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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>autoesporte</title> <link>http://autoesporte.globo.com</link> <description>RSS do autoesporte</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://autoesporte.globo.com/rss/autoesporte/mercado" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>autoesporte</title> <link>http://autoesporte.globo.com</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Marca chinesa Seres tira site do ar e encerra operação no Brasil</title>  <atom:subtitle>Fabricante vendeu apenas oito carros no Brasil no ano passado: cinco Seres 3 e três Seres 5</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2025/02/seres-marca-chinesa-encerra-operacao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2025/02/seres-marca-chinesa-encerra-operacao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bUtbApIn52qRvxloXaDXVw1uFEI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/2/F/RB91HIQp61kOqERi4vVQ/seres-3-8.jpg" /><br /> ]]>    A história da Seres no Brasil foi curta: de julho de 2023 até julho de 2024, quando a fabricante chinesa paralisou suas operações no país e fechou as duas concessionárias. Em dezembro do ano passado, Autoesporte apurou que havia um plano de reestruturação da empresa até o final do primeiro trimestre deste ano, e o único meio de contato entre o público e a marca era pelo site www.driveseres.com.br. Mas agora a página já está fora do ar.
Nas redes sociais, o perfil oficial da Seres Brasil também está sem movimentação. Na página do Instagram (@seres.brasil) não há postagem desde julho de 2024, enquanto no Linkedin não há atualizações há dez meses. O telefone da sede da empresa, em Barueri (SP), não existe mais. 
Seres Brasil LTDA está com CNPJ encerrado 
Secretaria da Fazenda
De acordo com a Secretaria da Fazenda, existem CNPJ de filiais da Seres Brasil LTDA que estão com situação cadastral "Baixada" — ou seja, estão encerrados. O motivo está descrito como "Extinção por Encerramento Liquidação Voluntária". Autoesporte encontrou baixas em CNPJ com nome de Seres Brasil LTDA em 8 de março de 2024 e 12 de dezembro de 2024. O galpão da empresa, em Itupeva, no interior de São Paulo, segue com CNPJ ativo. Entre outras coisas, por lá chegam as peças dos carros que a fabricante vendeu no Brasil. 
CNPJ Seres do Brasil em Itupeva 
Secretaria da Fazenda
Autoesporte entrou em contato com os responsáveis pela operação da marca no Brasil para entender o atual cenário de desativação de tudo o que está ligado ao nome oficial da marca, e se de fato haverá algum processo de restruturação no futuro. Até o momento da publicação desta reportagem não houve resposta. Caso isso aconteça, a nota será atualizada. 
Site da Seres está desativado 
Reprodução
A marca vendeu apenas oito carros no Brasil em 2024, sendo cinco Seres  3 e três Seres 5, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Os veículos são importados de Xangai (China). Na internet é possível encontrar dois anúncios de venda do Seres 3: um em São Paulo por R$ 139.990, com 100 km rodados, e outro no Rio de Janeiro por R$ 249.990, zero km, que é blindado. De acordo com a marca, 426.900 carros foram vendidos no mundo em 2024. 
Quem é a Seres?
Parceira da Huawei, empresa de tecnologia conhecida pelos smartphones, a ideia inicial da Seres no Brasil em julho de 2023 era fazer um modelo de negócio diferente das fabricantes tradicionais, pois não teria concessionárias e tudo seria feito pela internet. Na época, a marca disse que era uma escolha moderna de vender carros no Brasil, ao "estilo Tesla", que segue um padrão semelhante. 
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Já em outubro daquele mesmo ano, a empresa voltou atrás e abriu uma loja no bairro do Jardins, região nobre da capital paulista. Outra loja foi aberta em fevereiro de 2024 no bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro. Porém, ambas foram fechadas em julho do ano passado. 
Os carros da Seres
Seres 3 tinha versão blindada de fábrica 
Renato Durães
Quando o site da Seres ainda estava ativo, o Seres 3 partia de R$ 199.990 na versão convencional e a opção blindada de fábrica não tinha o valor disponível — havia uma informação para consultar as condições direto com a empresa. 
O SUV elétrico tem apenas um motor elétrico no eixo dianteiro, que desenvolve 163 cv e 30,6 kgfm de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 8,9 segundos. Em relação às medidas, o modelo tem 4,38 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,65 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 318 litros. 
O conjunto de baterias de íon-lítio de 53 kW proporciona até 206 km de autonomia, segundo o Inmetro. O SUV pode ser plugado em fontes de corrente alternada com potência de até 7 kW, onde demora pouco mais de sete horas e meia para chegar aos 100%. Em fontes de corrente contínua de 50 kW, a bateria vai de 20% a 80% da carga em 38 minutos.
Seres 5 tem mais de 500 cv 
Divulgação
O Seres 5 é um SUV com porte um pouco maior: são 4,71 metros de comprimento e 2,87 m de entre-eixos. Os dois motores elétricos entregam 585 cv e 95,8 kgfm, garantindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e velocidade máxima de 200 km/h. Seu preço era de R$ 394 mil e a marca também disponibiliza uma alternativa para vir blindado. 
As baterias de íon-lítio de 90 kWh podem ser carregada em eletropostos (70 kWh DC) em 36 minutos, de 20 a 90% da capacidade. A autonomia é de 380 km segundo o Inmetro. 
Caso haja contato da Seres do Brasil com a nossa reportagem, essa nota seguirá em atualização. 
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Todos os números são baseados nos índices divulgados pela Fenabrave, associação que representa as concessionárias. O cálculo é um comparativo entre o acumulado de 2023 e 2024. Então, vamos começar nossa lista pelas quedas mais expressivas.
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Quem despencou
3) Jeep Compass
Sim, o Jeep Compass tem um volume de vendas bem considerável e foi líder entre os SUVs médios em 2024. Por outro lado, os emplacamentos caíram mais de 15% na comparação com 2023. Um dos fatores para isso ter acontecido certamente é seu envelhecimento. O SUV mudou muito pouco desde o lançamento em 2016. A principal mudança dos últimos anos aconteceu em abril do ano passado, com a chegada do motor Hurricane 2.0 turbo de 272 cv de potência da Ram Rampage. 
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Vendas 
2) Chevrolet Onix Plus 
O Onix Plus é um caso semelhante ao do Compass: é líder absoluto da sua categoria com bastante vantagem, mas caiu quase 20% nas vendas. Outra semelhança com o SUV é que o sedã é praticamente o mesmo desde o seu lançamento, em 2019. Uma novidade agora para 2025 é que os motores 1.0 e 1.0 turbo terão injeção direta com a chegada da oitava fase do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos (Proconve L8), assim como aconteceu com Montana e Tracker. 
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Vendas 
1) Peugeot 208
O Peugeot 208 tem um design cheio de personalidade e para muitos é o hatch mais bonito do Brasil. E ainda passou por um facelifit na linha 2025. São duas boas opções de motor: 1.0 Firefly de até 77 cv e 10,9 kgfm, aliado ao câmbio manual de cinco marchas, e o 1.0 turbo de até 20,4 kgfm e 130 cv, com câmbio automático do tipo CVT, com sete marchas simuladas. Mesmo com todos esses atributos, o 208 produzido em El Palomar (Argentina) caiu muito nas vendas de 2023 para 2024. 
Vendas
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Quem disparou 
3) Ford Ranger 
A Ford Ranger mudou de geração na metade de 2023, mas os resultados vieram mesmo em 2024. A picape, que tem motores 2.0, V6 3.0 e até a variante Raptor com 397 cv, fez bonito no ano passado e cresceu mais de 50%. Números ainda insuficientes para ultrapassar a líder Toyota Hilux — que está sendo testada com motor híbrido —, que superou a barreira dos 50 mil emplacamentos, porém, chegou em uma marca bem expressiva. 
Vendas
2) Honda Civic
A nova geração do Honda Civic, que agora é híbrido e importado da Tailândia, apareceu na lista de carros que despencaram nas vendas de 2022 para 2023. Porém, o famoso ditado "o mundo dá voltas" faz total sentido para o sedã de R$ 265.900. Seu motor 2.0 aspirado de 143 cv e 19,1 kgfm trabalha em conjunto com outros dois elétricos que somam 184 cv e 32,1 kgfm. Porém, a potência e o torque combinados não são revelados pela Honda. Em volume, o modelo não chega nem perto de ser o que já foi um dia, porém, em porcentagem, o crescimento foi bem expressivo. 
Vendas 
1) Caoa Chery Tiggo 7
Caoa Chery Tiggo 7 cresceu mais de 380%
Divulgação
O líder dessa lista é o Tiggo 7, que cresceu quase 400% de um ano para outro. O SUV tem motor 1.5 turbo flex sem injeção direta, que rende 150 cv e 21,4 kgfm de torque. O câmbio é CVT com nove marchas simuladas. A lista de itens de série inclui painel digital, partida por botão e chave presencial. Outras duas versões continuam a ser oferecidas. A versão Pro traz o motor 1.6 turbo a gasolina do Tiggo 8, com 187 cv e 28 kgfm. Nesse caso, o câmbio é automatizado de dupla embreagem e sete marchas. Por fim, a Pro Hybrid combina o motor 1.5 turbo com um sistema híbrido leve e 48V, chegando aos 160 cv e 25,5 kgfm combinados.
Vendas
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/fj28AmuzFvyQ_r9HI8mwrVgdsrc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/I/f/bqPkZjQTumCxQJ9DMkcw/peugeot-208-style-dianteira-estatica.jpg" medium="image"/>   <media:description>Peugeot 208 Style 2025</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 10:00:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Seres paralisa as operações no Brasil após emplacar 8 carros em 2024</title>  <atom:subtitle>Fabricante chinesa chegou em julho de 2023 com modelo de negócio inspirado na Tesla</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/07/seres-paralisa-as-operacoes-no-brasil-apos-emplacar-8-carros-em-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/07/seres-paralisa-as-operacoes-no-brasil-apos-emplacar-8-carros-em-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bUtbApIn52qRvxloXaDXVw1uFEI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/2/F/RB91HIQp61kOqERi4vVQ/seres-3-8.jpg" /><br /> ]]>    A Seres chegou ao Brasil no final de julho do ano passado e já paralisou suas operações. Autoesporte apurou que a fabricante chinesa está fazendo uma reestruturação interna por tempo indeterminado. Parceira da Huawei, empresa de tecnologia conhecida pelos smartphones, a marca emplacou apenas oito unidades em 2024, sendo cinco Seres  3 e três Seres 5, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Os carros são importados de Xangai. 
Em princípio, o modelo de negócio da Seres seria diferente das fabricantes tradicionais, pois não teria concessionárias e tudo seria feito pela internet. Na época, a marca disse que era uma escolha estratégica e moderna de vender carros no Brasil, ao "estilo Tesla", que segue um padrão semelhante. 
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Em outubro, a operação voltou atrás e abriu uma loja no bairro do Jardins, região nobre da capital paulista. Nossa equipe tentou entrar em contato via telefone com a revenda para saber se ela ainda estava aberta e não obteve retorno. Outra loja foi aberta em fevereiro no bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro, mas também não tivemos retorno em tentativa de contato. 
Os carros da Seres
Pelo site oficial da marca, os carros ainda seguem disponíveis para compra. O Seres 3 parte de R$ 199.990 e tem uma versão que já vem blindada de fábrica, porém, o preço não está disponível e o site pede para consultar as condições direto com a empresa. 
O SUV elétrico tem apenas um motor elétrico no eixo dianteiro, que desenvolve 163 cv e 30,6 kgfm de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 8,9 segundos. Em relação às medidas, o modelo tem 4,38 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,65 m de altura e 2,65 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 318 litros. 
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O conjunto de baterias de íon-lítio de 53 kW proporciona até 206 km de autonomia, segundo o Inmetro. O SUV pode ser plugado em fontes de corrente alternada de 7 kW, onde demora pouco mais de sete horas e meia para chegar aos 100%. Em fontes de corrente contínua de 50 kW, a bateria vai de 20% a 80% da carga em 38 minutos.
Seres 5 tem mais de 500 cv 
Divulgação
O Seres 5 é um SUV com porte um pouco maior: são 4,71 metros de comprimento e 2,87 m de entre-eixos. Os dois motores elétricos entregam 585 cv e 95,8 kgfm, garantindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e velocidade máxima de 200 km/h. Seu preço é de R$ 394 mil e a marca também disponibiliza uma alternativa para vir blindado. 
As baterias de íon-lítio de 90 kWh podem ser carregada em eletropostos (70 kWh DC) em 36 minutos, de 20 a 90% da capacidade. A autonomia é de 380 km segundo o Inmetro. 
Mais detalhes sobre o futuro da marca devem ser divulgados em breve. BYD e GWM seguem muito bem nas vendas, e outras chinesas já estão com o passaporte carimbado para o Brasil, como a Zeekr que inicia pré-venda em setembro. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bUtbApIn52qRvxloXaDXVw1uFEI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/2/F/RB91HIQp61kOqERi4vVQ/seres-3-8.jpg" medium="image"/>   <media:description>Seres 3</media:description>   <media:credit>Renato Durães</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 20:21:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>3 carros que dispararam e 3 que caíram em vendas no 1º semestre de 2024</title>  <atom:subtitle>Teve veterano como o Fiat Argo subindo nas vendas e o consagrado Jeep Compass caindo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/07/3-carros-que-dispararam-e-3-que-cairam-em-vendas-no-1o-semestre-de-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/07/3-carros-que-dispararam-e-3-que-cairam-em-vendas-no-1o-semestre-de-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/lu6p67f5xSIJiyF4Ytbu9XWowuk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/5/G/7SybSPSXKAhuCzn3ynow/compass-blackhawk-amb-004.jpg" /><br /> ]]>    Você já conferiu os 50 carros novos mais vendidos do Brasil no primeiro semestre de 2024. Na parte de cima do ranking, poucas coisas mudam: Fiat Strada, Volkswagen Polo, Hyundai HB20 e Chevrolet Onix são figuras carimbadas. Porém, no meio da tabela, sempre temos algumas oscilações e Autoesporte seleciona três carros que dispararam e despencaram nas vendas. 
Os números são baseados nos índices da Fenabrave, associação que representa as concessionárias. O cálculo é um comparativo entre o acumulado do primeiro semestre de 2024 e do segundo semestre de 2023. Historicamente, o segundo semestre costuma ser melhor nos emplacamentos, por isso registrar queda durante o período é normal. Nosso critério, neste caso, são de quedas mais expressivas.
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O primeiro semestre também foi marcado pela greve do Ibama, o que dificultou a liberação de carros nos portos. Portanto, alguns carros importados também foram prejudicados por isso. 
Vamos começar pelo trio que despencou nas vendas em 2024:
1) Fiat Cronos 
O Cronos, atual o sedã mais barato do Brasil partindo de R$ 93.990, é praticamente o mesmo desde o seu lançamento, em junho de 2017. Mesmo com bom espaço interno e um generoso porta-malas de 525 litros, o peso do tempo parece fazer efeito no modelo que precisa de uma atualização há um bom tempo. O modelo é produzido na fábrica de Córdoba (Argentina), então também sofreu o impacto da greve. 
Nas motorizações, a versão de entrada é equipada com o 1.0 Firefly de até 77 cv e 10,9 kgfm, aliado ao câmbio manual de cinco marchas. Já as intermediárias e topo com o 1.3 Firefly de até 107 cv e 14,2 kgfm, com opções do mesmo câmbio manual e outro automático do tipo CVT.
Vendas 
2) Peugeot 208
Peugeot 208 vai mudar na linha 2025
Murilo Góes
O 208 tem um design cheio de personalidade e oferece nada menos do que três opções de motor: o mesmo 1.0 Firefly descrito no Cronos, além do 1.0 turbo de até 130 cv. 
A queda de um semestre para o outro foi expressiva se tratando de um carro de entrada. Mas um motivo pode estar ligado a essa retração nas vendas: o hatch vai mudar na linha 2025 e o carro já foi flagrado com pouca camuflagem. Num primeiro momento, o 208 deve continuar sendo oferecido com os dois motores 1.0, e, posteriormente, terá a chegada do sistema micro-híbrido, que deve acontecer no ano que vem. Outra fator que contribui pra queda é sua produção em El Palomar (Argentina). 
Vendas
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3) Jeep Compass
O Jeep Compass tem um volume de vendas bem considerável, mas registrou queda neste primeiro semestre, mesmo sendo produzido em Goiana (Pernambuco). Visualmente o SUV mudou muito pouco desde o lançamento, em 2016, mas nesses anos algumas novidades foram apresentadas. A mais recente, em abril deste ano, foi a chegada do motor Hurricane 2.0 turbo de 272 cv de potência já usado na Ram Rampage na gama.
Vendas
Agora, o pódio de quem viveu o oposto do trio acima e disparou  de vendas em 2023:
1) BYD Dolphin
O Dolphin foi lançado em junho do ano passado, portanto, acabou de completar um ano. O modelo fez o que nunca um carro elétrico tinha feito e deixou para trás vários veteranos do mercado nas vendas. 
Para se ter uma ideia, o carro elétrico mais emplacado do Brasil no primeiro semestre de 2023 foi o Volvo XC40, com 903 unidades. E, a partir do segundo semestre, o Dolphin já chegou vendendo mais do que isso mês a mês, até terminar o ano na liderança absoluta com 6.806 unidades comercializadas. E este não começou diferente e são quase 10 mil emplacamentos nos primeiros seis meses de 2024.  
Vendas 
2) Fiat Argo
Fiat Argo não terá nova geração
André Schaun
Sem dúvida essa é a grande surpresa da lista. O hatch foi lançado em maio de 2017 e quase tudo nele é igual, incluindo os motores Firefly 1.0 e 1.3 — a exceção é o 1.8 EtorQ aposentado em 2022. E mesmo assim conseguiu registrar alta de um semestre para o outro (mesmo que discreta). 
Mas seu futuro está com os dias contados. O projeto Fiat F1H, que terá base de Citroën C3, vai suceder Argo e Mobi de uma vez. E para ler todos os detalhes, basta clicar aqui.
Vendas
3) Honda Civic
Honda Civic agora só tem motor híbrido
Divulgação
A nova geração do Honda Civic, que agora é híbrido e importado da Tailândia, já apareceu na lista de carros que despencaram nas vendas no ano passado. Porém, o cenário mudou no primeiro semestre deste ano. O volume ainda é muito mais baixo do que já foi um dia, mas dentro do cenário de sua realidade, os emplacamentos cresceram de forma significativa de um semestre para o outro. 
O sedã custa R$ 265.900 e tem um motor 2.0 aspirado de 143 cv e 19,1 kgfm, e mais dois elétricos que somam 184 cv e 32,1 kgfm. Porém, a potência e o torque combinados não são revelados pela Honda. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/lu6p67f5xSIJiyF4Ytbu9XWowuk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/5/G/7SybSPSXKAhuCzn3ynow/compass-blackhawk-amb-004.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Compass 2025</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 17 Jul 2024 10:00:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Só 3 carros têm preço abaixo de R$ 100 mil em todas as versões no Brasil</title>  <atom:subtitle>Renault Kwid é o carro novo mais barato, mas tabela começa em R$ 72 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/04/so-3-carros-tem-preco-abaixo-de-r-100-mil-em-todas-as-versoes-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/04/so-3-carros-tem-preco-abaixo-de-r-100-mil-em-todas-as-versoes-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q9frS2xTE7mnAk1JvdYv4ZHbj8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Y/y/VlcTtaSqy41IBJt5gEJA/mobi-e-kwid.jpeg" /><br /> ]]>    A Fiat aumentou os preços de quase todos os seus carros e o Argo agora já ultrapassa os R$ 100 mil na opção Trekking 1.3 AT. Sendo assim, apenas três modelos no Brasil ainda têm todas as suas versões com valores abaixo dos seis dígitos: Renault Kwid, Fiat Mobi e Citroën C3. Confira as principais informações sobre o trio, como preços, motores, consumo e equipamentos. 
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Kwid e Mobi vêm disputando o posto de carro mais barato do Brasil faz tempo — e sempre trocam de posição no decorrer dos meses. Após os reajustes da Fiat, esse status fica novamente com o modelo francês. Confira as versões e preços e Kwid, Mobi e C3. 
Preços
Renault Kwid
Renault Kwid Zen é o carro mais barato do Brasil 
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Lançado no Brasil em 2017 para ocupar o espaço deixado pelo Clio que saiu de linha no ano anterior, o compacto é vendido apenas com motor 1.0 de três cilindros e entrega até 71 cv e 10 kgfm de torque. O câmbio é sempre manual de cinco marchas. São 3,73 m de comprimento, 1,58 m de largura, 1,48 m de altura e apenas 2,42 m de distância entre-eixos. O porta-malas comporta 290 litros.
Carro mais barato do Brasil custava R$ 24 mil há 10 anos; veja o que tinha
O consumo urbano, segundo o Inmetro, é de 10,8 km/l com etanol e 15,3 km/l usando gasolina. Na estrada sobe para 11 km/l e 15,7 km/l, respectivamente. O tanque tem capacidade para 38 litros, portanto, a autonomia máxima chega a 596,6 km. 
Principais equipamentos
Zen: ar-condicionado, direção com assistência elétrica, vidros elétricos dianteiros, abertura interna do porta-malas, sistema Stop&amp;Start, computador de bordo, indicador de troca de marcha, rádio com Bluetooth, USB e porta auxiliar com 2 alto-falantes, airbags laterais, direção elétrica, limpador e desembaçador do vidro traseiro, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa, monitoramento da pressão dos pneus e luzes de circulação diurna em LED;
Intense: mesmos itens mais maçanetas externas na cor da carroceria, retrovisores preto brilhante, calotas de 14 polegadas, chave tipo canivete, câmera de ré, central multimídia com tela de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay com fio, comando de som atrás do volante e retrovisores elétricos;
Intense Biton: acrescenta rodas de liga leve diamantadas de 14 polegadas e pintura do teto da cor preta;
Outsider: acrescenta adesivos nas laterais e acabamento interno com tecido exclusivo.
Fiat Mobi
Fiat Mobi Trekking tem visual aventureiro, mas o mesmo conjunto mecânico
André Paixão
O Mobi é equipado com o veterano motor 1.0 de quatro cilindros da linha Fire, com até 74 cv e 9,9 kgfm, sempre com câmbio manual de cinco marchas. Em relação às dimensões, o modelo é menor do que o Kwid: são 3,56 m de comprimento, 1,66 m de largura, 1,52 m de altura, 2,30 m de entre-eixos e 200 litros de capacidade do porta-malas. 
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De acordo com o Inmetro, o consumo médio é de 9,6 km/l na cidade e 10,4 km/l na rodovia com etanol. Já com gasolina, os respectivos números vão para 13,5 km/l e 15 km/l. O tanque comporta até 47 litros, entregando autonomia máxima de 705 km. 
Principais equipamentos
Like: ar-condicionado, direção hidráulica, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos, sensor de pressão dos pneus, painel de instrumentos com tela de 3,5 polegadas, travas elétricas nas quatro portas, vidros dianteiros com acionamento elétricos, rodas de 14 polegadas e sensor de pressão dos pneus.
Trekking: mesmos itens mais apelo visual aventureiro, central multimídia com tela de 7 polegadas e conexão com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, volante multifuncional, rack de teto, banco do motorista com ajuste de altura.
Citroën C3
Citroën C3 é o carro com o maior porte dos três
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O C3 é o carro com mais variedades de opções. As versões mais baratas trazem o motor 1.0 Firefly de três cilindros e 75 cv e 10,7 kgfm, sempre com câmbio manual de cinco marchas. Já as opções mais caras são equipadas com o 1.6 de quatro cilindros que entrega até 120 cv e 15,4 kgfm — além do mesmo câmbio manual, também há opção de automático de seis marchas.
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O C3 é maior do que os seus rivais: são 3,98 metros de comprimento, 1,73 m de largura, 1,59 m de altura, 2,54 m de entre-eixos e 315 litros de capacidade do porta-malas. 
Em relação ao consumo, de acordo com o Inmetro, o C3 1.0 faz médias de 9,5 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada com etanol, já com gasolina vai para 13,2 km/l e 14,5 km/l, respectivamente. Com 47 litros de capacidade no taque de combustível, o autonomia chega a 681,5 km.
Com 1.6 com câmbio manual, o alcance com etanol é de 7,8 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada e 10,9 km/l na cidade e 12,8 km/l, respectivamente, com gasolina. Neste caso, o alcance máximo é de 601,6 km. Já com o 1.6 câmbio automático, os índices com etanol vão para: 7,2 km/l (cidade) e 8,5 km/l (estrada). E com gasolina o alcance melhora para: 10,3 km/l e 12,4 km/l, respectivamente. Sua autonomia aqui é de 582,8 km. 
Principais equipamentos 
Live 1.0: ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas elétricos, assistente de partida em rampa, controle de tração e estabilidade e monitoramento de pressão dos pneus
Live Pack 1.0: equipamentos da Live mais central multimídia com tela de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, banco do motorista de ajuste de altura, limpador e desembaçador traseiros
Feel 1.0: equipamentos da Live Pack mais volante com regulagem de altura, vidros traseiros e retrovisores elétrico, maçanetas externas na cor da carroceria e rodas de liga leve de 15 polegadas
Feel 1.6: equipamentos da Feel, mas troca o motor 1.0 pelo 1.6 
Feel Pack 1.6: equipamentos da Feel mais câmera de ré, volante revestido em couro, faróis de neblina e rodas de liga leve de 15 polegadas diamantadas
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q9frS2xTE7mnAk1JvdYv4ZHbj8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Y/y/VlcTtaSqy41IBJt5gEJA/mobi-e-kwid.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Carros mais baratos do Brasil</media:description>   <media:credit>autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 09 Apr 2024 17:18:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renault Kwid sobe R$ 1.450 e perde o posto de carro mais barato do Brasil</title>  <atom:subtitle>Fabricante francesa também reajusta valores de Logan e Oroch em até R$ 2.270; confira as novas tabelas de preço da marca</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/renault-kwid-mais-caro-perde-o-posto-de-carro-mais-barato-do-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/renault-kwid-mais-caro-perde-o-posto-de-carro-mais-barato-do-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nH9WcNWoL-qPkz0f0Prt1p5dT1Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/R/n/p76nNOT4SsM7D72CBEdg/renault-kwid-outsider-7.jpg" /><br /> ]]>    Depois de baixar o preço do Kwid E-Tech para R$ 99.990, a Renault decidiu aumentar os valores de todas as versões a combustão de Kwid, Logan e Oroch. Os reajustes começam em R$ 1.300 e chegam a R$ 2.270. O restante da gama segue sendo vendido em fevereiro pelo mesmo preço de janeiro.
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Vale lembrar que a Renault instalou novos itens de segurança no Kwid, Stepway, Logan e Oroch no início do ano. Isso porque alguns equipamentos se tornaram obrigatórios no Brasil desde 1° de janeiro, como luzes indicadoras de direção e sistema de controle de estabilidade. Na época, alguns modelos já haviam ficado cerca de R$ 500 mais caros.
Renault Kwid
Começando pelo Kwid, o maior aumento foi na configuração de entrada, Zen, que saiu de R$ 71.190 para R$ 72.640. Portanto, reajuste de R$ 1.450. Desta forma, o hatch deixa de ser, mais uma vez, o carro mais barato do Brasil e devolve o posto para o Fiat Mobi, que custa R$ 71.990. As demais versões do modelo da Renault ficaram R$ 1.440 mais caras. Veja abaixo:
Preços do Renault Kwid
O compacto usa um motor 1.0 SCe três-cilindros aspirado flex de 71 cv de potência e 10 kgfm de torque, com duplo comando de válvulas, mas sem variação de fases. O câmbio é sempre manual de cinco marchas. Segundo a Renault, o motor é suficiente para levar os 818 kg do Kwid de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos, e chegar até aos 160 km/h de velocidade máxima.
Renault Logan
O Logan foi o carro da marca que teve os menores reajustes entre os três. As duas versões do sedã compacto, Life e Zen, ficaram R$ 1.300 mais caras e agora partem de R$ 96.110 e R$ 99.600, respectivamente. Veja abaixo:
Preços - Renault Logan
O Logan sai de fábrica sempre com motor 1.0 SCe flex de três cilindros. Neste caso, com comando variável, ele entrega 82 cv de potência e 10,5 kgfm de torque. O câmbio é manual de cinco marchas. Com esse conjunto, o três-volumes acelera de 0 a 100 km/h em 14,3 segundos. 
Renault Logan agora parte de R$ 96.110
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Renault Oroch
Por fim, a Renault Oroch foi a que sofreu os maiores reajustes. A configuração de entrada, Pro, teve aumento de R$ 1.870 e agora parte de R$ 116.860. Já a intermediária, Intense, subiu R$ 1.970 e não sai por menos de R$ 124.960. A configuração topo de linha da picape, Outsider, é a que ficou mais cara: com reajuste de R$ 2.270, custa R$ 151.760.
Preços - Renault Oroch
Visando trabalhadores, a Oroch Pro tem motor 1.6 SCe aspirado que desenvolve 120 cv de potência e 16,2 kgfm de torque, com câmbio manual de seis marchas. A versão Intense compartilha o mesmo conjunto de propulsor e transmissão. Por fim, a Outsider traz o motor 1.3 TCe turbo flex com injeção direta do Duster, capaz de entregar até 170 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, com câmbio CVT que simula oito marchas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nH9WcNWoL-qPkz0f0Prt1p5dT1Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/R/n/p76nNOT4SsM7D72CBEdg/renault-kwid-outsider-7.jpg" medium="image"/>   <media:description>Renault Kwid Outsider</media:description>   <media:credit>Leo Sposito</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 17 Feb 2024 13:10:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Taos fica até R$ 6.400 mais barato para encarar SUVs chineses</title>  <atom:subtitle>Versão topo de linha teve maior queda nos preços após receber aumento de mais de R$ 3 mil no ano passado</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/volkswagen-taos-fica-mais-barato-para-encarar-suvs-chineses.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/volkswagen-taos-fica-mais-barato-para-encarar-suvs-chineses.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tCBwWITOBGD6W1H1wescP8T7FJ0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/3/c/BrM405SAKxHxx6EyigIA/ta-.jpg" /><br /> ]]>    Após aumento de mais de R$ 6 mil no preço da versão de entrada no fim do ano passado, o Volkswagen Taos 2024 passa agora pelo processo inverso e está custando menos. Desta vez, a queda nos preços também supera os R$ 6 mil. A diferença é que a versão de topo do SUV produzido na Argentina, a Highline, foi a que ficou mais barata. 
A iniciativa indica que a Volkswagen está se mexendo para aumentar as vendas do Taos. Afinal, a concorrência no mercado de SUV médio tem ficado mais acirrada com opções híbridas das marcas chinesas BYD e GWM, Song Plus e Haval H6, com porte maior e faixa de preço similar.
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A versão Comfortline, de entrada, era oferecida por R$ 186.280 e agora está disponível no site da Volkswagen por R$ 181.380, representando queda de R$ 4.900. Já a mais cara, Highline, cai de R$ 212.480 para R$ 205.980, com queda de R$ 6.400 no valor total do carro. 
Após sofrer aumento em 2023, preço do Volkswagen Taos cai para as duas versões neste ano
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Os valores mais baixos compensam o reajuste do ano passado para o modelo, que aumentou em R$ 6.090 o Taos Comfortline e deixou a versão Highline discretamente mais cara, com acréscimo de R$ 3.290 ao preço de venda. Confira abaixo tabela de reajustes:
Volkswagen Taos - Reajuste de preços
A medida deixa os preços do Volkswagen Taos mais competitivos no segmento. Como comparação, os Caoa Chery  Tiggo 7 Pro Max Drive e Tiggo 8 Max Drive são comercializados por R$ 169.990 e R$ 179.990, respectivamente.
Investindo um pouco mais do que se pagaria no Taos Highline, é possível ter na garagem um GWM Haval H6, disponível por R$ 214 mil na modalidade híbrida e R$ 269 mil na versão híbrida plug-in. Já o híbrido Song Plus, da BYD, está disponível nas concessionárias por R$ 229.800, e pode ser uma ameaça aos emplacamentos do SUV da Volkswagen.
Volkswagen Taos está mais barato para se enquadrar na concorrência, que oferece modelos híbridos por valores parecidos 
Renato Durães
Volkswagen Taos 2024 - Itens de série
É importante destacar que, desde a virada para a linha 2024, o Taos está mais equipado, já que passou a oferecer ar-condicionado Climatronic de duas zonas e portas USB-C voltadas ao banco traseiro como itens de série para a versão Comfortline.
Na configuração Highline, o Taos 2024 acrescenta piloto automático adaptativo, alerta de colisão com frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, sistema de som com oito alto-falantes e iluminação de LED, que passaram a equipar o modelo de fábrica.
Teste: VW Taos Comfortline é mais simples para custar menos, porém preço supera Compass e Corolla Cross
Volkswagen Taos está mais equipado desde o ano passado, e recebeu novos itens de série nas versões Comfortline e Highline
Renato Durães
A mais, o Taos Highline 2024 também possui assistente de estacionamento "Park Assist", câmeras multifunção, detectores de pedestres e de ponto cego, faróis IQ Light com ajuste de faixa automática e luzes de curvas dinâmicas, quadro de instrumentos digital de 10,25" (no Comfortline, são 8"), iluminação ambiente no painel, revestimento interno do teto escurecido, revestimentos dos bancos parcialmente em couro e seleção de modo de condução.
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Ambas as configurações contam com motor 1.4 turbo 250 TSI, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque. O câmbio é sempre automático de seis marchas. As duas também trazem a central multimídia VW Play de 10,1 polegadas, que suporta Apple CarPlay e Android Auto sem fio. 
Volkswagen Taos Comfortline é versão de entrada do SUV que recebe painel de instrumentos digital menor, com 8"
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Os carros que a Volkswagen lançará no Brasil em plano de R$ 9 bilhões
Lançado em 2021, o Taos ainda não passou por facelift. Após anúncio do plano bilionário de investimentos na Volkswagen na América do Sul, foi revelado que na América do Norte o Taos receberá um reestilização em 2025. Apesar do modelo ser importado do México para o mercado norte-americano, pode-se esperar que a renovação do modelo também virá ao Brasil, mas apenas de 2025 em diante.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tCBwWITOBGD6W1H1wescP8T7FJ0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/3/c/BrM405SAKxHxx6EyigIA/ta-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Taos tem queda de preços para as versões Comfortline e Highline </media:description>   <media:credit>Renato Durães</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 16 Feb 2024 12:17:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Toyota Yaris tem motor híbrido mais forte e chega a fazer 25,6 km/l</title>  <atom:subtitle>Hatch europeu homônimo do brasileiro chega à meia vida de sua quarta geração com visual renovado e outras novidades</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/novo-toyota-yaris-hibrido-mais-forte-economico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/novo-toyota-yaris-hibrido-mais-forte-economico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-G9JuuzJq0H2NXx2XcP0bt0EXoE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/U/A/aJO06JQWasuRhr5JsB8Q/toyota-yaris-2024.jpg" /><br /> ]]>    O Toyota Yaris foi renovado. Não a família de hatch e sedã vendidos no Brasil, mas sim o homônimo hatchback comercializado na Europa. Construído sobre a plataforma TNGA-B, uma variante para carros compactos da base de Corolla e Corolla Cross, o modelo chegou ao facelift de sua quarta geração no Velho Continente.
Saiba-mais taboola
Entre as principais novidades do novo Toyota Yaris está a adoção de um motor híbrido atualizado e mais potente. Por lá, o modelo também utiliza uma unidade de 1,5 litro. Porém, em vez de ser um quatro-cilindros da família 2NR, como o do Yaris brasileiro, é um três-cilindros da família Dynamic Force. Sim, é basicamente o motor 2.0 do nosso Corolla, porém com um cilindro a menos.
Novo Toyota Corolla Cross muda itens rejeitados; veja quando chega
Operando em ciclo Atkinson (tempo de expansão da câmara ampliado e o de compressão encurtado), para ser mais eficiente, esse motor sozinho continua rendendo 92 cv de potência e 12,2 kgfm de torque. Contudo, passa a ser auxiliado por um motor elétrico mais forte, com números aumentados de 80 cv e 14,4 kgfm para 84 cv para 18,9 kgfm. A potência combinada sobe de 116 para 131 cv. Não há dados divulgados de torque combinado.
Toyota Yaris 2024 passa a ter auxílio de motor híbrido mais forte que gera 84 cv de potência e 18,9 kgfm de torque
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Esse conjunto recebe o nome Hybrid 130. Com ele, o novo Yaris europeu terá uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos, enquanto o consumo de combustível no ciclo WLTP será de até 25,6 km/l. O câmbio é sempre automático do tipo transeixo, simulando um CVT (continuamente variável), assim como o da família Corolla.
Além do motor Hybrid 130, que estará presente nas versões de topo da gama, na esportivada GR-Sport e na série especial de lançamento, Première Edition, o novo Toyota Yaris deve continuar a oferecer versões apenas a combustão 1.0 de 72 cv (sempre manual) e 1.5 de até 125 cv. A Hybrid 115, com o antigo conjunto híbrido de até 116 cv combinados, também seguirá presente.
Novo conjunto mecânico do Toyota Yaris recebe nome de Hybrid 130
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Com retoques visuais sutis na grade dianteira, faróis, lanternas traseiras e acabamento interno, o Toyota Yaris renovado preferiu apostar em novas tecnologias. Terá, por exemplo, quadro de instrumentos digital parcial de 7 ou integral de 12,3 polegadas. A central multimídia de 10,5 polegadas inclui comando de voz coloquial, navegação GPS com dados em tempo real via nuvem, atualização remota de software e Android Auto e Apple CarPlay sem fio.
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Toyota é a marca de carro mais vendida do mundo pelo 4º ano consecutivo
Toyota Yaris 2024
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O pacote Toyota Safety System (TSS) de segurança ativa vai além do trivial dos pacotes ADAS atuais e inclui: supressão de aceleração (interrompe a aceleração ao detectar um risco iminente de colisão, antes de acionar a frenagem de emergência); direção assistida proativa (controla desaceleração e assistência de direção); assistente de parada de emergência, quando percebe que o motorista está passando mal; assistente de ultrapassagem.
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Fiat Toro
De todos os reajustes, o maior ficou com a Toro Volcano Diesel, que foi de R$ 192.390 para R$ 195.990, o que representa um aumento de R$ 3.600. Em segundo lugar está a Toro Volcano T270, que custava R$ 178.590 e, agora, não sai por menos R$ 181.990 (aumento de R$ 3.400). Veja abaixo:
Preços - Fiat Toro
Nas versões de tração dianteira da Fiat Toro, o propulsor é o 1.3 turboflex de 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas. Já as versões com tração integral são movidas pelo 2.0 turbodiesel de 170 cv de potência e 35,5 kgfm de torque associado ao câmbio automático de nove marchas.
Fiat Toro Volcano ficou R$ 3.600 mais caro
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Fiat Strada
Quando destacamos os modelos que menos encareceram em números absolutos, com R$ 1.000 de aumento, aparece a Fiat Strada Endurance 1.3 (de R$ 100.990 para R$ 101.990). Todas as outras versões da picape compacta ficaram R$ 2.000 mais caras. Veja abaixo:
Preços - Fiat Strada
A Fiat Strada é vendida no Brasil com duas opções de motorizações. As versões de entrada trazem o motor 1.3 Firefly, capaz de desenvolver 107 cv e 14,2 kgfm, com câmbio manual. Já as configurações mais caras são comercializadas com motor 1.0 turbo de 130 cv e 20,4 kgfm, sempre com câmbio CVT.
Fiat Fastback
Por fim, o FIat Fastback teve reajustes de preços que variam entre R$ 1.000 e R$ 2.500. A versão esportiva, Abarth, foi a que menos subiu: passou de R$ 159.990 para R$ 160.990. Por outro lado, a configuração Audace é que a mais encareceu (de R$ 140.490 para R$ 142.990). Veja abaixo:
Preços - Fiat Fastback
As versões mais baratas do Fastback são equipadas com motor 1.0 turbo de três cilindros com 130 cv e 20,4 kgfm e caixa automática do tipo CVT com simulação de sete marchas. Já a opção topo de linha traz o motor 1.3 turbo de quatro cilindros com 185 cv e 27,5 kgfm. O câmbio é automático de seis marchas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/g74VARivBRSFVu1Y1aGrLAog0Ao=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/U/h/vRS97yRBuzvqk7hYVb7Q/fiat-fastback-limted-315.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Fastback 2023</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 15 Feb 2024 18:17:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Volkswagen T-Cross nacional terá produção iniciada em breve</title>  <atom:subtitle>SUV terá retoques visuais e de acabamento para ficar mais parecido com o Taos, mas deve manter os motores da linha atual</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/novo-volkswagen-t-cross-inicio-producao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/novo-volkswagen-t-cross-inicio-producao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/IgRbJPACbvnqwcDaHOuB-dCMBt4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/j/E/CWcp35TyiK4zHXFoA6sg/volkswagen-t-cross-2024.jpg" /><br /> ]]>    As vendas do Volkswagen T-Cross vão muito bem, obrigado. Em 2023, foi o SUV mais vendido do Brasil. De quebra, no ano passado superou pela primeira vez a marca de 70 mil emplacamentos anuais. Ainda assim, o SUV compacto é praticamente o mesmo carro desde o lançamento, há cinco anos. Mas isso está prestes a mudar.
Saiba-mais taboola
O Volkswagen T-Cross 2025 começará a ser produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR) em abril deste ano, conforme apuração da Autoesporte. E chegará finalmente com novidades visuais às lojas da marca alemã no decorrer do segundo trimestre. 
O chamado SOP, sigla em inglês para início da produção, estava inicialmente previsto para o final de janeiro. Tanto que o primeiro flagra do T-Cross com visual atualizado foi feito há um ano, em fevereiro de 2023. Na época, junto com a Saveiro. A picape seria lançada em agosto. Mas nada de o SUV ser renovado. 
Volkswagen T-Cross 2024 terá um filete de LED na grade para ficar com cara de Taos
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Apuramos que o cronograma mudou e a linha de produção do T-Cross atualizado vai começar a operar três meses mais tarde. Mesmo com o atraso, o modelo segue com fôlego no mercado. Em janeiro, foram mais de 3.300 exemplares emplacados. A liderança do segmento foi momentaneamente perdida, mas o mercado costuma se comportar bem com renovações. Sendo assim, vamos a elas. 
Visual
O SUV compacto fabricado em São José dos Pinhais, no Paraná, vai manter o design da grade frontal, mas terá um filete de LED interligando os faróis, tendência criada pelo Taos. As luzes de neblina atuais são arredondadas, mas a reestilização aposta em um design triangular. Sendo assim, o carro terá as mesmas mudanças de sua versão europeia. 
T-Cross tem visual mais aventureiro na reestilização
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As patentes ainda revelam que a traseira do T-Cross estreia novo para-choque, com formato mais robusto e aventureiro. É possível que o bloco que interliga as lanternas traseiras tenha iluminação de LED no lugar de uma fita reflexiva, algo que nunca aconteceu no SUV nesses cinco anos à venda.  
Por dentro, é possível que o T-Cross brasileiro se distancie do europeu. Como os modelos têm centrais multimídia diferentes, a Volkswagen daqui deve manter a VW Play de forma integrada ao painel. Na Europa, há nova tela com bordas flutuantes.
Já o quadro de instrumentos digital Active Info Display, de 10,25 polegadas, deve ser mantido nas versões mais caras do modelo, enquanto as mais baratas usarão o cluster digital de 8" presente em outros modelos da Volkswagen vendidos no país, do Polo ao Taos.
Volkswagen T-Cross não deve seguir a versão europeia com central flutuante
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Dimensões

O T-Cross europeu é mais curto do que o brasileiro: a distância entre-eixos é a mesma do Polo, de 2,56 metros; no Brasil, comparando com SUVs, o Chevrolet Tracker e o Jeep Renegade têm essa mesma medida. Para o mercado latino-americano, a Volkswagen optou por montá-lo sobre a plataforma do Virtus — ambos têm 2,65 m de entre-eixos por aqui.
Demais dimensões devem seguir praticamente inalteradas: 4,20 metros de comprimento, 1,76 m de largura e altura de 1,60 m.
Novo Volkswagen T-Cross é mais curto
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Motor
O Volkswagen T-Cross 2025 deve manter os motores atuais: 1.0 turbo de 128 cv e 20,4 kgfm de torque (200 TSI) e 1.4 turbo de 150 cv e 25,5 kgfm de torque (250 TSI). O câmbio é sempre automático de seis marchas. 
Vale lembrar que a fabricante também produz no Paraná um T-Cross com motor 1.0 turbo de 116 cv e 16,8 kgfm que não é vendido no Brasil. Esta configuração de entrada, exclusiva do mercado argentino, tem o mesmo motor do Polo TSI.  
No futuro, é possível que T-Cross nacional adote o 1.5 TSI Evo2, uma segunda evolução do 1.4 TSI que já está presente no mercado brasileiro há mais de dez anos. Ele deve ser oferecido tanto de maneira isolada, aliado ao câmbio DSG automático de dupla embreagem com sete marchas e caixa banhada a óleo, quanto eletrificada, em possíveis versões híbridas leves de 48V.
Motor 1.5 TSI Evo2 deve chegar ao T-Cross daqui alguns anos
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Apesar de preservar o bloco de alumínio e o diâmetro dos quatro cilindros (74,5 mm), além de herdar diversos componentes, como o sistema de injeção direta, recebe muitas mudanças a fim de aprimorar sua eficiência energética. Eles vão desde o arranjo interno das câmaras de combustão até a angulação das válvulas, pistões, bielas e virabrequim. Potência e torque não devem mudar. A diferença são os níveis de consumo e emissões consideravelmente menores.
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Versões e preços
O Volkswagen T-Cross 2024 é vendido hoje em quatro versões: 
Sense 200 TSI - R$ 119.890
200 TSI - R$ 142.990
Comfortline 200 TSI - R$ 160.990
Highline 250 TSI - R$ 175.990
A tendência é de que a gama com quatro versões seja mantida, com a possível aplicação de uma quinta versão, Exclusive 250 TSI. Os preços devem ficar mais caros após a reestilização, com o SUV encostando nos R$ 200 mil em sua versão topo de linha com opcionais.
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“Neste plano [entre 2025 e 2028] não tem a produção de elétricos ainda, mas a gente tem estudos bem fortes para a produção [nacional] de elétricos”, disse Possobom. O CEO nacional da marca explicou que o projeto só será viável economicamente se houver uma escala produtiva anual na casa de seis dígitos. “A gente não quer produzir um elétrico [no Brasil] para vender 10 mil, 20 mil unidades [por ano]. Não dá. Quando falamos na produção de um veículo, tem que vender 100 mil unidades [anuais]”, acrescentou.
CEO da Volkswagen desmente volta do Gol: “É a nova grávida de Taubaté”
“Tem que ter escala. Então estamos trabalhando forte para ter a produção de um elétrico aqui, que seja acessível ao consumidor brasileiro e bom para todos”, completou Ciro, sem apontar para nenhum modelo, estabelecer qualquer tipo de prazo ou dizer em qual das fábricas da Volkswagen instaladas hoje no Brasil esse futuro produto poderia ser montado.
Volkswagen ID.2 All hatch é um dos candidatos
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Entretanto, Possobom deixou claro que a Volkswagen não quer se prender a apenas um tipo de tecnologia de propulsão, seja elétrica ou mesmo híbrida. Segundo ele, a companhia seguirá apostando nos modelos apenas a combustão nos próximos anos, sejam flex ou movidos apenas a gasolina, bem como em todos os tipos de híbridos flex: leves (MHEV), plenos (HEV) ou plug-in (PHEV ou com recarga externa).
“Hoje, temos uma linha com 11 carros, então temos sempre que renovar. As atualizações de modelo, os facelifts, vão acontecer. Mas também vamos trazer novos carros importados e complementar nossa oferta de elétricos [importados e ter novos veículos [importados] a combustão. A Volkswagen é uma marca para todos. O consumidor é vasto e nós, como uma das grandes montadoras do mundo, temos um leque de opções muito grande”, apontou.
CEO da Volkswagen afirma que fabricante não se prenderá a apenas um tipo de propulsão, e continuará produzindo carros a combustão
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Dentro do ciclo de R$ 9 bilhões até 2028 a fabricante de origem alemã promete 16 lançamentos entre produtos inéditos e renovações de outros já existentes, sejam nacionais ou vindos de fora. “Não posso dizer [ainda quais serão os lançamentos]. Mas a Volkswagen tem vários carros já em linha e outros que ainda vão chegar em breve lá fora, muito legais, e que estamos estudando o que trazer para nossos clientes na região”, completou.
Os elétricos em estudo
Em janeiro, Autoesporte publicou que a Volkswagen estudava nacionalizar no Brasil a produção nacionalizada da família ID.2, que será formada inicialmente por um hatch compacto e um SUV compacto. O primeiro surgiria como uma espécie de sucessor do Polo e o segundo, como um substituto direto do T-Cross. Na época, informamos que esse projeto, muito provavelmente, ficaria para o ciclo de investimentos entre 2029 e 2032.
Elétrico escolhido tem grandes chances de usar a plataforma MEB Entry
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Tanto o ID.2 All (hatch) quanto o ID.2 SUV derivam da plataforma MEB Entry, uma versão encurtada e simplificada da matriz MEB que dá vida aos recém-lançados ID.4 e ID.Buzz. O primeiro já teve um conceito apresentado ao público. Medirá 4,05 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,53 m de altura e 2,60 m de entre-eixos, e será lançado na Europa no final de 2025. Já o SUV, ainda não revelado, deve ficar para 2026 ou 2027.
Em relação à fábrica, nossa reportagem entende que, até o momento, apenas a de São José dos Pinhais (PR) chegou a ser cogitada para a produção do primeiro elétrico nacional da Volkswagen, embora de maneira muito incipiente. São Bernardo do Campo (SP) seria a segunda opção, enquanto Taubaté (SP) deve seguir focada em montar apenas compactos a combustão ou híbridos leves de maior volume, como a linha Polo e o futuro projeto A0 SUV.
Projeto A0 SUV poderá ser produzido em Taubaté (SP), e vai se posicionar abaixo de Nivus e T-Cross no mercado (Foto: Volkswagen)
Auto Esporte
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Isso fez com que alguns carros aparecessem entre os mais vendidos, mas quem comprou mesmo foram as empresas. Essa é a modalidade conhecida como venda direta. 
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São carros normalmente vendidos para frotistas, que buscam picapes e furgões para o trabalho em suas empresas, mas as locadoras também são fortes nesta área. Até por isso, três sedãs compactos aparecem na lista de 10 carros que mais tiveram vendas para empresas do que para pessoas físicas, todos com mais de 60%. 
Autoesporte listou os carros com maior porcentagem de compra pelas empresas com base na lista dos 40 modelos mais vendidos de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Toyota é a marca de carro mais vendida do mundo pelo 4º ano consecutivo
Quem vendeu mais para as empresas em 2023 foi a Fiat, com 26,8% da participação, seguida pela Volkswagen com 18,5% e pela Chevrolet, com 15,5%. Entre os modelos, o carro mais vendido para pessoa jurídica foi a Fiat Strada com 87.966 unidades, mas este número representou 72,9% do total de suas vendas, a deixando em sexto lugar neste ranking:
Volkswagen Saveiro: 95%	
Apesar de ter versões para o lazer, quase todas as Saveiro vendidas são para empresas
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Vendas totais: 46.600	
Vendas diretas: 44.282	
Fiat Fiorino: 84,7%	
Poucas pessoas físicas compram o Fiat Fiorino 
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Vendas totais: 21.864	
Vendas diretas: 18.528	
Chevrolet S10: 82,7%
Mais de oito a cada dez S10 vendidas são para empresas
autoesporte
Vendas totais: 25.967	
Vendas diretas: 21.474	
Chevrolet Spin: 74,4%	
Chevrolet Spin terá novo visual, mas deve continuar como um veículo destinado a taxistas e frotistas
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Vendas totais: 20.314	
Vendas diretas: 15.105	
Fiat Toro: 73,2%	
Vendas totais: 51.303	
Vendas diretas: 37.553	
Fiat Strada: 72,9%	
Vendas totais: 120.600	
Vendas diretas: 87.966	
Fiat Cronos: 68,1%	
Sedã mais barato do Brasil, Cronos é o preferido das empresas
Renato Durães
Vendas totais: 50.755	
Vendas diretas: 34.561	
Fiat Mobi: 65,6%
Vendas totais: 73.428	
Vendas diretas: 48.180	
Toyota Yaris sedã: 65,5%
Toyota Yaris Sedan é a surpresa da lista
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Vendas totais: 20.571	
Vendas diretas: 13.471	
Hyundai HB20S: 62,1%
Vendas totais: 30.281	
Vendas diretas: 18.802	
HB20S tem quase 70% das vendas para empresas
Demetrios Cardozo
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/jOXiB67ISdhFFqsmrjp4PVh_HjY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/J/Z/2eVc7LS4CDUnQ0ASusDQ/ranch-0020-1-1536x1024.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Toro Ranch</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 15:46:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja as 18 caminhonetes mais econômicas do Brasil em 2024</title>  <atom:subtitle>De Ford Maverick a Volkswagen Saveiro, conheça as picapes que consomem menos entre as movidas a gasolina, diesel e flex</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/seu-bolso/noticia/2024/02/caminhonetes-picapes-mais-economicas-brasil-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/seu-bolso/noticia/2024/02/caminhonetes-picapes-mais-economicas-brasil-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/W_9zTGwL6gMfOk1Nl4yIqsMorBM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/S/A/9oq6DlRNugKOPA0o95hg/rdur5148.jpg" /><br /> ]]>    Há alguns dias o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou a edição de 2024 do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), documento que homologa os números de consumo e a eficiência energética dos carros vendidos no Brasil. Modelos com todos os tipos de combustível participam, sejam automóveis flex, a diesel, híbridos ou totalmente elétricos. Ao todo, foram 815 versões testadas de 36 marcas diferentes.
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Além dos resultados em km/l, o programa de etiquetagem veicular também disponibiliza dados em megajoules por quilômetro (MJ/km). Para isso, o Inmetro dispõe de meios para a leitura do consumo energético quando o carro se desloca. Logo, quanto menor for o valor registrado, mais eficiente é o veículo. O critério de desempate na hora de classificar os modelos é o consumo urbano com etanol.
Como se não bastasse, notas são atribuídas para o desempenho de cada participante. Ganham “A” aqueles que atingem nota máxima de eficiência relativo ao segmento que integram. Na sequência, as letras do alfabeto vão seguindo até chegar ao “E”, que é a classificação mais baixa.
Como as montadoras não param de aperfeiçoar os seus produtos, o órgão está sempre lançando atualizações dos resultados. E quando somamos isso à variação dos preços dos combustíveis, é importante ficar por dentro do assunto para planejar os gastos. O recorte da vez é sobre as picapes. Quais são as mais econômicas? Descubra a seguir as campeãs com cada combustível.
Gasolina
1) Ford Maverick Hybrid (1,44 MJ/km)
Nota: A
Cidade: 15,7 km/l
Estrada: 13,6 km/l
2) Ford Maverick (2,26 MJ/km)
Ocupando o segundo lugar no ranking, Ford Maverick movida a gasolina fica atrás apenas da irmã híbrida entre as mais econômicas
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Nota: A
Cidade: 8,8 km/l
Estrada: 11,1 km/l
3) Ram Rampage (2,53 MJ/km)
Ram Rampage movida a gasolina ocupa terceiro lugar no ranking das mais econômicas e faz 10 km/l na estrada
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Nota: B
Cidade: 8 km/l
Estrada: 10 km/l
4) Ford F-150 (3,13 MJ/km)
Nota: E
Cidade: 6,3 km/l
Estrada: 8,6 km/l
5) Jeep Gladiator (3,24 MJ/km)
Nota: E
Cidade: 6,5 km/l
Estrada: 7,4 km/l
6) Chevrolet Silverado (3,48 MJ/km)
Nota: E
Cidade: 6 km/l
Estrada: 7,2 km/l
Flex
1) Fiat Strada 1.3 (1,56 MJ/km)
Compondo a lista das picapes mais econômicas, a Fiat Strada é capaz de fazer 14,6 km/l com gasolina na estrada
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Nota: A
Consumo na cidade com etanol: 9,1 km/l
Consumo na estrada com etanol: 10,2 km/l
Consumo na cidade com gasolina: 13,1 km/l 
Consumo na estrada com gasolina: 14,6 km/l
2) Chevrolet Montana MT (1,70 MJ/km)
Chevrolet Montana faz até 13,6 km/l com gasolina na estrada e é a segunda picape flex mais econômica
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Nota: A
Consumo na cidade com etanol: 8,3 km/l
Consumo na estrada com etanol: 9,6 km/l
Consumo na cidade com gasolina: 12 km/l
Consumo na estrada com gasolina: 13,6 km/l
3) Fiat Strada Turbo 200 (1,71 MJ/km)
Nota: A
Consumo na cidade com etanol: 8,3 km/l na cidade (etanol)
Consumo na estrada com etanol: 9,4 km/l
Consumo na cidade com gasolina: 12,1 km/l 
Consumo na estrada com gasolina: 13,2 km/l
4) Volkswagen Saveiro (1,79 MJ/km)
Nota: B
Consumo na cidade com etanol: 7,9 km/l
Consumo na estrada com etanol: 9,1 km/l
Consumo na cidade com gasolina: 11,5 km/l
Consumo na estrada com gasolina: 12,9 km/l
5) Chevrolet Montana AT (1,81 MJ/km)
Nota: B
Consumo na cidade com etanol: 7,7 km/l 
Consumo na estrada com etanol: 9,3 km/l 
Consumo na cidade com gasolina: 11,1 km/l 
Consumo na estrada com gasolina: 13,3 km/l
6) Renault Oroch MT (1,93 MJ/km)
Nota: D
Consumo na cidade com etanol: 7,4 km/l
Consumo na estrada com etanol: 8 km/l 
Consumo na cidade com gasolina: 11,3 km/l 
Consumo na estrada com gasolina: 11,6 km/l
Diesel
1) Mitsubishi L200 Triton MT (2,36 MJ/km)
Mitsubishi L200 Triton Outdoor recebeu nota A na avaliação do Inmetro 
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Nota: A
Cidade: 10,5 km/l
Estrada: 12,5 km/l
2) Toyota Hilux MT (2,46 MJ/km)
Versão STD Power Pack da Toyota Hilux tem câmbio manual de seis marchas 
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Nota: B
Cidade: 10,4 km/l
Estrada: 11,6 km/l
3) Ram Rampage AT (2,47 MJ/km)
Nota: B
Cidade: 9,9 km/l
Estrada: 12,4 km/l
4) Toyota Hilux AT (2,54 MJ/km)
Toyota Hilux não tem design alterado para versão com câmbio automático 
Divulgação
Nota: B
Cidade: 10,1 km/l
Estrada: 11,3 km/l
5) Ford Ranger MT (2,55 MJ/km)
Nota: B
Cidade: 10,4 km/l
Estrada: 10,7 km/l
6) Nissan Frontier MT (2,60 MJ/km)
Nota: B
Cidade: 10 km/l
Estrada: 10,9 km/l
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/W_9zTGwL6gMfOk1Nl4yIqsMorBM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/S/A/9oq6DlRNugKOPA0o95hg/rdur5148.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ford Maverick híbrida ocupa primeira posição entre as picapes mais econômicas movidas a gasolina</media:description>   <media:credit>Renato Durães </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 13:35:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Renault Duster híbrido revela muito do futuro SUV nacional da marca</title>  <atom:subtitle>Terceira geração do SUV será vendida com logotipo da marca francesa na Turquia; aqui, chegará de modo apenas indireto</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/novo-renault-duster-revela-futuro-suv-nacional-da-marca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/novo-renault-duster-revela-futuro-suv-nacional-da-marca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Dn7M_ocIoS6RWxSgNcQ7_mhgse4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/s/0/ozvqVlRpm5HCNq4d0mTQ/novo-renault-duster-2025-dianteira-esquerda.jpg" /><br /> ]]>    O Renault Duster se atualizou discretamente no Brasil em janeiro, com faróis e lanternas renovados, além de novos equipamentos. Confira aqui a lista de versões e preços. A marca francesa já avisou que não receberemos a terceira geração do SUV compacto tão cedo por aqui. Entretanto, na Turquia, o modelo está prestes a trocar de plataforma da mesma maneira que seu homônimo da romena Dacia na Europa.
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Construído sobre a plataforma CMF-B, o Renault Duster de terceira geração já teve imagens externas e internas reveladas. Em solo turco, o lançamento do SUV está previsto para o segundo semestre de 2024. O desenho é muito similar ao do Dacia Duster III apresentado em outros países europeus. Que, por sua vez, segue quase à risca o estilo visual do conceito Bigster, de 2021. O projeto dará origem a uma nova família de produtos compactos-médios para mercados emergentes.
Novo Renault Duster turco será usado como base para criar um futuro SUV cupê rival do Compass no Brasil
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Se não receberemos o novo Duster no mercado brasileiro (pelo menos não nos próximos quatro anos), a verdade é que sua terceira geração estará presente por aqui de modo indireto. É dela que se derivarão dois futuros produtos da marca francesa em nosso país: a versão de produção da picape Niagara, a ser produzida na Argentina, e um ainda misterioso SUV compacto-médio a ser fabricado em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2025, criado para brigar com o Jeep Compass.
Projeto D1312, um “Duster cupê”
Base do Duster de terceira geração será a mesma, mas com visual exclusivo
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Ainda sem nome definido, o produto atende pelo código interno de projeto D1312. Será lançado no Brasil em 2025 e terá estilo SUV cupê. Sua relação com o Duster de terceira geração será a mesma que a do Kardian com o atual Dacia Sandero Stepway europeu: herdará praticamente toda a carroceria e a cabine do Duster III, porém com soluções visuais distintas. 
É por isso que o novo Duster turco tem tanta importância para nós. Assim como ele, o futuro SUV cupê nacional da Renault deve ter pouco menos de 2,66 metros de entre-eixos. Curiosamente, é uma redução de 1,6 cm em relação ao Duster atual, mas ainda uma dimensão que ficará dentro da média do segmento de SUVs compactos-médios, que tem o Compass e o Toyota Corolla Cross na casa de 2,64 m, e o Volkswagen Taos com 2,68 m.
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Todo o underbody (base estrutural), teto, longarinas, colunas e portas laterais serão os mesmos, mas o modelo brasileiro terá um balanço dianteiro inédito, mais próximo ao do conceito da picape Niagara, com direito a faróis, capô, grade e para-lamas exclusivos. O balanço traseiro também será próprio. Espichado para ter estilo cupê, o projeto D1312 deverá ter comprimento acima de 4,40 metros, acima dos 4,34 m do novo Duster turco. Já o porta-malas deve subir de 472 para mais de 500 litros. A altura ficará acima de 1,65 m de a largura, entre 1,80 m e 1,85 m.
Acabamento interno do projeto D1312 será basicamente o mesmo do novo Duster turco
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O modelo também deve aproveitar a motorização híbrida plena (HEV) do novo Renault Duster turco. Lá, o SUV usará um conjunto híbrido da família E-Tech, formado pelo conhecido motor 1.6 SCe naturalmente aspirado, que no Brasil já é flex. A diferença é que, no sistema E-Tech, ele passa a operar em ciclo Atkinson, que retarda o tempo de expansão da câmara e encurta o de compressão. Com isso, a potência cai de 118 cv para 91 cv e o torque, de 16,2 para 14,7 kgfm. A ele se alia um motor elétrico de tração com 69 cv de potência e 20,9 kgfm. A potência combinada fica em 143 cv com gasolina.
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Autoesporte entende que a Renault estuda a adoção desse conjunto no Brasil. Com uso de etanol, a potência máxima poderia chegar a 145 cv. O banco de baterias de íons de lítio, com 1,2 kWh de capacidade, permite que cerca de 80% das acelerações e retomadas do novo Renault Duster E-Tech ocorram em modo elétrico, o que deixaria o consumo de combustível acima dos 20 km/l. O câmbio é automático de dupla embreagem (DCT) com sete marchas, a mesma caixa EDC que estará presente no Kardian brasileiro.
Outra possibilidade do novo Renault Duster turco, que também pode estar presente no SUV cupê nacional, é uma motorização híbrida leve (MHEV) de 48V. A diferença é que, no país euroasiático, ele se alia ao motor 1.2 TCe de 130 cv com três cilindros e ciclo Miller (mesmo princípio do Atkinson, porém com turbo). Aqui, seria usado em auxílio ao 1.3 TCe de quatro cilindros, que poderia manter o ciclo Otto ou também adotar o Miller, tendo opções de tração 4x2 dianteira ou 4x4 com motor elétrico de tração traseiro.
Internamente, o projeto D1312 também replicará boa parte do que vemos na cabine do novo Renault Duster turco: bancos, painel central, guarnições laterais de portas, volante, console central elevado, manopla de câmbio (a mesma do Kardian, por sinal), quadro de instrumentos digital, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, ambientação interna com luzes coloridas de LED e modos de condução selecionáveis a partir do sistema Multisense e bancos. Mudarão apenas as texturas de acabamento e estilo de revestimento dos bancos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Dn7M_ocIoS6RWxSgNcQ7_mhgse4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/s/0/ozvqVlRpm5HCNq4d0mTQ/novo-renault-duster-2025-dianteira-esquerda.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Renault Duster 2025</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 12 Feb 2024 16:31:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>CEO da Volkswagen desmente volta do Gol: “É a nova grávida de Taubaté”</title>  <atom:subtitle>Ciro Possobom confirma novo modelo a ser produzido em Taubaté (SP) ao podcast CBN Autoesporte, mas ele nada tem a ver com o Gol</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/ceo-da-volkswagen-desmente-volta-do-gol-e-a-nova-gravida-de-taubate.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/ceo-da-volkswagen-desmente-volta-do-gol-e-a-nova-gravida-de-taubate.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/wNL060jnuudnHGbQpvL0-R4okzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/R/M/K7kos5QGafxzSGEkFP7Q/dsc06181.jpg" /><br /> ]]>    O CEO da Volkswagen, Ciro Possobom, desmentiu os rumores de que a fabricante vai relançar o Gol no Brasil em 2025. O boato começou quando o perfil oficial da Prefeitura de Taubaté (SP) no Instagram divulgou, há alguns dias, que o Gol “volta a ser fabricado” na cidade, “com investimento de R$ 1 bilhão”. O modelo saiu de linha no fim de 2022, após 42 anos sendo produzido no local.
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Em participação no podcast CBN Autoesporte, que está no ar a partir deste domingo (11), às 9h, Possobom confirmou a existência de um novo produto da Volkswagen que será produzido em Taubaté a partir de 2025, mas negou enfaticamente que ele se chamará Gol.
Volkswagen Gol é o carro usado mais vendido do Brasil até R$ 30 mil
“Essa história do Gol em Taubaté é a mesma coisa que a grávida de Taubaté, que não era grávida de forma alguma”, ironizou o executivo, em menção ao lendário caso da pedagoga taubateense Maria Verônica Santos. Ela ganhou fama e chegou a participar de diversos programas de TV, entre 2011 e 12, simulando uma gravidez de quadrigêmeas que não existia.
Gol Last Edition foi a edição de despedida do hatch. E nada indica que ele voltará
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“O Gol é um clássico, um carro que deixou muita saudade e muitos fãs. São mais de 8 milhões de carros produzidos aqui. Mas realmente não é [ele que será produzido]. O que estamos fazendo em Taubaté é outro carro. É uma próxima etapa, uma outra geração, outra tecnologia. Vai ser super legal, é um carro muito bom que vamos lançar em breve”, acrescentou o CEO da Volkswagen. 
Possobom não quis dar detalhes do projeto, mas a própria Volkswagen já adiantou, durante o anúncio do ciclo de R$ 9 bilhões de investimentos no Brasil entre 2025 e 2028, que ele será lançado em 2025. “Vai chegar ao mercado muito em breve”, limitou-se a dizer o presidente da empresa.
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Se não é o Gol, que modelo será?
Misterioso modelo da VW em Taubaté será um SUV de entrada, posicionado abaixo do Nivus para brigar com o Fiat Pulse
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A Volkswagen não diz oficialmente, mas Autoesporte pode afirmar que o novo modelo que a Volkswagen fabricará em Taubaté (SP), com investimento de R$ 1 bilhão, será um SUV de entrada, ainda sem nome definido, a ser posicionado abaixo de Nivus e T-Cross. Seu apelido interno é A0 SUV, enquanto o código de projeto usado pela engenharia é o VW246.
Nossa reportagem, inclusive, apurou alguns dias atrás que o SOP (início da produção em série, na tradução livre do inglês) do modelo está programado para a última semana de fevereiro de 2025. Assim, o lançamento deve ocorrer em março do próximo ano.
Novo SUV da Volkswagen terá produção em série iniciada em fevereiro de 2025
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O VW246 será montado junto de Polo e Polo Track, com quem compartilhará a plataforma MQB A0 (daí o apelido A0 SUV). Inclusive, o entre-eixos será o mesmo, 2,56 m, assim como toda sua base estrutural (underbody e colunas A e B) e parte da estampagem da carroceria (portas laterais, teto, para-brisa e vidros laterais). Assim, os pontos de solda e fixação nas linhas de montagem serão praticamente os mesmos.
Contudo, o A0 SUV terá capô, para-choque dianteiro, grade e faróis exclusivos, assim como para-lamas e um balanço traseiro (coluna C, tampa do porta-malas, para-choque e lanternas) com desenho inédito, não herdados nem do Polo, nem do Nivus. A expectativa é que o futuro SUV de entrada da Volkswagen se pareça com projetos mais recentes da marca, como a nova geração do Tiguan (não confundir com o novo Tiguan Allspace vendido no Brasil).
As dimensões do VW246 ficarão próximas a 4,10 m de comprimento, 1,80 m de largura e 1,60 m de altura. Seu objetivo será concorrer diretamente contra o Fiat Pulse na faixa entre R$ 100 mil e R$ 130 mil. Por isso, deve trazer versões de entrada com o motor 170 TSI de até 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque do Polo, em opção com câmbio manual de cinco ou automático de seis marchas.
A0 SUV competirá diretamente com Fiat Pulse, na faixa entre R$ 100 mil e R$ 130 mil
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As de topo virão com o motor 200 TSI, que é o mesmo 1.0 de três cilindros turboflex com injeção direta da família EA211, porém em calibração mais forte: até 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de seis velocidades fornecido pela Aisin.
Como se chamará o novo SUV da Volkswagen
Em outubro do ano passado, em clínica com potenciais clientes, a Volkswagen apresentou sete possíveis nomes para o projeto A0 SUV ou VW246: Tera, Teon, Taira, Therion, Copan, Copa e Hera. Contamos a história completa neste artigo. Até o momento, porém, apenas três deles estão patenteadas no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial): Tera, Therion e Hera.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/wNL060jnuudnHGbQpvL0-R4okzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/R/M/K7kos5QGafxzSGEkFP7Q/dsc06181.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Gol 2023</media:description>   <media:credit>Bruno Guerreiro/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 11 Feb 2024 12:01:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vale a pena comprar carros que vão sair de linha?</title>  <atom:subtitle>Muitos ficam com medo quando um carro está prestes a dizer adeus, por mais que a vontade seja a de levá-lo para a casa. Por isso, vamos entender o que está por trás desse assunto</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/seu-bolso/noticia/2024/02/vale-a-pena-comprar-carros-que-vao-sair-de-linha.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/seu-bolso/noticia/2024/02/vale-a-pena-comprar-carros-que-vao-sair-de-linha.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4qZiLqtFaEfGwVa0Mb4Vn2cPjQI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/a/A/oE9f10TNqkC8VMN650wQ/01-vw-kombi-standard-foto-murilo-goes.jpg" /><br /> ]]>    Muitos costumam dizer que tudo na vida tem um ciclo. Isso não é diferente para os carros, que passam pelo lançamento, duram certo tempo no mercado e depois se despedem. Aliás, nem sempre um produto sai (ou vai sair) de linha porque “ficou ruim”, já que os motivos que levam ao fim da produção podem ser os mais variados. Mas há uma dúvida importante que surge sobre esse tema: vale pena comprar algum carro que vai sair de linha?
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Para nos ajudar com esse assunto, conversamos com Cassio Pagliarini, consultor automotivo e sócio da Bright Consulting. Para que se possa fazer essa análise, o especialista lembra de casos passados que servem de exemplos sobre o que acontece quando se compra um modelo que está em vias de sair de linha. 
13 carros que devem sair de linha no Brasil em 2024
“Entre os pontos mais importantes para tratar desse assunto, destaco os volumes de vendas que determinado veículo teve o quanto custava. Se não foi produzido em quantidades tão relevantes e/ou custava caro em relação aos concorrentes diretos, pode ser que a procura por ele no mercado de usados não seja tão boa. Agora, se o cenário não for esse, não há muito com o que se preocupar, mesmo após o carro sair de linha”, afirma Pagliarini.
Mitsubishi Pajero TR4 já saiu de linha, mas se mantém como SUV preparado para off road disponível em preço mais acessível 
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Quando vamos além do valor do automóvel e da sua liquidez de mercado, o especialista ainda comenta que a disponibilidade de peças de reposição também acompanha a relação de oferta e demanda pelo modelo em questão. 
Segundo ele, a indústria de autopeças tem total interesse em continuar com a produção de componentes para veículos fora de linha, a não ser para aqueles que o volume de vendas foi muito pequeno enquanto esteve no mercado. E se for um modelo bastante querido pelo consumidor, daí pode até ser que valorize, segundo Cassio. 
"Podemos nos basear no fim da Kombi, com a versão Last Edition. O carro foi um sucesso, só valorizou e continua o mesmo de sempre na hora de receber a manutenção. O impacto foi até positivo pelo seguinte fenômeno: a oferta ficou menor, mas a demanda não", explica.
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Como Pagliarini mencionou, uma edição especial pode valorizar o carro, mas muitas pessoas têm duvidas sobre os detalhes exclusivos e acessórios diferenciados que essas versões oferecem. Será que é mais difícil de conseguir?
Há 10 anos, última Kombi era produzida pela Volkswagen; veja linha do tempo
"Já que a quantidade de itens diferenciados não costuma ser tão representativa no todo, isso não será o bastante para que o veículo se torne complicado para reparar. Por conta disso, não há motivos para o cliente se preocupar. No pior dos casos, terá alguma dificuldade extra na reposição de um emblema exclusivo ou na restauração de um estofamento. De resto, tudo será compatível com o que a marca já oferece para as versões normais. Desse modo, não sofrem queda na procura e, dependendo, podem até valorizar, justamente por serem carros especiais”, conclui.
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Especialista afirma que itens diferenciados não interferem na compra de um modelo de edição especial que saiu de linha 
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Outros exemplos
Ao longo da história, alguns carros subiram seus preços após o fim da produção. Não foram apenas as versões especiais — como a da Kombi Last Edition, o Fiat Uno Grazie Mille, ou, mais recentemente, do Gol Last Edition — que se beneficiaram desse fenômeno, como também já ocorreu com modelos comuns. 
Lembramos, a seguir, alguns automóveis que viraram “queridinhos” logo depois que tiveram suas respectivas produções encerradas:
Gol Last Edition viu preço subir após o encerramento da produção, e teve último exemplar leiloado por mais de R$ 150 mil 
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Podemos citar o Honda Fit (com sua legião de donos incondicionais), o Pajero TR4 (uma das poucas opções de SUVs valentes para o off-road em faixas mais acessíveis de preço), o Toyota Fielder (perua que de excelente reputação do Corolla e que não tinha substitutos nem em outras marcas), o VW Up! (subcompacto de qualidade superior ante a concorrência e que também não teve substitutos), os Troller (que tocam os corações dos trilheiros até hoje), entre outros.
É importante lembrar de eventos passados para que se determine as principais condições que levam à valorização ou desvalorização de um carro prestes a sair de linha. Ainda assim, nem sempre é possível prever o que vai acontecer no futuro, para um modelo que ainda é produzido atualmente.
Honda Fit faz sucesso mesmo após sair de linha 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/4qZiLqtFaEfGwVa0Mb4Vn2cPjQI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/a/A/oE9f10TNqkC8VMN650wQ/01-vw-kombi-standard-foto-murilo-goes.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Kombi deixou de ser produzida em 2013, com a linha Last Edition, mas teve preço valorizado</media:description>   <media:credit>Murilo Góes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 12:59:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BMW iX1 terá nova versão de entrada para concorrer com Volvo XC40</title>  <atom:subtitle>SUV elétrico será oferecido na configuração com um motor e 204 cv; preço deve ficar na casa dos R$ 370 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2024/02/bmw-ix1-tera-nova-versao-de-entrada-para-concorrer-com-volvo-xc40.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2024/02/bmw-ix1-tera-nova-versao-de-entrada-para-concorrer-com-volvo-xc40.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QQNG_e5gGc32eTNpj44eTbjcxaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/9/V/tIQjzUST2qTOXdQHq9Nw/bmw-ix120-1.jpg" /><br /> ]]>    A BMW vai aumentar a linha do iX1 no Brasil. Além da versão xDrive30, com dois motores elétricos e 313 cv, chegará uma opção de entrada, eDrive20, com um motor e 204 cv ainda no primeiro semestre. Essa certamente será mais barata. Atualmente, a tabela do iX1 está fixada em R$ 434.950. A confirmação foi dada pela CEO da BMW do Brasil, Maru Escobedo. 
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Como referência, a diferença de preços entre as duas versões na Europa é de 8 mil euros ou cerca de 15%. Aplicando a mesma lógica no Brasil, a tabela do iX1 eDrive20 pode ficar na casa dos R$ 370 mil. 
O movimento da BMW parece ir ao encontro do que fez a Volvo com o XC40, concorrente direto do SUV alemão. Abrindo mão de um motor, os suecos conseguiram lançar uma versão R$ 60 mil mais barata. 
Veja o teste do BMW iX1 xDrive 30
BMW iX1 com apenas um motor tem 204 cv
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Voltando ao BMW iX1, enquanto a configuração xDrive30 (já disponível no Brasil) utiliza dois motores, um em cada eixo, e tem 313 cv e 50,4 kgfm de torque, a nova configuração usa apenas um motor no eixo dianteiro. 
Dessa maneira, são 204 cv e 25,1 kgfm de torque. Isso acarreta redução no desempenho, obviamente. A configuração com dois motores faz o 0 a 100 km/h em 5,6 segundos, enquanto a novidade realiza a arrancada em 8,6 segundos.
BMW iX1 eDrive20 segue com baterias de 66,5 kWh de capacidade
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A bateria segue com 66,5 kWh de capacidade, mas ganha em autonomia. Segundo o padrão WLTP, usado na Europa, o BMW iX1 xDrive30 pode percorrer 437 km com uma única carga, enquanto a configuração eDrive20 alcança 476 km. No Brasil, o Inmetro declara autonomia de 303 km para a opção mais potente.
Apesar de ser a configuração de entrada, oeDrive20 mantém faróis full LEDs adaptativos e as duas telas do interior, uma de 10,25” do painel de instrumentos digital e outro de 10,7” do sistema multimídia.
Outros lançamentos
BMW i5 será um dos lançamentos da BMW no Brasil em 2024
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A chefona da BMW no Brasil também confirmou outros lançamentos, antecipados em novembro pela Autoesporte. Serão 15, sendo seis da Mini e nove da BMW. 
Os destaques ficam por conta das novas gerações dos Mini hatch e Countryman. Do lado da BMW, também virão atualizações pesadas do SUV X2 e do sedã Série 5. A dupla também será oferecida no Brasil nas inéditas versões elétricas, iX2 e i5. 
Mini Countryman chegará ao Brasil em nova geração
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Do lado oposto da eletrificação, a BMW venderá no país o M3 CS, versão mais extrema do sedã esportivo. 
Por fim, Escobedo descartou versões a combustão do Série 7 ou motorizações flex para o X1, um dos líderes de vendas da empresa no Brasil. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QQNG_e5gGc32eTNpj44eTbjcxaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/9/V/tIQjzUST2qTOXdQHq9Nw/bmw-ix120-1.jpg" medium="image"/>   <media:description>BMW iX1 eDrive20</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 13:21:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Linha do tempo: Fiat Argo enfrentou até SUVs e nunca saiu do top 10</title>  <atom:subtitle>Hatch nunca teve grandes mudanças no visual, mas isso não o impediu de chegar às quase 500 mil unidades emplacadas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/linha-do-tempo-fiat-argo-enfrentou-ate-suvs-e-nunca-saiu-do-top-10.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/linha-do-tempo-fiat-argo-enfrentou-ate-suvs-e-nunca-saiu-do-top-10.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aR7AAvvZhZytk5epyqfwpplGH6I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/w/M/K97e9BSuGBjVcE9mtTtQ/dsc-9593.jpg" /><br /> ]]>    O Fiat Argo, foi lançado em maio de 2017 com uma dura missão: o hatch compacto deveria, de uma só vez, suceder os veteranos Palio e Punto. Dizer se o modelo foi bem sucedido nessa tarefa é subjetivo. Mas os números de vendas são positivos. Até o final de 2023, mais de 450 mil unidades haviam sido emplacadas. A produção, considerando que há exportações, alcançou meio milhão de exemplares em novembro de 2023. 
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Além da versatilidade de substituir dois hatches de uma só vez, o Argo também aproveitou uma série de componentes de outros carros da Fiat. Sua plataforma - herdada do Tipo europeu e do Renegade - ainda serviu de base ou de inspiração para outros modelos. Cronos, Pulse e Fastback são três exemplos. 
Fiat Argo foi desenvolvido em plataforma herdada do Fiat Tipo e Jeep Renegade 
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E o nome?
Até o início de abril de 2017, o Fiat Argo era tratado pelo código de projeto, “X6H”. Isso mudou no final daquele mês, quando o hatch circulou ainda camuflado por São Paulo, com a campanha “#DescubraArgo” estampada em todos os lados do carro. A campanha de marketing havia conseguido uma verdadeira vitrine em forma de desfile. 
Mas por que o nome “Argo”? Segundo a Fiat, o nome Argo remete ao mito grego de Jasão e os Argonautas, que, sob a orientação da deusa Atenas, seguiram em uma missão perigosa. A embarcação usada por eles recebeu o nome de Argo, em homenagem ao jovem Argos, que a construiu. Depois de cumprida a missão, o veículo foi consagrado ao deus Poseidon e se transformou na Constelação de Argo.
Segundo a fabricante, nome do modelo foi escolhido em alusão ao mito grego de Jasão e Argonautas 
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Sucesso imediato?
Atingir a aceitação do público não seria nada fácil, uma vez que o Palio acumulou duas décadas de existência, enquanto o Punto ocupou uma lacuna importante na parte mais alta do segmento, ainda que sem o mesmo sucesso do "irmão menor". 
Outro ponto desfavorável ao que seria o futuro desempenho do Argo era o fato de que o consumidor estava no início da migração dos hatches para os SUVs.
Em junho de 2017, a Fiat lançou o Argo em sete versões, já como linha 2018: 
Drive 1.0 (R$ 46.800);
Drive 1.3 (R$ 53.900);
Drive 1.3 automatizado (R$ 58.900);
Precision 1.8 (R$ 61.800);
Precision 1.8 automático (R$ 67.800);
HGT (R$ 64.600);
HGT automático (R$ 70.600);
Opening Edition Mopar (limitada a 100 unidades por R$ 75.200)
Em 2017, a versão de entrada do Argo era a Drive 1.0
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 De série, todas as versões traziam fixação Isofix, repetidores de seta nos retrovisores e Start&amp;Stop. O acabamento usava materiais mais refinados do que os plásticos rígidos comuns da maioria dos concorrentes da época. Vinha com texturas bem desenvolvidas e painel de duas cores em todas as versões.
Na cabine, uma boa surpresa era a tela de 7 polegadas sensível ao toque. A Fiat estava atrasada no quesito conectividade, mas com a novidade passou a chegar com a melhor central da categoria, que incluía espelhamento para smartphones Apple e Android.
Outra sacada foi uma 2ª porta USB para os passageiros de trás carregarem ou espelharem o telefone na tela (de série a partir da versão Drive 1.3). O espaço interno era superior ao de Palio e Punto.
Maior surpresa da cabine é a central multimídia touchscreen de 7 polegadas 
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Para brigar com os mais populares e também com os considerados "premium", tinha três opções de motores e três de câmbio. O 1.0 de 3 cilindros Firefly desenvolvia 77 cv e 10,9 kgfm (etanol), sempre aliado à transmissão manual de 5 marchas.
O 1.3 Firefly, por sua vez, tinha 109 cv e 14,2 kgfm de torque. Ele podia receber a caixa manual ou a automatizada GSR (ex-Dualogic), ambas de 5 marchas. Já o motor 1.8 EtorQ, com 139 cv e 19,3 kgfm de torque, podia ser "casado" com uma transmissão manual de 5 velocidades ou com um câmbio automático de 6 marchas (o mesmo usado na Toro, na época).
Trajetória até os dias de hoje
Nesses quase sete anos, o Argo não conseguiu se aproximar do Palio nos rankings de venda. Mas tampouco podemos dizer que o hatch fracassou em nosso mercado. Prova disso é que ele sempre fez parte dos 10 automóveis mais emplacados, de forma consecutiva, em todos os anos desde 2017. 
Atualmente o Argo é vendido em mais 10 países da América Latina, incluindo Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai.
Confira a tabela com o desempenho de vendas do Argo desde o lançamento:
Vendas do Fiat Argo 
De 2017 para cá, houve um facelift e mudanças consideráveis nas versões e nos conjuntos mecânicos. Em dezembro de 2021, a Fiat precisou eliminar o motor flex aspirado 1.8 E.torQ em razão das novas exigências de emissões de poluentes do programa Proconve L7.
Com isso os modelos passaram a ter apenas configurações mais básicas e sempre com câmbio manual de cinco marchas, tanto no motor 1.0, quanto 1.3 FireFly. Quando isso ocorreu, um facelift precisava chegar para manter o apelo do Argo em alta. Com isso, em 2022, um novo para-choque e uma nova grade dianteira foram equipados, já no modelo 2023.
Em meados de 2022, Argo passou por reestilização para acompanhar o modelo 2023 
Demetrios Cardozo/Autoesporte
O para-choque dianteiro adotou vincos mais pronunciados nas laterais. Enquanto a região inferior recebeu nova moldura para os faróis de neblina e nova textura na grade inferior. Já a grade superior também passou por atualizações com um novo elemento que se estende até os faróis. O conjunto óptico, por outro lado, não mudou.
Na lateral, mudou apenas as novas rodas de liga-leve, visto que até mesmo as calotas continuaram iguais, com exceção da versão Drive, que ganhou um novo desenho para elas.
Argo passou por uma reestilização em meados de 2022; a cor vermelho Montecarlo adiciona R$ 990 à  conta do hatch
Demetrios Cardozo
Já na traseira, a única versão que trouxe mudanças foi a Trekking (modelo aventureiro lançado pela primeira vez em abril de 2019), que, com o facelift, passou a ostentar novos detalhes na região inferior do para-choque, mas perdeu a saída de escapamento exposta. Para essa configuração, vieram, ainda, novos desenhos dos adesivos.
E teve, ainda, mais uma versão diferenciada. Uma delas foi a 1.0 Seleção, em 2019, mas já como modelo 2020. Veio para homenagear a seleção brasileira de futebol e foi anunciada durante a Copa América de 2019. Custava R$ 56.680 e era limitada a 1500 unidades. Era baseada na Drive 1.0 e vinha nas cores amarelo, azul, dois tons de branco, cinza e preto.
Chamada de Seleção, versão homenageia seleção brasileira de futebol e foi lançada durante a Copa América 2019
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Argo 2024
Atualmente, já na linha 2024, o compacto da Fiat deixou de oferecer a versão intermediária S-Design (que tinha alguns diferenciais estéticos) e ficou com cinco opções em seu portfólio. São elas: 
1.0 (R$ 83.490);
Drive 1.0 (R$ 86.490);
Drive 1.3 CVT (R$ 95.490);
Trekking 1.3 MT (R$ 93.990);
Trekking 1.3 CVT (R$ 99.990)
Nas versões 1.0 e 1.0 Drive, o hatch traz o motor 1.0 Firefly com 71 cv e 10 kgfm com gasolina. Com etanol, a potência passa a ser de 75 cv e 10,7 kgfm. O câmbio é o manual de cinco marchas.
Os Fiat Argo Drive e Trekking têm o mesmo motor 1.3 Firefly com 98 cv e 13,2 kgfm (gasolina). Com etanol, a potência é de 107 cv e 13,4 kgfm. Na versão Drive, o motor é ligado só ao câmbio CVT, enquanto na aventureira Trekking ele pode ser ligado aos câmbios manual ou automático CVT.
Fiat Argo Trekking é a versão aventureira do modelo, lançada em 2019
Divulgação
Com a virada do ano, uma nova regulamentação para itens de segurança obrigou que a fabricante de origem italiana equipasse, no Argo, controle de estabilidade (ESC), luzes repetidoras laterais no retrovisor, luzes diurnas de condução (DRL), aviso de frenagem de emergência (ESS) e aviso de não afivelamento dos cintos de segurança. Anteriormente, esses equipamentos estavam disponíveis apenas como opcionais.
Portanto, além dos itens citados, o Argo 2024 traz os seguintes equipamentos:
Versão 1.0
Alarme antifurto, ar-condicionado, chave canivete com telecomando (abertura e fechamento das portas e vidros elétricos), computador de bordo, desembaçador do vidro traseiro, direção elétrica, fixação Isofix, rodas de aço de 14 polegadas com calotas integrais, travas elétricas nas portas e porta malas, vidros elétricos dianteiros com one touch e volante com regulagem de altura.
Versão Drive 1.0
Vem com todos os equipamentos da 1.0 mais banco do motorista com regulagem de altura, banco do passageiro com bolsa porta objetos no encosto, central multimídia de 7 polegadas com Android Auto e Apple Carplay, duas entradas USB, volante com comandos de rádio e telefone, iluminação do porta-luvas e do porta-malas, maçanetas e retrovisores externos na cor do veículo, rodas de aço de 15 polegadas com calotas integrais e monitoramento de pressão dos pneus.
Versões Trekking 1.3 e Drive 1.3
Vem com todos os equipamentos da versão anterior, mais alças de apoio nas laterais do teto, faróis de neblina, DRL de LED, vidros elétricos traseiros, retrovisores externos elétricos com função de rebatimento automático ao acionar a ré e sensor de estacionamento traseiro. 
Na Trekking, há moldura plástica nas caixas de roda, pintura bicolor, barras de teto, suspensão elevada e rodas de liga leve de 15 polegadas com pneus de uso misto.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aR7AAvvZhZytk5epyqfwpplGH6I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/w/M/K97e9BSuGBjVcE9mtTtQ/dsc-9593.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Argo S Desing 2021</media:description>   <media:credit>André Schaun </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 12:45:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD terá rede de lojas maior que Toyota para lançar rival do Corolla</title>  <atom:subtitle>Marca chinesa quer passar das 60 concessionárias atuais para até 250 pontos de venda até o fim do ano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/byd-tera-rede-de-lojas-maior-que-toyota-para-lancar-rival-do-corolla.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/byd-tera-rede-de-lojas-maior-que-toyota-para-lancar-rival-do-corolla.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/FLVLjxE7rz0NksRlXd5e_VPObEs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/V/o/7eHIc9QheT0GOsk3nl4A/lojabyd.jpg" /><br /> ]]>    A BYD foi a fabricante sensação do mercado brasileiro em 2023. Com pouco menos de 18 mil carros vendidos, superou marcas tradicionais e consolidadas no Brasil como a Kia e ficou na cola da Mitsubishi. De quebra, o Dolphin não só levou o título de Carro do Ano, como foi o elétrico mais vendido do país. Para 2024, a empresa deve ter três novidades, incluindo o Dolphin Mini, que ajudará os chineses a aumentar exponencialmente as vendas.
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Além dos lançamentos, a BYD também projeta multiplicar por quatro o número de pontos de venda no Brasil. Atualmente, a fabricante trabalha com cerca de 60 concessionárias espalhadas em 23 estados e no Distrito Federal.
BYD Dolphin foi o elétrico mais vendido do ano passado que levou o título de Carro do Ano 2024
Renan Sesicki/Autoesporte
Até o final do ano, a BYD espera ter até 250 lojas distribuídas em todo o país. Caso a meta seja cumprida, a marca chinesa será dona de uma das maiores redes de concessionária do Brasil. 
Para te ter ideia, Chevrolet, Fiat e Volkswagen são as líderes no quesito, todas na casa das 500 concessionárias. Na sequência, a Renault tem quase 300 lojas, enquanto Toyota, Hyundai e Jeep aparecem com pouco mais de 200 pontos de venda. 
A ampliação da rede de concessionários da BYD será feita de forma progressiva. Até o final do primeiro semestre, a estimativa é abrir 60 lojas que pertencem a grupos já nomeados, ou seja, já firmaram contrato com a fabricante.
Após comprar fábrica no Brasil, BYD planeja atingir marca de 250 concessionárias até o final do ano 
Getty Images
Na segunda etapa, não só os grupos já nomeados vão expandir suas redes, como outros vão firmar contrato com a BYD e poderão inaugurar suas lojas. É nesse momento que o total de concessionárias poderá alcançar as duas centenas.
Importância da rede
É com uma rede de lojas mais robusta que a BYD poderá expandir a linha de produtos. Em conversas informais durante um evento da empresa na China, executivos da marca admitiram que essa é uma necessidade para que modelos como o sedã híbrido King possam ser lançados por aqui.
Vendas de elétricos e híbridos quase triplicam em um ano; veja o ranking
O sedã médio de 260 cv e que promete consumo de 26,3 km/l deve chegar ao Brasil no ano que vem, já com a rede reforçada. O objetivo é concorrer com o Corolla, que desfruta da excelente reputação da Toyota no pós-vendas. 
BYD King é sedã médio de 260 cv que vai concorrer com o Corolla, um dos líderes da categoria  
Autoesporte/Cauê Lira
Certamente a boa fama da concorrente será observada pela BYD para melhorar a qualidade dos próprios serviços de assistência. Afinal, roubar clientes da rival, mas oferecer um pós-vendas pior, pode prejudicar a imagem da empresa a longo prazo. 
A BYD ainda não está listada no consumidor.gov, portal do governo que faz a intermediação entre clientes e empresas. A Toyota, por exemplo, tem 158 reclamações nos últimos 6 meses, com índice de solução de 81,6%. 
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No Reclame Aqui, um dos principais canais de reclamações do país, a nota da BYD é 8,2, com pouco menos de 900 queixas nos últimos 12 meses e índice de resolução de 85%. Os índices são melhores que os de marcas como Fiat, Peugeot e Honda. Porém, há relatos recentes de falta de peças e dificuldades na habilitação do aplicativo da empresa.
Em uma nova comparação, a Toyota se sai um pouco melhor no Reclame Aqui. Tem nota 8,8 e, das 1.882 queixas nos últimos 12 meses, 92% foram resolvidas de forma satisfatória.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/FLVLjxE7rz0NksRlXd5e_VPObEs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/V/o/7eHIc9QheT0GOsk3nl4A/lojabyd.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD pode se tornar dona de uma das maiores redes de lojas do Brasil </media:description>   <media:credit>Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 12:42:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Toyota Corolla Cross muda itens rejeitados; veja quando chega</title>  <atom:subtitle>SUV troca polêmico freio de estacionamento, esconde escapamento e recebe novos equipamentos; Brasil terá novidades em 2025</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/novo-toyota-corolla-cross-muda-itens-rejeitados-veja-quando-chega.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/novo-toyota-corolla-cross-muda-itens-rejeitados-veja-quando-chega.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XSyoRqosIY4FWAsi-JnTIGUSe3k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Z/k/Hd4SmTSdO9FHY4OabI1A/2024-toyota-corolla-cross-01.jpg" /><br /> ]]>    O novo Toyota Corolla Cross 2025 acaba de ser revelado na Tailândia, com visual renovado. A atualização marca o fim de alguns itens polêmicos que acompanham o SUV desde o seu lançamento no Brasil.
Com previsão de chegar por aqui no primeiro semestre de 2025, o novo Toyota Corolla Cross agora tem novo visual, equipamentos de entretenimento inéditos e, principalmente, sem o freio de estacionamento por pedal e a “marmita” traseira aparente do escapamento.
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A dianteira é, talvez, a parte com mudanças mais evidentes. Agora, seu visual está mais inspirado nos carros elétricos, com menos pontos vazados na grade, mas com padrão de colmeia integrado ao para-choque. O par de faróis de neblina também é novo e deixa o SUV com um visual mais moderno. 
Toyota Corolla Cross 2025 mudou pouco na traseira
Divulgação
Outras novidades importantes ficam por conta do teto panorâmico, jogo de rodas de liga-leve redesenhado, lanterna de LED traseira com novo visual e uma pequena reformatação no para-choque traseiro. É possível notar também um detalhe importante: agora, não exibe mais o abafador do escapamento, que ganhou o apelido de "marmita". Trata-se, agora, de uma grata surpresa aos que valorizam a estética e põe fim à polêmica que o acompanhou durante todos os anos de sua existência.
Toyota Corolla Cross 2025 tem grade totalmente nova 
Divulgação
No interior, há uma grande evolução, que é o fim do freio de estacionamento acionado por pedal. Agora traz, finalmente, o botão eletrônico para exercer essa função. Mas não é só isso que ajuda a conferir uma impressão maior de modernidade ao SUV. Agora tem iluminação aprimorada pelo teto panorâmico, além de uma nova central multimídia com tela de 12,3 polegadas que trabalha em conjunto com o novo cluster digital de 10,1”.
Toyota Corolla Cross 2025 traz como uma de suas principais novidades o freio de estacionamento eletrônico
Divulgação
Como se não bastasse, o Corolla Cross dispõe, também, de monitoramento de ponto cego e alerta de tráfego cruzado traseiro, sistema pré-colisão, radar dinâmico de velocidade com controle de cruzeiro adaptativo, aviso de saída de faixa e assistência de manutenção de faixa, farol alto dinâmico, controle de estabilidade e de tração, assistência de frenagem, assistência de partida em subida, monitoramento de pressão dos pneus, 7 airbags, entre outros.
Interior do novo Toyota Corolla Cross
Divulgação
Só o conjunto mecânico não exibe novidades, pelo menos no mercado asiático. Por isso, deverá seguir com as opções híbrida e convencional, com no máximo alguns ajustes para melhorar consumo e emissão de poluentes.
Atualmente, no Brasil temos três versões de entrada equipadas com o motor 2.0 aspirado de quatro cilindros que entrega 177 cv e 21,4 kgfm de torque e o câmbio automático do tipo CVT.
Na Tailândia, novo Corolla Cross tem até teto panorâmico
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Já as configurações topo de linha do novo Corolla Cross trazem o conjunto híbrido flex: 1.8 aspirado de até 101 cv com outro elétrico, que entrega 72 cv. Combinados, resultam em 122 cv. A Toyota não divulga o torque combinado.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XSyoRqosIY4FWAsi-JnTIGUSe3k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Z/k/Hd4SmTSdO9FHY4OabI1A/2024-toyota-corolla-cross-01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Toyota Corolla Cross 2025</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 08 Feb 2024 16:23:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que produção de carros no Brasil não cresce mesmo com vendas em alta</title>  <atom:subtitle>Apesar da alta de 13% nas vendas, produção ficou estagnada com queda nas exportações e baixa nos caminhões</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/industria/noticia/2024/02/por-que-producao-de-carros-no-brasil-nao-cresce-mesmo-com-vendas-em-alta.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/industria/noticia/2024/02/por-que-producao-de-carros-no-brasil-nao-cresce-mesmo-com-vendas-em-alta.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/M3ccpGaAxWDA5A2JVXOdW1cFXik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/m/Z/SEDv6HQQGlQbXTmY3W4w/fabricastellantisgoiana.jpg" /><br /> ]]>    A venda de veículos vem se recuperando nos últimos meses, o que se reflete na alta nos investimentos das montadoras no país, mas a indústria ficou estagnada no último ano. Segundo a Anfavea, apesar do aumento de 13% nas vendas em janeiro, em relação ao mesmo mês do ano passado, não houve evolução e nem queda no volume de produção.
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A explicação pode estar na queda das exportações. De acordo com a entidade, houve uma queda de 43% nas vendas externas, caindo 33 mil unidades em 2023 para 19 mil neste ano.
Segundo a Anfavea, houve queda de 43% nas exportações
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“A estabilidade da produção se deve à redução das exportações e ao aumento das importações. Nós tivemos o mês com maior crescimento das importações desde 2014”, disse Márcio Lima Leite, presidente da Anfavea.
A Anfavea culpa a desaceleração econômica dos principais mercados de destino, Argentina, Colômbia e Chile, pela redução dos embarques externos. 
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Já os carros importados aumentaram sua participação no mercado. Em janeiro do ano passado, eles representavam 14,3% do mercado. Neste ano saltou para 19,5%. Em janeiro de 2021, para se ter uma ideia, os importados eram apenas 9,4% das vendas.
Outro fator que segurou a produção foi a queda nas vendas dos caminhões e ônibus. Segundo a Anfavea, houve uma queda de 21,4% dos caminhões em relação ao mesmo mês do ano passado, quando houve um volume maior devido às vendas dos modelos fabricados em 2022 (efeito Proconve P8).
Anfavea aponta queda de 21,4% nas vendas de caminhões, em relação ao mesmo mês do ano passado 
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Para ônibus, a queda foi de 32,8%, mas a expectativa é de melhoras para os dois segmentos, principalmente com a licitação do programa Caminho da Escola, que incluiu 16 mil novos ônibus para governos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/M3ccpGaAxWDA5A2JVXOdW1cFXik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/m/Z/SEDv6HQQGlQbXTmY3W4w/fabricastellantisgoiana.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fábrica da Stellantis em Goiana (PE)</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:56:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renault Kwid E-Tech baixa para R$ 99.990 em reação ao BYD Dolphin Mini</title>  <atom:subtitle>Hatch é o primeiro elétrico a custar menos de R$ 100 mil à espera da novidade chinesa que chega no fim do mês</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2024/02/renault-kwid-e-tech-baixa-para-r-99990-em-reacao-ao-byd-dolphin-mini.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2024/02/renault-kwid-e-tech-baixa-para-r-99990-em-reacao-ao-byd-dolphin-mini.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CRj-SZCrHTSbCYKgCkTENJjBr3s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/B/h/SWR8WTSNWRBHQZt3LOXw/kwid-e-tech-100-eletrico-001.jpg" /><br /> ]]>    O BYD Dolphin Mini está perto de ser lançado e vai ficar na faixa dos R$ 100 mil. Isso já fez a concorrência se mexer. O primeiro passo foi dado pela Renault, que reduziu o preço do Kwid E-Tech para R$ 99.990. O hatch custava R$ 123.490 e agora passa a ser o primeiro elétrico a custar menos de R$ 100 mil no país. Até agora, o elétrico mais em conta era o Caoa Chery iCar, de R$ 119.990.
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O Renault Kwid E-Tech tem as mesmas medidas da sua versão a combustão. Portanto, são 3,73 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,50 m de altura, 2,42 m de entre-eixos e porta-malas de 290 litros.
O modelo é equipado com um motor elétrico de 65 cv de potência e 11,5 kgfm de torque. Com esse conjunto, acelera de zero a 100 km/h em 14,6 segundos. A velocidade máxima é de 130 km/h.
Renault Kwid E-Tech é o primeiro elétrico a custar menos de R$ 100 mil
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De acordo com o Inmetro, a pequena bateria de 26,8 kWh fornece uma autonomia de 185 km ao hatch da fabricante francesa. E é possível recarregar o elétrico tanto em fontes AC, quanto DC.
Em uma tomada de 220V, o carro recupera 80% da bateria em cerca de nove horas. Já em um Wallbox de 7 kW, essa mesma carga é alcançada em cerca de três horas. Plugado em uma fonte de recarga rápida DC, o tempo é de cerca de 40 minutos.
Entre os equipamentos de série estão controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, central multimídia de 7 polegadas com espelhamento para Apple CarPlay e Android Auto e conjunto óptico full LED.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/CRj-SZCrHTSbCYKgCkTENJjBr3s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/B/h/SWR8WTSNWRBHQZt3LOXw/kwid-e-tech-100-eletrico-001.jpg" medium="image"/>   <media:description>Renault Kwid E-Tech</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 21:42:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vendas de elétricos e híbridos quase triplicam em um ano; veja o ranking</title>  <atom:subtitle>12.026 automóveis eletrificados foram comercializados no país no primeiro mês do ano; BYD Dolphin lidera</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/vendas-carros-eletricos-hibridos-janeiro-2024-ranking.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/vendas-carros-eletricos-hibridos-janeiro-2024-ranking.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9qOp7fPNC5xqsmUABWkHJnv2RNQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/s/S/hAABqBSxWqxHmOa3jJUA/gwm-ora-03-skin-e-byd-dolphin-2.jpg" /><br /> ]]>    Os carros eletrificados voltaram a pagar imposto de importação no Brasil desde o primeiro dia de 2024. Só que o retorno da cobrança não impactou as vendas da categoria. No primeiro mês do ano, 12.026 automóveis elétricos e híbridos foram comercializados no país. O número é quase três vezes maior se comparado com o mesmo período do ano passado, quando 4.503 modelos foram emplacados. Os dados são da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).
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Os números registrados em janeiro deste ano representam o segundo melhor resultado mensal de toda a série história da ABVE, que começou a ser registrada em janeiro de 2012. O recorde de vendas foi justamente em dezembro de 2023, quando 16.279 automóveis eletrificados foram vendidos no Brasil. Desta forma, em relação ao último mês, a queda é de 26%.
Elétricos
Do total de veículos eletrificados emplacados em janeiro, 36% deles são só elétricos (BEV). Ou seja, 4.358 unidades. Na comparação com o último ano, o crescimento do segmento é de 477%.
Entre os modelos, a liderança segue com o BYD Dolphin, que garantiu 1.820 emplacamentos no primeiro mês do ano. O hatch elétrico continua bem à frente do segundo colocado, que desta vez é o principal concorrente: GWM Ora 03. O rival teve 696 exemplares vendidos. Quem fecha o pódio é outro BYD, o Seal, com 612 comercializações.
Elétricos mais vendidos em janeiro de 2024
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Híbridos
Os modelos híbridos são divididos em dois segmentos: HEV (Hybrid Electric Vehicle) e PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle). O último deles contempla carros que podem ser recarregados. Em janeiro, foram 3.758 híbridos convencionais e 3.190 unidades de plug-in vendidos no Brasil. O segmento representa 64% de todos os emplacamentos de eletrificados do mês.
BYD Song Plus foi o carro híbrido mais vendido do Brasil em janeiro de 2024
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A liderança fica com o BYD Song Plus, que teve 1.519 comercializações em janeiro. Na segunda colocação aparece o GWM Haval H6 com 1.096 vendas, seguido de Toyota Corolla Cross (996), GWM Haval H6 GT (524) e Toyota Corolla (468).
Híbridos mais vendidos em janeiro de 2024
Fabricantes
Como vimos acima, o mercado de eletrificados continua sendo fortemente impulsionado pelas fabricantes chinesas BYD (Build Your Dreams) e GWM (Great Wall Motors). Além disso, Toyota, Caoa Chery e Volvo também têm boas parcelas no crescimento da categoria no Brasil. Veja abaixo:
Fabricantes que mais venderam eletrificados em janeiro de 2024
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9qOp7fPNC5xqsmUABWkHJnv2RNQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/s/S/hAABqBSxWqxHmOa3jJUA/gwm-ora-03-skin-e-byd-dolphin-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>GWM Ora 03 Skin e BYD Dolphin - Comparativo</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 12:22:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Audi RS6 Avant GT é perua de 630 cv que acelera como uma Ferrari</title>  <atom:subtitle>Versão limitada a 660 unidades acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,3 segundos; preço passa de R$ 1,2 milhão</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/audi-rs6-avant-gt-e-perua-de-630-cv-que-acelera-como-uma-ferrari.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/02/audi-rs6-avant-gt-e-perua-de-630-cv-que-acelera-como-uma-ferrari.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/e5qDUKb05j8fElGfJVgadS6s6QA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/C/Q/hCvx0SRNAyICco3AQvHQ/audi-rs6-avant-gt-6-.jpg" /><br /> ]]>    A brutal Audi RS6 Avant Performance chegará ao Brasil no primeiro semestre deste ano, e com certeza vai custar mais de R$ 1 milhão. Agora, a fabricante alemã lança uma nova versão da perua, limitada a 660 unidades, ainda mais extrema: RS6 Avant GT, que acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,3 segundos e atinge velocidade máxima de 305 km/h. Números tão impressionantes que podemos comparar até com carros da Ferrari. 
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A Ferrari Purosangue, primeiro SUV da marca italiana, chega aos 310 km/h de velocidade máxima e acelera de 0 a 100 km/h nos mesmos 3,3 s — o modelo está à venda no Brasil por mais de R$ 7 milhões. Comparando com outro esportivo da fabricante, a Roma acelera até os 100 km/h em 3,4 s, portanto, 0,1 s abaixo da RS6 Avant GT, porém, a velocidade máxima é um pouco maior: 320 km/h. O esportivo também é vendido no Brasil. 
 O motor da versão GT é exatamente o mesmo da Performance: 4.0 V8 biturbo a gasolina de 630 cv e 86,7 kgfm
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Voltando à perua, o motor da versão GT é exatamente o mesmo da Performance: 4.0 V8 biturbo a gasolina de 630 cv e 86,7 kgfm de torque, gerenciado por uma caixa automática Tiptronic de oito marchas. A opção que chega ao Brasil, apesar de ter o mesmo conjunto mecânico, faz o 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e a velocidade máxima não ultrapassa os 180 km/h. 
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Isso acontece porque a Audi fez algumas modificações mecânicas para chegar nesses números melhores. Entre elas, colocar um capô feito totalmente de fibra de carbono, material altamente resistente e muito leve, além de reduzir em 10 mm a altura da perua. As rodas são de 22 polegadas, uma a mais que na Performance, que é equipada com aro 21. 
Audi RS6 Avant GT é branco, vermelho, preto e cinza
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E não para por ai. Os pneus 285/30 R22 são de alta performance e a suspensão também passou por melhorias. Mesmo assim, os clientes ainda podem, de forma opcional, colocar suspensão esportiva RS Plus com Dynamic Ride Control (DRC) ou a suspensão pneumática adaptativa RS, que melhoram o desempenho para fazer curvas em velocidade mais elevadas. 
Audi RS6 Avant GT tem um interior quase todo feito de fibra de carbono
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O modelo é inspirado em um carro de corrida: o Audi 90 Quattro ISMA GTO, que correu entre o final da década de 1980 e início dos anos de 1990.  A perua traz uma pintura branca com detalhes em vermelho, preto e cinza, exatamente igual ao modelo clássico. Por dentro, os bancos concha são de fibra de carbono, assim como vários outros acabamentos, visando a redução de peso. 
Audi RS6 Avant GT é inspirado no Audi 90 Quattro ISMA GTO
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Produzida em Ingolstadt, na Alemanha, as entregas da Audi RS 6 Avant GT começam no segundo trimestre de 2024, com preço inicial de 219.355 euros, o equivalente a R$ 1,2 milhão na cotação atual. A Audi do Brasil disse que ainda não há definição se alguma das 660 unidades deve vir ao país.  
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/e5qDUKb05j8fElGfJVgadS6s6QA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/C/Q/hCvx0SRNAyICco3AQvHQ/audi-rs6-avant-gt-6-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Audi RS6 Avant GT</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 21:09:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vendas de carros novos crescem 16,6% em janeiro com Fiat na liderança</title>  <atom:subtitle>152.062 automóveis e comerciais leves foram vendidos Brasil no primeiro mês do ano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/vendas-de-carros-novos-crescem-166percent-em-janeiro-com-fiat-na-lideranca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/vendas-de-carros-novos-crescem-166percent-em-janeiro-com-fiat-na-lideranca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/yskhVUHnIDgLLDRrVje3qEHq9zk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/C/k/Hin9HhRQKChrZTFqGmZg/volkswagen-fabrica.jpeg" /><br /> ]]>    O setor automotivo garantiu a venda de 152.062 automóveis e comerciais leves no Brasil em janeiro deste ano. O número representa um crescimento de 16,6% se comparado com o mesmo período de 2023, quando 130.438 modelos foram emplacados. Porém, houve queda de 35,7% em relação a dezembro do ano passado. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
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Entre os caminhões, houve baixa de 21,7% nas comercializações em um ano. No setor de ônibus, a situação se repete, mas com queda ainda maior: 28,2%. Por fim, as motos surpreenderam e foram mais emplacadas no primeiro mês deste ano do que em janeiro e dezembro de 2023. 
Veja abaixo:
Vendas de automóveis novos em janeiro de 2024
A Fiat Strada começa mais um ano na liderança. A picape compacta garantiu 8.022 vendas em janeiro e fica pouco à frente do segundo colocado, o Hyundai HB20, que totaliza 7.478 emplacamentos no primeiro mês do ano. Quem fecha o pódio é o Volkswagen Polo com 7.258 comercializações.
Veja os 50 carros novos mais vendidos do Brasil em janeiro de 2024
Entre as fabricantes, a Fiat é quem lidera com 30.852 exemplares vendidos. A marca italiana já aparece bem à frente da Volkswagen, segunda colocada com 22.144 unidades comercializadas. A Chevrolet fica em terceiro com 18.912 emplacamentos, seguida de Hyundai (14.237) e Toyota (13.722).
Fiat Strada foi o carro mais vendido do Brasil em janeiro de 2024
Fábio Aro 
Ainda assim, quem mais surpreende no ranking é a BYD. A fabricante chinesa aparece na 10ª posição da lista no primeiro mês do ano. Com 4.299 carros vendidos em janeiro, supera até Caoa Chery (3.470), Ford (2.804) e Peugeot (2.429), por exemplo.
Veja as fabricantes que mais venderam automóveis no Brasil em janeiro de 2024
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Os novos preços já estão em vigor em toda a rede de concessionárias da marca no Brasil. A Caoa Chery afirma que todos os modelos continuam com a mesma lista de equipamentos de série, apesar das reduções. 
O SUV de entrada, Tiggo 5x Sport, agora custa R$ 114.990. Nas demais versões, 5x Pro e Tiggo 5x Pro Hybrid Max Drive, passam a custar R$ 129.990 e R$ 144.990, respectivamente. 
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Os clientes PcD também podem comprar o Tiggo 5x Sport por R$ 100.830, valor que inclui os descontos e isenções que são direitos da categoria. Para esse público. 
Caoa Chery Tiggo 7 Pro é vendido em duas versões 
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Já o Tiggo 7 Pro Max Drive e Tiggo 7 Pro Hybrid Max Drive têm valor a partir de R$ 169.990. Por fim, o Tiggo 8 Max Drive, SUV de 7 lugares, agora parte de R$ 179.990. 
Confira a tabela abaixo com os preços da linha 2024 e 2025.
Linha 2025
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Autoesporte entrou em contato com a Via Itália, importadora oficial da marca no Brasil, para saber quantas unidades foram emplacadas no país, mas não houve resposta até a publicação dessa matéria. 
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A receita da Ferrari no ano passado aumentou 17%: 5,9 bilhões de euros (ou R$ 31,6 bilhões na conversão atual). O lucro líquido nos doze meses foi de 1,3 bilhão de euros, o equivalente a R$ 6,8 bilhões na conversão direta — crescimento expressivo de 34% em relação aos 939 milhões de euros (R$ 5 bilhões) de 2022 e recorde absoluto na história. 
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O aumento nas vendas do ano passado foram impulsionadas pelo Purosangue — vendido no Brasil —, primeiro SUV da marca, seguido pelas famílias 296 e SF90. As entregas da Roma Spider, que começaram no quarto trimestre, também foram fundamentais para o recorde, de acordo com a Ferrari. Vale ressaltar que o número de vendas de cada modelo não são revelados.
Ferrari Purosangue é o primeiro SUV da história da marca 
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5 curiosidades do primeiro SUV da Ferrari, já à venda no Brasil por R$ 7,4 milhões
As séries especiais também registraram aumento em 2023, principalmente com a família 812 Competizione. Já as entregas da Daytona SP3 ficaram na média do esperado. Todos os modelos especiais têm produções limitadas.
No portfólio atual da Ferrari em seu site oficial estão os seguintes modelos: SF90 Stradale, SF90 Spider, 296 GTB, 296 GTS, 812 GTS, Purosangue, Roma, Roma Spider e Portofino M. Além das séries especiais, que estão os seguintes carros: SF90 XX Stradale, SF90 XX Spider, 812 Competizione, 812 Competizione A, Daytona SP3, Monza SP1 e Monza SP2. 
Ferrari Roma Spider foi um dos carros mais vendidos em 2023
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Ao todo, são onze modelos com motores de combustão interna e quatro modelos com motores híbridos, que representaram 56% e 44% do total das vendas, respectivamente.
Em 2023, as vendas da Ferrari na EMEA (Europa, Oriente Médio e África) aumentaram 1,8%. Já nas Américas o salto foi de 10,6%, enquanto China, Hong Kong e Taiwan diminuíram 4%. A região chamada de APAC (formada Japão, Austrália, Cingapura, Indonésia, Coreia do Sul, Tailândia, Índia e Malásia) permaneceu estável. 
Para 2024 as expectativas são grandes. A Ferrari não diz um número sobre vendas, porém, a previsão para este ano é de uma receita de 6,4 bilhões de euros, que representaria crescimento de 8,4%. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hdZhfFXyqonv3EjomNUDZAl-wVg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/E/U/DLCu4GRyqbbnhgaU0bNQ/ferrari-sf90-spider-autoesporte.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Ferrari SF90 Spider </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 20:24:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Dolphin já vende mais que Duster, Montana, City e HB20S no Brasil</title>  <atom:subtitle>Autoesporte analise os motivos do carro elétrico vender tanto no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/byd-dolphin-ja-vende-mais-que-duster-montana-city-e-hb20s-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/byd-dolphin-ja-vende-mais-que-duster-montana-city-e-hb20s-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ofKDzEUlIFp8WyGXYD3soQ4PZAI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/A/N/9AAC5yTieHEKb38BCu8A/byd-6.jpg" /><br /> ]]>    O BYD Dolphin ser o carro elétrico mais vendido do Brasil não é mais novidade. Em 2023 foram expressivos 6.806 emplacamentos, mesmo sendo lançado em junho — feito impressionante para um elétrico. Os números são da Fenabrave, associação que representa as concessionárias. Mas, o que chama atenção é como o modelo já vende mais do que muito carro conhecido do público, como Chevrolet Montana, Renault Duster, Honda City e Hyundai HB20S. 
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A consultoria Jato do Brasil antecipou os números de vendas de janeiro para Autoesporte. O Dolphin vendeu 1.820 carros no mês, que fizeram o hatch ocupar a 30ª posição da lista dos mais emplacados do país. Por pouco o modelo não ultrapassa o Peugeot 208 (1.825) e o Citroën C3 (1.879). Dos modelos citados acima, o elétrico chinês desbancou todos e com alguma folga sobre alguns: Montana (1.792), Duster (1.782), City (1.721) e HB20S (1.702). 
Para ver a lista completa dos 50 carros mais vendidos do Brasil em janeiro de 2024, clique aqui. 
Alguns motivos ajudam a explicar o porquê do Dolphin vender tanto e alcançar números jamais vistos por um elétrico no Brasil. Além dos atributos do carro em si (que estão mais abaixo), a BYD está investindo muito em publicidade na televisão e atingindo milhões de pessoas diariamente. Além disso, foi eleito com Carro do Ano 2024 da Autoesporte. 
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Segundo a ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), que divulgou um estudo da Tunad, empresa de Inteligência de Mídia, com dados provenientes de TV aberta e serviços de televisão por assinatura (PayTV), mostrou em números a presença da BYD na publicidade, ao lado da sua conterrânea chinesa, a GWM. 
BYD vai produzir o Dolphin em Camaçari
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As fabricantes se destacaram durante o segundo semestre de 2023. A GWM, que começou a investir bastante em publicidade em fevereiro, ampliou consideravelmente sua visibilidade a partir de julho, alcançando seu ápice com 658 inserções na mídia ao longo do ano. A BYD optou por não realizar anúncios no primeiro semestre e esperou a chegada do Dolphin e o anúncio da compra da fábrica de Camaçari (Bahia), que pertenceu à Ford por décadas. A campanha da fabricante começou de maneira agressiva a partir de agosto, tendo já em setembro o seu auge de aparições: com 2.218 inserções. 
A maior concentração de inserções ocorreu na PayTV. As duas empresas destinaram 96% do total de suas inserções a essa modalidade em 2023: a BYD contabilizou 172 inserções na TV aberta e 4.529 na PayTV, enquanto a GWM registrou 81 inserções na TV aberta e 1.981 na PayTV.
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A participação das marcas no total de inserções do setor automotivo na TV Aberta e PayTV de São Paulo — maior mercado do Brasil — demonstrou um crescimento significativo a partir de julho. Neste mês, as duas marcas representaram 7,5% do total de inserções da categoria de veículos. Em agosto, houve um aumento, alcançando 12,3% do total. O crescimento foi ainda maior em setembro, quando BYD e GWM atingiram um pico expressivo, representando 38,4% das inserções no setor.
BYD Dolphin Plus é a versão topo de linha do elétrico
Murilo Góes/Autoesporte
No final do ano, entre outubro e dezembro, foram 14,5% (BYD) e 10,9% (GWM) no total de inserções do setor automotivo na TV Aberta e PayTV de São Paulo. Com esses resultados, a média de participação das inserções no segundo semestre das fabricantes foi de 14,5%, contra 1,5% do primeiro semestre, sendo assim, um avanço de 13 pontos percentuais
Sobre o BYD Dolphin
Um dos grandes apelos do Dolphin é o que o hatch oferece pelo preço de um elétrico — que é naturalmente mais alto do que de modelos similares à combustão no Brasil. O motor dá conta da sua proposta urbana, autonomia está dentro do esperado e a lista de equipamentos é ótima. São duas versões que, por enquanto, não subiram de preço desde o lançamento — mesmo com a volta do imposto de importação para elétricos. 
Preços e versões
Motor
O Dolphin é vendido apenas com motor dianteiro que entrega 95 cv, 18,3 kgfm e a velocidade máxima é de 150 km/h. Já a marca de zero a 100 km/h é feita em 10,9 segundos. A versão Plus é mais potente: são 204 cv e 31,6 kgfm, que garantem 0 a 100 km/h em 7 segundos e velocidade máxima igual ao da versão mais mansa. 
Autonomia
BYD Dolphin Plus tem 291 km de autonomia, segundo o Inmetro
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O Dolphin tem baterias de 44,9 kWh que garantem autonomia de 291 km pelo Inmetro e 400 km pelo WLTP, o ciclo europeu. Já a versão Plus traz baterias de 60,5 kWh e 330 km de alcance, número que salta para 427 km no WLTP. 
Dimensões
O elétrico tem 4,12 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,57 m de altura, 2,70 m de entre-eixos e 345 litros no porta-malas.
Equipamentos 
Entre os principais equipamentos de série do Dolphin estão: seis airbags, câmeras com visão 360°, central multimídia com tela de 12,8" giratória compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, controle de cruzeiro, freio eletrônico com auto hold, monitoramento da pressão dos pneus, aviso de cinto de segurança para todos os bancos, controle de estabilidade e tração e assistente de subida em rampas. 
BYD Dolphin tem central multimídia com tela de 12,8" giratória 
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A versão Plus acrescenta teto solar panorâmico,  bancos dianteiros com ajustes elétricos, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, detector de pontos cegos e leitura de placas de trânsito.
Carro do Ano 2024
Outro fator que fez o carro ganhar muita visibilidade e confiança do público, é que o Dolphin foi eleito o Carro do Ano 2024 da Autoesporte, a mais importante premiação da indústria automobilística nacional que já teve 57ª edições. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ofKDzEUlIFp8WyGXYD3soQ4PZAI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/A/N/9AAC5yTieHEKb38BCu8A/byd-6.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin Plus</media:description>   <media:credit>Murilo Góes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 17:12:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fiat Pulse Audace fica R$ 3,5 mil mais barato para atender público PCD</title>  <atom:subtitle>Outras duas versões do SUV compacto também tiveram redução de preço</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/fiat-pulse-audace-fica-r-35-mil-mais-barato-para-atender-publico-pcd.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/fiat-pulse-audace-fica-r-35-mil-mais-barato-para-atender-publico-pcd.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mdVTpHf8JjwXlPKc48cd2u6Y7lM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/I/p/GCZU4USeKgOtpNeQoN4A/fiat-pulse-audace-009.jpg" /><br /> ]]>    O teto para isenção de ICMS na compra de carros para Pessoas com Deficiência (PCD) subiu de R$ 100 mil para R$ 120 mil em 2024. Para atender esse público, algumas fabricantes reposicionaram os preços de seus veículos. A Fiat foi uma delas. Depois de baixar o valor do Fastback, a marca agora resolveu deixar o Pulse mais barato.
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No início de 2024, o SUV compacto era vendido por R$ 122.490 na versão Audace (veja equipamentos abaixo). Portanto, não se encaixava no teto do ICMS para o público PCD. Agora, é vendido por R$ 118.990. Com o desconto de R$ 3.500, o modelo passa, então, a receber todas as isenções previstas.
Fiat Pulse Audace passa a atender público PCD
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Como o teto cobre apenas o valor total de R$ 70 mil, o desconto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é apenas parcial para modelos acima deste preço. O cliente, então, precisa pagar o imposto proporcional ao valor do veículo. Por outro lado, o teto do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) segue em R$ 200 mil. Neste caso, o desconto do Fiat Pulse é integral.
Outras duas versões do Fiat Pulse também ficaram mais baratas. A configuração de entrada baixou de R$ 103.990 para R$ 102.990. Portanto, redução de R$ 1.000. Já a topo de linha do SUV, chamada de Impetus, passa a custar R$ 131.990 com um desconto de R$ 2.500. A primeira opção já se enquadrava nos requisitos para PCD, enquanto a segunda segue fora das isenções.
Preços do Fiat Pulse 2024
Como é o Fiat Pulse?
As opções mais baratas (Drive MT, Drive AT e S-Design) são equipadas com o motor 1.3 Firefly de quatro cilindros naturalmente aspirado. Desenvolve 107 cv de potência e 13,7 kgfm de torque, e pode ser associado ao câmbio manual de cinco marchas ou automático do tipo CVT.
As demais configurações são equipadas com o motor 1.0 turbo Firefly de três cilindros. Nesse caso, potência e torque sobem para 130 cv e 20,4 kgfm, respectivamente. E a única transmissão disponível é a CVT.
Fiat Pulse Audace tem o motor 1.0 mais potente do Brasil, com 130 cv
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Equipamentos
Pulse Drive MT - banco do motorista com regulagem de altura, ar-condicionado automático e digital, controles eletrônicos de tração e estabilidade, barras longitudinais no teto, central multimídia com tela de 8,4″ e Apple CarPlay e Android Auto sem fio, USB tipo A e tipo C, chave canivete, volante multifuncional, direção elétrica, faróis e lanternas em LED, fixação Isofix, 4 airbags, assistente partida em rampa, piloto automático, rodas de liga leve aro 16″, sensor de estacionamento traseiro, TC+ (Traction Control Plus), vidros elétricos dianteiros e traseiros com função one touch e antiesmagamento, monitoramento de pressão dos pneus e quadro de instrumentos com tela de 3,5″.
Fiat Pulse tem central multimídia de 8,4 polegadas
Christian Castanho
Pulse Drive AT – itens da versão Drive + câmbio automático do tipo CVT com simulação de sete marchas, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, console central com apoio de braço, porta-copos, porta-celular e porta-objetos, modo Sport com botão de acionamento no volante.
Pulse S-Desgin - itens da versão Drive AT + chave presencial, central multimídia de 10,1 polegadas com navegação por GPS, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador wireless para smartphones, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro.
Fiat Pulse Audace e Impetus são as versões topo de linha do SUV
Christian Castanho/Autoesporte
Pulse Audace - itens da versão S-Design + shift paddle, volante com revestimento em couro, banco traseiro rebatível e bi-partido, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa, comutação automática de farol alto, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de chuva e crepuscular e rodas de liga leve de 16 polegadas diamantadas.
Pulse Impetus - itens da versão Audace + bancos em couro, cluster digital de 7 polegadas, faróis de neblina dianteiros com função cornering light, navegação GPS embarcado, retrovisores externos com rebatimento elétrico e luz de cortesia, rodas de liga leve de 17 polegadas com acabamento diamantado, sensor de estacionamento dianteiro, tapetes de carpete, teto bicolor, volante com regulagem de altura e profundidade, central multimídia com tela de 10,1″.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/mdVTpHf8JjwXlPKc48cd2u6Y7lM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/I/p/GCZU4USeKgOtpNeQoN4A/fiat-pulse-audace-009.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Pulse Audace</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 13:05:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja os 10 carros elétricos mais baratos no Brasil em 2024</title>  <atom:subtitle>Com o aquecimento incessável do segmento dos elétricos, preços estão cada vez mais atrativos, mesmo com a volta do Imposto de Importação</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/carros-eletricos-mais-baratos-brasil-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/carros-eletricos-mais-baratos-brasil-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-8bPl6qwW2jlkZpMBjm_-jFWA5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/i/eMng1LSvSWEf2BavVBZg/byd-dolphin.jpg" /><br /> ]]>    Os carros elétricos estão chegando cada vez mais às garagens dos brasileiros e não há qualquer previsão de desaceleração dessa tendência. Mesmo com a volta do Imposto de Importação para veículos do tipo no país a partir deste ano, as montadoras continuam a posicionar seus modelos em faixas de preço cada vez mais atrativas, para que não percam espaço nesse mercado aquecido.
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Um exemplo é o BYD Dolphin Mini, que será lançado nas próximas semanas a preços entre R$ 100.000 e R$ 120.000 conforme mais recente apuração de Autoesporte. E isso continua a atiçar a demanda para o segmento. Mas, afinal de contas, quais são os carros elétricos mais em conta da atualidade no Brasil? É o que veremos a seguir:
IPVA 2024: carros elétricos e híbridos precisam pagar o imposto?
1º) Renault Kwid E-Tech: R$ 99.990
O Renault Kwid E-Tech, configuração elétrica do subcompacto, vem equipado como a versão topo de linha do modelo convencional. Tem autonomia ligeiramente inferior ao Caoa Chery (185 km, conforme o Inmetro), mas é competente para o uso urbano. Tem 65 cv de potência e 11,5 kgfm de torque, o que leva muito bem os seus 977 kg - 18 kg a menos do que o iCar.
Interessante é como, ao volante, o Kwid E-Tech tem características bem similares em relação ao modelo a combustão. A suspensão trabalha de forma parecida e a posição de dirigir tem a mesma ergonomia, mas não tem a vibração do motor três-cilindros a combustão do modelo padrão.
2º) Caoa Chery iCar: R$ 119.990
Até a chegada do Dolphin Mini, o elétrico mais baratao do Brasil é também o menor. Com apenas 3,2 metros de comprimento, o Caoa Chery  iCar é prático para o uso urbano, mas adultos na fileira traseira podem não conseguir acomodar as pernas com conforto. Apesar disso, tem itens como teto panorâmico e carregador de celular por indução.
A agilidade em retomadas de velocidade é outro pontos positivo, graças aos seus 995 kg de peso total e parte da carroceria construída de plástico polímero. O motor elétrico entrega 61 cv de potência e 15,3 kgfm de torque. Os números parecem baixos, mas como o iCar é leve, roda com agilidade. Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), tem autonomia de 197 km.
3º) Jac e-JS1: R$ 126.900
Não foram só o iCar e o Kwid E-Tech que tiveram os preços reduzidos ao longo do tempo. O pequeno JAC e-JS1 foi o primeiro dos subcompactos elétricos a chegar. Talvez por isso mesmo, seja o que tem a menor autonomia oficial da lista (161 km, conforme o PBEV). De todo modo, entrega números de potência e torque equivalentes aos modelos anteriores: 62 cv e 15,3 kgfm.
Como é típico dos carros elétricos importados, o e-JS1 oferece uma paleta de cores mais descolada, com diversos tons de pintura exterrna e acabamento interno. Pode ser rosé, amarelo ou creme, tanto no console quanto no estofamento. A central multimídia, por sua vez, tem uma interface azulada com boa visibilidade, mas carece de Apple CarPlay e Android Auto.
4º) BYD Dolphin: R$ 149.800
O BYD Dolphin é o primeiro modelo da lista a oferecer níveis superiores de espaço, acabamento, eficiência e tecnologia. Foi o primeiro da categoria a chegar com itens como câmeras e sensores frontais, laterais, traseiras e 360º, piloto automático, central multimídia rotativa de 12,8 polegadas com conectividade para smartphones, entre outros equipamentos. Pelo BYD App, todos os dados e comandos do carro podem ser verificados à distância.
Com dimensões de um hatch compacto, o Dolphin traz motorização elétrica de 95 cv e 18,4 kgfm em sua versão mais barata. Com baterias de 44,9 kWh ele vai de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos, com máxima de 160 km/h. Segundo o programa de etiquetagem do Inmetro, tem autonomia de 291 km (ou 330 km na versão Plus, que tem 204 cv e 31 kgfm, mas custa R$ 179.800).
5º) GWM Ora 03: R$ 150 mil
Se o Dolphin já tem um design diferenciado, talvez o Ora 03 - seu rival direto - consiga superar nesse quesito. Tem faróis elípticos, formas curvas, capô volumoso nas extremidades, traseira arredondada, lanterna inteiriça, entre outros detalhes. Ainda que tenha 232 km de autonomia conforme o PBEV, tem desempenho superior em relação ao BYD. Seus 171 cv e 25,5 kgfm o levam aos 100 km/h em 8,2 segundos.
No interior, as possibilidades de cores também são inúmeras, podendo variar entre creme com marrom, creme com vermelho, creme com verde, entre outras opções. Na frente dos ocupantes, estão duas telas integradas, uma para o cluster e outra para a central mulltimídia. Cada uma delas tem 10,25 polegadas.
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6º) Peugeot e-2008: R$ 169.990
Enquanto o novo 2008 não chega, a Peugeot oferece a sua variante elétrica, o e-2008, que já corresponde à nova geração do SUV em matéria de plataforma, equipamentos e refinamento. Pelo fato de a versão vendida no Brasil ser a GT, pode acelerar de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos, por meio de seus 136 cv de potência e 26,5 kgfm de torque. Isso com uma autonomia de 234 km, segundo o Inmetro.
No interior, é possível notar que o visual traz elementos futuristas, graças ao painel i-Cockpit com cluster 3D, que cria uma atmosfera envolvente para os ocupantes. Complementam a lista de equipamentos: controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência, assistência de farol alto, alerta de atenção e fadiga, reconhecimento de placas de velocidade, sensor de ponto cego, alerta e correção de permanência em faixa, 6 airbags e multimídia de 10 polegadas.
7º) Hyundai Kona EV: R$ 189.990
O único coreano da lista é o Hyundai Kona EV, SUV que chega com até mais autonomia do que o rival da Peugeot, apesar de cobrar um pouco a mais por isso (pelo menos até a data desta publicação). Seu motor desenvolve 136 cv de potência e 40,3 kgfm de torque, com autonomia de 252 km conforme a homologação do Inmetro. E quem gosta de uma personalidade mais futurista também terá grandes chances de simpatizar com o elétrico da Hyundai.
A lista de equipamentos inclui faróis full-LED, Head-Up display e controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com alerta de colisão frontal, assistente de saída e manutenção de faixa, sensores de obstáculos dianteiros e traseiros, além de sete airbags. Aos que já conhecem o Creta, a central multimídia de 10,25 polegadas que equipa o Kona não irá gerar estranhamento algum, uma vez que é a mesma.
8º) Seres 3: R$ 199.990
Mais uma chinesa que chegou ao Brasil recentemente é a Seres, com o modelo 3 em destaque por ser o mais em conta do seu portfólio. Diferentemente das conterrâneas BYD e GWM, a marca em questão é representada no Brasil por um grupo de empresários, mas já faz sucesso em vários países, principalmente por conta da parceria da fabricante com a Huawei, conhecida pelos seus smartphones.
Pelo Inmetro, sua autonomia não é a das maiores, com 206 km. Entretanto, o Seres 3 se destaca pelos bons 163 cv de potência e 30,6 kgfm de torque, capazes de levá-lo de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos. A lista de equipamentos agrada, com controles de estabilidade, tração e velocidade em descidas, assistente de partida em rampas, carregador por indução, sensor de pressão dos pneus, central multimídia de 10,25 polegadas, painel de instrumentos digital, câmera de ré 360º e teto solar panorâmico.
9º) Fiat 500e: R$ 214.990
O pequenino sempre focou em uma fatia mais refinada do mercado, mas o atual é o que mais une características do 500 original - dos anos 50 e 60 - com o futurismo típico dos elétricos. Considerando o seu porte, os 227 km de autonomia (Inmetro) e os 118 cv com 22,4 kgfm não deixam nada a desejar. Por isso e pelo fato do 500e ser o “Cinquecento” mais tecnológico de todos, o Fiat também está entre os mais caros da história da marca.
Entre os principais equipamentos, estão assistente de centralização de faixa e de estacionamento, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de ponto cego e de estacionamento, sensor de chuva, de fadiga e de pedestres, leitura de placas, câmeras 360º, entre outros. Tudo isso garante segurança ao carro que acelera de 0 a 100 km/h em 9 segundos.
10º) Jac E-JS4: R$ 229.900
Jac E-JS4 é um dos modelos elétricos da fabricante chinesa à venda no Brasil 
André Paixão/Autoesporte
Mais um JAC deu as caras, mas desta vez se trata de um SUV. O E-JS4 é o sucessor do iEV40, que foi o primeiro SUV elétrico vendido no Brasil. Esse pioneirismo da marca representada por Sergio Habib permitiu que os modelos chineses pudessem se desenvolver em alguns aspectos. Talvez o maior deles tenha sido o desempenho, pois segundo a fabricante, vai de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos - com isso, é um dos mais velozes da lista.
Também não desaponta em autonomia, com registro de 256 km pelo ciclo PBEV do Inmetro. Seu bom fôlego se dá pela bateria com 55,1 kWh, bem como pelos seus 150 cv e 34,7 kgfm enviados às rodas dianteiras. Vem de série com multimídia de 10,25 polegadas, seis airbags, controle de estabilidade, câmera 360°, sensores dianteiro e traseiro, controle de cruzeiro, teto panorâmico, monitoramento de pressão dos pneus, entre outros.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-8bPl6qwW2jlkZpMBjm_-jFWA5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/i/eMng1LSvSWEf2BavVBZg/byd-dolphin.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin Plus é uma das versões do Dolphin, carro elétrico mais vendido da história </media:description>   <media:credit>Murilo Góes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 10:49:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 50 carros novos mais vendidos do Brasil em janeiro de 2024</title>  <atom:subtitle>151.087 carros e comerciais leves novos foram comercializados no primeiro mês do ano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/50-carros-novos-mais-vendidos-do-brasil-janeiro-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/50-carros-novos-mais-vendidos-do-brasil-janeiro-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5IQbGMPdYe9QqljT_IIlVTM5uy8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/E/6/lTN3vbTcOzKEe8smQRAw/2023-08-09-16-44-10-fiat-strada-ranch-my24-010.jpg-fotos.png" /><br /> ]]>    Em janeiro, 151.087 carros e comerciais leves novos foram vendidos no Brasil. O número é 16,6% maior se comparado com o mesmo período de 2023, quando 129.558 automóveis foram emplacados. Em relação a dezembro do ano passado, há baixa de 35,8%. Os dados são da consultoria Jato do Brasil.
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Depois de ser o carro mais comercializado do país nos últimos três anos, a Fiat Strada começa mais uma temporada na liderança. A picape compacta garantiu 8.022 vendas em janeiro e fica pouco à frente do segundo colocado, o Hyundai HB20, que totaliza 7.478 emplacamentos no primeiro mês do ano. Quem fecha o pódio é o Volkswagen Polo com 7.258 comercializações.
Entre os SUVs, que sozinhos totalizam 46.840 vendas em janeiro, o primeiro colocado da lista é o Hyundai Creta (4.898), seguido de Chevrolet Tracker (4.280) e Nissan Kicks (4.074). Já o sedã mais emplacado do mês é o Chevrolet Onix Plus com 3.559 registros.
Mais uma vez, o BYD Dolphin é o único carro elétrico que aparece entre os 50 mais vendidos de um mês. Em janeiro, foram 1.820 comercializações, que fizeram o hatch ocupar a 30ª posição da lista. A título de comparação, há um mês, o modelo havia vendido 2.249 unidades.
Já o Renault Kwid, o carro mais barato do Brasil à venda por R$ 71.190, aparece apenas na 19ª colocação do ranking com 3.069 comercializações. O Fiat Mobi, seu principal rival e com preço de R$ 71.990, teve mais emplacamentos. Nos 31 dias, foram 3.719 vendas. 
Os carros mais vendidos do Brasil em janeiro de 2024
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5IQbGMPdYe9QqljT_IIlVTM5uy8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/E/6/lTN3vbTcOzKEe8smQRAw/2023-08-09-16-44-10-fiat-strada-ranch-my24-010.jpg-fotos.png" medium="image"/>   <media:description>Fiat Strada Ranch 2024</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 19:26:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Peugeot 208 Style turbo: 5 razões para comprar e 5 motivos para fugir</title>  <atom:subtitle>Hatch compacto é a segunda versão mais completa e custa R$ 111.490</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/peugeot-208-style-turbo-5-razoes-para-comprar-e-5-motivos-para-fugir.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/02/peugeot-208-style-turbo-5-razoes-para-comprar-e-5-motivos-para-fugir.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/O-ugBuPj5AT3DLnqrPkhu_Nq5W4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/5/dOMA3vRgKGL4x2zmA74A/alta-2344.jpg" /><br /> ]]>    O Peugeot 208 é um dos carros com maior variedade de versões à venda no Brasil. São sete, com preços entre R$ 75.990 (em condição promocional) e R$ 116.490. Elas se dividem entre três motorizações diferentes e três opções de câmbio.
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A mais recente inclusão na gama 208 é a combinação de motor 1.0 turbo de 130 cv com o câmbio automático do tipo CVT, ambos de origem Fiat. Foi exatamente com esse conjunto que avaliamos o hatch da Peugeot na versão Style, de R$ 111.490 e contamos, na lista a seguir, razões para comprar e motivos para fugir do hatch compacto. 
5 Razões para comprar
Desempenho
Com 130 cv, o Peugeot 208 é o hatch compacto mais potente do Brasil, entre os modelos a combustão. Essa credencial causou grande expectativa quando levamos o carro ao Rota 127 Campo de Provas. Lá, aceleramos de 0 a 100 km/h em apenas 9,2 segundos. A marca é melhor do que o trio com motor turbinado com quem o Peugeot concorre: 10,6 s do Chevrolet Onix, 9,8 s do Volkswagen Polo (quando o hatch tinha 128 cv) e um pouco inferior aos 9,3 s do Hyundai HB20.
Visual
Versão Style tem rodas escurecidas 
Divulgação
O 208 foi lançado no Brasil em meados de 2020, mas já rodava nas ruas europeias desde o ano anterior. Ou seja, são quase cinco anos sem mudanças (elas virão ainda em 2024, leia mais abaixo). Mesmo assim, o hatch da Peugeot se destaca pelo desenho moderno e agressivo, reforçado pela luz de rodagem diurna que “escorre” dos faróis. 
O mesmo pode ser dito da cabine, que tem a segunda geração do i-Cockpit, configuração em que os mostradores ficam acima do volante de diâmetro reduzido e um design moderno. A versão Style ainda tem rodas escurecidas e estofamento exclusivo.
Segunda geração do i-Cockpit mantém volante de diâmetro reduzido
Divulgação
Dirigibilidade
Primeiro carro da Stellantis a usar a plataforma CMP produzido na América do Sul, o 208 pode ser considerado um projeto “bem nascido”. A base moderna proporciona posição de dirigir correta, que ainda pode ter volante ajustado em largura e profundidade. 
Equipamentos
Teto panorâmico é um dos recursos do Peugeot 208 Style
Divulgação
A versão Style é a segunda mais completa da linha. Até por isso, tem lista de equipamentos consideravelmente recheada. Há faróis de LED, rodas de liga leve de 17 polegadas, teto panorâmico, carregador de celular por indução, airbags laterais, acesso por chave presencial e partida por botão. Em relação à Griffe, R$ 5 mil mais cara, fica devendo os auxílios à condução, sensores de chuva e luminosidade e airbags de cortina. 
Câmbio (quem diria)
Quando a Stellantis confirmou que o motor 1.0 turbo seria acoplado a um câmbio CVT, muita gente torceu o nariz e pensou que os carros ficariam “chochos”. Isso não só não aconteceu, como podemos afirmar que esse casamento é um dos mais harmônicos em termos de aproveitamento de potência e torque entre os concorrentes diretos. Além de simular sete marchas, o câmbio CVT tem operação suave e sem trancos. E a engenharia da Stellantis ainda conseguiu eliminar aquela sensação de morosidade no início das acelerações. 
5 Motivos para fugir
Vai mudar
Peugeot 208 teve visual atualizado na Europa
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Em julho de 2023, a Peugeot apresentou o 208 reestilizado na Europa. E há poucos dias, o hatch foi visto com camuflagem rodando na Argentina, onde é produzido na unidade de El Palomar e exportando para o Brasil. Ou seja, esse é um indicativo de que a mudança vai chegar por aqui. E isso vai acontecer ainda em 2024, provavelmente no segundo semestre, depois de lançar a nova geração do 2008.
As mudanças são discretas, é verdade. Na frente, grade redesenhada e para-choque com um novo nicho para as luzes auxiliares são os destaques. Na traseira, a lanterna tem um novo arranjo horizontal das lâmpadas.
Espaço interno
Espaço interno é um dos pontos fracos do 208
Divulgação
Convenhamos que os hatches compactos cresceram consideravelmente nos últimos anos. Atualmente, todos ultrapassam a barreira dos 4 metros de comprimento. Ainda assim, o Peugeot 208 é um dos menores, com 4,06 m. O entre-eixos de 2,54 m até se equipada a HB20, Onix e Polo, mas a largura, o formato da carroceria e a posição dos bancos fazem o hatch franco-argentino ter espaço interno pior que os rivais. Adultos com 1,80 m ou mais sofrerão para acomodar pernas e cabeças, se viajarem no banco traseiro. 
Acabamentos
Quando o 208 foi lançado em 2020, tinha acabamento exemplar, com as laterais das portas e parte do painel revestidos de material emborrachado. Passados quase quatro anos, observamos que o plástico duro tomou conta da cabine do hatch compacto. E junto com o material de pior qualidade vieram certas rebarbas. 
Central multimídia
Central multimídia do 208 trava e apresenta falhas
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A central multimídia de 10,3 polegadas é grande e permite conexões sem fio com Android Auto e Apple CarPlay. Os comandos laterais para ajustes de volume são um acerto. Mas a necessidade de um comando extra para ajustar a ventilação na tela os frequentes travamentos prejudicam a experiência do usuário. Em nosso contato com o 208 Style, o aparelho travou mais de uma vez e mostrou atraso considerável na navegação, tanto no Google Maps, como no Waze.
Consumo
Uma das vantagens dos motores turbo é reduzir o consumo de combustível. E isso de fato aconteceu no 208. O 1.0 turbo é mais eficiente do que o antigo 1.6 aspirado. Mas o pequeno Peugeot é mais beberrão do que todos os concorrentes diretos. Com etanol, faz 8 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada. Com gasolina, as marcas vão para 12 km/l e 13,6 km/l, respectivamente. Como referência, um Volkswagen Polo chega a 15 km/l com gasolina na estrada.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/O-ugBuPj5AT3DLnqrPkhu_Nq5W4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/5/dOMA3vRgKGL4x2zmA74A/alta-2344.jpg" medium="image"/>   <media:description>Peugeot 208 turbo Style</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 15:25:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet desiste de ter só elétricos e voltará aos carros híbridos</title>  <atom:subtitle>Anos atrás, marca havia dito que transição dos veículos a combustão seria diretamente para os modelos a bateria</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/industria/noticia/2024/01/chevrolet-desiste-de-ter-so-eletricos-e-voltara-aos-carros-hibridos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/industria/noticia/2024/01/chevrolet-desiste-de-ter-so-eletricos-e-voltara-aos-carros-hibridos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q6hc2fIKMPJ8xK4YduFyemUzkIU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/i/q/kE0M74QXK0WTy6nSzILg/chevrolet-volt-lt-47.jpg" /><br /> ]]>    Após sofrer cobrança dos concessionários quanto à eletrificação dos veículos, a General Motors, fabricante responsável pelos automóveis Chevrolet, decidiu mudar um pouco o curso de seu planejamento e voltar a investir no desenvolvimento de carros híbridos plug-in, em vez de partir direto para modelos 100% elétricos, como havia comunicado há alguns anos. Vale ressaltar, que a fabricante possui plano de eletrificar totalmente sua frota de automóveis e comerciais leves até 2035. 
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A decisão foi comunicada por Mary Barra, CEO do grupo, em conferência com analistas. Apesar do cenário convidativo para que o grupo passe a competir no nicho dos híbridos, não foram divulgadas datas para o lançamento de novos conjuntos mecânicos. 
Segundo concessionários da fabricante, o público atendido pela Chevrolet sente falta de um meio termo entre os modelos a combustão e elétricos; atualmente, essa posição é ocupada pelos veículos híbridos. 
GM muda de ideia e retoma investimentos para produzir carros híbridos
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Além da popularização dos híbridos, propiciando a produção desses veículos, vale mencionar que a GM enfrenta alguns problemas em suas tentativas de produzir modelos elétricos; quanto à demanda, o que leva à redução na produção de modelos, e problemas de software que atrapalham a configuração de outros carros. 
De acordo com o jornal americano The Washington Post, Barra afirmou durante a conferência que veículos selecionados da GM receberão o conjunto mecânico híbrido plug-in, com o objetivo de auxiliar na diminuição de emissão de gases, considerando que a partir de 2027 os Estados Unidos terão medidas mais exigentes para veículos a combustão. Entretanto, ainda não houve anúncio oficial sobre a implantação de veículos híbridos em outros mercados atendidos pela GM, como o Brasil. 
Mesmo assim, vale destacar o interesse da fabricante em inserir esse tipo de conjunto mecânico por aqui, como mencionou CEO da GM International, Shilpan Amin, durante visita ao Brasil na última quarta-feira (24) a intenção da empresa em atender aos interesses do público consumidor brasileiro. 
Híbridos plug-in
Veículos híbridos plug-in possuem capacidade de recarregar a bateria em fonte externa 
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Veículos híbridos plug-in (PHEVs) são aqueles que funcionam sob a possibilidade de se realizar recarga na bateria através de uma fonte de energia externa, que pode ser uma tomada doméstica, por exemplo. 
Maioria dos donos de carros híbridos não carregam seus veículos na tomada, diz estudo
Híbridos desse tipo, são equipados com baterias com maior capacidade, que armazenam mais energia e passam a ter autonomia capaz de fazer com que o carro percorra distâncias maiores apenas sob o funcionamento do motor elétrico. À título de exemplo, podemos mencionar o GWM Haval H6, que é comercializado nas versões híbrida plena e híbrida plug-in, em um cenário onde a versão plug-in possui autonomia de 113 km quando conduzida somente à bateria, segundo dados do Inmetro. 
Investimento bilionário no Brasil 
Na semana passada, o presidente da GM International, Shilpan Amin, esteve no Brasil para anunciar o investimento de R$ 7 bilhões que a fabricante fará nas cinco fábricas que operam por aqui. 
Durante a visita, marcada pelo encontro do representante da marca com o presidente Lula, Amin não descartou a possibilidade de que sejam produzidos veículos híbridos por aqui, sob a afirmativa de que a fabricante tem estratégia voltada àquilo que agrada o consumidor. 
Chevrolet Equinox EV traz conjunto mecânico elétrico em nova versão do SUV 
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Além disso, de acordo com Santiago Chamorro, presidente da GM na América do Sul, o valor do investimento será utilizado na modernização das fábricas do Brasil, sem esquecer de mencionar que novos modelos serão incorporados ao portfólio já disponível por aqui, com registro para a importação das versões elétricas dos Chevrolet Blazer e Equinox. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q6hc2fIKMPJ8xK4YduFyemUzkIU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/i/q/kE0M74QXK0WTy6nSzILg/chevrolet-volt-lt-47.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Volt é modelo híbrido da GM que nunca foi comercializado no Brasil e está fora de linha </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 31 Jan 2024 21:01:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Toyota é a marca de carro mais vendida do mundo pelo 4º ano consecutivo</title>  <atom:subtitle>Fabricante japonesa supera a Volkswagen e emplaca mais de 11,2 milhões de carros em 2023</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/toyota-e-a-marca-de-carro-mais-vendida-do-mundo-pelo-4o-ano-consecutivo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/toyota-e-a-marca-de-carro-mais-vendida-do-mundo-pelo-4o-ano-consecutivo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/A1AZ-drWnMo8-7VwDrVJnAbQmto=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/U/0/6aAtP7RzGRDJGAvASKRw/04-toyota-corolla-grs-foto-murilo-goes.jpg" /><br /> ]]>    A Toyota é a fabricante que mais vendeu carros no mundo pelo quarto ano consecutivo. Em 2023, a marca japonesa reportou alta de 7,2% em suas vendas globais, chegando ao impressionante número de 11.233.039 veículos comercializados em doze meses. 
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Assim, a Toyota superou as 9,2 milhões de unidades da Volkswagen, que ficou com a segunda colocação no ranking global. Vale lembrar que o balanço inclui todas as submarcas do grupo, como Daihatsu, Lexus e a Hino Motors (especializada em caminhões).
Outro marco global da fabricante japonesa é superar a venda de 10 milhões de unidades pelo décimo ano consecutivo — com exceção a 2020, quando a pandemia de Covid-19 reduziu seu volume anual (e de todas as outras) para 8,6 milhões. 
RAV4 é o Toyota mais vendido do mundo
Divulgação
Ainda que os resultados sejam inquestionáveis, os escândalos recentes deixam um sabor amargo para a Toyota. A fabricante fraudou um teste de colisão do Yaris Ativ na Tailândia em 2023. Depois, já em 2024, a marca descobriu que testes de emissões de três carros foram manipulados no Japão.
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“Gostaria de pedir desculpas aos nossos clientes e acionistas pelas inconveniências causadas na Toyota, Daihatsu e Hino Motors”, disse Akio Toyoda, CEO e bisneto do fundador da marca. 
De acordo com a Reuters, a Toyota planejava divulgar seu balanço global de vendas no dia 14 de fevereiro, aniversário do fundador da marca, Sakichi Toyoda. Os escândalos e irregularidades fizeram a marca readequar seu calendário. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/A1AZ-drWnMo8-7VwDrVJnAbQmto=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/U/0/6aAtP7RzGRDJGAvASKRw/04-toyota-corolla-grs-foto-murilo-goes.jpg" medium="image"/>   <media:description>Toyota Corolla GR-S</media:description>   <media:credit>Murilo Góes</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 31 Jan 2024 13:54:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Audi Q7 é reestilizado outra vez antes de nova geração</title>  <atom:subtitle>Versão atual foi lançada em 2015; visual atualizado deve permanecer até o ano que vem, quando o SUV mudará completamente</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/audi-q7-e-reestilizado-outra-vez-antes-de-nova-geracao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/audi-q7-e-reestilizado-outra-vez-antes-de-nova-geracao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/k69tWIwZDaUzPmB0DbWVEluFDys=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/M/e/SfP5qFSqWZMGjBUfNuSA/a240551-medium.jpg" /><br /> ]]>    O Audi Q7 passou pela segunda reestilização da atual geração. E deve ser a última antes do lançamento da nova geração do SUV de sete lugares, que ainda não deve virar elétrico. As mudanças foram pontuais, com pequenas alterações visuais e na lista de equipamentos. 
A gama de motores permanece igual, inclusive com o V8 para o SQ7, que tem apelo esportivo. O modelo reestilizado parte de 79.300 euros, pouco mais de R$ 426 mil na conversão direta, e chega até 112 mil euros no SQ7, que corresponde a R$ 600 mil. 
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Na dianteira, a grade troca o desenho com formatos retangulares por um design mais arredondado no estilo meio colmeia, porém, com formas bem maiores — parecido como o Q8, por exemplo. As entradas de ar agora estão em posição mais vertical e há novos os faróis de LED (posicionados um pouco mais acima do que antes) com opção de tecnologia HD Matrix e personalização para as luzes de circulação diurna. 
Em velocidades acima dos 150 km/h, o sistema ativa automaticamente o farol alto com o auxílio de 24 lâmpadas de LED para aumentar o campo de visão do motorista.
Audi Q7 está com nova grade na dianteira, mais parecida com a do Q8
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Na traseira as mudanças são bem mais discretas e a principal novidade é que agora o Q7 traz lanternas OLED com quatro assinaturas diferentes — semelhante ao Q6 e-tron. 
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Em relação aos motores, nada muda: V6 3.0 turbodiesel de 231 cv e 286 cv, e V6 3.0 a gasolina com 381 cv e 462 cv. A opção V8 4.0 biturbo com 507 cv é exclusiva da versão SQ7, que tem um design exterior cheio de detalhes pretos, ponteiras de escapamento ovais, acelera de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos e sua velocidade máxima é limitada a 250 km/h. Todos os motores trazem o mesmo câmbio automático de oito marchas com tração integral. 
Audi Q7 traz lanternas OLED a partir de agora 
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O SUV passa a oferecer como opcional no Q7 (de série no SQ7) uma suspensão pneumática controlada eletronicamente, permitindo ajuste de altura do solo em até 90 mm e com configurações especiais para a versão esportiva. 
Audi Q7 tem nove opções de configuração no interior 
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A versão de entrada com motor V6 já vem equipada de série com rodas de 19 polegadas, barras de alumínio no teto, novas costuras no interior e câmera de estacionamento com Parking Assist. Entre os opcionais, são nove opções de configuração no interior, rodas de 20 a 22 polegadas e três novas cores de carroceria: Ascari Blue, Sakhir Gold e Chili Red. 
Audi SQ7 é a versão esportiva do SUV
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Em relação ao tamanho, nada muda: são os mesmos 5,06 m  de comprimento, 1,97 m de largura, 1,74 m de altura e entre-eixos de 2,99 m. O volume do porta-malas muda de acordo com a configuração. Mesmo levando sete pessoas, a capacidade fica em bons 259 litros — número de um hatch compacto. Configurado para cinco ocupantes, o número salta para 740 litros. 
De acordo com a Audi do Brasil, o Q7 reestilizado ainda não foi confirmado para chegar ao país. 
Nova geração vem aí
Flagra da nova geração Audi Q7
Auto Express Inglaterra
A terceira geração do Q7 será lançada somente em 2025, porém, a imprensa europeia já flagrou o SUV totalmente camuflado. De acordo com o Auto Express da Inglaterra, o modelo não não deve ser elétrico nessa próxima geração, isso porque a versão camuflada mostra grade dianteira e escapamento traseiro, dando spoiler de que os motores a combustão terão mais um tempo de vida. 
De acordo com a o site britânico, o Q7deve ter motores V6 a gasolina e diesel, considerando que a Audi afirmou que vai aposentar seus motores a combustão em carros produzidos a partir do início de 2026 . 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/k69tWIwZDaUzPmB0DbWVEluFDys=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/M/e/SfP5qFSqWZMGjBUfNuSA/a240551-medium.jpg" medium="image"/>   <media:description>Audi Q7 - facelift</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 20:15:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>McLaren 750S chega ao Brasil por R$ 4 milhões e com 10 unidades vendidas</title>  <atom:subtitle>Sucessor do 720S tem praticamente o mesmo visual, mas é mais leve e, claro, mais potente</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/mclaren-750s-chega-ao-brasil-por-r-4-milhoes-e-com-10-unidades-vendidas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/mclaren-750s-chega-ao-brasil-por-r-4-milhoes-e-com-10-unidades-vendidas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0K3eEZtXDESvYIlGByRLqveZPi0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/9/n/ACkHyySpeDiuD3rwbvzA/snapinsta.app-421727467-18241914802219607-5873378681705509542-n-1080.jpg" /><br /> ]]>    As primeiras unidades do McLaren 750S já estão no Brasil. A UK Motors, importadora da marca no país, fez um evento no último sábado (27), em São Paulo, para apresentar o modelo ao público. O esportivo está à venda por aqui desde agosto do ano passado, e tinha previsão de chegada para o terceiro trimestre de 2023, como Autoesporte divulgou na época. Entretanto, chegou apenas neste mês por R$ 4 milhões e com dez unidades já vendidas. 
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Disponível nas versões, Coupé e Spider, sendo a segunda conversível, este será o último lançamento não eletrificado da fabricante inglesa, que passará a produzir veículos elétricos e híbridos. Vale ressaltar, que o 750S Spider tem preço mais alto, devido à configuração, e parte de R$ 4,2 milhões. 
O evento de apresentação do superesportivo contou com a participação de Bruno Senna, ex-piloto de Fórmula 1, que também é sobrinho do tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna. 
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É importante destacar que Ayrton Senna correu pela McLaren por seis temporada até 1993. Sendo tricampeão mundial com a equipe em 1988, 1990 e 1991. 
Ayrton Senna é homenageado em evento de apresentação do McLaren 750S
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Motor
Esteticamente o 750S pode até ser muito parecido com seu antecessor, o 720S, mas a ficha técnica do superesportivo recebe algumas alterações. Começando que o supercarro é o mais leve (1.281 kg) e mais potente da história da McLaren. O motor V8 4.0 biturbo entrega 750 cv e 81,5 kgfm. Ou seja, 30 cv e 3 kgfm a mais em relação ao 720S. 
Desempenho
O câmbio, automatizado de sete marchas com dupla embreagem banhada a óleo, teve as relações revistas para lidar com os números extras de potência e torque, além de otimizar as acelerações. Com tração traseira, o 750S acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos. Já a aceleração de 0 a 200 kh/h acontece em impressionantes 7,2 segundos. A velocidade máxima é de 332 km/h.
McLaren 750S vai de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos; 0 a 200 km/h em 7,2 s!
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Design
O McLaren 750S é uma evolução do 720S, o que justifica manter os traços do design são mantidos, mas com algumas mudanças. Um novo difusor dianteiro também foi instalado para reduzir a parte suspensa do para-choque. Os contornos dos faróis agora podem ser opcionalmente na cor da carroceria ou de fibra de carbono aparente. 
O novo para-choque traseiro e as aberturas do para-choque dianteiro também estão disponíveis no material leve. O deck traseiro foi redesenhado e alongado, e canaliza o ar para a asa traseira ativa de fibra de carbono elevada e alongada, posicionada acima do escapamento de saída central.
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A direção eletro-hidráulica passa a ter uma relação mais rápida e uma nova bomba de assistência elétrica para deixar o esportivo ainda mais mais ágil. A bitola dianteira é 6 mm mais larga e os engenheiros deram uma nova geometria a suspensão. As molas, por sua vez, são mais macias na frente e mais rígidas na traseira do que no 720S. 
Evento de apresentação do McLaren 750S contou com a presença do piloto Bruno Senna
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Com as mudanças, a McLaren pretende atender diversos quesitos ao condutor, como o conforto de condução, o controle de rolagem da carroceria, a sensibilidade da direção e o equilíbrio nas curvas. Além disso, o novo design de mola e amortecedor reduz o peso do veículo em 2 kg. Para não raspar em valetas e buracos, há a ferramenta lift, que "levanta" a dianteira em apenas 4 segundos.
No interior, a central multimídia com tela de oito polegadas tem novos gráficos e mais sensibilidade ao toque. Por ali o motorista pode operar o McLaren Control Launcher, permitindo salvar as configurações de aerodinâmica, motor, transmissão e outros parâmetros.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0K3eEZtXDESvYIlGByRLqveZPi0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/9/n/ACkHyySpeDiuD3rwbvzA/snapinsta.app-421727467-18241914802219607-5873378681705509542-n-1080.jpg" medium="image"/>   <media:description>McLaren 750S foi apresentado em evento da UK Motors no último fim de semana</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 19:04:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tesla Model Y é o primeiro carro elétrico a ser o mais vendido no mundo</title>  <atom:subtitle>SUV elétrico teve ao menos 1,07 milhão de unidades vendidas, segundo dados preliminares</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/tesla-model-y-e-o-primeiro-carro-eletrico-a-ser-o-mais-vendido-no-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/tesla-model-y-e-o-primeiro-carro-eletrico-a-ser-o-mais-vendido-no-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XEh3WAUZH16B_1KamgUSzu5sghg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/Q/A/H2o4mqTjaQOrXmgB0mpQ/tesla-model-y-.jpg" /><br /> ]]>    O Toyota Corolla foi o carro mais vendido do mundo até 2021. No ano seguinte, perdeu o posto para o SUV RAV4, da mesma marca e feito sobre a mesma plataforma, o que já era um sinal dos tempos. Agora, em 2023 a dupla da fabricante japonesa foi desbancada por um carro elétrico, o Tesla Model Y.
É a primeira vez que um carro elétrico ocupa a liderança global de venda de automóveis desde que o ranking começou a ser divulgado na década de 1980. Os dados são ainda preliminares, mas a consultoria Jato Dynamics indica que o SUV elétrico da empresa de Elon Musk teve 1,23 milhão de unidades vendidas em todo o mundo ao longo do ano passado. 
O estudo leva em conta mercados que já divulgaram seus dados anuais de vendas de veículos, que são os principais no mundo. Toda a América do Norte (Estados Unidos, Canadá e México), grande parte da Europa e da América Latina (incluindo o Brasil), além de Austrália, Rússia e, claro, a China, atual maior mercado automotivo no planeta.
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O número representa um crescimento de 64% nas vendas do Tesla Model Y em relação a 2022, quando o mesmo modelo vendeu 747 mil unidades.
Vendas do Model Y cresceram 64% em comparação aos dados de 2022 
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O Model Y tem se destacado nos dois maiores mercados de veículos elétricos do mundo. De acordo com dados divulgados pela Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis, mais de 456 mil unidades do SUV foram enviadas à China só em 2023, um crescimento de 45% na comparação com o ano anterior.
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Na Europa, o Tesla superou os emplacamentos de carros a combustão mais acessíveis, como Dacia Sandero, Peugeot 208 e Volkswagen T-Roc. Dados de 30 mercados mostram que a marca registrou mais de 255 mil unidades, 19 mil a mais que o segundo carro mais popular, o Sandero.
Na Europa o Model Y já registrou 255 mil emplacamentos 
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No Brasil o Tesla Model Y não é vendido oficialmente, mas pode ser importado de forma independente. As empresas que trazem o modelo pedem entre R$ 470 mil e R$ 650 mil.
Toyota completa o pódio
O Toyota RAV4 perdeu a liderança, mas manteve o segundo lugar no ranking global de vendas em 2023, com 1,07 milhão de unidades, segundo projeção da Jato. Os números finais devem sair somente no segundo trimestre do ano. O Corolla ficou em terceiro, com 1,01 milhão de vendas ao longo de 2023.
Teste: Toyota Corolla GR-S 2024 tem marra de esportivo, mas perde potência
Toyota RAV4 ficou com o segundo lugar no pódio dos veículos mais vendidos 
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Nenhum dos dois ainda tem versão elétrica, segmento que mostrou crescimento no ano passado, mas apostam em versões híbridas e ainda puramente a combustão. 
A consultoria ainda não divulgou o restante da lista de carros mais vendidos no mundo no ano passado.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XEh3WAUZH16B_1KamgUSzu5sghg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/Q/A/H2o4mqTjaQOrXmgB0mpQ/tesla-model-y-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Tesla Model Y é o carro mais vendido do mundo atualmente </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 29 Jan 2024 18:58:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tag de pedágio: por que é associada à placa e não ao CPF ou CNH</title>  <atom:subtitle>Modalidade para evitar filas e facilitar pagamento de taxas em rodovias, soma 12 milhões de usuários no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2024/01/tag-de-pedagio-por-que-e-associada-a-placa-e-nao-ao-cpf-ou-cnh.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2024/01/tag-de-pedagio-por-que-e-associada-a-placa-e-nao-ao-cpf-ou-cnh.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/383jJEAXM0oQT-gOvtB4CrDxH5I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/w/B/A2XmtFTBqSdYPg1mqLBg/tagvolkswagen.png" /><br /> ]]>    As tags de cobrança automática são uma alternativa para fugir das filas de pedágios em estradas, e hoje já podem ser utilizadas em outros estabelecimentos, como postos de gasolina e drive-thrus. Com mais de 20% dos veículos brasileiros utilizando o serviço, o sistema é liberado através de cadastro e vínculo de pessoa física ou jurídica junto à placa do carro, o que gera algumas limitações. Entenda o porquê esse serviço só é oferecido dessa maneira no Brasil.   
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Autoesporte conversou com as principais empresas do setor, quanto a demanda e crescimento desse nicho, bem como sobre as possibilidades de flexibilização de cadastro. Pensar que as tags devem estar conectadas diretamente a um veículo específico determina que famílias que possuem mais de um modelo na garagem devem contratar um mesmo serviço duas vezes, por exemplo. Além disso, ao locar um veículo, pessoas físicas e empresas se tornam reféns das filas, caso a frota da locadora não possua tags de cobrança. 
Representantes das empresas Sem Parar, ConectCar e Veloe explicam que a determinação de registro de tags com vínculo à placa de veículo vem das agências reguladoras de rodovias que atuam no país, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). 
De acordo com a regulamentação 01/2014 da ANTT e 4281 da Artesp, se faz como regra cadastrar uma placa por adesivo de cobrança, sendo que os números de registro devem ser enviados para os órgãos. O documento de pessoa física ou jurídica, entretanto, compõe o cadastro para determinar quem será o responsável financeiro no ato de contratação do serviço da tag. 
Sobre a ideia de permitir um cadastro único, vinculado ao CPF ou número da CNH, André Turquetto, diretor geral da empresa do setor Veloe, afirma que não há impedimentos para que haja essa flexibilização: “Limitação técnica para que o vínculo entre o dispositivo de pagamento e a chave de identificação seja alterada, para o CPF, por exemplo, não existe. Há um caminho para evoluir nesse sentido. O maior desafio, porém, é convencer as agências reguladoras a mudarem e entrarem nessa jornada junto conosco”.
Atualmente, diversas instituições bancárias oferecem suas prórpias tags de pedágio. A Veloe é responsável pela C6 Tag 
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O representante, ainda, registra que a empresa apresentou aumento na procura pelo serviço durante o segundo semestre do ano passado, o que faz do nicho um setor em crescimento. 
A ConectCar, conhecida por oferecer o serviço de cobrança automática na modalidade pré-paga, aumentou em 32% a base de clientes em 2023, quando comparada a 2022, de acordo com dados da empresa, além do uso da tag em transações de pedágios e estacionamentos, que cresceu 48%. 
O diretor de negócios e produtos da marca, Newton Ferrer, ainda menciona que muitos proprietários de veículos não são as mesmas pessoas que os conduzem: “Temos o exemplo de usuários da ConectCar que fazem o cadastro para um parente usufruir do benefício de isenção de mensalidade que conseguem por ser clientes de um dos acionistas da empresa, Itaú e Porto”. A empresa também possui parceria e oferece isenção de taxas aos carros da frota da Localiza, que oferece seus veículos com a tag. 
ConectCar possui parceria com diferentes empresas 
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A Sem Parar é a empresa que possui mais tags cadastras no Brasil. De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade (Abepam), de 60 milhões de veículos registrados no país, mais de 12 milhões contrataram o serviço das tags, o que equivale a mais de 20% da frota nacional. Desse montante, 7 milhões escolheram os serviços da Sem Parar, mais de 50% dos veículos que utilizam o sistema. 
A empresa registrou aumento de procura pelos serviços ano passado, após a chegada do sistema de cobrança Free Flow, onde os usuários realizam o pagamento através da tag ou da leitura da placa. Nos estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul a procura começou a se tornar maior, e vale ressaltar, que são as duas unidades federativas do país que arcam com esse sistema. 
Com toda essa margem de crescimento, a reportagem da Autoesporte procurou a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), buscando um posicionamento quanto a ideia de flexibilização de cadastros para os serviços de cobrança automática. Até o fechamento da matéria não recebemos retorno da ANTT. Já a Artesp comunicou em nota que:
Monitoramos o crescimento do mercado de cobrança eletrônica via tags, impulsionado pelo aumento de operadores e incentivos. No momento, não há estudos por parte da Agência para associar o cadastro do tag ao usuário, pois as tarifas são vinculadas aos veículos, e o tag é um dispositivo eletrônico fixo no automóvel.  
Atualmente, os usuários de rodovias dispõem de uma gama operadores para adotar o serviço de pedágio automático. Além disso, a iminente adoção do pedágio por pórticos (free flow) promete ampliar ainda mais esse cenário.
Pedágio Free Flow 
Pedágio Free Flow já existe no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul 
Divulgação / CCR RioSP
Sobre a modalidade Free Flow, a Abepam informou em nota:
Existem mais de 30 projetos de concessão previstos pelo governo federal para os próximos 3 anos e uma previsão de dobrar a malha rodoviária concedida neste período, passando de 25.000 km para mais de 50.000 km. Com isso, estimativas do Ministério dos Transportes preveem que a implementação do free flow como exigência nas rodovias concedidas no país deverá dobrar o uso de tags de pagamento automático em veículos nos próximos dois anos. O potencial do mercado de tags de pagamento automático é enorme e a nova tecnologia contribuirá ainda mais para a democratização deste serviço.
Pedágio Free Flow: confusão gera multas involuntárias e chega ao Procon
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/383jJEAXM0oQT-gOvtB4CrDxH5I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/w/B/A2XmtFTBqSdYPg1mqLBg/tagvolkswagen.png" medium="image"/>   <media:description>Tag de pedágio Sem Parar</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 29 Jan 2024 12:44:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Só 3 SUVs seminovos valorizaram no Brasil em 2023; veja quais</title>  <atom:subtitle>Versões de Fiat Pulse, Toyota SW4 e Hyundai Creta ganharam valor no ano passado, segundo estudo com 115 modelos e versões</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2024/01/so-3-suvs-seminovos-valorizaram-no-brasil-em-2023-veja-quais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2024/01/so-3-suvs-seminovos-valorizaram-no-brasil-em-2023-veja-quais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xMFjvg9y_BEjCZZMWgNVuzHA-aY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/O/Y/lfFsavQnOE0jvyaABLuw/fiat-pulse-audace-02.jpg" /><br /> ]]>    O Fiat Pulse Audace foi o SUV seminovo que mais valorizou ao longo de 2023, com um ganho de 3,53% do valor, seguido pelo Toyota SW4 Diamont (+ 0,78%) e pelo Hyundai Creta Ultimate 2.0 (+ 0,13%). Foram os três únicos que ganharam valor no ano passado, segundo um estudo da Mobiauto.
Quando se apura a média de todos eles, a queda foi de 9,44%, praticamente um empate técnico com a depreciação calculada pela Mobiauto (9,48%) em todo o mercado de carros seminovos. A pesquisa levou em conta as cotações em dezembro de 2022 e extraiu a variação percentual ao compará-las a dezembro de 2023. 
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O Hyundai Creta aparece com quatro versões entre os 10 modelos que menos perderam valor.
“Esse modelo foi o terceiro SUV novo mais vendido de 2023. Esse sucesso repete-se nas versões semi novas, o que já não ocorreu com os outros campeões de venda de unidades zero km”, destaca o economista Sant Clair de Castro Jr., consultor automotivo e CEO da Mobiauto. 
Trata-se de uma referência a Volkswagen T-Cross, que só aparece na 46ª posição do ranking, na versão Highline 1.4 TSI 2021 (6,99% de depreciação), e Chevrolet Tracker. A melhor versão do modelo é a Premier 1.2 Turbo 2021, na 26ª colocação, com 4,77% de desvalorização.
VW T-Cross Highline 1.4 teve 6,99% de depreciação
Bruno Guerreiro/Autoesporte
O quarto carro da lista e o primeiro a desvalorizar já saiu de linha, que é o Renault Captur Intense 2.0 2021, com a perda de somente 0,18% do seu valor. O top 5 é fechado por outro SUV em fim de carreira, o Peugeot 2008 Allure Pack 2021, com uma depreciação de 0,97%.
Entre os SUVs que mais perderam valor, o campeão foi o Hyundai Tucson GLS 2022, com a perda de 26,52% do seu valor no intervalo de um ano. Em segundo lugar vem o Mitsubishi Eclipse Cross HPE de 2022 (- 20,39%), depois o Citroën C4 Cactus THP Shine 2022 (- 20,34%) e, por fim, o Jeep Renegade Longitude 2022 (- 20,28%).
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Na parte de baixo da tabela, a Jeep aparece com três modelos — Renegade, Compass e Commander—, sendo três versões anotando depreciações acima de 18% no último ano.
“Aqui não há mistério: durante a pandemia, os modelos da Jeep foram aqueles que mais ganharam preços entre os seminovos. O que está acontecendo agora é a simples acomodação de uma distorção passada”, explica Castro Jr.
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Curiosamente, as últimas unidades são do modelo 2024/2024, o que indica que foram produzidas já esse ano. Em outubro do ano passado, o jornal argentino Ámbito Financiero havia dito que a produção seria encerrada em dezembro na fábrica de Porto Real (RJ). 
Porém, com a inclusão de exemplares 24/24 no configurador da marca, é possível que a finalização das últimas unidades tenha acontecido há poucos dias. Essa também pode ser a razão para explicar o sumiço do 2008 na rede de concessionárias. Autoesporte consultou oito lojas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Em nenhuma, havia unidades do último lote. A  maior parte ofereceu exemplares 23/24 a pronta entrega ou sob encomenda.
Como é o último 2008 nacional? 
Peugeot 2008 2023
Divulgação
A única versão disponível no site da Peugeot é justamente a topo de linha, Griffe. Traz motor 1.6 turbo de até 173 cv e câmbio automático de seis marchas. Por R$ 134.990, oferece ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos de couro, airbags laterais e de cortina, faróis com acendimento automático e central multimídia com tela de 7 polegadas. 
Ainda que seja praticamente o mesmo carro desde o lançamento, em 2015, o 2008 se mostra uma opção competitiva em um segmento que os preços normalmente já passam de R$ 150 mil.
Próxima geração será argentina
Peugeot 2008 de nova geração chegará já com facelift
Divulgação
A "última dança" da atual geração do 2008 acontece meses antes da chegada de uma versão completamente atualizada. Uma das diferenças é a origem. Em vez de Porto Real (RJ), o próximo SUV será produzido em El Palomar, na Argentina. 
Além disso, a plataforma usada será a mesma CMP do Peugeot 208 e dos Citroën C3 e C3 Aircross. O mesmo deve acontecer com os motores. O novo SUV deverá ser oferecido com o 1.0 turbo de três cilindros e 130 cv já conhecido dos brasileiros. O câmbio é automático do tipo CVT.  
Interior do novo Peugeot 2008 deve ser semelhante ao da versão elétrica vendida no Brasil atualmente
Divulgação
Também são esperadas melhorias no pacote de equipamentos, com a adoção de sistemas de auxílio à condução como alerta de saída de faixa com correção no volante, frenagem automática de emergência e alerta de ponto cego. 
Em termos de tecnologia, faróis de LED, acesso por chave presencial, partida por botão, central multimídia mais moderna e quadro de instrumentos digital devem ser os destaques. Uma referência atual é a versão elétrica do 2008, lançada no Brasil em 2022.
Versão atual some das lojas
Ainda que unidades 2024/2024 estejam disponíveis no site, só um vendedor ouvido por Autoesporte tinha conhecimento do modelo. Das oito lojas, a Green Nações Unidas, em São Paulo, e a Paris Rio, na capital fluminense, já estão com estoques esgotados da versão 2023/2024. 
Nas outras seis, a versão de entrada, Allure, está disponível a pronta entrega em todas. E com descontos. Em vez de custar R$ 109.990, como na última tabela da Peugeot, os preços vão de R$96.990 a R$ 102.390. Essa configuração tem motor 1.6 aspirado de 118 cv e câmbio automático de seis marchas. 
Em janeiro, apenas 78 unidades do Peugeot 2008 foram emplacadas em todo o Brasil. O número é inferior ao de modelos bem mais caros, como Toyota RAV4 (84), JLR Discovery (92) e Audi Q5 (108).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/oI7znaADxPOlfQn1WLXS-jtFPiI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/P/A/mnVjuKRWuWfqxneZ4xtg/peugeot-2008-2023-2-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Peugeot 2008 2023</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 18:10:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Peugeot 208 2024 fica até R$ 12 mil mais caro desde o lançamento</title>  <atom:subtitle>Versão de entrada do hatch agora parte de R$ 91.990</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/peugeot-208-2024-fica-ate-r-12-mil-mais-caro-desde-o-lancamento.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/peugeot-208-2024-fica-ate-r-12-mil-mais-caro-desde-o-lancamento.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RHQZp6dpVbiR_fk64I0rs9lTTP8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/p/2/N8CZwsSBG4cuLTGLrxug/alta-3221.jpg" /><br /> ]]>    A linha 2024 do Peugeot 208 foi lançada em julho do ano passado no Brasil. Há seis meses, o hatch (ainda sem motor turbo) tinha preços que partiam de R$ 79.990 e chegavam a R$ 105.990. Depois, em setembro, quando as versões turbinadas chegaram ao mercado, os valores alcançaram os R$ 114.990. Agora, no início do ano, o modelo já está até R$ 12 mil mais caro.
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A versão que mais encareceu foi justamente a de entrada, Like. No lançamento da linha 2024, essa configuração era vendida por R$ 79.990. No início deste ano, o valor já estava R$ 10 mil mais caro, chegando aos R$ 89.990. Agora, a variante não sai por menos de R$ 91.990. Portanto, aumento total de R$ 12 mil.
A outra versão equipada com motor 1.0, chamada de Style, também teve seus preços alterados. Neste caso, o aumento desde o lançamento foi menor: R$ 8 mil. Em julho de 2023, o hatch custava R$ 89.990. Seis meses depois, parte de R$ 97.990. 
Peugeot 208 Style ficou R$ 8 mil mais caro em seis meses
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Das três configurações equipadas com motor turbo, apenas duas ficaram mais caras: Style e Griffe. A dupla, que era vendida por R$ 109.990 e R$ 114.990, teve seus preços ajustados em R$ 1.500. Já a variante de entrada, Allure, manteve o valor inicial de R$ 99.990.
Qual versão do Peugeot 208 turbo é melhor: Allure, Style ou Griffe?
As versão com motor 1.6 aspirado, Roadtrip, continua sendo vendida por R$ 105.990. Por outro lado, a Active, que era vendida por R$ 104.990, saiu de linha. “Com a boa aceitação do público da versão 1.6 Roadtrip, a versão 1.6 Active do 208 deixa de fazer parte da gama do modelo na linha 2024/2024. Ele segue sendo comercializado nas versões Like, Style, Roadtrip, Allure, Style e Griffe, com motores 1.0 Firefly, 1.6 16V EC5 e Turbo 200", informa a Peugeot em nota.
Preços do Peugeot 208
Como é o Peugeot 208?
O carro de entrada da Peugeot no Brasil é oferecido com três opções de motorizações. As versões mais baratas, Like e Style, são equipadas com o propulsor 1.0 Firefly de três cilindros (o mesmo dos Fiat Argo e Cronos e do Citroën C3), que rende até 75 cv e 10,7 kgfm, sempre acoplado ao câmbio manual de cinco marchas.
Já as configurações mais caras, Active e Roadtrip, utilizam o motor 1.6 aspirado de 118 cv e 16,1 kgfm. Nestes casos, o câmbio é sempre automático de seis marchas.
Por fim, há ainda variantes com motor turbo, que fazem o Peugeot 208 ser o hatch de entrada mais potente do mercado. Equipado com um 1.0 turbo, também usado pela Fiat no Fastback, Pulse e Strada, entrega 130 cv e 20,4 kgfm. O câmbio é CVT.
Em relação as dimensões, são 4,05 metros de comprimento, 1,74 m de largura, 1,45 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. Com esse pacote, o hatch tem apenas 264 litros de capacidade no porta-malas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RHQZp6dpVbiR_fk64I0rs9lTTP8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/p/2/N8CZwsSBG4cuLTGLrxug/alta-3221.jpg" medium="image"/>   <media:description>Peugeot 208 Style 1.0 2023</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 16:03:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet terá SUV do Onix e híbrido anti-Compass em plano de R$ 7 bilhões</title>  <atom:subtitle>Plano de investimentos da GM até 2028 contemplará dois novos produtos, ambos SUVs, para atuar em segmentos bem diferentes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2024/01/chevrolet-tera-suv-do-onix-e-hibrido-anti-compass-em-plano-de-r-7-bilhoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2024/01/chevrolet-tera-suv-do-onix-e-hibrido-anti-compass-em-plano-de-r-7-bilhoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/shFEkJOkJhWDSexTI_PpF0C48Uo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/o/C/MZgoJlQteA7WeFeypIcA/onix-suv.jpg" /><br /> ]]>    A GM deu pouquíssimos detalhes acerca do recém anunciado ciclo de investimentos de R$ 7 bilhões para o período entre 2024 e 2028. Confirmou, apenas, que os seis lançamentos prometidos para 2024 já fazem parte do pacote. Estamos falando de Chevrolet Spin, S10 e Trailblazer renovados, além dos elétricos importados Blazer EV e Equinox EV e um sexto produto ainda misterioso.
Contempla, ainda, a renovação dos outros modelos nacionais já produzidos, como a família Onix, o Tracker e a Montana. Contudo, Autoesporte entende que o plano prevê dois produtos inteiramente novos, ambos SUVs. Um, de entrada, baseado no Onix, para concorrer com Fiat Pulse, Renault Kardian e o futuro VW A0 SUV. Outro, compacto médio, para concorrer com o Jeep Compass.
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O primeiro está em processo mais adiantado de desenvolvimento e deve ser lançado em 2026, conforme apuração do Autos Segredos. O segundo, revelado em primeira mão nesta reportagem, deve chegar entre 2027 e 2028, sendo o responsável pela estreia da tão aguardada motorização híbrida leve flex da GM no Brasil.
Chevrolet Onix SUV pode ter as lanternas interligadas de acordo com projeção
Kleber Silva @kdesignag
Como será o SUV do Chevrolet Onix
Ainda de acordo com o Autos Segredos, o SUV do Chevrolet Onix será produzido em Gravataí (RS), junto de Onix e Onix Plus. O modelo aproveitará boa parte da carroceria do hatch, incluindo os 2,55 metros de entre-eixos. Balanços dianteiro e traseiro exclusivos, além de suspensão elevada, molduras laterais e barras longitudinais de teto darão o toque visual exclusivo ao modelo.
Chevrolet Onix SUV deve usar o mesmo motor 1.0 turbo do hatch
Kleber Silva @kdesignag
O modelo deve ainda incorporar tecnologias como faróis de LED, quadro de instrumentos digital e central multimídia atualizada. Estes dois últimos herdados da nova Spin. O motor deve ser o 1.0 turboflex de três cilindros, com 116 cv de potência e até 16,8 kgfm de torque, usado pela família Onix e pelo Tracker. Contudo, esse propulsor deve passar por atualizações.
Como será o SUV híbrido da Chevrolet?
Já o inédito SUV compacto médio está previsto para ganhar as ruas apenas entre 2027 e 2028. Também usará a plataforma GEM e deve ter como ponto de partida a Montana, com suspensão traseira um pouco mais robusta que a do Tracker.
O produto tem grandes chances de ser o primeiro híbrido flex da Chevrolet no Brasil. Para isso, faria uso de um motor 1.3 turbo de três cilindros com injeção direta auxiliado por um sistema híbrido leve (MHEV) da linhagem Global e-Turbo. Sua variante apenas a combustão é usada pelo Tracker na China. Contudo, é o atual Monza chinês quem tem a versão auxiliada por um sistema elétrico de 48 Volts. Rende 165 cv de potência e 23,5 kgfm de torque.
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Linha de motores renovada
Falando nesse motor 1.3 turbo MHEV, há chances de que ele tenha sua produção nacionalizada em Joinville (SC). Junto a isso, a GM deve atualizar os motores 1.0 e 1.2 turbo da família CSS Prime já fabricados lá para atender aos novos parâmetros de emissão do Proconve L8. As novidades podem incluir a adoção de especificações com injeção direta
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/shFEkJOkJhWDSexTI_PpF0C48Uo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/o/C/MZgoJlQteA7WeFeypIcA/onix-suv.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Onix SUV</media:description>   <media:credit>Kleber Silva @kdesignag</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 25 Jan 2024 13:38:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>VW corre atrás do prejuízo e 'estuda fortemente' vender Golf R no Brasil</title>  <atom:subtitle>Hatch de 320 cv chegaria ao país para concorrer com Honda Civic Type R e Toyota GR Corolla</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/vw-corre-atras-do-prejuizo-e-estuda-fortemente-vender-golf-r-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/vw-corre-atras-do-prejuizo-e-estuda-fortemente-vender-golf-r-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7lCC03HrlI3NDz7ISQ7oScuav94=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/x/X/gqAj9aTBCRj5GtUQBnsw/volkswagen-golf-r-426.jpg" /><br /> ]]>    Enquanto os hatches médios acessíveis vão acabando, os esportivos parecem viver grande fase no Brasil. Depois da chegada do Toyota GR Corolla e do Honda Civic Type R, a Volkswagen começa a cogitar trazer o Golf R para o país.
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“O que posso dizer é que estamos estudando fortemente para trazer esse veículo para cá. Estamos estudando realmente forte, mas precisa estar tudo certinho. Queremos que o cliente seja super bem atendido”, disse Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil ao podcast A Roda.
A fala do chefão da Volkswagen no Brasil pode ser interpretada como uma necessidade de preparação para a assistência ao cliente de um esportivo.
Volkswagen Golf R vai passar por um facelift 
autoesporte
“Com a performance, com toda a tecnologia que tem embarcada nesse carro, o cliente que está no Nordeste, no Norte ou no Sul do Brasil, se ele não tiver uma assistência adequada, não funciona”, afirmou.
Possobom também se diz preocupado com a gasolina brasileira e com as calibrações que precisariam ser feitas. "[O motor pode ser o mesmo de outros modelos] Mas não é igual [em calibração]. Precisa passar por homologações."
Como é o Golf R?
O motor 2.0 turbo TSI acoplado a um câmbio de dupla embreagem e sete marchas pode parecer familiar, mas no R a preparação vai mais longe. São 320 cv de potência e 42,8 kgfm de torque despejados nas quatro rodas através do sistema de tração integral 4Motion, que distribui a força entre os eixos conforme a demanda.
Vai de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e chega aos 250 km/h de velocidade máxima. A suspensão foi ajustada para ficar dois centímetros mais próxima do chão e as molas estão 10% mais rígidas que no modelo anterior. O chassi dessa oitava geração do Golf foi acertado no icônico Nürburgring Nordschleife e a VW diz que o Golf R foi até 17 s mais rápido que o antecessor em seus testes.
Motor 2.0 turbo precisa de adaptações para a gasolina brasileira
autoesporte
O visual é tão invocado quanto o acerto mecânico. Há rodas de 19 polegadas, saias, aletas aerodinâmicas, spoiler integrado ao teto, difusor e quatro saídas de escapamento. Por dentro, o Golf R aposta na cor azul nas costuras, logotipo nos bancos e no volante. O painel de instrumentos é digital com novos grafismos, a central multimídia tem 10,2 polegadas e a “alavanca do câmbio” é no melhor estilo Porsche 911 (ou Renault Kardian): é só um pequeno joystick.
Interior do Golf R segue estilo mais limpo
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Vale lembrar que o Golf R com o visual atualizado ainda não foi revelado pela Volkswagen. Por enquanto, apenas as versões "civis" e as variantes esportivas mais leves, GTI e GTE foram apresentadas com facelift. 
Assim, caso a VW decida mesmo trazer a versão mais extrema de seu hatch médio, deve fazer quando a versão atualizada for lançada, daqui alguns meses. 
Concorrência
Honda Civic Type R e Toyota GR Corolla serão concorrência pesada para o Golf R, se a Volks trouxer o hatch
Fabio Aro
Entre os hatches esportivos que desembarcaram no Brasil, o primeiro a chegar foi o Honda Civic Type R, que custa R$ 429.900. Ele vem com um motor 2.0 turbo de 297 cv com o câmbio manual de seis marchas. Esse conjunto fez o Civic chegar aos 100 km/h em 6,9 segundos no nosso teste.
Depois veio o Toyota GR Corolla, disponível a partir de R$ 416.990. O motor é um 1.6 turbo de três cilindros com câmbio também manual de seis marchas, mas com tração integral. A do Civic é só dianteira. Antes de duvidar do pequeno 1.6, saiba que ele rende 304 cv de potência e faz o Corolla hatch chegar aos 100 km/h em 6,7 segundos, dois décimos mais rápido que o rival 2.0. Mas os dois ficam bem atrás do Golf. Se ele vier mesmo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7lCC03HrlI3NDz7ISQ7oScuav94=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/x/X/gqAj9aTBCRj5GtUQBnsw/volkswagen-golf-r-426.jpg" medium="image"/>   <media:description>volkswagen_golf_r_426</media:description>   <media:credit>autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 24 Jan 2024 12:48:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Linha do tempo: Hyundai Creta é o SUV que vende muito, mas nunca foi líder</title>  <atom:subtitle>SUV lançado em 2016 sempre emplacou mais de 40 mil unidades anuais e figura entre os mais vendidos da categoria</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/linha-do-tempo-hyundai-creta-e-o-suv-que-vende-muito-mas-nunca-foi-lider.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/linha-do-tempo-hyundai-creta-e-o-suv-que-vende-muito-mas-nunca-foi-lider.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nJVzuCBmTDRZWgchgsEbgVfGTgk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/K/X/M0vDMHQh29mZyg5TSxqw/hyundai-creta-platinum-016.jpg" /><br /> ]]>    O Hyundai Creta foi lançado em dezembro de 2016 no Brasil e pode se orgulhar de duas coisas: nunca vendeu menos de 40 mil carros por ano e sempre ficou entre os cinco SUVs mais vendidos do país. Autoesporte relembra a trajetória deste protagonista do segmento mais disputado do mercado nacional, mesmo com o visual polêmico adotado em 2021. 
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O Creta foi uma das principais atrações da 29ª edição do Salão do Automóvel, em novembro de 2016. O SUV chegou com duas opções de motor: 1.6 de 130 cv, com câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas, e 2.0 de 166 cv somente com transmissão automática. Fabricado em Piracicaba (SP) — mesmo local do HB20 com quem compartilhou o motor 1.6 —, o modelo chegou às concessionárias no início de 2017 com preços entre R$ 72.990 e R$ 99.490. 
Hyundai Creta chegou ao mercado em janeiro de 2017
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O foco da Hyundai era disputar mercado com os então líderes do segmento, Honda HR-V e Jeep Renegade — ambos com mais de 50 mil vendas em 2016. O Nissan Kicks também foi lançado neste mesmo ano durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Podemos considerar 2016 como o início da segunda onda de SUVs no Brasil (que só cresce até hoje). 
Em 2015, a categoria representou 14,8% do total de carros novos vendidos, número que saltou para 17,9% em 2016 e tinha tendência de alta para 2017. Portanto, o Creta chegou em um momento bem propício.
Hyundai Creta foi lançado em versões com motor 1.6 e 2.0
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Dimensões e equipamentos
Para desbancar os rivais, a Hyundai apostava em alguns atributos do Creta, como bom espaço interno com 2,59 m de entre-eixos: 2 cm maior que Renegade, mas 2 cm menor que o HR-V. O porta-malas era um pouco menor do que do rival japonês (437 litros), entretanto, com bons 431 llitros. 
A lista de equipamentos de série também era boa. A versão de entrada, Attitude manual, oferecia rodas de liga leve de 16 polegadas, acabamento de couro na alavanca de câmbio, monitoramento de pressão dos pneus, Isofix, alarme, sistema Stop &amp; Go, ar-condicionado, ajustes de altura e profundidade do volante, ajuste de altura banco do motorista, vidros elétricos, retrovisores elétricos e direção elétrica.
Por pouco mais de R$ 5 mil extras, a versão Pulse com o mesmo conjunto mecânico trazia acabamento de couro nos apoios de braços das portas e central, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência, faróis de neblina e sensor de estacionamentos traseiro.
Hyundai Creta Prestige foi lançado em interior em duas cores 
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A opção mais cara, Prestige 2.0 com câmbio automático, encostava na faixa dos R$ 100 mil, mas oferecia de série ótimos equipamentos, além de tudo que já mencionado, com destaque para: seis airbags, central multimídia com tela de 7 polegadas, compatível com Apple CarPlay e Andoroid Auto, DRL de LED, banco do motorista com ventilação, ar-condicionado digital e partida por botão. 
O segmento de SUVs realmente cresceu em 2017 e a fatia total de mercado foi para 22,3% — alta de 4,4%. E o Creta fechou seu primeiro ciclo no mercado na terceira posição, com 41.625 emplacamentos, atrás apenas do HR-V (47.775) e Jeep Compass (49.187), que atingia outro público. 
Em 2018, o Creta manteve um ótimo ritmo de vendas e emplacou 48.976 unidades, ficando atrás apenas do Compass novamente (60.284). Vale ressaltar que dessa vez o modelo da Hyundai foi líder entre os SUVs compactos, porém, não do segmento como um todo.
Hyundai Creta 2020 mudou o para-choque dianteiro 
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Para 2019, o Creta passa por uma leve atualização no visual. Ficou com novos para-choques dianteiros e traseiros, e a opção mais cara da gama, a Prestige, trouxe novo design das lanternas na traseira. O modelo seguiu muito bem nas vendas, mesmo com a chegada de outros rivais, como o Volkswagen T-Cross, que oferecia motores turbo em toda a gama — algo pioneiro para o segmento na época. 
No ano, foram 57.460 vendas do Creta e o 3º lugar entre os SUVs mais vendidos, atrás apenas da dupla da Jeep: Renegade e Compass. 
Hyundai Creta 2020 Prestige (Foto: Divulgação)
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Chega 2020 e mais um rival de peso surge: o novo Chevrolet Tracker, que também vinha equipado somente com motores turbo na gama. O HR-V também já tinha a opção de motor 1.5 turbo na versão topo de linha, a Touring. O desejo do brasileiro de ter um SUV turbinado só aumentava. 
Com o crescimento dos rivais e diversas dificuldades naquele ano de 2020, muito em função do impacto que a pandemia do coronavírus causou no mercado, o Creta teve o seu pior desempenho desde o lançamento na posição do segmento: 5º lugar. Ainda assim, foram 47.757 emplacamentos. 
Em 2021 houve a grade revolução do Creta no mercado brasileiro. Em agosto daquele ano, o novo Creta foi lançado com um visual muito polêmico e bem diferente das linhas mais conservadores do anterior. E finalmente recebeu motor turbo para melhor enfrentar os seus rivais. Os preços começavam em R$ 107.490 e chegavam até R$146.990. 
Novo Hyundai Creta apresentado em 2021 
Bruno Guerreiro/Autoesporte
O SUV veio equipado com o mesmo motor três cilindros 1.0 turbo que estreou na família HB20, lá em 2019. Não houve qualquer mudança nos números e o Creta continuou com os mesmos 120 cv e 17,5 kgfm de torque. O motor 2.0 foi mantido, assim como uma versão com o mesmo visual do Creta "antigo" e propulsor 1.6. 
O SUV teve atualizações na plataforma, mas manteve a mesma do modelo anterior. O porte aumenta um pouco: são 4,30 metros de comprimento (+1 cm), 2,61 m de entre-eixos (+ 2 cm) e 1,79 m de largura (+ 1 cm). A altura permaneceu em 1,63 m. Já o porta-malas encolheu de 431 litros para 422 l.
Na parte tecnológica, o Creta trouxe diversos equipamentos, com destaque para frenagem automática de emergência e controle de cruzeiro adaptativo. Além disso, o SUV ainda ofereceu seis airbags em todas as versões, e opções com câmera 360º, central BlueNav com tela de 10,25", alerta de ponto cego, freio de estacionamento eletrônico e teto solar panorâmico, por exemplo. 
Novo Hyundai Creta também causou muita polêmica na traseira
Bruno Guerreiro/Autoesporte
Apesar de toda a polêmica do visual, o motor turbo e as tecnologias fizeram o Creta ter o melhor volume de vendas até então. Em 2021 foram 64.759 emplacamentos e novamente a medalha de bronze do segmento, atrás, novamente, de Compass e Jeep. 
De 2021 para 2022 o Creta apresentou queda de pouco mais de duas mil vendas e ficou no 4º lugar da categoria 62.651 com licenciamentos. Seu auge veio no ano passado, quando mais de 65 mil unidades novas do SUV foram parar nas ruas brasileiras. 
Confira a tabela com o desempenho de vendas do Creta desde o lançamento: 
Vendas do Hyundai Creta 
Atualmente o Creta ainda tem a versão mais simples com o visual antigo, o Creta Action, que custa R$ 116.990. De resto, os preços vão de R$ 135.390 até R$ 179.890. 
O SUV sempre teve um volume bem constante de vendas. A única queda expressiva foi de 2019 para 2020, porém, muitas modelos passaram por isso com os efeitos da pandemia. O Creta começa 2024 vindo do seu melhor ano e em 2025 vai mudar de novo — Autoesporte já antecipou o que deve vir ao Brasil. Será que a liderança do segmento deve vir nos próximos dois anos? Façam suas apostas, porque o interesse por SUV no país só aumenta, afinal 45,5% dos carros novos vendidos já são SUVs. 
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Começando pelo Kwid, o hatch subcompacto recebeu comando de regulagem de altura do farol, indicadores laterais de direção e abertura do porta-malas com acionamento elétrico. Vale lembrar que o hatch já era oferecido com controle de estabilidade antes da obrigatoriedade.
Renault Kwid Zen 2023
Divulgação
Para a dupla Stepway e Logan, as novidades são comando de regulagem de altura do farol, indicador lateral de direção e sistema de controle de estabilidade. Por fim, a Oroch recebeu comando de regulagem de altura do farol em todas as versões. 
Renault Stepway é versão aventureira do Sandero que sobrevive até hoje
Divulgação
Vale lembrar que não se trata do lançamento de uma nova linha, e sim da adição de novos equipamentos aos modelos 2024. 
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Novidades do ano
Kardian terá três níveis de acabamento no Brasil, além de uma versão de lançamento
Renan Bandeira/Autoesporte
Além da atualização de Kwid, Stepway, Logan e Oroch, a Renault prepara o lançamento do Kardian, seu novo SUV compacto. O modelo inédito produzido em São José dos Pinhais (PR) chegará às lojas em março, com versões variando entre R$ 120 mil e R$ 140 mil.
A tendência é que o Kardian seja a única novidade da Renault para 2024. No ano seguinte, porém, a marca pode apresentar novos carros, como o sucessor do Duster e até a próxima geração da Oroch (antecipada no ano passado, como um conceito).
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A linha Cruze deixou de ser fabricada na Argentina ainda no ano passado para que a produção do SUV Tracker fosse ampliada. Segundo o site da Chevrolet, há apenas quatro unidades em estoque em todo o país. Porém, quem pensa que um carro saindo de linha pode estar em promoção, se enganou. Todas estão disponíveis com preço na faixa do pedido em tabela: R$ 169.670.
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No ano passado, apenas 433 unidades do hatch foram emplacadas. Em 2022 haviam sido 1.398. Um ano antes, 1.733 emplacamentos.
Chevrolet Cruze Sport6 teve a última mudança na linha 2022; desde então, só é vendido na versão RS 
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O motor é sempre 1.4 turbo de 153 cv de potência e 24,5 kgfm de torque acompanhado do câmbio automático de seis marchas que equipou as demais versões —além da esportiva— que saíram de linha antes dela.
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A decrescência nas vendas e o gosto do público pelos SUVs fizeram com que o hatch chegasse ao fim da vida somente na versão RS com visual esportivo e pacote fixo de equipamentos. Ele inclui itens como seis airbags, rodas de 17 polegadas, teto solar e central multimídia com internet integrada e wi-fi.
As últimas unidades
Chevrolet Cruze Sport6 RS vendeu menos de 500 unidades em 2023 
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Das quatro unidades restantes, duas estão em Curitiba, sendo uma na cor branca e outra na cor preta. As outras duas são vermelhas e estão no Rio Grande do Sul: uma em Encantado e outra na capital Porto Alegre.
Apesar dos últimos suspiros, nenhuma delas dá desconto, pelo contrário. Somente o carro preto de Curitiba está no preço de tabela, ou seja, R$ 169.670. 
Chevrolet Cruze Sport6 tinha motor 1.4 turbo
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As outras estão mais caras. O carro branco, também na capital paranaense, é oferecido por R$ 170.580, pouco menos que os R$ 170.990 do Cruze vermelho de Encantado. O carro de Porto Alegre é o mais caro, com R$ 171.670 na pedida.
O Chevrolet Cruze foi lançado no Brasil em 2012 para substituir o Vectra GT no segmento de hatches médios. Chegou com motor 1.8 de 144 cv de potência e 18,8 kgfm de torque. Na linha 2017 veio a segunda e atual geração já com mecânica atualizada, o 1.4 turbo de 153 cv. O câmbio sempre foi automático de seis marchas.
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O carro foi apresentado na semana passada com apenas uma imagem da dianteira e é justamente ai que está a maior referência aos SUVs. O capô mais alto e horizontal denuncia isso. A grade ficou maior, com divisões que dão um ar mais robusto e que já aproveitam e cortam os faróis. Todas essas linhas são bem características de SUVs. 
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Outra alteração na frente é que o logotipo da fabricante continua posicionado na barra que divide a grade, porém, agora sua posição é mais elevada para dar mais robustez. 
Nova Chevrolet Spin tem um cara um pouco mais de SUV
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A traseira, ainda não mostrada de forma oficial, deve manter características do modelo atual, estreando apenas um novo arranjo de iluminação. Até o formato das lanternas deve permanecer. Para aproximar a Spin de outros carros da marca, o modelo deverá ter uma barra entre as lanternas, como na Montana. 
A traseira da nova Chevrolet Spin não revelada em a camuflagem
Gustavo Henrique Carnib
Pela única imagem divulgada do interior, a nova Spin tem o painel de instrumentos digital inédito e a central multimídia com telas praticamente integradas, como acontece com a caminhonete Silverado. O modelo também terá a última geração do sistema de conectividade Chevrolet MyLink. 
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O modelo vai continuar à venda com opções de cinco e sete lugares. De acordo com a Chevrolet, a minivan está ligeiramente mais alta, devido a ajustes na suspensão. Porém, não espere por mudanças mecânicas. A Spin vai manter o motor 1.8 aspirado, capaz de desenvolver 111 cv de potência e 17,7 kgfm de torque. O câmbio poderá ser manual ou automático, de cinco e seis velocidades, respectivamente.
Nova Chevrolet Spin 2025 terá telas praticamente integradas 
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OnStar com Wi-Fi nativo, atualização remota de sistemas eletrônicos do carro e myChevrolet app também estarão presentes na lista de equipamentos. A Chevrolet não especifica, mas diz que a nova Spin terá um conjunto de pacote de segurança bem completo. 
Os preços certamente serão mais altos dos que os atuais: R$ 106.670 a R$ 139.470. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-1RAVzy9fp_ghFXub2sjPYjSjrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/p/B/uLrBUgTveHHOlYhANPkw/nova-chevrolet-spin-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nova Chevrolet Spin 2025</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 18:18:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Caminhonete da BYD que vem ao Brasil será híbrida flex e pode já ter nome</title>  <atom:subtitle>Fabricante chinesa estaria estudando até a produção local da picape, enquanto registra o sugestivo nome Shark no INPI brasileiro</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/caminhonete-da-byd-que-vem-ao-brasil-sera-hibrida-flex-e-pode-ja-ter-nome.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/caminhonete-da-byd-que-vem-ao-brasil-sera-hibrida-flex-e-pode-ja-ter-nome.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tVd5gzuzgL0Lx0Kh84ZOWIrhcmQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Q/J/GWCPBcQAWlih1C7bI2Pg/8057f1d8-6fb1-41c5-87b5-e24b26810842.jpg" /><br /> ]]>    A BYD já confirmou que planeja lançar uma caminhonete híbrida plug-in de porte médio no Brasil em 2024. Na última semana, o Valor Econômico publicou informações adicionais sobre o projeto, com algumas boas surpresas. A primeira é que a picape será híbrida flex em nosso mercado. A segunda é que há chances de ela ser produzida na fábrica que a marca chinesa está construindo em Camaçari (BA).
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Para completar, Autoesporte descobriu que a fabricante sediada em Shenzen, no Sul da China, registrou recentemente no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) o nome Shark, que se torna sério candidato a ser usado pelo utilitário. Afinal, não há nenhum outro produto da marca nomeado dessa maneira em oferta, seja no Brasil ou em outros mercados. 
Caminhonete BYD híbrida foi registrada como Shark no Brasil
Cauê Lira
Como ainda não lançada sequer na China, a picape não teve seu nome oficialmente revelado pela empresa até agora. Contudo, especula-se que ela fará parte da linha Ocean, cujos produtos remetem a seres marinhos. Da mesma família fazem parte o Dolphin (golfinho, em português) e o Seal (foca). Shark, em inglês, significa tubarão.
Sua possível produção local, porém, não ocorreria antes de 2025, quando a fábrica de Camaçari estará efetivamente pronta para operar.
Interior ainda estava bastante coberto
Cauê Lira
Como será a BYD Shark
Chamando Shark ou não, a nova picape da BYD chegará ao Brasil em configuração híbrida plug-in (PHEV), com recarga externa. O conjunto une um motor 1.5 turbo de quatro cilindros e ciclo Miller, que sozinho rende cerca de 140 cv, a outros dois elétricos, um dianteiro e um traseiro, gerando uma potência combinada de quase 500 cv.
Informações como proporções, capacidade de carga, volume da caçamba e pacote de equipamentos não foram reveladas. Entretanto, flagras obtidos pelo site coreano Autospy mostram que a nova picape terá um estilo semelhante ao da Ford F-150 Lightning, além de central multimídia com tela flutuante e computador de bordo digital. O porte deve ser similar ao de uma Toyota Hilux ou Ford Ranger.
Além da versão híbrida plug-in, a possível BYD Shark ganhará uma versão totalmente elétrica. O site Car News China repercute que, nessa configuração, a picape será vendida com um motor traseiro nas versões de entrada e dois motores (montados um sobre cada eixo) a partir dos pacotes intermediários. Esta não estaria nos planos para o Brasil no momento.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tVd5gzuzgL0Lx0Kh84ZOWIrhcmQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/Q/J/GWCPBcQAWlih1C7bI2Pg/8057f1d8-6fb1-41c5-87b5-e24b26810842.jpg" medium="image"/>   <media:description>Caminhonete BYD híbrida</media:description>   <media:credit>Cauê Lira</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 14:06:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Honda CR-V: o que sabemos sobre o SUV que volta híbrido ao Brasil</title>  <atom:subtitle>Com e mesma mecânica do Accord, utilitário esportivo chegará ainda neste primeiro semestre</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/honda-cr-v-o-que-sabemos-sobre-o-suv-que-volta-hibrido-ao-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/honda-cr-v-o-que-sabemos-sobre-o-suv-que-volta-hibrido-ao-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/V9pCLxfjfz0sOp51YCMRW80X0zY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/W/Z/a26CirSa21C4Ql0asH2w/honda-cr-v-e-hev-2.jpg" /><br /> ]]>    O Honda CR-V já não está no mercado brasileiro desde o fim da geração anterior, mas a nova já tem data para chegar. Prometido agora para janeiro, mas que deve ficar para pelo menos até o fim do semestre, o SUV voltará a ser vendido no Brasil, mas dessa vez com mecânica híbrida.
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O CR-V será o terceiro produto eletrificado prometido pela empresa. Civic e Accord já vieram. O sedã grande, aliás, é quem vai ceder o conjunto motriz para o SUV.
Como é o CR-V?
O CR-V será o terceiro produto eletrificado prometido pela empresa 
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O visual da atual geração não traz grandes novidades. As lanternas seguem escalando as colunas “C”, mas agora fazem um “L” na tampa do porta-malas. Pois é, ficou bem parecido com os SUVs da Volvo.
A frente segue o padrão usado pelos outros carros da Honda, com faróis finos ligados à grade formando um “T”. O SUV também ficou maior. Agora ele é 1 cm mais largo, 6,8 cm mais comprido e tem 4 cm a mais entre os eixos.
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Por dentro, o visual é parecido com o que vemos em Civic, Accord e ZR-V. Painel de portas e frontal terão revestimento macio ao toque e emborrachado. Uma faixa horizontal, como a do Civic, terá acabamento em grelha para esconder os difusores do ar-condicionado.
interior é bem parecido com o dos novos HR-V e Civic vendidos atualmente no Brasil
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Tem ainda multimídia com tela de 12,3 polegadas com conexão de celulares sem fio e o painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas. O SUV ainda oferecerá freio de estacionamento eletrônico, sistema auto-hold, seletor de modos de condução no console central, carregador por indução e pacote de segurança Honda Sensing.
Mecânica
Trata-se do mesmo conjunto do Accord que combina um motor térmico 2.0 16V aspirado, que trabalha em ciclo Atkinson, de 145 cavalos de potência e 17,8 kgfm de torque, com outros dois elétricos. Estes ficam posicionados dentro de uma “caixa de câmbio” chamada e-CVT, que é o que transmite movimento para as rodas.
No caso do CR-V, a tração será nas quatro rodas, diferente do Accord, com tração somente dianteira.
O motor é um 2.0 16V aspirado de 145 cavalos de potência e 17,8 kgfm de torque, com outros dois elétricos
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Um dos motores elétricos trabalha como gerador de energia, enquanto o segundo é de tração. O último entrega 184 cv de potência e 34,1 kgfm de torque e é responsável por tracionar o modelo na maior parte do tempo. 
O propulsor térmico movimenta as rodas apenas em velocidades de cruzeiro mais altas, quando entra em seu ciclo mais eficiente de trabalho e consumo, produzindo menos gases poluentes. De forma combinada, são 207 cv de potência.
Preços
CR-V deve custar mais de R$ 330 mil 
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Partindo do princípio de que a Honda pede R$ 332.400 pelo Accord, é difícil acreditar que o CR-V custe menos do que isso. Para se ter uma ideia, o principal rival do SUV seria o Toyota RAV4 Hybrid, vendido no Brasil por R$ 349.290.
As duas japonesas, no entanto, ficam bem acima dos rivais chineses. O BYD Song Plus, que é híbrido plug-in, custa R$ 229.800 enquanto o GWM Haval H6 híbrido sai por R$ 214 mil e o plug-in por R$ 269 mil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/V9pCLxfjfz0sOp51YCMRW80X0zY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/W/Z/a26CirSa21C4Ql0asH2w/honda-cr-v-e-hev-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda CR-V E:HEV</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 12:16:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo CEO da Stellantis confirma 1º híbrido flex da empresa já em 2024</title>  <atom:subtitle>Grupo é composto no Brasil pelas marcas Fiat, Jeep, Citroën, Peugeot e Ram</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/novo-ceo-da-stellantis-confirma-1o-hibrido-flex-da-empresa-ja-em-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/novo-ceo-da-stellantis-confirma-1o-hibrido-flex-da-empresa-ja-em-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/eFM1_Uac2JOW1LfrfUYe6lxt9DI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/m/Q/gD7qclSXAvrZ6YYOoAJg/03112023-foto-leo-lara-img-0466-654a855b0f1e3.jpg" /><br /> ]]>    O primeiro veículo (ou primeiros, quem sabe) híbrido flex da Stellantis chegará ao mercado brasileiro já em 2024. A confirmação veio do novo presidente do grupo na América do Sul, Emanuele Cappellano, durante conversa com jornalistas nesta sexta-feira (19).
Saiba-mais taboola
O grupo Stellantis é composto no Brasil pelas marcas Fiat, Jeep, Citroën, Peugeot e Ram, além da marca de peças originais Mopar. O encontro também serviu para confirmar a aquisição de outra empresa, a DPaschoal, que passará a ter a Stellantis como acionista majoritária para expandir a atuação da companhia ao mercado de peças de reposição multimarca fora do período de garantia.
Essa é a plataforma híbrida da Stellantis
André Paixão
Cappellano não abriu detalhes de qual será o modelo, a marca ou a tecnologia escolhidas para a estreia. A futura família Bio-Hybrid de produtos híbridos será composta de três tipos de motorização eletrificada: híbrida leve de 12V (Bio-Hybrid), híbrida plena (Bio-Hybrid e-DCT) e híbrida com recarga externa (Bio-Hybrid plug-in).
Entretanto, a própria Stellantis já havia apontado que a fábrica de Goiana (PE) será a responsável pela estreia. Lá, são produzidos os Jeep Renegade, Compass e Commander, além da Fiat Toro e da Ram Rampage. 
Jeep Compass pode ser o 1º híbrido flex da empresa
Divulgação
Autoesporte aponta que há grandes chances de os escolhidos serem Jeep Compass e Jeep Commander. Isso porque protótipos dos SUVs já estão rodando e a dupla precisa recuperar mercado em relação aos rivais chineses BYD Song Plus e GWM Haval H6. 
A configuração híbrida plug-in (PHEV), com recarga externa, o mesmo conjunto do atual Compass 4xe, seria uma escolha lógica. Mas a variante HEV com câmbio automatizado de dupla embreagem é outra candidata. Ambos viriam aliados ao motor 1.3 turbo flex de até 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque.
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Como são as tecnologias Bio-Hybrid?
Híbrido leve
O primeiro tipo de motorização, chamado de híbrido leve, tem um motor elétrico no lugar do alternador (como se fosse um superalternador), com 3 kW de potência. O sistema híbrido leve ainda tem uma bateria de lítio-íon de 12 volts. O conjunto trabalha nas partidas e tira o carro da inércia, o que ajuda a economizar combustível. É parecido com o que vemos no Kia Sportage, por exemplo.
Híbrido convencional
O Bio Hybrid e-DCT trabalha como um híbrido convencional. Nele, uma bateria de 48 volts de íons de lítio abastece dois motores elétricos, um que trabalha no lugar do alternador e outro substitui o motor de partida. Os carros que receberem essa tecnologia poderão rodar em modo elétrico, térmico ou híbrido (com motor elétrico e a combustão tracionando juntos as rodas).
Híbrido plug-in
O último esquema híbrido é o Bio-Hybrid Plug-in. Este tem uma bateria de lítio-íon de 380 V, que pode ser recarregada de forma externa, por tomada, ou por regeneração. Assim como o anterior, o veículo pode rodar em modo elétrico, térmico ou híbrido. A maior diferença, além da recarga, é que esse sistema tem mais autonomia em modo só elétrico
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/eFM1_Uac2JOW1LfrfUYe6lxt9DI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/m/Q/gD7qclSXAvrZ6YYOoAJg/03112023-foto-leo-lara-img-0466-654a855b0f1e3.jpg" medium="image"/>   <media:description>Emanuele Cappellano - CEO da Stellantis</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 19 Jan 2024 18:25:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Citroën C3 é o novo carro mais barato do Brasil; veja em quais condições</title>  <atom:subtitle>Fabricante faz promoção para duas versões com motor 1.0 e uma opção com motor 1.6</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/citroen-c3-e-o-novo-carro-mais-barato-do-brasil-veja-em-quais-condicoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/citroen-c3-e-o-novo-carro-mais-barato-do-brasil-veja-em-quais-condicoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/fCJVqHDYl57YMwuTNGv6kF3NMog=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/X/RWgCasQBuOnLTexvV0vg/citroen-c3-feel-1-.jpg" /><br /> ]]>    O Citroën C3 é o carro mais barato do Brasil, pelo menos por enquanto. Com desconto promocional, o preço cai de R$72.990 para R$ 67.990 na versão Live, de entrada, deixando o modelo mais em conta do que Renault Kwid (R$ 71.190) e Fiat Mobi (R$ 71.990). Entretanto, você precisa saber que para pagar o valor mencionado pelo hatch francês, existem algumas condições. 
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Nos termos gerais da promoção, a Citroën divulga o seguinte: 
"Condição válida para C3 Live 1.0 MT, 2023/2024, todas as cores, sem opcionais, no valor à vista de R$72.990, por R$67.990. Oferta válida exclusivamente para pessoa física que adquirir, na modalidade varejo, entre o período de 08/01/2024 a 07/02/2024, ou enquanto durar o estoque de 200 unidades, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Frete incluso. Oferta não cumulativa com outras ofertas vigentes da Citroen ou da Rede de Concessionárias Citroen. Consulte os demais termos, condições, estoque, preços praticados pela sua região, configurações e características dos veículos disponíveis em uma concessionária Citroen participante e/ou no site da Citroen (inserir endereço do site) Imagem meramente ilustrativa. Para mais informações, entre em contato com a central de relacionamento Citroen: 0800 011 2020. Paz no trânsito, começa por você". 
Ou seja, para ter o desconto de R$ 6.000, a compra precisa ser feita à vista, até o dia 7 de fevereiro e somente 200 unidades dessa versão estão disponíveis. Outras opções da gama também estão exatamente com as mesma oferta. Caso da Feel, que vai de R$83.990 para R$78.490 — neste caso, desconto de R$ 5.550. Ambas são equipadas com o motor 1.0 Firefly três cilindros de 75 cv e 10,7 kgfm, sempre com câmbio manual de cinco marchas. 
Citroën C3 está com desconto em três versões 
Ulisses Cavalcante/Autoesporte
A configuração Feel Pack está com desconto de R$ 5.000, passando de R$99.990 para R$94.990. Neste caso, o carro vem com motor 1.6 quatro cilindros de 120 cv e 15,7 kgfm, com câmbio automático de seis marchas. 
Para saber os equipamentos de série de cada versão do C3, basta clicar aqui. 
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Compra pela internet
A Citroën é uma das poucas marcas que oferecem o serviço pela internet. Nestes casos, o consumidor consegue montar o carro no configurador e escolher a forma de pagamento. A concessionária só é envolvida para a revisão e, claro, para a própria entrega ao cliente.
O pagamento pode ser à vista no boleto ou em duas formas de financiamento: o tradicional de até 100% do valor e em até 60 parcelas, ou o personalizado, onde o cliente escolhe o valor da entrada, das parcelas residuais e o prazo de pagamento.
Citroën oferece possibilidade de compra totalmente pela internet 
Demetrios Cardozo/Autoesporte
A marca ainda abre contato com um vendedor via Whatsapp para facilitar a transação através do site da Citroën. O volume de venda nessa modalidade, no entanto, não é revelado pela montadora.
O mesmo vale para outra marca do grupo Stellantis, a Peugeot, que utiliza o sistema para vender toda a sua linha online. Outras marcas do grupo, como Fiat, Jeep e Ram, encaminham o cliente para a busca de concessionárias mais próximas.
Venda via Mercado Livre
A GWM foi além de vender carros pelo seu site. Em sua chegada ao Brasil, a montadora chinesa fechou parceria com a loja virtual Mercado Livre, uma das mais conhecidas do país.
Para comprar, o cliente precisa preencher um formulário, pagar um sinal — que no caso do Ora 03 é de R$ 9.000 — via pix ou boleto. O restante do processo, como o financiamento ou a quitação à vista, será feito através de uma concessionária.
Demais marcas, como a BMW e a Mercedes-Benz, disponibilizam em seus sites os estoques das concessionárias, mas não efetuam a venda em si. Para concluir a compra, o cliente precisa fazer contato com a revenda de forma tradicional.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/fCJVqHDYl57YMwuTNGv6kF3NMog=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/8/X/RWgCasQBuOnLTexvV0vg/citroen-c3-feel-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Citroën C3</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 19:34:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova Chevrolet Spin tem cara de Toro e painel mais moderno que o Tracker</title>  <atom:subtitle>Minivan reestilizada será apresentada ao público pela primeira vez durante o BBB 24</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/nova-chevrolet-spin-tem-cara-de-toro-e-painel-mais-moderno-que-o-tracker.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/nova-chevrolet-spin-tem-cara-de-toro-e-painel-mais-moderno-que-o-tracker.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-1RAVzy9fp_ghFXub2sjPYjSjrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/p/B/uLrBUgTveHHOlYhANPkw/nova-chevrolet-spin-1-.jpg" /><br /> ]]>    A nova Chevrolet Spin é finalmente revelada depois de muitos flagras com camuflagem. A minivan com mais um facelit fará sua primeira aparição pública durante o programa BBB 24 e seu lançamento está previsto para acontecer até o final de março. Sua semelhança com a Fiat Toro na dianteira chama atenção.  
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A Chevrolet divulga apenas uma imagem da dianteira, mas é justamente onde as principais mudanças estão concentradas. A grade ficou bem maior e mais robusta do que a atual, remetendo ao design do Tracker, mas os faróis de LED — divididos em duas partes — lembram muito o visual da Toro, principalmente pelo filete da parte superior posicionado logo abaixo do capô. Os faróis principais fica abaixo, em uma espécie de segundo nicho.
Outra alteração na frente é que o logotipo da fabricante continua posicionado na barra que divide a grade, porém, agora sua posição é mais elevada para dar mais robustez. 
A traseira da nova Chevrolet Spin não revelada em a camuflagem
Gustavo Henrique Carnib
A traseira, ainda não mostrada de forma oficial, deve manter características do modelo atual, estreando apenas um novo arranjo de iluminação. Até o formato das lanternas deve permanecer. Para aproximar a Spin de outros carros da marca, a minivan deverá ter uma barra entre as lanternas, como na Montana. 
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O modelo vai continuar à venda com opções de cinco e sete lugares. De acordo com a Chevrolet, a minivan está ligeiramente mais alta, devido a ajustes na suspensão. Porém, não espere por mudanças mecânicas. A Spin vai manter o motor 1.8 aspirado, capaz de desenvolver 111 cv de potência e 17,7 kgfm de torque. O câmbio poderá ser manual ou automático, de cinco e seis velocidades, respectivamente.
Nova Chevrolet Spin 2025 terá telas praticamente integradas 
Divulgação
Pela única imagem divulgada do interior, a nova Spin tem o painel de instrumentos digital inédito e a central multimídia com telas praticamente integradas, como acontece com a caminhonete Silverado. O modelo também terá a última geração do sistema de conectividade Chevrolet MyLink. 
OnStar com Wi-Fi nativo, atualização remota de sistemas eletrônicos do carro e myChevrolet app também estarão presentes na lista de equipamentos. A Chevrolet não especifica, mas diz que a nova Spin terá um conjunto de pacote de segurança bem completo. 
Em relação aos preços, certamente serão mais altos dos que os atuais: R$ 106.670 a R$ 139.470. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-1RAVzy9fp_ghFXub2sjPYjSjrw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/p/B/uLrBUgTveHHOlYhANPkw/nova-chevrolet-spin-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nova Chevrolet Spin 2025</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 15:07:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renault Kardian: tudo que já sabemos sobre o novo SUV que chega em março</title>  <atom:subtitle>Utilitário esportivo chega para incomodar o Fiat Pulse e tentar alavancar as vendas em baixa da Renault</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/renault-kardian-tudo-que-ja-sabemos-sobre-o-novo-suv-que-chega-em-marco.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/renault-kardian-tudo-que-ja-sabemos-sobre-o-novo-suv-que-chega-em-marco.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LZmLbQsSheURxGvrtGacxMAnxi4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/t/v/LxSyRnTY6WDpwT6gUfEg/renault-kardian-2024-abre.jpg" /><br /> ]]>    A Renault viveu bons momentos no mercado brasileiro, principalmente quando a dupla Logan e Sandero vendiam bem em uma época em que hatches e sedãs compactos tinham sucesso nas lojas. Mas com essa onda de SUVs, a Renault não conseguiu atender a demanda esperada com a dupla Duster e Captur — este último já aposentado. E a bola da vez agora é o Kardian, que deve ser lançado em março no Brasil.
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Será compacto para brigar com o Fiat Pulse e o Volkswagen Nivus, mas também pode pegar uma fatia dos utilitários esportivos um pouco maiores, como Hyundai Creta e Jeep Renegade em suas versões de entrada.
O que é o Kardian?
SUV tem visual diferente dos outros modelos da marca
Divulgação
O SUV fará uma série de estreias na Renault brasileira. Uma das mais importantes é a plataforma modular CMF-B que irá basear os próximos lançamentos da marca. A Renault já anunciou que terá um SUV acima do Duster e sim, será feito sobre essa plataforma.
Quem também sairá dela será a nova geração do Nissan Kicks, afinal, as duas empresas fazem parte da mesma aliança que ainda conta com a participação da Mitsubishi.
O Kardian é mais comprido que um Pulse e mais curto que um Nivus, mas leva vantagem na distância entre-eixos contra os dois concorrentes com seus 2,60 m, apenas 1 cm a menos que o Creta. Tem 4,11 m de comprimento, 1,77 m de largura e 1,54 m de altura.
Comparativo 
Quando o assunto é porta-malas, o Renault leva a melhor novamente contra o Fiat. São 358 litros de capacidade em VDA (blocos de isopor). Medindo em litros de água, que é o divulgado pela Stellantis, temos 410 litros para o Kardian contra 370 litros do Pulse. O Nivus tem 415 litros em VDA, e não revela dados em outra medição.
Mecânica
Sob o capô, o Kardian faz outra estreia, que é o motor 1.0 turbo flex de até 125 cv de potência e 22,4 kgfm de torque abastecido com etanol. Os dados com gasolina ainda não foram divulgados. 
Quer outra novidade? Essa é uma incógnita, pois se trata do câmbio automatizado de dupla embreagem com seis marchas. Incógnita pois esse tipo de caixa já foi mais comum no mercado, mas praticamente desapareceu depois dos seguidos problemas em transmissões do tipo, principalmente nos Powershift da Ford.
Entre os rivais, Pulse usa automático do tipo CVT e o Nivus, um automático convencional de seis marchas.
Versões e equipamentos
Renault Kardian será rival de Fiat Pulse e VW Nivus
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A versão apresentada até o momento é a Premiere Edition. A carroceria é pintada com duas cores, sendo o teto preto, e as rodas são de 17 polegadas. 
Mas durante a apresentação, em um painel de design mostrando os materiais de acabamento do Kardian, a fabricante francesa apontou que o SUV terá quatro níveis de acabamento: Evolution, Techno (ou Tecno) e Iconic.
Com 2,60 m é o maior contra Pulse e Nivus
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As configurações mais baratas terão rodas de ferro com calotas. No caso da Evolution, deve ser um conjunto simples. Já a Techno (ou Tecno) deve receber peças mais estilosas, à exemplo do que a Chevrolet faz com Tracker e a Renault, com Kwid – onde elas parecem rodas de liga leve
Apenas a Iconic, configuração mais completa, é que deve ter as rodas de liga leve de 17 polegadas. Esta última também terá acabamento de couro sintético. Já as variantes mais básicas terão todo o revestimento de tecido.
Volante e multimídia vêm do Duster
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Em todos os casos, o Kardian terá painel de instrumentos digital de 7 polegadas e central multimídia de 8 polegadas com conexão de Android Auto e Apple CarPlay sem fio
O preço só será revelado no lançamento, mas a expectativa é que o Kardian seja vendido na mesma faixa de preço do Fiat Pulse, que tem preços entre R$ 104 mil e R$ 134,5 mil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LZmLbQsSheURxGvrtGacxMAnxi4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/t/v/LxSyRnTY6WDpwT6gUfEg/renault-kardian-2024-abre.jpg" medium="image"/>   <media:description>Kardian terá três níveis de acabamento</media:description>   <media:credit>Renan Bandeira/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 17 Jan 2024 18:42:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD cria navio movido a gás para transportar 7 mil carros de uma vez</title>  <atom:subtitle>BYD pretende lançar mais seis navios nos próximos dois anos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/byd-cria-navio-movido-a-gas-para-transportar-7-mil-carros-de-uma-vez.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/byd-cria-navio-movido-a-gas-para-transportar-7-mil-carros-de-uma-vez.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/18E8ynMVNfo9UlF6wQG7_2ZC6fg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/b/x/BtCJMsSiq2rBdPPUG2UQ/fae99ca5cc0457f57a020ca1df1c94fe.png" /><br /> ]]>    Uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo, a BYD anuncia seu próprio navio cargueiro, o Explorer Nº 1, que tem capacidade para transportar 7 mil veículos, e já faz sua primeira viagem. Saindo do porto de logística em Shenzhen, na China, a embarcação teve entrega oficial na última quarta-feira (10), em outra província chinesa, e agora está a caminho da Europa.
Saiba-mais taboola
O navio foi construído pela empresa subsidiária do grupo China International Marine Containers, responsável pela fabricação e distribuição de equipamentos de transporte, sendo equipado com sistema de propulsão de combustível convencional e gás natural. Essa tecnologia entrega baixa emissão de nitrogênio e enxofre, o que torna o modelo mais sustentável. 
Estes 9 motores estão com os dias contados no Brasil por poluírem demais
Vale ressaltar, que o Explorer Nº 1, como o nome já diz, é o primeiro navio cargueiro de uma série de sete, que serão lançados nos próximos dois anos. Inclusive, a expectativa é que venham integrados com a tecnologia de bateria de armazenamento de energia da fabricante chinesa. 
Embarcação possui capacidade para transportar 7 mil veículos
Divulgação
Com 199,9 metros de comprimento e 38 metros de largura, a embarcação atinge velocidade máxima de 19 nós, que equivale a 35,1 km/h. Após a exportação de 242.765 veículos e venda de mais de 3 milhões de veículos no ano passado, a BYD pretende aumentar esses números em 2024, já que a frota de navios aumentará a capacidade logística da fabricante. 
BYD planeja lançar picape híbrida no Brasil já em 2024
Existe a possibilidade de que os navios cargueiros não sejam usados apenas pela BYD, mas também possam fazer parcerias e transportar veículos de outras fabricantes chinesas. 
BYD no Brasil
A BYD está crescendo muito no Brasil. O Dolphin foi o modelo elétrico mais vendido do Brasil em 2023, com mais de 4,5 mil unidades emplacadas entre junho e novembro. O modelo, ainda, foi eleito o Carro do Ano 2024. Para 2024, a expectativa gira em torno do início das operações da fábrica em Camaçari, na Bahia, que pertenceu à Ford. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/18E8ynMVNfo9UlF6wQG7_2ZC6fg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/b/x/BtCJMsSiq2rBdPPUG2UQ/fae99ca5cc0457f57a020ca1df1c94fe.png" medium="image"/>   <media:description>Navio cargueiro da BYD </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 17 Jan 2024 11:54:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Renault Logan e Stepway seguem vivos com novo item de segurança obrigatório</title>  <atom:subtitle>Controle de estabilidade passou a ser exigido em todos os carros à venda no Brasil; preços subiram até R$ 506</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/renault-logan-e-stepway-seguem-vivos-com-novo-item-de-seguranca-obrigatorio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/renault-logan-e-stepway-seguem-vivos-com-novo-item-de-seguranca-obrigatorio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tYlgzbm_1xlyH34GEcGfOVjaoEw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/u/1/Y7c8d4TxOUhVT4G8SByQ/renault-stepway-2023.jpg" /><br /> ]]>    A obrigatoriedade do controle de estabilidade em todos os carros novos desde 1 de janeiro fez algumas fabricantes adotarem o item de forma silenciosa no final de 2023. A Renault, por exemplo, passou a oferecer o recurso na dupla Logan e Stepway em dezembro e aumentou os preços em até R$ 506. 
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Até então, o controle de estabilidade só estava disponível nas versões com motor 1.6 do Stepway. Agora, as três opões do hatch aventureiro e as duas do sedã passam a oferecer o equipamento. 
Veja os preços atualizados:
Stepway Zen 1.0 manual - R$ 84.470 (era R$ 83.990)
Stepway Zen 1.6 manual - R$ 105.690 (já tinha ESP)
Stepway Iconic 1.6 CVT - R$ 117.690 (já tinha ESP)
Logan Life 1.0 - R$ 94.810 (era R$ 94.304)
Logan Zen 1.0 - R$ 98.300 (era R$ 97.820)
Renault Stepway é vendido em três versões
Bruno Guerreiro/Autoesporte
Com a adoção do controle de estabilidade, Stepway e Logan ganham uma sobrevida no mercado brasileiro. Era especulado que a dupla pudesse sair de linha com a chegada do crossover Kardian. Porém, ao que tudo indica, a Renault resolveu manter hatch e sedã por mais algum tempo. O foco, entretanto, devem ser os frotistas, que buscam compras mais racionais (ainda que os preços públicos sejam pouco competitivos). 
Em 2023, o Stepway emplacou 7.860 exemplares, ocupando a 11ª posição entre os hatches mais vendidos do país. Quase 60% dos emplacamentos foram para empresas. 
Renault Logan é vendido apenas com motor 1.0
Divulgação
O Logan teve resultados ainda mais discretos. Com 4.559 registros, foi o oitavo sedã mais popular do Brasil. Destes, 4.373, ou 95,9% foram destinados à venda direta. 
Stepway e Logan saem de fábrica com motor 1.0 de três cilindros de 82 cv e 10,5 kgfm. O câmbio é manual de cinco marchas. O hatch ainda tem uma opção 1.6 de quatro cilindros. Nesse caso, potência e torque sobem para 118 cv e 15,9 kgfm. O câmbio pode ser manual ou automático, do tipo CVT.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/tYlgzbm_1xlyH34GEcGfOVjaoEw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/u/1/Y7c8d4TxOUhVT4G8SByQ/renault-stepway-2023.jpg" medium="image"/>   <media:description>Renault Stepway 2023</media:description>   <media:credit>Bruno Guerreiro/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 18:17:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD quer comprar mineradora de lítio no Brasil de olho em elétrico nacional</title>  <atom:subtitle>Lítio é um dos minérios mais importantes para a fabricação das baterias de carros</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/industria/noticia/2024/01/byd-quer-comprar-mineradora-de-litio-no-brasil-de-olho-em-eletrico-nacional.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/industria/noticia/2024/01/byd-quer-comprar-mineradora-de-litio-no-brasil-de-olho-em-eletrico-nacional.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RjJmYX3SE5pXft9oyTv55WyC-Ws=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/h/2ZZBBETaWaYxBlL9Y6Nw/byd-fabrica-bahia.jpg" /><br /> ]]>    A BYD está negociando a compra da Sigma Lithium, maior mineradora de lítio do Brasil. A informação foi divulgada pelo jornal inglês Financial Times e foi confirmada pela Autoesporte junto à BYD do Brasil. De acordo com a reportagem, o negócio deve girar em torno de US$ 2,9 bilhões, o equivalente a pouco mais de R$ 14 bilhões na conversão direta.
"A BYD registra que houve uma reunião entre a direção da empresa e a presidente da Sigma no mês passado, mas um acordo de confidencialidade entre as partes não permite a divulgação de detalhes", diz a BYD do Brasil. 
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A Sigma é dona de uma operação de mineração de lítio no Vale do Jequitinhonha (Minas Gerais) e o interesse da BYD com certeza é garantir matéria-prima para baterias, já que o elemento químico é fundamental para sua fabricação. 
No ano passado, a BYD assumiu o complexo industrial que pertenceu à Ford entre 2001 e 2021 em Camaçari (Bahia). A unidade fabril estava parada desde que a montadora norte-americana anunciou sua saída do Brasil como fabricante, há três anos. O investimento inicial é de R$ 3 bilhões. A estimativa é que 5 mil empregos sejam gerados no local nos próximos anos.
BYD Dolphin será o primeiro carro elétrico produzido no Brasil
Murilo Góes/Autoesporte
A BYD confirmou que vai produzir dois elétricos na fábrica, Dolphin e Yuan Plus, além do híbrido Song Plus. A capacidade total será de 150 mil unidades por ano e a previsão do início da operação é no segundo semestre deste ano. 
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Além dos carros, caminhões e ônibus serão produzidos no complexo. Uma terceira linha desmontagem será usada para processamento de lítio e ferro fosfato para exportação, usando a estrutura portuária da Bahia. Em Camaçari também haverá um centro de pesquisa e desenvolvimento.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RjJmYX3SE5pXft9oyTv55WyC-Ws=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/h/2ZZBBETaWaYxBlL9Y6Nw/byd-fabrica-bahia.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Brasil</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:28:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estes 9 motores estão com os dias contados no Brasil por poluírem demais</title>  <atom:subtitle>Alguns motores a combustão devem ser tirados de linha nos próximos anos para dar lugar a outros mais modernos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/estes-9-motores-estao-com-os-dias-contados-no-brasil-por-poluirem-demais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/estes-9-motores-estao-com-os-dias-contados-no-brasil-por-poluirem-demais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XiZ1IgJRBIayFzwnJtSKuPvoxpE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/3/0/bTqz0PQ5ApjHzWvRqNaw/2014-11-17-aro2833.jpg" /><br /> ]]>    O mercado brasileiro de automóveis passará por mudanças profundas nos próximos anos. A eletrificação chegará para ficar, especialmente com modelos híbridos flex. O grande “culpado” disso será o Proconve L8. Daqui a pouco explicaremos um pouco mais sobre ele. O fato é que, nesse processo, alguns motores a combustão veteranos usados em modelos novos estão seriamente ameaçados de extinção nos próximos anos. 
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Este artigo trará motores que talvez você nem lembre que ainda são produzidos, outros já veteranos, mas ainda aclamados pela crítica e adorados pelos motoristas, e até alguns ícones da indústria automobilística nacional e mundial.
O que é o Proconve L8?
Você já deve ter lido muitos artigos que mencionam o Proconve, sigla para Programa de Controle de Emissões Veiculares. L8 se refere à oitava fase da legislação, criada no Brasil nos anos 1990 e que se encontra, atualmente, em sua sétima etapa, a L7.
Equivalente ao programa europeu de emissões Euro 6, o Proconve L8 entrará em vigor no ano que vem e será dividida em três ciclos: o primeiro, mais brando, entre 2025 e 2026; o segundo, mais rígido, entre 2027 e 2028; o terceiro, ainda mais restritivo, a partir de 2029.
Para se ter uma ideia, enquanto a sétima fase do programa exige um máximo de emissões de 80 mg/km de Nmog + Nox (gases orgânicos não metanos + óxidos de nitrogênio) para carros de passeio, a oitava reduzirá o teto para 50 mg/km. A diferença é que, se no L7 a conta é por unidade comercializada, no L8 ela levará em conta a média da frota. Ou seja, carros com índices mais baixos de emissão podem compensar modelos que extrapolam o limite. 
A partir de 2027, a regra da média da frota será mantida, mas o teto cairá para 40 mg/km de Nmog + Nox. E, em 2029, a estimativa é que seja reduzida para 30 mg/km. Especialistas na área asseguram que, mesmo com a adoção de uma regra mais flexível, levando em conta a média de toda a gama de produtos (incluindo os volumes de venda) e não as emissões por modelo individualmente, será impossível cumprir essas metas sem eletrificar as frotas.
É por isso que veremos gigantes como GM (dona da marca Chevrolet), Stellantis (grupo detentor de Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën), Volkswagen, Honda e Renault apostando em produtos híbridos flex, no esteio do que já fez a Toyota com a dupla Corolla e Corolla Cross. 
Por esse mesmo motivo, motores mais antigos e menos eficientes correm grande risco de serem tirados de linha nos próximos anos. Veja quais:
Chevrolet 1.8 SPE/4
Nova Chevrolet Spin vai usar motor que não deve ser aproveitado a partir de 2027
Gustavo Henrique Carnib
O veterano motor 1.8 SPE/4 8V flex, que surgiu com o Corsa C mais de 20 anos atrás, e um dia já se chamou Econoflex e até Família I, chegou a ser recalibrado para atender às normas do Proconve L7 e estará presente na Chevrolet Spin renovada, com os mesmos 111 cv de potência e 17,7 kgfm de torque gerados atualmente. Contudo, dificilmente ele será aproveitado nos ciclos mais severos do Proconve L8, a partir de 2027.
Chevrolet 1.4 Ecotec turbo
Com o fim da linha para Chevrolet Cruze, motor também irá se despedir do mercado
Auto Esporte
Este é bola cantada para se despedir do Brasil já em 2024, com o aguardado fim de linha da dupla Chevrolet Cruze e Cruze Sport6. Sedã e hatch já tiveram sua produção encerrada na Argentina no fim do ano passado. Tão logo eles saiam do catálogo da marca, o motor 1.4 Ecotec turboflex de 153 cv de potência e 24,5 kgfm de torque, que já serviu ao Tracker reestilizado em sua penúltima geração, será descontinuado.
Peugeot-Citroën 1.6 EC5
EC5 equipa algumas versões do Citroën C3
Murilo Góes/Autoesporte
Oferecido no mercado desde o final dos anos 1990, o motor conhecido hoje como EC5 é um dos maiores dinossauros da indústria brasileira. A Stellantis prepara sua substituição, tanto que lançou a versão Turbo 200 do Peugeot 208 e iniciou as vendas do novo Citroën C3 Aircross apenas com versões turbinadas (ele ficará restrito a versões para exportação).
Hoje, ainda há versões de 208, Citroën C3 e C4 Cactus empurradas pelo 1.6 16V flex de até 120 cv de potência e 15,7 kgfm de torque, mas não devem sobreviver por muitos anos. No caso dos dois hatches, serão aos poucos substituídas. Já o Cactus se despedirá do mercado em breve.
Peugeot-Citroën 1.6 THP
Motor do Citroën C4 Cactus deve ser descontinuado, assim como o próprio carro
Auto Esporte
O mesmo vale para o motor 1.6 THP. Ele é um projeto da antiga PSA (parte da atual Stellantis) em parceria com a BMW, o que o faz ser cultuado por fãs de Peugeot e Citroën. Mesmo com dados de potência e torque ainda generosos para os padrões atuais (até 173 cv e 24,5 kgfm), ele só existe, em sua variante nacionalizada e flex, no Citroën C4 Cactus. Que, como dissemos, tem boas chances de sair de linha até o fim deste ano.
Fiat 1.0 Fire
Motor 1.0 Fire equipa apenas o Fiat Mobi
Divulgação
Outro clássico de nossas ruas, o motor 1.0 Fire remonta ao começo dos anos 2000. Atualmente com 74 cv de potência e 9,7 kgfm de torque, ele tem seu uso restrito ao Fiat Mobi e dificilmente deve sobreviver ao Proconve L8. O mais provável é que seja substituído de vez pelo motor 1.0 Firefly 6V de três cilindros, que já equipa projetos mais modernos do grupo, como Citroën C3, Fiat Argo e Peugeot 208.  
Fiat 1.4 Fire
Motor 1.4 Fire está debaixo do capô de Peugeot Partner Rapid e Fiat Fiorino
Divulgação
Da mesma família, temos o motor 1.4 Fire, que segue presente nos furgões Fiat Fiorino e Peugeot Partner Rapid. Também equipa versões da Fiat Strada voltadas à exportação, embora tenha sido recentemente retirado da gama de versões da picape oferecidas no mercado interno.
Pode sobreviver por mais tempo, visto que a legislação para comerciais leves será menos rigorosa, mas pode acabar descontinuado no esteio da saída do 1.0 Fire, com quem ele divide a linha de montagem em Betim (MG).
Volkswagen 1.4 TSI
Volkswagen T-Cross Highline tem o motor 1.4 TSI 
Divulgação
Junto do THP, o motor 1.4 TSI da Volkswagen talvez seja o que mais deixará fãs em luto. Com a marca alemã, ele estreou no Brasil em 2013, junto da sétima geração do Golf. Após mais de dez anos, será substituído pelo 1.5 TSI Evo2. Trata-se de um propulsor da mesma família, EA211, e com o mesmo bloco, porém com deslocamento ampliado e componentes mais modernos, como turbo de geometria variável e sistema ativo de desativação de cilindros.
Já preparado para conjuntos híbridos, o motor 1.5 TSI Evo2 equipará os futuros produtos híbridos flex nacionais da Volkswagen. Ele opera em ciclo Miller e rende os mesmos 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque do antecessor, mas com índices menores de emissões. Começará a ser produzido em São Carlos (SP) nos próximos anos, marcando o fim do veterano e cultuado 1.4 TSI de ciclo Otto.
Hyundai 1.6 Kappa
Hyundai Creta Action é equipado com  motor 1.6 Kappa 16V flex
Divugação
Atualmente usado apenas pelo Creta Action, o motor 1.6 Kappa 16V flex da Hyundai, de até 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, deve ser tirado de mercado assim que a versão de entrada do SUV, única a manter a carroceria da primeira geração, for descontinuada.
Hyundai 2.0 Nu
Outro motor da Hyundai que tende a sair de cena é o 2.0 Nu, usado pelo Creta Ultimate de segunda geração. Com até 167 cv e 20,6 kgfm, ele dificilmente poderá ser aproveitado pela marca coreana no Proconve L8 e tem tudo para ser trocado por um motor turbo, mais moderno e eficiente, porém com índices similares de potência e torque.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XiZ1IgJRBIayFzwnJtSKuPvoxpE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/3/0/bTqz0PQ5ApjHzWvRqNaw/2014-11-17-aro2833.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Spin Activ</media:description>   <media:credit>Auto Esporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 12:37:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Linha do tempo: Jeep Compass foi de fracasso a SUV mais vendido do Brasil</title>  <atom:subtitle>Pelo sétimo ano consecutivo, SUV médio lidera segmento e terá novidades em 2024</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/linha-do-tempo-jeep-compass-foi-de-fracasso-a-suv-mais-vendido-do-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/linha-do-tempo-jeep-compass-foi-de-fracasso-a-suv-mais-vendido-do-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/l6j7arBjCzHFsHzcuGYj_kUvUnE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/F/B/fE4oPYRNyG33H9jkkWLA/jspr-.jpg" /><br /> ]]>    O Jeep Compass é um fenômeno. Esta é a melhor definição para resumir a história do SUV médio no Brasil desde o lançamento de sua segunda e atual geração (que passou a ser produzida no país em setembro de 2016. De lá para cá, são mais de 300 mil unidades vendidas e liderança do segmento de utilitários esportivos médios pelo sétimo ano consecutivo. E mais: por duas vezes, em 2017 e 2018, o Compass alcançou o posto de SUV mais vendido do país no geral, superando modelos mais baratos do segmento compacto. O que explica tal êxito?
Saiba-mais taboola
Antes, no entanto, vale explicar que o Compass teve uma primeira geração vendida por aqui. Foi lançada em 2006 nos Estados Unidos e importada ao Brasil somente seis anos depois (já reestilizado), em 2012. Era feito até então pela Daimler Chrysler em parceria com a Mitsubishi à época. 
Tinha plataforma compartilhada com carros da marca japonesa, como ASX e Lancer. Chegou com motor 2.0 de 156 cv e câmbio automático do tipo CVT. Foi um retumbante fracasso. Três anos depois e apenas pouco mais de três mil unidades vendidas, se despediu do mercado. Até que um ano depois...
Jeep Compass de primeira geração não deixou nenhuma saudade
Divulgação
Da água para o vinho
Com RG brasileiro – fabricado em Goiana (PE) –, o Compass de segunda geração totalmente remodelado e já sob a batuta do Grupo Fiat Chrysler (FCA),  foi o produto certo na hora certa. Em 2016, o segmento que trazia Hyundai Tucson, Kia Sportage, Mitsubishi Outlander, por exemplo, necessitava de uma novidade. 
O espaço, a dinâmica, o estilo e, principalmente, o custo-benefício (relação do preço versus o que entrega) são algumas das explicações para o sucesso instantâneo – sem falar, claro, na explosão do segmento de SUVs ao redor do planeta. Nem mesmo o péssimo consumo de combustível fez o volume de vendas diminuir.
O Jeep Compass nacional chegou ao Brasil no final de 2016 por iniciais... R$ 99.990 (acredite!) e com duas motorizações: 2.0 flex (Tigershark) de até 166 cv e uma turbodiesel de 170 cv (com câmbio automático de nove marchas – mesmo conjunto do Renegade, que estreou um ano antes). A configuração mais cara era tabelada em R$ 150 mil, a Trailhawk. Naquele ano, o SUV emplacou exatas 6.599 unidades e ocupou a 12ª posição na categoria de SUVs.
Jeep Compass Longitude turbodiesel
Marcos Camargo/Autoesporte
Mas foi nos anos seguintes que o Compass começou a brilhar. No primeiro ciclo completo de vendas, em 2017, o modelo não só arrebatou a liderança entre os médios, mas também se tornou o mais vendido no ranking geral do SUVs, com 49.187 carros – desbancando até os compactos, como o Honda HR-V, vice-campeão à época. Naquele ano, a Jeep também trouxe algumas atualizações em série para o modelo. Em julho, veio o sistema start/stop, integração com Android Auto e Apple Carplay e uma nova versão de entrada com motorização diesel, a Limited.
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Em setembro, a primeira série especial: Sport, que mesclava o motor 2.0 flex com tração 4x4 e transmissão automática de nove marchas (até então restrita à opções diesel). No mês seguinte, outra edição especial foi lançada. A Night Eagle, baseada na Longitude, chegou com uma pegada esportiva e visual all black. Tinha também equipamentos inéditos, como som premium Beats, faróis de xenônio com acendimento automático, sensor de chuva e espelho retrovisor eletrocrômico.
Já na edição 2017 do Carro do Ano Autoesporte, prêmio mais importante e relevante da indústria automobilística nacional, o Compass concorreu com nomes de peso, como Chevrolet Cruze, Nissan Kicks, Honda Civic e Fiat Mobi. Na ocasião, o Jeep perdeu para o sedã japonês, que ficou com o título.
Jeep Compass - Histórico de vendas
Em 2018, o panorama se repetiu e o Compass vendeu ainda mais. Registrou mais de 60 mil emplacamentos (60.284 para ser mais exato), liderando o segmento geral de SUVs e deixando o Hyundai Creta para trás.
A lua de mel com os consumidores brasileiros continuou em 2019. Tudo bem que o Compass perdeu o posto de SUV mais vendido no Brasil naquele ano para seu irmão menor, o Renegade, que vendeu 68.726 unidades, contra 60.361 do Compass. Mesmo assim, ficou em segundo lugar do ranking geral (e abocanhou o tricampeonato entre os SUVs médios).
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Naquele mesmo ano, surgiu uma nova configuração, a Série S, que adicionava diversos itens de tecnologia de segurança, como piloto automático adaptativo, alerta de colisão frontal com frenagem automática, monitoramento de mudança involuntária de faixa e de ponto cego, e sistema de estacionamento semiautomático. Tinha apenas motor diesel e já custava perto dos R$ 190 mil.
A dobradinha se repetiu em 2021 e o Compass novamente fechou o período com a medalha de prata do segmento. Mas com uma conquista: 70.906 unidades saíram das lojas (melhor número de vendas do modelo em um único ano até hoje). O motivo? A primeira mudança profunda na linha. Em maio daquele ano, além da reestilização, o Jeep aposentou o motor 2.0 flexível aspirado e passou a vir equipado com o quatro cilindros 1.3 turboflex de até 185 cv de potência e 27,5 kgfm de torque. As opções diesel foram mantidas.
Jeep Compass teve sua primeira mudança profunda em 2021: facelifit e novo motor turbo
André Paixão/Autoesporte
A reestilização tinha dois objetivos: manter, claro, o Compass fresco e, de certa forma, conter a concorrência pesada. Afinal, rivais importantes estavam chegando, como o Toyota Corolla Cross e o Volkswagen Taos. O companheiro de marca, Renegade, voltou a ser o campeão de vendas da categoria, com impressionantes 73.913 emplacamentos – tirando o VW T-Cross da posição de destaque. Só que a concorrência já começava a correr atrás do prejuízo. 
Sem esquecer 2020, ano sem novidades na gama e começo da pandemia da Covid-19, com queda geral do mercado brasileiro de automóveis. Ali, o Compass caiu para a terceira posição entres os mais vendidos. Mesmo assim, catalogou 52.966 licenciamentos – Volkswagen T-Cross e Jeep Renegade, primeiro e segundo, respectivamente, fecharam à frente do Jeep.
Jeep Compass 4xe é a opção mais cara da linha e vem importado da Itália
Divulgação
Sustentável?
Em 2022, o SUV manteve o patamar de vendas, com 63.564 unidades – liderança absoluta entre os médios e terceiro lugar no ranking geral – só atrás de Chevrolet Tracker e VW T-Cross. A novidade é a inédita versão híbrida plug-in, a 4xe. Importada da Itália, a configuração aposta no consumo ao fazer 25 km/l e rodar 44 km no modo elétrico. O preço, no entanto, é o mais alto da linha: atuais R$ 347.300.
No ano passado, o Compass voltou aos patamares e 2019 e 2020, registrando 59.106 vendas e quarto lugar no ranking geral (atrás de VW T-Cross, Chevrolet Tracker e Hyundai Creta). Ainda sim, é o sétimo ano consecutivo como o SUV médio mais vendido no Brasil – Corolla Cross e Taos não aparecem nem no retrovisor...
Jeep Compass tem acabamento com materiais  de boa qualidade e é referência  no segmento
André Paixão/Autoesporte
O Jeep Compass faturou diversos prêmios de Autoesporte, como o Qual Comprar. O último deles na edição 2023, na categoria SUV médio. As explicações são o desenho bem resolvido, tamanho adequado para uso urbano e familiar e custos de manutenção e seguro competitivos.
Com altos volumes de venda vêm grandes... responsabilidades. O Jeep é um dos SUV mais roubados no estado de São Paulo, segundo levantamento da empresa de monitoramento e seguros Ituran.
Em 2024, por sua vez, o Compass deve adicionar uma versão com o motor 2.0 turbo que estreou na picape Ram Rampage. A opção pode ter apelo visual esportivo, já que este propulsor traz 272 cv de potência. O SUV médio também é um dos candidatos da Stellantis para ser o primeiro híbrido do conglomerado produzido no Brasil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/l6j7arBjCzHFsHzcuGYj_kUvUnE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/F/B/fE4oPYRNyG33H9jkkWLA/jspr-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Compass Sport</media:description>   <media:credit>Leo Sposito</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 12:25:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que as caminhonetes dominam vendas de veículos nos EUA há décadas?</title>  <atom:subtitle>Em 2023, os três modelos mais vendidos no país foram picapes; entenda de onde vem o fetiche americano por veículos com caçamba</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/por-que-as-caminhonetes-dominam-vendas-de-veiculos-nos-eua-ha-decadas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/por-que-as-caminhonetes-dominam-vendas-de-veiculos-nos-eua-ha-decadas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/M5qjt4BXkpLWC9KsByHGfB0CfwM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/H/V/lBghqoTheUHOvyirOlpg/f-150-lariat-8-.jpg" /><br /> ]]>    Tão certo como o asfalto de sua rua será recapeado a dois meses das eleições municipais é saber que a Ford Série F será o veículo mais vendido nos Estados Unidos no fechamento de cada ano. Em 2023, a família de picapes – que, no Brasil, é representada pela F-150, atual vencedora do Carro do Ano da Autoesporte na categoria Picape Premium – alcançou o feito pelo 42º ano consecutivo, com mais de 750 mil unidades vendidas, contra 544 mil de sua principal rival, a Chevrolet Silverado. 
Com vendas totais se aproximando dos 43 milhões de unidades, a Série F também se consagra como a picape mais vendida no mundo em todos os tempos – neste ranking exclusivo, o Toyota Corolla continua soberano no geral, com mais de 50 milhões de modelos comercializados.
Saiba-mais taboola
As vendas oscilam conforme a situação econômica, mas o fenômeno Série F, que completou 75 anos em 2022, atravessa os períodos de tormenta sem ser ameaçado. O mesmo vale para concorrentes como Chevrolet Silverado e Ram, segunda e terceira colocadas no ranking de emplacamentos dos EUA. No ano passado, entre os dez veículos mais vendidos nos EUA, quatro tinham caçamba. A outra representante na lista é a GMC Sierra, derivada da Silverado. Tudo bem que já há cinco SUVs no ranking, mas nenhum chega perto do volumes de vendas das picapes.
Fidelidade sem paixão
Americanos amam Barbie, Taylor Swift e picapes, a julgar pelas cifras que essas três entidades geram. Em 2023, o mercado global de picapes movimentou US$ 110 bilhões e só os Estados Unidos responderam por US$ 74 bilhões dessa receita. 16,2% da frota de veículos daquele país são formados por picapes – em números absolutos, só a Tailândia, de onde chega boa parte dos modelos que você dirige no Brasil, supera este percentual, com 45,7% a favor das picapes. 
No período de 42 anos, entre 1980 e 2022, havia perto de 11 milhões de picapes em circulação nas estradas americanas – número consistente, se for levado em consideração que a idade média deste tipo de veículo é de 12,2 anos. Apenas 15% dos compradores usam a picape para o trabalho, como constatou a pesquisa da consultoria Strategic Vision no ano passado. 
Chevrolet Silverado chegou no fial do ano passado ao Brasil
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Um dos apelos desses veículos é a capacidade de reboque, mas, demonstra a pesquisa, 75% dos donos nem sabem como engatar uma carreta na picape. É um veículo subutilizado: 70% dos proprietários rodam só no asfalto e 35% transportam algo na caçamba apenas uma vez por ano ou nem isso. É como investir em um supercomputador apenas para jogar tetris.
Anualmente, a Strategic Vision consulta donos de carros novos para sua pesquisa “Veículos mais Amados”. Depois de ouvir 250 mil pessoas em 2021, concluiu que a conexão emocional dos donos de picapes com seus veículos é menor em relação a outras categorias. 
Em outras palavras, há mais afeição entre seu dono e um Honda Civic do que entre ele e uma Ford Ranger (a atual vencedora do prêmio Carro do ano na categoria Picape do Ano. Apesar disso, observa o consultor Alexander Edwards, 80% dos americanos trocam suas picapes por outras. “Nenhuma categoria de veículos tem essa taxa de fidelidade”, afirma
Wyoming, estado do centro-oeste americano com 580 mil habitantes, possui a maior densidade de picapes: 40% da frota ou 266 mil veículos. As razões para tanto são óbvias: as principais atividades econômicas giram em torno da mineração e da pecuária. O programa predileto dos moradores são os rodeios, o terreno é acidentado e, durante pelo menos três meses do ano, as vias ficam cobertos por densas camadas de neve, intransponíveis para um Toyota Prius. O lema de Wyoming é “O Estado do Cowboy”.
Os americanos são entusiastas de picapes full size 
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Country na caçamba
Li várias teorias a respeito da preferência dos americanos pelas picapes. As mais óbvias discorrem sobre a praticidade de um veículo que conta com as comodidades e o conforto de um carro de luxo, não escolhe caminhos, pode rebocar uma montanha e leva com segurança até cinco adultos e mais a mudança de uma família ou, o que é mais comum, uma sacola de supermercado. 
E, vamos ressaltar, um veículo que encontra naquele país condições favoráveis para demonstrar todos esses atributos: estradas largas e planas, centros de compras horizontais com vagas de estacionamento onde caberia um micro-ônibus. Se você já tentou fazer sua Ram caber na vaga de um shopping center de qualquer cidade brasileira, entende o que estou falando.
Outras teorias evocam o nacionalismo e o apego às tradições daquele povo. “Não se faz música country a bordo de um Toyota Camry”, resume Tim Esterdahl, editor do canal Pickup Truck + SUV Talk. As picapes, como se verá, tiveram papel importante no desenvolvimento de um país que dependia da tração animal para escoar a produção agrícola no início do século passado. Esta contribuição é reconhecida até por quem nunca chegou perto de um pé de alface. 
Ram 1500 é o modelo de entrada da fabricantes nos EUA 
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Há, por fim, há um apelo subliminar: o fetiche que as picapes exercem sobre as mulheres. No ano passado, o site de seguros Insure perguntou a 2 mil homens e mulheres que tipo de veículo é dirigido pelas pessoas mais atraentes. 32% das respostas femininas apontaram que os homens mais cobiçados são os que têm uma picape Ford preta e das grandes. 
“Uma picape grande sugere que seu motorista pode consertar um cano com vazamento e tem US$ 100 no bolso para gastar com os abastecimentos regulares”, diz Amy Denise, diretora editorial do site. Quanto aos homens, eles são atraídos por mulheres que dirigem esportivos vermelhos.
“Parece que as picapes, outrora um veículo de trabalho, agora dá prestígio a homens modernos que ganham a vida em uma economia de serviços e que não sabem nada sobre sujar as mãos”, observa o escritor Tom Purcell, colunista de humor do jornal Pittsburgh Tribune-Review. 
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Ele prossegue: “Muitos desses homens compram picapes porque essa é a única esperança de seguirem o modelo de seus pais e avôs que sustentavam a família em empregos que exigiam força, habilidade e coragem. Caras durões como John Wayne e Steve McQueen, homens de ação e não de palavras. Mas quais celebridades representam a era moderna? Johnny Depp? Leonardo DiCaprio? McQueen poderia chicotear os dois ao mesmo tempo com os dois braços amarrados nas costas”, brinca.
O comprador usual de picapes nos Estados Unidos é homem acima dos 35 anos, indica o site de pesquisas de mercado Statista.
 O comprador usual de picapes nos Estados Unidos é homem acima dos 35 anos
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As pioneiras
Atribui-se à Ford a criação da primeira picape, a partir da icônica Model T Roadster, em 1925. Mas, na Europa, circulava desde 1896 o Daimler Lastwagen, 4,5 metros de comprimento e capacidade de carga de 1,5 tonelada. Era uma carroça motorizada com um motor dois-cilindros de 4 cv de potência e tração por corrente. 
Para os padrões atuais, pode ser considerada uma picape. Nos Estados Unidos, a Chevrolet passou a oferecer em 1918 o Modelo 490, rebatizado Light Delivery ou One-Ton (1 tonelada), para que o comprador instalasse, por conta própria, a caçamba no chassi. Na mesma época, a Dodge adaptava seu furgão militar para transportar no berço plano até 500 quilos de carga.
A Ford T, no entanto, foi a primeira a sair de fábrica pronta para a lida: caçamba de madeira e suspensão traseira reforçada para transportar até 1 tonelada. É o que leva a Ford a se autoproclamar criadora da primeira picape. Que, a propósito, tinha aparência rudimentar. O pioneirismo explica em parte a preferência da maioria dos compradores americanos pela marca, a despeito da boa reputação conquistada pelas Série F em sete décadas e meia. 
Ford Modelo foi o primeiro modelo produzido em grande escala 

Henry Ford também teria cunhado o termo pick-up, expressão inglesa que, entre outros significados, define o ato de coletar. No primeiro ano, a picape Model T vendeu 33,8 mil unidades ao preço médio corrigido de US$ 4.821, cerca de US$ 400 mais cara que a T Roadster normal. Até ser substituída, em 1928, pela picape derivada do Model A, a Model T vendeu 135 mil unidades.
Vinhas de Ira
O que a Ford fez foi industrializar o que se via nas ruas e, sobretudo, no campo: automóveis apinhados de mercadorias amarradas onde houvesse espaço. Nos estados onde se concentrava a produção agrícola, revendedores removiam os bancos traseiros dos carros para improvisar uma extensão com pranchas de madeira. Nas próprias fábricas, os operários fixavam baús sobre as longarinas do chassi para o transporte interno de peças e componentes.
Uma das imagens mais simbólicas desta prática foi descrita por John Steibeck no livro As Vinhas da Ira, ao relatar a saga da família Joad, afetada pela grande depressão de 1929 e obrigada a deixar o centro Sul dos Estados Unidos em busca de trabalho na Califórnia. Viajaram a bordo de um Hudson Super Six 1926 transformado em picape. 
“O antigo Hudson, com o radiador torto e arranhado, com graxa empoeirada nas bordas desgastadas de cada peça móvel, sem calotas e com poeira vermelha em todos os cantos, esta era a nova lareira, o centro vivo da família, meio carro de passeio e meio caminhão”. O romance de Steibeck deu base ao roteiro do filme dirigido por John Ford e lançado em 1940 – e é nele que você pode ver a recriação da picape Hudson. 
Ford dá década de 1910
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A mecanização da agricultura, especialmente nos estados do Sul dos Estados Unidos, aqueceu o mercado de picapes – e, por óbvio, dos automóveis transformados em bestas de carga. O trator já havia substituído as mulas no plantio e na colheita, mas os fazendeiros ainda escoavam a produção por meio da tração animal. Uma picape conseguia transportar toneladas, e não mais quilos, de fardos de algodão do ponto de coleta até a descaroçadeira, e com a luz dos faróis no lugar dos lampiões, o trabalho avançava até depois do por do sol. 
As entregas nos centros urbanos se tornaram mais ágeis, o dinheiro a circular mais rapidamente e as picapes começaram a fazer parte da paisagem e a dar lucro para os fabricantes. Em Friedenberg, coordenador de pesquisas da Transportation Alternatives, ONG que incentiva o transporte não poluente nas grandes cidades, estima que o lucro líquido gerado por uma Ford F-150 para seu fabricante é de US$ 10 mil.
Carro de missa
Sem saber, Henry Ford estava criando um filão altamente lucrativo e um novo modo de vida americano com sua picape – ou, no entendimento de alguns, criando um monstro que não parou de crescer. A picape Model T tinha pouco mais de 3,40 metros de comprimento, 1,67 metro de largura, pesava cerca de 700 quilos e era movida por um motor quatro-cilindros a gasolina de estimados 20 cv de potência e 11,52 kgfm de torque, com câmbio manual de duas marchas. 
Já a atual Ford F-450 Super Duty Crew Cab, a maior picape da Série F, tem 6,75 metros de comprimento por 2 m de largura. Pesa 4 toneladas, tem câmbio automático de dez marchas e pode ser equipada com um motor V8 turbodiesel de 6,7 litros com 500 cv de potência e insanos 166 kgfm de torque. Em 2022, o carro médio nos Estados Unidos pesava mais de 2 toneladas, 500 kg a mais que o similar disponível em 1980.
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Tinha início mais uma rivalidade para dividir os americanos: Whopper x Big Mac, Pepsi x Coca, Republicanos x Democratas e Chevrolet x Ford.  A disputa para ver quem tinha o maior, digamos, volume acirrou-se quando a Ford lançou, em 1948, a linha Série F composta por três picapes (F1, F2 e F3) e quatro caminhões em resposta à família Chevrolet Advance-Design criada um ano antes. De 1947 a 1955 a série AD liderou as vendas de picapes e caminhões nos Estados Unidos e a Ford decidiu entrar na briga. 
Os grandes apelos das picapes Série F foram a opção do motor V8 e o espaço da cabine, anunciada nos reclames como “A Cabine de Um Milhão de Dólares”, quantia que a Ford supostamente investiu para tornar a vida dos passageiros mais confortável. Tinha opção de banco individual com amortecimento para o motorista, para-brisa maior e vinha com saídas de ventilação e aquecimento no painel.
A estratégia era oferecer uma ferramenta de trabalho que também pudesse servir para ir à missa aos domingos, uma vez que a maioria das famílias tinha apenas um veículo para ambas as ocasiões. A Dodge continuou investindo nos veículos utilitários e lançou em 1946 a primeira picape de fábrica com tração 4x4, a Dodge Power Wagon, derivada dos veículos militares. 
A Ford já oferecia a versão 4x4 nas picapes Modelo 48, em 1935, mas a conversão era feita por outras empresas. A Dodge também foi pioneira em equipar sua picape com motor a diesel, mais econômico e com maior torque que os convencionais a gasolina. O diesel, no entanto, só seria adotado em grande escala por outros fabricantes com a crise do petróleo na década de 1970.
Cowboys de asfalto
As picapes foram ocupando espaço na frota americana – nas zonas urbanas, inclusive. Para atender aos cowboys sem esporas, foram surgindo as picapes com aparência menos rústica e mais próximas a de um automóvel de passeio. A Chevrolet Cameo Carrier, lançada em 1955, é o melhor exemplo dessa fase. 
Desenhada por Chuck Jordan, o mesmo profissional que participou do design do Opel GT (mas também do insosso Cadillac Seville 1992), na Cameo os para-lamas traseiros pronunciados foram abolidos em favor de uma superfície lisa em fibra de vidro – mesmo material com que a Chevrolet moldava a carroceria do Corvette. Tinha pneus faixa branca, cromados, lanternas traseiras que havia no estoque da produção excedente do Bel Air 1954 e calotas do Bel Air 1955. Interior em dois tons acompanhando a pintura externa, uma bela combinação de marfim com vermelho, carpete, ventilação, aquecimento e rádio.
Era cerca de US$ 5 mil atuais mais cara que a picape padrão de US$ 15 mil e, apesar disso, vendeu mais de 5 mil unidades no primeiro ano. Mas perdeu apelo com a chegada da terceira geração das picapes Série F com suas calotas, seus pneus faixa branca, sua pintura bi-tom e sua carroceria de aço com para-lamas integrados.
A partir daí, foram surgindo outras opções urbanas, menores que as picapes de trabalho, representadas pela Ranchero, versão com caçamba do Ford Courier, de 1956, e pela El Camino, derivada do Impala 1959 – e de maior sucesso, a ponto de atravessar cinco gerações e encerrar carreira em 1987 na plataforma do Chevrolet Monte Carlo. 
Em 1957, surgiria a configuração que se tornaria tendência entre as picapes atuais, a cabine dupla Travelette, da extinta International Harvester. Tinha, a princípio, três portas (a quarta só chegaria em 1960) e vingou até 1975. A Ford aproveitou a ideia e, em 1965, lançou a opção Crew Cab para a Série F. Itens de comodidade e conforto passaram a ser padrão. “Certa vez, acompanhei o lançamento de uma nova Ram e, ao final da apresentação, não sabia se o diretor da empresa falava de uma picape ou de uma bolsa Chanel”, conta Tim Esterdahl. 
Mas, no quesito luxo, nada superaria a Lincoln Blackwood, criada em 2002 pela Ford a partir de uma F-150 Super Crew. Uma ignorância: carpete de lã – no assoalho da caçamba, inclusive –, bancos e revestimentos em couro Connoly, conjunto de som Alpine, teto solar, sistema de telefonia, navegação e acabamento em imitação do carvalho preto que lhe emprestaria o nome. Era oferecida a preço de hoje por US$ 85 mil e, para inconformismo dos rappers, durou apenas um ano e 3.356 exemplares vendidos.
Bandeiras, rifles e atropelamentos
Se antes o bom senso recomendava manter distância das picapes com o adesivo da bandeira confederada na tampa da caçamba e rifle à vista, hoje a sugestão é para que pedestres e ciclistas fiquem longe de qualquer picape. Picapes ostentando armas longas continuam circulando nos 18 estados americanos onde se pode encomendar uma pizza ou uma metralhadora pela internet. 
Para elas, a indústria de acessórios criou ampla linha de racks, incluindo o tradicional suporte para o vidro traseiro, vendido a partir de US$ 10 em qualquer farmácia. Por US$ 220, você compra um rack para dois fuzis instalado no teto. É um acessório tão procurado como o suporte para celular.
Cenas como as vistas em Sem Destino ainda são ameaças reais, mas parecem menos prováveis atualmente. No final do filme de 1969, duas Harley cruzam em uma estrada no sul dos Estados Unidos com uma Chevrolet Task-Force 1958 com dois homens a bordo e um rifle repousado no suporte da vigia. Era o fim da viagem para os motociclistas Billy e Wyatt.
Para os especialistas em trânsito, no entanto, há riscos maiores do que levar tiros de um maluco. “Tornamos os carros cada vez mais seguros para os passageiros, mas cada vez mais inseguros para quem está fora deles”, disse ao jornal The Washigton Post a ciclista e pedestre Rebecca Sanders, fundadora da organização Safe Streets.
Em 2021, 7.400 pedestres e ciclistas foram mortos em atropelamentos nos Estados Unidos
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Os fabricantes apresentam em sua defesa a série de dispositivos de segurança dos carros atuais, como o detector de pedestres ou o sensor de presença em pontos cegos. Mas Sanders contrapõem os argumentos com as leis da Física. “O peso de uma picape despeja mais energia cinética no corpo humano após o impacto e atinge esse corpo em regiões mais letais. Se você fosse atropelado por um sedã, provavelmente seria atingido na perna, mas as picapes gigantescas atingem um adulto na altura do peito ou até na cabeça”. 
Em 2021, 7.400 pedestres e ciclistas foram mortos em atropelamentos nos Estados Unidos, segundo a Administração Nacional de Trânsito Rodoviário que, contudo, não especifica qual tipo de veículo provocou o acidente. A Liga dos Ciclistas Americanos, entidade fundada em 1880, no entanto, afirma que as picapes populares têm sido as principais causadoras de atropelamentos. Um total de 961 ciclistas perderam a vida no ano passado.
Imposto do frango
Críticos desse tipo de veículo, como Em Friedenberg, da Transportation Alternatives, e o economista Christopher Knittel, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, afirmam que segmento conta notadamente com o beneplácito do governo americano. O benefício mais notório é conhecido por “imposto do frango”, lei assinada em 1954 pelo então presidente Lyndon Johnson. Era uma represália contra as tarifas cobradas pela Europa sobre a carne da ave exportada pelos Estados Unidos. O imposto do frango previa taxas de 25% sobre a importação de fécula de batata, conhaque e outros produtos trazidos da Europa. E incluía as picapes estrangeiras. 
Com o tempo, a taxação dos produtos foi sendo reduzida, menos a das picapes fabricadas em outros países, que continuam sendo taxadas em 25%. Apenas uma picape não americana conseguiu se livrar do imposto com uma manobra inusitada: na década de 1970, a japonesa Subaru Brat foi vendida com duas cadeiras de plástico soldadas na caçamba e, com isso, homologada como carro de passageiros taxados com a tarifa de 2,5%.
Além de serem beneficiadas com medidas protecionistas, as picapes também tiveram a benevolência do governo em relação aos padrões de consumo de combustível. Com a disparada dos preços dos combustíveis em razão do embargo do petróleo no Oriente Médio, em 1975 os Estados Unidos adotaram o Cafe, sigla em inglês para Consumo Médio Corporativo de Combustível, que impôs rigorosos parâmetros de consumo para os automóveis. Um sedã com médias de 10 km/l ou menos passou a ter aumento de preço entre US$ 1 mil e US$ 7,7 mil, o que desestimulava sua compra. Para caminhões e picapes, os padrões eram menos rígidos.
“Como era mais fácil atender aos padrões de consumo com as picapes, os fabricantes passaram a construir picapes que, basicamente, eram automóveis e foi isso que gerou o SUV”, explica Christopher Knittel. Desde de então, picapes e SUVs passaram a ser classificados como caminhões leves. “Há meio século, se você precisasse transportar três crianças, pães de hambúrguer e um cachorro, os fabricantes lhe venderiam uma perua. Hoje, se você aparecer na loja com a mesma necessidade, será estimulado a comprar um SUV, um veículo que conta com alguns recursos extras para serem classificados como caminhões leves”, disse Knittel ao jornal The Washington Post.
O peso das elétricas
A nova safra de picapes elétricas que começa a despontar nos Estados Unidos deve aplacar em parte a indignação dos ambientalistas e dos defensores de um trânsito mais civilizado. Apenas em parte: as baterias que prometem garantir autonomia de até 840 km para uma Tesla Cybertruck, por exemplo, implicam no aumento da massa do veículo. A Ford F-150 Lightning pesa 3,1 toneladas – 1,2 tonelada a mais que a versão equivalente a diesel; a Hummer básica, 4 toneladas.
As era das picapes sugadoras de combustível e cuspidoras de poluentes parece, no entanto, caminhar para um fim que ainda deve demorar. Em 2022, uma picape Série F a combustão era vendida a cada 49 segundos, mas cerca de 200 mil compradores na fila por uma F-150 Lightning, lançada no fim de 2021, têm de esperar meses para colocar as mãos no volante de uma delas. 
Ford F-150 Lightning Platinum pesa 3,1 toneladas
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A Ford tem enfrentado problemas de falta de componentes para a fabricação de sua primeira picape elétrica dos tempos modernos, e suspendeu todos os pedidos de clientes. A novidade custa US$ 84 mil, US$ 20 mil a mais que a F-150 convencional, mas um revendedor do estado de Nova York disse à ABC News que muitos interessados têm oferecido dinheiro extra para sair com a elétrica da loja.
“Estou preocupado com o aumento do risco que essas novas picapes representarão, devido ao peso e à rapidez com que arrancam”, disse Jennifer Homendy, chefe do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes, organização independente que investiga causas e efeitos dos acidentes de trânsito. 
Uma Cybertruck de 3 toneladas acelera de 0 a 100 km/h em 4 segundos. A preocupação de Jennifer é justa, mas os impactos dessa nova frota ainda demorarão a serem revelados. O número de picapes elétricas nas vendas representaram apenas uma fração, 0,20%, das vendas totais de veículos em 2022.
Chevrolet e Ram entrarão na disputa dentro de mais alguns meses com suas versões elétricas e já terão novos concorrentes com quem se preocupar – a Rivian, fundada em 2009, e a Lordstown, de 2018, são apenas duas delas. Outras marcas surgirão. Isso é tão certo como o asfalto novo de sua rua.
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Autoesporte já divulgou o índice de aumento da procura de veículos nessa modalidade, bem como as possíveis razões para o crescimento desse mercado. Agora, questionamos empresas do setor que atuam no nicho de locação premium, a respeito do aumento da demanda e procura por modelos da categoria. 
Na tradicional rede de locação de veículos, Localiza, há a disponibilidade de se alugar um carro premium, e que pode ser personalizado de acordo com as vontades e necessidades do cliente. A empresa oferece modelos da categoria de fabricantes como BMW e Volvo, além de elétricos da BYD.
 Para Glauco Zebral, diretor de Localiza Meoo, a popularidade desse tipo de serviço representa uma mudança cultural do brasileiro, bem como diminuição de custos: “A assinatura abre oportunidade para o consumidor dirigir um veículo da categoria, sem precisar arcar com o alto custo de comprar um zero quilômetro. Há ainda a vantagem de não precisar se preocupar com os custos do IPVA, licenciamento e proteção veicular”. 
Segundo informações da Osten GO, empresa de mobilidade urbana que pertence à Osten Group, a receita da empresa entre janeiro e novembro de 2023 dobrou em comparação com o mesmo período em 2022, quando se fala em veículos por assinatura. A BMW é a fabricante com os modelos mais procurados na empresa, sendo BMW 320i M Sport, BMW X1 e BMW X3 os carros mais desejados, seguidos pelos os da Porsche e Audi, além do elétrico BYD Seal.
BYD Seal
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De acordo com Liandra Boschiero, COO da Osten GO, o crescimento no índice da produção de elétricos e híbridos influencia no aumento pela demanda de carros por assinatura: “Muitos fatores explicam o aumento do número de locações, entre eles o forte aumento na demanda por carros elétricos e híbridos, que está impulsionando esse setor, tanto por parte de consumidores que desejam testar e conhecer o desempenho do carro elétrico antes de optar pela compra, quanto por parte de empresas interessadas em reduzir suas emissões”. 
Na locadora Drive Select, localizada em São Paulo, a BMW também é a campeã de procura, com o modelo X1, dividindo o pódio com o Audi Q3. De acordo com a companhia, houve um aumento de aproximadamente 25% na busca por veículos por assinatura no último ano. 
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Nesse cenário, a maior curiosidade é: mas quanto custa?. Assim como acontece com a locação de veículos econômicos e intermediários, os carros premium também formam um leque com variação de valores na hora de assinar um contrato.
De acordo com as empresas consultadas, o mercado oferece contratos a partir de R$ 5 mil, em modelos adquiridos pela Localiza. Esse tipo de serviço está disponível a partir de R$ 7 mil na Drive Select, subindo para R$ 10 mil quando se trata de veículos blindados. Na Osten GO, o ticket médio das locações fica entre R$ 10 mil e R$ 12 mil, dentre os modelos mais procurados. Entretanto, os interessados em veículos mais caros, como BMW M3, Porsche Taycan Cross Turismo e Audi RSQ3 acabam desembolsando de R$ 20 mil a R$ 30 mil. 
Porsche Taycan Cross Turismo
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Para se ter um comparativo: vamos considerar o o preço médio de locação do BMW X1, modelo mais procurado nas empresas, como sendo R$ 10 mil, e vamos considerar um contrato de 24 meses. Sabendo que o preço do SUV 0 km começa em R$ 329 mil, se multiplicarmos o valor da locação pelos dois anos de uso, chegaremos ao valor final de R$ 240 mil. 
Trazendo para os contratos mais caros, vamos considerar que o serviço da Porsche Taycan Cross Turismo seja fechado no valor de R$ 30 mil, pelo mesmo período de dois anos. Assim, o contratante terá desembolsado o valor de R$ 740 mil, considerando que o preço do carro novo é de mais de R$ 890 mil. 
Em ambos os casos, pode-se considerar que o valor desembolsado pelo contratante seria menor na locação do que na concessionária. Ainda assim, vale ressaltar que os contratos de assinatura de veículos já incluem cobertura de IPVA, seguro, vistorias e manutenção, representando de fato um custo benefício, mesmo quando se trata de modelos premium. 
Ainda segundo Zebral, essa vantagem se estende não só para a compra, mas também para a troca do veículo: “A cada renovação, o cliente não precisa desembolsar um alto valor para ter o carro novo, como acontece ao trocar um veículo próprio. Sem contar que ao comprar um carro premium, a depreciação pode ser ainda maior no mercado de luxo”.
Por fim, quanto ao período de contratação do serviço, de maneira geral é solicitado por períodos que variam entre 12 e 48 meses, fator que influencia na variação de valores. Na Localiza, os carros premium ou blindados concentram sua demanda em contratos de 36 a 48 meses, diferentemente da Drive Select, que fechou a maioria dos contratos da categoria para o período de 24 meses. Além de pessoas físicas, há diversas empresas que procuram pelo serviço para diminuir custos.
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Honda Civic
O Civic foi de R$ 259.900 em dezembro do ano passado para R$ 265.900. O híbrido importado da Tailândia tem um motor 2.0 aspirado de 143 cv e outros dois elétricos. Um deles atua como gerador, transformando a energia cinética do propulsor a gasolina em elétrica e abastecendo uma pequena bateria de 1 kWh.
O outro motor elétrico recebe essa energia e envia para as rodas, funcionando como motor de tração de 184 cv. O motor a gasolina só traciona as rodas em velocidades de cruzeiro mais altas. Por isso, a Honda não divulga os números de potência combinada.
Honda Accord
Já o Accord foi de R$ 324.900 para R$ 332.400 com o aumento. A mecânica é parecida com a do Civic, mas com algumas novidades. O volante do motor agora tem um pré-amortecimento para reduzir vibração e ruído, enquanto os motores elétricos trabalham em paralelo, e não em série. Além disso, o conjunto motriz está mais potente.
O 2.0 passa a ter 146 cv e 19,2 kgfm. Já o motor elétrico de tração manteve os 184 cv e tem mais 2 kgfm de torque, chegando aos 34,1 kgfm. São 207 cv combinados. 
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Imposto de importação
A alíquota cobrada desde 1º de janeiro até 30 de junho é de 12%. A Honda, como tem cotas para importar sem pagar imposto, conseguiu repassar somente parte desse valor. Segundo o governo, 90% do total de cotas será destinado para as fabricantes que importaram pelo menos 1% do total de carros elétricos e híbridos entre janeiro e novembro de 2023. Neste caso, a divisão será proporcional ao volume de importações nesse mesmo período.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços afirmou que, “por sigilo legal”, a cota por empresa não pode ser divulgada, logo, não sabemos quanto a Honda tem para importar.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/TFE4_jCcYxkkGMHuzIgFWMUUyJU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/C/mHflzZQYGCuYLp1iQ9Fw/civic-hibrido-estatica-2-0.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda Civic híbrido </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 12 Jan 2024 14:57:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estes são os 10 carros mais baratos do Brasil no início de 2024</title>  <atom:subtitle>Kwid e Mobi passam dos R$ 70 mil após aumentos dos últimos meses; além deles, só o Citroën C3 custa menos de R$ 80 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/10-carros-mais-baratos-do-brasil-janeiro-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/10-carros-mais-baratos-do-brasil-janeiro-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PJ5nWm4qO74IjcEO9BWolCL4OQA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/N/J/fs8c83SmA2PCW12AtlxQ/compara-renault-kwid-e-fiat-mobi-12.jpg" /><br /> ]]>    Não há mais carros novos no Brasil por menos de R$ 70 mil. Com o reajuste de preços do Fiat Mobi, atualmente, o veículo zero-km mais em conta do país sai por R$ 71.190.
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Esse é o preço do novo dono do título, Renault Kwid Zen. Isso porque o Mobi, que teve a tabela reajustada com a inclusão do controle eletrônico de estabilidade, agora custa a partir de R$ 71.990.
Além deles, há apenas um outro veículo que custa menos de R$ 80 mil. É o Citroën C3 na versão de entrada, Live, que sai por R$ 72.990. Veja abaixo como está a lista de carros mais baratos do Brasil no início de 2024:
1 - Renault Kwid: R$ 71.190
Renault Kwid Zen 2023
Divulgação
Com o aumento de preços do Mobi, o Kwid voltou a ser o carro mais barato do Brasil. O compacto usa um 1.0 tricilíndrico de 71 cv e 10 kgfm. A versão Zen é equipada com controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, direção elétrica, ar-condicionado, quatro airbags, monitoramento de pressão dos pneus, rádio com USB e Bluetooth, sistema start-stop e iluminação diurna em LED.
2 - Fiat Mobi: R$ 71.990
Fiat Mobi é o carro mais barato do Brasil ao final de 2023
Divulgação 
Para atender às exigências da lei de controle de estabilidade, a Fiat adotou o item de série no Mobi. Porém, junto com o recurso de segurança, veio um considerável aumento nos preços. Exatos R$ 2 mil, fazendo a tabela partir de R$ 71.990. O motor é sempre o 1.0 de quatro cilindros que entrega 74 cv e 9,7 kgfm. Vem com itens como direção hidráulica, ar-condicionado, rodas de aço com calotas, pré-disposição para rádio e vidros elétricos dianteiros.
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3 - Citroën C3: R$ 72.990
Citroën C3 tem o motor 1.0 da Fiat
André Paixão/Autoesporte
Equipado com o 1.0 Firefly de 75 cv e 10,7 kgfm de origem Fiat, o C3 briga entre os mais baratos com a versão Live e se oferece como uma opção mais espaçosa do que Mobi e Kwid. O hatch mais barato vem com ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, travas e vidros dianteiros elétricos, monitoramento de pressão dos pneus e rodas de aço de 15” com calotas.
4 - Hyundai HB20: R$ 82.890
Hyundai HB20 está no meio da tabela
Renato Durães/Autoesporte
Após um degrau de R$ 10.000 aparece o Hyundai HB20, que teve os preços mantidos e ultrapassou o Fiat Argo na quarta colocação. Vem com seis airbags, ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, computador de bordo, rádio com USB e Bluetooth e iluminação diurna em LED. Segue equipado com o 1.0 Kappa 12V de três cilindros, que entrega 80 cv e 10,2 kgfm.
5 - Fiat Argo: R$ 83.490
Fiat Argo Drive vem com ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo e travas elétricas, mas vem sem rádio
Demetrios Cardozo/Autoesporte
O Fiat Argo ficou R$ 2.500 mais caro. Com isso, caiu uma posição na lista. A versão que não tem sobrenome traz ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo e travas elétricas, mas vem sem rádio, diferente do Mobi. O motor é o 1.0 Firefly de três cilindros, gerando 75 cv e 10,7 kgfm, o mesmo do C3 e do Peugeot 208.
6 - Renault Stepway: R$ 84.470
Modelo da Reanult é um velho conhecido do mercado brasileiro 
Divulgação
O veterano Sandero ainda é vendido como Stepway, sua versão com estilo aventureiro, mas que hoje é oferecido com motor 1.0 e um pacote mais modesto de equipamentos. Se diferencia por ter a central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay. Vem também com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, vidros elétricos dianteiros e quatro airbags. O motor 1.0 de três cilindros é mais potente do que o Kwid, com 82 cv e 10,5 kgfm. Se você se interessou, melhor correr, já que o hatch aventureiro deve sair de linha quando o Kardian chegar às lojas.
7 - Chevrolet Onix: R$ 86.150
Chevrolet Onix tem motor 1.0 aspirado de 82 cv
André Schaun
Um dos carros mais vendidos do Brasil, o Onix entra na lista com sua versão de entrada equipada com motor 1.0 de três cilindros com 82 cv e 10,6 kgfm. A lista de equipamenos conta com 6 airbags, ar-condicionado, assitente de partida em rampas, controles de estabilidade e tração, direção elétrica, rádio com USB e Bluetooth, rodas de aço de 14” com calotas, travas e vidros elétricos e computador de bordo.
8 - Volkswagen Polo Track: R$ 87.990
Volkswagen Polo Track é o carro de entrada da marca no Brasil
Divulgação
No ano em que precisou substituir o Gol, aposentado no fim de 2022, o Polo ganhou a versão Track e fechou 2023 como o vice-líder de vendas, só atrás da Fiat Strada. Tem quatro airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, bloqueio eletrônico de diferencial, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica, travas elétricas e ar-condicionado. O motor é 1.0 de três cilindros com 84 cv e 10,4 kgfm.
9 - Peugeot 208: R$ 89.990
Peugeot 208 é um dos modelos mais estilosos da lista 
Divulgação
O preço de tabela do Peugeot 208 o coloca na nona posição, mas quem correr pode escolher uma unidade no estoque atual por R$ 73.990, valor que o deixaria em quarto. Mas como a promoção é sazonal, o hatch sai por quase R$ 90 mil com quatro airbags, controles de estabilidade e tração, travas e vidros elétricos, central multimídia de 10,3” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e iluminação diurna em LED. O motor é o 1.0 Firefly de 75 cv e 10,7 kgfm de quase todos os carros dessa lista.
10 - Hyundai HB20S: R$ 92.690
Fechando a nossa lista, o Hyundai HB20S não teve reajustes em 2024, e, por isso, superou o rival, Fiat Cronos como o décimo carro mais barato do Brasil. A versão de entrada, Comfort Plus tem motor 1.0 de três cilindros e 80 cv. Se o desempenho não empolga, ao menos a lista de equipamentos tem recursos interessantes, como faróis com acendimento automático, câmera de ré e central multimídia.  
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PJ5nWm4qO74IjcEO9BWolCL4OQA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/N/J/fs8c83SmA2PCW12AtlxQ/compara-renault-kwid-e-fiat-mobi-12.jpg" medium="image"/>   <media:description>Os carros + baratos do Brasil: Renault Kwid e Fiat Mobi</media:description>   <media:credit>Renato Durães</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 20:59:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil não tem mais carro novo abaixo de R$ 70 mil</title>  <atom:subtitle>Fiat Mobi 2024 fica R$ 2.000 mais caro para incorporar controle de estabilidade de série e sacramenta o fim do automóvel 0 km brasileiro abaixo de R$ 60.000</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/brasil-nao-tem-mais-carro-novo-abaixo-de-r-70000.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/brasil-nao-tem-mais-carro-novo-abaixo-de-r-70000.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rUKMBziTFOuRJb7mUpQqmrtz_B0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/a/u/l06RUWRymAvEdVjUAjsA/fiatmobilikemy242.jpg" /><br /> ]]>    Não existe mais nenhum carro novo ou zero-quilômetro no Brasil abaixo de R$ 70.000. Nesta quarta-feira (10), a Stellantis oficializou um já aguardado reajuste de preço do Fiat Mobi 2024. Para se adequar à nova legislação de segurança que entrou em vigor a partir deste ano, o subcompacto teve que incorporar o controle eletrônico de estabilidade (ESP) de série. Antes, o item era oferecido em um pacote opcional. Com a medida, o preço do Mobi Like, versão de entrada do pequeno hatch, subiu de R$ 69.990 para R$ 71.990.
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Com a mudança, o Fiat Mobi também deixou o posto de automóvel 0 km mais barato no Brasil. Agora, o posto volta a pertencer ao Renault Kwid Zen, que já trazia o controle de estabilidade como item de série anteriormente e, por isso, mantém seu preço tabelado em R$ 71.190. No caso do Mobi, o subcompacto também passou a trazer de fábrica o controle de tração e o assistente de partida em rampas, que antes formavam um kit opcional de R$ 700 junto do ESP.
Fiat Mobi foi lançado em 2016 no Brasil
Divulgação 
O Fiat Mobi Trekking, versão de topo do modelo, também encareceu ao incorporar os itens de segurança agora obrigatórios. Sua etiqueta passou de R$ 73.590 para R$ 74.990, um reajuste de R$ 1.400. Confira os preços do Fiat Mobi 2024 reajustados:
Variação de preços do Fiat Mobi
Fiat Mobi 2024 – Itens de série
Fiat Mobi Trekking tem apelo aventureiro
André Paixão
De série, o Fiat Mobi Like 2024 traz, além dos recém-incorporados controles de estabilidade e tração e do assistente de partida em rampa, itens como: faróis halógenos com luzes diurnas e regulagem manual de altura do facho; travas elétricas; vidros dianteiros elétricos com one touch e antiesmagamento; retrovisores externos e vidros traseiros manuais; repetidores laterais de luzes de seta; ar-condicionado.
Incorpora, ainda: quadro de instrumentos analógico com computador de bordo em tela digital monocromático de 3,5 polegadas; direção hidráulica; airbag duplo frontal; limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro; para-choque na cor do veículo; maçanetas externas em preto fosco; rodas de aço com calota aro 14; sensor de pressão dos pneus.
Interior do Fiat Mobi é simples e tem poucos equipamentos
Renato Durães
O Mobi Trekking acrescenta: banco do motorista com regulagem de altura; calotas escurecidas, adesivos Trekking em capô, teto, lateral e tampa traseira; central Multimídia de 7 polegadas com Android Auto e Apple Car Play sem fio; volante multifuncional; chave canivete; console de teto; logotipo Fiat escurecido; maçanetas na cor do veículo; retrovisores externos pintados em preto; revisteiros nos bancos dianteiros.
Sob o capô, o motor do Fiat Mobi 2024 continua a ser o veterano 1.0 Fire quatro-cilindros aspirado flex 8V de 71 cv de potência e 9,3 kgfm de torque com gasolina, sendo 74 cv de potência e 9,7 kgfm de torque com etanol. O câmbio é sempre manual de cinco marchas. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rUKMBziTFOuRJb7mUpQqmrtz_B0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/a/u/l06RUWRymAvEdVjUAjsA/fiatmobilikemy242.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Mobi Like</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 20:22:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Conheça os 13 carros híbridos que chegam ao Brasil em 2024</title>  <atom:subtitle>Considerados o melhor de dois mundos por eletrificar sem abrir mão do motor a combustão, híbridos devem ter uma série de lançamentos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/conheca-os-13-carros-hibridos-que-chegam-ao-brasil-em-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/conheca-os-13-carros-hibridos-que-chegam-ao-brasil-em-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ek95IgltK8fPoRhYmt4w6ZXmQWY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/O/U/GTSOTIQ7mae7BbQQwprQ/thumb-site-hibridos.jpg" /><br /> ]]>    Quando se fala de futuro da indústria automotiva, opiniões se dividem sobre elétricos e carros a combustão. No meio disso tudo estão os híbridos, considerados por muita gente a união do melhor dos dois mundos.
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Então se você pretende eletrificar sua garagem, mas ainda tem medo de abrir mão de um motor a combustão, aqui está a solução. Esses 13 carros híbridos serão lançados no Brasil em 2024. Conheça:
BYD Song Pro
BYD Song Pro é um dos candidatos a ser produzido no Brasil
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O Song Pro é uma segunda versão com o mesmo conjunto híbrido plug-in do Song Plus. A diferença é que, além do visual atualizado, a bateria é maior, mas o conjunto é menos potente com 197 cv de potência total. O Plus tem 235 cv, mas pode rodar apenas 51 km no modo elétrico. No Pro o alcance sobe para 110 km.
A BYD não confirmou mas o Song Pro pode ser o primeiro SUV nacional da marca. A fábrica em Camaçari deve começar a produzir no último trimestre de 2024. Além do Song Pro, outro cotado para ser feito na Bahia é o elétrico Dolphin.
GWM Tank e Poer
GWM Tank 500 é cotado para chegar ao Brasil, mas lançamento pode ser apenas em 2025
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No ano em que a GMW também inaugura uma fábrica no Brasil, em Iracemápolis (SP), a marca planeja uma série de lançamentos. Uma mudança no cronograma fez com que os Haval H6 e o inédito H4 virassem prioridades. Mas ainda é possível que outros modelos apareçam ainda em 2024. 
Um deles é o SUV Tank 500, que brigaria no segmento de Toyota SW4 e Chevrolet Trailblazer. Outro é a picape Poer.
Os dois usam a mesma base mecânica que une um motor 2.0 turbo a gasolina de 252 cv e 38,7 kgfm a outro elétrico, de 163 cv. A combinação resulta em 408 cv e 76,5 kgfm de torque. O câmbio é automático de nove marchas e a transmissão é nas quatro rodas com reduzida.
GMW Haval H4
Haval H4 pode ser um dos primeiros carros nacionais da GWM
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Para brigar no segmento dos SUVs médios, o H4 pode chegar com o mesmo motor 1.5 turbo do H6, mas com um propulsor elétrico menor. O esperado é uma entrega em torno de 243 cv e 54 kgfm. Conforme apurado por Autoesporte, o Haval H4 só deve ser lançado no Brasil se for produzido em Iracemápolis. No momento, a importação da China está descartada.
O SUV é cotado para inaugurar a fábrica de Iracemápolis (SP), que a GWM vai abrir ainda neste ano. O H4 seria montado inicialmente, em formato CKD, ou seja, com componentes vindos prontos da China apenas para solda, montagem e pintura no Brasil, pelo menos nesta primeira fase de operação da fábrica.
Honda CR-V
Honda CR-V E:HEV era cotado para chegar em 2023, mas ficou para 2024
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Assim como Civic e Accord, o SUV CR-V, da Honda, será híbrido. A expectativa é que o lançamento aconteça ao longo de 2024.
Será equipado com o sistema e:HEV, que combina um motor a combustão 2.0 16V aspirado, que trabalha em ciclo Atkinson, de 145 cavalos de potência e 17,8 kgfm de torque, com outros dois elétricos ligados a uma “caixa de câmbio” chamada e-CVT, que é o que transmite movimento para as rodas —embora não tenha funcionamento parecido com o de um câmbio convencional automático ou CVT. Veja o teste.
Jaecoo J7
Jaecoo J7 é mais um SUV a entrar no segmento de Jeep Compass e Toyota Corolla Cross
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A Jaecoo é mais uma estreante do mercado brasileiro em 2024. Parte do grupo Chery, mas com operação independente da Caoa, a marca dividirá a rede de concessionárias com a Omoda. Nesse 
Serão dois lançamentos em 2024. O Jaecoo 7 é mais um SUV a entrar no segmento de Jeep Compass e Toyota Corolla Cross, e aposta no design inspirado nos Land Rover. 
Cogitado para ser fabricado em Jacareí, onde era a produção da Chery, marca do mesmo grupo, o 7 terá motorização híbrida plug-in, mas ainda sem detalhes revelados. Na China é vendido somente com motor 1.6 turbo de 186 cv e câmbio de dupla embreagem de sete marchas.
Jaecoo J8
Para brigar com o Jeep Commander, o Jaecoo J8 é um SUV maior (4,81 m) com capacidade para levar sete pessoas. Nesse caso, o motor 2.0 turbo entrega 250 cv.
Para o Brasil, porém, também terá uma versão híbrida plug-in. Só não se sabe se virá já eletrificada ou se a versão com motor a bateria virá em um segundo momento.
Jeep Compass e Commander PHEV
Jeep Commander terá sistema híbrido plug-in flex
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Os primeiros carros com a plataforma Bio-Hybrid a serem produzidos no Brasil serão os Jeep Compass e Commander. Ao que tudo indica, a Stellantis vai abandonar a motorização diesel nos dois SUVs. No lugar, vai oferecer o sistema 4xe de tração nas quatro rodas, mas com o eixo traseiro movido por um motor elétrico. 
O sistema é quase o mesmo que equipa o Compass 4xe importado da Itália. A grande novidade, porém, é que a produção em Goiana (PE) vai adotar o motor 1.3 turboflex, em vez da unidade movida apenas a gasolina. Assim, o conjunto deve entregar 245 cv, quando abastecido com etanol. Destes, 185 cv virão do propulsor a combustão e 60 cv da unidade elétrica. 
Omoda C5
Omoda 5 terá versões híbrida e a combustão
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O SUV da Omoda, outra marca do grupo Chery que chegará independente da Caoa, assim como a Jaecoo, terá um sistema híbrido leve ligado ao motor 1.5 turbo a gasolina. São 156 cv e 23,4 kgfm.
O sistema híbrido leve usa um pequeno motor elétrico no lugar do alternador e que é acionado em situações específicas, seja para desligar o propulsor a combustão, seja para funcionarem juntos para ajudar no desempenho.
Toyota Yaris Cross
Toyota Yaris Cross começa a ser produzido no último trimestre do ano
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O SUV nacional começará a ser produzido no último trimestre do ano, podendo chegar às lojas ainda em 2024 ou no começo de 2025. Mas o certo é que ele terá uma opção híbrido flex com um motor elétrico em funcionamento conjunto a um a combustão que pode ser abastecido com etanol.
No princípio, o conjunto híbrido do novo SUV será importado do Japão, mas a Toyota pretende nacionalizar componentes para depender menos do mercado externo e aumentar o índice de regionalização dos híbridos. 
O conjunto escolhido será o 1.5 aspirado de 90 cv com um motor elétrico de 81 cv. Juntos, deverão entregar cerca de 120 cv. 
Mercedes-Benz Classe E
Mercedes-Benz Classe E chegará ao Brasil com motorização híbrido-leve
Divulgação
Como tem virado padrão na Mercedes-Benz, a nova geração do Classe E chegará ao Brasil com motorização híbrido-leve, com sistema de 48V para ajudar no consumo e no desempenho. Na Europa existem versões híbridas plug-in, mas é improvável que cheguem ao Brasil em um primeiro momento.
Além da motorização, o Classe E traz novo visual e interior futurista com três telas com acesso a redes sociais e vídeos por streaming.
Porsche Cayenne e-Hybrid
Porsche Cayenne S E-hybrid frente
autoesporte
Quem entrar no site da Porsche vai encontrar as versões híbridas do Cayenne, mas quem pedir um em uma concessionária só vai poder pegar o carro no segundo semestre de 2024. 
A porta de entrada para a gama híbrida é o Cayenne E-Hybrid, que custa R$ 690 mil na carroceria SUV e R$ 720 mil na Coupé. Ambos combinam o motor 3.0 turbo V6, que entrega 304 cv, com um motor elétrico de 176 cv. A potência combinada é de 470 cv.
Já as versões Turbo E-Hybrid usam o mesmo elétrico de 176 cv, mas em conjunto com o 4.0 V8 biturbo de 599 cv, resultando em uma potência combinada de 739 cv. O torque máximo é de 96,9 kgfm.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ek95IgltK8fPoRhYmt4w6ZXmQWY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/O/U/GTSOTIQ7mae7BbQQwprQ/thumb-site-hibridos.jpg" medium="image"/>   <media:description>Thumb carros híbridos</media:description>   <media:credit>Arte: Demetrios Cardozo/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 17:22:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Produção de veículos cai 1,9% no Brasil em 2023, diz Anfavea </title>  <atom:subtitle>Brasil produziu 2,32 milhões veículos em 2023, contra 2,37 milhões em 2022</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/producao-de-veiculos-cai-19percent-no-brasil-em-2023-diz-anfavea.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/producao-de-veiculos-cai-19percent-no-brasil-em-2023-diz-anfavea.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DRlgD9k210GXMcmCXWuP4QGmoUI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/E/F/eGgDqtSPa3LIPiQBH9BA/linha-producao-motores-e.torq-fca-parana-divulgacao.jpg" /><br /> ]]>    A produção de veículos caiu 1,9% no Brasil durante o ano de 2023. No total, foram produzidos 2,37 milhões de unidades, contra 2,37 milhões na comparação com 2022. Nessa conta está a soma de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Os dados são da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. 
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Na comparação com dezembro de 2022, houve queda de 10,4%, quando o país produziu 191,6 mil veículos. Na relação entre dezembro e novembro de 2023, houve uma retração ainda maior: 15,3%, quando foram produzidos 202,7 mil veículos. 
A produção de veículos pesados caiu 37,9%no ano passado em função dos custos mais elevados das novas tecnologias de controle de emissões, principalmente para os caminhões, adotadas para atender a etapa P8 do Proconve, válida desde janeiro de 2023. Por esse motivo, a associação atribui a queda em 2023.
A queda na produção de caminhões afetou muito o mercado em 2023
André Schaun
"Em função das novas regras de emissões, isso afetou muito o mercado de caminhões. E a maioria das vendas foram de caminhões já em estoque, de antes das novas regras entrarem em vigor. Em 2023, o Brasil abriu o ano com 60 mil caminhões em estoque, enquanto esse ano o número está na faixa de 38 mil. Por isso, houve uma queda no cenário geral dos veículos", afirma o presidente da associação, Márcio de Lima Leite. 
Vendas de veículos
Se houve queda na produção, tivemos alta nas vendas em 2023. No total, foram vendidos 2,3 milhões de veículos, contra 2,1 milhões de 2022, um crescimento de 9,7%. 
As vendas de elétricos e híbridos aumentou mais de 90% em 2023 e deve melhorar em 2024 
Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images
“A média diária de vendas em dezembro foi de 12,4 mil unidades. É o melhor resultado mensal em quatro anos, puxado pelas locadoras, que emplacaram 75 mil veículos, 30 mil a mais que a média do ano. Outra fator importante foram as promoções dos eletrificados antes da volta do Imposto de Importação”, afirma a Anfavea. 
Ao todo, no mês de dezembro tiveram 212,6 mil licenciamentos. 
Vendas de veículos elétricos e híbridos 
O Brasil cresceu 91% nas vendas de veículos elétricos e híbridos em 2023, com 93,9mil emplacamentos contra 49,2 mil em 2022. E a projeção para 2024 é crescer mais 51%, com expectativa de emplacar mais de 142 mil unidades. Segundo o presidente da Anfavea, mesmo com a  volta do imposto de importação, o cenário é bem positivo. 
Exportações
Houve queda de 16% nas exportações do Brasil, com 403,9 mil unidades enviadas para outros países, contra 408,9 mil em 2022. A notícia boa é que o México superou a Argentina pela primeira vez na história, representando 51% das exportações brasileiras, ou 135.779 unidades por ano. Em 2022 foram 89.710 unidades, o que representava apenas 18%. Um a cada três exportações foram para o país da América Latina.
Exportação para o México bateu recorde em 2023, com mais de 50% do total 
Divulgação
Por outro lado, para a Argentina as exportações seguem em queda: caindo de 28% de representatividade em 2022 para 16% em 2023, caindo de 135.769 para 114.575, respectivamente. E o cenário para 2024 é de uma queda ainda maior para o país vizinho. 
Programa Mover
Apesar da queda, Lima Leite vê um cenário otimista para a indústria com o programa Mover. Entre os objetivos do programa Mover quer promover a descarbonização e incluir limites mínimos de reciclagem na fabricação. Veículos que poluem menos também serão contemplados com impostos mais baixos, o chamado IPI Verde. O governo destinou R$ 19,3 bilhões em incentivos para as fabricantes até 2028. 
"O programa Mover é fundamental para o Brasil inteiro, para indústria, universidades, mercado de reposição. Tudo isso indica um futuro otimista para o cenário brasileiro. Em outros mercados estão lançando programas semelhantes, como nos Estados Unidos e países da Europa", afirma Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea. 
Empregos
Em dezembro de 2023, o Brasil tem 98,9 pessoas trabalhando na indústria automobilística. Em relação a 2022, o país registra queda de 2,9% ante dos 101,9 trabalhadores. 
Projeções para 2024
A Anfavea prevê crescimento para 2024 porque o mercado está otimista para esse ano, com crescimento de 6,1%. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DRlgD9k210GXMcmCXWuP4QGmoUI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/E/F/eGgDqtSPa3LIPiQBH9BA/linha-producao-motores-e.torq-fca-parana-divulgacao.jpg" medium="image"/>   <media:description>Linha de produção de motores no Paraná</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 13:09:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>CES 2024 tem carro com ChatGPT de série e até robô que carrega elétricos</title>  <atom:subtitle>Novo Volkswagen Golf GTI também é atração da maior feira de tecnologia dos Estados Unidos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/ces-2024-tem-carro-com-chatgpt-de-serie-e-ate-robo-que-carrega-eletricos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/ces-2024-tem-carro-com-chatgpt-de-serie-e-ate-robo-que-carrega-eletricos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Q7mocDAsCRdvCxwIqVWF3xbSEEA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/5/L/uqG0LaS8Oa0VRw7BsAAA/db2024au00001-medium.jpg" /><br /> ]]>    A Consumer Electronic Show (CES) 2024, maior feira de tecnologia dos Estados Unidos, que acontece em Las Vegas, começou nesta terça-feira (9) e vai até sexta-feira (12). Neste primeiro dia de evento, algumas atrações do setor automotivo chamaram a atenção, como a Volkswagen oferecer ChatGPT como item de série em seus carros, o novo Golf GTI, carregamento de carro elétrico feito por robô e muito mais. Confira os principais destaques. 
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Kia 
Ao todo, são cinco conceitos: PV7, PV1 e três variações do PV5
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A Kia retorna à feira de tecnologia depois de cinco com anos com a apresentação global do PBV, “Platform Beyond Vehicle” (Plataforma além do veículo) — todos elétricos. Ao todo, são cinco conceitos: PV7, PV1 e três variações do PV5, que vai dar origem a um veículo elétrico de produção em 2025. 
Os produtos PBV são protótipos com foco total em tecnologia e soluções urbanas. De acordo com a Kia, a estratégia é permitir que um único chassi seja usado para atender várias necessidades de mobilidade. 
Kia PV5 tem bancos que podem rodar dentro da cabine
Divulgação
O PV7 é destinado para o transporte de mercadoria e é o maior veículo de todos. O PV1 é bem compacto, comporta apenas o motorista e serve para realizar serviços de atendimento. Já o PV5, é voltado para o transporte de passageiros e de mercadoria, porém, a Kia não revela qual variante dará origem ao veículo de produção no ano que vem. 
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Em comum, todos os conceitos têm um formato bem quadrado e boa parte da carroceria envidraçada. Por dentro, existem várias telas para auxiliar o motorista e, no caso do PV5, os bancos são rotativos para aumentar a interação entre os passageiros. 
Kia PV5 é composto por várias telas no interior
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Mercedes-Benz
MBUX passou por evolução na CES 2024
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Você que lê os testes da Autoesporte, já sabe que a Mercedes investe bastante em conectividade e telas enormes para os passageiros. Na feira de tecnologia, o destaque da fabricante alemã foi a evolução do seu sistema de comandos de voz, o MBUX Virtual Assistant.
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O novo assistente virtual de voz (MB.OS) é baseado em inteligência artificial (IA) e agora pode ter uma interação melhor com os passageiros, inclusive com diálogos, oferecendo sugestões para o motorista, como alternativa de caminhos, paradas e informações dos locais por onde está passando. Além disso, o sistema também pode esclarecer algumas dúvidas gerais sobre o carro. A tecnologia vai chegar gradualmente nos carros elétricos da marca. 
Mercedes-Benz CLA Concept foi apresentado pela primeira vez no Salão de Munique, em dezembro
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Outra novidade foi a apresentação Concept CLA Class para a América do Norte. O modelo foi apresentado em setembro do ano passado no Salão do Munique, na Alemanha, e vai dar origem a quatro novos modelos, segundo a Mercedes. Para ler mais detalhes, basta clicar aqui.
Volkswagen
Volkswagen Golf GTI 2024 apareceu pela primeira vez na América do Norte
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A Volkswagen apresentou seus primeiros carros com assistente de voz integrado com o chatbot (robô) ChatGPT, permitindo que os motoristas recebam mensagens de voz com informações sobre a viagem. O sistema é feito em parceria com a empresa norte-americana Cerence. 
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No futuro, segundo a Volkswagen, o sistema poderá conversar com os motoristas e fazer diversas interações, como: estabelecer conversas, esclarecer dúvidas gerais e receber informações específicas sobre o veículo.  "O ChatGPT não tem acesso a qualquer dado do veículo: perguntas e respostas são deletadas imediatamente para garantir o máximo nível de proteção de dados", ressalta a fabricante. 
Volkswagen Golf GTI 2024 será revelado em breve sem camuflagem
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Esse primeiro estágio da interação será um item de série a partir do segundo trimestre de 2024 nos seguintes modelos: ID.7, ID.4, ID.5, ID.3, além dos recém-lançados Tiguan e Passat, e o novo Golf. 
O novo Golf GTI também foi mostrado, porém, com uma camuflagem colorida, já que a aparição oficial deve acontecer muito em breve. As principais mudanças visuais em relação ao modelo convencional estão na dianteira, que teve leve alteração nos faróis e o para-choque é exclusivo. Na traseira, as lanternas estão um pouco mais afiladas.
O que de fato dá para ver é o interior, que a Volkswagen não escondeu nada. A tela da central multimídia tem 15 polegadas – o convencional tem 12,9 polegadas – e o botões físicos do volante entram no lugar das superfícies sensíveis ao toque, algo que algumas críticas. 
Volkswagen Golf GTI 2024 terá tela de 15 polegadas na central multimídia
Divulgação
Como já mencionado acima, o modelo terá a interação com o ChatGPT. Detalhes vermelhos estão por todos os cantos para ressaltar a esportividade do modelo. 
Em relação ao motor, a imprensa internacional especula que o 2.0 turbo de 245 cv pode ter um acréscimo de 20 cv, porém, a confirmação só deve acontecer com a apresentação oficial do modelo. Deve ser a última versão a combustão do modelo. 
Outros destaques da CES 2024
A Bosch, juntamente com a subsidiária da Volkswagen, Cariad, está trabalhando em um serviço automatizado para carregar veículos elétricos com a ajuda de robôs. Entretanto, isso só funciona para carros que tenham direção autônoma avançada. 
O mecanismo funciona da seguinte forma: o sistema guia os veículos elétricos sem motorista para um ponto de carregamento onde um robô se dirige até o carro e coloca o plugue de recarga. Concluído o carregamento, os veículos manobram para outra vaga de estacionamento, liberando o local para os próximos carregarem. 
Basicamente, o sistema funciona da seguinte forma: imagina que dentro de um shopping tem 20 carregadores, porém, todos estão ocupados. Dessa forma, os motoristas que chegaram depois podem deixar o carro parado em uma vaga próxima ao carregador. Ao liberar algum aparelho, o sistema faz toda a logística de carregamento para que ninguém precise ir até o local conectar o carro. 
O sistema já está sendo testado em dois estacionamentos da Alemanha, mas não há previsão de quando isso entre em prática no mercado. 
A Hyundai também afirmou que o investimento em inteligência artificial e sustentabilidade nos próximos anos é prioridade. “A Hyundai está ativamente envolvida em vários projetos de hidrogênio globalmente, começando pela Indonésia. O país tem mostrado um interesse crescente no hidrogênio como um caminho crucial para alcançar a neutralidade de carbono", disse a empresa durante o evento. 
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De acordo com a apuração, o negócio envolve valores milionários, mas ainda não está fechado. A fabricante chinesa teria interesse em exibir sua marca nas dependências do CT Joaquim Grava e também no nome do complexo. 
BYD Dolphin foi o carro elétrico mais vendido do ano passado
Murilo Góes/Autoesporte
Valores ainda não foram anunciados. Segundo Marco Bello Jr, se o acordo for efetivado, o anúncio oficial deve acontecer nos próximos dias. 
Procurada por Autoesporte, a fabricante chinesa de automóveis nega que há qualquer tipo de negociação em andamento.
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Não é a primeira vez que uma fabricante chinesa faz parceria com um time de futebol brasileiro. Em 2013, a Chery patrocinou o Santos em três partidas, exibindo sua marca na parte de maior destaque da camisa. No ano anterior, a Jac Motors negociou um espaço na camisa do Palmeiras, mas não avançou. 
No passado, a Fiat já estampou a camiseta do Cruzeiro e do Atlético Mineiro, assim como a Chevrolet era a patrocinadora de Internacional e Grêmio. Em 2013, a Nissan entrou em acordo com o Vasco da Gama em um contrato de quatro anos, enquanto a Peugeot tinha um acordo comercial com outro time carioca, o Flamengo.
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A BYD está investindo forte no mercado brasileiro. Além de abrir uma fábrica em Camaçari e anunciar um centro de pesquisas para desenvolver motores híbridos flex em Salvador, na Bahia, a marca chinesa tem fortalecido sua imagem em ações envolvendo aplicativos de carona, sorteios de veículos em shoppings e propagandas na televisão.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2POzwaDk7vRFXrd_O5DwSuvqx-U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/y/3/yEadBwSbuXs0Dljjm1oA/whatsapp-image-2024-01-09-at-15.19.01.jpeg" medium="image"/>   <media:description>BYD e Corinthians</media:description>   <media:credit>Demetrios Cardozo/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 09 Jan 2024 18:48:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que o Volkswagen T-Cross, SUV mais vendido do Brasil, é um sucesso?</title>  <atom:subtitle>Pela primeira vez desde o lançamento, SUV compacto vende mais de 70 mil carros no ano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/por-que-o-volkswagen-t-cross-suv-mais-vendido-do-brasil-e-um-sucesso.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/por-que-o-volkswagen-t-cross-suv-mais-vendido-do-brasil-e-um-sucesso.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kE04K7GRFsmZ5VjEbkxGhIwI7m0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/C/O/cFBSPyREq9Fs5Fj88xFQ/dsc02555.jpg" /><br /> ]]>    O Volkswagen T-Cross é o SUV mais vendido do Brasil em 2023. E, mesmo sendo um projeto mais antigo do que a maioria de seus rivais e próximo da primeira reestilização, o utilitário compacto emplacou 72.441 unidades – melhor ano de vendas desde o lançamento, em 2019. Os números são da Fenabrave, associação que representa as concessionárias. 
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Autoesporte analisa como o modelo conseguiu esse feito mesmo sendo praticamente igual há quase cinco anos.
Venda de carros novos cresce 11,3% no Brasil em 2023
Líder depois de três anos
O SUV já havia sido o mais vendido da categoria em 2020, com 60.119 unidades, mas o seu auge, até então, em relação ao volume no ano, tinha sido em 2022 — mesmo com em 2º lugar no segmento — com 65.341 unidades registradas. Esta é a primeira vez que o T-Cross supera a marca das 70 mil vendas no período de um ano. 
É bom relembrar que em 2019 o SUV foi lançado em fevereiro, portanto, o primeiro ciclo completo no mercado foi em 2020. 
Confira na tabela abaixo o desempenho do T-Cross desde o lançamento:
Volkswagen T-Cross 
O T-Cross fechou em 2023 na liderança com certa folga: quase seis mil unidades a mais que o vice-líder, o Chevrolet Tracker. No ranking geral da categoria, o Jeep Compass, que emplacou 59.106 unidades e ficou em 4º lugar, é o único SUV médio entre os cinco primeiros colocados no mercado de forma geral. 
Entre os SUVs, dois modelos são rivais diretos, Chevrolet Tracker e Hyundai Creta, e o irmão menor do T-Cross, o Nivus, aparece pela primeira vez entre os cincos melhores colocados.
Veja a tabela:
5 SUVs mais vendidos de 2023
Feito inesperado?
Desde o lançamento do T-Cross, alguns rivais foram lançados, (como Fiat Fastback), outros tiveram novas gerações, (casos do Chevrolet Tracker e Honda HR-V) e alguns se modernizaram (Hyundai Creta e Jeep Renegade). Mas nenhum conseguiu desbancar o veterano com projeto antigo – o modelo da GM faturou a categoria em 2022.
Apenas com mudanças pontuais desde a estreia, pode parecer surpreendente o T-Cross ser líder em 2023 do segmento mais disputado do Brasil, mas quando analisamos alguns pontos específicos, não existe surpresa. Visual nunca foi o principal atrativo do SUV da Volkswagen, e certamente em questão de beleza seus concorrentes estão à frente, mas existes outros méritos. 
O T-Cross foi pioneiro ao oferecer motor turbo (da família TSI) em toda sua gama desde o lançamento, em tempos que os rivais tinha motores aspirados. Os propulsores em questão são: 1.0 de três cilindros, 128 cv e 20,4 kgfm, e 1.4 de 150 cv e 25,5 kgfm. Atualmente, só há opção de câmbio automático de seis marchas para ambos. 
VW T-Cross faz o 0 a  100 km/h em 10,7 segundos  motor 1.4 TSI
Bruno Guerreiro/Autoesporte
Desempenho e consumo
A aceleração de 0 a 100 km/h, por exemplo, é feita em 8,7 segundos no T-Cross com motor 1.4. Na comparação com o Renegade 1.3 turbo, seu concorrente mais potente com 185 cv, a marca é um pouco inferior mesmo com 35 cv a mais: 8,8 s. As versão do T-Cross 1.0 também aceleram muito bem, com marca de 0 a 100 km/h em 10,1 s. O Tracker 1.0 turbo faz o mesmo em 10,5 s, enquanto o Creta 1.0 turbo cumpre em 11,5 s. Todos os números são das respectivas fabricantes. 
O consumo médio, segundo o Inmetro, também é um ponto positivo do T-Cross. Com motor 1.0 as marcas são: 8,3 km/l (etanol) e 12 km/l (gasolina) na cidade, enquanto na rodovia esses números ficam em 10,1 km/l (etanol) e 14,4 km/l (gasolina). Com o 1.4 TSI essas marcas vão para: 8,2 km/l (etanol) e 11,8 km/l (gasolina) na cidade, e 10 km/l (etanol) e 14,2 km/l (gasolina) na rodovia.
Medidas
Na relação média de desempenho e consumo, o T-Cross pode ser considerado o melhor da categoria. E nas dimensões, o modelo se destaca (e muito) no espaço interno com seu generoso entre-eixos. 
Confira a tabela:
Comparativo de dimensões 
O T-Cross pode ser um projeto antigo, mas na sua lista de equipamentos — dependendo da versão —, é moderna. O SUV tem como destaque controles de tração e estabilidade, seis airbags, assistente de frenagem de emergência, controlador de velocidade adaptativo, ar-condicionado digital, painel de instrumentos com tela de 10,25 polegadas e central multimídia VW Play com tela de 10,1 polegadas. 
Para ver a a lista completa de equipamentos de cada versão do T-Cross, basta clicar aqui. 
Na questão de acabamento interno e visual, o T-Cross fica para trás na comparação com seus rivais. A lista de equipamentos é bem equilibrada, entretanto, no que diz respeito a desempenho, ergonomia, consumo e espaço interno, o SUV da Volkswagen consegue abrir vantagem sobre os demais e justificar a liderança do segmento mesmo com seu visual pouco chamativo. 
O T-Cross tem preços de R$ 119.990 a R$ 175.990, que é a faixa média entre todos os rivais. A chegada da primeira reestilização deve fazer o SUV ficar mais caro do que é atualmente, e esse fator também pode ter impulsionado as vendas em 2023 para o consumidor garantir um preço mais em conta antes da mudança. 
Reestilização do T-Cros
Exclusivo: VW Nivus renovado já tem protótipos montados no Brasil
Volkswagen T-Cross vai passar pelo primeiro facelifit
Divulgação
O Volkswagen T-Cross reestilizado deve chegar no primeiro trimestre deste ano. 
Fabricado em São José dos Pinhais (PR), o modelo vai manter praticamente o mesmo design da grade frontal, mas terá um filete de LED interligando os faróis, tendência criada pelo Taos. As luzes de neblina atuais são arredondadas, porém, a reestilização aposta em um design triangular. Sendo assim, o carro terá as mesmas mudanças de sua versão europeia.
A traseira do T-Cross estreia novo para-choque, com formato mais robusto e aventureiro. É possível que o bloco que interliga as lanternas tenha iluminação de LED, algo que nunca aconteceu no SUV nesses quase cinco anos à venda.
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Por dentro, as mudanças serão mais discretas no painel. A central multimídia VW Play deve receber uma nova tela com bordas flutuantes. A tendência é que o layout nativo do sistema seja atualizado e tenha nova interface.
Dimensões
O T-Cross europeu é mais curto do que o brasileiro: a distância entre-eixos é a mesma do Polo, de 2,57 metros; no Brasil, comparando com SUVs, o Chevrolet Tracker e o Jeep Renegade têm essa mesma medida. Para o mercado latino-americano, a Volkswagen optou por montá-lo sobre a plataforma do Virtus, que tem 2,68 m de entre-eixos — 3 cm a mais do que o atual. 
Volkswagen T-Cross teve ter a lanterna interligada por LED pela primeira vez
Divulgação
Motor
O Volkswagen T-Cross 2025 vai manter os motores TSI atuais: 1.0  e 1.4 turbo, ambos com câmbio  automático de seis marchas. Futuramente, o T-Cross pode receber o motor 1.5 híbrido que é uma evolução do atual 1.4. Segundo o sindicato de São Carlos, o atual propulsor 1.4 tem prazo de validade em função das normas de emissão de poluentes. Isso quer dizer que o propulsor não se adequaria às regras de emissão do Proconve L8, que entram em vigor em 2025.
Mais detalhes do novo Volkswagen T-Cross devem ser revelados em breve. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kE04K7GRFsmZ5VjEbkxGhIwI7m0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/C/O/cFBSPyREq9Fs5Fj88xFQ/dsc02555.jpg" medium="image"/>   <media:description>VW T-Cross</media:description>   <media:credit>Bruno Guerreiro/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 09 Jan 2024 12:31:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja os 15 carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2023</title>  <atom:subtitle>BYD Dolphin lidera ano com folga; Volvo XC40 e BYD Yuan Plus fecham o pódio</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/veja-os-15-carros-eletricos-mais-vendidos-do-brasil-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/veja-os-15-carros-eletricos-mais-vendidos-do-brasil-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xMReVF58eBtmIwh4jjtDtXrtLHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/w/c/2WEkl9RJKUZnljfGTQwQ/byd-3-2.jpg" /><br /> ]]>    Entre janeiro e dezembro de 2023, exatos 19.310 veículos elétricos (BEV) foram vendidos no Brasil. O número representa alta de impressionantes de 56,2% se comparado com o mesmo período de 2022. Ainda assim, tem uma parcela pequena no total de automóveis vendidos no país: de 0,89%. O mês com mais emplacamentos da categoria foi dezembro, quando houveram 6.018 registros. Os dados são da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).
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A liderança anual fica com o BYD Dolphin, que foi responsável por 6.812 emplacamentos — ainda que tenha sido lançado só em junho. Aliás, a título de comparação, o pequeno elétrico teve mais vendas do que Caoa Chery Tiggo 7 (6.349), Nissan Sentra (4.146) e até Citroën C4 Cactus (3.674).
O modelo chinês também fica bem à frente do segundo colocado, o Volvo XC40, que garantiu 2.439 comercializações entre os 12 meses de 2023. Quem fecha o pódio é outro BYD, o Yuan Plus, com 1.756 unidades vendidas.
Volvo XC40 foi o segundo carro elétrico mais vendido do Brasil em 2023
Demetrios Cardozo
A fabricante chinesa é também quem tem mais carros no ranking dos 15 mais vendidos do Brasil em 2023. Além dos dois já citados acima, há ainda o BYD Seal, quarto colocado da lista com 1.040 emplacamentos, e o BYD D1, que ocupa a 12ª posição com 323 comercializações.
Apesar de ser o carro elétrico mais barato do Brasil, o Caoa Chery iCar nem aparece entre os 15 primeiros do ranking. O modelo, que custa R$ 119.990, teve apenas 149 registros entre janeiro e dezembro de 2023. Portanto, o veículo mais barato da lista abaixo é o JAC E-JS1, que custa a partir de R$ 126.900. Ainda assim, foi apenas o sétimo mais emplacado do ano com 506 unidades.
Os 15 carros elétricos mais vendidos do Brasil em 2023
Com as vendas do ano, o total da frota de elétricos em circulação no Brasil agora é de 32.586 veículos. Já o acumulado de eletrificados chegou a 220.431 carros. Isso se considerarmos o período entre janeiro de 2012 a dezembro de 2023, série histórica da ABVE.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xMReVF58eBtmIwh4jjtDtXrtLHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/w/c/2WEkl9RJKUZnljfGTQwQ/byd-3-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin</media:description>   <media:credit>Renan Sesicki/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 08 Jan 2024 17:34:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Polo apaga fantasma do Gol e vende 1.200% mais que em 2022</title>  <atom:subtitle>Em dezembro, foram quase 18 mil emplacamentos, melhor resultado mensal desde 2019</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/volkswagen-polo-apaga-fantasma-do-gol-e-vende-1200percent-mais-que-em-2022.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/volkswagen-polo-apaga-fantasma-do-gol-e-vende-1200percent-mais-que-em-2022.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rc4LtIouJYNyNg3V34lVVFGYTn4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/b/B/eeIuI3RtAmvEAZHA3NoA/polo-track-7.jpg" /><br /> ]]>    No ano passado, o Volkswagen Polo recebeu uma árdua missão: substituir o Gol, carro de maior sucesso da marca que chegou a liderar as vendas por 27 anos, mas que envelheceu e teve que sair de cena. Pelos resultados colhidos em 2023, o hatch não decepcionou. O volume de emplacamentos cresceu 1.200% na comparação com 2022.
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Mais do que isso, as 17.999 unidades vendidas em dezembro representam o maior volume mensal de um carro nos últimos quatro anos, desde que o Chevrolet Onix emplacou 21.442 carros no último mês de 2019. No acumulado do ano, foram 111.242 novos Polo nas ruas, um honroso segundo lugar no ranking geral, atrás somente da Fiat Strada, que teve 120.600 vendas.
Em 2022, o Polo teve apenas 8.193 emplacamentos contra as 72.606 do Gol. No ano anterior havia sido um pouco melhor. Foram 19.196 unidades ao longo de 2021. O Gol vendeu 66.228. Ou seja, em 2023, o hatch mais moderno não apenas incorporou as vendas do veterano, como fez o volume total superar a época em que os dois hatches coexistiram. Veja a evolução das vendas dos dois nos últimos anos:
Mudar para sobreviver
Volkswagen Polo Track foi lançado para substituir o Gol
Renato Durães
Depois de amargar uma severa falta de peças ao longo de 2022, que culminaram em vendas baixíssimas, a Volkswagen precisou reposicionar o Polo em 2023. 
Primeiro passou a ser oferecido em nova versão, a Track. Mais simples e com preços mais baixos, ocupou o lugar que era do Gol não só na fábrica de Taubaté (SP), como no posto de carro de entrada da marca no Brasil. Hoje, custa R$ 87.990.
Volkswagen Polo Track tem aabamento simples, mas superior ao do antigo Gol
Renato Durães
A opção de entrada foi responsável por 47.786 unidades do volume total do Polo no ano, segundo dados da consultoria Jato. Depois dela, a versão mais vendida foi a MPI com 19.935 emplacamentos.
“Vindo a substituir o veículo de entrada anterior e de forma assertiva pela Volkswagen em relação a posicionamento de preço e produto, demorou um pouco mas está colhendo os frutos agora”, disse Milad Kalume Neto, consultor da Jato, que ainda apontou a ampla rede de assistência e o nome da marca como fatores que ajudaram no sucesso do carro.
Além disso, na linha 2023, o carro passou por uma mudança no motor 1.0 turbo que perdeu potência, indo de 128 cv para 116 cv e torque de 16,8 kgfm. O 1.0 aspirado da Track e da MPI continuou com 84 cv de potência e 10,3 kgfm de torque.
Para a linha 2024 chegou a versão Sense automática, lançada em outubro para custar abaixo dos R$ 100 mil e é vendida por R$ 99.990. É o automático mais barato da linha Polo.
Vendas diretas explicam alta
As vendas diretas também ajudam a explicar esse crescimento. Do total de vendas de dezembro do ano passado, 14.364 foram nessa modalidade. No acumulado de 2023, empresas compraram 66.500 unidades do Polo ou 59,8%. 
O mesmo aconteceu com a Strada, com 87.966 unidades do seu volume total de 2023 sendo vendidas de forma direta. Se contar só com as vendas no varejo, o Polo seria o terceiro mais vendido do ano, perdendo para Chevrolet Onix e Hyundai Creta. A líder Strada ficaria apenas na nona posição do ranking de vendas.
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Saiba-mais taboola
O hatch da VW, que saiu de linha no final de 2022, é, sem dúvidas, o carro de maior sucesso da indústria automobilística brasileira. Lançado em 1980, o Gol liderou o ranking de mais vendidos no país durante 27 anos e de forma ininterrupta (entre 1987 e 2014) – um aproveitamento bem alto considerando os 42 anos de trajetória.
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O destaque fica para 2009, quando o Gol emplacou mais de 300 mil unidades em um só ano – em um mercado que chegou a bater 3 milhões de veículos no acumulado. Ou seja, só o VW abocanhou 10% de vendas do total da indústria. Incrível... Sem falar que o hatch é o "queridinho" entre os carros usados – inclusive entre os... blindados!
Os carros mais vendidos entre 2003 e 2023
A série vitoriosa, no entanto, foi interrompida em 2014. Por muito pouco. Naquele ano, o Fiat Palio foi o responsável pela façanha ao vender 183.736 unidades – o VW veio no retrovisor com apenas 381 carros a menos (total de 183.355). Quatro anos depois, em 2018, o Palio fora descontinuado.
Fiat Palio foi o carro que quebrou os 27 anos de reinado do Volkswagen Gol em 2014
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Mas o triunfo do Fiat foi um ponto fora da curva. Logo no ano seguinte, em 2015, começaria uma nova dinastia: a do Chevrolet Onix. O hatch foi o carro mais vendido do Brasil até 2020. O melhor registro foi em 2019 – antes de trocar para a atual geração –, com mais de 240 mil unidades emplacadas.
E nos últimos três anos? Bom, temos um tricampeonato: o da Fiat Strada. Isso mesmo. A picape compacta, que teve a atual geração lançada em 2020, foi o veículo mais vendido no Brasil em 2021, 2022 e no ano passado. Nos dois primeiros deixou para trás o Hyundai HB20 (109.107 unidades x 86.455, em 2021 e 112.456 x 96.255, em 2022). Em 2023, a caminhonete desbancou o Volkswagen Polo (120.600 x 111.242). E aí? Qual sua aposta para 2024?
Fiat Strada Ultra Edizione 25
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Em 2023, o Volkswagen Polo foi o hatch mais vendido do Brasil, com 111.242 emplacamentos, seguido por Chevrolet Onix (102.242) e Hyundai HB20 (88.905). 
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O primeiro fora do pódio é o Fiat Mobi, carro mais barato do Brasil neste início de 2024, mas que já custa R$ 70 mil. Seu rival direto, o Renault Kwid, tem pouco mais de 10 mil unidades a menos vendidas em 2023 e ocupa o 6º lugar no ranking. 
Chama atenção a distância de vendas que separam o Kwid do próximo na tabela: o Peugeot 208. O pequenino da Renault tem mais do que o dobro de emplacamentos do seu conterrâneo francês.
Veja os 40 SUVs mais vendidos no Brasil em 2023
BYD Dolphin é o elétrico mais vendido do Brasil em 2023
Murilo Góes/Autoesporte
A menção honrosa não poderia deixar de ser feita para o BYD Dolphin, que virou um fenômeno de vendas entre os elétricos. O hatch emplacou quase 7 mil carros em praticamente um semestre e bateu recordes mês a mês entre os carros movidos a bateria. Além dele, mais dois elétricos aparecem na lista: GWM Ora 03 e Nissan Leaf. 
BYD Dolphin é eleito o Carro do Ano 2024 da Autoesporte
O Volkswagen Gol também está entre os 20 mais vendidos do Brasil em 2023, mas isso acontece porque algumas unidades do icônico modelo estavam nos estoques das concessionárias mesmo após sua produção ser encerrada. 
Hatches médios, como o Chevrolet Cruze, e esportivos, como o Mercedes-Benz Classe A, Audi A3  Sportback e Toyota GR Corolla aparecem na lista. 
Confira os 20 hatches mais vendidos de 2020 no Brasil:
Hatches mais vendidos de 2023
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Nos números acumulados, o sedã da GM emplacou 74.887 unidades em 2023, garantindo a liderança absoluta. Na segunda colocação, surge o Fiat Cronos, com 50.755 unidades vendidas, seguido pelo Toyota Corolla, com 42.923 emplacamentos.
Toyota Corolla foi destaque entre os sedãs médios
Divulgação
Ainda entre os sedãs médios, vale ressaltar a queda de desempenho do Chevrolet Cruze Sedan, que emplacou apenas 1.278 unidades em 2023. O sedã está para sair de linha. Um modelo que não conseguiu repetir os bons resultados de anos anteriores é o Honda Civic, que emplacou apenas 475 unidades em 2023.
Ademais, o BYD Seal elétrico começa a aparecer com destaque entre os sedãs médios, sendo o quinto modelo mais vendido da categoria, com 1.040 unidades emplacadas. 
Ranking dos sedãs mais vendidos em 2023
De acordo com a Fenabrave, somando todas as categorias (entrada, compacto, médio e luxo), 293.740 sedãs foram vendidos no Brasil em 2023. O segmento corresponde a 17% de todas as vendas no país.
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O problema é que para manter os preços praticados na linha 2023, algumas versões perderam itens de série na linha 2024. Agora estas mesmas configurações estão ainda mais caras e, claro, menos equipadas. 
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A dupla Limited e Trailhawk, ambas com motor diesel, foram as que tiveram o maior reajuste, R$ 9.500,  desde o final de novembro. As versões não têm mais assistente de estacionamento e monitoramento de ponto cego. Os dois itens, além do sistema de reconhecimento de placas de trânsito, fazem parte de um pacote opcional chamado High Tech, que custa R$ 10.300. 
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A opção topo de linha Serie S deixou de ter banco do passageiro com regulagem elétrica e abertura automática do porta-malas. Já o porta-objetos embaixo do banco do passageiro não existe mais em nenhuma versão, assim como a tomada de 12V para os passageiros do banco traseiro. 
Confira a tabela completa de preços do Jeep Compass 2024: 
Jeep Compass 2024 - preços
Motorização
Jeep Compass Serie S 2024 perdeu itens de série
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O Jeep Compass segue vendido com duas opções de motores. A primeira opção é a 1.3 turbo flex de até 185 cv e 27,5 kgfm, com câmbio automático de seis marchas e tração 4x2. Já as versões 2.0 turbodiesel entregam 170 cv e 38,7 kgfm, enquanto o câmbio é automático de nove marchas e a tração, 4x4.
Há ainda uma versão híbrida que soma o motor 1.3 turbo de 180 cv movido a gasolina a um elétrico de 60 cv. A potência combinada é de 240 cv e o torque é de 47,9 kgfm.
Jeep Compass Sport é a versão de entrada do SUV
Leo Sposito
Jeep Compass 2024 - Equipamentos de série
Jeep Compass Sport (apenas 1.3 turbo flex) - Acendimento automático dos faróis, ajuste do volante em altura e profundidade, alarme, alertas de limite de velocidade e manutenção programada, apoia-braço com porta objetos, Apple Carplay e Android Auto com espelhamento sem fio, ar Condicionado automático dual zone, banco do motorista com regulagem de altura, banco do passageiro rebatível, banco traseiro bipartido 60/40 e rebatível, bolsa porta objetos atrás dos bancos dianteiros, câmera de estacionamento traseira, central Multimídia Uconnect de 8,4", chave de presença com telecomando para abertura de portas e vidros, computador de bordo, controle de estabilidade e de tração, direção elétrica, faróis Full LED com assinatura em LED, freio de estacionamento eletrônico, iluminação do porta-malas, painel de instrumentos em tela TFT de 7" colorida e configurável, rodas em liga aro 18'' e pneus 225/55, seis airbags (Frontais, laterais e de cortina), sensor de chuva, sensor de estacionamento traseiro, sistema de áudio com 6 alto falantes , USB e Bluetooth, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, sistema Start&amp;Stop e vidros elétricos nas 4 portas com one touch. 
Jeep Compass Longitude (1.3 flex e 2.0 diesel) - Itens da versão anterior e mais aletas para trocas de marcha no volante, bancos em couro, central multimídia de 10,1", retrovisor interno eletrocrômico e sistema de navegação GPS.
Jeep Compass Longitude Dark (1.3 flex e 2.0 diesel) - Itens da versão anterior e mais acabamento das rodas, grade dianteira e friso lateral escurecidos, Adventure Intelligence, logotipos Jeep e Compass escurecidos, Park Assist, partida remota, sensor de estacionamento dianteiro, sistema de som Premium Beats de 506 W (8 alto-falantes + subwoofer) e carregador do celular por indução.
Jeep Compass Limited (1.3 flex e 2.0 diesel) - Itens da versão anterior e mais alavanca do câmbio com revestimento em couro, ajuste elétrico para o banco do motorista, painel de instrumentos Full Digital e HD de 10,25", rodas de liga aro 19'' e pneus 235/45, sete airbags (Frontais, laterais, de cortina e para os joelhos do motorista) e teto pintado em preto.
Jeep Compass Serie S (apenas 1.3 turbo flex) - Itens da versão anterior e mais acabamento externo em grafite, Adventure Intelligence Plus, Alexa in vehicle, aviso de colisão frontal com frenagem de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, aviso de mudança de faixas, comutação automática dos faróis, detector de fadiga do motorista, monitoramento de pontos cegos, piloto automático adaptativo. pintura das partes plásticas na cor da carroceria, reconhecimento de placas de trânsito, revestimento interno do teto em preto, sensor de estacionamento dianteiro, teto solar panorâmico.
Jeep Compass Trailhawk (só diesel 4x4) - Adesivo no capô. Adventure Intelligence, alavanca do câmbio com revestimento em couro, protetor de transmissão, rodas de 17 polegadas com pneus de uso misto, seletor de terrenos com exclusivo modo Rock (Selec-Terrain), suspensão off-road e teto pintado em preto
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7dQYH2RaStEDzuP7y2SQrlDkt5w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/0/T/ll5NsoRi226EN2Ks9FNg/jps-13.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Compass Série S</media:description>   <media:credit>Leo Sposito/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 21:55:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Honda Civic perde espaço para SUVs e tem vendas mais baixas em 21 anos</title>  <atom:subtitle>Em 2023, foram menos de 500 unidades emplacadas; para especialista, público migrou e prefere os utilitários esportivos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/honda-civic-perde-espaco-para-suvs-e-tem-vendas-mais-baixas-em-21-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/honda-civic-perde-espaco-para-suvs-e-tem-vendas-mais-baixas-em-21-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UgvJxjEv463He-9_lrKHhU3GTpw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/V/m/GMqIAMSEKWh81nHGGB8Q/civic-dianteira-02.jpg" /><br /> ]]>    Em 1993, pouco depois da abertura das importações no Brasil, a Honda começou a importar seu principal produto, o Civic. O sucesso do sedã médio fez com que ele fosse nacionalizado alguns anos depois. De 1997 a 2021, foi produzido em Sumaré (SP). 
Em 2023, voltou ao Brasil, híbrido e bem mais caro. E no primeiro ano após o retorno, registrou as piores vendas em mais de duas décadas, com menos de 500 exemplares emplacados ao longo do ano. 
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Antes disso, foram 24 anos de protagonismo no segmento de sedãs médios, período em que disputou o mercado com o rival Toyota Corolla e viu nascer e morrer outros concorrentes, como os Chevrolet Vectra e Cruze, Fiat Marea e Nissan Sentra.
Com o fim da produção nacional e um hiato de um ano, o Civic passou a ser importado na sua versão híbrida no início de 2023. Atualmente, é vendido por R$ 259.900. O hatch também é oferecido na versão esportiva Type R por R$ 429.900. 
Honda lançou o inédito Civic Type R no Brasil, mas vendas seguem baixas
Divulgação
Preços tão altos derrubaram suas vendas. No ano passado, apenas 475 unidades do Civic foram às ruas. No seu último ano de produção, 2021, o volume de vendas foi de 18.949. Há 10 anos, o modelo tinha chegado ao seu maior volume de vendas com 60.966 unidades emplacadas em 2013. 
Naquele ano, todo o segmento de sedãs médio somou 230.506 e foi liderado justamente pelo Civic. Em 2023 foram 55.035 carros da categoria emplacados. O Toyota Corolla, com 42.923 vendas, domina a categoria com 77% das vendas. 
E foi justamente a baixa dos sedãs em detrimento dos SUVs que fez a Honda reduzir a oferta do Civic. Hoje os utilitários esportivos são 45,5 % do mercado, enquanto os sedãs médios representam apenas 3,2%. Confira abaixo o gráfico com a evolução das vendas do Civic desde 2003:
Perdeu espaço até na Honda
Honda HR-V tomou o lugar do Civic na fábrica, nas lojas e nas vendas
Bruno Guerreiro/Autoesporte
No lugar do Civic, a Honda fabrica o HR-V, SUV compacto da marca que vendeu 48.054 unidades no ano passado, ou seja, no patamar dos bons anos do sedã. A preferência do público fez com que a marca também importasse o ZR-V no segmento de SUVs médios, além de se preparar para produzir em Itirapina (SP) o WR-V, compacto de baixo custo vendido na Índia como Elevate.
Além do HR-V, a marca faz a linha City, hatch e sedã, que juntos ampliaram as vendas da marca no Brasil.
Honda decidiu que o City sedã ocuparia o lugar deixado pelo Civic
André Schaun
“Por uma decisão estratégica da Honda e adequação da unidade fabril para outros fins, a Honda deu ênfase no City ao invés do Civic. A estratégia deu certo pois passou a vender muito mais veículos, ou seja, ampliou  as vendas do City e posicionou o Civic em um segmento de nicho”, disse Milad Kalume Neto, consultor da Jato.
O consultor lembra que os compactos City e HR-V são modelos mais simples que o Civic até então fabricado no Brasil, o que faz o faturamento da marca crescer. Caso quisesse produzir a 11ª geração no país, a Honda teria que fazer novos investimentos, mas o retorno seria improvável.
Novo Honda Civic - ACESSO RESTRITO: Por enquanto, o Civic está sendo vendido em 12 cidades: São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Curitiba, Recife, Salvador, Manaus e Fortaleza.
Murilo Góes
Como é o Civic híbrido
O novo Honda Civic híbrido tem um motor 2.0 aspirado de 143 cv e outros dois elétricos. Um deles atua como gerador, transformando a energia cinética do propulsor a gasolina em elétrica e abastecendo uma pequena bateria de 1 kWh.
O outro motor elétrico recebe essa energia e envia para as rodas, funcionando como motor de tração de 184 cv. O motor a gasolina só traciona as rodas em velocidades de cruzeiro mais altas. Por isso, a Honda não divulga os números de potência combinada.
Honda Civic tem desempenho de esportivo e consumo de 1.0
Renato Durães/Autoesporte
Na prática, o Civic funciona como um carro elétrico na maior parte do tempo. Até por isso, os números de consumo são tão surpreendentes: 26,9 km/l no ciclo urbano e 21,9 km/l no rodoviário em nossos testes. O desempenho também surpreende. Apenas 7 segundos para ir de 0 a 100 km/h - melhor do que o Volkswagen Jetta GLI, por exemplo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UgvJxjEv463He-9_lrKHhU3GTpw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/V/m/GMqIAMSEKWh81nHGGB8Q/civic-dianteira-02.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda Civic híbrido 2023</media:description>   <media:credit>Renato Durães / Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 19:15:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja as 20 caminhonetes mais vendidas do Brasil em 2023</title>  <atom:subtitle>Fiat Strada lidera entre as picapes e vende mais que o dobro da segunda colocada, Toro</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/veja-as-20-caminhonetes-picapes-mais-vendidas-do-brasil-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/veja-as-20-caminhonetes-picapes-mais-vendidas-do-brasil-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ICNyG8q1a1FBnkfiErKCZm6vTSM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2021/1/d/V5vubYToAk0A1rpgbgOQ/strada-ranch-154.jpg" /><br /> ]]>    Em 2023, o segmento de picapes bombou. Entre reestilizações, novas gerações e caminhonetes inéditas, foram quase dez novidades. E 2024 promete ser quente, com as chegadas das novas Chevrolet S10, Mitsubishi L200 e Volkswagen Amarok. 
Mas enquanto os lançamentos não chegam, vamos olhar para o ano que acabou e mostrar quais foram as picapes mais vendidas do Brasil em 2023. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
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A picape preferida dos brasileiros é também é o automóvel mais vendido do Brasil. Em 2023, mais de 120 mil unidades da Strada ganharam às ruas — mais do que o dobro da segunda colocada, Fiat Toro (51.303). Fechando o pódio, aparece a Volkswagen Saveiro (46.600), que recebeu uma atualização visual depois de anos sem mudanças. 
Confira na tabela abaixo as 20 caminhonetes mais vendidas do país:
Picapes mais vendidas do Brasil em 2023
Novidades se destacam
Ram Rampage foi lançada nos últimos meses e já emplacou mais unidades que a Volkswagen Amarok
Divulgação
A nova geração da Chevrolet Montana foi lançada no início de 2023 e fechou o ano com bons números de vendas. Com mais de 30 mil registros, vendeu melhor do que a “irmã” S10. 
Um pouco mais abaixo no ranking aparece a Ram Rampage. Picape intermediária baseada na Fiat Toro, o modelo chegou às lojas já nos últimos meses de 2023, mas, ainda assim, superou tradicionais caminhonetes médias, como Volkswagen Amarok e Nissan Frontier. 
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SUVs mais vendidos de 2023
A VW colocou outro modelo nas dez primeiras posições com o Nivus. Destaque ainda para a nova geração do Honda HR-V, em sétimo lugar. Os estreantes SUVs chineses também apareceram na lista. Destaque para os híbridos GWM Haval H6 (lançado em março/2023) na 17ª posição, com quase 11 mil emplacamentos, e para o BYD Song Plus (primeiro ano cheio de vendas), 19º lugar e 7.669 registros.
GWM Haval H6 aparece na lista na 17ª posição com quase 11 mil unidades vendidos; SUV foi lançado em março do ano passado
Murilo Góes/Autoesporte
SUVs mais vendidos de 2023
Lançado em 2019, o VW T-Cross retoma a liderança do segmento. O SUV conquistou o título em 2020, quando emplacou 60.119 unidades. No ano seguinte, foram 62.307 unidades, mas o utilitário da VW ficou apenas na 4ª colocação. Em 2022, bateu na trave e terminou como vice-líder – atrás apenas do Chevrolet Tracker.
Evolução de vendas do VW T-Cross
O segmento de automóveis e comerciais leves (que inclui picapes) registrou um total de 2.179.363 exemplares em 2023 – um aumento de 11,3% se comparado com o mesmo período de 2022 (quando foram vendidos 1.957.621 veículos. A liderança no geral ficou com a Fiat Strada. Entre os carros de passeio, o Volkswagen Polo foi o líder. Veja o ranking dos 50 veículos mais vendidos no Brasil em 2023. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/kE04K7GRFsmZ5VjEbkxGhIwI7m0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/C/O/cFBSPyREq9Fs5Fj88xFQ/dsc02555.jpg" medium="image"/>   <media:description>Comparativo VW T-Cross x Honda HR-V</media:description>   <media:credit>Bruno Guerreiro/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 04 Jan 2024 19:33:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Nivus Sense chega só para público PCD por R$ 100 mil </title>  <atom:subtitle>Nova versão chega ao mercado com o mesmo motor 1.0 turbo, mas com menos equipamentos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/volkswagen-nivus-sense-chega-so-para-publico-pcd-por-r-100-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2024/01/volkswagen-nivus-sense-chega-so-para-publico-pcd-por-r-100-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/j0oHoRDf8PFKDako1LiKLXRFPHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/z/D/KkhZlxTuiJoezkrALppg/volkswagen-nivus.jpg" /><br /> ]]>    O portfólio de veículos disponíveis para o público PCD acaba de receber mais um exemplar: a versão inédita Sense do Volkswagen Nivus. O modelo chega às concessionárias pelo preço de R$ 119.990, mas chega a custar R$ 100.688 com a isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para pessoas com deficiência e com bônus da fabricante. As informações são da Volkswagen e da concessionária Caraigá.
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O valor do SUV para PCD representa uma isenção de quase R$ 20 mil, o que equivale a 16% do valor total do veículo. Vale ressaltar que há outras duas versões do Nivus disponíveis no mercado: Comfortline, que é comercializada por R$ 130.890, e Highline, topo de linha que custa a partir de R$ 143 mil. 
Sem esperar o facelift, que possivelmente poderá resultar em troca de motor, o Nivus Sense vem equipado com o mesmo motor das outras configurações, conhecido como 200 TSI. Trata-se de uma unidade 1.0 turboflex de 128 cv e 20,4 kgfm de torque. O câmbio é automático de seis marchas.
Volkswagen Nivus tem motor 1.0 turbo flex de 116 cv de potência
Divulgação
Além disso, pode-se afirmar que o Nivus Sense é um modelo bem equipado. Isso porque, além de não alterar a motorização, a fabricante entrega a nova versão com piloto automático, rodas de liga leve de 16 polegadas, volante multifuncional e central multimídia de 8 polegadas. Esses equipamentos também estão presentes na agora versão intermediária, a Comfortline. 
No entanto, pode-se esperar que, para justificar a redução no valor do veículo adaptado, alguns itens de conforto fiquem de fora da versão Sense, como o carregador de celular por indução, câmera traseira de ré e sistema de som touchscreen com conexão por aplicativos.
T-Cross também adotará isenção de ICMS 
O T-Cross também disponibilizará a versão Sense para o público PCD e será comercializado pelo mesmo valor do Nivus (R$ 100.688), considerando isenção de ICMS e bônus da fabricante. É importante ressaltar que o modelo já teve uma versão exclusiva para PCD, mas foi retirada do mercado. O SUV também é equipado com o mesmo motor 1.0 turbo do Nivus. Ou seja, entrega os mesmos 116 cv de potência.
VW T-Cross também está disponível para PCDs
Bruno Guerreiro/Autoesporte
Teto para isenção 
O atual teto de isenção para veículos PCD cobre modelos de até R$ 120 mil, sendo que o desconto permanece parcial. Assim, segundo o que consta na lei, a isenção é dada apenas até o valor de R$ 70 mil e o cliente deve pagar o valor proporcional do imposto, de acordo com o valor do veículo. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/j0oHoRDf8PFKDako1LiKLXRFPHM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/z/D/KkhZlxTuiJoezkrALppg/volkswagen-nivus.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Nivus</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 04 Jan 2024 19:02:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Venda de carros novos cresce 11,3% no Brasil em 2023</title>  <atom:subtitle>Fenabrave divulga balanço das vendas e projeta resultado melhor para 2024 com crescimento de 12%</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/venda-de-carros-novos-cresce-113percent-no-brasil-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/venda-de-carros-novos-cresce-113percent-no-brasil-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/FLVLjxE7rz0NksRlXd5e_VPObEs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/V/o/7eHIc9QheT0GOsk3nl4A/lojabyd.jpg" /><br /> ]]>    O mercado brasileiro emplacou 2.179.363 automóveis e comerciais leves entre janeiro e dezembro de 2023, representando um aumento de 11,3% sobre o ano anterior, que fechou com 1.957.699 unidades. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
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Apenas em dezembro, foram emplacadas 236.599 unidades, que revelam um aumento de 17,3% sobre o mês anterior, que emplacou 201.649. Em comparação com o mesmo mês de 2022, quando 202.147 veículos das categorias foram vendidos, dezembro de 2023 registrou alta de 17%.
Somente em dezembro foram 36.599 unidades emplacadas 
Divulgação
Ainda de acordo com o balanço da Fenabrave, a indústria nacional emplacou 1.581.527 motocicletas em 2023, representando um aumento de 16,1% em comparação com 2022. Ao todo, foram vendidos 104.155 caminhões e 24.622 ônibus.
Confira abaixo o resumo das vendas de veículos no Brasil em 2023:
Vendas por categoria em 2023
Projeções para 2024
A Fenabrave também divulgou o que espera do setor para 2024. E o cenário é positivo. 
Automóveis e comerciais leves
Para os automóveis e comerciais leves, a expectativa é de que as vendas passem de 2.179.363 do ano passado para 2.440.887 neste ano, que representa um crescimento de 12%. 
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Caminhões
Com queda no mercado em 2023, o cenário também é de melhora com a expectativa de emplacar 114.571 unidades e subir em 10% os números neste ano. 
Caminhões
Para os ônibus, as projeções são de crescimento de 20%, passando de 24.622 unidades do ano passado para 29.546 neste ano. 
Motocicletas
Essa categoria que fechou o ano passado em alta, a expectativa é de crescer os mesmos 16% neste ano: chegando a 1.834.571 licenciamentos no final do ano. 
Implemento rodoviário
A Fenabrave prevê alta de 10%: passando de 90.269 de 2023 para 99.269 em 2024. 
Mercado 
Na somatória de todas essas categorias, a expectativa é de que o mercado cresça 13,5% neste ano: saltando de 3.667.367 para 4.518.871, respectivamente. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/FLVLjxE7rz0NksRlXd5e_VPObEs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/V/o/7eHIc9QheT0GOsk3nl4A/lojabyd.jpg" medium="image"/>   <media:description>Concessionária</media:description>   <media:credit>Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 04 Jan 2024 13:39:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 20 carros elétricos e híbridos mais vendidos de 2023 no Brasil</title>  <atom:subtitle>Ano teve crescimento da categoria, híbridos plug-in em alta e consolidação dos elétricos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/os-20-carros-eletricos-e-hibridos-mais-vendidos-de-2023-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/os-20-carros-eletricos-e-hibridos-mais-vendidos-de-2023-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/oLPT3ZU70GXTsaaApZIvvGzgI1g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/X/g/E2KhR5QBem7a2ursfOKA/byd-28.jpg" /><br /> ]]>    Pela primeira vez os híbridos plug-in, que podem ser recarregados na tomada, superaram os convencionais em vendas, apesar do Toyota Corolla Cross ainda aparecer em primeiro lugar no ranking de 2023. Os números são da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico).
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Segundo a associação, os plug-in representaram 56% das vendas de eletrificados leves no ano com 52.359 unidades, ultrapassando os convencionais a gasolina ou flex, que tiveram 41.568 vendas. Essa categoria dominava os carros com bateria até 2022.
Só em dezembro, os plug-ins atingiram 70% das vendas, 11.371 unidades, de um total de 16.279 entre os híbridos e os elétricos somados.
Apesar disso, dois tradicionais foram os mais vendidos do ano, a começar pelo Toyota Corolla Cross. O SUV teve 12.115 unidades vendidas em duas versões híbridas, seguido pelo sedã Corolla, com 7.885. O primeiro plug-in da lista é o BYD Song Plus com 7.669 vendas.
Corolla Cross foi o híbrido mais vendido 
Murilo Góes
O ano também marcou a consolidação dos carros elétricos, com o BYD Dolphin aparecendo na quarta posição do ranking com 6.812 unidades emplacadas em 2023. O hatch foi o elétrico mais vendido do Brasil com larga vantagem. Depois dele, o segundo que mais vendeu foi outro BYD, o Yuan Plus, com 1.756 unidades.
Vendas de híbridos e elétricos 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/oLPT3ZU70GXTsaaApZIvvGzgI1g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/X/g/E2KhR5QBem7a2ursfOKA/byd-28.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin</media:description>   <media:credit>Renan Sesicki/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 03 Jan 2024 21:43:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 5 novos carros que a Volkswagen lançará no Brasil entre 2024 e 2025</title>  <atom:subtitle>Fabricante promete completar seu ciclo de 15 novos lançamentos até 2025 com quatro produtos renovados e uma possível surpresa para os fãs da marca</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/os-4-novos-carros-que-a-volkswagen-lancara-no-brasil-entre-2024-e-2025.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/os-4-novos-carros-que-a-volkswagen-lancara-no-brasil-entre-2024-e-2025.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6KUmULpYu-2t_WnNfLtBarr-7DA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/y/9/LIyCVqRgi0rfKjGBnHbw/volkswagen-taigo-r-line.jpg" /><br /> ]]>    Prestes a confirmar seu próximo ciclo de investimentos de R$ 5,4 bilhões no Brasil, entre 2026 e 28, a Volkswagen precisará antes completar seu atual programa de lançamentos, chamado “Acelera VW”. Desde o segundo semestre de 2022, a marca vem prometendo colocar no mercado 15 novos carros até o final de 2025. Eles serão “prioritariamente flex e elétricos”, nas palavras da própria fabricante.
A lista começou a ser contabilizada mais precisamente em setembro de 2022, com o facelift do Jetta GLi. Desde então, foram 11 produtos. Tudo bem que a VW forçou um pouco a mão ao levar em conta séries especiais como o Gol Last Edition e o T-Cross The Town, além de dividir a reestilização do Polo em três modelos diferentes (Novo Polo, Polo Track e Polo GTS). 
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Por fim, contabilizou os elétricos ID.4 e ID.Buzz, que não são vendidos diretamente e só existem no programa de carros por assinatura da marca. A contagem também considera o novo Virtus, a nova Saveiro e do novo Tiguan, todos veículos reestilizados. Pelas contas da própria Volkswagen, faltam quatro modelos, que a Autoesporte listará agora.
Contudo, a lista pode conter uma surpresa: um quinto lançamento que a VW ainda vem tentando manter sob segredo, mas que estaria nos planos para ser a cereja do bolo do “Acelera VW”. Veja quais são as novidades previstas:
Nova VW Amarok
Nova VW Amarok é vista com pouca camuflagem no Brasil
Reprodução/Douglas Fernandes
A lista deve começar pela reestilização da Amarok, que seguirá um caminho distinto da homônima vendida em outros mercados. Enquanto a Amarok gringa trocou de geração e passou a derivar da nova Ford Ranger, a picape média fabricada pela VW na Argentina manterá plataforma e carroceria atuais — um projeto já com 13 anos de existência.
Além do visual dianteiro atualizado, a nova Amarok sul-americana terá acabamento interno substancialmente revisto e novas tecnologias embarcadas. O motor V6 turbodiesel de 258 cv de potência e 59,1 kgfm de torque seguirá no jogo. Este flagra indica o que vem por aí. O lançamento será ainda no primeiro semestre de 2024.
Novo VW T-Cross
Volkswagen T-Cross vai passar pelo primeiro facelifit
Divulgação
Já renovado na Europa, o Volkswagen T-Cross deve passar por seu primeiro facelift de meia vida no Brasil apenas no terceiro trimestre de 2024. O visual tende a seguir à risca o padrão europeu, enquanto o acabamento interno incluirá novo volante dotado de comandos touch e central multimídia VW Play disposta de modo destacado no painel.
O motor 200 TSI, 1.0 três-cilindros turbo flex 12V com injeção direta de combustível, capaz de render até 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, será mantido nas versões de entrada, enquanto a de topo passará a se chamar Exclusive e pode promover a estreia do motor 1.5 TSI Evo2 flex de 150 cv e 25,5 kgfm no lugar do atual 1.4 TSI, de mesma potência e torque.
VW A0 SUV
Novo SUV da VW será menor que Nivus e T-Cross
Divulgação/VW
A grande estrela desta lista é o projeto A0 SUV ou VW246, o futuro SUV de entrada da Volkswagen no Brasil. Com plataforma MQB A0 e visual inédito, ele será produzido em Taubaté (SP) e herdará boa parte da estrutura do Polo, além de seu entre-eixos de 2,56 metros. Será posicionado abaixo do Nivus, como um rival mais direto de Fiat Pulse e Renault Kardian.
Conhecido informalmente como “Novo Gol”, o modelo motivou a VW a fazer uma clínica com consumidores, a fim de estudar potenciais nomes para o produto. A lista completa, que você confere aqui, tinha opções como Tera, Teon, Taira, Therion, Copan, Copa e Hera. Há, ainda, a chance remota de o modelo se chamar T-Sport ou até ressuscitar oficialmente o nome Gol.
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Os motores serão sempre 1.0 TSI turbo flex, mas com duas calibrações diferentes. A primeira, do novo Polo, tem 116 cv de potência e 16,8 kgfm de torque, usando componentes simplificados e câmbio automático de seis marchas mais básico da Aisin, o Aisin AQ160. Trará, ainda, opção manual de cinco velocidades. Já a segunda é a conhecida 200 TSI de até 128 cv e 20,4 kgfm, com a caixa AQ200 de seis marchas, a ser usada pelas versões de topo.
O lançamento ocorrerá no primeiro trimestre de 2025, visto que a produção em Taubaté está prevista para começar em janeiro do ano que vem. Entretanto, o A0 SUV deve ser revelado de fato no Salão do Automóvel de São Paulo 2024, que está previsto para acontecer em novembro. Não há previsão de motorização híbrida para ele nesta fase inicial do projeto.
Novo VW Nivus
Volkswagen Nivus chega no segundo trimestre de 2025
Divulgação
Após lançar o A0 SUV, a Volkswagen deve apresentar, no segundo trimestre de 2025, a primeira reestilização de meia-vida do Nivus. Com visual incrementado, o SUV cupê deve se distanciar de seu irmão menor em termos de posicionamento, tornando-se um rival mais franco do Fiat Fastback. Explicamos tudo que muda neste outro artigo.
Bônus: VW Golf R
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O quinto produto, uma espécie de “bônus”, seria a volta do Golf ao Brasil. Anunciada pelo jornalista João Anacleto em seu Instagram, o hatch médio voltaria ao Brasil em setembro de 2024, já com um facelift aplicado à oitava geração, que deve ser revelado mundialmente nas próximas semanas.
Viria exclusivamente em sua versão mais esportiva, a R, para rivalizar com Honda Civic Type R e Toyota GR Corolla. Equipado com um motor 2.0 turbo a gasolina, o Golf R atual tem 319 cv de potência e até 40,8 kgfm de torque. O câmbio pode ser automático de seis marchas ou automatizado de dupla embreagem com sete velocidades, a famosa caixa DSG.
E a nova VW Tarok?
Conceito da Volkswagen Tarok foi apresentado em 2018
Divulgação
Sim, a Volkswagen tem o projeto de enfim lançar a picape compacta-média Tarok no Brasil. Amplamente modificada em relação ao conceito de 2018, ela trocará a plataforma MQB-A do Taos pela MQB A0 do T-Cross. Por isso mesmo, será fabricada em São José dos Pinhais (PR). Porém, como seu lançamento só ocorrerá em 2026, ela não faz parte da nossa lista.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6KUmULpYu-2t_WnNfLtBarr-7DA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/y/9/LIyCVqRgi0rfKjGBnHbw/volkswagen-taigo-r-line.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Volkswagen Nivus</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 03 Jan 2024 14:24:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 50 carros novos mais vendidos do Brasil em dezembro de 2023</title>  <atom:subtitle>Aumento nos emplacamentos é de 17,1% se comparado com o mesmo mês de 2022</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/os-50-carros-novos-mais-vendidos-do-brasil-em-dezembro-de-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/os-50-carros-novos-mais-vendidos-do-brasil-em-dezembro-de-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6hF_Mk6HTNzpimbdmLN_sdLGnPA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/G/R/lR43DmQuyxWAj3IJ55DA/polo-track-8-est.jpg" /><br /> ]]>    O Volkswagen Polo foi o carro mais vendido do Brasil em dezembro de 2023. O último mês do ano também ficou marcado pela comercialização de 235.372 automóveis e comerciais leves, o que representa um aumento de 17,1% se comparado com o mesmo período de 2022. Em relação a novembro, a alta é de 17,2%. Os dados são da consultoria Jato.
Veja os 50 carros mais vendidos do Brasil em 2023
Saiba-mais taboola
A liderança mensal do Polo é ainda mais significativa se analisarmos as unidades vendidas. Ao todo, foram exatos 17.999 modelos emplacados em dezembro. Esse é o recorde de comercializações de um carro em um único mês de 2023. 
Na segunda colocação do ranking está o Chevrolet Onix com quase 11 mil exemplares vendidos. E quem fecha o pódio é a Fiat Strada, carro mais vendido do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. No último mês do ano, a picape teve 10.573 emplacamentos.
Entre os SUVs, destaque para o Hyundai Creta, líder da categoria no mês com 8.579 novas vendas. O modelo é seguido de Volkswagen T-Cross (7.792) e Chevrolet Tracker (6.769).
Mais uma vez, o BYD Dolphin é o único carro elétrico que aparece entre os 50 mais vendidos de um mês. Em dezembro, o hatch ocupa a 36ª colocação da lista com 2.249 comercializações. Desta forma, fica na frente de Caoa Chery Tiggo 5X e Citroën C3, por exemplo.
50 carros mais vendidos do Brasil em dezembro de 2023
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Por enquanto, o Kia Niro, híbrido convencional, parte de R$ 193.680, já a dupla Sportage e Stonic, que são híbridos leves, permanecem a partir de R$ 212.452 e R$ 139.990, respectivamente. 
Saiba-mais taboola
A volta do imposto de importação será gradual até completar 35% em 2026, como mostra a tabela abaixo:
Carros híbridos
12% em janeiro de 2024
25% em julho de 2024
30% em julho de 2025
35% em julho de 2026
Carros híbridos plug-in
12% em janeiro de 2024
20% em julho de 2024
28% em julho de 2025
35% em julho de 2026
Carros elétricos
10% em janeiro de 2024
18% em julho de 2024
25% em julho de 2025
35% em julho de 2026
Indústria automotiva vai receber R$ 19 bi para fazer carros mais sustentáveis
Há uma quarta categoria definida para o imposto, que engloba automóveis elétricos de carga, ou seja, equivalentes a caminhões elétricos. A proporção de aumento, entretanto, é diferente, com 20% de reajuste vigorando a partir deste mês, e 35% já em julho de 2025. Dessa forma, o Kia Bongo também sofrerá reajuste no valor após o primeiro mês de 2024. Por enquanto, é possível comprar o modelo a partir de R$ 174.990. 
Kia Stonic é híbrido leve 
Renato Durães
Por que o imposto vai voltar?
De acordo com o governo, a intenção é "desenvolver a cadeia automotiva nacional, acelerar o processo de descarbonização da frota brasileira e contribuir para o projeto de neoindustrialização do país". A volta do imposto de importação acontece oito anos após o governo baixar de 35% para zero a alíquota para veículos híbridos e elétricos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/WtvL8-P7d2okHsmkNNjpqiHJtYU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/I/T/0iDQSBQMuprIrwTyFxOw/fot-0232-2-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Kia Sportage 2023</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 22:24:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja os 50 carros mais vendidos do Brasil em 2023</title>  <atom:subtitle>Strada é o carro mais vendido do país pelo terceiro ano consecutivo; Polo e Onix são destaques</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/veja-os-50-carros-mais-vendidos-do-brasil-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2024/01/veja-os-50-carros-mais-vendidos-do-brasil-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/e2rQyfMpiix4GpqLasI0LMLh5fA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/s/BYUnShSACDGBM0kUSUcA/whatsapp-image-2023-10-27-at-12.00.48.jpg" /><br /> ]]>    A consultoria Jato do Brasil divulgou o levantamento com os 50 carros mais vendidos no país entre janeiro e dezembro de 2023. Pelo terceiro ano consecutivo, a Fiat Strada se consagrou como o veículo leve mais vendido do país, seguido por Volkswagen Polo e Chevrolet Onix.
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Na categoria dos SUVs, o Volkswagen T-Cross foi o destaque ao emplacar mais de 72 mil unidades. O sedã mais vendido do país é o Chevrolet Onix Plus, com 74 mil unidades emplacadas entre janeiro e dezembro. 
Confira abaixo a lista dos 50 carros mais vendidos do Brasil em 2023. 
Os carros mais vendidos do Brasil em 2023
*matéria em atualização
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O Mobi Trekking, versão topo de linha do subcompacto, parte de R$ 73.590 e fecha o pódio dos carros mais acessíveis do mercado neste início de ano. 
Saiba-mais taboola
Autoesporte fez um comparativo entre Mobi e Kwid, se quiser saber os detalhes e que venceu, clique aqui. 
Kwid e Mobi são os carros mais baratos do Brasil no início de 2024
Renato Durães
O Mobi é equipado com o veterano motor 1.0 de quatro cilindros da linha Fire, com até 74 cv e 9,9 kgfm, sempre com câmbio manual de cinco marchas. O suficiente para acelerar de 0 a 100 em 16,6 km/h segundos, nas medições da Autoesporte. 
Consumo do Fiat Mobi
De série, o Mobi Like traz como destaque entre os equipamentos: ar-condicionado, banco direção hidráulica, sensor de pressão dos pneus, painel de instrumentos com tela LCD de 3,5” polegadas, rodas de aço de 14 polegada, travas elétricas nas quatro portas, vidros elétricos dianteiros e faróis com máscara negra. Na parte de segurança, o modelo tem apenas os dois airbags frontais obrigatórios por lei. 
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Equipamentos como controle de estabilidade e assistente de partida em rampa fazem parte do pacote opcional Safety, que custa R$ 700.
Já a versão Trekking, que tem apelo visual aventureiro, traz tudo já mencionado e acrecenta: central multimídia de 7 polegadas com conectividade de Android Auto e Apple CarPlay sem fio, volante multifuncional, rack de teto e banco do motorista com ajuste de altura. 
O Mobi é um carro totalmente voltado para a cidade, por isso é um dos menores carros do Brasil. São 3.59 m de comprimento, 1,66 m de largura, 1,52 m de altura, 2,30 de entre-eixos e somente 200 litros de capacidade no porta-malas. Os números são da própria fabricante. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rUKMBziTFOuRJb7mUpQqmrtz_B0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/a/u/l06RUWRymAvEdVjUAjsA/fiatmobilikemy242.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Mobi Like</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 16:44:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>13 carros que devem sair de linha no Brasil em 2024</title>  <atom:subtitle>Marcas como Chevrolet e Renault farão uma verdadeira limpa em seus portfólios, acompanhados de veteranos de outras marcas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/13-carros-que-devem-sair-de-linha-no-brasil-em-2024.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/13-carros-que-devem-sair-de-linha-no-brasil-em-2024.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/yNTsulomBXwF0J6_nmfs126bLno=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/E/OTl4RyQMyqHqBpgCohOw/thumb-site-18.jpg" /><br /> ]]>    O ano de 2024 marcará uma transição importante do mercado automotivo brasileiro. Ao final dele, o país entrará na oitava fase do programa nacional de controle de emissões de poluentes, o chamado Proconve L8. Com isso, alguns fabricantes aproveitarão para fazer uma verdadeira limpa em seus catálogos de produtos.
Um exemplo é a Chevrolet, que deve tirar nada menos que seis modelos de linha em 2024. Alguns ficarão sem substituto, enquanto outros serão trocados por elétricos. Já a Renault ceifará dois carros de seu portfólio, no esteio da chegada do Kardian. A Toyota fará o mesmo quando vier o SUV Yaris Cross. 
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Confira 12 automóveis e comerciais leves que devem ser tirados de linha ao longo do próximo ano:
Chevrolet Bolt e Bolt EUV
Chevrolet Bolt foi um dos primeiros carros à venda no Brasil
André Paixão/Autoesporte
Um dos primeiros elétricos vendidos no Brasil, o Chevrolet Bolt está muito perto de dizer adeus. E não irá sozinho: o Bolt EUV, seu irmão SUV, também deve se despedir em breve de nossas ruas, mesmo tendo sido lançado há poucos meses. Isso porque a GM encerrou a produção da dupla na fábrica de Orion, no estado do Michigan (EUA), no fim deste ano. Assim, a presença de ambos no catálogo perdurará enquanto os lotes trazidos ao Brasil não acabarem.
Chevrolet Camaro
Chevrolet Camaro Collection terá apenas 125 unidades
Vitória Drehmer/Autoesporte
A GM também já anunciou a despedida do Camaro do mercado brasileiro. Para isso, lançou uma série de despedida do muscle no Brasil, limitada a 125 unidades, chamada Collection. Custará R$ 555 mil na configuração cupê e R$ 595 mil com carroceria conversível. Após o esgotamento dela, o icônico esportivo será definitivamente aposentado por aqui. Para seu lugar, a marca prepara a chegada do crossover elétrico e esportivo Blazer.
Chevrolet Cruze e Cruze Sport6
Chevrolet Cruze é um velho conhecido do público brasileiro
Divulgação
A produção de Chevrolet Cruze e Cruze Sport6 na Argentina já está encerrada. A América do Sul foi a última região no mundo a tirar de linha a família com sedan e hatch médios construídos sobre a plataforma Delta. Contudo, a dupla só deve deixar de fato o catálogo ao longo do primeiro semestre de 2024, quando os estoques zerarem nas concessionárias.
Chevrolet Equinox
Chevrolet Equinox terá uma troca de gerações
Divulgação
Aqui, teremos mais propriamente uma troca de geração. Mas será uma mudança tão profunda que decidimos colocar o Chevrolet Equinox na lista. Afinal, ele deixará de ser um SUV médio convencional a combustão para se tornar um elétrico, com plataforma, carroceria e conceito totalmente diferentes. Em comum com o antecessor, ficará apenas o nome. Ou seja, o Equinox 1.5 turbo que conhecemos não existirá mais.
Citroën C4 Cactus
Citroen C4 Cactus tem um projeto envelhecido 
Divulgação 
Com a chegada do SUV de sete lugares Citroën C3 Aircross, no fim deste ano, e do irmão cupê C3 X ou Fastlounge, prevista para o segundo semestre de 2024, o Citroën C4 Cactus ficará sem lugar no catálogo brasileiro da marca e na fábrica de Porto Real (RJ). 
Projeto envelhecido e equipado com dois motores veteranos, o EC5 e o THP, que não atendem às normas do Proconve L8, o C4 Cactus dificilmente resistirá até o fim de 2024. Com isso, marcará a aposentadoria definitiva da plataforma PF1 na América do Sul.
JAC iEV330P
JAC iEV330P é a primeira picape média elétrica do Brasil
Auto Esporte
Primeira picape média elétrica vendida no Brasil - embora quase ninguém se lembre disso -, a JAC iEV330P terá suas vendas descontinuadas pelo grupo SHC, importador oficial da marca chinesa, ainda no primeiro semestre de 2024. Isso acontecerá quando a marca lançar sua sucessora, uma picape média mais moderna conhecida em outros mercados como T9 ou Hunter.
Ainda sem nome divulgado no Brasil, a JAC T9 ou Hunter representa, na verdade, uma atualização visual profunda da própria iEV330P, produto que na China recebe um nome muito mais palatável: T8. Sua sucessora será comercializada no Brasil com motor elétrico - o mesmo da iEV330P, com 204 cv de potência e 30.1 kgfm de torque - ou a diesel, um 2.0 turbo de 170 cv e 41,8 kgfm.
Na variante elétrica, a tração será 4x2 traseira, como já acontece atualmente com a iEV330P, mas o banco de baterias de LFP (lítio-fosfato-ferro) terá sua capacidade aumentada de 65,3 para 77 kWh, aproximando-a dos 300 km de autonomia no Inmetro. Já a configuração turbodiesel virá com tração 4x4 dotada de reduzida e bloqueio de diferencial, além de câmbio automático de oito marchas e 1.400 kg de capacidade de carga.
Nissan Leaf
Nissan Leaf também foi um dos primeiros elétricos a chegar ao Brasil
Divulgação
A Nissan também foi uma das primeiras marcas a apostar em carros elétricos no Brasil. Porém, o Leaf nunca fez o sucesso esperado, em especial porque nunca teve um preço competitivo. Em 2024, deve deixar o portfólio da marca para abrir espaço ao SUV Ariya, um produto que deve ter mais apelo entre os consumidores locais.
Renault Logan e Stepway
Renault Stepway, antigo Sandero, está há quase 20 anos no mercado
Divulgação
A Renault já tirou de linha o Sandero no Brasil, mas manteve o aventureiro Stepway e o sedan Logan em produção por mais tempo. Só que ambos não devem mais ser produzidos a partir de 2024, abrindo espaço na fábrica de São José dos Pinhais (PR) para o Kardian. Com isso, devem desaparecer do catálogo da marca ainda no primeiro semestre de 2024.
Toyota Yaris e Yaris Sedan
Toyota Yaris sai de linha nas duas carrocerias 
André Paixão/Autoesporte
O fim de linha destes dois ainda está mais nebuloso, mas nossa reportagem entende que a Toyota deve encerrar a produção da dupla Yaris e Yaris Sedan, pelo menos para venda no mercado brasileiro, com a chegada do SUV Yaris Cross. O SOP (início de produção em série) deste está programada para o último trimestre de 2024, o que significa que a saída da dupla de compactos do portfólio só deve se tornar realidade no começo de 2025.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/yNTsulomBXwF0J6_nmfs126bLno=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/h/E/OTl4RyQMyqHqBpgCohOw/thumb-site-18.jpg" medium="image"/>   <media:description>Carros que vão sair de linha em 2024</media:description>   <media:credit>Pablo Gonzalez/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 29 Dec 2023 12:58:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os carros novos que dispararam e despencaram nas vendas em 2023</title>  <atom:subtitle>Honda Civic vende quase 80% menos do que no ano passado, já o HR-V aumentou seus emplacamentos em mais de 250%</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/os-carros-novos-que-dispararam-e-despencaram-nas-vendas-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/os-carros-novos-que-dispararam-e-despencaram-nas-vendas-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/jN_dfsJU1uAy3JWJHuEbA5U0kik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/g/2/rn0bFARpWPN99BC8iZnQ/thumb-site-17.jpg" /><br /> ]]>    A venda de carros novos no Brasil é uma eterna gangorra. De um ano para o outro, um modelo pode despencar ou disparar no ranking dos mais vendidos. E Autoesporte fez um pódio de emplacamentos com alguns exemplos na comparação entre 2022 e 2023, considerando o período de janeiro a novembro dos respectivos anos. O números são da Fenabrave, associação que representa as concessionárias. 
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Vamos começar pelo trio que despencou nas vendas em 2023:
3) Peugeot 2008
Peugeot 2008 Roadtrip passou a fazer parte definitivamente do portfólio na linha 2024 
Divulgação 
O SUV compacto nunca foi um sucesso de vendas no Brasil. E esse ano a fabricante francesa até baixou os preços, inclusive da variante elétrica,  mas não teve efeito expressivo. A nova geração do modelo já tem data para começar a ser produzida na América do Sul. 
Segundo o jornal argentino Ámbito Financiero, o SUV começará a ser feito na fábrica de Palomar, nas proximidades de Buenos Aires em janeiro de 2024. E como já era esperado, a nova geração vai “matar” o modelo atual, produzido em Porto Real (RJ).
Vendas do Peugeot 2008
2) Honda Civic
Honda Civic agora é importado da Tailândia e tem apenas motor híbrido
Divulgação
A nova geração do Honda Civic, que agora só é híbrido e importado da Tailândia, foi muito elogiada no teste da Autoesporte. Porém, dois principais motivos fizeram o icônico sedã ter uma representatividade muito pequena nas vendas neste ano: o preço (R$ 260 mil) e as poucas unidades disponíveis nas concessionárias. 
Vendas do Honda Civic
1) Citroën C4 Cactus
Citroen C4 Cactus teve cinco edições especiais desde o seu lançamento
Divulgação
Visualmente, o C4 Cactus pode até ter envelhecido bem, mas o SUV é praticamente o mesmo desde o lançamento em 2018. Nesses quase seis anos, novos rivais surgiram, outros se atualizaram e o máximo que marca francesa fez foi lançar inúmeras séries especiais. Isso justifica essa queda enorme no último ano e a medalha de ouro no nosso ranking. 
Vendas do C4 Cactus 
Agora, o pódio de quem viveu o oposto do trio acima e disparou  de vendas em 2023.
3) Volkswagen Nivus 
Volkswagen Nivus teve o seu melhor ano de vendas 
Renato Durães
O Volkswagen Nivus nunca conseguiu ultrapassar seu irmão maior, o T-Cross, mas sempre teve um volume constante de vendas. Até o penúltimo mês de 2022, o SUV compacto emplacou 34.707 carros, número que salta para 46.457 neste ano, e faz de 2023 o melhor ano de vendas do modelo, mesmo ainda faltando um mês para terminar.
Vendas do Nivus 
2) Honda HR-V
Honda HR-V disparou nas vendas com a nova geração
Divulgação
O ano de 2022 começou muito discreto para o Honda HR-V. Mas isso tinha um motivo: a espera pela nova geração, que veio em julho e fez os emplacamentos crescerem desde então. O sucesso foi tanto que o SUV até foi eleito o Carro do Ano 2023 da Autoesporte, porém, até o mês de novembro foram somente 12.206 vendas, já neste ano esse número salta para 43.853.
Vendas do HR-V
1) Volkswagen Polo
Volkswagen Polo foi o carro que mais subiu nas vendas em 2023
Divulgação
O Volkswagen Polo pouco mudou desde o lançamento da atual geração em 2017. A discreta reestilização chegou em setembro do ano passado, mas as vendas foram extremamente baixas: apenas 5.306 até o final de novembro. Em 2023 o cenário é totalmente outro e o modelo já acumula mais de 90 mil emplacamentos no período, mesmo com layoff na fábrica em junho.
Vendas do Polo 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/jN_dfsJU1uAy3JWJHuEbA5U0kik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/g/2/rn0bFARpWPN99BC8iZnQ/thumb-site-17.jpg" medium="image"/>   <media:description>Carros que subiram e caíram de vendas em 2023</media:description>   <media:credit>Pablo Gonzalez</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 28 Dec 2023 16:45:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Carro PCD: novo teto de isenção faz as fabricantes anteciparem descontos</title>  <atom:subtitle>A partir de janeiro o teto para desconto do ICMS será de R$ 120 mil e limite do IPI pode chegar a R$ 300 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/carro-pcd-novo-teto-de-isencao-faz-as-fabricantes-anteciparem-descontos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/carro-pcd-novo-teto-de-isencao-faz-as-fabricantes-anteciparem-descontos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_Lw2chjsJQCzsv_mt_vXD7usH5k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/x/5/3bYb6FSvWDAAyYHo8Pww/9b4578c8b4a661ff19848f84c491c4022e0fe71b.jpg" /><br /> ]]>    Aprovado em setembro pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), o valor limite para que consumidores PCD (pessoas com deficiência) tenham desconto do ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) vai subir de R$ 100 mil para R$ 120 mil. A medida vale a partir do dia 1º de janeiro, mas precisa ser ratificada em cada estado. E isso fez as fabricantes anteciparem seus descontos. 
O teto do ICMS era de R$ 100 mil desde 2021, mas o desconto é parcial. De acordo com as normas, a isenção cobre apenas o valor de R$ 70 mil. O cliente, então, precisa pagar o imposto proporcional ao valor do veículo. E essa regra permanece mesmo com o teto elevado para R$ 120 mil.
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Abaixo dos R$ 70 mil, a única opção disponível hoje é o Fiat Mobi, que custa R$ 69.990, mas o fato de ter câmbio manual acaba não atendendo grande parte do público PCD.
A iminência do aumento do valor, no entanto, tem feito com que montadoras promovam descontos de olho nesse público. Recentemente, a Jeep reduziu o valor do Renegade em R$ 7.700 para se enquadrar no limite. O carro agora custa R$ 118.290 e pode chegar aos R$ 102.900 sem os impostos. 
 A Jeep reduziu o valor do Renegade PCD em R$ 7.700 para se enquadrar no limite
Divulgação
O mesmo aconteceu com o Fiat Fastback. De R$ 121.990, foi para R$117.990. Com os descontos, o SUV cupê acaba saindo por R$ 101.620.
A Honda oferece o City (hatch e sedã) e o HR-V com descontos que chegam a R$ 12,6 mil. O mais barato deles é o City Sedan EX, que agora custa R$ 114.500,22.
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A Hyundai também está com descontos com isenção de IPI para PCD em toda sua linha. O HB20 hatch, na versão mais simples Sense Plus, tem redução de R$ 13,5 mil. 
No caso do HB20S, nenhuma versão está no teto de isenção de ICMS atual, mas no limite que começará no próximo dia 1º de janeiro, pelo menos quatro das cinco versões oferecidas com câmbio automático podem ter descontos.
O teto do IPI (imposto sobre produto industrializado) segue de R$ 200 mil, mas já há a discussão de aumento para R$ 300 mil.
Consumidores e responsáveis por pessoas com alguns tipos de deficiências ou doenças crônicas que comprometam a mobilidade podem requisitar o desconto de impostos na compra de um carro novo. O direito à isenção para PCD é garantido pela Lei 8.989, de 24 de fevereiro de 1995, e é válido até 31 de dezembro de 2026.
A isenção de IPI, ICMS, IPVA e IOF (Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários) pode chegar a 25% do valor do carro escolhido. Os descontos de ICMS e IPVA, no entanto, podem variar em cada estado e devem ser solicitados no Detran local.
As isenções de IPI e IOF devem ser solicitadas ao governo federal através do site da Receita Federal mediante apresentação de um laudo médico assinado por profissionais credenciados pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito) ou habilitados do SUS (Sistema Único de Saúde).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/_Lw2chjsJQCzsv_mt_vXD7usH5k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/x/5/3bYb6FSvWDAAyYHo8Pww/9b4578c8b4a661ff19848f84c491c4022e0fe71b.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Fastback PCD</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 28 Dec 2023 13:58:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja os 10 carros mais caros do Brasil em 2023</title>  <atom:subtitle>Ferrari lidera ranking com seis modelos; valores somados ultrapassam os R$ 63,3 milhões</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/veja-os-10-carros-mais-caros-do-brasil-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/veja-os-10-carros-mais-caros-do-brasil-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DhnAH4EHT3ifUGd8fYxIPQb7a3E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/5/g/HGNS4pTuKILAFhOq06Wg/thumb-site-13.jpg" /><br /> ]]>    Autoesporte costuma trazer listas com os carros mais vendidos em cada categoria por mês, mais potentes e até mesmo os mais vendidos no Brasil dos últimos dez anos. Desta vez, vamos trabalhar com um parâmetro diferente e trazer os 10 carros mais caros do país em 2023. Para os amantes do setor, a lista é um prato cheio quando se fala em potência, desempenho, velocidade, beleza e luxo. 
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Os valores dos dez carros mais caros no Brasil somam nada mais que R$ 63,3 milhões. E quem tem mais modelos na lista é a Ferrari, com seis modelos. Confira:
10) Ferrari 296 GTB - R$ 4,9 milhões
Equipada com motor 3.0 V6 e tração traseira, a Ferrari 296 GTB, que é híbrida, entrega potência combinada de 830 cv. Com esse conjunto, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos. Já a velocidade máxima é de 330 km/h. 
9) Lamborghini Huracán EVO Spyder LP640-4 - R$ 5,1 milhões
Lamborghini Huracán EVO Spyder está à venda no Brasil por R$ 5,1 milhões
Divulgação
Com motor 5.2 V10, o Lamborghini Huracán EVO Spyder LP640-4 entrega 640 cv de potência e 61,2 kgfm de torque. A tração integral e o câmbio é automático de sete marchas. O interior do esportivo é luxuoso e revestido em Alcantara e um tipo de fibra de carbono produzida especialmente para a fabricante italiana, chamada de Carbon Skin. Nas ruas, o carro consegue acelerar a até 325 km/h. Nós avaliamos o modelo.
8) Ferrari 296 GTS - R$ 5,3 milhões
Ferrari 296 GTS é R$ 400 mil mais cara que a versão cupê
Divulgação
Versão conversível da Ferrari 296 GTB, a 296 GTS é R$ 400 mil mais cara que a irmã cupê. Com o mesmo motor 3.0 V6, a GTS também entrega o mesmo desempenho que a GTB. Entretanto, para acoplar a estrutura do teto conversível, o modelo é 70 kg mais pesado. Convenhamos, nada que vá mudar a dirigibilidade do esportivo italiano.
7) Lamborghini Huracán STO - R$ 5,9 milhões
Por quase R$ 6 milhões é possível adquirir um exemplar da Lamborghini Huracán STO. O esportivo é equipado com motor 5.2 V10 e entrega 640 cv de potência e 57,6 kgfm de torque. Para deixar o veículo mais leve, seus painéis da carroceria são produzidos com 75% de fibra de carbono, fazendo com que o modelo pese pouco mais de 1,3 tonelada. Assim, acelera de zero a 100 km/h em 3 segundos. Também já testamos o modelo.
6) Ferrari 812 GTS - R$ 6,9 milhões
Ferrari 812 GTS é o conversível mais potente do fabricante 
Auto Esporte
A Ferrari 812 GTS é equipada com motor 6.5 V12 e entrega 800 cv de potência e 73,2 kgfm de torque. Portanto, é o conversível mais potente da fabricante italiana. O esportivo possui tração traseira e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos. Pode ser sua por quase R$ 7 milhões.
5) Ferrari SF90 Stradale - R$ 7,3 milhões
Ferrari SF90 Stradale faz parte da coleção de Max Verstappen
Leo Sposito/ Divulgação
Com motor V8 de 4 litros e 780 cv de potência, a Ferrari SF90 Stradale é vendida no Brasil por mais de R$ 7 milhões. O esportivo acelera de zero a 100 km/h em 2,5 segundos e tem velocidade máxima de 340 km/h, com um dos melhores desempenhos do ranking. O modelo é também o primeiro híbrido plug-in da fabricante italiana, com três motores elétricos. 
4) Ferrari Purosangue - R$ 7,4 milhões
Ferrari informa que procura pelo SUV foi a maior já vista em um lançamento da marca no Brasil
Divulgação
O lançamento da Ferrari Purosangue fez barulho no mercado brasileiro. Caso você queira pagar R$ 7,4 milhões no primeiro SUV da fabricante italiana, terá que entrar na fila de espera, que é de dois anos.
O modelo é equipado com motor 6.5 V12 e entrega 725 cv de potência e 73,1 kgfm de torque. Já o câmbio é automático de dupla embreagem e oito marchas. Com esse conjunto, a Purosangue atinge velocidade até 310 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,3 segundos. De quebra, ainda pode levar outras três pessoas, além do motorista.
3) Ferrari SF90 Spider - R$ 7,9 milhões
Zlatan Ibrahimovic é dono de um dos exemplares da Ferrari SF90 Spider 
Divulgação
A Ferrari SF90 Spyder abre o pódio da lista com seu preço exuberante de R$ 7,9 milhões. O esportivo é equipado com motor 4.0 V8 e entrega 780 cv de potência e 81,6 kgfm de torque. Vale ressaltar que estamos falando de mais um modelo híbrido plug-in da marca. E a versão conversível da SF90 não desaponta: aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos. Por outro lado, a velocidade máxima é maior do que a SF90 Stradale: 350 km/h.
2) Rolls-Royce Cullinan Black Badge - R$ 8,1 milhões
Rolls-Royce Cullinan Black Badge é o SUV mais caro do mundo
Sposito Studios 
Na vice-liderança, temos o SUV mais caro do mundo, o Rolls-Royce Cullinan Black Badge. Com motor 6.7 V12 e tração integral, entrega 571 cv de potência e 86,5 kgfm de torque. Com mais de 5,30 metros de comprimento, é equipado com câmbio automático de oito marchas e alcança velocidade máxima de 250 km/h. 
A aceleração de zero a 100 km/h acontece em 5,9 segundos. Definitivamente não se trata do veículo mais veloz da lista, mas vale ressaltar que estamos falando de um carro que pesa mais de 2,5 toneladas. Para ajudar a justificar o impressionante preço, é importante destacar o modelo é até equipado com um conjunto de luzes de fios de fibra ótica no teto, simulando um céu estrelado. 
1) Aston Martin Valour - R$ 16,5 milhões 
Apenas 110 unidades do Aston Martin Valour 
Divulgação
O líder do ranking é nada menos que um esportivo avaliado em mais de R$ 15 milhões. O Aston Martin Valour está formalmente disponível para venda no Brasil e é uma edição comemorativa aos 110 anos da fabricante britânica. 
Dizer que o veículo faz parte de uma edição comemorativa já diz muito sobre seu valor, ainda mais considerando que há apenas 110 exemplares do modelo ao redor do mundo. Como se isso não bastasse, com tração traseira e câmbio manual de seis marchas, o veículo tem motor 5.2 V12 biturbo e entrega 712 cv de potência e 76,7 kgfm de torque. 
Quer mais um toque de exclusividade? O comprador do Velour pode personalizar o esportivo. As escolhas começam desde o tipo dos bancos, até a cor, dentro de uma variação de 50 tonalidades que variam entre clássicas e iridescentes. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DhnAH4EHT3ifUGd8fYxIPQb7a3E=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/5/g/HGNS4pTuKILAFhOq06Wg/thumb-site-13.jpg" medium="image"/>   <media:description>Thumb carros mais caros</media:description>   <media:credit>Arte: Pablo Gonzalez/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 27 Dec 2023 13:12:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os desafios do carro elétrico no Brasil em 2024 com o imposto de importação</title>  <atom:subtitle>Imposto de importação será de 10% a partir de janeiro de 2024 e até julho de 2026 vai chegar a 35%</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2023/12/os-desafios-do-carro-eletrico-no-brasil-em-2024-com-o-imposto-de-importacao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/eletricos-e-hibridos/noticia/2023/12/os-desafios-do-carro-eletrico-no-brasil-em-2024-com-o-imposto-de-importacao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/1gxNdTwPiKSCvbG3K-QV5aedI9s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/Y/i/ApIATARjqS4iyhqa1lGQ/byd-seal-5-.jpg" /><br /> ]]>    O Brasil tem exatamente 51 carros elétricos novos à venda no mercado nesse fim de 2023. E se algum deles te interessa, saiba que para 2024 as notícias não são das melhores: os preços devem subir com a volta do imposto de importação para elétricos, híbridos e híbridos plug-in. O anúncio foi feito pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) em 10 de novembro. Portanto, o ano será de muitos desafios para este mercado que bateu recorde histórico em 2023. 
Autoesporte vai explicar como será a volta deste imposto de importação e como as fabricantes terão que se adaptar a isso. 
Vendas dispararam em 2023
De janeiro até o final de novembro de 2023, as vendas de elétricos já alcançaram a marca de 13.292 unidades. O crescimento é bem significativo de 57%, se comparado com 2022, quando o número de emplacamentos do segmento foi de 8.458 do mesmo período. 
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O líder disparado é o BYD Dolphin — eleito o Carro do Ano 2024 —, que vendeu 4.561 unidades, segundo a Fenabrave, associação que representa as concessionárias. Somente em novembro foram 1.694 emplacamentos, muito mais do que os 286 do vice-líder, Yuan Plus, também da BYD.
Como vai funcionar a volta do imposto?
A tributação será de 35% para as três categorias, porém, será cobrado de forma gradual a partir de janeiro de 2024. 
Confira abaixo quanto e quando os impostos entram em vigor para cada categoria:
Carros híbridos
12% em janeiro de 2024
25% em julho de 2024
30% em julho de 2025
35% em julho de 2026
Carros híbridos plug-in
12% em janeiro de 2024
20% em julho de 2024
28% em julho de 2025
35% em julho de 2026
Carros elétricos
10% em janeiro de 2024
18% em julho de 2024
25% em julho de 2025
35% em julho de 2026
Cotas
Apesar de retomar o imposto de importação, o governo atribuiu uma cota para que as fabricantes possam trazer ao Brasil carros eletrificados sem pagar a alíquota. O governo já estabeleceu os valores totais, mas ainda não detalhou quanto cada fabricante terá direito. 
A promessa era que a distribuição de cotas fosse anunciada em dezembro, mas o ano se encaminha para o fim e o governo ainda não anunciou a divisão. Confira as cotas totais para os próximos anos:
Cotas para importação de carros eletrificados
Por que o imposto vai voltar?
De acordo com o governo, a intenção  é "desenvolver a cadeia automotiva nacional, acelerar o processo de descarbonização da frota brasileira e contribuir para o projeto de neoindustrialização do país". A volta do imposto de importação acontece oito anos após o governo baixar de 35% para zero a alíquota para veículos híbridos e elétricos. 
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Produção de elétricos no Brasil
Nenhuma fabricante instalada no país produz veículos elétricos atualmente, mas isso já tem data para mudar. 
A chinesa BYD comprou a fábrica que pertenceu à Ford entre 2001 e 2021 em Camaçari (Bahia) e confirmou que vai fabricar dois elétricos, o Dolphin e Yuan Plus, e um híbrido, o Song Plus. O investimento inicial é de R$ 3 bilhões e o começo da produção está previsto para o segundo semestre de 2024. A partir de 2025 o objetivo é fabricar 150 mil unidades por ano — sem especificar a quantidade exata de cada modelo. É provável que o Dolphin tenha um volume de fabricação maior do que dos outros.  
BYD Dolphin Plus é a versão mais potente do elétrico com 204 cv 
Murilo Góes/Autoesporte
Entre os híbridos nacionais, estão apenas os Toyota Corolla e Corolla Cross e os Caoa Chery Tiggo 5x e Tiggo 7 Pro — os dois últimos têm um sistema híbrido leve, de menor complexidade e eficiência energética. A GWM, que comprou a fábrica da Mercedes-Benz em Iracemápolis (São Paulo), pretende nacionalizar o SUV híbrido Haval H6, eleito o melhor motor até 2.0 no prêmio Carro do Ano 2024 com seu 1.5 turbo híbrido plug-in. Mas isso ainda tem não data para acontecer. 
Corolla Cross tem tem motor híbrido flex
Murilo Góes
Carro elétrico mais barato do Brasil 
Os três carros elétricos mais baratos do Brasil são: Caoa Chery iCar (R$ 119.990), Kwid E-Tech (R$ 123.490) e Jac E-JS1 (R$ 126.900). O Dolphin é um pouco mais caro do que o trio e parte de R$ 149.800. 
Pensando que os 10% de repasse do imposto seja integral, os valores do quarteto acima vão para: Caoa Chery iCar (R$ 131.989), Kwid E-Tech (R$ 135.839), Jac E-JS1 (R$ 138.600) e Dolphin (164.780). É pouco provável que isso aconteça e o repasse deve ser menor no preço final dos carros, entretanto, um certo aumento deve ser inevitável, portanto, fica aqui nosso reforço novamente: não espere chegar 2024 para comprar o seu carro elétrico. 
O que esperar para 2024?
Como mencionado acima, com certeza os carros elétricos vão começar 2024 mais caros. E o desafio das fabricantes é justamente fazer uma estratégia para não elevar muito os valores repentinamente, para que um mercado que decolou em 2023 não sofra retrocesso em 2024. 
O que deve acontecer para minimizar o impacto é o aumento seja gradual, como é o caso da Volvo. Privilegiando o volume de vendas, a marca, neste primeiro momento, vai adotar táticas diferentes para seus carros elétricos. O EX30, que chega em meados do ano que vem, terá um repasse menor de imposto que o de XC40 e o C40. A fabricante estipulou um aumento de 5% para o inédito SUV de entrada que tem o objetivo de responder por mais da metade das vendas da Volvo em 2024. Quem comprou o modelo na pré-venda, inclusive, já sofrerá com o reajuste e terá que arcar com a diferença. 
O EX30 foi anunciado com preços entre R$ 220 mil e R$ 280 mil. Os novos valores devem ficar entre R$ 230 mil e R$ 295 mil. "Esperamos não perder nenhuma das 2.000 reservas do carro", diz Marcelo Godoy, novo presidente da Volvo Brasil. Já para os outros dois modelos da gama, o reajuste será de 10%. Confira a tabela abaixo: 
Tabela
Além do reajuste nos preços, é provável que o volume inicial de carros elétricos importados para o Brasil no início de 2024 seja menor, justamente para as fabricantes sentirem a reação do mercado. Com a soma de tudo isso, pelo menos no primeiro trimestre devemos ter queda nos emplacamentos até o mercado se adaptar. 
Em 2024 vários carros elétricos já estão confirmados para chegar ao Brasil, inclusive o BYD Seagull, que vai se chamar Mini Dolphin por aqui, e será o modelo mais barato do mercado no segmento. Por enquanto, a estratégia das principais fabricantes de elétricos segue em sigilo. A partir de 1º de janeiro de 2024 vamos ter um cenário mais claro do que está por vir e o quão difícil será superar esses desafios. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/1gxNdTwPiKSCvbG3K-QV5aedI9s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/Y/i/ApIATARjqS4iyhqa1lGQ/byd-seal-5-.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Seal</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 27 Dec 2023 12:56:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Omoda Jaecoo estuda reativar fábrica da Caoa Chery em Jacareí (SP)</title>  <atom:subtitle>Chineses podem entrar em disputa com a Caoa pela unidade fechada há quase dois anos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/omoda-jaecoo-estuda-reativar-fabrica-da-caoa-chery-em-jacarei-sp.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/omoda-jaecoo-estuda-reativar-fabrica-da-caoa-chery-em-jacarei-sp.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/D2XHHfB4hZouBwk4qvtkfr0PKW8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/k/v/8LsQXcTGeQXbJTamcLhA/omoda-c5-90.jpg" /><br /> ]]>    Aos poucos, duas novas marcas chinesas vão se estabelecendo no Brasil. Após confirmar que chegariam ao país em 2024, Omoda Jaecoo agora traça planos no nosso mercado. E o crescimento pode passar por Jacareí (SP), onde está localizada a fábrica construída pela Chery e fechada pela Caoa Chery há cerca de um ano e meio.
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Antes de continuar, vale uma explicação. Omoda e Jaecoo fazem parte do grupo Chery, mas vão funcionar de forma independente da Caoa no Brasil. O diretor da operação brasileira das duas empresas, Alex Wang, inclusive afirmou que a empresa brasileira poderá fazer parte da rede de concessionários das duas marcas. "Se eles seguirem os padrões que exigimos para as concessionárias, poderão ter loja. Mas, por enquanto, não há conversas", disse. 
Omoda Jaecoo espera ter 40 concessionárias abertas no Brasil até o final de 2024. Os showrooms das duas marcas deverão ser compartilhados em um mesmo espaço, como acontece em outros países.  
E a fábrica?
Fábrica de carros da Chery em Jacareí (SP) (Foto: Divulgação)
Auto Esporte
Se ainda não há conversas sobre concessionárias, Omoda, Jaecoo e Caoa provavelmente deverão discutir os termos para que a fábrica de Jacareí (SP) seja reaberta para produzir os veículos das duas marcas estreantes. 
Questionado se havia planos de produção local, Wang foi enfático ao confirmar, ainda que não tenha dado mais detalhes, que a unidade de Jacareí era uma opção. O executivo disparou: "podemos dizer que é uma opção. A primeira opção", completou. 
Caoa Chery Tiggo 3X foi produzido em Jacareí por menos de um ano
Fabio Gonzalez
Vale lembrar que a fábrica em questão foi construída quando Caoa e Chery ainda não eram parceiras. Ou seja, apenas com dinheiro chinês. Com a criação da fabricante sino-brasileira, em 2018, o local passou a produzir Tiggo 3X, Arrizo 5 e Arrizo 6. 
Porém, em maio de 2022, a Caoa Chery decidiu encerrar a produção no local. Na época, a empresa afirmou que faria investimentos na unidade para modernizá-la e começar a fabricar carros híbridos e elétricos. O investimento nunca foi anunciado e o prazo de dois anos para a reabertura será em maio de 2024.   
Segundo o Motor1, há uma disputa entre Caoa Chery e Omoda Jaecoo pelo controle do local. O CEO das marcas chinesas, Shawn Xu, disse que, "se necessário, faremos outra fábrica no Brasil, porém ainda vamos tentar usar Jacareí.”
Lançamentos para 2024
Omoda 5 será o primeiro a chegar no Brasil
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Com ou sem fábrica, as marcas vão estrear no Brasil em 2024 com três modelos. O primeiro a chegar é o crossover Omoda 5, em versões híbrida leve e elétrica. Os preços devem ficar na casa dos R$ 170 mil para a configuração a combustão e R$ 210 mil para o veículo movido a eletricidade.
O Omoda 5 elétrico tem apenas um motor com pouco mais de 200 cv e 35,7 kgfm de torque. A bateria é de 61 kWh e a autonomia, de 450 quilômetros, segundo o WLTP. A versão a combustão tem conjunto mecânico similar ao adotado nos Caoa Chery Tiggo 5 e 7: motor 1.5 turbo que atua com o auxílio de um alternador e gera 160 cv nos modelos da Chery.
Jaecoo 7 será lançado no Brasil em versão PHEV
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Do lado da Jaecoo, serão dois SUVs, batizados apenas de 7 e 8. Alex Wang também confirmou que ambos serão híbridos plug-in, mas que "se o mercado pedir, versões apenas com motor a combustão podem ser lançadas". 
O Jaecoo 7 tem dimensões parecidas com as do Omoda 5, mas é um pouco maior e tem carroceria convencional. São 4,45 m de comprimento e 2,67 m de entre-eixos. Na China, tem motor 1.6 turbo de 190 cv. Outro é o Jaecoo 8, um SUV maior (4,81 m) com capacidade para levar sete pessoas. Nesse caso, o motor 2.0 turbo entrega 250 cv.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/D2XHHfB4hZouBwk4qvtkfr0PKW8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/k/v/8LsQXcTGeQXbJTamcLhA/omoda-c5-90.jpg" medium="image"/>   <media:description>Omoda C5</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 22 Dec 2023 14:11:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estes são os 10 carros mais baratos do Brasil no final de 2023</title>  <atom:subtitle>Fiat Mobi termina o ano de escalada de preços na frente, mas já custa R$ 70 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/estes-sao-os-10-carros-mais-baratos-do-brasil-no-final-de-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/estes-sao-os-10-carros-mais-baratos-do-brasil-no-final-de-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bFwakPhUyI372xR6zth22FtjIIE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/p/B/f0BKi6TIWuoqcu5pvU0A/compara-renault-kwid-e-fiat-mobi-2.jpg" /><br /> ]]>    2023 foi o ano que os preços do carros 0 km foram uma montanha russa. Isso porque uma medida do governo que durou dois meses gerou descontos que passaram dos R$ 10 mil entre junho e julho. Mas os valores subiram para o patamar atual com alguns modelos custando mais do que antes da ação estatal. É o caso do Renault Kwid, que hoje sai por R$ 71.190 e, com isso, deixa o Fiat Mobi isolado no posto de modelo mais em conta. 
Saiba-mais taboola
Veja abaixo como está a lista de carros mais baratos do Brasil hoje:
1 - Fiat Mobi: R$ 69.990
Fiat Mobi é o carro mais barato do Brasil ao final de 2023
Divulgação 
O carro 0 km mais barato que se pode comprar no Brasil é o Fiat Mobi Like com motor de quatro cilindros 1.0 de 74 cv e 9,7 kgfm. Vem com itens como direção hidráulica, ar-condicionado, rodas de aço com calotas, pré-disposição para rádio e vidros elétricos dianteiros.
2 - Renault Kwid: R$ 71.190
Renault Kwid Zen 2023
Divulgação
Com um leve aumento de preços o Kwid deixou o Mobi isolado na frente, mas não muito distante. O compacto usa um 1.0 tricilíndrico de 71 cv e 10 kgfm. A versão Zen é equipada com controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, direção elétrica, ar-condicionado, quatro airbags, monitoramento de pressão dos pneus, rádio com USB e Bluetooth, sistema start-stop e iluminação diurna em LED.
3 - Citroën C3: R$ 72.990
Citroën C3 tem o motor 1.0 da Fiat
André Paixão/Autoesporte
Equipado com o 1.0 Firefly de 75 cv e 10,7 kgfm de origem Fiat, o C3 briga entre os mais baratos com a versão Live e se oferece como uma opção mais espaçosa do que Mobi e Kwid. O hatch mais barato vem com ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, travas e vidros dianteiros elétricos, monitoramento de pressão dos pneus e rodas de aço de 15” com calotas.
4 - Fiat Argo: R$ 80.990
Fiat Argo Drive vem com ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo e travas elétricas, mas vem sem rádio
Demetrios Cardozo/Autoesporte
Após um degrau de R$ 8.000 aparece o Fiat Argo, uma opção também mais espaçosa que os subcompactos. O hatch vem com ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo e travas elétricas, mas vem sem rádio, diferente do Mobi. O motor é o 1.0 Firefly de três cilindros, gerando 75 cv e 10,7 kgfm, o mesmo do C3 e do Peugeot 208
5 - Hyundai HB20: R$ 82.890
Hyundai HB20 está no meio da tabela
Renato Durães/Autoesporte
A versão Sense Plus coloca o Hyundai HB20 na quinta posição do ranking. Vem com seis airbags, ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, computador de bordo, rádio com USB e Bluetooth e iluminação diurna em LED. Segue equipado com o 1.0 Kappa 12V de três cilindros, que entrega 80 cv e 10,2 kgfm.
6 - Renault Stepway: R$ 83.990
Modelo da Reanult é um velho conhecido do mercado brasileiro 
Divulgação
O veterano Sandero ainda é vendido como Stepway, sua versão com estilo aventureiro, mas que hoje é oferecido com motor 1.0 e um pacote mais modesto de equipamentos. Se diferencia por ter a central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay. Vem também com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, vidros elétricos dianteiros e quatro airbags. O motor 1.0 de três cilindros é mais potente do que o Kwid, com 82 cv e 10,5 kgfm
7 - Chevrolet Onix: R$ 85.290
Chevrolet Onix tem motor 1.0 aspirado de 82 cv
André Schaun
Um dos carros mais vendidos do Brasil, o Onix entra na lista com sua versão de entrada equipada com motor 1.0 de três cilindros com 82 cv e 10,6 kgfm. A lista de equipamenos conta com 6 airbags, ar-condicionado, assitente de partida em rampas, controles de estabilidade e tração, direção elétrica, rádio com USB e Bluetooth, rodas de aço de 14” com calotas, travas e vidros elétricos e computador de bordo.
8 - Volkswagen Polo Track: R$ 87.290
Volkswagen Polo Track é o carro de entrada da marca no Brasil
Divulgação
No ano em que precisou substituir o Gol, aposentado no fim de 2022, o Polo ganhou a versão Track e brigou pela primeira posição entre os carros mais vendidos com a Fiat Strada. Tem quatro airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, bloqueio eletrônico de diferencial, vidros dianteiros elétricos, direção elétrica, travas elétricas e ar-condicionado. O motor é 1.0 de três cilindros com 84 cv e 10,4 kgfm.
9 - Peugeot 208: R$ 89.990
Peugeot 208 é um dos modelos mais estilosos da lista 
Divulgação
O preço de tabela do Peugeot 208 o coloca na nona posição, mas quem correr pode escolher uma unidade no estoque atual por R$ 73.990, valor que o deixaria em quarto. Mas como a promoção é sazonal, o hatch sai por quase R$ 90 mil com quatro airbags, controles de estabilidade e tração, travas e vidros elétricos, central multimídia de 10,3” com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e iluminação diurna em LED. O motor é o 1.0 Firefly de 75 cv e 10,7 kgfm de quase todos os carros dessa lista.
10 - Fiat Cronos: R$ 90.990
Fiat Cronos é o único sedã da lista 
André Paixão/Autoesporte
O primeiro sedã da lista, o Cronos tem ar-condicionado, direção elétrica, banco do motorista com ajuste de altura, preparação para rádio, alarme, rodas de aço de 14” com calotas, travas elétricas e vidros dianteiros elétricos. A versão mais barata não tem nome e se identifica apenas como 1.0 por causa do motor 1.0 Firefly de 75 cv e 10,7 kgfm.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bFwakPhUyI372xR6zth22FtjIIE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/p/B/f0BKi6TIWuoqcu5pvU0A/compara-renault-kwid-e-fiat-mobi-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Os carros + baratos do Brasil: Fiat Mobi</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 21 Dec 2023 14:15:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GWM Haval H4 HEV: os detalhes do possível primeiro SUV nacional da marca</title>  <atom:subtitle>Marca chinesa mudou planos após tributação de elétricos e híbridos importados; com isso, os planos para início da produção nacional viraram em 180 graus</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2023/12/gwm-haval-h4-hev-os-detalhes-do-possivel-primeiro-suv-nacional-da-marca.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/lancamentos/noticia/2023/12/gwm-haval-h4-hev-os-detalhes-do-possivel-primeiro-suv-nacional-da-marca.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XkhCmM8hKslalrwkrmIU8iz54nI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/a/o/SYW4GmRUyn6OY4Go0ljQ/haval-chitu-19.jpg" /><br /> ]]>    A GWM chegou ao Brasil deixando muito claros os seus planos para a fábrica de Iracemápolis (SP), comprada da Mercedes-Benz. Ali, ela se programava para produzir uma picape média da família Poer a partir de maio de 2024 e um SUV da linha Tank, derivado da mesma plataforma, no segundo semestre do mesmo ano. Agora, tudo mudou.
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Com a decisão do governo de voltar a cobrar Imposto de Importação de veículos elétricos e híbridos produzidos fora do país a partir do ano que vem, a fabricante chinesa está revendo seu planejamento. Foi o que confirmou o diretor de relações governamentais da GWM no Brasil, Ricardo Bastos, ao site Auto Data.
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Segundo Bastos, a empresa vai manter intacto o cronograma de início de fabricação no Brasil. Ou seja, o primeiro carro nacionalizado da marca sairá da fábrica no interior paulista em maio de 2024. Contudo, não será mais a picape Poer, mas sim algum SUV monobloco da marca Haval. Que pode ser o H6 que já conhecemos ou um SUV menor, a se chamar Haval H4.
O GWM Haval H4 seria um produto inédito no portfólio global da marca chinesa. Na verdade, trata-se de uma atualização visual profunda de um produto já existente da companhia, conhecido como Jolion ou Chitu, e que chegou a ter um protótipo flagrado em testes no Brasil. A Autoesporte pode afirmar que, em caso de lançamento, é certo o uso do nome H4 no mercado brasileiro.
GWM deve seguir as linhas do Chitu para o SUV nacional
Divulgação
Construído sobre a plataforma LMN do H6, o futuro GWM Haval H4 deve manter um porte muito próximo ao do atual Jolion, apesar da mudança substancial em seu design. Estamos falando de 4.472 mm de comprimento, 2.700 mm de entre-eixos, 1.841 mm de largura e 1.619 mm de altura. Ou seja, dimensões muito próximas às de um Jeep Compass, Toyota Corolla Cross ou Volkswagen Taos.
Sua motorização seria a mesma do Haval H6 HEV, a configuração de entrada de seu irmão maior. Um motor 1.5 turbo quatro-cilindros 16V de ciclo Miller, com 171 cv de potência e 29 kgfm de torque, aliado a um motor elétrico dianteiro de tração com 136 cv e 25 kgfm. A potência combinada é de 243 cv e o torque chega a 54 kgfm.
OJolion tem essa traseira com linhas mais conservadoras, por isso a escolha da GWM no Brasil deve ser baseada na foto acima, do Chitu
Divulgação
Tudo gerenciado por um câmbio automatizado de dupla embreagem com apenas duas marchas mecânicas. O restante das relações é preenchido pelo gerenciamento do motor elétrico. A diferença é que o H4 deve ser comercializado apenas na configuração HEV (híbrida plena), sem a opção PHEV (híbrida plug-in) de 393 cv oferecida pelo H6.
Falando no H6, o SUV de porte maior é o outro candidato a estrear a linha de montagem da GMW em Iracemápolis. Seria, inclusive, uma aposta mais segura para a marca. Caso a opção seja por ele, o mais provável é que ela aconteça sem nenhum tipo de atualização visual. A única novidade seria a adoção de motorização flex no lugar de apenas a gasolina.
O interior é parecido com o nosso Haval H6
Divulgação
Seja como for, tanto o Haval H6 quanto o Haval H4 seriam montados, inicialmente, em formato CKD, ou seja, com componentes vindos prontos da China apenas para solda, montagem e pintura no Brasil, pelo menos nesta primeira fase de operação da fábrica.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XkhCmM8hKslalrwkrmIU8iz54nI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/a/o/SYW4GmRUyn6OY4Go0ljQ/haval-chitu-19.jpg" medium="image"/>   <media:description>GWM Haval Chitu </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 20 Dec 2023 19:05:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Dolphin: 5 razões para ser o carro elétrico mais vendido do Brasil</title>  <atom:subtitle>Hatch chinês vendeu 4.561 unidades até o final de novembro e virou o elétrico mais emplacado da história do Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/byd-dolphin-5-razoes-para-ser-o-carro-eletrico-mais-vendido-do-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/byd-dolphin-5-razoes-para-ser-o-carro-eletrico-mais-vendido-do-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-8bPl6qwW2jlkZpMBjm_-jFWA5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/i/eMng1LSvSWEf2BavVBZg/byd-dolphin.jpg" /><br /> ]]>    O BYD Dolphin foi lançado em junho e rapidamente virou o carro elétrico mais vendido do Brasil, batendo recordes mês a mês. A força do hatch é tanta que em seis meses se tornou elétrico mais vendido da história do país. E Autoesporte selecionou cinco motivos que justificam o Dolphin chegar neste posto em tão pouco tempo.
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Até o final de novembro, o Dolphin emplacou 4.561 unidades, segundo a Fenabrave, associação que representa as concessionárias. Somente no mês passado foram 1.694 emplacamentos, muito mais do que os 286 do vice-líder, seu irmão BYD Yuan Plus. 
BYD Dolphin é eleito o Carro do Ano 2024 da Autoesporte 
1) Preço
BYD Dolphin parte de R$ 150 mil
Divulgação
O BYD Dolphin chegou mexendo com o mercado de elétricos como jamais antes visto. Lançado a partir de R$ 149.800 e recheado de equipamentos de série, vários rivais de diversas categorias reduziram seus preços para conseguir aumentar o volume de vendas, pois ofereciam aos mesmos itens, ou até menos, por valores muito mais elevados que o Dolphin. No final de setembro a BYD lançou o Dolphin Plus, versão topo de linha modelo, por R$ 179.800. 
A principal diferença entre as versões está em motorização e autonomia. Enquanto a opção de entrada entrega 95 cv, 18,3 kgfm e 291 km de autonomia com suas baterias de 44,9 kWh, a Plus traz 204 cv e 31,6 kgfm e as baterias de 60,5 kWh proporcionam 330 km de autonomia. Os números são do Inmetro. 
2) Equipamentos 
BYD Dolphin tem ótimos equipamentos de série
Renan Sesicki/Autoesporte
Entre os principais equipamentos de série do BYD Dolphin estão: seis airbags, câmeras com visão 360°, central multimídia com tela de 12,8" giratória compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, controle de cruzeiro, freio eletrônico com auto hold, monitoramento da pressão dos pneus, aviso de cinto de segurança para todos os bancos, controle de estabilidade e tração e assistente de subida em rampas.
Além de tudo da anterior, a versão Plus acrescenta teto solar panorâmico, bancos dianteiros com ajustes elétricos, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, detector de pontos cegos e leitura de placas de trânsito.
3) Tamanho
BYD Dolphin tem 2,70 m de distância entre os eixos 
Divulgação
Com 4,12 m de comprimento e 2,70 m de distância entre-eixos, a BYD conseguiu deixar o Dolphin com bom espaço interno. Passageiros de estatura mediana não sofrem no banco traseiro e o porta-malas de 345 litros é bom para um carro dessa categoria.
4) Boa dirigibilidade 
BYD Dolphin Plus é a versão mais potente do modelo
Murilo Góes/Autoesporte
Autoesporte já testou as duas versões do Dolphin e as impressões foram bem positivas. Confira ambas as avaliações abaixo:
BYD Dolphin quer ser carro elétrico "popular" por R$ 150 mil e alia conforto e custo-benefício; teste
BYD Dolphin Plus tem mais autonomia e segurança, mas custa R$ 30 mil extras
5) Custo-benefício e nacionalização 
BYD comprou a fábrica da Ford em Camaçari
Divulgação
A BYD faz uma campanha de marketing bem grande com o Dolphin, principalmente nos horários mais nobres da televisão, além de aparecer em novelas. Alinhado a isso, está o custo-benefício do carro, que tem design atraente, preço convidativo, bons equipamentos e um conjunto de motor e autonomia satisfatórios. 
Rivais como Caoa Chery iCar, Jac E-JS1 e Renault Kwid E-Tech ficam muito para trás. Já o GWM Ora 03, principal concorrente de peso, ainda não conseguiu deslanchar nas vendas. 
A marca chinesa ter comprado a fábrica que era da Ford em Camaçari (Bahia) também traz maior segurança para o consumidor. A BYD já confirmou que vai produzir o Dolphin no Brasil, o que fará dele o primeiro carro elétrico da história a ser feito no país. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/-8bPl6qwW2jlkZpMBjm_-jFWA5g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/j/i/eMng1LSvSWEf2BavVBZg/byd-dolphin.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin Plus</media:description>   <media:credit>Murilo Góes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 19 Dec 2023 19:06:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan confirma picape rival da Fiat Toro; veja o que já sabemos</title>  <atom:subtitle>Marca japonesa aproveita aliança com Renault e vai compartilhar a base da sucessora da Oroch; saiba quando chega e outras informações</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/nissan-confirma-picape-rival-da-fiat-toro-veja-o-que-ja-sabemos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/nissan-confirma-picape-rival-da-fiat-toro-veja-o-que-ja-sabemos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dJiFk6-YnpcJdfOMaxuOBx_GUAA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/K/O/K3BSQ3QPu7lafOxB6wgQ/nissan.jpg" /><br /> ]]>    A Nissan confirmou o lançamento de uma nova picape abaixo da Frontier para os próximos anos. O modelo intermediário vai ser produzido na Argentina e será rival direto da Fiat Toro, líder absoluta do segmento.
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A nova picape foi confirmada em uma apresentação para acionistas, que revelou que a Nissan vai lançar um modelo correspondente ao conceito Niagara, da Renault. A relação das picapes será a mesma de Alaskan e Frontier que, na prática, são exatamente iguais — com exceção dos logotipos.
Renault Niagara Concept antecipa futura rival da Fiat Toro
Renan Bandeira/Autoesporte
Ademais, a aliança Renault-Nissan também confirma que tanto a Niagara quanto sua contraparte japonesa serão produzidas em Santa Isabel (Argentina). A intenção é designar a produção de picapes ao país vizinho, enquanto o Brasil ficará responsável por fabricar veículos leves, como Kardian, Duster e Kicks. 
Novos investimentos para o complexo argentino estão no cronograma e devem acontecer no primeiro semestre de 2024, segundo o Motor1 Argentina. Os valores do aporte ainda não foram divulgados.
Como será a nova picape da Nissan?
Veja o que já sabemos sobre a futura picape de Renault e Nissan
Divulgação
O conceito Niagara, mostrado durante o lançamento do Renault Kardian em São José dos Pinhais (PR), antecipa algumas informações sobre a futura picape da Nissan. Para começar, a picape inédita será montada sobre a mesma plataforma do novo SUV compacto, a CMF-B.
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Isso indica que os modelos também devem compartilhar parte da mecânica. A Niagara foi mostrada com motorização híbrida e tração 4x4, mas não há confirmação de que a tecnologia eletrificada estará no modelo de produção.
A Niagara segue o mesmo estilo dos carros da Dacia na Europa, como a nova geração do Duster e o SUV médio Bigster. Mas a tendência é que sua contraparte japonesa tenha visual exclusivo e siga identidade própria.
Niagara não chega para substituir a Oroch
Divulgação
Vale lembrar que a Niagara não chega para substituir a Oroch. A picape atual será mantida para atender frotistas e deve coexistir com o futuro lançamento por alguns anos. 
Conforme apurado por Autoesporte, a versão de produção da Niagara deve chegar às lojas apenas em 2027. A tendência é que o modelo da Nissan seja lançado logo em seguida.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dJiFk6-YnpcJdfOMaxuOBx_GUAA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/K/O/K3BSQ3QPu7lafOxB6wgQ/nissan.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nova picape da Nissan</media:description>   <media:credit>Reprodução</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 19 Dec 2023 16:34:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Picapes diesel desvalorizam o dobro de outras categorias em 2023, diz estudo</title>  <atom:subtitle>Volkswagen Amarok lidera a lista com desvalorização de 20,5% entre novembro de 2022 e o mesmo mês deste ano</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/picapes-diesel-desvalorizam-o-dobro-de-outras-categorias-em-2023-diz-estudo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/picapes-diesel-desvalorizam-o-dobro-de-outras-categorias-em-2023-diz-estudo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7iWq8-ZBISFyeuU_4xRmQUQANos=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/G/2/psNhFgTbGO3lF1wEHyWg/c2e68c5e-f91a-4101-9d08-87f712290252-medium.png" /><br /> ]]>    Com a alta do preço do litro do diesel no Brasil, modelos movidos por esse combustível deixaram de ser vantajosos. Isso afetou diretamente a desvalorização das picapes médias. Segundo estudo da Mobiauto, caminhonetes desta categoria perderam cerca de 15,3% do valor em um ano.
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Essa queda de mais de 15% representa algo próximo ao dobro das outros segmentos, que ficaram com 7,5% de perda no mesmo período. Foram avaliados seis modelos de picapes a diesel.
A que mais perdeu valor, segundo a Mobiauto, foi a Volkswagen Amarok, com desvalorização de 20,5% entre novembro de 2022 e o mesmo mês deste ano. A Ford Ranger, que teve uma nova geração neste intervalo, ficou em segundo com a perda de 17,4%. 
Ford Ranger FX4 teve 17,4% de desvalorização em 2023
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A Chevrolet S10, com a fabricação afetada pela crise na fábrica de São José dos Campos, desvalorizou 14,6%.
As outras três ficaram no mesmo patamar, na casa dos 13% de perda, um número alto perto da média das outras categorias do mercado. A Toyota Hilux perdeu 13,9%, a Mitsubishi L200 Triton 13,8% e a Nissan Frontier foi a que menos depreciou, com 13,8%.
A Nissan Frontier foi a que menos depreciou, com 13,8%
André Paixão/Autoesporte
“É um segmento em que o ticket médio, pelos menos nessas versões seminovas, é de R$ 200 mil. Na média, o cliente que adquiriu esse modelo um ano atrás perdeu R$ 30 mil, o que não foi pouco”, disse Sant Clair de Castro Jr., consultor automotivo e CEO da Mobiauto.
Na mesma pesquisa do ano passado, o trio vencedor foi Hilux, L200 e S10, pela ordem. “O único fato novo foi a inserção da Nissan Frontier, que ganhou alterações importantes em sua versão 2023, mas que acabaram puxando também os preços da 2021 e da 2022. Ótimo resultado pra Nissan”, comentou Castro Jr. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/7iWq8-ZBISFyeuU_4xRmQUQANos=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/G/2/psNhFgTbGO3lF1wEHyWg/c2e68c5e-f91a-4101-9d08-87f712290252-medium.png" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Amarok V6</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 18 Dec 2023 20:54:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>10 carros saíram de linha em 2023; veja se o seu é um deles</title>  <atom:subtitle>Do veterano Voyage ao primeiro elétrico do Brasil, modelos chegaram ao fim de ciclo no mercado</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/10-carros-sairam-de-linha-em-2023-veja-se-o-seu-e-um-deles.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/10-carros-sairam-de-linha-em-2023-veja-se-o-seu-e-um-deles.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ZSms5ixipuKsZhdQgExpx64z8rk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/x/B/dbeBumTMiBukL3EqyUoQ/cruze-midnight-04-.jpg" /><br /> ]]>    Seja por baixas vendas ou por substituição por um modelo mais moderno, carros deixam de serem produzidos, deixando saudades ou não. Neste ano, pelo menos 10 veículos saíram de linha no Brasil. Alguns, aliás, não serão mais vendidos no mundo todo.
Saiba-mais taboola
Volkswagen Voyage
O último facelift do Voyage foi em 2016
Divulgação
A produção do sedã do Gol já havia acabado no ano passado, mas as vendas continuaram até fevereiro, quando o Voyage desapareceu do site da Volkswagen e saiu de cena oficialmente. Deixou para o Virtus o papel de representar o sedã de entrada da marca.
Renault Captur
Renault Captur passou por dificuldades de produção com o início da guerra da Rússia
Divulgação
O SUV da Renault sucumbiu às baixas vendas. Lançado no Brasil em 2017, o Captur foi reestiilizado em 2021, quando passou a ser oferecido com motor 1.3 turbo. As vendas, por outro lado, continuaram discretas, ainda mais considerando que SUVs compactos são os carros mais emplacados no Brasil há alguns anos.
Renault Zoe
Renault Zoe saiu de linha em todo o mundo; novo Renault 5 será o substituto
André Schaun
Enquanto carros elétricos sobem nas vendas, o Renault Zoe, pioneiro da categoria por aqui, nunca chegou a decolar. A marca, no entanto, preferiu trazer o Megane E-Tech e tirar o compacto das lojas no Brasil. No exterior também será substituído pelo Renault 5, prestes a ser lançado.
Kia Cerato
Sedã médio da Kia não performou bem e acabou saindo de linha
Divulgação
Os sedãs médios estão acabando, dando espaço para mais e mais SUVs. O Kia Cerato, que nunca foi bem vendido, emplacou apenas 14 unidades no primeiro semestre e deixou de ser importado. Hoje o segmento é representado somente por Toyota Corolla, Nissan Sentra e Volkswagen Jetta.
Chevrolet Cruze
É o fim da linha para o Chevrolet Cruze
Divulgação
O Cruze ainda consta no site da Chevrolet nas versões sedã e hatch, mas já deixou de ser fabricado na Argentina. No lugar do médio que já não tinha mais bom desempenho nas vendas, a unidade de Santa Fé, no país vizinho, vai ajudar a fazer Tracker para atender a demanda pelo SUV compacto.
Chevrolet Cruze Sport6
Chevrolet Cruze Sport6 ainda é distribuído nas concessionárias, mas deixou de ser produzido em 2023
Divulgação
O último dos hatches médios no Brasil também deixou de ser produzido na Argentina, seguindo os passos do sedã e colocando um ponto final na categoria que já foi bem disputada com modelos como Volkswagen Golf e Ford Focus.
Chevrolet Bolt
Chevrolet Bolt EV foi lançado no Brasil em 2018
Divulgação
O Bolt vai sair de linha no mundo todo e a nova geração já está em desenvolvimento. No Brasil, chegou a ser vendido com motor elétrico de 203 cv e 36,7 kgfm alimentado por um pacote de baterias de íons de lítio de 66 kWh.
Chevrolet Bolt EUV
Chevrolet Bolt EUV mal chegou e já saiu de linha
André Paixão/Autoesporte
A versão SUV foi lançada no Brasil neste ano já com os dias contados. Vieram 200 unidades para atender a demanda de interessados no carro que deixou de ser feito para dar espaço na fábrica de Orion, nos EUA, para a Silverado elétrica. O motor era o mesmo elétrico dianteiro de 203 cv e 36,7 kgfm de torque e as baterias de 66 kWh do hatch.
Chevrolet Camaro
Chevrolet Camaro Collection celebra a história do muscle car
Divulgação
O Camaro se despede do Brasil com uma série especial Collection com apenas 125 unidades, ao menos na versão a combustão com o V8 6.2 de 461 cv de potência e 62,9 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de dez marchas. O nome deve continuar em um novo carro elétrico, mas não sabemos se será um cupê ou se vai virar SUV como o Ford Mustang Mach-E.
Jaguar F-Type
Jaguar F-Type também se despede sem deixar um sucessor
Divulgação
O Jaguar F-Type se despediu das ruas, encerrando 75 anos de um legado marcante de esportivos a combustão da marca. A efeméride marcou a série de despedida, a 75, que teve esse mesmo número de unidades vendidas em todo o mundo. Para o Brasil vieram 14. A marca agora vai se dedicar a modelos elétricos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ZSms5ixipuKsZhdQgExpx64z8rk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2022/x/B/dbeBumTMiBukL3EqyUoQ/cruze-midnight-04-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Cruze Sedan</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 18 Dec 2023 12:59:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja as 15 picapes mais vendidas do Brasil em novembro de 2023</title>  <atom:subtitle>Fabricante italiana fica em primeiro lugar nos rankings das picapes pequenas e grandes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/veja-as-15-picapes-mais-vendidas-do-brasil-em-2023.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/veja-as-15-picapes-mais-vendidas-do-brasil-em-2023.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ps02HOCybwI3s4FVyLTyRB4zMYk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/B/t/OZIn8hTkKjFxkBcA1AXw/rampage-rt-223.jpg" /><br /> ]]>    Este é o ano das picapes. Com uma maré de lançamentos, como Ford Ranger e F-150, a Ram Rampage e as novas Chevrolet Silverado e Montana, o setor bombou em 2023, e ainda promete crescer mais em 2024. 
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Isso porque, os amantes da categoria podem esperar pelos lançamentos das novas Volkswagen Amarok, Chevrolet S10 e a chegada da Fiat Titano. Nesse cenário, Autoesporte vai trazer as 15 picapes mais vendidas durante novembro de 2023 no Brasil e esclarecer como os modelos da categoria ocupam seus espaços nessa briga de gigantes. Confira o ranking completo ao final da matéria.
Vendas caem em novembro
Fiat Strada Ranch é uma das opções turbinadas da picapinha
Cauê Lira/Autoesporte
O penúltimo mês do ano registrou o emplacamento de 35.963 picapes, sendo 14.615 unidades de modelos compactos e 21.348 unidades entre modelos intermediários, médios e grandes, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Os valores representam queda de 9,1% na venda de picapes pequenas e 5,8% para as grandes, quando comparados os dados a outubro de 2023, que comercializou 16.089 picapes compactas e 22.660 modelos intermediários, médios e grandes. 
A Fiat Strada é líder absoluta da categoria ao emplacar 11.518 unidades. Portanto, o modelo se coloca à frente da Volkswagen Saveiro, que também aparece no ranking geral, mas na quarta posição, com 3.095 emplacamentos. 
Fiat Toro Ranch é uma das versões de topo da picape 
Divulgação
A Fiat Toro ocupa a segunda posição, com 4.418 unidades vendidas no mesmo período. Já a terceira posição ficou com a Toyota Hilux, que registrou a venda de 3.783 caminhonetes em novembro de 2023, mantendo o modelo na liderança, quando se fala em picapes médias. 
Vale lembrar que a Toro marca seu território no ranking e dificulta o avanço de suas rivais na categoria das picapes intermediárias, como a Chevrolet Montana, que ocupa a sexta posição na lista (2.263) e a Renault Oroch, que ficou em 11º lugar (891). 
Lembrando ainda que a Ram Rampage, que ficou em quinto lugar na lista (3.026), também é um modelo entre as intermediárias, assim como a Ford Maverick, e que está fazendo barulho no mercado. No entanto, elas estão um patamar acima dos modelos citados acima, quando se trata de acabamento, construção e desempenho. 
Ford Ranger XLS - Ford lança Ranger XLS com o motor 3.0 V6 das versões topo de linha
Renato Durães
Isso faz ambos os modelos brigarem em um degrau acima, em faixa de preço, já com algumas picapes médias, como a própria Hilux. Além desta,  Ford Ranger, Volkswagen Amarok, Mitsubishi L200 e Nissan Frontier são outros modelos médios da categoria que se tornaram alvos. 
Por fim, vale destacar que as picapes de porte grande aparecem em minoria no ranking. A Ram Classic e Ram 2500, que ocupam respectivamente a 14ª e 15ª posições. A Classic registrou 149 emplacamentos, enquanto o 2500 vendeu 124 exemplares no período mencionado pela Fenabrave. 
Mesmo assim, vale ressaltar que a Ram é a fabricante com maior volume de veículos na lista, e com a Rampage, soma três produtos entre os 15 mais vendidos. Baixo volume de vendas dos exemplares maiores se dá pela valor elevado de cada um deles. Confira o levantamento das 15 picapes mais vendidas do Brasil no último mês:
Picapes mais vendidas do Brasil em novembro de 2023
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ps02HOCybwI3s4FVyLTyRB4zMYk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/B/t/OZIn8hTkKjFxkBcA1AXw/rampage-rt-223.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ram Rampage R/T</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 15 Dec 2023 12:37:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Camaro terá últimas unidades produzidas; relembre a trajetória do cupê V8 no Brasil</title>  <atom:subtitle>Modelo tem briga histórica com Ford Mustang e deve seguir mesmo rumo do rival</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/chevrolet-camaro-relembre-a-trajetoria-do-cupe-que-marcou-epoca-com-seu-v8-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/chevrolet-camaro-relembre-a-trajetoria-do-cupe-que-marcou-epoca-com-seu-v8-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RbW7bHXZgRbJ8zA5-kMtr6cCplU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/B/J/KaOUCNSMC0lw9mbgsdhg/chevrolet-camaro-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    O Chevrolet Camaro está cada vez mais próximo de se despedir de vez do mercado automotivo como um cupê V8. Depois de a fabricante anunciar a edição limitada de despedida do muscle car no Brasil, com apenas 125 unidades, o modelo terá produção encerrada ainda nesta semana.
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De acordo com o GM Authority, fontes próximas à fabricante indicaram que as últimas unidades do Chevrolet Camaro sairão da linha de montagem nesta quinta-feira (14). Seu futuro, vale lembrar, deve ser elétrico, ainda que não haja informações sobre a carroceria, se será um SUV como o Mach-e, ou se seguirá a linha de esportivos.
Para os amantes de V8, de esportivos e do próprio Camaro, é importante ressaltar que nem faz tanto tempo assim que temos o Chevrolet disponível no site da montadora para compra. O modelo chegou ao Brasil em 2010, em sua quinta geração, dois anos após o lançamento global da plataforma. 
Até 2020, 6,5 mil unidades do produto foram comercializadas (não há um registro mais atual que esse, mas o modelo deve ter superado com tranquilidade a marca dos 7 mil emplacamentos). Considerando o segmento em que atua, não dá para negar que ele fez sucesso.
Chevrolet Camaro já foi protagonista de filme
Reprodução
Desde a sua chegada, há 13 anos, o Brasil recebeu duas gerações do modelo. A primeira delas já carregava um imponente V8 6.2 que rendia 406 cv de potência e 56,7 kgfm de torque, sempre gerenciado por uma caixa automática de seis marchas. Combinação que fazia o cupê acelerar de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.
Esse momento foi o que mais deu projeção ao Camaro no Brasil. Modelo bastante conhecido nos Estados Unidos, também teve ajuda do filme Transformers, onde era um dos protagonistas, para ganhar mais notoriedade. Apareceu nas telonas com carroceria amarela e duas faixas pretas no capô, em uma versão SS.
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E essa explodiu no Brasil com o hit sertanejo "Camaro Amarelo", de Munhoz e Mariano, que deixou o nome do muscle car na boca do povo. Essa geração viveu até 2015, e até hoje se vê várias unidades pelas ruas.
A segunda geração vendida no Brasil (e sexta do modelo) é a que sairá do mercado neste ano, aposentando o motor V8. Neste caso, o propulsor rende bons 461 cv de potência e 62,9 kgfm de torque. Com ajuda do câmbio automático de 10 marchas, chega aos 100 km/h em apenas 4,2 segundos.
Chevrolet Camaro era vendido no Brasil como conversível e cupê
Divulgação
Entre uma geração e outra, além de ficar mais potente, mais rápido e com mais torque, o Camaro também mudou o visual: recebeu faróis grades mais afilados para ficar ainda mais invocado. Não perdeu as linhas de sua silhueta e nem o ronco grave do motor.
Vale lembrar que, diferente do Mustang, aqui no Brasil o Camaro manteve a histórica opção conversível, o que é bem raro para um muscle car. Seu maior rival também tinha essa opção, mas sempre concentrou as vendas nas opções cupê por aqui.
O futuro do Camaro será elétrico, assim como o de vários outros esportivos no futuro. A expectativa é que pelo menos a carroceria cupê seja mantida. Afinal, a trajetória de um carro tão icônico quanto esse, deve ganhar várias e várias páginas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RbW7bHXZgRbJ8zA5-kMtr6cCplU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/B/J/KaOUCNSMC0lw9mbgsdhg/chevrolet-camaro-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Camaro vai sair de linha </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 14 Dec 2023 12:47:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bugatti, Koenigsegg e Rimac já podem ser comprados por brasileiros de forma oficial</title>  <atom:subtitle>Operação vai funcionar via México, onde as fabricantes de hipercarros têm representação oficial</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/bugatti-koenigsegg-e-rimac-ja-podem-ser-comprados-por-brasileiros-de-forma-oficial.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/mercado/noticia/2023/12/bugatti-koenigsegg-e-rimac-ja-podem-ser-comprados-por-brasileiros-de-forma-oficial.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/M9UwknyVr0HgTd0sSEW1c0u4to0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/n/8/Kb1LO8TYqK7cT9d9fvZQ/bugatti-chiron-profilee-4-.jpeg" /><br /> ]]>    GWM, BYD e Seres são apenas algumas montadoras que estrearam recentemente no mercado brasileiro. Mas um outro trio, bem mais exclusivo, também se prepara para começar a operar em nosso mercado. Carros de Bugatti, Koenigsegg e Rimac poderão ser adquiridos por clientes brasileiros. A operação é feita por meio da distribuidora oficial no México, a Grand Chelem.
Saiba-mais taboola
Em entrevista à Autoesporte, o CEO da Grand Chelem, Martín Josephi, deu alguns detalhes sobre o funcionamento da empresa no país. Não há indicativos de que serão abertas concessionárias de Bugatti, Koenigsegg e Rimac por aqui. 
Clientes interessados poderão configurar os veículos, fazer a encomenda às fábricas e receber o carro no Brasil. Segundo Josephi, a Grand Chelem está “formando alianças no Brasil para poder dar aos nossos clientes toda a atenção que eles merecem”. O mesmo vale para os serviços de pós-vendas. Porém, ainda não há detalhes sobre a parceria com alguma empresa brasileira. 
Também não foram divulgados preços para encomendar um carro de qualquer uma das três marcas. No caso da Bugatti, a espera pode levar de dois a quatro anos. 
Rimac Nevera
Divulgação
Ainda que a espera seja longa, a Grand Chelem garantiu que há clientes interessados em comprar carros da Bugatti. Porém, afirmou que não iria comentar a concretização das vendas “para manter a exclusividade dos clientes”. 
Modelos que podem chegar
Ainda que os brasileiros possam comprar carros da Bugatti, as entregas não devem acontecer tão cedo. Isso porque atualmente o hipercarro está no final de vida e os últimos exemplares já comercializados. Depois dele, as 99 unidades também já vendidas do Mistral chegarão aos clientes. 
A marca francesa de hipercarros ainda não revelou o sucessor do Chiron. Mas é certo que o próximo modelo não terá o tradicional motor W16 com quatro turbos de 1.600 cv dos últimos modelos.
Assim, o leque de opções para Koenigsegg e Rimac é maior. No caso da sueca Koenigsegg, há quatro superesportivos em linha. O CC850 é um exótico hipercarro de 1.385 cv e câmbio manual e automático (sim, os dois sistemas no mesmo carro). O motor é um V8 5.0 biturbo, exatamente igual ao do Jesko, outro carro da marca, oferecido em duas versões: Absolut e Attack. 
Por último, mas não menos importante, o Gemera é considerado o carro-chefe da Koenigsegg. O cupê de quatro lugares tem um arranjo de motores pouco convencional. Híbrido, alia um 2.0 de três cilindros (você não leu errado) a outros três motores elétricos. Combinados, entregam 1.723 cv. Como não poderia ser diferente, o desempenho é assustador. São necessários 1,9 s para ir de 0 a 100 km/h.
Koenigsegg Jesko Absolut 
Divulgação
Já a linha da Rimac é mais modesta. O único modelo disponível é o Nevera, o recordista em velocidade de ré, com 275 km/h alcançados no modo reverso. 
Mas esse é só um dos poucos recordes alcançados pelo superesportivo croata. Outro foi na aceleração de 0 a 100 km/h, que baixou 0,04 segundo e agora é feita em exato 1,81 segundo. São 1.914 cv, que o fazem ultrapassar os 400 km/h de velocidade máxima.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/M9UwknyVr0HgTd0sSEW1c0u4to0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/n/8/Kb1LO8TYqK7cT9d9fvZQ/bugatti-chiron-profilee-4-.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Bugatti Chiron Profilée</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 Dec 2023 15:26:55 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>