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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>autoesporte &gt; Carros</title> <link>https://autoesporte.globo.com/carros/</link> <description>Na Autoesporte você acompanha tudo sobre testes, carro do ano, carros usados, segredos e flagras, boletim CBN e muito mais</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://autoesporte.globo.com/rss/autoesporte/carros" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>autoesporte &gt; Carros</title> <link>https://autoesporte.globo.com/carros/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Teste: Geely EX2 Max vale a aposta para ser o seu 1º carro elétrico?</title>  <atom:subtitle>Versão topo de linha custa R$ 136.800 e traz atributos muito interessantes para o preço, mas escorrega em pontos como conectividade</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-geely-ex2-max-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-geely-ex2-max-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ykmq8G53KC3bpS5_u2Wgfk0L0p0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/T/s/3RsB9ARxK03yS8xPdPHQ/geelyex2-005.jpg" /><br /> ]]>    Rodar com um carro elétrico alguns anos atrás parecia algo desafiador, principalmente quando se falava em viagens. Mas, em 2026, esse tipo de tecnologia já se popularizou no país e a rede de recarga, pelo menos nas grandes cidades, também cresceu. É inegável que a BYD foi uma das grandes responsáveis pela popularização dos modelos elétricos por aqui, com a dupla Dolphin e Dolphin Mini, mas outras marcas também avançaram, como é o caso do Geely EX2.
O Geely EX2 chegou ao mercado brasileiro no final de 2025, aproveitando o caminho aberto no segmento justamente por Dolphin e Dolphin Mini, seus dois principais rivais. Em poucos meses o modelo se popularizou, impulsionado pela participação no BBB 2026 e pelos seus atributos.
O sucesso desde o lançamento foi grande e a demanda ficou acima do esperado pela marca, criando até fila de espera e incentivando a Geely a mudar seus planos e decidir produzir o modelo no Brasil. Atualmente ele é vendido na versão Max, topo de linha que foi avaliada, por R$ 136.800, e também na configuração de entrada, Pro, por R$ 123.800.
Autoesporte passou 15 dias com o modelo elétrico para entender mais sobre o uso diário do EX2. Começo falando de um ponto positivo e importante, o espaço interno do hatch elétrico, que é bom graças aos 2,65 metros de entre-eixos. Essa medida é igual à de alguns SUVs o mercado como Volkswagen T-Cross, GAC GS3 e a nova geração do Honda WR-V. As demais dimensões são: 4,13 m de comprimento, 1,80 m de altura e 1,58 m.
Outro ponto que me agradou bastante foi o porta-malas. São 375 litros de capacidade, espaço que permite acomodar malas médias e até grandes sem sofrimento para viajar, ou até uma compra grande de supermercado. Mais uma vez, vou comparar a litragem com alguns SUVs compactos a combustã: o Volkswagen T-Cross tem os mesmos 375 l e o Jeep Renegade, 320 l.
Porta-malas do Geely EX2 Max 2026 perde um pouco de espaço nas laterais, por conta das caixas de roda, mas ainda entrega boa capacidade 
Renato Durães/Autoesporte
A maior vantagem do EX2, porém, é que o espaço para acomodar bagagens não acaba no porta-malas. A Geely incluiu no projeto um compartimento extra na dianteira, que oferece mais 70 litros. É um espaço ideal para guardar compras menores ou mochilas pequenas, e só é possível graças ao motor elétrico montado sobre o eixo traseiro, o que amplia muito o espaço sob o capô. 
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Espaço para bagagem na dianteira ampliada a capacidade de armazenamento do Geely EX2 Max 2026
Renato Durães/Autoesporte
Falando no motor elétrico traseiro, o do Geely EX2 rende 116 cv de potência e 15,4 kgfm de torque, com transmissão direta de torque para o diferencial traseiro. Esse conjunto é muito mais potente que o o do BYD Dolphin Mini, de 75 cv e 13,7 kgfm, e também fica acima dos 95 cv do Dolphin de entrada, embora este tenha um torque maior, de 18,3 kgfm.
Dirigindo o Geely EX2 na cidade, o elétrico entregou arrancadas rápidas em faróis e agilidade para ultrapassagens, cenário que melhora caso você use o modo de condução Sport. O modelo ainda oferece os modos Comfort e Eco, sendo o primeiro o mais indicado para uso no dia a dia, já que o segundo torna as respostas bem mais lentas. 
Geely EX2 Max 2026 tem rodas de liga leve de 16 polegadas
Renato Durães/Autoesporte
No Brasil a Geely é parceria da Renault e o EX2 passou por uma tropicalização antes de começar a ser vendido. Isso resultou em um ajuste de suspensão exclusivo para o mercado brasileiro, com sistema McPherson na dianteira e uma surpreendente arquitetura multilink na traseira, algo pouco usual para um veículo de menos de R$ 140 mil. 
O conjunto vai bem na hora de passar por buracos, valetas e lombadas, sem afetar o conforto dos ocupantes, mas poderia ser um pouco mais firme. Os 16 cm de vão livre em relação ao solo são honestos para um hatch e ajudam a não raspar a parte inferior da carroceria no dia a dia.
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Nos testes de consumo de Autoesporte, sempre com ar ligado, o Geely EX2 marcou 10,8 km/kWh de consumo na cidade e 6,8 km/kWh na estrada. Levando em consideração a bateria de 39,4 kWh, projetamos uma autonomia urbana total de 425 km e uma autonomia rodoviária de 267 km. No Inmetro, o elétrico está homologado com 289 km, mas a Geely fala em até 410 km.
Aproveitei os dias com o Geely EX2 para ir até Sorocaba (SP) e constatar a autonomia na prática. Saí de casa com a bateria praticamente cheia e o painel indicando 401 km de alcance. No trajeto de 91 km até o interior de São Paulo, com ar desligado e velocidade média de 100 km/h, cheguei no meu destino com 305 km de autonomia, mostrando que a autonomia projetada no quadro de instrumentos é muito fidedigna.
Geely EX2 Max 2026 tem entradas de ar posicionadas na parte inferior do para-choque
Renato Durães/Autoesporte
Na hora de voltar para casa, o cenário mudou completamente. A temperatura passava dos 30º e eu precisei usar o ar-condicionado em todo o trajeto de volta. A velocidade média também subiu, para 120 km/h. Nessas condições, o consumo da bateria foi bem maior: caiu de 305 km projetados no painel para 155 km após outros 91 km rodados. Em rodovia, cheguei à conclusão de que o ideal é rodar sem pressa e, se possível, sem o ar. 
A direção elétrica se mostrou direta e firme na medida certa a velocidades mais altas, e a suspensão cumpriu seu papel ao passar por junções de pista ou fazer curvas mais velozes. O nível de estabilidade e o isolamento acústico também me agradaram para um carro nesta faixa de preço. Por ser um hach compacto, o EX2 também facilita a vida na hora de estacionar, missão que fica ainda mais fácil com o sistema de câmeras em 540°, de ótima resolução.
Geely EX2 Max 2026 é bem mais potente que seu principal concorrente, o BYD Dolphin Mini
Renato Durães/Autoesporte
Na estrada, o hatch elétrico também se mostrou ágil e com boas respostas na hora das ultrapassagens e saídas de pedágio, ainda que sua velocidade máxima seja de 140 km/h. Em nossos testes, realizados no Rota 127 Campo de Provas, o modelo levou 9,7 s para atingir de 0 a 100 km/h, número bem melhor que os 11,6 s do BYD Dolphin GS, seu principal concorrente. Relembre o comparativo que já fizemos entre os dois:
Comparativo: Geely EX2 Max é mais barato, mas supera o BYD Dolphin GS?
Os números de retomada do hatch da Geely também são satisfatório, com destaque para os 3,7 s para ir de 40 km/h até 80 km/h, o que demonstra as vantagens do torque elétrico instantâneo e permite um ótimo desempenho em reacelerações na cidade.
Nas frenagens, ainda que o Geely EX2 tenha um pedal sensível e com curso mais longo no primeiro estágio, apresentou números ok nos testes de frenagem: 26,1 m na prova de 80 km/h a 0 e 14,9 m para frear de 60 km/h até a imobilidade. Já na frenagem de 100 a 0 km/h, os freios sentiram mais a fadiga e apresentaram 40,9 m, mais do que os 40,4 m do EX5 EM-i, um híbrido quase 550 kg mais pesado.
Geely EX2 Max 2026 tem antena do tipo tubarão
Renato Durães/Autoesporte
A recarga lenta do Geely EX2, em carregadores de corrente alternada (AC), ocorre a até 6,6 kW. Já a do tipo rápido, em corrente contínua (DC), pode chegar a 70 kW. Isso significa que é possível recuperar a bateria entre 30% e 80% em 21 minutos.
Considerando o preço médio de R$ 2 por kWh em eletropostos privados, e custo médio de R$ 0,80 por kWh para uso doméstico de energia elétrica no estado de São Paulo, o custo médio para recarregar o Geely EX2 em carregadores públicos é de R$ 78,80, caindo para apenas R$ 31,52 caso o proprietário instale um wallbox em casa. É muito menos do que se gastaria com qualquer carro a combustão.
Geely EX2 Max 2026 tem interior ergonômico, mas sem botões físicos no painel
Renato Durães/Autoesporte
E por dentro? Logo de cara, o Geely EX2 Max mostra conservar um dos grandes trunfos de todo carro chinês, que é o bom acabamento. Sim, o compacto elétrico traz elementos de plástico duro no painel central e forrações das portas, mais do que se vê em modelos da BYD, mas também traz materiais sensíveis ao toque e tem uma boa montagem das peças. 
E, claro, há as excentricidades chinesas, como um desenho luminoso no painel que simula uma cidade iluminada à noite e funciona como luz ambiente interna. É até legal, mas um pouco cansativo.
Quadro de instrumentos do Geely EX2 Max 2026 é digital, mas não é configurável
Renato Durães/Autoesporte
Outro ponto positivo é o sistema de partida sem precisar de botão. Basta entrar no carro com a chave presencial, pisar no freio e mudar a alavanca de câmbio do P para ou D ou o R, e depois sair com o carro. Ao parar, basta posicionar a alavanca no P, desembarcar e se afastar com a chave, que ele desliga e tranca as portas automaticamente.
A central multimídia de 14,6 polegadas fica bem posicionada, de modo destacado no painel, com ótima resolução de tela e sistema operacional fácil de usar. Desde março de 2026, a Geely corrigiu uma das maiores falhas do EX2 e passou a oferecer projeção para smartphones via Android Auto ou Apple CarPlay.
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Porém, nem tudo foi resolvido e preciso dizer que o espelhamento só funciona por cabo e apenas na entrada USB-A, uma vez que a entrada USB-C, compatível com a grande maioria dos celulares mais modernos e também presente no console, só funciona como carregador. Para mim, é o vacilo mais imperdoável do modelo.
O quadro de instrumentos digital é de 8,1 polegadas e também fica bem posicionado, mas as informações que aparecem na tela não são configuráveis, o que tira o sentido de ter um cluster digital. O volante até traz alguns comandos multifuncionais, mas pelo menos eu não consegui fazer nenhum  ajuste no painel a partir deles. Outro pênalti. 
Bancos do Geely EX2 Max 2026 têm revestimento que simula couro 
Renato Durães/Autoesporte
Na versão topo de linha, que avaliamos, o Geely EX2 tem bancos revestidos de couro sintético e o do motorista tem regulagem elétrica. Esse item, junto com a regulagem de altura do volante, permite encontrar uma boa posição para dirigir, tanto para pessoas mais altas quanto para as mais baixas. 
Além dos itens de série citados no texto, o Geely EX2 Max tem sistema de som com seis alto-falantes, carregador de celular por indução, aplicativo para monitoramento e acionamento remoto do veículo, farol alto com controle inteligente, alerta de mudança de faixa, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem automática de emergência e luz ambiente interna com 256 cores.
Espaço traseiro do Geely EX2 Max 2026 é bom para até dois ocupantes
Renato Durães/Autoesporte
Vale lembrar que quem compra um carro elétrico tem direito a alguns benefícios que vão além da redução nos gastos com combustível. Em shoppings e mercados é possível encontrar vagas exclusivas para recarga; na cidade de São Paulo, esse tipo de veículo é isento do rodízio municipal e, em muitos outros estados e municípios, recebe desconto de IPVA.
Depois de tudo que contei para vocês até agora, acredito que a receita usada pela Geely no EX2 atende bem quem deseja comprar o seu primeiro carro elétrico, ainda que escorregue em conectividade, ponto em que os chineses costumam ir bem. 
Comparativo: BYD Dolphin Mini ou Geely EX2, qual é melhor por R$ 120 mil?
A autonomia é ótima para uso urbano e decente em ambiente rodoviário, permitindo fazer viagens curtas e médias sem recarregar. A lista de equipamentos é interessante e o preço, competitivo. Além disso, o Geely EX2 Max tem um visual harmonioso e bem acertado, sem exageros. Na opinião deste repórter, ele é mais bonito que o dos rivais.
Pontos positivos: pacote de equipamentos recheado, espaço interno, porta-malas e compartimento para bagagens na dianteira.
Pontos negativos: espelhamento para smartphones apenas via cabo USB, quadro de instrumentos sem opção de configurar as informações e pedal do freio sensível e de curso longo.
Teste - Geely EX2 Max 2026
Geely EX2 Max - Ficha técnica
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No Mercado Livre, veículos populares aparecem em grande quantidade, principalmente em versões intermediárias e completas. Além da ampla oferta de peças, eles também mantêm liquidez elevada e histórico conhecido de manutenção. A seguir, apresentamos cinco modelos nessa faixa de preço que funcionam muito ainda em 2026. 
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de maio de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Fiat Palio — a partir de R$ 32.900
O Fiat Palio com motor 1.4 Fire flex entrega até 88 cv e 12,5 kgfm
Divulgação/Fiat 
A segunda geração do Fiat Palio demorou para chegar, mas trouxe atualizações importantes de acabamento e conforto, enquanto se manteve uma boa opção de hatch compacto acessível e prático para o uso urbano. Na versão Attractive com motor 1.4, o modelo ganhou desempenho mais equilibrado e manutenção simples. O motor 1.4 Fire flex entrega até 88 cv e 12,5 kgfm, associado ao câmbio manual de cinco marchas.
O hatch mede 2,42 metros de entre-eixos, oferece porta-malas de 280 litros e consumo estimado próximo de 9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com gasolina. Anúncios do Fiat Palio aparecem a partir de R$ 32,9 mil no Mercado Livre, especialmente em unidades entre 2013 e 2016. 
A versão Attractive 1.4 podia trazer direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, volante com regulagem de altura, computador de bordo e sistema de som integrado em algumas unidades. O hatch continua bastante procurado por oferecer manutenção barata, peças acessíveis e espaço interno competitivo entre os compactos nacionais.
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2. Fiat Strada — a partir de R$ 33.900
A Fiat Strada Fire tem caçamba com cerca de 1.220 litros de volume
Divulgação/Fiat
A terceira fase da primeira geração da Fiat Strada trouxe visual atualizado e melhorias internas para manter a liderança entre as picapes compactas. Na versão Fire, o modelo manteve foco no custo-benefício e na robustez mecânica, características que ajudaram a consolidar sua popularidade no mercado brasileiro. O motor 1.4 Fire flex entrega até 88 cv e 12,5 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas.
A picape tem 2,72 metros de entre-eixos, capacidade de carga próxima de 700 kg e caçamba com cerca de 1.220 litros de volume. O consumo estimado gira em torno de 8,5 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com gasolina. Unidades da Fiat Strada aparecem anunciadas a partir de R$ 33,9 mil no Mercado Livre, principalmente entre os anos-modelo 2004 e 2012.
A versão Fire costuma trazer direção hidráulica, ar-condicionado, travas elétricas, computador de bordo e preparação para som nas unidades mais completas. A Strada segue valorizada pela resistência da suspensão, pela boa capacidade de carga e pela facilidade de manutenção, além da forte demanda tanto para trabalho quanto para uso urbano.
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3. Honda Fit — a partir de R$ 39.900
O Honda Fit LX tem consumo estimado próximo de 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada, com gasolina
Divulgação/Honda 
A segunda geração do Honda Fit evoluiu em espaço interno, acabamento e conforto sem abandonar a proposta de monovolume compacto extremamente versátil. Na versão LX automática, o modelo combina bom aproveitamento interno com mecânica confiável e consumo equilibrado. O motor 1.4 flex entrega até 101 cv e 12,9 kgfm, associado ao câmbio automático de cinco marchas. O Fit mede 2,50 metros de entre-eixos, oferece porta-malas de 384 litros e tem consumo estimado próximo de 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com gasolina.
Anúncios do Honda Fit aparecem a partir de R$ 39,9 mil no Mercado Livre, especialmente em unidades entre 2010 e 2013. A versão LX automática traz direção elétrica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, sistema de som integrado, banco traseiro modular e airbags frontais com freios ABS. O Fit continua bastante valorizado entre os usados graças ao amplo espaço interno, à confiabilidade mecânica e ao baixo índice de problemas crônicos.
4. Volkswagen Fox — a partir de R$ 41.900
O entre-eixos do Volkswagen Fox Comfortline mede 2,47 metros
Divulgação/Volkswagen
Após o facelift de 2015, o Volkswagen Fox ganhou interior renovado e melhorias visuais que prolongaram a carreira do hatch compacto no Brasil. Na versão Comfortline com câmbio manual, o modelo apostava em espaço interno acima da média e dirigibilidade equilibrada. O motor 1.6 MSI flex entrega até 120 cv e 16,8 kgfm, sempre ligado ao câmbio manual de seis marchas. O hatch mede 2,47 metros de entre-eixos, leva 270 litros no porta-malas e registra consumo estimado de cerca de 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com gasolina.
Unidades do Volkswagen Fox aparecem anunciadas a partir de R$ 41,9 mil no Mercado Livre, principalmente entre os anos-modelo 2016 e 2018. A versão Comfortline oferece direção elétrica, central multimídia com espelhamento para smartphones, volante multifuncional, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, sensor de estacionamento e rodas de liga leve. O Fox segue valorizado pela posição elevada ao dirigir, pelo amplo espaço interno e pela robustez do conjunto mecânico.
5. Volkswagen Gol — a partir de R$ 49.900
O Volkswagen Gol 1.6 MSI possui porta-malas de 285 litros
Divulgação/Volkswagen
A última fase do Volkswagen Gol, já próxima do fim da produção, manteve o hatch como uma das referências entre os compactos nacionais graças à mecânica conhecida e à ampla rede de peças. Na versão 1.6 MSI de 2020, o modelo oferecia desempenho superior ao das configurações 1.0 e comportamento dinâmico mais refinado. O motor 1.6 flex entrega até 120 cv e 16,8 kgfm, associado ao câmbio manual de cinco marchas.
O hatch tem 2,46 metros de entre-eixos, porta-malas de 285 litros e consumo estimado ao redor de 9 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com gasolina. Anúncios do Volkswagen Gol aparecem a partir de R$ 49,9 mil no Mercado Livre, especialmente em unidades entre 2019 e 2022.
A versão 1.6 MSI traz direção hidráulica, ar-condicionado, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, computador de bordo e airbags frontais com freios ABS. Mesmo perto do encerramento da produção, o Gol continua entre os usados mais procurados do país pela manutenção simples, pela boa liquidez e pela reputação de robustez mecânica.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a maio de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PXneZWWfcRRaAh6hei4iVv69zmI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/S/v/RZHt6vSP2Wfff5690zpA/fiat-palio-sporting-71.jpeg" medium="image"/>   <media:description>O Fiat Palio</media:description>   <media:credit>Divulgação/Fiat</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 May 2026 19:21:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jeep Avenger abandona item criticado no Sonic antes de chegar ao Brasil</title>  <atom:subtitle>Jeep trocou a correia banhada a óleo do Avenger na Europa; veja quando o SUV será lançado no nosso país</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/05/jeep-avenger-abandona-item-criticado-sonic-antes-chegar-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/05/jeep-avenger-abandona-item-criticado-sonic-antes-chegar-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DRdt27ejjRCjEFAaCv8uRKgYtBg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/8/PpdkJBSBKN4zShKoOmcg/jeep-avenger-6.jpg" /><br /> ]]>    A Jeep abriu as encomendas do novo Avenger na Europa. Por lá, o SUV compacto teve visual atualizado com o mesmo design que teremos no Brasil em breve, na virada do semestre. A intenção é dar mais fôlego ao Jeep mais vendido na União Europeia.
Na Europa, o novo Jeep Avenger é vendido com diversas opções de motorizações, mas a linha 2027 resolveu um problema: trocou a correia banhada a óleo do motor 1.2 Puretech por corrente de comando. O movimento acontece para encerrar as reclamações dos clientes. A história é a mesma que acontece no Brasil com alguns modelos da Chevrolet, como o Onix e o novato Sonic, que foi lançado com o item polêmico recentemente.
Por fora, o visual atualizado do Avenger já era conhecido. Aliás, já foi até flagrado no Brasil com novos para-choques na dianteira e na traseira, além de alterações no desenho da grade e mudanças nos faróis. 
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Interior do Jeep Avenger brasileiro revelado
Internamente o modelo também passou por atualizações, recebendo novos materiais para melhorar o acabamento. Inclusive, a fabricante aproveitou o início das vendas na Europa para divulgar imagens oficiais do interior do Jeep Avenger que será produzido no Brasil. 
As saídas de ar são horizontais e se estendem por todo o painel, com botões posicionados na parte inferior. Acima das saídas de ar está o nova central multimídia com tela retangular de, provavelmente, 10,25 polegadas, o mesmo tamanho que é usado na Europa.
Interior do Jeep Avenger nacional traz nova central multimídia e deve combinar plástico texturizado com material macio
Divulgação
Jeep Avenger: tudo que sabemos sobre o SUV de entrada que chega em breve
O volante será multifuncional, enquanto o quadro de instrumentos é digital e configurável. Com relação ao acabamento, nas fotos é possível perceber que a Jeep combinará mais de uma cor no painel, apostando em plásticos texturizados e materiais macios, pelo menos na versão topo de linha do SUV. A mesma estratégia será usada na lateral das portas.
A tradicional alavanca de câmbio está presente nas fotos e o freio de mão eletrônico também, item que deverá ser de série em todas as versões, assim como a partida por botão. A luz ambiente interna, ao que tudo indica, terá mais de uma opção de cor.
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Motorização do Jeep Avenger
Falando em motorizações, a opção mais barata é equipada com o Puretech 1.2 turbo movido a gasolina, que gera 101 cv de potência e trabalha acoplado a um câmbio manual de seis marchas. Quem busca uma opção híbrida leve (MHEV) tem a versão com o mesmo motor, com sistema 48V e bateria de 0,9 kWh, que permite rodar até 1 km só em modo elétrico, mas apenas em velocidades abaixo de 30 km/h.
Jeep abriu encomendas para o novo Avenger na Europa
Divulgação
Uma opção híbrida mais potente é a versão 4xe, de 145 cv de potência combinada, gerada pelo motor 1.2 turbo instalado na dianteira e pelo elétrico aplicado no eixo traseiro. O câmbio é automático de seis marchas. O portfólio é fechado pela versão elétrica, com motor de 156 cv, bateria de 54 kWh que aceita recargas de até 100 kW em eletropostos rápidos (DC) e de 11 kW em unidades lentas (AC). Sua autonomia é de 400 km, segundo o ciclo WLTP.
Motorização do Jeep Avenger no Brasil
Por aqui o leque de opções será menor do que na Europa. O SUV compacto será equipado com o conhecido conjunto 1.0 T200 Hybrid da Stellantis, o mesmo usado por carros da Fiat (Pulse e Fastback) e Peugeot (208 e 2008).
Haverá, porém, uma nova calibração para atender aos protocolos de emissões previstos para 2027. De acordo com o site Autos Segredos, a potência vai cair dos atuais 125 cv com gasolina e 130 cv com etanol para 116 cv com ambos os combustíveis. Já o torque será mantido em 20,4 kgfm.
Visual atualizado do Jeep Avenger é igual ao do modelo que será vendido no Brasil
Divulgação
O mesmo vale para o sistema híbrido leve (MHEV) associado, que seguirá usando a configuração BSG (Belt Starter Generator), na qual um motor-gerador elétrico, conectado ao virabrequim por correia, trabalha em conjunto com uma bateria de íons de lítio de 12 volts.
O site adianta ainda que o Avenger terá quatro versões equipadas com o conjunto híbrido: Altitude, Longitude, Sahara e Limited.
Itens de série do Avenger que podemos ter no Brasil
Jeep Avenger 2027 tem saídas de ar horizontais e iluminação ambiente
Divulgação
Além dos itens de série que vimos nas fotos do interior do Avenger nacional, podemos apostar em alguns equipamentos que estão presentes no modelo europeu. É o caso dos faróis full LED, farol alto automático, chave presencial e aplicativo Jeep para controlar algumas funções do SUV. As rodas de 18 polegadas já foram confirmadas.
Ar-condicionado digital e automático, vidros elétricos, teto solar, tração 4x4 e porta-malas com abertura automática também são equipamentos que devemos ver no Avenger produzido em Goiana (PE), pelo menos na versão topo de linha.
Preços do Jeep Avenger no Brasil
No Brasil, Jeep Avenger será concorrente de Fiat Pulse e Fastback, Volkswagen Tera e Nivus, Renault Kardian e Chevrolet Sonic
Divulgação/Jeep
O Jeep Avenger ficará posicionado abaixo do Renegade. Afinal, vai ser o novo carro mais barato da marca no Brasil. Portanto, a estimativa é de que os preços fiquem entre R$ 120 mil e R$ 150 mil. Prova disso é que a versão de entrada do Jeep Renegade já deixou de ser vendida para ser substituída por uma variante equivalente do novato.
Tamanho do Jeep Avenger
As dimensões do Jeep Avenger certamente seguirão iguais ao do modelo vendido na Europa desde 2023. São 4,08 metros de comprimento, 2,56 m de entre-eixos, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. Já o porta-malas consegue acomodar 355 litros.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DRdt27ejjRCjEFAaCv8uRKgYtBg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/8/PpdkJBSBKN4zShKoOmcg/jeep-avenger-6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Avenger 2027</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 May 2026 19:08:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Festival Interlagos 2026 tem 21 marcas de carros confirmadas</title>  <atom:subtitle>Evento acontece entre os dias 27 a 30 de agosto deste ano no Autódromo de Interlagos; ingressos têm preços a partir de R$ 108</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/05/festival-interlagos-2026-21-marcas-carros-confirmadas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/05/festival-interlagos-2026-21-marcas-carros-confirmadas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5eqvvHGo5CgNJQcjid6OQh4mXEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/o/fLGoYiStCpDkMk4ori1A/festival-interlagos-autodromo-evento.jpg" /><br /> ]]>    O Festival Interlagos 2026 já tem data marcada e vai acontecer entre os dias 27 a 30 de agosto deste ano no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). Mais do que isso, a organização do evento já confirmou que 20 marcas de carros estão confirmadas — e Autoesporte descobriu mais uma. 
A lista inclui BYD, BMW, Denza, Fiat, Ford, GAC, Geely, GWM, Honda, Jaecoo, Jeep, Jetour, Leapmotor, Lexus, MG Motor, Mitsubishi, Omoda, Ram, Renault e Volvo. Além dessas, as esportivas Abarth, da Stellantis, e Gazoo Racing, da Toyota, estarão presentes.
Festival Interlagos já tem 20 marcas confirmadas para 2026
Divulgação
O Festival Interlagos ainda informa que está em negociação com outras fabricantes de veículos e que mais confirmações devem ser feitas nos próximos dias. Uma delas, de acordo com apurações da Autoesporte, é a DongFeng, que vai se chamar DFM no Brasil. A chinesa, inclusive, vai fazer a sua estreia durante o evento.
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Na última edição, o Festival Interlagos recebeu 125,9 mil visitantes. A expectativa é que o número cresça neste ano e, por isso, a organização informa que haverá um novo pavilhão de 15 mil m². Desta forma, o evento vai garantir área ampliada para montadoras, mais espaço para empresas de autopeças e acessórios, além de lounges VIP e centro de convenções.
Festival Interlagos vai acontecer em agosto em 2026; mês é novo por conta da Copa do Mundo
Divulgação/Festival Interlagos
Importante lembrar que além da exposição e de lançamentos de carros, o Festival Interlagos também tem outras atrações. O evento oferece a oportunidade de teste de veículos no Autódromo de Interlagos. Há ainda expositores de acessórios, autopeças, lubrificantes, blindagens e seguros, por exemplo.
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As vendas dos ingressos do Festival Interlagos 2026 já estão abertas. Seis tipos de tickets já estão disponíveis no site do evento. Os preços começam em R$ 108 e chegam a custar R$ 4.850. Veja abaixo:
Street Pass (R$ 108): acesso completo ao salão de exposições, shows de drift e todas as atrações de lazer, como roda gigante e tirolesa;
Pista Premium (R$ 296): mesmas atrações do ingresso anterior + acesso aos shows;
Drive Pass (R$ 647): mesmas atrações do ingresso anterior + test-drive com três carros;
VIP Lounge (R$ 980): acesso aos shows em área exclusiva com open bar e open food;
Sport Pass (R$ 1.295): acesso total ao evento + test-drive com três carros esportivos;
Super Sport Pass 1 (R$ 4.850): acesso total ao evento + test-drive com McLaren 600 LT, Nissan GTR R35 e Toyota Supra MK4;
Super Sport Pass 2 (R$ 3.590): acesso total ao evento + test-drive com Ferrari F-360, Lamborghini Gallardo e Ferrari California;
Super Sport Pass 3 (R$ 1.970): acesso total ao evento + test-drive com Porsche 911 Carrera, BMW M4 e Corvette C7.
A Prefeitura de São Paulo formalizou um contrato de cinco anos entre o Autódromo de Interlagos e o Festival. Desta forma, o evento está garantido, pelo menos, até 2028.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5eqvvHGo5CgNJQcjid6OQh4mXEQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/o/fLGoYiStCpDkMk4ori1A/festival-interlagos-autodromo-evento.jpg" medium="image"/>   <media:description>Festival Interlagos</media:description>   <media:credit>Divulgação/Festival Interlagos</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 May 2026 15:07:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flagra: novo Honda City surge sem disfarces e revela inspiração no Prelude</title>  <atom:subtitle>Compacto da Honda terá mais uma reestilização na geração atual e ganhará design alinhado aos lançamentos mais recentes da marca no exterior; veja detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-honda-city-sem-disfarce-inspiracao-prelude.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-honda-city-sem-disfarce-inspiracao-prelude.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8acipfGjaCp_M_nqwgRRujCZxVQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/J/vfR170QKCBhecLmt314g/himasdfbwaaepcc.jpeg" /><br /> ]]>    Após meses seguidos de testes com pesada camuflagem, o Honda City reestilizado finalmente aparece limpo e sem qualquer disfarce. Foto captada na Índia e publicada no X pelo perfil @akbars600 revela o novo visual do sedã compacto e confirma que o facelift terá mudanças concentradas principalmente na dianteira. O lançamento oficial está programado para o próximo dia 22 de maio na Ásia e deve acontecer ainda em 2026 no Brasil.
Conforme revelado pela imagem, a dianteira será profundamente remodelada para alinhar o City à identidade dos lançamentos mais recentes da Honda no mercado internacional. Nesse sentido, destaque para elementos como para-choque com desenho mais esportivo, grade mais ampla e com revestimento escurecido, além de faróis pontiagudos e com formato totalmente integrado ao conjunto.
O capô também é novo e ganhou recorte inédito para acompanhar as demais mudanças. No geral, a dianteira ficou mais longa e afiada, guardando semelhança direta com o cupê Prelude. De perfil, o novo City manterá o formato das janelas e portas, mas ganhará novidades no desenho das rodas. A traseira, por sua vez, receberá para-choque mais pronunciado e lanternas com gráficos internos inéditos.
Novo Honda City em testes no Brasil
Reprodução/Placa Verde
O interior ainda não foi flagrado, mas certamente também será atualizado. A reestilização, vale lembrar, será a segunda aplicada na atual geração do City.  A Honda encara as mudanças como estratégicas para melhor posicionar o modelo dentro do portfólio, especialmente após a chegada da nova geração do WR-V, que custa praticamente o mesmo que as versões mais caras do sedã.
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Honda City mudará visual, mas continuará com o mesmo motor
Reprodução/Placa Verde
Honda City híbrido chegará ao Brasil?
A chegada de mais uma reestilização cria expectativa em torno do lançamento do City em versão híbrida no Brasil. A variante há anos é vendida no exterior, mas não será dessa vez que chegará por aqui. 
A Honda de fato prepara o lançamento da tecnologia e:HEV flex em seus carros nacionais, mas a estreia não deverá acontecer no sedã. Autoesporte apurou com exclusividade que o sistema será inaugurado pela próxima geração do HR-V, a ser lançada por aqui em 2028.
Honda City trocará a dianteira atual por frente mais esportiva
Renato Durães/Autoesporte
Com isso, o City deve seguir com o conhecido motor 1.5 aspirado com injeção direta que entrega 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque. A transmissão também será a mesma, automática do tipo CVT com sete marchas simuladas.
O lançamento do novo City está programado para as próximas semanas, começando por mercados da Ásia. A chegada ao Brasil acontecerá na sequência, especialmente pelo fato de protótipos já circularem em testes por aqui desde 2025.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8acipfGjaCp_M_nqwgRRujCZxVQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/J/vfR170QKCBhecLmt314g/himasdfbwaaepcc.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Novo Honda City já roda limpo</media:description>   <media:credit>Reprodução/Financial Express @akbars600</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 May 2026 13:39:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>DFM será o nome da Dongfeng no Brasil e início da operação já tem data</title>  <atom:subtitle>Ao podcast CBN Autoesporte, o diretor de vendas e operações da marca no Brasil revela em primeira mão toda a estratégia de lançamentos da novata chinesa</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/dfm-dongfeng-brasil-inicio-operacao-data.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/dfm-dongfeng-brasil-inicio-operacao-data.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/cyEO_TuqIT4zP6iMja0FgxOfw8A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/q/aplvcMRDildhOETKQ6KQ/dongfeng-vigo-nammi-06.jpg" /><br /> ]]>    Conforme Autoesporte noticiou em primeira mão há algumas semanas, a operação da chinesa Dongfeng vai mesmo se chamar DFM. A informação foi confirmada pelo diretor de Vendas e Operações da filial brasileira, Felipe Amaral de Souza, em participação exclusiva no podcast CBN Autoesporte. A entrevista vai ao ar na íntegra na próxima sexta-feira (15), às 17h, nas plataformas de podcast e YouTube, e no domingo, às 9h, na rádio CBN.
Nossa reportagem já havia noticiado em primeira mão a chegada da Dongfeng, ou melhor, DFM, ao mercado brasileiro. A fabricante é uma das três montadoras chinesas alinhadas ao governo central do país, junto da Changan (associada no Brasil ao grupo Caoa) e da FAW.
"Dongfeng é difícil de gravar aqui no Brasil. É muito chinês. Então, a gente vai [passar a se chamar] de DFM. A gente adotou, já está definido isso. Era uma das pendências que eu estava resolvendo na China, mas agora já recebemos um manual da marca, tudo certinho, adaptado para o Brasil. A gente vai se chamar DFM, que fica fácil, fica inteligível e pode ser usado, a marca adota esse nome para qualquer outro lugar [fora a China], pois os chineses entenderam que o nome Dongfeng seria muito difícil de pronunciar", confirmou Felipe Amaral de Souza, diretor de Vendas e Operações da marca no país.
O nome representa uma sigla para "Dong Feng Motor". Em mandarim, "dong feng" significa "vento leste". Vale lembrar que, oficialmente, a companhia se chama Dongfeng Motor Corporation, sendo conhecida de maneira corporativa na China como DFMC. Aqui, a opção foi por seguir com uma abreviação de apenas três letras, também visando a simplificar a pronúncia.
Embora ainda desconhecida do público brasileiro, a DFM já atua indiretamente em nosso mercado, graças às parcerias com os grupos Stellantis (por meio de Peugeot e Citroën), Renault e Nissan. No caso da Stellantis, foi a Dongfeng que liderou o desenvolvimento da plataforma CMP, hoje usada pelos Citroën C3, Basalt e Aircross, além dos Peugeot 208 e 2008. E que, ainda neste ano, passará a ser usada pelo Jeep Avenger e Fiat Argo de nova geração.
Jeep Avenger com novo visual é revelado no Brasil
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Ao CBN Autoesporte, o executivo também confirmou que a DFM iniciará suas operações no Brasil em agosto deste ano, sendo apresentada ao público no Festival Interlagos 2026. O objetivo é começar com 20 concessionárias abertas e ter 50 lojas funcionando até o fim do ano.
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M-Hero 817 deve ser um dos lançamentos da DFM no Brasil
Divulgação
Também conforme Autoesporte já havia noticiado em primeira mão, a DFM vai lançar inicialmente dois elétricos com preços entre R$ 120 mil e R$ 160 mil em nosso mercado: um hatch compacto que vai se chamar Box, para rivalizar com BYD Dolphin Mini e Geely EX2, e um SUV compacto chamado de Vigo, concorrente do BYD Yuan Pro.
"A escolha desses produtos é porque são mais rápidos de homologar, por não precisarmos fazer a adaptação do motor a combustão ao nosso combustível, que é único no mundo [por ter 30% de etanol]. Um carro híbrido leva mais de um ano", ressaltou Felipe Amaral de Souza.
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Assim, o cronograma prevê o lançamento de pelo menos outros três SUVs híbridos em 2027, com eventual conversão do motor para flex. A fabricante também estuda a montagem local de veículos em uma fábrica compartilhada com outra montadora até 2028. Uma das opções em estudo é o complexo da Nissan em Resende (RJ).
O modelo de negócio será similar ao da GWM, com a formação de uma marca central desmembrada em diferentes famílias de carros, concentradas em um único ponto de venda. Assim, mesmo os produtos de submarcas como Voyah e M-Hero serão comercializados aqui como DFM.
Como será o DFM Box?
DFM Box
Divulgação/Dongfeng
O DFM Box é a versão para exportação de um compacto elétrico conhecido na China como Nammi 01. Por isso, tem acabamento e visuai diferentes. Suas dimensões ficam entre um BYD Dolphin Mini e um Geely EX2, com 4,02 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 157 m de altura e 2,66 m de entre-eixos, além de um porta-malas de 326 litros. Seus preços devem ser entre R$ 120 mil e R$ 140 mil. 
Dongfeng Box vai chegar para ser rival de BYD Dolphin Mini e Geely EX2
Divulgação
O hatch compacto traz um motor elétrico dianteiro de 95 cv de potência e 16,3 kgfm de torque, com um 0 a 100 km/h em 12,5 segundos e velocidade máxima de 140 km/h. As baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) têm 42,3 kWh de capacidade e proporcionam uma autonomia de 430 km no ciclo chinês CLTC. A recarga pode ser rápida em corrente contínua (DC) de até 88 kW.
Dongfeng Box tem central multimídia de 12 polegadas
Divulgação/Dongfeng
Entre os equipamentos de série, destaque para central multimídia de 12 polegadas, câmera de manobras de 540 graus, portas laterais com maçanetas escamoteáveis, carregador de celular por indução de 50 Watts e pacote Adas de segurança ativa com assistente de permanência em faixa, estacionamento automático, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e frenagem autônoma de emergência.
Como será o DFM Vigo?
Dongfeng Vigo tem porte de BYD Yuan Pro
Divulgação/Dongfeng
Já o DFM Vigo será um SUV elétrico com 4,31 metros de comprimento, 2,72 m de entre-eixos, 1,87 m de largura e 1,65 m de altura. Aqui, o motor elétrico dianteiro chega a 163 cv de potência e 23,4 kgfm de torque, e 0 a 100 km/h ocorre em 7,8 s. As baterias de 51,9 kWh de LFP rendem até 470 km de autonomia (WLTP). 
Dongfeng Vigo tem interior minimalista com multimídia de 12,8 polegadas
Divulgação/Dongfeng
O pacote de equipamentos é similar, porém com multimídia de 12,8 polegadas e quadro de instrumentos digital de 8,8”, além de bancos dianteiros com ventilação e aquecimento, ar-condicionado automático.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/cyEO_TuqIT4zP6iMja0FgxOfw8A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/9/q/aplvcMRDildhOETKQ6KQ/dongfeng-vigo-nammi-06.jpg" medium="image"/>   <media:description>DFM Vigo será um dos primeiros lançamentos da marca no Brasil</media:description>   <media:credit>Divulgação/Dongfeng</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 13 May 2026 09:01:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan Sentra vende pouco mesmo com descontos de mais de R$ 30 mil</title>  <atom:subtitle>Bem equipado e confiável, sedã médio da Nissan pode ser encontrado com descontos de R$ 32.800 nas concessionárias</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/nissan-sentra-vende-pouco-descontos-mais-r-30-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/nissan-sentra-vende-pouco-descontos-mais-r-30-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qGIIc2w6CVMBkLGsgnz5kjIBc30=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/L/P/hASAjXT92g1YVsqdQ3KQ/nissan-sentra-frente.jpg" /><br /> ]]>    O Nissan Sentra de oitava geração foi lançado no Brasil em 2023 com a missão de fazer frente ao Toyota Corolla. No entanto, nunca chegou perto de ameaçar as vendas do rival, que ampliou a sua hegemonia no segmento de sedãs médios após o Honda Civic deixar de ser fabricado no país e passar a ser importado apenas em versão híbrida.
Com apenas 304 emplacamentos no acumulado de janeiro a abril de 2026, o Sentra pode ser encontrado em algumas concessionárias com descontos de mas de R$ 30 mil. Isso o coloca como uma opção interessante para quem quer fugir dos SUVs compactos e até do próprio Corolla, que é mais caro nas versões com mesmo nível de equipamentos do sedã Nissan.
Última geração do Nissan Sentra foi revelada em 2025 com visual esportivo
Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos
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A concessionária Nissan Dahruj Ceasa, na zona oeste de São Paulo (SP), vende a versão de entrada Advance por R$ 149.490 em negociação com veículo usado na troca. O desconto de R$ 24.500, no entanto, é válido apenas para unidades na cor preta.
A mesma rede de concessionárias também oferece o Nissan Sentra na configuração topo de linha Exclusive por R$ 169.990. A redução de R$ 28.800 sobre o preço oficial de R$ 198.790 também é referente apenas para carros com pintura preta e com veículo usado na transação.
Em 2024, o Nissan Sentra passou por discretos retoques visuais concentrados na dianteira, atualizada com grade e para-choques redesenhados
Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos
Na loja Filadelphia Veículos, do Rio de Janeiro (RJ), um Sentra Exclusive 2025/2026, na cor cinza Atlântico com teto preto, é anunciado por R$ 165.990 (R$ 32.800 abaixo do preço oficial).
Dentre as promoções, o menor valor encontrado para o Nissan Sentra zero quilômetro foi na Dahruj Jundiaí, no interior paulista: R$ 143.990 para a versão Advance com pintura sólida. Neste caso, o desconto também é generoso, de R$ 30.500 sobre o valor de tabela.
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Como é o Nissan Sentra 2026?
Medindo 4,64 metros de comprimento e 2,71 m de entre-eixos, o Nissan Sentra tem praticamente o mesmo tamanho da geração anterior, com exceção do ganho de cerca de 6 centímetros na largura (1,82 m). A altura, no entanto, foi reduzida em aproximadamente 4 cm, enquanto o porta-malas de 466 litros é 37 litros menor que o do antecessor.
Nissan Sentra possui tanque de 47 litros e autonomia 658 km em rodovias
Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos
Visualmente, o Sentra sugere um comportamento mais esportivo do que o motor 2.0 aspirado é capaz de oferecer. Em 2024, o sedã passou por discretos retoques visuais concentrados na dianteira, atualizada com grade e para-choques redesenhados.
A mecânica, no entanto, foi mantida: motor 2.0 aspirado de quatro cilindros, movido apenas a gasolina, com injeção indireta e corrente de comando. O propulsor entrega 151 cv de potência e 20 kgfm de torque, combinado ao câmbio automático CVT que simula oito marchas.
Nissan Sentra nunca conseguiu incomodar os rivais Honda Civic e Corolla
Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos
A aceleração de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos pode não empolgar, mas o Sentra compensa no consumo moderado de gasolina: 11 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, de acordo com as medições do Inmetro. Considerando essas médias, o tanque de 47 litros proporciona uma autonomia de até 658 km em regime rodoviário.
Equipamentos do Nissan Sentra
Desde a versão Advance, o novo Nissan Sentra é equipado de série com seis airbags, controles de estabilidade e tração, freios a disco nas quatro rodas com ABS, alertas avançado de colisão frontal e de atenção do motorista, controle de cruzeiro e faróis de LED com acendimento automático.
Nissan Sentra tem central multimídia de 8”
Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos
Há também direção elétrica, ar-condicionado digital de duas zonas, bancos revestidos de material que imita couro com aquecimento e regulagem elétrica para o motorista, além de chave presencial e borboletas para trocas de marchas no volante.
O painel de instrumentos tem tela de 7 polegadas, enquanto a central multimídia é de 8” com Android Auto e Apple CarPlay. Já as rodas são de liga leve de 17”.
Nissan Sentra tem acabamento melhor na versão Exclusive
Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos
Além disso, junto com a atualização visual da linha 2025 vieram recursos de segurança, como o travamento automático das portas, monitor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro e assistente de mudança de faixa.
A versão Exclusive adiciona teto solar elétrico, sistema de som Bose, partida remota do motor, retrovisor interno antiofuscante, rebatimento elétrico dos espelhos externos, além das assistências de condução citadas: controle de cruzeiro adaptativo, monitoramento de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de prevenção de mudança de faixa e câmeras com visão em 360°.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qGIIc2w6CVMBkLGsgnz5kjIBc30=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/L/P/hASAjXT92g1YVsqdQ3KQ/nissan-sentra-frente.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nissan Sentra</media:description>   <media:credit>Foto: Nissan Dahruj / Filadélfia Veículos</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 May 2026 20:27:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros usados por R$ 15 mil que são práticos e com mecânica simples</title>  <atom:subtitle>Modelos como Volkswagen Gol e Fiat Palio têm histórico de baixo custo, mecânica simples e praticidade para o dia a dia a na cidade</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/5-carros-usados-por-r-15-mil-que-sao-praticos-e-com-mecanica-simples.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/5-carros-usados-por-r-15-mil-que-sao-praticos-e-com-mecanica-simples.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/1LNFZ-ZyStLckT1X8OLrHYunbTo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/G/G/J31CBqTCu4csFAyBGkDw/fiat-palio-fire-elx-usado-2004-2006.jpeg" /><br /> ]]>    Os carros novos mais baratos do Brasil já ultrapassaram com facilidade a faixa dos R$ 80 mil. Com isso, muitos consumidores passaram a procurar veículos usados mais antigos para fugir de parcelas longas e juros elevados. Por isso, Autoesporte seleciona cinco boas opções de modelos que fizeram história e são conhecidos por uma mecânica simples e confiável. 
Evidentemente, são carros que exigem atenção ao histórico de manutenção e ao estado de conservação, mas continuam interessantes para quem precisa de um veículo barato para o dia a dia. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de maio de 2026.
1. Ford Fiesta — a partir de R$ 14.900
O Ford Fiesta Personalité com motor 1.0 flez gerava até 73 cv e 9,3 kgfm
Divulgação/Ford
A terceira geração do Ford Fiesta ficou conhecida pelo comportamento dinâmico equilibrado e pela direção mais precisa que a média dos compactos da época. Mesmo nas versões mais simples, o hatch já entregava condução agradável para uso urbano. A configuração Personalité com motor 1.0 utilizava propulsor flex de até 73 cv e 9,3 kgfm, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo médio gira em torno de 12 km/l com gasolina. O entre-eixos mede 2,48 metros e o porta-malas leva 262 litros.
Os anúncios do Ford Fiesta aparecem a partir de R$ 14,9 mil no Mercado Livre, principalmente em exemplares fabricados entre 2003 e 2006. Pelo preço próximo ao de motocicletas urbanas mais completas, o hatch oferece dinâmica mais refinada que alguns rivais da época. A versão Personalité podia trazer direção hidráulica, ar-condicionado, travas elétricas e vidros dianteiros elétricos. Como todo Ford antigo, vale atenção especial ao estado da suspensão e do sistema elétrico antes da compra.
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2. Volkswagen Fox — a partir de R$ 15 mil
O Volkswagen Fox City tem consumo médio de 11,5 km/l com gasolina
Divulgação/Volkswagen
O Volkswagen Fox de primeira geração chegou ao mercado em 2003 com proposta voltada ao espaço interno e à posição de dirigir elevada. Compacto por fora, o hatch surpreendia pelo bom aproveitamento da cabine, especialmente no banco traseiro. A versão City normalmente utilizava motor 1.0 flex de até 72 cv e 9,7 kgfm, ligado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo médio fica em torno de 11,5 km/l com gasolina. O entre-eixos mede 2,46 metros e o porta-malas acomoda 260 litros.
As unidades do Fox City aparecem anunciadas a partir de R$ 15 mil no Mercado Livre, especialmente em modelos entre 2004 e 2006. Mesmo antigo, o hatch entrega sensação de espaço superior à de compactos populares da mesma faixa de preço. A versão City podia trazer direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas e banco traseiro corrediço, diferencial importante no aproveitamento interno. O custo de manutenção costuma ser relativamente baixo, embora seja importante verificar suspensão e sistema de arrefecimento.
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3. Volkswagen Gol — a partir de R$ 15.900
O entre-eixos do Volkswagen Gol Special mede 2,47 metros
Divulgação/Volkswagen
O chamado “Gol bolinha” marcou época no mercado brasileiro durante os anos 1990 e início dos anos 2000. O hatch compacto ficou conhecido pela manutenção simples, ampla oferta de peças e mecânica resistente. A versão Special apostava justamente na proposta mais acessível da linha, normalmente equipada com motor 1.0 aspirado de até 61 cv e 8,1 kgfm, associado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo médio pode superar 12 km/l com gasolina em uso rodoviário. O entre-eixos mede 2,47 metros e o porta-malas leva 285 litros.
No Mercado Livre, aparecem anúncios do Volkswagen Gol Special a partir de R$ 15,9 mil, principalmente em exemplares do início dos anos 2000. Pelo preço de uma motocicleta nova de baixa cilindrada, o hatch oferece manutenção barata e ampla disponibilidade de peças paralelas. Entre os equipamentos, havia direção hidráulica opcional, desembaçador traseiro, travas elétricas e preparação para som em algumas unidades. Apesar da simplicidade, ainda é um dos modelos mais fáceis de manter entre os usados baratos.
4. Fiat Palio — a partir de R$ 15.900
O Fiat Palio Fire Economy tem porta-malas de 290 litros
Divulgação/Fiat
O Fiat Palio Fire Economy se tornou um dos carros mais populares do mercado brasileiro graças à simplicidade mecânica e ao baixo consumo de combustível. A configuração com motor 1.0 Fire priorizava economia no uso urbano e manutenção acessível. O propulsor flex entregava até 75 cv e 9,9 kgfm, sempre combinado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo médio pode passar de 13 km/l com gasolina na estrada. O hatch tem entre-eixos de 2,42 metros e porta-malas de 290 litros.
No Mercado Livre, há anúncios do Fiat Palio Fire Economy a partir de R$ 15,9 mil, principalmente em unidades entre 2008 e 2010. Pelo valor de entrada de muitos carros novos, o Palio continua sendo uma opção racional para quem quer economia. A lista de equipamentos incluía direção hidráulica, ar-condicionado, computador de bordo, vidros elétricos dianteiros e airbags frontais em algumas configurações mais recentes. A mecânica simples e a grande oferta de peças ajudam a manter os custos baixos mesmo após muitos anos de uso.
5. Renault Clio — a partir de R$ 16.000
O Renault Clio Campus começa a ser vendido por R$ 16 mil no Mercado Livre
Divulgação/Renault
O Renault Clio Campus representou os anos finais de um dos compactos mais eficientes já vendidos no Brasil. Mesmo com projeto antigo, o hatch francês ainda chama atenção pelo baixo consumo e pela dirigibilidade acertada. A versão Campus normalmente vinha equipada com motor 1.0 flex de até 77 cv e 10,1 kgfm, associado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo médio pode superar 14 km/l com gasolina na estrada. O entre-eixos mede 2,47 metros e o porta-malas acomoda 255 litros.
As unidades do Renault Clio Campus aparecem anunciadas a partir de R$ 16 mil no Mercado Livre, principalmente em exemplares fabricados entre 2010 e 2014. Apesar de custar um pouco acima da faixa dos R$ 15 mil, o modelo entrega conjunto mais moderno e econômico que muitos rivais mais antigos. Entre os equipamentos, havia direção hidráulica, ar-condicionado, airbags frontais, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros e rádio integrado ao painel em algumas versões. Até hoje, o Clio é lembrado pelo ótimo acerto de suspensão e pela economia no uso urbano.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a maio de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/1LNFZ-ZyStLckT1X8OLrHYunbTo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/G/G/J31CBqTCu4csFAyBGkDw/fiat-palio-fire-elx-usado-2004-2006.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Fiat Palio Fire ELX </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 May 2026 18:58:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen é condenada a pagar R$ 15 milhões por fraude em 17 mil Amarok</title>  <atom:subtitle>Fabricante alemã ainda pode recorrer da decisão; fraude de emissões envolveu mais de 11 milhões de carros no mundo todo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2026/05/volkswagen-condenada-pagar-r-15-milhoes-fraude-17-mil-amarok.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2026/05/volkswagen-condenada-pagar-r-15-milhoes-fraude-17-mil-amarok.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DOweLSlw8_Mx5nSzkVfF7KwMrjg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/y/hAv1xDQTAXLT3LfpBFUw/volkswagen-amarok-2011-frau.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen foi condenada pela Justiça Federal a pagar R$ 15 milhões em danos morais coletivos por causa da fraude nas emissões da picape Amarok. O caso é antigo e aconteceu durante os testes ambientais realizados no Brasil. Inclusive, envolveu unidades da picape no mundo todo, mas por aqui foram 17.057 Amarok vendidas, todas ano/modelo 2011 e 2012.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a Volkswagen equipou a picape com um software que burlava o teste de emissão de poluentes. Dessa forma, a Amarok emitia mais poluentes do que o permitido no país, mas era aprovada nos testes porque o sistema era programado para entregar números diferentes do real.
Volkswagen Amarok sempre foi produzida na Argentina
Divulgação
Na prática, a Volkswagen Amarok não poderia emitir mais de 1g de óxidos de nitrogênio por quilômetro rodado, o que acontecia nos testes, mas na vida real essa taxa subia para 1,1g/km, poluindo mais do que o limite imposto no Brasil. Em alguns casos registrados em outros países, a emissão era até 40 vezes acima do máximo permitido.
Após longos anos na justiça, a sentença da ação do MPF contra a Volkswagen foi publicada no último dia 5 de maio. A empresa ainda pode recorrer. Por isso, a reportagem de Autoesporte procurou a fabricante, que enviou o seguinte posicionamento oficial: "A Volkswagen do Brasil não comenta processos em andamento".
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Volkswagen Amarok foi fraudada em 2011 para passar nos testes ambientais
Divulgação
Para o MPF, o valor da condenação ficou abaixo do esperado, considerando o nível de gravidade das infrações cometidas pela Volkswagen. O pedido inicial era de pagamento mínimo de R$ 30 milhões, o dobro do que a sentença exigiu. Assim, o MPF irá recorrer para que o valor cobrado seja dobrado, segundo informações da Agência Brasil.
“Nos pedidos originais, o MPF já requeria a fixação de R$ 30 milhões para indenização, quantia correspondente à gravidade da conduta da Volkswagen. As práticas da empresa violaram resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), leis e a própria Constituição Federal, causando prejuízos ambientais que se estendem até hoje devido aos veículos que continuam em circulação”, informou o MPF em nota.
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Relembre o caso
Em setembro de 2015 a fraude de emissões da Volkswagen se tornou pública. A notícia correu o mundo e o caso ficou conhecido como Dieselgate. O motor EA189 2.0 turbodiesel era produzido na Alemanha e recebia um software que era capaz de reconhecer quando estava passando por testes, entregando números falsos e burlando os testes ambientais.
VW Amarok foi fotografada na época do escândalo do Dieselgate se desviando das "críticas" com "bombas" simuladas no terreno de uma construção
Fabio Aro/Autoesporte
Nos Estados Unidos, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) identificou 500 mil veículos equipados com o motor fraudado. Logo depois, a Volkswagen assumiu o erro e revelou que mais de 11 milhões de veículos foram vendidos no mundo todo com motor EA 189 adulterado pelo software.
De todos os carros da Volkswagen no Brasil, a Amarok era a única vendida com o motor adulterado. A picape era produzida na Argentina, recebendo o propulsor importado da Alemanha. Foi assim que a fraude aconteceu por aqui, com todas as unidades vendidas em 2011 e parte delas em 2012, somando 17.057 Amarok adulteradas.
Quando a fraude foi relevada, as ações da Volkswagen caíram 20% e a fabricante reservou 6,5 bilhões de euros para o pagamento de multas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DOweLSlw8_Mx5nSzkVfF7KwMrjg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/y/hAv1xDQTAXLT3LfpBFUw/volkswagen-amarok-2011-frau.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Amarok 2011</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 May 2026 17:03:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Audi Q9 será o maior e mais luxuoso SUV da marca; veja primeiras imagens</title>  <atom:subtitle>Posicionado no topo da gama, novo modelo da Audi vai atuar como vitrine tecnológica e promete disputa acirrada contra BMW X7 e Mercedes-Benz GLS</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/audi-q9-maior-luxuoso-suv-marca-primeiras-imagens.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/audi-q9-maior-luxuoso-suv-marca-primeiras-imagens.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DVwJgUS4TEgLEwuuBFSgEto8ARI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Q/h/eRuj3kTluRSbbkTkp6UQ/2027-audi-q9-00001.jpg" /><br /> ]]>    A linha de SUVs da Audi já é considerada uma das mais completas do mercado de luxo e ficará ainda maior com o lançamento de um novo integrante: o Q9. Posicionado no topo da família Q, o novato acaba de ter as primeiras imagens reveladas e chegará ao mercado ainda em 2026 com a missão de enfrentar BMW X7 e Mercedes-Benz GLS. Para tanto, apostará em aspectos como design, luxo e amplo pacote tecnológico.
Apesar da camuflagem, é possível notar que o Q9 segue fielmente a atual identidade visual da Audi para SUVs. Na traseira, as lanternas são separadas na parte superior e, logo abaixo, acompanhadas por uma faixa horizontal contínua em LED, seguindo o mesmo estilo do novo Q3. Destaque ainda para o logotipo luminoso e, nas laterais, rodas com desenho bastante chamativo.
Audi Q9 terá bancos tipo poltrona na fileira central
Divulgação
A carroceria chama atenção pelo porte avantajado, confirmando que o Q9 será o maior entre os SUVs da marca. O teto é alto para gerar sensação de amplitude na cabine e os vidros laterais são grandes para reforçar a visibilidade. O acesso ao interior é facilitado pelas portas largas e com ampla abertura.
Falando em portas, o Q9 será o primeiro veículo da Audi equipado com um sistema elétrico de abertura. Segundo a marca, sensores especiais capazes de detectar obstáculos travam a porta caso não haja espaço suficiente para abri-la (algo útil em vagas de estacionamento apertadas, por exemplo). 
Teto panorâmico do Q9 terá 1,5 m² e iluminação exclusiva
Divulgação
Voltando ao interior, haverá teto solar panorâmico com aproximadamente 1,5 m² e iluminação ambiente (84 LEDs e 30 cores), além de transparência ajustável. Quando o carro é estacionado, o teto se torna opaco automaticamente, e a última configuração é restaurada ao ligar o carro.
Painel segue o padrão de múltiplas telas integradas da Audi
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Dependendo da versão, a cabine será configurada para sete ou seis passageiros. Neste último caso, a segunda fila é composta por duas poltronas individuais com ajuste elétrico e ventilação. Os bancos dianteiros também contam com função de massagem, enquanto os encostos dos bancos da terceira fila podem ser rebatidos individualmente e possuem acionamento elétrico.
Audi Q9 chegará ao mercado ainda em 2026
Divulgação
Na lista de equipamentos, destaque para sistema de áudio premium Bang &amp; Olufsen atualizado com som 4D, alto-falantes nos encostos de cabeça (permitem chamadas telefônicas privadas e instruções de navegação sem incomodar os passageiros), portas USB-C para carregamento de até 100 W, carregador sem fio para dois smartphones, iluminação de contorno para painel e portas, entre outros.
O lançamento do Q9, com fotos completas e sem camuflagem, está programado para acontecer em breve. As vendas serão iniciadas nos próximos meses, começando por mercados como Estados Unidos e Europa. A chegada ao Brasil também é aguardada.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DVwJgUS4TEgLEwuuBFSgEto8ARI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Q/h/eRuj3kTluRSbbkTkp6UQ/2027-audi-q9-00001.jpg" medium="image"/>   <media:description>Audi Q9 aparece em teaser ainda camuflado</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 May 2026 15:40:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen remove posts do Instagram em ação que pode revelar a Tukan</title>  <atom:subtitle>A jogada de marketing no Instagram da Volkswagen, na manhã desta terça-feira (12), pode ter desfecho na convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/volkswagen-instagram-ar-acao-revelar-tukan.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/volkswagen-instagram-ar-acao-revelar-tukan.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/T6lkYzN0UTxCCyZQxy02pWff2Ug=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/g/h/UKONGUR5AawUnmjJxEiw/udara-externa-azul.jpg" /><br /> ]]>    Atualização: A Volkswagen divulgou nesta quarta-feira (13) que as mudanças no Instagram aconteceram em função da estreia da campanha publicitária “Sonhos”. Trata-se de um manifesto cinematográfico para mostrar o sonho dos brasileiros pelo hexacampeonato.
A manhã desta terça-feira (12) começou com um mistério nas redes sociais da Volkswagen no Brasil. Isso porque a fabricante alemã apagou todos os posts na conta do Instagram há mais ou menos três horas. Apesar de não sabermos ainda ao certo do que se trata,  Autoesporte confirmou que a ação é uma jogada de marketing e deve envolver a Tukan.
Pela manhã, a marca divulgou um teaser com o título “Como será o amanhã?”, indicando que a novidade, no caso a nova picape, está próxima de ser anunciada. Além do título, o post traz a seguinte legenda: “Zeramos nosso feed pra abrir espaço pro amanhã. É hora de sonhar de novo. Aguardem”.   Confira o vídeo completo:
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Do que se trata a ação
Volkswagen Tukan será sucessora da Saveiro 
João Kleber Amaral/Autoesporte
Autoesporte entrou em contato com a VW para tentar descobrir qual é a ação. A marca, entretanto, preferiu não antecipar informações. Mesmo que ainda não haja confirmações, o palpite é que a campanha possa estar relacionada à chegada da nova Volkswagen Tukan ao Brasil. Sucessora da Saveiro, a picape tem previsão de lançamento para março  de 2027 e chegará para rivalizar tanto com as versões de topo da Fiat Strada quanto com as configurações básicas da Toro. 
Anteriormente, Autoesporte revelou com exclusividade que a montadora planeja o lançamento da versão “Robust”, mais barata e sem muita distância do preço atual cobrado pela mesma versão da Saveiro (R$ 113.890). Além disso, vale lembrar que a Autoesporte também foi a primeira mídia a revelar o projeto da Tukan cabine simples e câmbio manual de cinco marchas.
Autoesporte foi o primeiro veículo a revelar o projeto de cabine dupla da Tukan
Divulgação/Volkswagen
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Flagra: Volkswagen Tukan usará suspensão de Strada e tem data para chegar
Detalhe importante é que a Volkswagen divulgou que na próxima segunda-feira (18) fará um grande anúncio. A revelação acontecerá no mesmo dia da convocação para a Copa do Mundo da Seleção Brasileira, que é patrocinada pela fabricante alemã. 
O que sabemos sobre a nova Volkswagen Tukan?
A chegada da modelo representará um importante marco para a Volkswagen na categoria, já que a empresa nunca teve uma picape deste porte: oferece apenas as atuais Saveiro e Amarok.  A Tukan será produzida em São José dos Pinhais (PR) e terá diversos elementos técnicos compartilhados com o T-Cross. No visual, a inspiração — especialmente na dianteira — virá de outros SUVs da marca, como Tera e Tiguan. Seu nome foi escolhido em homenagem ao Tucano, ave típica do Brasil. 
Autoesporte flagrou o novo do Tukan de cabine ne dupla
Diogo Dias/Autoesporte
A versão de entrada da picape deve contar com  motor 1.6 aspirado flex de 116 cv de potência e 16,1 kgfm de torque, segundo o site Mobiauto. Já a intermediária deve usar o motor 250 TSI (1.4 turbo flex de quatro cilindros) de 150 cv e 25,5 kgfm.
A configuração topo de linha será responsável por marcar a estreia da Volkswagen no segmento de veículos híbridos flex. A Tukan será o primeiro modelo da marca com esse tipo de tecnologia, equipada com motor 1.5 TSI Evo2 com sistema híbrido leve de 48 Volts, inicialmente importado do México. São 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, com câmbio automatizado DSG de dupla embreagem e sete marchas.   
Por fim, nas suas dimensões, o modelo medirá cerca de 4,75 metros de comprimento, 2,80 m de entre-eixos, menos de 1,80 m de largura e 1,70 m de altura. 
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Dentro do pacote de novidades, o destaque fica por conta do moderno sistema de assistência à condução DiPilot 300, integrante do pacote ADAS e também chamado pela BYD de God's Eye B. O dispositivo usa um sensor LiDAR instalado no teto em um arranjo que inclui câmeras de alta definição, radares de onda milimétrica/ultrassônicos e mapeamento 3D de alta precisão.
Dolphin Mini 2026 agora tem navegação assistida
BYD
O recurso, até pouco tempo atrás reservado apenas para carros de luxo, funciona como um radar a laser que emite pulsos de luz infravermelha para mapear o ambiente ao redor do veículo em três dimensões. No caso específico do Dolphin Mini, entrega funções como navegação assistida em ambiente urbano (CNOA), reconhecimento de semáforos e leitura de rotatórias.
Na China, o DiPilot 300 é oferecido no Dolphin Mini como opcional pelo equivalente a R$ 15.300 (valor considerado salgado levando em conta a proposta do carro). Para efeito de comparação, os preços do modelo começam em 69.900 yuan na versão de entrada e alcançam 85.900 yuan na topo de linha (algo como R$ 50.500 e R$ 62.100 em conversão direta).
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Novas cores e mais equipamentos
Ainda na lista de equipamentos, o Seagull (nome do modelo no mercado chinês) ganhou nova central multimídia DiLink 150 com tela de 12,8 polegadas, carregador de celular sem fio de 50W, banco do motorista com ajustes elétricos em seis posições e aquecimento, detector de fadiga, frenagem autônoma de emergência (AEB) e câmera 360°.
Dolphin Mini 2026 teve interior atualizado na China
BYD
No visual, destaque para novo para-choque dianteiro, rodas de 16 polegadas inéditas, lanternas com grafismos revisados, logotipo traseiro luminoso e duas duas novas cores exteriores: “Laranja Manga” e “Verde Menta”. Já na cabine, é novidade o painel na cor bege "Oatmeal Rice”.
Na mecânica, continua em oferta no BYD Dolphin Mini o motor elétrico de 75 cv e 13,8 kgfm de torque. Na China, são duas opções de bateria: 30,08 kWh para 305 km de autonomia e 38,88 kWh para um alcance de 405 km (padrão chinês de medição).
Nova cor “Verde Menta” também chega ao catálogo do BYD Dolphin Mini
BYD
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Reação à concorrência
As novidades implementadas no Dolphin Mini 2026 representam uma importante movimentação da BYD contra o acirramento da concorrência no mercado chinês. Por lá, o modelo atingiu seu pico de vendas em abril do ano passado, com 34.005 unidades, e desde então nunca mais alcançou a mesma marca. Chegou a vender 30.708 unidades em junho, mas nunca mais superou as 30.000 unidades novamente.
BYD Dolphin Mini já chegou a vender quase 35 mil unidades em um único mês na China
Divulgação
Uma das explicações é o avanço do Geely EX2, que atualmente ocupa o posto de carro mais vendido da China. Em 2025, o modelo emplacou 465.775 unidades vendidas e superou com folga o Dolphin Mini, que vendeu 310.956 exemplares.
No Brasil, vale dizer, acontece o contrário: o Dolphin Mini lidera com folga o segmento e só em abril vendeu 6.880 unidades, contra 3.602 do EX2.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Z4TZovYnk7e--162L7E1wxzVHBM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/k/jORQqcRV63SeIvK5ZaPg/dolphin-mini-2026-lidar-seguranca.jpg" medium="image"/>   <media:description>Dolphin Mini 2026</media:description>   <media:credit>BYD</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 12 May 2026 12:49:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mari Menezes dirige Ram 2500 com CNH errada e comete ao menos 3 infrações</title>  <atom:subtitle>Em vídeo divulgado em suas próprias redes sociais, influenciadora comete infrações que renderiam 19 pontos na CNH, mais de R$ 1 mil em multas e retenção do veículo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/entretenimento-e-carros-de-famosos/noticia/2026/05/mari-menezes-dirige-ram-2500-cnh-errada-infracoes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/entretenimento-e-carros-de-famosos/noticia/2026/05/mari-menezes-dirige-ram-2500-cnh-errada-infracoes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/DNKGFbuijpNet_0KW6HTkr25ktg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/M/1/fWr2U3R5KVwN3eQ68kRg/dodge-ram-2500-mari-menezes.jpg" /><br /> ]]>    Na última terça-feira (5) a influenciadora Mari Menezes, que tem 8,1 milhões de seguidores no Instagram e 10 milhões no TikTok, viralizou com vídeos postados em suas redes sociais em que mostrava o momento em que foi presenteada com uma picape grande Ram 2500,  modelo 2012. Além da surpresa, a influencer gravou um “teste” de velocidade feito com a caminhonete.
Ao todo, somando as postagens, os conteúdos possuem mais de 20,5 milhões de visualizações e mais de 1,2 milhão de likes. Confira o vídeo postado pela influenciadora:
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Mari recebeu a picape após promessa feita pelo influenciador Cesar Rincon, que garantiu que a jovem de 21 anos receberia a Ram 2500 caso fosse a um cabaré. O encontro das personalidades aconteceu no "Podcats”, programa em que Mariana é host.
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Quais infrações foram cometidas?
Ram 2500 foi presente de Cesar Rincon para Mari Menezes
Foto: Divulgação/Redes sociais
Casal percorreu 40 mil km por 16 países das Américas em um Nissan Sentra
Pai e filho viajam 44 mil km do Brasil ao Alasca em Chevrolet Opala 1973
Bad Bunny já teve Bugatti Chiron raro e não dispensa o bom e velho Corolla
Apesar da reação favorável do seu público, durante as gravações, Mari Menezes cometeu pelo menos três irregularidades de trânsito, documentadas em suas próprias publicações. Entre as violações estão ações como:
1. Gravações feitas enquanto dirige: por lei, não é permitido fazer gravações enquanto dirige, mesmo que o condutor não esteja manuseando o aparelho. A violação se enquadra no Art. 252, VI do CTB e é considerada gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47 e sete pontos na CNH.
Influencer grava vídeo  com seu celular enquanto dirige
Foto: Divulgação/Redes sociais
2. Deslocar as rodas da caixa de roda: segundo a Resolução 916/2022 do CONTRAN, o conjunto roda/pneu não pode ultrapassar o limite dos paralamas. Rodas para fora representam risco para pedestres e ciclistas, além de poderem lançar detritos na via. O delito está citado no Art. 230, inciso VII, do CTB e é considerado grave, com punição financeira de R$ 195,23 e cinco pontos na carteira de habilitação.
Dodge Ram 2500 tem roda alterada de posição e fora dos padrões estabelecidos pelo CTB
Foto: Divulgação/Redes sociais
3. Direção veículo com CNH de categoria diferente: como a influencer tem apenas a CNH ativa na categoria B, cometeu uma infração gravíssima multiplicada por dois ao dirigir a Ram 1500 em vias públicas. Neste caso, pagaria uma multa no valor de R$ 586,94 caso fosse flagrada e acumularia outros sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação , além de ter o veículo retido.
Afinal, para pilotar A Ram 2500, é necessário uma habilitação de categoria C, que permite a direção de veículos com Peso Bruto Total (PBT) superior a 3.500 kg. Em um dos stories, Mariana comentou que não possui habilitação para esta categoria. 
Para estar habilitado com a CNH categoria C é necessário ter a carteira de habilitação categoria B a pelo menos um ano, não ter infrações gravíssimas ou mais de uma infração grave nos últimos 12 meses e estar com a CNH regularizada. Curso e exames teórico, prático e de saúde mental e física também são necessários.
No total, as infrações da influenciadora acumulariam 19 pontos em sua CNH, R$ 1.075,64 em multas e a retenção do veículo. Além disso, de acordo com a legislação brasileira atual, qualquer condutor com duas infrações gravíssimas registradas em um período de 12 meses tem a CNH suspensa ao acumular 20 pontos, o que deixaria a influenciadora muito próxima de perder o direito de dirigir.
Influencer dirige em rodovia sem a CNH categoria C, necessária para veícullos de mais de 3.500 kg
Foto: Divulgação/Redes sociais
Vale ressaltar que o influenciador que a presenteou divulgou nas suas mídias sociais que teve sua picape apreendida por conta de irregularidades e falta de CNH adequada para dirigir o veículo. Apesar das infrações identificadas, o Detran esclareceu que "não é possível fazer autuações através de vídeos, pois os consideram um conteúdo limitado".
Procurada pela Autoesporte, assessoria de Mari Menezes declarou que o "veículo foi usado pontualmente, em um momento de realização pessoal e felicidade, sem intenções de infringir leis de trânsito". A nota diz que a jovem "está ciente que será necessário tirar uma nova carteira de habilitação [para dirigir a Ram  2500] e garante que tem a intenção de fazê-lo". Afirma, ainda, que Mari "desconhecia as alterações feitas na picape" e fará as mudanças necessárias para que o carro se enquadre na legislação de trânsito. Por fim,  esclarece que os "documentos do veículo ainda não estão em seu nome".
Depois da publicação da matéria, Mariana já postou um story mostrando que iniciou o processo para ter a habilitação correta. O primeiro passo feito pela influenciadora foi o exame toxicológico obrigatório.
Quem é Mari Menezes?
Mariana Menezes é uma criadora de conteúdo digital de 21 anos que posta em suas redes sociais vídeos de suas viagens e rotina. A jovem viralizou em 2021 quando gravou sua jornada para conhecer a também influenciadora Virgínia Fonseca. A repercussão do caso resultou em um convite do ator Caio Castro para uma edição da Porsche Cup.
Como é a Ram 2500?
Ram 2500 2026 possui apenas uma versão disponível, denominada Laramine
Divulgação
A Ram 2500 é, desde sempre, muito grande. Enquanto o modelo que agora pertence à Mari, possui 310 cv de potência , 84,6 kgfm de torque a 1.500 rpm, 4.354 kg e preço, na época, de R$ 150 mil, sua versão mais recente chegou ao Brasil em março deste ano, importada do México, com 436 cv, 149 kgfm, câmbio automático de oito marchas e tração 4x4 com acionamento eletrônico. Além disso, seu tanque de combustível tem capacidade para generosos 117 litros de diesel. 
Ram 2500 2025: preço, equipamentos e primeiras impressões
Ao todo, são 6 metros de comprimento, 2,12 m de largura, 2,03 m de altura e entre-eixos de 3,78 m. A altura mínima do solo é de 21,6 cm. Destaque ainda para os ângulos de entrada e de saída: 22,5 graus e 25,9 graus, respectivamente. A Ram 2500 está à venda com apenas uma versão, denominada Laramie. Seu valor atual é de R$ 559.990. 
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Para os que querem um Fusion para chamar de seu, o mercado de usados é o caminho, e Autoesporte separou quatro versões a serem consideradas. No Mercado Livre, é possível encontrar esses modelos com preços que cabem no seu bolso. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de abril de 2026. Veja a seguir mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Fusion SEL 2.5 — a partir de R$ 39.700
Ford Fusion SEL traz o mesmo motor usado até hoje na Maverick Hybrid
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A primeira geração do sedan grande da Ford, vendida entre 2006 e 2012, tinha entre suas opções a SEL 2.5. O motor de quatro cilindros usado até hoje na Maverick Hybrid entrega 173 cv e 22,9 kgfm, sempre associado ao câmbio automático de seis marchas. O modelo tem 2,73 m de entre-eixos e porta-malas de 530 litros, destacando-se pelo bom espaço interno e conforto de rodagem. 
No Mercado Livre, modelos equipados com o motor 2.5 aparecem partindo de R$ 39.700. Bem equipado para a época, traz itens como bancos em couro, ar-condicionado, piloto automático, computador de bordo e volante com ajuste de altura. O modelo também oferecia rodas de liga leve, sensores de estacionamento, retrovisores elétricos, vidros e travas elétricas, além de itens de segurança como airbags frontais e laterais, freios ABS e controle de tração.
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2. Ford Fusion SEL 3.0 V6 AWD — a partir de R$ 45 mil
Ford Fusion SEL V6 traz o mesmo visual da opção com motor 2.5, mas motor é bem mais potente
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Se a versão 2.5 quatro cilindros do Fusion já agradava, havia espaço para mais potência. Entra em cena a opção SEL 3.0 V6, em que o motor de três litros e seis cilindros entrega 243 cv e 30,8 kgfm, combinado ao câmbio automático de seis marchas. A tração integral garante uma condução mais firme, frente à versão com tração dianteira, por exemplo.
O único porém é o consumo, pior que o da opção com quatro cilindros. No Mercado Livre, espere unidades com essa configuração de motor partindo dos R$ 45 mil. Além dos mesmos itens de série da SEL quatro cilindros, o acabamento é mais esmerado. As medidas de entre-eixos e porta-malas são as mesmas: 2,73 m e 530 litros.
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3. Ford Fusion Titanium 2.0 EcoBoost — a partir de R$ 65.990
Na segunda geração, Fusion Titanium trazia o motor 2.0 EcoBoost e grande incremento no entre-eixos
Divulgação/Ford 
Aqui, começamos a falar da segunda geração. Reformulado, o Fusion ganhou um visual mais “corpulento”, e seu destaque veio na chegada da opção 2.0 EcoBoost, com o motor turbinado de 240 cv e 34,7 kgfm, aliado ao câmbio automático de seis marchas. Seu porém fica em não ter um motor flexível, usando apenas gasolina.
Nessa geração, o sedã cresceu e passou a ter 2,85 m de entre-eixos e porta-malas de 514 litros, com foco maior em desempenho e tecnologia. No Mercado Livre, unidades de segunda geração com o motor EcoBoost partem dos R$ 59.900, considerando os modelos com tração apenas na dianteira. No caso das versões AWD, o preço sobe, e parte dos R$ 65.990.
4. Ford Fusion Hybrid Titanium — a partir de R$ 79.990
Versão mais cara da lista, Ford Fusion Hybrid também é a mais econômica
Divulgação
Ainda falando na segunda geração, quem fecha a lista é a opção Hybrid. O sedã combina um motor 2.0 a gasolina com propulsor elétrico, entregando cerca de 190 cv combinados, com câmbio automático CVT e tração dianteira. O melhor número, no entanto, é o consumo: quase 17 km/l na cidade, marca excepcional para um carro de mais de dez anos e porte avantajado.
O sedã tem 2,85 metros de entre-eixos e porta-malas de 392 litros, número reduzido por conta das baterias do sistema híbrido. 
Nos itens de série, destacam-se bancos em couro com ajustes elétricos, ar-condicionado digital, central multimídia, chave presencial com partida por botão, teto solar, monitoramento de ponto cego, alerta de colisão, assistente de permanência em faixa, câmera de ré e piloto automático adaptativo. No Mercado Livre, a versão híbrida do Fusion parte dos R$ 79.990.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5pgTccF2TLFLHP9kqtNqx95m2GE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/F/J/awUlf9TPSgTt4PmfO07Q/ford-fusion-br-spec-11.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Ford Fusion</media:description>   <media:credit>Divulgação/Ford</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 11 May 2026 21:56:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Donos de carros elétricos relatam perda de autonomia após atualização remota</title>  <atom:subtitle>Situação é conhecida na China como "bloqueio de bateria" e limita potência de recarga, além de reduzir autonomia após atualização de softwares em veículos; entenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2026/05/donos-carros-eletricos-relatam-perda-autonomia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/industria-automotiva/noticia/2026/05/donos-carros-eletricos-relatam-perda-autonomia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QcX26_eL6dyohtoy2AIZJoCuq0w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/U/A/hSDTnBROyEgue6EKF3Iw/carregador-da-byd-com-1.500-kw-de-potencia-denza-recarregando.jpg" /><br /> ]]>    Quem compra um carro elétrico tem uma preocupação principal: a autonomia. Diferente dos veículos híbridos, que contam com o suporte do motor a combustão, o dono de um elétrico depende totalmente da energia armazenada na bateria. Agora, imagine acordar e descobrir que, após uma atualização de software para diminuir riscos de incêndio, seu carro roda muito menos do que quando foi comprado? Pois bem, essa polêmica está tomando conta do setor automotivo na China.
Uma investigação da emissora estatal China Media Group revelou o chamado "bloqueio de bateria". Por meio de atualizações remotas, chamadas de Over-the-air (OTA) — como as que fazemos no celular —, fabricantes estariam mudando as configurações do carro sem avisar claramente o consumidor. 
Veículos elétricos podem ser carregados em corrente alternada (AC) e contínua (DC) 
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Veículos homologados para rodar 500 km (no ciclo chinês CLTC) estariam entregando menos de 300 km em uso real. Além disso, o tempo de carregamento rápido (DC) teria saltado de 40 para 70 minutos em alguns casos. 
Carro elétrico tem mais chance de pegar fogo que a combustão? Estudo mostra
Bateria de carro elétrico vicia e perde autonomia com o tempo?
Como funciona a manutenção da bateria em carros elétricos e híbridos?
Empresas como BYD, Tesla e Zeekr negaram as acusações recentes sobre os bloqueios das baterias sem autorização devida do cliente. A reportagem, entretanto, divulgou um relatório reafirmando rumores recentes de que oito fabricantes foram convocadas por órgãos reguladores e que três já estão sob investigação. Nomes não foram divulgados.
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Posteriormente, a China Association of Automobile Manufacturers, que representa o setor automotivo no país, alegou que as acusações não tinham uma “fonte oficial”. De toda forma, segundo informações, o governo está fazendo investigações. 
Bateria Blade da BYD tem sistema à prova de fogo
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O novo assunto reacendeu algumas polêmicas sobre o carro elétrico ter mais chance de pegar fogo que um a combustão, o que não é necessariamente verdade. Apesar disso, uma empresa chinesa está desenvolvendo uma tecnologia que consiste em um mecanismo de ejeção capaz de arremessar a bateria para fora do próprio veículo em situações de fuga térmica.
O que é o "bloqueio de bateria"?
Na prática, a montadora altera o sistema que gerencia a bateria (BMS) para limitar o seu uso. Isso pode fazer com que a bateria aceite menos carga, carregue mais devagar ou não deixe o motorista usar toda a energia disponível.
Um proprietário entrevistado pela emissora disse que seu veículo conseguia carregar em velocidade superior à de 100 kW antes de uma atualização OTA. No entanto, com a nova versão do software, passou a aceitar apenas cargas de 80 kW, apesar do indicador de saúde da bateria ainda mostrar 95%. O mesmo proprietário também teria afirmado que a autonomia real caiu de aproximadamente 450/480 km para menos de 400 km. 
Flash Charging é super carregador da BYD e tem 1.500 kW de potência 
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Segundo especialistas consultados pelo site Car News China, as empresas fazem isso por segurança. Ao "forçar" menos a bateria, as chances de incêndio diminuem e a vida útil do componente aumenta. O grande problema é que, de acordo com a investigação, toda a operação está sendo feita sem o devido consentimento do cliente. E, no fim, o carro sofre uma limitação de potência de carregamento e de autonomia geral. 
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A polêmica foi tão grande que o governo da China criou novas regras em março. Agora, as marcas são proibidas de fazer atualizações silenciosas para esconder falhas ou evitar recalls. Consumidores que suspeitarem de alterações não autorizadas via OTA foram aconselhados a desativar a instalação automática de atualizações, além de registrarem reclamações sobre o assunto. 
Metade dos veículos importados par o Brasil em 2026 são chineses 
Rodolfo Buhrer/Geely
Carros elétricos no Brasil podem ser afetados?
Não há indícios de que essas atualizações ocorram em carros vendidos no Brasil. Contudo, o tema acende um alerta por aqui, já que os modelos chineses representam metade dos veículos importados no país. Dos 168,1 mil veículos importados entre janeiro e abril de 2026, 80,1 mil saíram da China, o maior produtor do setor. Isso representa 47,7% das 168,1 mil unidades que o Brasil importou no período. 
De toda forma, discussões sobre a temperatura das baterias durante recargas ultrarrápidas mostram que o gerenciamento térmico é o grande desafio para os próximos tempos. 
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Conforme antecipado por Autoesporte, a suspensão traseira da Tukan usará uma arquitetura formada por eixo rígido ômega com molas semi elípticas — elementos que podem ser facilmente vistos no flagra. A solução tem a função de aumentar a robustez e a capacidade de carga do modelo, cumprindo as exigências do consumidor que busca uma caminhonete para o trabalho diário, especialmente nas versões de cabine simples.
Na prática, o esquema será exatamente o mesmo adotado pela rival Fiat Strada, que lidera o segmento com larga vantagem e tem na boa fama de robustez um dos principais argumentos de venda. O novo conjunto representará ainda uma importante virada de chave para a Volkswagen na categoria, já que a Saveiro — representante histórica da marca no segmento — nunca adotou suspensão do tipo feixe de molas.
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Tukan já tem data para ser lançada
Apesar dos flagras já com carroceria definitiva, a Tukan não chegará ao mercado de imediato. Conforme revelado Autoesporte, o cronograma de lançamento foi modificado e a previsão inicial de estreia — primeiro semestre de 2026 — foi alterada. Com isso, a chegada da picape foi reprogramada para março do ano que vem, com vendas logo na sequência.
Volkswagen Tukan terá versões de cabine simples e dupla
Diogo Dias/Autoesporte
Toda produção será concentrada na fábrica de São José dos Pinhais (PR), onde o T-Cross já é montado. Não por acaso, a picape compartilhará com o SUV compacto toda a estrutura dianteira da carroceria monobloco, a partir da plataforma MQB A0.
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Design inspirado no Tera
Visualmente, a caminhonete seguirá linhas parecidas com as do Tera, mas com um visual mais robusto para brigar ao mesmo tempo com a Strada nas versões de entrada e com a Toro nas mais caras. Por isso, medirá cerca de 4,75 metros de comprimento, 2,80 m de entre-eixos, menos de 1,80 m de largura e 1,70 m de altura.
Nova Volkswagen Tukan a cor Amarelo Canarinho
Divulgação/Volkswagen
Ainda no design, teaser recentemente divulgado pela Volkswagen antecipou que a Tukan terá opções de pintura bicolor na carroceria e santantônio com assinatura 'Tukan' gravada. Falando em cor, um dos destaques será a emblemática tonalidade Amarelo Canarinho, que ficou marcada em edições especiais da Copa do Mundo do saudoso Gol.
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Motores da Tukan
Conforme adiantado por Autoesporte, a Tukan será vendida tanto em versões de trabalho com cabine simples quanto em variantes lifestyle com cabine dupla. No primeiro caso, o objetivo da Volkswagen será suceder diretamente a Saveiro, atendendo o mercado de frotas e empresas (hoje um dos principais focos da picape do Gol).
Volkswagen Tukan com cabine simples vai atender o segmento de frotas e produtores rurais
João Kleber Amaral/Autoesporte
Dessa forma, para reduzir os custos com o projeto da nova picape, a Volkswagen usará o motor 1.6 aspirado flex de 116 cv de potência e 16,1 kgfm de torque, segundo o site Mobiauto. Outra possibilidade é a adoção do motor 200 TSI, 1.0 turbo flex de três cilindros, com até 128 cv — porém, essa escolha deixaria a picape mais cara em sua versão de entrada e, por isso, parece mais distante.
Volkswagen Tukan terá grade tipo colmeia e faróis de LED
Diogo Dias/Autoesporte
Já nas versões intermediárias, tudo indica que a Tukan usará o conhecido conjunto 250 TSI formado pelo motor 1.4 turbo flex de quatro cilindros de 150 cv e 25,5 kgfm, sempre ligado ao câmbio automático de seis marchas. Por fim, a versão de topo terá a primazia de inaugurar no Brasil o motor 1.5 TSI Evo2 com sistema híbrido leve de 48 volts, que depois será adotado por outros modelos.
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A seguir, confira cinco carros usados com 15 anos de uso disponíveis no Mercado Livre que ainda valem o investimento. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de maio de 2026. Veja cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Fiat Uno — a partir de R$ 29.900
O Fiat Uno Way com motor 1.4 Fire flex entrega até 88 cv e 12,5 kgfm
Divulgação/Fiat
O Fiat Uno da geração lançada em 2010 trouxe visual quadrado e proposta mais moderna para substituir o antigo Mille sem abandonar a simplicidade mecânica. Na versão Way com motor 1.4, o hatch ganhou apelo mais aventureiro, suspensão elevada e desempenho superior em relação às versões 1.0. O motor 1.4 Fire flex entrega até 88 cv e 12,5 kgfm, sempre ligado ao câmbio manual de cinco marchas. O modelo tem 2,38 metros de entre-eixos, porta-malas de 280 litros e consumo estimado próximo de 9 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com gasolina.
Anúncios do Fiat Uno aparecem a partir de R$ 29,9 mil no Mercado Livre, principalmente em unidades entre 2011 e 2013. A versão Way 1.4 podia trazer direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, computador de bordo, volante com regulagem de altura e banco traseiro bipartido. O hatch segue valorizado pelo baixo custo de manutenção, pela robustez da mecânica Fire e pela versatilidade no uso urbano, além da boa altura livre do solo para enfrentar ruas esburacadas.
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2. Chevrolet Astra Sedan — a partir de R$ 39.900
O Chevrolet Astra Sedan mede 2,61 metros de entre-eixos
Divulgação/Chevrolet
Mesmo perto do fim da carreira em 2011, o Chevrolet Astra ainda chamava atenção pelo desempenho forte e pelo porte superior ao de muitos compactos modernos. Na versão Advantage sedã, o modelo mantinha a proposta de oferecer conforto e desempenho em um conjunto já conhecido pela robustez mecânica. O motor 2.0 flex de até 140 cv e 19,7 kgfm trabalha com câmbio manual de cinco marchas. O sedã mede 2,61 metros de entre-eixos, oferece porta-malas de 460 litros e registra consumo estimado de cerca de 7 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com gasolina.
Unidades do Chevrolet Astra aparecem anunciadas a partir de R$ 39,9 mil no Mercado Livre, principalmente nos últimos anos de produção. A versão Advantage traz direção hidráulica, ar-condicionado digital, vidros e travas elétricas, rodas de liga leve, computador de bordo, sensor de estacionamento e sistema de som integrado. O Astra continua valorizado entre os usados por entregar desempenho acima da média, construção sólida e manutenção relativamente simples para um sedã médio nacional.
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3. Chevrolet Vectra — a partir de R$ 41.900
O Chevrolet Vectra Elegance possui porta-malas de 526 litros
Divulgação/Chevrolet
O Chevrolet Vectra ocupava posição de destaque entre os sedãs médios nacionais graças ao amplo espaço interno e ao conjunto mecânico confiável. Na versão Elegance, o modelo equilibrava conforto e equipamentos sem chegar aos preços mais altos da versão Elite. O sedã utiliza motor 2.0 flex de até 140 cv e 19,7 kgfm, associado ao câmbio automático de quatro marchas ou manual de cinco velocidades, dependendo da configuração.
O modelo tem 2,70 metros de entre-eixos, porta-malas de 526 litros e consumo estimado em torno de 6,5 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada com gasolina. Anúncios do Chevrolet Vectra aparecem a partir de R$ 41,9 mil no Mercado Livre, principalmente em unidades bem conservadas do fim da produção.
A versão Elegance oferece direção hidráulica, ar-condicionado digital, bancos revestidos em couro, piloto automático, computador de bordo, sensor de estacionamento, rodas de liga leve e sistema de som com comandos no volante. Mesmo mais antigo, o Vectra continua atraindo compradores pelo conforto ao rodar, pelo amplo espaço interno e pelo custo de compra inferior ao de sedãs médios mais recentes.
4. Honda Civic — a partir de R$ 56.900
O consumo do Honda Civic LXL é próximo de 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com gasolina
Divulgação/Honda
As unidades do Honda Civic de 2011 pertencem à oitava geração do sedã médio, conhecida pelo painel em dois níveis e pelo conjunto mecânico confiável. Na versão LXL, o modelo oferecia bom equilíbrio entre equipamentos, desempenho e conforto para uso diário. O motor 1.8 flex entrega até 140 cv e 17,7 kgfm, associado ao câmbio automático de cinco marchas ou manual, dependendo da unidade. O sedã mede 2,70 metros de entre-eixos, leva 340 litros no porta-malas e registra consumo estimado próximo de 10 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com gasolina.
Unidades do Honda Civic aparecem anunciadas a partir de R$ 56,9 mil no Mercado Livre, especialmente entre os anos-modelo 2010 e 2011. A versão LXL traz ar-condicionado digital, direção elétrica, vidros e travas elétricas, piloto automático, volante multifuncional, computador de bordo, rodas de liga leve e airbags frontais com freios ABS. O Civic segue valorizado mesmo após 15 anos graças à confiabilidade mecânica, ao acabamento de boa qualidade e à forte demanda no mercado de usados.
5. Chevrolet S10 — a partir de R$ 61.900
A Chevrolet S10 Advantage tem caçamba com aproximadamente 1.570 litros de volume
Chevrolet/Divulgação
Em 2011, a Chevrolet S10 ainda fazia parte da primeira geração da picape média, mas recebeu um facelift e seguiu conhecida pela robustez e pela manutenção simples. Na versão Advantage 2.4 4x2, o modelo focava no uso urbano e misto, oferecendo cabine espaçosa e boa capacidade de carga. O motor 2.4 flex entrega até 147 cv e 21,9 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas. A picape mede 3,15 metros de entre-eixos, leva cerca de 1.080 kg de carga útil e oferece caçamba com aproximadamente 1.570 litros de volume.
Anúncios da Chevrolet S10 aparecem a partir de R$ 61,9 mil no Mercado Livre, principalmente em unidades cabine dupla entre 2010 e 2011. A versão Advantage traz direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, rodas de liga leve, faróis de neblina, capota marítima e sistema de som integrado em parte das unidades. Mesmo mais antiga, a S10 continua valorizada entre produtores rurais e consumidores urbanos pela resistência mecânica, pela facilidade de manutenção e pelo amplo espaço interno.
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Quando está dentro do carro com os vidros fechados, você se isola do mundo exterior. Ideal para o ponto de partida do nosso teste com o Lexus: a Avenida Faria Lima, um dos pontos mais movimentados da cidade de São Paulo, onde carros, motos, ônibus, buzinas e sirenes se juntam numa poluição sonora absurda. Mas, basta fechar o vidro do carro, que é como se você estivesse dentro de um escritório, de tão silencioso. Mas, tem muitos segredos para isso acontecer de forma tão eficiente. 
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O Lexus RZ 500e foi  lançado no final do ano passado por R$ 499.990 como o primeiro carro elétrico do Grupo Toyota no Brasil, conforme Autoesporte já havia confirmado com exclusividade meses antes. Produzido pela marca de luxo da fabricante japonesa em Aichi (Japão) , o utilitário é feito sobre a plataforma e-TNGA – derivação da base de Corolla e Corolla Cross voltada a veículos elétricos. O SUV chega ao Brasil para brigar por preço com modelos como BMW iX2 (R$ 495.950) e Chevrolet Blazer EV (R$ 503.190), por exemplo. 
Lexus RZ 500e segue a linguagem visual padrão da Lexus 
Divulgação/Lexus
Sua base é a mesma do Toyota bZ4x — que será lançado no Brasil —, entretanto, o RZ é o primeiro elétrico dedicado (ou seja, já concebido como um elétrico) e o único SUV elétrico comercializado pela Lexus no momento, não só no Brasil, mas no mundo.  
Lexus RZ 500e é o primeiro elétrico do Grupo Toyota no Brasil
Divulgação/Lexus
Por aqui, o SUV é vendido apenas na versão 500e, que tem dois motores elétricos, um em cada eixo: cada um entrega 227 cv e 26,9 kgfm. A potência combinada é de 381 cv e o torque combinado não é revelado. Já a bateria de íons de lítio tem sistema de refrigeração líquida e capacidade de 77 kWh, entregando autonomia de 357 km, de acordo com dados do Inmetro. Já a recarga pode ser feita a até 150 kW de potência em carregadores rápidos (DC) e chega a 80% de bateria em 30 minutos.
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Apesar de ser novidade no Brasil, o RZ foi lançado globalmente em 2023 e tem 4,81 metros de comprimento, 2,85 m de entre-eixos, 1,90 m de largura e 1,64 m de altura. Sendo assim, é um pouco menor do que o híbrido plug-in RX 450h+, vencedor do prêmio Carro do Ano 2025 na categoria Luxo. 
Lexus RZ 500e tem um isolamento acústico fantástico 
Divulgação/Lexus
Apesar do bom espaço interno no banco traseiro, a posição do assento é um pouco baixa e próxima ao assoalho. Para alguém da minha altura (1,87 m), isso acaba deixando as pernas excessivamente elevadas e com pouco apoio sob as coxas, criando uma sensação de “vão livre” que pode comprometer o conforto em viagens mais longas, mesmo havendo bastante espaço disponível para joelhos e cabeça. Por outro lado, os passageiros têm muitos itens de conforto, como saídas de ar-condicionado, duas entradas USB-C e ventilação dos bancos laterais. 
Entre as soluções para reduzir o ruído externo, o SUV recebeu isolamento acústico no piso, atrás dos bancos traseiros, e um adesivo de alta dissipação no assoalho, capaz de reduzir vibrações, segundo a Lexus. Há também uma nova capa de resina sob o acabamento frontal e materiais de isolamento acústico de alto desempenho nos revestimentos internos das portas. 
Lexus RZ 500e tem ótimo acabamento interno 
Divulgação/Lexus
Até e cobertura do porta-malas, que tem 522 litros de capacidade, recebeu uma camada adicional de feltro para a redução de ruídos. O carro ainda tem espuma de absorção de vibrações nas colunas dianteiras e centrais, além de vidro acústico nas portas dianteiras e traseiras. 
E, como característico dos carros da Lexus, o interior é muito luxuoso com ótimos materiais de acabamento em painéis e portas. O revestimento em Ultra Suede é produzido com 30% de material de base vegetal e estreia no Grupo Toyota no Brasil a aplicação de texturas gráficas feitas a laser. 
Lexus RZ 500e tem central multimídia com botões físicos 
Divulgação/Lexus
O SUV tem ainda iluminação ambiente com 64 cores, central multimídia com tela de 14 polegadas  e conexão sem fio de Apple CarPlay e Android Auto, câmera com visão 360° e som Mark Levinson com 14 alto-falantes. Não espere uma multimídia cheia de tecnologias e que faz acrobacias, como nos modelos chineses, por exemplo. A Lexus não abriu mão de deixar botões físicos — algo muito bem-vindo para o meu gosto. 
E no quesito segurança, o RZ 500e tem oito airbags: dois para joelhos do motorista e passageiro dianteiro, dois frontais obrigatórias, dois laterais para motorista e passageiro dianteiro, além de dois de cortina. E o SUV também oferece o Lexus Safety System+ 3.0, com uma série de tecnologias de segurança semiautônomas, com destaque para o sistema de mudança de faixa, alerta de ponto cego, alerta de colisão frontal com frenagem autônoma e controle de cruzeiro adaptativo (ACC).  
Ao volante
Lexus RZ 500e faz o 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos, de acordo com a Lexus
Divulgação/Lexus
O volante revestido de couro tem uma empunhadura ótimo e o material é muito confortável. Porém, apesar do excelente isolamento acústico, o Lexus não escapa do excesso de sensores e alertas sonoros típicos dos carros atuais no trânsito urbano, com bipes constantes que, muitas vezes, sequer deixam claro qual situação o sistema está tentando sinalizar. 
Por outro lado, a aceleração é suave e surpreendente para um carro de  2.115 kg. O motorista tem à disposição respostas mais rápidas em uso cotidiano. 
Lexus RZ 500e tem 357 km de autonomia de acordo com o Inmetro 
Divulgação/Lexus
Mas o desempenho para sentir os mais de 380 cv em ação só vem, de fato, ao entrar na Rodovia Fernão Dias, sentido Belo Horizonte. A marca de 0 a 100 km/h é feita em surpreendentes 4,6 segundos, de acordo com a Lexus. 
A distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro varia de 60:40 a 0:100, o que reduz as movimentações longitudinais da carroceria e proporciona uma sensação de aceleração mais direta. Já no modo de condução Range, focado na eficiência, o equilíbrio de força entre os eixos é mantido sempre em 50:50 para dar mais estabilidade. 
Motores elétricos do RZ entregam potência combinada de 313 cv
Divulgação
Em curvas, a proporção é otimizada entre 80:20 e 0:100, de acordo com a velocidade e o ângulo de que o volante é direcionado. Dessa forma, mais potência é direcionada ao eixo dianteiro para garantir um giro suave e dá uma estabilidade muito boa e segura para o motorista. Ao sair da curva, a distribuição de torque segue a carga aplicada a cada roda, mantendo um equilíbrio muito bom. 
Um carro elétrico por si só já é mais silencioso, por isso até os pneus são diferentes para reduzir ruído dentro da cabine. E mesmo com o som desligado, vale reforçar (novamente) que é quase imperceptível na cabine a vibração do alto fluxo de caminhões nessa rodovia, que interliga os estados de São Paulo e Minas Gerais. 
Vale a pena?
Lexus RZ 500e é vendido em seis cores
Divulgação/Lexus
Sobre cores externas, o SUV elétrico tem: Branco Pérola, Cinza Cromo, Prata Iridium, Preto Grafite, Azul Eter e Bronze. Já no interior, as opções são azul, caramelo e chumbo.
Atualmente há 14 concessionárias da Lexus no Brasil, são três unidades em São Paulo (SP), além de Alphaville (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Salvador (BA), Vitória (ES) – e, ainda em 2025, a marca vai inaugurar uma nova concessionária em Florianópolis (SC).
Lexus RZ 500e tem 2,85 m de entre-eixos 
Divulgação/Lexus
A Lexus lançou um programa especial de financiamento com taxas a partir de zero. No fim do contrato, a marca garante a recompra do carro por até 80% da Fipe. E, além disso, o carro tem 10 anos de garantia. Em relação aos dois rivais da mesma faixa de preço, BMW iX2 e Blazer EV, o Lexus entrega mais luxo e mais desempenho. E, em tempos de tanta correria e estresse, o RZ será um ótimo companheiro para você desfrutar de um pouco de silêncio em meio ao caos urbano. 
Lexus RZ 500e
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Durante o evento de lançamento do Sonic, Fábio Rua, vice-presidente da General Motors América do Sul, confirmou à Autoesporte que a estreia vai acontecer em, no máximo, dois meses. Com isso, a linha Onix será renovada em breve para acomodar a nova configuração, o que forçará a saída de uma versão "convencional" do portfólio, como antecipado com exclusividade por nossa reportagem. 
Chevrolet Onix Activ voltará ao catálogo do hatch após sete anos 
Divulgação/Chevrolet
Nossa apuração revela que a versão LTZ do Onix, atualmente vendida por R$ 126.190, sairá de linha. O objetivo é evitar a canibalização interna e abrir espaço para o Onix Activ, que deve ocupar essa faixa de preço, com apostas que vão de R$ 120 mil a R$ 125 mil. Afinal, se for mais caro, entrará em conflito com o novo Sonic, que tem preço promocional de R$ 129.990 (Premier) e R$ 135.990 (RS). 
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É importante dizer, no entanto, que esse valor do SUV compacto é promocional de lançamento. Por mais que a fabricante não revele o tempo da promoção, deve aumentar a faixa do modelo nos próximos meses, para cerca de R$ 135 mil e R$ 140 mil. 
O distanciamento será importante, pois ainda que tenha algum fator de novidade, o próximo lançamento da marca nada mais é do que uma versão aventureira de um carro já existente. Até por isso, precisará se deslocar do Sonic para conseguir algum sucesso. 
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Como é o Chevrolet Onix Activ 2027?
O Onix Activ 2027 chegará com uma proposta mais aventureira após sete anos ausente no catálogo do modelo. Para isso, a Chevrolet vai apostar em uma suspensão elevada e elementos visuais mais agressivos. 
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Embora não tenha sido revelado, Autoesporte pode adiantar que os para-choques dianteiro e traseiro, por exemplo, foram levemente encurtados para aumentar os ângulos de entrada e saída do novo Chevrolet Onix Activ. Assim, a nova versão tem 0,6 cm a menos de comprimento, chegando a 4,16 m.
Chevrolet Onix Activ terá pegada mais aventureira no design e maior vão livre do solo 
Divulgação/Chevrolet
Por outro lado, graças à suspensão elevada e aos racks de teto, que farão parte da nova opção, a altura subiu em nada menos que 6,1 cm, chegando a 1,53 m. São 20,1 cm de vão livre do solo, além de 19,7° de ângulo de ataque e 28,1° de ângulo de saída. Largura (1,75 m) e entre-eixos (2,55 m) devem seguir as mesmas versões convencionais.
No caso do Onix Activ, o pacote de equipamentos deve ser similar ao da versão LTZ, que deixará a gama. Podemos esperar faróis full-LED, rodas de liga-leve com acabamento escurecido, acesso por chave presencial, partida por botão, quadro de instrumentos com 8 polegadas, central multimídia de 11 polegadas e seis airbags. A Chevrolet já confirmou que o wi-fi nativo será um dos destaques.
Chevrolet Onix Activ terá multimídia de 11 polegadas e câmbio automático de seis marchas 
Divulgação
Motor 1.0 turbo permanece 
A nova versão será oferecida com câmbio automático de seis marchas. Logo, podemos associar a caixa ao já conhecido motor 1.0 turbo de 115 cv de potência e 16,8 kgfm de torque, sem injeção direta. 
No consumo, os dados do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) apontam que, com etanol, as médias são de 8,6 km/l na cidade e 12,1 km/l na estrada. Abastecido com gasolina, as médias são de 10,9 km/l e 15,3 km/l, respectivamente. 
Chevrolet Onix Activ manterá motor 1.0 turbo de 115 cv 
Divulgação
Vale lembrar que a Chevrolet trouxe novidades recentes na correia dentada do modelo. A peça continua banhada a óleo, mas ganhou uma nova formulação química da borracha para oferecer maior resistência. A mudança visa solucionar problemas de desgaste prematuro relatados anteriormente, embora a GM reforce que o uso do óleo correto, conforme descrito no Manual do Proprietário, continue sendo crucial para a longevidade do componente.
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O lançamento do GWM Haval H7 em solo brasileiro ainda não foi oficializado, mas nossa reportagem trouxe em primeira mão a informação de que o modelo já foi confirmado a concessionários durante o Salão de Pequim 2026. A chegada está prevista para o segundo semestre deste ano. Autoesporte também teve a oportunidade de conhecê-lo na sede da fabricante em Baoding (China), cidade próxima à capital chinesa, Pequim.
GWM Haval H7 tem o mesmo estilo de porta traseira do H9, com abertura lateral, mas aqui o estepe pendurado é de verdade
Divulgação/GWM
Já avisamos que o contato foi breve, e incluiu um pequeníssimo test-drive de menos de 1 km em um circuito de cones montado no estacionamento da pista de testes da GWM, que incluía duas retas e uma curva em 180 graus à esquerda. 
Sendo assim, seria injusto sinalizar esta reportagem como um “teste”. Mas poderemos contar para você em detalhes como será o jipe 4x4 híbrido plug-in e monobloco que deve ser lançado no Brasil com preço abaixo de R$ 300 mil. Assista ao nosso vídeo exclusivo com todos os detalhes:
Como é o GWM Haval H7
O mais surpreendente do GWM Haval H7 é que sua arquitetura não é de chassi sobre longarinas, como a do H9, mas sim a LMN ou Lemon, a mesma do irmão Haval H6. Tanto que itens como volante e central multimídia são idênticos. A distância entre eixos de 2,74 metros também é igual, pelo menos na configuração de cinco lugares, de carroceria encurtada, que é a que será trazida ao Brasil. 
GWM Haval H7 compartilha a plataforma LMN e os mesmos 2,74 m de entre-eixos do H6
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Nas demais dimensões, o H7 de cinco lugares mede 4,80 metros de comprimento, 1,95 m de largura e 1,84 m de altura. O porta-malas tem 586 litros na medição com água. Em comparação com o próprio H6, são 12 cm a mais de comprimento e de altura – muito por conta dos racks de teto – e 7 cm a mais de largura.
GWM Haval H7 é menor que o H9, mas tem uma proposta muito parecida de design
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Ao mesmo tempo, o novo H7 é 15 cm menos comprido, 2 cm mais estreito e 9 cm mais baixo que o Haval H9, além de ter 11 cm a menos de entre-eixos. Vale lembrar que o H9 leva sete ocupantes.
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Itens como suspensão (McPherson na dianteira e multilink na traseira), freios (a disco nas quatro rodas) e cubos de roda são compartilhados com o H6, tanto que as rodas do H7 são de liga leve aro 19, mesma dimensão das versões de topo do SUV irmão. A motorização também é a mesma, baseada no motor 1.5 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Miller. Sozinho, rende 150 cv de potência e 24,4 kgfm de torque.
GWM Haval H7 traz faróis retangulares e grade com filete luminoso ao centro
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A ele se alia o mesmo motor elétrico de 177 cv e 30,6 kgfm do H6 PHEV19 no eixo dianteiro. Só que também há um motor elétrico adicional extra de 204 cv no eixo traseiro, formando tração nas quatro rodas. As baterias podem ter 19 kWh ou 27,5 kWh de capacidade. Ainda não está claro qual pacote foi escolhido para o Brasil. Todavia, a potência combinada é de 364 cv e o torque, de 77,5 kgfm quando todos os motores são acionados simultaneamente.
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A autonomia em modo elétrico pode ser de 91 km ou 135 km, respectivamente, no ciclo chinês NEDC. Todo o conjunto híbrido é chamado pela GWM de Hi4. A potência de recarga é a mesma do H6: até 6,6 kW em carregadores lentos do tipo AC (corrente alternada), e até 33 kW em equipamentos rápidos de corrente contínua (DC).
GWM Haval H7 é conhecido na China como Menglong
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A diferença do H7 para o H6 é que, no novato, a tração é 4x4 sob demanda. A depender do modo de condução escolhido, a tração pode ficar só no eixo dianteiro, apenas no traseiro ou compartilhada entre as quatro rodas, com possibilidade de simular um bloqueio de diferencial e travar a entrega de torque às rodas traseiras. Com isso, ele se torna mais afeito ao off-road, até por oferecer 22,1 cm de vão livre do solo e 58 cm de capacidade de imersão.
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GWM Haval H7 tem um acabamento mais rústico que o do H9, com mais elementos em plástico rígido
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Com câmbio DHT de duas marchas mecânicas operando a velocidades de cruzeiro, complementado por relações elétricas nas demais velocidades, o GWM Haval H7 4x4 vai de 0 a 100 km/h em 5,8 s. E dispõe de seis modos de condução: Eco, Normal, Sport, Lama, Areia e AWD. Além disso, os modos de tração são os mesmos do H6: EV, EV prioritário ou HEV. O peso fica em torno de 2.100 kg, cerca de 400 kg abaixo do H9.
GWM Haval H7: volante e central multimídia são os mesmos do H6, mas cluster digital é maior e tem um extensor no topo para informações sobre o câmbio
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Claro que, por ser um SUV monobloco, o Haval H7 jamais terá o mesmo nível de robustez do próprio H9. Sua motorização híbrida e a opção por trazer a versão de cinco lugares e não a de sete também indicam a proposta de ser um produto mais urbano e de imagem, por isso o preço deve ficar abaixo dos R$ 300 mil, servindo como uma ponte entre o próprio H6 e o Haval H9.
GWM Haval H7: central multimídia de 15,6 polegadas tem o mesmo sistema operacional Coffee 3 OS do H6, o que é uma ótima notícia
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Ainda não está confirmado qual será a lista de versões e itens de série do novo GWM Haval H7, mas podemos esperar por um pacote de equipamentos com quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia Coffee OS 3 de 15,6 polegadas, a mesma do novo H6, com comando de voz inteligente e Android Auto e Apple CarPlay sem fio, além de pacote Adas de segurança ativa com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa, entre outros recursos.
GWM Haval H7: bancos dianteiros têm couro com faixas internas microperfuradas, ajustes elétricos e ventilação
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O novo GWM Haval H7 também deve vir equipado com bancos de couro, ventilação nos bancos dianteiros, tomadas USB dianteiras do tipo A e C, tomada USB-C traseira, dupla saída de ar traseira, direção elétrica, partida por botão, chave presencial, freio de estacionamento eletrônico com Auto Hold, rodas de liga leve aro 19, capô com abertura amortecida por molas a gás e gerenciamento manual de SOC (estado de carga da bateria) entre 20% e 80%.
GWM Haval H7: versão 4x4 tem duas opções de bateria, com 19 ou 27,5 kWh
Divulgação/GWM
Além, é claro, de trazer um estepe integral na tampa do porta-malas, diferentemente do H6, que tem kit de reparo emergencial, e do H9, cujo pneus sobressalente fica no assoalho, enquanto a caixa traseira é meramente figurativa. Já o acabamento do novo GWM Haval H7 é mais rústico que o do H9, com diversos elementos em plástico rígido nos painéis e até alguns parafusos aparentes, a fim de conferir um ar mais “raiz” à cabine. 
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De olho na disputa, Autoesporte analisou as fichas técnicas do Sonic e de todos os concorrentes e comparou as principais características mecânicas e tecnológicas de cada um. Levamos em conta desde preço e equipamentos até elementos como desempenho, consumo e dimensões. Confira abaixo os pontos fortes e fracos, ao final, veja qual dos quatro SUVs compactos oferece o melhor pacote.
Preço
Vamos começar, claro, pelo preço. O Sonic chega ao mercado com catálogo formado por duas versões: Premier, por R$ 129.990, e RS, por R$ 135.990. Os valores o colocam na média do segmento, sendo mais barato que alguns concorrentes nas versões de entrada equivalentes e mais caro que outros nas configurações topo de linha.
Chevrolet Sonic Premier usa rodas diamantadas de 17 polegadas
Foto: Divulgação
O Fiat Pulse, por exemplo, começa em R$ 103.990 na versão de entrada Drive, que tem motor 1.3 aspirado de 107 cv e câmbio manual, ficando distante do Sonic. Na prática, a disputa real acontecerá com as versões T200. A variante Audace Hybrid sai por R$ 136.990 na tabela, enquanto a Impetus Hybrid chega aos R$ 151.490. A oferta de descontos também é comum. 
Nos dois casos, o motor é o 1.0 turbo de 130 cv e 20,4 kgfm de torque casado com a caixa CVT que simula 7 marchas. Há ainda o auxílio de um motor elétrico para situações pontuais.
Assim como o Sonic é deriavo do Onix, Pulse teve o Argo como origem
Divulgação/Fiat
No caso da Volkswagen, o rival é o Tera nas configurações com motor 170 TSI de 116 cv e 16,8 kgfm de torque. A Comfort custa R$ 133.190 e a High sai por R$ 146.190.
Ainda no quesito preço, outro importante rival do Sonic é o Renault Kardian. O francês promete brigar com o novato da GM principal a partir da versão Evolution, que começa em R$ 124.690. Logo na sequência, a variante Techno sai por R$ 139.290 e a topo de linha Iconic custa R$ 149.990.
Renault Kardian 2026 entrega mais torque que todos os rivais
Divulgação
Motorização e desempenho
Sob o capô, o Sonic é equipado com um conjunto bastante conhecido dos brasileiros: o motor 1.0 turbo flex de três cilindros de 115 cv de potência, herdado do Tracker. Portanto, diferente do que acontece no Onix, que tem sistema multiponto, o SUV compacto traz sistema de injeção direta.
O torque, como consequência, é de 18,9 kgfm, e não de 16,8 kgfm, como no hatch. Já o câmbio  sempre automático de seis marchas e a marca de 0 a 100 km/h na casa dos 10 segundos.
Chevrolet Sonic x Concorrentes
Apesar de usar a versão adotada pelo Tracker, o Sonic é o mais fraco dos concorrentes em termos de potência. Na Fiat, o Pulse adota o motor 1.0 T200 Hybrid com 130 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, sempre ligado ao câmbio automático do tipo CVT. A aceleração de 0 a 100 km/h fica na casa dos 9,4 segundos.
Chevrolet Sonic tem motor com injeção direta, assim como o Tracker
Divulgação
Na Volkswagen, o  Tera adota a variante 170 TSI do 1.0 turbo, entregando 116 cv, 16,8 kgfm e cumprindo aceleração em 11,7 segundos. O câmbio é automático convencional de seis marchas.
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Por fim, o Kardian tem motor 1.0 TCe com 125 cv de potência e 22,4 kgfm de torque. É o único da lista equipado com câmbio automatizado EDC de seis marchas e dupla embreagem. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos.
Fiat Pulse e Volkswagen Tera também devem concorrer com o Sonic nas versões mais caras
Murilo Góes/Autoesporte
Consumo
Do ponto de vista do consumo, o novo SUV da GM faz 12 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Com etanol, os números caem para 8,4 km/l e 10,4 km/l, respectivamente.
Na Fiat, o Pulse faz 13,4 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada com gasolina, além de 9,3 km/l e 10,2 km/l com etanol.
Chervolet Sonic tem traseira inspirada no Equinox EV
Foto: Divulgação
Para o Volkswagen Tera, o Inmetro revela 12,2 km/l e 14,5 km/l com gasolina, e 8,6 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada com etanol.
Já o Kardian faz 12,2 km/l e 13,8 km/l com gasolina na cidade e estrada, nesta ordem, bem como 8,8 km/l e 9,8 km/l com etanol.
Chevrolet Sonic tem painel com dose extra de refinamento em relação ao Onix
Divulgação/Chevrolet
Dimensões
Em termos de tamanho, o Chevrolet Sonic tem 4,23 metros de comprimento, sendo ligeiramente maior que Pulse, Tera e Kardian. No entanto, o fato de compartilhar os 2,55 metros de entre-eixos com o Onix mostra que o Sonic só é mais espaçoso que o rival da Fiat (2,53 m). 
Em relação a Tera, há um empate técnico, perdendo por 1 cm. Porém, na comparação com o Kardian, são relevantes 5 cm a menos no entre-eixos. Por fim, o Sonic tem 1,77 m de largura e 1,53 m de altura.
Compare as dimensões do Chevrolet Sonic
Já no porta-malas do Sonic oferece 392 litros de capacidade, contra 350 litros do Tera, 320 litros do Pulse e 358 litros do Kardian. 
Chevrolet Sonic tem projeção iluminada no chão ao abrir a porta
Divulgação/Chevrolet
Equipamentos
Na lista de equipamentos de série, o Sonic oferece desde a versão Premier itens como bancos com revestimento em couro, ar-condicionado digital, partida por botão, rodas de liga leve aro 17 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, central multimídia MyLink de 11 polegadas, câmera de ré, quadro de instrumentos digital em 8 polegadas e sistema OnStar.
Cintos de segurança vermelhos são exclusivos do Sonic RS
Foto: Divulgação
O pacote de segurança inclui seis airbags, Isofix, monitoramento de pressão dos pneus, controle de estabilidade, alerta de colisão frontal e frenagem autônoma, assistência de permanência em faixa e sensor de ponto cego.
A versão RS adiciona acendimento automático de faróis altos, revestimento em couro preto, retrovisores elétricos na cor preta, cintos de segurança na cor vermelha, sensores de estacionamento dianteiros, assistente de estacionamento automático (Easy Park) e rodas em preto brilhante.
Chervolet Sonic Premier tem detalhes em cromado exclusivos
Foto: Divulgação
Na comparação com os rivais, o Sonic fica devendo principalmente controle de cruzeiro adaptativo (ACC). O item faz parte do pacote Adas e atua para ajustar automaticamente a velocidade para manter uma distância segura do carro à frente. Na concorrência, é oferecido do Renault Kardian.
Já em relação ao rival da Fiat, o Sonic sai na frente ao contar de série com seis airbags, contra apenas quatro do italiano. Outra vantagem do Chevrolet é a oferta — de série na versão RS — de assistente de estacionamento automático.
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Assim, Autoesporte selecionou cinco sedãs espaçosos vendidos no Mercado Livre por até R$ 80 mil — três do segmento médio e dois compactos com porta-malas que podem passar dos 500 litros. A lista privilegia as versões e anos-modelo mais ofertados no site. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Chevrolet Prisma — a partir de R$ 45.000
O Chevrolet Prisma é econômico no preço e no consumo. 
Divulgação/Chevrolet
Quem busca adquirir um Chevrolet Prisma por menos de R$ 80 mil tem à disposição, principalmente, unidades da segunda geração do sedã compacto, produzida entre 2013 e 2019, com forte presença das versões 1.4 LT e LTZ. Em volume menor, também há os Prismas 2011 da primeira geração — derivada do Celta — que aparecem por preço mais baixo. 
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O Chevrolet Prisma LTZ 2015, por exemplo, oferece com ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia MyLink de 7” com Bluetooth, sensor de estacionamento traseiro, controles no volante, airbags duplos, freios ABS com EBD, faróis de neblina e rodas de liga leve de 15” com acabamento diamantado.
O Prisma LTZ 2015 é movido pelo motor 1.4 aspirado de 106 cv e 13,9 kgfm, associado ao câmbio automático de seis marchas com modo sequencial — uma das primeiras transmissões plenamente automáticas em sedãs compactos no Brasil. Entre os pontos mais elogiados pelos donos, estão o porta-malas de fartos 500 l, o câmbio automático suave, a economia de combustível (até 15,6 km/l na estrada) e o custo baixo de peças e manutenção.
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No Mercado Livre, o Chevrolet Prisma abaixo de R$ 80 mil concentra-se em 2014 e 2015, mas também há unidades 2011, 2012, 2013 e 2016, com presença forte das versões LT e LTZ — a maioria automática. Os preços partem de cerca de R$ 45 mil em unidades de média quilometragem e chegam a R$ 70 mil em exemplares preservados.
2. Honda Civic — a partir de R$ 47.900
A oferta do Honda Civic abaixo de R$ 80 mil é dominada por unidades de oitava geração, produzidas entre 2007 e 2011, com forte presença das versões LXL. Também há opções 2014 e 2015, da nona geração, ampliando o leque de opções. A versão LXL, por exemplo, tem com ar-condicionado digital, direção elétrica progressiva, multimídia com Bluetooth, computador de bordo, retrovisores elétricos, sensor de estacionamento traseiro, airbags duplos, freios ABS com EBD e rodas de liga leve de 16”.
O Honda Civic é conhecido pela robustez do seu conjunto mecânico
Divulgação/Honda
O Honda Civic LXL da oitava geração é movido pelo motor 1.8 flex de 142 cv e 17,5 kgfm, associado a câmbio automático de cinco marchas. O porta-malas tem 449 litros e o consumo médio é de 13,4 km/l na estrada com gasolina. No Mercado Livre, o veículo sai a partir de R$ 47.900. Entre seus pontos mais elogiados pelos donos estão o conforto de rodagem na estrada, o silêncio da cabine, a estabilidade em curvas, o espaço generoso no banco traseiro e a robustez do conjunto mecânico, que aceita bem altas quilometragens com manutenção em dia.
3. Volkswagen Jetta — a partir de R$ 52.000
A oferta do Volkswagen Jetta abaixo de R$ 80 mil é dominada por unidades 2013 da sexta geração, feitas entre 2011 e 2018, com maior presença do Jetta Comfortline. As opções de 2017 em diante são menos comuns, mas trazem o motor 1.4 TSI no lugar do 2.0 das versões Comfortline e Trendline produzidas em anos anteriores, ampliando as escolhas dentro da faixa. 
O Volkswagen Jetta tem dinâmica veicular que agrada aos puristas
Divulgação/Volkswagen
O Volkswagen Jetta Comfortline 2013 traz ar-condicionado digital de duas zonas, direção elétrica, vidros e travas elétricos com função one-touch, multimídia com Bluetooth, computador de bordo, controle de estabilidade, seis airbags e rodas de liga leve de 16”. No Mercado Livre, sai a partir de R$ 52 mil.   
Essa opção é movida pelo propulsor 2.0 flex de 120 cv e 18,4 kgfm de torque, associado ao câmbio automático Tiptronic de seis marchas com conversor de torque — alternativa mais robusta em comparação ao DSG das versões topo. O porta-malas tem 510 litros e, entre o que agrada seus donos, estão o conforto em viagens longas, o acabamento sólido, a cabine silenciosa, o bagageiro amplo e a sensação de robustez na rodagem.
4. Honda City — a partir de R$ 60.000
A oferta do Honda City abaixo de R$ 80 mil é dominada por unidades 2017 da terceira geração (2014-2020), com forte presença das versões LX, EX e EXL. Logo atrás aparecem os 2013 da segunda geração e exemplares 2018 e 2019, ampliando o leque entre as duas gerações disponíveis na faixa. 
O Honda City tem atributos de sedã médio mesmo estando em categoria inferior
Divulgação/Honda
Uma opção popular, o Honda City LX 2017 traz ar-condicionado digital, direção elétrica, multimídia com Bluetooth, controles no volante, computador de bordo, retrovisores elétricos, airbags duplos, freios ABS com EBD, controles de estabilidade e tração e rodas de liga leve de 15”. 
Esse City é movido pelo motor 1.5 aspirado flex, com 116 cv e 15,3 kgfm, junto ao câmbio CVT ou transmissão manual de cinco velocidades. O porta-malas tem 536 litros, e é o maior desta seleção. Entre os pontos mais elogiados pelos donos do Honda City 2017 estão tal porta-malas gigantesco para um compacto, o espaço interno digno de sedã médio, a suavidade do CVT, a confiabilidade da Honda e sua baixa desvalorização no mercado de seminovos.
No Mercado Livre, o Honda City abaixo de R$ 80 mil concentra-se na linha 2017, mas também inclui unidades 2013, 2018 e 2019, com presença das versões LX, EX e EXL — a maioria com câmbio CVT. Os preços partem de cerca de R$ 60 mil em unidades de média quilometragem e chegam ao teto da faixa em exemplares com baixíssima quilometragem.
5. Toyota Corolla — a partir de R$ 72.000
A oferta do Toyota Corolla abaixo de R$ 80 mil é dominada por unidades 2017, da versão reestilizada de 11ª geração, com ampla presença das versões GLi e GLi Upper. Também há boas opções de carros 2011 e 2012, de 10ª geração, ampliando o leque de opções do consumidor. O Toyota Corolla GLi 2017 traz ar-condicionado digital, direção elétrica, multimídia de 6,1” com Bluetooth, computador de bordo, sete airbags, controle de estabilidade e tração, freios ABS com EBD e rodas de liga leve de 16”.
Mesmo unidades com mais de uma década do Toyota Corolla ainda vendem bem
Divulgação/Toyota 
Essa variante é movida pelo motor 1.8 flex aspirado, com 144 cv e 18,6 kgfm, associado ao câmbio CVT com sete velocidades simuladas e modo manual. O porta-malas tem 470 litros. No Mercado Livre, o preço desse Corolla parte de R$ 72 mil. Entre os pontos mais elogiados pelos donos estão a confiabilidade lendária da Toyota, a suavidade do câmbio CVT, a suspensão que privilegia o conforto, o baixo custo de manutenção e a forte revenda — referência absoluta entre os médios.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/SeNzxDmqZy6H2xyykvL_CXZWbds=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/P/K/SSUeB0TN6UnwAaKkS8vA/honda-civic-exr-12-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda Civic é sedã procurado por sua confiabilidade mesmo com o passar do tempo</media:description>   <media:credit>Divulgação/Honda</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 10 May 2026 10:01:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: Volkswagen ID. Polo elétrico tem fórmula de Golf e mais de 200 cv</title>  <atom:subtitle>Polo elétrico herda características marcantes do Golf raiz e estreia na Europa com tração dianteira; veja o teste completo</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-volkswagen-id-polo-eletrico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-volkswagen-id-polo-eletrico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/v127S3Q7hs_ycMTZt-7g5bwbAzo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/x/k/evcgqySzuNq0SG4DFkTw/volkswagen-id.-polo-life-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    O primeiro Polo foi lançado na Europa há meio século. E quem pensaria, naquela época, que no ano de 2026, em sua sétima geração, o compacto da Volkswagen se tornaria elétrico e seria posicionado como um dos maiores lançamentos do ano? 
Baseado no conceito ID.2, o novo ID. Polo tem uma missão clara: mostrar que a marca alemã tem potencial para fazer sucesso na eletrificação, sinalizando aos rivais asiáticos que não cederá território sem lutar. E tudo isso herdando características do Golf. 
Esse potencial, de fato, existe. Afinal, se observarmos o histórico, o Volkswagen Polo sempre manteve seu espaço no mercado. No Brasil, por exemplo, o hatch fechou 2025 como o carro de passeio mais vendido no país, com quase 123 mil emplacamentos. E esse sucesso não é de hoje, já que ele também foi eleito o Carro do Ano 2018. 
O foco principal de vendas do ID. Polo será na Europa, onde brigará com Renault 5 E-Tech, Peugeot e-208 e o futuro Ford Fiesta elétrico, além dos chineses BYD Dolphin e MG4 Urban. O desafio é, claro, enorme. 
Volkswagen ID. Polo é menos comprido que um Polo convencional, mas tem entre-eixos 5 cm maior
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Para fazer sucesso, o posicionamento de preço tem de ser o mais correto (nem demasiado alto a ponto de afugentar potenciais clientes, nem demasiado baixo para não impedir que haja lucro). Fruto da plataforma MEB Entry, voltada a elétricos compactos e de baixo custo, o Volkswagen ID. Polo acaba de chegar com etiqueta partindo de 24.995 euros (pouco menos de R$ 150 mil).
Para gerenciar esse cenário desafiador, os gestores da fabricante recorreram a pontos fortes. Um deles é o design, que recupera muitos traços que historicamente tornaram os Volkswagen reconhecíveis; o outro, uma estratégia de compartilhamento de peças. 
Como outros Volkswagen, o ID. Polo também terá os emblemas da marca luminosos 
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Olá, tração dianteira do Polo!
Sim, você não leu errado. O ID. Polo será o primeiro Volkswagen compacto elétrico de tração dianteira, ainda que a arquitetura MEB tenha sido originalmente projetada para tração traseira. E, ao contrário do que muitos podem pensar, não houve um aproveitamento do ID.3, outro hatch elétrico da marca alemã disponível no exterior. “Tudo é novo e nós usámos um conceito técnico de base do Golf”, esclarece Florian Umbach, chefe de Dinâmica de Condução do projeto.
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Para isso, o recém-desenvolvido motor elétrico APP290 foi montado em posição transversal, sendo o mais compacto possível. Na comparação com o do ID.3, a eletrônica que alimenta o sistema ocupa menos espaço e promete maior eficiência. 
Volkswagen ID. Polo Life tem autonomia de 450 km no ciclo WLTP
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Vale dizer que o inversor — um dispositivo que converte a corrente contínua da bateria em corrente alternada para controlar a eficiência do motor — foi desenvolvido internamente. Este é um bom exemplo da estratégia de usar componentes de maior qualidade em áreas-chave. Se não fosse feito pela própria fabricante, acarretaria custos mais altos. 
Outro exemplo da sofisticação do sistema do ID. Polo é o fato de o motor elétrico estar diretamente instalado na caixa de direção. As vantagens são uma resposta mais precisa e com menos folga, resultando em uma condução mais direta, intuitiva e responsiva. E lembra que falamos da redução de custos? Pois bem, um carro de tração dianteira com motor transversal é mais barato de projetar do que um de tração traseira. Isso já acontecia com o Golf e segue válido na era dos elétricos. Vemos, aqui, uma continuidade de consistência em quesitos de engenharia e versatilidade. 
Volkswagen ID. Polo Life traz lanternas interligadas e carroceria com linhas retas 
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O ID. Polo estará disponível, inicialmente, com quatro níveis de potência: 116 cv, 135 cv, 211 cv e, na versão GTI, com 226 cv. As duas variantes de entrada atingem velocidade máxima de 160 km/h; as de topo alcançam 175 km/h. No entanto, eu esperava que o GTI, pelo menos, fosse um pouco mais potente.
Tivemos a oportunidade de dirigir um protótipo de pré-produção em série da versão Life, de 211 cv e preço de 33.795 euros (pouco menos de R$ 200 mil), pelas colinas ao redor de Barcelona (Espanha). Rapidamente percebemos que os engenheiros não exageraram nas promessas. 
Volkswagen ID. Polo tem novo painel digital de 10,25” e a central multimídia de 13”
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O ID. Polo utiliza um eixo dianteiro McPherson com barras estabilizadoras bem próximas, o que contribui para o design compacto. Na traseira, diferentemente do ID.3, optaram por um eixo de torção em vez de uma arquitetura independente multibraços mais complexa. O conjunto tem boa capacidade de absorver as imperfeições da estrada, com uma calibragem de molas e amortecedores menos firme. 
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Os mancais dianteiros do eixo traseiro são montados em diagonal, ou seja, não são paralelos ao eixo longitudinal ou transversal do veículo, o que contribui para uma distribuição precisa da rigidez e reduz o ruído e as vibrações. O chassi, por fim, é complementado por amortecedores hidráulicos, que também são provenientes do Golf.
A vida ao volante do Volkswagen ID. Polo
O ID. Polo tem uma filosofia de carro do cotidiano, equilibrado, mas suficientemente ágil para lidar com estradas sinuosas. Em curvas mais fechadas, exagerar na velocidade terá como consequência alargar a trajetória (efeito de subesterço), mas isso também é um efeito colateral do uso de pneus ecológicos, que prometem cerca de 20 km a mais de autonomia, mas comprometem a aderência.
Volkswagen ID. Polo Life pesa 1.512 kg
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O hatch compacto também consegue um desempenho admirável na frenagem, até porque todas as versões são equipadas com freios a disco nas quatro rodas (algo que não acontecia até hoje na linha ID). Tal como ocorre com os melhores sistemas de frenagem de carros elétricos, todos os componentes são integrados em um único módulo compacto, o que resulta numa resposta mais imediata.
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O ID. Polo também inova no som exterior, que será usado pela primeira vez em um modelo da família. É ativado a até 25 km/h em todas as posições da alavanca de câmbio e modos de condução. A sonoridade é adaptada em tempo real, dependendo de variáveis ​​relevantes para a condução, como velocidade, posição do pedal do acelerador e torque do motor. No modo Sport, um som esportivo mais audível é gerado a até 50 km/h.
Volkswagen ID. Polo Life vem de série com teto solar e tem opção de acabamento claro na cabine 
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A bateria de células integradas economiza componentes, dinheiro e peso (o ID. Polo pesa 1.512 kg na versão mais leve). Há dois tipos disponíveis: o primeiro, com química LFP (fosfato de ferro-lítio), tem 37 kWh e potência máxima de carregamento em corrente contínua (DC) de 90 kW, prometendo uma autonomia de 329 km no ciclo europeu WLTP e 27 minutos para recuperar a carga entre 10% e 80%. 
O segundo tipo, de NMC (níquel-manganês-cobalto), tem 52 kWh e potência máxima de recarga de 130 kW (DC), com autonomia de até 454 km. O tempo de recarga de 10% a 80% dessa bateria cai para 23 minutos.
Volkswagen ID. Polo Life 
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Volkswagen ID. Polo: menor por fora, maior por dentro
A opção pelo conceito de tração dianteira tem outra consequência positiva: o tamanho menor, já que o ID. Polo mede 4,05 metros de comprimento, mesmo com ótimos 2,60 m de entre-eixos. Para comparação, ele é 2 centímetros menor que um Polo a combustão, mas é 6 cm mais largo, 8 cm mais alto e tem entre-eixos 5 cm mais longo. Ou seja, oferece mais espaço sem abdicar do porte compacto. 
Além disso, como tem motor dianteiro, o ID. Polo oferece excelentes 435 litros de capacidade no porta-malas (sem estepe), 84 l a mais do que o do Polo a combustão europeu. Supera até os 381 l do Golf, um hatch médio. Sobre o interior, preciso elogiar a interessante combinação de comandos digitais e físicos, como a fila de botões para o ar-condicionado abaixo da central multimídia. O volante multifuncional foi completamente redesenhado. 
Volkswagen ID. Polo traz uma boa lista de equipamentos 
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O sistema ID. Light também evoluiu consideravelmente: a faixa de luz interativa, posicionada na parte inferior do para-brisa, agora se estende não apenas por todo o painel como também pelas portas dianteiras. As maçanetas das portas, com design ergonômico e boa pegada, foram adaptadas do novo T-Roc — já testado por Autoesporte.
Outros sinais de que o ID. Polo recebe recursos normalmente disponíveis em carros mais caros são a função de massagem, o novo painel digital de 10,25” e a central multimídia de 13”. O grafismo retrô, presente em algumas versões, reforça essa ligação do novo elétrico com o passado. Informação e emoção se fundem nas “visões” oferecidas pelo Digital Cockpit quando a aparência dos instrumentos de um Golf I é ativada pelo botão View no volante, dando um toque de nostalgia. 
Compartimento sob o assoalho do porta-malas do Volkswagen ID. Polo acomoda até objetos mais altos
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Com a forte ofensiva de preços, o Volkswagen ID. Polo tem tudo para ocupar um lugar de destaque entre os carros elétricos no mercado europeu. A missão, como já dissemos, não será fácil, já que os concorrentes chineses estão cada vez mais determinados a trabalhar o custo/benefício. No entanto, o hatch alemão faz uma boa conexão entre o passado, carregando características importantes do Golf e valorizando um nome que tem 50 décadas de tradição, e o futuro da eletrificação. É uma pena que, ao menos por enquanto, não haja previsão de que venha para o Brasil… 
Pontos positivos: Desempenho, dinâmica da suspensão, espaço interno, equipamentos e tempo de recarga;
Pontos negativos: Falta de aderência dos pneus ecológicos na estrada; versão GTI poderia ser mais potente.
Volkswagen ID. Polo Life
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Nos anos 1980, a Karmann Ghia, famosa por produzir esportivos, resolveu inovar e aproveitar o chassi da van para construir alguns interessantes motorhomes, dentre eles, o Karmann Ghia Mobil Safari. Autoesporte encontrou uma Volkswagen Kombi Karmann Ghia Mobil Safari 1988/1988 em perfeito estado de conservação por meio da loja Andrade Multimarcas. 
Kombi Ghia Mobil Interior
Foto: Andrade Multimarca
Pelas fotos, é possível ver que grande parte da casa móvel da Volkswagen Karmann Ghia foi mantida tal como veio da fábrica. Segundo o anunciante Junior Andrade, tudo permanece original, exceto a TV de tela plana de 32 polegadas, o tampo da mesa da sala em granito e a pintura externa, que, apesar de original, já teve alguns retoques. Nada que desabone o curioso e raro veículo.
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Na cabine, percebe-se que o revestimento dos bancos dianteiros foi cuidadosamente substituído e revestido com materiais que combinaram muito bem com a decoração dos móveis. O sistema de som também foi trocado por um CD player, para uma melhor acústica das trilhas sonoras favoritas dos campistas. 
Kombi Ghia Mobil banco
Foto: Andrade Multimarcas
Já a cozinha é completa e traz fogão de três bocas com forno, pia e refrigerador de 100 litros, cama de casal, banheiro com lavatório e chuveirinho e sanitário químico. Tudo muito bem preservado, com alguns leves desgastes do tempo. Afinal de contas, foi um camping que proporcionou muitos quilômetros percorridos de aventuras pelo Brasil. 
Kombi Ghia Mobil cozinha
Foto: Andrade Multimarcas
Por sua vez, o incansável motor boxer é o mesmo das demais versões da Kombi, o qual manteve originalmente seus 54 cavalos de potência como prova da resistência e durabilidade com que trabalhou duramente. 
Junto ao câmbio manual de quatro marchas, está longe de ser ágil; afinal, são quase 2 toneladas de peso extras montadas sobre o chassi reforçado. Mas o que importa, pois a graça das viagens está justamente durante o trajeto e nas paisagens pelo caminho e, por isso, deve ser apreciada sem pressa.  
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Aos interessados com espírito aventureiro, esta Volkswagen Kombi Karmann Ghia Mobil Safari 1988/1988 está sendo anunciada por R$ 200 mil, o mesmo valor médio de um apartamento de 45 m² com dois quartos em bairros populares de São Paulo. Só que a diferença está na ausência do IPTU e do IPVA do clássico motorhome. Vai encarar?
Onde tudo começou
Kombi Ghia Mobil Frente
Foto: Andrade Multimarcas
Famosa por fabricar os cupês esportivos Karmann-Ghia com mecânica boxer a ar da Volkswagen, a empresa deu vida a diversos projetos elaborados exclusivamente no Brasil. Só para citar alguns, havia o VW SP2, o Ford Escort XR3 conversível, o Willys Itamaraty Executivo, a picape Dodge D100, entre outros veículos. 
Em 1972, a Karmann-Ghia do Brasil estreou em novo segmento de atuação, no qual seria pioneira e com o qual se notabilizaria nas duas décadas seguintes: a indústria de trailers e motor-homes. Mas, sem dúvida, dentre as diversas criações da Karmann Ghia, o Mobil deixou saudades, principalmente entre os campistas e esportistas. 
Kombi Ghia Mobil traseira
Foto: Andrade Multimarcas
Desde 1972, a KG havia acumulado experiência com o pioneirismo na arte de construir trailers e motorhomes, a exemplo do Karmann Mobil Carolina, construído a partir do micro onibus Caio Carolina, até chegar nos Mobil Touring e Mobil Safari, que rapidamente se tornaram referência na história do campismo brasileiro.  
Os dois últimos modelos eram montados no chassi reforçado da Volkswagen Kombi por meio de um cômodo feito com misturas de materiais leves e termoacústicos que também tinha a função de reter o calor ou frio. 
Kombi Ghia Mobil dormitório
Foto: Andrade Multimarcas
Feito tudo sob medida, o atraente motorhome compacto abrigava uma cama, sofá, mesa, cozinha com pia, fogão e até banheiro com ducha. Para fornecer água aos cômodos, no mesmo cofre do propulsor, foi adicionada uma bomba de água potável, tudo muito compacto e eficaz para suprir as necessidades dos viajantes. 
A primeira aparição ocorreu durante o Salão do Automóvel de 1976. Era a versão Mobil Touring, vendida com todas as características acima citadas. Em 1979, chegou a Mobil Safari, que se diferenciava pela capacidade adicional para duas pessoas na cama dupla superior, acima da cabine. 
Kombi Ghia Mobil cama superior
Foto: Andrade Multimarcas
Apesar de a suspensão ter recebido um reforço para suportar o peso líquido de 1.820 kg extra do trailer (podendo chegar a 2.155 kg carregada), na motorização nada mudava. O renomado e velho confiável motor 1.6 boxer, refrigerado a ar e alimentado por dois carburadores, continuava oferecendo a potência de apenas 54 cv a 4.200 rpm junto ao câmbio de quatro marchas. 
De acordo com informações de entusiastas e do site Sampa Kombi Club, foram pouco mais de 550 unidades da Kombi Mobil dos modelos Touring e Safari até o começo da década de 1990.
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É claro que, quando falamos em "barato", é um adjetivo relativo para uma Ferrari. A Amalfi será vendida no Brasil por um preço básico de R$ 3,7 milhões, que pode chegar a R$ 4,3 milhões a depender do pacote de opcionais escolhido pelo cliente. Isso se o proprietário não quiser itens ainda mais especiais de personalização. Mais adiante listaremos os itens extras que podem ser incluídos.
Com visual inspirado da 12Cilindri, a nova Ferrari Amalfi já está disponível para reserva no Brasil, mas o prazo de entrega de cada unidade depende de como cada comprador deseja personalizar o seu exemplar. De qualquer forma, as primeiras unidades do esportivo não ficarão prontas antes do segundo semestre de 2026.
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Assim como a Roma, a Ferrari Amalfi faz homenagem ao nome de uma famosa cidade italiana, localizada na costa do Mar Mediterrâneo. A novata traz uma evolução da fórmula utilizada pela antecessora modelo anterior, preservando diversas características e deixando de lado qualquer tipo de  eletrificação.
Ferrari Amalfi Coupé é a sucessora da Roma e homenageia cidade na costa do Mediterrâneo
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A receita consiste no motor 3.9 V8 biturbo dianteiro, apenas a gasolina, que agora desenvolve 640 cv de potência a 7.500 rpm e 77,5 kgfm de torque a 5.750 rpm. Em relação à Roma, há um incremento de 20 cv, por mais que não sejam suficientes para atingir os 665 cv disponíveis no Aston Martin Vanquish, seu principal rival. 
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Ferrari Amalfi Coupé evolui desenho da Roma com inspiração na 12Cilindri
Divulgação/Ferrari
Já o câmbio automatizado de dupla embreagem tem oito marchas e uma caixa derivada daquela desenvolvida pela Ferrari para a Fórmula 1 - embora, na competição automobilística, a caixa seja do tipo SSG, com embreagens multidisco. Em relação à Roma, a fabricante promoveu ajustes na programação eletrônica das relações.
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Com uso do controle de largada, que consiste em afundar o acelerador ao máximo e depois soltar o freio para uma arrancada controlada eletronicamente, evitando derrapagens, a Ferrari Amalfi vai de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos. Quem tiver coragem para manter o pé embaixo chegará a 200 km/h em impressionantes 9 s. Sua velocidade máxima é de 320 km/h.
Ferrari Amalfi Coupé tem 20 cv a mais no motor V8 em relação à Roma
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Segundo a Ferrari, o incremento de potência foi possível graças à adoção de um novo virabrequim, mais leve, e de uma preparação especial em todo o sistema de escape. Os turbocompressores agora giram em velocidades maiores. Na parte eletrônica, programou novos modos de condução para deixar o esportivo ainda mais versátil (e nervoso).
Ferrari Amalfi Coupé é um esportivo do tipo 2+2
Divulgação/Ferrari
Os modos Comfort e Pista Molhada estão menos permissivos do que na predecessora, de acordo com a marca. A Ferrari considerou a atualização de bom tom, tratando-se do primeiro degrau para os outros esportivos da marca. Já as configurações Sport e Corrida exigem mais “braço” para domar a macchina e agradar motoristas experientes.
Ferrari Amalfi Coupé tem três telas no interior
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Como não poderia faltar, o Side Slip Control permite que a Amalfi saia de traseira em curvas mais ousadas de um jeito mais controlado. É possível desativar este sistema para garantir uma dirigibilidade mais visceral — consequentemente, mais perigosa. O sistema de freios agora é “by-wire”, substituindo a conexão hidráulica tradicional por atuadores eletrônicos. Nem em tudo nesta nova Ferrari é “raiz”.
No porta-malas da Ferrari Amalfi Coupé vão 273 litros
Divulgação/Ferrari
Abordando o design, a Amalfi tem predicados aerodinâmicos. O aerofólio oferece três posições e pode gerar até 110 kg de downforce, melhorando a estabilidade do esportivo. A carroceria pesa 1.470 kg graças ao uso de materiais leves.
Por dentro, botões analógicos surgem no volante e no painel, feito com muita fibra de carbono. Há uma central multimídia bem próxima do console central e uma tela extra para o ocupante dianteiro acompanhar o conta-giros.
Oficialmente, Ferrari Amalfi acomoda 4 pessoas, mas espaço é quase impossível de ser usado por um adulto
Divulgação/Ferrari
Embora homologada para quatro ocupantes, a Ferrari Amalfi oferece um espaço quase impossível para adultos na segunda fileira, que surge quase como um detalhe meramente ilustrativo. Como o cupê tem apenas duas portas, o acesso se dá pelo rebatimento dos bancos dianteiros, que ocorre por ativação elétrica após acionar a alavanca ao lado dos encostos de cabeça.
Controle do câmbio da Ferrari Amalfi é feito por botões no console
Divulgação/Ferrari
Em dimensões, a Ferrari Amalfi mede 4,66 metros de comprimento, 1,97 m de largura, 2,67 m de e apenas 1,30 m de altura. O porta-malas também é acanhado, de apenas 273 litros, apesar de o motor ser dianteiro.
Tela do passageiro da Ferrari Amalfi exibe informações de rotação do motor e velocidade
Divulgação/Ferrari
Lembra que te falamos dos opcionais? O comprador pode escolher ou não incluir itens como radar para controle de cruzeiro adaptativo (ACC), bancos e painéis internos revestidos de Alcantara, pinças de freio de alumínio, escapamento de titânio, bancos dianteiros ventilados, display extra para o banco do passageiro dianteiro, portas com fechamento por sucção, faróis de LED Matrix, pneus esportivos da Pirelli e elementos em fibra de carbono nos para-choques, difusor traseiro, soleiras das portas, capas dos retrovisores e molduras das telas digitais no painel.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/OqKO48qyDtCTM617rv_3OyVYm9k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/C/4/ZexATTSBGWT4R6QC3XZQ/ferrari-amalfi-coupe-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ferrari Amalfi Coupé</media:description>   <media:credit>Divulgação/Ferrari</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 09 May 2026 11:01:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fiat Strada e Fiat Pulse: veja 4 boas versões usadas do SUV e da picape </title>  <atom:subtitle>Picape e SUV compactos aparecem com bom custo-benefício em anúncios recentes no mercado de usados; confira boas versões a partir de R$ 85 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/fiat-strada-fiat-pulse-4-boas-versoes-usadas-suv-picape.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/fiat-strada-fiat-pulse-4-boas-versoes-usadas-suv-picape.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8UmENzRhdrR-6Q8SyobPTOYTir4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/1/Zw54sLRmO8FuEJWSQySg/fiat-pulse-drive-1.3-dianteira-estatica.jpg" /><br /> ]]>    Quem busca um carro seminovo, com até três anos de uso, encontra boas oportunidades no Mercado Livre, especialmente entre modelos de grande volume no Brasil. É o caso do Fiat Strada e do Fiat Pulse, que combinam ampla oferta e diferentes propostas de uso, da picape voltada ao trabalho ao SUV urbano. Por isso, Autoesporte separa quatro opções. 
Os preços citados no texto, a partir de R$ 85 mil, foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de maio de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Fiat Pulse Drive — a partir de R$ 84.900
O Fiat Pulse Drive é a porta de entrada para o SUV compacto da marca italiana e se destaca pelo equilíbrio entre preço e conteúdo. Equipado com motor 1.3 flex aspirado, entrega até 107 cv e 13,7 kgfm, podendo ser combinado a câmbio manual ou automático CVT que simula sete marchas. Este último é o mais indicado, já que aparece com pequena diferença de preço nos seminovos. O consumo pelo Inmetro gira em torno de 12,5 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina. Mede cerca de 4,10 metros de comprimento, tem 2,53 m de entre-eixos e porta-malas de 370 litros.
O Fiat Pulse Drive mede cerca de 4,10 metros de comprimento
Divulgação/Fiat 
Nos anúncios do Mercado Livre, unidades aparecem a partir de R$ 84 mil, geralmente entre 2022 e 2023. O pacote inclui quatro airbags, central multimídia com tela de 8,4", Android Auto e Apple CarPlay sem fio, ar-condicionado, direção elétrica e controle de estabilidade. Pelo conjunto, é uma opção interessante,especialmente frente a rivais como VW Nivus e Chevrolet Tracker nas versões básicas.
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2. Fiat Strada Freedom — a partir de R$ 92.900
A Fiat Strada Freedom tem capacidade de carga próxima de 720 kg
Divulgação/Fiat 
A Fiat Strada Freedom é uma das versões mais versáteis da picape compacta líder de vendas. Traz motor 1.3 flex de até 107 cv e 13,7 kgfm, sempre com câmbio manual de cinco marchas. O consumo fica próximo de 12,4 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada com gasolina, segundo o Inmetro. Na configuração de cabine simples, mede cerca de 4,47 metros de comprimento e oferece caçamba com volume de até 1.354 litros e capacidade de carga próxima de 720 kg. Também há unidades com cabine dupla, que priorizam conforto, mas com menor capacidade volumétrica.
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Nos classificados, aparecem anúncios a partir de R$ 92 mil para modelos entre 2022 e 2023. Entre os destaques estão direção elétrica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e dois airbags. É uma boa escolha para quem precisa de robustez no trabalho diário, competindo diretamente com a VW Saveiro, mas levando vantagem em espaço e modernidade.
3. Fiat Strada Ultra — a partir de R$ 116.900
Topo de linha da picape, a Fiat Strada Ultra é oferecida apenas com cabine dupla, combinando proposta utilitária com apelo mais sofisticado. Usa o mesmo motor 1.3 flex de até 107 cv e 13,7 kgfm, associado ao câmbio automático CVT. O consumo declarado pelo Inmetro gira em torno de 11,8 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada com gasolina. Mede aproximadamente 4,48 metros de comprimento, tem entre-eixos de 2,74 m e caçamba com cerca de 844 litros de volume, além de capacidade de carga na faixa de 650 kg.
A Fiat Strada Ultra tem consumo de cerca de 11,8 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada com gasolina
Divulgação/Fiat 
Anúncios partem de R$ 116 mil no Mercado Livre, geralmente para unidades 2023. O pacote é amplo, com quatro airbags, central multimídia de 7", câmera de ré, ar-condicionado digital, capota marítima, rodas de liga leve escurecidas e acabamento exclusivo. No uso misto, as qualidades do projeto se destacam, com praticidade e versatilidade em diferentes ambientes.
4. Fiat Pulse Abarth — a partir de R$ 118.900
Voltado ao desempenho, o Fiat Pulse Abarth é a versão mais esportiva do SUV compacto. Sob o capô, traz o motor 1.3 turbo flex, que entrega até 185 cv e 27,5 kgfm, sempre com câmbio automático de seis marchas. Quando abastecido com etanol, acelera de  0 a 100 km/h em 7,5 s. O consumo pelo Inmetro fica na casa de 10,2 km/l na cidade e 12,4 km/l na estrada com gasolina. O modelo mede 4,10 metros de comprimento, tem 2,53 m de entre-eixos e porta-malas de 370 litros.
O Fiat Pulse Abarth acelera de  0 a 100 km/h em 7,5 segundos
Divulgação/Fiat
No Mercado Livre, unidades aparecem a partir de R$ 118 mil, geralmente ano 2023. O diferencial está no pacote, com quatro airbags, central multimídia com conectividade sem fio, painel digital, modos de condução com destaque para o esportivo Poison, rodas exclusivas de 17 polegadas ou 18 nas unidades de 2025 em diante, acabamento com detalhes vermelhos e ajustes específicos de suspensão e direção. Pode ser uma boa opção para quem busca desempenho e praticidade em um SUV compacto e com preço abaixo do zero-quilômetro.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a maio de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8UmENzRhdrR-6Q8SyobPTOYTir4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/1/Zw54sLRmO8FuEJWSQySg/fiat-pulse-drive-1.3-dianteira-estatica.jpg" medium="image"/>   <media:description>O Fiat Pulse Drive </media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 09 May 2026 10:00:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Yuan Pro: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem</title>  <atom:subtitle>SUV elétrico da BYD é um dos mais baratos do segmento, mas tem suas penalidades; confira os prós e contras do Yuan Pro</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/noticia/2026/05/byd-yuan-pro-teste-razoes-comprar-motivos-pensar-bem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/noticia/2026/05/byd-yuan-pro-teste-razoes-comprar-motivos-pensar-bem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/yUgAWFODZJ7bVjXUhX1bCju5AeE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/c/jjhG7PSxmQqivdZNar0A/byd-yuan-pro.jpg" /><br /> ]]>    O BYD Yuan Pro já foi o SUV elétrico mais barato do Brasil. Hoje, perdeu o posto para o Chevrolet Spark EUV, que custa R$ 154.990. Ainda assim, à venda em versão única por R$ 182.990, o compato da fabricante chinesa continua bem posicionado no mercado. Mas será que vale o investimento? Autoesporte testou o carro e agora conta as razões para comprar e os motivos para pensar bem antes de entrar na concessionária.
Importante lembrar que a versão híbrida plug-in do Yuan Pro já está confirmada para o Brasil e chega às lojas ainda em 2026. Autoesporte já testou o SUV com exclusividade na China e conta todos os detalhes no vídeo abaixo.
5 razões para comprar o BYD Yuan Pro:
1) Acabamento
O acabamento do Yuan Pro é até simples na comparação outros carros da BYD. Ainda assim, a qualidade é melhor do que o encontrado em rivais a combustão. Há bastante plástico rígido nas portas, mas o erro é corrigido com materiais macios ao toque no painel.
BYD Yuan Pro tem manopla de câmbio que imita formato de diamantes
Vitória Drehmer/Autoesporte
Junto disso, as peças são bem encaixadas e os bancos são revestidos de um tecido que imita couro e tem até texturas. As cores também tem boa harmonia e trazem um ar mais moderno para o SUV.
2) Itens de conforto
BYD Yuan Pro tem câmera 360º de ótima qualidade
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Junto disso, o BYD Yuan Pro entrega uma lista recheada de itens de conforto. Para começo de conversa, tem estepe, que não é algo comum nos modelos mais novos. Há também câmera 360º com resolução impecável, carregador por indução, bancos com ajustes elétricos (motorista e passageiro), freio de estacionamento eletrônico e telas grandes. A central giratória é de 12,6 polegadas. Já o painel de instrumentos tem 8,8".
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3) Ajuste da suspensão
BYD Yuan Pro é um dos carros mais confortáveis da marca
Vitória Drehmer/Autoesporte
Os ajustes da suspensão são outro ponto positivo do SUV. Ainda que a arquitetura composta por McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira seja padrão no segmento, o Yuan Pro consegue filtrar bem as irregularidades do solo sem transmitir muitos balanços na cabine. Aliás, é um dos mais acertados dentre os modelos da BYD que já dirigi. É também um dos melhores carros chineses nesse quesito.
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4) Espaço interno
Em dimensões, o BYD Yuan Pro tem 4,31 metros de comprimento, 1,83 m de largura, 1,68 m de altura e 2,62 m de distância entre-eixos. Ainda que não pareça surpreendente, as medidas proporcionam um ótimo espaço interno. 
BYD Yuan Pro tem 2,62 m de distância entre-eixos
Vitória Drehmer/Autoesporte
Três adultos conseguem se acomodar com conforto na segunda fileira. Há acomodação suficiente para as pernas e pés por conta do assoalho plano. Além disso, pessoas mais altas, com cerca de 1,80 m, também viajam com tranquilidade.
5) Desempenho
BYD Yuan Pro é o segundo SUV compacto mais rápido do Brasil
Vitória Drehmer/Autoesporte
O BYD Yuan Pro é equipado com motor elétrico dianteiro de 177 cv de potência e 29,5 kgfm de torque. Ou seja, estamos falando do segundo SUV compacto mais potente do Brasil. O elétrico só fica atrás dos 185 cv de Fiat Fastback e Pulse Abarth.
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Isso explica a aceleração de 0 a 100 km/h feita em 7,9 segundos, segundo a própria BYD. Portanto, é também um dos mais rápidos da categoria. Afinal, a dupla esportiva da Fiat faz o mesmo trajeto em 7,6 s.
5 motivos para pensar bem antes de comprar o BYD Yuan Pro:
1) Falta saída de ar na segunda fileira
BYD Yuan Pro não tem saída de ar-condicionado para os passageiros da segunda fila
Vitória Drehmer/Autoesporte
Ainda que a lista de itens de série seja recheada, qualquer um sente falta de uma saída de ar-condicionado para a segunda fileira. É uma penalidade. Afinal, o equipamento é quase mandatório no segmento e deveria estar presente em um modelo que custa mais de R$ 180 mil. Prova disso é que a versão híbrida já será lançada com esse recurso.
2) Mapas ficam travando com Apple CarPlay
BYD Yuan Pro tem sistema que trava com utilização de Waze no Apple CarPlay
Vitória Drehmer/Autoesporte
Outra coisa que incomoda no BYD Yuan Pro — e em vários outros carros da fabricante chinesa — é que os mapas de Waze ou Google Maps travam bastante com Apple CarPlay ou Android Auto conectados. Na prática, o motorista já está 1 km distante e a tela ainda mostra a localização antiga. Isso prejudica bastante na hora de se locomover em um local novo.
3) Falta pacote Adas
BYD Yuan Pro não tem sistema Adas
Vitória Drehmer/Autoesporte
Quando o assunto é equipamentos de segurança, o BYD Yuan Pro tem sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, assistente de partida em rampas e monitoramento da pressão dos pneus, além de seis airbags e dos obrigatórios controles de tração e estabilidade. 
Portanto, recursos de segurança ativa ou de auxílio à condução semiautônoma fazem falta pelo preço. Não há frenagem automática de emergência, controle de cruzeiro adaptativo ou assistente de permanência em faixa. A maioria dos rivais já traz esses itens.
4) Porta-malas
BYD Yuan Pro tem porta-malas menor que Renault Kwid
Vitória Drehmer/Autoesporte
O porta-malas do Yuan Pro é mais um ponto que deixa a desejar. Afinal, são apenas 265 litros de capacidade. Claro que o estepe ocupa certo espaço, mas, a título de comparação, o Fiat Fastback, que tem o maior compartimento entre os SUVs compactos, garante ótimos 516 litros. É quase o dobro do elétrico da BYD, que, aliás, leva até menos bagagem do que alguns hatches compactos. O Renault Kwid, por exemplo, tem volume de 290 litros.
5) Autonomia
BYD Yuan Pro tem carregamento rápido DC de até 65 kW
Vitória Drehmer/Autoesporte
O BYD Yuan Pro é equipado com bateria do tipo Blade, de 45,1 kWh, que garante 250 km de autonomia, segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Ou seja, roda menos até que o Dolphin Mini, que consegue 280 km com apenas uma carga. Além disso, rivais diretos como o Geely EX5 oferecem quase o dobro: 413 km.
BYD Yuan Pro - Ficha técnica
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O novo Corolla Cross de sete lugares terá posicionamento estratégico dentro da gama e será lançado em 2028, tendo a Índia como primeiro mercado. Por lá, o jornal japonês Nikkei revela que a Toyota investirá cerca de 300 bilhões de ienes (quase R$ 10 bilhões) para construir novas fábricas e lançar novos veículos, incluindo o referido SUV. Mesmo na linhagem atual de cinco lugares, vale lembrar, o Corolla Cross nunca foi vendido no país asiático.
Toyota Corolla Cross de nova geração será maior e com design mais arrojado
Kleber Silva/KDesignAG
Maior e com capacidade total para sete ocupantes, o novo Corolla Cross promete enfrentar diretamente o Jeep Commander, que no mercado indiano recebe o nome de Meridian. Além disso, competirá em outros países, como o Brasil, com rivais chineses em ascensão, como o Chery Tiggo 8.
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Como será o novo Toyota Corolla Cross
Na comparação com o modelo atual, o novo Corolla Cross terá um importante ganho de porte. Segundo a publicação japonesa Best Car, o SUV médio crescerá consideravelmente na comparação com o modelo atual e saltará dos atuais 4,46 metros de comprimento para cerca de 4,64 metros (ganho de 18 cm). Como consequência, a distância entre eixos também será ampliada, saindo de 2,64 m para 2,74 m (avanço de 10 cm).
Toyota Corolla Cross ganhará nova geração em 2028 maior e mais tecnológica
Divulgação
Do ponto de vista tecnológico, o novo RAV4, recém-laçando no Brasil, será usado como principal referência, compartilhando com o primo diversos recursos de conectividade. É o caso da arquitetura de software Arene, desenvolvida pela divisão Woven. A matriz é responsável pelo funcionamento de toda a eletrônica do carro, incluindo uma nova geração de sistemas de segurança chamada Toyota Safety Sense 4.0.
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A adoção do Arene também abrirá caminho para um sistema de entretenimento mais avançado e hospedado em uma tela maior, provavelmente de 12,9 polegadas (contra a atual de 10 polegadas).
Novo Toyota Corolla Cross terá central multimídia maior, como no primo RAV4
Divulgação/Toyota
Do ponto de vista do design, o RAV4 também será a principal inspiração. A própria Toyota já afirmou que o novo Corolla Cross será mais atraente e agressivo que o atual, visando agradar principalmente ao público da Europa. Há, inclusive, chances de o modelo adotar desenho específico para cada região. Apesar do segredo, projeções elaboradas por Kleber Silva, do @kdesignag, dão ideia geral de como será o novo SUV.
Novo Toyota RAV4 promete inspirar o design do futuro Corolla Cross
Divulgação/Toyota
O lançamento no mercado internacional está programado para 2028 e a chegada ao Brasil é certa. Autoesporte, inclusive, apurou que a fabricante já iniciou o desenvolvimento do modelo por aqui. Na mecânica, a principal novidade da versão nacional será a adoção de um conjunto híbrido plug-in (PHEV) semelhante ao adotado pelo Prius no exterior. Ou seja, o motor a 2.0 Dynamic Force, em ciclo Atkinson, com 152 cv e 19,4 kgfm, aliado a um elétrico de 163 cv. A potência combinada é de 223 cv. A diferença é que aqui o powertrain será flex.
A Toyota planeja aplicar cerca de R$ 11 bilhões no Brasil até 2030 e a produção local do novo Corolla Cross é parte importante desse investimento.
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O número de encomendas foi de exatos 3.196 unidades, comercializadas durante o evento Open Doors da Volkswagen, realizado em todas as concessionárias da marca no Brasil. O modelo, vale dizer, passou por mudanças significativas de design, equipamentos e motor nesta nova geração, além de passar a ser oferecido apenas em sua versão cinco lugares, e não mais sete como antes. 
Importante lembrar que essa marca já foi conquistada por outro modelo da Volkswagen: o Tera. Neste caso, no entanto, estamos falando de um SUV compacto com maior liquidez de vendas e que agora parte de R$ 107.190. Durante seu lançamento, em junho de 2025, o modelo chegou a vender 12 mil unidades em 50 minutos, gerando uma receita de R$ 1,5 bilhão. Portanto, segue sendo o maior volume de vendas registrado pela fabricante para um lançamento em um único dia. 
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Volkswagen Tiguan mais potente 
Mas, voltando ao SUV médio. A terceira geração do Tiguan é a mais potente já vendida em solo nacional. Isso acontece graças ao novo conjunto mecânico formado pelo motor 2.0 turbo 350 TSI a gasolina de 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automático de oito marchas. A tração, por sua vez, é integral. 
Volkswagen Tiguan é equipado com a nova geração do motor EA888, que rende 272 cv no SUV 
Divulgação
O SUV médio já foi testado por Autoesporte e, com o motor 2.0 turbo, registrou o 0 a 100 km/h em 7,3 segundos, mesmo pesando quase duas toneladas (1.820 kg). Já em termos de consumo, com gasolina, o modelo fez médias de 16,7 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada. 
Além de ser o mais potente desde o lançamento, há 15 anos, o SUV também marca a estreia do motor EA888 de quinta geração no Brasil. Nenhum outro modelo da Volkswagen que é vendido atualmente por aqui tem essa configuração (Golf e Jetta trazem versões anteriores). Vale lembrar que esse motor é compartilhado com outros modelos e marcas do grupo Volkswagen, caso do Audi A5.
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O motor mais potente, inclusive, é a principal arma do Volkswagen Tiguan no Brasil, já que o modelo disputa vendas em um segmento onde muitos rivais são eletrificados. Esse é o caso, por exemplo, de BYD Song Plus PHEV, GWM Haval H6 PHEV e Caoa Chery Tiggo 8. 
Volkswagen Tiguan é vendido em versão única no Brasil, a R-Line 
Divulgação
Como é o Volkswagen Tiguan? 
O Volkswagen Tiguan traz visual totalmente renovado e mais alinhado à nova identidade global da marca. Na dianteira, destaque para os novos faróis afilados com tecnologia Matrix, que usa 750 pontos de luz para iluminar o caminho e não ofuscar motoristas na direção contrária — recurso, aliás, de carros de luxo.  
Os logotipos da marca na frente e na tampa do porta-malas são luminosos, marcando o primeiro Volkswagen a oferecer tal tecnologia em nosso mercado. Ainda na dianteira, a grade frontal e o capô foram atualizados. Já o para-choque foi redesenhado e tem um recorte com filetes horizontais nas duas pontas, que se integram a grade e ajudam a dar um ar mais ousado à dianteira do SUV.
Novo Volkswagen Tiguan é equipado com bancos em couro e multimídia de 15 polegadas 
Divulgação
Na traseira, destaque para as lanternas, que se conectam através de um filete de LED. A tampa do porta-malas, que tem no seu novo desenho a conexão das lanternas, também traz novos vincos. O novo para-choque tem aplique de uma peça preta com desenho de colméia. As rodas com novo desenho são de 19 polegadas.
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Em termos de porte, as mudanças do novo Tiguan fizeram dele 3 centímetros mais curto que a geração anterior, porém mantém praticamente inalteradas as demais medidas. São 4,70 metros de comprimento (- 3 cm),  1,87 m de largura (+ 3 cm), 1,69 m de altura (+ 3 cm) e os mesmos 2,70 m de entre-eixos, entregando um bom espaço na segunda fileira. Já o porta-malas, antes com mais de 600 litros, foi reduzido drasticamente, e agora acomoda 423 litros. 
Porta-malas do novo Volkswagen Tiguan reduziu consideravelmente de tamanho
Divulgação
Na cabine, há uma nova central multimídia flutuante de 15 polegadas e espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. O volante multifuncional também é novo, assim como o console central alto que abriu espaço para dois grandes porta-copos. O acabamento combina ótimos materiais, de diferentes texturas e sem muita presença do plástico duro. Além disso, o revestimento dos bancos é de couro sintético e há iluminação ambiente com 30 opções de cores.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9kC92EIn5prVCsoovtQmVuwGMcI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/Y/duTxnoTiqL2Z4zvOpsCQ/volkswagen-tiguan-r-line-2027-dianteira-estatico.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Tiguan R-Line 2027 </media:description>   <media:credit>Cauê Lira/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 19:12:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Preço da CNH em São Paulo cai 57% e vira a mais barata do Brasil</title>  <atom:subtitle>Detran-SP anunciou o fim da obrigatoriedade da impressão da CNH e custo cai mais da metade para quem optar apenas pelo documento digital</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/preco-cnh-sao-paulo-cai-mais-barata-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/preco-cnh-sao-paulo-cai-mais-barata-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6GebEkuAjcmcZbxg_PjH226inH4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/A/S/Wprp2LQ36zYP9IqCDTIg/app-cnh-do-brasil-entrar-com-govbr.jpg" /><br /> ]]>    Quem reside no Estado de São Paulo e quer tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) poderá economizar R$ 137,79 a partir de maio. O Detran-SP anunciou que motoristas e motociclistas podem optar apenas pela CNH digital, acabando com a obrigatoriedade antiga do pagamento de taxa para a impressão e envio do documento. 
Essa opção está prevista no programa CNH para Todos, mas em São Paulo foi ampliada e vale para outras situações, além da emissão da primeira habilitação e definitiva. Com a mudança, o Estado de São Paulo é o mais barato para tirar CNH no país. A novidade anunciada pelo Detran-SP reduziu em 56,6% o custo, saindo de R$ 243,45 para R$ 105,66, sendo esse o menor custo entre os estados, segundo o departamento estadual.
Custo do estado de São Paulo para emitir a CNH é o menor do país 
Jady Peroni/Autoesporte
Durante o processo para emissão da CNH, o cidadão decidirá se quer apenas a CNH digital ou ter o documento físico. Escolhendo só a digital, o custo para tirar CNH no Estado de São Paulo é de R$ 105,66, referente a taxa de agendamento do exame teórico e do exame prática, que custa R$ 52,83 cada. 
O fim da obrigatoriedade de emitir o documento impresso vale para os seguintes casos:
Primeira habilitação
CNH definitiva
Renovação da CNH
Adição de categoria
Mudança de categoria
Reabilitação
Inclusão do EAR - sigla que indica o uso por motoristas e motociclistas que exercem atividade remunerada
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Vale lembrar que o documento digital tem a mesma validade jurídica que a versão impressa em todo o Brasil. A opção de emitir a CNH impressa no futuro também está disponível, assim como seguir com o processo antigo de impressão.
Cidadão poderá decidir se quer o documento impresso ou apenas o digital
Divulgação/Detran-PB
Além de reduzir os custos para cerca de 5 milhões de pessoas que passam pelo processo de emissão da CNH no Estado de São Paulo anualmente, o Detran-SP também acompanha o avanço do uso de documentos digitais.
Mudanças da CNH em 2026
O fim da impressão obrigatória da CNH anunciada pelo de Dentra-SP também vai de encontro com outras novidades anunciadas ao longo do ano, tanto em São Paulo quanto no Brasil todo. A mais recente delas foi anunciada pelo Governo do Estado, que criou em março o projeto Mão na Roda, iniciativa que disponibiliza Carteira Nacional de Habilitação de graça para motociclistas profissionais.
Todos terão acesso gratuito à prova, emissão digital da CNH e ao curso obrigatório necessário para motofretistas e mototaxistas exercerem sua profissão. Segundo dados divulgados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo, cerca de 3,5 milhões de motociclistas serão beneficiados com o projeto. Com ele, os profissionais poderão ter uma economia de cerca de R$ 390.
Projeto Mão na Roda pode beneficiar até 3,5 milhões de pessoas em São Paulo
Getty Images
Em dezembro do ano passado a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) anunciou o programa CNH Para Todos. O programa reduziu os custos de emissão ao diminuir as exigências de aulas teóricas e práticas em autoescolas. Segundo o órgão, cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem o documento, e a expectativa é acelerar a regularização desse grupo nos próximos anos.
O movimento deu certo logo no primeiro mês do ano, com o número de novos pedidos chegando a 1,7 milhão, contra 369,2 mil em janeiro de 2025. Ou seja, as solicitações quadruplicam de um ano para o outro. E, desde dezembro, foram 3 milhões de pedidos e 298,5 mil documentos emitidos.
Mas, se por um lado a mudança ajudou muitos motoristas que já sabem dirigir e não tem CNH, aumentou o custo para quem não sabe dirigir e pretende tirar a Carteira Nacional de Habilitação no Estado de São Paulo.
Regras para a emissão de CNH mudaram com o programa "CNH para Todos" 
Michel Corvello/Ministério dos Transportes
Quem fizer apenas as duas horas obrigatórias de aula, gasta em média R$ 460, incluindo o aprendizado com o instrutor e o aluguel do carro manual, com pagamento à vista. Considerando que, anteriormente, o valor era de aproximadamente R$ 1.400 para realizar o curso teórico mais as 20 aulas práticas obrigatórias, o custo para tirar a CNH está realmente muito mais baixo. A queda porcentual só nesse processo é de cerca de 67%.
Por outro lado, o custo por aula em autoescola está muito maior. Se antes das novas regras podíamos considerar um valor de R$ 60 por hora, hoje o preço unitário passa a ser de R$ 230. Ou seja, aumento de impressionantes 283%.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6GebEkuAjcmcZbxg_PjH226inH4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/A/S/Wprp2LQ36zYP9IqCDTIg/app-cnh-do-brasil-entrar-com-govbr.jpg" medium="image"/>   <media:description>App CNH do Brasil </media:description>   <media:credit>Jady Peroni/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 17:24:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>4 carros usados de até R$ 22 mil que são bem práticos para a cidade</title>  <atom:subtitle>Gol, Palio, Clio e Celta seguem entre os mais procurados do mercado de usados por combinar manutenção simples, consumo bom e ampla oferta de peças</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/4-carros-usados-r-22-mil-praticos-cidade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/4-carros-usados-r-22-mil-praticos-cidade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nu0Az2qB7tqzsUSTQmgnsJ9eFdM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/D/u/4DtipaTiuiKuMEuXqJvg/chevrolet-celta.jpeg" /><br /> ]]>    Encontrar um carro usado barato já não é tarefa tão simples quanto há alguns anos, mas ainda existem modelos conhecidos aparecendo por valores próximos de R$ 20 mil no Mercado Livre, principalmente hatches dos anos 2000, qu são bem práticos para a cidade. Por isso, separamos quatro ótimas opções. 
Entre os anúncios disponíveis na plataforma, Volkswagen Gol, Fiat Palio, Renault Clio e Chevrolet Celta aparecem com frequência em versões voltadas ao uso urbano e familiar. Mesmo antigos, eles continuam atraindo compradores que priorizam baixo custo de uso, consumo equilibrado e facilidade na revenda.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de maio de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Chevrolet Celta — a partir de R$ 18.900
O Chevrolet Celta Life com motor 1.0 VHC entregava até 70 cv e 8,8 kgfm
Divulgação
A segunda fase do Chevrolet Celta chegou em 2006 com visual mais moderno e pequenas melhorias internas para manter o compacto competitivo entre os carros populares. A versão Life era a porta de entrada da linha e apostava em simplicidade mecânica e baixo custo de uso. O hatch traz motor 1.0 VHC Flex de até 70 cv e 8,8 kgfm, associado ao câmbio manual de cinco marchas.
O modelo tem 2,44 metros de entre-eixos, porta-malas de 260 litros e consumo estimado ao redor de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina. As unidades duas portas ainda aparecem em grande número no mercado e geralmente custam menos que as versões quatro portas. Anúncios do Chevrolet Celta aparecem a partir de R$ 18,9 mil no Mercado Livre, especialmente em modelos entre 2007 e 2011.
Mesmo sendo uma configuração básica, a versão Life podia trazer direção hidráulica, ar-condicionado, travas elétricas, limpador e desembaçador traseiros, além de preparação para sistema de som. Algumas unidades contam ainda com vidros elétricos dianteiros e rodas com calotas integrais. O Celta continua sendo lembrado pelo baixo custo de manutenção, pela mecânica simples e pela facilidade para encontrar peças, características que ajudam o hatch a permanecer entre os usados baratos mais procurados da categoria.
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2. Renault Clio — a partir de R$ 19.900
O Renault Clio Campus tem 2,47 metros de entre-eixos
Divulgação/Renault
O Renault Clio Campus foi uma das últimas evoluções do hatch compacto da marca francesa no Brasil e manteve características elogiadas desde o lançamento original, como conforto ao rodar e consumo equilibrado. O modelo usa motor 1.0 16V flex de até 77 cv e 10,2 kgfm, combinado ao câmbio manual de cinco marchas.
O hatch tem 2,47 metros de entre-eixos, porta-malas de 255 litros e médias de consumo próximas de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina. Compacto por fora, o Clio sempre chamou atenção pelo bom aproveitamento interno e pela dirigibilidade acima da média entre os populares da época. Anúncios do Renault Clio aparecem a partir de R$ 19,9 mil no Mercado Livre, principalmente em unidades entre 2008 e 2012.
A versão Campus oferecia uma lista interessante de equipamentos, incluindo direção hidráulica, ar-condicionado, vidros elétricos, travas elétricas, limpador e desembaçador traseiros. Dependendo do ano, havia airbag duplo frontal e freios ABS, itens ainda raros em compactos baratos daquele período. Embora tenha revenda mais lenta que Gol e Palio, o Clio costuma agradar quem busca um hatch econômico, confortável e relativamente completo na faixa dos R$ 20 mil.
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3. Volkswagen Gol — a partir de R$ 20.900
O Volkswagen Gol Trend tem consumo estimado de 9 km/l na cidade e 13 km/l na estrada, com gasolina
Divulgação/Volkswagen
O Volkswagen Gol G4 lançado em 2005 trouxe linhas mais arredondadas e cabine renovada para manter o hatch competitivo entre os compactos de entrada. Na versão Trend, o modelo ganhou apelo por combinar visual mais moderno com mecânica simples e manutenção barata. O motor 1.0 Total Flex de quatro cilindros rende até 71 cv e 9,7 kgfm, sempre ligado ao câmbio manual de cinco marchas. 
O hatch tem 2,47 metros de entre-eixos, porta-malas de 285 litros e consumo estimado próximo de 9 km/l na cidade e 13 km/l na estrada com gasolina. As unidades quatro portas são bastante valorizadas por oferecer melhor acesso ao banco traseiro e maior praticidade no uso familiar. Anúncios do Volkswagen Gol aparecem a partir de R$ 20,9 mil no Mercado Livre, principalmente em exemplares entre 2006 e 2008.
A versão Trend se destacou por oferecer equipamentos acima do básico para a época, incluindo direção hidráulica, ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, desembaçador traseiro e preparação para som. Algumas unidades também trazem rodas de liga leve e ajuste de altura do volante. Apesar da simplicidade, o Gol segue valorizado pela robustez mecânica, pela ampla oferta de peças e pelo baixo custo de manutenção, fatores que ajudam a explicar sua liquidez até hoje.
4. Fiat Palio — a partir de R$ 22.900
O Fiat Palio Fire tem porta-malas de 290 litros
Divulgação/Fiat
A terceira fase do Fiat Palio, apresentada após o facelift de 2004, recebeu atualizações visuais importantes e melhorias no acabamento interno. A versão Fire Celebration ficou conhecida pelo equilíbrio entre custo e equipamentos, mantendo a proposta de hatch compacto acessível e econômico. O motor 1.0 Fire flex entrega até 65 cv e 9,1 kgfm, sempre com câmbio manual de cinco marchas.
O modelo tem 2,37 metros de entre-eixos, porta-malas de 290 litros e consumo estimado de cerca de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina. As versões quatro portas aparecem com frequência nos classificados e costumam ser mais procuradas por famílias e motoristas de aplicativo. Unidades do Fiat Palio aparecem anunciadas a partir de R$ 22,9 mil no Mercado Livre, especialmente entre os anos-modelo 2007 e 2010.
Entre os equipamentos mais comuns da versão Fire Celebration estão direção hidráulica, ar-condicionado, travas elétricas, vidros elétricos dianteiros, computador de bordo e preparação para rádio. Algumas configurações também oferecem airbags frontais e freios ABS nos anos finais da geração. O Palio ainda se destaca pela manutenção barata, pela boa disponibilidade de peças e pelo espaço interno competitivo frente a rivais como Volkswagen Gol e Chevrolet Celta.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a maio de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nu0Az2qB7tqzsUSTQmgnsJ9eFdM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/D/u/4DtipaTiuiKuMEuXqJvg/chevrolet-celta.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Celta</media:description>   <media:credit>Divulgação/Chevrolet</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 15:02:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flagra: novo Honda City está perto de ser lançado com visual mais esportivo</title>  <atom:subtitle>Atual geração será renovada pela segunda vez, mas vai manter o motor 1.5 aspirado; estreia acontece no segundo semestre de 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-honda-city-visual-mais-esportivo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-honda-city-visual-mais-esportivo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QbbYtLEkhRdm_4r938eUNKF5hTA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/N/e/i1StI9SdGjqnAv47dqDg/hondacity-flagra-01.jpg" /><br /> ]]>    Mais um flagra do novo Honda City em testes surgiu nesta terça-feira (5), publicado pelo perfil Placa Verde no Instagram. Conforme divulgado em primeira mão pela Autoesporte no ano passado, o modelo passará por uma segunda reestilização no país. A expectativa é de que o novo Honda City seja apresentado no segundo semestre de 2026.
A atual geração foi lançada em 2021, passou pela primeira mudança no final de 2024 e, agora, será renovada mais uma vez para continuar no portfólio da marca por mais alguns anos. A Honda já trabalha em uma nova geração do City, mas enquanto o projeto não está pronto, a solução é aplicar mais um facelift ao modelo.
Lateral do Honda City 2027 não passará por mudanças
Reprodução/Placa Verde
A unidade flagrada, assim como em 2025, é do sedã compacto, e revela boa parte das novidades dianteiras, que terá um design mais esportivo. Os faróis aparecem mais afilados, com nova assinatura luminosa, e a grade frontal tem novo visual, abandonando o desenho horizontal e apostando no formato de colmeia. O para-choque também é novo e, ao que tudo indica, continuará abrigando parte do conjunto de iluminação do carro.
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As mudanças serão profundas, para garantir mais uns anos de vida para o modelo no mercado. O Honda City também ficará com a identidade visual mais alinhada aos mais recentes lançamentos da marca.
Traseira do novo Honda City 2027 terá novo para-choque e mudanças nas lanternas
Reprodução/Instagram @placaverde
Conforme nossa reportagem antecipou no ano passado, na lateral o modelo seguirá com o mesmo desenho, incluindo o grande vinco que percorre todo o carro, mas as rodas terão novo desenho, ainda que não mudem de tamanho e sigam como aro 16. 
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A traseira não foi fotografada neste segundo registro, mas como ela já vazou no final do ano passado, no primeiro flagra, podemos afirmar que ela também passará por mudanças. Novo para-choque mais pronunciado será adotado pelo Honda City, que também terá lanternas com grafismo interno inédito. Até o momento, apenas a versão sedã apareceu sendo testada, o que abre uma dúvida sobre os novos planos da Honda para a configuração hatch do modelo. 
Honda City, atualmente, está disponível em quatro versões com preços a partir de R$ 117.500 
André Schaun
Fato é que as mudanças, além de trazer fôlego para o mercado no brasileiro, também ajudarão a Honda a reposicionar o modelo dentro do seu portfólio, provavelmente com preços um pouco maiores. Lembrando que as versões mais caras do sedã são vendidas pelo mesmo valor da nova geração do WR-V. 
Sob o capô, o City deve seguir com o conhecido motor 1.5 aspirado com injeção direta que entrega 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque. A transmissão também será a mesma, automática do tipo CVT com sete marchas simuladas. Atualmente, o Honda City sedã é vendido em quatro versões, com preços entre R$ 117.500 e R$ 153.200. Já a configuração hatch fica entre R$ 117.500 e R$ 155.300. 
Honda City hatch e sedã são equipados com motor 1.5 aspirado 
Divulgação/Honda
Também vai mudar no exterior
Normalmente a Honda lança o City em outros mercados para, depois, apresentá-lo no Brasil. Porém, os flagras do final do ano passado e do começo deste ano indicam um visual que também não foi lançado lá fora. De toda forma, as atualizações também serão lançadas no modelo vendido lá fora, especialmente em países da Ásia.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/QbbYtLEkhRdm_4r938eUNKF5hTA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/N/e/i1StI9SdGjqnAv47dqDg/hondacity-flagra-01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Honda City 2027 é flagrado em testes</media:description>   <media:credit>Reprodução/Placa Verde</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 13:06:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD muda garantia de carros elétricos e híbridos e impõe limite de km</title>  <atom:subtitle>Para uso comercial, o prazo de cobertura dos veículos aumentou para 6 anos, mas limite de quilometragem da bateria está menor</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/byd-muda-garantia-carros-eletricos-hibridos-impoe-limite-km.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/05/byd-muda-garantia-carros-eletricos-hibridos-impoe-limite-km.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/d9wYHYwZfmXWAf5yryEPyXI2p84=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/0/E/LgMbk3T16EQ1jpWsftvw/byd-dolphin-se-2027-dianteira-lateral-estatica.jpeg" /><br /> ]]>    A BYD fez mudanças significativas no manual de garantia de seus carros elétricos e híbridos, uma das questões mais polêmicas relacionadas à marca no Brasil. Entre as principais diferenças está um inédito limite de quilometragem para o uso particular. Agora cobertura é válida pelos mesmos 6 anos, mas com restrição de até 200.000 km rodados. Há também uma alteração (positiva) na proteção para o uso comercial. Neste caso, o limite de 100.000 km rodados foi mantido, mas o tempo de cobertura do veículo sai de 2 anos para 6 anos. Veja abaixo:
Nova garantia da BYD para os veículos
A edição mais recente do manual de garantia traz ainda uma redução drástica no limite de quilometragem para a bateria em atividade comercial. Os 8 anos seguem válidos, mas o novo teto é de 200.000 km rodados. Antes, eram 500.000 km rodados. A restrição de distância também passa a valer para utilização pessoal. Veja abaixo:
Nova garantia da BYD para bateria
Importante lembrar que as novas regras são válidas para veículos ano-modelo 2026/2027 em diante. Portanto, quem já tem um BYD de anos anteriores na garagem, não será afetado com as mudanças. Procurada, a BYD confirmou as mudanças e disse que as alterações foram feitas para seguir diretrizes globais da empresa. Confira ao final do texto a íntegra da nota enviada.
BYD Dolphin Mini volta a ter pneu de fábrica que não existe para reposição
Novas regras da garantia são válidas para todos os carros da BYD, sendo elétricos ou híbridos
Divulgação
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Vários itens também tiveram seus prazos de cobertura alterados. Este é o caso, por exemplo, do motor elétrico. Para todos os tipos de uso, agora são 8 anos e 200.000 km. Antes, quem usava os carros para trabalhar tinha apenas 6 anos ou 150.000 km de cobertura.
O prazo do sistema de alta tensão aumentou de 6 anos para 8 anos ou 200.000 km rodados. No uso comerical, seguem os 5 anos, mas a quilometragem sobe de 150.000 km para 200.000 km.
A BYD adicionou limite de quilometragem no uso particular da cobertura do chassi, que agora também tem cota de 200.000 km. Os 6 anos seguem iguais. Para finalizar, a garantia das luzes externas e da central multimídia agora só vale até os primeiros 60.000 km rodados.
Central multimídia da BYD agora tem garantia somente até os primeiros 60.000 km rodados
Renato Durães/Autoesporte
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Os componentes da suspensão seguem com proteção de 24 meses ou 100.000 km. Além disso, os intervalos de manutenção periódica permanecem em 12 meses ou 20.000 km para a maioria dos itens de inspeção.
Todas as informações estão no manual do proprietário, também conhecido como aquele livreto que muita gente esquece no fundo do porta-luvas. Os clientes da BYD precisam ficar atentos às várias condições para manter a cobertura oferecida pela fabricante.
Posicionamento da BYD
A BYD do Brasil informa que a política de garantia para os veículos ano/modelo 2026/2027 foi atualizada para seguir as diretrizes globais da Companhia: mantemos os prazos de 6 anos para o veículo e 8 anos para a bateria, o maior período do mercado. Com o limite de 200.000 km (o que ocorrer primeiro), a marca também lidera o quesito de cobertura por rodagem.
Os veículos de ano/modelo 26/26 e anteriores permanecem sem alteração nos termos contratados pelos proprietários no momento da compra.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/d9wYHYwZfmXWAf5yryEPyXI2p84=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/0/E/LgMbk3T16EQ1jpWsftvw/byd-dolphin-se-2027-dianteira-lateral-estatica.jpeg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin SE 2027 - 3/4 estática</media:description>   <media:credit>Murilo Goes/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 08 May 2026 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Smart Fortwo: 4 versões usadas por até R$ 70 mil no Mercado Livre</title>  <atom:subtitle>Compacto urbano tem baixa oferta no Brasil, proposta inovadora e custos mais altos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/smart-fortwo-versoes-usadas-ate-r-70-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/smart-fortwo-versoes-usadas-ate-r-70-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/iotVPLMGUnTOmQjW24Tg17QFGOo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/f/6/UiCW0zTjGxAUu7TWg6QQ/smart-fortwo-pulse-coupe-31.jpeg" /><br /> ]]>    Pouco comum nas ruas brasileiras, o Smart Fortwo nasceu de uma ideia ousada nos anos 1990. O projeto surgiu a partir de uma parceria entre a Mercedes-Benz e a Swatch, marca suíça conhecida mundialmente por seus relógios de design acessível e proposta jovem. A ideia era aplicar ao carro a mesma lógica dos relógios, com personalização, praticidade e foco no uso urbano. Assim surgiu a Smart, divisão dedicada a veículos compactos e inovadores.
O Fortwo foi concebido desde o início para cidades congestionadas, com apenas dois lugares, motor traseiro e construção pensada para ocupar o mínimo de espaço possível. Apesar do tamanho diminuto, o modelo traz soluções modernas, como célula de segurança reforçada, eletrônica embarcada e bom nível de equipamentos nas versões mais completas. Ainda assim, é um carro de nicho no Brasil, com baixa oferta de peças e manutenção que pode ser mais cara por se tratar de um importado.
Outro ponto importante é o acerto de suspensão, mais firme, típico de carros europeus. Em ruas irregulares, comuns no Brasil, pode não agradar a todos, transmitindo mais impactos ao rodar. Por outro lado, a dirigibilidade em ambiente urbano é facilitada pelas dimensões compactas e pelo diâmetro de giro reduzido. A seguir, listamos quatro versões encontradas no Mercado Livre por até R$ 70 mil, sempre considerando carros com alguns anos de uso e diferentes perfis de acabamento.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de maio de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Smart Fortwo Passion Coupé — a partir de R$ 49.900
O Smart Fortwo Passion Coupé é equipado com motor 1.0 três-cilindros aspirado que rende cerca de 71 cv e 9,2 kgfm
Divulgação/Smart
A versão Passion é a mais comum entre os poucos exemplares vendidos no Brasil e já traz um bom pacote de equipamentos. O modelo utiliza motor 1.0 três-cilindros aspirado, montado na traseira, com 71 cv e 9,2 kgfm, sempre associado a um câmbio automatizado de cinco marchas. O consumo é de  14 km/l na cidade e 16 km/l na estrada com gasolina. Suas dimensões são um dos grandes destaques, com apenas 2,69 metros de comprimento, entre-eixos de 1,87 m e porta-malas de aproximadamente 220 litros.
Nos anúncios do Mercado Livre, há unidades a partir de R$ 49,9 mil, geralmente entre 2012 e 2015. Entre os equipamentos, oferece airbags frontais, controle de estabilidade, ar-condicionado, direção elétrica, teto panorâmico e sistema de som com conectividade. Para uso urbano, é uma opção prática e econômica, embora o câmbio automatizado exija adaptação na condução.
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2. Smart Fortwo Passion Cabrio — a partir de R$ 60.900
O Smart Fortwo Passion Cabrio se destaca pelo acabamento interno mais refinado
Divulgação/Smart
A configuração Cabrio adiciona o charme da capota retrátil elétrica, reforçando o apelo lifestyle do modelo. Mantém a base da versão fechada, com foco no uso urbano e dimensões ultracompactas, ideais para grandes cidades e vagas apertadas. Nos anúncios do Mercado Livre, unidades aparecem a partir de R$ 60,9 mil, em geral dos mesmos anos da versão Passion.
O diferencial está no pacote, que inclui capota de lona com acionamento elétrico, acabamento interno mais refinado, rodas de liga leve e itens como ar-condicionado, airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, além de sistema de som com conectividade. Como usado, é uma escolha mais voltada ao estilo do que à racionalidade, mas se destaca pela exclusividade.
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3. Smart Fortwo MHD Brasil Edition — a partir de R$ 66.900
O Smart ForTwo MHD Brasil Ediiton mede 2,69 metros de comprimento
Divulgação/Smart
A Brasil Edition é uma série especial rara, criada para o mercado nacional com acabamento diferenciado e produção limitada. Baseada nas versões mais completas, combina a proposta urbana com um toque de exclusividade, incluindo detalhes estéticos específicos e combinações de cores exclusivas. Sob o capô, mantém o motor 1.0 de três cilindros com cerca de 71 cv e 9,2 kgfm, aliado ao câmbio automatizado de cinco marchas.
O consumo também é de 14 km/l na cidade e 16 km/l na estrada. Mede 2,69 metros de comprimento, com 1,87 m de entre-eixos e porta-malas de 220 litros. Nos anúncios, aparece a partir de R$ 66,9 mil, com destaque para equipamentos como teto panorâmico, rodas exclusivas, acabamento diferenciado, ar-condicionado, direção elétrica e controles eletrônicos de estabilidade.
4. Smart Fortwo Brabus — a partir de R$ 69.900
O Smart ForTwo Brabus é vendido no Mercado Livre a partir de R$ 69,9 mil
Divulgação/Smart
A versão Brabus é a mais esportiva e também uma das mais raras do Fortwo no Brasil. Preparada pela outra divisão de alto desempenho da Mercedes-Benz, traz visual exclusivo e ajustes mecânicos que reforçam a proposta dinâmica do pequeno urbano. Equipada com motor 1.0 turbo, entrega cerca de 102 cv e 14,8 kgfm, também com câmbio automatizado de cinco marchas.
O consumo fica levemente abaixo das versões aspiradas, fazendo 13 km/l na cidade e 15 km/l na estrada. Mantém as mesmas dimensões compactas das outras versões. Nos anúncios do Mercado Livre, aparece a partir de R$ 69,9 mil.
O pacote inclui rodas exclusivas, acabamento esportivo, suspensão recalibrada, escapamento diferenciado, além de airbags, controle de estabilidade, ar-condicionado e sistema de som. Como usado, é uma opção única para quem busca desempenho e exclusividade em um carro extremamente compacto.
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Do irmão Peugeot, inclusive, o Corsa GSE herda plataforma, motorização e a configuração básica do chassi. O motor elétrico único envia 280 cv de potência e 35,1 kgfm de torque para as rodas dianteiras através de um diferencial de deslizamento limitado. A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 5,5 segundos no modo Sport, o que torna o Corsa elétrico mais rápido até que o Volkswagen GTI, que gasta 6,1 segundos.
Os números impressionam para um hatch pequeno com tração dianteira e tornam o Corsa GSE significativamente mais veloz do que seus principais rivais elétricos que não são Stellantis, como o Alpine A290 e o Mini Cooper JCW, que precisam de 6,4 e 5,9 segundos, respectivamente, para atingir a marca de 100 km/h.
Opel Corsa GSE tem rodas de 18 polegadas com desenho exclusivo
Divulgação
Para acompanhar o desempenho, o Corsa GSE conta com suspensão mais rígida e rebaixada, além de freios aprimorados com pinças de quatro pistões. A Opel diz ainda que tanto a direção quanto a resposta dos pedais estão mais precisas. Os pneus Michelin Pilot Sport 4S 215/40 R18 são montados em rodas de liga leve com design de três raios, que remetem ao Opel Corsa GSE da década de 1980.
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Na cabine, Opel Corsa GSE tem acabamento em Alcantara, pedais de alumínio e detalhes em amarelo
Divulgação
Na cabine, destaque para os bancos esportivos com detalhes xadrez no centro, acabamento em Alcantara, pedais de alumínio, detalhes em amarelo e quadro de instrumentos digital que exibe dados de aceleração e leituras de força G. Por fora, completam o pacote teto preto, spoiler traseiro e para-choques com visual mais esportivo.
Bancos são esportivos e com revestimento xadrez
Divulgação
Apesar dos números de potência e aceleração, dados sobre autonomia não foram revelados. A bateria, com 54 kWh de capacidade, é a mesma das demais versões do Corsa. Ao que tudo indica, o alcance deve ficar na casa dos 350 km.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/b4GcwIRFt0G1GuQQNip-62rQDcg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/f/e/QDTtOPQsC7Ej5FJZKJEw/opel-corsa-gse8.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Opel Corsa GSE</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 07 May 2026 17:20:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Sonic: preços, versões, equipamentos e consumo do SUV compacto</title>  <atom:subtitle>Chevrolet resgata o nome Sonic, mas desta vez em um SUV compacto baseado no Onix e com motor 1.0 turbo de 115 cv; veja todos os detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/chevrolet-sonic-versoes-equipamentos-e-consumo-do-suv-compacto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/chevrolet-sonic-versoes-equipamentos-e-consumo-do-suv-compacto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dAOhi_HdWrZIxVEG2RDBTYeL3rw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/R/N/SP4JZfTeyGRcZUwtmw1w/chervolet-sonic-2027.jpg" /><br /> ]]>    Após diversos flagras e revelações a conta gotas, o Chevrolet Sonic finalmente foi lançado no Brasil. Como adiantado com exclusividade por Autoesporte, o novo SUV compacto da GM chega em duas versões de acabamento, batizadas de Premier e RS, esta segunda com pegada mais esportiva no visual. Os preços são de R$ 129.990 e R$ 135.990, respectivamente, mas como promoção de lançamento. Não há detalhes sobre os valores e a duração da promoção. 
O Sonic chega ao mercado nacional para preencher a lacuna entre o Onix e o Tracker no portfólio da Chevrolet. Com esse posicionamento, a marca coloca o Sonic como rival de Volkswagen Nivus (com preços entre R$ 119.990 e R$ 189.690) e Fiat Fastback (entre R$ 119.990 a R$ 183.990).
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No entanto, pela faixa de preço divulgada, o modelo da GM vai acabar concorrendo de forma direta contra Fiat Pulse (R$ 115.990 a R$ 162.490)  e Volkswagen Tera (R$ 107.190 a R$ 146.190). Isso porque os modelos maiores já são vendidos em uma faixa de preços mais alta. 
Chevrolet Sonic 2027 estreia em duas versões no mercado brasileiro
Foto: Divulgação
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Chevrolet Sonic 2027: motor e desempenho 
Chevrolet Sonic 2027 tem quadro de instrumentos digital
Foto: Divulgação
O SUV inédito da Chevrolet é derivado do Onix, com quem compartilha a plataforma GEM. Sob o capô, contudo, o Sonic é equipado com um conjunto bem conhecido dos brasileiros: o motor 1.0 turbo flex de três cilindros de 115 cv de potência, herdado do Tracker. Portanto, diferente do que acontece no Onix, que tem sistema multiponto, o SUV compacto traz sistema de injeção direta. 
O torque, como consequência, é de 18,9 kgfm, e não de 16,8 kgfm, como no hatch. Já o câmbio será sempre automático de seis marchas e a marca de 0 a 100 km/h na casa dos 10 segundos. 
Chevrolet Sonic 2027 é equipado com o motor 1.0 turbo de 115 cv 
Foto: Divulgação
Para um efeito de comparação,  Fiat Fastback tem motor 1.0 turbo de 130 cv e 20,4 kgfm, enquanto o motor 1.0 turbo do Volkswagen Nivus entrega 128 cv e 20,4 kgfm. Então o Sonic fica bem atrás neste quesito. 
Chevrolet Sonic x Fiat Fastback x Volkswagen Nivus 
O Chevrolet Sonic também fica atrás de outros modelos posicionados na faixa de preço do Onix Activ, que retorna em breve para o portfólio da marca. É o caso do Renault Kardian com 125 cv, do Fiat Pulse com 130 cv e do Volkswagen Tera com 116 cv, todos equipados com motores 1.0 turbo.
Para afastar a má fama da correia banhada a óleo, a marca também vai oferecer garantia de 15 anos para o componente, além de reforçar a utilização do óleo lubrificante correto. Fora isso, a garantia do veículo completo será de cinco anos.
Chevrolet Sonic 2027 tem cintos vermelhos na versão RS
Foto: Divulgação
Chevrolet Sonic: o que é novo ou foi mudado no SUV em relação ao Onix
Novo Chevrolet Sonic custou R$ 900 milhões à GM e chega às lojas em maio
Chevrolet Onix e Tracker desvalorizam mais pela correia banhada a óleo?
Consumo do Chevrolet Sonic 2027
Os dados de consumo do Sonic já haviam sido divulgados com gasolina. O novo SUV da GM faz 12 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Ou seja, é mais econômico que seu irmão Tracker, que faz 11,5 km/l e 13,8 km/l, respectivamente. Com etanol, os números caem para 8,4 km/l e 10,4 km/l, respectivamente. 
Chevrolet Sonic 2027 tem luzes de boas vindas ao abrir a porta 
Divulgação/Chevrolet
Chevrolet Sonic: dimensões 
Em termos de tamanho, o Chevrolet Sonic tem 4,23 metros de comprimento, sendo menor que Nivus (4,27 m) e Fastback (4,44 m). No entanto, o fato de compartilhar os 2,55 metros de entre-eixos com o Onix mostra que o Sonic é mais espaçoso que o rival da Fiat (2,53 m), ainda que fique atrás do Nivus (2,57 m). Isso não significa, no entanto, que o espaço é generoso na cabine, já que o assoalho elevado atrapalha na disposição para as pernas. Por fim, o Sonic tem 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. Já o porta-malas do Sonic oferece 392 litros de capacidade e a altura do solo é de 20 cm. 
Compare as dimensões do Chevrolet Sonic
Chervolet Sonic 2027 Vista Aérea
Foto: Divulgação
O porta-malas foi divulgado pela Chevrolet como tendo "aproximadamente 400 litros de capacidade". Nos rivais Fastback e Nivus, o espaço é maior: 516 litros no primeiro e 415 litros no segundo, dentro do padrão VDA (que preenche o porta-malas com blocos sólidos de isopor ou espuma).
Chevrolet Sonic 2027 tem iluminação ambiente na cabine 
Divulgação/Chevrolet
Como é o Chevrolet Sonic? 
Quando o assunto é design, existem fortes inspirações no irmão Tracker. A dianteira tem faróis de LED estreitos divididos em dois blocos. A grade em colmeia se estende até o fim do para-choque e traz um ar mais invocado para o SUV, se mesclando também com as linhas do capô e ao logo da Chevrolet iluminado. 
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Nas laterais, vemos o rack de teto e as portas dianteiras e traseiras foram herdadas do Onix. As rodas são de 17 polegadas e já aproveito para falar de tamanho. Já a traseira traz lanternas interligadas por um filete luminoso, num arranjo até então inédito para a GM. 
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Lembrando que a tampa do porta-malas e as colunas C são diferentes em relação ao Onix. O teto pintado de preto, o spoiler traseiro e as rodas de liga leve escurecidas completam o pacote para dar uma impressão mais "esportiva" ao Sonic RS. 
Disponível a partir da primeira quinzena de maio nas concessionárias da marca, são seis opções de cores: Azul Boreal, Branco Summit, Prata Shark, Preto Ouro Negro, Vermelho Scarlet e o inédito Cinza Urbano. Já a garantia é de cinco anos. 
Chevrolet Sonic faz médias de consumo melhores que o Tracker 
Divulgação/Chevrolet
Equipamentos
Na cabine, o Chevrolet Sonic tem um painel diretamente relacionado com o do Onix, mas com uma dose extra de refinamento para justificar o preço e a proposta SUV. As principais áreas de contato como painel, volante, bancos e apoios de braço central e laterais trazem revestimentos macios ao toque. Além disso, os bancos receberam uma camada extra de espuma herdada do Tracker — solução que promete ampliar a sensação de conforto em viagens longas.
Chevrolet Sonic será rival de modelos como Fiat Fastback e Volkswagen Nivus 
Divulgação
Por dentro, há o mesmo conjunto de telas que já vimos nas atualizações recentes dos modelos da marca, com a central multimídia de 11 polegadas com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, além do painel de instrumentos de 8 polegadas. Na versão mais cara, há iluminação ambiente, carregador de celular por indução e luz de projeção de boas vindas. 
Destaque ainda para a atualização do sistema de assistência Chevrolet Intelligent Driving — e inaugurada pelo Sonic. A marca chama de “nova geração” e diz que há câmera frontal de maior definição e aproximadamente 40% mais área de cobertura, capaz de identificar com mais precisão outros veículos, pedestres e ciclistas.
Chervolet Sonic 2027 traz opção de revestimento claro para os bancos
Foto: Divulgação
A partir daí entram em ação sistemas como a própria frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa com correção ativa, função de manutenção de faixa em situações de perigo e alerta de ponto cego, todos apoiados por controles eletrônicos de estabilidade e tração e seis airbags de série. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dAOhi_HdWrZIxVEG2RDBTYeL3rw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/R/N/SP4JZfTeyGRcZUwtmw1w/chervolet-sonic-2027.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Sonic 2027</media:description>   <media:credit>Foto: Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 07 May 2026 14:28:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Audi A5 2026 é lançado por R$ 425 mil e resolve maior problema do sedã</title>  <atom:subtitle>Versão única do sedã da Audi passa a se chamar S Line e agora tem chave presencial; veja equipamentos, consumo e desempenho</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/audi-a5-2026-preco-equipamentos-consumo-desempenho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/audi-a5-2026-preco-equipamentos-consumo-desempenho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xOxFBhXMkN2e3UJu22xBgMQyS8I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/d/X/DEQADARXKeQZ7vWBAFBA/audi-a5-2026-frente.jpg" /><br /> ]]>    A linha 2026 do Audi A5 acaba de chegar às lojas com novidades importantes. O sedã médio de luxo agora traz mais itens de série e equipamentos de segurança. Além disso, a versão única deixa de lado o nome Performance S Edition Quattro e passa a se chamar S Line. O preço é de R$ 424.990.
Com o novo valor de tabela, o Audi A5 fica R$ 45 mil mais caro em menos de um ano. Afinal, a nova geração foi lançada em julho de 2025 no Brasil por R$ 379.990.
Audi A5 2026 S Line - R$ 424.990
Audi A5 2026 tem novos equipamentos
Novo Audi A5 agora tem botões deslizantes no volante
Divulgação/Audi
Para resolver um dos principais problemas, o novo Audi A5 passa a ser equipado com chave presencial, que permite destravar, entrar e ligar o veículo sem tirar a chave do bolso. O mesmo acontece com o sistema de abertura do porta-malas.
Há também nova câmera 360º, que, segundo a Audi, melhora a visibilidade ao redor do veículo. A fabricante das quatro argolas ainda adicionou controles deslizantes no volante. Se antes o dono apertava botões para aumentar volume, trocar de música e mexer no painel, por exemplo, agora pode só deslizar o dedo.
Audi A5 2026 tem bancos de couro
Divulgação/Audi
Comparativo: novo Audi A5 consegue superar o líder absoluto BMW 320i?
Audi A5 é eleito o Carro do Ano Premium 2026
Teste: novo Audi A5 impressiona e vai dar trabalho para BMW Série 3
Entre os itens de condução semiautônoma, há novo assistente de ponto cego com exit warning. Ou seja, o item detecta se vem outro veículo e, se alguém tentar abrir a porta, alerta para evitar uma batida. Assistente de tráfego transversal traseiro e de conversão atrás, alerta de saída de faixa com assistente de emergência e proteção ativa dos ocupantes também fazem parte da lista.
Todos listados se unem aos que já vinham de série na linha 2025: alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa, frenagem automática de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, sete airbags e alertas de tráfego cruzado e de detector de fadiga.
Audi A5 2026 continua com teto panorâmico com controle de luminosidade
Renato Durães/Autoesporte
Desde a linha 2025, o A5 já era equipado com painel de instrumentos de 11,9”, central multimídia de 14,5 polegadas com conexão sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, head-up display e teto solar panorâmico com controle de luminosidade.
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Motorização do Audi A5 2026
Audi A5 tem 272 cv de potência com motor 2.0 turbo
Autoesporte/Renato Durães
A motorização do A5 continua a mesma. O sedã é equipado com motor 2.0 TFSI de quatro cilindros em linha a gasolina com injeção direta da família EA888, que desenvolve 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque. Aliado ao propulsor, há um câmbio automatizado de dupla embreagem de sete marchas e tração integral quattro.
Nos nossos testes, feitos no 127 Campo de Provas, o Audi A5 acelerou de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos e chegou a 207 km/h ao final de 1.000 metros. A velocidade máxima é de 210 km/h.
Consumo do Audi A5 2026
O consumo da nova geração do Audi A5 marcado pela equipe de Autoesporte foi de 9,3 km/l na cidade e 13,9 km/l na estrada, sempre com gasolina e com o ar-condicionado ligado.
Dimensões do Audi A5 2026
Novo Audi A5 tem 417 litros de capacidade no porta-malas
Divulgação/Audi
O Audi A5 de terceira geração está maior em relação ao antecessor. São 4,82 metros de comprimento (+ 6,7 cm), 1,76 m de largura (+ 1,3 cm), 1,46 m de altura (+ 1 cm) e o entre-eixos de 2,90 m (+ 8 cm). Já o porta-malas tem 417 litros de capacidade.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/xOxFBhXMkN2e3UJu22xBgMQyS8I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/d/X/DEQADARXKeQZ7vWBAFBA/audi-a5-2026-frente.jpg" medium="image"/>   <media:description>Audi A5 2026</media:description>   <media:credit>Divulgação/Audi</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 07 May 2026 14:00:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flagra: novo Hyundai Creta híbrido terá design robusto e painel futurista</title>  <atom:subtitle>Nova geração do SUV compacto terá mais tecnologia embarcada e visual inspirado nas linhas agressivas do conceito Crater</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-hyundai-creta-hibrido.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-hyundai-creta-hibrido.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5FNWEggxQJYpvX2pzFIgwItHAIM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/i/kjB6dZRYqb0AT3omlRJw/hyundai-kona-sx3-pleos-found-5.jpg" /><br /> ]]>    Antecipado por Autoesporte desde fevereiro de 2025, o projeto que dará origem à nova geração do Hyundai Creta está em fase avançada de desenvolvimento. Prova disso vem de flagra recente publicado pelo site The Korean Car Blog, onde protótipos do novo SUV compacto já circulam em testes com carroceria definitiva. Os disfarces ainda estão presentes, mas é possível notar elementos importantes do design externo e, principalmente, do novo interior.
As imagens foram captadas na Califórnia e revelam o caráter global da nova geração do Creta, confirmando apuração noticiada desde janeiro por nossa reportagem. Na ocasião, adiantamos que Creta e Kona terão projetos unificados na nova geração, compartilhando design, pacote tecnológico e plataforma. A base em questão será a matriz K2 do grupo Hyundai-Kia, capaz de receber motorizações a combustão, híbrida ou elétrica, a depender do país.
O design, por sua vez, será baseado nas linhas robustas do conceito Crater, apresentado nos Estados Unidos durante o Salão de Los Angeles de 2025. Nos protótipos, é possível notar elementos como colunas retas, teto plano, para-lamas bem marcados e até rodas de liga leve de 19 polegadas com desenho definitivo. A pegada agressiva e o jeitão off-road (mesmo que apenas na proposta) serão as principais apostas estéticas da nova geração.
Novo Hyundai Creta será unificado com Kona no mesmo projeto
Reprodução/KCB
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Novo Creta terá painel futurista
Se por fora o novo Creta será robusto e com estilo fora-de-estrada, por dentro o modelo apostará forte em uma pegada futurista e tecnológica. No flagra, é possível notar o painel completamente reformulado e baseado nas novas diretrizes da Hyundai para interiores. Destaque para elementos futuristas, ergonomia otimizada e uso de diferentes materiais na composição do acabamento.
Painel do novo Creta terá estilo futurista e muita tecnologia embarcada
Reprodução/KCB
Dentro de uma nova filosofia, o próximo Creta abandonará o painel formado por telas horizontais integradas e adotará visores separados, seguindo uma nova tendência de mercado. A central multimídia terá posição de destaque no centro e abrigará o novo sistema operacional Pleos OS da Hyundai. O recurso rodará em uma ampla tela de proporção 16:9 com interface limpa e inspirada em smartphones.
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A loja Pleos Playground dará acesso a uma ampla variedade de aplicativos e promete para os usuários uma experiência totalmente conectada no carro. A Hyundai também integrará seu novo assistente de IA, o "Gleo", oferecendo uma interface de conversação semelhante ao ChatGPT para suportar comandos de voz, navegação e tarefas de entretenimento com interações naturais.
Protótipos do novo Creta já circulam com carroceria definitiva
Reprodução/KCB
Já o quadro de instrumentos será posicionado junto ao para-brisa, em uma tela menor e dentro do campo de visão do motorista. A ideia será exibir apenas informações essenciais e evitar ao máximo o risco de distrações durante a condução. Outra mudança prevista é a remoção dos comandos do câmbio para a coluna de direção, abrindo espaço no console central para um amplo porta-objetos.
Hyundai Crater, conceito que antecipa visual do novo Creta
Divulgação/Hyundai
Novo Creta será global
Globalmente, o código de projeto do novo Creta unificado ao Kona é o SX3. Para o Brasil, especificamente, o modelo responde pelo código SX3b, denotando que o nosso SUV terá diferenças para outras variantes do projeto – como SX3i, na Índia, ou SX3c, na China. A configuração elétrica, em desenvolvimento para mercados como europeu e chinês, não está prevista para nosso país, pelo menos não sob o ponto de vista da produção local.
Visual agressivo do Crater será inspiração para o novo Creta
Divulgação/Hyundai
Quanto ao nome, o mais provável é que continue a se chamar Creta no Brasil e na Índia, e Kona em outros países. Enquanto a estreia global do projeto SX3 está prevista para 2027, no mercado brasileiro o modelo deve aparecer apenas em 2028, já com produção nacionalizada na fábrica de Piracicaba (SP).
Por fim, vale observar que é dessa nova geração do Hyundai Creta que nascerá o próximo Chevrolet Tracker nacional, a partir da recente parceria anunciada pelo grupo sul-coreano com a General Motors.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5FNWEggxQJYpvX2pzFIgwItHAIM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/7/i/kjB6dZRYqb0AT3omlRJw/hyundai-kona-sx3-pleos-found-5.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Hyundai Creta em testes </media:description>   <media:credit>Reprodução/KCB</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 07 May 2026 13:12:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen T-Cross Extreme tem preço de Nivus com R$ 30 mil de desconto</title>  <atom:subtitle>Versão topo de linha Extreme 250 TSI, tabelada em R$ 203.490, está saindo por R$ 174.990 durante todo o mês de maio; veja equipamentos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/volkswagen-t-cross-extreme-preco-nivus-r-30-mil-desconto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/volkswagen-t-cross-extreme-preco-nivus-r-30-mil-desconto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LKwxP1QaM46E0w464lBZjN_xll8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/g/Zo1MJnQKS0sR7nutBHjA/volkswagen-t-cross-250-tsi-extreme87.jpeg" /><br /> ]]>    A Volkswagen está oferecendo condições especiais de compra para interessados em fechar negócio no T-Cross. Até o final do mês, o SUV compacto na versão topo de linha Extreme 250 TSI poderá ser adquirido com quase R$ 30 mil de bônus de fábrica e financiamento facilitado. Com isso, o preço de tabela, de R$ 203.490, cai para R$ 174.990, o que representa desconto de R$ 28.500.
Nesse valor, o T-Cross Extreme 250 TSI passa a custar praticamente o mesmo que um Nivus Highline 200 TSI, que custa R$ 172.190. O bônus, vale lembrar, é condicionado ao veículo usado dado como entrada no negócio. A Volkswagen diz que aceita modelos de qualquer marca, desde que fabricados a partir de 2014 e com no máximo 10 mil km rodados por ano.
Além do bônus, a Volkswagen oferece facilidades no financiamento. O plano inclui entrada de R$ 104.994,00 (60%) e saldo dividido em 30 prestações mensais de R$ 2.469,73 sem juros. O valor final fica R$ 179.085,80 com impostos e taxas.
Volkswagen T-Cross Extreme tem opção de pintura fosca
Divulgação
Como é o T-Cross Extreme 250 TSI
O T-Cross Extreme 250 TSI foi lançado no Brasil em meados de 2025 para ocupar posição de topo no portfólio. O visual é baseado na grife Extreme da Volkswagen (a mesma já aplicada nos modelos Saveiro e Amarok) e  incrementado com uma série de elementos exclusivos.
Volkswagen T-Cross Extreme é baseado na versão topo de linha Highline
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A lista inclui pintura fosca, rodas de 17 polegadas diamantadas, rack de teto em preto e grade dianteira com filete iluminado entre os faróis. Por dentro, os bancos têm o nome da versão em destaque nos encostos de cabeça.
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Equipamentos e motorização
Baseado na versão Highline, o T-Cross Extreme oferece faróis em LED, ar-condicionado digital, quadro de instrumentos digital de 10, 25 polegadas, central multimídia VW Play de 10,1 polegadas, carregador de smartphone por indução, retrovisor com rebatimento elétrico, câmera traseira e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.
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O pacote Adas de assistências ativas de segurança ao condutor inclui monitoramento de ponto cego,  alerta de permanência em faixa, piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, entre outros.
Volkswagen T-Cross Extreme tem rodas de 17 polegadas exclusivas
Divulgação
Sob o capô, o motor 1.4 250 TSI entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, seja com gasolina ou etanol. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e velocidade máxima de 202 km/h. O câmbio é automático de seis marchas.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LKwxP1QaM46E0w464lBZjN_xll8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/g/Zo1MJnQKS0sR7nutBHjA/volkswagen-t-cross-250-tsi-extreme87.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen T-Cross Extreme é versão topo de linha</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 07 May 2026 10:00:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Omoda 4: tudo que sabemos sobre o SUV híbrido que estreia em 2026</title>  <atom:subtitle>Primeiro SUV compacto da marca chinesa no Brasil terá produção nacional e brigará com nomes de peso como Tera, Kardian e Pulse</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/omoda-4-tudo-sobre-suv-hibrido-flex-estreia-2026-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/omoda-4-tudo-sobre-suv-hibrido-flex-estreia-2026-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/SSXPVG7BFuyjmwqziD8S-JyCYa0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/c/De5qoGSbG9BGuK56hEmw/omoda-4-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    O Omoda 4 já está com passaporte carimbado para o Brasil desde o ano passado. A chegada do SUV sela de vez a estratégia da marca chinesa, que pertence ao grupo Chery, de ingressar no segmento dos compactos. Tanto que este modelo servirá como porta de entrada do portfólio, posicionado abaixo do Omoda 5, e mirando em um maior volume. A expectativa é de que o SUV híbrido (HEV) seja lançado no mercado nacional já no último trimestre de 2026. 
Omoda 4 será flex (mas em 2027) 
Uma das grandes apostas da Omoda para o SUV compacto está na motorização. Isso porque ele será equipado com um conjunto híbrido pleno (HEV), que une um motor 1.0 turbo de três cilindros a outro elétrico. A versão flex, preparada para ser abastecida com etanol ou gasolina, no entanto, fica para 2027, de acordo com colegas da Motor Show. O propulsor não tem relação alguma com o antigo 1.0 turbo que equipou o Caoa Chery Tiggo 3X. É uma unidade feita praticamente do zero, que entregará em torno de 130 cv. 
Omoda 4 será o modelo de entrada da marca chinesa no Brasil, ainda em 2026 
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No entanto, o grande destaque será o torque. Durante a apresentação em Wuhu do Omoda 4, o dado acabou sendo entregue por uma foto da traseira do SUV onde aparece a inscrição 225T, referente aos 225 Nm. Ou seja, 22,9 kgfm no padrão usado por Autoesporte. Caso o número se confirme, ele será o SUV compacto com maior torque do segmento.
Omoda 4 deve ter preços entre R$ 120 mil e R$ 140 mil, a fim de brigar no segmento mais competitivo do país 
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Como é o Omoda 4? 
No Brasil, o Omoda 4 virá com a missão de rivalizar com nomes de peso entre os SUVs compactos, como Volkswagen Tera, Fiat Pulse e Renault Kardian — mesmo se tratando de um híbrido pleno. Apesar disso, terá tamanho generoso para a categoria, com 4,40 metros de comprimento. Ou seja, é ligeiramente menor que o Omoda 5 — e é a exata medida do Jeep Compass, que tem porte médio. Além disso, lá fora, deve ter cerca de 2,62 metros de distância entre os eixos. 
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Em termos de estilo, os designers do Omoda 4 claramente tomaram como inspiração o Lamborghini Urus. O SUV chinês tem faróis de LED com um recorte agressivo, que desce até o para-choque dianteiro. Já na traseira segue o visual do Omoda 7, com lanternas interligadas com desenho único. Importante lembrar que, inicialmente, o modelo se chamava Omoda 3, mas a marca mudou a fim de deixá-lo mais adequado para o portfólio. 
Omoda 4 é equipado com uma central multimídia vertical 
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No interior, é impossível não notar a central multimídia vertical posicionada ao lado do pequeno quadro de instrumentos digital. Entre os equipamentos, podemos esperar freio de estacionamento eletrônico, bancos de couro e carregador de celular por indução, ao menos nas versões mais caras. E embora reaproveite componentes do grupo, como o volante do finado Caoa Chery Tiggo 3X, luzes ambientes em LED garantem ao SUV compacto um aspecto mais sofisticado. 
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Omoda 4: preços no Brasil 
Os principais oponentes do Omoda 4 no mercado brasileiro são definidos, principalmente, por conta do preço, que deve ficar entre R$ 120 mil e R$ 140 mil. Para se ter uma ideia de posicionamento, o Omoda 5 é vendido em duas versões com preços a partir de R$ 164.990, o que daria uma boa margem dentro da gama. 
Omoda 4 tem visual agressivo com muitos recortes na carroceria 
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Comparando com os oponentes já à venda no Brasil, o Tera, por exemplo, custa R$ 146.190 em sua versão topo de linha Highline. Enquanto isso, o Kardian alcança R$ 149.990 na configuração Iconic. Por fim, o Pulse tem preço de R$ 151.490 em sua opção híbrida leve, Impetus. No entanto, o grande trunfo do Omoda 4 será o conjunto híbrido pleno (HEV) como o do Toyota Corolla Cross. 
Omoda Jaecoo vai lançar rival do Volkswagen T-Cross e mais 2 SUVs em 2026
Jaecoo 5 chega ao Brasil em julho com versão híbrida contra T-Cross e Creta
Omoda 2 e Jaecoo 3 são confirmados como SUVs de entrada com porte de Tera
Omoda 4 terá produção nacional 
Para aumentar a competitividade, o SUV compacto da Omoda será produzido localmente em regime CKD, com componentes importados da China e montados no Brasil. A fábrica escolhida para a operação foi a da JLR em Itatiaia (RJ), de acordo com informações divulgadas por Jorge Moraes, da CNN. 
Fábrica da JLR em Itatiaia (RJ) passará a ter operação da Omoda Jaecoo muito em breve 
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A negociação está em vias de conclusão entre a Omoda Jaecoo, sinergia de duas marcas que pertencem ao grupo Chery, e a fabricante britânica, que após 10 anos deixará de produzir carros no país. Portanto, a unidade passará em breve para a operação chinesa. 
Esse movimento era desejado pela Omoda Jaecoo desde quando começaram a operação no país, com modelos importados da China, em abril de 2025. A marca agora trabalha para definir qual será o seu primeiro modelo nacional, com grandes chances de ser o próprio Omoda 4, que mira em uma maior liquidez de vendas em nosso país. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/SSXPVG7BFuyjmwqziD8S-JyCYa0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/c/De5qoGSbG9BGuK56hEmw/omoda-4-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Omoda 4, novo SUV compacto chinês estreia em 2026 no Brasil </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 07 May 2026 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo BYD King tem cara de Seal e será nacional em breve; saiba detalhes </title>  <atom:subtitle>Autoesporte foi até a China conhecer o BYD Seal 05, que vai dar origem ao King nacional produzido na fábrica de Camaçari (BA)</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/novo-byd-king-seal-nacional-detalhes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/novo-byd-king-seal-nacional-detalhes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XRsBOxpqRmqrnAaKnVCNUbB6GKQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/x/1/QH5qtoTNSVq6lM4us9zQ/novo-byd-king-2-.jpg" /><br /> ]]>    O BYD King fez história ao superar o Toyota Corolla pela primeira vez em vendas no varejo desde o seu lançamento, em junho de 2024, com 1.365 unidades contra 1.327 do rival japonês. E, muito em breve, o híbrido chinês vai mudar no Brasil. Por isso, Autoesporte foi até a China conhecer o modelo que vai origem à sua reestilização: o Seal 05 DM-i, chamado de New King em alguns mercados. 
O novo King, como o nome chinês já diz, é baseado na família Seal, por isso tem tanta semelhança no design. Porém, este visual só vai chegar ao Brasil em 2027, quando o carro será produzido em Camaçari (BA). Antes disso, a partir do segundo semestre desse ano, King com visual atual será feito na fábrica baiana em regime CKD, quando as peças vêm desmontadas e a montagem é feita no país. 
Veja todos os detalhes no novo BYD King no vídeo abaixo:
Como é o novo BYD King
Atualmente, o King é vendido em duas versões no Brasil: R$ 169.990 (GL) e R$ 175.990 (GS). A principal diferença entre elas é que a opção de entrada tem bateira de 8,3 kWh e a topo de linha de 18,3 kWh. Segundo o Inmetro, o alcance apenas em modo elétrico é de 35 km e 78 km, respectivamente. 
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Na China, o Seal 05 também vem equipado com um motor a combustão 1.5 aspirado, com potência combinada com o motor elétrico de 160 cv — bem menos do que no Brasil. Por aqui, o sedã híbrido plug-in é igual desde a sua estreia há quase dois anos. A única diferença é que o modelo perdeu potência na virada de ano/modelo na linha 2026, para atender ao Proconve L8 (atual fase do programa de controle de emissões veiculares brasileiro). 
BYD King muda muito ao receber as características visuais do Seal
André Schaun/Autoesporte
Por conta disso, o propulsor 1.5 aspirado a gasolina agora desenvolve 98 cv (antes, eram 110 cv). O torque também caiu: de 13,5 kgfm para 12,5 kgfm.  Na prática, o motorista não sente nada disso. O conjunto é aliado a um motor elétrico que, segundo a BYD, não sofreu alterações. Por isso, a potência combinada continua sendo de 209 cv para a versão de entrada e 235 cv para a topo de linha. O torque, não é revelado. Na renovação esse conjunto deve ser mantido. 
Também de acordo com o Inmetro, o King GL 2026 tem consumo de 17,1 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada. Na versão GS, o ,modelo faz 16,4 km/l em ciclo urbano e 12,9 km/l em rodovia. 
BYD King com cara de Seal 
Com a apresentação do BYD King renovado, a marca chinesa começa a "unificar" os visuais de modelos híbridos e elétricos
André Schaun/Autoesporte
A dianteira tem a principal semelhança com o Seal EV vendido no Brasil por R$ 299.990. Por isso, o King terá uma mudança radical na frente, sem basicamente nenhuma herança do atual, que tem uma linguagem de design muito particular no portfólio da marca aqui no país. 
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O sedã chinês troca a grade frontal com linhas horizontais filetadas e faróis de LED mais finos por uma linguagem igual a do Seal, mas com uma peça mais robusta. A traseira muda menos e mantém as lanternas de LED interligadas, mas o grafismo interno da peça diferente. 
BYD King vai continuar com esse visual até a produção nacional completa, em 2027
Autoesporte
Nas laterais, a semelhança com o King atual é maior, com sua imposição de cupê, pois o sedã tem uma queda progressiva no teto que parte da coluna C e termina no limite do porta-malas. A versão chinesa é mais simples e tem rodas de aço com calotas e pneus 225/60 R16. 
No Brasil, certamente as rodas continuam de liga leve. As versões GL e GS compartilham as mesmas rodas e pneus atualmente: de aro 17” com pneus 215/55 R17.
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O Seal 05 tem exatamente as mesmas dimensões do King, por isso, nada deve mudar na reestilização, permanecente com 4,78 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,50 m de altura e entre-eixos de 2,72 m. O porta-malas tem capacidade de 450 litros e a altura do solo é de 12 cm.
Painel do BYD King não muda tanto em comparação com o exterior
Divulgação
Assim como no atual King, o Seal 05 tem saídas de ar-condicionado e uma entrada USB (tipo A e C) para os passageiros do banco traseiro. Porém, reforço que o chinês é mais simples: não há apoio de braço central e na frente não tem bancos com ajustes elétricos, ar-condicionado de duas zonas e nem carregador de celular por indução. Além disso, a tela da central multimídia é menor. 
No Brasil, o ar-condicionado de duas zonas está disponível apenas na versão topo de linha. Já o quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas e a central multimídia com tela flutuante e giratória de 12,8" têm nas duas opções. 
Confira os principais equipamentos do BYD King 2026
O BYD King terá mudanças maiores na dianteira do que na traseira após a reestilização 
Renato Durães/Autoesporte
BYD King GL 2026: seis airbags, câmera 360 graus, direção elétrica, controle de tração e eletrônico de estabilidade, assistência de partida em rampas, controle de cruzeiro, monitoramento de pressão dos pneus, freio de estacionamento eletrônico, sensor de estacionamento com seis radares, chave presencial, abertura elétrica do porta-malas, aquecimento e rebatimento elétrico dos retrovisores, carregador de celular por indução, ajuste elétrico do banco do motorista em seis direções, bancos traseiros bipartidos rebatíveis, quadro de instrumentos digital de 8,8", central multimídia flutuante e giratória de 12,8". 
BYD King GS 2026: itens da versão GL + ajuste elétrico do banco do passageiro em quatro direções, iluminação ambiente interna multicolor, sistema de som de oito alto-falantes, ar-condicionado de duas zonas e pacote Adas com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), alertas laterais de ponto cego, limitador inteligente de velocidade, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência e assistente de permanência em faixa. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/XRsBOxpqRmqrnAaKnVCNUbB6GKQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/x/1/QH5qtoTNSVq6lM4us9zQ/novo-byd-king-2-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo BYD King</media:description>   <media:credit>André Schaun/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 20:00:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os carros elétricos e híbridos mais vendidos do Brasil em abril de 2026</title>  <atom:subtitle>38.516 carros eletrificados foram emplacados no quarto mês do ano para garantir novo recorde; BYD Dolphin Mini e Song Pro são líderes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/carros-eletricos-hibridos-mais-vendidos-brasil-abril-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/carros-eletricos-hibridos-mais-vendidos-brasil-abril-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Brxlq3VzsEycp5vrDvtWiOLjeVE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/z/E/S2qGBNTAGIWSj1UOHGMg/geely-ex2-byd-dolphin-mini.jpg" /><br /> ]]>    O mercado de carros elétricos e híbridos garantiu 38.516 emplacamentos em abril de 2026. O número de vendas representa um crescimento de 9% sobre o mês anterior, quando 35.356 unidades foram registradas. Os dados são da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).
Por outro lado, o aumento é de impressionantes 161% na comparação com o mesmo período do ano passado. Há um ano, apenas 14.759 comercializações foram feitas no segmento.
122.463 carros elétricos foram vendidos no Brasil em 2026
Renato Durães/Autoesporte
Fato é que essa marca de 38.516 emplacamentos traz um novo recorde da série histórica, já que o quarto mês deste ano foi o que mais acumulou vendas de veículos eletrificados da história. A participação já é de 16% no mercado. Só em 2026, foram 122.463 unidades vendidas.
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Os elétricos mais vendidos em abril de 2026
De todos os registros mensais, 17.488 foram apenas de carros elétricos (BEV). Ou seja, 45,4% de todas as vendas. A liderança segue com o BYD Dolphin Mini, que garantiu 6.880 emplacamentos em abril. Inclusive, o pequeno elétrico ocupou a primeira posição no varejo.
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A surpresa fica para o segundo lugar do ranking, agora ocupado pelo Geely EX2 e suas 3.602 comercializações. É a primeira vez que o modelo consegue ultrapassar o BYD Dolphin que, neste mês, garantiu 3.022 vendas. Destaque também para o Chevrolet Spark EUV, que foi o SUV elétrico mais emplacado no período, e para o recém-lançado Leapmotor B10, que já aparece no ranking. 
Os carros elétricos mais vendidos do Brasil em abril de 2026
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Os híbridos mais vendidos em abril de 2026 
BYD Song Pro foi o híbrido mais vendido de abril de 2026 no Brasil
Divulgação
Por outro lado, os híbridos representam 54,6% de toda a categoria. Em abril, foram 21.028 registros, sendo 13.214 de híbridos plug-in (PHEV) e 7.814 de híbridos plenos (HEV). Os híbrido leves (MHEV) não são contabilizados na soma, mas totalizaram 4.913 unidades mensais.
O líder foi o BYD Song Pro e seus 3.136 registros, seguido do irmão BYD Song Plus, com 2.905 emplacamentos. O GWM Haval H6 surge em terceiro com 2.491 unidades vendidas, enquanto o Omoda 5 aparece em quarto na tabela com 1.871 registros.
Já o destaque fica com o Toyota Yaris Cross. Lançamento recentemente, o SUV compacto da fabricante japonesa ocupa a quinta posição com 1.838 emplacamentos.
Os carros híbridos mais vendidos do Brasil em abril de 2026
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Brxlq3VzsEycp5vrDvtWiOLjeVE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/z/E/S2qGBNTAGIWSj1UOHGMg/geely-ex2-byd-dolphin-mini.jpg" medium="image"/>   <media:description>Geely EX2 e BYD Dolphin Mini</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 19:34:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros usados a partir de R$ 17 mil para economizar muito combustível</title>  <atom:subtitle>Lista traz opções de hatches e sedãs para quem está precisando economizar e ir menos ao posto de combustível</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/5-carros-usados-r-17-mil-economizar-muito-combustivel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/5-carros-usados-r-17-mil-economizar-muito-combustivel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GFV9sdsfHP1yk4O0KBmZDB7kGmA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/d/t/uiC5R4QSuOQHpnHccY9Q/nissan-versa-8.jpg" /><br /> ]]>    Economia de combustível é um fator determinante para quem quer comprar um carro. E, com o preço dos novos nas alturas, recorrer aos usados vira um bom negócio. Dos modelos de entrada, um Hyundai HB20, por exemplo, entrega médias de consumo muito boas: 13,6 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina, em sua configuração 1.0 aspirada. Para quem não quer gastar tanto, Autoesporte seleciona cinco opções de usados com consumo semelhante ou até melhor. 
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Fiat Mobi — a partir de R$ 16.800
O tamanho diminuto deixa fácil estacionar o Fiat Mobi em vagas apertadas
Divulgação/Fiat
O Fiat Mobi é outro usado que faz sentido para quem prioriza economia. O hatch compacto usa motor 1.0 flex e câmbio manual de cinco marchas. Em versões recentes, o consumo aferido pelo Inmetro fica em torno de 13,5 km/l a 14,5 km/l na cidade com gasolina e até 15,8 km/l na estrada, conforme ano da aferição.
No Mercado Livre, as versões mais comuns são Like e Trekking. Uma consulta no site mostra ofertas de Mobi Like a partir de R$ 16.800, muito por tratar-de opção mais simples e barata, com foco no uso urbano. Essa variante inclui duplo airbag frontal, direção hidráulica ou elétrica, ar-condicionado e vidros elétricos dianteiros.
Já o Fiat Mobi Trekking, por sua vez, adiciona apelo visual com novos grafismos, rack no teto e acabamento mais chamativo. Um ponto forte do modelo é ser fácil de estacionar — devido a suas dimensões diminutas — barato de manter e adequado para deslocamentos curtos.
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2. Renault Kwid — a partir de R$ 26.940
O Renault Kwid 1.0 de três cilindros gera até 71 cv e 10 kgfm
Divulgação/Renault
O Renault Kwid se consolidou como uma das portas de entrada mais acessíveis do mercado, com proposta urbana e baixo custo de uso. Segundo o Inmetro, seu consumo gira em torno de 15,3 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada com gasolina. Na mecânica, o subcompacto traz o motor 1.0 de três cilindros com até 71 cv e 10 kgfm, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas.
O Kwid usado costuma aparecer principalmente em versões como a Zen, No Mercado Livre, as ofertas do Renault Kwid Zen 2022, por exemplo, somam centenas de anúncios, com preços a partir de R$ 26.940. O Renault Kwid Zen entrega itens essenciais de série, oferecendo quatro airbags nas unidades mais recentes, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e direção elétrica. O pacote ainda inclui ar-condicionado, computador de bordo e sistema de som simples com conectividade básica.
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3. Nissan Versa — a partir de R$ 29.990
O Nissan Versa é opção boa para quem busca amplo espaço interno
Divulgação/Nissan 
O Nissan Versa de primeira geração é muito prestigiado no mercado de usados pela alta durabilidade de seus componentes mecânicos e pelo farto espaço a bordo. Equipado com o longevo motor 1.6 flex de 111 cv e 15,1 kgfm — quase sempre trabalhando junto do câmbio automático do tipo CVT — o sedã entrega números de consumo bem atrativos para a sua categoria. Abastecido com gasolina, sua média fica em 10 km/l no trajeto urbano e pode encostar na marca de 14 km/l no ciclo rodoviário, tornando-se uma ótima opção equilibrada para famílias.
O grande chamariz do veículo da marca japonesa é o seu aproveitamento interno. O entre-eixos de 2,60 m resulta em um vasto espaço para as pernas de quem viaja no banco traseiro, garantindo percursos sem qualquer aperto aos adultos. O porta-malas de 460 litros abriga as malas de toda a família de forma prática. Ao realizar a busca pelos classificados no Mercado Livre, as versões SV e SL partem de R$ 29.990 e são de longe as mais comuns, especialmente para o recorte de unidades produzidas entre 2016 e 2019. 
Essas configurações se destacam por entregar ar-condicionado automático digital, direção elétrica, rodas de liga leve, faróis de neblina e central multimídia com Android Auto e Apple Carplay. Na variante topo de linha SL, os passageiros desfrutam também de bancos revestidos de couro e câmera de ré para auxiliar nas manobras do sedã.
4. Chevrolet Onix — a partir de R$ 31.900
Versões do Chevrolet Onix pré-reestilização saem mais em conta
Divulgação/Chevrolet
O Chevrolet Onix 1.0 é uma opção mais refinada que Kwid e Mobi. Há anos, o catálogo é compostos por duas opções de motor 1.0 (aspirado ou turbinado) e câmbio manual ou automático. Após atualizações recentes, o hatch aspirado passou a fazer, segundo dados do Inmetro, 13,8 km/l na cidade e 16,9 km/l na estrada com gasolina.  
No Mercado Livre, o Onix aparece com bastante oferta nas versões LT e LT Plus, com preços que partem de R$ 31.900. A versão LT é uma das mais interessantes para compra usada, pois tende a equilibrar preço, equipamentos e liquidez. 
Dependendo do ano, ela pode trazer seis airbags, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia e conectividade. É um usado mais caro que Kwid e Mobi, mas também entrega mais espaço, segurança e conforto.
5. Volkswagen Polo Track — a partir de R$ 55.977
O Volkswagen Polo Track entrega preço baixo apesar da plataforma moderna
Divulgação/Volkswagen 
Criado para substituir o Gol, o Volkswagen Polo Track é uma alternativa mais nova para quem quer um hatch de projeto moderno sem partir para as versões turbo, naturalmente mais caras. O Polo Track usa motor 1.0 flex de 84 cv, câmbio manual de cinco marchas e tem proposta mais simples que as versões TSI, mas mantém boa base estrutural por também ser feito com base na plataforma MQB. Segundo dados do Inmetro, o consumo do Polo Track é de 13,8 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada com gasolina.  
Por ser mais recente, o Polo Track costuma ser encontrado com quilometragem menor e ainda pode ter unidades dentro do período de garantia, dependendo da data de compra. As unidades seminovas aparecem anunciadas a partir de R$ 55.977, com equipamentos que incluem ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e quatro airbags. A central multimídia com Android Auto e Apple Carplay é opcional comum em muitas unidades.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/GFV9sdsfHP1yk4O0KBmZDB7kGmA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/d/t/uiC5R4QSuOQHpnHccY9Q/nissan-versa-8.jpg" medium="image"/>   <media:description>Nissan Versa</media:description>   <media:credit>Divulgação/Nissan</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 17:45:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: Jaecoo 5 EV tem cara de Ranger Rover e promete 400 km de autonomia</title>  <atom:subtitle>Criado para mercados fora da China, Jaecoo 5 elétrico entrega ótimo acabamento e desempenho surpreendente</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-jaecoo-5-eletrico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-jaecoo-5-eletrico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/wflG9x-8Nqyx6--DI9vhp9FCdhQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/n/0PuEwoS26AZR2JIdKOVg/jaecoo-5-ev-.jpg" /><br /> ]]>    Foi-se o tempo em que todos os carros chineses pareciam cópias de rivais aspiracionais da Europa e dos Estados Unidos. É bem verdade que, atualmente, muitos deles são similares entre si, sendo difícil até diferenciar as marcas. Como toda regra tem sua exceção, o Jaecoo 5 ainda carrega reminiscências de um passado não muito distante. Durante o período que passei com o novo SUV compacto, nem sei quantas vezes ouvi o comentário de que o modelo parecia um “Range Rover dos pobres”. 
Mas há um desequilíbrio estético que não é presente nos SUVs britânicos de luxo. A versão híbrida plug-in carrega uma gigantesca e desproporcional grade frontal. Ao menos a versão elétrica testada atenua o exagero com uma peça plástica no lugar da grade, já que tem menor necessidade de arrefecimento do sistema de propulsão elétrica. De todo modo, desde meados de 2025, Jaecoo 5 e Range Rover dividem ruas europeias. 
Jaecoo 5 elétrico acelera de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos 
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O mesmo vai acontecer no Brasil nos próximos meses. Mas não na China. Vale lembrar que a Jaecoo foi criada pela Chery exclusivamente para os mercados de exportação. Logo, concorre obviamente com outros chineses, como o BYD Yuan Pro, mas também com uma legião de rivais europeus, como Jeep Avenger, Hyundai Kona e Peugeot e-2008. 
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Para tentar desbancar tantos competidores, o Jaecoo 5 aposta no desempenho. O motor elétrico dianteiro de 211 cv e 29,4 kgfm de torque leva o SUV a 100 km/h em 7,7 segundos. Fora isso, a bateria de 60,9 kWh de íons de lítio (LFP) é capaz de entregar bons 402 km de autonomia. O alcance é o mesmo de um Peugeot e-2008, que tem baterias menores e desempenho pior. Em relação ao Yuan Pro (chamado de Atto 2 na Europa), os dois chineses andam de forma semelhante, mas a carga do BYD termina antes, com alcance limitado a 312 km.  
Jaecoo 5 tem design bastante similar ao Ranger Rover com faróis unidos 
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Claramente o Jaecoo 5 aposta em equilíbrio entre desempenho e autonomia. Um bom atributo é a velocidade de carregamento da bateria, que pode ser feito em corrente contínua (DC) a até 130 kW (30% a 80% em 28 minutos). E ainda possui função V2L, que permite alimentar dispositivos externos como um secador de cabelo ou uma bicicleta elétrica por meio de um adaptador que se liga à porta de carregamento. Já em corrente alternada (AC), a potência não se destaca tanto: é de 11 kW, igual ao que a maioria dos rivais oferece.  
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Se por fora falta personalidade — a Range Rover não é má referência estética, mas há uma proximidade excessiva —, por dentro não devemos esperar algo diferente, nesses tempos em que quase todos os carros chineses apresentam duas telas e se parecem demasiado — a tal ponto que seria difícil saber de que montadora se trata se o emblema fosse coberto (mesmo com o logotipo à mostra, muitas vezes não é fácil…). 
Cabine do Jaecoo 5 elétrico lembra a de vários outros carros chineses: telas grandes e poucos botões
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Atrás do volante temos, então, um quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas e uma tela vertical de 13,2 polegadas que serve ao sistema multimídia, nos dois casos com uma interessante qualidade gráfica, mas com letras e alguns números pequenos e próximos uns dos outros, o que pode dificultar a visualização. A instrumentação não tem também muitas opções de personalização, sendo apenas possível alternar entre os menus que aparecem no lado direito (computador de bordo, pressão dos pneus, instruções de navegação e reprodução de áudio). 
A extensão de preto brilhante no painel e console é considerável, e sabemos como esse acabamento convida à gravação de impressões digitais, sujando-se facilmente. Mas, em compensação, predominam os revestimentos com toque suave e de boa qualidade em toda a parte superior do painel. O encaixe e o acabamento das peças são precisos e a montagem é sólida. 
Jaecoo 5 elétrico tem bom acabamento interno e ajustes nos bancos 
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A qualidade percebida é também favorecida pelos acabamentos na fixação do retrovisor interior e por vidros duplos nas portas dianteiras, mas não há revestimento de borracha nem nas bolsas das portas nem no porta-luvas (que, no entanto, tem descida sustentada da porta quando a abrimos). 
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Com o acabamento Exclusive, o que testamos, o estofamento é de couro sintético. Os bancos dianteiros agradam em termos de conforto, tamanho do assento e suporte lateral. Contam com os ajustes básicos (embora não tenham apoio lombar) e uma função de aquecimento e ventilação ajustável em três níveis. A coluna de direção tem ajustes de altura e de profundidade, e o volante também é aquecido. 
Jaecoo 5 elétrico pode recuperar de 30% a 80% da bateria em 28 minutos
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A tela central concentra praticamente todos os sistemas: climatização, regeneração por frenagem, assistência ao condutor etc. Há conectividade Android Auto e Apple CarPlay sem fios e esses menus são apresentados em tela cheia, o que é muito conveniente para visualizar as instruções de navegação e abrir aplicativos. A qualidade de imagem das câmeras exteriores merece ser elogiada. 
No console central, uma bandeja dividida ao meio possui um carregador por indução à esquerda. E um enorme teto panorâmico (também com vidro duplo), o qual conta com uma persiana elétrica que pode ser fechada ou aberta por completo, enche a cabine de luz e favorece a visão do exterior. E a ampla superfície envidraçada contribui também para a boa visibilidade.  
Jaecoo 5 elétrico tem detalhe escurecido na versão Exclusive
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Com 4,38 metros de comprimento, o Jaecoo 5 fica próximo a modelos como Nissan Kicks e Honda HR-V. Mas o entre-eixos de 2,62 m o coloca abaixo da média dos SUVs compactos. Ainda assim, a segunda fileira oferece bastante espaço, especialmente se for ocupada por dois passageiros de até 1,90 m de altura. E mesmo três pessoas podem se instalar, desde que aquela que se sentar no meio ocupe pouco espaço e também porque o piso é plano e livre de outra intrusão. 
Há saída de ventilação direta, mas não é possível ajustar nem a intensidade do fluxo de ar, nem a temperatura (nesse caso, algo esperado em carros dessa categoria). Além disso, os passageiros dessa fila dispõem das comodidades normais, como porta USB, apoio de braço central e bolsas nos encostos dos bancos dianteiros. 
Porta-malas do Jaecoo 5 elétrico tem 480 litros 
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O porta-malas de 480 litros é um dos pontos fortes do Jaecoo 5 em comparação com os de seus concorrentes, geralmente na casa de 430 l. Melhor ainda é o compartimento extra sob o capô que acomoda outros 35 l. Voltando ao bagageiro traseiro, o assoalho pode ser ajustado em duas alturas. Quando posicionado mais alto, cria um vão de carga totalmente plano quando os encostos dos bancos traseiros são rebatidos. Na posição mais baixa, ganham-se preciosos centímetros para transportar objetos de tamanho maior.  
Uma vez dirigindo, notamos que a suspensão do Jaecoo 5 não é especialmente confortável quando passamos sobre buracos, lombadas ou outros tipos de irregularidades da estrada. É certo que a suspensão traseira independente funciona bem, mas existe certa firmeza que tem a vantagem de promover a estabilidade em curva. Talvez rodas menores do que essas de 18” fossem uma escolha melhor, mesmo prejudicando o efeito estético final. 
Jaecoo 5 elétrico tem três níveis de regeneração de energia 
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O pedal do freio tem tato esponjoso na fase inicial do seu curso, mas quando nos habituamos melhora, sendo razoavelmente linear. Existem três níveis de regeneração de energia pela desaceleração, ajustáveis na tela central, é claro: Baixo, Médio e Alto, com diferenças bastante perceptíveis na condução. 
Depois, também na tela central, podemos ajustar outras definições que têm a ver com a frenagem — porém, não só a tradução do chinês para o português é muito ruim (“controlo do passo do freio”???) como também não se nota qualquer diferença na atuação dos freios (com discos ventilados nas rodas dianteiras e sólidos nas traseiras). 
A direção é típica de carro elétrico chinês, sintética e pouco comunicativa, mas há algumas bem piores, principalmente porque são ridiculamente leves. Essa é aceitável no que se refere ao peso e pode ter uma pequena variação conforme os modos de condução (que, felizmente, são ajustados por botão físico na parte baixa do console central). Além disso, é até bastante direta, com apenas 2,75 voltas do volante de batente a batente. 
Quadro de instrumentos de 8,8 polegadas tem boa resolução, mas caracteres são pequenos no Jaecoo 5 elétrico 
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Falando nos modos de condução, são Eco, Normal e Sport, e fazem variar a resposta do acelerador para reações ligeiramente mais enérgicas de Eco para Normal e de Normal para Sport. Seja como for, as acelerações são sempre bastante rápidas e as performances, em geral, mais do que suficientes para um SUV de família (os 7,7 s de zero a 100 km/h e os 175 km/h de velocidade máxima corroboram essa ideia).  
Em piso seco, não sentimos problemas de perda de aderência das rodas dianteiras a não ser provocando bastante para que isso acontecesse, mas com a estrada molhada é normal as rodas deslizarem com muita facilidade, sendo recomendável dosar com cuidado o pedal da direita ou selecionar o modo Eco. 
O consumo do Jaecoo 5 ficou pouco acima do que a fabricante chinesa indica: 5,6 kWh/km, e não 6,3 kWh/km, o que significa que é mais realista esperar uma autonomia na casa dos 350 km, em vez dos 402 km prometidos. 
Câmeras 360° do Jaecoo 5 elétrico se destacam em relação aos dos rivais
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Na Europa, o preço do Jaecoo 5 é bastante competitivo, começando em 33,9 mil euros, ligeiramente acima de Jeep Avenger e Peugeot e-2008, bem menos potentes e mais simples. Para o Brasil, o lançamento vai acontecer nos próximos meses, com estratégia um pouco diferente, trocando a versão elétrica por configurações híbridas dos tipos pleno e plug-in. 
O objetivo é disputar com SUVs compactos a combustão na faixa de R$ 160 mil a R$ 200 mil. Para isso, será essencial a produção local, prevista para ser iniciada em alguns meses na fábrica que hoje pertence à Jaguar Land Rover, em Itatiaia (RJ). E não é que chineses e britânicos se encontraram novamente?  
Pontos positivos: Porta-malas grande, bom acabamento, desempenho acima da média do segmento;
Pontos negativos: Velocidade de recarga em aparelhos de corrente alternada e direção pouco responsiva.
Jaecoo 5 EV
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/wflG9x-8Nqyx6--DI9vhp9FCdhQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/n/0PuEwoS26AZR2JIdKOVg/jaecoo-5-ev-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jaecoo 5 EV</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 14:17:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flagra: novo Caoa Chery Tiggo 8 está em testes no Brasil; veja o que muda</title>  <atom:subtitle>Em nova reestilização, SUV ganhará painel mais refinado, maçanetas escamoteáveis e sistema híbrido atualizado para encarar rivais da BYD, GWM e Geely</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-caoa-chery-tiggo-8-testes-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-caoa-chery-tiggo-8-testes-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/G8cGi2sTkUJYugrz3ZvdWLo2JwE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/I/e/9KvtZRSmqbPSBTlrckzw/gemini-generated-image-94x6bb94x6bb94x6.jpg" /><br /> ]]>    Depois de aplicar importantes atualizações no Tiggo 5X, a Caoa Chery prepara novidades para outro importante SUV de sua linha no Brasil: o Tiggo 8. Apesar da reestilização aplicada em agosto de 2024, o modelo caminha para receber mais mudanças e, desta vez, ainda mais profundas. Um flagra publicado no Instagram pelo perfil @carsbysfs confirma o lançamento e revela que unidades do novo SUV já circulam camufladas em testes pelo país.
A renovação do Tiggo 8 Pro será a mesma aplicada em países como Austrália e Reino Unido, onde o modelo, nesta especificação, é vendido como Tiggo 8 Super Hybrid. Na dianteira, as principais mudanças incluem grade mais ampla, faróis com novo arranjo interno de luzes e para-choque com entradas de ar verticalizadas revestidas por apliques em preto brilhante.
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Nas laterais, além dos vincos mais evidentes e marcados, o destaque ficará por conta das maçanetas escamoteáveis adotadas pela primeira vez em um veículo da Caoa Chery no Brasil. As rodas também serão novas, mantendo o tamanho de 19 polegadas. Já a traseira receberá poucas mudanças, preservando o desenho das lanternas (incluindo assinatura luminosa) e renovando apenas a base do para-choque e os logotipos.
Novo Chery Tiggo 8 Super Hybrid já é vendido na Austrália e no Reino Unido
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A Caoa Chery ainda não confirmou quando lançará o novo Tiggo 8 no Brasil, mas a circulação de protótipos camuflados entrega que a estreia logo mais deve acontecer.
Novo interior e mais tecnologia no Tiggo 8
Por dentro, o novo Tiggo 8 não lembra em nada o modelo atual. Para os mercados australiano e britânico, o modelo adota painel mais refinado e com elementos alinhados aos lançamentos mais recentes do grupo Chery. É o caso da central multimídia, que abandona o layout atual na horizontal e passa a ser posicionada de forma isolada no centro do painel em uma tela de 15,6 polegadas.
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Novo Chery Tiggo 8 tem central multimídia de 15,6 polegadas em destaque no painel
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Já o quadro de instrumentos, até então integrado, fica agora posicionado em um visor de 10,2 polegadas logo atrás do volante e dentro do ângulo de visão do motorista. Os demais elementos internos também são novos, incluindo console central flutuante com carregadores de celular integrados, volante inédito, saídas de ventilação redesenhadas, nova iluminação ambiente, entre outros.
Novo painel é inspirado nos lançamentos mais recentes da Chery
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Lá fora, a lista de equipamentos inclui itens como nove airbags, frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de manutenção de faixa, bancos dianteiros aquecidos e ventilados, alto-falantes no encosto de cabeça do motorista, head-up display, teto solar panorâmico, vidros traseiros escurecidos, soleiras dianteiras iluminadas e banco do motorista com função de massagem.
Novo Chery Tiggo 8 conserva visual das lanternas, apesar do facelift
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Motor híbrido com 1.200 km de autonomia
Na Austrália, o novo Tiggo 8 é equipado com o conjunto híbrido plug-in “Chery Super Hybrid (CSH)”. O sistema é formado por um motor 1.5 turbo a gasolina com 145 cv e 21,9 kgfm de torque combinado a um motor elétrico com 204 cv e 31,6 kgfm. Os números combinados não foram revelados.
O conjunto inclui ainda uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 18,3 kWh que garante autonomia elétrica de 95 km no padrão NEDC. Já o alcance combinado é de 1.200 km. Com carregamento rápido de até 40 kW, o Tiggo 8 Super Hybrid pode recuperar de 30% a 80% da bateria em apenas 20 minutos.
Maçanetas escamoteáveis são inéditas em veículos da Caoa Chery no Brasil
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No Brasil, como comparação, o Tiggo 8 PHEV tem o mesmo 1.5 TCi turbo a gasolina, com injeção indireta e ciclo Otto, mas associado a dois motores elétricos. No total, são entregues 317 cv de potência e 56,6 kgfm de torque combinados. O câmbio DHT tem 11 marchas simuladas. Aqui, a Caoa divulga aceleração de 0 a 100 km/h em 7 segundos e alcance no modo elétrico de 54 km (Inmetro), mesmo a bateria sendo ligeiramente maior (19,2 kWh).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/G8cGi2sTkUJYugrz3ZvdWLo2JwE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/I/e/9KvtZRSmqbPSBTlrckzw/gemini-generated-image-94x6bb94x6bb94x6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Caoa Chery Tiggo 8 em testes</media:description>   <media:credit>Reprodução/Instagram @carsbysfs</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 13:05:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Dolphin Mini volta a ter pneu de fábrica que não existe para reposição</title>  <atom:subtitle>Hatch elétrico era equipado com pneus da LingLong e agora traz Hankook de fábrica na linha 2026, mas que não estão à venda no Brasil; entenda</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/05/byd-dolphin-mini-pneu-fabrica-nao-existe-reposicao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/05/byd-dolphin-mini-pneu-fabrica-nao-existe-reposicao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EVpdfBBvcTnvOVMKLTxZioWHa54=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Z/c/4TfH5EQxSYlP4FmwaIGw/byd-dolphin-mini-2026-movimento.jpg" /><br /> ]]>    O BYD Dolphin Mini se tornou o primeiro carro elétrico a entrar na lista dos 10 mais vendidos do Brasil. Para alcançar essa posição — e a liderança no varejo  —, a fabricante chinesa fez alterações no seu modelo de entrada depois do lançamento. Na linha 2026, o pequeno eletrificado recebeu nova opção de cor, retoques leves no visual, ajustes na suspensão e... um novo pneu. Só que o último retoque não parece ter sido tão bem sucedido.
Isso porque quando o BYD Dolphin Mini chegou às lojas, em março de 2024, os pneus eram motivo de preocupação para seus proprietários. Na época, a combinação 175/55 com rodas de 16 polegadas era disponibilizada por uma única fabricante: a também chinesa LingLong.
O grande problema é que operação brasileira da LingLong não trabalhava com essa medida. Na linha 2026, o BYD Dolphin Mini passou a sair de fábrica com pneus da Hankook.
BYD Dolphin Mini agora tem pneus da Hankook
Renato Durães/Autoesporte
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Só que essa decisão fez surgir uma nova polêmica. Afinal, até agora, é a sul-coreana que não vende os pneus do elétrico oficialmente. Não é possível encontrar a medida do modelo "iON ST AS" à venda no site da marca e nem em mercados paralelos, como no Mercado Livre.
Autoesporte entrou em contato com a Hankook Brasil para entender a situação. Mesmo que o Dolphin Mini 2026 esteja sendo vendido desde julho do ano passado, ou seja, há quase um ano, a fabricante informa que uma solução está prevista para o segundo semestre de 2026.
"Inicialmente, os pneus produzidos foram destinados à montadora do veículo e a partir do segundo semestre de 2026 iniciarão as importações por distribuidores nacionais para revenda dos pneus de aplicação original", explicou a Hankook.
BYD Dolphin Mini era equipado com pneus da LingLong
Fabio Aro/Autoesporte
Por outro lado, neste período, a LingLong parece ter expandido a sua operação para equipar o Dolphin Mini. Afinal, o site da marca oferece o equipamento por R$ 419. Quatro unidades saem por R$ 1.676. Há estoque e até um anúncio gigante assim que a página é aberta. Para completar, são diversas opções disponíveis no Mercado Livre.
Importante lembrar que a combinação continua não sendo oferecida pelas maiores fabricantes de pneus do Brasil: Bridgestone, Continental, Goodyear, Michelin e Pirelli. Por outro lado, é possível encontrar o pneu de marcas como SpeedMax, Aptany e Wanli.
BYD Dolphin Mini não tem estepe, apenas um kit de reparos
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Outra questão relevante é que o Dolphin Mini não possui estepe, seja de tamanho normal ou de uso temporário. No lugar do pneu sobressalente, há um kit de reparo com bomba e selante.
Portanto, mais uma vez, existe o risco de os proprietários sofrerem para encontrar um pneu novo original. Pelo menos agora há mais de uma opção para o elétrico.
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Como é o BYD Dolphin Mini?
O BYD Dolphin Mini tem 3,80 metros de comprimento, 1,58 metro de altura, 1,70 metro de largura e tem entre-eixos de 2,50 metros. O porta-malas acomoda até 230 litros de bagagem.
O Dolphin Mini é equipado com um motor elétrico dianteiro que entrega 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque. De acordo com a BYD, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos. O conjunto é alimentado por um pacote de baterias de 38 kWh, que oferece autonomia de até 280 km, conforme dados do Inmetro.
Na lista de equipamentos há seis airbags, controle de cruzeiro, painel de instrumentos digital de 7 polegadas, central multimídia de 10,1 polegadas com espelhamento sem fio, carregador por indução, câmera 360° e sensores de estacionamento traseiros.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/EVpdfBBvcTnvOVMKLTxZioWHa54=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Z/c/4TfH5EQxSYlP4FmwaIGw/byd-dolphin-mini-2026-movimento.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD Dolphin Mini 2026</media:description>   <media:credit>Emerson Lima</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 10:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GWM Tank 400 será o segundo rival da marca contra o Toyota SW4 no Brasil</title>  <atom:subtitle>SUV ajudará o Haval H9 a roubar ainda mais clientes do SW4, com preço na faixa de R$ 400 mil e motorização híbrida dotada de autonomia elétrica gigante</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/gwm-tank-400-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/gwm-tank-400-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/K5oVZpCP3IA6WQqU54-FrZILIB4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/z/RDEf8zSqmxt081h102LA/gwm-tank-400-dianteira-dinamica.jpg" /><br /> ]]>    Em abril de 2024, Autoesporte publicou em primeira mão que a GWM pretendia lançar o Tank 400 no Brasil. Na ocasião, a informação que tínhamos era de que o SUV grande de cinco lugares com tração 4x4 e motorização híbrida plug-in (PHEV) viria antes mesmo do Tank 300. A marca chinesa inverteu os planos e trouxe primeiro o jipe menor. Mas não se esqueceu do outro modelo, que será o segundo membro da família Tank no Brasil, ainda em 2026.
Depois de confirmar o lançamento do Ora 5 e apurar a chegada do Haval H7 no Salão de Pequim 2026, nossa reportagem pode afirmar que o Tank 400 será o quinto e último produto inédito da GWM lançado no Brasil neste ano, em uma lista que conta também com a renovação do Haval H6. E será mais um modelo da marca, junto do Haval H9, para tentar roubar clientes do Toyota SW4, embora com uma estratégia diferente.
GWM Tank 400 é SUV híbrido plug-in, que precisa de recarga externa 
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Enquanto o Haval H9 tem sete lugares, motorização a diesel e grande apelo ao custo-benefício, o Tank 400 é um SUV híbrido plug-in (PHEV) de cinco lugares, que tentará conquistar clientes das versões de topo do SW4. Para isso, terá uma proposta de maior luxo e desempenho, além de oferecer uma autonomia em modo elétrico em tempos de combustível caro. Por tudo isso, seu preço deve ficar mais próximo aos R$ 400 mil. Autoesporte, inclusive, já chegou a testar o modelo em primeira mão. 
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Construído sobre a mesma plataforma de Tank 300, Haval H9 e da picape Poer P30, com chassi sobre longarinas, o GWM Tank 400 traz um conjunto motriz muito parecido com o do próprio Tank 300, chamado Hi4-T. Este reúne um motor 2.0 turbo de quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Miller, que já deve ser oferecido como flex no Brasil e, sozinho, rende 251 cv. 
GWM Tank 400 acelera de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos 
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Aliado a um motor elétrico dianteiro montado entre o propulsor 2.0 e a transmissão, o conjunto chega a 421 cv de potência e 76,5 kgfm de torque combinados na China, com um 0 a 100 km/h em 6,8 s. O câmbio é automático de nove marchas, com cardã e diferencial traseiro convencionais para formar tração 4x4. A bateria de 37,5 kWh proporciona uma autonomia de 105 km em modo elétrico no ciclo chinês NEDC. Este número deve cair para cerca de 70 km no Inmetro.
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Há uma nova variante do Tank 400 no mercado asiático chamada Hi4-Z, na qual os elementos mecânicos da tração 4x4 são trocados por um motor elétrico extra sobre o eixo traseiro. O câmbio passa a ser o DHT de três marchas mecânicas e potência combinada sobe para absurdos 864 cv, a mesma do novo Tank 700. A bateria tem 59 kWh, conferindo uma autonomia elétrica de impressionantes 200 km.
GWM Tank 400 tem porta-malas com capacidade para 480 litros 
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Entretanto, nossa aposta é que a versão escolhida para o Brasil seja a Hi4-T, mais robusta para o uso off-road, apesar de menos potente. Em dimensões, o GWM Tank 400 mede 4,96 mestros de comprimento, 1,97 m de largura, 1,91 m de altura e 2,85 m de entre-eixos. A boa notícia é que mesmo a configuração com bateria menor permite recargas rápidas a até 103 kW.
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O visual do GWM Tank 400 foi levemente reestilizado no fim do ano passado, com novidades também no interior. O SUV traz quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 15,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, comandos de voz com inteligência artificial (IA), bancos de couro Nappa com ajustes elétricos, aquecimento e ventilação, massagem para os bancos dianteiros, tela de entretenimento de 15,6 polegadas dedicada ao banco traseiro, mini-freezer de 5,4 litros no console central e estribos elétricos.
GWM Tank 400 terá versões híbrida e elétrica no Brasil 
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No pacote de segurança, o GWM Tank 400 conta com a terceira geração do sistema Adas Coffee Pilot Ultra, dotado de radares Lidar e câmeras ao redor do veículo para navegação em nível 2+ de condução semiautônima em rodovias e também na cidade. A ver quantas entre todas essas funções serão trazidas para o Brasil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/K5oVZpCP3IA6WQqU54-FrZILIB4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/z/RDEf8zSqmxt081h102LA/gwm-tank-400-dianteira-dinamica.jpg" medium="image"/>   <media:description>GWM Tank 400 </media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 06 May 2026 09:01:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD King ultrapassa Toyota Corolla pela primeira vez em vendas no varejo</title>  <atom:subtitle>Pela primeira vez desde o lançamento, em junho de 2024, o BYD King supera o modelo da Toyota em vendas no varejo por 38 unidades</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/byd-king-ultrapassa-toyota-corolla-vendas-varejo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/byd-king-ultrapassa-toyota-corolla-vendas-varejo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hQi7IUCiGZCaojg1Aowv_xFBol4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/r/N129MBRHiJmg1ryqfFUQ/byd-king-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    Mais uma prova de que o Brasil se encontra em uma constante mudança e aceitação dos eletrificados foi divulgada. Isso porque, após a BYD ultrapassar a Volkswagen nas vendas no varejo no Brasil, outro posto foi tomado. De acordo com balanço de abril da Fenabrave Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave), pela primeira vez o BYD King ultrapassou o  Toyota Corolla e se tornou o sedã mais vendido do mês, no varejo.
A posição foi alcançada quase dois anos depois do lançamento do King no Brasil: em junho de 2024. Ao todo, 1.365 unidades do modelo chinês foram vendidas contra 1.327 do carro da Toyota, totalizando uma vantagem de 38 unidades para o BYD King. 
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Vale destacar que a disputa entre os dois modelos não abriu espaço para outros concorrentes, afinal, a soma de unidades vendidas dos dois veículos representa mais de dois terços do total de sedãs vendidos no mês. Confira a tabela:
Sedãs médios mais vendidos no varejo em abril
Os 10 carros usados mais vendidos do Brasil em abril de 2026
BYD supera Volkswagen e alcança liderança em vendas no varejo no Brasil
Os 50 carros mais vendidos do Brasil em abril de 2026
Liderança conquistada com o tempo
BYD King é vendido em duas opções 
Cauê Lira/Autoesporte
A liderança conquistada neste último mês é resultado de uma evolução gradual. Lançado em junho de 2024, o King teve ano de estreia com 4.938 unidades vendidas nos seus 6 primeiros meses de vida. Em 2025, o modelo alcançou a 5ª posição dos carros mais vendidos da marca chinesa e a 2ª posição entre os sedãs médios mais vendidos neste mesmo ano, atrás apenas do Corolla. Ao todo 12.410 carros foram vendidos, o que significa uma média de 1.033 unidades do King vendidas a cada mês.
Novo BYD King: conhecemos o sedã híbrido renovado que vem ao Brasil em 2027
Já neste ano o carro chinês permanece na cola do Corolla na disputa pelo sedã médio mais vendido do ano. Nos primeiros quatro meses de 2026, 4. 662 unidades foram vendidas contra 8.857 do líder japonês. 
BYD King vs Corolla
BYD King é o mesmo desde o lançamento 
Renato Durães/Autoesporte
Atualmente, o BYD  King é vendido em duas versões: GL de R$ 172.990 e GS de  175.990. A principal diferença entre elas está nas baterias: a de entrada tem 8,3 kWh a mais cara oferece 18.3 kWh. 
Desde a sua estreia, o King não mudou nada no Brasil. A única diferença é que o modelo perdeu potência na virada de ano-modelo na linha 2026, para atender ao Proconve L8 (atual fase do programa de controle de emissões veiculares brasileiro). Assim, seu motor 1.5 aspirado passa a desenvolver até 98 cv de potência (antes, eram 110 cv). O torque também caiu: de 13,5 kgfm para 12,5 kgfm.
Mas, na prática, o motorista não sente nada disso. O conjunto é aliado a um motor elétrico que, segundo a BYD, não sofreu alterações. Por isso, a potência combinada continua sendo de 209 cv para a versão de entrada e 235 cv para a topo de linha. O torque, não é revelado. Em relação ao motor, a renovação deve manter o conjunto.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/hQi7IUCiGZCaojg1Aowv_xFBol4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/r/N129MBRHiJmg1ryqfFUQ/byd-king-1-frente-diagonal.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD King</media:description>   <media:credit>Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 05 May 2026 20:03:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Hyundai Creta N Line 1.6 turbo flex é vendido com até R$ 12 mil de desconto</title>  <atom:subtitle>Já na linha 2027, SUV é oferecido por diferentes concessionárias com preços abaixo dos R$ 206.990 da tabela; versão topo de linha agora usa motor 1.6 preparado para gasolina ou etanol</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/hyundai-creta-n-line-16-turbo-flex-vendido-desconto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/hyundai-creta-n-line-16-turbo-flex-vendido-desconto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ihf5bpfS_rINm6uTPWYxGMrqGkA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/S/CP8SGCRTmUAtZhnwtiAg/hyundaicretanline-dianteira01.jpg" /><br /> ]]>    Líder de vendas no varejo no Brasil em 2025, o Hyundai Creta chegou à linha 2027 com novidades mecânicas e versões reposicionadas. A configuração N Line, por exemplo, passou a ocupar o topo da gama do SUV ao trocar o motor 1.0 turbo pelo 1.6 turbo, atualizado com a tecnologia flex para funcionar também com etanol.
Vendido desde fevereiro pelo preço sugerido de R$ 206.990, o Hyundai Creta N Line 2027 é oferecido com descontos interessantes. A concessionária Hyundai Anália Franco, na zona leste de São Paulo (SP), por exemplo, vende unidades em estoque por R$ 194.990. O abatimento de R$ 12 mil é válido apenas para carros na cor sólida preto Ebony.
Na Via VR, concessionária Hyundai de Volta Redonda (RJ), uma unidade na cor cinza Shadow com teto preto sai por R$ 204 mil com o desconto de R$ 5.390 sobre o preço do carro já com a pintura opcional (R$ 2.400).
Em algumas lojas, preço mais baixo para o Hyundai Creta N Line 2027 é praticado apenas na pintura sólida
Guilherme Silva/Autoesporte
Já a Hymax, autorizada Hyundai de Mogi Guaçu (SP), anuncia o Creta N Line 2027 por R$ 199.990 (desconto de R$ 7 mil). O valor também válido para veículo com pintura sólida.
Na mesma condição, a Hyundai Caoa Raposo Tavares, na capital paulista, comercializa o SUV por R$ 198.590 com a redução de R$ 8.400 sobre o preço do fabricante.
Como é o Hyundai Creta N Line 2027
Hyundai Creta N Line 2027 trocou motor 1.0 turbo pelo 1.6 turbo, que agora é flex
Guilherme Silva/Autoesporte
Principal mudança do SUV, o motor Gamma 1.6 turbo de quatro cilindros com injeção direta, embora tenha sido recebido a tecnologia flex, perdeu potência para atender às regras do governo, que define critérios de eficiência energética e emissões impactando as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de acordo com a potência.
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Com a atualização, o propulsor passou gerar 173 cv de potência com gasolina e 176 cv com etanol – a variante anterior movida apenas a gasolina entregava 193 cv. O torque máximo de 27 kgfm disponíveis a 1.500 rpm, no entanto, não foi alterado. O câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas também foi mantido.
Motor 1.6 TGDi do Hyundai Creta perdeu potência ao virar flex
Renato Durães/Autoesporte
De acordo com a ficha técnica, o SUV de 1.355 kg acelera de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 202 km/h.
O consumo médio informado pelo Inmetro é de 8,2 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada com etanol. Abastecido com gasolina, o Creta N Line obteve médias de 11,7 km/l e 13,8 km/l, respectivamente.
Porta-malas do Hyundai Creta N Line 2027 tem 422 litros
Guilherme Silva/Autoesporte
Considerando esses números, o tanque de combustível de 50 litros fornece autonomia rodoviária de até 585 km com etanol ou 690 km com gasolina.
O Hyundai Creta N Line mede 4,33 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,63 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 422 litros.
Principais equipamentos de série
Volante da versão N Line tem visual exclusivo no Hyundai Creta
Guilherme Silva/Autoesporte
Seis airbags, controles de estabilidade e tração, controle de partida em rampa, volante com ajustes de altura e profundidade, acendimento automático dos faróis, painel digital, central multimídia de 10,25 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado digital de duas zonas com saída para o banco traseiro, bancos de couro, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, freio de estacionamento eletrônico, câmeras com visão em 360°, ventilação para o banco do motorista, entre outros itens, fazem parte da lista de equipamentos de série.
A partir da versão Ultimate, o Hyundai Creta adiciona lanternas em LED, rodas de 18”, banco do motorista com ajustes elétricos, teto solar panorâmico, assistente de tráfego cruzado traseiro e câmera de monitoramento do ponto cego no painel de instrumentos. A N Line conta com revestimento interno preto, elementos visuais exclusivos, como saias laterais em cinza brilhante, novas rodas de 18” com acabamento diamantado, além de modos de condução Eco, Normal, Smart e Sport. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ihf5bpfS_rINm6uTPWYxGMrqGkA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/S/CP8SGCRTmUAtZhnwtiAg/hyundaicretanline-dianteira01.jpg" medium="image"/>   <media:description>Hyundai Creta N Line 2027</media:description>   <media:credit>Guilherme Silva/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 05 May 2026 15:42:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Celta elétrico? GM já tem uma resposta ao BYD Dolphin Mini</title>  <atom:subtitle>Wuling Bingo Pro, como é conhecido na China, está em estudo para colocar a marca na briga entre os elétricos populares no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/chevrolet-celta-eletrico-gm-resposta-byd-dolphin-mini.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/chevrolet-celta-eletrico-gm-resposta-byd-dolphin-mini.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/C7sTOtLLy5KJBGVIZHngD2FVuk8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/B/6ABRPQTgaOnmknFigWDQ/chevrolet-celta-ev-wuling-bingo-pro-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    Se a General Motors está aproveitando nomes já consolidados, como Sonic, Captiva e até Spark – que não existe no Brasil, mas é forte em diversos outros mercados –, por que não trazer de volta para o mercado o Chevrolet Celta em uma variante elétrica de baixo custo para rivalizar com o BYD Dolphin Mini e outros concorrentes, como o Geely EX2 Pro? Pois isso parece estar relativamente próximo de acontecer.
Não, não há qualquer confirmação sobre um produto do tipo ou mesmo sobre o reaproveitamento do nome Celta, mas Autoesporte esteve no Salão de Pequim 2026 e pode afirmar que há um elétrico popular da GM em estudo para o nosso mercado. Trata-se de um modelo conhecido na China como Wuling Bingo Pro. A Wuling é uma joint venture formada pela GM com a fabricante chinesa Saic. É dela que vêm os dois SUVs conhecidos como Spark EUV e Captiva EV.
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Pois esta aliança acabou de lançar na China o Bingo Pro, que tem cara de um mini-GWM Ora 03 ou um micro-Porsche, se preferir, e parece criado sob medida para ser um elétrico na faixa de R$ 120 mil e conquistar motoristas de aplicativo no Brasil. E aqui não se trata de mera especulação. No Salão de Pequim, nossa reportagem passou por uma situação inusitada relacionada à possibilidade de o Bingo Pro ser lançado em nosso país – com outro nome, obviamente.
Comparativo: BYD Dolphin Mini ou Geely EX2, qual é melhor por R$ 120 mil?
Wuling Bingo Pro poderia fazer a GM recuperar o nome Celta no Brasil
Leonardo Felix/Autoesporte
Quando nos deparamos com o modelo exposto no estande da Wuling, ao lado dele se encontrava um executivo da marca. Quando o interpelamos para perguntar de suas chances no Brasil, ele arregalou os olhos e claramente ficou sem saber o que dizer. Na sequência, o celular tocou. Sem saber se me dava ou não alguma informação, o representante da Wuling simplesmente apontou para o telefone, atendeu a chamada e saiu andando sem me dar uma resposta. Para bons entendedores, às vezes nenhuma palavra basta...
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Painel do Bingo Pro: Wulingo é uma marca fruto da sociedade entre a GM e a chinesa Saic
Leonardo Felix/Autoesporte
Lançado recentemente com preços entre 58,5 mil e 72,8 mil yuan na China, o equivalente a um patamar entre R$ 43 mil e R$ 53 mil, o Wuling Bingo Pro ou, quem sabe, Chevrolet Celta elétrico tem um porte que fica entre um Dolphin Mini e um Geely EX2. Em dimensões, são 4,05 metros de comprimento, 1,76 m de largura, 1,58 m de altura e 2,56 m de entre-eixos. Já os preços são muito similares aos do compacto da BYD no mercado chinês.
Chevrolet Celta EV Wuling Bingo Pro: espaço no banco traseiro
Leonardo Felix/Autoesporte
Seu motor elétrico dianteiro desenvolve 88 cv de potência e é alimentado por um pacote de baterias que pode ter 32 ou 38 kWh de capacidade. A autonomia no ciclo chinês NEDC varia entre 330 e 403 km. No Brasil, o mais viável seria lançar apenas a opção bateria e alcance maiores, para superar os 300 km na homologação do Inmetro.
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A recarga pode ser rápida, recuperando entre 30% e 80% do nível de energia em meros 15 minutos. Outro destaque é que o Bingo Pro também suporta o sistema V2L, permitindo usar a eletricidade armazenada no veículo para alimentar outros equipamentos elétricos, a uma potência de até 3,3 kW.
BYD supera Volkswagen e alcança liderança em vendas no varejo no Brasil
Os 50 carros mais vendidos do Brasil em abril de 2026
Caso seja lançado mesmo no Brasil, o possível Chevrolet Celta elétrico não deve chegar antes de 2027. O mais lógico seria apostar em sua montagem local na fábrica da Pace, em Horizonte (CE), que já é parceira de aliança GM e Wuling para a produção em CKD dos também elétricos Spark EUV e Captiva EV.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/C7sTOtLLy5KJBGVIZHngD2FVuk8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/B/6ABRPQTgaOnmknFigWDQ/chevrolet-celta-ev-wuling-bingo-pro-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Celta EV Wuling Bingo Pro dianteira</media:description>   <media:credit>Leonardo Felix/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 05 May 2026 14:58:49 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os 10 carros usados mais vendidos do Brasil em abril de 2026</title>  <atom:subtitle>Mercado de usados e seminovos teve 1.113.854 registros no quarto mês do ano; Volkswagen Gol lidera vendas</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/10-carros-usados-mais-vendidos-brasil-abril-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/10-carros-usados-mais-vendidos-brasil-abril-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8MB1Kv5jakp_1-kp_9aAiuCXM7Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/v/S/dOAAYLTPArOzVCgHvssw/chevrolet-onix-30.jpg" /><br /> ]]>    O mercado de carros usados e seminovos registrou 1.113.854 transações em abril de 2026. O número representa queda de 8,7% na comparação com o mês anterior, quando 1.219.484 registros foram feitos. Por outro lado, o aumento é de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).
A título de comparação, o setor de usados e seminovos é 370,6% maior do que o mercado de veículos novos. Ou melhor, quase cinco vezes maior. Afinal, 236.712 unidades de automóveis e comerciais leves foram emplacadas em abril de 2026 no Brasil.
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Os carros usados e seminovos mais vendidos
Fiat Strada é o comercial leve mais vendido do Brasil no segmento de usados e até de novos
Divulgação/Fiat
A liderança permance com o Volkswagen Gol, que teve 61.175 transações realizadas no quarto mês do ano. A diferença, inclusive, é grande para o segundo colocado. O Chevrolet Onix aparece com 38.937 unidades no ranking. Em terceiro está o Hyundai HB20 com seus 37.388 registros.
Na quarta posição da tabela está a Fiat Strada, que lidera o segmento de comerciais leves usados. A caminhonete compacta — que é também a mais vendida entre os veículos novos — soma 36.777 comercializações em abril. A lista dos cinco primeiros colocados fica completa com o Fiat Palio e seus 31.970 registros mensais. Veja abaixo:
Os carros usados e seminovos mais vendidos do Brasil em abril de 2026
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Vendas de usados por tempo de uso
Volkswagen Gol segue na liderança 
Divulgação
Os carros classificados como "velhinhos", com 13 anos ou mais de uso, foram os mais vendidos do país em abril, com 563.451 unidades comercializadas. A categoria representa 36,8% de todo o mercado no período. Logo em seguida, com 357.606 vendas, aparecem os "usados jovens", com idade entre quatro e oito anos.
Os seminovos, com até três anos, aparecem em terceiro com 345.682 vendas no último mês. Por fim, os "usados maduros", classificados por tempos de usos entre nove e 12 anos, foram os menos procurados, com 263.369 comercializações.
Vendas de carros usados por tempo de uso
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/8MB1Kv5jakp_1-kp_9aAiuCXM7Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/v/S/dOAAYLTPArOzVCgHvssw/chevrolet-onix-30.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Onix LTZ</media:description>   <media:credit>Divulgação/Chevrolet</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 05 May 2026 14:30:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros híbridos usados a partir de R$ 48 mil para economizar combustível</title>  <atom:subtitle>Carros híbridos são cada vez mais procurados pela alta no preço do combustível; e os usados vêm se mostrando uma boa opção</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/5-carros-hibridos-usados-r-48-mil-economizar-combustivel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/05/5-carros-hibridos-usados-r-48-mil-economizar-combustivel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/YP23YKUXKFzECaUYkEBlmum3nWY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/Q/G/p9Km19TqycdmQjXNc6ag/kia-stonic-6.jpg" /><br /> ]]>    A busca por eficiência energética e por uma fuga dos postos de combustíveis cada vez mais caros têm levado muitos consumidores a explorar, cada vez mais, o mercado de veículos eletrificados usados. Com um teto orçamentário estabelecido em R$ 120 mil, já é possível comprar modelos híbridos, com boa tecnologia embarcada e que entregam excelentes médias de consumo. Por isso, Autoesporte seleciona cinco opções a partir de R$ 48 mil. 
Confira abaixo a nossa seleção detalhada com as características, equipamentos e a disponibilidade de cinco opções eficientes na plataforma de classificados do Mercado Livre. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Toyota Prius — a partir de R$ 48.900
O Toyota Prius marcou época por conta do design arrojado
Divulgação/Toyota
O Toyota Prius dispensa apresentações quando o assunto é eletrificação. Pioneiro da tecnologia híbrida no mundo, o hatch de visual futurista entrega níveis excelentes de economia. Segundo os dados oficiais do Inmetro, o Prius faz até 18,9 km/l na cidade e 17 km/l na estrada, sempre abastecido com gasolina. Além do baixo consumo, o modelo construiu uma reputação de ser durável devido à alta confiabilidade do seu conjunto mecânico e pouca necessidade de manutenções corretivas severas.
Sob o capô, o Prius combina um motor 1.8 a combustão de ciclo Atkinson com um propulsor elétrico, que juntos entregam 122 cv de potência combinada. O câmbio é do tipo transeixo planetário, que simula a suavidade de um CVT sem os trancos nas trocas de marcha. O modelo também não decepciona no aproveitamento de cabine: com bom espaço para quatro adultos, o porta-malas comporta 412 litros, garantindo a versatilidade necessária para uma viagem de fim de semana com a família.
No Mercado Livre, modelos mais antigos partem de R$ 48.900. O maior volume de unidades ofertadas, entretanto, concentra-se nos modelos produzidos entre 2016 e 2018, já ostentando a carroceria mais arrojada de sua quarta geração e com preços que variam de R$ 80 mil a R$ 89 mil. Como destaque na lista de equipamentos, o modelo traz de série ar-condicionado digital de duas zonas, faróis de LED, chave presencial com partida por botão, head-up display e uma central multimídia nativa.
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2. Ford Fusion — a partir de R$ 76.300
O Ford Fusion é a opção mais confortável entre os híbridos da lista
Divulgação/Ford 
O Ford Fusion Hybrid é a alternativa para quem quer um híbrido usado maior e mais confortável. O sedã usa motor 2.0 a gasolina de ciclo Atkinson combinado a um motor elétrico, com potência combinada de 190 cv e câmbio automático do tipo CVT. A proposta é bem diferente da do Prius: em vez de um hatch voltado à máxima eficiência, o Fusion entrega porte de sedã grande, cabine espaçosa e rodar mais refinado.
No Mercado Livre, as unidades híbridas mais comuns dentro do teto de R$ 120 mil são dos anos 2015 e 2016, normalmente na versão Titanium Hybrid 2.0 automática. É possível, entretanto, encontrar modelos mais rodados a partir de R$ 76.300.
Pelo Inmetro, o Fusion Hybrid marca consumo de 16,8 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada com gasolina. O pacote de série é um dos atrativos: pode incluir bancos revestidos de couro, ar-condicionado digital, central multimídia, controles de estabilidade e tração, rodas de liga leve, câmera de ré e sensores de estacionamento. A ressalva é que trata-se de um sedã grande e importado, de manutenção mais cara que a de um compacto.
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3. Kia Stonic — a partir de R$ 82.990
O Kia Stonic compartilha boa parte da mecânica com o HB20
Divulgação/Kia
O Kia Stonic apresenta uma receita peculiar: embora seja um SUV compacto, seu porte e sua dinâmica de condução o aproximam bastante de um hatch “altinho”. O modelo sul-coreano também aposta em um sistema híbrido-leve (MHEV) de 48V para otimizar o consumo de combustível e entregar fôlego extra nas arrancadas de semáforos. Pelas medições do Inmetro, o modelo crava médias de 13,7 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada com gasolina.
A mecânica é elogiável: o Stonic vem com motor 1.0 de três cilindros, com 120 cv e 20,4 kgfm de torque. O propulsor é acoplado a uma transmissão automatizada de dupla embreagem com sete marchas e trocas rápidas. Esse conjunto trabalha em sinergia com o pequeno propulsor elétrico para aliar desempenho e economia. 
No Mercado Livre, destaca-se o Stonic SX, com preços a partir de R$ 82.990. De série, os compradores levam um veículo muito bem equipado, contendo seis airbags, central multimídia flutuante de 8” com Android Auto e Apple Carplay, ar-condicionado digital automático, câmera de ré e rodas de liga leve de 17”.
4. Fiat Pulse — a partir de R$ 102.890
O Fiat Pulse híbrido melhorou o consumo do 1.0 turbo flex do SUV.
Divulgação/Fiat
O Fiat Pulse na configuração híbrida se coloca como uma escolha mais recente e com mecânica mais consagrada no Brasil. A adoção da assistência elétrica é tímida, mas conseguiu melhorar o consumo do SUV ao mesmo tempo que incrementou sua performance. Segundo a tabela oficial do Inmetro, a versão híbrida registra um consumo de 12,5 km/l no ciclo urbano e 14,7 km/l no rodoviário, quando abastecido com gasolina.
A base mecânica do modelo eletrificado é o motor 1.0 turbo flex T200 — o mais potente do Brasil — com 130 cv de potência e companhia de um pequeno motor elétrico. Acoplado ao câmbio CVT com simulação de sete marchas, o carro ganha refinamento ao rodar e aproveita os momentos de desaceleração com maior eficiência energética.
Uma visita ao Mercado Livre aponta que o Fiat Pulse Audace Hybrid conta com um volume predominante entre os seminovos da linha, a partir de R$ 102.890. O nível de equipamentos de série entrega excelente valor agregado, com pacote ADAS (frenagem autônoma de emergência e alerta de mudança de faixa), carregador de celular por indução, chave presencial, faróis full-led e uma avançada central multimídia de 10,1”.
5. Caoa Chery Tiggo 5x — a partir de R$ 107.900
O Caoa Chery Tiggo 5X tem versão híbrida pouco lembrada pelos compradores.
Divulgação/Caoa Chery
O Caoa Chery Tiggo 5x Pro Hybrid é o maior SUV da seleção e entrega mais porte pelo dinheiro. O modelo usa motor 1.5 turbo flex com sistema híbrido leve de 48V, câmbio CVT e potência de até 150 cv com etanol. Assim como Stonic e Pulse, não é um híbrido pleno: o sistema elétrico auxilia o motor a combustão, mas não permite rodar apenas no modo elétrico. Segundo o Inmetro, o Tiggo 5x Pro Hybrid tem consumo de 8,1 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada com etanol; com gasolina, os números são de 11,8 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada.
A análise do Mercado Livre evidencia que a configuração Pro Hybrid — muitas vezes acompanhada do pacote de assistentes Max Drive — é a grande campeã de anúncios nas páginas do SUV, com ofertas a partir de R$ 107.900.
O pacote de equipamentos é um dos destaques: pode incluir central multimídia, painel digital, teto solar panorâmico, bancos revestidos de couro, ar-condicionado digital, câmera 360º, controles de estabilidade e tração e assistentes de condução nas versões Max Drive.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/YP23YKUXKFzECaUYkEBlmum3nWY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2023/Q/G/p9Km19TqycdmQjXNc6ag/kia-stonic-6.jpg" medium="image"/>   <media:description>Kia Stonic</media:description>   <media:credit>Renato Durães</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 05 May 2026 13:57:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Foxconn, fabricante do iPhone, estuda produzir carros elétricos no Brasil</title>  <atom:subtitle>Executivo revelou em Taiwan que a Foxconn está aberta a parcerias com empresas instaladas no país</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/foxconn-fabricante-iphone-estuda-produzir-carros-eletricos-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/foxconn-fabricante-iphone-estuda-produzir-carros-eletricos-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dPiLVlhdca2gcO_mfpOJORJSm6k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/s/qcSAk2QUScF8dWAFkmxQ/foxtron-model-d-diant-3-4.jpg" /><br /> ]]>    A Foxconn, conhecida por produzir o iPhone, da Apple, também é responsável pela marca de carros Foxtron. A novidade é que a gigante da tecnologia está de olho no mercado brasileiro. A intenção é buscar um parceiro local do setor automotivo, como fez em Taiwan. As informações são da Agência AutoData, que esteve no país para cobrir a feira 360º Mobility Mega Show.
James Wu, porta-voz do grupo Hon Hai Technology, responsável pela Foxconn, disse que o modelo de negócio é de CDMS: Contrato, Design, Manufatura e Serviços. Dessa forma, um parceiro brasileiro seria responsável por gerenciar processos de engenharia, industrialização e fabricação, unindo a expertise da Foxconn com escala de produção. “Significa que não fazemos a nossa própria marca. Assim, todos os clientes e marcas podem ser nossos clientes. Então a resposta é sim: se tivermos clientes no Brasil estamos abertos a isto”.
A Foxconn quer expandir suas operações fora de Taiwan, ao mesmo tempo que avança com veículos eletrificados no país. Países como Austrália e Nova Zelândia estão no radar da companhia para iniciar os embarques de veículos elétricos, enquanto a empresa avalia parceiros em outras regiões, como o Brasil.
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Wu disse que o Brasil tem um grande mercado automotivo interno e população superior a 200 milhões de habitantes: “Nosso objetivo é descobrir um bom parceiro no país. Algum que queira construir uma marca, vender automóveis elétricos, mas que, provavelmente, não detenha este tipo de capacidade”.
Foxconn buscará parceiros no Brasil para produzir carros elétricos
Divulgação
O executivo destacou o forte conhecimento da Foxconn em eletrificação e deixou a expertise da empresa à disposição de qualquer fabricante de veículos que precise. Lembrou também que a empresa já tem uma operação no Brasil, com fábrica dedicada à produção de componentes eletrônicos na cidade de Jundiaí (SP). “Definitivamente, com o tempo, estaremos procurando parcerias no Brasil. Acho que tudo é possível”.
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Foxconn deseja avançar globalmente
O executivo deixou claro que o grupo Hon Hai concentra seus esforços para verticalizar a produção de veículos elétricos em Taiwan e, com isso, avançar para outros mercados. Segundo Wu, o interesse nesse modelo de negócio cresceu com a maior demanda da população de Taiwan por modelos elétricos na última década:
“Queremos mostrar ao mundo que a Hon Hai e Taiwan detêm a capacidade de desenvolver e construir o motor elétrico, além de fabricar carros a bateria. Esperamos que na indústria de automóveis e eletrônicos, em que a competição se torna cada vez mais acirrada, fabricantes de veículos tradicionais, que em termos de velocidade e custos tenderão a enfrentar certos desafios, passem a enxergar a possibilidade de desenvolvimento externo desta parte, como uma parceria.”
Interior do Foxtron Model D traz grande central multimídia e quadro de instrumentos digital
Divulgação
Para o executivo, veículos elétricos são mais econômicos e agridem menos o meio ambiente. Essas vantagens, aliadas as políticas globais que buscam a descarbonização dos veículos, comprovam que há um grande e potencial mercado para ser explorado. O grupo Hon Hai olhou para isso cinco anos atrás, quando definiu que o carro elétrico seria o motor do futuro. 
A Foxtronn começará a produzir em breve a  nova geração do SUV elétrico N7, conhecida como Model C. A empresa produz o Model B e comercializa no mercado taiwanês desde o final do ano passado. O Model D, ainda tratado como conceito, deverá ser o terceiro modelo fabricado na ilha, de acordo com a AutoData.
Fábrica da Foxconn está pronta para exportar
Foxtron Model D ainda é conceito, mas deverá ser o terceiro modelo produzido pela Foxtron em Taiwan
Divulgação
A fábrica de veículos elétricos da Foxconn está instalada em Kaohsiung, onde também deverão ser produzidas motocicletas elétricas no futuro. Questionado sobre a construção de novas fábricas, o executivo disse que tudo dependerá das necessidades dos clientes:
“Neste momento eu escolho que Taiwan faça a produção. Mas se, por algum motivo, precisar construir uma fábrica em algum outro país, não será um problema, pois a Hon Hai conta com 233 fábricas em 24 países. Até porque não é necessário que todos os carros sejam produzidos aqui, mas é necessário que os clientes sejam capazes de produzir em diferentes lugares. Tudo dependerá também do preço, dos custos, da logística…”
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Foxtron Model C foi apresentado no final de 2025 
Bloomberg/Getty Images
O Model C será o substituto do primeiro carro elétrico produzido pela empresa, o Luxgen n7, que será aposentado. Ainda sem preço definido para o mercado local, sua versão final de produção foi mostrada ao público da feira 360º Mobility Mega Show. 
Na comparação com o n7, além do visual completamente novo, o modelo traz algumas mudanças, como as maçanetas físicas nas quatro portas, sem o sistema escamoteável que é muito comum em carros elétricos asiáticos.
Outra novidade é a presença de botões físicos no interior, posicionados abaixo da grande central multimídia com tela vertical sensível ao toque. O quadro de instrumentos é digital, o volante multifuncional, os bancos são de couro sintético branco e os materiais usados no revestimento das portas e no painel são de boa qualidade, também apostando na cor branca.
Foxtron Model B, ou Bria, é menor modelo da marca de veículos de Taiwan
Divulgação
Já o Model B, também conhecido como Bria, começou a ser vendido no final do ano passado e mais de 1 mil encomendas já foram fechadas. Esse SUV com pegada urbana e esportiva traz cintos de segurança vermelhos, quadro de instrumentos digital (menor que o do Model C), central multimídia com tela horizontal sensível ao toque, alguns botões físicos posicionados logo abaixo e volante multifuncional.
Ao contrário do Model C, o Model B traz acabamento interno preto, cor escolhida para o couro sintético que reveste os bancos e para o acabamento do painel e da lateral das portas. Os preços do Model B vão de R$ 143 mil a R$ 182.500, na conversão direta do dólar para o real. A autonomia do SUV é de 516 km, também no ciclo NEDC.
O Model D ainda é um conceito e, por isso, as informações sobre a versão final de produção ainda não foram divulgadas.
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Agora, de acordo com nossas fontes, os dois novos produtos já tiveram o visual revelado para concessionários, parte dos diretores da empresa e até executivos do alto escalão de alguns fornecedores da marca alemã. E, conforme confirmado pela própria fabricante a esses executivos, concessionários e parceiros, o projeto A-SUV será mesmo um sucessor ou uma nova geração do Taos, e não um novo T-Cross.
A informação que recebemos de quem já viu o novo Taos é que ele ficou mais robusto na comparação com a geração atual, com carroceria mais “bombada”. O lançamento no mercado brasileiro será em 2028, mas o design de sua versão final de produção já está pronto.
Ao que tudo indica, o projeto A-SUV manterá o nome Taos, embora o martelo ainda não tenha sido batido. O SUV terá motorização híbrida plena de 170 cv ligada ao motor 1.5 TSI Evo2, assim como a versão nacional do T-Roc (projeto Saga). Também disporá de versões híbridas leves de 150 cv.
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Em vermelho o projeto Saga, que dará origem ao SUV baseado no T-Roc, e em prata o projeto A-SUV que dará origem ao novo Taos
João Kleber Amaral/Autoesporte
Quanto ao T-Roc híbrido brasileiro, que também não tem o nome final definido, a chegada ao mercado nacional será um ano antes, em 2027. Os dois modelos promoverão quatro estreias: terão um inédito câmbio automático com seletor giratório; serão os primeiros Volkswagen nacionais com freio de estacionamento eletrônico; e os primeiros carros produzido no ABC Paulista com teto solar.
Construídos sobre a plataforma MQB 37 ou MQB Evo, os novos Taos e T-Roc nacionais também serão os primeiros modelos nacionais da marca equipados com motores híbrido pleno (HEV) flex, com baterias de alta tensão, mas sem recarga externa. Para isso, usarão o motor 1.5 TSI Evo2 de 170 cv de potência combinada. 
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As opções mais baratas usarão o mesmo motor turboalimentado de 1,5 litro, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta e ciclo Miller, mas com sistema híbrido leve (MHEV) de 48 Volts e 150 cv. Este segundo conjunto fará sua estreia no primeiro trimestre do ano que vem, na picape Tukan. 
Conforme antecipamos, o conjunto motriz 1.5 TSI Evo2, tanto nas especificações MHEV quanto HEV, virá inicialmente importado do México e terá a produção nacionalizada em São Carlos (SP) apenas em 2031.
Atualmente o Volkswagen Taos é importado do México, mas a próxima geração será nacional
Renato Durães/Autoesporte
A primeira geração do Taos, lançada em 2021, foi produzida na Argentina até meados do ano passado, na fábrica instalada em General Pacheco. Na linha 2026, o SUV passou a vir importado do México com novo visual, mas os embarques deverão durar até 2028, com a troca de geração e nacionalização do modelo.
Carroceria do Volkswagen Taos ficará mais "bombada" na próxima geração
Renato Durães/Autoesporte
A nacionalização do Taos de segunda geração e do T-Roc fazem parte do investimento de R$ 20 bilhões que a marca está aplicando no país até o final de 2028. Ambos vão conviver com os atuais Nivus e T-Cross, além do Tera, o que significa que a Volkswagen terá cinco SUVs de uma vez produzidos no Brasil.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ujbj0bNMR2X5z6oy2W9kS1NgZaw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/E/b/xXSoO8Q7q2PIuBwg1XTw/vwtcross.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen T-Cross - dianteira projeção</media:description>   <media:credit>João Kleber Amaral/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 05 May 2026 09:01:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan abandona plano de investimento de R$ 2,5 bilhões em elétricos</title>  <atom:subtitle>Montadora japonesa vai apostar em picapes e SUVs para o mercado norte-americano; mudança de rota é decisão de curto prazo, afirma Nissan</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/carros-eletricos-e-hibridos/noticia/2026/05/nissan-abandona-plano-investimento-r-25-bilhoes-eletricos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/carros-eletricos-e-hibridos/noticia/2026/05/nissan-abandona-plano-investimento-r-25-bilhoes-eletricos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/85RkUipFDlZtzioidB6EalOWAGU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/T/qec7PfTiefJ4YMrAZbwQ/nissan-nx8-dianteira-3-4-2026-3.jpg" /><br /> ]]>    Mais uma marca anunciou que irá suspender investimentos em veículos elétricos. A bola da vez foi a Nissan, que não vai mais investir US$ 500 milhões no segmento de EVs, cerca de R$ 2,5 bilhões. De acordo com o site Automotive News, a marca japonesa cancelou seus planos de produzir novos EVs na sua fábrica instalada em Canton, Mississippi, nos Estados Unidos. 
Além da Nissan, montadoras como Honda, que aceitou arcar com prejuizo bilionário, Porsche, Lamborghini, Ford e Chevrolet já interromperam investimentos em carros elétricos.
No lugar dos EVs a marca planeja aumentar a capacidade de produção de picapes e SUVs com chassi sobre longarinas, incluindo o XTerra, modelo que não é vendido no Brasil desde 2008. Essa não é a primeira vez que os planos da Nissan mudam. É importante lembrar que a marca já havia adiado investimentos no ano passado, que incluíam novos SUVs elétricos tanto para a Nissan quanto para a Infiniti, sua divisão de luxo.
No lugar dos elétricos a marca planeja aumentar a capacidade de produção de picapes e SUVs
Divulgação/Nissan
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Por que houve a mudança de planos?
O presidente da marca nos Estados Unidos, Christian Meunier, atribuiu a mudança de rota não somente ao forte aumento da procura por SUVs e picapes, mas também a fatores como queda nas vendas de modelos elétricos, fim de incentivos fiscais e mudanças regulatórias promovidas por Donald Trump, que eliminou regras de eficiência e emissões e aplicou tarifas sobre a importação de carros ao país norte-americano.
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Por conta dessas novas medidas, a Nissan já havia paralisado a produção dos modelos Ariya e Leaf, que passou a ser importado. A mudança é vista apenas como um plano de curto prazo que não impede uma retomada em algum momento.  
Presidente da Nissan nos EUA atribuiu a mudança de rota a fatores como queda de vendas de EVs
Divulgação
O que diz a marca sobre a decisão?
Em comunicado oficial, a Nissan afirmou que apesar do cancelamento deste projeto, a produção de elétricos não será totalmente interrompida: 
“Embora esses programas específicos tenham sido descontinuados, a Nissan continua totalmente comprometida com os EUA como um mercado-chave e base para retornos estáveis e crescimento sustentável. Essa abordagem se baseia na liderança em veículos grandes, forte presença industrial no país com alta localização, e uma gama diversificada de motorização, desde motores a combustão eficientes e EVs acessíveis, até tecnologias híbridas avançadas, incluindo o sistema e-Power.”, afirmou. 
Até 2028 a montadora japonesa visa a produção de novos modelos, como uma nova geração da picape Frontier
Divulgação
Ivan Espinosa, CEO da Nissan, afirmou ainda que a empresa busca um “equilíbrio” no portfólio atual e que tem projetos elétricos em desenvolvimento, mas não divulgados, pois o mercado e as regulamentações podem mudar novamente. 
Até 2028 a montadora japonesa visa a produção de novos modelos, como o Nissan XTerra, nova geração da picape Frontier e possivelmente o novo SUV Pathfinder nos Estados Unidos.   
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/85RkUipFDlZtzioidB6EalOWAGU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/n/T/qec7PfTiefJ4YMrAZbwQ/nissan-nx8-dianteira-3-4-2026-3.jpg" medium="image"/>   <media:description>Marca japonesa cancelou seus planos de investir US$ 500 milhões para produzir novos EVs</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 04 May 2026 21:01:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Montana 2027: preços, versões e equipamentos da picape</title>  <atom:subtitle>Nova gama da picape intermediária começa a ser vendida com tabela reajustada e preços mais altos; confira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/chevrolet-montana-2027-precos-versoes-equipamentos-picape.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/chevrolet-montana-2027-precos-versoes-equipamentos-picape.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/5fv7ZYNE0KCwxVmEY79YHGMhYwM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/x/c/dYyyzfRoWB2ncG8T8bKQ/chevrolet-montana-premier4.jpeg" /><br /> ]]>    A General Motors discretamente começa a vender a linha 2027 da Chevrolet Montana no Brasil. A nova gama já está disponível no configurador online do site da marca e chega ao mercado com novidades no catálogo, complementando alterações já realizadas na linha 2026. A principal delas é justamente a tabela de preços, que foi reajustada e agora está com valores mais altos em todas as versões.
A partir de agora, a Montana 2027 começa em R$ 133.090 na versão 1.2 MT, o que representa aumento de R$ 1.100 sobre os R$ 131.990 cobrados até então pela linha 2026. No topo da gama, a variante RS 1.2 AT, comercializada anteriormente por R$ 167.990, agora custa a partir de R$ 171.390​ (diferença de R$ 3.400).
Apesar do reajuste, os preços estão bem abaixo dos valores praticados em julho do ano passado. À época, a tabela começava em R$ 141.790 na versão 1.2 MT e chegava aos R$ 177.290 na configuração RS 1.2 AT. Desde então, a Chevrolet reduziu consideravelmente os preços e voltou a reajustar apenas agora na linha 2027.
Chevrolet Montana na cor Vermelho Scarlet, lançada desde a linha 2026
Divulgação
Tabela de preços Chevrolet Montana 2027:
Montana 1.2 MT - R$ 133.090
Montana LT 1.2 MT - R$ 137.690
Montana LTZ 1.2 AT - R$ 154.990
Montana Premier 1.2 AT - R$ 162.990
Montana RS 1.2 AT - R$ 167.990
Versões e equipamentos
Montana 1.2 MT (R$ 133.090): seis airbags, luz ambiente decorativa, maçanetas na cor da carroceria, controles de estabilidade, tração e em subidas, ar-condicionado, central multimídia MyLink com tela de 8”, conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, wi-fi a bordo, Bluetooth para dois celulares, entradas USB tipo A e tipo C, quatro alto-falantes, serviço de concierge OnStar, vidros (com funções “um toque” e antiesmagamento) e travas elétricas, sensor crepuscular, direção com assistência elétrica, volante multifuncional, 8 ganchos na caçamba, tampa da caçamba com alívio de peso e abertura por botão elétrico sensível ao toque e rodas de aço com aros de 16”;
Montana LT 1.2 MT (R$ 137.690): itens da 1.2 turbo + câmera de ré, alça de segurança dianteira no teto para o carona, desembaçador traseiro, tomada USB para o banco traseiro, capota marítima, rack no teto, rodas de aço aro 17”, central multimídia MyLink de 11", volante com ajuste de altura e profundidade e capota marítima;
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Montana LTZ 1.2 AT (R$ 154.990): itens da LT 1.2 + sensor de ré, chave presencial com partida do motor por botão, volante e bancos parcialmente com revestimento premium, controle de cruzeiro, ajustes de altura e de profundidade da coluna de direção, console central com descansa braço para o motorista, dois alto-falantes (seis no total), grade frontal cromada, rodas de liga leve aro 17” e quadro de instrumentos digital de 8”.
Chevrolet Montana tem multimídia de 11 polegadas nas versões mais caras
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Montana Premier 1.2 AT (R$ 162.990): itens da LTZ 1.2 Turbo AT + sensor de ponto cego, alças de segurança no teto para os passageiros de trás, carregador de celular por indução, ar-condicionado automático, bancos com revestimento premium, faróis de LEDs, grade frontal escurecida, santantônio e rodas de liga leve aro 17” exclusivas.
Montana RS 1.2 AT (R$ 167.990): itens da Premier 1.2 Turbo AT + bancos com revestimento premium e inscrição RS, acabamento preto brilhante na grade frontal estilo colmeia, nas capas dos retrovisores, no rack, no santantônio e em partes do interior, logomarcas da Chevrolet escurecidas e rodas de liga leve aro 17” com acabamento próprio.
Chevrolet Montana RS tem grade exclusiva e rodas com acabamento diamantado
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Motor e consumo da Montana 2027
Sob o capô, todas as versões da Montana 2027 contam com o mesmo motor 1.2 turbo flex que desde o ano passado tem injeção direta de combustível. Desenvolve até 141 cv de potência e 22,9 kgfm de torque, podem ser associado a um câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas.
Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), a Montana manual pode marcar 8,4 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol. Na gasolina, os números vão para 12,3 km/l em circuito urbano e 13,7 km/l em trajeto rodoviário. Nesta configuração, acelera de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos.
Chevrolet Montana LT MT usa calotas com "truque" que imita rodas de liga leve
Renato Durães/Autoesporte
Quando equipada com o câmbio automático, a Montana faz 7,5 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada com etanol, e 11 km/l em trajeto urbano e 13,5 km/l em circuito rodoviário com gasolina. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,5 s.
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A caçamba é um dos destaques. São 874 litros de capacidade, contra 820 litros da Fiat Toro. Já a capacidade de carga fica na casa dos 600 kg, menos até que a Renault Oroch. 
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A autonomia, entretanto, pode causar receio em algumas pessoas, principalmente as que pegam a estrada com frequência. Mas isso está mudando: as fabricantes vêm lançando baterias cada vez menores, mais baratas e com maior capacidade de armazenamento energético. Assim, aos poucos, metas de alcance vêm sendo quebradas, com modelos que não necessariamente são caros.
Baterias de carros elétricos estão ficando menores, mais leves e com maior densidade
Iago Garcia/Autoesporte
É o caso da barreira dos 300 km: cada vez mais, há carros elétricos de segmentos de entrada que superam tal distância sem parar para recarregar. Muitos deles também vêm mostrando boa longevidade nas baterias e se tornaram usados desejados, à venda também no Mercado Livre.
A lista traz quatro desses carros, destacando versões específicas que aparecem com frequência na plataforma e que fazem bastante sentido como compra em 2026. Os preços citados representam anúncios gerais disponíveis no Mercado Livre, não uma unidade específica. Os valores podem variar conforme estado de conservação, quilometragem e região.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. GWM Ora 03 GT — a partir de R$ 137.790
O hatch elétrico chinês desembarcou no Brasil em 2023, e chamou atenção pelo desenho retrô, inspirado em clássicos europeus dos anos 1960. Além disso, porém, o Ora 03 GT se destaca por uma lista de equipamentos farta. A versão GT é o topo de linha, e conta com bancos em couro de ajuste elétrico, teto solar panorâmico, multimídia central, câmera 360 e pacote de assistências de condução ADAS.
Sob o capô, o GWM Ora 03 GT traz motor elétrico de 171 cv, bateria de 63,1 kWh e autonomia anunciada de 295 km, já no ciclo Inmetro. O câmbio é automático de marcha única e a tração, dianteira. O carregamento rápido em corrente contínua chega a 80 kW.
No Mercado Livre, o GWM Ora 03 GT pode ser encontrado a partir de R$ 139.790, considerando unidades 2024 seminovas. As versões mais bem cuidadas e exemplares de baixíssima quilometragem chegam a R$ 229.890.
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2. BYD Dolphin Plus — a partir de R$ 149.000
BYD Dolphin Plus é o mais potente da linha
Murilo Góes/Autoesporte
Versão mais completa da família Dolphin, o BYD Dolphin Plus é uma das opções mais equilibradas do segmento elétrico nacional em termos autonomia, equipamentos e preço. A variante de topo do Dolphin combina motor elétrico de 204 cv e 31 kgfm de torque com a bateria Blade de 60,5 kWh, alcançando 330 km no ciclo do Inmetro.
Por dentro, o BYD Dolphin Plus se destaca pela multimídia rotativa de 12,8", teto solar panorâmico, bancos elétricos com aquecimento, volante revestido em couro e painel digital de 5". O pacote Adas é completo, com controle de cruzeiro adaptativo (ACC), mantenedor de faixa ativo, frenagem autônoma de emergência, monitor de ponto cego e alerta de tráfego cruzado traseiro.
A aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em 7,9 segundos e o carregamento rápido em corrente contínua chega a 80 kW, fazendo a recarga de 30% a 80% em cerca de 30 minutos. Outro diferencial é a função V2L (vehicle -to-load), que permite usar a bateria do carro para alimentar equipamentos externos por uma tomada de até 3,3 kW.
O porta-malas tem 345 litros e o eixo traseiro independente garante bom comportamento em curvas. Como o BYD Dolphin é um dos elétricos mais vendidos do país há alguns, peças, mão de obra especializada e rede de assistência cresceram rapidamente, o que tende a facilitar a manutenção dos seminovos.
No Mercado Livre, o BYD Dolphin Plus parte de R$ 134.900, em versões 2024. Modelos seminovos 2025 com baixa quilometragem ficam na faixa de R$ 150 mil a R$ 165 mil, e as unidades zero-quilômetro chegam a R$ 186.990. A oferta volumosa de anúncios e a presença em diferentes regiões do país tornam o BYD Dolphin Plus uma das alternativas mais práticas para quem procura um carro elétrico usado com mais de 300 km de autonomia e bom valor de revenda.
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3. BYD Yuan Plus — a partir de R$ 165.900
BYD Yuan Plus roda 294 km com uma carga da bateria
Foto: Murilo Góes
O BYD Yuan Plus é o SUV elétrico intermediário da marca chinesa no Brasil, acima do BYD Yuan Pro e com boas vendas no segmento desde sua chegada, em 2023. O utilitário compacto tem posição de dirigir elevada e visual marcante, com lanternas traseiras em led contínuas. O interior é um dos pontos mais comentados: há alavanca de câmbio inspirada em manche de avião, saídas de ar no formato de alto-falantes e iluminação ambiente em até 31 cores.
A multimídia rotativa de 12,8"  tem Android Auto e Apple Carplay, e os itens de série ainda incluem teto solar panorâmico, bancos elétricos, carregamento por indução para celular e seis airbags. O motor elétrico do BYD Yuan Plus entrega 204 cv e 31,6 kgfm, alimentado pela bateria Blade de 60,5 kWh. A autonomia chega a 294 km no ciclo do Inmetro, e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,3 segundos. Também carregamento rápido em corrente contínua de até 80 kW e função V2L.
O pacote Adas, de série, traz controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com função stop-and-go, frenagem autônoma de emergência e câmera de 360º. O porta-malas tem 440 litros e a suspensão traseira independente favorece sensivelmente o conforto de rodagem.
No Mercado Livre, o BYD Yuan Plus parte de R$ 165 mil em unidades usadas de ano-modelo 2024. Os exemplares da linha 2025 ficam entre R$ 183.900 e R$ 195.990, e as versões zero-quilômetro chegam a R$ 235.990.
4. Renault Megane E-Tech — a partir de R$ 175.000
Renault Megane E-Tech exibe o estilo de design típico dos modelos europeus da marca.
Divulgação/Renault
O Renault Megane E-Tech foi a aposta da marca francesa para disputar o segmento de elétricos premium no Brasil. Construído sobre a plataforma CMF-EV, o hatch desembarcou para o Brasil em 2024 com a proposta de rivalizar com Volvo EX30 e similares. Seu estilo se destaca, com assinatura da sucursal europeia de design da Renault, faróis em matrizes de leds e rodas aerodinâmicas de  20". A cabine combina materiais reciclados com couro sintético e duas telas: painel digital de 12,3" e multimídia vertical de 12"). 
O conjunto motriz entrega 220 cv e 30,6 kgfm, com bateria de 60 kWh e autonomia de até 337 km no ciclo do Inmetro. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,4 segundos. Entre os destaques estão a frenagem regenerativa de quatro estágios acionada nas borboletas do volante e o pacote Adas completo, com controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com função stop-and-go e câmera de 360º. A recarga em corrente contínua chega a 130 kW — o mais alto desta seleção. A garantia da bateria é de oito anos ou 160 mil km.
Por tratar-se de um modelo com tempo de vida limitado no país, a oferta é mais enxuta no Mercado Livre. As unidades usadas 2024 do Renault Megane E-Tech partem de R$ 175.000, e os exemplares zero-quilômetro e seminovos de baixíssima quilometragem chegam a R$ 229.977.
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A posição é relevante porque representa a comercialização do veículo diretamente ao consumidor final, ou seja, sem intermediários. Na prática, as vendas de varejo funcionam como uma espécie de termômetro da aceitação do carro pelo cliente final, contrapondo as vendas diretas para grandes empresas e frotas.
No acumulado do ano, porém, a BYD continua atrás, pelo menos, de Volkswagen, Fiat e Chevrolet nas vendas diretas. A alemã é líder com 59.205 unidades comercializadas de janeiro a abril.
Comparativo: BYD Dolphin Mini ou Geely EX2, qual é melhor por R$ 120 mil?
Um dos principais responsáveis pela rápida ascensão da BYD é o elétrico Dolphin Mini. O compacto foi o veículo mais vendido do varejo nacional em fevereiro, com 4.874 unidades emplacadas, e tem alcançado sucessivos recordes desde o início do ano. Agora em abril, por exemplo, somou 6.873 unidades vendidas e superou até mesmo o Hyundai HB20, que ficou com 6.764 emplacamentos.
Marcas mais vendidas no varejo em abril de 2026
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BYD supera Toyota no ranking geral
Além de líder no varejo, a BYD surpreendeu em abril no ranking geral (incluindo vendas diretas). Nessa modalidade, a chinesa ficou em 5º lugar e alcançou 8% de participação, registrando 18.474 emplacamentos — seu melhor resultado desde que chegou ao país, em 2023. Na prática, ficou à frente de marcas tradicionais como Toyota (14.442), Renault (10.795) e Honda (9.016), e por pouco não superou a Hyundai (18.557).
BYD Dolphin está entre os elétricos mais vendidos do Brasil
Murilo Góes/Autoesporte
A BYD já declarou que tem o objetivo de se tornar uma das três maiores montadoras do Brasil até 2028, emplacando anualmente cerca de 350 mil veículos. Em 2025, a marca vendeu 112.915 unidades, fazendo do Brasil seu maior mercado fora da China. Para 2026, a meta é entregar 180 mil unidades.
Fábrica da BYD em Camaçari (BA)
Divulgação
Uma das principais estratégias da BYD para alcançar tal feito é a fábrica de Camaçari (BA). A unidade possui uma área total de 4,6 milhões de m², sendo a maior da marca fora da China. Vem recebendo R$ 5,5 bilhões em investimentos e atualmente opera com a montagem dos modelos Dolphin Mini, Song Pro e King no regime SKD (parcialmente desmontados). A fabricação com processos nacionais será iniciada no final do mês de julho.
Marcas mais vendidas em abril (ranking geral)
Vendas em abril
Ao todo, foram vendidos em abril cerca de 236.712 veículos no Brasil, o que representa queda de 8,2% em relação ao mês de março e avanço de 20% na comparação com abril de 2025. No acumulado do ano, o setor soma 832.266 unidades entregues, ou seja, aumento de 16,2% sobre o mesmo período de 2025 (716.138).
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Com 20 dias úteis, as médias diárias de vendas foram de 11.836 unidades entre carros e comerciais leves. Trata-se do novo recorde do ano. Aliás, no acumulado anual, são 833.327 emplacamentos.
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Os carros mais vendidos
A liderança continua com a Fiat Strada, que garantiu 14.905 comercializações durante os 30 dias de abril. Em segundo aparece o Volkswagen Polo como o carro mais vendido do mês. Foram 8.367 emplacamentos para o hatch compacto. Quem fecha o pódio é o Fiat Argo com suas 7.991 unidades vendidas no período.
Volkswagen Polo continua sendo o carro mais vendido do Brasil; Fiat Strada lidera entre os comerciais leves
Divulgação/Volkswagen
O Chevrolet Onix surge em quarto na tabela com 7.847 vendas, enquanto o Volkswagen T-Cross aparece como o SUV mais comercializado do mês com 7.810 emplacamentos. O Hyundai Creta vem em seguida, em sétimo no ranking, com 7.649 emplacamentos. 
Quem rouba a cena mais uma vez é o BYD Dolphin Mini. Além de ser o carro elétrico mais vendido do Brasil de novo, agora ultrapassa Hyundai HB20 (6.764) e Fiat Mobi (5.361), por exemplo. Foram 6.880 comercializações mensais. Além disso, o modelo de entrada da fabricante chinesa também foi o líder no varejo.
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BYD Song Pro foi o híbrido mais vendido do Brasil em abril de 2026
Divulgação
Entre os híbridos, o topo do ranking fica com o BYD Song Pro e suas 3.136 vendas. Destaque também para o Geely EX2, que teve 3.602 emplacamentos em abril e ultrapassou o BYD Dolphin (3.022) para se tornar o segundo carro elétrico mais vendido do país.
Os 50 carros mais vendidos do Brasil em abril de 2026
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Um grupo de executivos da Dongfeng esteve na França, nos dias 11 e 12 de abril, e visitou a fábrica da Stellantis instalada em Rennes. A visita aconteceu durante um final de semana, de forma sigilosa, enquanto a fábrica estava parada. Atualmente a fábrica de Rennes tem 2 mil funcionários, opera em apenas um turno e, no ano passado, produziu 64.700 carros. Nessa unidade seria possível abrir um segundo turno para produção de modelos da Dongfeng.
A procura da Dongfeng por uma fábrica para produzir seus modelos localmente e entrar no mercado europeu é um movimento que tem se tornado comum entre as marcas chinesas, para fugir dos impostos de importação cobrados na União Europeia. Até o momento a fabricante oriental não comercializa seus veículos na Europa.
Vale lembrar que, recentemente, a MG tornou-se parceira da JLR no velho continente, enquanto a BYD optou por construir uma fábrica própria na Hungria e já planeja a segunda na Turquia.
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No caso da Dongfeng, a decisão já foi tomada e o modelo de negócio será em parceria, muito provavelmente, com a Stellantis. No ano passado a fabricante chinesa produziu 545 mil carros e apenas 3% foram exportados.
Dongfeng busca parceria com a Stellantis para iniciar produção e venda dos seus carros na Europa
Divulgação/Stellantis
Por outro lado, se a Dongfeng precisa de um parceiro com fábrica na Europa para avançar com suas vendas na região, a Stellantis tem uma capacidade ociosa grande em algumas unidades. Dessa forma, a parceria trará ganhos para os dois lados e, por isso, deve se concretizar nas próximas semanas.
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A fabricante chinesa também tem interesse em outras três fábricas da Stellantis, que estão instaladas nos seguintes países: Espanha, Itália e Alemanha. Essas são outras opções, caso algum entrave apareça para produzir seus veículos na França. 
Parceria antiga
Em 1992, vale recordar, a Dongfeng fundou uma joint-venture com a antiga PSA, na China, e fabricava modelos Peugeot e Citroën nas unidades de Wuhan e Chengdu. A parceria produziu mais de 6,5 milhões de unidades, com um pico de produção em 2014, quando 750 mil unidades saíram das linhas produtivas da joint-venture.
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A Omoda Jaecoo ainda não falou em datas, mas Autoesporte apurou que o lançamento do Jaecoo 5 no Brasil acontecerá entre julho e agosto. Inicialmente, o SUV será oferecido tanto em versão híbrida (provavelmente com o mesmo conjunto do Omoda 5) quanto elétrica. Em um segundo momento, há planos para variantes equipadas apenas com motor a combustão, fazendo concorrência direta com os principais nomes da categoria.
Jaecoo 5 segue mesma filosofia de design do Jaecoo 7
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Os preços ainda não foram revelados, mas nossa reportagem aposta em valores compreendidos entre R$ 150 mil e R$ 160 mil para a opção híbrida. Ou seja, posicionamento próximo aos das versões intermediárias dos rivais tradicionais. A versão elétrica, por sua vez, será ligeiramente mais cara.
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Como é o Jaecoo 5
Baseado na conhecida plataforma T1X do grupo Chery, o Jaecoo 5 mede 4,38 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,65 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. O porta-malas tem 480 litros de capacidade. Para efeito de comparação, o irmão maior Jaecoo 7 mede 4,50, 1,86 m, 1,68 m e 2,67 m, respectivamente.
Jaecoo 5 tem 4,38 metros de comprimento e 2,62 m de entre-eixos
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Visualmente, o Jaecoo 5 é uma espécie de “versão reduzida do Jaecoo 7”. A carroceria tem linhas retilíneas e bem marcadas, incluindo dianteira com faróis estreitos e grade com filetes verticais. A traseira, por sua vez, conta com lanternas horizontalizadas e interligadas por barra plástica preta. Nas laterais, a diferença entre os dois é evidenciada pelo estilo das maçanetas: tradicionais no SUV compacto e retráteis no SUV médio.
Jaecoo 5 tem painel com tela vertical de 13,2 polegadas
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Por dentro, o interior aposta em uma abordagem minimalista com botões reduzidos e console central em estilo cascata. Destaque para o sistema de entretenimento com tela sensível ao toque vertical de 13,2 polegadas, quadro de instrumentos digital e seletor de marchas posicionado na coluna de direção.
Jaecoo 5 leva até 480 litros no porta-malas
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Dependendo da versão, há equipamentos como teto solar panorâmico, iluminação ambiente personalizável, dois suportes para carregamento sem fio de smartphones e até recursos voltados como donos de pets, como um sistema antibacteriano que impede o crescimento de bactérias dentro do carro e um filtro de que aspira pelos de animais.
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Jaecoo 5 será híbrido e elétrico
Na versão híbrida, tudo indica que o Jaecoo 5 adotará o conjunto HEV (híbrido pleno) já usado pelo Omoda 5. O powertrain inclui motor 1.5 turbo a gasolina com injeção direta e ciclo Miller combinado a um propulsor elétrico, alimentado por uma bateria de 1,83 kWh. A dupla gera 224 cv de potência e 30,1 kgfm de torque combinados. No Omoda, o consumo declarado do conjunto é de 15,1 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada.
Jaecoo 5 elétrico tem 400 km de autonomia e visual exclusivo
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Já na variante elétrica, que tem a dianteira com visual exclusivo, o Jaecoo 5 entregará cerca de 211 cv e usará uma bateria LFP de 58,9 kWh para entregar cerca de 400 km de autonomia no padrão WLTP. Em estações rápidas, a recarga de 30% a 80% é feita em 28 min.
Jaecoo 5 é tratado pela marca como "carro amigo dos pets"
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Hoje, o Jaecoo 5 é produzido em quatro diferentes países: China, Indonésia, Tailândia e Irã. No Brasil, o modelo chegará inicialmente importado, mas com planos de se tornar nacional em breve. Uma das possibilidade é que seja produzido na fábrica de Itatiaia (RJ), que poderá ser comprada da Land Rover pela Omoda Jaecoo.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/R0QNQM1EOnq0tFl5dXOVJoaj_dc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/M/v/hNzoADS1eniKCWZPvKbw/jaecoo-552.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Jaecoo 5 terá versões híbrida e elétrica no Brasil</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 04 May 2026 10:00:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Teste: Caoa Changan Avatr 11 tem tecnologia de sobra para encarar Porsche</title>  <atom:subtitle>SUV de quase 600 cv custa bem menos que os rivais alemães e oferece luxo e performance que impressionam; dirigimos a versão chinesa do modelo, já em pré-venda no Brasil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-caoa-changan-avatr-11-porsche.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/05/teste-caoa-changan-avatr-11-porsche.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9TMbbcFfV0uvVczFSDjtHYMBids=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/X/c/7HZKqCSsifAA8hy6WUog/avatr-11-frente-dinamica.jpg" /><br /> ]]>    A trajetória da Caoa Changan no Brasil começou de forma ousada com a estreia do Uni-T, SUV médio a combustão que já chegou flex em nosso país. Porém, a estratégia da marca chinesa é mais ampla, englobando tecnologias híbridas (HEV e PHEV) e elétricas, conforme antecipado por Autoesporte nesta reportagem. Um exemplo prático dessa movimentação é o Avatr 11, um SUV elétrico de luxo que está em pré-venda desde o final de 2025 e logo fará a estreia oficial por aqui. 
Se o Uni-T foi o abre-alas competitivo da marca no Brasil, o Avatr 11 chega para ocupar o topo da pirâmide no portfólio. Ele, inclusive, será o segundo lançamento da Caoa Changan no mercado brasileiro — embora a fabricante já tenha vendido 30 unidades durante a venda antecipada. 
Com preços entre R$ 599.990 e R$ 619.990, a depender da configuração, o modelo se posiciona como concorrente direto de nomes como Porsche Macan Electric e Audi Q6 e-tron. A vantagem competitiva, no entanto, está no bolso: o chinês custa significativamente menos que os rivais alemães, que partem da casa dos R$ 700 mil. Autoesporte avaliou o SUV na China e conta, a seguir, o que ele entrega para encarar rivais de tanto peso. 
Como é o Caoa Changan Avatr 11? 
De perto, o Avatr 11 impressiona pelo porte. Embora as fotos sugiram um carro mais compacto — talvez pela área envidraçada estreita —, o SUV ostenta proporções generosas: são 4,88 m de comprimento, 1,97 m de largura e 1,60 m de altura. O destaque fica para os 2,97 m de entre-eixos, medida idêntica à de um BMW X6, que se traduz em um espaço traseiro de alto nível. O assoalho plano é o trunfo para que três passageiros viajem com conforto, enquanto o porta-malas oferece 470 litros, o que fica na média dos principais rivais. O Macan EV, por exemplo, tem 480 litros. Não há estepe, mas sim um kit de reparo emergencial. 
Caoa Changan Avatr 11 é SUV de luxo com opção de quatro ou cinco lugares 
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Vale notar que a unidade avaliada na China tinha cinco lugares, mas o Brasil também dispõe da configuração para quatro ocupantes. Nesta segunda opção, uma espécie de túnel central divide os dois assentos traseiros, ampliando espaço para acrescentar porta-objetos, porta-copos e um carregador por indução traseiro de 50W. Além disso, há portas USB (do tipo C) e saídas de ar. Porém, o grande chamariz é o estilo dos bancos, como se fossem poltronas dotadas de massagem, aquecimento e ventilação, algo que surpreende nessa faixa de preço. 
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A marca, inclusive, aposta alto na exclusividade, oferecendo mais de 40 combinações de acabamento e itens de série que podem ser explorados no configurador online da fabricante. No catálogo, são seis opções de cores: Liquid Caramel, Glossy Grey, Glossy White, Glossy Black, Matte Grey e Matte White. 
Avatr 11 é equipado com três telas digitais e som premium com 25 alto-falantes 
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Visualmente, o Avatr 11 carrega a identidade dos novos elétricos chineses, com linhas arredondadas, tomada de ar no para-choque e faróis de LEDs afilados divididos em dois níveis. O perfil é marcado pelas enormes rodas de 22 polegadas, maçanetas embutidas e um caimento de teto estilo cupê que culmina em lanternas conectadas e uma asa traseira móvel, que se ajusta automaticamente para otimizar o downforce. 
Caoa Changan Avatr 11 tem sistema de abertura de portas automático, com sensor de movimento 
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Entretanto, a traseira guarda uma particularidade: a vigia pequena. O motorista terá de se adaptar ao sistema de retrovisor digital, parte do ecossistema tecnológico desenvolvido em parceria com a Huawei. Ao todo, o Avatr 11 utiliza 29 sensores de alta precisão para monitorar perigos e ampliar o campo de visão, além dos radares e câmeras de alta qualidade. Porém, o tamanho da vigia e a pouca visualização do motorista (a não ser pela câmera) vão exigir uma curva de aprendizado. No meu primeiro contato — ainda que breve —, a dependência quase total da câmera demandou tempo extra para me acostumar.
Opção para quatro lugares do Avatr 11 traz console central na segunda fileira com outro carregador por indução 
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Avatr 11: luxo e tecnologia de sobra 
Mas é no interior que a verdadeira experiência começa. Antes mesmo de entrar, motorista e passageiros se deparam com portas automáticas. Isso significa que basta apertar o botão na maçaneta para que o sistema realize toda a operação sozinho. Inclusive, se houver um objeto no caminho, como um poste, os sensores interrompem o processo para evitar qualquer dano ao veículo.
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Já na cabine, à primeira vista, o acabamento impressiona pela qualidade dos materiais emborrachados e pelo rigor nos encaixes, algo a se louvar nos carros chineses de modo geral. O que mais cativa os olhos, porém, é o conjunto composto por três telas de alta resolução: o painel de instrumentos e a tela do passageiro (ambas com 10,2’’) e a central multimídia de 15,6’’, que oferece espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. O pacote é completo pelo comando de voz, o sistema de som premium Meridian (o mesmo usado pela Jaguar Land Rover) com 25 alto-falantes e cancelamento de ruído ativo.
Caoa Changan terá um modelo de negócio e produção similar ao da GWM, com submarcas e montagem “peça a peça”
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O conforto a bordo é inegável. Os bancos dianteiros em couro premium trazem ajustes elétricos, memória, massagem e ventilação. O assento do passageiro, especificamente, conta com a função “zero gravidade”, permitindo uma inclinação quase total, dobrando o conforto. A lista de mimos inclui iluminação ambiente com 256 cores, ar-condicionado de duas zonas e um porta-luvas com abertura elétrica e senha. 
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Uma crítica inicial, no entanto, é que o acesso ao SUV é feito por cartão NFC — uma solução que, na prática, pode ser menos ágil que os sistemas convencionais de aproximação, especialmente quando estamos com as mãos ocupadas.
Caoa Changan Avatr 11 é equipado com rodas diamantadas de 22 polegadas 
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A arquitetura  traz linhas horizontais que ampliam a sensação de largura e dão destaque à multimídia. No configurador da marca, ainda é possível escolher entre quatro tons de revestimento. Por fim, o teto panorâmico dividido em três seções garante luz natural para todos os ocupantes e incrementa a atmosfera do SUV elétrico. 
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Motor, desempenho e autonomia do Avatr 11 
Embora o contato com a tecnologia e o acabamento tenha sido detalhado, a experiência ao volante do Avatr 11 foi apenas um "aperitivo". Dirigi o modelo por cerca de três minutos em uma pista fechada na China — o suficiente apenas para algumas voltas rápidas e impressões preliminares. É uma pena, pois o conjunto mecânico instiga: são dois motores elétricos (um em cada eixo) que entregam 578 cv de potência e 66,3 kgfm de torque, capazes de levar o SUV de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos. Em comparação com os rivais, ele se destaca frente aos  387 cv do Macan EV e do Audi Q6.
Caoa Changan Avatr 11 tem 29 radares e câmeras 360° 
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Nesse breve contato, foi possível notar um rodar muito confortável e uma dinâmica bem acertada. O SUV inclina, ainda que pouco, nas curvas. Porém, tem uma boa estabilidade. O segredo está no conjunto de suspensão, com braços sobrepostos na dianteira e multilink na traseira. A tração integral também cumpre seu papel ao garantir maior aderência, embora ainda reste o teste definitivo: como ele se comportará no asfalto irregular do Brasil? Uma resposta que, ao menos por enquanto, não teremos. 
Em termos de energia, o Avatr 11 utiliza baterias de íons de lítio da CATL com generosos 116 kWh. No ciclo chinês (CLTC), a autonomia prometida é de até 710 km — número que deve sofrer uma redução considerável quando submetido aos padrões mais rigorosos do PBEV (Inmetro). Já o carregamento impressiona pela velocidade. Nem tanto pelos 11 kW em corrente alternada (AC), mas sim pelos 240 kW em corrente contínua (DC), permitindo recuperar de 0 a 80% da carga em apenas 35 minutos.
Caoa Changan Avatr 11 será o segundo lançamento da marca chinesa no Brasil 
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Conclusão 
O Avatr 11 é, sem dúvida, uma vitrine tecnológica sobre rodas.  Embora o investimento para colocá-lo na garagem seja alto, o valor pedido é competitivo quando colocado frente aos rivais alemães, oferecendo mais potência e sofisticação por um preço sensivelmente menor. Isso sem contar o conforto digno de classe executiva. 
É uma pena que o primeiro contato dinâmico tenha sido apenas um "aperitivo" em solo chinês. No entanto, com este modelo, a Caoa Changan mostra como deseja entrar no segmento de luxo. Resta aguardar sua estreia oficial no segundo semestre de 2026 para o veredicto final: entender como esse ecossistema tecnológico e o conjunto de 578 cv vão se comportar nos desafios das ruas e estradas brasileiras.
Avatr 11 - Ficha técnica 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/9TMbbcFfV0uvVczFSDjtHYMBids=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/X/c/7HZKqCSsifAA8hy6WUog/avatr-11-frente-dinamica.jpg" medium="image"/>   <media:description>Avatr 11 chinês</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sun, 03 May 2026 15:00:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo BMW M4 Competition virá ao Brasil e preço será próximo de R$ 1 milhão</title>  <atom:subtitle>Esportivo foi confirmado pela marca no país e será lançado até o final do primeiro semestre de 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/novo-bmw-m4-competition-brasil-preco-1-milhao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/novo-bmw-m4-competition-brasil-preco-1-milhao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/dkuXkGJAgZFK3tZR_fGe4NKghRs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/O/S/kVOKqxQfeeIg6pYP7UIg/bmw-m4-competition-coupe-di.jpg" /><br /> ]]>    O novo BMW M4 Competition está confirmado para o mercado brasileiro e o seu lançamento acontecerá ainda no primeiro semestre de 2026. As informações foram divulgadas pela marca na última quinta-feira (30) e o modelo será mais uma opção de esportivos cupês de duas portas da BMW no país, junto com o M2.
O motor do M4 Competition é um 3.0 seis cilindros em linha com tecnologia M TwinPower Turbo, que entrega 510 cv de potência e 66,3 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automático M Steptronic Sport de oito marchas. O esportivo leva 3,9 s para acelerar de 0 a 100 km/h e a tração é sempre traseira, característica presente em alguns modelos da divisão M.
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A maioria das informações sobre o modelo ainda são guardadas em segredo e serão divulgadas apenas no lançamento. Porém, convertendo o preço em dólar da configuração M4 Competition Coupe (US$ 86.600), vendida nos Estados Unidos com o mesmo motor, o preço em reais fica em torno de R$ 433.090. Mas, espere um valor próximo de R$ 1 milhão no Brasil, pois o seu irmão menor, o BMW M3 Competition, é vendido aqui por R$ 894.950.
BMW M4 Competition Coupe 2027 chegará até o final do primeiro semestre
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No mercado americano ainda existe uma configuração mais potente, a Competition xDrive Coupe, que tem o mesmo conjunto mecânico, mas entrega 530 cv. Nesse caso, a aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 3,4 s. Provavelmente essa configuração não virá ao Brasil, sendo papel do M4 Competition Coupe atender os clientes por aqui.
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Dentro do portfólio norte-americano, o BMW M4 Competition Coupe é vendido com 13 opções de cores e 8 variações de acabamento interno. Usando novamente o M3 como base, que tem sete cores externas e quatro opções de interior, é possível que esse número também seja menor quando o esportivo da marca alemã chegar no Brasil.
Interior do BMW M4 Competition Coupe pode receber peças em fibra de carbono como opcional
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Também existem alguns pacotes opcionais para o mercado americano, como o pacote Carbon, que inclui itens como freios de carbono-cerâmica desenvolvidos pela divisão M, acabamento em fibra de carbono em algumas partes do carro, bancos concha de carbono M, volante M revestido em alcântara, entre outros. 
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Modelos do tipo são chamados de híbridos em série e, na prática, funcionam essencialmente como carros elétricos. Isso porque o motor a combustão que compõe o conjunto não tem conexão com as rodas, atuando apenas como gerador para recarregar a bateria. Dessa forma, a tração é 100% elétrica, sem que as rodas se movam com interferência direta da unidade a combustão.
GAC Aion i60 possui 4,68 metros de comprimento e 2,77 m de entre-eixos
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No caso do Aion i60 REEV, o conjunto é chamado pela GAC de Xingyuan e formado por um motor 1.5 de 101 cv a gasolina — que atua como gerador — associado a um motor elétrico de 204 cv ou 224 cv. Há ainda uma bateria de fosfato de ferro-lítio de 29,1 kWh que garante autonomia elétrica de 160 km no padrão WLTC. O alcance total é de 1.240 km, enquanto o consumo no modo de recarga contínua é de 18,1 km/l.
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Ao todo, o Aion i60 REEV mede 4,68 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,66 m de altura e 2,77 m de entre-eixos. A plataforma AEP 3.0 é a mesma usada pelo Aion V e pelo Toyota bZ3X, ambos elétricos. O formato geral da carroceria é parecido nos três carros, mas o i60 conta com design exclusivo tanto na dianteira quanto na traseira, com foco em linhas mais dinâmicas e vincos bem marcados.
GAC Aion i60 tem iluminação ambiente de 32 cores
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No quesito equipamentos, o Aion i60 é equipado com o sistema inteligente de assistência à condução GSD da GAC, que suporta as funções NDA (Navigation Driving Assist) e HPA (Intelligent Parking Assist). A cabine conta com iluminação ambiente de 32 cores, volante multifuncional de dois raios, tela central flutuante e console central com dois carregadores sem fio para celulares.
GAC Aion i60 chegará ao Brasil no final do ano
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Quando chegar ao Brasil, no último trimestre, o Aion i60 terá o Leapmotor C10 como principal concorrente. Dentro do segmento, o modelo do grupo Stellantis é o único a oferecer um sistema REEV no país. O conjunto do rival é formado por um motor 1.5 a gasolina de 96 cv que funciona unicamente para abastecer a bateria de 28 kWh. Esta, por sua vez, alimenta um motor elétrico de 231 cv.
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O exemplar verde, de 1979, foi leiloado primeiro. Recebeu mais de 25 lances. Na sequência, o Opala amarelo foi produzido em 1976. Foram pelo menos 30 ofertas. No fim, cada um deles foi vendido por R$ 500 mil, superando também os R$ 437 mil levantados na venda do Omega em dezembro de 2025.
Além de levar para casa o Opala, os novos donos dos cupês poderão receber os carros diretamente na fábrica da Chevrolet, em São Caetano do Sul (SP), onde o modelo foi originalmente produzido. Por fim, uma S10 que venceu o Rali dos Sertões foi arrematada por R$ 450.000.
Opala cupê original nunca teve opção de cor verde como na versão restaurada
Cauê Lira/Autoesporte
Como são os Opala
O Opala é considerado um dos maiores ícones da indústria automotiva brasileira. E a GM escolheu exatamente a versão mais emblemática para restaurar. Estamos falando do Opala SS.
Pai e filho viajam 44 mil km do Brasil ao Alasca em Chevrolet Opala 1973
Chevrolet volta a vender Opala e Monza no Brasil, mas de um jeito diferente
Os dois veículos foram restaurados pela BTS Performance. Porém, ao contrário do Omega, a dupla de Opala recebeu releitura moderna, chamada de restomod. Estamos falando da atualização do motor 4.1 de seis cilindros em linha a gasolina com injeção eletrônica FuelTech, câmbio Tremec de cinco marchas, amortecedores Bilstein e freios a disco de alta performance.
Na cabine, o painel original passou a ser iluminado com LEDs. Outras modernizações incluem cintos de três pontos, direção hidráulica, ar-condicionado, rádio com Bluetooth e bancos de couro. 
Como são os Opala que estão à venda
Como dito acima, os dois Opala foram restaurados com toques de modernidade. A começar pelo visual, a General Motors deu liberdade para que Batistinha, dono da BTS, elaborasse algo criativo e diferenciado. 
No caso do carro verde, a tonalidade da carroceria nunca existiu na linha do cupê, tampouco os acabamentos preto fosco que tomam conta de várias partes — até dos componentes que eram originalmente cromados.
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A dupla ainda foi foi remontada com maior precisão do que quando deixou a fábrica de São Caetano do Sul (SP) nos anos 1970. Os “gaps” de encaixe tinham tolerâncias maiores naquela época, mas a GM replicou, de forma artesanal, o mesmo critério de montagem dos carros novos. 
Opala do projeto Vintage teve montagem seguindo padrões modernos
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Indo além, rodas de liga leve de 15 polegadas, pneus especiais, volante esportivo da Lotse e bancos de couro legítimo são outras atualizações importantes destes projetos. 
O objetivo era incorporar um estilo mais jovial e inovador aos Opala, mas sem descaracterizá-los. Quanto à mecânica, Batistinha teve ainda mais liberdade: o motor 4.1 de seis cilindros em linha recebeu injeção eletrônica e coletor de inox. 
A suspensão foi recalibrada, os freios a disco são de alta performance e a transmissão Tremec agora é tem cinco marchas (originalmente eram quatro).
Projeto Vintage
Poucas marcas de carro podem se orgulhar de um passado tão geracional e marcante — e daí veio o projeto Chevrolet Vintage, anunciado no início de 2025.
A Chevrolet adquiriu dez carros que marcaram época e fechou parcerias com oficinas renomadas do antigomobilismo nacional. Os veículos leiloados terão o valor arrecadado revertido aos projetos sociais do Instituto GM.
Alguns dos clássicos que estarão no Chevrolet Vintage
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Os responsáveis pelo projeto observaram que o público de carros clássicos, especialmente dos Chevrolet antigos, é diverso. Há quem almeje o maior nível de originalidade possível, como se o veículo tivesse acabado de deixar a fábrica. Até os parafusos que prendem os bancos aos trilhos devem ser fidedignos.
Do outro lado, a indústria do tuning proporciona maior liberdade criativa por parte das oficinas, que customizam tanto o visual quanto a mecânica. Foi então que a Chevrolet decidiu dividir o Vintage em duas categorias:
Restauração: resgata a originalidade de fábrica, mantendo as especificações em todos os detalhes;
Restomod: mantém a identidade clássica, mas com atualizações de mecânica, visual e tecnologia.
Os engenheiros da GM acompanham o processo, desde a compra dos carros até a restauração. Quando finalizados, os clássicos são submetidos a uma avaliação no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), assim como os carros novos da Chevrolet.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/nJwtgK8VHV4LKwj16zkNzdDtGYM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/2/Q/CYXbsMThud2HUMy4Bf1w/chevroletopalass-amarelo.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Opala SS 1976 amarelo dianteira</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 02 May 2026 18:42:09 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nissan e Mazda, qual era a melhor picape japonesa importada em 1994?</title>  <atom:subtitle>Antes de Ford Ranger e Chevrolet S10, eram as picapes japonesas que faziam sucesso entre modelos de porte médio</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/carros-classicos/noticia/2026/05/nissan-mazda-melhor-picape-japonesa-1994.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/carros-classicos/noticia/2026/05/nissan-mazda-melhor-picape-japonesa-1994.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uQhTKSF68xp2DDFftW2ZkDfynak=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/Q/qVq5AcTyA9QPukW89q0Q/king-cab-e-b-2200-frente.jpg" /><br /> ]]>    Entrar no mercado brasileiro de utilitários pode ser mais difícil do que parece. O país tem características diversificadas e muito próprias, que exigem dos fabricantes muito mais do que componentes com alta tecnologia. Duas tradicionais marcas japonesas que já disputam o mercado mundial de picapes, a Nissan e a Mazda, estão agora também no Brasil, com uma vasta linha de modelos que amplia ainda mais o leque de opções para o público.
As duas picapes, Nissan King Cab e Mazda B 2200, juntamente com as Toyota Hilux e Mitsubishi L200, são hoje as principais representantes mundiais do conceito de tamanho asiático, cuja aceitação tem aumentado a ponto de os próprios norte-americanos mudarem radicalmente o tamanho de seus modelos.
Nissan tinha cabine estendida e a Mazda caçamba longa
Foto: : Autoesporte/Acervo MIAU
Comparativo publicdo originalmente na revista Autoimports de setembro de 1994.
Tradicionalmente o mercado da América do Norte adota veículos de maior porte, com suas picapes utilizando a mesma estamparia de cabine e capô dos caminhões, tal qual acontece no Brasil com as linhas F-1000 e D-20. Conceitualmente as picapes asiáticas não surgiram da diminuição de caminhões para serviços menores e particulares, mas exatamente o inverso, do aumento da capacidade de carga de automóveis. As próprias dimensões continentais de cada uma das regiões e o tráfego das cidades influenciaram no desenvolvimento de seus utilitários.
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Modelos adaptados
Atualmente os espaços urbanos, prédios e estacionamentos devem ser mais bem ocupados, e o tamanho geral dos veículos está se adaptando a esta realidade – no que os conceitos asiático e europeu se enquadram com mais propriedade. Um exemplo do que ainda chegará ao Brasil é o futuro lançamento da linha Chevrolet S10 e posteriormente da Ford Ranger, ambos projetos oriundos do conceito japonês, menores por fora mas com capacidades de carga e passageiros semelhantes às das grandes.
Mais espaço na Mazda, mas 100 kg a menos de capacidade
Foto: : Autoesporte/Acervo MIAU
Diferenças entre as picapes
Para o usuário brasileiro este conceito de picape tem sido uma grande novidade, visto que não lembra nada que tenha sido comercializado por aqui desde o final da fabricação da linha F-75 e Rural Willys/Ford, há mais de dez anos. Nossas picapes ou são as grandes norte-americanas ou as pequenas, derivadas de automóveis de linha, como Saveiro, Fiorino, Pampa, Chevy, etc. Com relação a estas, as japonesas apresentam a vantagem de possuir maior capacidade de carga e robustez, ser montadas sobre chassi com longarinas, ter versões com motores diesel de pequeno porte, 4x4 e cabines duplas. Comparadas com F-1000 e D-20 são menores, mais fáceis de dirigir – principalmente nos espaços urbanos –, mais silenciosas e leves.
Guiar um desses modelos também passa a ser uma experiência nova, que deve se desprender do padrão de conduta das picapes diesel a que estamos acostumados. Logo na partida se pode perceber o baixo nível de ruído e vibração dos motores, resultado da tecnologia aplicada a novas gerações de propulsores a diesel, que os aproximam muito dos motores pequenos a gasolina. Todos têm um regime de rotações mais elevado que os diesel que conhecemos, chegando até as 5.000 rpm, caso do motor do Mazda B 2200. Normalmente um Maxion, MWM ou Mercedes, todos quatro cilindros, têm a alimentação cortada em torno das 2.800 rpm. Os motores de nova geração das picapes japonesas têm capacidade cúbica menor, em torno dos 2.500 cm3, contra os enormes motores nacionais com 4.000 cm3.
Picape da Nissan era mais potente que a rival, porém menos ágil
Foto: : Autoesporte/Acervo MIAU
Chevrolet Opala restaurados e modernizados pela GM vão à leilão
O carro brasileiro que antecipou a moda dos SUVs compactos 40 anos atrás
Volkswagen Fusca mantido 0 km há 40 anos é relíquia que gerou até polêmica
Essa diferença fica evidente após acelerarmos os veículos. O torque máximo, que ronda os 38 mkgf nos motores “convencionais”, é reduzido para 16 ou 17 mkgf. Apesar de o peso dos veículos também diminuir em quase uma tonelada com relação ao de modelos norte-americanos fabricados no Brasil, as respostas ao acelerador são menos eficazes, e as retomadas de velocidade mais demoradas.
A proposta dos modelos importados em concorrer diretamente com os nacionais deve observar alguns fatores que tornam nosso mercado um pouco diferente dos demais em todo o mundo. Devido às características de nosso território e dos longos espaços que um utilitário poderá ser obrigado a percorrer em sua vida útil, os usuários brasileiros deverão dar preferência para as picapes do tipo “estradeiro”, ou seja, que tenham melhores retomadas e velocidade final.
Neste aspecto, o hábito nacional se aproxima mais ao dos mercados norte-americano e australiano do que ao dos conceitos europeu e asiático.
Onde andar com as picapes?
A maioria das picapes são vendidas em nosso mercado para rodar fora dos centros urbanos. Além de andarem bem nas estradas devem ainda (para desafiar qualquer engenharia do mundo) ser econômicas e enfrentar os quase 90% de estradas não-pavimentadas que temos. Apesar da alta tecnologia empregada na maioria de seus componentes, as picapes importadas perdem para as nacionais exatamente em know-how de Brasil.
Longe do asfalto, nenhuma das duas fez boa figura
Foto: : Autoesporte/Acervo MIAU
De qualquer maneira, o futuro deste conceito no País parece garantido, a princípio pela maior diversificação apresentada pelos modelos importados, que incluem diversas variações como versões 4x2 e 4x4, cabine dupla, diferentes medidas de chassis e caçamba e muitos opcionais. Isso permite ao usuário – principalmente o que necessita de uma picape para serviços específicos – encontrar dentro de uma marca a versão que melhor lhe sirva.
Como são as picapes de Mazda e Nissan?
Assim como a Mazda tem versões com cabine dupla e quatro portas, a Nissan oferece também a King Cab, com espaço interno para bagagem e mais dois passageiros, além de modelos com tração 4x4 e reduzida.
Na avaliação destes modelos, de desempenho muito semelhante, ambos demonstraram excelente manobrabilidade e nível de acabamento. A Nissan mostrou-se um pouco mais veloz que sua concorrente, atingindo 131 km/h, contra apenas 123 km/h da Mazda (a D-20, mais lenta entre as nacionais, atinge 143 km/h).
No entanto a B 2200, com motor menor que a Nissan, mostrou-se mais ágil nas retomadas e mais estável nas curvas. Esta agilidade se deve a uma relação de diferenciais mais curta e à adoção de pneus com perfil mais baixo. Suas bitolas e entreeixos também são maiores do que na Nissan. O motor da Mazda, com 64 cv, mostrou-se mais suave e silencioso que o da Nissan, com 79 cv.
A Nissan, também completa, tinha painel mais arredondado
Autoesporte/Acervo MIAU
Em termos de suspensão a Nissan tem melhor curso e maciez, principalmente na traseira. Já a Mazda, com menor altura do solo, apresentou dificuldades em nossas valetas e lombadas. Uma solução seria alterar a altura da suspensão dianteira por meio de uma possível regulagem das barras de torção, o que tornaria, no entanto, o veículo menos estável.
Nas freadas ambas foram decepcionantes, especialmente a Mazda, que não possui sistema controlador de travamento para as rodas traseiras.
Também na terra os veículos demonstraram grandes limitações, que provavelmente arriscam comprometer a durabilidade após algum tempo de uso – mas isso só o tempo dirá. De qualquer forma, Nissan e Mazda apresentaram melhor estabilidade e neutralidade nas curvas que as picapes nacionais grandes, principalmente graças às suas menores dimensões e peso.
Visualmente têm excelente acabamento interno e externo, são equipadas com ar-condicionado, volante regulável, direção assistida e uma aparência geral bastante convincente.
Ar-condicionado, mas interior bem quadrado na Mazda
Autoesporte/Acervo MIAU
No somatório dos resultados, no entanto, não trazem ao mercado consumidor qualquer característica de uso melhor que as que podemos usufruir em nossos modelos nacionais: não são mais rápidas, nem mais resistentes, econômicas ou baratas. Mais silenciosas, sem dúvida. Já charme e beleza dependem do gosto particular de cada um.
Resultado dos testes
Consumo 
Aceleração
Retomada de Velocidade
Aceleração Lateral
Espaço de Frenagem - Com travamento
Velocidade Máxima 
Fichas Técnicas
NISSAN KING CAB

MOTOR: Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, diesel
CILINDRADA (diâm. x curso): 2.663 cm3 (96,0 x 92,0 mm)
ALIMENTAÇÃO: Bomba de injeção rotativa
RELAÇÃO DE COMPRESSÃO: 21,8
POTÊNCIA: 79 cv a 4.300 rpm
TORQUE: 17,7 mkgf a 2.200 rpm
TRAÇÃO: Traseira
RELAÇÃO DE DIFERENCIAL: 4,87
RELAÇÕES DE CÂMBIO (manual): 1ª.) 3,98 2ª.) 2,24 3ª.) 1,41 4ª.) 1,00 5ª.) 0,82 ré) 3,65
CARROCERIA: Em aço, montada sobre chassi, duas portas, três lugares
SUSPENSÃO DIANTEIRA: Independente, braços triangulares duplos, barra de torção longitudinal e amortecedor telescópico
SUSPENSÃO TRASEIRA: Eixo rígido, mola semi elíptica e amortecedor telescópico  
FREIOS: Assistidos, dianteiros a disco, ventilados, traseiros a tambor
DIREÇÃO: Setor e sem-fim com esferas recirculantes, assistida
DIÂMETRO DE GIRO: 11,2 m
PNEUS: 215 R15-8PR
RODAS: 15 x 5 pol
DIMENSÕES (CxLxA): 4,825 x 1,650 x 1,605 m
ENTREEIXOS (bitolas D e T): 2,950 m (1,385 e 1,395 m)
PESO: 1.385 kg
TANQUE: 60 litros
DIMENSÕES DA CAÇAMBA (CxLxA): 1,865 x 1,390 x 0,430 m
CAPACIDADE DE CARGA: 1.100 kg
Picape da Nissan tinha capacidade de carga de 1.100 kg
Autoesporte/Acervo MIAU
MAZDA B 2200

MOTOR: Dianteiro, longitudinal, quatro cilindros em linha, diesel
CILINDRADA (diâm. x curso): 2.184 cm3 (86,0 x 94,0 mm)
ALIMENTAÇÃO: Bomba de injeção rotativa
RELAÇÃO DE COMPRESSÃO: 22,9
POTÊNCIA: 64 cv a 4.000 rpm
TORQUE: 13,6 mkgf a 2.000 rpm
TRAÇÃO: Traseira
RELAÇÃO DE DIFERENCIAL: 4,77
RELAÇÕES DE CÂMBIO (manual): 1ª.) 4,45 2ª.) 2,68 3ª.) 1,58 4ª.) 1,00 5ª.) 0,85 ré) 4,29
CARROCERIA: Em aço, montada sobre chassi, duas portas, três lugares
SUSPENSÃO DIANTEIRA: Independente, braços triangulares duplos, barra de torção longitudinal e amortecedor telescópico
SUSPENSÃO TRASEIRA: Eixo rígido, mola semi elíptica e amortecedor telescópico  
FREIOS: Assistidos, dianteiros a disco, ventilados, traseiros a tambor
DIREÇÃO: Setor e sem-fim com esferas recirculantes, assistida
DIÂMETRO DE GIRO: 13,0 m
PNEUS: 185 R14
RODAS: 14 x 5 pol
DIMENSÕES (CxLxA): 4,920 x 1,670 x 1,565 m
ENTREEIXOS (bitolas D e T): 2,985 m (1,410 e 1,400 m)
PESO: 1.360 kg
TANQUE: 66 litros
DIMENSÕES DA CAÇAMBA (CxLxA): 2,275 x 1,445 x 0,396 m
CAPACIDADE DE CARGA: 1.000 kg
: Picape da Mazda tinha logotipo em destaque na tampa
Autoesporte/Acervo MIAU
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uQhTKSF68xp2DDFftW2ZkDfynak=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/k/Q/qVq5AcTyA9QPukW89q0Q/king-cab-e-b-2200-frente.jpg" medium="image"/>   <media:description>Japonesas anteciparam porte de S10 e Ranger no Brasil</media:description>   <media:credit>Autoesporte/Acervo MIAU</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 02 May 2026 12:00:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>GWM lança novidade que pode resolver maior problema de Haval H9 e Poer P30</title>  <atom:subtitle>Grupo chinês confirma oferta de um novo motor 3.0 turbodiesel para seus SUVs e picapes; propulsor tem quatro cilindros e mais torque que o V6 da Ford</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/inovacao-e-tecnologia-em-automoveis/noticia/2026/05/gwm-novidade-resolver-maior-problema-haval-h9-poer-p30.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/inovacao-e-tecnologia-em-automoveis/noticia/2026/05/gwm-novidade-resolver-maior-problema-haval-h9-poer-p30.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/P1Lysn7h9s8gqi18VG4W-fdGsFs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/y/UeBqYBQpebMAJSDxpIIg/gwm-haval-h9-2026-frente.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    O grupo GWM acaba de anunciar o lançamento de um novo motor a diesel para equipar sua linha global de SUVs e picapes. O propulsor é um 3.0 de quatro cilindros com 231 cv de potência e 63,2 kgfm de torque, sempre associado a um câmbio automático de nove marchas. Na estreia, prevista para o segundo semestre, o motor será usado pelo SUV Tank 500 e pela picape Cannon Alpha, chegando a outros modelos da empresa na sequência.
O primeiro país a receber o novo 3.0 será a Austrália, onde o motor substituirá o atual 2.4 turbodiesel de 184 cv e 48,9 kgfm de torque (o mesmo que equipa os modelos Haval H9 e Poer P30  no Brasil). Comparativamente, a GWM promete melhoria de 5% no consumo de combustível no ciclo NEDC e redução de 20% no tempo gasto na aceleração de 0 a 100 km/h. A capacidade de reboque com freio é de 3.500 kg. 
Outro destaque do novo motor é o fato de ser o quatro cilindros mais potente da categoria e entregar mais torque até que o 3.0 V6 turbodiesel da Ford, mesmo tendo dois cilindros a menos. São 63,2 kgfm no GWM contra 61,2 kgfm no V6 que equipa a Ranger. Já em potência, a norte-americana sai na frente com 250 cv, contra 231 cv da chinesa.
GWM Tank 500 terá novo motor 3.0 turbodiesel de 231 cv
Divulgação
Do ponto de vista da eletrificação, o novo 3.0 turbodiesel já nasce compatível com sistemas híbridos e híbridos plug-in. Os conjuntos HEV e PHEV estão atualmente em desenvolvimento pela GWM e devem estrear até mesmo na China, onde carros a diesel eletrificados são pouco comuns.
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GWM Cannon Alpha é maior que a Poer P30
Divulgação
Novo motor 3.0 da GWM virá ao Brasil?
No Brasil, a GWM oferece atualmente dois veículos a diesel: o SUV Haval H9 e a picape Poer P30. Ambos são montados na fábrica de Iracemápolis (SP) e equipados com o motor 2.4 turbodiesel de 184 cv e 48,9 kgfm de torque (o mesmo que será substituído pelo novo 3.0 na Austrália).
GWM Poer P30 tem menos potência que as rivais diretas 
Renato Durães/Autoesporte
Nos dois casos, os modelos ficam bem aquém dos rivais diretos no quesito potência e acabam deixando a desejar em termos de rendimento. O desempenho, inclusive, é apontado por muitos consumidores como um dos maiores problemas da dupla. Como comparação, os principais concorrentes, Toyota Hilux e SW4, têm motor 2.8 turbodiesel com 204 cv e 50,9 kgfm de torque.
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GWM Haval H9 fica devendo em desempenho na comparação com o Toyota SW4
Renato Durães/Autoesporte
Oferecer o novo 3.0 no H9 e na P30 no Brasil seria uma saída interessante, especialmente levando em conta que a concorrência inteira está acima dos 200 cv. Até o momento, porém, a GWM não confirmou o novo motor por aqui.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/P1Lysn7h9s8gqi18VG4W-fdGsFs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/y/UeBqYBQpebMAJSDxpIIg/gwm-haval-h9-2026-frente.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>GWM Haval H9 tem motor 2.4 turbodiesel</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 02 May 2026 12:00:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Geely M9 é SUV híbrido com geladeira e 870 cv em estudo para o Brasil</title>  <atom:subtitle>Com seis lugares, bancos com massagem e desempenho de carro esportivo, SUV é novo modelo topo de linha da marca chinesa e pode vir para encarar o GWM Wey 07</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/geely-m9-suv-hibrido-geladeira-870-cv-estudo-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/geely-m9-suv-hibrido-geladeira-870-cv-estudo-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RWer97PiucyuN-9Tjywn1pxT2zw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/w/zbCaJqStKIoAXe6IdP5A/geely-m9.jpg" /><br /> ]]>    Além do Coolray, outro modelo da Geely em estudo para estrear no mercado brasileiro é o SUV de luxo M9. Posicionado no segmento de SUVs grandes, o modelo de luxo se destaca pela potência e por itens de luxo, como bancos com massagem e até geladeira. Além disso, pode levar até seis ocupantes, entre três fileiras de dois assentos. Seria um rival direto para o GWM Wey 07.
O Geely M9 acabou de estrear no mercado chinês onde é vendido com preços entre US$ 24 mil e US$ 36 mil (entre R$ 120 mil e R$ 180 mil, na conversão direta). Por aqui, caso ele faça sua estreia, seu preço deverá ficar na casa dos R$ 450 mil.
Autonomia combinada pode chegar até 1500 quilômetros
Foto: Marlos Ney Vidal/Autoesporte
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Modelo topo de gama da Geely, o M9 tem 5,20 metros de comprimento, 3,03 m de distância entre-eixos, 1,99 m de largura e 1,80 m de altura. Sua plataforma é a GEA Evo, destinada a modelos híbridos do Grupo Geely. O SUV chegaria para ser uma vitrine de tecnologia, luxo, segurança e desempenho. 
Suas medidas o credenciam para atuar no segmento do GWM Wey 07 que hoje, praticamente não tem concorrentes no mercado brasileiro. 
A potência combinada da versão com quatro motores é de 870 cv e torque fica em 117 kgfm
Foto: Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Para sair da inércia, o Geely M9 tem um sistema híbrido plug-in composto por um motor 1.5 turbo movido a gasolina e até três motores elétricos, sendo um na dianteira e dois no eixo traseiro na configuração com tração integral AWD. Nas versões FWD, são dois motores elétricos.
A potência combinada da versão com quatro motores é de 870 cv e torque fica em 117 kgfm. O 0 a 100/km/h é feito em 4,5 segundos, desempenho melhor que o de modelos como Volkswagen Golf GTI e Toyota GR Yaris.
Dependendo da versão, ele pode ser equipado com baterias de 18,4 kWh ou 41,4 kWh. Na versão mais potente, o M9 pode rodar até 200 quilômetros no ciclo chinês. A autonomia combinada pode chegar até 1.500 km. 
Posicionado no segmento de SUVs grandes, o modelo pode levar até seis ocupantes, entre três fileiras de dois assentos
Foto: Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Comparativo: BYD Dolphin Mini ou Geely EX2, qual é melhor por R$ 120 mil?
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Itens de série do Geely M9
Sem opcionais, o Geely M9 aposta em um robusto pacote de equipamentos de tecnologia. Só em telas, são somam aproximadamente 30", entre quadro de instrumentos e central multimídia. A inteligência virtual se faz presente nos comandos por voz e personalização de uso, além de head-up display com realidade aumentada que projeta informações diretamente no campo de visão do motorista.
Geely M9 aposta em telas digitais que somam aproximadamente 30", entre quadro de instrumentos e central multimídia
Foto: Marlos Ney Vidal/Autoesporte
No quesito conveniência, o Geely M9 oferece bancos dianteiros com aquecimento, ventilação e função de massagem. As duas fileiras restantes são compostas por bancos individuais. Os passageiros das fileiras traseiras contam com geladeira integrada, carregadores por indução de alta potência e telas dedicadas.
Segurança
O Geely M9 tem pacote de assistências que inclui sensores avançados com uso de LiDAR, permitindo funções de condução semi-autônoma mais sofisticadas, além de um conjunto estrutural que combina suspensão a ar, amortecimento adaptativo e eixo traseiro esterçante. O resultado é um SUV grande que tenta equilibrar conforto de rodagem com estabilidade, mesmo diante do porte avantajado.
Não há excesso de vincos ou elementos agressivos — a intenção é transmitir sofisticação, não esportividade
Foto: Marlos Ney Vidal/Autoesporte
No design, o caminho escolhido é mais conservador do que o conteúdo sugere. A dianteira aposta em uma identidade limpa, com grade fechada que reforça a eletrificação e uma assinatura luminosa em LED que atravessa toda a largura, conectando os faróis. Não há excesso de vincos ou elementos agressivos — a intenção é transmitir sofisticação, não esportividade.
De lado, o Geely Galaxy M9 mantém proporções clássicas de SUV grande, com linhas suaves, área envidraçada generosa e uso pontual de cromados para reforçar o posicionamento mais refinado. É um desenho que privilegia equilíbrio visual e presença, sem recorrer a soluções ousadas.
Já a traseira segue a mesma lógica, com lanternas interligadas por uma barra horizontal e elementos que valorizam a largura do veículo.  
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/RWer97PiucyuN-9Tjywn1pxT2zw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/A/w/zbCaJqStKIoAXe6IdP5A/geely-m9.jpg" medium="image"/>   <media:description>No Brasil, caso ele faça sua estreia, seu preço deverá ficar na casa dos R$ 450 mil</media:description>   <media:credit>Marlos Ney Vidal/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Sat, 02 May 2026 11:37:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Peugeot 2008 GT Hybrid: 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem</title>  <atom:subtitle>Versão topo de linha aposta em lista de equipamentos completa e detalhes esportivados para agradar o consumidor; consumo mudou pouco da motorização a combustão para a híbrida</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/peugeot-2008-gt-hybrid-2026-5-razoes-para-comprar-e-5-motivos-para-pensar-bem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/05/peugeot-2008-gt-hybrid-2026-5-razoes-para-comprar-e-5-motivos-para-pensar-bem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ILkR2o34dM_yGBG0Ay6rhXnVHZA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/y/9/ERGh01QSGAOMsecgswLw/peugeot-2008-gt-hybrid-2026-diagonal-dianteira.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    Em menos de dois anos de lançamento, a segunda geração do Peugeot 2008 já passou por uma importante atualização: a adoção do sistema híbrido leve (MHEV) de 12 volts, aliado ao motor 1.0 T200 da Stellantis, que rende até 130 cv de potência e 20,4 kgfm de torque. A motorização, vale dizer, também é usada no hatch 208, nos Fiat Pulse e Fastback e logo mais será vendida sob o capô do Jeep Avenger. 
No caso do 2008, a eletrificação é oferecida apenas na opção mais cara da gama, GT, que ainda aposta em detalhes visuais com apelo esportivo para conquistar clientes em um segmento tão competitivo. A opção custa R$ 162.990, R$ 17 mil a mais que a versão Allure posicionada abaixo, anunciada por R$ 145.990.
Peugeot 2008 GT Hybrid 2026 adotou conjunto híbrido leve um ano após a atualização de geração
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
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Fato é que mesmo com um conjunto mecânico conhecido, o SUV compacto vende consideravelmente menos que os seus rivais. Em março, por exemplo, emplacou 972 unidades, contra 7.622 do Volkswagen T-Cross, 6.674 do Hyundai Creta, 5.167 do Pulse e 4.444 do Fastback. 
Passamos duas semanas com a versão topo de linha do Peugeot 2008 e selecionamos 5 razões para comprar e 5 motivos para pensar bem antes de ter o SUV na garagem. Confira!
Peugeot 2008 GT: 5 razões para comprar 
1) Suspensão
Peugeot 2008 GT Hybrid tem rodas de 17 polegadas, assim como as outras duas versões
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Por morar em Mogi das Cruzes, na região metropolitana da capital paulista, a jornalista que vos escreve fez o trajeto de casa para o trabalho algumas vezes a bordo do SUV compacto. Nesse cenário, a suspensão com certeza é um dos acertos do 2008, que se mostrou resistente ao asfalto irregular e esburacado de São Paulo. 
O conjunto é  independente do tipo McPherson na dianteira, e por eixo de torção na traseira. Em ambos os sistemas, as molas são helicoidais e os amortecedores hidráulicos de duplo efeito e telescópicos (este último, só na frente). Além disso, o ângulo de saída é de 29° e o vão livre do solo de 22,7 cm, o que contribuem para que o modelo saia ileso das temidas valetas. 
2) Custo-benefício e lista de equipamentos recheada
Peugeot 2008 GT Hybrid mistura texturas no painel e nas portas, mas não abandona o plástico rígido
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
O Peugeot 2008 oferece de série central multimídia de 10,3" com conexões sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, freio de estacionamento eletrônico e rodas de liga leve de 17 polegadas. A configuração GT traz alerta de ponto cego, retrovisores externos rebatíveis, câmera 360°, carregador de celular por indução, bancos de couro sintético com detalhes exclusivos, sistema keyless (também oferecido na opção intermediária), além de itens exclusivos. 
São eles: sistema Adas com frenagem automática de emergência, assistentes de permanência em faixa, de farol alto, reconhecimento de placas e detector de fadiga. Fora isso, há painel de instrumentos digital, acabamento escurecido, grade na cor do veículo, pintura bicolor, teto solar panorâmico e faróis full-LED.
Pela faixa de preço que ocupa, o modelo apresenta um bom custo-benefício, já que na gama de alguns rivais esse é o preço sugerido das configurações intermediárias e, portanto, bem menos equipadas. Vale dizer, claro, que com a chegada de diversos carros de marcas chinesas e com listas de equipamentos recheadas, o consumidor brasileiro tem se tornado mais exigente. 
No 2008, destaque para a câmera 360°, uma das mais completas que usei até hoje e a de melhor resolução. Manobrar o carro em vagas apertadas se tornou muito mais prático, já que mostra o carro visto de cima.
3) Ergonomia
Tetor solar panorâmico é item de série do Peugeot 2008 GT Hybrid
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Nem é preciso recorrer à versão GT para encontrar uma posição de dirigir mais esportiva no 2008. Em todas as configurações, os bancos são montados em posição baixa. Na unidade avaliada, os assentos ainda trazem acabamento com costuras de cor verde.
Por outro lado, se você é do time que prefere uma posição de dirigir elevada, há ajuste de altura. Já o i-Cockpit é um dos grandes destaques do modelo. Isso porque, com o volante multifuncional com formato menor e achatado, é possível observar os instrumentos por cima do aro, e não no vão. Confesso que demorei alguns dias para me adaptar ao formato do volante e posição de dirigir, mas depois se tornou uma das coisas mais interessantes no 2008.  
A tela da central multimídia é flutuante e virada para o motorista, o que deixa as informações mais próximas do raio de visão. Um ponto positivo da cabine é trazer comandos de ar-condicionado físicos — no famoso estilo "teclas de piano" —, além de carregador de celular por indução. Esse último funciona bem e tem até uma saída de ar para o espaço do aparelho, porém, senti que o celular superaqueceu nas vezes em que usei o recurso.   
4) Dirigibilidade
Central multimídia é virada para o motorista no Peugeot 2008 GT Hybrid e ajuda na ergonomia
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Junto à ergonomia, o 2008 agrada pela dirigibilidade. O SUV tem respostas espertas, seja no perímetro urbano, ou na estrada. Já o ruído na cabine não é tão incômodo como em outros carros da categoria.
Como mencionado, a segunda geração do Peugeot 2008 trocou as opções de motor 1.6 aspirado flex de até 122 cv de potência e 1.6 turbo flex de 173 cv apenas pelo propulsor 1.0 turbo T200 da Stellantis, que já é oferecido nos Fiat Pulse e Fastback, nos Citroën Aircross, Basalt e C3 e também foi incorporado à atual geração do hatch 208. 
Já o conjunto híbrido leve (MHEV), oferecido na versão GT, alia o motor atual a uma unidade elétrica de 4 cv e 1 kgfm que substitui o alternador e o motor de arranque. Assim, ajuda o propulsor principal na partida do carro e no sistema start-stop — que desliga o veículo automaticamente quando para em um farol ou no trânsito, por exemplo — sobre o qual falaremos mais adiante. O sistema também funciona com uma uma pequena bateria de íons de lítio sob o banco do motorista, que se alia à bateria convencional de chumbo.
Segundo números de fábrica, o Peugeot 2008 GT vai de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos. Na comparação com rivais dotados de motor 1.0 turbo, só perde para o T-Cross, que cumpre a prova em 10 s cravados. 
5) Custos de pós-venda
Peugeot 2008 GT Hybrid traz badge alusivo à versão e faróis full LED 3D
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De acordo com dados levantados por Autoesporte, a cesta de peças do Peugeot 2008 composta por farol direito, retrovisor externo direito completo, capa do para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro do ar-condicionado, filtro de ar do motor, jogo de quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor, filtro de combustível custa R$ 14.094, abaixo da média do segmento e de modelos como Honda WR-V e HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.
Já as revisões do 2008, somam R$ 4.820, na média do segmento, mas muito abaixo dos R$ 10.972 cobrados pela Volkswagen para donos de T-Cross. Portanto, pode-se dizer que o SUV tem custos razoáveis de pós-venda. 
Por fim, para quem mora em São Paulo ainda há a vantagem da isenção de rodízio, pois o modelo é equipado com sistema MHEV. 
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Peugeot 2008 GT: 5 motivos para pensar
1) Espaço interno e porta-malas
Espaço interno e porta-malas do Peugeot 2008 GT Hybrid são pontos que dificultam o uso do carro por famílias numerosas
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Com 4,31 metros de comprimento, 1,77 m de largura, altura de 1,54 m e distância entre os eixos de 2,61 m, o Peugeot 2008 vai na contramão do conforto que oferece para o motorista e não proporciona a mesma experiência para os passageiros da segunda fileira. Vale dizer, que seu entre-eixos é igual ao do Creta e 4 centímetros menor que o do T-Cross. 
Com três adutos no banco de trás do 2008, a sensação é de desconforto. Para completar, a baixa estatura do SUV atrapalha os mais altos na hora de se sentarem na segunda fileira, já que até para mim — com meros 1,58 m de altura — o espaço entre a cabeça e o teto não é tão generoso. 
Já o porta-malas, de 374 litros no padrão VDA, está entre os menores de segmento. Como comparação, Autoesporte listou recentemente os dez SUVs compactos à venda no Brasil com os maiores porta-malas e a décima posição é ocupada pelo Volkswagen Nivus, com capacidade para transportar até 415 litros. O primeiro lugar no ranking é do Fastback, com 516 litros.
Na minha percepção, portanto, estamos diante de um carro muito confortável para um casal ou no máximo quatro adultos. 
2) SUV não tem ACC
Peugeot 2008 GT Hybrid preserva botões físicos para alguns comandos
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Apesar de trazer pacote Adas com alertas de colisão com frenagem automática, assistentes de permanência em faixa e de farol alto, reconhecimento de placas e detector de fadiga, o 2008 fica devendo ACC (controle de velocidade adaptativo). 
No cenário de "invasão chinesa" que o mercado nacional vive atualmente, modelos de marcas asiáticas também trazem o recurso de série e são vendidos em faixas de preços similares ou até menores. Dois exemplos são o BYD Dolphin, hatch elétrico que parte de R$ 149.990, e o Caoa-Changan Uni-T, SUV médio vendido em versão única por R$ 174.990.
3) Segunda fileira fica devendo saída de ar-condicionado
Portas do Peugeot 2008 GT Hybrid preservam o plástico duro e trazem detalhe em couro
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Além do pouco espaço para quem vai atrás, o Peugeot 2008 carece de saída de ar-condicionado na segunda fileira. A falta do item contribui para aumentar o desconforto, já que com três pessoas a ventilação fica mais escassa. A solução é andar com o teto solar panorâmico aberto (quando não estiver chovendo, claro) para refrescar os passageiros. 
Assim como no caso do ACC, a saída de ar-condicionado para os ocupantes traseiros é um item já oferecido pelo rivais em versões da mesma faixa de preço e exigido pelos consumidores dispostos a gastar entre R$ 170 mil e R$ 180 mil em um veículo.
4) Garantia
Peugeot 2008 GT Hybrid aposta em visual agressivo e detalhes esportivados para bater de frente com os concorrentes
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
O tempo de garantia que uma fabricante oferece para um veículo é uma informação bem importante de se tomar conhecimento antes da compra. No caso do 2008, independentemente da versão, a cobertura total é de três anos.
Apesar de ser o mesmo período oferecido por outras fabricantes, como Volkswagen, Nissan, Renault, Chevrolet e Fiat, já há marcas com coberturas maiores. Chineses, em geral, oferecem mais de cinco anos. A Toyota mudou sua política de cobertura para até dez anos. Assim, o período de garantia oferecido para o SUV francês pode ser um impeditivo para quem demora mais tempo para trocar de carro e preza pela proteção de fábrica.
5) Consumo
Consumo do Peugeot 2008 GT não melhorou significativamente com a adoção do sistema MHEV
Júlia Maria Toledo/Autoesporte
Não que o consumo do 2008 seja ruim. O ponto aqui é que, quando se adota um nível de eletrificação, é esperada uma mudança considerável nos números. E não é isso que acontece no SUV produzido na Argentina.
As versões apenas a combustão, o 2008 é capaz de rodar 12,3 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina e 8,6 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol. 
Com o auxílio do sistema MHEV, o relatório PBEV do Inmetro divulga consumo de 13 km/l na cidade e  13,7 km/l na estrada com gasolina e 9 km/l na cidade e 9,6 km/l com etanol em rodovias. De fato, o consumidor que vai atrás de um carro que traz a insígnia "Hybrid" na versão deve esperar números um pouco melhores de consumo. 
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Preços e versões da Chevrolet Spin 2027
A Chevrolet Spin está disponível no mercado em cinco versões de acabamento, contando com a nova configuração da LTZ. As versões de entrada têm espaço para cinco passageiros, enquanto as mais caras oferecem espaço para até sete ocupantes. Confira os preços e versões: 
Chevrolet Spin 2027 1.8 AT de 5 lugares:  R$ 119.900
Chevrolet Spin 2027 LT MT6 de 5 lugares: R$ 138.590
Chevrolet Spin  2027 LTZ AT6 de 5 lugares: R$ 153.990
Chevrolet Spin 2027 LTZ AT6 de 7 lugares: R$ 157.990 
Chevrolet Spin 2027 Premier de 7 lugares: R$ 165.590
Importante reforçar que a versão de entrada, sem nome, tem como foco principal o público PCD e está apta para isenção total de impostos como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e desconto parcial no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Além disso, também tem desconto no IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) no estado de São Paulo. A configuração é baseada na opção LT, que tem cinco lugares e câmbio automático.
Chevrolet Spin está disponível em cinco configurações na linha 2027 
Renato Durães/Autoesporte
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Chevrolet Spin 2027: motor e consumo
Todas as versões da Chevrolet Spin continuam equipadas com o motor 1.8 aspirado de 111 cv de potência e 17,7 kgfm de torque com etanol, além de 106 cv e 16,8 kgfm com gasolina. O câmbio pode ser automático ou manual, ambos com seis marchas. De acordo com a marca, Spin vai de 0 a 100 km/h em 11 segundos.
Todas as versões da Chevrolet Spin são equipadas com o motor 1.8 aspirado flex
Divulgação
A minivan da Chevrolet traz um tanque de combustível de 53 litros. No consumo, as versões automáticas fazem médias de 10,1 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, os números diminuem para 7,1 km/l e 9,1 km/l, respectivamente.
Já com o câmbio manual, a Chevrolet Spin faz 7,8 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada com etanol. Com o combustível fóssil, as médias sobem 11 km/l e 12,6 km/l, respectivamente.
Chevrolet Spin está disponível em quatro opções de cores 
Divulgação
Dimensões e design da Chevrolet Spin 2027
A Chevrolet Spin mede 4,88 metros de comprimento, 1,95 m de largura, 1,69 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. No porta-malas, a capacidade é de até 710 litros nas versões de cinco lugares. No entanto, com a terceira fileira em uso, a capacidade desce para 162 litros. 
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Em relação ao design, a novidade são as rodas de 16 polegadas, que trazem um novo desenho nos cinco raios nas versões LTZ e Premier. Na primeira, o acabamento é prateado, enquanto a segunda traz um tom grafite. No catálogo, a minivan está disponível em quatro opções de cores: Azul Boreal, Branco Summit, Preto Ouro Negro e Prata Shark.
Com os sete assentos em uso, a Chevrolet Spin tem capacidade de 162 litros no porta-malas
Divulgação
Equipamentos da Chevrolet Spin 2027
Chevrolet Spin 2027 1.8 AT: 6 airbags, rodas de 15" com calotas, faróis de LED, ar-condicionado, controle eletrônico de  estabilidade, painel de instrumentos de 8", controle eletrônico de tração, regulagem de altura nos faróis, vidros elétricos, banco do motorista com ajuste manual, entradas USB (tipo A e C), segunda fileira com bancos bipartidos, central multimídia MyLink de 11" com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, bancos de tecido, assistente de partida em aclives, assento do motorista com ajuste de altura, volante multifuncional e bancos traseiros corrediços.
Chevrolet Spin 2027 LT MT6 de cinco lugares: itens da versão 1.8  + câmbio manual de seis marchas, Wi-Fi nativo, OnStar, espelhos retrovisores externos elétricos, câmera de ré e rodas de aço de 15". 
Chevrolet Spin 2027 LTZ AT6 de cinco lugares: itens da versão LT + sensor crepuscular para acendimento automático dos faróis, rodas de alumínio aro 16”, ar-condicionado para o banco traseiro; ar-condicionado digital, sensor de chuva e crepuscular, sensor de estacionamento traseiro, saída de ar-condicionado para o banco traseiro, partida sem chave, volante com revestimento premium, rack de teto e controle eletrônico de tração. 
Chevrolet Spin 2027 LTZ AT6 de sete lugares: itens da versão LTZ (5 L), mas com a adição da última fileira de assentos.
Chevrolet Spin 2027 Premier de sete lugares  itens da versão LTZ + alerta de colisão frontal, indicação de distância do veículo da frente, frenagem automática de emergência em baixa velocidade, rodas de alumínio aro 16” com acabamento exclusivo, bancos com revestimento premium, grade frontal com detalhes cromados, farol alto adaptativo, alerta de saída de faixa, alerta de ponto cego, rack de teto na cor preta e carregador de celular por indução.
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Vale lembrar que a Denza tem uma rede própria de concessionárias, separada das lojas da própria BYD. 
O Denza Z9 GT será o próximo lançamento da Denza no Brasil, em junho, por R$ 650 mil
Divulgação
Denza Z9 GT está mais potente
O esportivo será o próximo lançamento da Denza no Brasil, em junho, por R$ 650 mil. A perua apareceu pela primeira vez no Brasil durante a celebração dos 50 anos da revista Vogue, na Estação das Artes, em São Paulo (SP), no final de setembro do ano passado. E, de lá para cá, o carro já mudou a configuração será lançada no Brasil. 
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Feito sobre a arquitetura e-Platform 3.0 Evo, que combina três motores elétricos, o modelo chegaria ao Brasil com 965 cv, porém, Autoesporte apurou que agora ele será lançado com cerca de 1.155 cv – o torque de 97 kgfm também deve ter leve aumento. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e autonomia de 630 km no padrão chinês CLTC, nessa opção de 965 cv. 
Denza Z9 GT será o primeiro carro elétrico do Brasil a suportar recarga com 1.500 kW de potência
Leonardo Felix/Autoesporte
No Brasil, pelo Inmetro, esse número deve ser menor. A bateria de bateria LFP de 100,1 kWh será mantida e o Z9 GT será o primeiro carro elétrico do Brasil a suportar recarga com 1.500 kW de potência. Isso porque o esportivo traz a segunda geração da bateria Blade, que suporta essa potência, e garante de 10% a 70% de recarga em apenas cinco minutos, chegando a 97% em nove minutos. 
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Mas, para dar conta dessa força toda sem sobrecarregar a rede elétrica, a marca chinesa vai usar um sistema chamado BESS, que é a abreviação de Battery Energy Storage System – Autoesporte já conheceu esse carregador chamado de Flash Charging durante passagem na China. 
Denza Z9 GT tem 3,13 mtros de entre-eixos
Leonardo Felix / Autoesporte
O Flash Charging estreia junto com o Z9 GT em uma concessionária de Brasília, porém, o plano é que o Brasil tenha ao menos 1.000 desses carregadores em operação até o final de 2027. 
Com linhas que misturam elementos de perua e cupê, o Z9 GT mede 5,23 metros de comprimento, 1,99 m de largura, 1,50 m de altura e surpreendentes 3,13 m de distância entre-eixos. Na dianteira, os faróis pontiagudos se alinham ao formato 'bicudo' da dianteira e conferem estilo aerodinâmico e esportivo ao modelo.
Denza Z9 GT tem três telas integradas na cabine 
Autoesporte/André Schaun
Já na traseira, as enormes lanternas horizontais ocupam quase toda a largura da carroceria. Pessoalmente, o tamanho da peça parece um tanto quanto exagerado. Um detalhe que chama atenção é que o símbolo iluminado em vermelho não chegará ao Brasil.
No interior, o Denza Z9 surpreende com três telas integradas para painel de instrumentos (13,2’’), central multimídia (17,3’’) e display de passageiro frontal (13,2’’). A manopla de câmbio simula cristais e logo acima dela há dois carregadores de celular por indução. Um recurso interessante é que abaixo do apoio de braço central há um pequeno compartimento que serve de freezer. As quatro maçanetas internas são por botões.
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No banco traseiro, uma pessoa da minha altura, de 1,87 m, vai com muito conforto com espaço de sobra as pernas e para a cabeça. Além disso, o elétrico oferece ar-condicionado de quatro zonas, sendo duas para os passageiros do branco traseiro.
Denza D9 virá por R$ 800 mil
Denza D9 vai ocupar um nicho ainda pouco explorado no Brasil 
Leonardo Felix / Autoesporte
Logo após o Z9 GT, em julho chega a D9, uma minivan de luxo, por R$ 800 mil. O modelo tem ótimo acabamento e bancos extremamente confortáveis. No total, ela leva até 7 pessoas e acomoda os ocupantes na configuração 2+2+3.
Nas dimensões, são 5,25 metros de comprimento, 1,96 m de largura e 1,92 m de altura, além de 3,11 m de entre-eixos. Na China, está disponível com tração integral ou apenas dianteira. No Brasil, a BYD posicionará a minivan como opção dentro do segmento de transporte executivo de luxo.
A minivan de luxo já foi flagrada por aqui e é equipada com o sistema híbrido plug-in DM-i, mesmo da Shark e do B5. Neste caso, o conjunto é formado por motor 1.5 turbo de 138 cv de e 23,5 kgfm e um ou dois motores elétricos associados. Há uma opção de 300 cv de potência combinada e 58,2 kgfm. 
Nas versões mais completas, a D9 traz equipamentos como head-up display e multimídia de 15,6 polegadas
Foto: Divulgação
A bateria de 20,4 kWh permite uma autonomia de 965 km no ciclo chinês CLTC. Já na variante mais potente os números apontam para até 407 cv. Nesse caso, a D9 consegue rodar até 1.040 km com apenas uma carga. Outra opção é elétrica com potência total de 374 cv e até 600 km de autonomia no ciclo chinês. Por enquanto, a opção híbrida é a favorita para chegar. 
Nas versões mais completas, a D9 traz equipamentos como piloto automático adaptativo (ACC), frenagem de emergência, central multimídia de até 15,6 polegadas, head-up display, carregador de celular por indução, bancos da segunda fileira reguláveis e duas telas para os passageiros traseiros. 
Denza Z será carro do 007
Denza Z será o carro de James Bond no próximo filme da franquia 007
Leonardo Felix/Autoesporte
Uma das grandes atrações do Salão de Pequim foi a revelação mundial do Z, que havia sido apresentado como conceito em abril do ano passado durante uma feira em Milão (Itália). Curiosamente, este será o carro de James Bond no próximo filme da franquia 007. 
No Brasil, o Z desembarca mais próximo do final do ano e o preço será acima dos R$ 700 mil do Z9 GT. Ainda temos poucas informações técnica, mas dá para dizer que o esportivo chega com 1.014 cv e com a bateria de segunda geração da Blade, ou seja, terá carga de até 1.500 kW. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em menos de três segundos. 
O Z foi desenhado por Wolfgang Egger, famoso por projetos da Audi. Entre os diferenciais técnicos, destacam-se a suspensão pneumática inteligente Yunniang-M e o sistema de esterçamento das rodas traseiras, que permite manobras como o "passo de caranguejo" e o giro de 360º sobre o próprio eixo. Há também um sistema steer-by-wire, que elimina a conexão mecânica direta entre o volante e as rodas.
No Brasil, Denza Z desembarca mais próximo do final do ano e o preço será acima dos R$ 700 mil
Leonardo Felix/Autoesporte
A versão de produção do Denza Z não traz o aerofólio traseiro, como tinha o conceito apresentado em 2025. Outras características incluem as rodas de liga leve, a capota de lona retrátil, maçanetas embutidas e a essa cor verde da carroceria chamada de Fiorentine. O interior, também no mesmo tom da carroceria, segue o típico padrão chinês com um desenho minimalista e tela grande. O modelo acomoda até quatro passageiros.  
A estreia global do Denza Z vai acontecer durante o Festival de Goodwood (Inglaterra), com a presença do ator Daniel Craig como embaixador, com foco nos mercados da Europa. Os preços e condições de pré-venda ainda não foram divulgados.
Denza B3 já está registrado no Brasil
O Denza B3 será posicionado abaixo do B5 e chega ainda em 2026
Foto: Divulgação
Fechando a lista está o Bao 3, ou somente B3, que será posicionado abaixo do B5, e chega mais para o final do ano. O modelo já á foi registrado no Brasil junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e viralizou recentemente por trazer uma inusitada plataforma para drones no teto — recurso que também aparece nas patentes brasileiras. 
O jipinho mede 4,61 metros de comprimento, 2,75 m de entre-eixos, 1,88 m de largura e 1,72 m de altura. Com o drone no teto, fruto de uma colaboração com a DJI, a altura pode atingir 1,92 m.
A potência combinada do Denza B3 fica na faixa dos 400 cv
Divulgação
Na China, o B3 é movido por uma dupla de motores elétricos (cada um em um eixo alimentados pela bateria de íons de lítio de 78,7 kWh. Na frente, são 148 cv. Atrás, 268 cv. A potência combinada fica na faixa dos 400 cv. Sobre desempenho, a BYD revelou que o novo SUV pode acelerar de zero a 100 km/h em 4,9 segundos e a autonomia é de 500 km no ciclo chinês. 
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Mesmo passando dos sete anos de uso, o Suzuki Jimny mantém preço estável — em alguns casos acima do valor de tabela — graças à estrutura de chassis sobre longarinas, à tração 4x4 com reduzida e ao porte compacto — características cada vez mais raras no segmento.
A Autoesporte selecionou quatro versões do Suzuki Jimny à venda no Mercado Livre que valem o investimento. Todas têm tração 4x4 de série. Em alguns casos, o propulsor 1.3 dá lugar a um 1.5 com mais potência e o câmbio manual é trocado pelo automático caso o comprador opte pela quarta geração do carro.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Suzuki Jimny 4All — a partir de R$ 65.000
Suzuki Jimny 4All é uma das opções mais em conta do modelo
Divulgação/Suzuki
Versão de entrada do Suzuki Jimny brasileiro, a 4all foi uma das configurações mais vendidas do utilitário compacto durante seus seis anos de produção em Itumbiara (GO) e Catalão (GO). O acabamento mais simples não tira o caráter aventureiro: o Suzuki Jimny 4all chega com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, rodas de liga leve de 15” e duas portas. O visual é o mesmo da família, com para-choques pretos, estepe traseiro aparente e carroceria com formato “quadradão” que faz dele um dos jipes mais reconhecíveis das ruas brasileiras.
O Suzuki Jimny 4all é movido pelo motor 1.3 de 85 cv, associado ao câmbio manual de cinco marchas e tração 4x4 com caixa de transferência de duas velocidades — incluindo a redução para situações severas fora de estrada. A carroceria sobre chassi, a suspensão com eixo rígido e os ângulos generosos de entrada e saída garantem capacidade de trilha superior à de muitos SUVs maiores.
No Mercado Livre, o Suzuki Jimny 4all é a versão mais ofertada do modelo, com preços a partir de R$ 65 mil em unidades de meia-idade e quilometragem mais alta. Os exemplares de baixíssima quilometragem dos últimos anos de produção em Goiás chegam aos R$ 100 mil, refletindo a pouca desvalorização do utilitário.
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2. Suzuki Jimny 4Sport — a partir de R$ 67.000
Versão 4Sport do Jimny ganha mais peças pintadas na cor da carroceria, entre outros incrementos
Divulgação/Suzuki
Lançado em 2014, o Suzuki Jimny 4Sport surgiu como a opção visualmente mais reforçada da família. O pacote estético inclui para-choques, retrovisores, maçanetas e calotas das rodas pintados na cor da carroceria, rack de teto, faróis de neblina e adesivos laterais “4Sport” que viraram assinatura da versão. 
Por dentro, o Suzuki Jimny 4Sport mantém o conjunto de equipamentos da linha, com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, mas ganha para-choques reestilizados, engate dianteiro e apoio de pé integrado às laterais. A depender do ano, também há bancos com revestimento misto de tecido e couro sintético, com costuras aparentes e detalhes em vermelho.
Mecanicamente, o Suzuki Jimny 4Sport repete o motor 1.3 e o câmbio manual, com tração 4x4 e caixa de transferência. O torque de 11,2 kgfm tem pico em baixas rotações, o que ajuda em manobras no barro. O Jimny 4sport mantém ângulos de entrada e saída idênticos aos das demais versões, de modo que o pacote estético não compromete a vocação aventureira. O tanque tem 40 litros e o consumo médio fica em torno de 10 km/l na cidade.
No Mercado Livre, o Suzuki Jimny 4Sport tem oferta mais enxuta do que a versão de entrada, mas ainda mantém presença regular. Os preços partem de R$ 67 mil em unidades 2014 e 2015, e os exemplares mais novos com baixa quilometragem chegam a R$ 120 mil.
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3. Suzuki Jimny 4Sun — a partir de R$ 67.000
A abertura do teto é destaque do Suzuki Jimny 4Sun
Divulgação/Suzuki
O Suzuki Jimny 4sun chegou em 2013 como série limitada mais, com produção restrita que hoje torna o exemplar um item de colecionador. A grande diferença está na capota de lona removível em substituição ao teto rígido — recurso que permite rodar com o teto totalmente aberto, em estilo de safari. 
O visual ainda traz para-choques exclusivos, rodas de liga leve diferenciadas, faróis de neblina e adesivos exclusivos. Por dentro, o Suzuki Jimny 4sun traz revestimentos de tecido com tratamento impermeabilizante, feito para o uso com teto aberto, e o mesmo conjunto de itens de série das versões abaixo.
A mecânica do Suzuki Jimny 4sun não muda em relação ao restante da família. Seu destaque, além da capota de lona, é o tratamento anticorrosivo reforçado, pensado para o uso costeiro.
Por tratar-se de uma série de menor volume, o Suzuki Jimny 4sun é a versão mais rara da terceira geração do modelo no Mercado Livre. As poucas unidades à venda, em sua maioria 2017 e 2018, partem de R$ 67 mil e chegam a R$ 84 mil em exemplares preservados.
4. Suzuki Jimny Sierra 4Style — a partir de R$ 138.990
Suzuki Jimny Sierra 4Style já corresponde à quarta geração do modelo
Divulgação/Suzuki
Quem busca um Suzuki Jimny usado mais moderno pode considerar o Suzuki Jimny Sierra 4Style. O nome Sierra indica que trata-se da quarta geração do jipe, importada do Japão e vendida no Brasil em paralelo ao Jimny nacional por alguns anos.
O Suzuki Jimny Sierra 4Style tem visual mais atual, carroceria mais larga e cabine mais equipada. A versão pode trazer bancos revestidos de couro, central multimídia de 7” com Android Auto e Apple CarPlay, câmera de ré, controles de estabilidade e tração, assistente de descida, assistente de partida em rampa, rodas de liga leve e detalhes externos específicos da configuração.
A principal mudança está na mecânica. O Suzuki Jimny Sierra 4Style usa motor 1.5 a gasolina de 108 cv e 14,1 kgfm, em vez do 1.3 do Jimny nacional. O câmbio, nessa configuração, é automático de quatro marchas. A tração 4x4 com reduzida permanece, assim como a suspensão com eixo rígido na dianteira e na traseira.
No Mercado Livre, o Suzuki Jimny Sierra 4Style tem oferta mais enxuta. Durante a apuração, as unidades encontradas variavam de R$ 138.990 a R$ 159.890. Para quem procura um Suzuki Jimny usado com mais tecnologia, motor mais forte e cabine mais equipada, o Sierra 4Style é a opção mais completa desta seleção.
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Com a carroceria maior, o visual do Yuan Plus também foi renovado. A dianteira traz novo para-choque com desenho mais robusto e pronunciado, assim como o capô com novos vincos. Na traseira, as lanternas seguem interligadas pela tampa do porta-malas, mas o desenho é novo, assim como o da tampa do bagageiro, que leva até 750 litros de bagagens (no padrão chinês), além do porta-malas frontal de 180 litros.
BYD Yuan Plus foi renovado esse ano no Brasil e nova geração deve demorar mais para surgir por aqui
Reprodução/CarsNewsChina
O SUV também passou por mudanças na motorização e nas baterias e, em breve, fará sua estreia na China, para depois avançar para outros mercados, incluindo o brasileiro. As versões mais baratas são equipadas com motor elétrico de 272 cv de potência instalado no eixo traseiro e bateria Blade de 57,5 kWh, que entrega autonomia de 540 km, de acordo com as medições do ciclo local CLTC.
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Nas configurações mais caras o motor elétrico também instalado do eixo traseiro entrega 326 cv e a bateria Blade é de 68,5 kWh, com autonomia total de 630 km, ainda de acordo com as otimistas medições chinesas. Vale lembrar que, quando esse modelo chegar ao Brasil, os números de autonomia podem ser menores, uma vez que as medições do Inmetro são mais rigorosas.
Independentemente da versão escolhida, a bateria do Yuan Plus leva apenas nove minutos para recuperar de 5% a 97% da sua autonomia, graças ao sistema de recarga Flash Charging da BYD. que faz sua estreia no SUV. Porém, para isso acontecer é necessário usar um eletroposto rápido.
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O interior traz o mesmo kit multimídia com tela de 15,6 polegadas e quadro de instrumentos digital, mas é possível notar nas fotos que o SUV teve o painel redesenhado, com novas saídas de ar. Além disso, o material usado no acabamento é totalmente novo, com a BYD apostando em cores claras, ao contrário dos tons escuros usados no modelo que é vendido no Brasil atualmente.
Interior do novo BYD Yuan Plus foi renovado, mas mantém a mesma central multimídia
Reprodução/CarNewsChina
A lista de equipamentos da versão topo de linha traz rodas aro 19, sistema de som com 16 alto-falantes, frigobar, iluminação ambiente interna com 256 opções de cores, carregador por indução para smartphones com potência máxima de 50 W, número que sobe para 60 W quando o cabo do carregador é usado. Ainda há ar-condicionado digital e automático de duas zonas, teto solar panorâmico, maior reclinação do banco do passageiro dianteiro, entre outros.
Esse modelo deverá levar algum tempo para chegar ao Brasil, uma vez que por aqui a BYD acabou de lançar uma reestilização de meia vida para o SUV. Então, em 2026 ele não deve chegar, mas a partir de 2027 as chances começam a aumentar.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/NuxTVXcd6_sqQzcQfSg44dAXOFo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/J/7yFKIRSFCKBhFS1JudUQ/gemini-generated-image-jguq.jpg" medium="image"/>   <media:description>Terceira geração do BYD Yuan Plus é revelada na China</media:description>   <media:credit>Reprodução/CarsNewsChina</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 01 May 2026 13:15:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Novo Porsche Cayenne Coupe chega elétrico e com versão de mais de 1.000 cv</title>  <atom:subtitle>Maior SUV da marca alemã já tem até preço no Brasil; lançamento será na virada do primeiro para o segundo semestre</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/novo-porsche-cayenne-coupe-chega-eletrico-com-versao-1000-cv.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/05/novo-porsche-cayenne-coupe-chega-eletrico-com-versao-1000-cv.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2pc5sNjv2--1M3d1JO9sAgCW2qs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/a/v2Sy3bSgCioyPAbA3RwA/porsche-cayenne-coupe.jpg" /><br /> ]]>    Os amantes de carros de luxo acordaram com mais um motivo para sorrir. Afinal, a Porsche apresentou o novo Cayenne Coupe. A marca, que a pouco mais de um mês trouxe ao mercado o elétrico Cayenne S, aposta mais uma vez nos modelos eletrificados para sua gama. O anúncio foi feito em Pequim, na China, durante o evento Auto China 2026.
A marca alemã trará ao mercado além do modelo de entrada do Cayenne Coupe, as versões S e Turbo, que devem ser lançadas no meio deste ano, durante o verão europeu. No Brasil, a sua chegada está confirmada para o segundo semestre de 2026, junto com a versão SUV do Cayenne.
Porsche Cayenne Coupe possui um tempo estimado de recarga de 10% a 80% em apenas 16 minutos
Foto: Divulgação
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Todas possuem o mesmo conjunto mecânico e especificações de potência das versões do Cayenne SUV. Isso inclui arquitetura de 800 volts, carregamento rápido DC de 400 kW e um tempo estimado de recarga de 10% a 80% em apenas 16 minutos. Confira a motorização de cada versão:
Cayenne Coupe Electric: a versão de entrada possui 408 cv de potência (442 cv com overboost); vai de 0 a 100 km/h em 4,8 s e possui velocidade máxima de 230 km/h. 
Cayenne S Coupe Electric: a versão intermediária do modelo possui 544 cv, com overboost sobe para 666 cv; vai de 0 a 100 km/h em 3,8 s e tem velocidade máxima de 249 km/h.
Cayenne Turbo Coupe Electric: esse é o mais caro e mais potente da linha. A versão possui 857 cv, com overboost que faz chegar a impressionantes 1.156 cv, se tornando o carro de rua mais potente do mercado. Além disso, o carro é capaz de ir de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 s e tem velocidade máxima de 261 km/h..
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Dimensões do Cayenne Coupe
Visualmente semelhante a um fastback, o Cayenne Coupe apresenta linha de teto inspirada no Porsche 911
Foto: Dilvulgação
O Cayenne Coupe apresenta linha de teto inspirada no Porsche 911. O modelo tem em suas três versões tamanhos praticamente idênticos. O modelo tem  4,99 m de comprimento, 1,98 m de largura e 3,02 m de entre-eixos.
Equipamentos do Cayenne Coupe
Interior do Porsche Cayenne Coupe segue com linhas horizontais, mas foi recheado de telas na nova geração
Foto: Divulgação
Entre os principais itens em série, estão:
Rodas de 20 polegadas;
Faróis Matrix LED;
Bancos esportivos dianteiros com oito ajustes elétricos e apoios de cabeça integrados;
Volante multifuncional em couro, com aquecimento e seletor de modos de condução;
Sistema de som Sound Package Plus;
Teto panorâmico fixo em vidro ou deslizante;
Sistema de Alerta Acústico de Veículo (AVAS);
Carregador AC a bordo com potência de carregamento de até 11 kW;
Preparação para carregamento da bateria sem fio através do Porsche Wireless Charging System;
Para-brisa com vidro termicamente isolado;
Porta traseira automática com controle por gestos;
Ar-condicionado automático de duas zonas, incluindo pré-climatização quando estacionado;
Estacionamento automático com visão panorâmica 2D; 
Assistência de manutenção e de mudança de faixa com correção no volante; 
Frenagem autônoma de emergência
Preço do Porsche Cayenne Coupe
Como de costume, a Porsche do Brasil já anunciou a tabela de preços do Cayenne Coupe. Há diferença de R$ 460 mil reais entre a versão de entrada e a mais cara. A opção base, sem um "sobrenome", custa R$ 950 mil. Já o Cayenne Turbo Coupe é tabelado em R$ 1,4 milhão. Entre elas, há o Cayenne S Coupe, que custa R$ 1 milhão .
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/2pc5sNjv2--1M3d1JO9sAgCW2qs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/J/a/v2Sy3bSgCioyPAbA3RwA/porsche-cayenne-coupe.jpg" medium="image"/>   <media:description>O anúncio do Porsche Cayenne Coupe 2026 foi feito em Pequim, na China</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 01 May 2026 10:00:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flagra: novo SUV de 7 lugares da Fiat surge em testes e estreia em 2027</title>  <atom:subtitle>Inédito no portfólio da Fiat, novo SUV será baseado no Citroën Aircross e terá motor híbrido leve</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-suv-7-lugares-fiat-estreia-2027.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/05/flagra-novo-suv-7-lugares-fiat-estreia-2027.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rpCn7lpcHt42oQ2W07o7AfPSmuQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/x/AHwfu4Q4iWeWf9mbJanA/flagra-novo-suv-7-lugares-fiat.jpg" /><br /> ]]>    A Fiat está prestes a viver um momento de agitação no Brasil após anunciar, no fim de 2025, uma renovação que prevê um lançamento por ano até 2030. Enquanto 2026 marca a chegada da nova geração do Argo — derivada diretamente do Grande Panda já vendido na Europa —, o ano de 2027 promete a estreia de um inédito SUV de sete lugares, que acaba de ser flagrado pela primeira vez em testes. 
Embora o protótipo camuflado tenha gerado especulações sobre uma possível nova geração do Pulse, um detalhe crucial nas imagens, feitas pelo perfil @autopareri, revela sua verdadeira identidade. Ao aparecer lado a lado (vide imagem abaixo) com um Dacia Duster nas ruas italianas, o veículo mostrou ter proporções generosas. Portanto, trata-se do projeto F2U — como o SUV de 7 lugares é batizado internamente —, que teve seu lançamento trazido por Autoesporte nesta reportagem. O Autos Segredos noticiou o novo projeto ainda em 2024.  
Flagra do SUV de 7 lugares da Fiat ao lado do Dacia Duster revela porte do modelo 
Reprodução/@autopareri
Na Europa, vale dizer, o SUV será batizado de Pandíssima, fazendo alusão direta ao Grande Panda. Apenas a traseira do utilitário aparece no flagra, mas já é possível ver algumas semelhanças de design com o hatch compacto, como as lanternas horizontais divididas e as linhas mais retas no porta-malas, bem como o para-choque mais robusto. O visual, inclusive, se assemelha bastante com a projeção feita por Kleber Silva. 
Projeção SUV 7 lugares da Fiat, ou projeto F2U, como é conhecido internamente 
Kleber Silva/KDesign AG
Não por menos, esse SUV inédito, derivado do Citroën Aircross para brigar com a Chevrolet Spin, será baseado na mesma plataforma Smart Car do grupo Stellantis, que é uma evolução da CMP. Ou seja, deixará de lado a MLA usada atualmente no Brasil. Como essa nova arquitetura, o modelo SUV de 7 lugares da Fiat também herdará do hatch a estratégia multienergia, sendo oferecido tanto em versões híbridas quanto elétricas.
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Como é o SUV de 7 lugares da Fiat?
Na Europa, o Pandissima será estratégico para a Fiat ganhar competitividade dentro do segmento de SUVs. Para tanto, focará em aspectos como espaço interno generoso e preços acessíveis, reproduzindo receita já consagrada pelo rival Duster (vendido no Velho Continente pela Dacia). Além disso, brigará com chineses como MG ZS, Jaecoo 5 — este já confirmado para estrear no Brasil — e BYD Yuan Pro, que será renovado em breve no mercado brasileiro como primeiro híbrido plug-in da marca por aqui.
Projeto F2U deriva do Citroën Aircross e vai dar origem a inédito SUV de sete lugares para ser posicionado acima de Pulse e Fastback
Divulgação
No Brasil, o novo SUV também será lançado e chegará às lojas em 2028.  Nossa reportagem pode afirmar que o modelo terá um nome inédito por aqui e ficará posicionado acima do projeto F1H (o novo Argo), e mais próximo ao Fastback de segunda geração (projeto F2X). 
Stellantis investirá R$ 30 bilhões em 40 novos carros no Brasil até 2030
Fiat terá SUV de 7 lugares produzido no Brasil com receita de Duster
Novo Fiat Argo é registrado no Brasil com detalhe diferente do Grande Panda
Assim como na Europa, a versão nacional do F2U terá espaço para acomodar até sete passageiros e porte similar ao do Citroën Aircross: cerca de 4,40 metros de comprimento, 1,75 m de largura, 1,66 m de altura e 2,68 m de entre-eixos.
SUV 7 lugares da Fiat terá motor híbrido leve de 12 Volts
Kleber Silva/KDesign AG
Autoesporte também apurou que o modelo terá uma proposta mais familiar e preços na faixa dos R$ 150 mil. A motorização deve ser sempre 1.0 turbo flex com sistema híbrido leve de 12 Volts, capaz de render até 130 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, aliado a um câmbio CVT de sete marchas.
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Outros lançamentos da Fiat no Brasil 
O novo SUV de 7 lugares da Fiat será viabilizado por meio do investimento de R$ 30 bilhões anunciado pela Stellantis para o Brasil. O montante custeará não só o desenvolvimento de novos carros e tecnologias, mas também sistemas de propulsão eletrificados. 
Quanto aos lançamentos até 2030, a Fiat mantém a ordem e a identidade dos carros em segredo, mas Autoesporte antecipa desde já como será o cronograma. Nossa aposta é que o primeiro da lista será o Grande Panda (2026), seguido por um inédito SUV de sete lugares (2027), o novo Fastback (2028), a nova Strada (2029) e uma segunda geração da Fiat Toro (2030).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/rpCn7lpcHt42oQ2W07o7AfPSmuQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/x/AHwfu4Q4iWeWf9mbJanA/flagra-novo-suv-7-lugares-fiat.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo SUV de 7 lugares da Fiat </media:description>   <media:credit>Reprodução/@autopareri</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Fri, 01 May 2026 09:01:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>4 sedãs usados e muito bem equipados a partir de R$ 64 mil</title>  <atom:subtitle>Indicamos sedãs baratos e até mesmo mais equipados que o modelo três-volumes da marca sul-coreana que são um bom negócio</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/04/4-sedas-usados-bem-equipados-partir-r-64-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/04/4-sedas-usados-bem-equipados-partir-r-64-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ULPu0xfcJ6uuACWxL0b4p-lXW8s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/D/J/2iyt7tTAivPxPW8ioJCw/toyota-corolla-xrs-2017-2019.jpeg" /><br /> ]]>    No mercado de usados, ver pessoas buscando um sedã, seja pelo crescimento da família ou pela necessidade de mais espaço no porta-malas, é algo comum. Para quem não quer comprar um 0 km, que já fica na faixa dos R$ 100 mil, Autoesporte seleciona cinco opções usadas a partir de R$ 64 mil. 
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de março de 2026. Confira, abaixo, cada um dos modelos em detalhes. 
1. Honda City EX 1.5 2017 – a partir de R$ 63.900
O Honda City EX conta com câmbio automático CVT
Divulgação/Honda 
Começando por um tradicional sedã japonês, o Honda City traz boa confiabilidade mecânica, suspensão macia e bom aproveitamento de espaço interno – características mais do que bem-vindas para que busca um sedã compacto. Unidades 2017 da versão intermediária EX podem ser negociadas com preço a partir de R$ 63.900 no Mercado Livre. 
Seu motor é o conhecido 1.5 aspirado flex da família i-VTEC, que rende até 116 cv de potência e 15,3 kgfm de torque, aqui nesta configuração EX sempre com câmbio automático CVT. Posicionado acima da variante LX e abaixo da EXL, o City EX traz um pacote conhecido pelo bom custo-benefício, somando ar-condicionado digital automático, direção elétrica, faróis de neblina, volante multifuncional em couro e piloto automático, além de câmera de ré. 
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2. Chevrolet Onix Plus Premier 2021 – a partir de R$ 72.990
O Chevrolet Onix Plus Premier é equipado com o motor 1.0 turbo flex de três cilindros
Divulgação/Chevrolet 
Para quem acha que o desempenho do Honda City fica aquém, olhar para o Chevrolet Onix Plus pode ser interessante. O modelo de motor turbinado na receita tradicional do mercado atual pode ser encontrado com anúncios a partir de R$ 72.990 na plataforma. E isso na sua versão mais equipada, a Premier, que vem com um bom pacote de equipamentos.
A motorização se trata do 1.0 turbo flex de três cilindros que, embora entregue a mesma potência máxima de 116 cv do modelo japonês, seu torque de 16,8 kgfm vem em rotações mais baixas. A transmissão é automática convencional, de seis velocidades. 
O pacote de equipamentos é generoso e conta com seis airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, central multimídia com espelhamento de smartphone, internet Wi-Fi nativa, chave presencial, partida por botão, câmera de ré, acendimento automático dos faróis e ar-condicionado digital automático. 
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3. Volkswagen Virtus Highline 2022 – a partir de R$ 87.900
O Volkswagen Virtus Highline tem porta-malas de 521 litros.
Divulgação/Volkswagen
O volkswagen Virtus pode ser negociado com preço inicial de R$ 87.900 no Mercado Livre em unidades 2022 da versão topo de linha Highline. Ele conta com o motor 200 TSI e um espaço de dar inveja em muito rival: são 521 litros de capacidade no porta-malas. 
O motor é o 1.0 turbo flex 200 TSI, que rende até 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque a 2.000 rpm. O câmbio é o automático Tiptronic de seis marchas, com direito a aletas no volante.
Seus destaques ficam para o painel de instrumentos 100% digital de 10,25 polegadas e a central multimídia VW Play, que oferece suporte para Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Tem ainda ar-condicionado digital, chave presencial de acesso e partida, quatro airbags, controles de estabilidade e tração com bloqueio eletrônico do diferencial, detector de fadiga do motorista e faróis de neblina.
4. Toyota Corolla XEi 2018 – a partir de R$ 99.990
O Toyota Corolla XEi 2018 sai a partir de R$ 99.990 no Mercado Livre. 
Divulgação/Toyota 
O Toyota Corolla é um dos carros mais tradicionais e procurados do mercado brasileiro desde a década de 1990, isso graças à sua confiabilidade (de mecânica e pós-venda) e conforto. Na geração vendida entre 2014 e 2019 no mercado brasileiro, temos diversas opções que ficam em uma faixa de preço que vai até R$ 100 mil. Modelos da versão XEi 2018 podem ser negociadas no Mercado Livre com preço a partir de R$ 99.990. 
4 sedãs usados com bom custo-benefício a partir de R$ 64 mil motor é um 2.0 aspirado flex de até 154 cv e 20,3 kgfm, aqui sempre trabalhando com uma transmissão automática CVT de sete marchas simuladas. Mesmo nessa variante intermediária, ele entrega quatro airbags, faróis de neblina, ar-condicionado automático, bancos revestidos em couro, piloto automático, retrovisor interno fotocrômico e uma central multimídia que inclui não só GPS nativo, como também DVD (aqui ele entrega a idade do projeto) e TV digital. 
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De acordo com a Jaecoo, marca do grupo Chery, a versão Elite foi desenvolvida para ampliar o acesso à eletrificação no Brasil. Para o seu desenvolvimento, foram ouvidos mais de 700 clientes e, com base nas respostas, a marca desenhou essa nova configuração para o país.
Primeiro lote importado do Jaecoo 7 Elite tem 500 unidades disponíveis
Divulgação/Jaecoo
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Com a nova configuração, o Jaecoo 7 amplia bastante a sua faixa de atuação no mercado brasileiro, começando a disputar clientes que procuram um SUV abaixo dos R$ 200 mil. As outras versões, Luxury e Prestige, têm preços de R$ 234.990 e R$ 256.990, respectivamente.
Mesmo com o aumento de preço já programado, o Jaecoo 7 Elite vai continuar bem posicionado. Afinal, o BYD Song Pro custa R$ 189.990 em sua versão mais barata.
O Jaecoo 7 Elite tem o sistema SHS (Super Hybrid System), combinando um motor elétrico de 204 cv de potência e 31,6 kgfm de torque a outro 1.5 turbo a gasolina com injeção direta de quatro cilindros em linha de 135 cv e 20,4 kgfm. Juntos, entregam 279 cv de potência, contra 339 cv das configurações mais caras.
O câmbio do Jaecoo 7 é o DHT, dedicado aos carros híbridos. Embora tenha somente uma marcha mecânica, tem múltiplas relações formadas pela combinação entre os motores. Motor e câmbio são os mesmos das versões mais caras, sendo esse um trunfo relevante da nova versão de entrada do SUV PHEV.
O conjunto híbrido plug-in (com carregamento externo) entrega autonomia superior a 1.200 km, segundo a marca. Apenas no modo elétrico, o alcance é de 79 km, graças a bateria de 18,3 kWh, de acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV). 
Kit multimídia é o mesmo das versões mais caras do Jaecoo 7
Divulgação/Jaecoo
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O número é maior em comparação com Song Plus (68 km) e Haval H6 PHEV 19 (74 km). O Jaecoo 7 PHEV apresenta uma capacidade de recarga rápida em corrente contínua (DC) de até 40 kW, e carregamento lento em corrente alternada (AC) de apenas 3,3 kW.
Nos testes de consumo realizados pela Autoesporte com as versões mais caras do SUV, que são mais potentes, os números foram os seguintes: 28,6 km/l com gasolina na cidade e 17,9 km/l em rodovias. Esse número serve apenas como referência, pois a nova versão Elite é menos potente e deve ter números diferentes.
Dianteira segue o padrão visual das outras versões do Jaecoo 7
Divulgação/Jaecoo
Junto com o preço e a motorização PHEV, o Jaecoo 7 elite tem itens de série interessantes, como teto solar panorâmico, kit multimídia com tela sensível ao toque de 13,2 polegadas, bancos dianteiros ventilados, pacote IoV completo (Wi-Fi, OTA e app), câmeras 540º, quadro de instrumentos digital, ar-condicionado digital e automático e até airbag de joelho para o motorista.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/pkAWUTtwmCCrwsl4AR_o88RJNIg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/Z/a/AA4YEpQNGSbAPowSOIIQ/jaecoo-j7-elite-003-5-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jaecoo 7 Elite</media:description>   <media:credit>Divulgação/Jaecoo</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:05:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD U9 Extreme de R$ 14 milhões é o carro mais caro da história da marca</title>  <atom:subtitle>Carro mais rápido do mundo foi comercializado durante o Salão do Automóvel de Pequim e já atingiu 496,22 km/h</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/04/byd-u9-extreme-r-14-milhoes-carro-mais-caro-historia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/curiosidades-sobre-carros/noticia/2026/04/byd-u9-extreme-r-14-milhoes-carro-mais-caro-historia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/seLtyoWDddRPfiuIAm3CH3cKpvM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/5/m/GQMMwBQ16xPm6Cw5jwvA/byd-yangwang-u9-extreme.jpg" /><br /> ]]>    O avanço das marcas chinesas no mercado automotivo segue em expansão e parece não ter limite.  Além dos 27 novos carros confirmados para o Brasil, o Salão do Automóvel de Pequim deste ano também foi palco da venda mais cara de toda a história da BYD. Afinal, uma unidade do Yangwang U9 Extreme foi comercializada por impressionantes US$ 2.760 milhões, o equivalente a R$ 13,8 milhões em conversão direta.
O valor de quase R$ 14 milhões credencia o U9 Extreme como o segundo carro elétrico mais caro já vendido no mundo. O modelo da Yangwang fica atrás apenas do carro japonês Aspark Owl, que teve preço avaliado em US$ 4 milhões (aproximadamente R$ 20 milhões) pela consultoria financeira GoBankingRates, ainda em 2023.
BYD Yangwang U9 Xtreme é o carro mais rápido do mundo
Divulgação
Importante lembrar que o Yangwang U9 Extreme pertence a divisão esportiva de luxo da BYD. Mais do que isso, estamos falando do carro de produção mais rápido do mundo. Afinal, o modelo alcançou 496,22 km/h no centro de testes ATP Automotive Testing Papenburg, na Alemanha. O recorde anterior pertencia ao Bugatti Chiron Super Sport, que atingiu 490,48 km/h em 2019.
Inclusive, a velocidade do carro da BYD ainda impressiona quem se deparam com o vídeo. Nesta semana, as imagens do momento em que a velocidade de 496,22 km/h foi alcançada voltou a viralizar e chamar a atenção de internautas nas redes sociais.
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Para traçar uma comparação, a velocidade máxima já registrada nos carros de Fórmula 1 durante uma corrida foi de 372,5 km/h. A marca foi alcançada por Valtteri Bottas, então piloto da Mercedes.
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Como é o Yangwang U9 Extreme?
BYD Yangwang U9 tem 3.000 cv de potência
Divulgação
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Para alcançar tamanho desempenho, não surpreende que o superesportivo tenha estrutura proporcional à velocidade que alcança. A plataforma e4, como o próprio nome sugere, comporta o primeiro sistema do mundo de quatro motores elétricos de alto desempenho de 30.000 rpm, gerando potência máxima de 755 cv por motor. 
Na prática, a potência combinada supera incríveis 3.000 cv. Segundo a BYD, o conjunto confere ao veículo uma impressionante relação peso-potência de 1.217 cv por tonelada.
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O veículo possui poucos modelos ao redor do mundo. Ao todo, apenas 30 unidades foram produzidas. No Brasil, apenas uma das 30 unidades está presente, mas não na versão Extreme. O responsável pela compra do único modelo no país é Leo Sanchez, piloto da Porsche Cup.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/seLtyoWDddRPfiuIAm3CH3cKpvM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/5/m/GQMMwBQ16xPm6Cw5jwvA/byd-yangwang-u9-extreme.jpg" medium="image"/>   <media:description>Yangwang U9 Extreme</media:description>   <media:credit>CarNewsChina</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:19:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jeep Avenger: tudo que sabemos sobre o SUV de entrada que chega em breve</title>  <atom:subtitle>Jeep confirma que Avenger será lançado com visual atualizado no Brasil; estreia do SUV compacto é aguardada para a virada do semestre</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/jeep-avenger-tudo-sabemos-suv-entrada-chega-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/jeep-avenger-tudo-sabemos-suv-entrada-chega-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qgiS8v2qjy3KZkGkMMBH2PwvCHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/e/J/eAEYDOQ9yrWX9n1E2H7g/jeep-avenger-brasil.jpg" /><br /> ]]>    Um dos lançamentos mais importantes do ano para o mercado automotivo brasileiro, o Jeep Avenger está sendo revelado aos poucos pela Stellantis antes da estreia oficial. Afinal, depois de divulgar um teaser e colocar o SUV compacto nas ruas do Rio de Janeiro, a fabricante agora divulga as fotos oficiais do carro pela primeira vez.
O lançamento é aguardado para a virada do semestre, já como linha 2027. Antes que isso aconteça, Autoesporte mostra agora tudo que sabe sobre o SUV de entrada que terá Fiat Pulse, Renault Kardian, Volkswagen Nivus, Honda WR-V e Chevrolet Sonic como principais concorrentes.
Veja abaixo tudo que sabemos sobre o Jeep Avenger:
Avenger chega com visual atualizado
Jeep Avenger será vendido no Brasil com rodas de liga-leve de 18 polegadas diamantadas
Divulgação/Jeep
Assim como Autoesporte havia antecipado, o Avenger chega ao Brasil já com o visual atualizado  lançado recentemente na Europa. Isso significa que o para-choque foi redesenhado e a grade reformulada. As sete fendas tradicionais continuam, mas agora há iluminação. 
Junto disso, as lanternas são em formato de "X", assim como no Renegade. Barras de teto e novas rodas de liga-leve de 18 polegadas diamantadas também fazem parte do pacote, assim como pintura em dois tons.
Jeep Avenger terá lanternas em formato de "X" igual ao do irmão Renegade
Divulgação/Jeep
No interior, podemos esperar por um painel com materiais de melhor qualidade no acabamento e um aspecto geral mais refinado. A inspiração virá dos lançamentos mais recentes da Jeep, como as novas gerações de Compass e Cherokee.
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Motorização do Jeep Avenger
Outra particularidade do Jeep Avenger nacional está a motorização. O SUV compacto será equipado com o conhecido conjunto 1.0 T200 Hybrid da Stellantis, o mesmo usado por carros da Fiat (Pulse e Fastback) e Peugeot (208 e 2008).
Haverá, porém, uma nova calibração para atender aos novos protocolos de emissões previstos para 2027. De acordo com o site Autos Segredos, a potência vai cair dos atuais 125 cv com gasolina e 130 cv com etanol para 116 cv com ambos os combustíveis. Já o torque será mantido em 20,4 kgfm.
Jeep Avenger terá motor 1.0 turbo eletrificado, mas potência será menor
Renato Durães/Autoesporte
O mesmo vale para o sistema híbrido leve (MHEV) associado, que seguirá usando a configuração BSG (Belt Starter Generator), na qual um motor-gerador elétrico, conectado ao virabrequim por correia, trabalha em conjunto com uma bateria de íons de lítio de 12 volts.
O site adianta ainda que o Avenger terá quatro versões equipadas com o conjunto híbrido: Altitude, Longitude, Sahara e Limited.
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Preços
Jeep Avenger
Divulgação/Jeep
O Jeep Avenger ficará posicionado abaixo do Renegade. Afinal, vai ser o novo carro mais barato da marca no Brasil. Portanto, a estimativa é de que os preços fiquem entre R$ 120 mil e R$ 150 mil. 
Prova disso é que a versão de entrada do Jeep Renegade já deixou de ser vendida para ser substituída por uma variante equivalente do novato.
Dimensões do Jeep Avenger
Jeep Avenger tem 2,65 metros de entre-eixos
Divulgação/Jeep
As dimensões do Jeep Avenger certamente seguirão iguais ao do modelo vendido na Europa desde 2023. São 4,08 metros de comprimento, 2,56 m de entre-eixos, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. Já o porta-malas consegue acomodar 355 litros.
Avenger tem produção no Brasil
Jeep Avenger é produzido em Porto Real (RJ)
Divulgação/Jeep
O Jeep Avenger já está sendo produzido na fábrica da Stellantis em Porto Real (RJ). As primeiras imagens foram divulgadas pela marca no início de abril deste ano. Naquele momento, as operações ainda estavam sendo iniciadas de forma experimental.
De qualquer forma, o Avenger faz parte do plano de investimento de R$ 3 bilhões que será implementado na unidade até 2030. Na prática, o SUV é o primeiro Jeep nacional produzido fora de Goiana (PE).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/qgiS8v2qjy3KZkGkMMBH2PwvCHY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/e/J/eAEYDOQ9yrWX9n1E2H7g/jeep-avenger-brasil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Avenger</media:description>   <media:credit>Divulgação/Jeep</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:53:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet Sonic revela interior e 'entrega' painel mais refinado que o Onix</title>  <atom:subtitle>Novo SUV compacto chega às lojas em maio e promete encarar rivais como Volkswagen Nivus e Fiat Fastback; veja dimensões e mais detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/chevrolet-sonic-interior-revelado-painel-refinado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/chevrolet-sonic-interior-revelado-painel-refinado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6spPGAer97DI9BTNno77q-trKl0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/y/7pBXgQSxGBIAfZuA9RMA/chevrolet-sonic-rs.jpg" /><br /> ]]>    Lançamento de peso dentro do calendário de novidades da Chevrolet para o Brasil em 2026, o Sonic está cada vez mais perto de estrear no mercado. O modelo já foi revelado em imagens oficiais e vai chegar às lojas no próximo dia 7 de maio com a missão de enfrentar rivais como Volkswagen Nivus e Fiat Fastback. Dentro da gama da marca, o novato será responsável por fazer a “ponte” entre o Onix e o Tracker.
O visual externo já era conhecido desde a semana passada e a novidade agora fica por conta da divulgação dos detalhes a respeito do interior. O painel será diretamente relacionado com o do Onix, modelo do qual o Sonic deriva, mas com uma dose extra de refinamento para justificar o preço e a proposta SUV.
Chevrolet Sonic tem painel do Onix, porém mais refinado
Divulgação/Chevrolet
Segundo a Chevrolet, as principais áreas de contato entre os ocupantes e o veículo (painel, volante, bancos e apoios de braço central e laterais) contam com revestimentos macios ao toque. Além disso, o revestimento dos bancos recebeu uma camada extra de espuma herdada do Tracker — solução que promete ampliar a sensação de conforto em viagens longas.
Destaque ainda para a atualização implementada no sistema de assistência Chevrolet Intelligent Driving — e inaugurada pelo Sonic. A marca chama de “nova geração” e diz que há câmera frontal de maior definição e aproximadamente 40% mais área de cobertura, capaz de identificar com mais precisão outros veículos, pedestres e ciclistas.
Chevrolet Sonic terá luz de projeção de boas-vindas como acessório
Divulgação/Chevrolet
A lista de acessórios de fábrica, composta por mais de 70 itens, conta com gravata Chevrolet luminosa, apliques de para-choque e de rodas, adesivo de paralamas e ponteira dupla de escapamento, além de tapetes tipo bandeja, luz de projeção de boas-vindas com o logo Sonic nas portas, sistema de som premium e iluminação ambiente em LED.
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Sonic tem porta-malas de 400 litros
Em dimensões, o Sonic possui 4,23 m de comprimento e, na prática, é menor que Nivus (4,27 m) e Fastback (4,44 m). Mesmo sendo menor que os rivais neste aspecto, o fato de compartilhar os 2,55 m de entre-eixos com o Onix mostra que o Sonic deve ser mais espaçoso que o Fastback (2,53 m). Já o Nivus tem a maior distância entre as rodas, de 2,57 m.
Chevrolet Sonic tem porta-malas com 400 litros de capacidade
Divulgação
Quanto à largura, o Sonic empata com o Fiat Fastback (ambos com 1,77 m). Já o Volkswagen Nivus, baseado no Polo, é o menor carro deste comparativo de distâncias laterais, com 1,75 m. Por fim, Sonic tem 1,53 m de altura, enquanto Nivus e Fastback ostentam 1,49 m e 1,54 m, respectivamente.
O porta-malas foi divulgado pela Chevrolet como tendo "aproximadamente 400 litros de capacidade", mas o método de aferição não foi revelado. Nos rivais Fastback e Nivus, o espaço é maior: 516 litros no primeiro e 415 litros no segundo, dentro do padrão VDA (que preenche o porta-malas com blocos sólidos de isopor ou espuma).
Chevrolet Sonic conta com mais de 70 tipos de acessórios disponíveis
Divulgação/Chevrolet
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Sonic terá motor de Tracker
A Chevrolet ainda não confirmou detalhes mecânicos, mas Autoesporte antecipa que o Sonic terá o mesmo motor 1.0 turbo de 115 cv usado pelo Tracker. A diferença, em relação ao Onix, é a troca da injeção eletrônica multiponto pela direta. Assim, o torque será de 18,9 kgfm, e não de 16,8 kgfm, como no hatch. O câmbio será sempre automático de seis marchas.
Para afastar a má fama da correia banhada a óleo, a marca também vai oferecer garantia de 15 anos para o componente, além de reforçar a utilização do óleo lubrificante correto. Fora isso, a garantia do veículo completo será de cinco anos.
Chevrolet Sonic será rival de Nivus e Fastback
Divulgação
Os números de desempenho ainda são mantidos em segredo, mas já sabemos os dados de consumo do Sonic com gasolina. E as médias serão melhores que as do Tracker com o mesmo conjunto mecânico. 
Na cidade, o novo SUV fará 12 km/l, contra 11,5 km/l do “irmão” maior. Já em ciclo rodoviário, o Sonic marca 14,1 km/l, contra 13,8 km/l do Tracker. Por outro lado, será ligeiramente mais beberrão que o Volkswagen Nivus, que crava 12,4 km/l e 14,8 km/l, respectivamente.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/6spPGAer97DI9BTNno77q-trKl0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/y/7pBXgQSxGBIAfZuA9RMA/chevrolet-sonic-rs.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet Sonic terá versão RS e ampla gama de acessórios</media:description>   <media:credit>Divulgação/Chevrolet</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:29:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 bons carros usados a partir de R$ 15 mil para todos os gostos</title>  <atom:subtitle>Lista traz hatch, SUV médio e picape com preços que vão de R$ 15 mil até pouco menos de R$ 100 mil</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/04/5-bons-carros-usados-r-15-mil-hatch-suv-picape.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/04/5-bons-carros-usados-r-15-mil-hatch-suv-picape.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/As49oLtYXzWjXypzSsgJYDEqA0A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/A/O/RE5mLBTyAY8F08zRck6w/2016-09-26-mcam9858.jpg" /><br /> ]]>    Comprar um carro usado com preços entre R$ 15 mil e R$ 100 mil abre um leque de opções, pois atinge públicos de diferentes segmentos: hatches, picapes e SUVs. Sendo assim, é possível encontrar desde modelos simples e baratos até carros mais modernos e bem equipados. Por isso, Autoesporte seleciona cinco opções para todos os gostos no Mercado Livre. 
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Volkswagen Gol — a partir de R$ 15.900
O Volkswagen Gol Special tem entre-eixos de 2,46 metros
Divulgação/Volkswagen 
O Volkswagen Gol da geração conhecida como “bolinha” marcou época no Brasil pela robustez e manutenção simples, características que ainda sustentam sua presença no mercado de usados. Equipado com motor 1.0 a gasolina de cerca de 69 cv e 9,1 kgfm, trabalha com câmbio manual de cinco marchas. O consumo estimado gira em torno de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada. O entre-eixos de 2,46 m favorece a estabilidade, enquanto o porta-malas leva cerca de 285 litros.
No Mercado Livre, há unidades anunciadas a partir de R$ 15,9 mil. A versão Special é uma das mais simples, mas pode incluir itens como desembaçador traseiro, limpador e lavador do vidro traseiro, preparação para som, banco traseiro rebatível e ventilação forçada. Algumas unidades contam com direção hidráulica e travas elétricas como opcionais. É uma escolha voltada a quem busca mobilidade barata, com mecânica fácil e ampla oferta de peças.
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2. Volkswagen Fox — a partir de R$ 36.900
O Volkswagen Fox Trend é equipado com motor 1.6 flex de até 104 cv e 15,6 kgfm
Divulgação/Volkswagen 
O Volkswagen Fox em sua segunda fase trouxe melhorias de acabamento e ergonomia, mantendo a proposta de hatch compacto com cabine mais alta. Equipado com motor 1.6 flex de até 104 cv e 15,6 kgfm, utiliza câmbio manual de cinco marchas. O consumo estimado fica em torno de 8,5 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada com etanol, podendo chegar a cerca de 14 km/l com gasolina. O entre-eixos de 2,47 m garante bom espaço interno, enquanto o porta-malas leva cerca de 270 litros.
Unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 36 mil na plataforma, geralmente entre 2015 e 2018. A versão Trend com motor 1.6 é uma das mais comuns e oferece airbags frontais, freios ABS, ar-condicionado, direção hidráulica ou elétrica dependendo do ano, vidros e travas elétricas, ajuste de altura do volante e banco do motorista, além de sistema de som com conectividade. Algumas unidades contam com sensores de estacionamento e rodas de liga leve. É uma opção equilibrada para uso urbano com mais espaço que a média do segmento.
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3. Fiat Strada — a partir de R$ 51.900
A Fiat Strada Working tem capacidade de carga próxima de 650 kg
Divulgação/Fiat
A Fiat Strada passoi por vários facelifts na sua primeira geração, uma das mais marcantes foi a fase com cabine dupla e três portas ampliou a versatilidade da picape compacta, combinando capacidade de carga com uso familiar. Equipada com motor 1.4 flex de até 88 cv e 12,5 kgfm, utiliza câmbio manual de cinco marchas. O consumo estimado gira em torno de 8 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada com etanol, podendo chegar a cerca de 13 km/l com gasolina. A capacidade de carga fica próxima de 650 kg, enquanto o volume da caçamba gira em torno de 680 litros.
Há anúncios a partir de R$ 51,9 mil no Mercado Livre, especialmente entre 2015 e 2019. A versão Working é a mais comum e traz airbags frontais, freios ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, além de banco traseiro para dois ocupantes. Algumas unidades incluem sistema de som, capota marítima e protetor de caçamba. É uma escolha interessante para quem precisa de um veículo versátil para trabalho e uso cotidiano.
4. Chevrolet Onix — a partir de R$ 70.990
O Chevrolet Onix LTZ é vendido a partir de R$ 70 mil no Mercado Livre
Divulgação/Chevrolet 
O Chevrolet Onix de segunda geração representa um salto em tecnologia e eficiência em relação ao modelo anterior. Equipado com motor 1.0 turbo de até 116 cv e 16,8 kgfm, utiliza câmbio automático de seis marchas. O consumo estimado fica em torno de 8,3 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada com etanol, podendo chegar a cerca de 14,9 km/l na estrada com gasolina. O entre-eixos de 2,55 m melhora o espaço interno, enquanto o porta-malas leva 275 litros.
Unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 70 mil na plataforma, geralmente a partir de 2020. A versão LTZ se destaca pela lista de equipamentos, com airbags frontais e laterais, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado, direção elétrica, central multimídia com conectividade, chave presencial com partida por botão e câmera de ré. Algumas unidades incluem carregador por indução e alerta de ponto cego. É uma opção moderna e eficiente para quem busca tecnologia e segurança.
5. Jeep Compass — a partir de R$ 93.990
O Jeep Compass Longitude tem porta-malas de 410 litros
Divulgação/Jeep 
O Jeep Compass se consolidou como um dos SUVs médios mais desejados do mercado brasileiro, combinando conforto e boa presença. Equipado com motor 2.0 flex de até 166 cv e 20,5 kgfm, utiliza câmbio automático de seis marchas com tração dianteira. O consumo estimado gira em torno de 6,5 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol, podendo alcançar cerca de 11,5 km/l com gasolina. O entre-eixos de 2,64 m garante bom espaço interno, enquanto o porta-malas leva 410 litros.
No Mercado Livre, há unidades anunciadas a partir de R$ 93 mil, geralmente entre 2017 e 2019. A versão Longitude é a mais equilibrada e traz airbags frontais, laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, ar-condicionado digital de duas zonas, direção elétrica, central multimídia com tela grande, sensores de estacionamento, câmera de ré e chave presencial. Algumas unidades contam com bancos em couro, ajuste elétrico para o motorista e teto solar. É uma escolha interessante para quem busca um SUV confortável e bem equipado dentro da categoria.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/As49oLtYXzWjXypzSsgJYDEqA0A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2020/A/O/RE5mLBTyAY8F08zRck6w/2016-09-26-mcam9858.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jeep Compass Longitude</media:description>   <media:credit>Marcos Camargo/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 14:00:27 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ferrari Purosangue Handling Speciale é versão criada para quem ama pilotar</title>  <atom:subtitle>Especificação exclusiva da Ferrari Purosangue foi criada com objetivo de intensificar as sensações ao volante; 0 a 100 km/h é feito em 3,3 segundos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/ferrari-purosangue-handling-speciale-versao-criada-quem-ama-pilotar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/ferrari-purosangue-handling-speciale-versao-criada-quem-ama-pilotar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/C4wd_MZSFnewdiiE3fMWNRt69Rk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/3/L/YYFvABSUqqXb405FEwTA/ferrari-purosangue-handling-speciale.jpg" /><br /> ]]>    A Ferrari Purosangue Handling Speciale acaba de ser lançada pela fabricante italiana. Disponível apenas sob encomenda, trata-se de uma especificação exclusiva criada para quem busca uma condução ainda mais esportiva. O preço não foi revelado.
Importante lembrar que a Ferrari Purosangue foi revelada oficialmente em 13 de setembro de 2022. No entanto, as primeiras unidades começaram a ser entregues apenas no início de 2023 na Europa. No Brasil, chegou no final de 2023 com preços a partir de R$ 7,4 milhões. Estamos falando do primeiro modelo de quatro portas e quatro lugares da marca de Maranello.
Ferrari Purosangue Handling Speciale é versão mais esportiva do SUV
Divulgação/Ferrari
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Como é a Ferrari Purosangue Handling Speciale?
A Purosangue Handling Speciale foi criada, segundo a Ferrari, com o "objetivo de intensificar as sensações ao volante, aprimorando a rapidez de resposta do veículo sob os aspectos mecânico e eletrônico, sem comprometer a versatilidade de uso cotidiano".
Para isso, a Ferrari Purosangue mantém o consagrado motor V12 6.5 central-dianteiro, que entrega nada menos que 725 cv de potência a 7.750 rpm e 73,1 kgfm de torque a 6.250 rpm. O câmbio é de dupla embreagem e oito marchas.
Ferrari Purosangue Handling Speciale tem soleira exclusiva
Divulgação/Ferrari
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Por outro lado, várias recalibrações foram feitas. A suspensão, por exemplo, teve ajustes para reduzir em 10% os movimentos da carroceria e transmitir uma sensação mais compacta para o motorista e os passageiros. Desta forma, a Purosangue Handling Speciale promete reagir de forma mais imediata, ampliando a perpecção de controle em curvas mais rápidas.
As lógicas de troca de marchas também foram revistas, com tempos de resposta mais rápidos e transições mais incisivas, principalmente nos modos Race e ESC-Off. Os ajustes fizeram o sistema priorizar uma entrega de potência mais direta e vigorosa. E para valorizar a sonoridade do V12, a cabine foi refinada para que o ronco esteja mais presente tanto na partida quanto durante a aceleração.
Ferrari Purosangue Handling Speciale tem logotipo em preto
Divulgação/Ferrari
Apesar das recalibrações, a velocidade máxima continua a mesma, de 310 km/h. O mesmo acontece com o desempenho. A Purosangue Handling Speciale vai de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e até os 200 km/h em apenas 10,6 segundos.
Ferrari Purosangue Handling Speciale tem interior com detalhes diamantados
Divulgação/Ferrari
No visual, há acabamento diamantado, escudos laterais em fibra de carbono, saídas de escape em preto fosco e Cavallino traseiro em preto. Além disso, o logotipo da Ferrari tem acabamento acetinado e uma placa interna que identifica a versão Handling Speciale.
Em relação às dimensões, são 4,97 metros de comprimento, 2,03 m de largura, 1,59 m de altura e 3,02 m de entre-eixos. O porta-malas comporta 473 litros e o tanque de combustível é grande, com 100 litros. Afinal, o consumo é de 5,8 km/l, sempre com gasolina.
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O sistema Hi4-Z é formado por um motor 2.0 turbo de quatro cilindros a gasolina com 251 cv auxiliado por dois propulsores elétricos. O primeiro, integrado à transmissão, produz 292 cv, e o segundo, no eixo traseiro, desenvolve mais 326 cv. A GWM divulga potência conjunta de 870 cv — número próximo ao de superesportivos como o Lamborghini Temerario, que desenvolve 920 cv também a partir de um conjunto PHEV.
De acordo com dados de fábrica, o Tank 700 Hi4-Z acelera de 0 a 100 km/ em 5,6 segundos e tem consumo de 86,2 km/l com a bateria carregada e 11,8 km/l com a bateria em plena carga. Falando em bateria, são 59 kWh de capacidade e 191 km de autonomia elétrica. Detalhes sobre peso e tempo de recarga ainda não foram divulgados.
GWM Tank 700 Hi4-Z tem estepe na traseiro no melhor estilo Classe G
Leonardo Felix/Autoesporte
Outra versão do Tank 700, com conjunto híbrido plug-in do tipo Hi4-T, utiliza um motor 3.0 V6 de 360 cv e combinado com um propulsor elétrico de 176 cv, acoplado a uma transmissão automática de nove marchas. Embora a potência combinada seja menor que a do Hi4-Z, a aceleração de 0 a 100 km/h é feita no mesmo tempo de 5,6 segundos. A explicação está na bateria de 37,1 kWh, que pesa bem menos que a de 59 kWh.
Visual de Mercedes-Benz Classe G
Do ponto de vista do design, é impossível não notar as referências do icônico Mercedes-Benz Classe G — o porte, as linhas da carroceria e o formato de várias peças claramente lembram o jipão alemão. Ao todo, o Tank 700 mede 5,09 metros de comprimento, 2,06 m de largura, 1,95 m de altura e 3 m de entre-eixos.
GWM Tank 700 Hi4-Z acelera de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos
Leonardo Félix/Autoesporte
Na versão mais completa, o SUV sai de fábrica com sensor LiDAR instalado no teto. O recurso funciona como um radar a laser que emite pulsos de luz infravermelha para mapear o ambiente ao redor do veículo em três dimensões. Dessa forma, calcula a distância dos objetos com base no tempo de voo da luz, oferecendo alta precisão para tecnologias avançadas de direção autônoma (ADAS).
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GWM Tank 700 Hi4-Z mistura materiais claros e detalhes metálicos no painel
Leonardo Félix/Autoesporte
No Brasil, a GWM ainda não confirmou o lançamento do Tank 700, mas já trouxe o modelo ao país para realização de "clínicas de aceitação do público". Por aqui, a linha Tank é composta atualmente apenas pelo modelo 300.
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No caso dos sedãs, mesmo com o avanço dos SUVs, o segmento segue relevante entre os carros usados por entregar atributos valorizados: porta-malas amplo, melhor eficiência aerodinâmica e, em muitos casos, consumo mais baixo que utilitários esportivos equivalentes. 
A lista a seguir reúne cinco sedãs entre os modelos mais vendidos recentemente e que já aparecem com preços competitivos no Mercado Livre. Organizados do mais barato ao mais caro, eles mostram como o mercado vai desde opções compactas e acessíveis até um híbrido plug-in com proposta mais tecnológica. Vale reforçar que os valores citados refletem os anúncios disponíveis na plataforma, e não uma unidade específica.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Hyundai HB20S — a partir de R$ 52.040
Consumo do Hyundai HB20S Comfort Plus é de cerca de 13,4 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada com gasolina
Renato Durães/Autoesporte
O HB20S renovado em 2023 trouxe avanços em segurança e conectividade, mantendo a proposta de sedã compacto eficiente. A versão Comfort Plus utiliza motor 1.0 aspirado de até 80 cv e 10,2 kgfm, com câmbio manual de cinco marchas. Segundo o Inmetro, o consumo é de cerca de 13,4 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada com gasolina. Mede 4,33 m de comprimento, tem 2,53 m de entre-eixos e porta-malas de 475 litros.
Há anúncios a partir de R$ 52.040 no Mercado Livre para unidades 2023. A versão Comfort Plus já inclui quatro airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos nas quatro portas, travas e retrovisores elétricos, volante com ajustes de altura e profundidade e central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay. Como usado, se destaca por ser mais novo que rivais diretos na mesma faixa.
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2. Chevrolet Onix Plus — a partir de R$ 58.990
Chevrolet Onix Plus é mais comprido que o HB20S
Cauê Lira/Autoesporte
O sedã da Chevrolet é referência em consumo e conectividade no segmento. A versão Premier traz motor 1.0 turbo de até 116 cv e 16,8 kgfm, com câmbio automático de seis marchas. O consumo pelo Inmetro é de aproximadamente 13,9 km/l na cidade e 17 km/l na estrada com gasolina. Mede 4,47 m de comprimento, com 2,60 m de entre-eixos e porta-malas de 469 litros.
Unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 58.990 no Mercado Livre, principalmente entre 2020 e 2022. A versão Premier oferece seis airbags, controle de estabilidade e tração, frenagem automática de emergência, alerta de ponto cego, assistente de permanência em faixa, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré, ar-condicionado digital, chave presencial, carregador por indução e multimídia com Wi-Fi nativo. 
Como usado, combina segurança e conectividade acima da média. É preciso atenção especial com a manutenção por conta dos problemas relacionados a contaminação do óleo na correia banhada a óleo.
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3. Volkswagen Virtus — a partir de R$ 63.900
Em relação aos rivais, Volkswagen Virtus tem a melhor dirigibilidade
Autoesporte
O Virtus é um dos sedãs compactos mais espaçosos do segmento, com destaque para o entre-eixos generoso. A versão 1.6 MSI traz motor aspirado de até 117 cv e 16,5 kgfm, com câmbio manual de cinco marchas. Segundo o Inmetro, o consumo é de cerca de 11,1 km/l na cidade e 13,8 km/l na estrada com etanol. Mede 4,48 m de comprimento, com 2,65 m de entre-eixos e porta-malas de 521 litros.
Há unidades anunciadas a partir de R$ 63.900 no Mercado Livre, geralmente entre 2019 e 2021. A versão 1.6 MSI inclui quatro airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas e multimídia com conectividade. Como usado, se destaca pelo espaço e pela robustez do conjunto mecânico.
4. Fiat Cronos — a partir de R$ 74.900
Fiat Cronos tem versões com motores 1.0, 1.3 e 1.8
Divulgação/Fiat
O Cronos segue como um dos sedãs mais vendidos com foco em conforto e eficiência. A versão Drive com motor 1.3 e câmbio CVT entrega até 107 cv e 13,7 kgfm, com simulação de sete marchas. O consumo pelo Inmetro fica em torno de 13,4 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada com gasolina. Mede 4,36 m de comprimento, com 2,52 m de entre-eixos e porta-malas de 525 litros.
Na plataforma, unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 74.900 no Mercado Livre. A versão Drive oferece controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, direção elétrica, ar-condicionado, piloto automático, multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, volante multifuncional e sensores de estacionamento traseiros. Como usado, é uma opção equilibrada para quem busca conforto e bom espaço interno.
5. BYD King — a partir de R$ 139.900
BYD King tem autonomia elétrica de cerca de 55 km
Autoesporte
O BYD King representa a nova fase dos sedãs eletrificados no Brasil. Na versão GL DM-i, combina motor 1.5 a combustão com motor elétrico, entregando potência combinada próxima de 235 cv e torque superior a 40 kgfm. O câmbio é automático dedicado ao sistema híbrido. A autonomia elétrica é de cerca de 55 km, com bateria de aproximadamente 8,3 kWh. O modelo mede 4,78 m de comprimento, com 2,72 m de entre-eixos e porta-malas de 450 litros.
Os anúncios aparecem a partir de R$ 139.900 no Mercado Livre. Entre os equipamentos, há seis airbags, controle de estabilidade, ACC, frenagem automática de emergência, alerta de permanência em faixa, monitor de ponto cego, câmera 360°, bancos elétricos e multimídia com tela giratória. Como usado, ainda é novidade, mas já se destaca pelo alto nível tecnológico.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/Ot4GljWrNgt6w7mJ0OrIGp8Ybkk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2024/C/J/MaRphiT1C53eb2LJXdWA/byd-king-gs-2025-dianteira-direita.jpg" medium="image"/>   <media:description>BYD King GS 2025 dianteira direita</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:57:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Salão de Pequim 2026: esses 27 carros serão lançados no Brasil em breve</title>  <atom:subtitle>Autoesporte reúne em lista todas as novidades confirmadas para o mercado nacional, incluindo híbridos, elétricos, SUVs e até esportivos; confira</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/salao-pequim-2026-27-carros-lancados-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/salao-pequim-2026-27-carros-lancados-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/vU6C--AaBLwcQF1nYYnFyAnmT_8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/R/fW6t21TkKyRx8XVbYR2w/salaodepequim003.jpg.jpeg" /><br /> ]]>    As ambições da indústria automotiva chinesa em relação ao Brasil têm se intensificado ao longo dos últimos anos e ficaram ainda mais evidentes durante o Salão de Pequim. Além de lançamentos locais, o evento foi usado como palco para confirmação de diversas novidades para o mercado brasileiro. Autoesporte esteve presente e conferiu de perto todos os novos carros que serão lançados por aqui ao longo de 2026 e 2027.
A nova ofensiva chinesa será ainda mais diversificada e promete alcançar as mais diferentes categorias do mercado. Desde já, estão previstos lançamentos nos segmentos de SUVs, hatchbacks, sedãs e até superesportivos, além das mais variadas opções de motorização (conjuntos elétricos, híbridos plug-in, híbridos em série e outros).
Autoesporte foi até e China conferir as principais novidades de perto. Confira no vídeo abaixo
Destaque ainda para o anúncio da chegada de novas marcas, confirmando o Brasil como um dos principais destinos da estratégia de expansão internacional da indústria automotiva da China. O país já conta com 14 fabricantes chinesas em operação e deve ganhar pelo menos mais 6 ao longo de 2026.
Salão de Pequim foi palco para confirmação de diversos lançamentos no Brasil
Getty Images
Os carros do Salão de Pequim que serão lançados no Brasil:
Lotus
Lotus Eletre 600 Sport SE
Divulgação
Controlada pelo grupo Geely, que já atua no Brasil, a Lotus confirmou sua chegada por aqui e, logo de cara, prometeu oferecer todo o seu portfólio. Entre os mais aguardados está o Eletre, o primeiro SUV da marca. O modelo é elétrico, como sugere o próprio nome, e conta com 5,10 m de comprimento, 3,02 m de entre-eixos e 2,02 m de largura. Na versão mais potente, com até 931 cv, acelera de 0 a 100 km/h em menos de 3 segundos.
Caoa Changan
Caoa Changan CS75 será o próximo SUV da marca no Brasil
Divulgação
Além da Uni-T, já à venda, a Changan lançará nos próximos meses no Brasil mais dois SUVs: o CS75 e o CS55. O primeiro, posicionado como rival de GWM Haval H6 e BYD Song Plus, será equipado tanto com motor tradicional flex quanto com um conjunto híbrido plug-in (PHEV). Já o segundo, ligeiramente menor, brigará com Jeep Compass, Toyota Corolla Cross e Caoa Chery Tiggo 7. Ambos serão montados na fábrica de Anápolis (GO) ao lado do Uni-T.
BYD 
Denza Z9 GT está confirmado para o Brasil
Foto: Leonardo Felix / Autoesporte
A BYD confirmou o lançamento de uma série de novidades no Brasil ao longo de 2026. O primeiro deles será o SUV cupê elétrico Sealion 7, que será lançado por aqui em maio. É baseado na plataforma e-Platform 3.0 Evo, uma das mais modernas da BYD e tem versões com até 530 cv e 550 km de autonomia. Além disso, o Song Pro reestilizado e nacional chega logo na sequência.
Há novidades importantes para a divisão de luxo Denza, que já vende aqui o B5 e confirma a chegada de mais quatro modelos: o Z9 GT (esportivo elétrico com estreia em junho), D9 (minivan de luxo híbrida com estreia em julho), Z (superesportivo elétrico com estreia no fim do ano) e B3 (SUV elétrico com estreia também no fim do ano).
GWM
GWM Ora 5 será o primeiro SUV elétrico da marca no Brasil
Divulgação
Na GWM, a principal novidade confirmada e apresentada no Salão de Pequim é o Ora 5. Derivado do Ora 03, o modelo tem porte de Toyota Corolla Cross e faz parte do pacote de 5 carros novos que a empresa lançará por aqui em 2026. Quando chegar às lojas, o SUV será o segundo carro da submarca Ora e o primeiro SUV elétrico da GWM no país. Até hoje, vale lembrar, o grupo chinês só lançou por aqui SUVs híbridos ou a diesel (Haval H9). Além dele, a GMW confirmou o Tank 300 flex e o inédito Haval H7. 
Leapmotor
Leapmotor D19 será rival do GWM Wey 07 no Brasil
Divulgação
Controlada internacionalmente pelo grupo Stellantis, a Leapmotor já vende no Brasil dois modelos — o B10 e o C10 — e confirmou mais dois durante o Salão de Pequim. O primeiro, chamado de A10, é um SUV elétrico de porte compacto pensado para ficar abaixo do B10 e brigar com BYD Yuan Pro e companhia. O segundo, por sua vez, é o D19, um SUV de grande porte e com muito luxo embarcado posicionado para concorrer diretamente com o GWM Wey 07.
Grupo Chery
Lepas L6 será o primeiro carro da nova marca no Brasil
Divulgação
No caso do grupo Chery, há lançamentos confirmados tanto no quesito marca quanto no quesito modelos. No primeiro caso, a novidade fica por conta do Omoda 4, um SUV compacto com 4,40 metros de comprimento baseado na plataforma T1X da linha Tiggo. No segundo, destaque para a nova marca Lepas , que chegará ao país com foco na comercialização de SUVs de luxo com motorização híbrida. O L6, de porte médio, será o primeiro.
GAC
GAC Aion i60 terá conjunto híbrido em série (REEV)
Divulgação
Na GAC, está desde já confirmado o lançamento do SUV médio Aion i60. O modelo é uma espécie de equivalente híbrido do Aion V e adota um sistema do tipo REEV (Range Extended Electric Vehicle). Possui 4,68 metros de comprimento, 1,85 m de largura, 1,66 m de altura e 2,77 m de entre-eixos. A plataforma AEP 3.0 é a mesma usada pelo Aion V e pelo Toyota bZ3X, ambos elétricos. Dependendo da versão, entrega 204 cv ou 224 cv.
DFM (Dongfeng)
Dongfeng Box promete brigar diretamente com o BYD Dolphin Mini
Divulgação
A Dongfeng, que deverá adotar o nome comercial DFM no Brasil, estreará por aqui com dois modelos. O primeiro, um hatch compacto elétrico, mede 4,02 metros de comprimento e vai se chamar Box. Deverá concorrer com BYD Dolphin Mini e Geely EX2. O outro, um SUV compacto com 4,31 m de comprimento, vai se chamar Vigo. Corre por fora ainda o lançamento do M-Hero 1, um SUV off-road de luxo com motorização elétrica.
Baic
Baic será mais uma chinesa a desembarcar no Brasil
Divulgação
Além da Lepas e da DFM (Dongfeng), outra marca inédita a chegar ao Brasil será a Baic. A chinesa, fundada em 1958 como Beijing Automotive Group, terá três modelos por aqui. O primeiro, chamado de T1, será um hatchback elétrico pensado para rivalizar com o BYD Dolphin. Já os outros dois serão SUVs: o X55, equipado com motor 1.5 turbo sem eletrificação, e o BJ30, com versões a combustão e híbrida disponíveis.
Lynk &amp; Co
Lynk &amp; Co virá ao Brasil pelas mãos da Geely
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Sob o guarda-chuva do grupo Geely, a Lynk &amp; Co é outra fabricante confirmada para o Brasil. Por aqui, o primeiro lançamento da marca será o SUV 08. O modelo é baseado na plataforma CMA Evo, a mesma do Volvo XC40, e mede 4,82 metros de comprimento e 2,84 m de entre-eixos. No mercado chinês, a versão mais potente vem com motor 1.5 turbo aliado a dois propulsores elétricos. Potência e torque combinados são de, respectivamente, 593 cv e 92,2 kgfm.
MG
MG IM6 é SUV de luxo elétrico com até 751 cv
Divulgação
Após voltar ao Brasil em 2025, a MG prepara o lançamento da sua divisão de luxo IM para 2026. Autoesporte apurou que o modelo mais cotado para estrear por aqui é o IM6, um SUV médio elétrico com três versões no portfólio. Na configuração topo de linha, o modelo combina dois motores elétricos, um em cada eixo, e entrega potência combinada de 751 cv e torque de 80,2 kgfm.
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Nissan
Nissan NX8 é SUV elétrico desenvolvido em parceria com a Dongfeng
Divulgação
A Nissan não é chinesa como as demais da lista, mas trará para o Brasil modelos desenvolvidos e produzidos na China. É o caso do SUV NX8, que no mercado internacional é oferecido tanto em versões híbrida em série (REEV) quanto elétrica. Por aqui, deverá brigar com SUVs da BYD e GWM. Já o N7 é um sedã totalmente elétrico com 4,93 metros de comprimento e potência de 272 cv. Os dois veículos, vale lembrar, são baseados em projetos da chinesa Dongfeng.
BMW
Novo BMW i3 entrega 900 km de autonomia
Divulgação
A BMW não trará modelos da China para o Brasil, mas escolheu o Salão de Pequim para apresentar publicamente modelos que serão lançados por aqui. É o caso do iX3, SUV elétrico baseado na filosofia Neue Klasse que concorre com Audi Q6 e-tron, Porsche Macan EV, Mercedes-Benz GLC EV e Volvo EX60. O outro é o sedã i3, apelidado de “Série 3 elétrico”, que tem versões com até 469 cv de potência e 900 km de autonomia no no ciclo WLTP.
General Motors
Wuling Bingo Pro está em estudos para o Brasil
Leonardo Félix/Autoesporte
Na General Motors, um dos lançamentos mais cotados para o Brasil é o do compacto Wuling Bingo Pro. O modelo está em estudos para nosso mercado e, se confirmado, deverá chegar por aqui dentro da mesma estratégia adotada pelos Spark EUV e Captiva EV. Ou seja, trocará o logotipo da marca chinesa pelo emblema da Chevrolet. Ao todo, mede 4,05 metros de comprimento, 1,58 m de altura e 1,75 m de largura. Tem motor elétrico de 68 cv e bateria de 37,9 kWh para até 410 km de autonomia (CLTC). É rival direto do BYD Dolphin Mini.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/vU6C--AaBLwcQF1nYYnFyAnmT_8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/l/R/fW6t21TkKyRx8XVbYR2w/salaodepequim003.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Salão de Pequim 2026</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 20:04:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jeep Avenger com novo visual é revelado no Brasil</title>  <atom:subtitle>SUV compacto da Jeep surge no Rio de Janeiro como carro oficial do “Todo Mundo no Rio”; veja o que sabemos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/jeep-avenger-novo-visual-revelado-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/jeep-avenger-novo-visual-revelado-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JOdUNOF6sT31bAyxtYN5dBvi-3M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/l/v0hXllS7uX4zdvSPfXgw/jeep-avenger-03.jpg" /><br /> ]]>    O Jeep Avenger acaba de ser revelado no Brasil com novo visual. O SUV compacto da fabricante apareceu pela primeira vez no nosso país sem qualquer tipo de camuflagem. As ruas de Copacabana foram o palco da aparição porque o modelo será o carro oficial do “Todo Mundo no Rio”, que terá Shakira como atração neste final de semana.
O lançamento do Jeep Avenger é aguardado para a virada do semestre, já como linha 2027. Os principais concorrentes serão Renault Kardian, Volkswagen Nivus, Honda WR-V e o Chevrolet Sonic. Por isso, a estimativa é de que os preços fiquem entre R$ 120 mil e R$ 150 mil.
Novo Jeep Avenger aparece pela primeira vez no Brasil sem camuflagem
Divulgação
Antes de aparecer nas ruas, a marca já havia divulgado um teaser que confirmava sua estreia em nosso país com o visual atualizado lançado recentemente na Europa, assim como Autoesporte já havia antecipado.
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SALÃO DE PEQUIM 2026: conheça 20 CARROS que SERÃO LANÇADOS no BRASIL nos PRÓXIMOS MESES
Como é o Jeep Avenger?
Vendido na Europa desde 2023, o modelo vai chegar ao Brasil para se tornar o novo SUV de entrada da Jeep por aqui. De porte compacto, mede 4,08 metros de comprimento, 2,56 m de entre-eixos, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura. No porta-malas acomoda 355 litros.
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O facelift do Avenger que chega ao Brasil traz para-choque redesenhado, novas rodas e grade reformulada, além de painel com materiais de melhor qualidade no acabamento e aspecto geral mais refinado. A inspiração virá dos lançamentos mais recentes da Jeep, como as novas gerações de Compass e Cherokee.
Outra particularidade do Jeep Avenger nacional será a motorização. O SUV compacto será equipado com o conhecido conjunto 1.0 T200 Hybrid da Stellantis, o mesmo usado por carros da Fiat (Pulse e Fastback) e Peugeot (208 e 2008). Haverá, porém, uma nova calibração para atender aos novos protocolos de emissões previstos para 2027.
Novo Jeep Avenger foi flagrado com novo visual
Reprodução/Quattroroute
Segundo o site Autos Segredos, a potência cairá dos atuais 125 cv com gasolina e 130 cv com etanol para 116 cv com ambos os combustíveis. Já o torque será mantido em 20,4 kgfm. 
O mesmo vale para o sistema híbrido leve (MHEV) associado, que seguirá usando a configuração BSG (Belt Starter Generator), na qual um motor-gerador elétrico, conectado ao virabrequim por correia, trabalha em conjunto com uma bateria de íons de lítio de 12 volts. O site adianta ainda que o Avenger terá quatro versões equipadas com o conjunto híbrido: Altitude, Longitude, Sahara e Limited.
Jeep Avenger está sendo produzido em Porto Real (RJ)
Divulgação/Jeep
O Jeep Avenger já está sendo produzido na fábrica da Stellantis em Porto Real (RJ) e faz parte do plano de investimento de R$ 3 bilhões que será implementado na unidade até 2030. Na prática, o Avenger é o primeiro Jeep nacional produzido fora de Goiana (PE).
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JOdUNOF6sT31bAyxtYN5dBvi-3M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/l/v0hXllS7uX4zdvSPfXgw/jeep-avenger-03.jpg" medium="image"/>   <media:description>Novo Jeep Avenger 2027</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 19:07:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flagra: nova Toyota Hilux elétrica é testada em local inusitado</title>  <atom:subtitle>Nona geração da picape média tem opções híbrida leve (MHEV) e elétrica (BEV), ambas previstas para o mercado brasileiro</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/flagra-nova-toyota-hilux-eletrica-testada-local-inusitado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/flagra-nova-toyota-hilux-eletrica-testada-local-inusitado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UZMF29-aM4akLx5msxtD6WmmSys=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/r/UZUCm2RwOFdLQTtAdkfQ/toyota-hilux-eletrica-flagra-argentina.jpg" /><br /> ]]>    A nova geração da Toyota Hilux já está sendo vendida na Ásia e Oceania e a sua estreia na América Latina está bem próxima. Exemplo disso são os recentes flagras da picape média em sua versão elétrica, trabalhando em uma operação de mineração na Argentina, onde será produzida na fábrica de Zárate já em 2027. Com isso, o lançamento no país hermano, e consequentemente no Brasil, está previsto para acontecer já nos primeiros momentos do ano que vem, como antecipado por Autoesporte nesta reportagem. 
Nas imagens, divulgadas pelo site Autoblog, a unidade aparece ainda bastante camuflada. No entanto, revela detalhes como as lanternas verticais, pneus de uso misto e santantônio, tudo muito voltado ao uso off-road — habitat natural do modelo com carroceria sobre chassi. A marca apresentou essa nova geração da Hilux com diversas opções de eletrificação: a diesel, híbrida leve (MHEV), híbrida plena (HEV), híbrida plug-in (PHEV), elétrica (BEV) e até mesmo com célula de combustível de hidrogênio (FCEV). 
Nova Toyota Hilux será produzida na fábrica de Zárate na Argentina
Divulgação
Vale lembrar que durante a convenção anual das concessionárias argentinas no início deste ano, a Toyota, inclusive, mostrou a picape média tanto na configuração tradicional a diesel quanto na nova versão elétrica, dando a entender que ambas serão produzidas na fábrica argentina. A montagem regional da variante elétrica vinha sendo cogitada desde 2025. Já a Hilux híbrida, com conjunto MHEV, não foi apresentada no evento. A fabricação regional em Zárate (Argentina) garante à Hilux benefícios fiscais no Mercosul e uma logística ágil para o Brasil. 
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De acordo com o cronograma, a versão tradicional a diesel será a primeira a ser produzida — e a primeira a chegar ao Brasil. Sob o capô, manterá o conhecido motor 2.8 quatro-cilindros turbodiesel de 204 cv que já temos na Hilux atual, associado ao câmbio manual ou automático de seis marchas. A tração seguirá 4x4. 
Nova Toyota Hilux elétrica tem capacidade de carga de 715 kg 
Divulgação
Como já acontece atualmente, a nova Toyota Hilux deve ser comercializada em configuração cabine simples ou cabine dupla. Somente a opção apenas a combustão e cabine simples deve trazer opção de câmbio manual. As demais versões devem ser sempre automáticas.
Contudo, Autoesporte pode afirmar que a Toyota também trará para nossa região a variante híbrida leve de 48 volts, auxiliada por um motor elétrico de 16 cv alimentado por baterias de íons de lítio de 0,2 kWh. A versão já é vendida na Europa e chegará por aqui em um segundo momento, provavelmente no final de 2027, sendo que o sistema deve ser reservado apenas para as versões mais caras. O mesmo vale para a variante elétrica, que também chegará às lojas depois da diesel.
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Como é a nova Toyota Hilux elétrica
Chamada pela Toyota de Hilux BEV, a versão elétrica da picape usa baterias de íon-lítio de 59,2 kWh e tem tração integral permanente. Ao todo, o sistema desenvolve 196 cv de potência, 20,9 kgfm de torque no eixo dianteiro e 27,3 kgfm no traseiro. No padrão WLTP, a marca declara autonomia de até 257 km no ciclo combinado e até 380 km no ciclo urbano. A capacidade de carga é de 715 kg e de reboque de 1,6 tonelada.
Nova Toyota Hilux exibe painel mais arrojado e inspirado nos SUVs da marca 
Divulgação
A estrutura mecânica, com carroceria sobre chassi, é a mesma das demais versões da Hilux, assim como a capacidade off-road. Segundo a Toyota, o sistema elétrico, incluindo a bateria, foi projetado para manter o mesmo desempenho em terrenos acidentados: a altura livre do solo é de 21,2 cm e a capacidade máxima de imersão é de 70 cm (exatamente a mesma das outras variantes da linha).
Nova Toyota Hilux elétrica e híbrida tem o mesmo design
Divulgação
O design foi significativamente renovado, tanto no exterior quanto no interior. Na dianteira, os faróis são menores e posicionados junto ao capô, enquanto a grade tem formato de colmeia (ou fechada, como na versão elétrica). Na traseira, a tampa da caçamba foi redesenhada e as lanternas têm novo formato, além de iluminação em LED nas versões mais caras. Por dentro, o painel foi totalmente revisto e ganhou design inspirado na cabine do Land Cruiser Prado. 
No Brasil, a atual geração da Toyota Hilux mantém seu posto de picape média mais vendida. Atualmente, a caminhonete está disponível em opções de cabine sobre chassi e cabine dupla, sendo 10 configurações no total com preços entre R$ 256.390 e R$ 357.890. 
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/UZMF29-aM4akLx5msxtD6WmmSys=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/H/r/UZUCm2RwOFdLQTtAdkfQ/toyota-hilux-eletrica-flagra-argentina.jpg" medium="image"/>   <media:description>Toyota Hilux elétrica - flagra traseiro (Argentina)</media:description>   <media:credit>Reprodução/Autoblog</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 17:53:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen ID. Polo elétrico tem 455 km de autonomia e preço de BYD Dolphin</title>  <atom:subtitle>Compacto elétrico está em pré-venda na Europa com preço inicial de 24.995 euros e a missão de enfrentar a crescente concorrência chinesa; versão GTI com 226 cv chega em 2027</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/volkswagen-id-polo-eletrico-455-km-autonomia-preco-byd-dolphin.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/volkswagen-id-polo-eletrico-455-km-autonomia-preco-byd-dolphin.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BAuz-xv3gbe_GbiAveKEvRitb34=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/w/f/Dm438NRCmbcYh1gZnpwQ/volkswagen-id.-polo-style30.jpeg" /><br /> ]]>    Após apresentação conceitual e recente vazamento de imagens, a Volkswagen inicia oficialmente a pré-venda do ID. Polo na Europa. A nova geração elétrica do compacto estreia com a missão de enfrentar a crescente concorrência chinesa e aposta no preço inicial agressivo como principal chamariz. A versão de entrada Trend custa 24.995 euros (R$ 146.700 em conversão direta), enquanto a intermediária Life sai por 33.795 euros (R$ 198.400).
Quando chegar às lojas europeias, nos próximos dois meses, o ID. Polo terá como concorrentes diretos Renault 5 E-Tech, Peugeot e-208 e o futuro Ford Fiesta elétrico, além dos chineses BYD Dolphin e MG4. A produção será concentrada na fábrica do grupo Volkswagen em Martorell, na Espanha, e abastecerá todo o continente europeu.
No visual, o ID. Polo segue a nova identidade adotada pela marca para carros elétricos, chamada de Pure Positive. Na dianteira, destaque para a faixa horizontal de LED que interliga os faróis principais, passando pelo logotipo luminoso. De perfil, as maçanetas traseiras são integradas às colunas, enquanto atrás as lanternas são estreias e posicionadas na horizontal.
Volkswagen ID. Polo possui 4,05 metros de comprimento e 2,60 m de entre-eixos
Divulgação
Em termos de porte, o ID. Polo possui 4,05 metros de comprimento, 2,60 m de entre-eixos, 1,81 m de largura e 1,53 m de altura, além do porta-malas de 440 litros e outro bagageiro de 50 litros localizado sob o banco traseiro. Para efeito de comparação, o Polo tradicional a gasolina possui 4,07 m de comprimento, 1,75 m de largura, 1,47 m de altura e 2,56 m de entre-eixos.
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Baseado na plataforma MEB+, projetada para elétricos compactos e de baixo custo, o ID. Polo tem quatro opções de potência: 116 cv, 135 cv ou 211 cv, além de uma versão GTI com 226 cv que será lançada em 2027. Nos dois primeiros casos, a bateria de fosfato de ferro-lítio de 37 kWh oferece até 329 km de autonomia e carregamento rápido em corrente contínua (DC) de até 90 kW, indo de 10% a 80% em 27 minutos.
Volkswagen ID. Polo tem produção concentrada na Espanha
Divulgação
Já na versão de 211 cv, a bateria passa a ser de níquel-manganês-cobalto de 52 kWh, aumentando a autonomia para cerca de 455 km e aceitando carregamento em corrente contínua de até 105 kW, reduzindo o tempo de carregamento para 24 minutos.
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Interior retrô-digital
A cabine, também baseada na filosofia Pure Positive, chama atenção pela pegada retrô-digital. As linhas retas e inspiradas em carros do passado são combinadas com elementos modernos como quadro de instrumentos digital de 10 polegadas, central multimídia de 13 polegadas e iluminação ambiente com diferentes cores.
Volkswagen ID. Polo tem painel inspirado em carros do passado da marca
Divulgação/Volkswagen
O ar-condicionado usa botões físicos — atendendo pedido de muitos clientes — e um seletor giratório posicionado entre os bancos dianteiros controla o sistema de áudio. Destaque ainda para o modo "exibição retrô", que transforma o painel de instrumentos digital no cluster do antigo Golf Mk1, incluindo velocímetro clássico e indicador de potência no lugar do conta-giros. 
Volkswagen ID. Polo tem cluster com modo "exibição retrô"
Divulgação/Volkswagen
A lista de equipamentos inclui faróis LED, controle de cruzeiro adaptativo, câmera de ré, luzes traseiras 3D, logotipo luminoso e ar-condicionado de duas zonas. Como opcional, é possível adicionar sistema de som Harman Kardon de 425 watts, teto panorâmico de vidro e até função de massagem pneumática para os bancos dianteiros com ajuste elétrico de 12 posições.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/BAuz-xv3gbe_GbiAveKEvRitb34=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/w/f/Dm438NRCmbcYh1gZnpwQ/volkswagen-id.-polo-style30.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen ID. Polo começa a ser vendido</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:11:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Volkswagen Lavida é registrado no Brasil como sedã chinês 'irmão' do Jetta</title>  <atom:subtitle>O Lavida Pro teve duas versões registradas no Inpi, mas os planos da marca para esse modelo no Brasil ainda são secretos</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/volkswagen-lavida-registrado-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/volkswagen-lavida-registrado-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uWCJO2ezPLxHlvvMumI9yDMgGs4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/R/o/MkRqglTBORByec14b9yw/volkswagen-lavida-china-2.jpg" /><br /> ]]>    A Volkswagen registrou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), o sedã Lavida Pro, produzido na China com a sua parceira Saic. Duas versões aparecem nos registros divulgados nesta terça-feira (28) e causam uma certa curiosidade, uma vez que o mercado brasileiro tem consumido cada vez menos sedãs e, atualmente, a fabricante tem apenas dois modelos do segmento à venda no Brasil: Virtus e Jetta GLI.
Inclusive, o Lavida Pro tem medidas próximas a do Jetta, com 4,72 m de comprimento, contra 4,74 m do modelo vendido no Brasil e, por isso, os modelos podem ser considerados irmãos. O entre-eixos é exatamente o mesmo para os dois modelos: 2,68 m. 
Volkswagen Lavida é sedã com tamanho de Jetta e aparece nos registros em nosso país 
MIIT
Dessa forma, ainda não sabemos quais os planos da marca com o sedã chinês no mercado brasileiro. Oficialmente, a Volkswagen informou que não tem nenhum posicionamento para divulgar sobre o registro do Lavida no país.
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O novo Volkswagen Lavida Pro chinês teve o seu visual totalmente atualizado, apostando em vincos no capô, faróis afilados e conectados por um filete de led e grade frontal posicionada na parte inferior da dianteira, integrada ao para-choque, com linhas horizontais. Uma das versões registradas traz grade frontal diferente, com acabamento em formato de colmeia. Na traseira, as lanternas começam na lateral do veículo, se estendem por toda a tampa do porta-malas e também são interligadas por um filete de led.
Volkswagen Ladiva tem interior minimalista, mas telas grandes 
Reprodução/TarantasNews
Um detalhe bem interessante no desenho do Volkswagen Lavida Pro é o logotipo luminoso da marca, presente na dianteira e na traseira. Aqui no Brasil, apenas o Tiguan traz o mesmo visual, pois o Golf GTI tem apenas o logotipo luminoso na dianteira, enquanto o Jetta GLI tem apenas na traseira.
Internamente, o quadro de instrumentos conta com uma grande tela digital e, ao lado, está a central multímidia que também tem uma grande tela sensível ao toque. As saídas de ar no painel são horizontais, posicionadas logo abaixo do kit multimídia, e o acabamento aposta em um tom claro, com materiais macios na lateral das portas e no painel.
Volkswagen Lavida usa motor 1.5 a gasolina na China 
Reprodução/Inpi
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Volkswagen Lavida tem motor 1.5 
Como nem só de carro elétrico vive o mercado chinês, o Lavida Pro utiliza apenas um motor a combustão 1.5 TSI Evo II, que gera 150 cv de potência, acoplado ao câmbio DQ200 de sete marchas. Segundo dados divulgados no site oficial da Volkswagen na China, o consumo é de 18,2 km/l quando abastecido com gasolina. Lembrando que esse dado é no ciclo chinês (CLTC), que é bem mais generoso que o Inmetro. 
A suspensão é independente nas quatro rodas e, na atualização que recebeu em abril na China, o Lavida Pro aumentou a presença de aços de alta resistência, que representam 81% do total de aço usado na produção do sedã. Ainda na linha de segurança, o modelo tem sete airbags.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uWCJO2ezPLxHlvvMumI9yDMgGs4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/R/o/MkRqglTBORByec14b9yw/volkswagen-lavida-china-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Volkswagen Lavida</media:description>   <media:credit>MIIT</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:00:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Comparativo: BYD Dolphin Mini ou Geely EX2, qual é melhor por R$ 120 mil?</title>  <atom:subtitle>Novato da Geely estreou com o objetivo de brigar com o líder de vendas entre os carros elétricos, o Dolphin Mini; veja quem levou a melhor nos testes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/04/comparativo-byd-dolphin-mini-ou-geely-ex2-qual-e-melhor-por-r-120-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/testes-de-carros/review/2026/04/comparativo-byd-dolphin-mini-ou-geely-ex2-qual-e-melhor-por-r-120-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/uWv0Qf7vmhJW9C8hrGQJ-9kz_4s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/X/Q/uMuBiAQWq0OBTpAByCMg/comparativo-byd-dolphin-mini-gs-e-geely-ex2-pro-1-frente-diagonal.jpg" /><br /> ]]>    Gostaria de começar este comparativo com um pedido: resgate sua criança interior e imagine que a vida é um grande jogo de tabuleiro. A partida da vez trata do universo dos carros elétricos, que tem como líder absoluto de vendas o BYD Dolphin Mini. Porém, um novato chinês chegou para desafiar seu reinado: o Geely EX2 Pro. Ambos são boas opções para quem busca comprar seu primeiro carro elétrico, mas, na faixa de R$ 120 mil, também são alvo de motoristas de aplicativo e taxistas. Então acomode-se, pois os dados serão lançados para descobrir quem vence essa disputa.
A primeira fase do jogo, claro, é sobre custos. O preço de R$ 119.990 do Dolphin Mini chama a atenção — e ele começa na frente, já que recentemente o EX2 ficou mais caro, passando a custar R$ 123.800 na versão de entrada, a Pro. Os dois se armam com garantia de oito anos para a bateria e de seis anos para o veículo. Porém, se você pretende fazer uso comercial, ambos reduzem para dois anos a garantia para o carro. 
No caso da BYD, ainda existem algumas pegadinhas, já que itens como amortecedores, suspensão e multimídia têm cobertura menor, de três anos. Para o EX2 Pro, a limitação é de 150 mil km.
As revisões dos dois veículos devem ser feitas a cada 12 meses ou 20 mil km rodados. Os custos são bem parecidos, com uma diferença de apenas R$ 611 nos cinco primeiros serviços, sendo o EX2 mais em conta. Para evitar surpresas ruins pelo caminho, também é importante adquirir um seguro, que fica, em média, em R$ 4.897 para o BYD e R$ 3.861 para o Geely — portanto, mil reais mais barato. Assim, o EX2 Pro avança no tabuleiro. 
Geely EX2 Pro e BYD Dolphin Mini GS se enfrentam no mercado brasileiro no segmento de elétricos de entrada 
Renato Durães/Autoesporte
Visualmente, os competidores seguem direções opostas. O Geely EX2 aposta em um design minimalista e arredondado, com faróis de LED alongados. Já o BYD Dolphin Mini é um personagem mais ousado e futurista, com vincos e lanternas conectadas. Suas rodas de liga leve de 16” complementam o visual, que, particularmente, me agrada mais. Por outro lado, o rival tem rodas de 15” com calotas. 
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O novato, entretanto, rouba a cena quando o assunto é porte, quesito que o leva a assumir a liderança no jogo. Com seu entre-eixos de 2,65 metros, equivalente ao de um SUV médio como o Toyota Corolla Cross, o espaço para quem viaja na segunda fileira é surpreendente. Os passageiros contam ainda com recursos como saída de ar-condicionado, portas USB-C e um compartimento de 28 litros sob o banco traseiro — itens ausentes no Dolphin Mini, que tem 2,50 m de entre-eixos. Em comprimento, o EX2 é exatamente 36 centímetros maior. 
Do lado esquerdo, o pora-malas do Geely EX2 com 375 litros e, do direito, o do BYD Dolphin Mini com 230 litros 
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O volume do porta-malas é outro fator decisivo na disputa. O Geely oferece bagageiro de 375 litros — o mesmo de um Volkswagen T-Cross — somado a um compartimento extra de 70 l sob o capô dianteiro, totalizando 445 l de volume. É um “inventário” de respeito se comparado aos modestos 230 l do Dolphin Mini, que flerta com a capacidade de subcompactos de entrada, como o Fiat Mobi (215 l). É bom lembrar que nenhum deles tem estepe, apenas um kit de reparo emergencial. 
Teste: BYD Dolphin Mini 2026, o que melhorou e o que deveria melhorar
Comparativo: Geely EX2 Max é mais barato, mas supera o BYD Dolphin GS?
Geely EX2 gera 'operação de guerra' para produção em fábrica da Renault
No quesito equipamentos — e olhando para rivais a combustão na mesma faixa de preço —, ambos são generosos, com seis airbags, freio de estacionamento eletrônico, monitoramento de pressão dos pneus, sensor de estacionamento traseiro e câmeras de ré. No BYD Dolphin Mini, contudo, as imagens são de melhor qualidade e há função 360 graus.
BYD Dolphin Mini traz telas menores, mas sua central multimídia é mais intuitiva
Renato Durães/Autoesporte
A central multimídia de 14,6” do EX2 é fácil de mexer, mas até então tinha como penalidade a falta de conexão para Android Auto e Apple CarPlay. Ainda bem que a Geely resolveu essa questão em uma atualização recente. No entanto, o sistema da BYD me agrada mais, mesmo com uma tela (que é giratória) menor, de 10,1”. O menu é simples, todas as funções são facilmente encontradas. Além disso, tem mais botões e atalhos para o ar-condicionado, o que facilita a vida a bordo.
Geely EX2 deve carregador por indução, mas oferece variedade de porta-objetos
Renato Durães/Autoesporte
É o Dolphin Mini, portanto, que ganha a disputa de dados da vez, já que ainda tem ajustes de altura e de profundidade do volante, painel de instrumentos configurável, carregador de celular por indução e ajuste elétrico no banco do motorista. Sem falar no acabamento, que é mais refinado, com uma boa mistura de texturas ausente no rival.
Geely EX2 Pro tem um espaço baixo do capô com 70 litros extras 
Renato Durães/Autoesporte
BYD Dolphin Mini x Geely EX2 Pro: dando “partida” 
Chegamos a outro ponto decisivo do jogo: a dinâmica. Você deve ter se perguntado onde fica o motor do EX2, já que sob o capô há um compartimento extra. Pois bem, o motor elétrico é instalado no eixo traseiro. Ou seja, esse é um dos poucos carros (elétricos ou não) com tração traseira disponíveis no Brasil. 
Geely EX2 Pro é versão de entrada do hatch elétrico 
Renato Durães/Autoesporte
Com 116 cv de potência e 15,4 kgfm de torque, o Geely precisou de 9,7 segundos para ir de zero a 100 km/h em nossos testes no Campo de Provas Rota 127. O conjunto garante uma aceleração gradual e mais esperta que a dos 75 cv e 13,8 kgfm do Dolphin Mini. Os 41 cv de diferença se refletem no desempenho, visto que o BYD cumpre o zero a 100 km/h em longos 14,5 s, mesmo sendo 61 kg mais leve que o rival (1.239 kg contra 1.300 kg). 
Vão livre maior do BYD Dolphin Mini ajuda em lombadas
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Ambos são espertos na cidade, ainda que o Geely tenha uma dinâmica melhor. Nas retomadas, por exemplo, o estreante supera com fôlego o rival, com destaque para a prova de 60 km/h a 100 km/h, feita em 5 s. O BYD, por sua vez, precisou de 8,3 s. A distância em relação ao solo tem diferença de 5 cm (11 cm para o BYD e 16 cm para o Geely), e isso se reflete muito no momento de passar por lombadas, valetas e outros obstáculos urbanos.
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Por outro lado, o Dolphin Mini surpreende na ergonomia, graças aos ajustes elétricos e à possibilidade de alterar a profundidade do volante. Confesso que não sou muito fã de banco inteiriço (presente nos dois), por achar desconfortável para ajustar uma boa posição para a cabeça, mas o do BYD é mais agradável.
Do lado direito, o espaço na segunda fileira do Geely EX2 Pro e, do direito, o do BYD Dolphin Mini 
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Caso você não saiba, a Geely é parceira da Renault no Brasil, o que ajudou na hora de tropicalizar a suspensão do EX2, que tem um ajuste mais acertado em virtude da experiência de uma marca que conhece bem o público brasileiro. Porém, admito que esperava um pouco mais de firmeza, pois senti que o hatch balança bastante — mesmo com um conjunto mais refinado, com suspensão traseira multilink. 
Mas aí vem a surpresa. Embora a suspensão traseira do Dolphin Mini seja por eixo de torção, a BYD cumpriu sua promessa de fazer ajustes mais do que necessários para deixar o carro mais confortável, corrigindo seu principal alvo de críticas. A fabricante não fala exatamente no que mexeu, mas a diferença é perceptível, já que o hatch ficou bem mais firme.
BYD Dolphin Mini GS é 41 cv menos potente que o rival da Geely 
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Os rivais, inclusive, têm algumas características parecidas, como o pedal do freio sensível. O do Geely, contudo, é mais alongado: é preciso pisar mais fundo para parar o carro por completo. Mas esse detalhe não se reflete na capacidade de frenagem, uma vez que o EX2 se sai muito bem. De 100 km/h a zero, por exemplo, a diferença em nosso teste de frenagem foi de 1 metro (veja na ficha técnica).
Como estamos falando de carros elétricos, nada mais justo do que encerrar com os números de consumo. Com uma bateria de 39,4 kWh, o Geely EX2 tem autonomia declarada de 289 km, segundo o Inmetro. Já o Dolphin Mini vem com uma bateria de 38 kWh, que possibilita rodar 280 km com apenas uma carga. Isso mostra que, mesmo com pouca diferença na capacidade, o EX2 tem um alcance maior. Ainda sim, nossas médias de consumo ficaram bem próximas — o modelo da Geely se saiu ligeiramente melhor, principalmente na estrada.
Geely EX2 Pro 2026 é mais potente e tem melhor desempenho que o BYD Dolphin Mini 
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O tempo de “recarga de energia” também favorece o novato. O EX2 aceita cargas rápidas de até 70 kW, indo de 30% a 80% em apenas 21 minutos. Já o Dolphin Mini limita-se a 40 kW, e precisa de 30 minutos para recuperar o mesmo nível de carga. 
Olho no lance
Antes de anunciarmos o vencedor, é importante falar de mercado. No primeiro bimestre deste ano, o EX2 vendeu 1.124 unidades, contra 7.723 do Dolphin Mini. Mesmo com vendas abaixo do rival, o Geely fez tanto sucesso que o estoque inicial de lançamento se esgotou antes de atender à demanda, o que fez com que os números caíssem de forma significativa em fevereiro, para menos de 200 vendas, exigindo da marca uma corrida contra o tempo para trazer mais carros para o Brasil. 
BYD Dolphin Mini GS (esquerda) é mais equipado que o rival Geely EX2 Pro (direita)
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O sucesso não acontece à toa, já que o estreante entrega performance, bom espaço interno e porta-malas mais espaçoso, além de revisões e seguro mais em conta. O Dolphin Mini ficou longe de fazer feio: é mais equipado e tem melhor ajuste de suspensão por um preço ligeiramente menor. Entretanto, no último lance de dados e contando os pontos extras, é o EX2 que leva a grande vitória nessa partida.
Mas pense bem, pois a BYD prepara atualizações importantes para o Dolphin Mini, como a implementação de um LiDar com tecnologias avançadas de direção autônoma, até pouco tempo reservado apenas para carros de luxo. Que venham as próximas rodadas. 
VENCEDOR: Geely EX2
Geely EX2 Pro vence o comparativo pelo custo-benefício 
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O Geely EX2 termina o jogo como vencedor pelo melhor desempenho, o que é ajudado pelos 41 cv a mais, além da performance nas retomadas e frenagens. Pontos como espaço interno, volume do porta-malas e custos mais em conta de seguro e revisões pesaram, tornando o modelo mais atrativo do que o rival. 
Seu bolso
*Cesta de peças: Retrovisor direito, farol direito, para-choque dianteiro, lanterna traseira direita, filtro de ar (elemento), filtro de ar do motor, jogo de quatro amortecedores, pastilhas de freio dianteiras, filtro de óleo do motor e filtro de combustível (se aplicável)  
**Seguro: O valor é uma média entre as cotações das principais seguradoras do país com base no perfil padrão de Autoesporte, sem bônus
Teste
Dados da montadora
Itens
Notas
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Nesta lista, separamos cinco opções de sedãs médios usados que custam abaixo do pedido por um EX2 Pro (R$ 123.800), todas anunciadas no site do Mercado Livre. Os valores mencionados ao longo do texto foram consultados durante o processo de apuração e elaboração da matéria, no mês de março de 2026. Veja, a seguir, mais informações sobre cada um dos modelos listados.
1. Honda Civic — a partir de R$ 71 mil
O Honda Civic com motor 1.8 aspirado a gasolina gera 140 cv de potência e 17,7 kgfm de torque
Divulgação/Honda
O primeiro da lista é velho conhecido do segmento de sedãs médios: o Honda Civic. Mundialmente conhecido, teve múltiplas versões no Brasil, e mesmo as atuais (e-HEV e Type R) passam bem longe de custar o mesmo que um elétrico de entrada. Contudo, a antiga topo de linha LXS dá conta do recado, com seu motor 1.8 aspirado a gasolina de 140 cv e 17,7 kgfm, junto do câmbio automático (ou manual), ambos de cinco marchas.
O sedã mede 2,67 m de entre-eixos e tem porta-malas de 449 litros, então espaço não será problema. No Mercado Livre, há exemplares do Civic LXS (de 2014 em diante) a partir dos R$ 71 mil, com itens de série como ar-condicionado digital, direção elétrica, piloto automático, volante multifuncional, controle de estabilidade, airbags frontais/laterais e rodas de liga aro 16.
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2. Toyota Corolla — a partir de R$ 74.900
O Toyota Corolla Altis tem porta-malas de 470 litros
Divulgação/Toyota
Outro sedã médio veterano no orçamento de um Geely EX2 é o Toyota Corolla. Eterno rival do Civic no segmento, o modelo se destaca pela mecânica robusta, com o motor 2.0 Flex de até 153 cv e 20,7 kgfm, sempre junto do câmbio automático do tipo CVT. Tem entre-eixos de 2,70 m e porta-malas de 470 litros.
Na plataforma do Mercado Livre, espere encontrar unidades da versão topo de linha Altis (2017 em diante) a partir de R$ 74.990. Nelas, os itens de série são bancos em couro, ar digital, chave presencial, partida por botão, central multimídia, câmera de ré, controle de estabilidade e sete airbags.
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3. Volkswagen Jetta — a partir de R$ 84.900
O Volkswagen Jetta 250 TSI conta com entre-eixos de 2,68 m
Divulgação/Volkswagen
O Volkswagen Jetta segue firme como sedã médio da marca até hoje, mas na pele da apimentada GLi. Para quem tem um padrão mais discreto e dispensa a esportividade, a versão 250 TSI já responde ao que a lista exige. O sedã nessa configuração “civil” usa o motor 1.4 turbo flex de 150 cv e 25 kgfm, sempre com o câmbio automático de seis marchas. Em matéria de espaço, tem porta-malas de 510 litros, o maior da lista, e entre-eixos de 2,68 m.
Pelo sedã da Volkswagen, espere encontrar, no Mercado Livre, anúncios a partir de R$ 84.900 (unidades 2018-2019). Nas versões 250 TSI, espere encontrar itens de série como ar-condicionado digital, central multimídia com Android Auto/CarPlay, controle de estabilidade, freio eletrônico, piloto automático, seis airbags e rodas aro 17.
4. Chevrolet Cruze — a partir de R$ 102.900
O Chevrolet Cruze Premier possui itens de série como Wi-Fi nativo, central multimídia MyLink e ar digital
Auto Esporte
O Chevrolet Cruze segurou firme dois segmentos enquanto pode: sedãs e hatches médios, mas aqui concentremo-nos na primeira. Focando na versão topo de linha Premier, o motor 1.4 turbo flex entrega até 153 cv e 24,5 kgfm, sempre junto do câmbio automático de seis marchas. Assim como o Corolla, tem entre-eixos de 2,70 m, mas o porta-malas é menor: 440 litros.
No Mercado Livre, existem unidades do Cruze Premier partindo de R$ 102.900. Além do espaço e do visual moderno, espere encontrar itens de série como Wi-Fi nativo, central multimídia MyLink, ar digital, bancos em couro, chave presencial, seis airbags, controle de estabilidade e assistente de estacionamento.
5. Nissan Sentra — a partir de R$ 106.890
O Nissan Sentra Advance é equipado com câmbio automático do tipo CVT
Divulgação/Nissan 
O Nissan Sentra há tempos “não tem cara de tiozão”, com visual atualizado e moderno. A mecânica 2.0 aspirada pode parecer ultrapassada, mas é segura e tem seus fieis seguidores. O motor entrega 151 cv e 20 kgfm, junto do câmbio automático do tipo CVT. Seu entre-eixos é de 2,71 m e seu porta-malas mede 466 litros.
Central multimídia com CarPlay/Android Auto, ar digital dual zone, piloto automático adaptativo, frenagem autônoma, alerta de ponto cego, seis airbags e câmera 360° são itens de série encontrados na versão topo de linha Advance. No Mercado Livre, você encontra exemplares (2012-2013) a partir de R$ 106.890.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a março de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/aTLIduPKT0KXwvm4js_03JtzbFM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/s/E/qL4pZ6SlAEeC1NJSeouw/honda-civic-sedan-2.jpeg" medium="image"/>   <media:description>O Honda Civic com motor 1.8 aspirado a gasolina gera 140 cv de potência e 17,7 kgfm de torque</media:description>   <media:credit>Divulgação/Honda </media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:44:15 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Toyota Yaris Cross segue com fila de espera de até 3 meses</title>  <atom:subtitle>Prazo de entrega é maior para as versões híbridas flex (HEV) de até 111 cv; fila varia a depender de versão e cor</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/04/toyota-yaris-cross-segue-fila-espera-ate-3-meses.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/setor-automotivo/mercado-automotivo/noticia/2026/04/toyota-yaris-cross-segue-fila-espera-ate-3-meses.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ko5iYh_LUOIdoK12bPCCtjsZorw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/R/v/rGRRnDTsCKDCaNYrLveA/toyota-yaris-cross-xrx-hybrid.jpg" /><br /> ]]>    O Toyota Yaris Cross é a aposta da marca para o segmento dos SUVs compactos no Brasil e, desde sua estreia em novembro de 2025, apresenta fila de espera. Em janeiro deste ano, concessionárias pediam um prazo de até três meses a depender da versão. E em uma nova consulta feita por Autoesporte neste mês de abril, a fila de espera de até 90 dias permanece, principalmente para as opções equipadas com o conjunto híbrido flex de 111 cv de potência. Inclusive sequer há carros no showroom de algumas lojas.
Consultamos lojas da Toyota em diversos estados do país — São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Curitiba — que informaram que as opções híbridas plenas (HEV) são as mais buscadas, enquanto as configurações a combustão têm maior disponibilidade. Na maioria das concessionárias, as versões flex podem ser recebidas já no mês seguinte após a compra, ou em até no máximo 30 dias. Algumas têm a pronta entrega, ainda mais nas cores Preto Infinito, Azul Netuno e Cinza Granito. 
Algumas unidades consultadas disseram que as versões XRE e XRX híbridas tem um prazo de entrega que varia de 60 a 90 dias, ainda mais na versão topo de linha que oferece itens como câmeras 360° e teto solar. Autoesporte chegou a encontrar duas XRE híbridas a pronta entrega, uma na cor azul e outra na cor Vermelho Granada. O preço em todas as lojas segue rigorosamente o valor de tabela divulgado pela Toyota (veja ao final a lista completa).
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Cor vermelha exige encomenda
De acordo com os lojistas, alguns tons como Preto Netuno e Prata Lua Nova tem maior oferta, enquanto outros tem menor disponibilidade, como o próprio vermelho. Este último, por exemplo, precisa de encomenda em praticamente todas as concessionárias consultadas, o que resulta em um tempo de espera maior. O mesmo acontece com as configurações bicolores, ou seja, com o teto preto.
Toyota Yaris Cross XRX Hybrid é versão topo de linha do SUV compacto com conjunto híbrido flex 
Renato Durães/Autoesporte
Importante dizer que, no acumulado da Fenabrave até março de 2026, o Toyota Yaris Cross vendeu 4.471 unidades. Esse número o coloca em 32° lugar no ranking de vendas. A reportagem procurou a marca japonesa, que deu o seguinte posicionamento:
“A Toyota confirma que o Yaris Cross registra uma demanda acima da prevista inicialmente, reflexo da forte aceitação do modelo no mercado brasileiro. A empresa vem buscando adequar seus volumes para suprir a recepção positiva do mercado. A marca segue atenta à demanda do mercado e às necessidades dos clientes, sempre mantendo o seu DNA de qualidade, durabilidade e confiabilidade" - Toyota
Toyota Yaris Cross vende mais que WR-V e Corolla Cross em mês de estreia
Toyota Yaris Cross: conheça a única diferença visual do híbrido para o flex
Preços e versões do Toyota Yaris Cross
O Toyota Yaris Cross surgiu como um dos carros híbridos mais baratos do Brasil. Até então, a fabricante ia promover um reajuste na tabela de valores após o fim da pré-venda, mas voltou atrás. Ao todo, são cinco versões, sendo que a de entrada, batizada de XR, está disponível apenas para o público PCD. Confira: 
Toyota Yaris Cross XR (apenas público PCD): R$ 151.990
Toyota Yaris Cross XRE: R$ 161.390
Toyota Yaris Cross XRE Hybrid: R$ 172.390
Toyota Yaris Cross XRX: R$ 178.990
Toyota Yaris Cross XRX Hybrid: R$ 189.990
Versões mais caras do Toyota Yaris Cross trazem itens como teto solar panorâmico 
Renato Durães/Autoesporte
Toyota Yaris Cross: motor e consumo 
As opções de entrada do SUV compacto são equipadas com motor 1.5 aspirado flex de quatro cilindros com injeção direta de combustível. A unidade entrega até 122 cv de potência a 6.000 rpm e 15,4 kgfm de torque a 4.700 rpm, quando abastecida com etanol. Já o câmbio é automático do tipo CVT que simula sete marchas.
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Com esses dados técnicos, o Yaris Cross é um dos SUVs menos potentes do Brasil entre os principais rivais: apenas Nissan Kait 1.6, com 113 cv, Chevrolet Tracker 1.0 turbo, de 115,5 cv, e as versões de entrada do Hyundai Creta 1.0 turbo, de 120 cv, perdem para o Toyota. O Honda WR-V, que enfrentou o SUV japonês em um comparativo, oferece 126 cv. 
Motor híbrido do Toyota Yaris Cross rende 111 cv de potência combinada 
Renato Durães/Autoesporte
Potência ainda menor tem a variante híbrida plena flex (HEV). No caso, a combinação do motor 1.5 aspirado flex de 91 cv a 5.500 rpm e 14,5 kgfm a 4.800 rpm que trabalha em ciclo Atkinson com o elétrico de 80 cv e 14,5 kgfm vai resultar em 111 cv combinados.
Medidas do Toyota Yaris Cross 
O que vai mudar nas versões HEV é que o consumo é ótimo: 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada com gasolina, o que faz dele o SUV compacto mais econômico do Brasil. Com etanol os números são os seguintes: 15,3 km/l em ciclo urbano e 10,8 km/l em rodoviário. O tanque de combustível das variantes eletrificadas tem capacidade para 36 litros. 
As opções a combustão (XR, XRE e XRX), com gasolina no tanque, rodam 12,6 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada, de acordo com o Inmetro. Com etanol, os números são de 8,8 km/l e 10,2 km/l, respectivamente. O tanque tem capacidade para 42 litros.
Toyota Yaris Cross XRX Hybrid é uma das versões mais buscadas, segundo concessionários 
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Confira todos os itens de cada versão abaixo:
Toyota Yaris Cross XRE (R$ 161.390): seis airbags, alerta e assistência de mudança de faixa, sensor de estacionamento traseiro, faról alto automático, controle de estabilidade e tração, câmera de ré, frenagem autonôma de emergência, painel de instrumentos de 7 polegadas, central multimídia de 10 polegadas, rodas de 17 polegadas, freio de estacionamento eletrônico, carregador de celular por indução.
Toyota Yaris Cross XRE Hybrid (R$ 172.390): seis airbags, alerta e assistência de mudança de faixa, sensor de estacionamento traseiro, faról alto automático, controle de estabilidade e tração, câmera de ré, frenagem autonôma de emergência, painel de instrumentos de 7 polegadas, central multimídia de 10 polegadas, rodas de 17 polegadas, freio de estacionamento eletrônico, carregador de celular por indução.
Toyota Yaris Cross XRX (R$ 178.990): todos os equipamentos da versão XRE + alerta de tráfego cruzado, sensor de estacionamento dianteiro, teto panorâmico, alerta de ponto cego, câmera 360º e rodas de 18 polegadas.
Toyota Yaris Cross XRX Hybrid (R$ 189.990): todos os equipamentos da versão XRE Hybrid + alerta de tráfego cruzado, sensor de estacionamento dianteiro, teto panorâmico, alerta de ponto cego, câmera 360º e rodas de 18 polegadas.
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Autoesporte conheceu o protótipo do novo modelo durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), onde descobrimos diversas características sobre o projeto.
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Confira abaixo o que já sabemos sobre a BYD Mako, que deve estrear em setembro de 2026:
1) Origem do nome BYD Mako
Capacidades da caçamba e de reboque ainda são mantidos em segredo
Vitória Drehmer/Autoesporte
A picape média da BYD para o Brasil é a Shark, lançada em 2024. A palavra “Shark” significa tubarão em inglês — então, para batizar este novo modelo intermediário, a marca chinesa fez referência a uma raça deste predador marinho. 
O tubarão-mako é considerado o mais veloz da espécie, tendo a capacidade de nadar a 70 km/h. Daí vem o nome da nova picape intermediária. E não é de hoje que a BYD faz homenagens aos animais marinhos ou que habitam os litorais: nomes como Seagull (gaivota), Dolphin (golfinho), Seal (lobo-marinho), Sealion (leão-marinho) e Frigate (fragata) são outros exemplos da família Ocean.
Nome da BYD Mako faz referência a uma raça de tubarão
Vitória Drehmer/Autoesporte
Vale lembrar que, além de Shark e Mako, a BYD está desenvolvendo outras três picapes para o Brasil. Uma delas será concorrente da Strada, enquanto a outra será uma caminhonete média num segmento abaixo da Shark, para disputar com Ford Ranger e Toyota Hilux. Já o terceiro modelo deve ser ainda maior do que a Shark, atingindo o segmento que hoje é dominado pela Ram.
2) BYD Mako terá o mesmo motor flex do Song Pro
Motor flex do Song Pro vai marcar presença na BYD Mako
Cauê Lira/Autoesporte
Outro fato interessante que nossa reportagem descobriu durante a Agrishow diz respeito ao conjunto híbrido que irá equipar a Mako: será o mesmo do Song Pro flex.
Então, abaixo do capô está o motor 1.5 aspirado de quatro cilindros, com injeção multiponto, capaz de desenvolver 98 cv de potência e 12,4 kgfm. Aliado ao motor elétrico alimentado pela bateria de 12,9 kWh, os números combinados sobem para 223 cv de potência e 40,8 kgfm de torque. Os números podem mudar ligeiramente na nova picape, vale lembrar.
O câmbio automático do tipo DHT tem uma marcha e múltiplas relações, transferindo a força dos motores somente ao eixo dianteiro. Mas a BYD não vai parar aí…
3) Versão 4x4 está confirmada na BYD Mako
Isso porque, além deste conjunto mecânico com tração dianteira, descobrimos em outubro de 2025 que a Mako terá uma versão 4x4. É uma opção mecânica que não se faz presente no Song Pro, o que nos faz levantar hipóteses.
A BYD pode manter este conjunto híbrido plug-in baseado no motor 1.5 aspirado do Song Pro, instalando apenas um motor elétrico traseiro. Neste caso, para suportar maiores transferências de energia, uma bateria de maior capacidade também pode surgir. 
Nesta configuração, a picape poderia rodar em modo totalmente elétrico graças à tração elétrica nos dois eixos. E, como a instalação de um cardã que transfere a força do motor a combustão ao eixo traseiro é improvável, a Mako teria uma condução predominantemente elétrica.
4) BYD Mako terá suspensão traseira multilink
BYD Mako terá suspensão mais voltada ao conforto do que ao transporte de carga
Vitória Drehmer/Autoesporte
O protótipo exibido na Agrishow revela que a BYD Mako tem suspensão independente McPherson no eixo dianteiro e o arranjo multilink montado nas rodas traseiras. Portanto, deve ser o mesmo conjunto do Song Pro, com reforços estruturais nas molas e nos amortecedores para aguentar o peso extra na caçamba.
Assim, cada roda da BYD Mako se move de forma independente, otimizando o contato com o solo e proporcionando melhor dirigibilidade. No entanto, provavelmente a sua capacidade de carga não chegará a ser surpreendente. 
5) O interior da BYD Mako será igual ao do Song Pro
Interior da BYD Mako vazou e revela design semelhante ao do Song Pro
Reprodução/Auto Home
Embora o protótipo da BYD Mako na Agrishow seja bem rústico, com a função de apenas despertar curiosidade no público, fotos divulgadas pelo site chinês Auto Home revelam como será a cabine. 
A disposição do painel de instrumentos digital e a central multimídia são iguais aos do Song Pro. A tela central deve manter o tamanho de 15,6”, mas há chances de não ter mais a função giratória. O acabamento deve seguir o mesmo padrão do SUV, que é muito bem feito.
6) Rodas da BYD Mako são de 18 polegadas
Agora sabemos as medidas dos pneus da BYD Mako. Já o formato das rodas permanece em segredo
Vitória Drehmer/Autoesporte
O protótipo da Agrishow tem pneus nas medidas 235/60 R18. Como a BYD tem a tradição de oferecer apenas uma opção de roda para todas as configurações de um carro, é provável que a Mako siga este mesmo caminho. Como curiosidade, atualmente a Fiat Toro oferece rodas dos aros 17 ou 18, a depender da versão.
7) BYD Mako terá reboque
A imagem da região inferior da picape revela que há um engate instalado na parte traseira. Dessa forma, a Mako terá capacidade de reboque para transportar carretinhas ou jet-skis, mas os resultados ainda não foram divulgados pela BYD. Certamente haverá uma limitação de peso caso a caçamba já esteja cheia. 
Pode parecer óbvio que uma picape seja capaz de receber engate para reboque. No entanto, a Chevrolet Montana só recebeu o recurso recentemente, na linha 2026.
8) Os equipamentos da BYD Mako
Amortecedores de caçamba, sensores de estacionamento e câmera 360° marcam presença na BYD Mako
Vitória Drehmer/Autoesporte
Outro fato interessante sobre a Mako diz respeito ao mecanismo de abertura e fechamento da tampa da caçamba, onde a BYD instalou um amortecedor a gás. Dessa forma, basta pressionar o botão de abertura, pois não há necessidade de segurá-la ou o risco da tampa despencar. 
Só que a capacidade da caçamba da nova BYD Mako ainda não foi revelada. Tampouco temos informações como comprimento, largura e a distância entre-eixos da nova picape.
BYD Mako promete ser bem completa neste segmento
Vitória Drehmer/Autoesporte
O protótipo ainda mostra que a BYD Mako terá tanto os sensores de estacionamento dianteiros quanto câmera 360°. Logo, a central multimídia exibe uma projeção do alto da picape, facilitando o acesso a vagas apertadas. É um recurso oferecido em outros carros da marca, como no próprio Song Pro.
9) Preço estimado da BYD Mako fica entre R$ 200 mil e R$ 220 mil
Autoesporte descobriu durante a Agrishow que o preço estimado da BYD Mako de entrada ficará entre R$ 200 mil e R$ 220 mil. Por este valor, a picape ficará posicionada no patamar da Fiat Toro nas versões Ultra 1.3 turbo (R$ 202.490) e Volcano 2.2 turbodiesel (R$ 217.490). 
10) Produção nacional da BYD Mako está confirmada
Fábrica da BYD em Camaçari (BA) vai produzir a BYD Mako em algum momento; até lá, a picape será importada
Divulgação/BYD
Por sua importância neste segmento de volume, a BYD vai produzir a Mako em Camaçari (BA) ao lado de Song Pro, Dolphin, King e outros modelos. No entanto, conforme apurado pela reportagem, as vendas devem começar em setembro com a picape sendo importada da China.
Então, a Mako ainda não será uma picape nacional quando chegar ao Brasil. O processo de nacionalização acompanhará um cronograma próprio, assim como outros carros da marca que também viajaram de navio antes do início da produção em Camaçari.
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A lista a seguir reúne cinco carros entre os mais anunciados na plataforma, com propostas distintas que vão de hatch compacto a picape compacta. A ideia é mostrar opções que aparecem com frequência e que podem atender diferentes perfis de uso, sempre considerando desempenho, consumo e equipamentos.
Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Fiat Palio — a partir de R$ 36.900
O Fiat Palio Sporting é equipado com motor 1.6 flex que entrega até 117 cv e 16,8 kgfm
Divulgação/Fiat
O Fiat Palio de segunda geração se destacou como um dos hatches compactos mais vendidos do Brasil, com proposta urbana e manutenção acessível. Equipado com motor 1.6 flex, entrega até 117 cv e 16,8 kgfm, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. O consumo pelo Inmetro fica em torno de 7,4 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina pode alcançar cerca de 12,4 km/l na estrada. O entre-eixos de 2,42 m prioriza a agilidade no trânsito urbano, enquanto o porta-malas leva 280 litros.
No Mercado Livre, há unidades anunciadas a partir de R$ 36,9 mil, principalmente entre 2013 e 2016. A versão Sporting é a mais interessante nessa faixa e inclui airbags frontais, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, além de rodas de liga leve, volante multifuncional e sistema de som com conectividade. É uma opção racional para quem busca baixo custo de manutenção e uso diário simples.
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2. Volkswagen Gol — a partir de R$ 56.900
O Volkswagen Gol possui entre-eixos de 2,47 metros
Divulgação/Volkswagen
O Volkswagen Gol em sua fase final manteve a proposta de hatch compacto com mecânica atualizada e ampla rede de assistência. Equipado com motor 1.6 MSI flex, entrega até 120 cv e 16,8 kgfm, podendo vir com câmbio automático de seis marchas. O consumo pelo Inmetro fica próximo de 7,8 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina pode chegar a cerca de 13,5 km/l na estrada. O entre-eixos de 2,47 m garante bom equilíbrio entre espaço e dirigibilidade, com porta-malas de 285 litros.
Unidades aparecem anunciadas a partir de R$ 56 mil na plataforma, especialmente a partir de 2022. As versões com câmbio automático trazem airbags frontais, ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, além de central multimídia com conectividade. É uma opção interessante para quem busca um carro mais recente, com manutenção simples e boa liquidez.
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3. Honda Fit — a partir de R$ 57.900
O Honda Fit EXL é vendido a partir de R$ 57 mil no Mercado Livre
Dibulgação/Honda
O Honda Fit de terceira geração se destaca pela versatilidade e pelo bom aproveitamento interno. Equipado com motor 1.5 flex de até 116 cv e 15,3 kgfm, pode vir com câmbio manual de cinco marchas ou automático CVT. O consumo pelo Inmetro fica em torno de 8,3 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina pode chegar a cerca de 14 km/l na estrada. O entre-eixos de 2,53 m favorece o espaço interno, enquanto o porta-malas leva 363 litros.
Há anúncios a partir de R$ 57 mil no Mercado Livre, normalmente entre 2015 e 2018. A versão EXL se destaca por trazer os seguintes itens na lista de equipamentos: airbags frontais e laterais, ar-condicionado automático, direção elétrica, bancos em couro, central multimídia e câmera de ré. 
4. Toyota Corolla — a partir de R$ 71.900
O Toyota Corolla XEi 2015 conta com porta-malas de 470 litros
Divulgação/Toyota 
O Toyota Corolla é um dos sedãs médios mais procurados do mercado de usados, conhecido pela confiabilidade e conforto. O modelo utiliza motor 2.0 flex de até 154 cv e 20,7 kgfm, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT. O consumo pelo Inmetro fica em torno de 7,2 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina pode alcançar cerca de 12,6 km/l na estrada. O entre-eixos de 2,70 m garante bom espaço interno, enquanto o porta-malas leva 470 litros.
No Mercado Livre, aparecem unidades a partir de R$ 71 mil, principalmente a partir de 2015. A versão XEi concentra boa parte das ofertas e traz airbags frontais, laterais e de cortina, ar-condicionado automático, direção elétrica, central multimídia, câmera de ré, controles de estabilidade e tração e piloto automático. 
5. Fiat Strada — a partir de R$ 84.990
A Fiat Strada Freedom tem capacidade de carga próxima de 650 kg
Divulgação/Fiat
A Fiat Strada de segunda geração consolidou a liderança entre as picapes compactas ao unir versatilidade e bom nível de tecnologia. Equipada com motor 1.3 flex de até 109 cv e 14,2 kgfm, utiliza câmbio manual de cinco marchas. O consumo pelo Inmetro fica em torno de 8,4 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol, enquanto com gasolina pode chegar a cerca de 14 km/l na estrada.
O entre-eixos de 2,73 m favorece o espaço interno na cabine dupla, a capacidade de carga fica próxima de 650 kg, o volume da caçamba é de cerca de 844 litros e o vão livre do solo gira em torno de 21 cm. Anúncios aparecem a partir de R$ 84 mil no Mercado Livre, geralmente a partir de 2021.
A versão Freedom cabine dupla é a mais comum e traz airbags frontais, ar-condicionado, direção elétrica, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, central multimídia e vidros e travas elétricas. É uma opção interessante para quem precisa de versatilidade para trabalho e uso familiar, sendo referência frente a rivais diretos.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/PUZOW6AOUqW3utzYXJ6h7ZzK-F0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/X/L/EC9cdlSsGt32vA4H8GgQ/toyota-corolla-2025-frente.jpg" medium="image"/>   <media:description>Toyota Corolla 2015</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:07:05 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Freelander 8 é SUV ‘ex-Land Rover’ com DNA da Chery e maior que o Defender</title>  <atom:subtitle>Novo SUV é versão de produção do Concept97 e o primeiro lançamento da nova marca criada pela Land Rover em parceria com a Chery</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/freelander-8-land-rover-dna-chery-maior-que-defender.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/freelander-8-land-rover-dna-chery-maior-que-defender.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ZOuOM4hd8udSodPUacIdKY5iTR8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/y/AQAvuRTHukVARelP1Zxw/freelander-8.jpg" /><br /> ]]>    Criada pela Land Rover em parceria com a Chery, a nova marca de SUVs de luxo Freelander, sediada na China, acaba de apresentar o primeiro veículo de seu portfólio. Batizado de Freelander 8, o modelo é a versão de produção do Concept97 e aposta em atributos como design e tecnologia para abrir caminhos para a nova fabricante. As vendas serão iniciadas no segundo semestre, começando pela China e logo depois em mercados globais.
Fiel ao design do conceito, o Freelander 8 aposta em linhas quadradas e robustas com clara inspiração nos carros da Land Rover. A frente exibe faróis retangulares e para-choque imponente, enquanto a traseira aposta em lanternas pequenas posicionadas no canto da carroceria. De perfil, o formato da coluna D guarda semelhança direta com o Freelander de primeira geração na versão de duas portas, fazendo referência direta ao SUV que deu nome à marca.
Freelander 8 é maior que o Land Rover Defender 110
Divulgação
As medidas oficiais ainda não foram reveladas, mas como comparação o Concept97 apresentado no início do mês mede 5,10 metros de comprimento e mais de 3 metros de distância entre-eixos. A imprensa da China confirma desde já que o Freelander 8 é mais comprido, mais alto e mais largo que um Land Rover Defender 110, que mede 4,76 m de comprimento.
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A plataforma adotada pelo modelo, batizada de iMAX, foi desenvolvida para suportar motores totalmente elétricos (BEV), conjuntos híbridos plug-in (PHEV) e sistemas híbridos em série (REEV). A arquitetura elétrica é de 800 volts e o sistema de baterias foi desenvolvido em conjunto com a CATL, apresentando uma capacidade de carregamento de pico de 350 kW e desempenho de carregamento de até 6C. 
Grafia 'Freelander' é destaque na tampa do porta-malas
Divulgação
O pacote tecnológico do Freelander 8 inclui um sistema de assistência inteligente à condução da Huawei (ADS 5) e um sistema LiDAR de 896 linhas. Destaque também para um sistema inteligente i-ATS, que integra dados de LiDAR e de câmeras binoculares para reconhecimento do terreno e planejamento da estratégia de condução.
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Como nasceu a marca Freelander
Enquanto marca, a Freelander surge como uma espécie de evolução da joint-venture mantida entre Land Rover e Chery no mercado chinês há mais de uma década. As empresas controladoras explicam que a nova fabricante  representa um “novo modelo de cooperação” e combina a herança tradicional de luxo da marca britânica com as novas tecnologias de eletrificação da chinesa.
Freelander 8 tem design inspirado nos carros da Land Rover
Divulgação
Na prática, a Freelander atuará de forma independente das famílias Range Rover, Defender e Discovery da Land Rover, bem como da própria Jaguar. Além disso, terá portfólio separado das linhas de produtos atuais da Chery. Os novos veículos da marca serão desenvolvidos a partir de Xangai, na China, onde a empresa será sediada, com a colaboração de equipes de design de Gaydon, no Reino Unido.
Land Rover Freelander Hardback inspirou design do Freelander 8
Divulgação
Após estrear na China no segundo semestre, a Freelander planeja alcançar outros mercados em uma rápida estratégia de expansão global. Com metas ambiciosas, a marca planeja lançar um novo veículo a cada seis meses em um primeiro momento e totalizar seis novos carros nos próximos cinco anos.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/ZOuOM4hd8udSodPUacIdKY5iTR8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/E/y/AQAvuRTHukVARelP1Zxw/freelander-8.jpg" medium="image"/>   <media:description>Freelander 8 é o primeiro lançamento da nova marca</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:57:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Chevrolet S10 Trail Boss é nova versão com preparação para off-road</title>  <atom:subtitle>Picape média tem suspensão reforçada, novos pneus e motor 2.8 turbodiesel com 207 cv de potência; já o SUV Trailblazer recebeu versão Midnight no topo de sua gama</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/chevrolet-s10-trail-boss-nova-versao-lancamento-equipamentos-motor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/lancamentos-de-carros/noticia/2026/04/chevrolet-s10-trail-boss-nova-versao-lancamento-equipamentos-motor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bSp9ba_mk5S0636WvZo5HWBVI0U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/q/P/CSG9N7RXKp0GGigoRQwg/chevrolet-s10-trail-boss-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    Embarcando na onda das picapes médias aventureiras, a General Motors acabou de apresentar a Chevrolet S10 Trail Boss, configuração voltada ao off-road. A caminhonete, que se baseia em uma versão já existente da picape Colorado nos Estados Unidos, foi revelada oficialmente durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Outro modelo que marca presença no evento é o Trailblazer na inédita versão Midnight.
Começando pela S10, a nova versão Trail Boss ficará posicionada entre as configurações Z71 e LTZ,  e tem o objetivo de proporcionar uma condução robusta para encarar terrenos mais desafiadores. Para isso, traz preparação exclusiva.
Chevrolet S10 Trail Boss está sendo exibida na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP)
Divulgação
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Seu preço ainda não foi divulgado, mas já sabemos que, abaixo do capô, a S10 Trail Boss traz o mesmo motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros que equipa as demais versões. Atualizada no ano passado, a unidade entrega 207 cv de potência e 52 kgfm de torque, com câmbio automático de oito marchas. A tração é 4x4. 
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O conjunto de suspensão (molas e amortecedores) foi recalibrado para aprimorar a robustez da picape. Já os pneus, nas medidas 265/60 R18, são da linha Pirelli Scorpion All-Terrain, que proporciona alta tração em múltiplas superfícies. 
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Segundo a GM, os "ombros" dos pneus foram reforçados para melhorar a aderência em terrenos como cascalho, areia e lama. Para acompanhar a novidade, as rodas são exclusivas da versão Trail Boss. O vão livre do solo passa a ser de 25 cm com a adoção da nova suspensão Ironman. Já o ângulo de ataque é de 32°, de acordo com a fabricante. 
Rodas da Chevrolet S10 Trail Boss foram desenhadas exclusivamente para essa versão
Vitória Drehmer/Autoesporte
A dianteira traz adereços na cor preto brilhante e o logotipo da Chevrolet também surge escurecido. Estribo lateral, santantônio e protetor de caçamba completam o pacote visual. Os apoios de cabeça dos bancos receberam as inscrições "Trail Boss". A S10 Trail Boss chega às lojas em uma cor exclusiva de lançamento: Prata Shark Skin. 
Adesivos compõem o visual traseiro da Chevrolet S10 Trail Boss
Vitória Drehmer/Autoesporte
O pacote de equipamentos inclui seis airbags (duplo frontal, duplo lateral e de cortina), acendimento automático dos faróis, alerta de pressão dos pneus, central multimídia de 11″ com Android Auto e Apple CarPlay (por fio), volante com regulagem de altura e profundidade, controles eletrônicos de tração e estabilidade, controle de oscilação de trailer e reboque (TSC), assistente de descida e rampa, direção elétrica progressiva, seletor eletrônico de tração, espelhos retrovisores externos elétricos e DLRs em LED.
Cabine da Chevrolet S10 Trail Boss é a mesma de outras versões, com algumas diferenças
Vitória Drehmer/Autoesporte
Chevrolet Trailblazer Midnight
Chevrolet Trailblazer Midnight tem visual aventureiro e muitos itens estéticos
Vitória Drehmer/Autoesporte
A outra novidade da GM na Agrishow é o lançamento do Trailblazer na versão Midnight. Baseada na configuração High Country, o modelo chega para ocupar o topo da gama e terá um lote de 100 unidades.
As novidades incluem o logotipo preto da Chevrolet, extensor do para-choque com iluminação de LED, gancho de reboque, rodas de 18 polegadas com pneus Pirelli Scorpion All-Terrain, suspensão Ironman e a cor Shark Skin. 
Chevrolet Trailblazer Midnight ainda não teve seu preço divulgado
Vitória Drehmer/Autoesporte
Quanto à mecânica, o Trailblazer Midnight traz o mesmo motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros da S10 Trail Boss. Portanto, desenvolve os mesmos 207 cv de potência e 52 kgfm de torque, com câmbio automático de oito marchas e tração 4x4.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/bSp9ba_mk5S0636WvZo5HWBVI0U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/q/P/CSG9N7RXKp0GGigoRQwg/chevrolet-s10-trail-boss-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>Chevrolet S10 Trail Boss</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:49:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Geely Coolray é SUV compacto com motor turbo que pode vir ao Brasil</title>  <atom:subtitle>SUV compacto da marca chinesa tem motor turbo e câmbio de dupla embreagem; veja detalhes</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/geely-coolray-suv-compacto-motor-turbo-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/geely-coolray-suv-compacto-motor-turbo-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/0nazxiZSjQVw9X-Pc9kdLrGFGm4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/C/8/hfZExdS2Kqlh1ZWOWQKA/geely-coolray-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    A Geely já sustenta um bom portfólio de eletrificados no Brasil, com a venda dos elétricos EX2 e EX5, além do recém-lançado híbrido plug-in (PHEV), o EX5 EM-i. Durante evento da marca em Hangzhou (China), Autoesporte conheceu as novas tecnologias e também alguns outros carros da marca chinesa. Entre eles, o SUV compacto batizado de Coolray, que chama a atenção pela boa lista de itens de série, linhas modernas e motor turbo. 
As chances deste modelo chegar ao nosso país são boas, com alta possibilidade de agitar o segmento de SUVs de entrada. Isso acontece porque, na China, ele se posiciona como um veículo de entrada, com preço de US$ 15 mil, o que na conversão direta e impostos fica em torno de R$ 150 mil. Qualidades para fazer sucesso, o SUV compacto da marca chinesa tem, resta saber se a Renault Geely apostará em modelo não eletrificados para expandir sua atuação no Brasil.
Geely Coolray é SUV compacto e brigar com Volkswagen Tera, Renault Kardian e companhia no Brasil 
Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Seja como for, a vinda do Coolray seria uma boa aposta ao mercado brasileiro, já que a marca confirmou a produção do EX5 híbrido, e o EX2, apesar de não ter anúncio oficial, também será montado em São José dos Pinhais (PR). Portanto, deixaria o SUV compacto com um bom volume para ser vendido inicialmente como importado. 
E, considerando a estratégia de nomes da Geely, é bem provável que o nome do SUV seja alterado para o Brasil. EX3 é um palpite, considerando o porte e posicionamento no mercado.
Geely EX5 pode dar origem a Renault híbrido que será produzido no Brasil
Geely EX5 EM-i, carro do vencedor do BBB26, é SUV híbrido de 262 cv
Vale lembrar que, durante o lançamento do EX5 híbrido, a Geely confirmou que terá um segundo lançamento em nosso país ainda em 2026. Até o momento, no entanto, não há qualquer tipo de confirmação, sendo que a identidade deste modelo permanece desconhecida, assim como outros detalhes como motorização. 
Geely Coolray tem bom acabamento interno 
Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Como é o SUV compacto da Geely? 
Sob o capô, há um motor 1.5 turbo a gasolina que entrega 174 cv de potência e 29,6 kgfm de torque. Já o câmbio é um automatizado de dupla embreagem de sete marchas com caixa banhada à óleo. Seu 0 a 100 km/h é feito em 7,6 segundos. 
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Os 2,60 metros de distância de entre-eixos oferecem espaço decente para dois ocupantes adultos nas extremidades. Apesar de o túnel central ser praticamente plano, o assento central é mais curto, prejudicando o conforto do ocupante adulto. A falta de espaço lateral também tira o conforto para três adultos. Além disso, o Coolray tem 4,38 metros de comprimento, 1,61 m de altura e 1,81 m de largura.
Geely Coolray traz motor 1.5 turbo a gasolina, sem qualquer tipo de eletrificação 
Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Suas medidas o credenciam a disputar clientes que hoje procuram SUVs de entrada e compactos, como Volkswagen Tera e T-Cross, Fiat Pulse e Fastback, Renault Kardian, Caoa Chery Tiggo 5X, GAC GS3, entre outros que atuam nos segmentos de acesso no Brasil. 
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O SUV tem desenho moderno com muitos vincos, fugindo das linhas óbvias dos produtos chineses. Na frente, o capô do Coolray tem vincos bem pronunciados e dois apliques em plástico que simulam entradas de ar. Os faróis são iluminados por luzes de LED, a grade principal é vazada, abrigando a logo da Geely. O para-choque tem desenho bem recortado e uma enorme entrada de ar na parte central, sem pintura, contornada por um acabamento prateado. 
Geely Coolray pode ter o nome alterado no Brasil para seguir a lógica da marca em nosso mercado
Marlos Ney Vidal/Autoesporte
De lado, a versão que a Autoesporte teve acesso tem rodas de 18 polegadas com acabamento em preto, calçadas com pneus de medidas 215/55 R18. As linhas laterais apostam vincos na altura das maçanetas e outro na parte inferior das portas. Apliques em plástico contornam os para-lamas e também todo o carro. 
A tampa do porta-malas do Geely Coolray também explora os vincos para fugir das linhas retilíneas. As lanternas são iluminadas por luzes de LED e interligadas por uma barra iluminada. O destaque fica pela saída dupla do escapamento.
Geely Coolray tem bancos de couro e acabamento correto
Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Já no acabamento interno, o plástico rígido é predominante, com presença de materiais sintéticos. No geral, o desenho é bem moderno e na unidade apresentada pela Geely, não foram notadas falhas de encaixe ou rebarbas de plástico. Quadro de instrumentos digital, central multimídia e volante multifuncional completam o pacote. Mas, o SUV fica devendo aletas para trocas de marchas manuais. 
O Geely Coolray tem console central elevado, alavanca de marchas no estilo joystick, freio de estacionamento eletrônico e porta-copos. Os bancos dianteiros tem abas laterais bem largas para segurar o corpo dos ocupantes, mas ajustes elétricos são exclusividades do motorista. O teto solar panorâmico poderá ser um chamariz de vendas, já que a maioria dos competidores do segmento não oferecem o item. 
Geely Coolray tem boa lista de equipamentos na China 
Marlos Ney Vidal/Autoesporte
Por fim, o SUV compacto tem farta lista de itens de segurança, entre eles estão freios à disco nas quatro rodas, com ABS e EBD, seis airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos ocupantes, entre outros equipamentos. O SUV também conta com itens de auxílio à condução como assistente de manutenção de faixa, detecção de ponto cego e controle de cruzeiro adaptativo.
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O novo foco dos investimentos será anunciado pelo CEO, Antonio Filosa, no plano estratégico de longo prazo da companhia. A expectativa é de que as novidades sejam reveladas em maio, em Detroit (EUA), com aumento substancial nos valores dedicados a Fiat, Jeep, Ram e Peugeot, de acordo com informações divulgadas pela agência Reuters.
As outras dez marcas do grupo Stellantis deverão receber uma fatia menor dos investimentos. Dessa forma, a diretriz será para desenvolver novos veículos utilizando as tecnologias e plataformas que já estarão presentes nos modelos das quatro principais marcas do grupo. O desenho externo será o grande diferencial das marcas menores.
Além disso, o foco das marcas menores será em mercados que elas já estão estabelecidas e são fortes, ou com algum potencial de crescimento. Fontes da Reuters revelaram que existem conversas para encerrar a operação das marcas menores e com baixo potencial de lucro. No entanto, Filosa acredita que é possível avançar em mercados regionais.
De acordo com um executivo interno da Stellantis, o sucesso do próximo plano de longo prazo depende menos da redução de marcas no portfólio e mais do uso estratégico de cada marca em diferentes mercados. Assim, será possível ganhar participação de mercado globalmente, sem enxugar o portfólio.
Ram é uma das marcas que receberão mais investimentos no próximo ciclo da Stellantis
Autoesporte
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As decisões que serão divulgadas no mês que vem e foram antecipadas pela Reuters, tem apoio de grandes acionistas do grupo. Inclusive, o maior acionista do grupo, a Exor, apoia a reestruturação nos negócios da companhia.
As novas diretrizes internas acontecem após a Stellantis registrar prejuízo global de 22,3 bilhões de euros (algo em torno de R$ 134,9 bilhões na conversão atual) no ano passado. 
Vendas por região
Em 2025 a Stellantis vendeu 1,9 milhão de unidades na Europa e a Peugeot correspondeu a 34% do total comercializado. Nos Estados Unidos, outro grande mercado da Stellantis, foram vendidos 1,3 milhão de veículos, com a Jeep representando 47% do total comercializado.
Stellantis tem sucessos "regionais" espalhados pelo mundo
Cauê Lira/Autoesporte
Com a forte concorrência das marcas chinesas na Europa, a participação da Stellantis tem caído desde 2021, quando o grupo tinha 20,2% do mercado europeu. No ano passado, essa fatia caiu para 14,3%. 
Movimento parecido aconteceu nos Estados Unidos, onde a Stellantis tinha 12,5% de market share em 2020 e, em 2025, esse porcentual caiu para 7,7%.
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Mais Lidas  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/69i6bYrs3Z5WxBjQNs3XIIEB3Hg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/f/1/qSFD0sTha5kDNaEwF1dw/fiat-fastback-peugeot-2008.jpg.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Fiat-Fastback-Peugeot-2008</media:description>   <media:credit>Renato Durães/Autoesporte</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 09:00:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 carros usados com câmbio automático de sete marchas a partir de R$ 73 mil</title>  <atom:subtitle>De sedã esportivo a SUV familiar, modelos com transmissões de sete marchas combinam desempenho, conforto e eficiência e aparecem com boa oferta no mercado de usados</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/04/carros-usados-cambio-automatico-sete-marchas-a-partir-de-r-73-mil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/usados-e-seminovos/noticia/2026/04/carros-usados-cambio-automatico-sete-marchas-a-partir-de-r-73-mil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LF5zp_F3laDX4onyys3z_SXZ50U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/i/F/v5KNAXRimpOLK9ZDCvvw/volkswagen-jetta-gli-dianteira.jpg" /><br /> ]]>    Os câmbios de sete marchas se tornaram cada vez mais comuns no mercado brasileiro, seja em transmissões automatizadas de dupla embreagem ou em caixas CVT com simulação de marchas. Na prática, esse tipo de solução melhora a eficiência energética, reduz o ruído em velocidades de cruzeiro e pode até contribuir para extrair mais desempenho do motor.
Neste levantamento, reunimos cinco carros usados e seminovos com esse tipo de transmissão disponíveis no Mercado Livre. A seleção vai de sedãs médios tradicionais a SUVs modernos, sempre com foco em versões bem equipadas e com bom custo-benefício dentro de suas propostas.
 Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração e produção da matéria, no mês de abril de 2026. Confira cada um dos modelos abaixo, em detalhes.
1. Toyota Corolla — a partir de R$ 73.900
O Toyota Corolla XEi com motor 2.0 flex aspirado entrega até 154 cv e 20,7 kgfm
Divulgação/Toyota 
A geração do Toyota Corolla lançada em 2015 manteve a receita clássica do sedã médio ao apostar em conforto, confiabilidade e dirigibilidade suave. A versão XEi é uma das mais equilibradas da linha, equipada com motor 2.0 flex aspirado de até 154 cv e 20,7 kgfm, sempre associado ao câmbio CVT com sete marchas simuladas. O consumo gira em torno de 7,2 km/l na cidade e 8,8 km/l na estrada com etanol.
O entre-eixos de 2,70 m garante bom espaço para o banco traseiro, enquanto o porta-malas de 470 litros atende bem ao uso familiar. No Mercado Livre, há unidades anunciadas a partir de R$ 73 mil, principalmente entre 2016 e 2019.
A versão XEi se destaca pela lista de equipamentos, que inclui sete airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, ar-condicionado digital, chave presencial com partida por botão, central multimídia com tela sensível ao toque, câmera de ré, sensores de estacionamento, volante multifuncional com ajustes de altura e profundidade, faróis com acendimento automático e rodas de liga leve. É uma compra segura para quem prioriza conforto e baixa manutenção, enfrentando rivais como Honda Civic e Chevrolet Cruze com vantagem na liquidez.
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2. Fiat Fastback — a partir de R$ 97.300
O Fiat Fastback Audace tem porta-malas de 516 litros
Divulgação/Fiat
O Fiat Fastback surgiu com proposta diferente ao unir linhas de SUV com estilo cupê e foco em eficiência. Na versão Audace, o modelo traz o motor 1.0 turbo flex de até 130 cv e 20,4 kgfm, combinado ao câmbio CVT que simula sete marchas. O conjunto entrega bom equilíbrio entre desempenho e consumo, com médias próximas de 8,4 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada com etanol. O entre-eixos de 2,53 m favorece o espaço interno, enquanto o porta-malas de 516 litros é um dos maiores entre os SUVs compactos.
Os anúncios começam na faixa de R$ 97,3 mil para modelos recentes, especialmente de 2022 e 2023. A versão Audace oferece um pacote bem completo, com quatro airbags, controles de estabilidade e tração, central multimídia com integração sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, painel parcialmente digital, ar-condicionado automático, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, chave presencial, carregador de celular por indução, rodas de liga leve e piloto automático. 
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3. Volkswagen Tiguan Allspace R-Line — a partir de R$ 125.990
O Volkswagen Tiguan Allspace R-Line possui entre-eixos de 2,79 metros
Divulgação/Volkswagen 
A Volkswagen Tiguan Allspace R-Line combina a proposta familiar de um SUV grande com desempenho acima da média. O motor 2.0 TSI entrega 220 cv e 35,7 kgfm, sempre com o câmbio DSG de dupla embreagem com sete marchas, solução que garante trocas rápidas e eficiência. O consumo fica próximo de 8,3 km/l na cidade e 9,5 km/l na estrada com gasolina.
O entre-eixos de 2,79 m permite levar até sete ocupantes, enquanto o porta-malas pode chegar a cerca de 686 litros com a terceira fileira rebatida. O vão livre do solo de aproximadamente 20 cm reforça a versatilidade. No Mercado Livre, há unidades a partir de R$ 125 mil, concentradas entre 2018 e 2020.
A versão R-Line se destaca pelo alto nível de equipamentos, incluindo seis airbags, controle adaptativo de velocidade com função stop and go, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, painel de instrumentos digital configurável, central multimídia com tela ampla, sistema de som premium, bancos em couro com ajustes elétricos, teto solar panorâmico, abertura elétrica do porta-malas, faróis full LED, sensor de ponto cego e assistente de estacionamento. É uma opção para quem quer espaço e desempenho no mesmo pacote.
4. Volkswagen Jetta GLI — a partir de R$ 139.900
O Volkswagen Jetta GLI  acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 6,7 segundos.
Divulgação/Volkswagen
O Volkswagen Jetta GLI representa a vertente esportiva dos sedãs médios. Equipado com motor 2.0 TSI de 231 cv e 35,7 kgfm, utiliza o câmbio DSG de dupla embreagem com sete marchas, conhecido pelas trocas rápidas e eficiência. O desempenho é destaque, com aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 6,7 segundos, enquanto o consumo fica ao redor de 10,1 km/l na cidade e 12 km/l na estrada com gasolina. O entre-eixos de 2,68 m garante bom espaço interno, e o porta-malas de 510 litros mantém a praticidade.
As unidades disponíveis partem de R$ 139 mil, geralmente a partir de 2019. A lista de equipamentos inclui seis airbags, controles de estabilidade e tração, diferencial eletrônico que melhora o comportamento em curvas, painel digital configurável, central multimídia com tela grande e integração completa, ar-condicionado digital de duas zonas, bancos esportivos em couro, faróis full LED, sensor de ponto cego, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e sistema de som premium. 
5. Caoa Chery Tiggo 7 Pro — a partir de R$ 143.900
O Caoa Chery Tiggo 7 Pro sai a partir de R$ 143,9 mil no Mercado Livre
Divulgação/Caoa Chery
O Caoa Chery Tiggo 7 Pro aposta em um pacote completo de tecnologia e conforto. O motor 1.6 turbo a gasolina entrega 187 cv e 28 kgfm, sempre associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas. O consumo fica próximo de 10 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada. Com entre-eixos de 2,67 m, o SUV oferece bom espaço interno, enquanto o porta-malas de 525 litros atende bem famílias. No Mercado Livre, aparecem unidades a partir de R$ 143,9 mil, principalmente de 2022 em diante.
O modelo chama atenção pelo nível de equipamentos. A lista inclui: seis airbags, controle adaptativo de velocidade, frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, câmera 360 graus, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, painel digital, central multimídia de grande dimensão, ar-condicionado digital de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos em couro com ajustes elétricos, partida remota e sistema de som de alta qualidade.
Frente a rivais como Jeep Compass e Toyota Corolla Cross, se destaca pelo custo-benefício e pela quantidade de tecnologia embarcada.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.  </description>  <media:content url="https://s2-autoesporte.glbimg.com/LF5zp_F3laDX4onyys3z_SXZ50U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2025/i/F/v5KNAXRimpOLK9ZDCvvw/volkswagen-jetta-gli-dianteira.jpg" medium="image"/>   <media:description>O Volkswagen Jetta GLI  acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 6,7 segundos.</media:description>   <media:credit>Divulgação/Volkswagen</media:credit>  <category>autoesporte</category> <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 19:22:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>BYD Mako vai ser o nome da nova picape híbrida flex rival da Fiat Toro</title>  <atom:subtitle>Inédita picape intermediária da BYD será produzida em Camaçari (BA); lançamento é aguardado para o segundo semestre de 2026</atom:subtitle>  <link>https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/byd-mako-nome-picape-hibrida-flex-rival-fiat-toro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://autoesporte.globo.com/carros/segredos-e-flagras/noticia/2026/04/byd-mako-nome-picape-hibrida-flex-rival-fiat-toro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-autoesporte.glbimg.com/JiBoTm1A6u7NYwmJgJ9Zgi_VSYI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_cf9d035bf26b4646b105bd958f32089d/internal_photos/bs/2026/B/n/nmbqHkTRKZYnSg05iJSg/byd-mako-picape.jpg" /><br /> ]]>    Depois de muita espera, o nome da picape intermediária da BYD que vai concorrer com a Fiat Toro foi finalmente descoberto. De acordo com a CNN e confirmado por Autoesporte, a caminhonete híbrida flex nacional produzida em Camaçari (BA) vai se chamar Mako. O lançamento é aguardado para o segundo semestre de 2026.
Depois da picape média híbrida plug-in Shark, com nome que significa tubarão, a escolha por Mako surge para dar continuidade à linha Ocean da BYD. Isso porque estamos falando do tubarão mais veloz do mundo, capaz de alcançar até 70 km/h.
BYD Mako está sendo exposta na Agrishow
João Ribeiro/Arquivo pessoal
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Como é a BYD Mako?
A BYD Mako ainda não foi revelada. Inclusive, sua primeira aparição pública acontece nesta semana durante a Agrishow, maior feira agropecuária da América Latina que acontece em Ribeirão Preto (SP). De qualquer forma, a picape segue camuflada, ou melhor, completamente envelopada.
Ainda assim, sabemos que a Mako é baseada no Song Plus. Por isso, terá a mesma construção do tipo monobloco do SUV. É a mesma receita das rivais Fiat Toro, Ford Maverick e Ram Rampage.
BYD Mako terá produção em Camaçari (BA)
Reprodução/Jonathan Machado
Esse fato também ajuda a explicar o design, que terá forte ligação com o Song Plus, principalmente pelos vincos das portas. Para gerar diferenciação, haverá para-choque próprio e grade formada por elementos exclusivos.
Na traseira, a inspiração virá da irmã maior Shark. O formato da tampa da caçamba e o conjunto de lanternas será praticamente o mesmo nas duas picapes. Haverá interligação entre as peças por meio de barra horizontal de LED e abertura tradicional.
BYD Mako terá interior semelhante ao do Song Plus
Reprodução/Auto Home
Em fotos divulgadas pelo site chinês Auto Home é possível ver o interior da BYD Mako. A disposição do painel de instrumentos digital e a central multimídia são iguais aos do Song Plus. A tela central deve manter o tamanho de 15,6”, mas há chances de não ter mais a função giratória. O acabamento deve seguir o mesmo padrão do SUV, que é muito bem feito.
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Motorização da BYD Mako
De acordo com fontes ouvidas por nossa reportagem, a BYD Mako será híbrida flex e adotará dois diferentes conjuntos mecânicos: um emprestado do Song Plus e outro compartilhado com o Song Plus Premium.
O primeiro equipará as versões de entrada e renderá apenas tração 4x2, com as rodas motrizes na frente. Neste caso, o motor 1.5 aspirado de 110 cv de potência e 13,2 kgfm de torque será aliado a um elétrico de 180 cv e 32,3 kgfm (este responsável por mover o veículo na maior parte do tempo). No SUV, a potência combinada é de 235 cv e o torque de 40,1 kgfm. Sendo flex, poderá entregar números ligeiramente melhores.
BYD Mako terá motorização do Song Plus nas versões de entrada
Divulgação
Hoje, o Song Plus tem bateria com 18,3 kWh de capacidade e autonomia, apenas no modo elétrico, de 63 km (Inmetro). Já o alcance combinado fica entre 1.100 km e 1.200 km. A expectativa é que a picape venha a herdar os mesmos predicados, sendo a primeira da categoria com motorização híbrida plug-in.
Nas opções mais caras, a Mako será mais potente e equipada com tração 4x4. O motor 1.5 turbo de 130 cv será combinado com propulsores elétricos dianteiro (204 cv) e traseiro (163 cv), totalizando potência combinada de 324 cv. O conjunto também será flex. Atualmente, o Song Plus Premium possui autonomia elétrica de 52 km e alcance combinado de 690 km, ambos segundo o Inmetro.
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