brasil", da McKinsey &amp; Company. Um dos principais pontos diz respeito ao interesse do brasileiro por uma mobilidade mais sustentável.
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Segundo a análise, 44% da população brasileira busca uma alternativa sustentável para seus deslocamentos, enquanto a média global é de 33%. Outros dados confirmam a vantagem do país na preferência da sua população, já que 24% se entusiasmam com a mobilidade limpa contra 18% na média global. Outros 26% pretendem comprar um carro sustentável em breve (15% elétrico e 11% híbrido).
Apesar das ressalvas quanto ao preço de aquisição e uso em viagens, 30% comprariam um elétrico mesmo sem a possibilidade de recarga em casa. Além disso, 55% estão dispostos a pagar entre 5% a 20% a mais na comparação com um modelo a combustão equivalente. No entanto, 40% ressaltam que o preço é uma das maiores preocupações.
Brasileiros se interessam mais por mobilidade sustentável que a média mundial
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Mercado bilionário e incentivos necessários
O estudo aponta ainda em quais itens o Brasil precisa avançar para acelerar a eletrificação da sua frota:
Incentivos para o consumidor
Incentivo para a indústria local
Investimento na infraestrutura de recarga
Adequação da geração e transmissão de energia
O mercado de carros elétricos gerou receitas de US$ 1 bilhão (R$ 5,22 bilhões) no Brasil em 2022, mas irá quadruplicar até 2025 e chegar aos US$ 65 bilhões (quase R$ 340 bilhões) em 2040.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2WcMgjfplCXuAZD_O1G6Gvrghr0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/4/Y/Ab9H9wSiiTDmaAibBePg/2020-08-25-dze-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Peugeot e-208 GT </media:description>   <media:credit>Rafael Munhoz</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 15 Feb 2023 21:54:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan prevê carro elétrico 50% mais barato e que carrega em até sete minutos</title>  <atom:subtitle>Nova composição permitirá que que recarga seja também até três vezes mais rápida</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/02/nissan-preve-carro-eletrico-50percent-mais-barato-e-que-carrega-em-ate-sete-minutos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/02/nissan-preve-carro-eletrico-50percent-mais-barato-e-que-carrega-em-ate-sete-minutos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/YaXsrBdoNOIXFiCQfNJ4_pWn5IA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/I/Y/SpCiP4SVit6eoWidnZYA/nissan-surf-out-concept.jpeg" /><br /> ]]>    Os carros elétricos encaram dois grandes problemas perante o público: preço e tempo de recarga. No entanto, a Nissan está disposta a resolver estes obstáculos ainda nesta década. A grande aposta da marca japonesa são as baterias de estado sólido. 
Saiba mais
A informação foi revelada por David Moss, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Nissan, em entrevista para a revista britânica Autocar. Durante a entrevista, Moss reiterou que as baterias de estado sólido carregam três vezes mais rápido, chegando a 400 kW. Isso significa que um carro com 50 kW de capacidade de bateria pode ser carregada em apenas sete minutos e meio.
Além disso, a Nissan está tentando dobrar a densidade energética das células. Por fim, a fabricante japonesa também tenta reduzir o custo em 50%. A previsão é que na fase de produção as células tenham o mesmo tamanho de um notebook.
Os colegas da Autocar até tentaram descobrir qual carro estreará a tecnologia, mas Moss foi irredutível e garantiu que não será nenhum dos modelos atuais. Segundo o executivo, as novas baterias exigem uma arquitetura completamente nova.
Nova tecnologia de baterias exige uma arquitetura completamente nova 
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O primeiro modelo comercial com esse tipo de tecnologia está previsto para 2028, mas a fase experimental começará em 2025 e o trabalho de engenharia está previsto para acabar em 2026.
Por fim, Moss garantiu a presença das atuais baterias, que ganharão uma nova geração em 2025 e versões em cobalto em 2028. Já os motores a combustão seguirão relevantes, especialmente em países como o Brasil, mas não serão atualizados para atender a dura e critica norma de emissões Euro7.
O que são baterias de estado sólido?
As baterias de estado sólido, como o próprio nome diz, utilizam eletrólitos (minerais que carregam uma carga elétrica) sólidos no lugar eletrólitos líquidos das baterias de íon-lítio. Dessa maneira, garantem maior densidade energética, o que permite uso de menos matéria prima para alcançar a mesma autonomia. 
Pesquisadores também apontam para o aumento de autonomia com a utilização de baterias de estado sólido, isso caso a fabricante utilize unidades do mesmo tamanho em relação aos carros atuais. As baterias de estado sólido também são consideradas muito mais seguras. 
Os grandes desafios da indústria para adoção da bateria de estado sólido são: custos, sensibilidade à pressão e temperatura e detritos de lítio que podem superaquecer a bateria e causar incêndios
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/YaXsrBdoNOIXFiCQfNJ4_pWn5IA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/I/Y/SpCiP4SVit6eoWidnZYA/nissan-surf-out-concept.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Nissan Surf Out Concept</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 14 Feb 2023 15:15:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Honda CR-V 2024 terá missão de popularizar combustível caro que ninguém usa</title>  <atom:subtitle>SUV médio terá versão híbrida movida a célula de combustível e eletricidade, apesar das dificuldades para abastecer</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/honda-cr-v-2024-tera-missao-de-popularizar-combustivel-caro-que-ninguem-usa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/honda-cr-v-2024-tera-missao-de-popularizar-combustivel-caro-que-ninguem-usa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q9ZxIQKu0_uerLT6srhW-4cC0Rw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/i/B/vstmggQ7SOBxmTFbvTGw/2023-honda-cr-v-1.jpg" /><br /> ]]>    Anos depois da Honda vender o Clarity, o primeiro carro da marca movido a hidrogênio, a fabricante, em parceria com a General Motors, iniciou a produção de um novo sistema de propulsão movido a células de combustível. O carro escolhido para estrear essa motorização é o CR-V, cuja versão híbrida movida a hidrogênio chegará ao mercado em 2024.  
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O SUV médio será equipado com uma motorização que começou a ser produzida no início de fevereiro  em Ohio, nos Estados Unidos. O CR-V será um híbrido bem diferente dos que conhecemos hoje em dia. Em vez de usar motores movidos a gasolina e a energia elétrica, o carro será movido por células de hidrogênio e por energia elétrica. 
Essa versão do CR-V deverá ser lançada em 2024 apenas na América do Norte e no Japão. Em comparação ao Clarity, a Honda estima que o custo de produção do sistema de propulsão movido a células de hidrogênio do CR-V será um terço do que foi  gasto para fabricar o sedã de luxo. 
Novo Honda CR-V terá versão híbrida movida a hidrogênio em 2024
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A fabricante aposta que a molécula ganhará cada vez mais importância na eletrificação. A Honda aponta que a facilidade de transporte e o reabastecimento rápido (em cerca de cinco minutos) jogam a favor das células de hidrogênio. 
No entanto, não cita a complexidade em construir postos de abastecimentos para o público em geral. Isso porque a infraestrutura de recarga de hidrogênio é extremamente complexa e cara. A Toyota, que comercializa o Mirai no exterior, já chegou a orçar a instalação de uma estrutura de abastecimento, importada da Europa, para a fábrica de Sorocaba (SP). O valor final do "posto" ficaria em 800 mil euros – R$ 4,2 milhões na conversão simples. 
Ainda assim, os japoneses acreditam que até 2030 vão comercializar cerca de 60 mil propulsores por ano. Até meados de 2030, a estimativa é de que as vendas anuais de sistemas movidos a célula de combustível ultrapasse os 100 mil.
Honda Clarity Fuel Cell foi o primeiro carro de produção movido a células de hidrogênio da marca e saiu de linha em 2021
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Como funciona a célula de combustível?
Os modelos que usam célula de combustível funcionam como um carro elétrico, mas a energia é extraída do hidrogênio, que deve ser abastecido como um carro convencional, em estações específicas.
Graças a uma reação química, a mistura de hidrogênio e oxigênio produzem eletricidade que alimentam os motores elétricos. Como há um combustível físico, no caso o hidrogênio, a bateria de armazenamento é muito menor que a de um veículo elétrico.
Em relação aos carros elétricos, uma das grandes vantagens está na autonomia, que varia de acordo com o tamanho do tanque de hidrogênio, mas é bem comum que os carros rodem mais de 600 km. No entanto, a implementação de uma estrutura para abastecimento de hidrogênio é o grande revés da iniciativa.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q9ZxIQKu0_uerLT6srhW-4cC0Rw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/i/B/vstmggQ7SOBxmTFbvTGw/2023-honda-cr-v-1.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda CR-V 2023</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 14 Feb 2023 13:29:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Toyota quer acabar com postes e usar meio-fio para carregar carros elétricos</title>  <atom:subtitle>Marca japonesa prevê modelo de cidade com carregadores embutidos no asfalto para carregar carros autônomos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/02/toyota-quer-acabar-com-postes-e-usar-meio-fio-para-carregar-carros-eletricos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/02/toyota-quer-acabar-com-postes-e-usar-meio-fio-para-carregar-carros-eletricos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/V3HW2VTFNd5fYZDvv1Q1NDQvvh8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/4/S/hBTX2NSXKEYw4AgEwggw/meiofiotoyota.jpg" /><br /> ]]>    Todos que acompanham minimamente o mercado automotivo sabem que a indústria caminha para a automação e eletrificação dos carros. Por mais que entusiastas reclamem, neste momento, parece um caminho sem volta.
No entanto, isso envolve muito mais do que apenas o carro em si, as baterias ou a tecnologia que permita ao automóvel tomar decisões sozinho. Envolve também a estrutura das cidades e a Toyota sabe disso.
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O Toyota Frontier Ressearch Center em parceria com a Toyota T&amp;S Construction Co, divulgou a primeira etapa de estudos sobre o meio-fio. Sim, essa borda da calçada que serve como acabamento e que é vilã das rodas e pneus.
Fim dos postes
A ideia da fabricante é dar uma funcionalidade a esse bloco de concreto. Para isso, criou um design oco, que permite colocar um duto para cabos de eletricidade na parte interna. Há duas explicações para isso: 
A primeira é basicamente eliminar os postes de fiação, aumentando o espaço para o pedestre, ampliando as possibilidades de vagas em comércios e retirando um elemento que agrava acidentes.
Toyota desenvolve meio-fio oco
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O segundo motivo é criar uma rede de recarga para carros elétricos autônomos por indução. Os meios-fios ocos abrigariam os componentes necessários e fios de alta voltagem, enquanto as ruas teriam carregadores por indução.
Dessa maneira, o carro elétrico autônomo seria recarregado enquanto leva os passageiros ao seu destino. Dependendo do nível de estrutura, seria possível reduzir o tamanho das baterias, tornando o carro mais barato e a produção mais limpa.
Processo inédito
Meio-fio oco fio testado com carga de um caminhão 
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Segundo Hiroyuki Nakatani, gerente de produto e líder do projeto, o design desse tipo de produto é inédito. E precisou passar por algumas provas de uso na prática. Entre elas subida e descida de veículos como se estivessem estacionados, uma simulação de acidente e até caminhões de serviço subindo no meio fio para verificar a resistência da peça.
O envolvimento da Toyota T&amp;S Construction Co é fundamental - e até curioso. A empresa foi criada após a Segunda Guerra Mundial pelo fundador da Toyota, Kiichiro Toyoda, com o propósito de criar casas de concreto para que não queimassem, como ocorria nos combates. Depois, a empresa se tornou especialista em concreto pré-moldado.
Apesar de avanços e testes, ainda não há previsão de quando uma via com carregador por indução para veículos poderá ser utilizada ao menos o meio-fio para os dutos está praticamente pronto.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/V3HW2VTFNd5fYZDvv1Q1NDQvvh8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/4/S/hBTX2NSXKEYw4AgEwggw/meiofiotoyota.jpg" medium="image"/>   <media:description>Projeto de cidade com ruas que podem carregar carros elétricos por indução</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 08 Feb 2023 19:41:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Acha o trânsito de São Paulo ruim? Ele é só o 48º pior do mundo</title>  <atom:subtitle>Em Londres, a cidade mais congestionada do mundo, motorista perde cerca de R$ 4.400 por ano devido ao trânsito</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/01/acha-o-transito-de-sao-paulo-ruim-ele-e-so-o-48o-pior-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/01/acha-o-transito-de-sao-paulo-ruim-ele-e-so-o-48o-pior-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WeuV3GGoTmNqd3WcTJFNuh0SJAM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/e/R/gSPPBXTC6dO3lVwwNT7g/catsvaii.jpg" /><br /> ]]>    A cada ano que passa o trânsito das grandes cidades brasileiras aparenta estar pior - parece que gastamos cada vez mais tempo para percorrer trajetos menores. Porém, acredite se quiser: o congestionamento de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro está bem longe de ser o pior do mundo. 
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A empresa de software e de monitoramento de localização INRIX divulgou um ranking das cidades com piores índices de congestionamento do mundo em 2022. O que chama a atenção é que o trânsito da capital paulista é somente o 48º colocado. 
A liderança é de Londres, onde a velocidade média nos horários de pico é de 16 km/h. Estima-se que o motorista tenha perdido 156 horas parado no trânsito (sem contar todo o trajeto de deslocamento). Esse tempo a mais no trânsito significa um gasto de 707 libras, ou R$ 4.422 na conversão direta, do condutor por ano. Para o governo, o gasto sobe para 9,5 bilhões de libras, ou R$ 59,4 bilhões. 
Estudo diz que governo gasta 9,5 bilhões de libras com o trânsito nas cidades britânicas
Getty
O segundo e terceiro lugar ficam com Chicago e Paris, respectivamente. Na cidade norte-americana, o motorista gasta em média 155 horas no trânsito por ano; já na capital francesa o número cai para 138 horas. 
São Paulo não é nem mesmo a cidade mais congestionada da América Latina, posição ocupada por Bogotá, na Colômbia, seguida por Monterrey (México), Medelín (Colômbia), Quito (Peru) e Cali (Colômbia). 
De qualquer forma, a pesquisa aponta que o motorista paulistano gasta cerca de 56 horas por ano parado no trânsito. No entanto, o resultado coletado em 2022 mostra uma leve melhora em relação a 2019, ano anterior à pandemia de Covid-19. 
No centro da cidade, por exemplo, a velocidade média em 2019 era de 22 km/h. Em 2022, ficou em 25 km/h. Nestes três anos, a velocidade média no horário de pico também subiu de 20 km/h para 38 km/h. Porém, 2022 mostrou uma piora no trânsito em relação a 2021 - atribuída principalmente à retomada do trabalho presencial e das atividades pós-pandemia. Em 2021, a velocidade média em horário de pico era de 41 km/h. 
Outras cidades do Brasil também aparecem no ranking
Logo abaixo de São Paulo está Belo Horizonte, na 49ª posição. Apesar de estar atrás da capital paulista, o motorista mineiro passa mais tempo parado no trânsito: cerca de 65 horas por ano. O terceiro pior congestionamento do Brasil, de acordo com o estudo, está em Porto Alegre (191º lugar). 
No ranking da Tomtom, Rio de Janeiro era a 38ª cidade mais congestionada do mundo
Getty
Estudo de 2021 apontava o trânsito do Rio de Janeiro como o pior do Brasil
Outro ranking de trânsito global renovado, promovido pela empresa de monitoramento e tecnologia TomTom, apontou que o pior trânsito do Brasil em 2021 era o do Rio de Janeiro. A capital carioca, inclusive, ficou em 39ª lugar dentre as cidades mais congestionadas do mundo. São Paulo havia ficado no 68º lugar. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WeuV3GGoTmNqd3WcTJFNuh0SJAM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/e/R/gSPPBXTC6dO3lVwwNT7g/catsvaii.jpg" medium="image"/>   <media:description>Trânsito de carros na cidade de são paulo </media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 18 Jan 2023 12:55:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo pneu da Goodyear é feito de óleo de soja, cabo de aço e casca de arroz </title>  <atom:subtitle>Ainda em fase experimental, pneu é feito com 90% de materiais sustentáveis</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/01/novo-pneu-da-goodyear-e-feito-de-oleo-de-soja-cabo-de-aco-e-casca-de-arroz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/01/novo-pneu-da-goodyear-e-feito-de-oleo-de-soja-cabo-de-aco-e-casca-de-arroz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/SOJy-qhppFMEhUaeWpxt181pAj8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/7/ESa3PzR9mwuE0eVQiUBA/sem-titulo.jpg" /><br /> ]]>    Depois de prometer pneus com durabilidade de até 500 mil km, a Goodyear apresentou nesta terça-feira, 10, o primeiro pneu com 90% de materiais sustentáveis em sua composição, como óleo de soja e casca de arroz. O projeto da fabricante é ter um produto 100% sustentável até 2030.
O pneu está em fase de demonstração, ou seja, a marca mostra que consegue criar esse produto, mas agora precisa acionar toda sua cadeia de produção e ver a viabilidade econômica.
Veja também: Pneu remold é bom? Veja se é seguro e se vale a pena usar no seu carro
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Em 2022, a marca mostrou ser capaz de criar um pneu com 70% de materiais sustentáveis e agora, ainda em janeiro, pretende colocar esse pneu no mercado. Já o produto com 90% materiais sustentáveis deve demorar um pouco mais.
Esse novo produto foi desenvolvido com menos resistência ao rolamento, o que melhora o consumo de combustível e reduz a pegada de carbono. A Goodyear não está sozinha nessa corrida, uma vez que a Continental anunciou um pneu feito com garrafas pet.
Pneu da Goodyear feito com 70% dos materiais sustentáveis começará a ser vendido neste ano
Divulgação
Para chegar aos 90% de materiais sustentáveis, a Goodyear diversos itens inusitados, confira:
Carbon Black – item usado como reforço no composto do pneu e ajuda a aumentar sua vida útil. Ele é produzido a partir da queima de vários derivados do petróleo. No caso da Goodyear, o composto usa a queima de metano, dióxido de carbono, óleo vegetal e óleo de pirólise de pneus em fim de vida.
Óleo de soja – fundamental para manter a flexibilidade dos pneus em mudanças de temperatura. Apesar de quase 100% da proteína ser usada em alimentos ou ração animal, há um excedente do óleo que pode ser usado em outras aplicações industriais.
Sílica – normalmente utilizado para melhorar a aderência e reduzir o consumo de combustível. No caso do novo pneu da Goodyear, a sílica é extraída de resíduos de casca de arroz que geralmente são descartados.
Poliéster – apesar de comum na composição dos pneus, neste caso é retirado de garrafas já utilizadas. O processo reverte o poliéster em produtos químicos de base e é utilizado em cordões de pneus.
Resinas – outro item comum em pneus, mas a Goodyear trocou a tradicional om base de petróleo para resinas biorrenováveis de pinheiro.
Arames e cabos de aço – responsáveis pelo reforço da estrutura, no pneu da Goodyear a diferença está no processo de produção, já que é utilizado Fornos Elétricos a Arco (FEA), que podem reduzir a emissão de gases do efeito estufa.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/SOJy-qhppFMEhUaeWpxt181pAj8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/7/ESa3PzR9mwuE0eVQiUBA/sem-titulo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pneus da Goodyear feito com materiais sustentáveis</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 11 Jan 2023 15:03:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>De carro voador a ônibus autônomo: veja os destaques da maior feira de tecnologia dos EUA</title>  <atom:subtitle>Consumer Electronic Show (CES) 2023 acontece em Las Vegas e traz inovações que devem fazer parte da nossa realidade nos próximos anos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/01/de-carro-voador-a-onibus-autonomo-veja-os-destaques-da-maior-feira-de-tecnologia-dos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2023/01/de-carro-voador-a-onibus-autonomo-veja-os-destaques-da-maior-feira-de-tecnologia-dos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aPC_0D2X4vpwNKLRYJfvoTNJiIE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/p/a/IWeSlmQBqht1GBGGhQFA/thumb.jpg" /><br /> ]]>    A Consumer Electronic Show (CES) está de portas abertas para apresentar mais uma edição da maior feira de tecnologia dos Estados Unidos. O evento, que acontece de 5 a 8 de janeiro, em Las Vegas, expõe as visões das fabricantes de carros e de empresas gigantes da tecnologia sobre como será o futuro da mobilidade.
Em 2023, mais de 100 mil participantes de diversos países do mundo são esperados para conhecer as inovações que devem fazer parte da nossa realidade nos próximos anos. 
Entre elas, criações da indústria automotiva, como carros e ônibus autônomos, veículo que muda de cor, picape que segue o dono e até recursos para melhorar a vida de motoristas e passageiros. 
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Confira a seguir as 11 invenções mais legais apresentadas na CES 2023:
Sedã da BMW que muda de cor
Carroceria do BMW i Vision Dee é revestida por 240 partículas de tinta
Divulgação
Uma das principais atrações da maior feira de tecnologia dos Estados Unidos foi o conceito de veículo elétrico da BMW que muda de cor. O sedã da fabricante alemã, chamado de i Vision Dee, consegue alterar o tom da carroceria em até 32 cores e é equipado com um assistente virtual que pode demostrar emoções.
Outra inovação interessante do protótipo é a nova geração do Head-Up Display, que poderá mostrar informações sobre o trajeto e até mesclar a visão com realidades virtuais, que podem ser projetadas nas janelas do veículo. O modelo servirá de inspiração para os carros da marca que serão lançados a partir de 2025.
Conceito Inception da Peugeot
Conceito Inception da Peugeot promete ser um dos carros com maior autonomia já criados
Divulgação
A Peugeot foi outra fabricante que escolheu a CES 2023 para revelar seu novo conceito de carro elétrico. O Inception é um sedã de quatro lugares que deve inspirar os veículos da marca francesa lançados a partir de 2025.
Além de todo o visual futurista e do volante retangular, o protótipo ainda é equipado com dois motores elétricos que geram nada menos que 680 cv de potência e fazem o modelo acelerar de 0 a 100 km/h em menos de três segundos. A autonomia declarada é de 800 km.
O tempo completo do carregamento não foi revelado, mas a Peugeot afirma que é possível rodar 150 km em apenas cinco minutos de recarga em estações de abastecimento rápido. Além disso, há carregamento por indução, o que elimina a necessidade de cabos.
Novos recursos do Android Auto
Novo Android Auto tem painel mais intuitivo para ajudar o motorista
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Entre os destaques do setor automotivo apresentados na CES 2023 também está a atualização do Android Auto. O sistema operacional do Android utilizado nos automóveis traz um layout do painel mais intuitivo e passa a ser ainda mais compatível com as principais fabricantes de carros.
Além disso, há novos recursos, como lembretes de chamadas perdidas, compartilhamento rápido de horário de chegada, acesso instantâneo a músicas e o compartilhamento da chave de carro digital com amigos e familiares. 
Carro com sistema autônomo da Sony e Honda
Protótipo da Afeela deve chegar às ruas em 2026
Divulgação
A parceria entre Sony e Honda no setor automotivo também ganhou novos capítulos durante a CES 2023. As gigantes japonesas rebatizaram a companhia criada em conjunto como Afeela e revelaram seu primeiro protótipo. 
O sedã deve ser equipado com sistemas autônomos de níveis 2 e 3 e ter nada menos que 45 câmeras e sensores. Outra novidade do veículo é a navegação em realidade aumentada por meio do gráfico Unreal Engine, da Epics Games. As primeiras entregas do carro elétrico devem ocorrer em 2026 na América do Norte.
Ônibus autônomo da Pininfarina
Mover é o ônibus autônomo apresentado pela Pininfarina
Divulgação
E se os carros autônomos tomaram conta das novas invenções, por que os ônibus não podem seguir o mesmo destino? Foi exatamente isso que a Pininfarina pensou na hora de lançar o Mover, uma espécie de van que não precisa de motorista para se locomover.
A ideia da fabricante é que o protótipo retangular seja usado em aplicativos de carona, mas a marca também deixa claro que o Mover pode ser utilizado para transportar passageiros em aeroportos e parques, por exemplo. Por isso, a velocidade é limitada em 59 km/h e a autonomia é de quase 290 km. O ônibus autônomo deve começar a ser fabricado em 2025.
Carro voador da Stellantis
Carro voador da Stellantis - Midnight
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Dona da Fiat, a Stellantis foi além e anunciou que vai expandir sua parceria com a Archer Aviation para começar a se aventurar na fabricação de carros voadores a partir de 2024. Nesse caso, o veículo em questão vai ser chamado de Midnight e deve servir como táxi aéreo nos próximos anos.
O protótipo é alimentado por seis baterias independentes, cada uma suportando um par de motores elétricos. Assim, o alcance anunciado é de 160 km, mas a fabricante promete viagens de curtas distâncias, ou seja, algo entre 30 km e 80 km. 
O tempo de carregamento deve ser de aproximadamente 10 minutos entre cada jornada e a velocidade máxima é de 240 km/h.
Sistema de monitoramento da Harman
Sistema de monitoramento da Harman consegue analisar bem-estar dos motoristas sem contato de sinais vitais
Divulgação
A Harman, uma das empresas da Samsung especializada em tecnologia de automóveis, também revelou na CES 2023 um conjunto de recursos criados para melhorar a saúde e a segurança de motoristas e passageiros. 
O sistema avançado de monitoramento consegue medir a atividade ocular e identificar a frequência cardíaca e respiratória para determinar o estado de bem-estar dos motoristas. Assim, a tecnologia é capaz de fornecer rotas alternativas e sem engarrafamentos, por exemplo, para ajudar a aliviar o estresse.
Há ainda um conjunto de sensores dentro da cabine para que o veículo detecte se uma criança foi deixada sozinha no banco traseiro.
Ram 1500 elétrica que segue o dono
Ram 1500 Revolution BEV Concept será lançada em 2024
Divulgação
E se você achou que as caminhonetes não iam ser lembradas na CES 2023, saiba que está enganado. Isso porque a Ram revelou um conceito da versão elétrica da 1500 durante a feira de tecnologia. 
Chamado Revolution, o protótipo tem linhas futuristas que também estarão presentes em outros produtos da marca, ditando uma nova linguagem de design.
A picape é repleta de recursos inovadores. Um deles é o projetor externo, capaz de exibir imagens e transformar grandes ambientes em um cinema a céu aberto. Já o "Modo Sombra" é uma função na qual o carro é capaz de seguir o motorista quando este está andando do lado de fora da picape. 
O que ainda não se sabe é se todos esses recursos estarão disponíveis na versão de produção, que será lançada nos Estados Unidos em 2024.
Cabine do futuro da Chrysler
Cabine do futuro da Chrysler tem central multimídia de 37,2 polegadas
Divulgação
O setor automotivo também foi presentado com o conceito de uma espécie de cabine do futuro durante o evento. Isso porque a fabricante americana Chrysler apresentou o chamado Chrysler Synthesis, uma tecnologia que será integrada nos carros elétricos da empresa a partir de 2025.
Durante a feira, a marca permitiu que os visitantes conhecessem de perto o protótipo de dois lugares. O painel é equipado com duas telas que totalizam nada menos que 37,2 polegadas. No entanto, o mais inovador é a inteligência artificial, que permite que o carro aprenda a mostrar informações de acordo com os hábitos dos usuários.
Táxi autônomo da Hyundai
Hyundai Ioniq autônomo será táxi em Las Vegas, nos Estados Unidos
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A Hyundai não ficou para trás durante a edição de 2023 da Consumer Electronic Show (CES) e aproveitou para revelar o novo Ioniq 5 autônomo. O veículo dispensa um motorista e funcionará de forma totalmente digital a partir do fim do ano, quando será incorporado ao serviço de táxi de Las Vegas (EUA).
Chamado de Ioniq Robotaxi, o carro autônomo é capaz de reconhecer objetos na pista e ainda consegue mudar de faixa e frear sem causar acidentes ao prever o movimento de um outro veículo. Para isso, o modelo tem mais de 30 sensores e um sistema operacional moderno para gerenciar todos os dados.
Primeiro sedã elétrico da Volkswagen
Volkswagen ID.7 é o primeiro sedã elétrico da fabricante alemã
Divulgação
Quem também fez parte da maior feira de tecnologia dos EUA foi a Volkswagen. A fabricante alemã apresentou, pela primeira vez, o ID.7 (saiba mais). O sedã é uma espécie de sucessor (elétrico) do clássico Passat, mas tem porte semelhante ao Tesla Model S.
O principal destaque do carro é a chamada "camuflagem digital", ou melhor, adesivos que foram feitos para que possam ser iluminados com cores diferentes. A Volkswagen não liberou muitas informações, mas disse que o modelo terá cerca de 700 km de autonomia e será revelado no segundo semestre deste ano. 
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O sedã de quatro portas é uma das principais atrações da Consumer Electronics Show (CES) 2023, maior feira de tecnologia do mundo realizada em Las Vegas (EUA). Além de elétrico, o veículo também deve ser equipado com sistemas autônomos de níveis 2 e 3. 
Ou seja, o carro terá tecnologias que podem assumir o controle da direção, do freio e do acelerador em certas situações, mas que ainda assim obrigam o condutor a se preparar para assumir o volante em caso de falha.
Protótipo da Afeela tem interior com central multimídia gigante
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O protótipo da Afeela é equipado com nada menos que 45 câmeras e sensores. Outra novidade é a navegação em realidade aumentada por meio do gráfico Unreal Engine, da Epics Games. O sedã também usa processadores da Qualcomm Snapdragon.
Apesar de ser um sedã em vez de um SUV, o design externo do veículo é semelhante ao do conceito Vision-S 02 da Sony, apresentado na CES de 2020. O interior também segue esse padrão e traz central multimídia que ocupa todo o espaço do painel frontal. Os passageiros da segunda fileira também podem aproveitar as telas nos apoios de cabeça dos bancos dianteiros.
Sony e Honda vão equipar carro elétrico com telas para os passageiros dos bancos traseiros
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Informações sobre potência, autonomia e dimensões ainda não foram reveladas. Como comparação, o Vision-S 02 tinha 4,85 metros de comprimento e dois motores elétricos que entregavam 546 cv de potência.
As fabricantes planejam começar a pré-venda do carro elétrico da Afeela no primeiro semestre de 2025. Já as primeiras entregas devem ocorrer entre março e junho de 2026 na América do Norte.
Design de protótipo de carro da Sony e Honda é minimalista e semelhante ao do conceito Vision-S 02 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qllIzUTGWtY6T-RG3sYZtlwJxLM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/5/g/gNKnA6SN6NyDSOpOhSRQ/02-gallery-01-2400x1350.jpg" medium="image"/>   <media:description>Protótipo Afeela, da Sony e Honda </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 06 Jan 2023 12:59:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ram mostra conceito de picape elétrica que segue o dono e vira cinema</title>  <atom:subtitle>Versão final será apresentada em 2024 e chega ao Brasil até o ano seguinte</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/tecnologia/noticia/2023/01/ram-revela-conceito-da-picape-1500-eletrica-confirmada-para-o-brasil-em-2025.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/tecnologia/noticia/2023/01/ram-revela-conceito-da-picape-1500-eletrica-confirmada-para-o-brasil-em-2025.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4OOmuoF02AV9lqdAcJih8nww9ZU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/D/R/sN2RN5S36Hq0tmKirs6w/ram1500revolutionbevconcept1-63b741e975733.jpg" /><br /> ]]>    A Ram revelou nesta quinta-feira (5) um conceito da versão elétrica da picape 1500 durante a feira de tecnologia CES, em Las Vegas (EUA). E podemos adiantar que essa possivelmente é a picape mais legal já criada. 
Chamado Revolution, o protótipo tem linhas futuristas que também estarão presentes em outros produtos da marca, ditando uma nova linguagem de design.
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Mas não é só o estilo que é futurista. A caminhonete é repleta de recursos inovadores. Um deles é o projetor externo, capaz de exibir imagens e transformar grandes ambientes em um cinema a céu aberto. 
Já o chamado "Modo Sombra" é uma função na qual o carro é capaz de seguir o motorista quando este está andando do lado de fora da picape. 
Interior da Ram 1500 Revolution BEV Concept tem central multimídia com a parte inferior retrátil
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Na cabine, a central multimídia foi dividida em duas telas, com 14,2 polegadas, cada. O mais legal é que a parte inferior pode ser removida e usada como um tablet. Se preferir, o usuário ainda tem a opção de usá-las de forma combinada. 
Como o trabalho é uma das vocações da picape, há um aplicativo que faz o dimensionamento de carga para saber se é adaptável à caçamba. Para obter as dimensões de um objeto, os usuários podem digitalizar o código de barras do produto ou utilizar uma ferramenta com medição de câmera de realidade aumentada integrada.
Caçamba da Ram 1500 elétrica pode ser expandida 
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Outra solução que deve agradar os que precisam de espaço é a possibilidade de ampliar a área de carga ao rebater o painel que separa a carroceria da caçamba.
O conceito de picape elétrica tem portas traseiras com abertura invertida, para facilitar o acesso dos ocupantes e estreia a nova identidade visual da Ram, com luzes diurnas afiladas se prolongando até a parte central. Os retrovisores convencionais foram substituídos por uma estrutura menor, feita com impressão 3D. No lugar dos espelhos, câmeras. 
Abertura invertida das portas facilita o embarque
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Vem ao Brasil
Ainda não se sabe se todos esses recursos estarão disponíveis na versão de produção, que será lançada nos Estados Unidos em 2024. Mas é certo que a Ram 1500 BEV vai ser vendida no Brasil. A chegada será logo na sequência, provavelmente em 2025. 
A Ram fez mistério a respeito da motorização da picape elétrica. Dessa forma, ainda não sabemos números de potência de torque. Informações sobre tamanho das baterias e autonomia também foram mantidos em segredo pela Ram. 
Ram 1500 Revolution BEV Concept também estreia nova identidade da marca
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As primeiras notícias sobre uma Ram 1500 elétrica surgiram em março do ano passado, quando a Stellantis anunciou seu plano chamado Dare Forward (algo como “avanço ousado”), que inclui a neutralização de carbono das 14 marcas do conglomerado automotivo até o final da próxima década. Por se tratar de uma estratégia global, o Brasil está incluso na programação.
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A montadora global divulgou, nesta quarta-feira (4), durante a CES 2023, que vai expandir sua parceria com a Archer Aviation para começar a se aventurar na fabricação desse tipo de veículo. A empresa norte-americana é justamente responsável por comercializar aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical.
O carro voador em questão vai ser chamado de Midnight e foi projetado para carregar mais de 450 kg. Desta maneira, o táxi aéreo pode transportar até quatro passageiros e um piloto com suas respectivas bagagens.
Midnight deve começar a ser construída em 2024
Divulgação
O veículo é alimentado por seis baterias independentes, cada uma suportando um par de motores elétricos. Além disso, esses propulsores são energizados de maneira independente para garantir que a aeronave possa concluir um voo com segurança caso uma bateria inteira falhe.
Assim, o alcance anunciado é de 160 km, mas a fabricante promete viagens de curtas distâncias, ou seja, algo entre 30 km e 80 km. O tempo de carregamento deve ser de aproximadamente 10 minutos entre cada jornada e a velocidade máxima é de 240 km/h. 
Para garantir segurança, as empresas ainda informam que o carro voador tem quatro computadores de controle de voo e outros diversos sensores.
A Stellantis também deixou claro que vai trabalhar com a Archer para erguer a recém-anunciada fábrica em Covington, na Geórgia. Para isso, a montadora fornecerá até US$ 150 milhões (cerca de R$ 817 milhões) em capital social. Os planos são para que a aeronave Midnight comece a ser construída em 2024.
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A novidade é que, com as lavouras de cana-de-açúcar e a produção recorde de etanol, o Brasil pode ficar em evidência no cenário mundial da sustentabilidade ao viabilizar menores emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. O uso é muito estratégico: eficiente no resultado, viável e sustentável para o ambiente. Afinal, é possível obter etanol de diferentes matérias-primas, entre elas até cevada e trigo.
Usar o etanol como biocombustível tem impacto direto e imediato na redução da emissão de gases de efeito estufa. A simples comparação com a gasolina revela que o percentual de redução pode superar 60%. O melhor é que a indústria automobilística busca saídas para oferecer mobilidade sustentável e neutra em carbono. Por isso o Brasil pode ser fortalecido pela pesquisa de tecnologias baseadas em biocombustíveis para aplicação em motores híbridos.
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Segundo estudo do World Wildlife Fund (WWF), até 2030 os biocombustíveis podem suprir 72% da demanda brasileira só com a otimização de pastagens hoje degradadas, sem competir com a terra necessária para produção de alimentos. E há várias pesquisas para garantir que essa abordagem permaneça sustentável, pois só 1,2% do território brasileiro é usado para o cultivo de cana-de-açúcar e 0,8% para produção de etanol da cana e do milho.
A célula de combustível logo é a relacionada com hidrogênio. Mas desde 2015 a Nissan estuda a opção de carro elétrico com tecnologia SOFC, ou Solid Oxide Fuel Cell (Célula de Combustível de Óxido Sólido). 
Com ela, um veículo teria motor elétrico e célula de combustível como os carros a hidrogênio. A diferença está no uso do etanol para gerar hidrogênio, unindo o desempenho de um carro elétrico à praticidade de um a combustão. Viu como o Brasil pode ser destaque mundial em Carbono Zero?
Exemplo: o motorista abastece com etanol, que passa pelo reformador, onde sofre reação química que separa o hidrogênio e pequena parte de CO2. Então o hidrogênio vai para o módulo SOFC para gerar energia para o motor elétrico, enquanto um pouco de CO2 e vapor d’água saem pelo escapamento. Como um tanque de etanol é menor e leva mais que um de hidrogênio, o carro terá autonomia acima de um FCEV (veículo de célula de combustível puro). Apesar de parecer simples na teoria, o projeto continua em estudos na Nissan, que planeja finalizá-los até 2025 e decidir pela produção. Ou, então, optar por estender a pesquisa para melhorar o sistema e deixá-lo mais acessível.
A Volkswagen também pesquisa o uso do etanol para propulsão elétrica ou híbrida. Em parceria com a Universidade Estadual de Campinas, desde 2021 estuda o reformador de etanol e a célula de combustível a etanol.
Se as montadoras puderem desenvolver esse potencial do etanol com recursos locais, será a chance de o Brasil virar vitrine de evolução e exportação de soluções tecnológicas a mercados emergentes com uso da energia limpa dos biocombustíveis como opção às motorizações elétrica, híbrida e a combustão. 
Tarcisio Dias é engenheiro, mecânico e radialista e mantém o portal Mecânica Online. É jurado no Engine of the Year e Motor do Ano de Autoesporte
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O desafio é gigante para cada uma das fabricantes, e já começa no convencimento  dos interessados em gastar muito dinheiro por meros subcompactos que não oferecem equipamentos, segurança e versatilidade como um carro a combustão desse preço. 
Saiba mais 
Por outro lado, são amigos do meio ambiente e vão fazer você rir ao olhar um posto de gasolina. Se essa hora chegou, aqui vai tudo (e mais um pouco) do que você precisa saber sobre cada um dos três compactos. 
3º lugar: JAC E-JS1
Veterano do trio, o JAC E-JS1 foi lançado em julho do ano passado por R$ 149.900 e manteve o posto de carro elétrico mais barato do Brasil durante quase um ano. Atualmente, é o mais caro deles, partindo de R$ 159.990. E o carrinho de nome difícil é o primeiro produto da JAC feito em parceria com a Volkswagen por meio da Si Hao, joint venture criada pelas duas fabricantes. 
Sua plataforma é a mesma dos JAC iEV20 e J2, mas ele passa a impressão de ser um “falso pequeno”. São 3,65 metros de comprimento, 1,67 m de largura, 1,49 m de altura e 2,39 m de entre-eixos. Este último número, que revela como é o espaço para quem vai dentro do carro, me surpreendeu, na medida do possível. 
A suspensão da JAC traz o melhor ajuste para enfrentar o asfalto ruim das cidades
Renato Durães
Sentado no banco do motorista, que tem ajustes manuais, nem precisei levar o assento para trás no trilho até o máximo e já encontrei uma boa posição de dirigir. Lembrando que tenho 1,87 m. 
O desconforto fica por conta do volante, que tem o raio bem grande e fica estranho visualmente dentro de um carro tão compacto e com linhas delicadas no painel — de plástico, cheio de texturas e cores. Porém, o incômodo não é só visual: o enorme volante também atrapalha na hora de dirigir, pois em muitos momentos bate no joelho durante algumas manobras.
Com o kit o preço vai para R$ 174.900 
Renato Durães/Autoesporte
Em relação ao espaço no banco traseiro, é difícil imaginar alguém que tenha mais de 1,60 m viajando com conforto ali.
O banco traseiro do JAC E-JS1 só é bom para pessoas de baixa estatura 
Renato Durães
O seletor de marchas fica na haste direita atrás do volante, como nos carros da Mercedes-Benz, portanto é preciso se familiarizar para não mudar a marcha ao tentar acionar o limpador de para-brisa. O motor entrega 62 cv e 15,3 kgfm de forma instantânea, como qualquer carro elétrico. 
Os números são humildes, mas o pequenino é bem esperto, principalmente porque pesa 1.180 kg, o que é pouco para um carro elétrico, mesmo sendo o mais pesado do trio deste comparativo. O banco tem posição elevada, parecido com o de um SUV, e é muito macio, mas isso só é bom a curto prazo. Depois de uns 40 minutos dirigindo é inevitável que o seu corpo “afunde” no assento, deixando sua postura incorreta e podendo causar uma indesejável dor nas costas. 
JAC E-JS1 tem a cabine mais colorida dos três 
Renato Durães
O “ajuste Volkswagen” é sentido na boa dinâmica de condução, com respostas precisas da direção, e na ótima suspensão, que é valente para enfrentar o péssimo asfalto de São Paulo e coloca o JAC no posto de melhor e mais confortável suspensão dentre os avaliados. 
A marca de zero a 100 km/h e feita em 10,7 segundos, de acordo com a JAC, e a velocidade máxima é limitada a 110 km/h. Ressalta-se aqui que a proposta não é desempenho, mas sim eficiência. Falando nisso, a autonomia divulgada pela fabricante é de 302 km no ciclo NEDC ou aproximadamente 260 km no WLTP, medição mais rigorosa e usada como padrão internacional. 
A versão testada traz o pacote EXT, que traz suspensão 50 mm mais alta, pneus de uso misto, rack de teto e faixa lateral decorativa 
Renato Durães
A lista de equipamentos de série traz central multimídia com tela de 10,25 polegadas — sem conectividade com Apple CarPlay e Android Auto —, câmera de ré, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold, direção elétrica, controles de tração e de estabilidade, chave presencial com partida por botão, faróis de LED, ar-condicionado digital e controle de cruzeiro. 
Com o kit, opcional  o preço vai para R$ 174.900 
Renato Durães
O JAC E-JS1 cumpre bem seu papel urbano no dia a dia e chega a quase empatar com o Kwid, mas o fator crucial que o deixa com a medalha de bronze é a diferença de preço: em relação ao Chery iCar, de R$ 10 mil; já em comparação ao Renault, atinge R$ 13 mil.
2º lugar: Renault Kwid E-Tech
O Kwid E-Tech é o carro mais popular dos três, em três sentidos. É o mais conhecido pelo público, é o mais simples em questão de acabamento e é o mais barato: R$ 146.990. As medidas são as mesmas do modelo a combustão: 3,73 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,50 m de altura, 2,42 m de entre--eixos e porta-malas de 290 litros. 
Essas dimensões colocam o francês como o maior do comparativo. O motor também é o mais potente, com 65 cv, mas o torque de 11,4 kgfm é menor que o dos rivais. 
O logotipo da Renault na grade tem acionamento elétrico para acessar a tomada do carregador 
Renato Durãs
Por fora, o design do elétrico é praticamente igual ao do Kwid reestilizado em janeiro deste ano . O que muda é a grade frontal fechada e com um acionamento elétrico para levantar a parte central — onde fica o logotipo da Renault — para acessar o conector do carregador. Nas laterais, as rodas aro 14 têm quatro parafusos, e não três como o Kwid térmico. Já na traseira o desenho das lanternas têm alguns detalhes diferentes, os refletores são verticais e o para-choque muda muito pouco. 
O interior, feito só de plástico, traz botões do ar-condicionado simples e, ao contrário dos rivais, que possuem freio de estacionamento eletrônico e partida por botão, o Kwid E-Tech tem o freio de estacionamento manual e a chave é do tipo canivete. 
Renault Kwid E-Tech tem o interior bem simples e com muito plástico
Renato Durães
Para o motorista, o espaço para as pernas é o melhor dos três. Entretanto, não há ajuste de altura do banco e a regulagem manual de inclinação fica do lado esquerdo, sobrando um espaço mínimo entre a lateral do assento e a porta para você colocar sua mão e fazer o ajuste desejado. No banco traseiro, o espaço é melhor do que o do JAC, mas continua extremamente reduzido para um adulto.
Pontos onde há maior corrente elétrica são sinalizados em laranja fluorescente
Renato Durães
E o que a Renault traz de itens de série para compensar esse interior de carro popular em um modelo de quase R$ 150 mil? Controles de tração e de estabilidade, seis airbags, assistente de partida em rampas, conectividade com Apple CarPlay e Android Auto sem necessidade de cabo, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro. 
Com tudo ajustado, giro a chave canivete e o silêncio permanece a bordo, sem a vibração típica do motor de três cilindros 1.0 do Kwid a combustão. O “Ready” no painel de instrumentos digital com tela de 7 polegadas indica que o carro está pronto para sair. Aciono o modo D (Drive) no seletor giratório do console central e lá vou eu. 
Renault Kwid E-Tech tem o melhor espaço dos três para as pernas de quem vai no banco traseiro 
Renato Durães/Autoesporte
O pequenino continua com posição elevada de dirigir, tem uma direção leve e precisa e bom fôlego nas arrancadas para sair da inércia e rodar na cidade. O desconforto fica a cargo da suspensão rígida, que dá muita batida seca e sacoleja quem vai na cabine. O torque instantâneo dos carros elétricos exige cuidado para não perder a aderência com o solo, e no Kwid eu senti bastante isso. 
A aceleração de zero a 100 km/h é feita em longos 14,6 segundos, mas a arrancada até os 50 km/h é muito rápida (4,1 s). É depois disso que ele perde força. Então, vai uma dica: tome cuidado com o pé pesado.
Renault Kwid E-Tech também tem o maior porta-malas dos três
Renato Durães/Autoesporte
Uma característica muito boa do Kwid é o grau de regeneração da bateria no modo Eco. Quando acionado esse modo, a potência fica em 45 cv e a perda de força é muito evidente. No entanto, o grau de energia regenerada na desaceleração é ótimo, fazendo com o que os 298 km de autonomia no ciclo urbano sejam bem duradouros. É importante dizer que o Kwid é o carro mais leve de todos, com 977 kg.
Renault Kwid E-Tech tem a suspensão bem rígida 
Renato Durães/Autoesporte
O franco-indiano ganha dos concorrentes em espaço e tem suas virtudes, todavia é muito simples para um carro de R$ 146.990. Por isso, a medalha de prata está de bom tamanho. 
1º lugar: Caoa Chery iCar
A medalha de ouro vai para o novato iCar, de R$ 149.990, mas pode chamá-lo de microcarro. São apenas 3,20 metros de comprimento, 1,67 m de largura, 1,59 m de altura e 2,15 m de distância entre-eixos. As medidas são reduzidas, mas a autonomia é grande: 282 km. 
O motor entrega 61 cv e 15,3 kgfm, exatamente os mesmos números do JAC. A diferença é que o iCar pesa 995 kg, ou seja, quase 200 kg a menos.
O iCar é o menor de todos, mas um dos mais divertidos de guiar, além de caber em qualquer vaga na rua
Renato Durães/Autoesporte
Aqui vai um detalhe curioso: enquanto a maioria dos carros de luxo usa fibra de carbono para reduzir o peso, o iCar utiliza plástico. É isso mesmo, plástico. Sua estrutura é quase toda feita de alumínio, mas as portas, a tampa do porta-malas e até o capô são de plástico polímero. 
Se você acionar a abertura do capô a tampa desencaixa do local e você pode remover a peça com a própria mão, porque é leve. E encaixar de volta é bem prático. 
O capô — de plástico — pode ser removido pelo próprio motorista
Renato Durães/Autoesporte
De acordo com a fabricante, o iCar pesa 180 kg a menos do que pesaria se fosse feito com estamparia de aço. Carros como BMW iX e M3, por exemplo, também usam reforços de polímero nas portas e no para-lama. 
Caoa Chery iCar é o único com materiais sofisticados no interior 
Renato Durães/Autoesporte
Partindo para dentro do iCar, é ali que ele se distancia dos seus rivais e chega mais perto de ter acabamentos dignos da faixa de preço. 
Há material macio no painel e nas portas, plástico que imita aço escovado, ajustes elétricos nos dois bancos dianteiros, acionamento elétrico do banco do passageiro para dar acesso ao assento traseiro, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold, carregador de celular por indução, bancos de couro sintético (material que também reveste o volante), ar-condicionado digital, teto panorâmico e chave presencial com partida por botão. 
Caoa Chery iCar é recomendado apenas para crianças andarem no banco de trás 
Renato Durães
Além disso, há faróis e lanternas de LED, rodas de liga leve aro 15, controles de tração e de estabilidade, assistente de partida em rampa, freios a disco nas quatro rodas, sensores de estacionamento traseiro e câmera de ré. 
A empunhadura desse volante é a melhor dos três e o banco é bem confortável. O seletor de marchas também é giratório. Coloco no D (Drive) para começar a saga pela cidade. Assim como acontece com seus rivais, a arrancada até os 50 km/h é muito rápida e, depois, a aceleração fica mais lenta. 
O iCar tem o porta-malas minúsculo 
Renato Durães
Segundo a Caoa Chery, o iCar faz o zero a 100 km/h em 12,8 segundos e a velocidade máxima chega a 100 km/h. Todos vão bem no trânsito caótico de São Paulo, mas o iCar é o que melhor se encaixa, pois é compacto demais e, ao mesmo tempo, arisco. Então, mudar de faixa ou encontrar uma vaga na rua é muito mais simples. A suspensão é um pouco rígida para um asfalto irregular; consegue ser mais macia do que a do Kwid, mas não supera o conforto proporcionado pela suspensão do JAC E-JS1.
O pequenino da Chery está homologado para quatro passageiros e a área útil do porta-malas é de apenas 100 litros. Porém, rebaixar os assentos traseiros é prático: basta puxar uma alça e empurrá-los para a frente. Desse modo, a capacidade do compartimento salta para 380 litros. 
Caoa Chery iCar tem muita personalidade no visual 
Renato Durães
Sejamos racionais, ninguém vai comprar algum desses três carros para transportar a família. O foco é totalmente voltado para um público-alvo de solteiros ou casais com, no máximo, uma criança pequena. O bom acabamento, a vasta lista de equipamentos de série e a praticidade do iCar na cidade dão a ele o posto mais alto nesse universo paralelo dos carros elétricos de entrada.
Renault Kwid E-Tech, JAC E-JS1 e Caoa Chery iCar lado a lado 
Renato Durães
Autonomia

iCar, Kwid e E-JS1 são carros elétricos estritamente urbanos e têm boa autonomia declarada, como mostra a tabela mais abaixo. Mas, na vida real, tudo vai depender do modo como você dirige. 
Caoa Chery iCar tem 282 km de autonomia 
Renato Durães
Caoa Chery iCar: O pequenino tem baterias de íons de lítio de 30,8 kWh e tomada de padrão europeu. Carrega 80% da bateria em 5 horas no Wallbox de 6,6 kW (AC), vendido à parte, ou em 11 horas em um carregador portátil de 3 kW (AC), também vendido à parte. Em estações de recarga rápida (50 kW), o tempo é de 36 minutos. 
Renault Kwid elétrico tem 292 km de autonomia 
Renato Durães
Renault Kwid E-Tech: O francês tem baterias de íons de lítio de 26,8 kWh com o padrão europeu. No Wallbox doméstico de 7,4 kW (AC), vendido à parte, o tempo de recarga de 15% para 80% da bateria é de 2h54. Já em um posto de carga rápida, de 30 kW (DC), o motorista vai precisar de apenas 40 minutos para atingir a mesma marca. 
A estimativa, no ciclo WLTP, é de que o Jac tenha 260 km de autonomia
Renato Durães/Autoesporte
JAC E-JS1 - O carro tem baterias de fosfato de ferro-lítio com capacidade máxima de 30,2 kW. O padrão de tomada é o chinês, que não é utilizado no Brasil. Por isso, a JAC oferece um adaptador com padrão europeu. No Wallbox doméstico de 7 kW (AC), vendido à parte, a recarga de 20% para 100% é feita em cerca de 3h30. 
Central multimídia
Caoa Chery iCar: a central multimídia de 10,25 polegadas com formato vertical é o que mais chama a atenção
Renato Durães/Autoesporte
Renault Kwid E-Tech: a tela é de apenas 7 polegadas, mas é a única que tem conexão com Apple CarPlay e Android Auto
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JAC E-JS1:a tela de 10,25" do multimídia é bem funcional, mas com as particularidades da fabricante
Renato Durães/Autoesporte
Dados da montadora
Itens
Notas
Rodapé Um Só Planeta
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A SHM, como também é chamada, vai apresentar seu primeiro carro em janeiro, pouco antes da CES, a maior feira de tecnologia do mundo, que acontece em Las Vegas (EUA). A previsão é de que as vendas comecem no início de 2025, com entregas programadas para o final do mesmo ano. 
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Junto com o anúncio da criação da Sony Honda Mobility, foi publicado um vídeo com imagens de detalhes do capô e da lateral do veículo. Porém, ainda não se sabe se esse modelo será baseado nos conceitos Vision-S e Vision-S 02 apresentados pela Sony nos últimos anos. 
Aliás, essa é uma questão relevante, já que os protótipos foram produzidos pela austríaca Magna-Steyr, uma espécie de fabricante “barriga de aluguel” para outras marcas que já chegou a produzir veículos para Mercedes-Benz e Toyota. 
O que já sabemos é que haverá uma clara divisão de responsabilidades na operação da SHM. Seguindo a lógica, cada uma das sócias vai atuar na área que é especializada. Assim, a produção ficará a cargo da Honda em uma de suas fábricas na América do Norte. 
Sony vai desenvolver a tecnologia de entretenimento dos carros na parceria com a Honda
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Já a Sony, tradicional fabricante de videogames e uma série de outros eletrônicos, será responsável por desenvolver os aspectos de entretenimento dos carros. Considerando que o futuro da mobilidade é a automação, um dos maiores desafios é deixar os ocupantes entretidos durante uma viagem. Já pensou ter um PlayStation 5 dentro do carro?
A atuação da Sony Honda Mobility será baseada, de acordo com a própria empresa, em três “As”: do inglês, Autonomy, Augmentation e Affinity.
Essas definições ainda parecem vagas e elaboradas pelo departamento de marketing. Por enquanto, conseguimos traduzir dizendo que os carros serão elétricos, terão um nível cada vez maior de automação, serão conectados, incluindo serviços via nuvem e terão um espaço capaz de integrar os mundos virtual e real. Por fim, a empresa ainda diz que os veículos serão feitos não apenas para os passageiros, mas também vão servir às comunidades. 
Conceito Vision-S 02 pode dar origem ao primeiro carro da Sony Honda
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Origem da empresa
As conversas entre Sony e Honda começaram em março deste ano. Em junho, as duas empresas assinaram um acordo para criar a SHM. Mas a formação da nova fabricante só foi confirmada agora em outubro. 
O capital da companhia será de 10 bilhões de ienes, o equivalente a R$ 357 milhões, na conversão do dia. Honda e Sony terão participação de 50% cada. 
A Sony não é a primeira empresa a firmar uma parceria com a Honda para desenvolver a mobilidade elétrica. Em março deste ano, os japoneses entraram em acordo com a GM para criar e aprimorar uma plataforma de carros movidos a eletricidade. Os primeiros frutos dessa união devem surgir em 2027. O objetivo é ter uma família de carros elétricos para popularizá-los em todo o mundo. 
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O XPeng X2 é todo feito de fibra de carbono, material leve e muito resistente, tem oito motores elétricos – um em cada hélice – capacidade para dois ocupantes e chega a velocidade máxima de 130 km/h. 
Saiba mais 
Segundo a fabricante, ele será adequado para futuros voos urbanos de baixa altitude e para viagens urbanas de curta distância, como passeios turísticos e transporte médico. Porém, não há especificações sobre a altitude máxima e nem sobre distância máxima dos voos, mas o teste durou cerca de 90 minutos. 
O X2 está equipado com dois modos de condução: manual e autônomo. No modo manual há o controle de um operador, já no modo autônomo não há interação humana e o carro voador faz o trajeto configurado no sistema. E foi justamente neste modo que os testes foram feitos pois não havia nenhuma pessoa na cabine. O peso do X2 sem tripulantes é de 560 kg, mas é capaz de suportar até 760 kg com os dois passageiros. 
"O primeiro voo público global do carro voador X2 mudará a mobilidade urbana. Hoje, assistimos a um momento histórico que definirá os próximos 50 anos", afirmou o presidente e CEO da Xpeng, Hassan Al Hashemi. 
A operação oficial deve começar nos próximos dois anos. 
Cerca de 150 pessoas acompanharam o teste do carro voador 
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E os méritos para este inovador transporte terrestre virar realidade é da Universidade Técnica de Munique (TUM). O principal objetivo do Hyperloop é de que passageiros sejam transportados por terra com a rapidez de transportes aéreos.
A TUM ficou em primeiro lugar nas quatro competições da Hyperloop Pod, organizadas pela Space X, empresa espacial de Elon Musk . Atualmente, o recorde de velocidade atingido pelo Hyperloop é de 482 km/h, porém, a universidade diz que o objetivo é chegar aos 850 km/h quando a operação já estiver acontecendo.  
O Programa Hyperloop da TUM foi fundada em 2020 e, após o sucesso nas competições, a construção da primeira infraestrutura em tamanho real da Europa começou no dia 30 de setembro dentro da universidade. 
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O Hyperloop – uma espécie de vagão futurista – será transportado dentro de vários tubos interligados feitos com aços de ultra-alta resistência. Cada um destes tubos tem 24 metros de comprimento. E eles serão feitos separados para facilitar a construção da estrutura e também os testes. 
Vale ressaltar que o Hyperloop está equipado com a tecnologia maglev, que usa como base o princípio da atração e repulsão que se cria entre dois campos magnéticos para deslizar com suavidade dentro dos túneis, sem qualquer atrito com o solo. 
Outro tópico importante para que o meio de transporte possa atingir altíssimas velocidades está relacionado ao ar. Fortes bombas de vácuo estão ligadas à cápsula visando eliminar a resistência do ar para que o trajeto seja ainda mais rápido.
O TUM Hyperloop aparece na esquerda, enquanto um dos tubos de transporte aparece do lado direito 
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Apesar da estrutura estar sendo fabricada na Alemanha, a ideia dos desenvolvedores do projeto é de testar o Hyperloop, primeiramente, em algum país que ainda não foi definido. Caso ele seja bem recebido e responda da forma esperada, o próximo passo é  conectar centros populacionais, tal qual uma ferrovia, mas com viagens muito mais velozes e confortáveis. 
Segundo Gabriel Semino, gerente do projeto, o objetivo do TUM Hyperloop é desenvolver uma tecnologia que torne realidade o transporte sustentável de alta velocidade do futuro. 
O passo mais importante, que é a construção em escala real do projeto, já começou. Mas ainda há um longo caminho pela frente para chegar até o Hyperloop final. Segundo a TUM, o objetivo é que até o final dessa década a operação já esteja acontecendo na Europa. Uma viagem entre Amsterdã, na Holanda, até Paris, na França, por exemplo, que tem pouco mais de 500 km de distância, será feita em 30 minutos. 
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Antes de responder, vamos entender melhor o que é este benefício. 
O auxílio emergencial começará a ser pago no dia 16 de agosto em seis parcelas de  R$ 1.000, “observadas a quantidade de taxistas elegíveis e o limite global disponível para o pagamento do auxílio”, informou Ministério do Trabalho.
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Têm direito ao benefício motoristas de táxi registrados nas prefeituras, titulares de concessões ou alvarás expedidos até 31 de maio.
Ainda segundo o ministério, a prestação das informações caberá inteiramente às prefeituras (ou ao governo do Distrito Federal, no caso da capital federal), não sendo necessária qualquer ação por parte dos taxistas. Em caso de dúvidas, o motorista deve entrar em contato com a prefeitura para verificar o cadastro municipal.
Como será o pagamento? 
Têm direito ao benefício taxistas registrados nas prefeituras, titulares de concessões ou alvarás expedidos até 31 de maio (Foto: Agência Brasília)
Auto Esporte
As duas primeiras parcelas, referentes a julho e agosto, serão pagas em 16 de agosto. No dia 30, receberão o auxílio taxistas das cidades cujas prefeituras perderem o primeiro prazo para enviar os dados dos trabalhadores ao governo.
“É importante esclarecer que o mero cadastramento dos taxistas não garante o pagamento do Benefício Taxista. Os dados enviados pelos entes municipais e distrital serão analisados pela Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) para identificação dos profissionais elegíveis”, anunciou o ministério.
Basta clicar neste link para realizar o cadastro. 
301.505 taxistas de 3.119 cidades, de todos os estados e do Distrito Federal, foram cadastrados na primeira fase
Agência Brasil 
O motorista que estiver com o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) pendente de regularização junto à Receita Federal não poderá receber o valor. Além disso, o benefício não poderá ser pago cumulativamente com o auxílio caminhoneiro. Mais informações podem ser obtidas por meio do aplicativo Caixa Tem.
O Ministério do Trabalho e Previdência divulgou que 301.505 taxistas de 3.119 cidades, de todos os estados e do Distrito Federal, foram cadastrados na primeira fase. 
Motoristas de aplicativo receberão o benefício? 
Motoristas receberão por até 12 meses um salário mínimo, que atualmente é de R$ 1.212
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Não, somente taxistas terão direito ao benefício. 
O deputado Danilo Forte, relator do projeto, até tentou ampliar o benefício para motoristas de aplicativo durante a discussão do projeto na Câmara. Entretanto, a ideia não teve apoio e foi descartada e trabalhadores de empresas como Uber e 99 não entram no pagamento do auxílio. 
Em outubro do ano passado, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que no Brasil há cerca de 1,1 milhão de motoristas de aplicativo.
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A MUJI é uma rede de supermercados que enfatiza o minimalismo e a reciclagem. A empresa ficou responsável pelo design da MS01, enquanto a Honda cuidou de todo o resto. Isso inclui toda a parte estrutural e mecânica da scooter elétrica.
Honda MS01 é feita de materiais leves para diminuir o peso
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O chefe de design da MUJI, Kenya Hara, desenhou a MS01 baseada em uma antiga bicicleta que era vendida na rede. Essa é a origem da pintura preta e branca com muitas partes foscas, pois na cultura do minimalismo, o objetivo é que as cores não cansem os olhos. 

Assim como a Mobylette, a Honda MS01 tem acelerador eletrônico e pedal assistido – portanto, o ciclista poderá escolher se prefere pedalar ou descansar as pernas. Apesar da simplicidade, se fosse vendido no Brasil, o modelo precisaria de emplacamento e CNH para conduzir. 
A MS01 tem rodas aro 17 calçadas em pneus sem câmara, que segundo a Honda, são adequados para qualquer piso urbano. O motor de 400W permite velocidade máxima de 25 km/h. A bateria de 48V proporciona autonomia para rodar 65 km apenas no modo elétrico, sem pedalar. Segundo a Honda, um usuário padrão terá que recarregar a MS01 uma ou duas vezes na semana.
Honda MS01 tem baterias removíveis
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A MS01 está muito longe de chegar ao Brasil. Apenas 5 mil unidades serão vendidas, todas com foco no mercado chinês, pelo equivalente a R$ 4 mil. Isso a torna mais barata que a nossa Caloi Mobylette, que custa R$ 10 mil. 
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O triciclo Miles pode transportar 710 litros de carga, capacidade suficiente para levar 5 botijões domiciliares de 13 kg. Seu motor tem 6 cv de potência e o conjunto de baterias proporciona 300 km de autonomia. 
O objetivo é economizar combustível e reduzir emissões na chamada “last mile” (“última milha”, em inglês), que é o percurso entre o centro de distribuição da Ultragaz e a residência do cliente.
Voltz Miles não tem baterias intercambiáveis e precisa de 5 horas para recuperar sua carga
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Segundo a Voltz, as grandes vantagens do Miles são as manutenções mais baratas, a economia de combustível e o fato do triciclo podder ser carregado em qualquer tomada residencial em até cinco horas. Apenas peças de desgaste, como pastilhas de freio e amortecedores precisam ser trocadas de forma recorrente. 
Voltz Miles pode ser usado em várias aplicações comerciais
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Produzido na Zona Franca de Manaus (AM), o Miles será vendido exclusivamente à Ultragaz pelo preço de R$ 32.990. Em um futuro próximo, a Voltz vai passar a aceitar encomendas de outras empresas. 
Parceria com o iFood
Voltz EVS Work é exclusiva para entregadores do iFood
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A Ultragaz é a segunda parceria que a Voltz fecha em 2022. Isso porque a fabricante também iniciou as vendas de uma versão especial da EVS Work exclusiva para entregadores do iFood que moram em São Paulo (SP). O modelo pode ser comprado na pré-venda por R$ 9.990, valor superior ao da Honda Pop 110i, que custa R$ 8.330 e é uma das motocicletas mais populares nos apps de entrega.
Segundo a Voltz, o modelo elétrico chega a ser três vezes mais econômico que uma moto a combustão correspondente. As baterias proporcionam entre 100 km e 180 km de autonomia. E para melhorar o alcance, a velocidade máxima é limitada a 85 km/h.
A Voltz EVS Work está disponível na pré-venda de 1.000 unidades com o valor promocional. Ao fim do lote, o preço pode ser reajustado. Os requisitos para adquirir o modelo são estar ativo no iFood há pelo menos 3 meses, ter realizado no mínimo de 1.767 rotas e ter recebido acima de 92,64 % de likes pelos clientes.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/av-r33D4U9ihOCXa6UHZ4PybeAg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/d/e/IMIBpRQ6eKcMRB94zB9w/voltz-ultragaz.jpg" medium="image"/>   <media:description>Voltz Miles</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Jun 2022 18:48:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Para ter um carro sustentável é preciso cuidar da economia circular relacionada a ele</title>  <atom:subtitle>Eletrificação combina sustentabilidade, energia renovável, infraestrutura e tecnologia de produto</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/colunistas/post-coluna/2022/06/para-ter-um-carro-sustentavel-e-preciso-cuidar-da-economia-circular-relacionada-a-ele.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/colunistas/post-coluna/2022/06/para-ter-um-carro-sustentavel-e-preciso-cuidar-da-economia-circular-relacionada-a-ele.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BtlO-BYFuzlxqu3O-4v2U34LPZY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/s/w/lqOtqcRJmxLlOXKgalMA/thumb-ae-125.jpg" /><br /> ]]>    Muito feliz em estrear como colunista no site e na revista Autoesporte, publicação que acompanho há bastante tempo e tenho o prazer de integrar o Prêmio Carro do Ano na categoria Motor do Ano. Espero contar com a sua companhia durante a evolução constante do universo automotivo que vou apresentar por aqui.  
Nos últimos anos, a compra de um veículo vem passando por uma grande transformação. Inicialmente as pessoas desejavam ter um automóvel, sem haver uma relação com os demais sistemas envolvidos. Agora surge a preocupação em pertencer, ou seja, se o carro e o alinhamento da marca estão no mesmo perfil do consumidor.  
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Estamos acompanhando essa nova realidade mais de perto nos veículos eletrificados. Ela contempla todos os estágios do ciclo de vida de um veículo, considerando as emissões de carbono desde sua produção, à fabricação das baterias e das recargas.  
Quando nos referimos a um veículo sustentável temos aqueles que conseguem diminuir ou até eliminar os efeitos da emissão de poluentes causadores das mudanças climáticas. Já observamos a presença de peças recicladas nos veículos, como os tapetes feitos de plástico pós-consumo de redes de pesca que equipam o BMW iX, que tem cerca de 20% de suas partes com origem reciclada.
É cada vez maior a conformidade com padrões sociais, direitos humanos e aspectos ambientais. Mesmo com o otimismo em relação a uma frota cada vez mais verde e eletrificada, há um importante desafio no caminho desta conquista: a infraestrutura para os carros elétricos. Até 2030 há uma previsão de 80 mil pontos de recarga elétrica em todo o território brasileiro, que também possui a vantagem de ser responsável pela maior geração de energia solar do mundo.  
Por último, mas não menos importante, novos veículos chegam com as mais recentes tecnologias que estão na prateleira. São recursos de condução semiautônoma, como controle de cruzeiro adaptativo, auxílio de estacionamento, reconhecimento de sinais de trânsito baseado num sistema de câmeras e assistentes de direção adaptável e de frenagem autônoma, além de função de orientação da pista que reconhece as marcações das faixas e os veículos nas pistas ao lado e à frente, entre outros recursos. 
A tecnologia dos veículos está considerando cada vez mais o compromisso com a sustentabilidade
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Hoje, ser sustentável vai além da compra de um veículo, pois o consumidor já está atento a processos produtivos, ciclo de vida, infraestrutura de abastecimento, pós-vendas, reciclagem e destinação final, além do alinhamento construtivo no pacote tecnológico oferecido. A tecnologia dos veículos está considerando cada vez mais o compromisso com a sustentabilidade, por meio do uso responsável de recursos em toda a cadeia de valor, nas fases do ciclo de vida de um carro.  
Carro esse com otimização de peso por meio de diferentes processos de fabricação e equipados com materiais inovadores que resultam efeitos positivos na autonomia elétrica e na dinâmica de condução. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BtlO-BYFuzlxqu3O-4v2U34LPZY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/s/w/lqOtqcRJmxLlOXKgalMA/thumb-ae-125.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ilustração Coluna Tarcisio Dias</media:description>   <media:credit>Getty</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 22 Jun 2022 12:35:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Taxistas e motoristas de aplicativo podem ter seguro-desemprego por avarias no carro</title>  <atom:subtitle>Em casos de inatividade involuntária por mais de 30 dias, o motorista pode receber até três parcelas no valor de um salário mínimo cada</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/06/taxistas-e-motoristas-de-aplicativo-podem-ter-seguro-desemprego-por-avarias-no-carro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/06/taxistas-e-motoristas-de-aplicativo-podem-ter-seguro-desemprego-por-avarias-no-carro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5RjeYuEpIZwnFfOXRlOgpPNb_0Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/w/Y/LxwjAOStGljD11uYAtuQ/sem-titulo-5-.png" /><br /> ]]>    O Senado vai analisar um projeto (PL 1.322/2022) que dará direito a seguro-desemprego para motoristas de aplicativos e taxistas em casos de inatividade involuntária por mais de 30 dias, devido a avarias graves em seus carros que impeçam de exercer seu trabalho. 
O Senador Jader Barbalho (MDB-PA), autor do projeto, explica no texto quais serão as condições que darão direito ao seguro-desemprego.
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Condições para receber o seguro-desemprego
O recebimento do seguro-desemprego só será válido junto à inscrição do profissional no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Além da inscrição no INSS, o motorista também deve estar adimplente com a Previdência e contribuir há mais de um ano. 
Motoristas receberão por até 12 meses um salário mínimo, que atualmente é de R$ 1.212
Divulgação
Quantas parcelas do seguro-desemprego os motoristas receberão?
Tanto os motoristas de aplicativos quanto os taxistas terão direito a receber até três parcelas do seguro-desemprego, no valor de um salário mínimo cada, que atualmente é R$ 1.212. 
Quantas vezes o motorista pode receber o benefício? 
Fica vedado o recebimento do benefício, em circunstâncias similares, nos 12 meses seguintes à percepção da última parcela. Portanto, se o motorista passar por algum problema com o carro num intervalo inferior um ano após o primeiro ocorrido, ele não receberá o benefício novamente. 
Justificativa do projeto
Jader alega que é justo que motoristas de aplicativos e taxistas também recebam o seguro-desemprego devido a problemas na cadeia logística de peças de automóveis desde que começou a pandemia.
"Tem havido falta de componentes e atraso elevado na entrega de peças para veículos. Não é raro que, ao deixar o veículo avariado em uma prestadora de serviço automotivo, seja por batida ou problema técnico, o prazo de entrega previsto seja superior a 30 dias. Esse tipo de atraso traz sérios problemas financeiros para motoristas de aplicativos e taxistas, que ficam impedidos de trabalhar", alerta.
O projeto aguarda aprovação no Senado. 
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As empresas vão enviar baterias de exemplares do e-tron usados em testes pela Audi para a Índia. Os módulos de segunda mão serão instalados em tuk tuks elétricos, que serão emprestados sem custos para mulheres comerciantes para que elas possam carregar mercadorias para o mercado local. 
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“Quando usadas adequadamente, as baterias de segunda vida podem ter um enorme impacto, ajudando as pessoas em situações desafiadoras a obter renda e independência econômica – tudo de maneira sustentável”, disse Prodip Chatterjee, cofundador da Nunam.
A Audi não informou quantas cargas as baterias receberam quando estavam instaladas nos e-tron ou qual a estimativa de duração dos módulos após serem reaproveitados nos tuk tuks. 
Baterias usadas no Audi e-tron serão montadas em tuk tuks na Índia
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Como o programa ainda está na fase de testes, é provável que mais informações sejam divulgadas conforme os tuk tuks começarem a rodar nas ruas indianas.  “Para veículos com menor alcance e requisitos de potência, bem como menor peso total, eles são extremamente promissores. Em nosso projeto de segunda vida, reutilizamos baterias de carros elétricos em veículos elétricos”, completou Chatterjee.
Tuk tuks elétricos não são novidade na Índia. Porém, os veículos que rodam atualmente costumam utilizar baterias de chumbo-ácido, menos eficientes e com menor autonomia. Os módulos de íons de lítio prometem aumentar o alcance.
Mesmo após uso em tuk tuks, baterias terão nova utilidade
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A parceria também considera a forma de carregar as baterias. Os usuários serão incentivados a usar pontos de recarga alimentados por energia solar. Isso porque a maior parte da energia elétrica da Índia é proveniente de usinas de carvão, bem mais poluentes. 
A Audi afirma ainda que, após o uso nos tuk tuks elétricos, as baterias terão nova utilização como fonte de energia para lâmpadas de LED.
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De acordo com a empresa que monta seus produtos na China, a 3.0i atinge a velocidade máxima de 80 km/h e uma autonomia de aproximadamente 320 km. Caso não tivesse pedais, o modelo da Delfast poderia muito bem ser classificado como um scooter.
Bicicleta elétrica Delfast Top 3.0i tem painel digital e aplicativo para gerenciar o sistema das baterias posicionadas no quadro
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Para chegar a esse nível de eficiência, um dos segredos da “magrela" elétrica está nas baterias posicionadas no quadro, que têm inédito gerenciamento por conta de software e hardware renovados, e permitem o ciclista gerenciar o funcionamento do sistema a partir de um aplicativo instalado no celular. Este app, que se conecta ao sistema via Bluetooth, auxilia também em outras atividades, como localizar a bike em caso de roubo ou furto, ou mesmo destravá-la à distância..
As rodas são off-road e os freios regenerativos
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Já o desempenho absurdo fica sob a responsabilidade de um motor, que tem duas faixas de potência. Para o uso urbano, a Top 3.0i entrega 750W (equivalente a 1 cv) e a velocidade fica limitada a 32 km/h. No entanto, para encarar uma trilha off-road, o propulsor gera até 5.000W de potência (6,8 cv), permitindo que ela chegue aos 80 km/h. 
Apesar dos pedais, a e-bike tem um visual que lembra muito uma motocicleta para trilhas. Os pneus que calçam as rodas de 19 polegadas são para todo terreno. Ela tem também farol de LED, freios regenerativos que auxiliam na recuperação de energia para as baterias, e quadro tubular de aço. Seu peso, segundo a fabricante, é de apenas 70 kg e capacidade máxima de carga é de 120 kg.
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O patinete C1 não é revolucionário em suas tecnologias, mas também não precisa ser para o que se propõe. Seu motor elétrico é alimentado por uma bateria Samsung que pode ser substituída como se fosse as pilhas de um carrinho de controle remoto, e que assegura uma autonomia de apenas 25 km. Ou seja, é um veículo ideal para entregas nas proximidades do estabelecimento comercial ou mesmo para uso interno em grandes fábricas.
Patinete elétrico MIMO C1 pode se transformar em um carrinho de mão em apenas três segundos
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A velocidade máxima não ultrapassa os 25 km/h. Para os países onde a velocidade limite é menor que 25 km/h, a empresa, com sede em Cingapura, avisa que pode instalar um limitador. Ela chega nem perto do modelo Kickscooters GT2, da Segway-Ninebot, capaz de atingir os 70 km/h e fazer o zero a 50 km/h no mesmo tempo do recém-lançado Renault Kwid E-Tech (elétrico).
O MIMO C1 pode transportar um condutor de até 120 kg mais uma carga de 70 kg. Uma característica muito interessante do patinete é que, caso a bateria acabe no meio do caminho (algo totalmente possível, já que autonomia não é um dos pontos fortes do veículo), é a possibilidade de ele se transformar em um tipo de carrinho de mão que o condutor pode empurrar de forma prática, inclusive dentro de escritórios. Essa transformação, de acordo com a fabricante, pode ser feita em três segundos.
De acordo com a fabricante, o patinete tem 1 metro de distância entre as rodas e pesa apenas 17 kg. Tem dois faróis na dianteira e um na traseira. O freio é a disco e está posicionado somente na roda de trás. Já a bateria tem somente 1,5 kg.
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É normal ficar confuso com tantas minúcias e regras que passam despercebidas. Mas a Autoesporte está aqui para te ajudar, e por isso elaboramos um listão para explicar quem é quem no mundo da mobilidade elétrica. Acompanhe abaixo:
Hoverboard e Longboard
Diferentemente dos skates convencionais, os longboards elétricos podem subir ladeiras
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Os hoverboards são plataformas com motores elétricos e duas rodas, que podem atingir no máximo 15 km/h. A propulsão é acionada de acordo com a inclinação do condutor. Já os longboards elétricos são skates convencionais motorizados em que o condutor usa um controle remoto para acelerar. 
Ambos são vistos como “brinquedos” e podem até ser usados em parques e ciclofaixas. O uso de capacete não é obrigatório, mas é recomendado. É possível adquirir um longboard motorizado a partir de R$ 700.
Patinete elétrico
Para rodar de patinete elétrico é necessário utilizar capacete
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Os patinetes são parecidos com os longboards, mas contam com um guidão que se eleva até a cintura do usuário e são mais fáceis de equilibrar. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) obriga o uso de capacete.
É proibido transportar mais de uma pessoa, assim como levar cargas acima de 5 kg. Eles devem possuir indicador de velocidade, sinalização noturna e buzina para evitar acidentes. 
Bike elétrica
São consideradas bicicletas elétricas as magrelas com potência máxima de 350 Watts
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É preciso ficar mais atento com as bicicletas elétricas, pois algumas coisas são bem confusas. Para ser considerada uma bike elétrica, o Contran determina que o veículo tenha potência máxima de 350 Watts, velocidade máxima de 25 km/h e seja dotado de um sistema auxiliar que garanta o funcionamento do motor somente quando o condutor pedalar (o chamado “pedal assistido”).
A Mobylette elétrica tem acelerador – e segundo a resolução 947 do Contran publicada no dia 22 de março, ela não pode ser enquadrada como bicicleta. Neste caso, o modelo passou a ser classificado como ciclo elétrico.
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Ciclo elétrico 
Mobylette elétrica foi lançada em janeiro como bike elétrica. Em março, o Contran determinou que ela é um ciclo elétrico
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Se o veículo excede as especificações para ser uma bike elétrica, como acontece coma nova Mobylette, o modelo se torna um ciclo elétrico, que deve ser emplacado. Neste caso é necessário que o condutor tenha ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria A.
O capacete também é um equipamento obrigatório para condutores de ciclo elétricos. Pilotar sem o equipamento de segurança é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, além da suspensão imediata da CNH.
Moto elétrica
Voltz EVS Work é moto elétrica exclusiva para entregadores do iFood
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As motos elétricas seguem exatamente as mesmas regras dos modelos a combustão. Elas devem ser emplacadas e o condutor precisa de CNH da categoria A para conduzir – caso contrário, estará cometendo infrações de trânsito.
As motocicletas da categoria estão se popularizando rápido no Brasil. A Voltz, uma das maiores marcas do segmento, fechou uma parceria com o iFood para fornecer motos elétricas com valores promocionais aos entregadores. A EVS Work pode percorrer até 180 km com apenas uma carga.
Agora que você já sabe as diferenças entre todos esses veículos elétricos, tenha juízo. Bom passeio!
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/l1Of1rYROZVeGlbk3JY8MhLKm2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/5/9/gUb3hQRAeQsr77XUM1Kg/citycoco-s10.jpg" medium="image"/>   <media:description>Citycoco</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 05 Jun 2022 12:08:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moto elétrica da Voltz feita para entregadores do iFood é lançada por R$ 10 mil</title>  <atom:subtitle>Voltz EVS Work pode rodar até 180 km com uma carga; manutenção é 50% mais barata do que a de uma moto normal</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2022/05/moto-eletrica-da-voltz-feita-para-entregadores-do-ifood-e-lancada-por-r-10-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2022/05/moto-eletrica-da-voltz-feita-para-entregadores-do-ifood-e-lancada-por-r-10-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GqB89XMLEQ_YxaFdcYURoLb0f2Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/g/j/n3WsnGQ7qXhH0CATPz0g/04.jpg" /><br /> ]]>    A fabricante de motos elétricas Voltz acaba de lançar uma versão especial da EVS Work, exclusiva para entregadores do iFood que moram em São Paulo (SP). O modelo pode ser comprado na pré-venda por R$ 9.990, valor superior ao da Honda Pop 110i, que custa R$ 8.330 e é uma das motocicletas mais populares nos apps de entrega.
A diferença da EVS Work para a Honda Pop é que, segundo a Voltz, o modelo elétrico chega a ser três vezes mais econômico que uma moto a combustão correspondente. As baterias proporcionam entre 100 km e 180 km de autonomia. E para melhorar o alcance, a velocidade máxima é limitada a 85 km/h. 
Voltz EVS chega a 85 km/h, limitados eletronicamente
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Em tomadas residenciais, a Voltz declara que a EVS Work leva em torno de 5 horas para recuperar toda a autonomia. Mas a ideia é que o entregador não tenha que parar durante o trabalho e esperar. Para isso, o iFood terá estações exclusivas para a substituição das baterias compartilhadas, com planos de assinatura que variam de R$ 129,00 por mês para quem roda até 2 mil km a R$ 319,00 para quilometragem e trocas ilimitadas.
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Dessa forma, o entregador poderá trocar a bateria de sua motocicleta por uma totalmente carregada em apenas um minuto. As unidades de recarga estarão localizadas nos pontos da cidade com maior concentração de restaurantes, como Lapa, República Consolação, Pinheiros, Jardins, Paulista, Aclimação, Paulista, Moema e Itaim Bibi.
Entregadores terão acesso ás estações de substituição de bateria por um aplicativo
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A Voltz divulga que o valor de manutenção da EVS Work é 50% menor na comparação com motos a combustão, já que não possui partes móveis como cilindros, virabrequim ou bomba de injeção. O proprietário tampouco terá que se preocupar com a substituição de óleo, velas e filtros.
A manutenção poderá ser agendada na concessionária da Voltz em São Paulo ou em oficinas autorizadas pela marca. As revisões não são obrigatórias, mas a marca sugere que check-ups sejam feitos a cada 5.000 km. 
A Voltz EVS Work está disponível na pré-venda de 1.000 unidades com o valor promocional. Ao fim do lote, o preço pode ser reajustado. Os requisitos para adquirir o modelo são estar ativo no iFood há pelo menos 3 meses, ter realizado no mínimo de 1.767 rotas e ter recebido acima de 92,64 % de likes pelos clientes.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GqB89XMLEQ_YxaFdcYURoLb0f2Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/g/j/n3WsnGQ7qXhH0CATPz0g/04.jpg" medium="image"/>   <media:description>Voltz EVS</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 31 May 2022 19:35:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Exclusivo: passageira denuncia tentativa de dopagem por motorista de aplicativo</title>  <atom:subtitle>Jovem de 25 anos diz que sentiu odor forte de produto químico e ficou zonza. Caso está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/05/exclusivo-passageira-denuncia-tentativa-de-dopagem-por-motorista-de-aplicativo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/05/exclusivo-passageira-denuncia-tentativa-de-dopagem-por-motorista-de-aplicativo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-UHB0afHGNuFfqILL3HhDawO6-M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/L/c/qPfAA2QkuB4rjgJ3eqtw/dddddd.png" /><br /> ]]>    *Os nomes foram substituídos para preservar as identidades das vítimas
Mais um caso de dopagem em carro de aplicativo foi denunciado à Polícia Civil, em São Paulo (SP), no último domingo (29). Uma passageira de 25 anos que será identificada como Fernanda contou à Autoesporte que sentiu forte odor de produto químico durante um trajeto de Uber na madrugada. Ela chegou ao destino, mas relata momentos de tensão com o motorista.
Fernanda e seu namorado Victor estavam saindo de uma festa de formatura na Barra Funda, bairro da zona oeste da cidade. Os celulares de ambos descarregaram, portanto, pediram a uma amiga que chamasse um carro pelo aplicativo. O motorista era bem avaliado, mas tinha apenas um mês na plataforma.
“Não bebi nessa festa, pois estava de ressaca do dia anterior. Meu namorado estava bêbado, porém lúcido”, conta Fernanda. “Voltamos conversando com o motorista, pois o caminho era longo. Ele contou que tinha pouco tempo no app, mas que fez várias corridas”.
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Fernanda e Victor iam desembarcar na casa de uma amiga no bairro do Sacomã, onde a garota havia deixado o seu carro. Como não ingeriu álcool durante a festa, ela teria condições de retornar para a casa com seu namorado. Entretanto, durante o trajeto no Uber, a garota começou a sentir um odor forte.
“Quando a conversa foi diminuindo, comecei a sentir esse cheiro muito forte e ardido. Parecia thinner ou acetona. Todas as janelas estavam fechadas, exceto a do motorista, que tinha abertura de uns dois dedos”, diz Fernanda. “Me deu muita falta de ar e tontura. Também tive palpitações, pois tenho pressão alta”.
Nas últimas semanas, Fernanda leu na internet sobre o novo golpe da dopagem aplicado por motoristas de Uber, 99 e InDriver. Ela ficou surpresa, pois estava acompanhada do namorado, mas acha que o motorista se sentiu encorajado pelo cansaço e embriaguez do rapaz.
Caso aconteceu durante a madrugada na cidade de São Paulo 
Getty images 
“Imediatamente abri a janela e coloquei a cabeça para fora para tentar respirar. A abertura era por manivela, então o motorista não teria como intervir”, afirma.
Os efeitos do sono, embriaguez e o forte cheiro de produto químico deixaram Victor atordoado. Segundo Fernanda, mesmo chamando seu nome e batendo no rosto, ele não conseguia responder. O motorista não falou absolutamente nada, apenas observou o casal pelo retrovisor. 
“Depois que passamos pela Avenida das Juntas Provisórias, eu já conseguia respirar. Sei que o motorista não desviou do caminho, pois conheço a região. E quando chegamos na casa da minha amiga, meu namorado já estava melhor”, diz.
Fernanda registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil relatando o caso e denunciou o motorista ao aplicativo. O Uber enviou uma mensagem automática afirmando que entrariam em contato. Até o momento, ela não obteve respostas. Em contato com a Autoesporte, o aplicativo afirmou que investiga a situação:
"A Uber trata todas as denúncias com a máxima seriedade e avalia cada caso individualmente para tomar as medidas cabíveis, sempre se colocando à disposição das autoridades competentes para colaborar, nos termos da lei.  
De qualquer forma, a única denúncia dessa natureza relativa a viagens no aplicativo da Uber que já teve a investigação concluída pela Polícia, até onde temos conhecimento, ocorreu em Canoas (RS) e o caso foi encerrado após o inquérito policial, já que, de acordo com as autoridades, não houve elementos de prática de crime. 
Por fim, a empresa lamenta ter sido procurada pelo Autoesporte somente às 10h31, já com a matéria publicada, contrariando as práticas do bom jornalismo."
Cenário comum
Casos envolvendo dopagem em carros de aplicativos são cada vez mais comuns
Divulgação
Ao longo de maio, denúncias como essa tomaram as redes sociais, assustando usuárias de Uber, 99 e InDriver. Também em São Paulo, uma passageira relatou que foi dopada com produto químico lançado no ar dentro do carro.
Ela pediu um 99 para se deslocar do trabalho na Vila Mariana até um bar em Pinheiros, onde ia encontrar amigos na noite do dia 10 de maio (terça-feira). Ela começou a ficar zonza e colocou a cabeça para fora da janela. 
O efeito do odor forte (causado por éter, clorofórmio ou metanol, segundo especialistas) não passou. A vítima pediu que o motorista parasse o carro e saiu correndo. O caso também está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-UHB0afHGNuFfqILL3HhDawO6-M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/L/c/qPfAA2QkuB4rjgJ3eqtw/dddddd.png" medium="image"/>   <media:description>Motorista de aplicativo UBER </media:description>   <media:credit>Divulgação </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 31 May 2022 12:39:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cuidado: nova Mobylette elétrica tem pedal de bicicleta, mas precisa de CNH e placa</title>  <atom:subtitle>Saiba quais regras do Contran se aplicam ao ciclo elétrico da Caloi</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2022/05/cuidado-nova-mobylette-eletrica-tem-pedal-de-bicicleta-mas-precisa-de-cnh-e-placa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2022/05/cuidado-nova-mobylette-eletrica-tem-pedal-de-bicicleta-mas-precisa-de-cnh-e-placa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/e2roClFJ7ass34WJPhBdoaGmQDo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/R/q/AKS578TBCfXyXBr6tjbg/33434.jpg" /><br /> ]]>    A Mobylette elétrica precisa de emplacamento, não pode andar em ciclofaixa e o piloto deve ter permissão para guiar o modelo, por mais inusitado que isso possa parecer. Apesar de compartilhar várias características com as bicicletas elétricas – e até ser considerada uma pela Caloi – há um componente que muda sua classificação: o acelerador.
A resolução 947/22 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) contém regras para a homologação de bicicletas elétricas e ciclomotores. E segundo a lei que passou a vigorar no dia 22 de março, a Mobylette não é uma bike, mas sim um cicloelétrico.
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Para ser considerado uma bicicleta elétrica, o Contran determina que o veículo tenha potência máxima de 350 Watts, velocidade máxima de 25 km/h e seja dotado de um sistema auxiliar que garanta o funcionamento do motor somente quando o condutor pedalar (o chamado “pedal assistido”).
De fato, a Mobylette tem motor de 350 Watts e não passa de 25 km/h. Entretanto, seu acelerador instalado no guidão pode ser acionado mesmo com o ciclo elétrico parado, e dessa forma, ela não pode ser categorizada como bicicleta. Isso muda uma série de coisas na vida dos donos de Mobylette.
Para começar, o Contran exige que todos os ciclos elétricos sejam emplacados, segundo a resolução 934/22. Quem for pego pilotando uma scooter elétrica que não tenha sido emplacada no prazo de 15 dias desde a emissão da nota fiscal pode levar 7 pontos na CNH (infração gravíssima), ser multado em R$ 293,47 e ter o veículo confiscado.
O condutor também precisa de ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor) ou CNH da categoria A. Segundo o Detran, pilotar sem permissão é uma infração gravíssima, com multiplicador de três. Neste caso, a multa sobe para R$ 880,41, além da apreensão do veículo.
Assim como motos, a Mobylette também não pode rodar em ciclofaixas, onde apenas pedestres, bicicletas, patinetes, skates e patins podem transitar. 
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A Serial 1 oferece quatro modelos: Bash, Rush/Cty Speed, Rush/Cty Speed Thru e Mosh - uma preparada para off-road e as outras três feitas para rodarem na cidade. Na nova geração, todas as bicicletas utilizam a conexão com a nuvem da Google para fornecer o melhor trajeto no momento - que priorize o tempo ou o caminho com ciclovias, por exemplo -, rastrear o veículo e bloqueá-lo em caso de roubo.
Serial 1 Mosh/Cty  não passa dos 32 km/h
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As informações coletadas pelo Google ficam disponíveis no aplicativo a Serial 1, que também fornece dados de consumo, alertas sobre problemas mecânicos da bicicleta e relatórios sobre os trajetos. Além disso, as bicicletas passam a oferecer uma entrada USB para conectar e carregar smartphones. 
Motor elétrico de 9,2 kgfm de torque fica montado no pé-de-vela do veículo e é acoplado à transmissão do tipo CVT
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As bicicletas urbanas - Rush/Cty Speed, Rush/Cty Speed Thru e Mosh - são equipadas com baterias removíveis de íon-lítio de 0,5 kWh ou 0,7 kWh que fornecem uma autonomia que varia de 48 km a 144 km e de 56 km a 168 km, dependendo do modelo. Já a velocidade máxima fica entre 32 km/h e 45 km/h. 
O motor elétrico de 9,2 kgfm de torque fica montado no pé-de-vela do veículo e é acoplado à transmissão do tipo CVT. 
Para garantir um trajeto mais esportivo ou mais econômico, o condutor pode escolher entre três modos de condução no visor instalado no guidão: Eco, Tour, Sport e Boost. Todas as bicicletas têm quadro de alumínio e recebem freios a disco, farol e lanterna de LED e porta-trecos. 
Visor tem conexão com o Google Cloud e fornece diagnóstico do veículo e relatório dos trajetos
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A novidade da linha é edição limitada da Bash/Mtn, veículo baseado no Mosh, mas com preparação off-road. A mountain bike recebe pneus Michelin E-Wild de alta aderência, grafismos exclusivos e selim com suspensão SR Suntour NCX. A mountain bike será produzida em 1.050 unidades, destinadas aos EUA e Europa. 
A linha parte de $ 3.799 (R$ 18.300 na conversão direta) no modelo Mosh e custa até $ 5.599 (R$ 27 mil) no Rush/Cty Speed.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ib8pqbuqhsaIg0pVDiP4m-DCWl4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/I/G/9jw5u8SwyQzb8PiLpHnQ/bash-mtn-studio-22.jpg" medium="image"/>   <media:description>Serial 1 Bash</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 25 May 2022 13:41:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Andar de scooter elétrica irregular pode render apreensão e R$ 1.500 em multas</title>  <atom:subtitle>Saiba quais são as infrações de trânsito você pode estar cometendo durante seu passeio de moto elétrica</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2022/05/andar-de-scooter-eletrica-irregular-pode-render-apreensao-e-r-1500-em-multas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/motos/noticia/2022/05/andar-de-scooter-eletrica-irregular-pode-render-apreensao-e-r-1500-em-multas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/l1Of1rYROZVeGlbk3JY8MhLKm2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/5/9/gUb3hQRAeQsr77XUM1Kg/citycoco-s10.jpg" /><br /> ]]>    Apreensões de scooters elétricas se tornaram frequentes em São Paulo, principalmente nas zonas empresariais da cidade, como Faria Lima, Berrini e Jardins. Em tempos de alta dos combustíveis, as pessoas encontraram uma boa alternativa para economizar, mas podem estar cometendo infrações de trânsito sem saber – e ter um belo prejuízo.
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Os principais motivos das apreensões são a ausência de emplacamento do veículo, a falta de CNH de categoria A e a omissão de equipamentos de proteção na condução. Autoesporte consultou o Detran e o Contran para tirar todas as dúvidas sobre o assunto:
Tem que emplacar mesmo?
Sim. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determina que ciclo-elétricos devem ter placa para circular em zonas públicas, seguindo a resolução 934/22 (clique aqui para conferir). Sendo assim, há a necessidade de pagar IPVA e licenciamento anualmente.  
Quem for pego pilotando uma scooter elétrica que não tenha sido emplacada no prazo de 15 dias desde a emissão da nota fiscal pode levar 7 pontos na CNH (infração gravíssima), ser multado em R$ 293,47 e ter o veículo confiscado. 
Vale lembrar que ciclo-elétricos são proibidos de rodar nas ciclofaixas, onde apenas pedestres, bicicletas, patinetes, skates e patins são permitidos. 
Segundo o Contran, ciclo-elétricos não precisam ser emplacados para rodar em propriedade privada. Dessa forma, se a empresa de segurança que cuida de um condomínio quiser ter frotas de scooters elétricas, elas podem rodar normalmente sem placa – contanto que não andem em vias públicas.
O que induz as pessoas ao erro é que a venda de ciclo-elétricos sem emplacamento é permitida. Quem adquirir uma unidade que não está licenciada estará correndo riscos de o veículo ser apreendido.
E de CNH, precisa?
O que o Contran diz sobre pilotar scooter elétrica sem CNH?
Divulgação/Detran
Sim, mais especificamente da categoria A, para motocicletas. Com o emplacamento, os ciclo-elétricos são listados no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) como motos. Logo, a Carteira Nacional de Habilitação é obrigatória para circular em via pública.
Pilotar sem permissão é uma infração gravíssima, com multiplicador de três. Neste caso, a multa sobe para R$ 880,41, além da apreensão do veículo.
E capacete?
Capacete é um item de segurança fundamental para andar de moto
Thinkstock
A resolução 947/22 do Contran  (clique aqui para conferir) obriga o uso de capacete na hora de pilotar uma scooter elétrica, assim como qualquer outra moto. Pilotar sem o equipamento de segurança é infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, além da suspensão imediata da CNH.
Portanto, se o condutor estiver circulando com uma scooter elétrica que não está emplacada, sem CNH de categoria A e capacete, o valor agregado das multas pode chegar a R$ 1.467,35, além da apreensão do veículo e a suspensão do direito de dirigir (caso o condutor também tenha habilitação para automóveis). Fique esperto, e bom passeio!
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/l1Of1rYROZVeGlbk3JY8MhLKm2s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/5/9/gUb3hQRAeQsr77XUM1Kg/citycoco-s10.jpg" medium="image"/>   <media:description>Citycoco</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 24 May 2022 14:44:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Embraer testa tecnologias para voos autônomos em helicópteros no Rio de Janeiro</title>  <atom:subtitle>Fabricante de aviões brasileira vem se tornando uma das pioneiras mundiais no segmento de táxis aéreos elétricos e automatizados</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/05/embraer-testa-tecnologias-para-voos-autonomos-em-helicopteros-no-rio-de-janeiro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/05/embraer-testa-tecnologias-para-voos-autonomos-em-helicopteros-no-rio-de-janeiro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xNv7IQfBNaPREi1ORt459LJ-nZg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/v/W/QDbItNTm2MabSLvEabeA/embraer.jpg" /><br /> ]]>    Muito se fala sobre carros autônomos, mas há uma outra indústria que vem se desenvolvendo a passos largos nesse setor: a de aviação. A Embraer anunciou na última semana que concluiu uma série de testes experimentais no Rio de Janeiro para avaliar suas novas tecnologias em condições reais de voo. O objetivo é “permitir operações autônomas de forma segura em complexos ambientes urbanos”.
Equipamentos instalados em helicópteros são testados em reais condições de voo
Divulgação
A fabricante brasileira de aviões se prepara para criar veículos elétricos de decolagem e pouso verticais, os chamados eVTOL (vertical take-off and landing), totalmente autônomos e construir uma rede de táxis aéreos no Brasil. 
Para isso, a companhia vem trabalhando junto de sua subsidiária de mobilidade urbana Eve e de outros parceiros em um projeto com a Helisul Aviação, uma das maiores empresas de helicópteros da América Latina, que fez uma encomenda de 50 eVTOLs no ano passado.
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Como parte da colaboração entre as empresas, a Eve também vai oferecer serviços de sistemas de gerenciamento de tráfego aéreo, enquanto a Helisul ficará a cargo de integrar esses serviços usando a infraestrutura de mobilidade aérea atual.
Na fase inicial, a coleta de dados e a avaliação em tempo real dessas tecnologias teve a participação de pilotos profissionais como parte do projeto Embraer Autonomous Systems (EASy), que desenvolve soluções para a aviação autônoma do futuro.
Helicóptero usa tecnologia de voos autônomos criada pela Embraer
Divulgação
O projeto avaliou cenários comuns e extremos para as fases de decolagem, subida, velocidade de cruzeiro, aproximação e pouso em helicópteros comuns. Os pilotos ficaram responsáveis pelas aeronaves o tempo todo, enquanto os sistemas registraram dados cruciais em tempo real.
A Embraer vem se tornando uma das pioneiras nesse segmento da aviação mundial. Todas as informações reunidas durante os testes serão usadas em simulações próximas, pavimentando a estrada para voos autônomos de eVTOLs em um futuro próximo no Brasil.
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É bom deixar claro que o benefício vale apenas para o dia da partida que você comprou o ingresso. Para outros dias, não. 
Saiba mais 
Para ter acesso ao benefício logo após a compra do ingresso, o torcedor precisa solicitar um cartão chamado Hayya Card ou utilizar o aplicativo Hayya to Qatar 2022, disponível para iOS e Android. O dispositivo dá acesso gratuito ao metrô, aos bondes, ônibus públicos e aos serviços de ônibus especiais do torneio. 
A solicitação do cartão físico, ou a habilitação pelo aplicativo, é feita com o mesmo e-mail e login que o torcedor utilizou para comprar os ingressos no site www.qatar2022.qa. 
Os ônibus serão de graça para os torcedores com ingressos
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O metrô será a espinha dorsal de transporte na Copa do Mundo com ligação direta a todos os estádios do torneio com três linhas: vermelha, verde e dourada. Dentro do Aeroporto Internacional de Hamad, em Doha, tem uma estação de metrô com conexão para cinco estádios. 
O metrô também é apoiado por sistemas de bonde nas proximidades de duas sedes do torneio: Lusail Stadium, que receberá dez partidas durante o torneio, incluindo a final, e Education City, que receberá partidas até a fase de quartas de final. 
Também haverá meios de transporte elétricos, mas todos eles serão pagos
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Uma grande frota de ônibus também fará parte da infraestrutura de transporte público do Catar. Cerca de 20% dos ônibus são elétricos, sendo o restante movido a diesel com um padrão de emissões Euro 5, que emite muito menos poluição do que os veículos comuns. 
Outras alternativas de transporte – que não são gratuitos – são os carros, scooters e bicicletas, todos elétricos. Até o início da Copa do Mundo a Kahramaa, empresa de energia elétrica do Qatar, planeja instalar entre 200 e 500 pontos de recarga para carros elétricos. Eles estarão localizados em locais estratégicos, incluindo shoppings, áreas residenciais, estádios, parques e escritórios do governo.
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A estação envia a energia através da zona de carregamento instalada no asfalto. O automóvel, por sua vez, recebe esta energia por meio de um receptor instalado na parte inferior do carro. 
O carregamento começa automaticamente quando um veículo compatível estaciona na zona de carregamento delimitada, permitindo que os motoristas carreguem convenientemente sem sair do automóvel. Para facilitar o alinhamento do carro a zona de carregamento delimitada na rua, serão utilizadas câmeras de 360º graus. Confira o vídeo abaixo:
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Para o XC40 Recharge, a potência de carregamento será assim de mais de 40 kW, fazendo com que a velocidade de carregamento destas estações seja cerca de quatro vezes mais rápida que os carregadores domésticos AC (corrente alternada) de 11 kW e quase tão rápida como os carregadores de DC (corrente contínua) de 50 kW.
No total, os automóveis da Volvo serão conduzidos 12 horas por dia e vão rodar mais de 100 mil quilômetros por ano, o que torna também uma prova de durabilidade para carros totalmente elétricos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kCtKqogEYKv_6WD-e9tdXhiPbMs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/Q/Y/PfpiS1TbWgrMjSA06f1Q/volvo-carregamento-sem-fio-wireless.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volvo </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 12:36:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Até onde você está disposto a ir para poluir menos?</title>  <atom:subtitle>É possível contribuir muito para reduzir a poluição, mas isso exige ações como às vezes deixar o carro em casa ou gastar mais com combustível</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/02/ate-onde-voce-esta-disposto-a-ir-para-poluir-menos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/02/ate-onde-voce-esta-disposto-a-ir-para-poluir-menos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GrsY4gWAQ5fnxGhhbit6dIj23f4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/D/H/I6GuE3Tr2ggRJJNJagiA/carro-voador.jpg" /><br /> ]]>    A partir de 1º de março, todo anúncio de automóvel na França terá de expor também uma mensagem incentivando a população a usar transporte público, carona, bicicleta ou mesmo a caminhar. 
No Brasil, desde 2010, as propagandas de carros devem trazer frases associadas à segurança no trânsito. Sob pena de pesada multa (até 50 mil euros), as campanhas publicitárias francesas em revistas, jornais, rádio, TV ou web devem ainda destacar em texto ou áudio a hashtag #SeDéplacerMoinsPolluer — Desloque-se Poluindo Menos. 
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No caso de caminhar ou pedalar, o apelo se refere a distâncias curtas. Mas a mensagem do governo francês é bem clara: deixe o carro na garagem. Isso seria um desafio no Brasil, onde você já deve ter ouvido mais de uma vez a afirmação “uso o carro até para ir à padaria”. Nos dias de rodízio, na cidade de São Paulo, muitas pessoas preferem alterar o horário de trabalho a usar ônibus ou metrô. 
Governo francês quer promover o uso do transporte coletivo 
Autoesporte
Seja em Paris, onde o sistema de transporte público é muito bom, seja em qualquer cidade brasileira, o fato é que parte do controle da emissão de poluentes está ao alcance das pessoas. Sem ser necessário deixar o carro em casa, começa com uma ação muito simples, que é manter os pneus sempre calibrados. 
Pressão abaixo do recomendado aumenta o consumo em até 10%. Mais combustível queimado, mais poluentes no ar. Manutenção regular dos componentes que cercam o motor — lubrificação, filtros, velas, alimentação, parte elétrica etc. — tem o mesmo resultado. 
Pressão dos pneus baixo do recomendado aumenta o consumo em até 10%.
Divulgação
Para isso é preciso enfiar a mão no bolso, e a dona ou o dono do carro não têm alternativa quando o veículo começa a falhar. Na ponta do lápis, o uso do etanol não tem sido financeiramente vantajoso há meses. Isso vale para praticamente todos os estados do Brasil, quando não para o país inteiro. 
O que não se discute é que o etanol polui menos a atmosfera quando comparado aos combustíveis fósseis. O volume de resíduos nocivos à saúde — gases e material particulado — é menor. A cana-de-açúcar retira da atmosfera dióxido de carbono durante seu crescimento. Ao levar em conta as emissões desde a origem do combustível até o carro, a queima do etanol compensa a emissão desse gás, um dos causadores do efeito estufa. 
Preço da gasolina subiu cerca de 43,2% nas bombas
Getty Images
E o que se discute é o preço desse combustível. Em 2021, segundo levantamento da empresa de gestão de frotas Ticket Log, o preço da gasolina subiu cerca de 43,2% nas bombas, enquanto o do etanol aumentou 61,2%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo fechou em 10,06% para a inflação oficial no ano.  
Gasolina tá cara? Veja 10 dicas para economizar combustível?
Ao parar em um posto, você pode decidir se é hora ou não de calibrar os pneus, se o para-brisa precisa ou não ser lavado. E, num carro flex, pode escolher entre gasolina e etanol. Até onde vai sua disposição para preservar o ambiente? 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GrsY4gWAQ5fnxGhhbit6dIj23f4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/D/H/I6GuE3Tr2ggRJJNJagiA/carro-voador.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ilustração para coluna Carro Voador</media:description>   <media:credit>Demetrios Cardozo</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 20 Feb 2022 14:16:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Patinete da Jeep tem pneus de uso misto, mas não encara trilhas como um Wrangler</title>  <atom:subtitle>Dispositivo elétrico tem bateria que dura apenas 40 minutos e chega a 19 km/h de velocidade</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/02/patinete-da-jeep-tem-pneus-de-uso-misto-mas-nao-encara-trilhas-como-um-wrangler.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/02/patinete-da-jeep-tem-pneus-de-uso-misto-mas-nao-encara-trilhas-como-um-wrangler.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OvcwfRRU8Bnss4LQfIbANmNXmDE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/E/i/1X9CKqTwa9G5zWh39OnQ/jeep-rx200-gr-product-697x420.jpg" /><br /> ]]>    Especializada em SUVs, a Jeep acaba de revelar um patinete elétrico que aguenta trechos leves de off-road. O modelo batizado de RX200 foi projetado em parceria com a Razor, fabricante de scooters, patinetes e outros equipamentos de mobilidade, e chega ao mercado em 2022. Essa não é a primeira aventura da fabricante no segmento das duas rodas, pois a Jeep também vende bicicletas.
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A Jeep diz que o RX200 tem “o estilo e a pilotagem do Wrangler”. Ele tem pneus de uso misto de oito polegadas e leva a cor verde-oliva dos Jeeps usados na Segunda Guerra Mundial. O guidão pode ser ajustado de acordo com a altura do condutor.
O modelo pesa cerca de 18 kg, fator que pode complicar a vida do usuário na hora de levá-lo ao escritório ou para a faculdade. A Jeep declara que o RX200 pode atingir apenas 19 km/h, ficando muito abaixo de outros modelos da categoria. 
Detalhe do pneu traseiro do Jeep RX200
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Apesar de declarar que o RX200 tem capacidades para encarar trajetos off-road, o patinete tem proposta urbana. De fato, será possível vencer obstáculos como buracos ou asfalto de má qualidade com mais conforto. 
O novo patinete da Jeep tem motor de 200 watts. Assim como as motocicletas, utiliza uma corrente para transferir a força à roda traseira. Para evitar acidentes, o freio também foi instalado na parte de trás. 
Não é para todo mundo
Adesivo "Trail Rated" faz referência aos Jeep de trilhas. Mas este patinete está mais para ciclofaixas
Divulgação
O RX200 da Jeep foi desenvolvido para passeios curtos. A bateria de 24V e 7 ampère-hora tem apenas 2 kg e aguenta no máximo 40 minutos de uso constante. Portanto, é difícil de imaginar longos trajetos sem paradas para recarregar. 
A Jeep divulga que o RX200 deve ser utilizado por pessoas com mais de 18 anos, mas o limite de peso é de apenas 70 kg. Considerando que a média dos americanos adultos é de 88 kg para os homens e 75 kg para as mulheres – segundo a revista científica BMC Public Health –, podemos julgar que este patinete é para poucos.
No Brasil, onde a média é de 73 kg para os homens e 63 kg para as mulheres, o Jeep RX200 seria mais acessível. Mas não há qualquer previsão de que o patinete será vendido por aqui. Nos Estados Unidos, ele já pode ser encomendado por US$ 499, valor que corresponde a R$ 2.600 na conversão direta. 
Ao contrário de outros produtos do mercado, O Jeep RX200  não se qualifica para ser um modelo de transporte. É mais um brinquedo mesmo. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OvcwfRRU8Bnss4LQfIbANmNXmDE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/E/i/1X9CKqTwa9G5zWh39OnQ/jeep-rx200-gr-product-697x420.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep RX200</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 11 Feb 2022 16:50:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Primeiro veículo elétrico da Bugatti tem 1 cv e velocidade máxima de 30 km/h</title>  <atom:subtitle>Patinete foi apresentado na CES 2022, e é fruto da parceria da Bugatti com a norte-americana Bytech</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/01/primeiro-veiculo-eletrico-da-bugatti-tem-1-cv-e-velocidade-maxima-de-30-kmh.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2022/01/primeiro-veiculo-eletrico-da-bugatti-tem-1-cv-e-velocidade-maxima-de-30-kmh.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/d-Hloae-6TxNn44NcEVRkr9-LHU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/s/9/JCGZINRD2i8iVXZuLdCQ/bugatmain.jpg" /><br /> ]]>    Nem um ano após a Bugatti ter se juntado a fabricante de carros elétricos Rimac, e o primeiro veículo sem motor a combustão da montadora já foi apresentado. Mas não é um hipercarro de mais de 1.000 cv que ultrapassa os 400 km/h. Inclusive, é bem menor, mais modesto, e certamente mais acessível que isso: é um patinete dobrável. 
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Revelado na feira de tecnologia CES 2022, o veículo de duas rodas foi feito pela Bugatti em parceria com a Bytech International. Construído em liga de magnésio, ele ostenta um desenho minimalista (difícil imaginar um patinete que não seja assim) e pesa apenas 15,9 kg. As pequenas rodas do scooter - como ele é chamado no exterior - são de apenas 9 polegadas. 
Patinete elétrico é feito pela Bugatti em parceria com a norte-americana Bytech 
Divulgação
O compacto conjunto carrega um motor de 700 W (cerca de 1 cv) e atinge uma velocidade máxima de 30 km/h no modo Sport. No modo Economy (econômico), ele não passa dos 14 km/h e na função City (cidade), chega aos 20 km/h.
Na base do veículo, fica a pequena bateria de 36V/10Ah que gera 360 Wh de capacidade. A autonomia é parecida com os pequenos scooters elétricos vendidos no Brasil: 35 km. Para seu carregamento, basta plugá-lo em uma tomada padrão que em quatro horas a bateria está completamente carregada.
Lanterna projeta as siglas de Ettore Bugatti, fundador da fabricante, no chão 
Divulgação
Pensado para condução urbana, o patinete ainda é equipado com controle de cruzeiro, mini farol de LED, lanterna que projeta as letras "EB" (sigla de Ettore Bugatti) e quadro de instrumentos. 
Ainda não há data para o veículo começar a ser vendido e a fabricante não informou quanto custará. Até o momento, sabemos que ele será comercializado em três opções de cores: Agile Blue, prata e preto. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/d-Hloae-6TxNn44NcEVRkr9-LHU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/s/9/JCGZINRD2i8iVXZuLdCQ/bugatmain.jpg" medium="image"/>   <media:description>Patinete elétrico da Bugatti</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 13 Jan 2022 17:45:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: Patinete elétrico Davinci DV2 é o meio de transporte ideal para curtas distâncias (se o piso for bom)</title>  <atom:subtitle>Startup brasileira oferece duas versões de um patinete elétrico desenvolvido e produzido no país</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/review/2022/01/teste-patinete-eletrico-davinci-dv2-e-o-meio-de-transporte-ideal-para-curtas-distancias-se-o-piso-for-bom.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/review/2022/01/teste-patinete-eletrico-davinci-dv2-e-o-meio-de-transporte-ideal-para-curtas-distancias-se-o-piso-for-bom.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/pIXHXvxoOdNnc3XWrdhIkF_SlXQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/p/a/4f5w7vQP61Wdn4xdyFWQ/ok20211110-175459.jpg" /><br /> ]]>    Os patinetes elétricos foram personagens frequentes no noticiário das metrópoles entre 2018 e 2019. Eles se espalharam pelas calçadas e ciclovias das capitais, ajudaram a difundir a cultura de uso compartilhado, causaram alguns hematomas, enfureceram pedestres e, erroneamente, tornaram-se vítimas do poder público.
Entre a má gestão do planejamento urbano e a falta de bom senso coletivo dos usuários, os patinetes elétricos compartilhados, junto com as bicicletas, saíram de cena com a mesma velocidade que entraram na paisagem urbana. Uma pena.
De volta ao asfalto pelas mãos de empresários envolvidos nas operações da Yellow, uma das empresas de micromobilidade que inovaram em 2019, a Davinci lançou duas versões de patinetes elétricos.
Só que dessa vez para vender produtos de alta qualidade para quem se interessa por um meio de transporte individual, rápido, de baixo custo de uso, e que agilize o deslocamento entre modais.
Showroom da Davinci  expões as duas versões do patinete elétrico
Ulisses Cavalcante
Testei o Davinci DV2, versão mais forte dos patinetes oferecidos pela empresa, com motor de 350 W, a R$ 4.999. Se você pretende ler só até aqui, é claro que o preço não vai lhe convencer a levar um para o escritório (ou casa).
No entanto, esse valor está compatível com o de bicicletas elétricas, além de custar a metade do preço de um monociclo de alto desempenho.
Pessoalmente julgo que a curva de aprendizado para encontrar equilíbrio naqueles equipamentos de uma roda só é muito alta. Custam caro e, cá entre nós, acho que a potência frequentemente superior a 1.000 W é um exagero para simplesmente ir do ponto A a B.
Mobilidade
O DV2 tem suspensão traseira, pneus sólidos (não precisa calibrar), farolete embutido no guidão, velocímetro e freio traseiro com acionamento manual. A autonomia é de até 30 km, dependendo do peso do ocupante e da topografia do terreno.
Patinete elétrico Davinci DV2, que custa R$ 4.999
Ulisses Cavalcante
O equipamento é fabricado em Manaus (AM), com 35% de peças nacionais. Todo o desenvolvimento ficou a cargo da Davinci, que concentrou esforços para resolver um problema comum aos patinetes: o “jogo” entre a base e a conexão com o poste do guidão.
As rodas de meras 8,5 polegadas, naturalmente, são sensíveis aos buracos. Desníveis de passagem, o pequeno degrau entre a rua e a calçada ou até mesmo fissuras no asfalto são suficientes para impedir a passagem do patinete. 
Também não há suspensão dianteira. Logo, o melhor desempenho será obtido exclusivamente em pisos lisos, como o de ciclovias ou de ciclofaixas.
Patinete Davinci cabe no porta-malas de carros compactos - na foto, um Fiat Pulse (baseado no hatch Argo)
Ulisses Cavalcante
As vantagens dos patinetes incluem a portabilidade, já que são fáceis de dobrar e cabem em porta-malas de carros compactos. No metrô ou ônibus, não há restrição de horários para embarque, e o aparelho pode ser carregado em uma alça. O DV1 pesa 12,4 kg, e o DV2, 14,4 kg.
Em nossa avaliação, testamos a velocidade máxima declarada, de 26 km/h, e o número obtido pela reportagem foi bastante próximo: 24 km/h, em piso plano, sem inclinação positiva, com condutor de 85 kg.
Na subida, de inclinação moderada, o motor de 350 W oferece potência limítrofe para carregar um ocupante desse peso. O acelerador, controlado pelo dedão direito, precisa ficar totalmente acionado. A velocidade cai, mas, devagar e sempre, o pequeno propulsor se vira. Nessas situações, uma dica é andar lateralmente ou na diagonal, reduzindo a carga na roda.
Farol dianteiro com luz de LED realmente ilumina o caminho. No display, o velocímetro e o indicador de carga da bateria
Ulisses Cavalcante
À noite, bastam dois cliques em um botão no painel central para acender o farolete. De início achei que seria apenas um acessório figurativo, mas realmente ilumina o caminho. Aliás, é um auxílio indispensável para rodar em vias mal iluminadas, já que o piloto precisa de atenção máxima aos obstáculos no caminho (não se pode vacilar por causa das rodas pequenas).
Por meio do mesmo botão, o usuário também configura a potência. Pode-se usar a carga total, em que o DV2 atinge 26 km/h, ou parcial, com velocidade reduzida. Não é recomendado o uso por duas pessoas simultaneamente.
O freio traseiro acionado no manete direito ajuda a controlar a velocidade. É muito fácil de dosar a pressão, evitando o travamento das rodas. Alguns patinetes utilizam freios a disco na traseira, o que pode levar a frenagens muito bruscas.
Dobradiça robusta tem fiação elétrica embutida - sem fios aparentes no patinete Davinci DV2
Ulisses Cavalcante
Também se destacou o mecanismo de dobradiça. A Davinci fez um bom trabalho ao eliminar qualquer movimentação involuntária na região do “pescoço” do patinete, bem como no desenho da trava. Há um botão de segurança para evitar acionamento acidental.
Ao dobrar o poste, não se vê cabos aparentes (o que é muito comum em patinetes elétricos). Toda a fiação está camuflada, coberta por uma mola niquelada. Além de melhorar o aspecto visual, protege os fios durante o transporte do patinete dobrado.
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Nessa posição, outra solução engenhosa é o gancho no centro do guidão. Além de permitir o transporte de uma sacola do usuário, faz as vezes de trava no para-mala traseiro.
A bateria é carregada por meio de um carregador semelhante ao de notebooks. Basta conectar o plugue na base do patinete e ligar na tomada. A operação leva até 8 horas quando o acumulador está totalmente descarregado.
Patinete DV2 tem até luz de posição traseira
Ulisses Cavalcante
A Davinci disponibiliza um aplicativo para iPhone que permite controles adicionais de forma remota. Por meio do telefone é possível acionar a lanterna, travar o motor, monitorar a carga da bateria e até a quilometragem percorrida a cada viagem. Por ora, o app não está disponível para sistemas Android, mas a empresa afirma que está em desenvolvimento.
Especializada em micromobilidade, a Davinci foi inaugurada no segundo semestre do ano passado e passou 18 meses desenvolvendo os patinetes DV1 e DV2. Há planos para outros produtos, mas ainda sem prazo de lançamento.
A empresa também não divulga se irá entrar no mercado de bicicletas elétricas, já que seus fundadores têm experiência prévia na Yellow e Caloi.
Onde comprar?
DAVINCI
Site davinci.mobi
DV1 - R$ 3.999
250 W
12,4 kg

DV2 - R$ 4.999
350 W
14,4 kg
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/pIXHXvxoOdNnc3XWrdhIkF_SlXQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/p/a/4f5w7vQP61Wdn4xdyFWQ/ok20211110-175459.jpg" medium="image"/>   <media:description>Patinetes elétricos Davinci DV2 e DV1</media:description>   <media:credit>Ulisses Cavalcante</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 11 Jan 2022 18:14:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Paris terá táxis voadores para transportar fãs de esporte nos Jogos Olímpicos de 2024</title>  <atom:subtitle>Objetivo é aliviar o trânsito na cidade durante o evento; testes envolvendo veículos elétricos de pouso e decolagem vertical devem começar em breve</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2021/11/paris-tera-taxis-voadores-para-transportar-fas-de-esporte-nos-jogos-olimpicos-de-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2021/11/paris-tera-taxis-voadores-para-transportar-fas-de-esporte-nos-jogos-olimpicos-de-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mmfSfEeFlpNd8vNIjMzHe8KCmI0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/M/R/N4YB3aRpW1Hryy3iwxYw/paris-1.jpg" /><br /> ]]>    Carros voadores sempre estiveram no imaginário popular. Dos Jetsons a Harry Potter, passando até modelos que já estão sendo criados pelas montadoras, como o recém-anunciado Renault AIR4.
Mas o futuro para esse tipo de transporte aéreo pode estar mais perto do que imaginamos. Isso porque autoridades francesas anunciaram que testarão táxis voadores para levar os fãs de esporte através de uma das cidades mais lindas do mundo, Paris, na Olimpíada de 2024, que será sediada na Cidade Luz.
Saiba mais
O objetivo é criar ao menos dois pontos de pouso e decolagem na região para aliviar os congestionamentos causados pelos jogos. Localizado no campo de aviação Cormeilles-en-Vexin, o Pontoise será usado por ao menos 30 fabricantes para testes com os táxis aéreos.
“Nosso aeródromo de Pontoise reúne um único ecossistema em torno da nova mobilidade aérea. A plataforma de testes que estamos lançando não tem precedentes hoje na Europa”, disse Augustin de Romanet, CEO da Aéroports de Paris (empresa dedicada à construção, gestão e exploração de plataformas aeroportuárias).
Ao menos 30 fabricantes demonstraram interesse em participar do projeto
Reprodução
“Isso funcionará como uma experiência concreta para explorar o campo de possibilidades da aviação descarbonizada e para desenvolver o mercado da aviação de baixa altitude [abaixo de 300 metros], até agora pouco explorado”, completou.
Enquanto os detalhes dos táxis voadores propriamente ditos ainda não estão claros, diversas empresas já confirmaram envolvimento no projeto, como Velocopter, Airbus, Vertical Aerospace and Ascendance, Lilium e Joby Aviation. A expectativa é de que outras fabricantes ainda entrem no circuito nos próximos meses.
Rotas aéreas servirão para aliviar congestionamentos no centro de Paris
Reprodução
A ideia é ter duas rotas disponíveis para os espectadores durante os Jogos Olímpicos de 2024. A primeira seria entre o heliporto de Paris-Issy-les-Moulineaux até o aeródromo de Saint-Cyr, e a segunda dos aeroportos Charles de Gaulle e Le Bourget para o centro de Paris, em local ainda indeterminado.
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O Veículo Elétrico Latino-Americano abriu as portas nesta quinta-feira (23) sem uma expectativa oficial de público por parte da organização. Esse número, na verdade, também pouco importa. Afinal, a feira mostra que, aos poucos, a situação vai se normalizando. Mas não sem as devidas adaptações. 
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A primeira delas é o endereço. “A expectativa era fazer em um pavilhão. Quando veio a segunda onda, no começo de 2021, decidimos trazer para um local aberto como a praça”, afirma Ricardo Guggisberg, organizador do evento. 
A praça que ele se refere é uma das mais famosas de São Paulo, Charles Miller, que também abriga o Estádio do Pacaembu. Fazer o evento a céu aberto é primordial para uma boa circulação de ar e redução do risco de contaminação.
Salão de veículos elétricos tem diversos tipos de veículo em exposição
Divulgação
Além disso, todos os participantes devem usar máscara o tempo todo. Para acessar a área de exposição, ainda é preciso apresentar a carteira de vacinação com pelo menos uma dose do imunizante contra o coronavírus. 
Os estandes de 30 expositores dos mais variados foram montados próximos à entrada do estádio, e possuem estrutura modesta. Os banheiros são químicos e há apenas 3 food-trucks na área de alimentação. Uma alternativa é recorrer ao tradicional pastel da feira do Pacaembu, que acontece normalmente do outro lado da Praça Charles Miller. 
Ao contrário do Salão do Automóvel, os expositores são de áreas mais diversificadas. 
Veículo Elétrico Latino-Americano tem venda de patinetes e bicicletas
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Basta uma pequena volta pelos estandes para encontrar vendedores de bicicletas e patinetes elétricos por menos de R$ 3 mil, locadoras de veículos e fabricantes de carregadores caseiros. Há também estandes de montadoras como Nissan e Stellantis. Essa segunda, por sinal, está exibindo o Peugeot e-208 GT, hatch elétrico que ainda não foi lançado no Brasil. 
Veículo Elétrico Latino-Americano, evento que acontece em São Paulo,  na praça Charles Miller, ao lado do Estádio do Pacaembu
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Porém, o espaço mais curioso é o da Protege, transportadora de valores que levou para o Pacaembu o primeiro carro-forte elétrico do mundo, que deve entrar em operação em breve. O enorme veículo azul chama atenção de quem passa pelo local, desbancando até o Tesla Model Y exposto na área da Osten.   
Outras atrações são mais parecidas com as de um salão de carros. A rotatória da praça foi transformada em pista de test-drive. No primeiro dia do evento, apenas Renault Zoe e Nissan Leaf estavam disponíveis. BMW i3 e Tesla Model 3 ainda são esperados nos próximos dias. 
Test-drive do Nissan Leaf no Veículo Elétrico Latino-Americano
André Paixão/Autoesporte
Outra semelhança com o Salão do Automóvel é o traslado entre a estação de metrô mais próxima e a área de exposições. A diferença é que no salão de veículos elétricos, até o ônibus que faz o transporte do público é movido a eletricidade. 
O Veículo Elétrico Latino-Americano ficará aberto ao público até sábado (25). Os ingressos custam R$ 70, com meia-entrada para estudantes, idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda de 15 a 29 anos, que façam parte de programas sociais do governo.
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Se conseguir cumprir a promessa, a versão final do ID. Life deve chegar às lojas custando o mesmo que um Dacia Spring, versão elétrica do Renault Kwid, que hoje é o modelo do tipo mais barato da Europa. 
“Dentro de casa”, a faixa dos 20 mil euros hoje é ocupada pelo T-Cross de entrada, e fica distante dos 35 mil euros cobrados pelo ID.3 mais em conta. 
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Apesar de ser menor e mais barato que o ID.3, a versão de produção do conceito compartilha a plataforma MEB, própria para veículos elétricos. Só que o ID. Life será o primeiro modelo com tração dianteira construído sobre esta base.
O motor elétrico tem 234 cv, e leva o ID. Life de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos. As baterias de 57 kWh prometem autonomia na casa dos 400 km. 
Volkswagen ID. Life é o primeiro elétrico com plataforma MEB e tração dianteira
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Com esses números e preço semelhante, a vida do Dacia Spring deve ficar complicada a partir de 2025. Isso porque o pequeno concorrente tem uma fração da potência do novo Volkswagen. São apenas 45 cv. Já a autonomia é de 230 km, considerando o padrão WLTP. 
Uma boa sacada da Volkswagen é a utilização de materiais reciclados na construção do ID. Life. O pequeno crossover de visual cheio de ângulos retos mescla plástico derivado de garrafas PET, lascas de madeira e cascas de arroz em sua construção. 
Projetor e console de videogame fazem parte do conceito Volkswagen ID. Life
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Pensado no público jovem, o conceito traz uma série de aparatos que dificilmente devem ser mantidos na versão final. É o caso do videogame e do projetor instalados na cabine. 
Os retrovisores convencionais foram substituídos por câmeras. Já o volante tem a parte superior aberta, e inclui algumas informações de condução do veículo. Por fim, um celular pode ser acoplado ao painel, fazendo a função de quadro de instrumentos auxiliar. 
Outras boas ideias podem ser preservadas, como o sistema de rebatimento dos bancos dianteiros, formando uma cama de 2 metros de comprimento, ao melhor estilo Renault Twingo. 
Bancos do Volkswagen ID. Life podem ser rebatidos, formando uma cama de 2 metros de comprimento
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Segundo a entidade, os atendimentos médicos envolvendo ciclistas cresceram 30% nos primeiros cinco meses de 2021 se comparado ao mesmo período do ano anterior. O estudo se baseia em informações oficiais do Datasus, departamento de informática do Sistema Único de Saúde (SUS).
Saiba mais
"Esses dados demonstram a importância de termos atenção e iniciativas focadas nesse público. O uso da bicicleta cresceu no Brasil e exige uma abordagem de prevenção ao sinistro", afirma Antonio Meira Júnior, presidente da Abramet. 
O mapeamento foi dividido por região, estado e município. Em alguns lugares o crescimento do número de acidentes foi espantoso, como em Goiás, que registrou aumento de 240% neste ano em relação a 2020, com 406 casos a mais. Rondônia (+113%) e Sergipe (+100%) também se destacaram na incidência de sinistros graves.
Dados revelam aumento de acidentes por região, estado e município
Abramet
A Abramet revela que esses dados servirão de base para propostas de ações e procedimentos que aprimorem o atendimento de ciclistas, além de reforçar políticas públicas que os protejam.
"A superioridade numérica dos acidentes envolvendo pedestres e motociclistas fez com que os ciclistas fossem negligenciados enquanto objeto de políticas de prevenção. Percorrem ruas e estradas, partilhando espaço com veículos pesados e, muitas vezes, sequer sendo percebidos”, diz Flavio Adura, diretor científico da Abramet. 
“Comparada a alguém que se desloca em um automóvel, uma pessoa que circula em uma bicicleta tem uma probabilidade de óbito oito vezes maior", completa.
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Sabe aquele tempo que se leva para ir da cidade de São Paulo ao litoral ou ao interior do Estado? O caminho muitas vezes é de aproximadamente 100 km, mas a viagem demora devido ao trânsito. Agora, a Azul propõe resolver essa questão. Em comunicado, a companhia revela que pretende construir uma malha exclusiva com aviões elétricos para aumentar a conectividade entre as cidades em trajetos curtos. 
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E se você pensou que seria algo como os helicópteros, está enganado. Em entrevista à Folha de S.Paulo, John Rodgerson, presidente da Azul Linhas Aéreas, explica que o serviço deverá custar um quarto do preço de uma viagem de helicóptero. Para uma distância de 100 km a bordo de um helicóptero, o passageiro paga R$ 2 mil. Com o eVTOL, da Lilium, cuja autonomia é de 250 km, o trajeto custaria cerca de R$ 514 por pessoa.
 Além disso, o executivo afirma à Folha que o carro voador "é o transporte do futuro, cem vezes mais seguro e mais silencioso que um helicóptero". 
 As primeiras 220 aeronaves já encomendadas à Lilium devem ter capacidade para sete pessoas (seis passageiros e o piloto). Porém, de acordo com a fabricante, a expectativa é desenvolver novos modelos que possam transportar até 16 ocupantes. 
Os carros voadores não utilizarão combustível fóssil
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Os "carros voadores" também serão ecológicos: totalmente elétricos. A empresa ressalta que sua meta é avançar na chamada agenda ESG, por isso leva em conta questões ambientais, sociais e de governança corporativa. O eVTOL deve ir para os céus a partir de 2025 e sem utilizar combustível fóssil, diferentemente dos helicópteros. 
“A Azul tem o mais exclusivo e sustentável modelo de negócios do Brasil. Nossa presença de marca, nossa malha com exclusiva conectividade e nosso robusto programa de fidelidade nos fornecem as ferramentas para criar os mercados e a demanda para a operação com jatos Lilium no Brasil. Assim como fizemos no mercado doméstico brasileiro nos últimos 13 anos, esperamos novamente, agora com os jatos da Lilium, criar um mercado totalmente inovador nos próximos anos”, afirmou no comunicado o presidente da Azul. 
A azul é uma companhia aérea brasileira criada em 2008
Wikimedia Commons 
A tecnologia utilizada pela empresa alemã é conhecida como Ducted Electric Vectored Thrust (DEVT). São 36 motores a jato elétricos integrados aos flaps. Eles oferecem eficiência aerodinâmica e provocam um ruído mais baixo. O veículo possui velocidade máxima de 300 km/h e voa a 3 mil metros de altitude. 
Outra empresa brasileira, a Embraer, também está investindo nos "carros voadores". A companhia está negociando uma fusão de US$ 2 bilhões de sua subsidiária Eve, que desenvolve projetos de mobilidade aérea urbana (também conhecida como "carros voadores"), com a Zanite Acquisition, corporação de capital aberto dos EUA.
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O sistema que elimina as cabines de pedágio também é conhecido como free-flow e já existe em muitos países, principalmente na Europa. 
Uma das ideias do novo sistema é diminuir o trânsito acumulado nas filas dos pedágios
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Como será realizada a cobrança proporcional?
"A identificação dos carros serão feitas por sensores e câmeras e os veículos terão tags ou tecnologias de identificação para ter esse controle de quanto ele percorreu na rodovia. Será algo parecido como as cobranças automáticas de hoje. O veículo vai passar por uma velocidade delimitada nessas novas praças, como por exemplo a 40 km/h, para que haja a identificação da placa", explica José Carlos Cassaniga, diretor-executivo da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).
Novas tecnologias podem ser desenvolvidas para outras formas de identificação dos veículos, como a instalação de chips nas placas, mas neste momento a tag será o principal meio de identificação, segundo Cassaniga. Provavelmente a instalação desse sensor será no vidro do para-brisa e o dono do carro será responsável por pagar pela peça.
Uma velocidade será delimitada para que o carro consiga ser identificado ao passar pela praça de pedágio
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No final de cada mês chegará uma fatura no endereço residencial que a placa do carro está cadastrada para que o proprietário pague o boleto com o valor proporcional ao que ele andou nas rodovias. 
O sistema será obrigatório em todos os pedágios?
"Com a lei aprovada, todas as praças de pedágio terão de se adaptar aos novos meios de cobrança por quilômetro rodado. Primeiramente, só as novas concessões terão que implementar o sistema, enquanto as mudanças para quem tem contrato vigente serão feitas de forma gradual conforme a renovação ou com a troca de empresa naquela rodovia", ressalta Cassaniga. 
Saiba Mais:
O sistema de concessão por meio de licitação é uma transferência de um serviço público à iniciativa privada por prazo determinado. No caso das rodovias, a validade vai de 20 a 30 anos. Com contrato fechado, a empresa escolhida por meio de um leilão assume a obrigações de manutenção, investimentos e serviços, em troca da cobrança de tarifas de pedágio.
Portanto, todas as concessionárias, caso o projeto seja aprovado, terão que se adaptar ao pedágio por quilômetro rodado.
"As empresas que têm contratos vigentes terão que passar por uma avaliação, caso a caso, para ver como está o contrato. Mas pode ser possível implementar esse sistema já nesses contratos vigentes", completa o diretor-executivo da ABCR.
Muitos contratos de rodovias sob concessão estão perto de terminar (Foto: Artesp/Divulgação)
Auto Esporte
O Programa de Privatização das Rodovias começou a crescer em 1995 no território brasileiro com a gestão presidencial de Fernando Henrique Cardoso, portanto, muitos contratos já estão próximos do final. 
A expectativa é que o Projeto de Lei seja aprovado com a assinatura presidencial até o final do primeiro semestre e após publicado no Diário Oficial da União, a Lei entrará em vigor em um prazo de 180 dias.
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O Departamento de Transporte britânico permitiu que veículos equipados com sistemas de assistência de direção (que inclui o controle de aceleração adaptativa,  manutenção da faixa de rodagem e frenagem automática) rodem de maneira "autônoma" pelas rodovias, desde que não ultrapassem a velocidade máxima de 60 km/h. 
Segundo a nova norma, que está em fase final de aprovação, os motoristas não serão obrigados a manterem as mãos no volante ou mesmo ficarem atentos à estrada — ainda não está claro, entretanto, como as autoridades realizarão a fiscalização nesses casos. 
O Volvo XC40 é um dos modelos que contam com assistência de direção
André Schaun
O governo britânico também determinará que os veículos precisarão emitir um alerta caso a direção manual necessite ser reassumida por um humano. Se o motorista não assumir o volante em um espaço de tempo de 10 segundos, o sistema deve diminuir a velocidade do carro automaticamente e acender as luzes de emergência para alertar os demais condutores.
Saiba Mais:
Em tese, a nova determinação do Reino Unido inclui desde os sistemas de automação níveis 2 e 3 (com tecnologias como o Pilot Assist, da Volvo e o Autopilot, da Tesla) até os recursos de "robotização" mais avançados, que já estão em testes. 
O plano do governo britânico é incentivar o desenvolvimento de tecnologias de automação no país, permitindo que 40% da frota seja equipada com a tecnologia até 2035.
A chegada das redes 5G, que prometem internet móvel mais rápida e estável, será um dos principais aliados para os autônomos. De acordo com um estudo da consultoria ABI Research, 41 milhões de veículos em todo o planeta estarão conectados com a tecnologia 5G até 2030. Para o ano de 2035, a expectativa é de que 83 milhões de carros sejam fabricados com um sistema integrado de internet ultrarrápida.
As empresas de seguro, entretanto, não estão muito satisfeitas com a determinação: elas alegam que os sistemas atualmente disponíveis de assistência de direção não correspondem à automação total dos veículos, o que pode aumentar o risco de acidentes. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/C56dQu9QWjyrUdtewTcUALxkQHk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/P/7/SNB9RrQoe4K6Ft41GxPQ/tesla-model-s.jpg" medium="image"/>   <media:description>Tesla Model S terá versão com autonomia superior a 640 km, mas cientistas querem aumentar o poder das baterias</media:description>   <media:credit>Divulgação/Tesla</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 28 Apr 2021 16:09:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Polestar quer zerar emissão de CO₂ na produção de seu futuro carro </title>  <atom:subtitle>Marca, que faz parte do grupo Volvo, cria projeto ambicioso para lançar o primeiro veículo completamente neutro em carbono até 2030</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2021/04/polestar-quer-zerar-emissao-de-co-na-producao-de-seu-futuro-carro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2021/04/polestar-quer-zerar-emissao-de-co-na-producao-de-seu-futuro-carro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nTIJwbc2pxq1UM3Z8qV62hzW2zg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/u/R/2gMSr0SIOo2MkOepvbMg/polestar-0-project-a-truly-climate-neutral-car-by-2030.jpeg" /><br /> ]]>    A partir de 2030, a Volvo confirmou que vai vender apenas carros elétricos ao redor do mundo. Agora, a Polestar (marca que faz parte do grupo sino-sueco) dá um passo adiante no assunto sustentabilidade: vai lançar um automóvel verdadeiramente neutro em carbono até 2030. Ou seja, o processo de fabricação não terá emissão de poluentes.
Fabricantes do calibre de General Motors e Ford – além da própria Volvo – também já anunciaram a longo prazo a interrupção na produção de carros a combustão e dedicação aos veículos elétricos. Só que a Polestar quer ir além e batizou o plano de "Projeto 0".
Saiba mais
“Somos elétricos e não precisamos de nos preocupar com motores a combustão que produzem emissões tóxicas , mas isso não significa que o nosso trabalho está feito”, diz Fredrika Klarén, chefe de sustentabilidade da Polestar. “Agora vamos trabalhar para erradicar todas as emissões decorrentes da produção”, completa.
Objetivo é neutralizar o CO₂  gerado na produção de veículos de forma efetiva, sem o uso de “artimanhas” que existem hoje, como o plantio de árvores nativas ou a compra do chamado crédito de carbono. 
Polestar 2 é um elétrico de 400 cv para rivalizar com o Tesla Model 3
Divulgação
“Hoje o Polestar 2 sai da fábrica com uma pegada de carbono. Em 2030, queremos apresentar um carro que não a tem”, promete Thomas Ingenlath, CEO da Polestar. A consequência é ajudar o meio ambiente e diminuir os impactos na atmosfera e as mudanças climáticas provocadas pelo lançamento de gases de efeito estufa.
A medida é a longo prazo, mas a Polestar vai começar a fazer algumas ações de forma mais imediata, como declarar "índices de sustentabilidade", comuns em setores como alimentos e moda, a todos os futuros modelos da Polestar. Começando com a Polestar 2 e inicialmente divulgando a pegada de carbono e rotular os materiais de risco. Tudo aparecerá nos produtos, no site da empresa e nas lojas da fabricante. Mais detalhes e informações adicionais serão adicionados ao longo do tempo.
Além do sedá elétrico Polestar 2, a marca escandinava tem ainda o Polestar 1, um cupê híbrido. Até o final deste ano deve surgir o Polester 3, um crossover também movido por baterias.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nTIJwbc2pxq1UM3Z8qV62hzW2zg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/u/R/2gMSr0SIOo2MkOepvbMg/polestar-0-project-a-truly-climate-neutral-car-by-2030.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Polestar</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 08 Apr 2021 19:17:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que o carro brasileiro do futuro deveria ser a álcool e não elétrico?</title>  <atom:subtitle>Especialistas defendem que a tecnologia criada há décadas no país ainda é uma maneira sustentável para controlar as emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2021/03/por-que-o-carro-brasileiro-do-futuro-deveria-ser-a-alcool-e-nao-eletrico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2021/03/por-que-o-carro-brasileiro-do-futuro-deveria-ser-a-alcool-e-nao-eletrico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PgtwQJWhwmBG1q8j-VY-CnORjyU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/N/T/3cbXp6RCSqUVOiplpnJg/thumb-ae-11.jpg" /><br /> ]]>    Segundo maior produtor mundial de etanol do planeta, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, o Brasil pode se beneficiar do uso desse combustível para aliviar as emissões de gás carbônico (CO2), que é associado ao efeito estufa e um dos causadores do aquecimento global. 
"O Brasil tem uma chance de ouro que não utiliza: temos o etanol, que é uma solução única no mundo", afirma Renato Romio, chefe da Divisão de Motores e Veículos do Instituto Mauá de Tecnologia. "Todo mundo acha que o carro a álcool é coisa do passado, mas na realidade estamos em uma situação que nenhum país vai conseguir alcançar em curto prazo, que é a baixa emissão de CO2  a partir do etanol." 
Na década de 1970, após o mundo enfrentar a crise do petróleo (que foi responsável por um choque de preços dos combustíveis fósseis), o Brasil incentivou a substituição da gasolina pelo álcool etílico produzido a partir da fermentação da cana-de-açúcar por meio do  Proálcool (Programa Nacional do Álcool). 
Apelidado carinhosamente de Cachacinha, o Fiat 147 foi o primeiro carro produzido no país equipado com um motor que rodava exclusivamente a álcool — lançado em 1979, o modelo contava com um propulsor 1.3 que produzia modestos 62 cv. 
Etanol é considerada opção ecológica de combustível
Getty Images
"O Brasil chegou a ter mais de 90% de sua frota de veículos novos rodando com álcool, ou seja, sem emissão de CO2, algo que nenhum país do mundo terá nos próximos 50 anos", afirma Romio. 
Vale lembrar que os motores a etanol também são responsáveis pela emissão de gás carbônico, causada no momento da queima do combustível. Mas como a matéria-prima do álcool etílico é a cana-de-açúcar, o CO2 liberado na atmosfera acaba sendo "recapturado" durante o crescimento de seu cultivo. Além disso, as emissões são menores do que com o uso de gasolina. 
Para quem não se lembra das aulas de Biologia: para uma planta se desenvolver, ela utiliza dióxido de carbono e água no processo de fotossíntese e acaba liberando oxigênio. Ou seja, há um equilíbrio em relação às emissões por conta do "sequestro" do carbono. 
Os especialistas em mobilidade afirmam que o Brasil, assim como os Estados Unidos, tem o privilégio de contar com extensas áreas agricultáveis, o que facilita a plantação de cana-de-açúcar ou milho para a produção de combustível — algo que não é possível em países com dimensões territoriais mais reduzidas. 
Plantação de cana-de-açúcar, a principal matéria-prima do etanol
Wikimedia Commons
Saiba Mais: 
É por conta disso que a ampliação do uso do etanol no Brasil seria um projeto mais efetivo em curto prazo do que a adoção em larga escala da eletrificação, por exemplo. "O país tem gás natural, que é usado no processo do refino do petróleo, o Brasil é um dos maiores produtores de hidrogênio do mundo, mas o etanol é uma grande fonte de energia: de forma teórica, temos sete vezes mais energia que a Usina de Itaipu usando 100% o bagaço de cana", afirma Gerhard Ett, professor de Engenharia Química da FEI. 
Atualmente, empresas brasileiras já estão desenvolvendo o chamado etanol de segunda geração, que é produzido a partir da fermentação do bagaço da cana e do milho. Com isso, há menor desperdício e a possibilidade de aumentar a produção de combustível utilizando a mesma quantidade de matéria-prima. A Cosan, uma das grandes empresas do setor, tem planos de construir três usinas para produzir 300 milhões de etanol de segunda geração nos próximos anos. 
Em outras regiões do mundo que não podem contar com a adoção de biocombustíveis, a opção por adotar veículos elétricos ou por combustíveis sintéticos vêm ganhando força: em parceria com a empresa alemã Siemens, a Porsche fechou um acordo para inaugurar uma fábrica experimental no Chile que produzirá "e-combustíveis" a partir de 2022.
Apesar de ser um combustível plenamente viável no Brasil, o etanol enfrenta desafios se quiser tomar o lugar da gasolina. Como tem menor rendimento, seu preço tem de ser mais vantajoso em relação ao combustível fóssil, algo que nem sempre é possível por conta da volatilidade da cotação da cana-de-açúcar — com o dólar nas alturas, os produtores rurais preferem exportar o produto do que deixá-lo para consumo interno. Além disso, as empresas precisam manter uma oferta constante de álcool mesmo nos períodos de entressafra (que ocorre entre dezembro e março). O carro do futuro vai rodar a etanol no Brasil?
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PgtwQJWhwmBG1q8j-VY-CnORjyU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/N/T/3cbXp6RCSqUVOiplpnJg/thumb-ae-11.jpg" medium="image"/>   <media:description>Etanol x Eletricidade</media:description>   <media:credit>Montagem/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 16:27:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moto tem rodízio de veículos em SP?</title>  <atom:subtitle>Táxis, guinchos, transportes coletivos e veículos utilizados em serviços essenciais estão isentos da restrição. Saiba se as motocicletas também se enquadram nesse quesito</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2021/03/moto-tem-rodizio-de-veiculos-em-sp.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/noticia/2021/03/moto-tem-rodizio-de-veiculos-em-sp.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RpGxN0pvLaFWoHAyXDLsEFMlpaY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/3/5/uuc2BmQNiAWC6hAsqvDg/gettyimages-181060798.jpg" /><br /> ]]>    Nesta segunda-feira (15) entrou em vigor a “fase emergencial” do Plano São Paulo para conter o avanço do coronavírus. Muitos serviços não essenciais foram suspensos até o dia 30 de março, mas o rodízio está mantido na capital. Os motoristas de motocicletas podem respirar tranquilos, já que esse tipo de veículo está isento do rodízio e assim deve permanecer nessa fase.  
Atualmente, motoboys prestam serviços muito importantes no período de isolamento social, como entregas delivery de alimentos, mercadorias e remédios. As motos, entretanto, sempre estiveram fora do rodízio, como está descrito do artigo 3º do Decreto 58.584./18.
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Além das motocicletas, táxis, guinchos, transportes coletivos e escolares, veículos utilizados em serviços essenciais e de emergência não entram no rodízio. Importante lembrar: carros de aplicativo, como Uber e 99, não estão isentos. A multa para quem desrespeitar o rodízio é de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).  
Motoristas com deficiência também podem ter a isenção ao rodizio devido suas condições de saúde. Nesse caso, é necessário fazer um pedido pelo Portal SP156 ou pelo site especial da CET https://rodiziocovid19.cetsp.com.br/. 
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Regras do rodízio não mudam na "fase emergencial": de 2ª às 6ª feiras, exceto feriados, das 07h00 às 10h00 e das 17h00 às 20h00. 
 Foto: Wikimedia Commons
Mesmo isentos ao rodizio, as motos estarão sujeitos às fiscalizações da "fase emergencial".  Segundo a Secretaria de Segurança Pública, com o toque de recolher das 20h às 5h, fiscais poderão orientar as pessoas a voltarem para suas casas. Na capital não será aplicada multa, mas cada município tem o poder de decidir se aplicará a cobrança ou não. Também haverá pontos de bloqueio em ruas e avenidas por diferentes cidades do estado paulista. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RpGxN0pvLaFWoHAyXDLsEFMlpaY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/3/5/uuc2BmQNiAWC6hAsqvDg/gettyimages-181060798.jpg" medium="image"/>   <media:description>moto no trânsito </media:description>   <media:credit>Getty Images </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 16 Mar 2021 20:29:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Opinião: A um mês da flexibilização das regras de trânsito, acidentes graves se acumulam</title>  <atom:subtitle>Tragédias com dezenas de vítimas que estavam a bordo de ônibus comerciais levantam a discussão sobre os possíveis riscos de leis menos rigorosas para motoristas profissionais</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mobilidade/post-coluna/2021/03/opiniao-a-um-mes-da-flexibilizacao-das-regras-de-transito-acidentes-graves-se-acumulam.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mobilidade/post-coluna/2021/03/opiniao-a-um-mes-da-flexibilizacao-das-regras-de-transito-acidentes-graves-se-acumulam.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ev7079tTkF7ee983Vduw91QDKsY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/5/2/dRAxobRyAT3CfAnLiwZQ/agencia-brasil.jpg" /><br /> ]]>    O projeto que prevê várias alterações no Código de Trânsito deve entrar em vigor em 12 de abril. Entre as mudanças mais discutíveis, está a admissão de que um motorista profissional só fique sujeito à suspensão da CNH ao somar 40 pontos em infrações, independentemente da gravidade. O mesmo benefício se estende a motoristas amadores, desde que não cometam uma infração gravíssima. 
O argumento é de que motoristas profissionais rodam mais, e por isso estão mais expostos ao risco de cometer infrações. Só lembrando, condutores profissionais são os que transportam cargas e pessoas. De pequenos volumes em caminhões compactos a toneladas de grãos em carretas, de automóveis em cegonheiras a combustíveis e substâncias perigosas, de uma pessoa num táxi a 40 em ônibus.  
Desde que as mudanças no CTB foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro, há cinco meses, ao menos cinco graves acidentes envolvendo ônibus causaram a morte de 83 pessoas e ferimentos em mais de 110.  
Os brasileiros têm sido impactados diariamente com as notícias sobre mortes causadas pela Covid. Mas 83 pessoas em cinco acidentes não podem passar despercebidas, tanto quanto cada vítima da pior crise sanitária do século por conta da condução desastrosa de quem deveria cuidar da saúde da população.  
Saiba Mais: 
A categoria dos caminhoneiros está sujeita a uma condição de trabalho não raro desumana: longas jornadas ao volante, condições de alimentação e descanso muitas vezes precárias, insegurança em estradas ruins, riscos de assalto, baixa remuneração. Descobriram sua força de mobilização, paralisou o país com uma greve em 2018 e, desde então, tem conquistado concessões do governo federal. 
Mas isso não deveria justificar abrir mão de segurança. Se há regras para o trânsito, elas existem em benefício da segurança de todos os usuários, estejam eles ao volante, sejam passageiros ou pedestres. 
Protestos de caminhoneiros em 2018: categoria pressiona por flexibilizações na lei
Wikimedia Commons
Exatamente por rodarem mais, terem treinamento diferenciado e serem responsáveis pelo transporte de pessoas e cargas, motoristas profissionais devem ser condutores mais cuidadosos. Devem ter seus direitos profissionais e condições dignas de trabalho respeitados, mas sem concessões à segurança coletiva. 
Evidente que as alterações que estão para entrar em vigor não causaram os acidentes. Mas 83 mortos fazem pensar na conveniência de flexibilizar regras, principalmente para profissionais. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ev7079tTkF7ee983Vduw91QDKsY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/5/2/dRAxobRyAT3CfAnLiwZQ/agencia-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Acidente entre ônibus e carreta no estado de Goiás</media:description>   <media:credit>Agência Brasil</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 13 Mar 2021 13:20:53 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>